Projeto Pedagógico de Curso
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- Dalila Festas Quintanilha
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1 Engenharia de Computação, 2007 Vitória-ES, Brasil Versão do PPC: 09/11/2006
2 Engenharia de Computação Reitor: Prof. Rubens Sergio Rasseli Diretora do Centro Tecnológico: Profª Maristela Gomes da Silva Coordenador do curso de Engenharia de Computação: Prof. Sérgio Antônio Andrade de Freitas Membros do colegiado do curso de Engenharia de Computação - Prof. Álvaro Cesar Pereira Barbosa - Prof. Anilton Salles Garcia - Prof. Hans-Jörg Schneebeli - Prof. Magda Soares Xavier - Prof. Marcos Tadeu D'Azeredo Orlando - Prof. Paulo Faria Santos Amaral (vice-coordenador) Coordenadores de curso de graduação no Centro Tecnológico: - Profª Maria Claudia Silva Boeres (Ciência da Computação) - Prof. Hans-Jörg Schneebeli (Engenharia Elétrica) - Profª Miriam de Magdala Pinto (Engenharia de Produção) - Profª Flávia Ruschi Mendes de Oliveira (Engenharia Civil) - Prof. Jair Casagrande (Engenharia Ambiental) - Prof. Geraldo R. Sisquini (Engenharia Mecânica) - Prof. Antônio P. Nascimento (Tecnológia Mecânica) - Prof. Sérgio Antônio Andrade de Freitas (Engenharia de Computação) Chefe do departamento de Informática: Profª Cláudia Galarda Varassim Chefe do departamento de Engenharia Elétrica: Prof. José Denti Filho Coordenador do programa de pós-graduação em Informática: Profª Maria Cristina Rangel Coordenador do programa de pós-graduação em Engenharia Elétrica: Prof. Mário Sarcinelli Filho
3 Sumário 1. Apresentação 1 2. Justificativa 1 3. Histórico 2 4. Princípios Norteadores 4 5. Objetivos 4 6. Perfil do Profissional Aptidões Esperadas do Egresso Classes de Problemas que os egressos estarão capacitados a resolver Funções que os egressos poderão exercer no mercado de trabalho 7 7. Organização Curricular Estrutura do Currículo , programa e bibliografia das unidades curriculares Regulamento do Estágio Obrigatório e Não Obrigatório Regulamento do Projeto Final de Curso Sobre a documentação do Ante-projeto Sobre a Documentação do Projeto Sobre a Apresentação da Documentação do Projeto Sobre a Apresentação Oral do Projeto Sobre a Divulgação do Trabalho Atividades Complementares Equivalência de Disciplinas Cronograma de Implantação da Matriz Curricular Proposta neste Projeto Pedagógico Tabela de Equivalências das Unidades Curriculares Obrigatórias Acompanhamento e Avaliação Avaliação do Projeto Pedagógico do Curso Avaliação do processo de ensino-aprendizagem Diagnóstico do Curso Aceitação do profissional no mercado de trabalho e na comunidade acadêmica A integração do curso na sociedade A Comissão Permanente de Avaliação do Curso Infra-Estrutura Espaço Físico Laboratórios Bibliotecas Recursos Computacionais e Multi-mídia Atendimento às Diretrizes Curriculares Nacionais e ao CONFEA Habilidades e competências Capacidade de aplicar conhecimentos matemáticos, científicos, tecnológicos e instrumentais à engenharia Capacidade de projetar e conduzir experimentos e interpretar resultados Capacidade de conceber, projetar e analisar sistemas, produtos e processos 37
4 9.1.4 Capacidade de planejar, supervisionar, elaborar e coordenar projetos e serviços de engenharia Capacidade de identificar, formular e resolver problemas de engenharia Capacidade de desenvolver e/ou utilizar novas ferramentas e técnicas Capacidade de supervisionar a operação e a manutenção de sistemas Capacidade de avaliar criticamente a operação e a manutenção de sistemas Capacidade de comunicar-se eficientemente nas formas escrita, oral e gráfica Capacidade de atuar em equipes multi-disciplinares Capacidade de compreender e aplicar a ética e responsabilidade profissionais Capacidade de avaliar o impacto das atividades da engenharia no contexto social e ambiental Capacidade de avaliar a viabilidade econômica de projetos de engenharia Capacidade de assumir a postura de permanente busca de atualização profissional Conteúdos Básicos Metodologia Científica e Tecnológica Comunicação e Expressão Informática Expressão Gráfica Matemática Física Fenômenos de Transporte Mecânica dos Sólidos Eletricidade Aplicada Química Ciência e Tecnologia dos Materiais Administração Economia Ciências do Ambiente Humanidades, Ciências Sociais e Cidadania Conteúdos Profissionalizantes Algoritmos e Estruturas de Dados Ciência dos Materiais Circuitos Elétricos Circuitos Lógicos Compiladores Controle de Sistemas Dinâmicos Conversão de Energia Eletromagnetismo Eletrônica Analógica e Digital Gestão Econômica Materiais Elétricos Mecânica Aplicada Métodos Numéricos Modelagem, Análise e Simulação de Sistemas Organização de computadores Paradigmas de Programação Sistemas de Informação Sistemas operacionais Campo de Atuação: Engenharia de Computação Informação - Sistemas, Métodos e Processos da Informação e da Computação Sistemas Operacionais - Organização de Computadores. Compiladores Sistemas Operacionais - Paradigmas de Programação. Algoritmos e Estrutura de Dados Sistemas Operacionais - Softwares Aplicados à Tecnologia Pesquisa Operacional - Modelagem, Análise e Simulação de Sistemas. Expressão Gráfica Computacional Hardware - Redes Lógicas. Técnicas Digitais Hardware - Informática Industrial 53
5 9.4.8 Hardware - Instalações, Equipamentos, Componentes e Dispositivos Campo de Atuação: Engenharia Elétrica Eletricidade Aplicada e Equipamentos Eletroeletrônicos - Eletromagnetismo. Circuitos e Redes Eletrotécnica - Instalações Elétricas em Baixa Tensão Eletrônica e Comunicação - Sistemas, Instalações e Equipamentos Eletrônicos e de Eletrônica Eletrônica e Comunicação - Sistemas, Instalações e Equipamentos Telefônicos, Redes Lógicas Eletrônica e Comunicação - Equipamentos Eletrônicos Embarcados Campo de Atuação: Engenharia de Controle e Automação Controle e Automação - Sistemas Discretos e Contínuos, Métodos e Processos Controle e Automação - Controle Lógico-Programável, Automação de Equipamentos, Processos Controle e Automação - Robótica Considerações Finais Referências Bibliográficas Legislação Outras Referências 59 Anexo A. Regras de Integralização do Curso de Engenharia de Computação 60 Anexo B:, programa e bibliografia das unidades curriculares 61
6 1. Apresentação Este documento apresenta o (PPC) da Engenharia de Computação da Universidade Federal do Espírito Santo. Ele foi desenvolvido pela Coordenação do Colegiado do Curso e contou, mais ostensivamente, com a participação dos docentes dos departamentos de Informática e Engenharia Elétrica, da comissão inter-curso formada por todos os coordenadores de graduação do Centro Tecnológico - CT (cujo objetivo é unificar os tópicos comuns entre os cursos), bem como a participação de membros discentes e ex-alunos. O processo de interação foi: seminários, entrevistas, questionários e diálogos entre as partes. O projeto pedagógico aqui apresentado é o ponto de partida para a primeira reformulação de curso desde a sua criação em Neste contexto, seus objetivos principais são a atualização curricular, o estabelecimento de um processo de auto-avaliação e a mudança progressiva do paradigma de ensino adotado. Formalmente, este PPC atende a lei 5194/66 que regulamenta a profissão de Engenheiro e a relação entre instituições de ensino e sistema CONFEA/CREA, a resolução 1010/05 CONFEA e seus anexos I e II, que define as atribuições dos engenheiros, e a Lei de Diretrizes e Bases da Educação (Lei Nº 9.394/1996), além das diretrizes curriculares na Resolução CNE/CES 11/02, baseada no Parecer CES 1362/01. Espera-se que este projeto pedagógico seja o ponto de partida para um processo de reflexão e discussão dos mecanismos de ensino, na busca de posturas viáveis à consecução de suas metas. Neste sentido, considera-se que a elaboração deste projeto seja uma proposta de trabalho assumida coletivamente, e que busca o aperfeiçoamento das estratégias da Instituição rumo a um curso de Engenharia de Computação de qualidade, formando profissionais competentes, criativos, com visão crítica, cidadãos conscientes de suas responsabilidades sociais. 2. Justificativa A evolução dos conceitos tecnológicos na área de Computação e Informática demanda uma constante avaliação dos currículos dos cursos desta área. No sentido de garantir uma estrutura curricular sólida, sem a necessidade de constantes alterações, ênfase deve ser dada à fundamentação teórica que permitirá ao aluno analisar criticamente e se adaptar a novas tecnologias além de proporcionar autonomia para buscar, propor ou desenvolver tecnologias inovadoras e adequadas para a resolução dos problemas. Com a avaliação iniciada no curso de Engenharia de Computação em 1996 por todos os coordenadores anteriores, por membros dos Departamentos de Informática e Engenharia Elétrica e por vários discentes do curso, foi possível identificar vários aspectos positivos e negativos da estrutura curricular atualmente em vigor. Essa avaliação norteou a re-estruturação curricular proposta neste projeto pedagógico. Além das motivações próprias da área de Computação e Informática, a Lei 9.394/96 - Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB) - tornou necessária a adequação dos cursos de graduação nas diversas áreas do conhecimento e o Ministério da Educação elaborou novas diretrizes - 1 -
7 curriculares para os cursos de graduação. Uma outra motivação legal é a Resolução CNE/CES no 11, de 11 de março de 2002, da Câmara de Ensino Superior (CES) do Conselho Nacional de Educação (CNE), que, tendo em vista o disposto na Lei 9.131, de 25 de novembro de 1995 e ainda o Parecer CNE/CES no 1.362/2001, de 12 de dezembro de 2001, estabelece as Diretrizes Curriculares Nacionais dos cursos de Graduação em Engenharia. Outro aspecto pertinente à elaboração do projeto foi a identificação das dificuldades na operacionalização da oferta de unidades curriculares a cada semestre, em todos os cursos do Centro Tecnológico da UFES, além de superposição ou ausência de conteúdos em diversas das unidades curriculares comuns aos cursos. Uma comissão formada por todos os coordenadores dos Colegiados dos Cursos do CT realizou um estudo mais detalhado e propôs uma unificação dos tópicos comuns a todos os cursos, a qual está sendo incorporada a este projeto. Em suma, um conjunto de fatores internos e externos apontaram a necessidade da construção do projeto pedagógico do curso de Engenharia da Computação da UFES. Esta iniciativa busca responder às sugestões da comunidade sobre a matriz curricular anterior, aumentar a flexibilidade na formação do estudante, dando-lhe oportunidade de cursar unidades curriculares optativas e outras de sua livre escolha e de aprimorar a prática profissional no ensino. Esta reformulação pretendida pelo projeto pedagógico tem por objetivo formar profissionais qualificados a atuar nos âmbitos regional, nacional e mesmo internacional da área de Computação. Deve-se ressaltar, também, que na execução deste projeto pedagógico uma atenção especial foi dada visando dotar o profissional egresso do curso de uma visão crítica da sociedade em que ele irá atuar, das suas responsabilidades éticas e sociais, do seu comprometimento com a disseminação e aplicação do conhecimento adquirido, tornando-o capaz de atuar de maneira dinâmica na pesquisa, na aplicação de conhecimentos no mercado de trabalho de modo responsável e na inovação tecnológica visando ao desenvolvimento sustentado de uma sociedade mais justa. 3. Histórico Universidade Federal do Espírito Santo Os cursos de Engenharia na UFES foram inicialmente implantados na Escola Politécnica, que mais tarde foi transformada em uma autarquia estadual, e em 1962 com a criação da UFES foi a ela incorporada. Em 1969 com a reforma universitária, a Escola Politécnica foi transformada no Centro Tecnológico da Universidade Federal do Espírito Santo. Inicialmente havia apenas um curso de Engenharia Civil. Em 1967 foi criado o curso de Engenharia Mecânica. O curso de Engenharia Elétrica foi criado pela Resolução 22/71 de 10 de dezembro de 1971 pelo então Conselho de Ensino e Pesquisa (atualmente é chamado de Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão). A Universidade Federal do Espírito Santo no final da década de 80 empenhou esforços na criação de cursos na área de Informática, haja visto a necessidade premente de informatização da sociedade na época, e, conseqüentemente, a demanda por profissionais com conhecimentos especializados em computação. Na conjuntura da época, o Governo preocupado com o avanço da ciência e tecnologia em computação incentivou programas em áreas de conhecimento estratégicos e, dentre elas, a informática
8 Neste contexto a comunidade acadêmica mobilizou-se para planejar e implantar cursos na área de informática com objetivo de fornecer ao profissional a ser formado, capacidade básica suficiente para entender os avanços científicos e tecnológicos na área de computação. Destacam-se a proposta do Departamento de Matemática com o curso de Ciência da Computação e a proposta dos Departamentos de Engenharia Elétrica e Engenharia Industrial e Informática com o curso de Engenharia de Computação. Historicamente estes dois cursos foram propostos na mesma época, porém de forma isolada. O Curso de Engenharia de Computação foi criado em 1990 pelo Conselho Universitário da UFES e teve o seu reconhecimento pelo MEC em 06/12/1996, segundo a portaria MEC nº e de acordo com o parecer 136/1996 CES/CNE. No ano de 1993, foi criado o departamento de Informática, com professores provenientes do antigo departamento de Engenharia Industrial e Informática e do departamento de Matemática. O departamento recém-criado tem fundamental participação nos cursos de Ciência da Computação e Engenharia de Computação. Pelo processo de formação inicial, o curso de Engenharia de Computação tem fortes laços com os departamentos de Informática e Engenharia Elétrica. Os departamentos de Informática e de Engenharia Elétrica, com um corpo docente consolidado, e altamente qualificado, é a base de formação para o curso de Engenharia de Computação da UFES. Neste contexto, cabe salientar que a alta qualificação levou à criação de dois Programas de Pós Graduação ainda no começo da década de Em março de 1991, o Programa de Pós-Graduação em Engenharia Elétrica - PPGEE teve suas atividades iniciadas com o oferecimento do Mestrado em Engenharia Elétrica, com área de concentração em Automação. A evolução das atividades de pesquisa e de formação de pessoal do Programa de Pós-Graduação em Engenharia Elétrica, e a conseqüente maturidade científica alcançada pelos professores do Programa, teve como conseqüência natural a criação do Curso de Doutorado em Engenharia Elétrica, com área de concentração em Automação. No ano de 1994, com a consolidação do grupo de pesquisadores, a maior parte do grupo composta por professores do Departamento de Informática e coincidindo com a formação das primeiras turmas de graduação em Ciência da Computação e Engenharia de Computação, criou-se em 1994 o curso de Mestrado em Informática. Além de aprofundar o trabalho de formação iniciado com as graduações, o mestrado tem por objetivos formar pesquisadores e docentes e suprir a demanda de técnicos para atuar em projetos e estudos na área de informática. Atualmente o curso de Mestrado em Informática já possui mais de 100 (cem) dissertações defendidas. Neste contexto de alta qualificação, os alunos de Engenharia de Computação sempre tiveram a oportunidade de aprendizagem e pesquisa, o que se reflete na sua alta qualificação profissional. A partir de 1995, após a integralização do curso pela primeira turma, iniciou-se um estudo para avaliação e ajuste da matriz curricular. A primeira tentativa de reforma curricular aconteceu em A segunda proposta data de Em 1996 foi produzida uma proposta de reformulação curricular. Esta proposta foi, então, amplamente discutida nos âmbitos do Colegiado do Curso e do Departamentos de Informática e Engenharia Elétrica
9 No período de 1998 a 2002 o Departamento de Informática priorizou a capacitação de vários de seus professores. Desta forma, a discussão sobre a reformulação do curso sofreu uma interrupção e foi retomada para a elaboração deste projeto pedagógico. Esta foi a principal razão pela qual a reformulação de 2000 não foi adiante. A partir de 2003, as discussões a respeito da reformulação curricular foram retomadas, motivadas pelas análises curriculares já realizadas anteriormente, pelas novas discussões realizadas no âmbito dos Cursos de Qualidade e dos congressos da Sociedade Brasileira de Computação e no COBENGE, eventos que contaram com a participação de alguns dos coordenadores deste curso, e ainda pela necessidade da elaboração de um projeto pedagógico para este curso. Por todos esses motivos, neste documento é apresentada uma nova proposta de matriz curricular para o Curso de Engenharia da Computação, além de todos os outros requisitos necessários à composição deste projeto pedagógico. 4. Princípios Norteadores Universidade Federal do Espírito Santo São princípios norteadores deste projeto pedagógico: - Realizar a primeira reformulação curricular no curso de Engenharia da Computação, pois após estudos de avaliação da matriz curricular atual, constatou-se a necessidade de: - reorganização das unidades curriculares do curso, através da reordenação, inclusão ou eliminação de conteúdos; - flexibilização curricular através de unidades curriculares optativas; - fortalecimento da fundamentação teórica; - reorganização do Projeto Final de Graduação. - Interdisciplinaridade: Acredita-se que o mundo real é interdisciplinar e que o mercado procura profissionais com formação holística e polivalente. Embora seja forte o paradigma da fragmentação do conhecimento em matérias, ministradas em unidades curriculares autônomas, e embora a matriz curricular proposta neste projeto seja organizada segundo esse paradigma, pode-se obter uma boa integração entre as unidades curriculares por meio de uma boa comunicação entre professores, com trabalhos e avaliações que se integram entre as diversas unidades curriculares que compõem uma linha de atuação. É parte deste projeto incentivar ações entre os professores em direção à interdisciplinaridade. - Fornecer ao estudante a oportunidade de diversificar e enriquecer sua formação através da sua participação em tipos variados de eventos extra-classe, como por exemplo, iniciação científica, monitoria, participação em projetos de extensão, participação em grupos PET, participação em congressos na área, etc. A participação do aluno em atividades extra-classe será incentivada através da definição das atividades complementares. 5. Objetivos Os objetivos que esta proposta curricular pretende alcançar, em consonância com o espírito das novas diretrizes curriculares, são: - incentivar as práticas de estudo independente, as atividades de pesquisa e a atualização permanente por parte dos discentes; - 4 -
10 - oportunizar uma sólida formação geral; - permitir a incorporação ao currículo do aproveitamento de atividades extra-classe por meio do cumprimento de atividades complementares; - propiciar a integração entre o ciclo básico e o ciclo profissional, distribuindo de forma mais adequada dentro da estrutura curricular as unidades curriculares de formação básica e de formação específica, e resolver os problemas existentes na atual estrutura curricular do curso, principalmente no que diz respeito à superposição e à ausência de conteúdos; - a melhoria e reformulação dos cursos de graduação, parte integrante e fundamental das diretrizes definidas pelo Planejamento Estratégico da UFES. Em especial, destacamos como finalidades deste Planejamento: formar diplomados nas diferentes áreas de conhecimento, aptos para a inserção em setores profissionais, para a participação no desenvolvimento da sociedade brasileira e para colaborar na sua formação contínua e incentivar o trabalho de pesquisa e investigação científica, visando ao desenvolvimento da ciência e da tecnologia e da criação e difusão da cultura, e, desse modo, desenvolver o entendimento do homem e do meio em que vive; - garantir uma possibilidade de atualização permanente, cuja necessidade será evidenciada a partir de avaliações periódicas; e - incentivar a inter-disciplinaridade. 6. Perfil do Profissional O Engenheiro de Computação tem formação nas áreas de hardware e software, com conhecimento de Ciência da Computação e de Engenharia Eletrônica necessário ao projeto de hardware. O engenheiro define e coordena projetos de sistemas de computação; define e implementa arquiteturas de computadores, redes de computadores e processos de automação industrial; propõe e executa projetos de sistemas baseados em microprocessadores para aplicações industriais, comerciais e científicas; projeta, desenvolve e faz manutenção em sistemas de software para aplicações comerciais, de engenharia e áreas correlatas; gerencia centros de processamento de dados. Atua em empresas fabricantes de computadores, em produtoras de software (software houses) e em indústrias com processos automatizados. 6.1 Aptidões Esperadas do Egresso O conjunto de aptidões esperadas dos egressos do curso de Engenharia de Computação com vertentes específicas em automação e controle, redes e telecomunicações e engenharia de software é o seguinte: - Capacidade de utilizar a matemática, a ciência da computação, conhecimentos de física e tecnologias modernas no apoio à construção de produtos ou serviços seguros, confiáveis e de relevância à sociedade. - Capacidade de projetar, construir, testar e manter software no apoio à construção ou incorporado a produtos ou serviços, principalmente nos produtos e serviços que requeiram a interação com o ambiente e ou dispositivos físicos, além do próprio sistema computacional utilizado para o processamento de dados
11 - Capacidade de tirar proveito das tecnologias já estabelecidas, e de desenvolver novas técnicas, no sentido de gerar produtos e serviços como mencionados nos itens anteriores. - Capacidade de entender e interagir com o ambiente em que os produtos e serviços, por ele projetado ou construído, irão operar. - Conhecimento da ciência da computação e de métodos necessários para aplicá-la. - Conhecimento suficiente de outras áreas (física, eletricidade, administração, etc.), além da computação, que lhe permita assumir a responsabilidade completa de produtos e serviços até um determinado nível de especificidade. - Facilidade de interagir e de se comunicar com profissionais da área de computação e profissionais de outras áreas no desenvolvimento de projetos em equipe. - Facilidade de interagir e de se comunicar com clientes, fornecedores e com o público em geral. - Capacidade de supervisionar, coordenar, orientar, planejar, especificar, projetar e implementar ações pertinentes à engenharia de computação e analisar os resultados. - Capacidade de realizar estudos de viabilidade técnico-econômica e orçamentos de ações pertinentes à engenharia de computação. - Disposição e postura de permanente busca da atualização profissional. - Disposição em aceitar a responsabilidade pela correção, precisão, confiabilidade, qualidade e segurança de seus projetos e implementações.compreender e aplicar a ética e responsabilidade profissional e avaliar o impacto de suas atividades no contexto social e ambiental. 6.2 Classes de Problemas que os egressos estarão capacitados a resolver As classes de problemas que os egressos estarão capacitados a resolver incluem efetivamente os problemas multidisciplinares. No caso, além de alguns problemas típicos tratados por um bacharel em computação, os egressos estarão capacitados também a resolver problemas complexos que permeiam entre as áreas de computação e engenharia. - Problemas de projeto e configuração de sistemas computacionais em que sejam exigidas as seguintes capacidades: determinar quais funções devem ser implementadas em hardware e quais devem ser implementadas em software; selecionar os componentes básicos de hardware e de software. - Problemas que requeiram o desenvolvimento de software suficientemente complexo para exigir a aplicação de conhecimentos instrumentais às áreas de automação e controle, engenharia de software, e redes e telecomunicações. - Problemas que exijam conhecimentos de programação e de sistemas computacionais e, eventualmente, conhecimentos matemáticos e físicos em profundidade compatível a um curso de engenharia. - Problemas que exijam clara compreensão das diferentes atividades envolvidas no desenvolvimento de um software. - Problemas que exijam a familiaridade com as tecnologias de automação e controle, de ferramentas de projeto e o discernimento de como, quando e quanto utilizar tais ferramentas. - Problemas que exijam a familiaridade com ferramentas de análise e projeto de software e o discernimento de como, quando e quanto utilizar tais ferramentas. - Problemas que exijam a familiaridade com as tecnologias de redes e de sistemas de telecomunicações, ferramentas de projeto e o discernimento de como, quando e quanto utilizar tais tecnologias
12 - Problemas que requeiram o uso de técnicas formais no desenvolvimento de software, de sistemas de automação, e de redes e sistemas de telecomunicações. - Problemas de complexidade que exijam a gerência do desenvolvimento do software e de sistemas, com aplicação de modelos de qualidade. - Problemas complexos de integração de sistemas de redes e telecomunicações que exijam a utilização de técnicas e métodos multidisciplinares em computação e engenharia. - Problemas que envolvam o desenvolvimento criativo e projeto de novas aplicações, produtos, serviços e sistemas nas vertentes propostas. - Problemas de análise de desempenho de projetos e sistemas, propostos ou implementados, seja através de modelos analíticos, de simulação ou de experimentação. - Problemas de análise e determinação dos requisitos que um projeto ou sistema deve atender, documentando estes requisitos de forma clara, concisa, precisa, organizada e fácil de ser usada. - Problemas de projeto e estruturação do software para uma plataforma determinada, de forma a atender os requisitos do sistema, documentando as decisões tomadas. - Problemas que implique a decisão sobre a estrutura e arquitetura do software, uso de padrões de projeto, frameworks, e componentes. Problemas que impliquem o tratamento da concorrência, paralelismo, controle e manuseio de eventos, distribuição, manuseio de exceções e erros, sistemas interativos e persistência. - Problemas de concepção do software para funcionar conforme projetado, através da combinação da codificação, validação e teste das unidades. - Problemas de teste do comportamento dinâmico do software, contra o comportamento esperado especificado, para um conjunto finito de casos de testes (selecionados criteriosamente do domínio de execuções, normalmente infinito). - Problemas que requeiram conhecimentos e habilidades para: gerenciar configurações de software; desenvolver e praticar diferentes processos de engenharia de software; desenvolver e utilizar métodos e ferramentas de engenharia de software; utilização de técnicas de controle de qualidade de software; desenvolver métodos e técnicas de automação e controle. 6.3 Funções que os egressos poderão exercer no mercado de trabalho No progresso de sua carreira profissional, agregando experiência prática e aperfeiçoamentos realizados, os egressos deverão estar capacitados a assumir funções em diferentes níveis dentro das organizações, seja de execução, gerenciamento ou de direção, para as quais seguem algumas atividades e responsabilidades técnicas inerentes à função (diretor, administrador, gerente, projetista, coordenador, engenheiro, pesquisador, professor, dentre outras): - Desenvolvimento de Sistemas de Software; - Planejamento de Capacidade e Projeto de Redes e/ou Sistemas de Telecomunicações; - Pesquisa e Desenvolvimento de Novas Aplicações, Produtos e Serviços em Redes e/ou Telecomunicações; - Projeto, Desenvolvimento e Implantação de Sistemas Integrados de Redes e/ou Telecomunicações (Sistemas Convergentes); - Manutenção de Software; - Gerenciamento de Configuração e Engenharia de Software; - 7 -
13 - Gerência, Operação e Manutenção de Sistemas de Redes e/ou Telecomunicações; - Desenvolvimento de Métodos e Ferramentas da Engenharia de Software; - Desenvolvimento e Gerenciamento de Banco de Dados; - Planejamento e Controle de Qualidade de Software; - Desenvolvimento e Manutenção de Métodos e Técnicas de Automação e Controle; - Especificar, projetar, implementar e avaliar arquiteturas digitais, sistemas embutidos e controladores; - Projetar, analisar e implementar circuitos elétricos e eletrônicos; - Ensino e Pesquisa. 7. Organização Curricular A organização curricular para este projeto pedagógico assenta-se nas diretrizes curriculares do MEC para cursos de Engenharia, na legislação referente aos cursos de engenharia, na nova proposta de regulamentação do CREA/CONFEA, no perfil do corpo docente dos Departamentos de Informática e Engenharia Elétrica (que atuam fortemente no curso) e em características regionais. O Curso de Engenharia de Computação possui entrada anual de 40 (quarenta) alunos. Atualmente existem 247 (duzentos e quarenta e sete) alunos matriculados no curso, com uma média de 45 (quarenta e cinco) alunos matriculados por unidade curricular. A organização curricular assenta-se nas diretrizes curriculares propostas pelo MEC para a área de engenharia, as quais prescrevem que os cursos de engenharia devem ser compostos de três núcleos: conteúdos básicos, conteúdos profissionalizantes e conteúdos específicos. As seções 9.2 e 9.3 detalham, respectivamente, os núcleo de conteúdos básicos e núcleo de conteúdos profissionalizantes. Nas seções 9.4 em diante são detalhadas os conteúdos específicos. De acordo com a organização curricular, este projeto pedagógico estabelece que o curso de Engenharia de Computação será integralizado com: - o cumprimento de uma carga horária de 3450 horas de unidades curriculares obrigatórias; - o cumprimento de uma carga horária mínima de 240 horas de disciplinas optativas; - o cumprimento de 300 horas de estágio supervisionado; - o cumprimento de 15 créditos de atividades complementares; - um prazo mínimo de 4,5 (quatro e meio) anos e um prazo máximo de 7,5 (sete e meio) anos (de acordo com a resolução CNE/CES 184/06). Este projeto pedagógico estabelece ainda que: - A carga horária de unidades curriculares optativas será cumprida com aquelas previstas como optativas na matriz do curso e nas matrizes dos outros cursos do Centro Tecnológico da UFES. - As optativas previstas na matriz do curso podem ser ofertadas conjuntamente pelo programa de pós-graduação em Informática da UFES. Em ambos os casos é necessário o atendimento dos pré-requisitos
14 - Um máximo de duas Unidades Curriculares previstas nas matrizes dos outros cursos do Centro Tecnológico da UFES podem ser escolhidas como optativas pelo aluno, mediante autorização prévia do professor da unidade curricular escolhida e do coordenador do curso. - O elenco de unidades curriculares optativas pode ser ampliado de acordo com a demanda, disponibilidade e dinâmica da evolução da área de conhecimento. - Em cada período letivo o aluno deverá se matricular em um mínimo de 45 horas e um máximo de 450 horas, entre disciplinas obrigatórias e optativas. - A excessão e no período em que o aluno estiver realizando o estágio supervisionado, onde a carga horário do mesmo não deve ser contabilizada. - Os pré-requisitos relacionados às disciplinas são de conteúdo. Além destes, existem os chamados pré-requisitos artificiais (controladores da periodização). Na matriz curricular proposta neste projeto, a única unidade curricular que possui, além dos pré-requisitos de conteúdo, pré-requisito artificial é Projeto de Graduação I. - O aproveitamento de unidades curriculares cursadas em outra instituição simultaneamente com o curso de Engenharia de Computação da UFES será analisado pelo Colegiado do Curso segundo um plano de estudos que o aluno deverá apresentar ao Colegiado antes de cursar a disciplina em outra instituição. Será considerada como unidade curricular cursada simultaneamente com o curso de Engenharia de Computação / UFES, qualquer unidade curricular cursada após o ingresso na UFES. - o ingresso por meio de re-opção de curso ou novo curso é determinado pelo coeficiente de rendimento normalizado mínimo de 6,0 (seis) do aluno no curso de origem e a transferência é permitida de acordo com classificação em avaliação elaborada por uma comissão e aplicada pela PROGRAD. - na atual capacidade docente, infra-estrutura física e laboratórios disponíveis, o curso não comporta mais de 250 alunos. - o tamanho das turmas de aula expositiva não deve exceder 50 (cinqüenta) alunos. - o tamanho das turmas de aula de laboratório não deve exceder 40 (quarenta) alunos. - em todas as unidades curriculares listadas na matriz curricular deste projeto pedagógico, as aulas de exercícios foram contabilizadas como parte das aulas expositivas (computadas na carga horária de aulas teóricas). - o regimento em vigor torna obrigatória a freqüência a, no mínimo, 75% da carga horária da unidade curricular. A não observância desta condição implica em reprovação. Além disso, prescreve que avaliações (no mínimo duas) sejam realizadas ao longo do período, cujos resultados serão traduzidos em uma média parcial (MP). Além destas avaliações, haverá um prova final (PF). A média final (MF) corresponde a média aritmética da média parcial (MP) e da prova final (PF). Uma média final (MF) abaixo de cinco implica em reprovação na unidade curricular. Inicialmente na UFES, a prova final era obrigatória para todos os alunos da unidade curricular. Na década de oitenta, esta passou a ser obrigatória apenas para os alunos com média parcial (MP) menor que sete, caracterizando-a como uma prova de recuperação.o sistema atual apresenta uma inconsistência: a nota para aprovação é cinco ou sete? Outro problema que se identifica é o peso excessivo concedido a uma avaliação de natureza pontual, pois metade da nota do aluno (no caso de realização da prova final) corresponde a uma avaliação limitada em escopo e tempo. Além disso, a exigência de prova final não é adequada - 9 -
15 para a avaliação de disciplinas como projetos de graduação, estágios e práticas de laboratório. A proposta deste Projeto Pedagógico, que para vigorar deverá ser aprovada pelos conselhos superiores da UFES, possivelmente dentro do processo de adequação da UFES ao novo estatuto, consiste de: 1. O uso de processos de avaliação continuada, ou pelo menos, de mais avaliações ao longo do período, de acordo com as características da unidade curricular e conforme o plano de curso aprovado pelo Departamento e Colegiados de Curso. 2. A condição para aprovação é de que a média seja maior ou igual a seis. 3. A prova final não deve ter caráter obrigatório. 4. A freqüência mínima para aprovação é de 2/3 das carga horária da unidade curricular. - Em complemento às resoluções CFE nº 5/79, CEPE nº 23/97 e CEPE nº 11/87, este projeto pedagógico estabelece ainda algumas regras para aproveitamento de estudos no curso de graduação em Engenharia de Computação, no que diz respeito às duas situações a seguir: - Limite de carga horária para aproveitamento de estudos: o aluno pode obter aproveitamento de estudos correspondentes a, no máximo, 40% (quarenta por cento) da carga horária necessária para integralização do curso, pois entendemos que o perfil do profissional que se deseja formar possui implicações nos conteúdos abordados ao longo do curso. Além de se levar em conta o tipo de aluno que a IES recebe para a realização do curso, a matriz curricular deste projeto pedagógico se baseia não só nas diretrizes curriculares para cursos de Computação e Informática (MEC/SeSu, 1999), mas também, fortemente, no perfil do corpo docente do Departamento de Informática (que atua fortemente no curso) e em características regionais. - Concessão de aproveitamento de estudos: a resolução CEPE nº 23/97 diz que compete ao Colegiado do Curso decidir sobre a forma do aproveitamento de estudos. Nestes termos, este projeto pedagógico estabelece que a concessão de aproveitamento de estudos poderá ser efetivada de acordo com o artigo 3º desta mesma resolução ou a partir da aplicação de provas, no caso que o Colegiado julgar pertinente. - Aproveitamento de conhecimento prévio: De acordo com a LDB, o aluno poderá obter aproveitamento de estudos de uma unidade curricular mesmo que não tenha cumprido a mesma (ou equivalente) em outro curso, desde que comprove conhecimento prévio adquirido através de experiência profissional. Neste caso o aluno deverá solicitar aproveitamento ao Colegiado do Curso, apresentando memorial, devidamente comprovado, que demonstre o processo de aprendizagem. Mediante o deferimento da solicitação pelo Colegiado, este nomeará uma banca que procederá a avaliação do referido aproveitamento. A matriz curricular, apresentada na próxima seção, foi elaborada a partir de propostas de reformulação realizadas pelas coordenações anteriores do curso, em especial a proposta de 2000, das amplas discussões dos professores do Departamento de Informática e de Engenharia Elétrica da UFES, da enquete com egressos do curso, de questionários realizados com alunos dos períodos finais e dos períodos iniciais, e do trabalho da comissão de disciplinas comuns composta pelos coordenadores de curso do Centro Tecnológico. 7.1 Estrutura do Currículo Universidade Federal do Espírito Santo A estrutura curricular dos cursos de Engenharia de Computação tem suas bases legais nas Diretrizes Curriculares para o Curso de Engenharia, por sua vez estabelecidas de acordo com o preconizado pela Lei de Diretrizes e Bases da Educação (Lei Nº 9.394/1996). As diretrizes curriculares não são especificas para a área de Engenharia de Computação. Estas substituíram a Resolução 48/76-CFE, que estabelecia um currículo mínimo para as diversas áreas da Engenharia
16 Também é estabelecido a carga horária mínima do curso. Existe o Parecer 329/04 da Câmara de Ensino Superior, que estabelece, também, que a carga horária mínima é de 3600 horas, e que atividades como Estágio Supervisionado e Atividades Complementares podem ser consideradas neste total até um limite de 20% (720 horas). Este parecer, no entanto, não foi homologado. A profissão de Engenheiro no Brasil é regulamentada, basicamente, pela Lei nº 5.194, de 1966, que cria o Sistema CONFEA/CREA. Neste sistema são especificadas as atribuições dos Engenheiros de acordo com a sua área de formação. A Resolução CONFEA 218/73 estava muito ligada a resolução CFE 48/76, que estabelecia o currículo mínimo. Mas no final do ano de 2005 foi publicada a resolução CONFEA 1010/2005, que estabelece os campos de atuação de acordo com a formação do Engenheiro. Ainda, há uma Decisão Plenária do CONFEA (PL-1570/04), que recomenda uma carga horária mínima para os cursos de Engenharia de horas, não sendo consideradas neste total, a cargas horárias de Estágio Supervisionado e de Atividades Complementares. A matriz curricular, a seguir, tem as seguintes características: horas ou 230 créditos de unidades curriculares obrigatórias, onde constam duas unidades curriculares Projeto de Graduação com carga horária de 120 horas ou 8 créditos, - estágio supervisionado de 300 horas, horas ou 16 créditos de unidades curriculares optativas as quais podem ser escolhidas entre as 3690 horas das UCs de ementa fixa e as 4620 horas das UCs de ementa livre. - um mínimo de 15 créditos (equivalendo a 225 horas) de atividades complementares, as quais podem ser escolhidas de acordo com o descrito na seção 7.5. Em relação a matriz curricular de 1990 (a primeira do curso), as modificações realizadas foram: - Reformulação da estrutura do ciclo básico, de forma a atender a normalização de unidades curriculares propostas "grupo de estudos de disciplinas comuns do Centro Tecnólogico". - Aproximação das unidades curriculares do ciclo básico com as do ciclo profissional, visando estimular o aluno ingressante. - Divisão da unidade curricular "Projeto Final" em duas. O objetivo é proporcionar um melhor aproveitamento da aprendizagem por parte dos alunos concluintes. - Inserção novos conteúdos: análise de algoritmos, eletromagnetismo, instalações elétricas e avaliação de desempenho. Tais conteúdos objetivam sanar algumas deficiências observadas na formação dos alunos. - Reorganização da estrutura das unidades curriculares do ciclo profissional. - Aumento da carga horária de UCs optativas: de 180 horas para 240 horas. - Aumento do leque de disciplinas optativas ofertadas. - Inserção da atividades complementares como quesito obrigatório. 1º Período Código Unidade Curricular CHS Cr Requisitos CMAT-1004 ÁLGEBRA LINEAR CMAT-1001 CÁLCULO I XINF INTRODUÇÃO À ENGENHARIA DE COMPUTAÇÃO XELE0012 PRÁTICAS DE LABORATÓRIO
17 Código Unidade Curricular CHS Cr Requisitos XINF PROGRAMAÇÃO I QUI-0002 QUÍMICA A Totais do período º Período Código Unidade Curricular CHS Cr Requisitos CMAT-1007 CÁLCULO II 90 6 CMAT-1001, CMAT-1004 XELE0021 CIRCUITOS ELÉTRICOS I 90 6 CMAT-1001 XSTA ESTATÍSTICA BÁSICA 60 4 CMAT-1001 CFIS0001 INTRODUÇÃO À MECÂNICA CLÁSSICA 90 6 CMAT-1001 XINF PROGRAMAÇÃO II 60 4 XINF Totais do período º Período Código Unidade Curricular CHS Cr Requisitos CMAT-1008 CÁLCULO III A 90 6 CMAT-1007 XELE0031 CIRCUITOS ELÉTRICOS II 75 5 XELE0021 XELE03662 ELETROMAGNETISMO I 75 5 CMAT-1007, XINF XINF ESTRUTURA DE DADOS I 60 4 XINF CFIS1033 FÍSICA EXPERIMENTAL 30 1 CFIS0001 CMCA0035 TERMODINÂMICA E TRANSMISSÃO DE CALOR Totais do período CMAT º Período Código Unidade Curricular CHS Cr Requisitos XELE0041 ELETROMAGNETISMO II 90 6 CMAT-1008, XELE03662 XINF ESTRUTURA DE DADOS II 60 4 XINF CHID0042 INTRODUÇÃO A MECÂNICA DOS FLUIDOS 60 4 CFIS1033, CMAT-1008, CMCA0035 XINF LINGUAGENS DE PROGRAMAÇÃO 60 4 XINF CMCA0044 MECÂNICA DOS SÓLIDOS 60 4 CMAT
18 Código Unidade Curricular CHS Cr Requisitos XELE0046 SINAIS E SISTEMAS 60 4 XELE0031 Totais do período º Período Código Unidade Curricular CHS Cr Requisitos CINF0051 ALGORITMOS NUMÉRICOS I 60 4 CMAT-1007, XINF XINF0052 ARQUITETURA DE COMPUTADORES I 75 5 XINF XELE0054 ELETRÔNICA BÁSICA I 90 6 CMAT-1008, XELE0031 XFIS0055 ESTRUTURA DA MATÉRIA 45 3 CMCA0044 XELE0073 INSTALAÇÕES ELÉTRICAS I 60 4 XELE0031 XINF PROGRAMAÇÃO III 60 4 XINF Totais do período Código Unidade Curricular CHS Cr Requisitos XELE0061 6º Período ANALISE E MODELAGEM DE SISTEMAS DINÂMICOS 60 4 XELE0046, XELE0054 XELE0062 ELETRÔNICA BÁSICA II 60 4 XELE0054 XELE0063 ELETRÔNICA DIGITAL 75 5 XELE0054, XINF0052 XINF ENGENHARIA DE SOFTWARE 75 5 XINF XINF LINGUAGENS FORMAIS E AUTÔMATOS 60 4 XINF XINF SISTEMAS OPERACIONAIS 75 5 XINF0052, XINF Totais do período Código Unidade Curricular CHS Cr Requisitos XINF º Período ALGORITMOS E FUNDAMENTOS DA TEORIA DE COMPUTAÇÃO 60 4 XINF-00720, XINF XINF COMPILADORES 60 4 XINF XELE0075 XINF LABORATÓRIO DE CONTROLE AUTOMÁTICO PROCESSOS ESTOCÁSTICOS APLICADOS À COMPUTAÇÃO 30 2 XELE CMAT-1008, XSTA
19 Código Unidade Curricular CHS Cr Requisitos XELE03686 SISTEMAS DIGITAIS 60 4 XELE0063 XELE0071 SISTEMAS REALIMENTADOS 60 4 XELE0061 XINF02844 TELEPROCESSAMENTO 45 3 XINF0052 Totais do período º Período Código Unidade Curricular CHS Cr Requisitos XINF BANCO DE DADOS 75 5 XINF-00739, XINF XINF COMPUTAÇÃO E REPRESENTAÇÃO GRÁFICA 60 4 CINF0051, XINF CEPR-0003 ECONOMIA DA ENGENHARIA I créditos XINF OPTATIVA I XINF OPTATIVA II XINF02848 REDES DE COMPUTADORES 60 4 XINF02844 XELE0077 SISTEMAS EMBARCADOS I 75 5 XELE03686 Totais do período Código Unidade Curricular CHS Cr Requisitos XINF º Período AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO DE SISTEMAS COMPUTACIONAIS 60 4 XINF0052, XINF-00739, XINF-01138, XINF02848 CEPR-0004 ECONOMIA DA ENGENHARIA II 45 3 CEPR-0003 XINF02851 ESTÁGIO SUPERVISIONADO CEAM-0008 FUNDAMENTOS DA ENGENHARIA AMBIENTAL créditos XINF OPTATIVA III CEPR-0008 ORGANIZAÇÃO INDUSTRIAL créditos XINF PROJETO DE GRADUAÇÃO I créditos Totais do período º Período
20 Código Unidade Curricular CHS Cr Requisitos CEPR-0007 ASPECTOS LEGAIS E ÉTICOS DA ENGENHARIA créditos XINF GERÊNCIA DE PROJETOS 45 3 CEPR-0008 XINF OPTATIVA IV XINF PROJETO DE GRADUAÇÃO II 60 4 XINF Totais do período U.C.s OPTATIVAS Código Unidade Curricular CHS Cr Requisitos XINF0931 ALGORITMOS NUMÉRICOS II 60 4 CINF0051, 160 créditos XELE ANTENAS 60 4 XELE0041, 160 créditos XINF ASPECTOS TEÓRICOS DA COMPUTAÇÃO I 60 4 XINF-01369, XINF-01404, 160 créditos XINF ASPECTOS TEÓRICOS DA COMPUTAÇÃO II 45 3 XINF XELE9009 AUTOMAÇÃO DA MANUFATURA créditos XINF BANCOS DE DADOS DISTRIBUÍDOS 60 4 XINF XINF COMPUTAÇÃO E SOCIEDADE créditos ELE03655 COMUNICACAO DIGITAL créditos XELE COMUNICAÇÕES ÓTICAS 60 4 XELE0041, 160 créditos XELE9001 CONTROLADORES INDUSTRIAIS créditos ELE03659 CONTROLE AVANCADO 60 4 XELE0071 CEPR-1382 CONTROLE DA QUALIDADE créditos XELE9010 CONTROLE DIGITAL 60 4 XELE0071 XELE9011 CONTROLE INTELIGENTE créditos XELE9014 CONTROLE MULTIVARIÁVEL 60 4 XELE0071 XELE9013 CONTROLE PREDITIVO BASEADO EM MODELO 60 4 XELE0071 XELE9016 DINÂMICA DE PROCESSOS 60 4 XELE0071 XELE DISPOSITIVOS ÓTICOS 60 4 XELE0041, 160 créditos XELE ENGENHARIA DE MICROONDAS 60 4 XELE0041, 160 créditos XELE ENGENHARIA DE RÁDIO-FREQÜÊNCIA 60 4 XELE0041, 160 créditos
21 Código Unidade Curricular CHS Cr Requisitos XINF ENGENHARIA DE REQUISITOS DE SOFTWARE 60 4 XINF-01368, 160 créditos XINF FLUXO EM REDES 60 4 XINF02848 CEPR-1339 GESTÃO DA INOVAÇÃO TECNOLÓGICA créditos XELE9012 IDENTIFICAÇÃO DE SISTEMAS 60 4 XELE0071 XELE9002 INFORMÁTICA INDUSTRIAL créditos ELE03672 INSTRUMENTACAO créditos XELE9003 INSTRUMENTAÇÃO INDUSTRIAL créditos XINF INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL 60 4 XINF-00725, 160 créditos XINF INTERFACE HUMANO - COMPUTADOR 60 4 XINF XINF INTERFACES E PERIFÉRICOS 45 3 XINF0052, XINF-00739, 160 créditos XELE INTRODUÇÃO À FOTÔNICA 60 4 XELE0046, XINF02844 XINF LABORATÓRIO DE REDES DE COMPUTADORES 60 4 XINF02848 XELE LABORATÓRIO DE TELECOMUNICAÇÕES 60 4 XELE0085 XINF LÓGICA PARA COMPUTAÇÃO I créditos XINF LÓGICA PARA COMPUTAÇÃO II 60 4 XINF XINF METODOLOGIA DE PESQUISA créditos ELE02845 MICROELETRONICA 45 2 XELE03686 XELE9007 MODELAGEM E CONTROLE DE SISTEMAS AUTOMATIZADOS créditos XELE9015 OTIMIZAÇÃO LINEAR créditos ELE03680 PESQUISA OPERACIONAL 60 4 XINF XELE0076 PRINCIPIOS DE COMUNICAÇÕES I 60 4 XELE0046, 160 créditos XELE PRINCIPIOS DE COMUNICAÇÕES II 60 4 XELE0076 ELE03681 PROCESSAMENTO DIGITAL DE SINAIS 60 4 XELE0046, XELE03686 XINF PROCESSAMENTO PARALELO E DISTRIBUÍDO 60 4 XINF-01369, 160 créditos XINF PROGRAMAÇÃO EM LÓGICA créditos XINF PROGRAMAÇÃO FUNCIONAL 60 4 XINF-00725, 160 créditos INF02601 PROGRAMACAO INTEIRA créditos
22 Código Unidade Curricular CHS Cr Requisitos XINF PROGRAMAÇÃO LINEAR E INTRODUÇÃO À OTIMIZAÇÃO 60 4 CMAT-1007, XINF-00714, 160 créditos INF01915 PROGRAMACAO NAO LINEAR créditos XELE PROJETO DE REDES DE TELECOMUNICAÇÃO 60 4 XELE0085 XINF PROJETO DE SISTEMAS DE SOFTWARE 60 4 XINF-01368, 160 créditos XELE9004 REDES INDUSTRIAIS A créditos XELE9006 REDES INDUSTRIAIS B créditos XELE REDES ÓTICAS 60 4 XELE , XINF02848 XELE REDES SEM FIO 60 4 XINF02848 XELE9005 ROBÓTICA INDUSTRIAL créditos ELE01178 SIMULACAO DE SISTEMAS 75 4 XELE0071 ELE01176 SISTEMAS CONTROLE ADAPTATIVOS 60 4 XELE0071 XELE0085 SISTEMAS DE TELECOMUNICAÇÕES 60 4 XELE0041, 160 créditos ELE03685 SISTEMAS DE TEMPO REAL 60 4 XINF-00739, 160 créditos XELE02846 SISTEMAS EMBARCADOS II 45 3 XELE0077 XINF SISTEMAS OPERACIONAIS II 60 4 XINF-00739, 160 créditos XELE10930 SUPERVISÃO E CONTROLE DE PROCESSOS 60 4 XELE0071 XELE TEORIA DA INFORMAÇÃO E CODIFICAÇÃO 60 4 XINF02848 XELE TEORIA DA PROPAGAÇÃO 60 4 XELE0041, 160 créditos XINF TEORIA DOS GRAFOS 60 4 XINF-01138, 160 créditos XINF XINF XINF XINF TÓPICOS ESPECIAIS EM ARQUITETURA DE COMPUTADORES I TÓPICOS ESPECIAIS EM ARQUITETURA DE COMPUTADORES II TÓPICOS ESPECIAIS EM ARQUITETURA DE COMPUTADORES III TÓPICOS ESPECIAIS EM ARQUITETURA DE COMPUTADORES IV 60 4 XINF XINF0052, 160 créditos 60 4 XELE XELE03686 XINF TÓPICOS ESPECIAIS EM BANCO DE DADOS I 60 4 XINF XINF TÓPICOS ESPECIAIS EM BANCO DE DADOS II 60 4 XINF XINF TÓPICOS ESPECIAIS EM BANCO DE DADOS III 60 4 XINF
23 Código Unidade Curricular CHS Cr Requisitos XINF TÓPICOS ESPECIAIS EM BANCO DE DADOS IV 60 4 XINF XINF TÓPICOS ESPECIAIS EM COMPILADORES I 60 4 XINF XINF TÓPICOS ESPECIAIS EM COMPILADORES II 60 4 XINF XINF TÓPICOS ESPECIAIS EM COMPILADORES III 60 4 XINF XINF XINF XINF XINF XINF XINF XINF TÓPICOS ESPECIAIS EM COMPUTAÇÃO CIENTÍFICA I TÓPICOS ESPECIAIS EM COMPUTAÇÃO CIENTÍFICA II TÓPICOS ESPECIAIS EM COMPUTAÇÃO CIENTÍFICA III TÓPICOS ESPECIAIS EM COMPUTAÇÃO CIENTÍFICA IV TÓPICOS ESPECIAIS EM COMPUTAÇÃO GRÁFICA I TÓPICOS ESPECIAIS EM COMPUTAÇÃO GRÁFICA II TÓPICOS ESPECIAIS EM COMPUTAÇÃO GRÁFICA III créditos créditos 60 4 CINF0051, 160 créditos créditos 60 4 XINF XINF XINF ELE01179 TOPICOS ESPECIAIS EM CONTROLE créditos XINF XINF XINF XINF TÓPICOS ESPECIAIS EM ENGENHARIA DE SOFTWARE I TÓPICOS ESPECIAIS EM ENGENHARIA DE SOFTWARE II TÓPICOS ESPECIAIS EM ENGENHARIA DE SOFTWARE III TÓPICOS ESPECIAIS EM ENGENHARIA DE SOFTWARE IV créditos créditos créditos créditos XINF TÓPICOS ESPECIAIS EM INFORMÁTICA I créditos XINF TÓPICOS ESPECIAIS EM INFORMÁTICA II créditos XINF TÓPICOS ESPECIAIS EM INFORMÁTICA III créditos XINF TÓPICOS ESPECIAIS EM INFORMÁTICA IV créditos XINF XINF XINF XINF TÓPICOS ESPECIAIS EM INFORMÁTICA NA EDUCAÇÃO I TÓPICOS ESPECIAIS EM INFORMÁTICA NA EDUCAÇÃO II TÓPICOS ESPECIAIS EM INFORMÁTICA NA EDUCAÇÃO III TÓPICOS ESPECIAIS EM INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL I créditos créditos créditos 60 4 XINF
24 Código Unidade Curricular CHS Cr Requisitos XINF XINF XINF XINF XINF XINF XINF XINF XINF XINF XINF TÓPICOS ESPECIAIS EM INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL II TÓPICOS ESPECIAIS EM INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL III TÓPICOS ESPECIAIS EM INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL IV TÓPICOS ESPECIAIS EM INTERFACE HUMANO-COMPUTADOR I TÓPICOS ESPECIAIS EM INTERFACE HUMANO-COMPUTADOR II TÓPICOS ESPECIAIS EM INTERFACE HUMANO-COMPUTADOR III TÓPICOS ESPECIAIS EM INTERFACE HUMANO-COMPUTADOR IV TÓPICOS ESPECIAIS EM LÓGICA PARA COMPUTAÇÃO I TÓPICOS ESPECIAIS EM LÓGICA PARA COMPUTAÇÃO II TÓPICOS ESPECIAIS EM LÓGICA PARA COMPUTAÇÃO III TÓPICOS ESPECIAIS EM LÓGICA PARA COMPUTAÇÃO IV 60 4 XINF XINF créditos créditos créditos créditos créditos créditos créditos créditos créditos XINF TÓPICOS ESPECIAIS EM OTIMIZAÇÃO I créditos XINF TÓPICOS ESPECIAIS EM OTIMIZAÇÃO II créditos XINF TÓPICOS ESPECIAIS EM OTIMIZAÇÃO III créditos XINF TÓPICOS ESPECIAIS EM OTIMIZAÇÃO IV créditos XINF XINF XINF XINF XINF XINF XINF TÓPICOS ESPECIAIS EM PROCESSAMENTO DE IMAGENS I TÓPICOS ESPECIAIS EM PROCESSAMENTO DE IMAGENS II TÓPICOS ESPECIAIS EM PROCESSAMENTO DE IMAGENS III TÓPICOS ESPECIAIS EM PROCESSAMENTO PARALELO I TÓPICOS ESPECIAIS EM PROCESSAMENTO PARALELO II TÓPICOS ESPECIAIS EM PROCESSAMENTO PARALELO III TÓPICOS ESPECIAIS EM PROCESSAMENTO PARALELO IV créditos créditos créditos 60 4 XINF XINF XINF XINF XINF TÓPICOS ESPECIAIS EM PROGRAMAÇÃO I créditos
25 Código Unidade Curricular CHS Cr Requisitos XINF TÓPICOS ESPECIAIS EM PROGRAMAÇÃO II créditos XINF TÓPICOS ESPECIAIS EM PROGRAMAÇÃO III créditos XINF XINF XINF XINF XINF XINF XINF XINF XELE XELE XELE XELE XELE XINF XINF XINF XINF TÓPICOS ESPECIAIS EM REDES DE COMPUTADORES I TÓPICOS ESPECIAIS EM REDES DE COMPUTADORES II TÓPICOS ESPECIAIS EM REDES DE COMPUTADORES III TÓPICOS ESPECIAIS EM REDES DE COMPUTADORES IV TÓPICOS ESPECIAIS EM SISTEMAS OPERACIONAIS I TÓPICOS ESPECIAIS EM SISTEMAS OPERACIONAIS II TÓPICOS ESPECIAIS EM SISTEMAS OPERACIONAIS III TÓPICOS ESPECIAIS EM SISTEMAS OPERACIONAIS IV TÓPICOS ESPECIAIS EM TELECOMUNICAÇÕES I TÓPICOS ESPECIAIS EM TELECOMUNICAÇÕES II TÓPICOS ESPECIAIS EM TELECOMUNICAÇÕES III TÓPICOS ESPECIAIS EM TELECOMUNICAÇÕES IV TÓPICOS ESPECIAIS EM TELECOMUNICAÇÕES V TÓPICOS ESPECIAIS EM TEORIA DA COMPUTAÇÃO I TÓPICOS ESPECIAIS EM TEORIA DA COMPUTAÇÃO II TÓPICOS ESPECIAIS EM TEORIA DA COMPUTAÇÃO III TÓPICOS ESPECIAIS EM TEORIA DA COMPUTAÇÃO IV Totais das disciplinas optativas XINF XINF XINF XINF XINF XINF XINF XINF XELE XELE XELE XELE XELE XINF XINF XINF créditos
26 7.2, programa e bibliografia das unidades curriculares No anexo B são apresentados a ementa, a bibliografia e o programa de todas as Unidades Curriculares constituintes desse projeto pedagógico. 7.3 Regulamento do Estágio Obrigatório e Não Obrigatório A LDB determina a obrigatoriedade do estágio supervisionado para o Engenheiro (artigo 65 da Lei 9.394/96). Na UFES os estágios obrigatórios e não obrigatórios são regulamentados por uma Instrução Normativa PROGRAD/UFES, em fase de aprovação: processo protocolado nº / Em consonância com a LDB e a IN/UFES, este PPC estabelece ainda que: - O estágio supervisionado deve ter 300 horas. - O estágio supervisionado só pode ser realizado a partir do sétimo período. - Somente são permitidos estágios, supervisionados ou não obrigatórios, de 20 horas semanais, cuja jornada não conflite com o horário do curso. - Somente poderão fazer estágio não obrigatório os alunos que tiverem um valor mínimo de Coeficiente de Rendimento a ser definido pelo colegiado de curso. - O estágio não obrigatório é considerado atividade complementar (vide seção "atividades complementares"). 7.4 Regulamento do Projeto Final de Curso O projeto acadêmico de aprendizagem Projeto Final de Graduação do curso de Engenharia de Computação da UFES foi dividido em duas unidades curriculares: Projeto de Graduação I e Projeto de Graduação II, ambas com carga horária de 60 horas (para o aluno) e cumpridas em dois semestres consecutivos. O Projeto Final de Graduação é um requisito curricular necessário para a obtenção da graduação em Engenharia de Computação, e tem por objetivo básico o treinamento do aluno no que concerne à concatenação dos conceitos e teorias, adquiridos durante o curso, em torno de um projeto. É também objetivo deste projeto, propiciar o treinamento do aluno no que se refere à apresentação oral de idéias e redação de textos técnicos de forma clara, concisa e objetiva. O desenvolvimento de programas e sistemas durante o desenrolar de uma unidade curricular específica, onde se apresenta várias técnicas, oferece poucas possibilidades para a consolidação das habilidades necessárias ao desenvolvedor de software. Visando propiciar uma melhor integração teoria-prática, além de fortalecer a consolidação do conteúdo de diversas unidades curriculares, as UCs Projeto de Graduação I (PG I) e Projeto de Graduação II (PG II) são oferecidas. A proposta é que grupos de alunos, participem de forma integrada em projetos coordenados por professores, onde em um primeiro instante estarão sendo geradas as especificações e um pré-projeto (PG I) e, num segundo instante, a implementação e redação da monografia (PG II). Na Unidade Curricular Projeto de Graduação I o aluno deverá desenvolver junto com o seu professor orientador, as especificações do projeto a ser desenvolvido em Projeto de Graduação II. O aluno pode desenvolver o projeto de forma integrada em projetos de pesquisa já desenvolvidos pelos professores e por outros alunos ou individualmente com o professor
27 A seguir são apresentadas as Normas para os campos de ação do Projeto Final de Graduação do curso de Engenharia de Computação: 1. Caberá ao Colegiado do Curso designar, a cada dois anos, um professor que se responsabilizará pela atividade Projeto Final de Graduação do curso de Engenharia de Computação. Serão atribuições deste professor: - publicar a cada semestre o calendário das atividades referentes ao projeto final de graduação. Este calendário estará vinculado às datas limites do Calendário Acadêmico da UFES. - apresentar semestralmente ao Colegiado do Curso a lista dos alunos matriculados em PG I e PG II e de seus respectivos professores orientadores. - divulgar data, hora e local das apresentações dos projetos a cada semestre. - receber as versões finais dos ante-projetos (PG I) e dos projetos (PG II) aprovados e encaminhá-las ao Colegiado do Curso. - solicitar aos professores temas para projetos e divulgá-los a cada semestre 2. O aluno só poderá se matricular na unidade curricular PG I após cumprir o mínimo de 176 créditos. 3. Cada aluno deverá, obrigatoriamente, ter um professor orientador para a realização das unidades curriculares PG I e PG II. No caso do orientador não ser um professor que atue no curso, deverá ser indicado um co-orientador, que assumirá a responsabilidade acadêmica sobre o trabalho a ser desenvolvido. 4. A matrícula nas unidades curriculares PG I e PG II, respectivamente, só será aceita por 3 (três) períodos semestrais (não necessariamente consecutivos). 5. A avaliação final da unidade curricular PG I deve consistir de um ante-projeto, elaborado em conjunto com o professor orientador, contendo as especificações necessárias para a realização do projeto em PG II. 6. A avaliação final da unidade curricular PG II deve consistir da redação de uma monografia e de uma apresentação pública. 7. Uma banca examinadora, designada pelo professor orientador e o tendo como presidente, deverá avaliar o projeto (através da monografia e da apresentação pública) atribuindo-o uma nota entre 0 (zero) e 10 (dez). Uma ata de defesa do projeto (segundo modelo definido pelo Colegiado do Curso) deve ser obrigatoriamente preenchida pela banca examinadora e entregue ao Colegiado do Curso, juntamente com o CD contendo a monografia. Se houver modificações, o CD deverá ser substituído pela versão final no prazo de dez dias. O CD deve estar devidamente identificado com as seguintes informações (em caixa de CD apropriada): nome completo do aluno, matrícula do aluno, semestre de conclusão, data da apresentação pública, nome completo do(s) orientadore(s) e da banca examinadora. 8. Com base na resolução Nº 01/97 do Departamento de Engenharia Elétrica da UFES, este PPC estabelece como especificações a serem contempladas para a elaboração do ante-projeto e do projeto Sobre a documentação do Ante-projeto No anteprojeto deve estar especificado:
28 - Título do projeto - Nome do(s) aluno(s) - Nome do(s) orientador(es) e, se for o caso, do(s) co-orientador(es) - Objetivo - Descrição, incluindo definição do escopo do trabalho - Metodologia - Cronograma - Recursos necessários, detalhando o financiamento do projeto - inicial Sua aprovação deve ser realizada segundo os critérios de: - Valor acadêmico e utilidade prática - Interesse e aptidão do aluno - Cronograma de execução - Custos, condições e materiais disponíveis - Viabilidade técnica e financeira Sobre a Documentação do Projeto A documentação do projeto deverá conter: 1. Preliminares Capa frontal (Modelo a ser definido pelo Colegiado de Curso) Folha de rosto (Modelo a ser definido pelo Colegiado de Curso) Dedicatória (opcional) Agradecimentos (opcional) Resumo, de aproximadamente 300 palavras, que descreva de forma clara, sucinta e breve os principais resultados e metodologia seguida para obtê-los. Índice de texto Índice de figuras, tabelas e gráficos (opcionais) 2. Texto Introdução Revisão Bibliográfica Fundamentos Teóricos e Práticos Materiais e Métodos Resultados Conclusões 3. Elementos de Complementação do Texto, conforme normas NB-66 ou NB-60 da ABNT Apêndices (opcional)
29 Índice por assunto ou palavras-chave (opcional) Nomenclatura (opcional, mas recomendado quando o número de variáveis for muito grande) Sobre a Apresentação da Documentação do Projeto O texto deve ser impresso de forma nítida em um só lado de papel tamanho A4, margem inferior e direita de 2 cm, margens superior e esquerda de 3 cm, numeração de folhas no alto e à direita. A fonte usada para o texto deverá ser Times (ou equivalente) de tamanho 12 ou 13 pontos e a separação entre linhas, de 13 ou 14 pontos, respectivamente. Toda a numeração dos capítulos, seções e subseções deverá ser feita com algarismos arábicos, com exceção dos apêndices, que serão numerados usando letras. A numeração das páginas de texto deverá ser feita em algarismos arábicos, exceto a parte preliminar, cuja numeração deverá ser feita em algarismos romanos. No caso de folhas de rosto, de dedicatória e de agradecimentos e das primeiras páginas de cada capitulo, o número da página não deverá ser impresso. Gráficos, figuras, fotos, tabelas, listagens e relatórios impressos por computador deverão ser inseridos no mesmo gabarito das folhas de texto. Em casos especiais, quando isto for impossível, poderá ser usado o tamanho A3 com dobra para o tamanho A Sobre a Apresentação Oral do Projeto O orientador deverá fazer, de acordo com o calendário, a solicitação da apresentação oral do trabalho ao professor responsável pela atividade Projeto Final de Graduação, na qual constará a data prevista para a apresentação e a sugestão da Banca Examinadora. A apresentação oral deverá ser pública, na data prevista, com no mínimo, uma semana de antecedência da data a ser realizada. O aluno ou o orientador deverá providenciar junto aos órgãos competentes, o material necessário (retroprojetor, computador e outros equipamentos) para a apresentação. Cada aluno terá de 30 a 40 minutos para apresentação oral de seu trabalho. No caso de trabalhos práticos (execução de códigos ou protótipos), o aluno terá 20 minutos adicionais para demonstrar o seu funcionamento. Após a apresentação, o presidente da Banca Examinadora dará a palavra a cada um dos membros, que poderá fazer quaisquer perguntas pertinentes ao trabalho executado. Após esta argüição, o presidente dará a palavra aos demais presentes. Então, a banca reunir-se-á em particular para decidir a aprovação ou não do projeto, e a nota a ser atribuída ao aluno. No caso do projeto ser aprovado mas, no entender da Banca Examinadora, modificações serem necessárias, estas deverão ser providenciadas e a versão final entregue no prazo previsto
30 no calendário. Um dos membros da Banca será indicado como responsável pela verificação do cumprimento destas exigências. O aluno só constará como aprovado na pauta de notas finais mediante a entrega da versão final do trabalho ao professor responsável pela atividade Projeto Final de Graduação Sobre a Divulgação do Trabalho Quanto ao projeto, não podem existir restrições de propriedades, segredos ou quaisquer impedimentos ao seu amplo uso e divulgação. Todas as divulgações (publicações) devem explicitar o nome do da UFES, do Curso e do(s) Orientador(es) do Projeto. Por ser o Projeto de Graduação uma realização acadêmica na UFES, não poderá o autor omitir na documentação final qualquer parte do conteúdo que seja exigido pelo Departamento. Em relação as atividades de orientação do projeto final de graduação pelos professores, sugerimos as seguintes diretrizes a serem regulamentadas pelo colegiado do curso: 1. A carga horária de orientação é uma aula por semana por aluno orientado. 2. A aula de orientação não pode ser computada com carga horária didática mínima do professor. 3. Cada professor deverá orientar no máximo cinco alunos por semestre. 7.5 Atividades Complementares As atividades fim de uma universidade: ensino, pesquisa e extensão, devem ser integradas objetivando uma formação adequada do egresso. Essa integração deve ocorrer também em atividades extra-classe, permitindo ao estudante o aprofundamento da aprendizagem através de atividades onde a prática, investigação e descoberta sejam privilegiadas. Deseja-se fornecer ao estudante a oportunidade de diversificar e enriquecer sua formação através da sua participação em tipos variados de eventos, como por exemplo, iniciação científica, monitoria, participação em projetos de extensão, participação em grupos PET, participação em congressos na área, etc. Sabe-se, no entanto, que a participação em tais atividades são geralmente limitadas pelo número de bolsas de estudo ou vagas disponíveis. Como não é possível que todos os estudantes as desenvolvam como bolsistas, é interessante que meios alternativos de formação sejam disponibilizados. Desta forma, atividades complementares são previstas no projeto pedagógico do curso de Engenharia da Computação e incentivadas por meio da atribuição de créditos à carga horária cumprida pelo estudante nas suas realizações. Atividades complementares são curriculares. Por este motivo, devem constar no histórico escolar do estudante, mas devem ser realizadas fora dos programas das disciplinas previstas na matriz curricular do curso. Este projeto pedagógico, amparado por resolução a ser aprovada pelo Colegiado do Curso, estabelece as seguintes diretrizes para a realização de atividade complementar:
31 Quanto à obrigatoriedade Atividades complementares são obrigatórias para todo aluno do Curso de Engenharia da Computação; Quanto à caracterização da atividade complementar Poderão ser consideradas atividades complementares do curso de Engenharia da Computação: - Atividade 1:Monitoria em disciplinas de Informática e Engenharia Elétrica - Atividade 2:Trabalho de Apoio Técnico - Atividade 3:Suporte aos Departamentos de Informática e de Engenharia Elétrica - Atividade 4:Trabalho de Extensão - Atividade 5:Trabalho de Iniciação Científica - Atividade 6:Estágio Não-Obrigatório - Atividade 7:Projeto Multidisciplinar - Atividade 8:Participação em grupo PET (Programa de Educação Tutorial) - Atividade 9:Realização de disciplinas eletivas - Atividade 10:Participação em eventos científicos - Atividade 11:Apresentação de trabalhos em eventos científicos - Atividade 12:Apoio a eventos científicos - Atividade 13:Participação em Empresa Junior na área de Computação As atividades de monitoria (Atividade 1) deverão ser incentivadas como parte da formação do aluno em atividades didáticas e acompanhamento de experiências em laboratórios, objetivando um maior equilíbrio entre teoria e prática. Estas atividades devem promover a vocação para a docência e incentivar a cooperação entre professores e alunos do curso, resultando em um melhor rendimento no processo de aprendizagem. A Atividade 2 é importante no sentido de apoiar as atividades básicas de manutenção de um laboratório. A atividade 3 é atribuída especificamente para os alunos do curso de Engenharia da Computação que já prestaram serviços de apoio técnico e apóiam o Departamento de Informática no que diz respeito à manutenção de equipamentos e gerência de redes. As atividades 3 a 6 se justificam pelo atendimento ao parecer nº 776/97 do Conselho Nacional de Educação, sobre a orientação para as diretrizes curriculares dos cursos de graduação, que diz que deve-se "fortalecer a articulação da teoria com a prática, valorizando a pesquisa individual e coletiva, assim como os estágios e a participação em atividades de extensão". O PET é integrado por grupos tutoriais de aprendizagem e busca propiciar aos alunos, sob a orientação de um professor tutor e professores colaboradores, condições para a realização de atividades extra-curriculares que favoreçam a sua formação acadêmica tanto para a integração no mercado como para o desenvolvimento de estudos em programas de pós-graduação. Desta forma, justifica-se a atividade 7. Trabalhar na AIESEC proporciona ao estudante estar em contato com o mercado de trabalho, com experiências de gestão internacional de pessoas e empresas. Fortalece a articulação da teoria com a prática, formando líderes globais e empreendedores conscientes e socialmente responsáveis. A AIESEC promove programas de estágio internacional na área de graduação do aluno, nas melhores empresas do mundo, possibilitando o contato com profissionais de outros países, complementando sua formação acadêmica. Justifica-se, então, como atividade 4 e 6. A realização de disciplinas em outros cursos (Atividade 9) deve ser reconhecida como
32 instrumento válido de busca de conhecimento em outros campos de interesse do aluno. As atividades 10 a 12 devem ser reconhecidas como oportunidades de inserção do estudante em ambientes de mercado e de pesquisa. Quanto à atribuição de créditos - Como quesito necessário à integralização do curso de Engenharia da Computação, o aluno deverá cumprir um mínimo de 15 créditos de atividades complementares, o que corresponde a 225 horas de carga horária; - O aluno poderá computar até o valor máximo de 10 créditos por tipo de atividade complementar, com exceção da atividade 2, na qual o aluno poderá computar até o valor máximo de 5 créditos; - A atividade 9 terá o número de créditos associado à unidade curricular no curso de origem; Atividades Número de Créditos Carga horária equivalente Atividade 1 3/semestre letivo 45h/semestre letivo Atividade 2 2/semestre letivo 30h/semestre letivo Atividade 3 5/semestre letivo 75h/semestre letivo Atividade 4 5/semestre letivo 75h/semestre letivo Atividade 5 5/semestre letivo 75h/semestre letivo Atividade 6 5/semestre letivo 75h/semestre letivo Atividade 7 5/semestre letivo 75h/semestre letivo Atividade 8 5/semestre letivo 75h/semestre letivo Atividade 9 atribuido na origem Atividade 10 1/evento 15h/evento Atividade 11 1/evento 15h/evento Atividade 12 2/evento 30h/evento Atividade 13 3/semestre letivo 45h/semestre letivo Observações finais Universidade Federal do Espírito Santo - A carga horária equivalente corresponde ao computo das horas atribuídas para um dados número de créditos. - Atividades Complementares realizadas antes do início da aprovação pelo curso não podem ter atribuição de créditos. - Atividades profissionais em áreas afins realizadas pelos alunos antes e no decorrer do curso podem ser consideradas atividades complementares desde que previamente autorizadas pelo Colegiado do curso de Engenharia Elétrica, ficando a atribuição de créditos a cargo deste Colegiado. - A denominação das atividades complementares realizadas pelo estudante devem constar do seu histórico escolar com o número de créditos atribuído
33 - A normatização das atividades complementares deve ser realizada pelo Colegiado do Curso. 7.6 Equivalência de Disciplinas Cronograma de Implantação da Matriz Curricular Proposta neste Projeto Pedagógico Considerando que a entrada no curso é anual (primeiro semestre de cada ano): - Alunos ingressantes em 2008: serão automaticamente matriculados no currículo proposto neste Projeto Pedagógico e irão integralizar o curso em 2012/2 (em 10 períodos letivos). Ressaltamos que no tempo previsto para integralização, os alunos deverão também cumprir o número mínimo exigido de créditos de Atividades Complementares. - Alunos ingressantes em 2006 e 2007: os alunos que migrarem para o currículo proposto neste Projeto Pedagógico poderão integralizar o curso, respectivamente, em 2010/2 e 20011/2. Neste caso também, no tempo previsto para integralização, os alunos deverão também cumprir o número mínimo exigido de créditos de Atividades Complementares. - Alunos ingressantes em 2005 e nos anos anteriores: serão incentivados a permanecer no currículo atual do curso de Engenharia de Computação (Currículo 1990) Tabela de Equivalências das Unidades Curriculares Obrigatórias As unidades curriculares que não constam na tabela 1 são novas e não possuem equivalentes na matriz corrente do curso. Matriz curricular antiga MAT ALGEBRA LINEAR MAT CALCULO I MAT CALCULO II MAT GEOMETRIA ANALITICA FIS FISICA III FIS FISICA II HID FENOMENOS DE TRANSPORTE EPR ASPECTOS LEGAIS DA ENGENHARIA INF CALCULO NUMERICO ERN CIENCIAS DO AMBIENTE INF COMPILADORES MAT CALCULO III MAT EQUACOES DIFERENCIAIS Matriz curricular nova CMAT Álgebra Linear CMAT Cálculo I CMAT Cálculo II XELE Eletromagnetismo II CMCA Termodinâmica e Transmissão de Calor CHID Introdução a Mecânica dos Fluidos XEPR Aspectos Legais da Engenharia CINF Algoritmos Numéricos I CEAM Fundamentos da Engenharia Ambiental XINF Compiladores CMAT Cálculo III A
34 Matriz curricular antiga ELE CIRCUITOS ELETRICOS I ELE CIRCUITOS ELETRICOS II INF COMPUTACAO GRAFICA INF BANCO DE DADOS ELE CONTROLE AUTOMATICO I INF PROCESSAMENTO DE DADOS I ELE CIRCUITOS ELETRICOS I STA PROBABILIDADE E ESTATISTICA FIS FISICA I INF PROCESSAMENTO DE DADOS II ELE CIRCUITOS ELETRICOS II INF ESTRUTURAS DE INFORMACAO FIS FISICA EXPERIMENTAL I INF LINGUAGEM DE PROGRAMACAO I INF SISTEMAS DE PROGRAMACAO I ELE ELETRONICA BASICA I INF ESTRUTURAS DE ARQUIVOS EST RESISTENCIA DOS MATERIAIS ELE ELETRONICA BASICA II ELE ELETRONICA DIGITAL I ELE ELETRONICA DIGITAL II INF ENGENHARIA DE SOFTWARE INF SISTEMAS DE PROGRAMACAO II ELE LAB DE CONTROLE AUTOMATICO INF TEORIA DA COMPUTACAO ELE CONTROLE AUTOMATICO II INF TELEPROCESSAMENTO Matriz curricular nova XELE Circuitos Elétricos I XELE Circuitos Elétricos II XELE Práticas de Laboratório XELE Sinais e Sistemas XINF Computação e Representação Gráfica XINF Banco de Dados XELE Analise e Modelagem de Sistemas Dinâmicos XINF Programação I XELE Circuitos Elétricos I XSTA Estatística Básica CFIS Introdução à Mecânica Clássica XINF Programação II XELE Circuitos Elétricos II XINF Estrutura de Dados I CFIS Física Experimental XINF Linguagens de Programação XINF Arquitetura de Computadores I XELE Eletrônica Básica I XINF Estrutura de Dados II CMCA Mecânica dos Sólidos XELE Eletrônica Básica II XELE Eletrônica Digital XELE Sistemas Digitais XINF Engenharia de Software XINF Sistemas Operacionais XELE Laboratório de Controle Automático XINF Algoritmos e Fundamentos da Teoria de Computação XELE Sistemas Realimentados XINF Teleprocessamento
35 Matriz curricular antiga EPR ECONOMIA DA ENGENHARIA I INF REDES DE COMPUTADORES ELE MICROPROCESSADORES I EPR ECONOMIA DA ENGENHARIA II INF TEORIA FILAS APLIC COMPUTACAO EPR ORGANIZACAO INDUSTRIAL INF GERENCIA DE PROJETOS QUI QUIMICA Matriz curricular nova XEPR Economia da Engenharia I XINF Redes de Computadores XELE Sistemas Embarcados I XEPR Economia da Engenharia II XINF Avaliação de Desempenho de Sistemas Computacionais XEPR Organização Industrial XINF Gerência de Projetos QUI Química A 8. Acompanhamento e Avaliação O processo de acompanhamento e avaliação se dará em quatro aspectos: 1. do próprio projeto pedagógico de curso 2. do processo de ensino-aprendizagem 3. do diagnóstico do curso 4. da adequação da infra-estrutura física Trata-se de um processo permanente que pode encaminhar modificações em qualquer momento da execução do curso e será apresentado no formato de relatórios, cujo detalhamento será definido pelo Colegiado baseado nos itens desse projeto pedagógico. 8.1 Avaliação do Projeto Pedagógico do Curso A avaliação do desenvolvimento do Projeto Pedagógico se dará em relação ao cumprimento de seus objetivos, perfil do egresso, habilidades e competências, estrutura curricular, flexibilização curricular, atividades complementares, pertinência do curso no contexto regional, corpo docente e discente. Essa avaliação será efetivada por meio de um relatório elaborado pelo Colegiado de Curso a cada três anos, a partir da implantação deste PPC. Este relatório irá se basear em mecanismos de acompanhamento periódicos definidos pelo Colegiado. O processo de avaliação do relatório elaborado pelo Colegiado do Curso será dividido em duas etapas: 1. avaliação realizada pela Comissão Própria de Avaliação do Curso (CPAC), com emissão de parecer;
36 2. avaliação realizada pelo Colegiado, com emissão de parecer; e, por fim, 3. relatório final da Comissão Própria de Avaliação. 8.2 Avaliação do processo de ensino-aprendizagem A avaliação deste aspecto é norteada pela: - avaliação dos docentes pelos discentes através de instrumento próprio; - avaliação das Unidades Curriculares pelos discentes através de instrumento próprio; - avaliação do aproveitamento de aprendizagem do aluno; - avaliação das disciplinas por parte dos professores responsáveis pelas mesmas; - avaliação do curso pelos egressos através de instrumento próprio; - implantação de reuniões anuais com os professores envolvidos no curso enfocando as metodologias de ensino empregadas. Os resultados de tais avaliações servirão como norteadores de eventuais mudanças no curso, refletindo no seu projeto pedagógico. 8.3 Diagnóstico do Curso Os principais indicativos do bom funcionamento do curso são: - Aceitação do profissional no mercado de trabalho regional, nacional e internacional; - Aceitação do profissional na comunidade acadêmica; - A evolução dos currículos do curso. Este item já foi explorado no Histórico; - A integração do curso na sociedade Aceitação do profissional no mercado de trabalho e na comunidade acadêmica Através da análise da evolução do mercado de Informática no Brasil e no mundo, percebe-se uma constante demanda por profissionais com capacidade de adequar os princípios da ciência e da pesquisa às necessidades do mercado e ao desenvolvimento de novas tecnologias. Percebe-se fortemente esta característica nos profissionais formado pelo curso de Engenharia da Computação da UFES, visto a grande absorção destes no mercado de trabalho e na academia, nos âmbitos regional, nacional e internacional. São exemplos: Banco do Estado do Espírito Santo (BANESTES), IBM do Brasil, Petrobrás S.A., Companhia Siderúrgica de Tubarão, Companhia Vale do Rio Doce, Tribunal de Contas, Justiça Federal, Microsoft, Universiteit Twente (Holanda), Laboratory for Applied Ontology (Itália), Max-Planck Institute (Alemanha), Instituto Trentino de Cultura e Instituto de Pesquisa Científica e Tecnológica (Itália) A integração do curso na sociedade
37 A integração do curso na sociedade se confirma pela ampla participação dos alunos em projetos de extensão, formalizados na instituição ou não. Destaque para o Núcleo de Cidadania Digital (projeto de iniciativa do grupo PET da Engenharia de Computação e financiado pela Petrobrás) que conta com a participação ativa de diversos alunos dos curso de Engenharia Elétrica A Comissão Permanente de Avaliação do Curso De acordo com as normas vigentes, cada Curso tem uma Comissão Permanente de Avaliação do Curso, que é encarregada de estabelecer os parametros e ferramentas de avaliação do curso e de emitira um parecer final baseado nestes dados. 8.4 Infra-Estrutura Espaço Físico Referente às Secretarias, Salas de Aula e Laboratórios para os Cursos de Graduação em Ciência da Computação e Engenharia da Computação, de Pós-Graduação em Informática e para o Departamento de Informática Dois prédios pertencentes ao Centro Tecnológico da UFES são integralmente destinados a atender os Cursos de Graduação em Ciência da Computação e Engenharia da Computação, o Curso de Pós-Graduação em Informática e o Departamento de Informática. O mais antigo deles conta com 2 (dois) andares com 18 (dezoito) salas cada um. Destas salas, 1 (uma) é destinada à secretaria do Departamento de Informática, 1 (uma) abriga a copa, 1 (uma) é destinada ao almoxarifado, 1 (uma) é destinada à seminários, 6 (seis) são laboratórios e 1 (uma) sala é destinada ao grupo PET do Curso de Engenharia de Computação. O restante das salas deste prédio é destinado aos professores do Departamento de Informática. O outro prédio, construído no período de 12/2002 a 06/2005 com verba da UFES e PETROBRÁS, conta com 2 (dois) andares com 6 (seis) salas cada um. Destas salas, 2 (duas) abrigam dois laboratórios, 1 (uma) é destinada à secretaria dos colegiados dos cursos e 1 (uma) é destinada à gerência de rede. As salas restantes são ocupadas prioritariamente com aulas dos dois cursos de graduação. O prédio está em funcionamento desde o segundo semestre de O curso de Pós-Graduação em Informática conta ainda com duas salas em um terceiro prédio do Centro Tecnológico, que abrigam a secretaria do curso e uma sala de aula Laboratórios Os cursos contam com um laboratório didático com 36 (trinta e seis) máquinas, que atende os cursos de graduação e mestrado em Informática. Além deste, existem os laboratórios temáticos que suportam os cursos de graduação e o desenvolvimento dos projetos de pesquisa em diversas linhas de atuação em Informática. São eles:
38 - Laboratório de Computação de Alto Desempenho e Mecânica Computacional que conta com um cluster de estações de trabalho (64 processadores), capacitado para realizar simulações na área de mecânica computacional, arquitetura de computadores, processamento de textos, processamento em otimização combinatória, detecção de falhas em processos da indústria do petróleo e paralelismo no nível de instrução. No momento, estão sendo adquiridos 64 processadores novos para o cluster. - Laboratório de Redes, Multimídia e Bancos de Dados equipados com 04 switches e 20 estações de trabalho, está capacitado para realização de pesquisas nas áreas de difusão de vídeo, banco dados e gerência de redes, sistemas integrados de vídeo conferência e transmissão de imagens. - Laboratório de Informática Educativa destinado a desenvolver aplicações de apoio à aprendizagem, com ênfase em ferramentas para educação não presencial, utilizando técnicas de recuperação da informação, do trabalho cooperativo e de agentes inteligentes. Esse laboratório conta com 6 estações de trabalho e um servidor, conseguidos via o último edital para equipagem de laboratórios de pesquisa do PROTEM/CNPQ. - Laboratório de Engenharia de Software equipado com 05 (cinco) estações de trabalho, um desknote e uma impressora laser para desenvolver ambientes de apoio ao processo de desenvolvimento de software, com ênfase em acompanhamento de projetos, avaliação da qualidade e desenvolvimento orientado a objetos. Há previsão de compra de mais um equipamento com recursos do Projeto da FAPES. - Núcleo de Inferência e Algoritmos equipado com 17 (dezessete) máquinas e equipamentos de redes para o desenvolvimento de pesquisa em mecanismos de inferências, elaboração de algoritmos computacionais e processamento de linguagem natural. Este laboratório é responsável por diversos projetos CNPq e fundo setoriais. - Laboratório de Otimização equipado com 07 (sete) microcomputadores para o desenvolvimento de sistemas (protótipos) voltados para aplicação de problemas combinatoriais, inseridos no contexto produtivo. - Laboratórios do Departamento de Engenharia Elétrica utilizados para aulas práticas das disciplinas do curso de Engenharia Elétrica e desenvolvimento de projetos de pesquisa: * Laboratório de Computação do Curso de Engenharia Elétrica * Laboratório de Automação Inteligente - LAI * Laboratório de Computadores e Sistemas Neurais - CISNE * Laboratório de Controle e Instrumentação - LCI * Laboratório de Eletrônica de Potência e Acionamento Elétrico - LEPAC * Laboratório de Telecomunicações - LabTel * Laboratório de Microprocessadores e Eletrônica Digital Bibliotecas Os cursos de graduação contam com uma biblioteca central e uma biblioteca setorial, localizada
39 no prédio do Núcleo de Processamento de Dados. Nos últimos dois anos, um investimento de cerca de R$ 50000,00 (cinqüenta mil reais), proveniente de fontes diversas, foi realizado para melhoria do acervo das bibliotecas, refletindo positivamente no acervo específico da área de Computação e Informática. A lista de referências está disponibilizada via internet no endereço Recursos Computacionais e Multi-mídia Os cursos de graduação contam com cerca de 20 (vinte) leitores de CD-DVD e 6 (seis) projetores multi-mídia como apoio para a realização das aulas. 9. Atendimento às Diretrizes Curriculares Nacionais e ao CONFEA Nas seções seguintes estão relacionadas as habilidades e competências em atendimento ao MEC e os campos de atuação em referência ao CONFEA. 9.1 Habilidades e competências O Engenheiro de Computação deverá ter, no âmbito da Computação, as competências e habilidades usuais do profissional de Engenharia, segundo a resolução CNE/CES 11, de 11 de Março de 2002: - capacidade de aplicar conhecimentos matemáticos, científicos, tecnológicos e instrumentais na resolução de problemas de engenharia; - capacidade de projetar e conduzir experimentos e interpretar resultados; - capacidade de conceber, projetar e analisar sistemas, produtos e processos; - capacidade de planejar, supervisionar, elaborar e coordenar projetos e serviços de engenharia; - capacidade de identificar, formular e resolver problemas de engenharia; - capacidade de desenvolver e/ou utilizar novas ferramentas e técnicas; - capacidade de supervisionar a operação e a manutenção de sistemas; - capacidade de avaliar criticamente a operação e a manutenção de sistemas; - capacidade de comunicar-se eficientemente nas formas escrita, oral e gráfica; - capacidade de atuar em equipes multi-disciplinares; - capacidade de compreender e aplicar a ética e responsabilidade profissionais; - capacidade de avaliar o impacto das atividades da engenharia no contexto social e ambiental; - capacidade de avaliar a viabilidade econômica de projetos de engenharia; - capacidade de assumir a postura de permanente busca de atualização profissional. A tabela 1 demonstra em números estas competências
40 Habilidades e competências Número de ocor. C.H. (hs) 1 capacidade de aplicar conhecimentos matemáticos, científicos, tecnológicos e instrumentais na resolução de problemas de engenharia 2 capacidade de projetar e conduzir experimentos e interpretar resultados 3 capacidade de conceber, projetar e analisar sistemas, produtos e processos 4 capacidade de planejar, supervisionar, elaborar e coordenar projetos e serviços de engenharia 5 capacidade de identificar, formular e resolver problemas de engenharia Tabela 1 - Distribuição de "Habilidades e competências" capacidade de desenvolver e/ou utilizar novas ferramentas e técnicas capacidade de supervisionar a operação e a manutenção de sistemas capacidade de avaliar criticamente a operação e a manutenção de sistemas 9 capacidade de comunicar-se eficientemente nas formas escrita, oral e gráfica capacidade de atuar em equipes multi-disciplinares capacidade de compreender e aplicar a ética e responsabilidade profissionais 12 capacidade de avaliar o impacto das atividades da engenharia no contexto social e ambiental 13 capacidade de avaliar a viabilidade econômica de projetos de engenharia 14 capacidade de assumir a postura de permanente busca de atualização profissional Capacidade de aplicar conhecimentos matemáticos, científicos, tecnológicos e instrumentais à engenharia O Engenheiro de Computação deve estar habilitado a aplicar os conhecimentos matemáticos, científicos, tecnológicos e instrumentais, adquiridos durante o curso, na resolução de problemas de engenharia. Esta competência está distribuída nos conteúdos das Unidades Curriculares listadas na tabela
41 CMAT-1001 CÁLCULO I 1º 90 6 CMAT-1007 CÁLCULO II 2º 90 6 XSTA ESTATÍSTICA BÁSICA 2º 60 4 CFIS0001 INTRODUÇÃO À MECÂNICA CLÁSSICA 2º 90 6 CMAT-1008 CÁLCULO III A 3º 90 6 XELE03662 ELETROMAGNETISMO I 3º 75 5 CFIS1033 FÍSICA EXPERIMENTAL 3º 30 1 CMCA0035 TERMODINÂMICA E TRANSMISSÃO DE CALOR 3º 60 4 XELE0041 ELETROMAGNETISMO II 4º 90 6 CHID0042 INTRODUÇÃO A MECÂNICA DOS FLUIDOS 4º 60 4 CMCA0044 MECÂNICA DOS SÓLIDOS 4º 60 4 CINF0051 ALGORITMOS NUMÉRICOS I 5º 60 4 XFIS0055 ESTRUTURA DA MATÉRIA 5º 45 3 XINF LINGUAGENS FORMAIS E AUTÔMATOS 6º 60 4 XINF PROCESSOS ESTOCÁSTICOS APLICADOS À COMPUTAÇÃO Tabela 2 - Distribuição de "Capacidade de aplicar conhecimentos matemáticos, científicos, tecnológicos e instrumentais à engenharia" Capacidade de projetar e conduzir experimentos e interpretar resultados 7º 45 3 O Engenheiro de Computação deve estar apto a projetar e conduzir experimentos ligados a sua área de atuação. Ele também deve ser capaz de interpretar os resultados obtidos. No curso de Engenharia de Computação da UFES estas competências são adquiridas nas Unidades Curriculares listadas na tabela 3. XELE0012 PRÁTICAS DE LABORATÓRIO 1º 30 2 QUI-0002 QUÍMICA A 1º 75 5 XELE0021 CIRCUITOS ELÉTRICOS I 2º 90 6 XELE0031 CIRCUITOS ELÉTRICOS II 3º 75 5 XELE03662 ELETROMAGNETISMO I 3º 75 5 CFIS1033 FÍSICA EXPERIMENTAL 3º 30 1 XELE0041 ELETROMAGNETISMO II 4º 90 6 XELE0046 SINAIS E SISTEMAS 4º 60 4 XELE0062 ELETRÔNICA BÁSICA II 6º 60 4 XELE0075 LABORATÓRIO DE CONTROLE AUTOMÁTICO 7º
42 Tabela 3 - Distribuição de "Capacidade de projetar e conduzir experimentos e interpretar resultados" Capacidade de conceber, projetar e analisar sistemas, produtos e processos O Engenheiro de Computação deve ser capaz de conceber, projetar e analisar sistemas, produtos e processos. No curso esta competência é adquirida nas UCs listadas na tabela 4. XINF PROGRAMAÇÃO I 1º 60 4 XINF PROGRAMAÇÃO II 2º 60 4 XINF LINGUAGENS DE PROGRAMAÇÃO 4º 60 4 XINF0052 ARQUITETURA DE COMPUTADORES I 5º 75 5 XELE0054 ELETRÔNICA BÁSICA I 5º 90 6 XELE0073 INSTALAÇÕES ELÉTRICAS I 5º 60 4 XINF PROGRAMAÇÃO III 5º 60 4 XELE0061 ANALISE E MODELAGEM DE SISTEMAS DINÂMICOS 6º 60 4 XELE0063 ELETRÔNICA DIGITAL 6º 75 5 XINF ENGENHARIA DE SOFTWARE 6º 75 5 XINF SISTEMAS OPERACIONAIS 6º 75 5 XINF ALGORITMOS E FUNDAMENTOS DA TEORIA DE COMPUTAÇÃO 7º 60 4 XELE0075 LABORATÓRIO DE CONTROLE AUTOMÁTICO 7º 30 2 XELE03686 SISTEMAS DIGITAIS 7º 60 4 XELE0071 SISTEMAS REALIMENTADOS 7º 60 4 XINF02844 TELEPROCESSAMENTO 7º 45 3 XINF BANCO DE DADOS 8º 75 5 XINF02848 REDES DE COMPUTADORES 8º 60 4 XELE0077 SISTEMAS EMBARCADOS I 8º 75 5 XINF AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO DE SISTEMAS COMPUTACIONAIS 9º 60 4 XINF02851 ESTÁGIO SUPERVISIONADO 9º Tabela 4 - Distribuição de "Capacidade de conceber, projetar e analisar sistemas, produtos e processos" Capacidade de planejar, supervisionar, elaborar e coordenar projetos e serviços de engenharia O Engenheiro de Computação deve estar apto a planejar, supervisionar, elaborar e coordenar projetos e serviços de engenharia. A tabela 5 exibe onde esta competência é adquirida
43 XELE0073 INSTALAÇÕES ELÉTRICAS I 5º 60 4 CEPR-0003 ECONOMIA DA ENGENHARIA I 8º 45 3 XINF02851 ESTÁGIO SUPERVISIONADO 9º CEPR-0008 ORGANIZAÇÃO INDUSTRIAL 9º 60 4 XINF GERÊNCIA DE PROJETOS 10º 45 3 Tabela 5 - Distribuição de "Capacidade de planejar, supervisionar, elaborar e coordenar projetos e serviços de engenharia" Capacidade de identificar, formular e resolver problemas de engenharia O Engenheiro de Computação deve ser capaz de identificar, formular e avaliar problemas de engenharia e conceber soluções para os mesmos. A tabela 6 elenca as UCs onde esta competência é adquirida. XELE0021 CIRCUITOS ELÉTRICOS I 2º 90 6 CFIS0001 INTRODUÇÃO À MECÂNICA CLÁSSICA 2º 90 6 XELE0031 CIRCUITOS ELÉTRICOS II 3º 75 5 XELE0041 ELETROMAGNETISMO II 4º 90 6 XELE0046 SINAIS E SISTEMAS 4º 60 4 XELE0061 XINF ANALISE E MODELAGEM DE SISTEMAS DINÂMICOS ALGORITMOS E FUNDAMENTOS DA TEORIA DE COMPUTAÇÃO Tabela 6 - Distribuição de "Capacidade de identificar, formular e resolver problemas de engenharia" Capacidade de desenvolver e/ou utilizar novas ferramentas e técnicas 6º º 60 4 XELE0075 LABORATÓRIO DE CONTROLE AUTOMÁTICO 7º 30 2 XELE03686 SISTEMAS DIGITAIS 7º 60 4 XELE0071 SISTEMAS REALIMENTADOS 7º 60 4 XINF BANCO DE DADOS 8º 75 5 XINF AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO DE SISTEMAS COMPUTACIONAIS 9º 60 4 Cada vez mais o Engenheiro de Computação deve estar apto a desenvolver e/ou utilizar novas ferramentas e técnica. Este é um marco da área de Informática e os cursos de Engenharia de Computação devem acompanhar esta evolução tecnológica. A tabela 7 elenca as UCs onde esta competência é aprimorada
44 XINF PROGRAMAÇÃO I 1º 60 4 XINF PROGRAMAÇÃO II 2º 60 4 XELE0031 CIRCUITOS ELÉTRICOS II 3º 75 5 XINF ESTRUTURA DE DADOS I 3º 60 4 XINF ESTRUTURA DE DADOS II 4º 60 4 XINF LINGUAGENS DE PROGRAMAÇÃO 4º 60 4 XELE0046 SINAIS E SISTEMAS 4º 60 4 XINF0052 ARQUITETURA DE COMPUTADORES I 5º 75 5 XELE0054 ELETRÔNICA BÁSICA I 5º 90 6 XINF PROGRAMAÇÃO III 5º 60 4 XELE0062 ELETRÔNICA BÁSICA II 6º 60 4 XELE0063 ELETRÔNICA DIGITAL 6º 75 5 XINF ENGENHARIA DE SOFTWARE 6º 75 5 XINF SISTEMAS OPERACIONAIS 6º 75 5 XINF COMPILADORES 7º 60 4 XINF02844 TELEPROCESSAMENTO 7º 45 3 XINF COMPUTAÇÃO E REPRESENTAÇÃO GRÁFICA 8º 60 4 XINF02848 REDES DE COMPUTADORES 8º 60 4 Tabela 7 - Distribuição de "Capacidade de desenvolver e/ou utilizar novas ferramentas e técnicas" Capacidade de supervisionar a operação e a manutenção de sistemas O Engenheiro de Computação deve estar apto a supervisionar a operação e a manutenção de sistemas. No curso de Engenharia de Computação da UFES estas competências são adquiridas nas UCs listadas na tabela 8. XELE0077 SISTEMAS EMBARCADOS I 8º 75 5 Tabela 8 - Distribuição de "Capacidade de supervisionar a operação e a manutenção de sistemas" Capacidade de avaliar criticamente a operação e a manutenção de sistemas O Engenheiro de Computação deve ser capaz de avaliar criticamente a operação e a manutenção de sistemas em qualquer nível. No curso de Engenharia de Computação da UFES esta competência é adquirida nas UCs listadas na tabela
45 XELE0061 XINF ANALISE E MODELAGEM DE SISTEMAS DINÂMICOS AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO DE SISTEMAS COMPUTACIONAIS Tabela 9 - Distribuição de "Capacidade de avaliar criticamente a operação e a manutenção de sistemas" Capacidade de comunicar-se eficientemente nas formas escrita, oral e gráfica 6º º 60 4 CEPR-0008 ORGANIZAÇÃO INDUSTRIAL 9º 60 4 Na atualidade qualquer profissional deve ser capaz de comunicar-se eficiente e sinteticamente por meio escrito, oral e graficamente. O Engenheiro de Computação formado na UFES desenvolve estas habilidades nas UCs elencadas na tabela 10. XINF PROJETO DE GRADUAÇÃO I 9º 60 4 XINF PROJETO DE GRADUAÇÃO II 10º 60 4 Tabela 10 - Distribuição de "Capacidade de comunicar-se eficientemente nas formas escrita, oral e gráfica" Capacidade de atuar em equipes multi-disciplinares O Engenheiro de Computação deve ser capaz de atuar em equipes multi-disciplinares. No curso ele aprimora esta competência nas UCs listadas na tabela 11. XINF INTRODUÇÃO À ENGENHARIA DE COMPUTAÇÃO 1º 30 2 CEPR-0003 ECONOMIA DA ENGENHARIA I 8º 45 3 XINF02851 ESTÁGIO SUPERVISIONADO 9º XINF GERÊNCIA DE PROJETOS 10º 45 3 Tabela 11 - Distribuição de "Capacidade de atuar em equipes multi-disciplinares" Capacidade de compreender e aplicar a ética e responsabilidade profissionais Compreender e aplicar da ética e responsabilidade profissionais é requisito essencial para qualquer profissão. O Engenheiro de Computação em formação pela UFES vai aprimorar estes conhecimentos nas UCs elencadas na tabela
46 XINF INTRODUÇÃO À ENGENHARIA DE COMPUTAÇÃO 1º 30 2 CEPR-0007 ASPECTOS LEGAIS E ÉTICOS DA ENGENHARIA 10º 60 4 Tabela 12 - Distribuição de "Capacidade de compreender e aplicar a ética e responsabilidade profissionais" Capacidade de avaliar o impacto das atividades da engenharia no contexto social e ambiental Cada vez mais se faz necessário avaliar o impacto das atividades da engenharia no contexto social e ambiental. No curso, estas competências são adquiridas nas UCs listadas na tabela 13. XINF INTRODUÇÃO À ENGENHARIA DE COMPUTAÇÃO 1º 30 2 CEAM-0008 FUNDAMENTOS DA ENGENHARIA AMBIENTAL 9º 60 4 CEPR-0007 ASPECTOS LEGAIS E ÉTICOS DA ENGENHARIA 10º 60 4 Tabela 13 - Distribuição de "Capacidade de avaliar o impacto das atividades da engenharia no contexto social e ambiental" Capacidade de avaliar a viabilidade econômica de projetos de engenharia O Engenheiro de computação deve saber avaliar a viabilidade econômica de projetos de engenharia. No curso, ele adquire tal competência nas UCs listadas na tabela 14. CEPR-0003 ECONOMIA DA ENGENHARIA I 8º 45 3 CEPR-0004 ECONOMIA DA ENGENHARIA II 9º 45 3 CEPR-0008 ORGANIZAÇÃO INDUSTRIAL 9º 60 4 CEPR-0007 ASPECTOS LEGAIS E ÉTICOS DA ENGENHARIA 10º 60 4 XINF GERÊNCIA DE PROJETOS 10º 45 3 Tabela 14 - Distribuição de "Capacidade de avaliar a viabilidade econômica de projetos de engenharia" Capacidade de assumir a postura de permanente busca de atualização profissional O Engenheiro de computação deve assumir a postura de permantente busca de atualização profissional. No curso, ele adquire tal competência nas UCs listadas na tabela 15. CEPR-0003 ECONOMIA DA ENGENHARIA I 8º
47 XINF02851 ESTÁGIO SUPERVISIONADO 9º CEPR-0008 ORGANIZAÇÃO INDUSTRIAL 9º 60 4 XINF PROJETO DE GRADUAÇÃO I 9º 60 4 XINF GERÊNCIA DE PROJETOS 10º 45 3 XINF PROJETO DE GRADUAÇÃO II 10º 60 4 Tabela 15 - Distribuição de "Capacidade de assumir a postura de permanente busca de atualização profissional". 9.2 Conteúdos Básicos De acordo com as diretrizes curriculares, cerca de 30% da carga horária total devem ser do núcleo de conteúdos básicos. Nesta matriz curricular este item está atendido de acordo com a tabela 16 e a figura 1. Cabe realçar que existe uma transversalidade destes conteúdos em outras unidades curriculares não citadas nesta seção. Conteúdos Básicos Número de ocor. C.H. (hs) 1 Metodologia Científica e Tecnológica Comunicação e Expressão Informática Expressão Gráfica Matemática Física Fenômenos de Transporte Mecânica dos Sólidos Eletricidade Aplicada Química Ciência e Tecnologia dos Materiais Administração Economia Ciências do Ambiente Humanidades, Ciências Sociais e Cidadania Totais Tabela 16 - Distribuição de "Conteúdos Básicos"
48 Figura 1 - Distribuição da carga horária em "Conteúdos Básicos". As próximas seções detalham cada um dos itens do núcleo de conteúdos básicos Metodologia Científica e Tecnológica CMAT-1001 CÁLCULO I 1º 90 6 XINF INTRODUÇÃO À ENGENHARIA DE COMPUTAÇÃO 1º 30 2 Tabela 17 - Distribuição de "Metodologia Científica e Tecnológica" Comunicação e Expressão XINF PROJETO DE GRADUAÇÃO II 10º 60 4 Tabela 18 - Distribuição de "Comunicação e Expressão"
49 9.2.3 Informática XINF PROGRAMAÇÃO I 1º 60 4 Tabela 19 - Distribuição de "Informática" Expressão Gráfica XINF COMPUTAÇÃO E REPRESENTAÇÃO GRÁFICA 8º 60 4 Tabela 20 - Distribuição de "Expressão Gráfica" Matemática CMAT-1001 CÁLCULO I 1º 90 6 CMAT-1007 CÁLCULO II 2º 90 6 XSTA ESTATÍSTICA BÁSICA 2º 60 4 CMAT-1008 CÁLCULO III A 3º 90 6 Tabela 21 - Distribuição de "Matemática" Física CFIS0001 INTRODUÇÃO À MECÂNICA CLÁSSICA 2º 90 6 CFIS1033 FÍSICA EXPERIMENTAL 3º 30 1 Tabela 22 - Distribuição de "Física" Fenômenos de Transporte CMCA0035 TERMODINÂMICA E TRANSMISSÃO DE CALOR 3º 60 4 CHID0042 INTRODUÇÃO A MECÂNICA DOS FLUIDOS 4º 60 4 Tabela 23 - Distribuição de "Fenômenos de Transporte"
50 9.2.8 Mecânica dos Sólidos CMCA0044 MECÂNICA DOS SÓLIDOS 4º 60 4 Tabela 24 - Distribuição de "Mecânica dos Sólidos" Eletricidade Aplicada XELE0021 CIRCUITOS ELÉTRICOS I 2º 90 6 Tabela 25 - Distribuição de "Eletricidade Aplicada" Química QUI-0002 QUÍMICA A 1º 75 5 Tabela 26 - Distribuição de "Química" Ciência e Tecnologia dos Materiais XFIS0055 ESTRUTURA DA MATÉRIA 5º 45 3 Tabela 27 - Distribuição de "Ciência e Tecnologia dos Materiais" Administração CEPR-0008 ORGANIZAÇÃO INDUSTRIAL 9º 60 4 Tabela 28 - Distribuição de "Administração" Economia CEPR-0003 ECONOMIA DA ENGENHARIA I 8º 45 3 CEPR-0004 ECONOMIA DA ENGENHARIA II 9º
51 Tabela 29 - Distribuição de "Economia" Ciências do Ambiente CEAM-0008 FUNDAMENTOS DA ENGENHARIA AMBIENTAL 9º 60 4 Tabela 30 - Distribuição de "Ciências do Ambiente" Humanidades, Ciências Sociais e Cidadania XINF INTRODUÇÃO À ENGENHARIA DE COMPUTAÇÃO 1º 30 2 CEPR-0007 ASPECTOS LEGAIS E ÉTICOS DA ENGENHARIA 10º 60 4 Tabela 31 - Distribuição de "Humanidades, Ciências Sociais e Cidadania". 9.3 Conteúdos Profissionalizantes De acordo com as diretrizes curriculares, cerca de 15% da carga horária total devem ser do núcleo de conteúdos profissionalizantes. Nesta matriz curricular este item está atendido de acordo com a tabela 32 e a figura 2. Conteúdos Profissionalizantes Número de ocor. C.H. (hs) 1 Algoritmos e Estruturas de Dados Ciência dos Materiais Circuitos Elétricos Circuitos Lógicos Compiladores Controle de Sistemas Dinâmicos Conversão de Energia Eletromagnetismo Eletrônica Analógica e Digital Gestão Econômica Materiais Elétricos Mecânica Aplicada Métodos Numéricos Modelagem, Análise e Simulação de Sistemas
52 Conteúdos Profissionalizantes Número de ocor. C.H. (hs) 15 Organização de computadores Paradigmas de Programação Sistemas de Informação Sistemas operacionais Totais Tabela 32 - Distribuição de "Conteúdos Profissionalizantes". Figura 2 - Distribuição da carga horária em "Conteúdos Profissionalizantes". As próximas seções detalham cada um dos itens do núcleo de conteúdos profissionalizantes Algoritmos e Estruturas de Dados XINF ESTRUTURA DE DADOS I 3º 60 4 Tabela 33 - Distribuição de "Algoritmos e Estruturas de Dados"
53 9.3.2 Ciência dos Materiais XFIS0055 ESTRUTURA DA MATÉRIA 5º 45 3 Tabela 34 - Distribuição de "Ciência dos Materiais" Circuitos Elétricos XELE0021 CIRCUITOS ELÉTRICOS I 2º 90 6 XELE0031 CIRCUITOS ELÉTRICOS II 3º 75 5 XELE0073 INSTALAÇÕES ELÉTRICAS I 5º 60 4 Tabela 35 - Distribuição de "Circuitos Elétricos" Circuitos Lógicos XELE0077 SISTEMAS EMBARCADOS I 8º 75 5 Tabela 36 - Distribuição de "Circuitos Lógicos" Compiladores XINF COMPILADORES 7º 60 4 Tabela 37 - Distribuição de "Compiladores" Controle de Sistemas Dinâmicos XELE0075 LABORATÓRIO DE CONTROLE AUTOMÁTICO 7º 30 2 XELE0071 SISTEMAS REALIMENTADOS 7º 60 4 Tabela 38 - Distribuição de "Controle de Sistemas Dinâmicos" Conversão de Energia
54 XELE0073 INSTALAÇÕES ELÉTRICAS I 5º 60 4 Tabela 39 - Distribuição de "Conversão de Energia" Eletromagnetismo XELE03662 ELETROMAGNETISMO I 3º 75 5 XELE0041 ELETROMAGNETISMO II 4º 90 6 Tabela 40 - Distribuição de "Eletromagnetismo" Eletrônica Analógica e Digital XELE0054 ELETRÔNICA BÁSICA I 5º 90 6 XELE0062 ELETRÔNICA BÁSICA II 6º 60 4 XELE0063 ELETRÔNICA DIGITAL 6º 75 5 Tabela 41 - Distribuição de "Eletrônica Analógica e Digital" Gestão Econômica CEPR-0003 ECONOMIA DA ENGENHARIA I 8º 45 3 Tabela 42 - Distribuição de "Gestão Econômica" Materiais Elétricos XELE0073 INSTALAÇÕES ELÉTRICAS I 5º 60 4 Tabela 43 - Distribuição de "Materiais Elétricos" Mecânica Aplicada CMCA0044 MECÂNICA DOS SÓLIDOS 4º 60 4 Tabela 44 - Distribuição de "Mecânica Aplicada"
55 Métodos Numéricos CINF0051 ALGORITMOS NUMÉRICOS I 5º 60 4 Tabela 45 - Distribuição de "Métodos Numéricos" Modelagem, Análise e Simulação de Sistemas XELE0046 SINAIS E SISTEMAS 4º 60 4 XELE0061 ANALISE E MODELAGEM DE SISTEMAS DINÂMICOS Tabela 46 - Distribuição de "Modelagem, Análise e Simulação de Sistemas" Organização de computadores 6º 60 4 XINF0052 ARQUITETURA DE COMPUTADORES I 5º 75 5 Tabela 47 - Distribuição de "Organização de computadores" Paradigmas de Programação XINF LINGUAGENS DE PROGRAMAÇÃO 4º 60 4 Tabela 48 - Distribuição de "Paradigmas de Programação" Sistemas de Informação XELE0077 SISTEMAS EMBARCADOS I 8º 75 5 Tabela 49 - Distribuição de "Sistemas de Informação" Sistemas operacionais XINF0052 ARQUITETURA DE COMPUTADORES I 5º
56 Tabela 50 - Distribuição de "Sistemas operacionais". 9.4 Campo de Atuação: Engenharia de Computação O Engenheiro de Computação formado na UFES, em consonância com a Resolução Resolução nº 1.010, de 22 de agosto de 2005 do Conselho Federal de Engenharia, Arquitetura e Agronomia (CONFEA) e considerando os contéudos das Unidades Curriculares apresentadas neste projeto pedagógico, terá as competências no campo de atuação profissional no âmbito da Engenharia de Computação, conforme enumerado na tabela 51. Campo de Atuação: Engenharia de Computação Número de ocor. C.H. (hs) 1 Informação - Sistemas, Métodos e Processos da Informação e da Computação Tabela 51 - Distribuição de "Campo de Atuação: Engenharia de Computação" Sistemas Operacionais - Organização de Computadores. Compiladores Sistemas Operacionais - Paradigmas de Programação. Algoritmos e Estrutura de Dados Sistemas Operacionais - Softwares Aplicados à Tecnologia Pesquisa Operacional - Modelagem, Análise e Simulação de Sistemas. Expressão Gráfica Computacional Hardware - Redes Lógicas. Técnicas Digitais Hardware - Informática Industrial Instalações, Equipamentos, Componentes e Dispositivos de Mecânica Fina, Elétricos, Eletrônicos, Magnéticos e Ópticos da Engenharia de Computação Informação - Sistemas, Métodos e Processos da Informação e da Computação XINF PROGRAMAÇÃO I 1º 60 4 XINF PROGRAMAÇÃO II 2º 60 4 XINF ESTRUTURA DE DADOS I 3º 60 4 XINF ESTRUTURA DE DADOS II 4º 60 4 XINF LINGUAGENS DE PROGRAMAÇÃO 4º 60 4 CINF0051 ALGORITMOS NUMÉRICOS I 5º
57 XINF PROGRAMAÇÃO III 5º 60 4 XINF ENGENHARIA DE SOFTWARE 6º 75 5 XINF LINGUAGENS FORMAIS E AUTÔMATOS 6º 60 4 XINF BANCO DE DADOS 8º 75 5 XINF COMPUTAÇÃO E REPRESENTAÇÃO GRÁFICA 8º 60 4 Tabela 52 - Distribuição de "Informação - Sistemas, Métodos e Processos da Informação e da Computação" Sistemas Operacionais - Organização de Computadores. Compiladores XINF0052 ARQUITETURA DE COMPUTADORES I 5º 75 5 XELE0063 ELETRÔNICA DIGITAL 6º 75 5 XINF LINGUAGENS FORMAIS E AUTÔMATOS 6º 60 4 XINF SISTEMAS OPERACIONAIS 6º 75 5 XINF COMPILADORES 7º 60 4 Tabela 53 - Distribuição de "Sistemas Operacionais - Organização de Computadores. Compiladores" Sistemas Operacionais - Paradigmas de Programação. Algoritmos e Estrutura de Dados XINF PROGRAMAÇÃO I 1º 60 4 XINF PROGRAMAÇÃO II 2º 60 4 XINF ESTRUTURA DE DADOS I 3º 60 4 XINF ESTRUTURA DE DADOS II 4º 60 4 XINF LINGUAGENS DE PROGRAMAÇÃO 4º 60 4 CINF0051 ALGORITMOS NUMÉRICOS I 5º 60 4 XINF PROGRAMAÇÃO III 5º 60 4 XINF SISTEMAS OPERACIONAIS 6º 75 5 XINF ALGORITMOS E FUNDAMENTOS DA TEORIA DE COMPUTAÇÃO Tabela 54 - Distribuição de "Sistemas Operacionais - Paradigmas de Programação. Algoritmos e Estrutura de Dados" Sistemas Operacionais - Softwares Aplicados à Tecnologia 7º
58 XINF LINGUAGENS DE PROGRAMAÇÃO 4º 60 4 XINF PROGRAMAÇÃO III 5º 60 4 XINF ENGENHARIA DE SOFTWARE 6º 75 5 XINF SISTEMAS OPERACIONAIS 6º 75 5 XINF BANCO DE DADOS 8º 75 5 XINF COMPUTAÇÃO E REPRESENTAÇÃO GRÁFICA 8º 60 4 Tabela 55 - Distribuição de "Sistemas Operacionais - Softwares Aplicados à Tecnologia" Pesquisa Operacional - Modelagem, Análise e Simulação de Sistemas. Expressão Gráfica Computacional CINF0051 ALGORITMOS NUMÉRICOS I 5º 60 4 XINF XINF ALGORITMOS E FUNDAMENTOS DA TEORIA DE COMPUTAÇÃO PROCESSOS ESTOCÁSTICOS APLICADOS À COMPUTAÇÃO Tabela 56 - Distribuição de "Pesquisa Operacional - Modelagem, Análise e Simulação de Sistemas. Expressão Gráfica Computacional" Hardware - Redes Lógicas. Técnicas Digitais 7º º 45 3 XINF COMPUTAÇÃO E REPRESENTAÇÃO GRÁFICA 8º 60 4 XINF AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO DE SISTEMAS COMPUTACIONAIS 9º 60 4 XELE0046 SINAIS E SISTEMAS 4º 60 4 XELE0063 ELETRÔNICA DIGITAL 6º 75 5 XELE03686 SISTEMAS DIGITAIS 7º 60 4 XINF02844 TELEPROCESSAMENTO 7º 45 3 XINF02848 REDES DE COMPUTADORES 8º 60 4 XINF AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO DE SISTEMAS COMPUTACIONAIS Tabela 57 - Distribuição de "Hardware - Redes Lógicas. Técnicas Digitais" Hardware - Informática Industrial 9º
59 XINF0052 ARQUITETURA DE COMPUTADORES I 5º 75 5 XELE0054 ELETRÔNICA BÁSICA I 5º 90 6 XELE0061 ANALISE E MODELAGEM DE SISTEMAS DINÂMICOS Tabela 58 - Distribuição de "Hardware - Informática Industrial" Hardware - Instalações, Equipamentos, Componentes e Dispositivos 6º 60 4 XELE0062 ELETRÔNICA BÁSICA II 6º 60 4 XELE0075 LABORATÓRIO DE CONTROLE AUTOMÁTICO 7º 30 2 XELE03686 SISTEMAS DIGITAIS 7º 60 4 XELE0071 SISTEMAS REALIMENTADOS 7º 60 4 XELE0012 PRÁTICAS DE LABORATÓRIO 1º 30 2 XELE0021 CIRCUITOS ELÉTRICOS I 2º 90 6 XELE0031 CIRCUITOS ELÉTRICOS II 3º 75 5 XELE0073 INSTALAÇÕES ELÉTRICAS I 5º 60 4 XELE0063 ELETRÔNICA DIGITAL 6º 75 5 XELE03686 SISTEMAS DIGITAIS 7º 60 4 XELE0077 SISTEMAS EMBARCADOS I 8º 75 5 Tabela 59 - Distribuição de "Hardware - Instalações, Equipamentos, Componentes e Dispositivos ". 9.5 Campo de Atuação: Engenharia Elétrica O Engenheiro de Computação formado na UFES, em consonância com a Resolução Resolução nº 1.010, de 22 de agosto de 2005 do Conselho Federal de Engenharia, Arquitetura e Agronomia (CONFEA) e considerando os contéudos das Unidades Curriculares apresentadas neste projeto pedagógico, terá as competências no campo de atuação profissional no âmbito da Engenharia Elétrica, conforme enumerado na tabela 60. Campo de Atuação: Engenharia Elétrica Número de ocor. C.H. (hs) 1 Eletricidade Aplicada e Equipamentos Eletroeletrônicos - Eletromagnetismo. Circuitos e Redes Eletrotécnica - Instalações Elétricas em Baixa Tensão
60 Campo de Atuação: Engenharia Elétrica Número de ocor. C.H. (hs) 3 Eletrônica e Comunicação - Sistemas, Instalações e Equipamentos Eletrônicos em geral e de Eletrônica Analógica, Digital e de Potência, em particular. 4 Eletrônica e Comunicação - Sistemas, Instalações e Equipamentos Telefônicos, de Redes Lógicas, de Cabeamento Estruturado e de Fibras Ópticas Tabela 60 - Distribuição de "Campo de Atuação: Engenharia Elétrica" Eletrônica e Comunicação - Equipamentos Eletrônicos Embarcados Eletricidade Aplicada e Equipamentos Eletroeletrônicos - Eletromagnetismo. Circuitos e Redes XELE0021 CIRCUITOS ELÉTRICOS I 2º 90 6 XELE0031 CIRCUITOS ELÉTRICOS II 3º 75 5 XELE03662 ELETROMAGNETISMO I 3º 75 5 XELE0041 ELETROMAGNETISMO II 4º 90 6 XELE0054 ELETRÔNICA BÁSICA I 5º 90 6 Tabela 61 - Distribuição de "Eletricidade Aplicada e Equipamentos Eletroeletrônicos - Eletromagnetismo. Circuitos e Redes" Eletrotécnica - Instalações Elétricas em Baixa Tensão XELE0021 CIRCUITOS ELÉTRICOS I 2º 90 6 XELE0031 CIRCUITOS ELÉTRICOS II 3º 75 5 XELE0073 INSTALAÇÕES ELÉTRICAS I 5º 60 4 XINF02848 REDES DE COMPUTADORES 8º 60 4 Tabela 62 - Distribuição de "Eletrotécnica - Instalações Elétricas em Baixa Tensão" Eletrônica e Comunicação - Sistemas, Instalações e Equipamentos Eletrônicos e de Eletrônica XELE0021 CIRCUITOS ELÉTRICOS I 2º 90 6 XELE0031 CIRCUITOS ELÉTRICOS II 3º
61 XELE0046 SINAIS E SISTEMAS 4º 60 4 XELE0054 ELETRÔNICA BÁSICA I 5º 90 6 XELE0073 INSTALAÇÕES ELÉTRICAS I 5º 60 4 XELE0062 ELETRÔNICA BÁSICA II 6º 60 4 Tabela 63 - Distribuição de "Eletrônica e Comunicação - Sistemas, Instalações e Equipamentos Eletrônicos e de Eletrônica" Eletrônica e Comunicação - Sistemas, Instalações e Equipamentos Telefônicos, Redes Lógicas XELE0046 SINAIS E SISTEMAS 4º 60 4 XELE0073 INSTALAÇÕES ELÉTRICAS I 5º 60 4 XINF02844 TELEPROCESSAMENTO 7º 45 3 XINF02848 REDES DE COMPUTADORES 8º 60 4 Tabela 64 - Distribuição de "Eletrônica e Comunicação - Sistemas, Instalações e Equipamentos Telefônicos, Redes Lógicas" Eletrônica e Comunicação - Equipamentos Eletrônicos Embarcados XELE03686 SISTEMAS DIGITAIS 7º 60 4 XELE0077 SISTEMAS EMBARCADOS I 8º 75 5 Tabela 65 - Distribuição de "Eletrônica e Comunicação - Equipamentos Eletrônicos Embarcados". 9.6 Campo de Atuação: Engenharia de Controle e Automação O Engenheiro de Computação formado na UFES, em consonância com a Resolução Resolução nº 1.010, de 22 de agosto de 2005 do Conselho Federal de Engenharia, Arquitetura e Agronomia (CONFEA) e considerando os contéudos das Unidades Curriculares apresentadas neste projeto pedagógico, terá as competências no campo de atuação profissional no âmbito da Engenharia Engenharia de Controle e Automação, conforme enumerado na tabela 66. Campo de Atuação: Engenharia de Controle e Automação Número de ocor. C.H. (hs) 1 Sistemas Discretos e Contínuos, Métodos e Processos Eletroeletrônicos e Eletromecânicos de Controle e Automação
62 Campo de Atuação: Engenharia de Controle e Automação Número de ocor. C.H. (hs) 2 Controle Lógico-Programável, Automação de Equipamentos, Processos, Unidades e Sistemas de Produção Controle e Automação - Robótica Tabela 66 - Distribuição de "Campo de Atuação: Engenharia de Controle e Automação" Controle e Automação - Sistemas Discretos e Contínuos, Métodos e Processos XELE0061 ANALISE E MODELAGEM DE SISTEMAS DINÂMICOS 6º 60 4 XELE0075 LABORATÓRIO DE CONTROLE AUTOMÁTICO 7º 30 2 XELE0071 SISTEMAS REALIMENTADOS 7º 60 4 Tabela 67 - Distribuição de "Controle e Automação - Sistemas Discretos e Contínuos, Métodos e Processos" Controle e Automação - Controle Lógico-Programável, Automação de Equipamentos, Processos XELE0063 ELETRÔNICA DIGITAL 6º 75 5 XELE03686 SISTEMAS DIGITAIS 7º 60 4 XELE0077 SISTEMAS EMBARCADOS I 8º 75 5 XINF AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO DE SISTEMAS COMPUTACIONAIS Tabela 68 - Distribuição de "Controle e Automação - Controle Lógico-Programável, Automação de Equipamentos, Processos" Controle e Automação - Robótica 9º 60 4 XELE03686 SISTEMAS DIGITAIS 7º 60 4 XELE0071 SISTEMAS REALIMENTADOS 7º 60 4 XELE0077 SISTEMAS EMBARCADOS I 8º 75 5 Tabela 69 - Distribuição de "Controle e Automação - Robótica"
63 10. Considerações Finais Pretende-se com este projeto pedagógico, descrever detalhadamente as características do curso e seus requisitos necessários. Discussões com os corpos docente e discente do curso foram fortemente considerados em sua elaboração. A matriz curricular proposta neste projeto substituirá, se aprovada em tempo, a vigente a partir de É importante voltar a ressaltar que este documento é passível de ajustes na medida que forem identificados, durante a implantação do projeto, inadequações ao seu bom funcionamento. Espera-se que este documento sirva como uma referência para a comunidade acadêmica no que diz respeito às informações relevantes do curso de Engenharia de Computação da UFES. 11. Referências Bibliográficas A formação do engenheiro é norteada por um conjunto de Leis e Normas que estabelecem os requisitos mínimos necessários para a formação do profissional, bem como as condições necessárias para o exercício profissional da Engenharia. As principais fontes de consulta utilizadas na elaboração deste projeto pedagógico estão enumeradas a seguir Legislação - Resolução CNE/CES no 11, de 11 de março de 2002: institui Diretrizes Curriculares Nacionais dos cursos de Graduação em Engenharia. - Lei de Diretrizes e Base da Educação Nacional - LDB (Lei 9.394/96): estabelece as diretrizes e bases da educação nacional. - Parecer CNE/CES 1.362/2001, aprovado em 12/12/2001: define Diretrizes Curriculares dos cursos de Engenharia. - Lei no 5.194, de 24 de dezembro de 1966: regula o exercício das profissões de engenheiro, Arquiteto e Agrônomo. - Resolução nº 1.010, de 22 de agosto de 2005 do Conselho Federal de Engenharia, Arquitetura e Agronomia (CONFEA): dispõe sobre a regulamentação da atribuição de títulos profissionais, atividades, competências e caracterização do âmbito de atuação dos profissionais inseridos no Sistema Confea/Crea, para efeito de fiscalização do exercício profissional. - Lei no 6.494, de 7 de dezembro de 1977: dispõe sobre estágio de estudantes de estabelecimentos de ensino superior e de ensino profissionalizante do 2o grau e supletivo, e dá outras providencias. - Decreto no , de 18 de agosto de 1982: regulamenta a Lei no 6.494, de 7 de dezembro de 1977, nos limites que especifica e dá outras providências. - Decreto no , de 21 de março de 1984: dá nova redação ao Art. 12 do Decreto no , de 18 de agosto de 1982, que regulamenta a Lei no 6.494, de 7 de dezembro de 1977, que dispõe sobre os estágios de estudantes de estabelecimentos de ensino superior e de ensino profissionalizante do 2 Grau e Supletivo
64 - Lei no 8.859, de 23 de março de 1994: modifica dispositivo da Lei no 6.494, de 7 de dezembro de 1977, estendendo aos alunos de ensino especial o direito à participação em atividades de estágio. - Decreto no 2.080, de 26 de novembro de 1996: dá nova redação ao Art. 8º do Decreto no , de 18 de agosto de 1982, que regulamenta a Lei no 6.494, de 7 de dezembro de 1977, que dispõe sobre os estágios de estudantes de estabelecimentos de ensino superior e de ensino profissionalizante do 2º Grau e Supletivo. - Medida Provisória no 1.726, de 03 de novembro de 1998: dá nova redação ao Art. 1º da Lei no 6.494, de 7 de dezembro de Diretrizes Curriculares Nacionais para os Cursos da Área de Computação e Informática: parecer do Conselho Nacional de Educação, a ser aprovado. - Decisão Plenária PL-0087/2004, de 30 de abril de 2004, do Conselho Federal de Engenharia, Arquitetura e Agronomia (CONFEA): oficializa às Instituições de Ensino Superior e aos Conselhos Regionais da carga mínima estabelecida para os cursos de graduação Outras Referências - Projeto Político Pedagógico do curso de Engenharia de Computação da Universidade Federal de Goiás. - Projeto Político Pedagógico do curso de Engenharia de Computação da Universidade Federal do Rio Grande do Norte. - Um Plano Pedagógico de Referência para Cursos de Engenharia de Computação / SBC
65 Anexo A. Regras de Integralização do Curso de Engenharia de Computação Para integralização do curso, o aluno deverá cumprir o mínimo de carga horária total de 3990 horas (distribuídas entre 3450 horas de unidades curriculares obrigatórias, 300 horas de estágio supervisionado obrigatório e o mínimo de 240 horas de unidades curriculares optativas) e 15 créditos de atividades complementares (equivalendo a 225 horas), de acordo com as regras descritas na Seção 7: Organização Curricular e reproduzidas com mais detalhes neste anexo. - Unidades Curriculares obrigatórias: o aluno deve cumprir todas as unidades curriculares obrigatórias listadas, por período, na tabela apresentada na Seção Estrutura do Currículo, totalizando 3450 horas. - Trabalho de conclusão de curso: o aluno deverá cumprir e apresentar um trabalho de conclusão de curso como resultado das UCs: Projeto de Graduação I e Projeto de Graduação II. A carga horária total atribuída ao TCC é de 120 horas. - Unidades Curriculares optativas: Da lista de unidades curriculares optativas do curso (Tabela U.C.s Optativas - Seção Estrutura do Currículo), o aluno deve cumprir uma sublista cujo total de carga horária contabilize o mínimo de 240 horas, dispostas em no mínimo 4 (quatro) unidades curriculares optativas, a serem cursadas a partir do acumulo de 177 créditos. Dentre as 4 (quatro) unidades curriculares optativas a serem cumpridas, o aluno possui ainda a alternativa de escolher, no máximo, duas delas nas listas de unidades curriculares pertinentes a todos os outros cursos do Centro Tecnológico da UFES, mediante autorização prévia do professor da unidade curricular escolhida e do coordenador do curso. - Atividades Complementares: Da lista de atividades complementares do curso, apresentada na Seção Atividades Complementares, o aluno deve cumprir uma sub-lista cujo total de créditos contabilize o mínimo de 15, o que corresponde a um mínimo de 225 horas de carga horária. O número de créditos atribuídos a cada atividade complementar assim como as regras para cumprimento destes créditos também estão apresentados na mesma seção
66 Anexo B, programa e bibliografia das unidades curriculares
67 CEAM FUNDAMENTOS DA ENGENHARIA AMBIENTAL (60 hs, OBR, T:60 E:0 L:0) Parte I - Fundamentos: A Crise Ambiental; Leis da Conservação da Massa e da Energia; Ecossistemas; Ciclos Biogeoquímicos; A Dinâmica das Populações; Bases do Desenvolvimento Sustentável; Parte II - Poluição Ambiental: A Energia e o Meio Ambiente; O meio Aquático; O Meio Terrestre; O Meio Atmosférico; Parte III - Desenvolvimento Sustentável: Conceitos Básicos; Economia e Meio Ambiente; Aspectos Legais e Institucionais; Avaliação de Impactos Ambientais: Estudo de Impacto Ambiental (EIA) e o Relatório de Impacto sobre o Meio Ambiente (RIMA); Gestão Ambiental: Normas atuais. 1. Introdução à Engenharia Ambiental - BENEDITO BRAGA, IVANILDO HESPANHOL e outros. Editora: Pearson / Prentice Hall - ISBN: CHID INTRODUÇÃO A MECÂNICA DOS FLUIDOS (60 hs, OBR, T:60 E:0 L:0) Estática dos Fluidos. Escoamento de Fluidos. Transporte em meios em movimento. Equações básicas de escoamento de fluidos. Difusão. Máquinas Hidráulicas
68 CEPR ASPECTOS LEGAIS E ÉTICOS DA ENGENHARIA (60 hs, OBR, T:60 E:0 L:0) Noções gerais de direito, sistema constitucional brasileiro. Noções de direito civil. Noções de direito comercial. Noções de direito tributário. Noções de direito administrativo. Noções de direito do trabalho. Relações humanas em geral. Direito usual para engenheiros. Ética profissional (da atividade da engenharia: dos direitos do engenheiro;da inscrição no CREA;da sociedade de Engenheiros; dos honorários do engenheiro; das incompatibilidades e impedimentos; da ética do engenheiro; das infrações e sanções disciplinares) CREA. Perícia. Consolidação das leis do trabalho. Legislação fiscal. Títulos de créditos. Aspectos econômicos e legais. Estrutura das sociedades civis. Noções de sociologia. 1. Manual de Direito Público e Privado Maximilianus C. A. Funher, Edismilaré ( Max e Edis ). Editora Revista dos Tribunais, 1993; 2. Direito e Legislação - Curso Introdutório. Sinésia C. Mendes. Editora Scipione, 1993; 3. Instituições de Direito Público e Privado. Ricardo Teixeira Brancato Editora Saraiva, 1993; 4. Noções de Direito e Legislação - Luiz Cláudio Rimes Flórido; Maria Helena M. Alves Lima; Paulo Sérgio O. dos Santos. Editora Liber Juris, 1993; 5. Constituição da República Federativa do Brasil - Editora Saraiva, Código de Ética Profissional 7. Resoluções Atualizadas do CONFEA CEPR CONTROLE DA QUALIDADE (60 hs, OPT, T:60 E:0 L:0) Introdução - Histórico e Conceitos Básicos; Custo de Qualidade; Estatística Descritiva Aplicada à Qualidade; Introdução à Amostragem; Introdução Aos Gráficos de Controle; Gráficos de Controle de Variáveis; Gráficos de Controle de Atributos; Capabilidade do Processo e Especificações; Implantação dos Gráficos de Controle; Inspeção de Qualidade; Fator Humano; Círculos de Controle de Qualidade. 1. JURAN, J.M./Gryna, F.M., Controle de Qualidade - Handbook, vol. I a IX. 2. WERKEMA, Maria Cristina Catarino, As Ferramentas da Qualidade no Gerenciamento de Processos, FCO, DUNCAN, A. J., Quality Control and Industrial Statistics, Richard D. Irwin, Inc., KUME, Hitoshi, Métodos Estatísticos para a Melhoria da Qualidade, Editora Gente, CEPR ECONOMIA DA ENGENHARIA I (45 hs, OBR, T:35 E:10 L:0) Princípios básicos de microeconomia: A firma neoclássica. Produção. Custos de produção. Mecanismos básicos de oferta e demanda. Estruturas de mercado; competição perfeita, monopólio, oligopólio e competição monopolística. Princípios básicos de macroeconomia: Renda nacional e custo de vida. Produção e crescimento econômico. Crescimento X Desenvolvimento econômico. Poupança e investimento. Sistema financeiro. Emprego. Sistema monetário e inflação. Economias abertas
69 1. MANKIW, GREGORY N. Introdução à economia Tradução da 3a edição norte-americana ed. São Paulo: Pioneira Thomson Learning, p. 2. PINDYCK, ROBERT S.; RUBINFELD, DANIEL, L. Microeconomia 5 ed. São Paulo: Prentice Hall, p. 3. BAÍDYA, TARA K. N.; AIUBE, FERNANDO A. L.; MENDES, MAURO R. C. Introdução à microeconomia 1 ed. São Paulo: Atlas, p. (complementar) 4. NOGAMI, OTTO; PASSOS, CARLOS ROBERTO MARTINS. Princípios de economia 4 ed. São Paulo: Pioneira Thomson Learning, p. (complementar) CEPR ECONOMIA DA ENGENHARIA II (45 hs, OBR, T:30 E:15 L:0) Conceitos básicos da Matemática Financeira aplicáveis à avaliação de projetos de investimentos: taxas de juros, equivalência de capitais, fluxo de caixa e sistemas de financiamentos. Conceituação e aplicação, em situação de certeza, de métodos de análise, avaliação e seleção econômica e/ou financeira de projetos inerentes às atividades da Engenharia; influência do imposto de renda; substituição de equipamentos. Noções de avaliação de projetos em situação de risco e de incerteza. 1. HIRSCHFELD, H. Engenharia Econômica e Análise de Custos. Editora Altas, 7a Edição, São Paulo, NETO, A.A. (1998). Matemática Financeira e suas Aplicações. Editora Altas, 9ª Edição, São Paulo, FOTAINE. E.R., Evaluacion Social de Proyectos. Ediciones Universidad Católica de Chile, Santiago, Chile, THUESEN, H.G.; FABRYCKY, W.J.; THUESEN, G.J., Engineering Economy. Prentice- Hall, Inc., Englewood Cliffs, New Jersey, USA, BIERMAN, H..JR. AND SMIDT, S., The Capital Budgeting Decision. Macmillan Publishing Co. Inc., New York, USA, CEPR GESTÃO DA INOVAÇÃO TECNOLÓGICA (45 hs, OPT, T:45 E:0 L:0) Conceitos básicos. O processo de inovação tecnológica. A inovação organizacional. O processo de produção e transferência do conhecimento. Estratégias de inovação. A relação universidadeempresa. Avaliação de tecnologias e de mercados para novas tecnologias. Apropriação dos ganhos com inovação. Estratégias de financiamento para a inovação. Alianças. Formas organizacionais para a inovação. CASSIOLATO, JOSÉ E.; GADELHA, CARLOS G.; ALBUQUERQUE, EDUARDO M.; BRITTO, JORGE N. P. A relação universidade e instituições de pesquisa como o setor industrial: uma análise de seus condicionantes Rio de Janeiro, f. Trabalho apresentado à Secretaria Executiva do PADCT, MCT, Brasília (Economia industrial) - Instituto de Economia, UFRJ. DAY, GEORGE S.; SHOEMAKER, PAUL J.H.; GUNTHER, ROBERT E. Gestão de Tecnologias Emergentes 1 ed. Porto Alegre: Bookman, p. REIS, DÁLCIO R. Gestão da inovação tecnológica 1 ed. Barueri, SP: Manole, p
70 CEPR ORGANIZAÇÃO INDUSTRIAL (60 hs, OBR, T:60 E:0 L:0) Administração e organização de empresas: Natureza, fundamentos, conceitos, objetivos, teorias, estruturas e aplicações - Métodos de planejamento e controle - Localização de instalações industriais - Administração financeira: métodos e técnicas de viabilização e lucros - Engenharia de avaliações - Métodos de depreciação dos equipamentos - Administração de pessoal: recrutamento, seleção e treinamento, classificação e avaliação de cargos, administração salarial - Noções de psicologia e sociologia industrial - Liderança - Administração de suprimentos - Controle de estoques - Contabilidade e balanço. 1. CARLTON, D. e PERLOFF, E. - Modern Industrial Organization. Harper Collins Pub., 1990, p BAUMANN, R. - Uma Visão Econômica da Globalização. In: Baumann, R. (org.), O Brasil e a Economia Global. Rio de Janeiro: Campus, KUPFER, D.; HASENCLEVER, L. Economia Industrial. Fundamentos Teóricos e práticas no Brasil. Rio de Janeiro: Campus, 2002, 640p. 4. CARLTON, B.; PERLOFF, J. Modern industrial organization. 2nd.ed. New York: Harper Collins College Publishers, p. 5. CHURCH, J.; WARE, R. Industrial Organization. A Strategic Approach. McGraw Hill, FARINA, E.M.Q.; AZEVEDO, P. F.; SAES, M.S.M.. Competitividade: mercado, estado e organizações. São Paulo, Editora Singular,
71 XELE ANALISE E MODELAGEM DE SISTEMAS DINÂMICOS (60 hs, OBR, T:60 E:0 L:0) Modelagem e simulação de sistemas dinâmicos contínuos e discretos. Linearização. Função de transferência de sistemas contínuos e discretos. Diagrama de blocos de sistemas contínuos, discretos e híbridos. Análise no espaço de estados: autovalores, solução da equação de estados, decomposição da função de transferência, relações entre função de transferência e equação de estado, discretização do modelo no espaço de estados. Estabilidade de sistemas lineares contínuos e discretos. Análise de erro em regime e do desempenho da resposta transitória no domínio do tempo para sistemas lineares contínuos e discretos. Efeito da adição de pólos e zeros na função de transferência. Análise de erro em regime e desempenho da resposta transitória via gráfico de Bode para sistemas contínuos. B. C. Kuo, F. Golnaraghi. Automatic Control Systems. 8rd ed., Wiley, XELE ANTENAS (60 hs, OPT, T:60 E:0 L:0) Parâmetros fundamentais de antenas: diagrama de radiação, ganho, diretividade, polarização. Antenas filamentares: dipolos e loops, conjuntos lineares, métodos numéricos para análise e síntese de antenas, técnicas de casamento, antenas de banda larga e de ondas viajantes, antenas rômbicas, helicoidais e Yagis, antenas independentes da freqüência: espirais e log-periódicas, antenas de abertura: cornetas, refletores: de canto e parabolóides, medidas em antenas, antenas inteligentes. XELE AUTOMAÇÃO DA MANUFATURA (60 hs, OPT, T:60 E:0 L:0) Manufatura Integrada por Computador. Base de Dados da Manufatura. Conceito de Controle Hierárquico. Projeto Auxiliado por Computador (CAD). Manufatura Auxiliada por Computador (CAM). Controle Numérico. Controle Numérico Computadorizado (CNC). Controle Numérico Direto (DNC). Planejamento Auxiliado por Computador. Robôs Industriais. Controladores Lógicos Programáveis (CLP). Controle Estatístico de Processo (CEP). Sistemas Flexíveis de Manufatura (FMS). M. P. Groover; Wayne Anderson. Fundamentals of Modern Manufacturing: Processes and Systems. John Wiley&Sons, M. P. Groover & A. Zimmers. CAD/CAM: Computer-Aided Design Manufacturing. Prentice Hall, XELE CIRCUITOS ELÉTRICOS I (90 hs, OBR, T:75 E:0 L:15) Circuitos em Regime Permanente. Teoremas e Leis Fundamentais de Circuitos. Fasores. Regime Permanente Senoidal. James W. Nilsson. Susan A. Riedel. Circuitos Eletricos. 6 edição. Livros Técnicos e Científicos Editora Ltda C. A. DESOER, E. S. Kuh. Teoria Básica de Circuitos. Editora Guanabara Dois,
72 XELE CIRCUITOS ELÉTRICOS II (75 hs, OBR, T:60 E:0 L:15) Transitórios em Circuitos Elétricos. Circuitos de primeira e segunda ordem. Transformada de Laplace. Analise em Frequencia. Sintese de Circuitos. ELE COMUNICACAO DIGITAL (60 hs, OPT, T:60 E:0 L:0) Detenção e Estimação. Códigos. Transmissão Digital. Recuperação de sinal. Comunicação de Voz. Espectro Alargado. XELE COMUNICAÇÕES ÓTICAS (60 hs, OPT, T:60 E:0 L:0) Propagação em fibras ópticas, tipos de fibras, degradação de sinais em fibras ópticas, efeitos não lineares, processos de fabricação, cabos, conectores, componentes passivos, transmissores e receptores ópticos, amplificadores óticos, análise e dimensionamento de sistemas ópticos incluindo multi comprimento de onda. XELE CONTROLADORES INDUSTRIAIS (60 hs, OPT, T:60 E:0 L:0) Critérios de desempenho. Variabilidade em malhas de controle. Caracterização da dinâmica de malha aberta de processos dinâmicos. Sintonia de controladores para processos de nível, vazão, temperatura e pressão. Controle em cascata, antecipatório, razão. Controle multivariável. Sistemas adaptativos e de auto-sintonia. Implementação de controladores em controladores programáveis. A. B. Corripio. Tuning of Industrial Control Systems, ISA, D. E. Seborg, T. F. Edgard, D. A. Mellichanp. Process Dynamics and Control. Wiley, 1989 F. Shinskey. Process Control Systems McGraw-Hill, a. edição. ELE CONTROLE AVANCADO (60 hs, OPT, T:60 E:0 L:0) Síntese de sistemas multivariáveis. Observabilidade e Controlabilidade. Estimadores de estado de sistemas contínuos e discretos. O problema linear quadrático. Formas canônicas. Introdução ao controle ótimo. Introdução ao controle estocástico. XELE CONTROLE DIGITAL (60 hs, OPT, T:60 E:0 L:0) Projetos de sistemas de controle digital via método de transformadas. Projetos de sistemas de controle digital via espaço de estados. Sistemas de controle ótimos. Identificação de sistemas. Filtros para sistemas digitais estocásticos. G.F. Flanklin, J. D. Powell. Workman, M. Digital Control of Dynamic Systems. Addison Wesley Longman, 3ed, Phillips, C.L. Nagle, H.T. Digital Control System, Analysis and Design Prentice Hall, Inc. 3edição, XELE CONTROLE INTELIGENTE (60 hs, OPT, T:60 E:0 L:0)
73 Inteligência Computacional, Lógica Fuzzy, Redes Neurais, Algoritmos Genéticos; Conjuntos Fuzzy, Relações Fuzzy, Medidas Fuzzy, Teoria de Possibilidades e Aritmética Fuzzy, Lógica Fuzzy e Raciocínio Aproximado, Controle Fuzzy, Outros Sistemas Fuzzy, Redes Neurais, Redes Feedforward Multicamadas, Treinamento Supervisionado - Back-Propagation. Aplicações de Redes Neurais, Algoritmos Genéticos, Integração Neuro-Fuzzy-Genético. C.T. Lin e C.S.G. Lee. Neural Fuzzy Systems. Prentice Hall, S. Haykin. Neural Networks. Prentice Hall, K.F. Man, K.S. Tang, S. Kwong. Genetic Algoritms. Springer Verlag, XELE CONTROLE MULTIVARIÁVEL (60 hs, OPT, T:60 E:0 L:0) Sistemas multivariáveis no espaço do estado. Controbilidade, observabilidade e formas canônicas; realizações mínimas. Imposição de pólos por realimentação de estado. Observadores assintóticos. Compensador baseado em observador. Descrições Polinomiais, Matrizes Polinomiais, Forma de Smith, Matrizes Primas, Descrições Matriciais Fracionárias, Matrizes Racionais, Forma de Smith-Macmillan. Projeto de controladores multivariáveis no domínio frequencial (Rosenbrock). Controladores Lineares. Ótimos com critério Quadrático. T. Kailath, Linear Systems, Prentice Hall, XELE CONTROLE PREDITIVO BASEADO EM MODELO (60 hs, OPT, T:60 E:0 L:0) Elementos básicos do CPBM. Controle preditivo de matriz dinâmica. Previsão em modelos ARMA. Controle de mínima variância. Controle preditivo generalizado (GPC) mono e multivariável. O GPC na presença de distúrbios. O preditor de Smith. CPBM com restrições nos atuadores e nos sensores. Otimização Linear e Quadrática. Robustez a perturbações desconhecidas. E.F. CAMACHO, F. BORDONS. Model Predictive Control, Springer Verlag, 2e edition, 2003 J.M. Maciejowski. Predictive Control With Constraints.Harlow England:Prentice Hall,2002. G.K. McMILLAN, R. CAMERON. Models Unleashed: Virtual Plant and Model Predictive Control Applications, ISA, XELE DINÂMICA DE PROCESSOS (60 hs, OPT, T:45 E:0 L:15) Modelagem de Processos. Métodos numéricos. Análise de sistemas lineares. Análise de sistemas não lineares. B.W. Bequette. Process Dynamics. Prentice Hall, N.J Slotine, J.J.E., Li, W. Applied Nonlinear Control,
74 XELE DISPOSITIVOS ÓTICOS (60 hs, OPT, T:60 E:0 L:0) Dispositivos passivos: atenuadores, acoladores, filtros, roteadores, circuladores e polarizadores, Dispositivos ativos: moduladores externos, amplificadores ópticos a fibra e a semicondutores. XELE ELETROMAGNETISMO I (75 hs, OBR, T:60 E:0 L:15) Força e campo eletrostáticos, potencial e energia, materiais elétricos: o dielétrico e o condutor, capacitância, corrente estacionária, força e campo magnéticos, indutância. materiais magnéticos, campos variáveis no tempo, circuitos magnéticos, Equações de Maxwell. XELE ELETROMAGNETISMO II (90 hs, OBR, T:60 E:0 L:30) Ondas eletromagnéticas, propagação, reflexão e refração de ondas planas, linhas de transmissão, guias de onda e fibras ópticas, introdução à antenas e propagação, métodos numéricos em eletromagnetismo, Poluição eletromagnética e seus efeitos. MATTHEW N.O. SADIKU. Elementos de Eletromagnetismo. Bookman KRAUS,J.D., Electromagnetics, Fourth Edition, New York: MacGraw-Hill, KRAUS, J.D. e K.R. CARVER, Eletromagnetismo, 2a.ed., Guanabara Dois, KRAUS, J.D e FLEISH, D. A., ELECTROMAGNETICS with applications, Fifth Edition,Singapura, McGraw-Hill, PARIS,D.T. e F.K. HURD, Teoria Eletromagnética Básica, Rio de Janeiro Guanabara Dois, 1984 RAO N.N., Elements of Engineering Electromagnetics,2a.ed. Englewood Cliffs,N.J.,1992 BALANIS C. A., ANTENNA THEORY: analysis and design, Singapura, John Wiley, ESTEVES L. C., ANTENAS - Teoria Básica e Aplicações, São Paulo, McGraw-Hill do Brasil, LIAO S.Y., Engineering Applications of Electromagnetics Theory, West Publishing Company,1988. XELE ELETRÔNICA BÁSICA I (90 hs, OBR, T:60 E:0 L:30) Diodos. Transistores. Aplicações lineares e de chaveamento. Modelos de pequenos sinais. Amplificadores classe A, B e AB. Fontes lineares. Amplificadores Operacionais. A. D. Sedra e K. C. Smith. Microeletronica. Makron R. L. Boylestad, L. Nashelsky. Dispositivos Eletrônicos e Teoria de Circuitos. Pearson / Prentice Hall XELE ELETRÔNICA BÁSICA II (60 hs, OBR, T:45 E:0 L:15) Amplificadores diferenciais e multiestágio. Resposta em freqüência. Amplificadores realimentados. Amplificadores operacionais, estruturas e aplicação. Circuitos integrados lineares. Osciladores. Aplicações. A. S. Sedra, K. C. Smith. Microeletronica. Makron Books R. L. Boylestad, L. Nashelsky. Dispositivos Eletrônicos e Teoria de Circuitos. Pearson-Prentice Hall
75 XELE ELETRÔNICA DIGITAL (75 hs, OBR, T:60 E:0 L:15) Circuitos Logicos. Algebra de Boole. Analise e Sintese de circuitos logicos. Linguagens de Descrição de Hardware. Maquinas Algoritmicas de Estado. Multiplexadores e Demultiplexadores. Contadores e registradores. Dispositivos Logicos Programaveis. Katz, R. H.; G. Borriello. Contemporary Logic Design. Second Edition. Pearson Prentice Hall: Upper Saddle Hill, NJ Wakerly. Digital Design Principles and Applications. XELE ENGENHARIA DE MICROONDAS (60 hs, OPT, T:30 E:0 L:30) Análise de redes, matrizes Z, Y,ABCD e S, casamento de impedâncias, ressoadores, divisores de potência, acopladores direcionais, híbridas, filtros, defasadores controlados, circuladores, isoladores, amplificadores, misturadores, detetores, osciladores, chaveadores. XELE ENGENHARIA DE RÁDIO-FREQÜÊNCIA (60 hs, OPT, T:30 E:0 L:30) Blocos básicos em sistemas de rádio-freqüência, modelagem de dispositivos em alta freqüência, conceitos aplicados de linhas de transmissão em circuitos impressos, projeto de sistemas de rádio-freqüência, compatibilidade eletromagnetica. XELE IDENTIFICAÇÃO DE SISTEMAS (60 hs, OPT, T:60 E:0 L:0) Modelos de primeira e segunda ordem obtidos através da resposta degrau. Modelos Obtidos por resposta em freqüência. Modelos obtidos usando convolução. Modelos obtidos usando função de correlação. Sinais aleatórios e pseudos aleatórios. Estimador de mínimos quadrados (MQ). Propriedades dos estimadores de MQ. Propriedades estatísticas dos estimadores. Estimadores não polarizados. Estimação recursiva. Projeto de testes e escolha de estruturas. Validação de modelos. L.A. Aguirre. Introdução à Identificação de Sistemas. Editora UFMG, Belo Horizonte, XELE INFORMÁTICA INDUSTRIAL (60 hs, OPT, T:60 E:0 L:0) Introdução aos Sistemas de Produção Automatizados: níveis, atividades, equipamentos. Computadores industriais: arquitetura e programação (linguagem C). Controladores Programáveis: arquitetura e programação (diagrama de contatos, Grafcet, texto estruturado, blocos de função). SDCD e Sistemas Híbridos: arquitetura e programação. Programação de sistemas de supervisão. D. A. Coggan. Fundamentals of Industrial Control, 2nd Edition,, ISA, 2005 J. E. Bouchard. Fundamentals of Industrial Control-Programmable Logic Controllers. ISA,
76 XELE INSTALAÇÕES ELÉTRICAS I (60 hs, OBR, T:60 E:0 L:0) Dimensionamento de condutores em baixa tensão. Instalações elétricas residenciais e prediais. Luminotécnica. Noções de Aterramento. Proteção atmosférica de edifícios. Tubulações telefônicas e lógicas. Instalações de força. Normas e Projetos. ELE INSTRUMENTACAO (60 hs, OPT, T:45 E:0 L:15) Amplificadores de instrumentação, transmissores. Indicadores e registradores, transdutores, sensores de corrente, tensão, temperatura, velocidade, força e pressão. Conversor P-F, I-V e I-P. XELE INSTRUMENTAÇÃO INDUSTRIAL (60 hs, OPT, T:60 E:0 L:0) Medição: aspectos dinâmicos da medição para aplicação em sistemas de controle. Especificação e análise de dispositivos de medição de variáveis típicas de processo (pressão, nível, temperatura, vazão mássica e volumétrica, analítica, posicionamento, velocidade, pesagem). Atuação: revisão de acionamentos, válvulas de regulação (função, princípios de funcionamento, tipos, cálculo). Dispositivos de segurança: alarmes, válvulas de segurança. Egídio Alberto Bega (organizador). Instrumentação Industrial, Editora Interciência, 2006, 2ª edição. Bela G. Liptak(organizador). Instrument Engineers' Handbook, vol.1, ISA/CRC Press, 2003 Helen Beecroft, Ken MacDonald. Fundamentals of Industrial Control - Final Control Elements, ISA, 2004 E. A. Bega (organizador),instrumentação Industrial. Editora Interciência, 2ª Ed, 2006 XELE INTRODUÇÃO À FOTÔNICA (60 hs, OPT, T:60 E:0 L:0) Óptica de raios, óptica ondulatória, óptica de feixes, óptica de Fourier, polarização e óptica de cristais. óptica guiada, ressoadores ópticos, óptica estatística, óptica de fótons, lasers e amplificadores laser, fótons em semicondutores, fontes e detetores a semicondutores, eletroóptica, óptica não-linear, opto-acústica, comutação e computação óptica, sensores ópticos. XELE LABORATÓRIO DE CONTROLE AUTOMÁTICO (30 hs, OBR, T:0 E:0 L:30) Modelagem e análise de sistemas físicos. Estudo dos elementos essenciais em um sistema de controle. Análise de não-linearidades em malhas de controle. Projeto, sintonia e implementação de controladores. XELE LABORATÓRIO DE TELECOMUNICAÇÕES (60 hs, OPT, T:0 E:0 L:60) Projeto, implementação e gerência de sistemas de telecomunicações. ELE MICROELETRONICA (45 hs, OPT, T:30 E:15 L:0) Fabricação de diodos e transistores. Tecnologia de circuitos integrados. Metodologia de projeto. Tecnologias de suporte. Dispositivos de microondas. XELE MODELAGEM E CONTROLE DE SISTEMAS AUTOMATIZADOS (60 hs, OPT, T:60 E:0 L:0)
77 Sistemas a Eventos Discretos: conceituação, classificação, propriedades, exemplos. Redes de Petri: definições, propriedades, análise, implementação, Redes de Petri no controle de SEDs. Modelos autômatos de estado. Controle Supervisório: Teoria de controle para SEDs, baseada em autômatos. Sistemas de Supervisão: conceituação e aplicações em sistemas de automação. Miyage,PE: Controle Programável - Fundamentos de Controle de Sistemas a Eventos Discretos,Editora Edgards Blucher, São Paulo, 1996;reimp, F.Natale. Automação Industrial, Editora Érica, São Paulo, 1993 J. Cardoso, R. Vallete. Redes de Petri, Editora da UFSC, Florianópolis, XELE OTIMIZAÇÃO LINEAR (60 hs, OPT, T:60 E:0 L:0) Algoritmo simplex. Método de duas fases. Simplex revisado. Simplex canalizado. Dualidade. Algoritmo dual simplex. Análise de sensibilidade. Algoritmos de pontos interiores. Problemas de fluxo em rede via simplex. M. S. Bazaraa. J. J. Jarvis. H. D. Sherali. Linear Programming and Network Flows, 2nd edition, John Wiley, 1990; M. Sakarovitch. Linear Programming, Springer-Verlag, ELE PESQUISA OPERACIONAL (60 hs, OPT, T:60 E:0 L:0) Origens e fundamentos da Pesquisa Operacional. Modelos Lineares. Programação Linear. Algoritmo Simplex. Dualidade. Fluxo em Redes. Problema de Transporte. Introdução à programação inteira. Método de Branch-and-Bound. Aplicações em computadores digitais. XELE PRÁTICAS DE LABORATÓRIO (30 hs, OBR, T:0 E:0 L:30) Atividades de laboratório envolvendo medidas e montagens de circuitos eletronicos simples destacando aspectos de segurança e precisão. Atividades de laboratório de máquinas e instalações destacando problemas de segurança e precisão.uso de osciloscópio para obter formas de onda e de curvas de dispositivos. XELE PRINCIPIOS DE COMUNICAÇÕES I (60 hs, OPT, T:60 E:0 L:0) Sinais analógicos e digitais, introdução a processos estocásticos, ruídos em sistemas, transmissão de sinais em sistemas lineares, modulação e demodulação em banda base, codificação de linha, modulação e demodulação em banda passante, análise de enlaces. XELE PRINCIPIOS DE COMUNICAÇÕES II (60 hs, OPT, T:60 E:0 L:0) Introdução à teoria da informação, codificação de fonte, codificação de canal, relação de compromisso em modulação e codificação, sincronização, canais seletivos em freqüência, variantes no tempo e não-lineares, esquemas avançados de modulação, multiplexação e múltiplo acesso
78 ELE PROCESSAMENTO DIGITAL DE SINAIS (60 hs, OPT, T:60 E:0 L:0) Sinais e sistemas discretos no tempo. Transformada z. Estruturas para sistemas discretos. Técnicas de aproximação de filtros. Transformada discreta de Fourier. XELE PROJETO DE REDES DE TELECOMUNICAÇÃO (60 hs, OPT, T:60 E:0 L:0) Sistemas de comutação telefônica e arquiteturas de serviços associadas, arquiteturas de sinalização, fundamentos de serviços web e arquiteturas associadas. XELE REDES INDUSTRIAIS A (60 hs, OPT, T:60 E:0 L:0) Manufatura integrada por computador: conceitos. Redes para automação de ambientes industriais. Arquitetura MAP: perfis e protocolos. Protocolo MMS e outros protocolos de aplicação. Padrão Fielbus e protocolos. Padrões para robôs, máquinas numéricas, controladores programáveis e outros. Arquiteturas proprietárias comerciais. Protocolo MODBUS. Protocolo PROFIBUS. Valenzano, A. et all - MAP and TOP Communications: Standards and Applications - Addison- Wesley, Halsall,F. - Data Communications, Computer Networks and Open Systems - Addison-Wesley, Stallings, W. - Local and Metropolitan Area Networks - Macmillan. XELE REDES INDUSTRIAIS B (60 hs, OPT, T:60 E:0 L:0) Fundamentos de comunicação digital e redes industriais. Modelo OSI/ISO. Arquitetura TCP/IP. Redes locais: Ethernet, CAN e Modbus. Redes Foundation Fieldbus: definições básicas, modelo em camadas, características de hardware e software, principais blocos funcionais, exemplos de aplicação. Outras redes de automação industrial:profibus, Hart, Ethernet Industrial, DeviceNet. Projetos de redes industriais. L. M. Thompson. Industrial Data Communications, 3 ed, ISA, J. Berge. Fieldbuses for Process Control: Engineering, Operation, and Maintenance,, ISA, 2001 XELE REDES ÓTICAS (60 hs, OPT, T:60 E:0 L:0) Introdução ã redes ópticas, elementos de redes WDM, análise e dimensionamento de redes ópticas, controle, interfaciamento e gerenciamento, sobrevivência em rede, limitações de camada física. XELE REDES SEM FIO (60 hs, OPT, T:60 E:0 L:0) Características de enlaces e redes sem fio, redes WLAN (wireless local area network), redes WPAN (wireless personal area network), redes wman (wireless metropolitan area network), redes NGN (Next generation Network), sistemas de segunda geração, sistemas de terceira geração, sistemas de quarta geração, comunicações de satélite, redes de sensores
79 XELE ROBÓTICA INDUSTRIAL (60 hs, OPT, T:60 E:0 L:0) Dispositivos de manipulação e robôs manipuladores. Componentes dos robôs manipuladores. Cinemática dos manipuladores. Introdução à estática dos manipuladores. Introdução à dinâmica dos manipuladores. Geração de trajetórias para robôs manipuladores. Controle de robôs manipuladores. Sensores. Programação de robôs manipuladores. Aplicações de robôs na indústria. Avaliação de desempenho de robôs manipuladores. Implementação de robôs manipuladores no ambiente industrial. Robôs móveis. J.J. CRAIG. Introduction to robotics. 3a Edição, Addison-Wesley, Upper Saddle River, V. F. ROMANO. Robótica Industrial: Aplicação na industrial de manufatura e de processos. 1a Edição, Edgard-Blücher LTDA, São Paulo, GROOVER, M.P.; WEISS, M.; NAGEL, R.N.; ODREY, N.G. Robótica: Tecnologia e programação. 1a Edição, McGraw-Hill, LTDA, São Paulo, ELE SIMULACAO DE SISTEMAS (75 hs, OPT, T:45 E:30 L:0) Conceitos de dinâmica industrial. Representação de retardos. Feed-back em sistemas industriais. Sistemas de controle de estoques. Linguagens de simulação discreta. Conceitos de probabilidade em simulação. Geração de variáveis aleatórias. Técnicas de propagação, verificação de resultados. XELE SINAIS E SISTEMAS (60 hs, OBR, T:60 E:0 L:0) Sinais em tempo contínuo, em tempo discreto e digitalizados. Sistemas lineares e invariantes no tempo (tempo contínuo e tempo discreto). Formulação através do uso de variáveis de estado. Transformada z e suas aplicações. Função de transferência de tempo discreto. Transformada discreta de Fourier e espectro de sinais. ELE SISTEMAS CONTROLE ADAPTATIVOS (60 hs, OPT, T:60 E:0 L:0) Correlação entre os conceitos de adaptação e aprendizado. Algoritmos. Problemas de compressão. Importância do problema da identificação e da filtragem. XELE SISTEMAS DE TELECOMUNICAÇÕES (60 hs, OPT, T:60 E:0 L:0) Contextualização dos sistemas e redes de telecomunicações (rádio-difusão, TV, telefonia fixa e móvel, satélite, redes de acesso, multiplexação, comutação por circuitos e pacotes), aspectos básicos de projetos de sistemas e redes, regulamentação e normatização incluindo impacto ambiental, qualidade de serviço. ELE SISTEMAS DE TEMPO REAL (60 hs, OPT, T:60 E:0 L:0) Sistemas multiprocessadores: arquiteturas, gerenciamento de processos e memória. Processos: sincronização e comunicação. Linguagens e compiladores adequados. Exemplos de aplicações concorrentes. XELE SISTEMAS DIGITAIS (60 hs, OBR, T:45 E:0 L:15)
80 Controladores, microprogramação. Metodologias de Desenvolvimento. Linguagem de descrição de hardware. Unidades aritméticas e lógicas. Aplicações. Arquitetura de computadores. M. Morris Mano, Morris M Mano. Digital Design (3rd Edition). Prentice Hall; ISBN: Randy H. Katz, Gaetano Borriello. Contemporary Logic Design (2nd Edition). Prentice Hall; ISBN: XELE SISTEMAS EMBARCADOS I (75 hs, OBR, T:45 E:0 L:30) Microprocessadores. Interface de E/S. Organização de um sistema mínimo. Desenvolvimento de software para microprocessadores. Aplicações em supervisão e controle de processos. Projetos. Microcontroladores. Linguagem montador e de alto nivel. Nucleos. Monitores. Kernels. Software Basico. XELE SISTEMAS EMBARCADOS II (45 hs, OPT, T:30 E:15 L:0) Microcontroladores. Arquitetura de microprocessadores. Ferramentas de Desenvolvimento. Interface. Desenvolvimento de Software para sistemas embarcados. Controladores Lógico Programáveis - Confiabilidade de sistemas com microprocessador. Aplicações. Introdução a sistemas de tempo real. Miro Samek. Practical Statecharts in C/C++: Quantum Programming for Embedded Systems with CDROM. CMP; ISBN: Michael Barr. Programming Embedded Systems in C and C ++. O'Reilly ISBN: Michael Barr, Anthony Massa. Programming Embedded Systems: With C and GNU Development Tools. O'Reilly Media; 2 edition ISBN: Jean J. Labrosse. MicroC OS II: The Real Time Kernel. Newnes; 2 edition ISBN: Tammy Noergaard. Embedded Systems Architecture: A Comprehensive Guide for Engineers and Programmers. Newnes; ISBN: John Catsoulis. Designing Embedded Hardware. O'Reilly 2 edition ISBN: XELE SISTEMAS REALIMENTADOS (60 hs, OBR, T:60 E:0 L:0) Sistemas contínuos e discretos em malha fechada. Diagramas de blocos de um sistema de controle. Critérios de desempenho e métodos de sintonia de controladores. O método do lugar das raízes. Análise de sistemas monovariáveis no domínio da freqüência: Bode e Nyquist. Compensação no domínio da freqüência e do tempo. Projeto de controladores PID discretos via lugar das raízes. Noções de controlabilidade e observabilidade. Controle por realimentação de estados e observadores de estados para sistemas contínuos e discretos. B. C. Kuo,F. Golnaraghi. Automatic Control Systems. 8rd ed., Wiley, XELE SUPERVISÃO E CONTROLE DE PROCESSOS (60 hs, OPT, T:45 E:0 L:15) Sensores. Elementos finais de controle. Transmissores. Padrões de corrente e tensão. Comandos
81 elétricos. SDCD (sistemas digitais de controle distribuído). CLP (controladores lógico programáveis). Malha de controle e indicação. Sistemas de supervisão e controle de processos. Aplicação em processos de mineração, siderúrgicos, etc. XELE TEORIA DA INFORMAÇÃO E CODIFICAÇÃO (60 hs, OPT, T:60 E:0 L:0) Entropia, entropia relativa e entropia mútua. Compressão de dados. Capacidade de canal, Introdução aos campos finitos. Códigos de bloco lineares. Códigos cíclicos; Códigos convolucionais. Códigos treliça e modulação codificada, códigos concatenados, códigos turbo, código de baixa densidade. XELE TEORIA DA PROPAGAÇÃO (60 hs, OPT, T:60 E:0 L:0) Formas de propagação. Espaço livre. Propagação na troposfera. Efeitos do solo. Difração. Linha de vista. Critérios de liberação do 1º elipsóide de Fresnel. Práticas de projeto. ELE TOPICOS ESPECIAIS EM CONTROLE (60 hs, OPT, T:60 E:0 L:0) que abordam aspectos avançados em CONTROLE. XELE TÓPICOS ESPECIAIS EM TELECOMUNICAÇÕES I (45 hs, OPT, T:45 E:0 L:0) que abordam aspectos avançados em Telecomunicações. XELE TÓPICOS ESPECIAIS EM TELECOMUNICAÇÕES II (45 hs, OPT, T:45 E:0 L:0) que abordam aspectos avançados em Telecomunicações. XELE TÓPICOS ESPECIAIS EM TELECOMUNICAÇÕES III (60 hs, OPT, T:60 E:0 L:0) que abordam aspectos avançados em Telecomunicações. XELE TÓPICOS ESPECIAIS EM TELECOMUNICAÇÕES IV (60 hs, OPT, T:60 E:0 L:0) que abordam aspectos avançados em Telecomunicações. XELE TÓPICOS ESPECIAIS EM TELECOMUNICAÇÕES V (60 hs, OPT, T:45 E:0 L:15) que abordam aspectos avançados em Telecomunicações V
82 CMCA MECÂNICA DOS SÓLIDOS (60 hs, OBR, T:60 E:0 L:0) Resultante de um sistema de forças. Equilíbrio de sistemas de forças em um plano e no espaço Centróides e centros de gravidade. Momentos de inércia de áreas. Sistemas de cargas. Análise de estruturas simples planas. Atrito. Solicitação axial. Corte e torção. Flexão. Deflexão em vigas. Mecânica vetorial para engenheiros: Estática; Vol. I - F. P. Beer & E. R. Johnston, Jr. Mecânica - Estática; Vol. I - A. P. Boresi, R. J. Schmidt. Mecânica - Estática; Vol. I - J. L. Meriam, L. G. Kraige. Mecânica - Estática; Vol. I - R. C. Hibbeler. Resistência dos Materiais - F. P. Beer & E. R. Johnston, Jr. Resistência dos Materiais - R. C. Hibbeler. CMCA TERMODINÂMICA E TRANSMISSÃO DE CALOR (60 hs, OBR, T:60 E:0 L:0) Transporte em meios estacionários. Teoria cinética dos gases. Fundamentos da Termodinâmica. Transferência de Calor por condução no estado estacionário. Transferência de calor por radiação. Transferência de calor por convecção. Ciclos termodinâmicos. Ciclos de Motores e Refrigeração
83 XSTA ESTATÍSTICA BÁSICA (60 hs, OBR, T:60 E:0 L:0) Distribuição de frequências. Representações gráficas. Medidas de Posição e Dispersão. Probabilidade básica. Variáveis Aleatórias uni-dimensionais. Variáveis Aleatórias Importantes. Distribuições amostrais e noções básicas de amostragem. Estimação pontual e por intervalos dos principais parâmetros. Noções básicas de testes de hipóteses. Noções de Correlação e Regressão. - W. O. Bussab, P. A. Morettin, ''Estatística Básica'', Editora Saraiva, São Paulo, 5ª edição, P. A. Barbetta, M. M. Reis, A. C. Bornia, ''Estatística Aplicada para os Cursos de Engenharia e Informática'', Editora Atlas, São Paulo, T. T. Song, ''Modelos Probabilísticos em Engenharia e Ciências'', Editora LTC,
84 XFIS ESTRUTURA DA MATÉRIA (45 hs, OBR, T:45 E:0 L:0) Cristais: estruturas cristalinas (vidro e cerâmica, cristais líquidos). Materiais isolantes e condutores (supercondutores, termo-elementos, efeito Peltier). Materiais dielétricos (condensadores). Materiais piezoelétricos. Introdução à Física do Estado Sólido: Bandas de energia. Fisica de Semiconducores. Juncões PN. CFIS FÍSICA EXPERIMENTAL (30 hs, OBR, T:0 E:0 L:30) Medidas, grandezas físicas e erros. Estática, cinemática e dinâmica da partícula. Pêndulo simples. Movimento harmônico simples. Choque elástico no plano. Conservação da quantidade de movimento linear e da energia cinética. Movimento de rotação acelerado. CFIS INTRODUÇÃO À MECÂNICA CLÁSSICA (90 hs, OBR, T:90 E:0 L:0) As leis físicas. Análise dimensional. Estática, cinemática e dinâmica da partícula. Conservação do momento linear. Trabalho e energia. Conservação de energia mecânica. Momento angular e torque. Campo gravitacional
85 XINF ALGORITMOS E FUNDAMENTOS DA TEORIA DE COMPUTAÇÃO (60 hs, OBR, T:60 E:0 L:0) Funções Computáveis. Máquinas de Turing. Decidibilidade. Fundamentos de análise de eficiência. Metodos clássicos: Método Guloso, Método da Dividir para Conquistar, Programação Dinâmica. Introdução à Complexidade de Algoritmos - Classes de Problemas. - H. Lewis, C. Papadimitriou, Elementos de Teoria da computação'', Bookman, Porto Alegre, 2ª edição, T. A. DIVERIO, P. F. B. MENEZES, ''Teoria da Computação - Máquinas Universais e Computabilidade'', Porto Alegre, Editora Sagra-Luzzatto, CINF ALGORITMOS NUMÉRICOS I (60 hs, OBR, T:60 E:0 L:0) Erros. Soluções de equações algébricas e transcendentes. Resolução de sistemas de equações lineares. Integração numérica. Interpolação. Ajuste de curvas. Métodos numéricos para solução de equações diferenciais. - F. F. Campos Filho, ''Algoritmos Numéricos'', LTC, 2001 (Livro texto). - M. A. Gomes Ruggiero e V. L. da Rocha Lopes, ''Cálculo Numérico: aspectos teóricos e computacionais'', 2ª ed., São Paulo, Makron Books, S. C. Chapa e R. P. Canale, ''Numerical Methods for Engineers'', 2ª ed., McGraw-Hill, M. C. C. Cunha, ''Métodos Numéricos'', 2ª ed., Editora Unicamp, S. D. Conte, ''Elementos de Análise Numérica'', Ed. Globo, XINF ALGORITMOS NUMÉRICOS II (60 hs, OPT, T:60 E:0 L:0) Solução Numérica de Equações Diferenciais Ordinárias e Parciais: Método de Diferenças Finitas. Métodos Iterativos Não Estacionários de Resolução de Sistemas Lineares, Estudo de Precondicionadores, Métodos de Resolução de Sistemas Não Lineares. G.D. Smith, ''Numerical Solution of Partial Diferential Equations: Finite Difference Methods'', 2ª Edição, Clarendon Press, C. F. Gerald e P. O. Wheatley, ''Applied Numerical Analysis'', Editora John Wiley & Sons, XINF ARQUITETURA DE COMPUTADORES I (75 hs, OBR, T:60 E:0 L:15) Linguagem de Montagem. Formato de instruções. Ligadores e Carregadores. Memórias: tipos, organização e endereçamento. CPU's: barramento e unidade de controle. DMA. Interrupções e sua implementação. Arquitetura de computadores típicos. - A. S. Tanenbaum. ''Organização Estruturada de Computadores''. 4ª edição. Prentice Hall do Brasil, W. Stallings. ''Computer Organization and Architecture: Designing for Performance'', 6th ed
86 Prentice Hall, J. L. Hennessy, D. A. Patterson. ''Computer Organization and Design'', 3rd ed. Morgan Kaufmann, XINF ASPECTOS TEÓRICOS DA COMPUTAÇÃO I (60 hs, OPT, T:60 E:0 L:0) Teoria dos Conjuntos.Gramáticas. Relações. Funções. Indução. Estruturas Algébricas. Reticulados. Algebra Booleana. Noções de grafos. - J. P. Tremblay, R. Manohar, ''Discrete Mathematical Structures with Applications to Computer Science'', McGraw-Hill Computer Science Series, USA. - P. B. Menezes, ''Matemática Dicreta para Computação e Informática'', Série Livros Didáticos nº 16, 2ª edição, Editora Sagra-Luzzatto, R. E. Prater,. ''Discrete Mathematical Structures for Computer Science'', Boston, Houghton Mifflin, R. Skvarcius, W. B. Robinson, ''Discrete Mathematics with Computer Science Application'', Benjamin/Cummings Publishing Company Inc. - W. R. Tunnicliffe, ''Mathematics for Programmers'', Prentice-Hall, UK. - P.R.Halmos, ''Teoria Ingênua dos Conjuntos'', Editora Polígono, H.H. Domingues, G.IEZZI, ''Álgebra Moderna'', Editora Atual, Franco P. Preparata, R.T. YEH, ''Introduction to Discrete Strutures for Computer Science and Engineering'', Addison-Wesley, Paulo O. Boaventura Netto, ''Teoria e Modelos de Grafos'', Editora Edgard Blucher Ltda. XINF ASPECTOS TEÓRICOS DA COMPUTAÇÃO II (45 hs, OPT, T:45 E:0 L:0) Problemas recorrentes. Somas. Funções Inteiras. Coeficientes Binomiais. Números Especiais. Funções Geradoras. Revisão de Probabilidade Discreta. Comportamentos Assintóticos. - Graham, R.L., Knuth, D.E., Patashnik, O., ''Concrete Mathematics: A Foundation for Computer Science'', Addison-Wesley, Graham, R.L., Knuth, D.E., ''Matemática Concreta: Fundamentos de Ciência da Computação'', tradução para o português de Valéria de Magalhães Iorio, Rio de Janeiro, Livros Técnicos e Científicos, XINF AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO DE SISTEMAS COMPUTACIONAIS (60 hs, OBR, T:60 E:0 L:0) Fundamentos básicos e conceituação do problema de avaliação de desempenho de sistemas computacionais. Teoria de Filas. Desempenho dos protocolos de retransmissão básicos. Análise de desempenho de protocolos de múltiplo acesso: protocolos para redes locais, metropolitanas e WAN. Avaliação de Desempenho de Ambientes Computacionais (Sistemas Operacionais, Aplicações, Banco de Dados e Protocolos). Análise e projeto de concentradores e comutadores. Avaliação de desempenho de arquitetura de computadores. Desempenho em redes multimídia: caracterização do tráfego para serviços multimídia; controle de acesso; controle de congestionamento. Requerimentos de desempenho, planejamento e escolha de tecnologias. Comparação de tecnologias e serviços. Introdução à confiabilidade. Simulação de Sistemas. Avaliação de sistemas integrados (hardware e software)
87 - L. Kleinrock, ''Queueing Systems, Volume I: Theory'', John Wiley, L. Kleinrock, ''Queueing Systems, Volume II: Computational Applications'', John Wiley, R. Jain, ''The Art of Computer Systems Performance Analysis Techinques for Experimental design Measurements Simulation and Modeling'', John Wiley, M. Schwartz, ''Telecommunications Networks: Protocols, Modeling and Analysis'', Addison wesley, D. Menascé, V. Almeida, L.W. Dowdy, ''Capacity Planning and Performance Modeling: From Mainframes to Client-Server Systems, Prentice Hall'', D. Menascé, V. Almeida, ''Capacity Planning for WEB Performance: Metrics, Models & Methods'', Prentice Hall, G. Gordon, ''System Simulation'', Prentice Hall, B. S. Gottfried, ''Elements os Stochastic Process Simulation'', Prentice Hall, C. A. Chung, ''Simulation Modeling Handbook: A Practical Approach'', CRC Press, XINF BANCO DE DADOS (75 hs, OBR, T:75 E:0 L:0) Introdução aos Sistemas de Gerência de Bancos de Bados. Modelos de Dados. Projeto de Banco de Dados. Arquiteturas de Sistemas de Gerência de Bancos de Dados. Processamento e Otimização de Consultas. Transação. Controle de Concorrência. Recuperação. Segurança e Integridade. Tópicos Avançados em Banco de Dados. - R. Elmasri, S. Navathe, ''Sistemas de Banco de Dados: Fundamentos e Aplicações'', Pearson Editora, ª edição. - Abraham Silberschatz, Henry Korth e S, Sudarshan, ''Sistema de Banco de Dados'', Ed. Campus, ª Edição. - C. J. Date, ''Introdução a Sistemas de Banco de Dados'', Ed. Campus, ª Edição. - Hector Garcia-Molina, Jeffrey D. Ullman, Jennifer Widom, ''Implementação de Sistemas de Bancos de Dados'', Editora Campus, David M. Kroenke, ''Banco de Dados: Fundamentos, Projeto e Implementação'', Editora LTC, ª. Edição. XINF BANCOS DE DADOS DISTRIBUÍDOS (60 hs, OPT, T:60 E:0 L:0) Conceitos de Bancos de Dados Distribuídos. Arquitetura de Sistemas de Gerência de Bancos de Dados Distribuídos (SGBDDs). Projeto de Bancos de Dados Distribuídos. Processamento de Consulta Distribuída. Gerenciamento de Transação Distribuída. Controle de Concorrência Distribuído. Recuperação e Falhas em SGBDDs. SGBDDs Distribuídos. Integração de Dados Heterogêneos e Distribuídos. - M.T. Özsu and P. Valduriez, ''Princípios de Sistemas de Bancos de Dados Distribuídos'', 2a. Edição, Ed, Campus, XINF COMPILADORES (60 hs, OBR, T:60 E:0 L:0)
88 Organização e estrutura de compiladores e interpretadores. Análise léxica. Análise sintática. Alocação e gerência de memória. Formas internas de programas fonte. Análise semântica. Geração de código. Otimização de código. Interpretação de código. - V. W.Setzer, I. S. H. Melo, ''A construção de um compilador'', Editora Campus, S. Aho, R. Ullman, ''Compiladores: Princípios, Técnicas e Ferramentas'', Editora Guanabara. - J. Holmes, ''Object-Oriented Compiler Construction'', Prentice-Hall, A. W. Appel, ''Modern Compiler Construction in Java'', Cambridge University Press, ISBN , XINF COMPUTAÇÃO E REPRESENTAÇÃO GRÁFICA (60 hs, OBR, T:60 E:0 L:0) Dispositivos Gráficos, Modelos de Cor, Representação de Informação Visual, Conversão Analítica para Discreta Visual, Preenchimento de Polígonos, Recorte em 2-D, Transformações Afins Bidimensionais, Desenvolvimento de Aplicações Gráficas Bidimensionais, Transformações Afins Tridimensionais, Projeções geométricas planares 3-D para 2-D, OpenGL. Foley, van Dam, Feiner, Hughes, Computer Graphics, Principles and Practice, Second Edition in C, Addison-Wesley, Reading, Massachusetts, 1996 D. Hearn e M. P. Baker, Computer Graphics, Prentice-Hall Int., F. S. Hill Jr., Computer Graphics, Macmillan Publ. Company, New York, M.Woo, J. Neider, T. Davis, D. Shreiner, OpenGL C Programming Guide: The Official Guide to Learning OpenGL, 3rd Edition, Addison-Wesley, R. C. M. Persiano e A. A. F. de Oliveira, Introdução a Computação Gráfica, Instituto Brasileiro de Pesquisa Em Informática, R. A. Plastock e G. Kalley, Computação Gráfica, Mc Graw-Hill, W. M. Newman e R. F. Sproull, Principles of Interactive Computer Graphics (First Edition), 1973, Mcgraw-Hill. XINF COMPUTAÇÃO E SOCIEDADE (45 hs, OPT, T:45 E:0 L:0) Conseqüências econômicas de informação na sociedade. A informatização e o aspecto educacional. Efeitos políticos. Impactos sociais. Informatização e privacidade. Política nacional de informática. Aplicações nas diversas áreas. - P. C. Masiero, ''Ética em Computação'', EDUSP, G. Ruben, J. Wainer, T. Dwyer, ''Informática, Organizações e Sociedade no Brasil'', ISBN N. M. Ribeiro, L. B. Gouveia, P. Rurato, ''Informática e Competências Tecnológicas para a Sociedade da Informação'', Edições Universidade Fernando Pessoa, ''Sociedade da Informação no Brasil'' - Livro Verde, XINF ENGENHARIA DE REQUISITOS DE SOFTWARE (60 hs, OPT, T:45 E:0 L:15) Requisitos de Software, Tipos de Requisitos, O Processo da Engenharia de Requisitos de
89 Software, Técnicas de Levantamento de Requisitos, Análise de Requisitos e Modelagem Conceitual de Sistemas, Métodos e Técnicas para a Modelagem de Sistemas, Documentação de Requisitos, Verificação e Validação de Requisitos, Gerência de Requisitos, Reutilização de Requisitos. - R. Wazlawick, ''Análise e Projeto de Sistemas de Informação Orientados a Objetos'', Editora Campus, A. Cockburn, ''Escrevendo Casos de Uso Eficazes'', Bookman, M. Blaha, J. Rumbaugh, ''Modelagem e Projetos Baseados em Objetos com UML 2'', Editora Campus, G. Booch, J. Rumbaugh, I. Jacobson, ''UML - Guia do Usuário'', 2ª edição, Editora Campus, I. Sommerville, ''Engenharia de Software'', 6ª edição, Addison-Wesley, S.R. Roberttson, J. Robertson, ''Mastering the Requirements Process'', Addison-Wesley, K.E. Wiegers, ''Software Requirements'', Microsoft Press, 2nd edition, G. Kotonya, I. Sommerville, ''Requirements Engineering: Processes and Techniques'', Wiley, K.E.Kendall, J.E. Kendall, ''Systems Analysis and Design'', 3rd edition, Prentice Hall, XINF ENGENHARIA DE SOFTWARE (75 hs, OBR, T:75 E:0 L:0) Processo de software, Modelos de Processo de Software, Planejamento e Gerência de Projetos de Software, Garantia e Controle da Qualidade, Gerência de configuração, Análise de Requisitos, Projeto, Implementação e Testes, Entrega e Manutenção. - R. S. Pressman, ''Engenharia de Software'', 6a edição, Mc Graw Hill, S.L. Pfleeger, ''Engenharia de Software: Teoria e Prática'', 2ª edição, Prentice Hall, I. Sommerville, ''Engenharia de Software'', 6ª edição, Addison-Wesley, XINF ESTÁGIO SUPERVISIONADO (300 hs, OBR, T:0 E:300 L:0) Estágio supervisionado XINF ESTRUTURA DE DADOS I (60 hs, OBR, T:45 E:0 L:15) Fundamentos de Análise de Algoritmos; Recursividade; Alocação dinâmica de memória; Conceito de Tipos Abstratos de Dados; Listas, Pilhas, Filas e Árvores como Tipos Abstratos de Dados; Implementação de Tipos Abstratos de Dados. - R. Sedgewick, ''Algorithms in C, Parts 1-4'', Third Edition, Addison-Wesley, D. E. Knuth. ''The Art of Computer Programming'', Volumes I e III, Third Edition, Addison- Wesley, J. L. Szwarcfiter, L. Markezon, ''Estruturas de Dados e seus Algoritmos'', Livros Técnicos e Científicos, T. H. Cormen, C. E. Leiserson, R. L. Rivest, C. Stein, ''Introduction to Algorithms'' (Second Edition), MIT Press,
90 XINF ESTRUTURA DE DADOS II (60 hs, OBR, T:60 E:0 L:0) Estruturas de arquivos. Metodos de acesso. Algoritmos de busca em memória principal e secundária. Algoritmos de ordenação em memória principal e secundária. Árvores de busca. Algoritmos de busca de cadeias de caracteres. - P. E. Livadas, ''File Structures'', Prentice-Hall. - D. E. Knuth, ''The Art of Computer Programming: Sorting and Searching'', vol. 3, Addison- Wesley, 2ª edição, N. Ziviani, ''Projeto de algoritmos com implementações em Pascal e em C'', Editora Thompson Pioneira, 2ª edição, Ricardo Baeza-Yates e Berthier Ribeiro-Neto, ''Modern Information Retrieval'' XINF FLUXO EM REDES (60 hs, OPT, T:60 E:0 L:0) Noções de teoria dos grafos. Problema de designação e transporte. Problemas de caminho mínimo. Problema de fluxo máximo.problema de fluxo de custo mínimo. Algoritmo out-of-kilter. título: Network Flows: Theory, Algorithms, and applications autores: Ravindra K. Ahuja, Thomas L. Magnanti and James B. Orlin editora: Prentice Hall título: Linear Programming and Network Flows autores: Mokhtar S. Bazaraa and John J. Jarvis editora: John Wiley & Sons XINF GERÊNCIA DE PROJETOS (45 hs, OBR, T:45 E:0 L:0) Organizações, Projetos, Gerência de Projetos, Processos da Gerência de Projetos, Gerência do Conhecimento aplicada à Gerência de Projetos. BÁSICA DINSMORE, P. C., Como se tornar um Profissional em Gerenciamento de Projetos, 2003, Ed. Qualitymark, Rio de Janeiro - RJ. HELDMAN, K., Gerência de Projetos, 2005, Ed. Campus, São Paulo - SP. PMBOK - Project Management Body of Knowledge, 2004, PMI - Project Management Institute. Apostila da disciplina. COMPLEMENTAR KERZNER, H., Gestão de Projetos: As Melhores Práticas, 2002, Ed. Bookman, Porto Alegre - RS. KERZNER, H., Project Management: A Systems Approach to Planning, Scheduling e Controlling, 2003, Ed. Wiley, USA. LAUDON, K. C. & LAUDON, J. P., Sistemas de Informação Gerenciais - Administrando a Empresa Digital, 2004, Ed. Pearson - Prentice Hall. VARGAS, R. V., Manual Prático do Plano do Projeto, 2004, Brasport, Rio de Janeiro - RJ. Norma de Apoio:
91 NBR ISO Gestão da Qualidade: Diretrizes para Qualidade no Gerenciamento de Projetos, XINF INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL (60 hs, OPT, T:60 E:0 L:0) Definições e fundamentos. Linguagem funcional e linguagem lógica. Casamento de padrões. Resolução de problemas. Heurísticas. Representação de Conhecimento. Regras, objetos e lógica. Planejamento. Aprendizagem. Técnicas de Aprendizado Automático. Aplicações. S. Russell, P. Norvig, Artificial Intelligence - A Modern Approach,second edition, Prentice Hall, P. H. Winston, Artificial Intelligence, third edition, Addison Wesley, P. H. Winston, B. K. P Horn, LISP ; Addison-Wesley, G. Bittencourt, Inteligência Artificial: Ferramentas e Teorias, 10ª Escola de Computação, Campinas, UNICAMP, S. L. Tanimoto, The Elements of Artificial Intelligence - An Introduction using LISP, Computer Science Press, N. J. Nilsson, ''Artificial Intelligence: A New Synthesis'', Morgan Kaufmann, California, E. Rich, K. Knight, ''Artificial Intelligence'', second edition, McGraw-Hill, New York, XINF INTERFACE HUMANO - COMPUTADOR (60 hs, OPT, T:60 E:0 L:0) História dos meios de comunicação; princípios para a construção de software amigável; fundamentos de fatores humanos na interação humano-máquina; projeto e construção de ícones; avaliação de interfaces humano-máquina;perspectivas. - P. Heckel, ''Princípios para o projeto de interfaces amigáveis'', Editora Campos, W. Horton, ''O livro do ícone'', Editora Berkeley, H. da Rocha e M. Baranauskas, ''Design e avaliação de interfaces humano-computador'', Escola de Computação, XINF INTERFACES E PERIFÉRICOS (45 hs, OPT, T:30 E:0 L:15) Estrutura e funcionamento dos periféricos típicos: impressoras, discos, fitas, DVDs, placas de rede etc. Interfaceamento de periféricos a computadores. Comunicação e sincronização de processos paralelos. Software de entrada e saída. ''Drivers'' de dispositivos. Zelenovsky, R.; Mendonça, A. ''PC: Um Guia Prático de Hardware e Interfaceamento''. MZ Editora, 3ª edição, Tanenbaum,A.S. Organização Estruturada de Computadores, 4ª ed. LTC, Corbet, J.; Rubini, A., Kroah-Hartman, G. ''Linux Device Drivers''. 3rd ed. O'Reilly, XINF INTRODUÇÃO À ENGENHARIA DE COMPUTAÇÃO (30 hs, OBR, T:30 E:0 L:0) A Engenharia e o engenheiro. Campo de atuação do engenheiro de computação. Estrutura do curso. Metodologia. Criatividade. Ética. Impacto social da Engenharia. Humanidades, Ciências
92 Sociais e Cidadania. Introdução a Instalações Elétricas. Normas de segurança. Normas e regulamentações. Regulamentação profissional. Introdução a componentes eletrônicos simples. - Projeto pedagógico de curso. - Recortes de jornal. - Páginas internet, em especial: MEC, CREA/CONFEA, SBC. XINF LABORATÓRIO DE REDES DE COMPUTADORES (60 hs, OPT, T:15 E:0 L:45) Gerência de redes. XINF LINGUAGENS DE PROGRAMAÇÃO (60 hs, OBR, T:60 E:0 L:0) Definição de linguagens: Sintaxe e Semântica. Paradigmas de Programação. Modelos de Implementação: Compilação e Interpretação. Visibilidade de Nomes; Comunicação entre Unidades; Alocação Estática e Dinâmica de memória. Subprogramas. Tipos Abstratos de Dados. Unidades Genéricas. Tratamento de Exceções. Noções de programação em linguagens funcionais e lógicas, Estudo comparativo de linguagens. - F.M. Varejão, ''Linguagens de Programação - Conceitos e Técnicas'', Ed. Campus, R. W. Sebesta, ''Conceitos de Linguagens de Programação'', 5a. edicao, Ed. Bookman, D. A. Watt, ''Programming Languages: Concepts and Paradigms'', Prentice-Hall. XINF LINGUAGENS FORMAIS E AUTÔMATOS (60 hs, OBR, T:60 E:0 L:0) Gramáticas Formais e Autômatos. Gramáticas Regulares e Autômatos Finitos. Gramáticas Livres de Contexto. Gramáticas Sensíveis ao Contexto. Linguagens Recursivas. J. E. Hopcroft, J. D. Ullman, R. Motwani, ''Introdução à teoria de autômatos: linguagens e computação'', Rio de Janeiro, Editora Campus, T.S. Sudkamp, ''Languagens and Machines'', Addison-Wesley Publishing Company, Inc., P. F. B. Menezes, ''Linguagens Formais e Autômatos'', P. Alegre, Editora Sagra-Luzzatto, C. H. Papadimitriou, H.R. Lewis, ''Elementos da Teoria da Computação'', 2ª edição, J.E. Hopcroft, J.D. Ullman, ''Formal Languagens and their Relation to Automata'', Addison- Wesley Publishing Company, Inc, A. V. Ahjo, J. D. Ullman, ''Foundations of computer science'', New York, Computer Science Press, Vieira.N.J.,''Introduçaõ aos Fundamentos da Computação-Linguagens e Máquinas'', São Paulo,Thomson,2006. Franco P. Preparata, R.T. YEH, ''Introduction to Discrete Strutures for Computer Science and Engineering'', Addison-Wesley, P. B. Menezes, ''Matemática Discreta para Computação e Informática'', Série Livros Didáticos nº 16, 2ª edição, Editora Sagra-Luzzatto, P.R. Halmos, ''Teoria Ingênua dos Conjuntos'', Editora Polígono, XINF LÓGICA PARA COMPUTAÇÃO I (60 hs, OPT, T:60 E:0 L:0)
93 Cálculo Proposicional: Sintaxe e Semântica. Sistemas Dedutivos. Cálculo de Predicados de primeira Ordem: Introdução à Sintaxe e Semântica. J. GALLIER, ''Logic for Computer science:fondations of automatic Theorem Proving'', John Wiley and Sons, J. W. LLOYD, ''Foundations of logic programming'',springer- Verlag, Z. MANNA; R. Waldinger, ''The Logical Basis for Computer Programming: Deductive Reasoning'', Vol 1, Addison Wesley, USA M M.C. COSTA, ''Introdução a Lógica Modal Aplicada à Computação'', VIII Escola de Computação, D. LOVELAND, ''Automated Theorem Proving: A Logical Basis'', Editora North-Holland, B. GUILHERME, ''Inteligência Artificial-ferramentas e Teorias'', 10ª Escola de Computação, H. B. ENDERTON, ''A Mathematical Introduction to Logic'', New York, Academic Press, E. MENDELSON ''Introduction to Mathematical Logic'', New York, D. Van Nostrand, R. SMULLYAN, What is the Name of Book?, Editora A Touchestone Book, WILFRID, H., ''An Introduction Elementary Logic'', Pinguin Books, D. VAN DALEN, ''Logic and Structure'', Springer-Verlag, C. MORTARI,''Introdução à Lógica'', Editora Unesp N.C.A. DA COSTA, ''Ensaio sobre os fundamentos da Lógica'', São Paulo, Editora Hucitec/Edusp,1980. W. HODGES, ''An Introduction to Elementay Logic'' Penguin Books, J. NOLT, D. ROHATYN, ''Lógica'', São Paulo, Editora Schaum Macgraw-Hill, Makron Books, I. M. COPI, ''Introdução à Lógica'', São Paulo, Editora Mestre Jou, XINF LÓGICA PARA COMPUTAÇÃO II (60 hs, OPT, T:60 E:0 L:0) Sintaxe e Semântica do Cálculo de Predicados de Primeira Ordem. Sistemas Dedutivos- Sistemas Formais: Axiomatização do Cálculo de Predicados, Dedução Natural no Cálculo de Predicados, Tableaux Semânticos no Cálculo de Predicados, Teorema de Herbrand, Resolução no Cálculo de Predicados.Lógica e Programação em Lógica. - J. GALLIER, ''Logic for Computer science:fondations of automatic Theorem Proving'', John Wiley and Sons, J. W. LLOYD, ''Foundations of logic programming'',springer- Verlag, Z. MANNA; R. Waldinger, ''The Logical Basis for Computer Programming: Deductive Reasoning'', Vol 1, Addison Wesley, USA M M.C. COSTA, ''Introdução a Lógica Modal Aplicada à Computação'', VIII escola de Computação, D. LOVELAND, ''Automated Theorem Proving: A Logical Basis'', Editora North-Holland, B. GUILHERME, ''Inteligência Artificial-ferramentas e Teorias'', 10ª Escola de Computação, H. B. ENDERTON, ''A Mathematical Introduction to Logic'', New York, Academic Press,
94 E. MENDELSON ''Introduction to Mathematical Logic'', New York, D. Van Nostrand, R. SMULLYAN, What is the Name of Book?, Editora A Touchestone Book, WILFRID, H., ''An Introduction Elementary Logic'', Pinguin Books, D. VAN DALEN, ''Logic and Structure'', Springer-Verlag, C. MORTARI,''Introdução à Lógica'', Editora Unesp N.C.A. DA COSTA, ''Ensaio sobre os fundamentos da Lógica'', São Paulo, Editora Hucitec/Edusp, W. HODGES, ''An Introduction to Elementay Logic'' Penguin Books, J. NOLT, D. ROHATYN, ''Lógica'', São Paulo, Editora Schaum Macgraw-Hill, Makron Books, I. M. COPI, ''Introdução à Lógica'', São Paulo, Editora Mestre Jou, XINF METODOLOGIA DE PESQUISA (45 hs, OPT, T:45 E:0 L:0) Conceitos básicos. A metodologia científica. A escolha do tema. A montagem da pesquisa. Exemplo de roteiro de pesquisa. A gerência de pesquisa. Redação, interpretação e crítica de artigos científicos. - M. M. de Andrade, ''Introdução à Metodologia do Trabalho Científico'', Ed. Atlas; 4ª. edição; M. de Andrade Marconi e E. M. Lakatos, ''Técnicas de Pesquisa'', Ed. Atlas; 4ª. edição; V. C. Feitosa, ''Comunicação na Tecnologia'', Ed. Brasiliense, E. M. Lakatos, M. de Andrade Marconi, ''Metodologia Científica'' Ed. Atlas, 2ª. edição, N. B. Nardi, ''Elaboração de Relatórios e Resumos Científicos'', - L. Masina, ''Como apresentar um trabalho num Congresso Científico: Elaboração do Resumo'', CNPQ. 7.Garson Jr A et al., ''Como fazer uma apresentação de dez minutos'', CNPQ. XINF OPTATIVA I (60 hs, OBR, T:60 E:0 L:0) Optativa XINF OPTATIVA II (60 hs, OBR, T:60 E:0 L:0) Optativa XINF OPTATIVA III (60 hs, OBR, T:60 E:0 L:0) Optativa XINF OPTATIVA IV (60 hs, OBR, T:60 E:0 L:0) Optativa
95 XINF PROCESSAMENTO PARALELO E DISTRIBUÍDO (60 hs, OPT, T:45 E:0 L:15) Modelos de computação paralela. Classes de algoritmos paralelos. Arquiterura paralelas. Hierarquias de memória. Projeto de programas paralelos. Medidas de complexidade de programas paralelos (Tempo, eficiência, aceleração, escalabilidade). Programação com threads, memória compartilhada, passagem de mensagem. Aplicações. Harry F. Jordan, Gita Alaghband, ''Fundamentals of Parallel Processing'', Prentice Hall; 1st edition, ISBN: , Ananth Grama, George Karypis, Vipin Kumar, Anshul Gupta, '' An Introduction to Parallel Computing: Design and Analysis of Algorithms'', Addison Wesley; 2nd edition, ISBN: , William Gropp, Ewing Lusk, Anthony Skjellum, ''Using MPI : Portable Parallel Programming with the Message Passing Interface'', The MIT Press; 2nd edition, ISBN: , Barry Wilkinson, Michael Allen, ''Parallel Programming : Techniques and Applications Using Networked Workstations and Parallel Computers'', Prentice Hall; 2 edition, ISBN: , Alan Gibbons and Wojciech Ryeter, ''Efficient Parallel Algorithms'', Cambridge University Press. XINF PROCESSOS ESTOCÁSTICOS APLICADOS À COMPUTAÇÃO (45 hs, OBR, T:45 E:0 L:0) O conceito de Probabilidade; Probabilidade Condicionada; Teorema de Bayes; O conceito de Variáveis Aleatórias (VA); VA Discretas; VA Contínuas; Valor Esperado de VA; Variânvia de VA;VA Bi-Dimensionais; Desigualdade de Markov; Desigualdade de Tchebyshev; Coeficiente de Correlação; O conceito de Processos Estocásticos; Processos Discretos e Contínuos; Processo de Markov; Processo de Nascimento e Morte; Processos Semi Markovianos; Introdução a Teoria das Filas. S. Ross, ''Introduction to Probability Models'', Academic Press, ISBN , P.A.BARBETTA,, M.M.REIS,, A.C.BORNIA, ''Estatística para Cursos de Engenharia e Informática'' São Paulo, Editora Atlas, XINF PROGRAMAÇÃO EM LÓGICA (75 hs, OPT, T:75 E:0 L:0) Revisão de lógica (sentencial e 1ª ordem). Teorema de Hebrand. Resoluções. Programação em lógica. Prolog. [1]LLOYD, John w. Foudations of logic programing. Berli: Springer- Verlag, p [2]MANNA, Z.&WALDINGER. The Deductive Foundations of Computer Programming. Addison-Wesley Publishing Company, Inc, [3]CASANOVA, Marco A. et alii. Progrmação em lógica e a linguagem Prolog. São Paulo: Edgard Bliicher, p. [6]ARARIBOIA, G. Inteligência Artificial - Um Curso Prático, Rio de Janeiro, Livros Técnicos e Científicos Editora LTDA., [7]SHAPIRO, E. And STERLING, L. The Art of Prolog, Massachusetts, The MIT Press, [8]CLOCKSIN, W. F and MELLISH, C. S., Programing in Prolog, 2nd Edition, Springer
96 Verlag, New York, [9]Kowalski, R. Logic For Problem Solving, North-Holland, [10]MENDELSON,E. Introduction to Mathematical Logic. D. van Nostrand, 1964, 300p. XINF PROGRAMAÇÃO FUNCIONAL (60 hs, OPT, T:50 E:0 L:10) funções e categorias. relações e alegorias. derivação algébrica. derivação relacional. programação genérica. monads e arrows. estado e efeito colateral. aplicações: análise sintática, otimização, programação dinâmica. Richard Bird, Oege De Moor. ''Algebra of Programming''. Prentice Hall PTR; 1st edition (September 26, 1996). ISBN: X Richard Bird. ''Introduction to Functional Programming''. Prentice Hall (1998). ISBN: XINF PROGRAMAÇÃO I (60 hs, OBR, T:45 E:0 L:15) Funções e programação de computadores. Dados e funções. Expressões lógicas. Expressões condicionais. Tipos de dados atômicos e compostos. Programação aplicativa e por listas. Programação com recursão. - Programação para Principiantes: Uma abordagem Funcional. Apostila de programação editada pelo Departamento de Informática - CT/UFES. - Bird, R., Wadler, P., Introduction to Functional Programming, Prentice Hall, Meira, S., Introdução à Programação Funcional, VI Escola de Computação, HUGS - Haskell User Gofer System, Manual de utilização. - Polya, G., A Arte de Resolver Problemas, Editora Interciência Ltda, H. Abelson, A. Sussman, ''Structure and interpretation of Computer Programs'', The MIT Enginering and Computer Science Series. XINF PROGRAMAÇÃO II (60 hs, OBR, T:45 E:0 L:15) Introdução à construção de algoritmos. Tipos de dados elementares e estruturados. Estruturas de controle. Modularização de programas: unidades de programação e passagem de parâmetros. Estudo de uma linguagem de programação procedural. - B.W. Kerningham, e D.M. Ritchie, '' A Linguagem de Programação C''. - B. S. Gottfried, ''Programando em C'', Schaum MacGraw-Hill, H. SCHILDT, ''C completo e total'', 3ª ed. São Paulo: MakronBooks Programming in C. (URL: - Apostila de C. (URL: - Saliba, W. L. C., ''Técnicas de Programação: Uma abordagem estruturada'', Editora Makron Books Ltda., A. M. Guimarães, N.A.C. Lages, ''Algoritmos e Estruturas de Dados'', Livros Técnicos e Científicos Editora,
97 XINF PROGRAMAÇÃO III (60 hs, OBR, T:45 E:0 L:15) Programacao Orientada a Objetos: Classes e Objetos, Atributos e Métodos, Especificadores de Acesso, Herança, Classes e Métodos Abstratos, Polimorfismo, Classes e Métodos Genéricos, Tratamento de Exceções, Tratamento de Eventos, Estudo aprofundado de uma linguagem de programação orientada a objetos. R. Santos, ''Uma Introdução a Programação Orientada a Objetos Usando Java'', Ed. Campus, B. Stroustrup, ''A Linguagem de Programação C++'', 3a. edicao, Ed. Bookman. B. Eckel, ''Thinking in Java'', 3rd edition. B. Eckel, ''Thinking in C++'', Vol. I. B. Meyer, ''Object Oriented Software Construction''. INF PROGRAMACAO INTEIRA (60 hs, OPT, T:45 E:15 L:0) Modelos de problemas de programação inteira. Técnicas de planos de corte Enumeração implícita. Técnicas de enumeração Branch-and-Bound. O problema da mochila. Modelo de atribuição generalizada. Métodos de relaxação lagrangeana. XINF PROGRAMAÇÃO LINEAR E INTRODUÇÃO À OTIMIZAÇÃO (60 hs, OPT, T:60 E:0 L:0) Formulação de programas lineares. Solução gráfica. Método simplex. Geometria do método simplex. Dualidade. Análise de sensibilidade e paramétrica. Introdução à Otimização. - M. C. Goldbarg e H. P. L. Luna, ''Otimização Combinatória e Programação Linear'', Editora Campus, (livro texto) - A. Oliveira, P. Bregalda, e C. Bornstein, ''Introdução a Programação Linear'', Editora Campus, 3ª edição, N. Bazaraa, J. Jarvis e H. Sherali, ''Linear Programming and Network Flows'', Wiley- Interscience, 3ª edição, New York, USA V. Chvatal, ''Linear Programming'', Freeman, New York, USA, K. G. Murty, ''Linear Programming'', Wiley, INF PROGRAMACAO NAO LINEAR (60 hs, OPT, T:30 E:30 L:0) Modelos de programa não-linear. Condições de otimização. Conceito de algorítmo e sua convergência. Otimização não-linear Irrestrita. Funções de penalidade e barreira. Métodos de direções viáveis. XINF PROJETO DE GRADUAÇÃO I (60 hs, OBR, T:60 E:0 L:0) Projeto de Graduação XINF PROJETO DE GRADUAÇÃO II (60 hs, OBR, T:60 E:0 L:0) Projeto de Graduação
98 XINF PROJETO DE SISTEMAS DE SOFTWARE (60 hs, OPT, T:60 E:0 L:0) Princípios de Projeto de Software, Requisitos Não Funcionais e o Projeto de Sistemas, Projeto Arquitetural, Arquiteturas de Software, Noções de Projeto de Interface com o Usuário, Noções de Projeto de Dados, Projeto Detalhado de Sistemas de Software, Documentação do Projeto de Sistemas, Verificação e Validação do Projeto de Sistema, Reutilização no Projeto de Sistemas de Software. - R. Wazlawick, ''Análise e Projeto de Sistemas de Informação Orientados a Objetos'', Editora Campus, M. Blaha, J. Rumbaugh, ''Modelagem e Projetos Baseados em Objetos com UML 2'', Editora Campus, G. Booch, J. Rumbaugh, I. Jacobson, ''UML - Guia do Usuário'', 2ª edição, Editora Campus, R. S. Pressman, ''Engenharia de Software'', 6ª edição, Mc-Graw Hill, C. Larman, ''Utilizando UML e Padrões: Uma introdução à análise e ao projeto orientados a objetos'', 2ª edição, Bookman, D. A. Ruble, ''Practical Analysis and Design for Client/Server and GUI Systems'', Yourdon Press Computing Series, XINF REDES DE COMPUTADORES (60 hs, OBR, T:45 E:0 L:15) Introdução. Camada de rede, Camada de transporte. Camada de aplicação. Gerência de redes. Andrew Tanenbaum, ''Redes de Computadores'', Editora campus, 2003 William Stallings, ''Redes e Sistemas de Comunicação de Dados'', Editora Campus, 2005 James Kurose & Keith Ross, ''Redes de Computadores e a Internet: Uma Abordagem Top Down'', Addison Wesley, XINF SISTEMAS OPERACIONAIS (75 hs, OBR, T:60 E:0 L:15) Histórico. Classificação. Estrutura dos S.O. Mono e multi-programação. Processos. Técnicas de escalonamento de processos. Sincronização de processos. Threads. Gerência de memória em sistemas multiprogramados. Técnicas de gerência de memória real. Técnicas de gerência de memória virtual: paginação e segmentação. Sistemas de arquivos. Sistemas de E/S. Estudo de um sistema operacional real. - A. S. Tanenbaum, ''Sistemas Operacionais Modernos'', Editora Prentice-Hall, A. Silberschatz, G. Gagne e P. Baer Galvin, ''Fundamentos de Sistemas Operacionais'', Editora LTC, A. S. Tanenbaum e A. S. Woodhull, ''Sistemas operacionais: projeto e implementação'', 2a. edição, Editora Bookman, R. S. de Oliveira, A. S. Carissimi e S. S. Toscani, ''Sistemas Operacionais'', 2ª Edição (série didática da UFRGS), Editora Sagra-Luzzato, W. Stallings, ''Operating systems: internals and design principles'', Fourth edition, Editora Prentice-Hall,
99 XINF SISTEMAS OPERACIONAIS II (60 hs, OPT, T:60 E:0 L:0) Tópicos avançados em Sistemas Operacionais. XINF TELEPROCESSAMENTO (45 hs, OBR, T:45 E:0 L:0) Caracterização e elementos - Conceitos básicos de transmissão de dados - Modulação e modens - Terminais Concentradores e Multiplexadores - Códigos e erros - Protocolos: ARQ, FEC, STOP AND WAIT, HDLC, BSC Dimensionamento de redes de TP - Estudo de Casos. : Andrew Tanenbaum, ''Redes de Computadores'', Editora Campus, 2003 XINF TEORIA DOS GRAFOS (60 hs, OPT, T:60 E:0 L:0) Grafos e subgrafos. Conectividade. Ciclos. Hipergrafos. Álgebra de caminhos. Árvores e Arborecências. Coloração e vértices. Grafos orientados. Grafos Eulerianos e Hamiltonianos. - Paulo O. Boaventura Netto, ''Teoria e Modelos de Grafos'', Editora Edgard Blucher Ltda. - Jayme Luiz Szwarcfiter, ''Grafos e Algoritmos Computacionais'', Editora Campus. - N. Deo, ''Graph Theory with Applications to Engineering and Computer Science'', editora: Prentice-Hall, Inc., Alfred V. Aho, Joher E. Hopcroft e Jeffrey D. Ullman, ''Data Structures and Algorithmos'', Addison Wesley. XINF TÓPICOS ESPECIAIS EM ARQUITETURA DE COMPUTADORES I (60 hs, OPT, T:60 E:0 L:0) que abordam aspectos avançados em Arquitetura de Computadores. De acordo com a ementa proposta. XINF TÓPICOS ESPECIAIS EM ARQUITETURA DE COMPUTADORES II (60 hs, OPT, T:60 E:0 L:0) que abordam aspectos avançados em Arquitetura de Computadores. De acordo com a ementa proposta XINF TÓPICOS ESPECIAIS EM ARQUITETURA DE COMPUTADORES III (60 hs, OPT, T:60 E:0 L:0) que abordam aspectos avançados em Arquitetura de Computadores
100 De acordo com a ementa proposta. Universidade Federal do Espírito Santo XINF TÓPICOS ESPECIAIS EM ARQUITETURA DE COMPUTADORES IV (60 hs, OPT, T:60 E:0 L:0) que abordam aspectos avançados em Arquitetura de Computadores. De acordo com a ementa proposta. XINF TÓPICOS ESPECIAIS EM BANCO DE DADOS I (60 hs, OPT, T:60 E:0 L:0) que abordam aspectos avançados em Banco de Dados. De acordo com a ementa proposta. XINF TÓPICOS ESPECIAIS EM BANCO DE DADOS II (60 hs, OPT, T:60 E:0 L:0) que abordam aspectos avançados em Banco de Dados. De acordo com a ementa proposta XINF TÓPICOS ESPECIAIS EM BANCO DE DADOS III (60 hs, OPT, T:60 E:0 L:0) que abordam aspectos avançados em Banco de Dados. De acordo com a ementa proposta XINF TÓPICOS ESPECIAIS EM BANCO DE DADOS IV (60 hs, OPT, T:60 E:0 L:0) que abordam aspectos avançados em Banco de Dados. De acordo com a ementa proposta XINF TÓPICOS ESPECIAIS EM COMPILADORES I (60 hs, OPT, T:60 E:0 L:0) que abordam aspectos avançados em Compiladores
101 De acordo com a ementa proposta Universidade Federal do Espírito Santo XINF TÓPICOS ESPECIAIS EM COMPILADORES II (60 hs, OPT, T:60 E:0 L:0) que abordam aspectos avançados em Compiladores. De acordo com a ementa proposta XINF TÓPICOS ESPECIAIS EM COMPILADORES III (60 hs, OPT, T:60 E:0 L:0) que abordam aspectos avançados em Compiladores. De acordo com a ementa proposta XINF TÓPICOS ESPECIAIS EM COMPUTAÇÃO CIENTÍFICA I (60 hs, OPT, T:60 E:0 L:0) que abordam aspectos avançados em Computação Científica. De acordo com a ementa proposta XINF TÓPICOS ESPECIAIS EM COMPUTAÇÃO CIENTÍFICA II (60 hs, OPT, T:60 E:0 L:0) que abordam aspectos avançados em Computação Científica. De acordo com a ementa proposta XINF TÓPICOS ESPECIAIS EM COMPUTAÇÃO CIENTÍFICA III (60 hs, OPT, T:60 E:0 L:0) que abordam aspectos avançados em Computação Científica. De acordo com a ementa proposta XINF TÓPICOS ESPECIAIS EM COMPUTAÇÃO CIENTÍFICA IV (60 hs, OPT, T:60 E:0 L:0) que abordam aspectos avançados em Computação Científica
102 De acordo com a ementa proposta Universidade Federal do Espírito Santo XINF TÓPICOS ESPECIAIS EM COMPUTAÇÃO GRÁFICA I (60 hs, OPT, T:60 E:0 L:0) que abordam aspectos avançados em Computação Gráfica. De acordo com a ementa proposta. XINF TÓPICOS ESPECIAIS EM COMPUTAÇÃO GRÁFICA II (60 hs, OPT, T:60 E:0 L:0) que abordam aspectos avançados em Computação Gráfica. De acordo com a ementa proposta. XINF TÓPICOS ESPECIAIS EM COMPUTAÇÃO GRÁFICA III (60 hs, OPT, T:60 E:0 L:0) que abordam aspectos avançados em Computação Gráfica. De acordo com a ementa proposta. XINF TÓPICOS ESPECIAIS EM ENGENHARIA DE SOFTWARE I (60 hs, OPT, T:60 E:0 L:0) que abordam aspectos avançados em Engenharia de Software. De acordo com a ementa proposta XINF TÓPICOS ESPECIAIS EM ENGENHARIA DE SOFTWARE II (60 hs, OPT, T:60 E:0 L:0) que abordam aspectos avançados em Engenharia de Software. De acordo com a ementa proposta XINF TÓPICOS ESPECIAIS EM ENGENHARIA DE SOFTWARE III (60 hs, OPT, T:60 E:0 L:0)
103 que abordam aspectos avançados em Engenharia de Software. De acordo com a ementa proposta XINF TÓPICOS ESPECIAIS EM ENGENHARIA DE SOFTWARE IV (60 hs, OPT, T:60 E:0 L:0) que abordam aspectos avançados em Engenharia de Software. De acordo com a ementa proposta XINF TÓPICOS ESPECIAIS EM INFORMÁTICA I (60 hs, OPT, T:60 E:0 L:0) que abordam aspectos avançados em Informática. De acordo com a ementa proposta XINF TÓPICOS ESPECIAIS EM INFORMÁTICA II (60 hs, OPT, T:60 E:0 L:0) que abordam aspectos avançados em Informática. De acordo com a ementa proposta XINF TÓPICOS ESPECIAIS EM INFORMÁTICA III (60 hs, OPT, T:60 E:0 L:0) que abordam aspectos avançados em Informática. De acordo com a ementa proposta XINF TÓPICOS ESPECIAIS EM INFORMÁTICA IV (60 hs, OPT, T:60 E:0 L:0) que abordam aspectos avançados em Informática. De acordo com a ementa proposta XINF TÓPICOS ESPECIAIS EM INFORMÁTICA NA EDUCAÇÃO I (60 hs, OPT, T:60 E:0 L:0)
104 que abordam aspectos avançados em Informática na Educação. De acordo com a ementa proposta XINF TÓPICOS ESPECIAIS EM INFORMÁTICA NA EDUCAÇÃO II (60 hs, OPT, T:60 E:0 L:0) que abordam aspectos avançados em Informática na Educação. De acordo com a ementa proposta XINF TÓPICOS ESPECIAIS EM INFORMÁTICA NA EDUCAÇÃO III (60 hs, OPT, T:60 E:0 L:0) que abordam aspectos avançados em Informática na Educação. De acordo com a ementa proposta XINF TÓPICOS ESPECIAIS EM INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL I (60 hs, OPT, T:60 E:0 L:0) que abordam aspectos avançados em Inteligência Artificial. De acordo com a ementa proposta XINF TÓPICOS ESPECIAIS EM INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL II (60 hs, OPT, T:60 E:0 L:0) que abordam aspectos avançados em Inteligência Artificial. De acordo com a ementa proposta XINF TÓPICOS ESPECIAIS EM INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL III (60 hs, OPT, T:60 E:0 L:0) que abordam aspectos avançados em Inteligência Artificial. De acordo com a ementa proposta
105 XINF TÓPICOS ESPECIAIS EM INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL IV (60 hs, OPT, T:60 E:0 L:0) que abordam aspectos avançados em Inteligência Artificial. De acordo com a ementa proposta XINF TÓPICOS ESPECIAIS EM INTERFACE HUMANO-COMPUTADOR I (60 hs, OPT, T:60 E:0 L:0) que abordam aspectos avançados em Interface Humano-Computador. De acordo com a ementa proposta XINF TÓPICOS ESPECIAIS EM INTERFACE HUMANO-COMPUTADOR II (60 hs, OPT, T:60 E:0 L:0) que abordam aspectos avançados em Interface Humano-Computador. De acordo com a ementa proposta XINF TÓPICOS ESPECIAIS EM INTERFACE HUMANO-COMPUTADOR III (60 hs, OPT, T:60 E:0 L:0) que abordam aspectos avançados em Interface Humano-Computador. De acordo com a ementa proposta XINF TÓPICOS ESPECIAIS EM INTERFACE HUMANO-COMPUTADOR IV (60 hs, OPT, T:60 E:0 L:0) que abordam aspectos avançados em Interface Humano-Computador. De acordo com a ementa proposta XINF TÓPICOS ESPECIAIS EM LÓGICA PARA COMPUTAÇÃO I (60 hs, OPT, T:60 E:0 L:0) que abordam aspectos avançados em Lógica para Computação
106 De acordo com a ementa proposta Universidade Federal do Espírito Santo XINF TÓPICOS ESPECIAIS EM LÓGICA PARA COMPUTAÇÃO II (60 hs, OPT, T:60 E:0 L:0) que abordam aspectos avançados em Lógica para Computação. De acordo com a ementa proposta XINF TÓPICOS ESPECIAIS EM LÓGICA PARA COMPUTAÇÃO III (60 hs, OPT, T:60 E:0 L:0) que abordam aspectos avançados em Lógica para Computação. De acordo com a ementa proposta XINF TÓPICOS ESPECIAIS EM LÓGICA PARA COMPUTAÇÃO IV (60 hs, OPT, T:60 E:0 L:0) que abordam aspectos avançados em Lógica para Computação. De acordo com a ementa proposta XINF TÓPICOS ESPECIAIS EM OTIMIZAÇÃO I (60 hs, OPT, T:60 E:0 L:0) que abordam aspectos avançados em Otimização. De acordo com a ementa proposta XINF TÓPICOS ESPECIAIS EM OTIMIZAÇÃO II (60 hs, OPT, T:60 E:0 L:0) que abordam aspectos avançados em Otimização. De acordo com a ementa proposta XINF TÓPICOS ESPECIAIS EM OTIMIZAÇÃO III (60 hs, OPT, T:60 E:0 L:0) que abordam aspectos avançados em Otimização
107 De acordo com a ementa proposta Universidade Federal do Espírito Santo XINF TÓPICOS ESPECIAIS EM OTIMIZAÇÃO IV (60 hs, OPT, T:60 E:0 L:0) que abordam aspectos avançados em Otimização. De acordo com a ementa proposta XINF TÓPICOS ESPECIAIS EM PROCESSAMENTO DE IMAGENS I (60 hs, OPT, T:60 E:0 L:0) que abordam aspectos avançados em Processamento de Imagens. De acordo com a ementa proposta XINF TÓPICOS ESPECIAIS EM PROCESSAMENTO DE IMAGENS II (60 hs, OPT, T:60 E:0 L:0) que abordam aspectos avançados em Processamento de Imagens. De acordo com a ementa proposta XINF TÓPICOS ESPECIAIS EM PROCESSAMENTO DE IMAGENS III (60 hs, OPT, T:60 E:0 L:0) que abordam aspectos avançados em Processamento de Imagens. De acordo com a ementa proposta XINF TÓPICOS ESPECIAIS EM PROCESSAMENTO PARALELO I (60 hs, OPT, T:60 E:0 L:0) que abordam aspectos avançados em Processamento Paralelo. De acordo com a ementa proposta. XINF TÓPICOS ESPECIAIS EM PROCESSAMENTO PARALELO II (60 hs, OPT, T:60 E:0 L:0)
108 que abordam aspectos avançados em Processamento Paralelo. De acordo com a ementa proposta. XINF TÓPICOS ESPECIAIS EM PROCESSAMENTO PARALELO III (60 hs, OPT, T:60 E:0 L:0) que abordam aspectos avançados em Processamento Paralelo. De acordo com a ementa proposta. XINF TÓPICOS ESPECIAIS EM PROCESSAMENTO PARALELO IV (60 hs, OPT, T:60 E:0 L:0) que abordam aspectos avançados em Processamento Paralelo. De acordo com a ementa proposta. XINF TÓPICOS ESPECIAIS EM PROGRAMAÇÃO I (60 hs, OPT, T:60 E:0 L:0) que abordam aspectos avançados em Programação. De acordo com a ementa proposta. XINF TÓPICOS ESPECIAIS EM PROGRAMAÇÃO II (60 hs, OPT, T:60 E:0 L:0) que abordam aspectos avançados em Programação. De acordo com a ementa proposta. XINF TÓPICOS ESPECIAIS EM PROGRAMAÇÃO III (60 hs, OPT, T:60 E:0 L:0) que abordam aspectos avançados em Programação. De acordo com a ementa proposta
109 XINF TÓPICOS ESPECIAIS EM REDES DE COMPUTADORES I (60 hs, OPT, T:60 E:0 L:0) que abordam aspectos avançados em Redes de Computadores. De acordo com a ementa proposta XINF TÓPICOS ESPECIAIS EM REDES DE COMPUTADORES II (60 hs, OPT, T:60 E:0 L:0) que abordam aspectos avançados em Redes de Computadores. De acordo com a ementa proposta XINF TÓPICOS ESPECIAIS EM REDES DE COMPUTADORES III (60 hs, OPT, T:60 E:0 L:0) que abordam aspectos avançados em Redes de Computadores. De acordo com a ementa proposta XINF TÓPICOS ESPECIAIS EM REDES DE COMPUTADORES IV (60 hs, OPT, T:60 E:0 L:0) que abordam aspectos avançados em Redes de Computadores. De acordo com a ementa proposta XINF TÓPICOS ESPECIAIS EM SISTEMAS OPERACIONAIS I (60 hs, OPT, T:60 E:0 L:0) que abordam aspectos avançados em Sistemas Operacionais. De acordo com a ementa proposta. XINF TÓPICOS ESPECIAIS EM SISTEMAS OPERACIONAIS II (60 hs, OPT, T:60 E:0 L:0) que abordam aspectos avançados em Sistemas Operacionais
110 De acordo com a ementa proposta. Universidade Federal do Espírito Santo XINF TÓPICOS ESPECIAIS EM SISTEMAS OPERACIONAIS III (60 hs, OPT, T:60 E:0 L:0) que abordam aspectos avançados em Sistemas Operacionais. De acordo com a ementa proposta. XINF TÓPICOS ESPECIAIS EM SISTEMAS OPERACIONAIS IV (60 hs, OPT, T:60 E:0 L:0) que abordam aspectos avançados em Sistemas Operacionais. De acordo com a ementa proposta. XINF TÓPICOS ESPECIAIS EM TEORIA DA COMPUTAÇÃO I (60 hs, OPT, T:60 E:0 L:0) que abordam aspectos avançados em Teoria da computação. De acordo com a ementa proposta XINF TÓPICOS ESPECIAIS EM TEORIA DA COMPUTAÇÃO II (60 hs, OPT, T:60 E:0 L:0) que abordam aspectos avançados em Teoria da computação. De acordo com a ementa proposta XINF TÓPICOS ESPECIAIS EM TEORIA DA COMPUTAÇÃO III (60 hs, OPT, T:60 E:0 L:0) que abordam aspectos avançados em Teoria da computação. De acordo com a ementa proposta XINF TÓPICOS ESPECIAIS EM TEORIA DA COMPUTAÇÃO IV (60 hs, OPT, T:60 E:0 L:0)
111 que abordam aspectos avançados em Teoria da computação. De acordo com a ementa proposta
112 CMAT ÁLGEBRA LINEAR (75 hs, OBR, T:75 E:0 L:0) Vetores no espaço. Retas e planos. O espaço Rn. Sistemas de equações lineares. Matrizes: operações com matrizes. Determinantes: propriedades. Espaços vetoriais: subespaços, combinação linear, base e dimensão. Autovalores e autovetores. Diagonalização de operadores lineares. Espaços com produto interno. Diagonalização de matrizes simétricas e aplicações. 1. Boldrini, José Luiz e outros. Álgebra Linear. 3ª edição. Editora Harbra. CMAT CÁLCULO I (90 hs, OBR, T:90 E:0 L:0) Funções reais de uma variável real. Limite. Continuidade. Diferenciação. Funções Transcendentes (trigonométricas, logarítmicas, exponenciais, hiperbólicas). Regra de L Hospital. Aplicações da derivada (traçado de gráficos, máximos e mínimos, movimento retilíneo). Integral indefinida. Integral definida e o Teorema Fundamental do Cálculo. Aplicações da Integral Definida na Geometria (áreas, volumes, comprimentos) na Física e na Engenharia.Técnicas de integração (integração por partes, frações parciais, substituições trigonométricas). 1. Anton, Howard. Cálculo: Um Novo Horizonte. Vol 1, 6ª edição, Editora Bookman. 2. Stewart,James. Cálculo. Vol. 1, 5ª edição, Editora Thomson. CMAT CÁLCULO II (90 hs, OBR, T:90 E:0 L:0) Integrais impróprias. Equações canônicas das Cônicas. Curvas no espaço. Velocidade e aceleração. Superfícies quádricas. Integrais impróprias. Funções de duas e três variáveis. Diferenciação parcial. Máximos e mínimos. Integração dupla e tripla. Integral em coordenadas polares, cilíndricas e esféricas. Integrais de linha e de superfícies de funções reais e aplicações. 1. Anton, Howard. Cálculo: Um Novo Horizonte. Vol 1 e 2, 6ª edição, Editora Bookman. 2. Stewart,James. Cálculo. Vol. 1, 5ª edição, Editora Thomson. CMAT CÁLCULO III A (90 hs, OBR, T:90 E:0 L:0) Integral de linha e de superfícies de campos vetoriais. Teoremas de Green, Gauss e Stokes. Equações diferenciais ordinárias de 1a ordem. O teorema de existência e unicidade para equações lineares de 2a ordem. Equações diferenciais lineares de ordem superior. O método da variação dos parâmetros. Transformada de Laplace. Sistemas de equações diferenciais lineares. Séries numéricas. Séries de Taylor. Soluções de equações diferenciais ordinárias por séries - Equações de Legendre e Bessel. Problemas clássicos de equações diferenciais parciais. 1. Anton, Howard. Cálculo: Um Novo Horizonte. Vol 2, 6ª edição, Editora Bookman. 2. Stewart,James. Cálculo. Vol. 1, 5ª edição, Editora Thomson. 3. Boyce & Diprima, Equações Diferenciais Elementares e Problemas de Valores de Contorno,
113 3a. Edição, Editora Guanabara Dois, Rio de Janeiro,
114 QUI QUÍMICA A (75 hs, OBR, T:45 E:0 L:30) Teoria atômica e estequiometria química. Núcleo atômico. Elementos, compostos e Terra. Gases e pressão atmosférica. Química e meio ambiente. Termodinâmica, calor, trabalho e energia. Líquidos e mudança de estado. Propriedades da solução e estado coloidal. Equilíbrio de processos e da fase gasosa. Termodinâmica: reversibilidade, entropia e energia livre. Equilíbrio: equilíbrio iônico em soluções aquosas. Equilíbrio: Ácidos e Bases. Teoria atômica. Estrutura atômica: Ligações e propriedades. Estrutura molecular: Ligações e propriedades. O estado sólido. Eletroquímica. Cinética. Teoria e prática de Química Orgânica. Bioquímica. 1. FINE, L. W.; BEALL, H. Chemistry for Engineers and Scientists. Saunders College Publishing p. 2. ATKINS, Peter; JONES, Loretta Chemistry Molecules, Matter, and Change. 3rd Edition. New York. W. H. Freeman and Company p. ISBN: X. 3. BRADY, James E. General Chemistry Principles and Structure. 5th Edition. John Wiley & Sons p. ISBN: DAINTITH, John A Dictionary of Chemistry. 3rd Edition. New York. Oxford University Press p. ISBN:
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