MANUAL PRÁTICO ARI 03
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- Betty Domingos Cortês
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1 MANUAL PRÁTICO ARI 03 INSPEÇÃO E SUBISTITUIÇÃO DE CINTAS DE POLIÉSTER Desenvolvido por Gustavo Cassiolato
2 A importância da inspeção inspeção ins.pe.ção sf(latinspectione)1ação de ver, de olhar, de observar.2 Exame, vistoria.3lance de olhos.4cargo de inspetor.5 Superintendência.6Exame de recrutas.7repartição ou coletividade encarregada de inspecionar. A inspeção em cintas de poliéster é de grande importância para garantir a segurança dos usuários e das cargas a serem içadas. Sua metodologia se baseia desde o recebimento do material até sua aplicação final. Referência Esse manual prático tem como referência a norma de cintas têxteisparaelevaçãodecargasen1492-parte1e2
3 Inspeção inicial Ao receber um novo lote de cinta de poliéster a ser utilizado, deve-se verificar que o material esteja conforme o solicitado em projeto, pelo manual do equipamento ou pelas características coletadas da cinta de poliéster anterior. Inspeção visual diária O usuário deve a cada dia de trabalho, verificar todas a partes visíveis da cinta de poliéster em operação com o intuito de detectar sinais de deterioração e desgaste. Inspeção periódica A inspeção periódica deve ser executada por uma pessoa treinada e preparada para tal finalidade. Sua frequência pode ser estabelecida por: a) Os requisitos previstos em lei nacional; b) O tipo de equipamento e as condições ambientais a qual o mesmo está exposto; c) Resultados de inspeções anteriores; d) Tempo de serviço das cintas de poliéster. Observações 1. Caso a cinta de poliéster esteja próximo de sua troca, devese reduzir o intervalo de tempo entre as inspeções.
4 Inspeção em cintas de poliéster O uso seguro das cintas de poliéster podem ser comprometidos com a existência dos seguintes defeitos ou danos, como segue: a) Desfiamento da superfície As fibras da superfície podem ser desfiadas no decorrer de sua utilização, geradas por abrasão. Deve-se analisar a intensidade do desfiamento, uma vez que pode comprometer a resistência da cinta de poliéster, sendo necessário o seu descarte. b) Cortes transversais Os cortes que ocorrem no sentido transversal das cintas de poliéster são gerados por contatos com cantos vivos ou abrasivos ou ainda quando surge uma tensão desequilibrada. O descarte deve ocorrer quando o corte transversal for superior a 10% da largura da cinta de poliéster.
5 c) Cortes longitudinais Os cortes longitudinais ocorrem quando a cinta de poliéster é utilizada em uma superfície não plana da carga como quinas, e cargas com largura inferior a da cinta de poliéster. O descarte deve ocorrer quando o corte longitudinal for superior a 10% da largura da cinta de poliéster. d) Danos por temperatura As cintas fabricadas em poliéster são dimensionadas a trabalhar em ambientes com as seguinte faixa de temperatura: -40 Ca+100 C Verifica-se superficialmente esse danos como: a aparência lisa e brilhante e, em casos extremos, através da fusão das fibras.
6 e) Ataques químicos Produtos químicos em contato com as cintas de poliéster acarretam no enfraquecimento do material e apresentam perda de área e amolecimento da cinta de poliéster. A identificação desse dano é a descamação na superfície e deve-se descartar toda cinta de poliéster que apresentar significativa perda de área referente a esse tipo de dano. f) Olhais reforçados As Cintas de poliéster devem ter ser pontos de fixação, ou seja os olhais íntegros. A presença de abrasão severa pode levar a ruptura do olhal quando a cinta for colocada em uso. Recomenda-se a inspeção criteriosa nos olhais. Observações 1) As cintas de poliéster danificadas podem ser reparadas pelo fabricante, uma vez que o dano não comprometa a sua resistência. 2) As cintas de poliéster podem ser limpas com sabão neutro para a retirada de poeira, graxa, óleo, etc e não pode ser colocada em locais quentes após sua lavagem.
7 Comercial Ari Rua Marquês de Valença, 465 -Mooca Fone:(11) Fax: (11) Comercial Ari Ltda Todos direitos reservados - ARI 03 Revisão 01 01/08/2008
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