Flora da Bahia: Theaceae
|
|
|
- Aníbal Lopes Pereira
- 9 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 DOI: /scb759 ARTIGO Flora da Bahia: Theaceae Lucas Cardoso Marinho 1*, Wallace Messias Barbosa São-Mateus 2,a, Grênivel Mota da Costa 3,b & André Márcio Amorim 1,4,c 1 Programa de Pós-graduação em Botânica, Departamento de Ciências Biológicas, Universidade Estadual de Feira de Santana, Bahia, Brasil. 2 Programa de Pós-graduação em Sistemática e Evolução, Universidade Federal do Rio Grande do Norte, Campus Universitário Lagoa Nova, Natal, Rio Grande do Norte, Brasil. 3 Universidade Federal do Recôncavo da Bahia, CCAAB, Cruz das Almas, Bahia, Brasil. 4 Departamento de Ciências Biológicas, Universidade Estadual de Santa Cruz, Ilhéus & Centro de Pesquisas do Cacau, Herbário CEPEC, Itabuna, Bahia, Brasil. Resumo É apresentando o levantamento florístico de Theaceae para o estado da Bahia, Brasil. Apenas Laplacea fruticosa é registrada para o estado. São apresentados descrição, ilustração e comentários gerais para os táxons, além de mapa de distribuição geográfica da espécie na Bahia. Palavras-chave adicionais: Ericales, Gordonia, Laplacea, taxonomia. Abstract (Flora of Bahia: Theaceae) A floristic survey of the Theaceae at Bahia state, Brazil, is presented. Only Laplacea fruticosa is recognized in the state. Description, illustration and general notes on the taxa, as well as geographical distribution map of species in Bahia are presented. Additional key words: Ericales, Gordonia, Laplacea, taxonomy. THEACEAE Árvores ou arbustos perenifólios, ramos glabros a pubescentes. Folhas alternas, simples, sésseis a pecioladas, dísticas; lâminas oblanceoladas a elípticas, cartáceas a coriáceas, base cuneada a decorrente, margens inteiras, denticuladas e/ou serreadas, ápice agudo a obtuso, nervação cladódroma. Inflorescências terminais ou axilares, geralmente unifloras; bractéolas 2 ou muitas, caducas. Flores bissexuadas, actinomorfas; sépalas 4, 5 ou muitas, livres ou unidas na base, imbricadas, geralmente persistentes; pétalas 5 ou muitas, livres ou fundidas, imbricadas; estames 5 ou muitos, dispostos em ciclos, filetes livres ou unidos na base, anteras rimosas, dorsifixas; ovário súpero, 4 6( 10)-carpelar, placentação apical-axilar ou axilar, 4 ou muitos óvulos por lóculo, estiletes livres ou unidos, estigma capitado ou lobado. Cápsulas com muitas sementes; embrião curvo. Theaceae encontra-se posicionada na ordem Ericales. Análises filogenéticas utilizando marcadores plastidiais (Prince & Parks 2001) demonstraram que Theaceae sensu Cronquist (1981) não é monofilética. Em sua circunscrição atual, a família está restrita à subfamília Theoideae (sensu Cronquist), com nove gêneros, aproximadamente 195 espécies e distribuição pantropical (Prince 2007). No Brasil, ocorre apenas o gênero Laplacea (Bitrtrich 2015). * Autor para correspondência: [email protected]; a [email protected]; b [email protected]; c [email protected] Editor responsável: Alessandro Rapini Submetido: 31 jan. 2015; aceito: 8 abr Publicação eletrônica: 28 abr. 2015; versão final: 6 maio Laplacea Kunth Árvores ou arbustos. Folhas dispostas no ápice dos ramos, pecioladas, glabras ou não; lâmina coriácea a subcoriácea, geralmente assimétrica, margens serreadas, raramente inteiras, ápice agudo a arredondado, base atenuada, nervuras salientes na face adaxial. Inflorescências terminais. Flores com 5 ou muitas sépalas, desiguais, coriáceas, caducas, frequentemente seríceas na face abaxial; pétalas 5 ou muitas, brancas, creme ou amarelas, desiguais, membranáceas, parcialmente seríceas na face abaxial, livres ou fundidas na base; estames numerosos, dispostos em 3 ou 5 ciclos, livres, filetes adnatos à base das pétalas; ovário globoso a oval, glabro ou seríceo, 4- ou 5( 10)-locular, placentação apical-axilar ou axilar, 4( 6) óvulos por lóculo. Cápsulas loculicidas lenhosas; sementes aladas. Laplacea possui distribuição pantropical, com três espécies nas Américas e cerca de 15 espécies no leste asiático (Bittrich & Weitzman 2002; Prince 2007; Stevens 2015). No Brasil, Laplacea fruticosa é a única representante do gênero (Bittrich 2015). A relação entre Laplacea e Gordonia J.Ellis é controversa e esses gêneros foram algumas vezes tratados como sinônimos (Sealy 1958; Keng 1980). Adotamos aqui a classificação de Prince & Parks (2001), considerando Laplacea um gênero a parte, sendo este, também, o posicionamento adotado na lista da Flora do Brasil (Bittrich 2015) Laplacea fruticosa (Schrad.) Kobuski, J. Arnold Arbor. 28(4): Wikstroemia fruticosa Schrad., Gött. Gel. Anz. 1821: Figuras 1 3. Árvores ou arbustos, 5 30 m alt.; ramos jovens pubescentes. Lâmina foliar ,2 4 cm, elíptica ISSN Sitientibus série Ciências Biológicas 15
2 Figura 1. Laplacea fruticosa: A- detalhe da face abaxial da lâmina foliar mostrando a margem serreada; B- ramo com flor; C- pétalas e estames; D- detalhe da flor evidenciando os estames; E- detalhe da flor evidenciando o cálice, uma pétala e o gineceu (Amorim 6526; fotos: A.M. Amorim). a oblanceolada, margens inteiras ou 1/3 ou 2/3 superiores serreados, glabras na face adaxial, levemente pubescentes na abaxial, assimétricas ou não; pecíolo 2 8 mm compr. Inflorescências unifloras; bractéolas 2, ca. 7 mm compr., suborbiculares. Botões florais verdes, seríceos. Flores com pedicelo 5 10 mm compr.; sépalas 5, 0,8 1,3 1,2 1,5 cm, cremeesverdeadas, suborbiculares, base truncada, ápice arredondado; pétalas 5, 1,7 2,5 1,2 1,9 cm, brancas a creme, livres, obovadas, base truncada, ápice arredondado, retuso a emarginado, face adaxial glabra, face abaxial serícea; estames ca. 100, amarelos a creme, dispostos em 5 ciclos, inseridos na base das pétalas, filetes 3 5 mm compr., anteras 1 2 mm compr.; ovário 3 5 mm compr., 5-locular, estiletes 5, 2,5 4 mm compr., glabros, estigmas sublobados. Cápsulas seríceas tornando-se glabrescentes na maturação, 1,8 2,5 1 1,5 cm, obovadas, 5-valvar, valvas bifurcadas. Laplacea fruticosa é amplamente distribuída na América tropical, sendo encontrada desde Honduras até a Bolívia (Kobuski 1950; Woodson et al. 1967). No Brasil, ocorre da Amazônia à Região Sul (Accardo- Filho 2004; Bittrich 2015). C7, D7, E6, F5, F6, H8 e I8: campo rupestre e floresta ombrófila densa montana, em altitudes de 250 a 1750 m. Coletada com botões a partir de agosto, flores de setembro a abril e frutos em junho. Material selecionado Abaíra, Gregória, 13º17 S, 41º54 W, 15 dez (fl.), W. Ganev et al (CEPEC, HUEFS); Andaraí, 12º48 S, 41º20 W, 17 set (fl.), G. Hatschbach (CEPEC, HRB); Barra da Estiva, Morro do Ouro, 13º42 S, 41º18 W, 16 nov (fl.), R.M. Harley et al (CEPEC); Camacan, RPPN Serra Bonita, 15º23 30 S, 39º33 55 W, 22 out (fl.), A.M. Amorim et al (CEPEC); Lençóis, 12º27 03 S 41º25 07 W, 9 jun (fr.), M.T.S. Stradmann et al. 205 (ALCB); Miguel Calmon, Piemonte da Diamantina, 11º20 43 S, 40º31 15 W, 31 ago (bot.), T.F. Nogueira et al. 22 (ALCB); 2
3 Figura 2. Laplacea fruticosa: A- ramo com flores; B- folha em vista abaxial (morfotipo simétrico); C- botão floral; D- flor; E- pétala, face abaxial; F- gineceu (A, C F- Harley 27742; B- Amorim 6526; ilustrado por M. Teixeira e L. Marinho). 3
4 em 1/3 do comprimento e, geralmente, possuem o hábito arbustivo, alcançando cerca de 8 m de altura. Esses caracteres, entretanto, não foram considerados suficientes para reconhecer L. acutifolia como espécie a parte. Além disso, indivíduos com lâminas foliares simétricas foram registrados também para áreas de campo rupestre. AGRADECIMENTOS Ao CNPq, pela bolsa concedida a LCM e pela bolsa de Produtividade em Pesquisa concedida a AMA (# /2012 4). REFERÊNCIAS Figura 3. Distribuição geográfica de Laplacea fruticosa no estado da Bahia. Mucugê, 12º59 12 S, 41º20 39 W, 19 set (bot.), M.L. Guedes et al (ALCB, CEPEC); Pindobaçu, Serra da Fumaça, 10º39 S, 40º22 W, 26 out (fl.), L.A. Sousa 160 (HUEFS); Porto Seguro, PARNA Monte Pascoal, 15º15 53 S, 40º34 29 W, 14 nov (fl.), W.W. Thomas et al (CEPEC); Rio de Contas, Pico das Almas, 13º32 S, 41º57 W, 31 nov (fl.), R.M. Harley et al (CEPEC); Rio do Pires, Campo do Cigano, 13º07 40 S, 42º17 31 W, 1 abr (fl.), F.H.F Nascimento et al. 371 (ALCB, HUEFS). Laplacea fruticosa é comumente confundida com espécies de Kielmeyera Mart. & Zucc. (Calophyllaceae) pelo formato das flores, pétalas alvas, estames numerosos e pelos frutos do tipo cápsula, com sementes aladas. Pode ser imediatamente diferenciada de Kielmeyera pela ausência de látex e pelas lâminas foliares geralmente assimétricas, com margens serreadas do terço superior à base. Além disso, as inflorescências em Kielmeyera são terminais, em racemo ou panícula, a prefloração do cálice é quincuncial e o gineceu possui apenas um estilete (vs. inflorescências unifloras, cálice com prefloração não quincuncial e cinco estiletes) (Bittrich 2003). Nos espécimes de Laplacea fruticosa da Bahia, o formato e a margem da lâmina foliar apresentam variação. Em alguns indivíduos, principalmente os provenientes das áreas de floresta ombrófila, as lâminas foliares são simétricas com margens serreadas em 2/3 do comprimento, além de serem árvores que atingem cerca de 30 m de altura. Indivíduos com essas características foram tratados como Laplacea acutifolia (Wawra) Kobuski, considerado sinônimo de L. fruticosa por Bittrich (2015). Os espécimes encontrados em campo rupestre geralmente possuem lâminas foliares assimétricas com margens serreadas Accardo-Filho, M.A.P Theaceae no Estado do Rio de Janeiro. Dissertação de Mestrado. Museu Nacional/UFRJ, Rio de Janeiro. Bittrich, V Clusiaceae. In: M.G.L. Wanderley, G.J. Shepherd, A.M. Giulietti, M. Kirizawa & T.S. Melhem (eds), Flora Fanerogâmica do Estado de São Paulo. Vol. 3. Fapesp e RiMa, São Paulo, p Bittrich, V Theaceae. In: Lista de Espécies da Flora do Brasil. Jardim Botânico do Rio de Janeiro. Disponível em acesso em 10 jan Bittrich, V. & Weitzman, A.L Theaceae. In: M.G.L. Wanderley, G.F. Shepherd, A.M. Giulietti & T.S. Melhem (eds). Flora Fanerogâmica do Estado de São Paulo. Vol. 2. Ed. Hucitec, São Paulo, p Cronquist, A Theales. In: A. Cronquist (ed.), An Integrated System of Classification of Flowering Plants. Columbia University Press, New York, p Keng, H On the unification of Laplacea and Gordonia (Theaceae). Gardens Bulletin (Singapore) 33: Kobuski, C.E Studies in the Theaceae XX: notes on the South and Central American species of Laplacea. Journal of the Arnold Arboretum 31(4): Prince, L.M A brief nomenclatural review of genera and tribes in Theaceae. Aliso 24: Prince, L.M. & Parks, C.R Phylogenetic relationships of Theaceae inferred from chloroplast DNA sequence data. American Journal of Botany 88(12): Sealy, J.R A Revision of the Genus Camellia. The Royal Horticultural Society, London. Stevens, P.F Theaceae. In: Angiosperm Phylogeny Website. Version 12, July 2012 [and more or less continuously updated since]. Disponível em: research/apweb/; acesso em 5 jan Woodson, R.E.; Schery, R.W. & Rodyns, A Flora of Panama. Part VI. Family 122. Theaceae. Annals of the Missouri Botanical Garden 54:
5 LISTA DE EXSICATAS Amorim, A.M. 6526; Atkins, S. 4826; Conceição, A.S. 452; França, F. 1034; Ganev, W. 1500, 2616, 2619, 2649, 2650, 3169; Guedes, M.L. 6118, 6169, 20137; Harley, R.M , 26464, 27742, 30359, 50358, 53996; Hatschbach, G ; Hurbath, F. 155; Nascimento, F.H.F. 194, 230, 254, 281, 371, 660; Nogueira, T.F. 21, 22; Oliveira, R.P. 81; Ribeiro-Filho, A.A. 92; Saar, E. 4826; Santana, F.A. 12; Santos, A.K.A. 156; Sousa, L.A. 160; Stradmann, M.T.S. 92, 205; Thomas, W.W ; Vieira, T.L. 16, 21. 5
1.6. Sida acuta Burm. Fl. Ind Prancha 1, fig. A.
18 1.5. Sidastrum paniculatum (L.) Fryxell, Brittonia 30(4): 453. 1978. Prancha 1, fig. H. Arbusto, ca. 1-3 m alt.; ramos cilíndricos, pubescentes, tricomas estrelados; estípulas ca. 3-6 x 1-2 mm, lanceoladas,
FLÓRULA DO MORRO DOS PERDIDOS, SERRA DE ARAÇATUBA, PARANÁ, BRASIL: Aquifoliaceae
FLÓRULA DO MORRO DOS PERDIDOS, SERRA DE ARAÇATUBA, PARANÁ, BRASIL: Aquifoliaceae Floristc survey on the Morro dos Perdidos, Serra de Araçatuba, Paraná, Brazil: Aquifoliaceae Marcelo Leandro Brotto 1, Timni
MALPIGHIACEAE JUSS. EM UM AFLORAMENTO ROCHOSO NO SEMIÁRIDO PARAIBANO
MALPIGHIACEAE JUSS. EM UM AFLORAMENTO ROCHOSO NO SEMIÁRIDO PARAIBANO Stefanny Martins de Souza 1 ; Fernanda Kalina da Silva Monteiro 1 ; José Iranildo Miranda de Melo 1 Universidade Estadual da Paraíba,
O GÊNERO PHYLLANTHUS L. (EUPHORBIACEAE) NA CHAPADA DIAMANTINA, BAHIA, BRASIL 1
Acta bot. bras. 17(2): 265-278. 2003 265 O GÊNERO PHYLLANTHUS L. (EUPHORBIACEAE) NA CHAPADA DIAMANTINA, BAHIA, BRASIL 1 Daniela Santos Carneiro Torres 2 Inês Cordeiro 3 Ana Maria Giulietti 2 Recebido em
IPOMOEA INCARNATA (VAHL) CHOISY: UM NOVO REGISTRO DE CONVOLVULACEAE JUSS. PARA A PARAÍBA
IPOMOEA INCARNATA (VAHL) CHOISY: UM NOVO REGISTRO DE CONVOLVULACEAE JUSS. PARA A PARAÍBA Ana Paula da Silva Lima 1 ; Leonardo Tavares da Silva 1 ; Eduardo de Souza Silva¹; José Iranildo Miranda de Melo
Luiza Ramos Senna 1,3 & Carla Teixeira de Lima 2
http://rodriguesia.jbrj.gov.br DOI: 10.1590/2175-7860201768321 Flora das Cangas da Serra dos Carajás, Pará, Brasil: Amaranthaceae Flora of the cangas of Serra dos Carajás, Pará, Brazil: Amaranthaceae Luiza
Flora da Bahia: Achariaceae
DOI: 10.13102/scb941 ARTIGO Flora da Bahia: Achariaceae Amanda Pricilla Batista Santos 1*, Luciano Paganucci de Queiroz 1,a & André Márcio Araújo Amorim 2,b ¹ Departamento de Ciências Biológicas, Universidade
Introdução à Morfologia Vegetal
Introdução à Morfologia Vegetal Aprendendo a descrever Fontes de Informações Biológicas (1) do organismo em si; (2) da interrelação com outros organismos; (3) da interrelação com o meioambiente. A partir
FLORA DA SERRA DO CIPÓ, MINAS GERAIS: VIOLACEAE 1 JULIANA DE PAULA-SOUZA
57 FLORA DA SERRA DO CIPÓ, MINAS GERAIS: VIOLACEAE 1 JULIANA DE PAULA-SOUZA Universidade de São Paulo, Instituto de Biociências Rua do Matão 277, 05508-090 São Paulo, SP, Brasil. [email protected] Abstract
LEVANTAMENTO PRELIMINAR DA FAMÍLIA LECYTHIDACEAE NA PARAÍBA
Vol. Revista 16(1/2), Nordestina 2002 de Biologia, 16(1/2): 37-41 15.xii.2002 37 LEVANTAMENTO PRELIMINAR DA FAMÍLIA LECYTHIDACEAE NA PARAÍBA Aline Fernandes Pontes Departamento de Sistemática e Ecologia,
NOVOS REGISTROS DE EVOLVULUS L. (CONVOLVULACEAE) PARA O ESTADO DA PARAÍBA NORDESTE BRASILEIRO
NOVOS REGISTROS DE EVOLVULUS L. (CONVOLVULACEAE) PARA O ESTADO DA PARAÍBA NORDESTE BRASILEIRO Leonardo Tavares da Silva 1 ; Ana Paula da Silva Lima 1 ; Eduardo de Souza Silva 1 ; José Iranildo Miranda
Ladislau A. SKORUPA 1
ESPÉCIES DE Pilocarpus Vahl (RUTACEAE) DA AMAZÔNIA Ladislau A. SKORUPA 1 RESUMO Pilocarpus é gênero neotropical constituído de 16 espécies distribuídas desde o sul do México e América Central até o sul
Flora da Bahia: Menyanthaceae
DOI: 10.13102/scb814 ARTIGO Flora da Bahia: Menyanthaceae Ana Maria Giulietti 1,2,3*, Tasciano dos Santos Santa Izabel 1,b & Reyjane Patrícia de Oliveira 1,c ¹ Programa de Pós-graduação em Botânica, Departamento
Flora da Bahia: Calophyllaceae
DOI: 10.13102/scb884 ARTIGO Flora da Bahia: Calophyllaceae Amanda Pricilla Batista Santos *, Fabio da Silva do Espírito Santo a & Alessandro Rapini b Programa de Pós-graduação em Botânica, Departamento
Flora da Bahia: Cabombaceae
Flora da Bahia: Cabombaceae 1* 1,2 1 Carla Teixeira de Lima, Ana Maria Giulietti & Francisco de Assis Ribeiro Santos 1 Departamento de Ciências Biológicas, Universidade Estadual de Feira de Santana, Av.
Flora da Bahia: Zygophyllaceae
DOI: 10.13102/scb381 ARTIGO Flora da Bahia: Zygophyllaceae Uiara Catharina Soares e Silva 1*, Reyjane Patrícia de Oliveira 1,a, Raymond Mervyn Harley 2,b, Ana Maria Giulietti 1,2,c 1 Programa de Pós-Graduação
Floristic survey of the Morro dos Perdidos, Serra de Araçatuba, Paraná, Brazil: Ericaceae
Acta Biol. Par., Curitiba, 39 (3-4): 87-97. 2010. 87 Flórula do Morro dos Perdidos, Serra de Araçatuba, Paraná, Brasil: Ericaceae Floristic survey of the Morro dos Perdidos, Serra de Araçatuba, Paraná,
Flora da Bahia: Krameriaceae
DOI: 10.13102/scb199 ARTIGO Flora da Bahia: Krameriaceae Moabe Ferreira Fernandes 1*, Ana Maria Giulietti 1,2,a, Reyjane Patrícia de Oliveira 1,b & Carla Teixeira de Lima 1,c 1 Programa de Pós-Graduação
MALPIGHIACEAE EM UMA ÁREA DE CAATINGA NA MESORREGIÃO DO SERTÃO PARAIBANO
MALPIGHIACEAE EM UMA ÁREA DE CAATINGA NA MESORREGIÃO DO SERTÃO PARAIBANO Emanoel Messias Pereira Fernando (1); Mickaelly de Lucena Mamede (1); Ketley Gomes Campos (2); Rafael Felipe de Almeida (3) (1)
Prunus laurocerasus L. 108 Exemplares no Parque
Prunus laurocerasus L. 108 Exemplares no Parque Família Rosaceae Nome Comum louro-cerejo, loiro-cerejo, loiro-inglês, loureiro-cerejeira, loureiro-de-trebizonda, loureiro-real, loureiro-romano Origem Europa
Maria Carolina de Abreu, Marcos José da Silva & Margareth Ferreira de Sales
http://rodriguesia.jbrj.gov.br Análise cladística de Oxalis sect. Thamnoxys (Oxalidaceae) baseada em dados morfológicos Cladistic analysis of Oxalis sect. Thamnoxys (Oxalidaceae) based on morphological
Flora da Bahia: Campomanesia (Myrtaceae)
Flora da Bahia: Campomanesia (Myrtaceae) 1* 1 2 Marla Ibrahim U. de Oliveira, Ligia Silveira Funch & Leslie R. Landrum 1 Programa de Pós-graduação em Botânica, Departamento de Ciências Biológicas, Universidade
17 o Seminário de Iniciação Científica e 1 o Seminário de Pós-graduação da Embrapa Amazônia Oriental. 21 a 23 de agosto de 2013, Belém-PA
LEVANTAMENTO DO GÊNERO Tachigali Aubl. (LEGUMINOSAE- CAESALPINIOIDEAE) NO HERBÁRIO IAN DA EMBRAPA AMAZÔNIA ORIENTAL. Suzane S. de Santa Brígida 1, Sebastião R. Xavier Júnior 2, Helena Joseane R. Souza
FLORA DA SERRA DO CIPÓ, MINAS GERAIS: CHRYSOBALANACEAE 1
Bol. Bot. Univ. São Paulo 26(2): 155-160. 2008. 155 FLORA DA SERRA DO CIPÓ, MINAS GERAIS: CHRYSOBALANACEAE 1 JULIANA HANNA LEITE EL OTTRA*, JOSÉ RUBENS PIRANI* & GHILLEAN TOLMIE PRANCE** *Departamento
FLORA DA BAHIA: BROMELIACEAE ALCANTAREA
SITIENTIBUS SÉRIE CIÊNCIAS BIOLOGICAS 10(1): 147-151 [Vol. 147 10 FLORA DA BAHIA: BROMELIACEAE ALCANTAREA LEONARDO M. VERSIEUX* & MARIA DAS GRAÇAS LAPA WANDERLEY Instituto de Botânica, Seção de Curadoria
Flora da Bahia: Hirtella (Chrysobalanaceae)
DOI: 10.13102/scb1099 Flora da Bahia: Hirtella (Chrysobalanaceae) ARTIGO Renata Asprino 1* & André Márcio Amorim 1,2,a 1 Programa de Pós-Graduação em Botânica, Universidade Estadual de Feira de Santana,
Flora da Bahia: Malpighiaceae 2 Heteropterys
DOI: 10.13102/scb476 ARTIGO Flora da Bahia: Malpighiaceae 2 Heteropterys Cleiton Pessoa 1,2*, Jorge Antonio Silva Costa 3,a & André Márcio Amorim 1,2,4,b 1 Departamento de Ciências Biológicas, Universidade
CARACTERES MORFOLÓGICOS PARA A IDENTIFICAÇÃO DAS ESPÉCIES DA ALIANÇA TABEBUIA (BIGNONIACEAE) DO SEMIÁRIDO PARAIBANO
CARACTERES MORFOLÓGICOS PARA A IDENTIFICAÇÃO DAS ESPÉCIES DA ALIANÇA TABEBUIA (BIGNONIACEAE) DO SEMIÁRIDO PARAIBANO Isabella Johanes Nascimento Brito 1 ; Amanda Macêdo Rocha 2 ; José Iranildo Miranda de
Organografia da Roseira (Rosa sp.) - Morfologia Vegetal 2015/2
MORFOLOGIA DA ROSEIRA (Rosa sp.) Giovane Z. Arus Área: Ciências Exatas e Ambientais Disciplina: Morfologia e Histologia Vegetal Professores: Camila Kissmann, Geisa Percio do Prado e Adriano Dias de Oliveira
FLORA DA SERRA DO CIPÓ, MINAS GERAIS: RHAMNACEAE 1 RITA BALTAZAR DE LIMA
47 FLORA DA SERRA DO CIPÓ, MINAS GERAIS: RHAMNACEAE 1 RITA BALTAZAR DE LIMA Departamento de Sistemática e Ecologia, Centro de Ciências Exatas e da Natureza, Universidade Federal da Paraíba. 58051-900 -
HETEROPTERYS JARDIMII (MALPIGHIACEAE), UMA NOVA ESPÉCIE PARA A BAHIA, BRASIL
HETEROPTERYS JARDIMII (MALPIGHIACEAE), UMA NOVA ESPÉCIE PARA A BAHIA, BRASIL André M. Amorim 1 RESUMO (Heteropterys jardimii (Malpighiaceae), uma nova espécie para a Bahia, Brasil) Uma nova espécie de
Flora da Bahia: Costaceae
DOI: 10.13102/scb1094 ARTIGO Flora da Bahia: Costaceae Alessandra Bertoso Jardim 1,a, Daniela Santos Carneiro-Torres 1*, Reyjane Patrícia de Oliveira 1,b & Ana Maria Giulietti 1,2,c 1 Programa de Pós-Graduação
Descrição morfológica de Campomanesia pubescens, uma das espécies de gabiroba do Sudoeste Goiano
Descrição morfológica de Campomanesia pubescens, uma das espécies de gabiroba do Sudoeste Goiano Érica Virgínia Estêfane de Jesus AMARAL 1 ; Edésio Fialho dos REIS 2 ; Kaila RESSEL 3 1 Pós-Graduanda em
Revista Científica UMC
ESTUDO TAXÔNOMICO DE MELASTOMATACEAE DA SERRA DO ITAPETI, MOGI DAS CRUZES, SP Glicia Jade Vale de Assis¹; Marília Cristina Duarte²; Victor Martins Gonçalez³ 1. Estudante do curso de Ciências Biológicas;
Angiospermas. Euasterídeas I Euasterídeas II
Angiospermas Euasterídeas I Euasterídeas II Angiospermas Euasterídeas I Rubiaceae Juss. 550 gên. (9000 spp.); Brasil 130 gên.(1500 spp.) Posição taxonômica Distribuição Características morfológicas Sub-famílias
FLORA DE GRÃO-MOGOL, MINAS GERAIS: AMARANTHACEAE 1
Bol. Bot. Univ. São Paulo 27(1): 27-32. 2009 27 FLORA DE GRÃO-MOGOL, MINAS GERAIS: AMARANTHACEAE 1 DANIELA C. ZAPPI Royal Botanic Gardens, Kew, Richmond, Surrey, TW9 3AE, England, U.K. Eliasson, U. 1987.
NOVOS REGISTROS DE BOMBACOIDEAE BURNETT (MALVACEAE) NO SEMIÁRIDO PARAIBANO
NOVOS REGISTROS DE BOMBACOIDEAE BURNETT (MALVACEAE) NO SEMIÁRIDO PARAIBANO Sabrina Soares Figueiredo¹, Fernanda Maria Sobreira², José Iranildo Miranda de Melo³ ¹, 3 Universidade Estadual da Paraíba, Centro
PFAFFIA SIQUEIRIANA (AMARANTHACEAE), UMA NOVA ESPÉCIE PARA O BRASIL
PFAFFIA SIQUEIRIANA (AMARANTHACEAE), UMA NOVA ESPÉCIE PARA O BRASIL Maria Salete Marchioretto * Silvia Teresinha Sfoggia Miotto ** Abstract Pfaffia siqueiriana (Amaranthaceae) is a new species of the Brazilian
Chave eletrônica da mata dos primatas (florestinha) CB / UFRN
Chave eletrônica da mata dos primatas (florestinha) CB / UFRN Aldemir Pedro, Ana Paula Furtado, Anízio Souza, Cynthia Rubbo, Ewerton Calixto, Fernando de Carvalho, Mariana Garcia, Martina Freire, Raphael
A família Euphorbiaceae nas caatingas arenosas do médio rio São Francisco, BA, Brasil 1
Acta bot. bras. 22(1): 99-118. 2008 A família Euphorbiaceae nas caatingas arenosas do médio rio São Francisco, BA, Brasil 1 Larissa Nascimento Sátiro 2 e Nádia Roque 3 Recebido em 12/05/2006. Aceito em
Estudos taxonômicos da família Vochysiaceae A.St.-Hil. no Município de Caetité, Bahia, Brasil 1
Estudos taxonômicos da família Vochysiaceae A.St.-Hil. no Município de Caetité, Bahia, Brasil 25 Estudos taxonômicos da família Vochysiaceae A.St.-Hil. no Município de Caetité, Bahia, Brasil 1 Francislainy
Flora da Bahia: Leguminosae Hymenaea (Caesalpinioideae: Detarieae)
DOI: 10.13102/scb1092 ARTIGO Flora da Bahia: Leguminosae Hymenaea (Caesalpinioideae: Detarieae) Isys Mascarenhas Souza*, Ligia Silveira Funch a & Luciano Paganucci de Queiroz b Programa de Pós-Graduação
Geadelande Carolino Delgado Júnior 2, Maria Teresa Buril 3 & Marccus Alves 3
http://rodriguesia.jbrj.gov.br Convolvulaceae do Parque Nacional do Catimbau, Pernambuco, Brasil 1 Convolvulaceae of National Park Catimbau, Pernambuco, Brazil Geadelande Carolino Delgado Júnior 2, Maria
FLORA FANEROGÂMICA DO PARQUE NACIONAL DO CAPARAÓ: ERIOCAULACEAE RESUMO ABSTRACT DESCRIÇÃO DA FAMÍLIA
FLORA FANEROGÂMICA DO PARQUE NACIONAL DO CAPARAÓ: ERIOCAULACEAE RESUMO Marcelo Trovó 1 Paulo Takeo Sano 2 Fabiane Nepomuceno Costa 3 Ana Maria Giulietti 4 O Parque Nacional do Caparaó foi criado em 1961,
HIPPOCRATEACEAE DA MATA DE ENCOSTA DO JARDIM BOTÂNICO DO RIO DE JANEIRO E ARREDORES, RIO DE JANEIRO, RJ 1
Arquivos do Museu Nacional, Rio de Janeiro, v.64, n.1, p.3-10, jan./mar.2006 ISSN 0365-4508 HIPPOCRATEACEAE DA MATA DE ENCOSTA DO JARDIM BOTÂNICO DO RIO DE JANEIRO E ARREDORES, RIO DE JANEIRO, RJ 1 (Com
Morfologia dos Órgãos Vegetativos de Quatro Espécies Conhecidas como Quebra- Pedra. L. O. da Conceição¹* & E. M. Aoyama¹
III SIMPÓSIO SOBRE A BIODIVERSIDADE DA MATA ATLÂNTICA. 2014 223 Morfologia dos Órgãos Vegetativos de Quatro Espécies Conhecidas como Quebra- Pedra L. O. da Conceição¹* & E. M. Aoyama¹ 1 Universidade Federal
FLORA DE GRÃO-MOGOL, MINAS GERAIS: MALVACEAE 1
Bol. Bot. Univ. São Paulo 27(1): 63-71. 2009 63 FLORA DE GRÃO-MOGOL, MINAS GERAIS: MALVACEAE 1 GERLENI LOPES ESTEVES* & ANTONIO KRAPOVICKAS** *Instituto de Botânica, Caixa postal 4005, 01061-970 - São
ANEXO I III. EXECUÇÃO DOS ENSAIOS DE DISTINGÜIBILIDADE, HOMOGENEIDADE E ESTABILIDADE - DHE
ANEXO I INSTRUÇÕES PARA EXECUÇÃO DOS ENSAIOS DE DISTINGÜIBILIDADE, HOMOGENEIDADE E ESTABILIDADE DE CULTIVARES DE GOIABEIRA SERRANA (Acca sellowiana (O. Berg) Burret). I. OBJETIVO Estas instruções visam
ESTUDO TAXONÔMICO DE Ouratea Aubl. (Ochnaceae) OCORRENTES NA RESTINGA DA VILA JOSÉ BONIFÁCIO, BRAGANÇA-PA
ESTUDO TAXONÔMICO DE Ouratea Aubl. (Ochnaceae) OCORRENTES NA RESTINGA DA VILA JOSÉ BONIFÁCIO, BRAGANÇA-PA Juliana Livian Lima de Abreu 1, João Ubiratan Moreira dos Santos 2, Andreza Stephanie de Souza
FLORA DA SERRA DO CIPÓ, MINAS GERAIS: COSTACEAE 1 GUILHERME MEDEIROS ANTAR & PAULO TAKEO SANO
1 FLORA DA SERRA DO CIPÓ, MINAS GERAIS: COSTACEAE 1 GUILHERME MEDEIROS ANTAR & PAULO TAKEO SANO Departamento de Botânica, Instituto de Biociências, Universidade de São Paulo, Herbário SPF, Rua do Matão,
11. Plantas vasculares com flor: Divisão: Anthophyta (leitura recomendada Raven et al. Capítulo 19:Angiosperms)
11. Plantas vasculares com flor: Divisão: Anthophyta (leitura recomendada Raven et al. Capítulo 19:Angiosperms) Actualmente as angiospérmicas, plantas com flor, são o grupo com maior diversidade da flora
Os jacarandás de setembro
Os jacarandás de setembro WJ Manso de Almeida Nos cerrados de Minas e de Goiás, a estação do estio termina com as belas floradas dos jacarandás e das sucupiras. Nos jacarandás, mostram-se em lilás e roxo-azulado.
SINOPSE BOTÂNICA DO GÊNERO MATAYBA AUBL. (SAPINDACEAE) PARA A FLORA DE MATO GROSSO, BRASIL *
22 SINOPSE BOTÂNICA DO GÊNERO MATAYBA AUBL. (SAPINDACEAE) PARA A FLORA DE MATO GROSSO, BRASIL * Germano Guarim Neto 1 Caio Augusto Santos Batista 2 Arildo Gonçalo Pereira 2 Miramy Macedo 3 Hélio Ferreira
Juglans regia L. 7 Exemplares no Parque
Juglans regia L. 7 Exemplares no Parque Família Juglandaceae Nome Comum nogueira, nogueira-comum, nogueira-europeia Origem Grécia e região Balcânica, naturalizada a sul e oeste da Europa e norte de Portugal.
Fig. 25: Casearia mestrensis: a ramo com inflorescência em botões e flores; b detalhe da nervação da folha; c detalhe do bordo com glândula no dente;
Fig. 25: Casearia mestrensis: a ramo com inflorescência em botões e flores; b detalhe da nervação da folha; c detalhe do bordo com glândula no dente; d detalhe do ramo jovem com estípulas; e estipula face
PROGRAMA DE DISCIPLINA. Disciplina Sistemática Vegetal Código da Disciplina: NDC 125. Período de oferta da disciplina: 2 período
PROGRAMA DE DISCIPLINA Disciplina Sistemática Vegetal Código da Disciplina: NDC 125 Curso: Agronomia Período de oferta da disciplina: 2 período Faculdade responsável: Núcleo de Disciplinas Comuns (NDC)
Cereja do Mato. Phyllocalyx involucratus (DC.) Berg; Phyllocalyx laevigatus Berg
Cereja do Mato Nome Científico: Família: Sinonímia: Nome Popular: Etimologia: Características: Origem: Floração: Eugenia involucrata DC Myrtaceae. Phyllocalyx involucratus (DC.) Berg; Phyllocalyx laevigatus
A família Myrtaceae na Ilha do Mel, Paranaguá, Estado do Paraná, Brasil
Hoehnea 42(3): 497-519, 7 fig., 2015 http://dx.doi.org/10.1590/2236-8906-68/2014 A família Myrtaceae na Ilha do Mel, Paranaguá, Estado do Paraná, Brasil Duane Fernandes Lima 1,3, Mayara Krasinski Caddah
