ª Fase AECVEXE10_04
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- Carolina Custódio Alcântara
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9 20 pontos 15 pontos 15 pontos 10 pontos TOTAL 200 pontos Exame Nacional de Economia A 10.º/11.º Anos, 2007, 2.ª fase in
10 Proposta de resolução ª Fase Grupo I 1. C 2. A 3. D 4. C 5. A 6. C 7. D Grupo II 1. Na primeira metade de 2005, a taxa de inflação em Portugal desceu, prolongando a trajectória descendente evidenciada desde Esta descida deveu- -se, essencialmente, ao comportamento moderado do preço das importações (excluindo combustíveis) e pelo abrandamento das pressões salariais sobre a evolução dos preços. No entanto, no segundo semestre de 2005, inverteu-se a tendência descendente registada até Junho. A subida da taxa de inflação foi determinada pelo aumento, em Julho, da taxa normal do IVA, bem como o aumento do preço do petróleo nos mercados internacionais. 2. O principal objectivo da Organização Mundial de Comércio é promover a liberalização das trocas internacionais. O contributo da OMC para a participação e afirmação crescente, no mercado mundial, de países com estruturas de custos de produção mais baixos (nomeadamente, a China e outros países asiáticos) tem provocado o aumento da concorrência internacional, diminuindo os preços de importação de vários bens não petrolíferos. 3. O problema económico consiste na necessidade de gerir recursos escassos, que existem na natureza em quantidades limitadas, para satisfazer necessidades humanas que são múltiplas e ilimitadas, fazendo escolhas sobre a utilização (aplicações alternativas) desses recursos. Grupo III 1. As três etapas da construção da União Europeia, por ordem cronológica, referidas no texto, são: Comunidade Europeia; Mercado Único; União Económica e Monetária (UEM). 2. A convergência dos rendimentos das famílias portuguesas com os da média europeia terá como consequências o aumento do rendimento médio das famílias e uma alteração nas estruturas de consumo, nomeadamente, uma redução da percentagem das despesas com a alimentação e um aumento da percentagem das despesas destinadas à cultura, lazer e outros bens e serviços. Grupo IV 8. A 9. B 10. B 11. D 12. C 13. A 14. B 15. C 16. A 17. D 18. C 19. C 20. A 1. Com base no texto e nos gráficos apresentados, podemos constatar que, na actualidade, as debilidades estruturais de que a economia portuguesa sofre, como os deficientes níveis educacionais e a insuficiente transformação das estruturas produtivas, tornam difícil responder aos desafios que se colocam à nossa economia. De facto, entre 2001 e 2003, em Portugal, a despesa total em Investigação e Desenvolvimento, em percentagem do PIB, nunca chegou a 1%, enquanto os valores médios europeus rondaram os 2%. Por outro lado, entre 2001 e 2003, a participação da população portuguesa (dos 25 aos 64 anos) em acções de Educação ou Formação foi de 4%, enquanto que, no mesmo período, os valores médios europeus variaram entre cerca de 8% e 10%. Os baixos níveis de investimento imaterial que se verificam em Portugal têm como consequência a dificuldade de melhorar o nível da qualidade dos produtos e serviços oferecidos, assim como da produtividade e competitividade das empresas. Desta forma, para responder aos desafios que se colocam à economia portuguesa, num mundo em crescente concorrência global, as grandes orientações a seguir serão, por um lado, investir nas pessoas, ou seja, intensificar o esforço em educação e formação e, por outro, concentrar recursos e incentivos na promoção da inovação tecnológica, modernizando as estruturas produtivas. 2. A repartição de rendimentos operada pelo mercado, repartição primária, gera desigualdades económicas e sociais. O aumento do desemprego vem contribuir para agravar as desigualdades existentes e o índice de pobreza no país. No sentido de minimizar o impacto dessas desigualdades e promover uma maior equidade na distribuição dos rendimentos, compete ao Estado adoptar políticas sociais de redistribuição, como, por exemplo, a atribuição de subsídios e apoio aos desempregados, nomeadamente, reforço das políticas de emprego e de requalificação profissional. 3. No cálculo do PIB a preços correntes utilizamos os preços do próprio ano para valorizar os bens e serviços produzidos nesse ano. No cálculo do PIB a preços constantes utilizamos os preços de um ano tomado como base para valorizar os bens e serviços produzidos. Uma série de valores do PIB calculado a preços correntes reflecte não só a evolução das quantidades produzidas, mas também a evolução dos preços. Uma série de valores do PIB calculado a preços constantes, ao eliminar o efeito da variação dos preços (pois utilizam-se sempre os mesmos preços), permite conhecer a evolução real da produção, no período em análise. 4. O valor referido significa que, em 2005, em Portugal, em média, em cada 100 indivíduos activos, 7,6 encontravam-se desempregados.
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