Animais em vias de extinção
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- Rui Canejo Desconhecida
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1 Animais em vias de extinção Designam-se por espécies em vias de extinção aquelas cujo número de indivíduos é muito reduzido, com iminente perigo de desaparecerem se não forem protegidas. Desde há cerca de 300 anos o Homem tem provocado a extinção de milhões de espécies diferentes. O desaparecimento das espécies ocorre devido a interesses económicos, à poluição e ao crescimento humano. Pouco se sabe sobre o processo de extinção de espécies, que também se pode considerar como um passo da evolução, visto que a eliminação das espécies antigas deixa lugar a espécies novas. Muitos dos animais que estão em vias de extinção habitam em território português. Porque é importante conhecer para proteger, apresentam-se neste texto alguns desses animais: Lince Ibérico Nome científico: Lynx Pardinus Mamífero carnívoro da família dos felídeos. É possível encontrar o lince na Península Ibérica, nas áreas montanhosas, bosque e matagal, mas também nas planícies alentejanas, onde existe caça abundante. Está em vias de extinção devido à destruição e fragmentação do seu habitat. O seu principal alimento, o coelho bravo, morre devido a doenças e à caça excessiva. Outros factores são o seu abate ilegal e também o atropelamento nas estradas. Lobo Ibérico Nome científico: Canis lúpus signatus Página 1/5
2 Mamífero carnívoro da família dos canídeos. Vive nas florestas densas, na orla das montanhas, em regiões pantanosas, tanto em climas quentes como frios, em covas escavadas onde descansa de dia, já que é um animal nocturno. Esta subespécie só existe na Península Ibérica. Em Portugal, encontra-se em particular no Parque Nacional da Peneda-Gerês, Parque Natural de Montesinho e no Parque Natural do Alvão, havendo ainda um pequeno núcleo a sul do rio Douro. O lobo ibérico está em perigo devido à perseguição generalizada de que tem sido alvo e á escassez de presas naturais. Águia-real Nome científico: Aquila chrysaetos Ave carnívora, que vive nas terras altas e nas montanhas. Está em vias de extinção porque o Homem destruiu o seu habitat e rouba-lhe a caça, que é a sua principal fonte de alimento. Águia de Bonelli Nome científico: Hieraaetus fasciatus Ave de rapina pequena, vive aos pares nas regiões montanhosas do sul da Europa e do Norte de África. Está em vias de extinção devido aos insecticidas e fungicidas utilizados pelos agricultores; estes produtos químicos atacam os insectos que são devorados pelos pequenos mamíferos que servem de alimento às águias, o que lhes provoca graves envenenamentos. Página 2/5
3 Bufo Real Nome científico: Bubo bubo Ave de rapina nocturna semelhante ao mocho, mas de grandes dimensões, podendo atingir 1,70 m de envergadura. Ocorre em regiões com pouca ocupação humana ou topograficamente inacessíveis, normalmente maciços montanhosos, vales rochosos e falésias litorais. Em Portugal, é mais frequente na faixa mais raiana de Trás-os-Montes, Beiras interiores, Alentejo e Algarve. Apresenta um espectro alimentar muito vasto que inclui um grande número de mamíferos carnívoros e aves de rapina diurnas e nocturnas. O facto de ser um predador do topo da cadeia alimentar, tornao muito importante no controlo do número e da densidade das outras espécies de predadores. Esta espécie está sujeita a várias ameaças, tais como a colisão e electrocussão em linhas aéreas de distribuição e transporte de energia, a perseguição humana que lhe é movida por ser considerada uma espécie destruidora da caça, a rarefacção das suas presas principais e a degradação dos habitats de nidificação e/ou de alimentação. Cegonha-preta Nome científico: Ciconia nigra Ao contrário da cegonha-branca, a sua parente mais próxima, a cegonha-preta é rara no nosso país. Habita em regiões com muitas árvores, normalmente junto a lagos, rios e terras pantanosas. Página 3/5
4 Em Portugal, esta espécie nidifica no interior do país, principalmente junto aos rios Douro, Tejo e Guadiana. Esta espécie continua a diminuir em Portugal, sendo a principal ameaça á sua sobrevivência a actividade humana, e que tem levado à destruição do seu habitat natural, e o facto de serem envenenadas com os químicos utilizados pelos agricultores. Coruja-das-torres Nome Científico: Tyto alba Ave de rapina nocturna, facilmente identificável por possuir um disco facial branco em forma de coração e pela tonalidade alaranjada do corpo. Vivem, preferencialmente, em zonas de campos agrícolas com sebes, taludes e matos; frequentemente nidificam em construções abandonadas, em chaminés, armazéns ou torres de igrejas, mesmo em cidades de grandes dimensões. A coruja-das-torres apresenta 35 subespécies distribuídas por todos os continentes. Em Portugal, ocorrem de norte a sul do país e também na ilha da Madeira. Esta espécie tem sofrido um declínio moderado na maioria dos países europeus, devido à intensificação da agricultura, ao uso de pesticidas, à redução do número de roedores (sua principal fonte de alimento) devido ao armazenamento dos cereais em silos, ao desaparecimento de cavidades naturais e artificiais para nidificação e ao aumento do tráfego. Morcego Trata-se do único mamífero (ordem Chiroptera) com capacidade de voo, devido à transformação dos seus braços em asas. Página 4/5
5 Os morcegos dormem de cabeça para baixo de dia e saem de noite para caçar. Vivem em esconderijos naturais: copas de árvores, folhagens, troncos ocos de árvores, fendas de rochas e grutas, ou em esconderijos artificiais: sótãos, telhados, pisos falsos, garagens, casas de máquinas de elevadores e caixas de persianas. Desempenham um papel muito importante no controle das populações de insectos nocturnos, devido ao facto de serem o sue único predador efectivo. Estão em vias de extinção porque as casas modernas têm paredes lisas, os telhados já não têm rebordos, os sótãos são renovados, as árvores velhas abatidas, as grutas são cada vez mais exploradas por curiosos e espeleólogos, os insecticidas destroem a sua principal fonte de alimento. Além destes, existem ainda no nosso território outros animais em vias de extinção, tais como, por exemplo, o gato bravo, a víbora cornuda ou o cachalote. Há que preservar estas espécies, o que passa pela sensibilização para a alteração de certos gestos, como sejam: cuidado ao circular nas estradas para não atropelar certos animais, evitar o uso de pesticidas químicos, entre outros. Página 5/5
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