AVISOS AOS NAVEGANTES

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1 AVISOS 159 A 165 DIRETORIA DE HIDROGRAFIA E NAVEGAÇÃO CENTRO DE HIDROGRAFIA DA MARINHA Rua Barão de Jaceguay s/nº - Ponta da Armação Niterói, RJ, Brasil Tel/Fax: 0XX / Internet: ISSN FOLHETO Nº DE DEZEMBRO AVISOS AOS NAVEGANTES NAVAREA V PUBLICAÇÃO QUINZENAL ELABORADA PELO CENTRO DE HIDROGRAFIA DA MARINHA (VENDA PROIBIDA) S U M Á R I O I - INFORMAÇÕES GERAIS II - AVISOS-RÁDIO III - CORREÇÕES ÀS CARTAS NÁUTICAS IV - CORREÇÕES À LISTA DE FARÓIS V - CORREÇÕES À LISTA DE AUXÍLIOS-RÁDIO VI - CORREÇÕES AO ROTEIRO VII - CORREÇÕES A OUTRAS PUBLICAÇÕES VIII - AVISOS PERMANENTES ESPECIAIS IX - NOTÍCIAS DIVERSAS

2 ÍNDICE INFORMAÇÕES GERAIS... SERVIÇO GLOBAL DE AVISOS-RÁDIO AOS NAVEGANTES... AVISOS-RÁDIO COSTA NORTE AVISOS DE ÁREA... COSTEIROS... LOCAIS... COSTA LESTE AVISOS DE ÁREA... COSTEIROS... LOCAIS... COSTA SUL AVISOS DE ÁREA... COSTEIROS... LOCAIS... LAGOA DOS PATOS LOCAIS... BACIA AMAZÔNICA LOCAIS... GERAL AVISOS DE ÁREA... COSTEIROS... LOCAIS... CORREÇÕES ÀS CARTAS NÁUTICAS... AVISOS AOS NAVEGANTES COSTA NORTE AVISOS TEMPORÁRIOS (T)... AVISOS PRELIMINARES (P)... AVISOS PERMANENTES... COSTA LESTE AVISOS TEMPORÁRIOS (T)... AVISOS PRELIMINARES (P)... AVISOS PERMANENTES... COSTA SUL AVISOS TEMPORÁRIOS (T)... AVISOS PRELIMINARES (P)... AVISOS PERMANENTES... Pág LAGOA DOS PATOS AVISOS TEMPORÁRIOS (T)... AVISOS PRELIMINARES (P)... AVISOS PERMANENTES... BACIA AMAZÔNICA AVISOS TEMPORÁRIOS (T)... AVISOS PRELIMINARES (P)... AVISOS PERMANENTES... GERAL AVISOS TEMPORÁRIOS (T)... AVISOS PRELIMINARES (P)... AVISOS PERMANENTES... ÁREA ESTRANGEIRA AVISOS TEMPORÁRIOS (T)... AVISOS PRELIMINARES (P)... AVISOS PERMANENTES... CORREÇÕES PARA AS PUBLICAÇÕES LISTA DE FARÓIS... LISTA DE AUXÍLIOS-RÁDIO... ROTEIROS... OUTRAS PUBLICAÇÕES... AVISOS PERMANENTES ESPECIAIS... NOTÍCIAS DIVERSAS CARTAS EM PRODUÇÃO... CARTAS REIMPRESSAS NO ANO DE 2004 NOVAS EDIÇÕES DE CARTAS PUBLICADAS NO ANO DE NOVAS CARTAS PUBLICADAS NO ANO DE PUBLICAÇÃO EM PRODUÇÃO... NOVAS EDIÇÕES DE PUBLICAÇÕES PRODUZIDAS NO ANO DE PUBLICAÇÕES REIMPRESSAS NO ANO DE NOTAS AOS USUÁRIOS... COLABORAÇÃO DOS NAVEGANTES... Pág

3 ISSN I - INFORMAÇÕES GERAIS Avisos aos Navegantes São essencialmente avisos de perigo sobre eventos que possam comprometer a segurança da navegação e a salvaguarda da vida humana no mar e em águas interiores. Algumas vezes os Avisos aos Navegantes podem estar baseados em informações incompletas ou não confirmadas. Os navegantes precisam levar isto em conta quando decidirem o grau de confiança que atribuirão à informação divulgada. Conforme o modo de difusão e as características das alterações que irão introduzir, são classificados em Avisos-Rádio, Avisos Temporários (T), Avisos Preliminares (P) e Avisos Permanentes. Essas informações chegam aos navegantes: pela transmissão de Avisos-Rádio, conforme especificado na Lista de Auxílios-Rádio; pela publicação no Folheto Quinzenal de Avisos aos Navegantes; e por meio de divulgação na Internet. Avisos-Rádio - São aqueles que contêm informações que, devido à urgência que se deseja com que cheguem aos navegantes, são transmitidos via rádio. Em função da região em que a alteração ocorre e do tipo da navegação a que irá primordialmente interessar, os Avisos-Rádio são classificados em Avisos de Área, Avisos Costeiros e Avisos Locais (Seção II). Avisos de Área - Referem-se à área oceânica sob a responsabilidade do Brasil cuja divulgação seja fundamental para a navegação de longo curso. Neste tipo estão incluídos todos os Avisos cujas alterações se verificam na área V do mapa da página 8, até o local de recebimento do prático. Estes Avisos, ao serem irradiados, serão precedidos da expressão NAVAREA seguida do algarismo identificador do país de origem e, em seguida, do número de ordem do Aviso-Rádio brasileiro. Avisos Costeiros - Cobrem as informações que interessam à navegação de cabotagem. Avisos Locais - São referentes às alterações havidas no interior de portos, seus canais de acesso e em vias navegáveis onde, normalmente, os navios somente navegam com auxílio de práticos locais. Aviso Temporário - É aquele que se refere às alterações, nas cartas náuticas, de natureza transitória (Seção III). Aviso Preliminar - É aquele que se destina a anunciar antecipadamente alterações de qualquer natureza, nas cartas náuticas, e que serão objeto de Avisos Permanentes (Seção III). Aviso Permanente - É aquele que introduz alterações definitivas nas cartas náuticas (Seção III). Outras classes de Avisos aos Navegantes Aviso Permanente Especial - É aquele que, embora não altere as cartas náuticas, se destina a divulgar informações gerais importantes para os navegantes. São divulgados, em sua totalidade, somente no Folheto nº 1 de Avisos aos Navegantes de cada ano. Um Aviso Permanente Especial (APE) pode ser divulgado normalmente em qualquer Folheto, na seção VIII, sempre que surgir a necessidade, vindo o mesmo a ser incluído na relação total do próximo Folheto nº 1 a ser editado. O Folheto Quinzenal de Avisos aos Navegantes é editado pela Diretoria de Hidrografia e Navegação (DHN), em português, com um anexo em inglês, e contém uma seção de Avisos-rádio, os Avisos Temporários, Preliminares, Permanentes e Permanentes Especiais da quinzena, e os Avisos Temporários e Preliminares anteriormente publicados e que continuam em vigor. Consta na folha de rosto deste folheto a numeração dos Avisos Temporários, Preliminares e Permanentes elaborados na quinzena. O anexo em inglês publica apenas os Avisos-Rádio de Área e Costeiros em vigor e os Avisos Temporários, Preliminares, Permanentes e Permanentes Especiais elaborados na quinzena. São distribuídas juntamente com o Folheto, Reproduções de Trechos e Notas de Precaução para atualização das Cartas Náuticas Brasileiras e de folhas de atualização das publicações Lista de Faróis, 3

4 - I - Lista de Auxílios-Rádio, Roteiros e de outras Publicações de Segurança da Navegação elaboradas pela DHN, quando se fizer necessária a atualização desses documentos náuticos (Seções IV, V, VI, VII, respectivamente). O Folheto de Avisos aos Navegantes também está disponível na INTERNET, no endereço exceto as Reproduções de Trechos, as Notas de Precaução e as folhas de atualização das Publicações de Segurança da Navegação elaboradas pela DHN, as quais deverão ser procuradas na Capitania dos Portos mais próxima. As informações sobre promulgação de novas cartas ou publicações, de nova edição de cartas ou publicações e de reimpressão de cartas são descritas na seção IX - Notícias Diversas. Numeração dos Avisos aos Navegantes Os Avisos-Rádio são numerados em ordem seqüencial anual, por classificação, como se segue: Avisos de Área (NAVAREA) - De 0001 a 3999; Avisos Costeiros - De 4001 a 6999; e Avisos Locais - De 7001 em diante, sendo ainda precedidos de letra significativa da região ou interesse abrangido pela informação, como se segue: N - Costa Norte (da baía do Oiapoque ao cabo Calcanhar), E - Costa Leste (do cabo Calcanhar ao cabo Frio), S - Costa Sul (do cabo Frio ao arroio Chuí), P - Lagoa dos Patos, A - Bacia Amazônica, T - Área Estrangeira e G - Informações de regiões que abranjam mais de uma área ou que sejam de interesse geral, não específico de regiões. As informações sobre a Hidrovia Tietê-Paraná (HT) serão divulgadas em um folheto de Avisos aos Navegantes trimestral exclusivo desta Hidrovia. As informações sobre a Hidrovia Paraguai-Paraná (HI) serão divulgadas em um Folheto de Avisos aos Navegantes mensal exclusivo desta Hidrovia. Os Avisos Temporários (T), Preliminares (P) e Permanentes são numerados em ordem seqüencial única e anual, sendo também precedidos de letra significativa da região ou interesse abrangido pela informação, como descritas no parágrafo anterior. Os Avisos Permanentes Especiais (APE), embora também sejam numerados em ordem seqüencial única e anual, recebem essa numeração à parte da citada no parágrafo anterior, ou seja, possuem uma numeração própria, precedida da abreviatura "APE". Relação Diária de Avisos-Rádio Além das transmissões previstas na publicação "Lista de Auxílios-Rádio", capítulo V - "Avisos aos Navegantes", deve estar disponível nas Capitanias dos Portos a "Relação Diária Principal de Avisos- Rádio". Divulgações de Avisos-Rádio Os Avisos de Área e os Costeiros são transmitidos em todas as relações diárias, até que sejam publicados no Folheto Quinzenal ou até seus respectivos cancelamentos (o que ocorrer primeiro). Caso os Avisos de Área e Costeiros ainda continuem em vigor, após decorridas seis semanas, permanecem apenas constando do Folheto de Avisos aos Navegantes, Seção II, Avisos-Rádio, deixando, definitivamente, de ser divulgados via rádio. Os Avisos Locais são transmitidos apenas em duas relações consecutivas, mas permanecem em vigor até seus respectivos cancelamentos (exceção: alguns Avisos Locais, sobre eventos que representem grande risco à navegação, são divulgados diariamente até seus cancelamentos). Caso os Avisos Locais ainda continuem em vigor, após decorridas seis semanas, passam a constar do Folheto de Avisos aos Navegantes, editado em português, Seção II, Avisos-Rádio. Face ao tempo decorrido entre a publicação de avisos-rádio em folhetos de Avisos aos Navegantes e a distribuição desses folhetos para as Capitanias dos Portos e suas Delegacias, Postos de Vendas, Unidades de Assessoramento Meteorológico e Serviços de Sinalização Náutica, a DHN divulga, na Internet, ( a relação, atualizada diariamente, de todos os Avisos-Rádio em vigor. Para receberem as relações pelo Serviço Internacional SAFETYNET, os navios dotados de receptores EGC do Sistema Inmarsat-C devem programar seus equipamentos para a NAVAREA V, selecionando o Satélite Leste do Atlântico(AOR-E), para o qual a estação terrena da EMBRATEL em Tanguá dissemina as informações. 4

5 - I - Os Avisos de Interdição de Área são divulgados com cinco dias de antecedência em relação à data de início da interdição, sendo repetidos diariamente até o término da interdição. Semanalmente, às quartas-feiras, são divulgados três Avisos-Rádio de Conhecimento Geral, contendo nos seus textos a relação numérica de todos os Avisos-Rádio de Área, Costeiros e Locais, que permanecem em vigor. Os navios que necessitam receber quaisquer Avisos-Rádio fora do horário normal de transmissão devem solicitar suas irradiações às Estações Costeiras da Embratel, cuja relação consta no Apêndice V-2 da publicação "Lista de Auxílios-Rádio". Os Avisos-Rádio cancelados por Avisos Temporários, Preliminares ou Permanentes, publicados em Folheto de Avisos aos Navegantes, permanecerão, durante duas semanas após a data de publicação deste Folheto, com seus respectivos números na relação de Avisos-Rádio em vigor, divulgada nos Avisos- Rádio de Conhecimento Geral, às quartas-feiras. Recomendações Sobre Segurança da Navegação Recomenda-se aos navegantes que façam uso sistemático das publicações de auxílio à navegação em suas últimas edições corrigidas. Tudo o que se refere a faróis, balizamento luminoso e sinais de cerração deve ser consultado na "Lista de Faróis" e a balizamento cego na Lista de Sinais Cegos. Tudo o que se refere a auxílio-rádio à navegação marítima deve ser consultado na "Lista de Auxílios- Rádio". Tudo o que se refere a informações gerais, tais como descrição da costa, informações sobre demanda dos portos e fundeadouros, perigos, profundidades em barras e canais, informações meteorológicas, recursos de portos, estações de sinais visuais de toda natureza etc., deve ser consultado no "Roteiro". Tudo o que se refere a regras de navegação a serem adotadas pelos navegantes deve ser consultado no "Regulamento Internacional para Evitar Abalroamentos no Mar" (RIPEAM - 72), edição de 2003 da Diretoria de Portos e Costas da MB, que incorporou as emendas de 1981, 1987, 1989, 1993 e É enfaticamente recomendada aos navegantes a leitura atenciosa de todas as informações constantes no Capítulo 1 - INFORMAÇÕES GERAIS, do "Roteiro". Correções em Cartas Náuticas Os navegantes, ao atualizarem suas cartas náuticas, deverão sempre verificar todos os Avisos Temporários, Preliminares e Permanentes, independente da divisão por regiões. Consta, no início da "Seção III" de todos os Folhetos de Avisos aos Navegantes, "Relação Numérica das Cartas Afetadas pelos Avisos novos", constantes do respectivo Folheto. Semestralmente, nos Folhetos nºs 1 e 13 do ano, sairá a "Relação Numérica das Cartas afetadas" pelos Avisos dos semestres. Quando a correção for completada, atualize o campo de "Pequenas Correções" com o número do Aviso Permanente correspondente. Inserção de Notas de Precaução em Cartas Náuticas As posições geográficas constantes dos Avisos aos Navegantes que inserem Notas de Precaução nas Cartas Náuticas correspondem ao canto inferior esquerdo do limite do respectivo quadro. NOTA DE PRECAUÇÃO Posição > O 5

6 - I - Referência das Informações As marcações são verdadeiras, 000º a 360º, tomadas do largo, no sentido do movimento dos ponteiros do relógio, quando referentes a setores de visibilidade de faróis, direções de luzes de alinhamento, de objetos conspícuos e de direções indicadoras de perigos. Quando, nas descrições de perigos, suas posições forem informadas por uma distância e uma marcação, estas serão dadas a partir do ponto estabelecido como referência. As posições geográficas são referidas à carta de maior escala, salvo indicação contrária. A hora usada é a Hora Média de Greenwich (HMG), fuso Zulu, expressa em grupos de quatro algarismos: os dois primeiros indicam as horas e os dois últimos, os minutos. As profundidades são referidas ao nível de redução da carta de maior escala. As altitudes são dadas em metros e referidas ao nível médio do mar. Cartas Náuticas com "Data" Diferentes O navegante deve ter atenção para a existência de cartas contíguas e/ou do mesmo trecho com escalas diferentes e referidas a "data" diferentes. Nesses casos, recomenda-se, para plotagem da posição, quando da mudança da carta, a utilização de pontos de terra como referência. A informação sobre o "datum" utilizado consta do título das cartas náuticas. Colaboração dos Navegantes A Diretoria de Hidrografia e Navegação solicita aos navegantes: a) que informem à Capitania dos Portos, Delegacia ou Agência mais próxima do local a descoberta ou suspeita de novos perigos ou quaisquer irregularidades observadas na sinalização náutica e, também, a critério do navegante, à DHN, por meio da estação radiotelegráfica costeira mais próxima, com o endereço NAVEMAR, ou pelo FAX (0XX21) ; b) que façam observações meteorológicas no mar a qualquer distância da costa, efetuando o registro no modelo DHN Registro Meteorológico FM 12-XI SYNOP-FM 13-XI SHIP e o envio de mensagem meteorológica SHIP modelo DHN Mensagem FM 13-XI SHIP para a estação costeira mais próxima, com o endereço OBS METEO-RIO; e c) que forneçam informações para o cálculo do coeficiente de transparência atmosférica, preenchendo o modelo DHN e enviando-o de acordo com a instrução contida no mesmo. As mensagens com os endereços NAVEMAR E OBS METEO-RIO são gratuitas. Os modelos DHN , DHN e DHN são obtidos gratuitamente nos seguintes locais: Unidade de Assessoramento Meteorológico (UAM), situada na Rua Barão de Jaceguay s/nº, Ponta da Armação, Niterói (Tel./Fax: 55 0XX , [email protected]), e na Capitania dos Portos do Estado do Rio Grande do Sul, na Avenida Almirante Cerqueira e Souza 198, Rio Grande; e nos Postos de Venda de Cartas e Publicações Náuticas da Capitania dos Portos do Estado de São Paulo, na Avenida Conselheiro Nébias, 488, Boqueirão, Santos, e da Capitania dos Portos do Estado de Pernambuco, na Rua São Jorge 25, Recife. Distribuição do Folheto O Folheto de Avisos aos Navegantes é distribuído gratuitamente, podendo ser encontrado nas Capitanias e Delegacias dos Portos do Brasil, nos Serviços de Sinalização Náutica sediados em Belém (PA), Recife (PE), Salvador (BA), Rio Grande (RS) e Ladário (MS); no Departamento de Material e Serviços Náuticos da Base de Hidrografia da Marinha em Niterói (BHMN), rua Barão de Jaceguay s/nº, Ponta da Armação, Niterói; na Unidade de Assessoramento Meteorológico citada acima; e nos Agentes e Postos de Venda de Cartas e Publicações Náuticas existentes em algumas cidades brasileiras e cujos endereços encontram-se listados no final deste folheto. Cancelamento Automático de Aviso Temporário Alguns Avisos Temporários serão automaticamente cancelados a partir da data-hora especificada nos textos destes Avisos. 6

7 AVISOS AOS NAVEGANTES RELAÇÕES DE AVISOS-RÁDIO (*) TRANSMISSÃO FREQUÊNCIAS PERÍODO INTERNET ,0 KHz ,0 KHz ,0 KHz HF 4.266,0 KHz ( a pedido) SAFETYNET RADIOTELETIPO (RATT) F1B RADIODADOS J2D INMARSAT C 8580,0 KHz 16974,0 KHz Diário HORÁRIOS DE TRANSMISSÃO 0400Z ÀS 0445Z 2130Z ÀS 2215Z 1430Z ÀS 1530Z 0400Z E 1230Z AVISOS-RÁDIO DIVULGADOS AVISOS DE ÁREA AVISOS COSTEIROS AVISOS LOCAIS AVISOS DE ÁREA E COSTEIROS IDIOMA Português/Inglês Português/Inglês Português Inglês FOLHETO DE AVISOS AOS NAVEGANTES INTERNET : E FOLHETO DISPONÍVEL NAS CAPITANIAS DOS PORTOS. Quinzenal - AVISOS-RÁDIO (NAVAREAS, COSTEIROS E LOCAIS) EM VIGOR HÁ MAIS DE 6 SEMANAS - AVISOS TEMPORÁRIOS - AVISOS PRELIMINARES - AVISOS PERMANENTES - AVISOS PERMANENTES ESPECIAIS - REPRODUÇÃO DE TRECHOS DE CARTAS NÁUTICAS - CORREÇÕES À LISTA DE FARÓIS,À LISTA DE AUXÍLIOS-RÁDIO, AOS ROTEIROS E A OUTRAS PUBLICAÇÕES - NOTAS DE PRECAUÇÃO Português (TUDO) Inglês (**) (*) AS RELAÇÕES DE AVISOS-RÁDIO DIVULGADAS POR SAFETYNET E POR HF NÃO CONTÊM OS AVISOS-RÁDIO PUBLICADOS NOS FOLHETOS DE AVISOS AOS NAVEGANTES. OS AVISOS-RÁDIO LOCAIS SÃO TRANSMITIDOS, POR HF, APENAS EM DUAS RELAÇÕES CONSECUTIVAS, APÓS O QUE PASSAM A TER SUA NUMERAÇÃO INCLUÍDA NOS AVISOS DE CONHECIMENTO GERAL DIVULGADOS ÀS QUARTAS-FEIRAS, DURANTE 42 DIAS, QUANDO, ENTÃO, CASO AINDA PERMANEÇAM EM VIGOR, SÃO PUBLICADOS EM FOLHETOS DE AVISOS AOS NAVEGANTES. AS RELAÇÕES DE AVISOS-RÁDIO DIVULGADAS PELA INTERNET SÃO ATUALIZADAS DIARIAMENTE E CONTÊM TODOS OS AVISOS-RÁDIO EM VIGOR. (**) O FOLHETO EM INGLÊS CONTÉM SOMENTE OS AVISOS-RÁDIO DE ÁREA (NAVAREAS) E COSTEIROS EM VIGOR E OS AVISOS TEMPORÁRIOS, PRELIMINARES, PERMANENTES E PERMANENTES ESPECIAIS ELABORADOS NA QUINZENA.

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9 - II - AVISOS-RÁDIO Os Avisos-rádio em vigor não incluídos nesta seção poderão ser encontrados na Internet, no endereço " NAVAREA V 2003 COSTA NORTE N Barra Norte do rio Amazonas - Canal do Curuá - Carta Embarcação CM Milagres do Socorro II - Naufragada nas proximidades da bóia de luz Curuá nº 2 - NRORD 24-01º 01'.78 N 49º 38'.93 W. N º 09'.64 N 49º 33'.33 W Barra Norte do rio Amazonas - Carta Bóia de luz águas seguras nº 3 - NRORD 20 - Retirada. N Arquipélago de Fernando de Noronha - Baía de Santo Antônio - Carta 10 (INT.216) - Atracadouro de madeira interditado para manobras de atracação e desatracação. N 0108 N 0133 N 0456 N 0694 N º 15'.41 S 48º 24'.19 W 01º 07'.54 S 45º 37'.86 W 01º 34'.12 N 49º 01'.35 W 02º 27'.64 S 44º 22'.17 W 01º 11'.26 N 49º 53'.96 W Rio Pará - Cabo Maguari - Carta Farol Simão Grande - NRORD Respondedor radar (RACON) - Inoperante. Ilha Maracaçumé - Ponta da Praia Grande - Carta Farol Ponta da Praia Grande - G Apagado. Barra Norte do rio Amazonas - Carta Barca-farol Amazonas nº 1 - G Retirada. Baía de São Marcos - Canal de acesso ao terminal Ponta da Madeira - Carta Bóia de luz nº 19 - NRORD Fora de posição. Barra Norte do rio Amazonas - Canal Grande do Curuá - Carta Farol Guará - G Respondedor radar (Racon) - Inoperante. N Barra Norte do rio Amazonas - Canal Grande do Curuá - Carta Alteração em posição de bóias de luz em virtude dos bancos do Meio e Rio Branco estenderem-se para o meio do canal e situação atual do balizamento: Bóia de luz Curuá nº 1 - NRORD 32-01º 02'.39 N 49º 39'.52 W - Nova posição: 01º 01'.78 N 49º 38'.93 W; Bóia de luz Curuá nº 2 - NRORD 24-01º 01'.78 N 49º 38'.93 W - Retirada; Bóia de luz Curuá nº 3 - NRORD 36-01º 00'.12 N 49º 40'.89 W - Nova posição: 00º 59'.76 N 49º 40'.35 W; Bóia de luz Curuá nº 4 - NRORD 40-00º 59'.98 N 49º 39'.89 W - Nova posição: 01º 00'.35 N 49º 38'.82 W; Bóia de luz Curuá nº 5 - NRORD 42-00º 57'.70 N 49º 41'.79 W - Nova posição: 00º 57'.34 N 49º 41'.71 W; Bóia de luz Curuá nº 6 - NRORD 44-00º 57'.25 N 49º 41'.36 W - Nova posição: 00º 57'.10 N 49º 40'.35 W; Bóia de luz Curuá nº 7 - NRORD 46-00º 56'.94 N 49º 43'.11 W - Nova posição: 00º 56'.80 N 49º 42'.61 W; Bóia de luz Curuá nº 8 - NRORD 48-00º 56'.99 N 49º 42'.97 W - Nova posição: 00º 55'.83 N 49º 42'.19 W; 9

10 - II - COSTA NORTE Bóia de luz Curuá nº 9 - NRORD 50-00º 56'.03 N 49º 44'.79 W - Nova posição: 00º 56'.80 N 49º 44'.00 W; Bóia de luz Curuá nº 10 - NRORD 52-00º 55'.23 N 49º 44'.99 W - Nova posição: 00º 55'.85 N 49º 44'.00 W; Bóia de luz Curuá nº 11 - NRORD 54-00º 55'.44 N 49º 47'.16 W - Retirada; Bóia de luz Curuá nº 12 - NRORD 56-00º 54'.04 N 49º 47'.54 W - Nova posição: 00º 54'.40 N 49º 47'.50 W; e Bóia de luz Curuá nº 14 - NRORD 58-00º 52'.08 N 49º 50'.46 W - Nova posição: 00º 53'.00 N 49º 50'.42 W. Os navegantes deverão ter cautela e atenção ao demandarem a área. COSTEIROS 2004 N 4074 N 4337 N º 48'.80 N 50º 01'.40 W 00º S 46º W 00º S 48º W Proximidades do Cabo Norte - Carta Balsa motor Rio Araguari naufragada na posição. Ilha do Apeú - Cabo Gurupi - Carta Farol Apeú - G Apagado. Rio Pará - Ponta Taipu - Carta Farol Taipu - G Apagado. N Proximidades da ilha dos Guarás - Canal do Espadarte - Carta Situação atual do balizamento: Bóia de luz nº 1 - NRORD º 24'.53 S 47º 55'.10 W - Desaparecida; Bóia de luz nº 3 - NRORD º 27'.33 S 47º 57'.92 W - Desaparecida; e Bóia de luz nº 6 - NRORD º 25'.73 S 47º 55'.00 W - Desaparecida. N 4428 N 4501 LOCAIS º S 47º W 01º S 48º W Proximidades de Salinópolis - Carta Bóia de luz Pedra da Corvina - NRORD Apagada. Rio Pará - Baía de Guajará - Próximo ao 4º Distrito Naval - Carta Estabelecido farol Belém - NRORD Na posição - Operando em caráter experimental dias 01, 08, 15, 22 e 29/DEZ/04 e 05, 12, 19 e 26/JAN/05 - Característica: Lp.B - Fase detalhada: B 0,5 - Ecl. 19,5 - Período: 20s - Alcance luminoso: 15 milhas náuticas. N Rio Amazonas - Proximidades da ilha do Panema - Carta Alteração batimétrica ao longo do furo da Cidade N º 04'.50 S 49º 00'.00 W Barra Sul do Rio Amazonas - Canal Solimões - Carta Banco do Barata, estendendo-se para o norte até a posição. N Rio Pará - Baía de Guajará - Próximo a Carmo - Carta Embarcação São Salvador naufragada, permanecendo visível até 3/4 maré enchente - Demarcada por duas balizas especiais provisórias nas seguintes posições: 01º 27'.63 S 48º 30'.45 W e 01º 27'.66 S 48º 30'.45 W N Rio Pará - Carta Existência de profundidade menor de 9.8 metros entre as posições: 00º 57'.30 S 48º 27'.40 W e 00º 56'.10 S 48º 26'.70 W. 10

11 - II - COSTA NORTE 2003 N 7522 N 7662 N 7691 N 7905 N 8231 N N 7224 N 7225 N 7226 N 7283 N 7284 N 7409 N º S 36º W 01º S 48º W 02º S 44º W 02º S 44º W 01º S 48º W 01º S 48º W 01º S 48º W 01º S 48º W 01º S 48º W 01º S 48º W 01º S 48º W 01º S 48º W 01º S 48º W Proximidades da ponta do Mel - Carta Existência de bóia de amarração na posição aproximada. Rio Pará - Canal de acesso ao cais do porto de Belém - Carta Bóia de luz nº 5 - NRORD Fora de posição - Posição atual: 01º S 48º W. Baía de São Marcos - Terminal da Ponta da Madeira - Carta Farolete Molhe Norte (Cotovelo) - G Luz não confiável. Baía de São Marcos - Canal de acesso ao terminal da Ponta da Madeira - Carta Bóia de luz Cabeço Mearim - NRORD Fora de posição. Rio Pará - Canal de acesso ao cais do porto de Belém - Carta Bóia de luz nº 3 - NRORD Fora de posição - Posição atual: 01º S 48º W - Apagada. Rio Pará - Baía de Marajó - Proximidades da ilha Carnapijó - Carta Empurrador Bertolini naufragado na posição. Rio Pará - Canal de acesso ao cais do porto de Belém - Carta Bóia de luz Porto de Belém nº 1 - NRORD Apagada. Rio Pará - Canal de acesso ao cais do porto de Belém - Carta Bóia de luz Porto de Belém nº 7 - NRORD Apagada. Rio Pará - Canal de acesso ao cais do porto de Belém - Carta Bóia de luz Porto de Belém nº 9 - NRORD Apagada. Rio Pará - Canal de acesso ao cais do porto de Belém - Carta Bóia de luz Arsenal - NRORD Desaparecida. Rio Pará - Canal de acesso ao cais do porto de Belém - Carta Baliza Una - NRORD PA-16 - Desaparecida. Rio Pará - Canal de acesso ao porto de Belém - Carta Bóia de luz Ilha da Barra - NRORD Apagada. Rio Pará - Canal de acesso ao porto de Belém - Carta Bóia de luz Porto de Belém nº 2 - NRORD Desaparecida. N Entre a ponta do Céu e a ponta de Santarém - Carta Embarcação B/M Socorro de Nazaré V - Naufragada próximo à margem esquerda do rio Amazonas. N 7942 N º S 48º W 01º S 48º W Rio Pará - Banco Maguari - Próximo a Ponta Fina - Carta B/P Marilu naufragado na posição. Rio Pará - Baía de Marajó - Proximidades da pedra da Manteiga - Carta B/M Magnífico naufragado na posição. N Rio Pará - Canal de acesso ao porto de Belém - Carta Existência de banco à jusante da ilha da Barra - Entre as posições 01º S 48º W e 01º S 48º W avançando consideravelmente para cima das bóias existentes próximo das posições e aflorando na baixamar. 11

12 - II - COSTA NORTE N 8124 N 8175 N 8188 N 8226 N 8296 N 8318 N 8328 N 8355 N 8399 N 8418 N 8420 N º S 48º W 00º S 48º W 01º S 48º W 01º S 49º W 00º 25'.50 S 48º 11'.50 W 01º S 48º W 02º S 40º W 01º S 49º W 01º S 48º W 01º S 48º W 01º S 49º W 01º S 49º W Rio Pará - Baía de Guajará - Próximo ao porto de Belém - Carta Balsa naufragada próximo da bóia de luz Arsenal - NRORD 268. Rio Pará - Ilha Quati - Carta Farolete Colares - G Respondedor radar (Racon) inoperante. Rio Pará - Canal do Mosqueiro - Carta Bóia de luz Icoaraci - NRORD Desaparecida. Rio Pará - Baía do Marapatá - Proximidades da ponta do Frechal - Carta Bóia de luz Banco Jupatituba - NRORD Alcance reduzido. Rio Pará - Canal do Quiriri - Carta Bóia de luz Quiriri nº 6 - NRORD Fora de posição - Posição atual: 00º 25'.00S 48º 11'.00W. Rio Pará - Proximidades da ilha do Capim - Carta Embarcação Comte Isaac naufragada e balsa encalhada na posição. Proximidades da ponta de Itapajé - Carta Bóia cega C.S. Guajará - NRORD CE-5 - Destruída. Rio Pará - Baía do Marapatá - Carta Bóia de luz Banco do Otelo - NRORD Fora de posição - Posição atual: 01º S 49º W. Rio Pará - Canal de aceso ao porto de Belém - Carta Bóia de luz Ilha da Barra - NRORD Apagada. Rio Pará - Baía de Marajó - Proximidades do porto de Vila do Conde - Carta Bóia de luz Baixo do Macau - NRORD Apagada. Rio Pará - Baía do Marapatá - Proximidades da ilha Jupatituba - Carta Bóia de luz Banco Jupatituba SE - NRORD Desaparecida. Rio Pará - Proximidades de Curralinho - Carta Bóia de luz Banco Ilha Nova - NRORD Desaparecida. COSTA LESTE NAVAREA V 2004 E º 11'.00 S 35º 11'.17 W Ao largo do cabo Calcanhar - Carta Bóia de luz Risca do Zumbi - NRORD Retirada. COSTEIROS 2004 E º 43'.80 S 41º 52'.45 W Proximidades da enseada de Búzios - Carta Farolete Ilha Branca - G Apagado. E Sul do farol Tabatinga - Carta Existência provisória de torre tronco piramidal quadrangular em treliça metálica com faixas horizontais brancas e alaranjadas - Exibindo luz rápida contínua branca - Com aproximadamente 40 metros de altura. 12

13 - II - COSTA LESTE E Arquipélago de Abrolhos - Proximidades da ilha de Santa Bárbara - Carta Existência de pedras com profundidades conhecidas nas posições: a) 17º 57'.94 S 38º 42'.01 W - 4,8m; b) 17º 57'.97 S 38º 42'.04 W - 5,9m; c) 17º 58'.07 S 38º 42'.16 W - 7,1m; d) 17º 58'.00 S 38º 41'.89 W - 7,2m; e) 17º 58'.09 S 38º 41'.91 W - 7,9m; f) 17º 58'.10 S 38º 42'.19 W - 6,9m; g) 17º 57'.98 S 38º 42'.09 W - 6,1m; h) 17º 57'.99 S 38º 42'.12 W - 7,5m; e i) 17º 58'.06 S 38º 41'.96 W - 7,6m. (Coordenadas no datum: WGS-84) LOCAIS 2001 E 8040 E º 24'.91 S 41º 42'.83 W 06º 58'.75 S 34º 50'.46 W Proximidades da ilha de Santana - Carta B/P Flipper naufragado na posição. Porto de Cabedelo - Carta Banco de areia avançando em direção à bacia de manobra do porto de Cabedelo, sinalizado pela baliza - NRORD PB-5 existente na posição. E Baía do Aratu - Canal Cotegipe - Carta Alteração na batimetria - Encontrada profundidade de 11 metros próximo ao berço sul do terminal de granéis E 7216 E 7218 E 7461 E º 24'.58 S 41º 35'.03 W 22º S 41º W 20º 15'.86 S 40º 15'.58 W 12º 47'.50 S 38º 29'.62 W Enseada de Macaé - Proximidades da ilha de Santana - Carta Plataforma Petrobras XXI fundeada na posição. Enseada de Macaé - Proximidades da ilha de Santana - Carta Plataforma Falcon Star fundeada na posição. Baía do Espírito Santo - Próximo ao porto de Tubarão - Carta Alteração de sinal em caráter experimental - Farolete Alinhamento Tubarão Anterior - G Nova denominação: Farol Alinhamento Tubarão Anterior - Existência de setores de visibilidade - Setor encarnado: marcações a graus - Alcance luminoso: 34 milhas náuticas - Setor branco: marcações a 345 graus - Alcance luminoso: 40 milhas náuticas - Setor verde: marcações 345 a 346 graus - Alcance luminoso: 34 milhas náuticas - Nova característica: OC.Alt.EBV 12 segundos. Canal de acesso ao porto de Aratu - Carta Estabelecida bóia cega na posição. E Porto de Cabedelo - Carta Alteração em posição de bóias de luz: Bóia de luz nº 1 - NRORD º 56'.42 S 34º 49'.30 W - Nova posição: 06º 56'.42 S 34º 49'.37 W; Bóia de luz nº 2 - NRORD º 56'.34 S 34º 48'.91 W - Nova posição: 06º 56'.33 S 34º 48'.95 W; Bóia de luz nº 3 - NRORD º 56'.85 S 34º 50'.07 W - Nova posição: 06º 56'.84 S 34º 50'.05 W; Bóia de luz nº 4 - NRORD º 56'.48 S 34º 49'.28 W - Nova posição: 06º 56'.51 S 34º 49'.33 W; 13

14 - II - COSTA LESTE Bóia de luz nº 5 - NRORD º 57'.54 S 34º 50'.76 W - Nova posição: 06º 57'.49 S 34º 50'.85 W; Bóia de luz nº 6 - NRORD º 56'.61 S 34º 49'.60 W - Nova posição: 06º 56'.59 S 34º 49'.58 W; Bóia de luz nº 7 - NRORD º 58'.30 S 34º 50'.60 W - Nova posição: 06º 58'.28 S 34º 50'.62 W; Bóia de luz Cabeço - NRORD º 57'.92 S 34º 50'.74 W - Nova posição: 06º 57'.90 S 34º 50'.77 W, e Bóia de luz nº 8 - NRORD º 57'.33 S 34º 50'.52 W - Nova posição: 06º 57'.32 S 34º 50'.53 W E 7182 E º 03'.95 S 34º 52'.33 W 22º 25'.33 S 41º 38'.53 W Porto do Recife - Seção "C" - Carta Embarcação naufragada na posição - Sinalizada por bóia de arinque. Enseada de Macaé - Proximidades da ilha de Santana - Carta (INT.2123) - Plataforma Transocean Legend fundeada na posição. E Barra do rio Sergipe - Carta Alteração em posição dos bancos de areia existentes na entrada do rio Sergipe. Bancos de areia deslocando-se para o sul. E Barra do rio São Francisco do Norte - Carta Constatada alteração dos bancos de areia e do canal existente na foz do rio São Francisco do Norte. E Baía de Todos os Santos - Canal de acesso ao terminal marítimo Alte. Alves Câmara (TEMADRE) - Cartas 1104 e Alteração na batimetria - Menor profundidade encontrada: 14.5 metros. E Rio Piauí - Proximidades da barra da Estância - Carta Existência de balizamento cego particular irregular - Composto por 4 pares de bóias cegas estabelecidas nas seguintes posições (referidas ao datum WGS-84): Bóia cega nº 1-11º 25'.80 S 37º 23'.87 W; Bóia cega nº 2-11º 26'.00 S 37º 23'.89 W; Bóia cega nº 3-11º 25'.76 S 37º 23'.96 W; Bóia cega nº 4-11º 25'.75 S 37º 24'.40 W; Bóia cega nº 5-11º 25'.54 S 37º 24'.27 W; Bóia cega nº 6-11º 25'.64 S 37º 24'.52 W; Bóia cega nº 7-11º 25'.57 S 37º 24'.68 W; e Bóia cega nº 8-11º 25'.62 S 37º 24'.67 W. E 8022 E º 47'.05 S 35º 12'.77 W 09º 42'.02 S 35º 43'.94 W Porto de Natal - Carta Bóia de luz Pedra do Oitizeiro - NRORD Alteração em alcance luminoso: de 5 para 2 milhas náuticas. Porto de Maceió - Carta Bóia de luz Peixe-Pau - NRORD Desaparecida. E Canal de acesso ao porto de Vitória - Proximidades da Capitania dos Portos do Espírito Santo (CPES) - Carta Existência de 4 bóias de amarração nas seguintes posições: Bóia de amarração nº 1 (Esférica) - 20 º 19'.19 S 40 º 18'.07 W; Bóia de amarração nº 2 (Esférica) - 20 º 19'.19 S 40 º 18'.03 W; Bóia de amarração nº 3 (Tonel) - 20 º 19'.18 S 40 º 18'.09 W; e Bóia de amarração nº 4 (Tonel) - 20 º 19'.18 S 40 º 18'.04 W. E º 18'.51 S 40º 14'.91 W Canal de acesso ao porto de Tubarão - Carta Bóia de luz nº 6 - NRORD Avariada. 14

15 - II - COSTA LESTE E Baía do Espírito Santo - Próximo ao porto de Tubarão - Carta Ref. Aviso Local E 7461/03 - Farol Alinhamento Tubarão Anterior - NRORD º 15'.88 S 40º 15'.58 W e farolete Alinhamento Tubarão Posterior - NRORD º 14'.98 S 40º 15'.83 W - Funcionando nos períodos diurno e noturno. E º 04'.11 S 40º 56'.20 W Cabo de São Tomé - Carta Bóia cega Banco de São Tomé - NRORD RJ-05 - Avariada. E Porto de Cabedelo - Carta Referente ao Aviso Local E 8379/03 - Situação atual do balizamento: Bóia de luz nº 3 - NRORD º 56'.85 S 34º 50'.07 W - Fora de posição - Posição atual: 06º 56'.82 S 34º 50'.03 W; Bóia de luz nº 4 - NRORD º 56'.48 S 34º 49'.28 W - Fora de posição - Posição atual: 06º 56'.48 S 34º 49'.33 W; e Bóia de luz nº 8 - NRORD º 57'.33 S 34º 50'.52 W - Fora de posição - Posição atual: 06º 57'.23 S 34º 50'.46 W. NAVAREA V 2004 COSTA SUL S E do Canal da Verga - Carta 90 - Ref. Aviso S 147(T)/02 bóia de luz coleta de dados ambientais retirada para manutenção. S º 03'.06 S 46º 15'.87 W Proximidades da baía de Santos - Ilha da Moela - Carta Radiofarol Moela - NRORD RF Inoperante. S 0606 S º 42'.48 S 48º 33'.00 W 32º 38'.00 S 52º 17'.00 W Leste das ilhas Itacolomis - Carta B/P Esperança naufragado na posição. E do farol Sarita - Carta B/P Rio Pesca I fundeado e adernado - Desde 12/OUT/04. S º 26'.90 S 44º 02'.00 W Sul da ilha Grande - Carta (INT.2124) - Existência de 3 bóias cegas na área circular com raio de 2 milhas náuticas centrada na posição. COSTEIROS 2004 S º 46'.79 S 48º 34'.09 W Enseada de Itapocorói - Carta Bóia de luz Pedra do Cação - NRORD Nova fase detalhada: B 1,0 Ecl. 1,0 - B 1,0 Ecl. 7,0. S Nordeste de Albardão - Carta 90 - Referente ao aviso S 124(T)/04, bóia de coleta de dados substituída por bóia de luz - Característica: Lp(5)B - Período: 20 segundos e apagada. S º 04'.86 S 43º 33'.74 W Ilha Rasa de Guaratiba - Carta Farol Guaratiba - G Apagado. 15

16 - II - COSTA SUL S Proximidades da ilha de Santa Catarina - Carta Existência de equipamento de pesquisa para monitoramento das condições do mar: Bóia de fundeio de médio porte com ondógrafo - Cor amarela - Emitindo luz estroboscópica na posição: 27º 42'.50 S 48º 08'.32 W e correntógrafos demarcados por tonel azul na posição: 27º 42'.37 S 48º 08'.14 W. S 4497 LOCAIS 2001 S S º 00'.89 S 42º 55'.20 W 23º 06'.86 S 44º 03'.26 W 23º 55'.20 S 46º 20'.52 W Ilhas Maricás - Carta Farol Maricás - G Apagado. Baía da Ilha Grande - Canal de acesso à ilha Guaiba - Carta Estabelecidos equipamentos de pesquisa cerca de 100 metros da bóia de luz nº 1 - NRORD Na posição. Porto de Santos - Canal de Piaçagüera - Carta Bóia de luz nº 5 - NRORD Fora de posição - Posição atual: 23º 55'.15 S 46º 20'.39 W. S Porto do Rio Grande - Canal de acesso aos terminais - Carta Observadas profundidades inferiores a 12 metros junto à margem esquerda do canal - Trecho compreendido entre a bóia nº 6 - NRORD 4032 e a bóia nº 8 - NRORD S 7366 S º S 48º W 26º S 48º W Canal de acesso a Joinvile - Carta 1805 ER - Bóia de luz Pedras da Cruz - NRORD Apagada. Proximidades do porto de São Francisco do Sul - Carta Farolete Pernambuco - NRORD Apagado. S Proximidades da enseada de Abraão - Carta Embarcação Mestre Genésio naufragada entre as ilhas do Meio, do Pau a Pino e da Ponta Grossa. S 7466 S 7467 S 7490 S 7569 S 7570 S º S 48º W 26º S 48º W 22º S 43º W 22º S 43º W 22º S 43º W 22º 51'.76 S 43º 12'.37 W Canal de acesso ao porto de São Francisco do Sul - Carta Estabelecida em caráter provisório bóia de luz na posição - Característica: Rápido verde. Porto de São Francisco do Sul - Carta Farolete Laje Grande de Baixo - NRORD Desativado e substituído por bóia de luz na posição: 26º S 48º W - Característica: rápido encarnado. Baía de Guanabara - Proximidades da ilha do Viana - Carta Existência de bóia de amarração tipo tonel na posição. Baía de Guanabara - Canal de acesso ao estaleiro Ishibras - Carta Bóia cega Ishibras nº 1 - NRORD RJ Fora de posição - Posição atual: 22º S 43º W. Baía de Guanabara - Canal de acesso ao estaleiro Ishibras - Carta Bóia cega Ishibras nº 2 - NRORD RJ Fora de posição - Posição atual: 22º S 43º W. Baía de Guanabara - Canal de acesso ao estaleiro Ishibras - Carta Bóia cega Ishibras nº 5 - NRORD RJ Fora de posição - Posição atual: 22º 51'.73 S 43º 12'.38 W. 16

17 - II - COSTA SUL S º S 52º W Rio Grande - Canal de acesso aos terminais - Próximo ao Terminal de Pesca - Carta Estabelecida bóia de luz especial na posição - Característica: R.A - Fase detalhada: A 0,5 Ecl. 0,5 - Alcance luminoso: 5 milhas náuticas - Sinalizando equipamento de pesquisa - Correntógrafo. S Barra do rio São Francisco do Sul - Carta Dragagem em execução - Área compreendida entre as posições: 26º 09'.15 S 48º 32'.79 W, 26º 09'.01 S 48º 32'.15 W, 26º 11'.12 S 48º 29'.77 W, 26º 10'.99 S 48º 29'.66 W, 26º 08'.58 S 48º 32'.40 W e 26º 09'.03 S 48º 32'.99 W - Início 06/DEZ/ S 7254 S 7338 S 7433 S º 46'.53 S 43º 08'.42 W 22º S 43º W 22º S 43º W 22º S 43º W Baía de Guanabara - Proximidades da ilha de Nhanquetá - Carta Baliza ilha Nhanquetá nº 1 - NRORD RJ Desaparecida. Baía de Sepetiba - Canal principal de acesso ao porto de Sepetiba - Carta Bóia de luz nº 6 - NRORD Luz não confiável. Baía de Guanabara - Próximo das ilhas do Mocanguê e da Conceição - Carta Bóia de luz Laje do Wilson - NRORD Fora de posição - Posição atual: 22º S 43º W. Baía de Guanabara - Área de fundeio nº 1 - Carta Plataforma Pride Rio de Janeiro fundeada na posição. S Rio Grande - Canal de acesso aos terminais - Carta Alteração provisória em posição de bóias de luz: Bóia de luz nº 1 - NRORD º 12'.18 S 52º 03'.26 W - Nova posição: 32º 12'.12 S 52º 03'.23 W; Bóia de luz nº 2 - NRORD º 12'.28 S 52º 03'.34 W - Nova posição: 32º 12'.29 S 52º 03'.39 W; Bóia de luz nº 3 - NRORD º 11'.89 S 52º 03'.83 W - Nova posição: 32º 11'.83 S 52º 03'.72 W; Bóia de luz nº 7 - NRORD º 10'.18 S 52º 05'.25 W - Nova posição: 32º 10'.16 S 52º 05'.18 W; Bóia de luz nº 9 - NRORD º 08'.93 S 52º 05'.80 W - Nova posição: 32º 08'.90 S 52º 05'.72 W; e Bóia de luz nº 11 - NRORD º 07'.92 S 52º 06'.02 W - Nova posição: 32º 07'.90 S 52º 05'.88 W. S º S 43º W Baía de Guanabara - Próximo à ilha de Paquetá - Carta Baliza Pedras do Gonçalo - NRORD RJ Desaparecida. S Baía de Guanabara - Proximidades da ilha da Conceição - Carta Dique flutuante Afonso Pena fundeado entre as posições: 22º 52'.42 S 43º 07'.60 W e 22º 52'.33 S 43º 07'.73 W. S 7782 S 7783 S 7793 S º S 43º W 22º S 43º W 24º 00'.10 S 46º 20'.07 W 23º 05'.15 S 44º 15'.75 W Baía de Sepetiba - Canal de acesso ao porto de Sepetiba - Carta Bóia de luz nº 1 - NRORD Fora de posição. Baía de Sepetiba - Canal de acesso ao porto de Sepetiba - Carta Bóia de luz nº 2 - NRORD Fora de posição. Baía de Santos - Canal de acesso ao porto de Santos - Carta B/P Jairo naufragado nas proximidades da bóia de luz nº 1 na posição. Baía da Ilha Grande - Canal de acesso ao TEBIG - Carta Bóia de luz nº 13 - NRORD Apagada. 17

18 - II - COSTA SUL S 7904 S º 50'.50 S 43º 06'.24 W 22º 53'.93 S 43º 10'.08 W Baía de Guanabara - Carta Baliza Coroa da Ilha das Flores - NRORD RJ Destruída. Baía de Guanabara - Proximidades do molhe da ilha Fiscal - Carta Existência de ferro na posição. S Baía de Guanabara - Proximidades da ilha Redonda de Dentro - Carta Existência de 2 tubos brancos com 3 metros de altura, portando equipamento luminoso tipo Giroflex com característica e alcance luminoso desconhecidos, um ao lado do farolete Dolfim Sudoeste - NRORD Posição: 22º 48'.13 S 43º 07'.23 W e outro ao lado do farolete Dolfim Alinhamento Nordeste - NRORD Posição: 22º 48'.10 S 43º 07'.22 W. S º 11'.20 S 52º 04'.52 W Rio Grande - Canal de acesso aos terminais - Carta Estabelecida provisoriamente bóia de luz especial na posição - Característica: Lp.A - Fase detalhada: A 0,5 - Ecl. 3,5 - Período: 4 segundos - Alcance luminoso: 5 milhas náuticas. S Canal de acesso ao terminal Ponta do Félix - Carta Navegação suspensa temporariamente no período noturno em virtude da atual deficiência de seu balizamento. S 7996 S 8051 S º 55'.08 S 46º 21'.68 W 26º 27'.10 S 48º 35'.63 W 22º S 43º W Porto de Santos - Canal de Piaçagüera - "Seção B" - Carta Bóia de luz nº 9 - NRORD Fora de posição em virtude de dragagem - Posição atual: 23º 55'.05 S 46º 21'.48 W. Rio Araquari - Proximidades de São Francisco do Sul - Carta Farolete Araquari (Molhe Norte) - NRORD Apagado. Baía de Guanabara - Marina da Glória - Carta Farolete Marina da Glória - G Apagado. S Rio Grande - Canal de acesso ao porto Novo - Carta Alteração em posição de bóia por motivo de dragagem: Bóia de luz nº 2 - NRORD º 03'.68 S 52º 04'.35 W - Fora de posição - Posição atual: 32º 03'.68 S 52º 04'.34 W. S º S 43º W Baía de Guanabara - Canal do Boqueirão - Carta Bóia de luz Matias - NRORD Desaparecida. S Rio São Francisco do Sul - Carta Lancha tipo bote inflável cor laranja realizando levantamento hidrográfico na baía de Babitonga e rio Cachoeira nas proximidades da ilha dos Herdeiros, ilha do Mel, ilha dos Coqueiros e Joinville - Período: 14/OUT a 05/DEZ/04. S 8191 S 8192 S 8211 S 8239 S º S 43º W 22º S 43º W 22º S 43º W 23º S 44º W 22º 53'.62 S 43º 09'.47 W Baía de Guanabara - Proximidades da ponta do Gato - Carta Baliza Ponta do Gato - NRORD RJ Desaparecida. Baía de Guanabara - Porto do Rio de Janeiro - Carta Bóia de luz nº 9 - NRORD Apagada. Baía de Guanabara - Ilha Laje - Carta Bóia de luz Laje - NRORD Fora de posição - Posição atual: 22º S 43º W. Baía da Ilha Grande - Proximidades da ponta do Bananal - Carta Plataforma Petrobrás XXII - Fundeada na posição. Baía de Guanabara - Próximo à ilha Fiscal - Carta Área de fundeio nº 2 - Existência de destroços perigosos à navegação na posição. 18

19 - II - COSTA SUL S 8271 S º 52'.63 S 43º 11'.74 W 23º 03'.46 S 44º 13'.78 W Baía de Guanabara - Canal de acesso ao cais do Terminal de Conteineres (TECON) - Carta Boia de luz nº 5 - NRORD Alcance reduzido. Baía da Ilha Grande - Canal de acesso ao Tebig - Carta Bóia de luz nº 19 - NRORD Apagada. S º 06'.38 S 44º 20'.02 W Baía da Ilha Grande - Canal de acesso ao Tebig - Carta Bóia de luz nº 8 - NRORD Apagada. S Canal de acesso ao porto de Paranaguá - Cartas 1821 e Situação atual do balizamento: Bóia de luz nº 1A - NRORD º 36'.99 S 48º 16'.70 W - Fora de posição - Posição atual: 25º 36'.95 S 48º 16'.59 W; Bóia de luz nº 3 - NRORD º 36'.54 S 48º 17'.08 W - Fora de posição - Posição atual: 25º 36'.53 S 48º 16'.91 W; Bóia de luz nº 4 - NRORD º 36'.63 S 48º 17'.18 W - Retirada; Bóia de luz nº 4A - NRORD º 36'.30 S 48º 17'.60 W - Fora de posição - Posição atual: 25º 36'.27 S 48º 17'.54 W; Bóia de luz nº 6 - NRORD º 35'.98 S 48º 18'.03 W - Fora de posição - Posição atual: 25º 36'.95 S 48º 17'.94 W e apagada; Bóia de luz nº 8 - NRORD º 35'.15 S 48º 18'.95 W - Sem marca de tope; Bóia de luz nº 14 - NRORD º 32'.79 S 48º 21'.29 W - Apagada; Bóia de luz nº 20 - NRORD º 30'.48 S 48º 24'.08 W - Alcance reduzido; Bóia de luz nº 25 - NRORD º 29'.61 S 48º 27'.29 W - Fora de posição - Posição atual: 25º 29'.56 S 48º 27'.20 W; e Bóia de luz nº 27 - NRORD º 29'.66 S 48º 28'.45 W - Fora de posição - Posição atual: 25º 29'.59 S 48º 28'.34 W. S Baía de Paranaguá - Canal de acesso ao terminal Ponta do Félix e Antonina - Carta Situação atual do balizamento: Bóia de luz nº 3 - NRORD º 29'.50 S 48º 34'.22 W - Fora de posição - Posição atual: 25º 29'.50 S 48º 34'.17 W; Bóia de luz nº 4 - NRORD º 29'.57 S 48º 34'.24 W - Fora de posição - Posição atual: 25º 29'.56 S 48º 34'.20 W e apagada; Bóia de luz nº 6 - NRORD º 29'.44 S 48º 35'.56 W - Fora de posição - Posição Atual: 25º 29'.42 S 48º 35'.50 W; Bóia de luz nº 8 - NRORD º 28'.99 S 48º 37'.08 W - Fora de posição - Posição atual: 25º 29'.01 S 48º 37'.09 W; Bóia de luz nº 12 - NRORD º 28'.43 S 48º 39'.20 W - Apagada; Bóia de luz nº 15 - NRORD º 27'.60 S 48º 40'.79 W - Apagada; Bóia de luz nº 16 - NRORD º 27'.68 S 48º 40'.17 W - Apagada; Baliza Emboguaçu - NRORD PR º 30'.34 S 48º 33'.48 W - Desaparecida; Bóia cega Laje Grande - NRORD PR º 27'.06 S 48º 40'.57 W - Fora de posição - Posição atual: 25º 27'.03 S 48º 40'.57 W; e Bóia cega Laje do Boião - NRORD PR º 26'.80 S 48º 41'.00 W - Fora de posição - Posição atual: 25º 26'.77 S 48º 40'.99 W. S Barra do porto do Rio Grande - Carta Referente ao Aviso Preliminar nº S 126(P)/04, item f) - Existência de pedras submersas com profundidades desconhecidas, delimitadas pelos (2) dois grupos de posições (cada grupo junto a um molhe) - Recomenda-se aos navegantes evitarem o tráfego nas áreas definidas pelas posições. S Baía de Guanabara - Carta Ref. Aviso G 142(T)/04 - Plataforma Jagson Pionner (ex-chaparral) - Apagada - Oferecendo perigo à navegação. 19

20 - II - COSTA SUL S 8367 S º 55'.22 S 46º 21'.63 W 23º 12'.09 S 44º 42'.50 W Porto de Santos - Canal de Piaçagüera - Carta Farolete Píer nº 4 - NRORD Apagado. Baía de Parati - Proximidades da ilha dos Pombos - Foz do rio Perequê-Açu - Carta Embarcação naufragada sem sinalização na posição. S Canal de acesso ao porto de Santos e canal de Piaçagüera - Carta Alteração em posição de bóias de luz: Bóia de luz nº 1 - NRORD º S 46º W - Nova posição: 24º S 46º W; Bóia de luz nº 2 - NRORD º S 46º W - Nova posição: 23º S 46º W; Bóia de luz nº 3 - NRORD º S 46º W - Nova posição: 23º S 46º W; Bóia de luz nº 4 - NRORD º S 46º W - Nova posição: 23º S 46º W; Bóia de luz nº 5 - NRORD º S 46º W - Nova posição: 23º S 46º W; Bóia de luz nº 6 - NRORD º S 46º W - Nova posição: 23º S 46º W; Bóia de luz nº 8 - NRORD º S 46º W - Nova posição: 23º S 46º W; Bóia de luz Piaçagüera nº 1 - NRORD º S 46º W - Nova posição: 23º S 46º W; e Bóia de luz Piaçagüera nº 2 - NRORD º S 46º W - Nova posição: 23º S 46º W. S 8385 S 8407 S º 30'.00 S 48º 32'.23 W 22º 52'.26 S 43º 09'.38 W 22º 56'.34 S 43º 50'.56 W Proximidades do cais de Inflamáveis - Carta Embarcações miúdas realizando contenção de vazamento e remoção de óleo do N/M Vicuna na posição - Solicita-se aos navegantes não exceder a velocidade de 5 nós a menos de 1 milha náutica da posição. Baía de Guanabara - Ponte Presidente Costa e Silva - Carta Farolete Pilar Oeste - G Apagado. Porto de Sepetiba - Carta Alteração em característica - Bóia de luz cardinal norte Gaia - NRORD Característica: R.B - Período: B 0,5 - Ecl. 0,5 - Nova característica: R(9)B. 15s. S Barra de Cananéia - Carta Situação atual do balizamento: Bóia de luz Cananéia nº 1 - NRORD º 04'.42 S 47º 50'.92 W - Desaparecida; Bóia de luz Cananéia nº 2 - NRORD º 04'.55 S 47º 50'.92 W - Desaparecida; Bóia de luz Cananéia nº 3 - NRORD º 04'.21 S 47º 51'.45 W - Desaparecida; e Bóia de luz Cananéia nº 6 - NRORD º 03'.78 S 47º 52'.86 W - Desaparecida. S 8441 S 8442 S º 45'.90 S 43º 06'.13 W 22º 46'.47 S 43º 09'.02 W 23º 05'.94 S 44º 23'.95 W Baía de Guanabara - Ilha de Paquetá - Carta Farolete Ilha de Paquetá - G Apagado. Baía de Guanabara - Ilha do Boqueirão - Carta Bóia de luz Boqueirão nº 6 - NRORD Apagada. Baía da Ilha Grande - Carta Farolete Laje do Coronel - G Apagado. 20

21 - II - COSTA SUL S Canal de acesso ao porto de São Francisco do Sul - Canal da Barra - Carta Situação atual do balizamento: Bóia de luz nº 4 - NRORD º 10'.35 S 48º 30'.38 W - Fora de posição - Posição atual: 26º 10'.37 S 48º 30'.46 W; Bóia de luz nº 5 - NRORD º 09'.17 S 48º 31'.70 W - Fora de posição - Posição atual: 26º 09'.13 S 48º 31'.59 W; Bóia de luz nº 6 - NRORD º 09'.95 S 48º 30'.85 W - Fora de posição - Posição atual: 26º 09'.95 S 48º 30'.89 W; Bóia de luz nº 7 - NRORD º S 48º W - Fora de posição - Posição atual: 26º S 48º W; Bóia de luz nº 8 - NRORD º 09'.54 S 48º 31'.31 W - Fora de posição - Posição atual: 26º 09'.55 S 48º 31'.29 W; Bóia de luz nº 10 - NRORD º 09'.27 S 48º 31'.68 W - Fora de posição - Posição atual: 26º 09'.24 S 48º 31'.67 W; Bóia de luz nº 12 - NRORD º 09'.07 S 48º 32'.11 W - Fora de posição - Posição atual: 26º 08'.98 S 48º 32'.03 W; Bóia de luz nº 14 - NRORD º 09'.13 S 48º 32'.54 W - Fora de posição - Posição atual: 26º 09'.07 S 48º 32'.49 W; Bóia de luz Banco da Galharada - NRORD º 09'.22 S 48º 33'.48 W - Fora de posição - Posição atual: 26º 09'.29 S 48º 33'.45 W; Bóia cega Laje Paranaguá-Mirim - NRORD SC-5-26º 13'.44 S 48º 37'.73 W - Fora de posição - Posição atual: 26º 13'.49 S 48º 37'.79 W; Bóia cega Laje da Rocega - NRORD SC-50-26º 15'.03 S 48º 39'.63 W - Fora de posição - Posição atual: 26º 14'.99 S 48º 39'.53 W; e Baliza Laje do Abreu de Dentro - NRORD SC-25-26º 14'.73 S 48º 38'.60 W - Desaparecida. S Porto se São Francisco do Sul - Carta Estabelecimento e alteração em posição de bóias de luz: Bóia de luz Canal do Porto nº 1 - NRORD Estabelecida na posição: 26º 13'.23 S 48º 38'.33 W - Característica: R.E - Fase detalhada: E.0,5 - Ecl. 0,5; Bóia de luz Canal do Porto nº 2 - NRORD Estabelecida na posição: 26º 13'.30 S 48º 38'.23 W - Característica: R.V - Fase detalhada: V.0,5 - Ecl. 0,5; Bóia de luz Canal do Porto nº 3 - NRORD Estabelecida na posição: 26º 13'.67 S 48º 38'.57 W - Característica: Lp.E. 3s - Fase detalhada: E.0,3 - Ecl. 2,7; Bóia de luz Canal do Porto nº 4 - NRORD Estabelecida na posição: 26º 13'.72 S 48º 38'.47 W - Característica: Lp.V. 3s - Fase detalhada: V.0,3 - Ecl. 2,7; Bóia de luz Laje do Muchocho Oeste - NRORD Estabelecida na posição: 26º 14'.03 S 48º 38'.78 W - Característica: Lp.A. 3s - Fase detalhada: A.0,5 - Ecl. 2,5; Bóia de luz Laje do Badejo (Perigo Isolado) - NRORD Estabelecida na posição: 26º 13'.53 S 48º 38'.20 W - Característica: Lp.(2)B. 10s - Fase detalhada: B.0,5 - Ecl. 1,5 - B.0,5 - Ecl. 7,5; Bóia de luz Laje da Marcelina (Perigo Isolado) - NRORD Estabelecida na posição: 26º 13'.70 S 48º 38'.30 W - Característica: Lp.(2)B. 10s - Fase detalhada: B.1,0 - Ecl. 1,0 - B.1,0 - Ecl. 7,0; Bóia de luz Laje da Vitoria - NRORD º 14'.17 S 048º 38'.43 W - Nova Posição: 26º 14'.20 S 48º 38'.40 W; Bóia de luz Laje do Muchocho - NRORD º 14'.13 S 48º 38'.67 W - Nova posição: 26º 14'.07 S 48º 38'.57 W; Bóia de luz Parcel da Torre - NRORD º 13'.68 S 48º 38'.65 W - Retirada; Bóia de luz Laje do Barata - NRORD º 13'.71 S 48º 38'.44 W - Retirada; 21

22 - II - COSTA SUL S º S 43º W Bóia de luz Laje do Badejo - NRORD º 13'.51 S 48º 38'.15 W - Retirada; e Bóia de luz Laje da Marcelina - NRORD º 13'.68 S 048º 38'.25 W - Retirada. Baía de Guanabara - Canal de acesso ao cais do Terminal de Contêineres (TECON) - Carta Bóia de luz nº 10 - NRORD Retirada. LAGOA DOS PATOS LOCAIS (Balizamento sob a responsabilidade da Superintendência dos Portos e Hidrovias do Estado do Rio Grande do Sul) 2001 P Proximidades de São Lourenço do Sul - Carta Faroletes estabelecidos em novas posições e bóias cegas estabelecidas provisoriamente: Farolete São Lourenço - G º 23'.40 S 51º 57'.45 W - Nova posição: 31º 23'.36 S 51º 57'.45 W; Farolete São Lourenço (curva) - G º 22'.81 S 51º 57'.96 W - Nova posição: 31º 22'.84 S 51º 57'.98 W; Bóia cega nº 1-31º 23'.30 S 51º 57'.43 W; Bóia cega nº 3-31º 23'.06 S 51º 57'.73 W; Bóia cega nº 4-31º 23'.10 S 51º 57'.74 W; e Bóia cega nº 6-31º 22'.85 S 51º 57'.99 W. P 8310 P º 46'.42 S 52º 10'.72 W 31º 57'.25 S 52º 04'.73 W Canal da Coroa do Meio - Carta Farolete Laranjal - G Substituído temporariamente por bóia de luz. Canal de São José do Norte - Carta Farolete Diamante nº 22 - G Desaparecido - Substituído temporariamente por bóia de luz. P Canais: São José do Norte, da Setia e da Feitoria - Cartas 2102 e Existência de calões: Canal São José do Norte Calões invadindo o canal entre o farolete Diamante nº 22, farolete Baleias nº 25 e bóia cega nº 24; Canal da Setia Calões invadindo o canal entre as bóias cegas nºs 33 e 36; Canal da Feitoria Calões invadindo o canal entre a baliza nº 75 e a bóia de luz nº P º 50'.27 S 52º 10'.42 W Canal da Setia - Carta Bóia cega nº 40 - NRORD RS 75 - Desaparecida. P P º 12'.77 S 51º 15'.35 W 30º 15'.48 S 51º 11'.67 W Canal do Leitão - Carta Farolete nº NRORD Substituído temporariamente por bóia de luz. Canal de Belém - Carta Farolete nº NRORD Substituído temporariamente por bóia de luz. 22

23 - II - LAGOA DOS PATOS P Canal da Barra - Carta Dragagem em execução - Draga Presidente Medici - Realizando serviço de dragagem entre as posições: 31º 48'.21 S 52º 10'.61 W, 31º 48'.17 S 52º 10'.59 W, 31º 47'.99 S 52º 11'.23 W e 31º 47'.96 S 52º 11'.21 W - Período: 06/SET a 31/DEZ/04 - Das 1100Z às 2100Z. LOCAIS 1998 BACIA AMAZÔNICA A º 11'.10 S 49º 26'.10 W Rio Tocantins - Proximidades de Cametá - Croqui do rio Tocantins - Folha 3 - Grande assoreamento nas proximidades da posição, com menor profundidade de 2.5 metros. A Rio Guamá e rio Capim - Croqui nº 14 - Área interditada à navegação de comboios e balsas - Trecho de 0.15 milha náutica - Montante e jusante da ponte no município de São Miguel do Guamá. A Rio Amazonas - Paraná do Mocambo - Carta 4105A - Banco estendendo-se - Áreas delimitadas entre: Margem esquerda 02º S W, 02º S W, 02º S W, 02º S W, 02º S W e 02º S W; e Margem direita 02º S W, 02º S W, 02º S W e 02º S W. A Rio Japurá - Croqui rio Japurá FL 35: ALFA - Costa da Serrinha - Milhagem Presença de pedras avançando até 0,4 milha náutica para meio rio, margem direita, extensão de 0,38 milha náutica - Profundidade mínima de 5 metros não reduzido - Descobre período da seca; BRAVO - Milhagem milhas náuticas jusante do casco - Presença de pedras junto margem direita - Com 200 metros de extensão - Profundidade mínima de 3,20 metros não reduzido - Descobre período da seca; e CHARLIE - Milhagem Área cartografada com banco - Margem esquerda proximidades ponta jusante ilha Patauá - Profundidade mínima de 8,80 metros não reduzido - Não descobre período da seca. A Rio Amazonas - Carta 4101B - Ilha Aruans - Alterações batimétricas ao longo de toda sua extensão - A partir da ponta montante até 3,5 milhas náuticas a jusante - Registrando profundidade de até 5,4 metros A Rio Amazonas - Proximidades da ilha do Boi - Carta 4105 B - Existência de banco de areia aflorado com aproximadamente 1000 metros de comprimento na calha principal - Delimitado pelas posições: 03º 12'.08 S 58º 14'.38 W, 03º 12'.32 S 58º 14'.25 W, 03º 12'.02 S 58º 13'.50 W e 03º 12'.25 S 58º 13'.75 W. A º 48'.40 S 49º 10'.60 W Rio Tocantins - Carta Assoreamento - Ponta a jusante da ilha Batuque - Profundidade inferior a 2 metros na posição. 23

24 - II - BACIA AMAZÔNICA A Canal oeste da ilha do Curuá - Carta 4103A - Existência de assoreamento - Trecho compreendido entre as posições: 02º 16'.00 S 54º 03'.75 W e 02º 19'.00 S 54º 03'.75 W - Encontradas profundidades de até 4,7 metros. A 8355 A º 27'.59 S 56º 23'.66 W 01º 27'.60 S 56º 23'.16 W Rio Trombetas - Carta 4402B - Farolete nº 58 - NRORD Estabelecido na posição - Característica: R (3) V - Período: 10 seg. - Fase detalhada: V 0,5 - Ecl. 0,5 - V 0,5 - Ecl. 0,5 - V 0,5 - Ecl. 7,5 - Alcance luminoso: 7 milhas náuticas - Altura: 7 metros - Alcance geográfico: 9 milhas náuticas - Descrição: estrutura tipo tubulão na cor branca. Rio Trombetas - Carta 4402B - Bóia de luz estabelecida temporariamente na posição - Característica: R(2)V - Fase detalhada: V 0,5 - Ecl. 0,5 - V 0,5 - Ecl. 3,5 - Período: 5 seg - Alcance luminoso: 7 milhas náuticas. A Rio Pará - Carta Existência de área de fundeadouro para inspeção sanitária delimitada pelos paralelos: 01º 05'.00 S e 01º 06'.50 S e pelos meridianos: 48º 30'.00 W e 48º 28'.50 W. A º 56'.40 S 49º 14'.60 W Rio Tocantins - Croqui de navegação - Folha nº 2 - Proximidades da ilha Marrequinha - Alteração na batimetria - Encontrada profundidade inferior a 2 metros na posição. A Rio Solimões - Atlas da Hidrovia do Rio Solimões - Folha HS-C12 - Grandes alterações na batimetria - Canal Norte da ilha Pescada completamente assoreado - Navegantes deverão navegar junto à costa sul da Ilha Pescada e da ilha Flexal. A Rio Solimões - Atlas da Hidrovia do Rio Solimões - Folha HS-D8 - Alteração na batimetria com surgimento da ilha nas posições 03º S 69º W, 03º S 69º W, 03º S 69º W, 03º S 69º W. A Rio Solimões - Atlas da Hidrovia do Rio Solimões - Folha HS-D3 - Abertura do canal ao sul da ilha Amataxiro com menores profundidades nas bocas montante e jusante do paraná de São Cristóvão, 5,5 e 5,6 metros respectivamente. A Rio Amazonas - Carta Proximidades da bóia de luz Carolina - NRORD 80 - Alteração em batimetria - Existência de banco de areia descobrindo na baixa-mar delimitado por: 00º N 50º W, 00º N 50º W, 00º N 50º W e 00º N 50º W. A Rio Amazonas - Carta 4101B - Proximidades da ilha Grande Taiaçuí - Existência de profundidades menores entre as posições: 01º 19'.38 S 51º 53'.76 W e 01º 19'.85 S 51º 53'.88 W - Menor profundidade encontrada 12 metros - Os navegantes deverão navegar na margem direita do canal. A Próximo da ilha Maruim - Cartas 4101B e 4201A - Existência de assoreamento a oeste da ilha Maruim até as posições: 01º 09'.74 S 51º 52'.48 W, 01º 09'.83 S 51º 53'.10 W, 01º 10'.60 S 51º 53'.67 W e 01º 11'.11 S 51º 53'.27 W - Com menor profundidade encontrada de 10,5 metros na posição: 01º 10'.35 S 51º 53'.31 W - Navegantes deverão manter-se na distância de até 0,4 milhas da margem esquerda do rio no referido trecho. 24

25 - II - BACIA AMAZÔNICA A º S 51º W Proximidades da ilha Salvador - Carta 4101A - Bóia de luz Passagem de Mazagão - NRORD Nova posição: 00º S 51º W. A Rio Negro - Próximo a Manaus - Carta Existência de cabo submarino entre a ponta do Ouvidor na posição: 03º 06'.80 S 60º 03'.57 W e ilha do Camarão na posição: 03º 08'.04 S 60º 05'.14 W. A Rio Amazonas - Enseada do Carapanaí - Carta 4104 A - Alteração na batimetria - Assoreamento com formação de banco entre as posições: 01º S 55º W, 01º S 55º W, 01º S 55º W, 02º S 55º W e 02º S 55º W - Navegantes deverão manter-se na distância de 0.2 a 0.4 da milha da margem direita do rio no referido trecho. A º S 54º W Proximidades da ilha do Curuá - Carta 4103A - Farolete Curuá - G Reconstruído em nova posição: 02º S 54º W. A Rio Amazonas - Proximidades das ilhas do Caldeirão - Carta 4104B - Alteração em contorno e batimetria: a) Contorno atual local delimitado pelas posições: 02º 20'.10 S 56º 20'.00 W, 02º 18'.70 S 56º 18'.00 W, 02º 17'.00 S 56º 17'.20 W e 02º 15'.00 S 56º 16'.80 W - Virtude erosão margem direita do rio Amazonas neste trecho. b) Existência de assoreamento com banco entre a ponta à jusante das ilhas Caldeirão e as posições: 02º 17'.90 S 56º 19'.20 W, 02º 15'.80 S 56º 17'.60 W, 02º 14'.60 S 56º 17'.50 W e 02º 14'.60 S 56º 18'.00 W. A navegação deverá ser feita a 0.3 milha da margem direita do rio Amazonas no referido trecho A Rio Pará - Furo do Maguari - Ponte de Outeiro - Carta Área interditada à navegação entre as posições: 01º 16'.70 S 48º 27'.70 W 01º 16'.60 S 48º 26'.50 W. A º S 53º W Rio Amazonas - Proximidades do farolete Peregrino - Carta 4103A - B/M São Geraldo III - Naufragado na posição. A Rio Amazonas - Proximidades do Arquipélago Jurupari - Carta Existência de assoreamento na margem direita entre as posições 00º 14'.20 N 50º 36'.90 W e 00º 11'.40 N 50º 39'.80 W - Menor profundidade encontrada 9 metros na posição N W. A 7809 A º N 50º W 06º S 69º W Rio Amazonas - Proximidades de Macapá - Carta Farol Pau Cavado - G Apagado e respondedor radar (RACON) inoperante. Rio Juruá - Croqui nº 33 - Casco soçobrado a 1 milha náutica à jusante da praia Três Unidos (margem esquerda) na posição. A º S 54º W Proximidades da ilha do Curuá - Carta 4103 A - Farolete Curuá - G Apagado. A Rio Trombetas - Cartas 4401B e 4402B - Bóias de luz estabelecidas em novas posições: Bóia de luz nº 9 - NRORD º 46'.56 S 55º 52'.12 W - Nova posição: 01º 46'.58 S 55º 52'.05 W; Bóia de luz nº 10 - NRORD º 46'.15 S 55º 52'.50 W - Nova posição: 01º 46'.34 S 55º 52'.32 W; Bóia de luz nº 11 - NRORD º 46'.25 S 55º 52'.26 W - Nova posição: 01º 46'.14 S 55º 52'.31 W; 25

26 - II - BACIA AMAZÔNICA Bóia de luz nº 15 - NRORD º 42'.29 S 55º 54'.82 W - Nova posição: 01º 43'.04 S 55º 54'.62 W; e Bóia de luz nº 36 - NRORD º 31'.79 S 56º 14'.48 W - Nova posição: 01º 31'.90 S 56º 14'.36 W. A Proximidades da ilha de Santana - Carta B/M Darci Junior II - Encalhado em 01/OUT/04. A º S 52º W Rio Jari - Carta 4202A - Bóia cega nº 7 - NRORD AP-70 - Fora de posição. A º S 52º W Rio Jari - Canal Ilha Jupatituba - Carta 4202B - Bóia cega nº 2 - NRORD AP Fora de posição. A Rio Madeira - Atlas da Hidrovia Madeira - Amazonas (4500) - Existência de pedras não cartografadas nas seguintes cartas e posições: a) HM-B16-05º 20'.25 S 60º 44'.55 W; b) HM-C7-06º 05'.95 S 61º 48'.35 W; c) HM-C20-06º 52'.05 S 62º 39'.45 W; d) HM-D3-07º 43'.95 S 62º 56'.78 W e 07º 44'.40 S 62º 56'.79 W; e) HM-D9-08º 12'.65 S 63º 16'.71 W; f) HM-D11-08º 21'.29 S 63º 24'.61 W e 08º 22'.26 S 63º 24'.98 W; g) HM-D12-08º 25'.54 S 63º 28'.69 W; h) HM-D13-08º 28'.72 S 63º 34'.14 W, 08º 28'.87 S 63º 34'.16 W e 08º 30'.31 S 63º 35'.70 W; i) HM-D13-08º 31'.40 S 63º 35'.37 W; e j) HM-D14-08º 34'.84 S 63º 37'.01 W. A Rio Madeira - Atlas da Hidrovia Madeira - Amazonas (4500) - Existência de pedras não cartografadas e afloradas nas seguintes cartas e posições: a) HM-C26-07º 26'.11 S 063º 00'.91 W; b) HM-D17-08º 37'.75 S 063º 49'.87 W; c) HM-D17-08º 38'.10 S 063º 53'.23 W; e d) HM-D17-08º 38'.19 S 063º 54'.38 W. A 8370 A º S 50º W 00º S 51º W Estreito de Breves - Carta Bóia de luz Banco Siriri - NRORD Desaparecida. Proximidades de Santana - Carta 4101 A - Bóia de luz Banco Salvador - NRORD Fora de posição - Posição atual: 00º S 51º W e apagada. GERAL NAVAREA V 2004 G Horário de verão - Desde 02/NOV/04, a Hora Oficial do Distrito Federal e dos estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Minas Gerais, Goiás, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul está adiantada em 60 minutos em relação à Hora Legal atual. 2 - Tábuas de Marés - Os navegantes deverão ter atenção em adicionar uma hora às lançadas nas tábuas com relação aos portos nacionais dos estados afetados. 26

27 - II - GERAL LOCAIS 2003 G Porto de Cabedelo - Carta Restrição de manobras de atracação e desatracação: a) Navios com calado de 27, 28, 29 e 30 pés, manobrar apenas entre os crepúsculos matutino e vespertino observando marés maiores que 1,6 metro, 1,9 metro, 2,2 metros e 2,4 metros, respectivamente. b) Navios com calado entre 23 a 26 pés, manobrar apenas durante a preamar G Lago Paranoá - Proximidades do Palácio da Alvorada - Carta Alteração em posição de bóias e faroletes e bóias estabelecidos (Datum Córrego Alegre): Bóia de luz Palácio Alvorada nº 1 - NRORD º 47'.21 S 47º 49'.37 W - Nova posição: 15º 47'.15 S 47º 49'.51 W - Característica: Lp.A. 3s - Fase detalhada: A 0,3 - Ecl. 2,7 - Alcance luminoso: 2,0 milhas náuticas; Bóia de luz Palácio Alvorada nº 2 - NRORD º 47'.49 S 47º 49'.01 W - Nova posição:15º 47'.26 S 47º 49'.41 W - Característica: Lp.A. 3s - Fase detalhada: A 0,3 - Ecl. 2,7 - Alcance luminoso: 2,0 milhas náuticas; Bóia de luz Palácio Alvorada nº 3 - NRORD º 47'.88 S 47º 49'.48 W - Nova posição:: 15º 47'.33 S 47º 49'.30 W - Característica: Lp.A. 3s - Fase detalhada: A 0,3 - Ecl. 2,7 - Alcance luminoso: 2,0 milhas náuticas; Bóia de luz Palácio Alvorada nº 4 - NRORD Estabelecida na posição: 15º 47'.31 S 47º 49'.18 W - Característica: Lp.A. 3s - Fase detalhada: A 0,3 - Ecl. 2,7 - Alcance luminoso: 2,0 milhas náuticas; Bóia de luz Palácio Alvorada nº 5 - NRORD Estabelecida na posição: 15º 47'.52 S 47º 49'.01 W - Característica: Lp.A. 3s - Fase detalhada: A 0,3 - Ecl. 2,7 - Alcance luminoso: 2,0 milhas náuticas Bóia de luz Palácio Alvorada nº 6 - NRORD Estabelecida na posição: 15º 47'.56 S 47º 49'.05 W - Característica: Lp.A. 3s - Fase detalhada: A 0,3 - Ecl. 2,7 - Alcance luminoso: 2,0 milhas náuticas; Bóia de luz Palácio Alvorada nº 7 - NRORD Estabelecida na posição: 15º 47'.64 S 47º 49'.19 W - Característica: Lp.A. 3s - Fase detalhada: A 0,3 - Ecl. 2,7 - Alcance luminoso: 2,0 milhas náuticas; Bóia de luz Palácio Alvorada nº 8 - NRORD Estabelecida na posição: 15º 47'.70 S 47º 49'.30 W - Característica: R.A. 1s - Fase detalhada: A 0,3 - Ecl. 0,7 - Alcance luminoso: 2,0 milhas náuticas; Bóia de luz Palácio Alvorada nº 9 - NRORD Estabelecida na posição: 15º 47'.78 S 47º 49'.45 W - Característica: Lp.A. 3s - Fase detalhada: A 0,3 - Ecl. 2,7 - Alcance luminoso: 2,0 milhas náuticas; Bóia de luz Palácio Alvorada nº 10 - NRORD Estabelecida na posição: 15º 45'.85 S 47º 49'.55 W - Característica: Lp.A. 3s - Fase detalhada: A 0,3 - Ecl. 2,7 - Alcance luminoso: 2,0 milhas náuticas; Farolete Ilha dos Clubes - NRORD Estabelecido na posição: 15º 49'.23 S 47º 49'.95 W - Característica: Lp.E. 6s - Fase detalhada: E 0,5 - Ecl. 5,5 - Alcance luminoso: 2,0 milhas náuticas; Farolete cardinal oeste Península Norte - NRORD Estabelecido na posição: 15º 45'.80 S 47º 50'.50 W - Característica: R(9)B.15s - Fase detalhada: B 0,3 - Ecl.0,7; B 0,3 - Ecl. 0,7 - B 0,3 - Ecl. 0,7 - B 0,3 - Ecl. 0,7 - B 0,3 - Ecl. 0,7 - B 0,3 - Ecl. 0,7 - B 0,3 - Ecl. 0,7 - B 0,3 - Ecl. 0,7 - B 0,3 - Ecl. 6,7 - Alcance luminoso: 2,0 milhas náuticas; e Bóia de luz cardinal leste Península Dos Ministros - NRORD Estabelecido na posição: 15º 49'.70 S 47º 51'.10 W - Característica: R(3)B. 10s - Fase detalhada: B 0,3 - Ecl. 0,7 - B 0,3 - Ecl. 0,7 - B 0,3 - Ecl. 7,7 - Alcance luminoso: 2,0 milhas náuticas. 27

28 - III - CORREÇÕES ÀS CARTAS NÁUTICAS RELAÇÃO NUMÉRICA DAS CARTAS AFETADAS PELOS NOVOS AVISOS PUBLICADOS NESTE FOLHETO Carta DESIGNAÇÃO E NÚMERO DOS AVISOS AOS NAVEGANTES Nº Temporários Preliminares Permanentes N N N N N E E E E E E E E E E S S 164 e S S

29 - III - AVISOS TEMPORÁRIOS (T) AVISOS TEMPORÁRIOS (T) E AVISOS PRELIMINARES (P) EM VIGOR, E AVISOS PERMANENTES DA QUINZENA COSTA NORTE N 78(T)/00 ATLÂNTICO SUL - BRASIL - COSTA NORTE Proximidades das pontas Pecém e Taíba - Existência de ondógrafo Posição - 03º S 38º W Detalhes - Existência de ondógrafo na posição. Período: MAR/99 a NOV/2005. Nota - Este Aviso substitui o Aviso Temporário nº N 47(T) de Cartas afetadas temporariamente - Nºs (INT.2111) N 38(T)/04 ATLÂNTICO SUL - BRASIL - COSTA NORTE Nordeste da ponta Cajuais - Bóia de luz estabelecida temporariamente Posição - 04º 38'.83 S 37º 18'.02 W Característica da luz: Lp(2) B Fase detalhada: B 0,5 - Ecl. 1,0 - B 0,5 - Ecl. 3,0 Período: 5 segundos Detalhes - Estabelecida temporariamente na posição uma "bóia de luz perigo isolado" com característica "Lp(2)B. 5s", demarcando existência de tubulão. Período: DEZ/01 a DEZ/04. Nota - Este Aviso substitui o Aviso Temporário nº N 51(T) de Cartas afetadas temporariamente - Nºs N 64(T)/04 ATLÂNTICO SUL - BRASIL - COSTA NORTE Próximo da ponta do Tubarão - Existência de tubulão Posições: a) 05º 01'.18 S 36º 26'.45 W b) 05º 01'.30 S 36º 26'.75 W Detalhes - Existência de tubulão com 1.5 metro de comprimento na posição a), demarcado por bóia de luz especial na posição b) com característica: Lp.A.3s. Nota - Este Aviso cancela o Aviso-rádio nº N 7353 de Cartas afetadas temporariamente - Nºs N 146(T)/04 ATLÂNTICO SUL - BRASIL - COSTA NORTE Serviço de dragagem em execução 29

30 - III - COSTA NORTE Porto de Mucuripe (carta nº 701) - Canal de acesso e bacia de evolução. (Início: 27/OUT/04) (Término: 27/ABR/05) Nota - Este Aviso cancela o Aviso-rádio nº N 8258 de AVISOS PRELIMINARES (P) N 117(P)/99 ATLÂNTICO NORTE - BRASIL - COSTA NORTE Proximidades de Calçoene e Cocau - Farol reconstruído Nome - Calçoene Posição - 02º N 50º W Detalhes - Farol Calçoene reconstruído na posição. Nota - Este Aviso cancela o Aviso Temporário nº N 67(T) de Cartas que serão afetadas - Nºs N 44(P)/01 ATLÂNTICO SUL - BRASIL - COSTA NORTE Proximidades do Cabo Maguari - Banco Maguari - Existência de alto-fundo Posição - 00º 07'.36 S 48º 15'.79 W Detalhes - Existência de alto-fundo de 3,0 metros na posição. Nota - Este Aviso cancela o Aviso-rádio nº N 7280 de Cartas que serão afetadas - Nºs N 93(P)/01 ATLÂNTICO SUL - BRASIL - COSTA NORTE Proximidades das ilhas dos Guarás - Canal do Espadarte - Existência de alto-fundo Posição - 00º 25'.60 S 47º 54'.60 W Detalhes - Existência de alto-fundo de 5 metros na posição com banco estendendo-se para NW. Nota - Este Aviso cancela o Aviso-rádio nº N 7275 de Cartas que serão afetadas - Nºs N 136(P)/01 ATLÂNTICO SUL - BRASIL - COSTA NORTE Ilha dos Guarás - Ponta da Tijoca - Farol reconstruído Nome - Ponta da Tijoca Posição - 00º 33'.44 S 47º 53'.30 W Nova posição - 00º 33'.44 S 47º 53'.85 W 30

31 - III - COSTA NORTE Novo alcance luminoso: 18 milhas náuticas Novo alcance geográfico: 15 milhas náuticas Nova altitude: 35 metros Nova altura: 21 metros Detalhes - Farol reconstruído na nova posição com alterações em alcance luminoso, alcance geográfico, altitude e altura, permanecendo as demais anotações. Nota - Este Aviso substitui o Aviso Preliminar nº N 127(P) de 2001 e cancela o Aviso-rádio nº N 1282 de Cartas que serão afetadas - Nºs N 153(P)/02 ATLÂNTICO SUL - BRASIL - COSTA NORTE Nome - Pontal Areia Branca - Pontal - Farolete reconstruído em nova posição Posição - 04º S 37º W Nova posição - 04º S 37º W (Datum WGS-84) Nova descrição - torre cilíndrica de fibra de vidro branca com faixas horizontais pretas Detalhes: 1 - Farolete reconstruído na nova posição com alteração em descrição, permanecendo demais informações constantes na Lista de Faróis. 2 - Estrutura do antigo farolete retirada. Nota - Este Aviso cancela o Aviso-rádio nº N 8026 de Carta que será afetada - Nº 703. N 157(P)/02 BRASIL - RIO GUAMÁ Obra sobre água - Ponte Proximidades de Vila Samupará (Folha nº 3 do Croqui) - Ponte sobre o rio Guamá (milhagem 12M) construída. Nota - Este Aviso substitui o Aviso Preliminar nº N 83(P) de N 26(P)/04 BRASIL - RIO GUAMÁ Belém - Proximidades do 4º Distrito Naval - Alteração em banco Posições: a) 01º 29'.22 S 48º 29'.95 W b) 01º 29'.31 S 48º 30'.08 W c) 01º 29'.04 S 48º 30'.69 W d) 01º 28'.91 S 48º 30'.82 W e) 01º 28'.67 S 48º 30'.88 W 31

32 - III - COSTA NORTE Detalhes - Banco estendendo-se para sudoeste até as posições a), b), c), d) e e) com profundidades inferiores a 4 metros. Nota - Este Aviso substitui o Aviso Preliminar nº N 22(P) de Carta que será afetada - Nº 304. N 94(P)/04 BRASIL - RIO MOSSORÓ Porto de Areia Branca - Existência de assoreamento Detalhes - Os navegantes só deverão trafegar no canal de acesso ao porto de Areia Branca com perfeito conhecimento do local, em virtude da existência de assoreamento e a inexistência de balizamento oficial no referido canal. Nota - Este Aviso cancela o Aviso-rádio nº N 7288 de Cartas que serão afetadas - Nºs N 150(P)/04 ATLÂNTICO NORTE - BRASIL - COSTA NORTE Nome - Ponta do Céu Canal Grande do Curuá - Ponta do Céu - Farolete reconstruído Posição - 00º 46'.09 N 50º 05'.74 W Nova posição - 00º 46'.13 N 50º 05'.41 W (datum: WGS-84) Nova descrição - Torre quadrangular em treliça metálica branca Detalhes - Farolete reconstruído em nova posição com alteração em descrição, permanecendo as demais anotações. Nota - Este Aviso substitui o Aviso Preliminar nº N 116(P) de 2004 e cancela o Aviso-rádio nº N 0855 de Cartas que serão afetadas - Nºs N 159(P)/04 ATLÂNTICO NORTE - BRASIL - COSTA NORTE Barra Norte do rio Amazonas - Canal Grande do Curuá - Existência de assoreamento Posições: a) 00º 57'.10 N 49º 43'.10 W b) 00º 57'.60 N 49º 41'.65 W c) 00º 58'.70 N 49º 41'.45 W Detalhes - Banco do Meio estendendo-se para sudeste até as posições. Nota - Este Aviso substitui o Aviso Preliminar nº N 93(P) de 2004 e cancela o Aviso-rádio nº N 0884 de Cartas que serão afetadas - Nºs

33 - III - COSTA NORTE N 160(P)/04 BRASIL - RIO PARÁ Próximo à ilha Carnapijó - Pedra do Machadinho e boca do furo do Arrozal - Faroletes destruídos Nome - Pedra do Machadinho Posição - a) 01º 22'.60 S 48º 38'.57 W Nome - Boca do Furo do Arrozal Posição - b) 01º 27'.85 S 48º 42'.55 W Detalhes - Faroletes destruídos nas posições a) e b). Nota - Este Aviso cancela os Avisos-rádio nºs N 7963 e N 8344 de Cartas que serão afetadas - Nºs AVISOS PERMANENTES Nenhum. COSTA LESTE AVISOS TEMPORÁRIOS (T) E 37(T)/03 ATLÂNTICO SUL - BRASIL - COSTA LESTE A leste de Macaé - Existência de bóia cega Posição - 22º 18'.39 S 40º 06'.41 W Detalhes - Existência de bóia cega na cor laranja na posição. Para desenvolvimento de trabalhos e prospecção de petróleo, num raio de ação de 700 metros. Período: 7/ABR/03 a 7/ABR/05. Nota - Este Aviso cancela o Aviso-rádio nº E 4164 de Cartas afetadas temporariamente - Nºs (INT.2123) (INT.2008) E 87(T)/04 ATLÂNTICO SUL - BRASIL - COSTA LESTE Próximo ao Focinho do Cabo - Existência de bóia de luz especial equipada com ondógrafo Posição - 23º S 42º W Característica da luz: Lp(5) A Período: 20 segundos Alcance luminoso: 4 milhas náuticas Descrição: 1 metro de diâmetro com triângulo em aço inox em volta e uma antena na vertical 33

34 - III - COSTA LESTE Detalhes - Existência de bóia de luz especial com um (1) metro de diâmetro, na cor laranja, com um triângulo em aço inox em volta e uma antena na vertical, com característica Lp(5)A. 20s 4M e equipada com um ondógrafo na posição. Período: 18/FEV/03 a 14/JUL/05. Nota - Este Aviso substitui o Aviso Temporário nº E 78(T) de Cartas afetadas temporariamente - Nºs (INT.2123). E 95(T)/04 ATLÂNTICO SUL - BRASIL - COSTA LESTE Arquipélago dos Abrolhos - Próximo das ilhas de Santa Bárbara e Redonda - Existência de hidrofones Posições: a) 17º 57'.60 S 38º 43'.20 W b) 17º 58'.80 S 38º 43'.20 W c) 17º 58'.80 S 38º 45'.00 W d) 17º 57'.60 S 38º 44'.40 W Detalhes - Instalados hidrofones em caráter temporário sobre o leito do mar nas posições a), b), c) e d). Período: 28/JUN a 17/DEZ/04. Obs: as posições estão no datum "Córrego Alegre". Nota - Este Aviso cancela o Aviso-rádio nº E 0544 de Cartas afetadas temporariamente - Nºs E 117(T)/04 ATLÂNTICO SUL - BRASIL - COSTA LESTE Próximo a barra do rio Caravelas, ilha Pontal do Sul e Barra do Tomba - Existência de bóias de luz especiais Posições: a) 17º 46'.60 S 39º 08'.80 W (Datum: Córrego Alegre) b) 17º 47'.70 S 39º 07'.15 W (Datum: Córrego Alegre) Detalhes - Existência de bóia de luz especial nas posições a) e b) com característica "Lp.A.3s" com equipamento de pesquisas ambientais. Nota - Este Aviso cancela o Aviso-rádio nº E 7340 de Cartas afetadas temporariamente - Nºs E 132(T)/04 ATLÂNTICO SUL - BRASIL - COSTA LESTE Sudeste do rio Doce e a leste da barra de Itabapoana - Existência de linhas de fundeio Posições: a) 19º 54'.40 S 39º 41'.57 W b) 20º 02'.25 S 39º 33'.72 W c) 21º 15'.67 S 40º 15'.40 W d) 21º 15'.40 S 39º 58'.98 W Detalhes - Existência de linhas de fundeio com bóias submersas a 100 metros de profundidade nas posições. (Período: 05/JUL/04 a 05/JAN/05) 34

35 - III - COSTA LESTE Nota - Este Aviso substitui o Aviso Temporário nº E 88(T) de Cartas afetadas temporariamente - Nºs AVISOS PRELIMINARES (P) E 68(P)/95 ATLÂNTICO SUL - BRASIL - COSTA LESTE Baía de Todos os Santos - Proximidades da ilha de Itaparica - Existência de área assoreada Posições aprox.- a) 12º 55'.22 S 38º 37'.55 W b) 12º 55'.22 S 38º 37'.08 W c) 12º 55'.37 S 38º 37'.11 W Detalhes 1 - Existência de assoreamento na área demarcada pelas posições aproximadas a), b) e c), com profundidades variando de 0,0 a 2,0 metros. 2 - A investida para a atracação no terminal marítimo do Bom Despacho somente deverá ser feita com perfeito conhecimento do local. Cartas que serão afetadas - Nºs E 17(P)/03 ATLÂNTICO SUL - BRASIL - COSTA LESTE Itabapoana - Barra de Itabapoana - Farol reconstruído em nova posição Nome - Barra de Itabapoana Posição - 21º S 40º W Nova posição: 21º S 40º W (Datum WGS-84) Característica da luz: Lp. V Fase detalhada: V 0,5 - Ecl. 5,5 Período: 6 segundos Intensidade luminosa: 500 cd Alcance luminoso: 11 milhas náuticas Alcance geográfico: 9 milhas náuticas Altura: 6 metros Descrição: torre cilíndrica em fibra de vidro na cor branca Detalhes - Farol reconstruído na nova posição, permanecendo suas anotações. Nota - Este Aviso cancela o Aviso-rádio nº E 4013 de Cartas que serão afetadas - Nºs E 118(P)/04 ATLÂNTICO SUL - BRASIL - COSTA LESTE A leste de Regência - Existência de jaqueta estrutural 35

36 - III - COSTA LESTE Posições: a) 19º 33'.87 S 39º 15'.23 W b) 19º 33'.86 S 39º 15'.27 W Detalhes: 1 - Existência na posição a) de jaqueta para instalação de plataforma fixa "PPER-1". Para segurança, os navegantes devem evitar a aproximação a menos de 1 (uma) milha náutica da referida jaqueta. Existe no local uma placa da "BR", sinalizada por painéis solares para identificação. (Período: indeterminado) 2 - Existência na posição b) da barcaça BGL-1, posicionada por meio do fundeio de oito âncoras, cada uma sinalizada por uma bóia cilíndrica na cor amarela. Nota - Este Aviso cancela o Aviso-rádio nº E 4308 de Cartas que serão afetadas - Nºs E 119(P)/04 ATLÂNTICO SUL - BRASIL - COSTA LESTE Porto de Suape - Molhe Norte - Farolete destruído Nome - Suape (Molhe Norte) Posição - 08º 23'.46 S 34º 57'.53 W Detalhes - Farolete destruído na posição. Nota - Este Aviso cancela o Aviso-rádio nº E 8410 de Carta que será afetada - Nº 906. E 120(P)/04 ATLÂNTICO SUL - BRASIL - COSTA LESTE Próximo ao cabo de São Tomé - Praia de Ubatuba - Existência de gasoduto Posições: a) 22º 07'.23 S 41º 09'.70 W b) 22º 08'.22 S 41º 09'.07 W c) 22º 08'.42 S 41º 07'.90 W d) 22º 08'.47 S 41º 06'.73 W e) 22º 08'.57 S 41º 05'.58 W f) 22º 09'.65 S 41º 02'.18 W Detalhes - Existência de gasoduto entre as posições. Nota - Este Aviso cancela o Aviso-rádio nº E 4282 de Cartas que serão afetadas - Nºs (INT.2123) E 138(P)/04 ATLÂNTICO SUL - BRASIL - COSTA LESTE Nome - Fte. nº 5 Baía de Todos os Santos - Canal de Itaparica - Farolete destruído e bóia de luz estabelecida temporariamente Posições: a) 12º 53'.02 S 38º 42'.18 W (Datum: Córrego Alegre) b) 12º 53'.02 S 38º 42'.16 W (Datum: WGS-84) 36

37 - III - COSTA LESTE Detalhes: 1 - Farolete destruído na posição a). 2 - Estabelecida temporariamente na posição b) bóia de luz perigo isolado com característica "Lp(2)B.5s", sinalizando a estrutura do farolete destruído. O navegante deverá manter distância de 100 metros da referida bóia para maior segurança. Nota - Este Aviso cancela o Aviso-rádio nº E 7769 de Cartas que serão afetadas - Nºs E 139(P)/04 ATLÂNTICO SUL - BRASIL - COSTA LESTE Nome - BC nº 1 Baía de Todos os Santos - Canal de Itaparica - Alteração em posição de bóias cegas e bóias de luz estabelecidas Posições: a) 12º 52'.66 S 38º 41'.11 W b) 12º 53'.31 S 38º 41'.51 W Nome - BC nº 2 Posições: c) 12º 53'.08 S 38º 41'.37 W d) 12º 53'.16 S 38º 41'.37 W Nome - BC nº 3 Posições: e) 12º 53'.10 S 38º 41'.28 W f) 12º 53'.06 S 38º 41'.34 W Nome - BC nº 5 Posições: g) 12º 52'.97 S 38º 41'.21 W h) 12º 52'.99 S 38º 41'.19 W Nome - BC nº 6 Posições: i) 12º 52'.91 S 38º 41'.19 W j) 12º 52'.82 S 38º 41'.19 W Nome - BC nº 7 Posições: k) 12º 52'.83 S 38º 41'.19 W l) 12º 52'.66 S 38º 41'.10 W Nome - BL Itaparica Norte Posição - m) 12º 53'.19 S 38º 41'.42 W Nome - BL Itaparica Oeste Posição - n) 12º 52'.92 S 38º 41'.19 W Detalhes: 1 - Será cancelado das posições a), c), e), g), i) e k) e será inserido nas posições b), d), f), h), j) e l) o símbolo de bóia cega especial e próximo as anotações "A" e "(nº 1)", "A" e "(nº 2)", "A" e "(nº 3)", "A" e "(nº 5)", "A" e "(nº 6)", "A" e "(nº 7)", respectivamente. 2 - Será inserido na posição m) o símbolo de "bóia de luz sinal cardinal norte" e próximo as anotações "RB" e "PA". 37

38 - III - COSTA LESTE 3 - Será inserido na posição n) o símbolo de "bóia de luz sinal cardinal oeste" e próximo as anotações "APA" e "R(9)B.15s 5M". Notas: I - Este Aviso cancela o Aviso-rádio nº E 7511 de II - As coordenadas geográficas estão no datum: Córrego Alegre. Carta que será afetada - Nº E 161(P)/04 ATLÂNTICO SUL - BRASIL - COSTA LESTE Obras sobre águas - Molhes, quebra-mar, ponte, dolfin, terminal de barcaças, aterro e passarela 1) Proximidades de Redinha (carta nº 802) 2) Olinda (carta nº 902) 3) Porto de Aracaju (carta nº 1003) - Rio Potengi - Banco das Velhas - Ponte Forte/Redinha (sobre o rio Potengi) em construção. Flutuantes, balsas e rebocadores operando na área delimitada pelas posições: a) 05º S 35º W b) 05º S 35º W c) 05º S 35º W d) 05º S 35º W. (Início: 20/DEZ/00) (Obra paralisada) - Praia dos Milagres - Aterro hidráulico na área entre as posições: a) 08º S 34º 51.05W b) 08º S 34º 51.12W c) 08º S 34º 51.33W d) 08º S 34º 51.27W e) 08º S 34º 51.05W. Com a draga Leblon operando entre a área a ser aterrada e os seguintes pontos para extração de areia a ser utilizada: f) 08º S 34º 49.97W g) 08º S 34º 49.97W. (Início: 12/SET/00) (Obra paralisada) - Pontal do Propriá - Molhe em construção entre as posições: a) 10º S 37º 01.96W b) 10º S 37º 01.83W c) 10º S 37º 01.80W d) 10º S 37º 01.76W. (Término: JUN/04) 4) Baía de Todos os Santos (cartas nºs 1101, 1102, 1104 e 1105) I - II - III - Proximidades de Itapagipe - Quebra-mar (Marina) construído entre as posições: a) 12º S 38º W b) 12º S 38º W. Existência de flutuantes na posição: 12º S 38º W. Porto de Salvador - Dolfim construído na posição a) e passarela construída entre as posições: a) 12º 57'.33 S 38º 30'.43 W b) 12º 57'.36 S 38º 30'.44 W. Madre de Deus - Ponte construída - Posição aproximada: 12º S 38º W. 38

39 - III - COSTA LESTE IV - Canal de Cotegipe - Terminal Portuário Cotegipe em construção. Entre as posições: a) 12º 47'.31 S 38º 28'.87 W b) 12º 47'.17 S 38º 28'.62 W. (Início: 1/DEZ/03) (Término: 01/DEZ/04) 5) Porto de Ilhéus (carta nº 1201) 6) Barra do Riacho (carta nº 1420) - Dolfim em construção na posição: 14º 46'.57 S 39º 01'.62 W. (Período: 02/AGO/04 a 13/FEV/05.) - Terminal de barcaças construído próximo a posição: 19º S 40º W. Nota - Este Aviso substitui o Aviso Preliminar nº E 108(P) de AVISO PERMANENTE E 162/04 ATLÂNTICO SUL - BRASIL - COSTA LESTE A Sudeste de Porto Seguro - Correção em carta Posição - 16º 35'.20 S 38º 29'.00 W Detalhes - Cancelar da posição a profundidade 35 metros, o fundo azul e a linha de perigo que os circunda. Carta afetada [Última correção] - Nº 1200 [25/04]. AVISOS TEMPORÁRIOS (T) COSTA SUL S 29(T)/02 ATLÂNTICO SUL - BRASIL - COSTA SUL Proximidades de Rio Grande - Existência de equipamento de pesquisa e bóia de luz Posições: a) 32º 09'.31 S 51º 58'.17 W b) 32º 09'.40 S 51º 58'.13 W Detalhes: 1 - Existência de equipamento de pesquisa (medidor de ondas) na posição a). 2 - Existência de bóia de luz especial com característica "Lp(5)A. 20s" na posição b), sinalizando o equipamento de pesquisa. Período: 28/FEV/02 a JUL/04. Nota - Este Aviso substitui o Aviso Temporário nº S 21(T) de Cartas afetadas temporariamente - Nºs S 147(T)/02 ATLÂNTICO SUL - BRASIL - COSTA SUL E do Canal da Vêrga - Existência de bóia de luz Posição - 32º 51'.97 S 50º 53'.27 W Identificação: Argos Característica: Lp(5) A 39

40 - III - COSTA SUL Período: 20 segundos Detalhes - Existência na posição de bóia de luz com equipamento de pesquisa (coleta de dados meteorológicos e oceanográficos). Período: Indeterminado. Nota - Este Aviso cancela o Aviso-rádio nº S 0645 de Cartas afetadas temporariamente - Nºs (INT.201). S 33(T)/04 ATLÂNTICO SUL - BRASIL - COSTA SUL Baía de Guanabara - Proximidades da ilha do governador e do rio Iguaçu - Bóias cegas especiais estabelecidas temporariamente Nome - BC nº 1 (estabelecida em canal não representado na carta 1501) Posição: a) 22º 43'.47 S 43º 14'.29 W Nome - BC nº 2 Posição: b) 22º 44'.55 S 43º 13'.68 W Nome - BC nº 3 Posição: c) 22º 44'.41 S 43º 13'.86 W Nome - BC nº 4 Posição: d) 22º 46'.83 S 43º 10'.96 W Nome - BC nº 5 Posição: e) 22º 48'.66 S 43º 09'.83 W Nome - BC nº 6 Posição: f) 22º 48'.70 S 43º 09'.61 W Nome - BC nº 7 Posição: g) 22º 48'.66 S 43º 09'.69 W Nome - BC nº 8 Posição: h) 22º 49'.32 S 43º 09'.38 W Nome - BC nº 9 Posição: i) 22º 48'.65 S 43º 09'.73 W Nome - BC nº 10 Posição: j) 22º 48'.14 S 43º 09'.27 W Detalhes: 1 - Bóias cegas especiais estabelecidas nas posições a), b), c), d), e), f), g), h), i) e j) sinalizando sensores para monitoramento de vazamento de óleo na Baía de Guanabara. (Período: 10/MAI/01 a 2/ABR/04). 40

41 - III - COSTA SUL 2 - As posições referem-se ao "datum" da carta nº 1512 (WGS-84). Nota - Este Aviso substitui o Aviso Temporário nº S 123(T) de Cartas afetadas temporariamente - Nºs S 77(T)/04 ATLÂNTICO SUL - BRASIL - COSTA SUL A leste de Itajaí - Alteração na posição das bóias com atratores flutuantes para peixes Posições: a) 27º 00'.58 S 46º 33'.29 W b) 26º 41'.39 S 46º 30'.83 W c) 26º 22'.82 S 46º 22'.84 W d) 26º 48'.98 S 46º 22'.75 W e) 26º 31'.10 S 46º 15'.85 W f) 26º 18'.46 S 46º 03'.31 W Detalhes - Existência nas posições de bóias cegas cônicas com atratores flutuantes para peixes, na cor amarela e equipados com refletor radar. (Período: FEV/98 a 01/JUL/08) Nota - Este Aviso substitui o Aviso Temporário nº S 36(T) de 2004 e cancela o Aviso-rádio nº S 0556 de Cartas afetadas temporariamente - Nºs (INT.2008) - 30 (INT.201). S 90(T)/04 ATLÂNTICO SUL - BRASIL - COSTA SUL Baía de Guanabara - Próximo à ilha do Mocanguê - Serviço de hidrojateamento Posições: a) 22º 52'.17 S 43º 09'.23 W b) 22º 52'.18 S 43º 09'.13 W Detalhes - Serviço de hidrojateamento com a chata Alimar I e lancha Az de Copa nas posições a) e b), embarcações realizando jateamento com água doce na parte interna dos pilares nºs 100 e 101 da ponte Presidente Costa e Silva (Rio-Niterói). (Período: 16/JUL/04 a 15/FEV/05, das 1100Z às 1900Z) Nota - Este Aviso cancela o Aviso-rádio nº S 7817 de Cartas afetadas temporariamente - Nºs S 122(T)/04 ATLÂNTICO SUL - BRASIL - COSTA SUL Baía de Guanabara - Próximo à ilha d'água - Existência de monobóia Posição - 22º 48'.65 S 43º 09'.93 W Detalhes - Existência de monobóia (SBM-III) na posição. Nota - Este Aviso cancela o Aviso-rádio nº S 7109 de Cartas afetadas temporariamente - Nºs

42 - III - COSTA SUL S 124(T)/04 ATLÂNTICO SUL - BRASIL - COSTA SUL Nordeste de Albardão - Existência de bóia de coleta de dados Posição - 32º 52'.91 S 50º 51'.02 W Detalhes - Existência de bóia de coleta de dados ambientais "MINUANO" na posição. Nota - Este Aviso cancela o Aviso-rádio nº S 4051 de Carta afetada temporariamente - Nº 90. S 125(T)/04 ATLÂNTICO SUL - BRASIL - COSTA SUL Baía de Guanabara - Próximo à ilha de Villegagnon e ponta do Calabouço - Área de fundeio nº 2 - Existência de amarra Posição - 22º 54'.37 S 43º 09'.16 W Detalhes - Existência de amarra na posição, no interior da área de fundeio nº 2. Nota - Este Aviso cancela o Aviso-rádio nº S 7979 de Cartas afetadas temporariamente - Nºs S 143(T)/04 ATLÂNTICO SUL - BRASIL - COSTA SUL Próximo da barra do rio São Francisco do Sul e ilha da Paz - Existência de monobóias Posições: a) 26º 10'.66 S 48º 29'.30 W b) 26º 10'.72 S 48º 29'.34 W Detalhes - Existência de monobóia na cor laranja nas posições a) e b). (Previsão de retirada: ABR/05) Nota - Este Aviso cancela o Aviso-rádio nº S 4445 de 2004 e substitui o Aviso Temporário nº S 123(T) de Carta afetada temporariamente - Nº S 163(T)/04 ATLÂNTICO SUL - BRASIL - COSTA SUL Serviço de dragagem em execução Baía de Guanabara (carta nº 1515) - Leste da ilha da Conceição (faixa frontal ao estaleiro EBIN). (Início: 20/NOV/04) (Término: 20/FEV/05) Nota - Este Aviso cancela o Aviso-rádio nº S 8369 de AVISOS PRELIMINARES (P) S 154(P)/94 ATLÂNTICO SUL - BRASIL - COSTA SUL Porto de São Francisco do Sul - Canal de acesso - Informação sobre assoreamento 42

43 - III - COSTA SUL Posição - 26º 09'.80 S 48º 30'.92 W Detalhes - Existência de assoreamento no canal entre as bóias nºs 1 e 4, com menor profundidade encontrada de 6,8 metros na posição. Nota - Este Aviso substitui o Aviso Preliminar nº S 236(P) de Carta que será afetada - nº S 217(P)/96 ATLÂNTICO SUL - BRASIL - COSTA SUL Proximidades do porto de São Francisco do Sul - Existência de profundidades menores Posições: a) 26º 13'.71 S 48º 38'.28 W b) 26º 13'.85 S 48º 38'.32 W c) 26º 13'.28 S 48º 38'.27 W d) 26º 13'.65 S 48º 38'.38 W e) 26º 13'.68 S 48º 38'.30 W f) 26º 13'.83 S 48º 38'.67 W g) 26º 13'.92 S 48º 38'.35 W h) 26º 13'.82 S 48º 38'.12 W Detalhes - Existência de profundidades de 9,2, 9,8, 9,1, 9,5, 10, 9,1, 8,2 e 8,3 metros nas posições a), b), c), d), e), f), g) e h), respectivamente. Nota - Este Aviso cancela o Aviso Preliminar nº S 133(P) de Carta que será afetada - Nº 1804 e plano. S 120(P)/99 ATLÂNTICO SUL - BRASIL - COSTA SUL Proximidades do porto de São Francisco do Sul - Laje da Vitória - Existência de pedras e laje Detalhes - Existência de pedras e laje com profundidade de 9,0 metros, estendendo-se da Laje da Vitória até 40 metros para o norte. Os navegantes devem ter a máxima atenção ao demandarem o porto. Nota - Este Aviso cancela o Aviso-rádio nº S 7654 de Cartas que serão afetadas - Nºs 1805ER S 130(P)/99 ATLÂNTICO SUL - BRASIL - COSTA SUL Canal de acesso ao porto do Rio Grande - Próximo dos terminais de Fertilizante e de Petroleiros - Existência de obstáculo submerso Paralelos - 32º S e 32º S Meridianos - 52º W e 52º W Posição - 32º S 52º W Detalhes - Existência de área perigosa à navegação delimitada pelos paralelos e meridianos, com obstáculo submerso na posição, sinalizado por uma bóia cega de perigo isolado. 43

44 - III - COSTA SUL Nota - Este Aviso cancela o Aviso-rádio nº S 7424 de Cartas que serão afetadas - Nºs S 199(P)/01 ATLÂNTICO SUL - BRASIL - COSTA SUL Próximo ao porto de São Francisco do Sul - Laje do Sargo, Laje do Badejo e Laje Grande de Baixo - Existência de alto-fundo e profundidades menores Posições: a) 26º 13'.65 S 48º 37'.95 W b) 26º 13'.68 S 48º 38'.03 W c) 26º 12'.98 S 48º 37'.77 W d) 26º 13'.14 S 48º 38'.02 W e) 26º 13'.17 S 48º 38'.10 W Detalhes: 1 - Existência de alto-fundo de 1,3 metro nas posições a) e b). 2 - Existência de profundidade menor de 8,9 metros na posição c). 3 - Existência de profundidade menor de 9,4 metros nas posições d) e e). Nota - Este Aviso cancela o Aviso-rádio nº S 8408 de Cartas que serão afetadas - Nºs 1804 (1a), (2) e (3d) ER (1b) e (3e). S 142(P)/03 ATLÂNTICO SUL - BRASIL - COSTA SUL Porto de Santos - Existência de pedra Posição - 23º 56'.33 S 46º 18'.64 W Detalhes - Existência de pedra (rocha) submersa perigosa à navegação com profundidade conhecida de 10,2 metros na posição. Carta que será afetada - Nº S 96(P)/04 ATLÂNTICO SUL - BRASIL - COSTA SUL Rio Grande - Canal de acesso aos terminais - Existência de alto-fundo e bóia de luz especial Posição - 32º 11'.18 S 52º 04'.89 W (datum: Córrego Alegre) Característica da luz: Lp.A Fase detalhada: A 0,5 - Ecl. 3,5 Período: 4 segundos Alcance luminoso: 5 milhas náuticas Detalhes - Existência de alto-fundo de 5,1 metros de profundidade na posição, demarcado por bóia de luz especial com característica "Lp.A. 4s 5M". Nota - Este Aviso cancela o Aviso-rádio nº S 8498 de Cartas que serão afetadas - Nºs

45 - III - COSTA SUL S 126(P)/04 ATLÂNTICO SUL - BRASIL - COSTA SUL Obras sobre águas - Ponte, píer, estaleiro, cais, molhe, dolfins, enrocamento e atracadouro a) Enseada de Ubatuba (carta nº 1635) b) Proximidades de Iguape (carta nº 1702) c) Porto de São Francisco do Sul (carta 1804) d) Porto de Laguna (carta nº 1901) - Em frente a Ubatuba Iate Clube - Enrocamento e píer construídos, entre as posições aproximadas: 1) 23º S 45º W 2) 23º S 45º W. - Ponte construída. - Ampliação do berço 101 em 75 metros concluída. - Ampliação do molhe Sul - Entre as posições: 1) 28º S 48º W 2) 28º S 48º W 3) 28º S 48º W. (Início: 16/DEZ/02) (Término: indeterminado) e) Porto do Rio Grande, canal de acesso e proximidades (cartas nºs 2101 e 2112) I - II - III - IV - V - VI - Ilha do Terrapleno de Leste - Ampliação de cais concluída entre as posições: 1) 32º 01'.87 S 52º 04'.58 W 2) 32º 01'.87 S 52º 04'.57 W 3) 32º 01'.90 S 52º 04'.55 W 4) 32º 01'.90 S 52º 04'.57 W. Píer construído entre as posições: 1) 32º 06'.55 S 52º 06'.38 W 2) 32º 06'.27 S 52º 06'.32 W. Píer construído entre as posições: 1) 32º 07'.50 S 52º 06'.20 W 2) 32º 07'.67 S 52º 06'.20 W. Ampliação do Molhe Leste concluída entre as posições: 1) 32º 11'.09 S 52º 04'.63 W 2) 32º 11'.04 S 52º 04'.56 W 3) 32º 11'.20 S 52º 04'.52 W 4) 32º 11'.21 S 52º 04'.60 W. Ponte construída entre as ilhas do Machadinho e dos Marinheiros. Píer Copesul - Concluídas obras no dolfin na posição 32º 04'.08 S 52º 05'.55 W. f) Barra do porto do Rio Grande (cartas nºs 2101 e 2112) - Ampliação dos molhes oeste e leste - Molhe W - Entre as posições: 1) 32º 11'.08 S 52º 05'.10 W 2) 32º 11'.06 S 52º 05'.06 W 3) 32º 11'.49 S 52º 04'.74 W 4) 32º 11'.51 S 52º 04'.79 W Molhe E - Entre as posições: 5) 32º 11'.10 S 52º 04'.62 W 6) 32º 11'.08 S 52º 04'.57 W 45

46 - III - COSTA SUL 7) 32º 11'.35 S 52º 04'.43 W 8) 32º 11'.37 S 52º 04'.48 W. (Início: JUL/01) (Obra paralisada por tempo indeterminado) g) São José do Norte (cartas nºs 2101 e 2102) - Atracadouro de barcaças construído na posição 32º 00'.90 S 52º 02'.70 W. Nota - Este Aviso substitui o Aviso Preliminar nº S 91(P) de S 149(P)/04 ATLÂNTICO SUL - BRASIL - COSTA SUL Nome - Guarazes Próximo a Florianópolis e às ilhas Guarazes - Farolete destruído e bóia de luz estabelecida temporariamente Posições: a) 27º 32'.89 S 48º 33'.94 W b) 27º 32'.91 S 48º 33'.98 W Detalhes: 1 - Farolete destruído na posição a). 2 - Estabelecida temporariamente na posição b) bóia de luz de bombordo com característica: "Lp(3)V. 12s 5M" em substituição ao farolete destruído. Nota - Este Aviso cancela o Aviso-rádio nº S 7189 de Cartas que serão afetadas - Nºs S 153(P)/04 ATLÂNTICO SUL - BRASIL - COSTA SUL Canal de Piaçagüera - Existência de profundidades menores Detalhes: 1 - Existência de profundidades menores, variando de 11,5 metros a 10,5 metros entre os paralelos: 23º 52'.83 S e 23º 54'.00 S; 2 - Existência de profundidades menores, variando de 10,5 metros a 9,7 metros entre os paralelos: 23º 54'.00 S e 23º 54'.52 S; e 3 - Existência de profundidades menores, variando de 7,8 metros a 7,4 metros na margem direita do canal entre os paralelos: 23º 54'.43 S e 23º 54'.65 S. Carta que será afetada - Nº AVISOS PERMANENTES S 164/04 ATLÂNTICO SUL - BRASIL - COSTA SUL Baía de Santos - Canal de acesso ao porto de Santos - Correções em cartas Posições: a) 24º 00'.40 S 46º 20'.20 W b) 24º 02'.30 S 46º 21'.02 W c) 23º 56'.55 S 46º 18'.57 W d) 23º 57'.05 S 46º 18'.40 W 46

47 - III - COSTA SUL Detalhes: 1 - Substituir nas posições a) e b) a anotação "Profundidade mantida a 11.6m" pela anotação "Dragado a 12m (2004)". 2 - Cancelar da posição c) o símbolo de "casco soçobrado, cujo casco ou superestrutura é visível". 3 - Substituir o símbolo de "casco soçobrado, cujo casco ou superestrutura é visível" existente na posição d) pelo símbolo de "casco soçobrado perigoso à navegação". [Carta Símbolos, Abreviaturas e Termos (2ª ed. 1995) pag. 40 IK (28)] Cartas afetadas [Última correção] - Nºs 1701 (1) [115/03] (2) e (3) [115/03]. S 165/04 ATLÂNTICO SUL - BRASIL - COSTA SUL Porto de Santos - Correções em carta Posições: a) 23º 57'.90 S 46º 16'.00 W b) 23º 58'.00 S 46º 18'.00 W Detalhes: 1 - Substituir na posição a) a nota de precaução "LEVANTAMENTOS" pela nota de precaução que acompanha este aviso. 2 - Inserir na posição b) as reproduções do trecho que acompanham este aviso. Nota - Este Aviso cancela o Aviso Preliminar nº S 154(P) de Carta afetada [Última correção] - Nº 1701 e Plano [164/04]. LAGOA DOS PATOS AVISOS TEMPORÁRIOS (T) P 139(T)/93 BRASIL - LAGOA DOS PATOS Canal da Feitoria Existência de assoreamento Detalhes - Assoreamento ao longo do canal, no trecho compreendido entre os faroletes nºs 68 e 71 e as bóias cegas nºs 80 e 83. Face ao estreitamento do canal, o navegante, durante a travessia, deve manter-se entre o eixo longitudinal do canal e a uma distância mínima de 15 metros da margem do canal balizado pelos sinais pares. Relembra-se que o balizamento dista das margens do canal 35 metros, para fora. O navegante neste trecho deve evitar cruzamentos e ultrapassagens de embarcações. Nota - Este Aviso substitui o Aviso Preliminar nº P 83(P) de Carta afetada temporariamente - Nº P 90(T)/94 BRASIL - LAGOA DOS PATOS Canal do Gravataí - Proximidades da ilha do Humaitá - Existência de navio soçobrado Posição - 29º 58'.45 S 51º 12'.15 W 47

48 - III - LAGOA DOS PATOS Detalhes - Existência de navio soçobrado na posição, sinalizado por uma bóia de perigo isolado. Nota - Este Aviso cancela o Aviso-rádio nº P 7384 de Carta afetada temporariamente - Nº P 65(T)/95 BRASIL - LAGOA DOS PATOS Rio Guaíba - Proximidades de Porto Alegre e ilha do Chico Inglês - Existência de navio soçobrado Posição - 30º 01'.00 S 51º 13'.30 W Detalhes - Existência de navio soçobrado na posição, sinalizado por uma bóia cega de perigo isolado. Nota - Este Aviso cancela o Aviso-rádio nº P 7203 e o Aviso Temporário nº S 33(T) de Cartas afetadas temporariamente - Nºs P 176(T)/97 BRASIL - LAGOA DOS PATOS Existência de trechos assoreados Detalhes - Balizamento deficiente devido à existência de trechos assoreados, com previsão de restabelecimento após dragagem, comprometendo a segurança da navegação nos canais: São Gonçalo, da Feitoria, do Nascimento, do Junco, de Belém, do Leitão e das Pedras Brancas. Recomenda-se aos navegantes só demandarem os referidos canais durante o dia, com boa visibilidade e com perfeito conhecimento do local. Nota - Este Aviso cancela o Aviso-rádio nº P 7791 e o Aviso Temporário nº P 127(T) de Cartas afetadas temporariamente - Nºs AVISOS PRELIMINARES (P) P 164(P)/96 BRASIL - LAGOA DOS PATOS Proximidades da ponta do Melo - Canal do Cristal - Existência de assoreamento Posição - 30º 04'.30 S 51º 14'.72 W Detalhes - Existência de assoreamento no canal do Cristal nas proximidades do Fte. Cristal nº 129. Nota - Este Aviso cancela o Aviso-rádio nº P 7675 de Cartas que serão afetadas - Nºs P 75(P)/98 BRASIL - LAGOA DOS PATOS Canais: Coroa do Meio, do Junco, de Belém, do Leitão e das Pedras Brancas - Existência de profundidades menores 48

49 - III - LAGOA DOS PATOS Detalhes - Existência de profundidades menores 4,5 metros no canal Coroa do Meio entre os faroletes Coroa do Meio nº 56 e Gambeta nº 55, 4,5 metros nos canais, do Junco e de Belém entre a bóia de luz nº 114 e a bóia cega Belém nº 109, 4,3 metros no canal do Leitão nas proximidades da bóia de luz nº 132 e 4,3 metros no canal das Pedras Brancas entre os faroletes Piava nº 127 e Veleiros do Sul em Vila Assunção. Nota - Este Aviso cancela o Aviso-rádio nº P 7131 de Cartas que serão afetadas - Nºs P 31(P)/00 BRASIL - LAGOA DOS PATOS Proximidades da ponta do Laranjal - Canal da Barra - Alterações na batimetria, no limite do canal e no canal dragado Posições: a) 31º 48'.20 S 52º 10'.55 W b) 31º 48'.22 S 52º 10'.55 W c) 31º 47'.77 S 52º 11'.77 W d) 31º 47'.80 S 52º 11'.78 W e) 31º 47'.73 S 52º 11'.91 W f) 31º 47'.75 S 52º 11'.92 W g) 31º 47'.63 S 52º 12'.21 W h) 31º 47'.67 S 52º 12'.22 W i) 31º 47'.51 S 52º 12'.53 W j) 31º 47'.53 S 52º 12'.54 W k) 31º 47'.44 S 52º 12'.69 W l) 31º 47'.46 S 52º 12'.70 W m) 31º 47'.39 S 52º 12'.91 W Detalhes: 1 - Os navegantes deverão ter atenção ao novo limite do canal da Barra: Por BE entre as posições a), c), e), g), i), k) e m) e por BB entre as posições b), d), f), h), j) e l). 2 - Será inserido no novo canal da Barra a anotação Dragado a 4,3 m (1999). 3 - Será cancelado o limite do antigo canal da Barra e a anotação Dragado a 2.4m (1983). Cartas que serão afetadas - Nºs P 143(P)/03 BRASIL - LAGOA DOS PATOS Próximo ao canal das Pedras Brancas - Existência de pedras Posições: a) 30º 06'.06 S 51º 16'.54 W b) 30º 05'.87 S 51º 16'.44 W c) 30º 05'.93 S 51º 16'.19 W d) 30º 05'.88 S 51º 16'.13 W e) 30º 05'.85 S 51º 16'.15 W Detalhes - Existência nas posições a), b), c), d) e e) de pedra (rocha) submersa perigosa à navegação com profundidade conhecida de 5.4, 2.8, 5.7, 4.1 e 7.2 metros, respectivamente. Cartas que serão afetadas - Nºs AVISOS PERMANENTES Nenhum. 49

50 - III - BACIA AMAZÔNICA AVISO TEMPORÁRIO (T) A 111(T)/99 BRASIL - RIO JARI Proximidades da ilha Xavier - Canal da ilha Xavier - Alteração temporária em posições do balizamento cego existente Novas posições: a) 01º 12'.55 S 52º 06'.65 W b) 01º 11'.40 S 52º 06'.44 W c) 01º 10'.76 S 52º 06'.43 W d) 01º 12'.55 S 52º 06'.78 W e) 01º 11'.42 S 52º 06'.36 W f) 01º 10'.75 S 52º 06'.38 W Detalhes - Estabelecido temporariamente em novas posições as bóias cegas de bombordo e boreste nºs "(nº 2)", "(nº 4)" e "(nº 6)" e "(nº 1)", "(nº 3)" e "(nº 5)", respectivamente. Nota - Este Aviso substitui o Aviso Temporário nº A 248(T) de Cartas afetadas temporariamente - Nºs 4202 A B. AVISOS PRELIMINARES (P) A 27(P)/96 BRASIL - RIO AMAZONAS Proximidades da ilha de Santa Rita e do paraná do Cachoeri - Existência de farolete Nome - Cachoeri Posição - 01º 56'.20 S 56º 04'.40 W Característica da luz: Lp.B Fase detalhada: B 1,0 - Ecl. 9,0 Período: 10 segundos Alcance luminoso: 10 milhas náuticas Alcance geográfico: 11 milhas náuticas Altitude: 12 metros Altura: 10 metros Descrição: Torre quadrada de treliça branca Setor de visibilidade: 230º a 050º Detalhes - Serão inseridos na posição um símbolo de "farolete" e a anotação "Lp.B. 10s 12m 10M". Nota - Este Aviso cancela o Aviso-rádio nº A 8213 de Carta que será afetada - Nº 4104A. 50

51 - III - BACIA AMAZÔNICA A 40(P)/98 BRASIL - RIO AMAZONAS Nome - Gurupatuba Proximidades da ilha do Gurupatuba - Faroletes reconstruídos Posição aprox. - 01º 56'.04 S 53º 53'.55 W Nome - Ponta Peregrino Posição aprox. - 01º 54'.49 S 53º 50'.39 W Detalhes - Faroletes reconstruídos nas posições aproximadas. Nota - Este Aviso cancela o Aviso Preliminar nº A 129(P) de 1997 e os Avisos-rádio nºs A 7158 e A 7159 de Carta que será afetada - Nº 4103 A. A 224(P)/98 BRASIL - RIO AMAZONAS Nome - Capella Proximidades da ilha das Garças - Farolete reconstruído Posição - 02º 36'.57 S 57º 40'.52 W Nova posição - 02º 35'.87 S 57º 40'.18 W Característica da luz: Lp. B Fase detalhada: B 0,3 - Ecl. 2,7 Período: 3 segundos Alcance luminoso: 7 milhas náuticas Alcance geográfico: 12 milhas náuticas Altitude: 18 metros Altura: 10 metros Descrição: torre em treliça metálica quadrangular na cor branca Setor de visibilidade: 236º - 032º Detalhes - Será cancelado da posição o símbolo de farolete, o setor de visibilidade e a anotação Lp.B.3s 10m 7M e inserido na nova posição um símbolo de farolete, um setor de visibilidade (236º - 032º) e a anotação Lp.B.3s 18m 7M. Nota - Este Aviso cancela o Aviso-rádio nº A 8044 de Cartas que serão afetadas - Nºs 4105 A/B. A 70(P)/00 BRASIL - RIO AMAZONAS Proximidades de Macapá e ilha de Santana - Existência de banco 51

52 - III - BACIA AMAZÔNICA Posições: a) 00º S 50º W b) 00º S 51º W c) 00º S 51º W d) 00º S 51º W Detalhes - Existência de banco entre as posições a), b) e c), com a menor profundidade encontrada 1.9 metro na posição d). Nota - Este Aviso cancela o Aviso-rádio nº A 8185 de Cartas que serão afetadas - Nºs A 95(P)/00 BRASIL - RIO JARI Proximidades da ilha Xavier, Paga Dívidas e Fazenda Marapi - Existência de assoreamento Detalhes - O trecho cartografado entre os pares de bóia nºs 1/2 a 9/10 representado na atual edição da carta náutica 4202A, não corresponde à realidade. O canal encontra-se assoreado, com profundidades variando de 7,6 a 8,1 metros, ao longo de todo o canal. O navegante deve demandar o canal com a máxima atenção e cautela. Carta que será afetada - Nº 4202A. A 90(P)/01 BRASIL - RIO AMAZONAS Canal do Norte - Ilhas Pedreira - Farol destruído Nome - Pedreiras Posição - 00º 19'.05 N 50º 37'.05 W Detalhes - Farol destruído na posição. Nota - Este Aviso cancela o Aviso-rádio nº A 7099 de Cartas que serão afetadas - Nºs A 156(P)/02 BRASIL - RIO AMAZONAS Nome - Fugitivo Proximidades de Macapá - Próximo ao igarapé do Fugitivo - Farol reconstruído Posição - 00º N 50º W Nova posição - 00º N 50º W (Datum WGS-84) Nova descrição - torre triangular em treliça metálica na cor branca Detalhes - Farol reconstruído na nova posição com alteração em descrição, permanecendo demais informações constantes na Lista de Faróis. Nota - Este Aviso cancela o Aviso-rádio nº N 4611 de Cartas que serão afetadas - Nºs

53 - III - BACIA AMAZÔNICA A 58(P)/03 BRASIL - RIO AMAZONAS Próximo às ilhas do Itanduba e do Acará-Açu - Existência de assoreamento Posições: a) 01º S 53º W b) 01º S 53º W c) 01º S 53º W Detalhes: 1 - Existência de assoreamento ao norte das ilhas do Itanduba e do Acará-Açu, estendendo-se desde a margem direita até as posições. Menor profundidade encontrada 10 metros. 2 - Canal ao sul da ilha do Acará-Açu completamente assoreado. Nota - Este Aviso cancela o Aviso-rádio nº A 7399 de 2003 e substitui o Aviso Preliminar nº A 82(P) de Carta que será afetada - Nº 4102 B. A 126(P)/03 BRASIL - RIO AMAZONAS Próximo às ilhas Queimada e do Cará - Existência de banco Detalhes - Existência de banco que aflora na baixa-mar, deslocando-se para jusante, delimitado pelas posições: a) 00º 02'.80 S 51º 03'.00 W b) 00º 02'.40 S 51º 02'.80 W c) 00º 02'.90 S 51º 02'.20 W d) 00º 03'.30 S 51º 02'.50 W Nota - Este Aviso cancela o Aviso-rádio nº N 8279 de Cartas que serão afetadas - Nºs A. A 5(P)/04 BRASIL - RIO NEGRO Proximidades da ilha Gaivota - Existência de pedra não cartografada Posição - 02º S 61º W Detalhes - Existência de pedra não cartografada com profundidade de 1,9 metro na posição. Nota - Este Aviso substitui o Aviso Preliminar nº A 185(P) de Croqui de Navegação do rio Negro que será afetado - Nº 004. A 71(P)/04 BRASIL - RIO AMAZONAS Ilha do Patacho - Farolete reconstruído Nome - Ilha do Patacho Posição - 02º 11'.15 S 55º 02'.85 W Posição aprox. - 02º 11'.03 S 55º 02'.53 W Detalhes - Farolete reconstruído na posição aproximada. 53

54 - III - BACIA AMAZÔNICA Nota - Este Aviso cancela o Aviso-rádio nº A 8306 de Carta que será afetada - Nº 4103 B. A 98(P)/04 BRASIL - RIO AMAZONAS Próximo às ilhas de Juruti, de Santa Rita e Bom Jardim - Alteração na batimetria Posições: a) 02º 05'.00 S 56º 06'.90 W b) 02º 04'.20 S 56º 06'.80 W c) 02º 04'.20 S 56º 06'.50 W d) 02º 05'.10 S 56º 06'.65 W Detalhes - Existência de profundidades de 3.0 metros na área delimitada pelas posições. Nota - Este Aviso cancela o Aviso-rádio nº A 8023 de Cartas que serão afetadas - Nºs 4104A B. A 99(P)/04 BRASIL - RIO AMAZONAS Próximo às ilhas Pedreira - Alteração na batimetria Posição - 00º 18'.31 N 50º 39'.90 W Detalhes - Banco existente na margem esquerda a montante das ilhas Pedreira, estendendo-se até a posição. Nota - Este Aviso cancela o Aviso-rádio nº A 8182 de Cartas que serão afetadas - Nºs A 100(P)/04 BRASIL - RIO AMAZONAS Próximo a Monte Alegre, ilha Faraday e ilha do Cuçari - Alteração na batimetria Posição - 02º 01'.80 S 54º 00'.00 W Detalhes: 1 - Existência de 9,0 metros de profundidade na posição. 2 - Existência de alto-fundo à jusante da ilha Cuçari num raio de 2 milhas náuticas, variando de 2.0 a 4.0 metros de profundidades. Nota - Este Aviso cancela os Avisos-rádio nºs A 8257 e A 8258 de Carta que será afetada - Nº 4103 A. A 101(P)/04 BRASIL - RIO AMAZONAS Próximo a Itacoatiara - Existência de terminal e bóias de amarração Posições: a) 03º 08'.14 S 58º 29'.17 W b) 03º 08'.17 S 58º 29'.12 W c) 03º 08'.23 S 58º 29'.23 W d) 03º 08'.13 S 58º 29'.18 W e) 03º 08'.28 S 58º 29'.15 W 54

55 - III - BACIA AMAZÔNICA f) 03º 08'.30 S 58º 29'.05 W g) 03º 08'.28 S 58º 28'.97 W h) 03º 08'.25 S 58º 28'.85 W i) 03º 08'.18 S 58º 28'.83 W Detalhes: 1 - Existência de terminal delimitado pelas posições a) e b). 2 - Existência de bóias de amarração nas posições c), d), e), f), g), h) e i). Nota - Este Aviso cancela o Aviso-rádio nº A 7781 de Carta que será afetada - Nº 4106 A. AVISOS PERMANENTES Nenhum. GERAL AVISO TEMPORÁRIO (T) G 142(T)/04 ATLÂNTICO SUL - BRASIL Situação da unidade de perfuração submarina fora de operação Nome Localização Posição Nobre Roger Eason Baía de Todos os Santos - Canal Cotegipe - Docada na BNA (carta nº 1103) (BA) - North Star Petrobrás 34 Petrobrás XXIV Peregrine I Petrobrás 50 Rio Paraguaçu - Atracada no porto de São Roque (carta nº 1108). Porto de Vitória - Atracada no berço 103 do cais comercial (carta nº 1401) Baía de Guanabara - Ilha do Caju - Atracada no estaleiro CEC (carta nº 1515). Baía de Guanabara - Atracada no cais da BACS (carta nº 1515) Baía de Guanabara - Atracada no estaleiro Mauá (carta nº 1515) (BA) - (ES) - (RJ) - (RJ) - (RJ) - Petrobrás XLVII Atracada no estaleiro Mauá (carta nº 1515). (RJ) - Jagson Pioneer (ex-chaparral) Baía de Guanabara - Fundeada na posição (carta nº 1515). (RJ) 22º 52'.97 S 43º 08'.40 W Petrobrás XIII Angra dos Reis - Baía de Jacuacanga - Atracada no SRD Offshore (carta nº 1636). (RJ) - Petrobrás XIV Atracada em Angra dos Reis (carta 1636). (RJ) - Nota - Este Aviso substitui o Aviso Temporário nº G 113(T) de

56 - III - GERAL AVISO PRELIMINAR (P) G 156(P)/04 ATLÂNTICO SUL - BRASIL Posições: Existência de cabo submarino 1) 03º 45'.90 S 38º 26'.40 W 2) 02º 58'.00 S 36º 30'.00 W 3) 03º 04'.00 S 35º 23'.00 W 4) 03º 20'.80 S 34º 47'.10 W 5) 04º 42'.90 S 33º 55'.00 W 6) 05º 40'.50 S 33º 24'.10 W 7) 06º 34'.60 S 33º 01'.30 W 8) 08º 05'.60 S 32º 55'.60 W 9) 10º 16'.50 S 33º 01'.20 W 10) 11º 29'.60 S 33º 12'.94 W 11) 12º 36'.60 S 33º 13'.70 W 12) 13º 53'.70 S 33º 29'.30 W 13) 15º 46'.90 S 33º 41'.80 W 14) 17º 40'.10 S 33º 54'.30 W 15) 19º 17'.30 S 34º 02'.30 W 16) 20º 48'.30 S 34º 18'.90 W 17) 21º 22'.90 S 34º 41'.70 W 18) 22º 19'.00 S 35º 50'.00 W 19) 23º 32'.00 S 37º 24'.00 W 20) 23º 58'.00 S 39º 08'.00 W 21) 23º 59'.00 S 40º 40'.00 W 22) 23º 54'.00 S 41º 38'.00 W 23) 23º 52'.06 S 42º 05'.08 W 24) 23º 49'.06 S 42º 36'.05 W 25) 23º 48'.07 S 42º 51'.06 W Detalhes - Existência de cabo submarino entre as posições. Nota - Este Aviso cancela o Aviso-rádio nº G 1259 de Cartas que serão afetadas - Nºs (INT.216) - 20 (INT.202). AVISOS PERMANENTES Nenhum. AVISO TEMPORÁRIO (T) T 114(T)/04 OCEANO ATLÂNTICO ÁREA ESTRANGEIRA Norte e Sul da Cadeia Meso Atlântica e Nordeste da Zona de Fratura Romanche - Alterações em posição de bóias e tipo de bóia Posições: a) 00º 00'.10 N 34º 59'.90 W (nº 5) b) 03º 58'.00 N 38º 02'.00 W (nº 4) c) 07º 57'.20 N 38º 02'.40 W (nº 3) d) 11º 29'.70 N 37º 59'.70 W (nº 2) e) 15º 00'.20 N 38º 00'.20 W (nº 1) Altura: 3,5 metros 56

57 - III - ÁREA ESTRANGEIRA Descrição: base toroidal com faixas brancas e laranjas com 3,5 metros de altura Detalhes - Existência nas posições de bóias cegas demarcando equipamentos de pesquisas oceanográficas. (Período: 15/ABR/01 a AGO/05) Notas: I - Este Aviso substitui o Aviso Temporário nº T 102(T) de II - As posições das bóias referem-se ao datum WGS-84. Cartas afetadas temporariamente - Nºs 10 (INT.216) (INT.215). AVISOS PRELIMINARES (P) T 45(P)/99 ATLÂNTICO NORTE - GUIANA FRANCESA Proximidades de Cayenne - Existência de cabo submarino Posições: a) 04º N 52º W b) 05º N 51º W Detalhes - Existência de cabo submarino entre as posições a) (Cayenne) e b). Cartas que serão afetadas - Nºs (INT.216) - 1. T 115(P)/99 ATLÂNTICO SUL - URUGUAI A Sudeste de Maldonado e próximo do Banco Rouen - Existência de alto-fundo Posições: a) 35º S 55º W b) 35º S 55º W Detalhes - Existência de alto-fundo entre as posições a) e b), com menor profundidade encontrada 5,8 metros. Os navegantes devem ter a máxima atenção ao trafegarem na área. Nota - Este Aviso cancela o Aviso-rádio nº T 0394 de Cartas que serão afetadas - Nºs (INT. 20) (INT. 22). AVISOS PERMANENTES Nenhum. 57

58 - IV - CORREÇÕES À LISTA DE FARÓIS, BRASIL, 2003 Efetuar as correções da "Folha de Correções nº 5", anexa a este folheto. Nenhuma. - V - CORREÇÕES À LISTA DE AUXÍLIOS-RÁDIO, BRASIL, VI - CORREÇÕES AO ROTEIRO, BRASIL COSTA NORTE, 1993 Nenhuma. COSTA LESTE, 2003 Nenhuma. COSTA SUL, 1994 Efetuar as correções da "Folha de Correções nº 18", anexa a este folheto. - VII - CORREÇÕES A OUTRAS PUBLICAÇÕES NORMAS PARA A NAVEGAÇÃO DOS NAVIOS DA ESQUADRA (DN 11) Foi publicada a 2ª edição, de 2004, da publicação "Normas para a Navegação dos Navios da Esquadra", DN Esta 2ª edição da publicação DN 11 cancela e substitui a 1ª edição, de 1998, DN 11-II-1. CATÁLOGO DE CARTAS E PUBLICAÇÕES (DH7-11), 2000 Efetuar as correções da "Folha de Correções nº 9", anexa a este folheto. Nenhum. - VIII - AVISOS PERMANENTES ESPECIAIS 58

59 - IX - NOTÍCIAS DIVERSAS CARTAS EM PRODUÇÃO Nº DA CARTA TÍTULO EDIÇÃO 20 (INT.202) Costa Leste da América do Sul 3ª 315 Da Boca da Vigia a Mosqueiro 3ª 830 Porto de Cabedelo 6ª 1607 Baías da Ilha Grande e de Sepetiba 2ª 1711 Proximidades do Porto de Santos 3ª 1911 Do Cabo de Santa Marta Grande a Araranguá 2ª (INT.2112) Da Ponta Maceió ao Cabo Calcanhar 1ª (INT.2113) Atol das Rocas e Arquipélago de Fernando de Noronha 1ª CARTAS REIMPRESSAS NO ANO DE 2004 Nº DA CARTA TÍTULO MÊS 70 * De Belmonte ao Rio de Janeiro Julho 304 De Mosqueiro a Abaetetuba Abril 306* Da Ilha da Conceição aos Estreitos Março 320 Porto de Belém Setembro 710 * Proximidades do Terminal do Pecém e do Porto de Mucuripe Fevereiro 1100 * Do Rio Itariri a Ilhéus Abril 1103 * Baía do Aratu e Adjacências Março 1501 Baía de Guanabara Abril 1505 Do Cabo Búzios ao Cabo Frio Abril 1621 Baía da Ilha Grande (Parte Leste) Agosto 1623 Porto de Sepetiba Novembro 1633 Baía da Ilha Grande (Parte Oeste) Julho 1810 * Enseada do Porto Belo Maio 2110 * Proximidades do Porto do Rio Grande Agosto 4011 * De Paramaribo a Salinópolis Fevereiro Carta para Operações Especiais de Submarinos Fevereiro NOVAS EDIÇÕES DE CARTAS PUBLICADAS NO ANO DE 2004 Nº DA CARTA TÍTULO ESCALA EDIÇÃO MÊS 1 Costa e Ilhas ao Largo 1: ª Outubro Novo lim.: lat. 09º 00'.00 N e 38º 00'.00 S long. 25º 00'.00 W e 59º 00'.00 W 930 Proximidades do Porto do Recife 1: ª Junho 1312 Porto de Caravelas e Proximidades 1: ª Junho 1631 Baía da Ilha Grande (Parte Central) 1: ª Maio 1632 Baía da Ilha Grande (Parte Centro-Norte) 1: ª Agosto * RNC: Reimpressão não corrigida 59

60 - IX Porto de Angra dos Reis e Proximidades 1: ª Agosto 1703 Porto de Cananéia 1: ª Março 1821 Barra de Paranaguá 1: ª Setembro Novo lim.: lat. 25º 28'.00 S e 25º 38'.20 S long. 48º 14'.00 W e 48º 29'.50 W 1822 Novo Título: Portos de Paranaguá e 1: ª Setembro Antonina Novo lim.: lat. 25º 24'.00 S e 25º 32'.80 S long. 48º 28'.00 W e 48º 43'.20 W 1910 Da Ilha de Coral ao Cabo de Santa Marta Grande 1: ª Maio NOVAS CARTAS PUBLICADAS NO ANO DE 2004 Nº DA CARTA TÍTULO ESCALA EDIÇÃO MÊS (INT.2109) (INT.2110) (INT.2126) Da Ilha Maiaú a Tutóia Limite: lat. 00º 50'.00 S e 02º 50'.00 S long. 42º 05'.00 W e 45º 00'.00 W De Tutóia à Ponta dos Patos Limite: lat. 01º 20'.00 S e 03º 20'.00 S long. 39º 30'.00 W e 42º 25'.00 W De Paranaguá a Imbituba Limite: lat. 25º 20'.00 S e 28º 20'.00 S long. 46º 37'.00 W e 48º 55'.00 W 1: ª Abril 1: ª Abril 1: ª Fevereiro PUBLICAÇÃO EM PRODUÇÃO Nº TÍTULO EDIÇÃO DN3-I Navegação: A Ciência e a Arte - Volume I - Navegação Costeira, Estimada e em Águas Restritas 2ª NOVAS EDIÇÕES DE PUBLICAÇÕES PRODUZIDAS NO ANO DE 2004 Nº TÍTULO EDIÇÃO DH3 Anais Hidrográficos - Tomo LX 60ª DG6-42 Tábuas das Marés para ª DN 11-2 Normas para a Navegação dos Navios da Esquadra 2ª 60

61 - IX - PUBLICAÇÕES REIMPRESSAS NO ANO DE 2004 Nº TÍTULO OBSERVAÇÃO DG10-V-1 Cartas de Correntes de Maré. Proximidades da - Baía de São Marcos e Portos de São Luís e Itaqui DH5-III-1 Especificações de Cartas da OHI. Seção Topografia. DH18-5 Lista de Sinais Cegos - NOTAS AOS USUÁRIOS 1 - LEGISLAÇÃO SOBRE CARTOGRAFIA BRASILEIRA, PESQUISA E INVESTIGAÇÃO CIENTÍFICA NA PLATAFORMA CONTINENTAL E ÁGUAS SOB JURISDIÇÃO BRASILEIRA E CONTROLE DE LEVANTAMENTOS HIDROGRÁFICOS a) Foi publicada a 2ª edição, de 2003, do folheto que contém a legislação abaixo discriminada e que cancela e substitui a 1ª edição, de 1995: Decreto-Lei nº 243, de 28/02/1967: Fixa as Diretrizes e Bases da Cartografia Brasileira e dá outras Providências; Decreto nº , de 20/06/1984: Estabelece as Instruções Reguladoras das Normas Técnicas da Cartografia Nacional; Decreto nº , de 02/05/1988: Dispõe sobre a Realização de Pesquisa e Investigação Científica na Plataforma Continental e em Águas sob Jurisdição Brasileira; e Portaria nº 121/MB, de 23/04/2003: Instruções para Controle dos Levantamentos Hidrográficos pela Marinha do Brasil. b) O texto do folheto em questão também pode ser consultado na página da Diretoria de Hidrografia e Navegação (DHN) na INTERNET: ícone CHM/LEVANTAMENTO HIDROGRÁFICO. 2 - SERVIÇO DE SINALIZAÇÃO NÁUTICA DO LESTE (SINEST) Participo a instalação de uma linha telefônica 0800, dedicada ao serviço "FALE CONOSCO", nº , âmbito regional, com a finalidade de receber as informações do navegante e outros segmentos da comunidade marítima, referentes ao funcionamento dos sinais náuticos e ocorrências de ato de vandalismo. 3 - PREÇOS DAS CARTAS E PUBLICAÇÕES NÁUTICAS São os seguintes os preços das Cartas e Publicações Náuticas em vigor desde 1º de novembro de 1999, correspondentes aos respectivos níveis relacionados no Catálogo de Cartas e Publicações (DH7). NÍVEL PREÇO A... R$ 1,50 B... R$ 2,00 C... R$ 5,00 D... R$ 10,50 E... R$ 12,00 F... R$ 15,00 61

62 - IX - G... R$ 21,00 (Cartas náuticas) H... R$ 24,00 I... R$ 30,00 J... Grátis L... R$ 41,00 M... R$ 53,00 N... R$ 210,00 O... R$ 3,50 Q... R$ 120,00 R... R$ 6,00 S... R$ 2,50 T... R$ 6,50 U... R$ 0,50 V... R$ 45,00 X... R$ 10,00 Obs.: O ATLAS (4500) da Hidrovia Madeira-Amazonas poderá ser adquirido no Serviço de Sinalização Náutica do Norte, no valor de R$ 210,00. Por força de contrato, os Agentes de Venda relacionados nas últimas páginas deste folheto foram credenciados para comercialização das Cartas e Publicações Náuticas, editadas pela DHN, pelos preços da tabela acima estipulada. Caso o usuário constate a inobservância da referida tabela, por parte de algum Agente de Venda, solicita-se comunicar tal fato à DHN pelo telefone (0XX21) Todo usuário de Cartas e Publicações Náuticas deve exigir as "Listas de Correções" que afetam as Cartas ou as "Folhas de Correções" que afetam as publicações, por ocasião da compra. 4 - CONTROLE DE TRÁFEGO MARÍTIMO Controle de Tráfego Marítimo informa alterações nos números de telefones para contatos sobre SISTRAM. Tel. (5521) Fac-símile (5521) UTILIZAÇÃO DE CARTAS NÁUTICAS PARA A NAVEGAÇÃO O Centro de Hidrografia da Marinha (CHM) não recomenda o uso de cartas náuticas e croquis de navegação, das áreas sob jurisdição brasileira, elaboradas por quaisquer entidades nacionais ou estrangeiras, cujos dados de origem não tenham sido analisados por este Centro e cujo produto final não tenha sido homologado, pela DHN, para uso na navegação. 6 - ATUALIZAÇÃO DE DADOS DO SALVAMAR BRASIL SALVAMAR BRASIL - MRCC BRASIL Tel: / Fax: / Telex: INMARSAT-C (AOR-E) [email protected]. SALVAMAR NORTE (BELÉM) - RCC NORTE Tel: / / Fax: / SALVAMAR NORDESTE (NATAL) - RCC NORDESTE Tel: Fax: / Telex:

63 - IX - SALVAMAR LESTE (SALVADOR) - RCC LESTE Tel: / Fax: Telex: SALVAMAR SUESTE (RIO DE JANEIRO) - RCC SUESTE Tel: / Fax: / SALVAMAR SUL (RIO GRANDE) - RCC SUL Tel: Fax: SALVAMAR OESTE (LADÁRIO) - RCC OESTE Tel: Fax: SALVAMAR NOROESTE (MANAUS) - RCC NOROESTE Tel: Fax: Obs: MRCC - CENTRO DE COORDENAÇÃO DE SALVAMENTO MARÍTIMO RCC - CENTRO DE COORDENAÇÃO DE SALVAMENTO MARÍTIMO DISTRITAL COLABORAÇÃO DOS NAVEGANTES Nenhuma. 63

64 DIRETORIA DE HIDROGRAFIA E NAVEGAÇÃO Solicita-se às Capitanias dos Portos, Delegacias e Agências que recebam as informações de Segurança Marítima abaixo relacionadas e que as mesmas sejam enviadas ao CENTRO DE HIDROGRAFIA DA MARINHA(CHM), o mais breve possível. Caso necessário, as informações apresentadas poderão ser complementadas, sob a ótica da Capitania, Delegacia ou Agência em questão. I ) FOLHA DE INFORMAÇÕES SOBRE CARTAS NÁUTICAS (ENTREGAR NA CAPITANIA DOS PORTOS, DELEGACIA OU AGÊNCIA MAIS PRÓXIMA) Data... Ref. nº... Navio/Embarcação ou lugar... Endereço... Observador... Data da observação... Hora da observação (HMG)... Posição: Lat... Long... Carta afetada (citar o país de origem) nº...edição... Publicação afetada... Pág... Último Folheto de Avisos aos Navegantes recebido nº... Descrição/Comentários:... REMETENTE:... NAVIO / EMBARCAÇÃO / LUGAR:... Assinatura: INSTRUÇÕES DE PREENCHIMENTO 1 - Esta folha destina-se a facilitar o fornecimento de informação à Diretoria de Hidrografia e Navegação sobre irregularidades constatadas que possam afetar a segurança da navegação. 2 - As informações devem ser as mais completas possíveis, mencionando sempre os elementos essenciais que caracterizem perfeitamente a irregularidade observada, como: - a viagem (ou cruzeiro) de onde, para onde; - data e hora da observação; - a posição, no instante da observação, a qual deve ser referida à carta de maior escala; - o método empregado na determinação da posição: astronômico, satélite, omega, por marcações verdadeiras ou magnéticas de pontos notáveis (um mínimo de três marcações de pontos diferentes), por marcação e distância radar, ou pela combinação de qualquer desses métodos. Relembra-se a necessidade de que, no caso de marcações magnéticas, seja informado o valor do desvio. Solicitase aos navegantes que informem, em qualquer dos métodos empregados: tipos, modelos e marcas dos equipamentos utilizados e, sempre que possível, o valor dos erros instrumentais. Caso a posição obtida não seja precisa, tais fatos deverão ser informados: - a profundidade e os meios utilizados para sua determinação, a qualidade do fundo, se for possível obtê-la, os registros do ecobatímetro, caso existam. Nesses registros deverão estar assinalados a data-hora, a profundidade encontrada, a escala empregada na leitura da profundidade, estado do mar de acordo com o modelo DHN-5909, o tipo, modelo e marca do ecobatímetro, a situação meteorológica reinante, a coloração da água do mar e o calado do navio ou embarcação; - publicação ou carta utilizada, indicando a edição, a página e o Serviço Hidrográfico que a publicou. Além das informações acima solicitadas, os navegantes devem acrescentar uma descrição de todos os detalhes julgados de interesse e não citados anteriormente. 3 - As informações que não puderem ser confirmadas por carecerem de mais detalhes ou por imperfeição nas observações efetuadas e métodos empregados, não devem ser enviadas. 4 - As informações sobre sondagens, perigos não cartografados ou irregularidades observadas em sinais de auxílio à navegação devem ser enviadas à Capitania dos Portos, Delegacia ou Agência mais próxima do local e, também, à critério do navegante, à DHN, por meio da estação radiotelegráfica costeira mais próxima, com o endereço TLX nº ou pelo FAX (0XX21) As mensagens com o endereço "NAVEMAR" são gratuitas. Qualquer profundidade não cartografada inferior a trinta (30) metros ou quinze (15) braças, quando localizada nas proximidades ou nos canais de acesso a portos e terminais, poderá representar risco que justifique o envio da informação urgente por meio do endereço telegráfico "NAVEMAR".

65 II) FOLHA DE CORREÇÕES A PUBLICAÇÕES DE AUXÍLIO À NAVEGAÇÃO (ENTREGAR NA MAIS PRÓXIMA CAPITANIA DOS PORTOS, DELEGACIA OU AGÊNCIA) A Diretoria de Hidrografia e Navegação (DHN) solicita aos navegantes que, no interesse da Segurança da Navegação, comuniquem a esta Diretoria qualquer omissão ou inexatidão encontrada nas suas publicações de auxílio à navegação, assim como as divergências existentes entre suas informações e as das cartas náuticas ou as de qualquer outra fonte, visando ao aperfeiçoamento destas publicações. A colaboração do navegante poderá ser feita preenchendo esta folha com os dados solicitados e a encaminhando para um dos endereçados acima mencionados. Último folheto Avisos aos Navegantes recebido:... Publicação a corrigir (nome e ano da edição):... Páginas da publicação a corrigir (número da página e folheto da sua última correção): Correções a efetuar: Nome do colaborador e data:... Nome do navio:... Endereço para correspondência: REMETENTE :... NAVIO / EMBARCAÇÃO / LUGAR:... Assinatura:

66 III) FOLHA DE AVALIAÇÃO DE SINAIS NÁUTICOS (FASN) (ENTREGAR NA MAIS PRÓXIMA CAPITANIA DOS PORTOS, DELEGACIA OU AGÊNCIA) 1 - Esta folha destina-se a facilitar o fornecimento de informações ao Centro de Sinalização Náutica e Reparos Almirante Moraes Rego sobre a sinalização náutica da costa brasileira. 2 - As informações devem se referir, principalmente, aos sinais que apresentem irregularidade de funcionamento ou dificuldade na identificação, aí incluídos os sinais RACON. 3 - Sugestões devem ser propostas de modo a melhorar a sinalização do trecho navegado. 4 - Com o propósito de aprimorar a qualidade dos nossos serviços, solicitamos ao(s) Sr.(s) Comandante(s) de Navio Mercante (nacional e internacional) e mestre(s) de embarcação navegando na costa brasileira, preencher(em) esta FOLHA DE AVALIAÇÃO e encaminhar(em) à Capitania dos Portos, Delegacia ou Agência mais próxima, em cada porto brasileiro. 1. Nome do Navio/Embarcação Bandeira Altura do passadiço em relação à linha d'água Sinais náuticos que apresentam boa visibilidade diurna (se possível informe a distância em que foram avistados) Sinais náuticos que apresentam boa visibilidade noturna (se possível informe a distância em que foram avistados) Sinais náuticos que apresentam má visibilidade diurna (se possível informe a distância em que foram avistados) Sinais náuticos que apresentam má visibilidade noturna (se possível informe a distância em que foram avistados) Sinais RACON recebidos na tela do radar, e sua distância Sugestões para melhorar a Sinalização Náutica no trecho navegado REMETENTE :... NAVIO / EMBARCAÇÃO / LUGAR:... Assinatura:

67 IV) PROPOSTA DE DENOMINAÇÃO DE FEIÇÃO MORFOLÓGICA SUBMARINA (Formulário para uso nacional) (ENTREGAR NA CAPITANIA DOS PORTOS, DELEGACIA OU AGÊNCIA MAIS PRÓXIMA) 1. Oceano ou mar: Nome proposto: Coordenadas do ponto central: Lat.... Long quilômetros na direção...a partir de Descrição da feição morfológica: Características que permitem sua identificação ou classificação (dimensões, forma, profundidade mínima, declividade etc.). Em caso de formas lineares, indicar as coordenadas dos pontos extremos: Feições morfológicas associadas: Referências a cartas: Aparece, com denominação, na carta (mapa)... Aparece, sem denominação, na carta (mapa)... Não aparece, mas se encontra localizada na área abrangida pela... Razões para a escolha do topônimo (se se tratar de uma pessoa, precisar de que maneira está relacionada com a feição que se vai denominar): Dados relativos à descoberta: Data:.../.../... Descoberta por (pessoas ou navio)... Utilizando o seguinte equipamento:... Método de navegação:... Precisão estimada da posição (em milhas náuticas): Descrição do levantamento (afastamento entre as linhas de sondagem, linhas transversais de sondagem, quadrícula etc.): Informações sobre outras atividades efetuadas durante o levantamento (dragagem, amostragens, testemunhagens, magnetismo, gravidade, fotografias etc.): Material complementar: incluir, se possível, um croqui cartográfico da área do levantamento, perfis da forma de relevo etc. Se existente, mencionar toda referência publicada anteriormente: Apresentado por:... Assinatura: Data:.../.../... Endereço:... Auxiliado por (se aplicável):... Endereço:...

68 AGENTES E POSTOS DE VENDA DE CARTAS E PUBLICAÇÕES BRASIL AMAZONAS RENT EQUIPO NAVAL LTDA - Av. Humaitá, Cachoeirinha Manaus, AM - Telefones: (0XX92) , e Telefax: (0XX92) AMAPÁ DELEGACIA DA CAPITANIA DOS PORTOS EM SANTANA - Av: Lucena de Azevedo nº 75 - Vila Daniel - Santana - AP - Telefone: (0XX96) PARÁ SERVIÇO DE SINALIZAÇÃO NÁUTICA DO NORTE - Rodovia Arthur Bernardes s/nº, Val-de-Cães, Belém, PA - Telefones: (0XX91) e Telefax: (0XX91) DELEGACIA FLUVIAL EM SANTARÉM - Av. Tapajós nº Aldeia Santarém - PA - Telefone: (0XX91) Fax: (0XX91) BLONEL MATERIAL NÁUTICO - Rua Dr. Assis, Cidade Velha Belém, PA - Telefone: (0XX91) Fax: (0XX91) Celular (0XX91) MARANHÃO CAPITANIA DOS PORTOS DO MARANHÃO (Posto de Venda de Cartas e Publicações Náuticas) - Av. Dom Pedro II nº 2 - Centro São Luís, MA - Telefones: (0XX98) e Fax: (0XX98) PIAUÍ CAPITANIA DOS PORTOS DO PIAUÍ (Posto de Venda de Cartas e Publicações Náuticas) - Av. Nações Unidas nº Carmo Parnaíba, PI - Telefone: (0XX86) Fax: (0XX86) Telex: (0XX86) CEARÁ CAPITANIA DOS PORTOS DO CEARÁ - Rua Dragão do Mar nº Fortaleza - CE - Telefone: (0XX85) Fax: (0XX85) Telex: (0XX85) AGÊNCIA DA CAPITANIA DOS PORTOS EM CAMOCIM (Posto de Venda de Cartas e Publicações Náuticas) - Rua Dr. João Thome, Camocim, CE - Telefone: (0XX88) Fax: (0XX88) RIO GRANDE DO NORTE CAPITANIA DOS PORTOS DO RIO GRANDE DO NORTE - Rua Chile nº Ribeira Natal - RN - Telefones: (0XX84) e Fax: (0XX84) PARAÍBA CAPITANIA DOS PORTOS DA PARAÍBA (Posto de Venda de Cartas e Publicações Náuticas) - Prédio do Ensino Profissional Marítimo - Av. Presidente João Pessoa s/nº Cabedelo, PB - Tel/Fax: (0XX83) PERNAMBUCO CAPITANIA DOS PORTOS DE PERNAMBUCO (Posto de Venda de Cartas e Publicações Náuticas) - Rua São Jorge Recife, PE - Telefone: (0XX81)

69 BAHIA CAPITANIA DOS PORTOS DA BAHIA (Posto de Venda de Cartas e Publicações Náuticas) - Avenida das Naus s/nº, Centro Salvador, BA - Telefones: (0XX71) , e DELEGACIA DA CAPITANIA DOS PORTOS EM ILHÉUS - Rua Major Homem Del Rey nº Cidade Nova Ilhéus, BA - Telefones: (0XX73) , e DISTRITO FEDERAL DELEGACIA FLUVIAL DE BRASÍLIA - Esplanada dos Ministérios, BL. N Anexo - Térreo Brasília, DF - Telefone: (0XX61) Fax: (0XX61) ESPÍRITO SANTO CAPITANIA DOS PORTOS DO ESPÍRITO SANTO - Rua Belmiro Rodrigues da Silva, s/nº - Enseada do Suá Vitória, ES - Telefone: (0XX27) Fax: (0XX27) PORTO VITÓRIA IMP E COM LTDA - Rua Luís Gonzalles Alvarado nº 51 - Enseada do Suá Vitória, ES. RIO DE JANEIRO BHMN - DEPARTAMENTO DE MATERIAL E SERVIÇOS NÁUTICOS - Rua Barão de Jaceguay s/nº, Ponta da Armação Niterói, RJ - Telefone: (0XX21) Fax: (0XX21) MACAÉ NÁUTICA COMÉRCIO & SERVIÇOS LTDA - Rua Bento Martins da Costa nº Cajueiros Macaé - RJ - Tele/Fax: (0XX22) (0XX22) e (0XX22) [email protected] e [email protected]. GT NÁUTICA LTDA - ME - Av. Luiz Lyrio nº 89 - Barra Macaé, RJ - Telefax: (0XX22) O NAVEGANTE MATERIAL DE NAVEGAÇÃO LTDA - Rua 1º de março 37A, 3º andar - Centro Rio de Janeiro, RJ - Telefones: (0XX21) / Fax: (0XX21) [email protected] EDIÇÕES MARÍTIMAS LTDA. - Rua da Candelária 79-A, loja, Centro Rio de Janeiro, RJ - Telefones: (0XX21) , (0XX21) , (0XX21) e (0XX21) Fax: (0XX21) CASH - COMÉRCIO E ASSESSORIA DE SOFTWARE E HARDWARE LTDA - Sede: Rua Estácio Coimbra, Rio de Janeiro - Telefones: (0XX21) e SL - ABASTECEDORA MARÍTIMA LTDA. - Praia do Jequiá, 48 - Ribeira - Ilha do Governador Rio de Janeiro, RJ - Tel: (0XX21) Fax: (0XX21) (24 horas). ECOMARINER OFFSHORE DO BRASIL - Comércio e Serviços Marítimos Ltda. - Rua Aimoré, 18 Loja - Penha Rio de Janeiro, RJ - Telefones: (0XX21) , , , e [email protected] ILHA MENDES - Ilha Mendes Comércio Ltda. - Rua Sebastião Sampaio, 18 - Bancários - Ilha do Governador Rio de Janeiro, RJ - Telefones: (0XX21) , , , e Fax: [email protected]

70 SÃO PAULO CAPITANIA DOS PORTOS DE SÃO PAULO - Cais da Marinha, Porto de Santos - Bairro Macuco Santos, SP. CAPITANIA FLUVIAL DO TIETÊ-PARANÁ - Avenida Pedro Ometto nº Barra Bonita, SP - Tel: (0XX14) Fax: (0XX14) VELAMAR COMÉRCIO E REPRESENTAÇÕES LTDA. - Rua Henrique Schaumann, Pinheiros São Paulo, SP - Telefone: (0XX11) Fax: (0XX11) MAR MATOS ARTIGOS NÁUTICOS LTDA - Rua Vereador Henrique Soler, Ponta da Praia Santos, SP - Telefone: (0XX13) Fax: (0XX13) [email protected] S.M.J. SÃO SEBASTIÃO - ME - Av. Guarda Mor Lobo Viana nº Centro São Sebastião, SP - Telefone: (0XX12) Fax: (0XX12) PARANÁ CAPITANIA DOS PORTOS DO PARANÁ - Rua Benjamim Constant, Paranaguá, PR - Telefone: (0XX41) SOS. LEGALIZAÇÕES NÁUTICAS LTDA - Rua Joquei Clube nº Prado Velho Curitiba, PR - Tel/Fax: (0XX41) ). SANTA CATARINA CAPITANIA DOS PORTOS DE SANTA CATARINA (Posto de Venda de Cartas e Publicações Náuticas) - Rua 14 de julho nº Estreito Florianópolis, SC - Telefone: (0XX48) Fax: (0XX48) IRMÃOS RODI LTDA - Rua Silva, Itajaí, SC Telefone: (0XX47) Fax: (0XX47) RIO GRANDE DO SUL CAPITANIA DOS PORTOS DO RIO GRANDE DO SUL - Avenida Almirante Cerqueira e Souza Rio Grande, RS - Telefone: (0XX53) EQUINAUTIC EQUIPAMENTOS NÁUTICOS - Av. Diário de Notícias, Bairro Cristal Porto Alegre, RS. MATO GROSSO DO SUL SERVIÇO DE SINALIZAÇÃO NÁUTICA DO OESTE Ladário, MS - Posto regional dos rios Paraguai e Cuiabá - Telefone: (0XX67)

71 AGENTES DE VENDA NÃO CREDENCIADOS PELA BHMN URUGUAI MONTEVIDEO CAPTAIN STEPHAN NEDELCHEV MARINE TECHNICAL SERVICES - Cierro Largo Montevideo - Uruguay - Telefones: / Fax: VHF: Ch [email protected] ARGENTINA BUENOS AIRES LA BODEGA NÁUTICA DEL CAPITAN JUAN CARLOS DELLA VILLA - Calle Rodriguez Peña, Piso Buenos Aires - Telefax: HOLANDA ROTTERDAM - CENTRUM SESTREL OBSERVATOR B.V. - Charts and marine supplies Vasteland 16-26, 3011 BL - Telefone: (010) Telex: obmar nl - Telefax:

72 AVISOS AOS NAVEGANTES FOLHETO Nº 23, DE 15 DE DEZEMBRO DE 2004 ANEXO REFERENTE À SEÇÃO IV FOLHA DE CORREÇÕES Nº 5 À LISTA DE FARÓIS, 2003 (VENDA PROIBIDA) DIRETORIA DE HIDROGRAFIA E NAVEGAÇÃO CENTRO DE HIDROGRAFIA DA MARINHA BRASIL

73 FOLHETO DE AVISOS AOS NAVEGANTES Nº 23/2004 SEÇÃO IV LISTA DE FARÓIS, 2003 FOLHA DE CORREÇÕES Nº 5 (VENDA PROIBIDA) Correções precedentes: Folhetos n os 23 de 2003; e 10, 14 e 18 de Lista de Páginas Efetivas (Folheto nº 18/04) Cancelar e substituir pela Lista pelas Páginas Efetivas (Folheto nº 23/04). Páginas 21/22 Cancelar e substituir pelas páginas 21/22 (Folheto nº 23/04). Páginas 35/36 Cancelar e substituir pelas páginas 35/36 (Folheto nº 23/04). Páginas 41 a 44 Cancelar e substituir pelas páginas 41 a 44 (Folheto nº 23/04). Páginas 51/52 (Folheto nº 23/03) Cancelar e substituir pelas páginas 51/52 (Folheto nº 23/04). Páginas 57 a 62 Cancelar e substituir pelas páginas 57 a 62 (Folheto nº 23/04). Páginas 75 a 78 Cancelar e substituir pelas páginas 75 a 78 (Folheto nº 23/04). Páginas 83/84 (Folheto nº 14/04) Cancelar e substituir pelas páginas 83/84 (Folheto nº 23/04) e 84a/84b (Folheto nº 23/04). Páginas 89/90 (Folheto nº 10/04) Cancelar e substituir pelas páginas 89/90 (Folheto nº 23/04). Páginas 97/98 (Folheto nº 18/04) Cancelar e substituir pelas páginas 97/98 (Folheto nº 23/04). Páginas 131 a 136, 137/138 (Folheto nº 14/04), 139/140, 141/142 (Folheto nº 23/03), 143 a 146 e 147/148 (Folheto nº 18/04) Cancelar e substituir pelas páginas 131 a 138 (Folheto nº 23/04), 138a/138b (Folheto nº 23/04) e 139 a 148 (Folheto nº 23/04). Páginas 155/156 (Folheto nº 23/04) Cancelar e substituir pelas páginas 155/156 (Folheto nº 23/04). Páginas 165 a 168 (Folheto nº 23/04) Cancelar e substituir pelas páginas 165 a 168 (Folheto nº 23/04). Páginas 175/176 (Folheto nº 14/04) Cancelar e substituir pelas páginas 175/176 (Folheto nº 23/04). Páginas 265 a 268 Cancelar e substituir pelas páginas 265 a 268 (Folheto nº 23/04).

74 (Folheto nº 23/04) LISTA DE PÁGINAS EFETIVAS Esta lista dá a situação das páginas da Lista de Faróis, 2003, até o folheto Avisos aos Navegantes nº 23/04. Página Situação Folha de rosto (I e II) Original Lista de páginas efetivas (IIa e IIb) Folheto nº 23/04 III a XVI Original XVII e XVIII Original XIX a XXXVI Original XXXVII e XXXVIII Original 1 a 06 Original 07 e 08 Folheto nº 10/04 09 e 10 Original 11 e 12 Folheto nº 18/04 13 e 14 Original 15 a 16 Folheto nº 10/04 17 e 18 Folheto nº 18/04 19 e 20 Folheto nº 14/04 21 e 22 Folheto nº 23/04 23 a 32 Original 33 e 34 Folheto nº 18/04 35 e 36 Folheto nº 23/04 37 e 38 Original 39 e 40 Folheto nº 23/03 41 a 44 Folheto nº 23/04 45 e 46 Original 47 e 48 Folheto nº 18/04 49 e 50 Original 51 e 52 Folheto nº 23/04 53 e 54 Original 55 e 56 Folheto nº 18/04 57 a 62 Folheto nº 23/04 63 e 64 Folheto nº 10/04 65 e 66 Folheto nº 23/03 67 e 68 Original 69 e 70 Folheto nº 10/04 71 a 74 Folheto nº 23/03 75 a 78 Folheto nº 23/04 79 a 82 Folheto nº 14/04 83 e 84 Folheto nº 23/04 84a e 84b Folheto nº 23/04 85 e 86 Original 87 e 88 Folheto nº 10/04 89 e 90 Folheto nº 23/04 91 a 94 Folheto nº 14/04 95 e 96 Folheto nº 10/04 97 e 98 Folheto nº 23/04 DH2 31 Corr. 5 04

75 (Folheto nº 23/04) IIb 99 e 100 Folheto nº 18/ e 102 Folheto nº 14/ e 104 Folheto nº 23/ e 106 Folheto nº 18/ a 112 Original 113 e 114 Folheto nº 18/ a 118 Folheto nº 23/ a 122 Original 123 a 126 Folheto nº 18/ e 128 Folheto nº 10/ e 130 Folheto nº 18/ a 138 Folheto nº 23/04 138a e 138b Folheto nº 23/ a 148 Folheto nº 23/ a 154 Folheto nº 18/ e 156 Folheto nº 23/ a 162 Folheto nº 18/ e 164 Original 165 a 168 Folheto nº 23/ a 174 Folheto nº 23/ e 176 Folheto nº 23/ e 178 Original 179 e 180 Folheto nº 18/ e 182 Folheto nº 23/ e 184 Original 185 e 186 Folheto nº 23/ a 228 Original 229 a 242 Folheto nº 14/ a 246 Original 247 a 250 Folheto nº 14/ a 264 Original 265 a 268 Folheto nº 23/ e 270 Original 271 a 274 Folheto nº 14/ a 290 Original 291 e 292 Folheto nº 14/ a 300 Original DH2 31 Corr. 5 04

76 COSTA NORTE 1 (1) (2) (3) (4) (5) (6) (7) (8) Nº DE LOCAL POSIÇÃO CARACTERÍSTICA ALTI- ALCANCES DESCRIÇÃO OBSERVAÇÕES ORDEM E NOME PERÍODO TUDE LUMINOSO E E Nº INTER- CARTA NÁUTICA FASE DETALHADA GEOGRÁFICO ALTURA NACIONAL CLASSIFICAÇÃO INTENSIDADE N/W ESTADO DO AMAPÁ 1 Orange 04 25,86 Lp (2) B Torre quadrangular me- Setor de visibi- G ,52 15s 18 tálica revestida com dade B. 1,0 Ecl. 3,0 telhas de amianto, sobre 035º 255º B. 1,0 Ecl. 10,0 base quadrangular de (220º) 4491 concreto armado, branca Heliponto 47 2 Calçoene 02 30,41 Lp. B Armação quadrangular G ,35 3s 15 metálica, branca B. 0,5 Ecl. 2, Amapá 02 04,63 Aero Lp. Alt. 30 Armação metálica, com Pertence ao G ,60 B. V. faixas horizontais en- Com. Aer. carnadas e brancas COSTA NORTE Barra Norte do Rio Amazonas 8 Amazonas nº ,12 Lp. B. 18 Casco com pequena tor- Racon G G 0003 (AM-1) 49 01,35 10s 12 re tronco piramidal qua- (.) 210 B. 1,0 Ecl. 9,0 drangular em treliça me- Bandas S e X 3718 tálica no meio, com a inscrição AM-1, ambas encarnadas 12 Águas Seguras 01 25,40 LpL. B. 13 Faixas verticais encar- Refletor radar nº ,20 10s nadas e brancas 210 B. 2,0 Ecl. 8, Águas Seguras 01 17,55 Mo (A) B. 5 Faixas verticais encar- Refletor radar nº ,72 5s nadas e brancas 210 B. 0,5 Ecl. 0,5 B. 1,5 Ecl. 2, Águas Seguras 01 09,64 LpL. B. 5 Faixas verticais encar- Refletor radar nº ,33 10s nadas e brancas 201 B. 2,0 Ecl. 8,0 160 CANAL GRANDE DO CURUÁ 24 Curuá nº ,79 Lp (3) V. 5 Verde Refletor radar ,93 12s V. 0,5 Ecl. 1,5 V. 0,5 Ecl. 1,5 V. 0,5 Ecl. 7,5 50 DH2 31 Original

77 2 COSTA NORTE Barra Norte do Rio Amazonas (1) (2) (3) (4) (5) (6) (7) (8) Nº DE LOCAL POSIÇÃO CARACTERÍSTICA ALTI- ALCANCES DESCRIÇÃO OBSERVAÇÕES ORDEM E NOME PERÍODO TUDE LUMINOSO E E Nº INTER- CARTA NÁUTICA FASE DETALHADA GEOGRÁFICO ALTURA NACIONAL CLASSIFICAÇÃO INTENSIDADE N/W ESTADO DO AMAPÁ 28 Guará 01 11,26 Lp. B Armação tronco pira- Racon Q G ,96 6s 19 midal quadrangular (. ) B. 1,0 Ecl. 5,0 em treliça metálica, Bandas S e X 2325 branca Refletor radar Curuá nº ,39 Lp (3) E. 5 Encarnada Refletor radar ,52 12s E. 0,5 Ecl. 1,5 E. 0,5 Ecl. 1,5 E. 0,5 Ecl. 7, Curuá nº ,12 Lp. E. 5 Encarnada Refletor radar ,89 3s E. 0,5 Ecl. 2, Curuá nº ,98 Lp. V. 5 Verde Refletor radar ,89 3s V. 0,5 Ecl. 2, Curuá nº ,94 R (2) E. 5 Encarnada Refletor radar ,16 6s E. 0,5 Ecl. 0,5 E. 0,5 Ecl. 4, Curuá nº ,25 R (2) V. 5 Verde Refletor radar ,36 6s V. 0,5 Ecl. 0,5 V. 0,5 Ecl. 4, Curuá nº ,94 Lp (3) E. 5 Encarnada Refletor radar ,11 12s E. 0,5 Ecl. 1,5 E. 0,5 Ecl. 1,5 E. 0,5 Ecl. 7,5 66 DH2 31 Original

78 COSTA NORTE Barra Norte do Rio Amazonas 3 (1) (2) (3) (4) (5) (6) (7) (8) Nº DE LOCAL POSIÇÃO CARACTERÍSTICA ALTI- ALCANCES DESCRIÇÃO OBSERVAÇÕES ORDEM E NOME PERÍODO TUDE LUMINOSO E E Nº INTER- CARTA NÁUTICA FASE DETALHADA GEOGRÁFICO ALTURA NACIONAL CLASSIFICAÇÃO INTENSIDADE N/W ESTADO DO AMAPÁ 48 Curuá nº ,99 Lp (3) V. 5 Verde Refletor radar ,97 12s V. 0,5 Ecl. 1,5 V. 0,5 Ecl. 1,5 V. 0,5 Ecl. 7, Curuá nº ,03 Lp. E. 5 Encarnada Refletor radar ,79 3s E. 0,5 Ecl. 2, Curuá nº ,23 Lp. V. 5 Verde Refletor radar ,99 3s V. 0,5 Ecl. 2, Curuá nº ,44 R (2) E. 5 Encarnada Refletor radar ,16 6s E. 0,5 Ecl. 0,5 E. 0,5 Ecl. 4, Curuá nº ,04 R (2) V. 5 Verde Refletor radar ,54 6s V. 0,5 Ecl. 0,5 V. 0,5 Ecl. 4, Curuá nº ,08 Lp (3) V. 5 Verde Refletor radar ,46 12s V. 0,5 Ecl. 1,5 V. 0,5 Ecl. 1,5 V. 0,5 Ecl. 7, Bailique 00 59,40 Lp. B Armação tronco pira- Racon M ( ) G ,83 10s 17 midal quadrangular Bandas S e X B. 1,0 Ecl. 9,0 em treliça metálica, Refletor radar 2325 branca, revestida com placas 39 DH2 31 Original

79 4 COSTA NORTE Barra Norte do Rio Amazonas (1) (2) (3) (4) (5) (6) (7) (8) Nº DE LOCAL POSIÇÃO CARACTERÍSTICA ALTI- ALCANCES DESCRIÇÃO OBSERVAÇÕES ORDEM E NOME PERÍODO TUDE LUMINOSO E E Nº INTER- CARTA NÁUTICA FASE DETALHADA GEOGRÁFICO ALTURA NACIONAL CLASSIFICAÇÃO INTENSIDADE N/W ESTADO DO AMAPÁ 61 Ilha do Pará 00 52,08 Lp (3) B Torre quadrangular me- Racon B (...) G ,27 10s 16 tálica em treliça, reves- Bandas S e X B. 1,0 Ecl. 1,0 tida com placas, branca B. 1,0 Ecl. 1,0 30 B. 1,0 Ecl. 5, Ponta do Céu 00 46,09 Lp. B Torre tronco piramidal G ,73 6s 11 quadrangular de alvena- B. 0,5 Ecl. 5,5 ria, branca Santarém 00 38,81 Lp (2) B Armação tronco pirami- Racon Y G ,71 15s 12 dal quadrangular em (. ) B. 1,0 Ecl. 3,0 treliça metálica, branca Bandas S e X B. 1,0 Ecl. 10, BACIA AMAZÔNICA Rio Amazonas 76 Taiá 00 39,23 Lp (3) B Armação tronco pirami- G ,57 12s 12 dal quadrangular em B. 0,5 Ecl. 1,5 treliça metálica, branca B. 0,5 Ecl. 1,5 11 B. 0,5 Ecl. 7, Carolina 00 26,67 Lp. E. 5 Encarnada ,77 3s E. 0,3 Ecl. 2, Espírito Santo 00 15,66 LpL. B Armação tronco pirami- Refletor radar G ,30 15s 13 dal quadrangular em B. 2,0 Ecl. 13,0 treliça metálica, branca Pedreira 00 19,05 Lp. B Armação tronco pirami- G ,05 10s 16 dal quadrangular em B. 1.0 Ecl. 9,0 treliça metálica, branca DH2 31 Original

80 BACIA AMAZÔNICA Rio Pará (Folheto nº 18/04) 11 (1) (2) (3) (4) (5) (6) (7) (8) Nº DE LOCAL POSIÇÃO CARACTERÍSTICA ALTI- ALCANCES DESCRIÇÃO OBSERVAÇÕES ORDEM E NOME PERÍODO TUDE LUMINOSO E E Nº INTER- CARTA NÁUTICA FASE DETALHADA GEOGRÁFICO ALTURA NACIONAL CLASSIFICAÇÃO INTENSIDADE S/W ESTADO DO PARÁ 184 Chapéu Virado 01 08,12 Iso. V Tubo metálico branco, Racon M G ,14 2s 11 sobre base de concreto ( ) V. 1,0 Ecl. 1,0 armado, com placa de BandasSeX 531 visibilidade com faixas brancas e encarnadas Tatuoca 01 11,22 Lp. E. 5 Encarnada Refletor radar ,50 6s E. 0,5 Ecl. 5, Tatuoca 01 11,97 R (2) B Armação tronco pira- Setor de visibi- G ,32 6s 11 midal quadrangular lidade B. 0,3 Ecl. 0,9 em treliça metálica, B. 0,3 Ecl. 4,5 branca, com placa de (220 ) 288 visibilidade Jutuba 01 15,07 Lp. B Armação tronco pira- G ,47 10s 11 midal quadrangular B. 1,0 Ecl. 9,0 em treliça metálica, 353 branca, sobre plataforma quadrangular em concreto Molhe Oeste 01 16,47 F. V. Luz particular G , Molhe Leste 01 16,31 R. V. Luz particular G ,03 1s V. 0,5 Ecl. 0,5 204 Icoaraci 01 17,60 Lp. V. 5 Verde Refletor radar ,62 6s V. 0,3 Ecl. 5, Tapanã 01 18,59 Lp. E. 5 Encarnada ,98 3s E. 0,5 Ecl. 2, Periquito BE 01 20,40 Lp. E. 5 Encarnada ,57 3s E. 0,5 Ecl. 2,5 49 DH2 31 Corr. 2 04

81 (Folheto nº 18/04) 12 BACIA AMAZÔNICA Rio Pará (1) (2) (3) (4) (5) (6) (7) (8) Nº DE LOCAL POSIÇÃO CARACTERÍSTICA ALTI- ALCANCES DESCRIÇÃO OBSERVAÇÕES ORDEM E NOME PERÍODO TUDE LUMINOSO E E Nº INTER- CARTA NÁUTICA FASE DETALHADA GEOGRÁFICO ALTURA NACIONAL CLASSIFICAÇÃO INTENSIDADE S/W ESTADO DO PARÁ 206 Pedras da Barra 01 22,27 Lp. V. 5 Verde ,49 3s V. 0,5 Ecl. 2, Ilha da Barra 01 21,78 Lp. E. 5 Encarnada ,61 6s E. 0,5 Ecl. 5, Forte da Barra 01 22,65 R. B Torre tronco piramidal G ,57 1s 12 quadrangular de con- B. 0,5 Ecl. 0,5 creto armado, com pla- 240 ca de visibilidade, branca Pedras do Forte 01 22,84 Lp. V. 5 Verde Refletor radar ,75 3s V. 0,3 Ecl. 2, Ilha das Onças 01 23,11 Lp. E. 9 5 Tubo metálico com pla- G ,86 6s 10 ca de visibilidade, com E. 0,5 Ecl. 5,5 faixas horizontais encar- 45 nadas e brancas Pedras Val-de ,41 R. B. 5 Preta sobre amarela Cães Norte 48 29,71 1s 320 B. 0,3 Ecl. 0, Val-de-Cães 01 23,50 Lp. V. 5 Verde Refletor radar ,80 3s V. 0,3 Ecl. 2, Pedras Val-de ,58 MR (6) B. + LpL. B. 5 Amarela sobre preta Refletor radar Cães Sul 48 29,77 10s 320 B. 0,2 Ecl. 0,3 B. 0,2 Ecl. 0,3 B. 0,2 Ecl. 0,3 B. 0,2 Ecl. 0,3 B. 0,2 Ecl. 0,3 B. 0,2 Ecl. 0,3 B. 2,0 Ecl. 5,0 53 DH2 31 Corr. 2 04

82 BACIA AMAZÔNICA Rio Pará (Folheto nº 18/04) 17 (1) (2) (3) (4) (5) (6) (7) (8) Nº DE LOCAL POSIÇÃO CARACTERÍSTICA ALTI- ALCANCES DESCRIÇÃO OBSERVAÇÕES ORDEM E NOME PERÍODO TUDE LUMINOSO E E Nº INTER- CARTA NÁUTICA FASE DETALHADA GEOGRÁFICO ALTURA NACIONAL CLASSIFICAÇÃO INTENSIDADE S/W ESTADO DO PARÁ 315 Pedra do Meio 01 34,16 Lp(2) B. 6 Preta com faixas largas ,75 5s horizontais encarnadas B. 0,5 Ecl. 1,0 B. 0,5 Ecl Siripana 01 39,15 Lp. V. 5 Verde ,47 5s V. 0,5 Ecl. 4, Atuá 01 33,05 Lp. E. 7 6 Tubo metálico so- G ,42 6s 13 bre base quadran- E. 0,5 Ecl. 5,5 gular de concreto 87 armado, encarnado Marapatá 01 37,20 R. B. 5 Preta sobre amarela ,12 1s B. 0,3 Ecl. 0, Tucumanduba 01 42,80 Lp. B. 8 Tubo metálico sobre G ,66 5s 11 base de concreto ar- B. 0,5 Ecl. 4,5 mado, branco Piramenha 01 42,10 Lp. V. 5 Verde ,52 6s V. 0,5 Ecl. 5,5 PASSAGEM DO MANDIÍ 320 Banco do 01 36,93 Lp. V. 5 Verde Refletor radar Otelo 49 06,52 3s 305 V. 0,5 Ecl. 2, Mandií 01 36,70 Lp. B Torre tronco pira- Setor de visibi- G ,64 6s 12 midal quadrangular lidade B. 0,5 Ecl. 5,5 em treliça metálica com placa de visibi- (189 ) lidade, branca 11 DH2 31 Corr. 3 04

83 (Folheto nº 18/04) 18 BACIA AMAZÔNICA Rio Pará (1) (2) (3) (4) (5) (6) (7) (8) Nº DE LOCAL POSIÇÃO CARACTERÍSTICA ALTI- ALCANCES DESCRIÇÃO OBSERVAÇÕES ORDEM E NOME PERÍODO TUDE LUMINOSO E E Nº INTER- CARTA NÁUTICA FASE DETALHADA GEOGRÁFICO ALTURA NACIONAL CLASSIFICAÇÃO INTENSIDADE S/W ESTADO DO PARÁ 328 Bóia nº ,90 Lp. E. 5 Encarnada Refletor radar ,77 3s E. 0,5 Ecl. 2, Yacumana 01 39,00 Lp.B Chaminé elíptica G ,67 6s 10 metálica de navio B. 1,0 Ecl. 5,0 soçobrado, com 166 faixas horizontais verdes e brancas Ponta do Frechal 01 43,41 Lp.V. 9 Torre tronco pira ,68 10s midal quadrangular V. 1,0 Ecl. 9,0 em treliça metálica 240 com placa de visibilidade, branca Banco do Frechal 01 43,74 R(2)V. 5 Verde ,05 3s V. 0,5 Ecl. 0,5 V. 0,5 Ecl. 1, Banco Jupatituba 01 43,50 R(3)B. 5 Preta com uma faixa Sueste 49 10,32 10s larga horizontal ama- 305 B. 0,3 Ecl. 0,7 rela B. 0,3 Ecl. 0,7 B. 0,3 Ecl. 7, Banco Jupatituba 01 43,50 Lp. E. 5 Encarnada Sudoeste 49 13,52 6s 305 E. 0,5 Ecl. 5,5 49 DH2 31 Corr. 3 04

84 BACIA AMAZÔNICA Rio Pará (Folheto nº 14/04) 19 (1) (2) (3) (4) (5) (6) (7) (8) Nº DE LOCAL POSIÇÃO CARACTERÍSTICA ALTI- ALCANCES DESCRIÇÃO OBSERVAÇÕES ORDEM E NOME PERÍODO TUDE LUMINOSO E E Nº INTER- CARTA NÁUTICA FASE DETALHADA GEOGRÁFICO ALTURA NACIONAL CLASSIFICAÇÃO INTENSIDADE S/W ESTADO DO PARÁ 350 Jararaquinha 01 41,38 R (2) B Tubo metálico com G ,35 6s 11 placa de visibilidade, B. 0,5 Ecl. 0,5 branco B. 0,5 Ecl. 4, Pedras 01 44,90 R (6) B. + LpL. B. 5 Amarela sobre preta Santo Antônio 49 29,22 15s 305 B. 0,3 Ecl. 0,7 B. 0,3 Ecl. 0,7 B. 0,3 Ecl. 0,7 B. 0,3 Ecl. 0,7 B. 0,3 Ecl. 0,7 B. 0,3 Ecl. 0,7 B. 2,0 Ecl. 7, Antena Embratel 01 43,13 F. E. Luz particular G , Pedras Curralinho 01 49,50 R (6) B. + LpL. B. 5 Amarela sobre preta ,80 15s B. 0,3 Ecl. 0,7 B. 0,3 Ecl. 0,7 B. 0,3 Ecl. 0,7 B. 0,3 Ecl. 0,7 B. 0,3 Ecl. 0,7 B. 0,3 Ecl. 0,7 B. 2,0 Ecl. 7, Mucuras 01 50,50 R. B Torre em treliça metá- G ,60 1s 12 lica com base tronco B. 0,3 Ecl. 0,7 piramidal encimada 232 por seções quadrangulares, preta sobre amarela, com placa de visibilidade Banco Ilha Nova 01 49,50 Lp (2+1) E. 5 Encarnada com uma ,70 12s faixa larga horizontal E. 0,5 Ecl. 0,5 verde E. 0,5 Ecl. 2,5 E. 0,5 Ecl. 7,5 49 DH2 31 Corr. 1 04

85 (Folheto nº 14/04) 20 BACIA AMAZÔNICA Rio Pará (1) (2) (3) (4) (5) (6) (7) (8) Nº DE LOCAL POSIÇÃO CARACTERÍSTICA ALTI- ALCANCES DESCRIÇÃO OBSERVAÇÕES ORDEM E NOME PERÍODO TUDE LUMINOSO E E Nº INTER- CARTA NÁUTICA FASE DETALHADA GEOGRÁFICO ALTURA NACIONAL CLASSIFICAÇÃO INTENSIDADE S/W ESTADO DO PARÁ 356 Camaleão 01 49,18 Lp. B Torre tronco piramidal Setor de visibi- G ,76 3s 12 quadrangular em treli- lidade B. 0,3 Ecl. 2,7 ça metálica com placa de visibilidade, branca (198 ) Ponta do Tapera 01 48,00 Lp. V. 5 Verde ,40 6s V. 0,5 Ecl. 5,5 358 Itaboca 01 47,70 Lp. E. 5 Encarnada ,80 6s E. 0,5 Ecl. 5, Ilha das Araras 01 48,65 Lp. B Torre tronco piramidal Setor de visibi- G ,91 6s 12 quadrangular em treli- lidade B. 0,5 Ecl. 5,5 ça metálica com placa de visibilidade, branca (190 ) Banco Oiá 01 49,10 Lp. V. 5 Verde ,00 6s V. 0,5 Ecl. 5,5 362 Banco Sapateiro 01 48,10 R (6) B. + LpL. B. 5 Amarela sobre preta ,00 15s B. 0,3 Ecl. 0,7 B. 0,3 Ecl. 0,7 B. 0,3 Ecl. 0,7 B. 0,3 Ecl. 0,7 B. 0,3 Ecl. 0,7 B. 0,3 Ecl. 0,7 B. 2,0 Ecl. 7,0 69 BACIA AMAZÔNICA ESTREITO DE BREVES DH2 31 Corr. 1 04

86 BACIA AMAZÔNICA (Folheto nº 23/04) 21 (1) (2) (3) (4) (5) (6) (7) (8) Nº DE LOCAL POSIÇÃO CARACTERÍSTICA ALTI- ALCANCES DESCRIÇÃO OBSERVAÇÕES ORDEM E NOME PERÍODO TUDE LUMINOSO E E Nº INTER- CARTA NÁUTICA FASE DETALHADA GEOGRÁFICO ALTURA NACIONAL CLASSIFICAÇÃO INTENSIDADE S/W ESTADO DO PARÁ 372 Banco Siriri 01 48,17 R (3) B. 5 Preta com uma faixa Refletor radar ,50 10s larga horizontal ama- B. 0,4 Ecl. 0,6 rela B. 0,4 Ecl. 0,6 B. 0,4 Ecl. 7, Corcovado 01 38,82 2 F. B. Caixa-d água cilíndrica Luz particular ,80 sobre base tronco piramidal quadrangular em treliça metálica ESTREITO DE BOIUÇU 380 Boiuçu 01 48,49 Lp. B Tubo metálico com Setor de visibi- G ,42 3s 12 placa de visibilidade, lidade B. 0,3 Ecl. 2,7 branco (191 ) 384 Banco 01 43,40 Lp (2 + 1) V. 5 Verde com uma faixa Vira-Saia 50 33,90 12s larga horizontal en V. 1,0 Ecl. 1,0 carnada V. 1,0 Ecl. 3,0 V. 1,0 Ecl. 5,0 34 BACIA AMAZÔNICA Rio Amazonas 388 Floresta 01 10,60 Lp. B Tubo metálico com Setor de visibi- G B 51 13,69 5s 12 placa de visibilidade, lidade B. 0,5 Ecl. 4,5 branco (158 ) 392 Ponta Peregrino 01 54,58 Lp. B Torre quadrangular G A 53 50,45 4s 11 em treliça metálica, B. 0,3 Ecl. 3,7 com faixas horizontais 240 encarnadas e brancas Gurupatuba 01 55,85 Lp. V. 6 5 Torre quadrangular G A 53 53,45 6s 9 em treliça metálica, V. 1,0 Ecl. 5,0 com faixas horizontais 60 verdes e brancas 5 DH2 31 Corr. 1 04

87 (Folheto nº 23/04) 22 BACIA AMAZÔNICA Rio Amazonas (1) (2) (3) (4) (5) (6) (7) (8) Nº DE LOCAL POSIÇÃO CARACTERÍSTICA ALTI- ALCANCES DESCRIÇÃO OBSERVAÇÕES ORDEM E NOME PERÍODO TUDE LUMINOSO E E Nº INTER- CARTA NÁUTICA FASE DETALHADA GEOGRÁFICO ALTURA NACIONAL CLASSIFICAÇÃO INTENSIDADE S/W ESTADO DO PARÁ 394 Monte Alegre 02 00,98 R (2) B Tubo metálico com G A 54 02,02 6s 11 placa de visibilidade, B. 0,5 Ecl. 0,5 branco B. 0,5 Ecl. 4, Curuá 02 18,15 Lp. B Torre quadrangular Setor de visibi- G A 54 06,75 10s 11 em treliça metálica, lidade B. 1,0 Ecl. 9,0 branca 215º 055º (200º) BACIA AMAZÔNICA Rio Tapajós 395 Portobrás 02 24,87 F.A. 5 Poste tubular metálico, Luz particular G (Extremidade) 54 44,28 encarnado 4103B Portobrás 02 24,83 F.A. 5 Poste tubular metálico, Luz particular (Joelho) 54 44,37 encarnado 4103B Pedras de 03 03,21 Lp. V. 5 Verde São Tomé 55 12,27 6s 4103A/B V. 0,5 Ecl. 5, São Tomé 03 03,70 Lp. V. 6 Tubo metálico sobre banº ,08 4s se de concreto armado, 4381 A/B V. 0,5 Ecl. 3,5 com faixas horizontais 83 verdes e brancas Surucuá 02 53,65 Lp (2) V. 6 Tubo metálico sobre banº ,40 6s se de concreto armado, 4381 A/B V. 0,3 Ecl. 0,7 com faixas horizontais V. 0,3 Ecl. 4,7 verdes e brancas BACIA AMAZÔNICA Rio Amazonas 396 Tapará 02 10,24 Lp. B Torre tronco piramidal Setor de visibi- G B 54 46,47 3s 12 quadrangular em treliça lidade B. 0,3 Ecl. 2,7 metálica com placa de visibilidade, branca (117 ) Ilha do Patacho 02 11,15 Lp. B Tubo metálico com G B 55 02,85 5s 11 placa de visibilidade, B. 0,5 Ecl. 4,5 branco Telepará 01 54,80 F. E. Torre tronco piramidal Luz particular G (Óbidos) 55 31,00 quadrangular em treliça 4104A metálica com antenas no topo DH2 31 Corr. 1 04

88 COSTA NORTE (Folheto nº 23/04) 35 (1) (2) (3) (4) (5) (6) (7) (8) Nº DE LOCAL POSIÇÃO CARACTERÍSTICA ALTI- ALCANCES DESCRIÇÃO OBSERVAÇÕES ORDEM E NOME PERÍODO TUDE LUMINOSO E E Nº INTER- CARTA NÁUTICA FASE DETALHADA GEOGRÁFICO ALTURA NACIONAL CLASSIFICAÇÃO INTENSIDADE S/W ESTADO DO MARANHÃO 498 Ponta do Gino 01 21,05 Lp. B. 7 8 Poste metálico, branco Setor de visibi- G ,55 6s 5 lidade B. 1,0 Ecl. 5, (235 ) 500 Mangunça 01 36,92 Lp. B Torre tronco piramidal G ,23 10s 18 quadrangular em treli- B. 0,2 Ecl. 9,8 ça metálica, branca São Marcos de Fora 01 34,92 LpL. B. 10 Faixas verticais encar- (Águas Seguras) 43 50,77 10s madas e brancas 400 B. 2,0 Ecl. 8,0 COSTA NORTE Baía de São Marcos CANAL DE ACESSO AO TERMINAL DA PONTA DA MADEIRA 508 Bóia nº ,93 Iso. E. 5 Encarnada Refletor radar ,78 2s E. 1,0 Ecl. 1, Bóia nº ,07 Iso. V. 5 Verde Refletor radar ,56 2s V. 1,0 Ecl. 1, Bóia nº ,56 Lp. E. 5 Encarnada Refletor radar ,69 5s E. 0,5 Ecl. 4, Bóia nº ,69 Lp. V. 5 Verde Refletor radar ,46 5s V. 0,5 Ecl. 4,5 110 DH2 31 Corr. 1 04

89 (Folheto nº 23/04) 36 COSTA NORTE Baía de São Marcos (1) (2) (3) (4) (5) (6) (7) (8) Nº DE LOCAL POSIÇÃO CARACTERÍSTICA ALTI- ALCANCES DESCRIÇÃO OBSERVAÇÕES ORDEM E NOME PERÍODO TUDE LUMINOSO E E Nº INTER- CARTA NÁUTICA FASE DETALHADA GEOGRÁFICO ALTURA NACIONAL CLASSIFICAÇÃO INTENSIDADE S/W ESTADO DO MARANHÃO 524 Bóia nº ,74 Lp. V. 5 Verde Refletor radar ,97 5s V. 0,5 Ecl. 4, Bóia nº ,93 Lp. V. 5 Verde Refletor radar ,31 5s V. 0,5 Ecl. 4, Bóia nº ,89 Lp. V. 5 Verde Refletor radar ,26 5s V. 0,5 Ecl. 4, Bóia nº ,66 Lp. E. 5 Encarnada Refletor radar ,41 5s E. 0,5 Ecl. 4, Bóia nº ,63 Lp. E. 5 Encarnada Refletor radar ,88 5s E. 0,5 Ecl. 4, Bóia nº ,85 Lp. V. 5 Verde Refletor radar ,73 5s V. 0,5 Ecl. 4, Bóia nº ,82 Lp. V. 5 Verde Refletor radar ,21 5s V. 0,5 Ecl. 4, Bóia nº ,59 Lp. E. 5 Encarnada Refletor radar ,36 5s E. 0,5 Ecl. 4,5 103 DH2 31 Corr. 1 04

90 COSTA NORTE Baía de São Marcos (Folheto nº 23/04) 41 (1) (2) (3) (4) (5) (6) (7) (8) Nº DE LOCAL POSIÇÃO CARACTERÍSTICA ALTI- ALCANCES DESCRIÇÃO OBSERVAÇÕES ORDEM E NOME PERÍODO TUDE LUMINOSO E E Nº INTER- CARTA NÁUTICA FASE DETALHADA GEOGRÁFICO ALTURA NACIONAL CLASSIFICAÇÃO INTENSIDADE S/W ESTADO DO MARANHÃO 676 Bóia nº ,65 Lp. E. 5 Encarnada ,28 6s E. 0,5 Ecl. 5, Bóia nº ,88 R (2) E. 5 Encarnada ,26 3s E. 0,5 Ecl. 0,5 E. 0,5 Ecl. 1,5 47 ESTREITO DOS COQUEIROS CANAL DE ACESSO SO AO TERMINAL DA ALUMAR 684 Madeira 02 34,90 R. B. 5 Preta sobre amarela Refletor radar (Terminal) 44 22,78 1s 413 B. 0,5 Ecl. 0, C. S. Norsul 02 35,63 R (3) B. 8 Preta com uma faixa Refletor radar Trombetas 44 22,42 10s larga horizontal ama- 413 B. 0,3 Ecl. 0,7 rela B. 0,3 Ecl. 0,7 B. 0,3 Ecl. 7,7 688 Bóia nº ,30 Lp. E. 5 Encarnada Refletor radar ,36 3s E. 0,3 Ecl. 2, Bóia nº ,57 Lp. V. 5 Verde Refletor radar ,06 3s V. 0,3 Ecl. 2, Bóia nº ,08 Lp. E. 5 Encarnada Refletor radar ,91 3s E. 0,3 Ecl. 2,7 38 DH2 31 Coor. 1 04

91 (Folheto nº 23/04) 42 COSTA NORTE Baía de São Marcos (1) (2) (3) (4) (5) (6) (7) (8) Nº DE LOCAL POSIÇÃO CARACTERÍSTICA ALTI- ALCANCES DESCRIÇÃO OBSERVAÇÕES ORDEM E NOME PERÍODO TUDE LUMINOSO E E Nº INTER- CARTA NÁUTICA FASE DETALHADA GEOGRÁFICO ALTURA NACIONAL CLASSIFICAÇÃO INTENSIDADE S/W ESTADO DO MARANHÃO 700 Bóia nº ,03 Lp. V. 5 Verde Refletor radar ,83 3s V. 0,3 Ecl. 2, Bóia nº ,57 Lp. E. 5 Encarnada Refletor radar ,64 3s E. 0,3 Ecl. 2, Bóia nº ,50 Lp. V. 5 Verde Refletor radar ,56 3s V. 0,3 Ecl. 2, Bóia nº ,75 Lp. E. 5 Encarnada Refletor radar ,58 3s E. 0,3 Ecl. 2, Bóia nº ,72 Lp. V. 5 Verde Refletor radar ,46 3s V. 0,3 Ecl. 2, Bóia nº ,93 Lp. E. 5 Encarnada Refletor radar ,54 3s E. 0,3 Ecl. 2, Bóia nº ,93 Lp. V. 5 Verde Refletor radar ,44 3s V. 0,3 Ecl. 2, Bóia nº ,43 Lp. E. 5 Encarnada Refletor radar ,54 3s E. 0,3 Ecl. 2,7 38 DH2 31 Corr. 1 04

92 COSTA NORTE Baía de São Marcos (Folheto nº 23/04) 43 (1) (2) (3) (4) (5) (6) (7) (8) Nº DE LOCAL POSIÇÃO CARACTERÍSTICA ALTI- ALCANCES DESCRIÇÃO OBSERVAÇÕES ORDEM E NOME PERÍODO TUDE LUMINOSO E E Nº INTER- CARTA NÁUTICA FASE DETALHADA GEOGRÁFICO ALTURA NACIONAL CLASSIFICAÇÃO INTENSIDADE S/W ESTADO DO MARANHÃO 732 Bóia nº ,44 Lp. V. 5 Verde Refletor radar ,46 3s V. 0,3 Ecl. 2, Bóia nº ,82 Lp. E. 5 Encarnada Refletor radar ,54 3s E. 0,3 Ecl. 2, Bóia nº ,82 Lp. V. 5 Verde Refletor radar ,44 3s V. 0,3 Ecl. 2, Bóia nº ,98 Lp. E. 5 Encarnada Refletor radar ,56 3s E. 0,3 Ecl. 2, Bóia nº ,02 Lp. V. 5 Verde Refletor radar ,46 3s V. 0,3 Ecl. 2, Bóia nº ,15 Lp. E. 5 Encarnada Refletor radar ,61 3s E. 0,3 Ecl. 2, Bóia nº ,20 Lp. V. 5 Verde Refletor radar ,53 3s V. 0,3 Ecl. 2, Bóia nº ,33 Lp. E. 5 Encarnada Refletor radar ,69 3s E. 0,3 Ecl. 2,7 38 DH2 31 Corr. 1 04

93 (Folheto nº 23/04) 44 COSTA NORTE Baía de São Marcos (1) (2) (3) (4) (5) (6) (7) (8) Nº DE LOCAL POSIÇÃO CARACTERÍSTICA ALTI- ALCANCES DESCRIÇÃO OBSERVAÇÕES ORDEM E NOME PERÍODO TUDE LUMINOSO E E Nº INTER- CARTA NÁUTICA FASE DETALHADA GEOGRÁFICO ALTURA NACIONAL CLASSIFICAÇÃO INTENSIDADE S/W ESTADO DO MARANHÃO 764 Bóia nº ,36 Lp. V. 5 Verde Refletor radar ,59 3s V. 0,3 Ecl. 2, Bóia nº ,50 Lp. E. 5 Encarnada Refletor radar ,81 3s E. 0,3 Ecl. 2, Bóia nº ,53 Lp. V. 5 Verde Refletor radar ,56 3s V. 0,3 Ecl. 2, Alumar Leste 02 40,68 F. A. Luz particular G , Alumar Oeste 02 40,67 F. A. Luz particular G , Alinh. Alumar 02 38,94 R. B Armação tronco pi- G Anterior 44 21,37 1s 14 ramidal quadrangular 414 B. 0,5 Ecl. 0,5 em treliça metálica, 1214 branca Alinh. Alumar 02 38,99 Iso. B Armação tronco pi- G Posterior: aos 44 21,34 2s 14 ramidal quadrangular 150 e na dist. B. 1,0 Ecl. 1,0 em treliça metálica, de 120m do 1425 branca Anterior Tauá-Mirim 02 47,00 Lp. E. 8 7 Armação tronco pira- Nãoestá repre- G ,00 3s 10 midal quadrangular em sentado em E. 0,3 Ecl. 2,7 treliça metálica sobre carta 96 base quadrangular de alvenaria, branca 8 DH2 31 Corr. 1 04

94 COSTA NORTE (Folheto nº 23/04) 51 (1) (2) (3) (4) (5) (6) (7) (8) Nº DE LOCAL POSIÇÃO CARACTERÍSTICA ALTI- ALCANCES DESCRIÇÃO OBSERVAÇÕES ORDEM E NOME PERÍODO TUDE LUMINOSO E E Nº INTER- CARTA NÁUTICA FASE DETALHADA GEOGRÁFICO ALTURA NACIONAL CLASSIFICAÇÃO INTENSIDADE S/W ESTADO DO CEARÁ 940 Aracati 04 24,52 Lp. B Torre cilíndrica de G ,19 6s 16 alvenaria sobre uma B. 0,5 Ecl. 5,5 casa, ambas encarna das Ponta Cajuais 04 42,60 Lp (3) B Torre cilíndrica de G ,66 15s 21 fibra de vidro, com B. 1,0 Ecl. 2,0 faixas horizontais en- B. 1,0 Ecl. 2,0 carnadas e brancas B. 1,0 Ecl. 8, PORTO DE AREIA BRANCA ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE S/W 946 Pontal 04 56,40 Lp. B Torre quadrangular de G ,77 6s 10 concreto armado, com B. 0,5 Ecl. 5,5 faixas horizontais bran- 292 cas e pretas Areia Branca 04 55,61 Lp (3) E Tubo metálico, branco G ,94 15s E. 1,0 Ecl. 2,0 E. 1,0 Ecl. 2,0 E. 1,0 Ecl. 8, C. S. Eliza 04 50,80 Lp (2) B. 5 Preta com faixas lar ,20 5s gas horizontais encar- B. 0,5 Ecl. 1,0 nadas B. 0,5 Ecl. 3, Termisa nº ,01 Lp. E. 5 Encarnada ,21 3s E. 0,5 Ecl. 2, Ponta do Mel 04 57,67 LpL. B Torre cilíndrica metá- Estação de G ,60 30s 25 lica envolvida por tre- radiocomuni- G B. 3,5 Ecl. 26,5 liças, com faixas hori- cação zontais brancas e pretas 14 DH2 31 Corr. 2 04

95 (Folheto nº 23/04) 52 COSTA NORTE (1) (2) (3) (4) (5) (6) (7) (8) Nº DE LOCAL POSIÇÃO CARACTERÍSTICA ALTI- ALCANCES DESCRIÇÃO OBSERVAÇÕES ORDEM E NOME PERÍODO TUDE LUMINOSO E E Nº INTER- CARTA NÁUTICA FASE DETALHADA GEOGRÁFICO ALTURA NACIONAL CLASSIFICAÇÃO INTENSIDADE S/W ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE 964 C. S ,44 Lp (2) B. 5 Preta com faixas lar- Comandante 36 43,02 5s gas horizontais encar- Martini B. 0,5 Ecl. 1,0 nadas 720 B. 0,5 Ecl. 3, Ubarana 04 52,00 Lp. A. 5 Amarela Mantida pela 36 22,23 3s Petrobras. A. 0,3 Ecl. 2,7 Não está representada em carta 974 Agulha 04 52,52 Mo (U) B Torre quadrangular, ten- Racon M ( ) G ,21 5s 17 do ao meio uma seção Bandas S e X B. 0,5 Ecl. 0,5 tronco piramidal, em tre- B. 0,5 Ecl. 0,5 liça metálica, com faixas B. 1,5 Ecl. 1,5 horizontais encarnadas e 4211 brancas, sobre plataforma de petróleo Macau 05 05,88 Lp. B Estrutura tronco pirami- G ,53 6s 12 midal quadrangular de B. 0,5 Ecl. 5,5 vigas de concreto arma mado, branca, encimada por uma caixa-dágua branca Alagamar 05 05,86 Lp. B Torre quadrangular de G ,76 6s 10 alvenaria com faixas ho- B. 0,5 Ecl. 5,5 rizontais pretas e brancas Ponta do Tubarão 05 04,01 Lp. B. 7 8 Armação quadrangular G ,71 3s 9 em treliça metálica, bran- B. 0,3 Ecl. 2,7 ca Galinhos 05 05,32 Lp. B Torre cilíndrica de con- G ,43 10s 11 creto armado, com fai- B. 1,0 Ecl. 9,0 xas horizontais brancas 705 e encarnadas Santo Alberto 05 03,14 Lp (2) B Torre octogonal de con- G ,28 15s 16 creto armado, encimada B. 1,0 Ecl. 2,0 por uma seção cilíndrica, B. 1,0 Ecl. 11,0 com retângulos pretos e 8176 brancos, sobre base tronco piramidal quadrangular preta Caiçaras 05 03,42 Lp(2) B. 2 Mastro de ferro preto Com marca ,31 10s 8 de tope B. 0,5 Ecl. 1,5 B. 0,5 Ecl. 7,5 DH2 31 Corr. 2 04

96 COSTA LESTE (Folheto nº 23/04) 57 (1) (2) (3) (4) (5) (6) (7) (8) Nº DE LOCAL POSIÇÃO CARACTERÍSTICA ALTI- ALCANCES DESCRIÇÃO OBSERVAÇÕES ORDEM E NOME PERÍODO TUDE LUMINOSO E E Nº INTER- CARTA NÁUTICA FASE DETALHADA GEOGRÁFICO ALTURA NACIONAL CLASSIFICAÇÃO INTENSIDADE S/W ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE 1164 Potengi 05 46,94 Lp. V. 7 5 Torre quadrangular G ,59 3s 9 de alvenaria, verde V. 0,5 Ecl. 2,5 com duas faixas 80 largas horizontais brancas Pedra do 05 47,05 Lp. V. 2 Verde Oitizeiro 35 12,77 3s 802 V. 0,3 Ecl. 2, Base Naval 05 47,32 F. A. Torre quadrangular de Luz particular G (Píer) 35 13,35 alvenaria, amarela Natal 05 47,71 Lp (5) B Torre troncônica de Setor de visibi- G ,12 25s 22 alvenaria, branca lidade G B. 1,0 Ecl. 2, B. 1,0 Ecl. 2,0 (174 ) B. 1,0 Ecl. 2,0 Cerca de 1,5 B. 1,0 Ecl. 2,0 milha a SSW B. 1,0 Ecl. 12,0 há uma torre de televisão, com 147 metros de altitude, que à noite exibe no tope luz encarnada 1180 Antena 05 47,75 F. E. Luz particular Telern 35 11, DH2 31 Corr. 1 04

97 (Folheto nº 23/04) 58 COSTA LESTE (1) (2) (3) (4) (5) (6) (7) (8) Nº DE LOCAL POSIÇÃO CARACTERÍSTICA ALTI- ALCANCES DESCRIÇÃO OBSERVAÇÕES ORDEM E NOME PERÍODO TUDE LUMINOSO E E Nº INTER- CARTA NÁUTICA FASE DETALHADA GEOGRÁFICO ALTURA NACIONAL CLASSIFICAÇÃO INTENSIDADE ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE S/W 1184 TV Universitária 05 49,12 F. E. 147 Luz particular , Parnamirim 05 54,25 Aero Lp. Alt. 64 Armação metálica, com Do mar avis- G ,75 BV. faixas horizontais en- ta-se apenas o carnadas e brancas clarão 15 Pertence ao Com. Aer Ponta da 06 02,70 Lp (5) B Torre cilíndrica de G 0183 Tabatinga 35 06,76 60s 23 concreto armado, cinza 800 B. 1,0 Ecl. 9,0 81 B. 1,0 Ecl. 9,0 B. 1,0 Ecl. 9,0 B. 1,0 Ecl. 9,0 B. 1,0 Ecl. 19, Bacopari 06 22,47 Lp (2) B Torre octogonal de al- G ,53 10s 15 venaria, com retângu- B. 0,5 Ecl. 1,5 los brancos e pretos B. 0,5 Ecl. 7, ESTADO DA PARAÍBA 1196 Traição 06 40,53 Lp. B Torre quadrangular de G ,97 6s 11 alvenaria tendo a seção B. 0,5 Ecl. 5,5 superior tronco pirami dal, sobre base de concreto, branca 10 DH2 31 Corr. 1 04

98 COSTA LESTE (Folheto nº 23/04) 59 (1) (2) (3) (4) (5) (6) (7) (8) Nº DE LOCAL POSIÇÃO CARACTERÍSTICA ALTI- ALCANCES DESCRIÇÃO OBSERVAÇÕES ORDEM E NOME PERÍODO TUDE LUMINOSO E E Nº INTER- CARTA NÁUTICA FASE DETALHADA GEOGRÁFICO ALTURA NACIONAL CLASSIFICAÇÃO INTENSIDADE S/W ESTADO DA PARAÍBA PORTO DE CABEDELO 1200 Bóia nº ,35 Lp. V. 5 Verde ,93 5s V. 0,5 Ecl. 4, Bóia nº ,44 Lp. E. 5 Encarnada ,34 3s E. 0,3 Ecl. 2, Bóia nº ,52 Lp. V. 5 Verde ,31 3s V. 0,3 Ecl. 2, Bóia nº ,61 Lp. V. 5 Verde ,57 3s V. 0,3 Ecl. 2, Bóia nº ,84 Lp. E. 5 Encarnada ,02 3s E. 0,3 Ecl. 2, Bóia nº ,34 Lp. V. 5 Verde ,51 3s V. 0,3 Ecl. 2, Bóia nº ,51 Lp. E. 5 Encarnada ,83 3s E. 0,3 Ecl. 2,7 38 DH2 31 Corr. 1 04

99 (Folheto nº 23/04) 60 COSTA LESTE (1) (2) (3) (4) (5) (6) (7) (8) Nº DE LOCAL POSIÇÃO CARACTERÍSTICA ALTI- ALCANCES DESCRIÇÃO OBSERVAÇÕES ORDEM E NOME PERÍODO TUDE LUMINOSO E E Nº INTER- CARTA NÁUTICA FASE DETALHADA GEOGRÁFICO ALTURA NACIONAL CLASSIFICAÇÃO INTENSIDADE S/W ESTADO DA PARAÍBA 1228 Cabeço 06 57,93 Lp (2 + 1) E. 5 Encarnada com uma ,73 12s faixa larga horizontal E. 1,0 Ecl. 1,0 verde E. 1,0 Ecl. 3,0 E. 1,0 Ecl. 5, Bóia nº ,31 Lp. E. 5 Encarnada ,59 3s E. 0,3 Ecl. 2, Pedra Seca 06 57,37 Lp (3) B Torre tronco piramidal Cerca de 1,8 G ,37 10s 13 octogonal metálica, so- milha a SSW B. 1,0 Ecl. 1,0 bre base quadrangular éexibida uma B. 1,0 Ecl. 1,0 de alvenaria, branca luz F. E. vi- B. 1,0 Ecl. 5,0 15 sível a milhas, sobre um edifício 1240 Cabedelo 06 57,67 Lp. V. 8 7 Armação tronco pira- G ,59 6s 10 midal quadrangular em V. 1,0 Ecl. 5,0 treliça metálica, verde, 651 com placa de visibilidade Cabo Branco 07 08,96 Lp. B Torre tronco pirami- G ,77 10s 17 dal triangular de alve- B. 1,2 Ecl. 8,8 naria, branca com fai xa horizontal preta, tendo no terço médio uma estrela de 3 pontas, de concreto armado Pitimbu 07 27,87 Lp. B. 5 5 Tubo metálico, branco G ,61 3s 8 6 B. 0,5 Ecl. 2, Jacumã 07 15,68 F. E. Luz particular G ,52 DH2 31 Corr. 1 04

100 COSTA LESTE (Folheto nº 23/04) 61 (1) (2) (3) (4) (5) (6) (7) (8) Nº DE LOCAL POSIÇÃO CARACTERÍSTICA ALTI- ALCANCES DESCRIÇÃO OBSERVAÇÕES ORDEM E NOME PERÍODO TUDE LUMINOSO E E Nº INTER- CARTA NÁUTICA FASE DETALHADA GEOGRÁFICO ALTURA NACIONAL CLASSIFICAÇÃO INTENSIDADE S/W ESTADO DE PERNAMBUCO 1264 Ponta de Pedras 07 37,80 Lp (3) B Armação tronco pira- G ,72 15s 18 midal quadrangular B. 1,0 Ecl. 2,0 metálica revestida com B. 1,0 Ecl. 2,0 placas e encimada por B. 1,0 Ecl. 8,0 varanda circular, branca Torre de TV 07 59,71 F. E. 130 Luz particular (Canal 13) 34 51, Olinda 08 00,66 Lp (2) B Torre troncônica de G ,84 35s 22 concreto armado, com G B. 1,0 Ecl. 7,5 faixas horizontais bran- B. 1,0 Ecl. 25,5 cas e pretas Baixio de 08 02,15 Lp. E. 5 Encarnada Refletor radar Olinda 34 49,93 3s 902 E. 0,3 Ecl. 2, C. S ,10 Lp (2) B. 5 Preta com faixas lar- Marguerite 34 49,63 5s gas horizontais encar- 902 B. 0,5 Ecl. 1,0 nadas B. 0,5 Ecl. 3,0 57 DH2 31 Corr. 1 04

101 (Folheto nº 23/04) 62 COSTA LESTE (1) (2) (3) (4) (5) (6) (7) (8) Nº DE LOCAL POSIÇÃO CARACTERÍSTICA ALTI- ALCANCES DESCRIÇÃO OBSERVAÇÕES ORDEM E NOME PERÍODO TUDE LUMINOSO E E Nº INTER- CARTA NÁUTICA FASE DETALHADA GEOGRÁFICO ALTURA NACIONAL CLASSIFICAÇÃO INTENSIDADE S/W ESTADO DE PERNAMBUCO PORTO DO RECIFE 1284 Norte do 08 02,66 Lp. V Torre quadrangular G 0205 Quebra-Mar do 34 51,02 6s 11 de concreto armado, Banco Inglês V. 1,0 Ecl. 5,0 verde Sul do 08 03,24 Lp. E Torre quadrangular de G Quebra-Mar do 34 51,23 6s 11 concreto armado, com Banco Inglês E. 1,0 Ecl. 5,0 faixas horizontais en carnadas e brancas Oeste do 08 02,95 Lp. E. 2 Encarnada Refletor radar Banco Inglês 34 51,20 5s 902 E. 0,5 Ecl. 4, Molhe Norte 08 02,63 LpL. E Torre cilíndrica de G ,65 8s 11 concreto armado, en- E. 2,0 Ecl. 6,0 carnada Molhe Sul 08 02,81 LpL. V Torre cilíndrica de G ,55 8s 11 concreto armado, ver- V. 2,0 Ecl. 6,0 de Recife 08 03,26 Lp.Alt. BE. 20 B 17 Torre octogonal de al- Interferência G ,93 12s E 13 venaria, sobre base de luzes de B. 0,4 Ecl. 3,6 12 quadrangular, branca fundo E. 0,4 Ecl. 7,6 com faixa horizontal B encarnada E Torre de TV 08 02,95 R. E. 132 Luz particular (Canal 11) 34 52, DH2 31 Corr. 1 04

102 COSTA LESTE Baía de Todos os Santos (Folheto nº 23/04) 75 (1) (2) (3) (4) (5) (6) (7) (8) Nº DE LOCAL POSIÇÃO CARACTERÍSTICA ALTI- ALCANCES DESCRIÇÃO OBSERVAÇÕES ORDEM E NOME PERÍODO TUDE LUMINOSO E E Nº INTER- CARTA NÁUTICA FASE DETALHADA GEOGRÁFICO ALTURA NACIONAL CLASSIFICAÇÃO INTENSIDADE ESTADO DA BAHIA S/W 1608 Cotegipe nº ,39 Lp. E. 5 Encarnada Refletor radar ,95 3s E. 0,3 Ecl. 2, Caboto 12 45,28 Lp. B Torre quadrangular de G ,20 6s 15 alvenaria, branca B. 1,0 Ecl. 5, Itamoabo 12 47,71 Lp. (2) B Torre cilíndrica de G ,04 3s 17 alvenaria, branca B. 0,5 Ecl. 0,5 5 B. 0,5 Ecl. 1, Madre de Deus 12 50,30 R (6) B. + LpL. B. 5 Amarela sobre preta ,05 15s B. 0,3 Ecl. 0,7 B. 0,3 Ecl. 0,7 B. 0,3 Ecl. 0,7 B. 0,3 Ecl. 0,7 B. 0,3 Ecl. 0,7 B. 0,3 Ecl. 0,7 B. 2,0 Ecl. 0,7 69 CANAL DE ACESSO AO TERMINAL MARÍTIMO ALTE. ALVES CÂMARA (TEMADRE) 1616 Madre de Deus 12 49,02 Lp. E. 5 Encarnada Luz particular nº ,91 3s 1104 E. 1,0 Ecl. 2, Madre de Deus 12 49,11 Lp. V. 5 Verde Luz particular nº ,19 3s 1104 V. 1,0 Ecl. 2, Madre de Deus 12 48,55 Lp. E. 5 Encarnada Luz particular nº ,14 3s 1104 E. 0,5 Ecl. 2,5 42 DH2 31 Corr. 1 04

103 (Folheto nº 23/04) 76 COSTA LESTE Baía de Todos os Santos (1) (2) (3) (4) (5) (6) (7) (8) Nº DE LOCAL POSIÇÃO CARACTERÍSTICA ALTI- ALCANCES DESCRIÇÃO OBSERVAÇÕES ORDEM E NOME PERÍODO TUDE LUMINOSO E E Nº INTER- CARTA NÁUTICA FASE DETALHADA GEOGRÁFICO ALTURA NACIONAL CLASSIFICAÇÃO INTENSIDADE ESTADO DA BAHIA S/W 1628 Madre de Deus 12 48,63 Lp. V. 5 Verde Luz particular nº ,32 3s 1104 V. 0,5 Ecl. 2, Madre de Deus 12 47,79 Lp. E. 5 Encarnada Luz particular nº ,52 3s 1104 E. 0,5 Ecl. 2, Madre de Deus 12 47,81 Lp. V. 5 Verde Luz particular nº ,68 3s 1104 V. 0,5 Ecl. 2, Madre de Deus 12 47,05 Lp. E. 5 Encarnada Luz particular nº ,91 6s 1104 E. 0,5 Ecl. 5, Madre de Deus 12 47,11 Lp. V. 5 Verde Luz particular nº ,01 6s 1104 V. 0,5 Ecl. 5, Madre de Deus 12 46,52 Lp. E. 5 Encarnada Luz particular nº ,29 3s 1104 E. 0,5 Ecl. 2, Madre de Deus 12 46,18S Lp. V. 5 Verde Luz particular nº ,71 6s 1104 V. 0,5 Ecl. 5, Madre de Deus 12 46,08 Lp. E. 5 Encarnada Luz particular nº ,62 3s 1104 E. 0,5 Ecl. 2, Madre de Deus 12 45,45 Lp. V. 5 Verde Luz particular nº ,70 3s 1104 V. 0,5 Ecl. 2, Madre de Deus 12 45,31 Lp. E. 5 Encarnada Refletor radar nº ,57 3s 1105 E. 0,3 Ecl. 2,7 DH2 31 Corr. 1 04

104 COSTA LESTE Baía de Todos os Santos (Folheto nº 23/04) 77 (1) (2) (3) (4) (5) (6) (7) (8) Nº DE LOCAL POSIÇÃO CARACTERÍSTICA ALTI- ALCANCES DESCRIÇÃO OBSERVAÇÕES ORDEM E NOME PERÍODO TUDE LUMINOSO E E Nº INTER- CARTA NÁUTICA FASE DETALHADA GEOGRÁFICO ALTURA NACIONAL CLASSIFICAÇÃO INTENSIDADE S/W ESTADO DA BAHIA 1664 Madre de Deus 12 45,40 Lp. V. 5 Verde Luz particular nº ,15 3s 1105 V. 0,5 Ecl. 2, Madre de Deus 12 45,25 Lp. E. 5 Encarnada Luz particular nº ,04 3s 1105 E. 0,5 Ecl. 2, Madre de Deus 12 45,38 Lp. V. 5 Verde Luz particular nº ,54 3s 1105 V. 0,5 Ecl. 2, Madre de Deus 12 45,27 Lp. E. 5 Encarnada Refletor radar nº ,31 3s 1105 E. 0,3 Ecl. 2,7 CANAL SECUNDÁ- RIO DE ACESSO AO TERMINAL MARÍ- TIMO ALTE. ALVES CÂMARA (TEMADRE) 1675 Bóia nº ,13 Lp. A. 3 Amarela Luz particular ,06 3s A. 0,5 Ecl. 2, Bóia nº ,21 Lp. A. 3 Amarela Luz particular ,78 3s A. 0,5 Ecl. 2, Bóia nº ,86 Lp. A. 3 Amarela Luz particular ,39 3s A. 0,5 Ecl. 2, Bóia nº ,25 Lp. A. 3 Amarela Luz particular ,20 3s A. 0,5 Ecl. 2, Bóia nº ,10 Lp. A. 3 Amarela Luz particular ,27 3s A. 0,5 Ecl. 2,5 15 CANAL DE ACESSO AO TERMINAL MARÍTIMO ALTE. ALVES CÂMARA (TEMADRE) 1676 Dolfim Leste 12 45,22 F. E. Luz particular G ,36 DH2 31 Corr. 1 04

105 (Folheto nº 23/04) 78 COSTA LESTE Baía de Todos os Santos (1) (2) (3) (4) (5) (6) (7) (8) Nº DE LOCAL POSIÇÃO CARACTERÍSTICA ALTI- ALCANCES DESCRIÇÃO OBSERVAÇÕES ORDEM E NOME PERÍODO TUDE LUMINOSO E E Nº INTER- CARTA NÁUTICA FASE DETALHADA GEOGRÁFICO ALTURA NACIONAL CLASSIFICAÇÃO INTENSIDADE S/W ESTADO DA BAHIA 1680 Dolfim Oeste 12 45,04 F. E. Luz particular G , Baixio de Ma ,86 Lp (2 + 1) V. 5 Tubo metálico sobre G 0262 dre de Deus 38 37,59 12s base triangular de es V. 1,0 Ecl. 1,0 tacas de concreto ar- V. 1,0 Ecl. 3,0 mado revestida com V. 1,0 Ecl. 5,0 chapas, ambos verde 59 com uma faixa horizontal encarnada 1688 Baixio do 12 45,02 Lp (2) B. 5 Tubo metálico sobre G Capeta 38 38,05 5s base triangular de es B. 0,5 Ecl. 1,0 tacas de concreto ar- B. 0,5 Ecl. 3,0 mado revestida com cha- 49 pas, ambos pretos com faixas horizontais encarnadas 1692 Baixio do Bom 12 45,34 Lp. V. 3 Verde Luz particular Jesus 38 37,92 3s 1105 V. 0,3 Ecl. 2, Ilha do Frade 12 48,84 R (2) B Torre quadrangular de Setor de visibi- G ,47 6s 15 concreto armado, bran- lidade B. 0,3 Ecl. 0,9 ca B. 0,3 Ecl. 4,5 5 (252 ) Ouréis 12 43,06 Lp (2) B. 8 8 Torre quadrangular de G ,45 10s 10 alvenaria, preta com B. 0,5 Ecl. 1,5 faixas largas horizon- B. 0,5 Ecl. 7,5 tais encarnadas Saubara 12 44,28 Lp. B Torre quadrangular de G ,27 5s 10 alvenaria, branca B. 0,5 Ecl. 4, RIO PARAGUAÇU 1708 Bóia nº ,70 Lp. E. 5 Encarnada Refletor radar ,28 3s E. 0,3 Ecl. 2, Bóia nº ,68 Lp. V. 5 Verde Refletor radar ,65 3s V. 0,3 Ecl. 2,7 41 DH2 31 Corr. 1 04

106 COSTA LESTE (Folheto nº 23/04) 83 (1) (2) (3) (4) (5) (6) (7) (8) Nº DE LOCAL POSIÇÃO CARACTERÍSTICA ALTI- ALCANCES DESCRIÇÃO OBSERVAÇÕES ORDEM E NOME PERÍODO TUDE LUMINOSO E E Nº INTER- CARTA NÁUTICA FASE DETALHADA GEOGRÁFICO ALTURA NACIONAL CLASSIFICAÇÃO INTENSIDADE S/W ESTADO DA BAHIA Terminal Belmonte 16 01,71 Lp. V Torre quadrangular Luz particular Norte 38 55,32 5s 11 de concreto armado, 1200 V.0,5 Ecl. 4,5 verde Terminal Belmonte 16 01,85 Lp. E Torre quadrangular Luz particular Sul 38 55,38 5s 11 de concreto armado, 1200 E.0,5 Ecl. 4,5 encarnada Araripe 16 08,09 LpL. B Torre quadrangular de G ,86 10s 20 concreto armado, bran- B. 2,0 Ecl. 8,0 ca com duas faixas ho rizontais pretas Ajuda 16 26,40 Lp. V. 7 8 Poste cilíndrico em G ,38 6s 9 concreto armado, V.0,5 Ecl. 5,5 verde Porto Seguro 16 26,15 Lp. Alt. BBE. 57 B. 26 Torre quadrangular Setor de visibi- G ,83 30s E. 21 de alvenaria, branca lidade B. 1,0 Ecl. 9, B. 1,0 Ecl. 9,0 (157 ) E. 1,0 Ecl. 9,0 B E Corumbaú 16 53,73 Lp. B Torre tronco pirami- G ,82 10s 12 dal quadrangular de B. 1,0 Ecl. 9,0 concreto armado, bran- 705 ca Cumuruxatiba 17 05,98 Lp (3) B. 6 7 Tubo metálico sobre G ,05 10s 9 base de alvenaria, bran- B. 1,0 Ecl. 1,0 co B. 1,0 Ecl. 1,0 4 B. 1,0 Ecl. 5, Barreiras do 17 17,23 Lp (2) B Armação tronco pirami- G 0299 Prado 39 13,31 12s 16 dal em treliça metálica, 1310 B. 1,0 Ecl. 2,0 com placa de visibilida- B. 1,0 Ecl. 8,0 de, branca Alcobaça 17 30,99 Lp. B Torre quadrangular de G ,54 15s 14 alvenaria, branca com B. 1,0 Ecl. 14,0 uma faixa larga hori zontal encarnada Caravelas 17 39,29 Aero Lp. Alt. 27 Armação metálica Funcionamen- G ,13 BV. 23 to ocasional Pertence ao Com. Aer. Radiofarol DH2 31 Corr. 3 04

107 (Folheto nº 23/04) 84 COSTA LESTE (1) (2) (3) (4) (5) (6) (7) (8) Nº DE LOCAL POSIÇÃO CARACTERÍSTICA ALTI- ALCANCES DESCRIÇÃO OBSERVAÇÕES ORDEM E NOME PERÍODO TUDE LUMINOSO E E Nº INTER- CARTA NÁUTICA FASE DETALHADA GEOGRÁFICO ALTURA NACIONAL CLASSIFICAÇÃO INTENSIDADE S/W ESTADO DA BAHIA 1836 Ponta da Baleia 17 41,31 Lp. B Armação tronco pira- G ,27 5s 12 midal quadrangular B. 0,5 Ecl. 4,5 metálica, branca, com 1382 a face frontal ao mar revestida de placas Barra do Tomba 17 45,93 Lp. B Torre quadrangular em G ,28 3s 11 ferro galvanizado re- B. 0,5 Ecl. 2,5 vestida de placas de 163 fibra de vidro, branca 6 CANAL DE ACESSO AO TERMINAL DE BARCAÇAS EM BARRA DO TOMBA Tomba nº ,28 Lp. E. Encarnada Não está 39 11,21 3s representada E. 0,3 Ecl. 2,7 em carta Tomba nº ,35 Lp. V. 5 Verde Não está 39 11,30 3s representada V. 1,0 Ecl. 2,0 em carta Tomba nº ,63 Lp. E. Encarnada Não está 39 11,40 3s representada E. 0,5 Ecl. 2,5 em carta Tomba nº ,68 Lp. V. 4 Verde Não está 39 11,50 3s representada V. 0,3 Ecl. 2,7 em carta Tomba nº ,98 Lp. E. Encarnada Não está 39 11,60 3s representada E. 0,3 Ecl. 2,7 em carta DH2 31 Corr. 3 04

108 COSTA LESTE (Folheto nº 23/04) 84a (1) (2) (3) (4) (5) (6) (7) (8) Nº DE LOCAL POSIÇÃO CARACTERÍSTICA ALTI- ALCANCES DESCRIÇÃO OBSERVAÇÕES ORDEM E NOME PERÍODO TUDE LUMINOSO E E Nº INTER- CARTA NÁUTICA FASE DETALHADA GEOGRÁFICO ALTURA NACIONAL CLASSIFICAÇÃO INTENSIDADE S/W ESTADO DA BAHIA Tomba nº ,01 Lp. V. 4 Verde Não está 39 11,71 3s representada V. 0,5 Ecl. 2,5 em carta 1839 Tomba nº ,15 Lp. E. Encarnada Não está 39 11,85 3s representada E. 0,5 Ecl. 2,5 em carta Tomba nº ,18 Lp. V. 4 Verde Não está 39 11,93 3s representada V. 0,3 Ecl. 2,7 em carta Tomba nº ,33 Lp. E. Encarnada Não está 39 12,13 3s representada E. 0,3 Ecl. 2,7 em carta Tomba nº ,43 Lp. V. 4 Verde Não está 39 12,21 3s representada V. 0,5 Ecl. 2,5 em carta Tomba nº ,43 Lp. V. 4 Verde Não está 39 13,45 3s representada V. 0,3 Ecl. 2,7 em carta Alinhamento nº ,18 R. B 6 Treliça Anterior 39 12,48 1s 1312 B. 0,5 Ecl. 0, Alinhamento nº ,61 Iso. B 9 Treliça Posterior 39 12,65 2s 1312 B. 1,0 Ecl. 1,0 DH2 31 Corr. 1 04

109 (Folheto nº 23/04) 84b COSTA LESTE (1) (2) (3) (4) (5) (6) (7) (8) Nº DE LOCAL POSIÇÃO CARACTERÍSTICA ALTI- ALCANCES DESCRIÇÃO OBSERVAÇÕES ORDEM E NOME PERÍODO TUDE LUMINOSO E E Nº INTER- CARTA NÁUTICA FASE DETALHADA GEOGRÁFICO ALTURA NACIONAL CLASSIFICAÇÃO INTENSIDADE S/W ESTADO DA BAHIA 1840 Ponta do Catoeiro 17 51,89 Lp. B Torre quadrangular em G ,16 10s 13 treliça metálica, bran- B. 1,0 Ecl. 9,0 ca, com a face frontal 2036 ao mar revestida de placas Nova Viçosa 17 53,65 LpL. B Armação tronco pira- Torre retrans- G ,32 15s 19 midal quadrangular em missora de B. 2,0 Ecl. 13,0 treliça metálica, com microondas faixas horizontais laranjas e brancas Coroa Vermelha 17 58,00 Lp (3) B Torre octogonal de G ,43 15s 12 alvenaria, encarnada B. 1,0 Ecl. 2,0 14 B. 1,0 Ecl. 2,0 B. 1,0 Ecl. 8, Recife 17 54,60 R (3) B. 5 Preta com uma faixa Sebastião Gomes 39 06,25 10s larga horizontal ama B. 0,5 Ecl. 0,5 rela B. 0,5 Ecl. 0,5 B. 0,5 Ecl. 7, Abrolhos 17 57,85 Lp. B Torre troncônica metá- Racon Q G ,63 6s 19 lica, com faixas hori- Bandas S e X G B. 0,5 Ecl. 5,5 zontais pretas e bran- (. ) cas Estação de 22 radiocomunicação DH2 31 Corr. 1 04

110 COSTA LESTE Baía do Espírito Santo (Folheto nº 23/04) 89 (1) (2) (3) (4) (5) (6) (7) (8) Nº DE LOCAL POSIÇÃO CARACTERÍSTICA ALTI- ALCANCES DESCRIÇÃO OBSERVAÇÕES ORDEM E NOME PERÍODO TUDE LUMINOSO E E Nº INTER- CARTA NÁUTICA FASE DETALHADA GEOGRÁFICO ALTURA NACIONAL CLASSIFICAÇÃO INTENSIDADE S/W ESTADO DO ESPÍRITO SANTO 1964 Ponta do Molhe 20 18,07 R. E Torre cilíndrica de G ,45 1s 11 fibra de vidro, com E. 0,5 Ecl. 0,5 faixas horizontais en- 87 carnadas e brancas Cotovelo do 20 17,72 R. E Tubo metálico, com G Molhe 40 13,82 1s 11 faixas horizontais en E. 0,5 Ecl. 0,5 carnadas e brancas Caixa-d água 20 16,73 F. E Estrutura de concreto Luz particular ,63 18 armado e alvenaria, ocra, tendo suas arestas brancas 1976 Pacotes 20 21,12 Lp. B. 7 8 Torre cilíndrica de al- Racon A (. ) G ,02 6s 9 venaria, branca Bandas SeX B. 1,0 Ecl. 5, CANAL DE ACESSO AO PORTO DE VITÓRIA 1980 Santa Luzia 20 19,46 Lp (4) B Torre octogonal metáli- Racon M ( ) G ,05 12s 14 ca, branca Bandas SeX G B. 0,5 Ecl. 1,5 12 B. 0,5 Ecl. 1,5 B. 0,5 Ecl. 1,5 B. 0,5 Ecl. 5, Baixio Grande 20 19,00 R (6) B. + LpL. B. 4 Amarela sobre preta ,32 15s B. 0,3 Ecl. 0,7 B. 0,3 Ecl. 0,7 B. 0,3 Ecl. 0,7 B. 0,3 Ecl. 0,7 B. 0,3 Ecl. 0,7 B. 0,3 Ecl. 0,7 B. 2,0 Ecl. 7, Baixio Grande 20 18,80 Lp (2) E. 5 Encarnada Com marca Oeste 40 15,88 6s de tope 1401 E. 0,3 Ecl. 0,7 E. 0,3 Ecl. 4, Cavalo 20 19,14 Lp. V. 5 Verde ,60 3s V. 0,3 Ecl. 2,7 55 DH2 31 Corr. 2 04

111 (Folheto nº 23/04) 90 COSTA LESTE Baía do Espírito Santo (1) (2) (3) (4) (5) (6) (7) (8) Nº DE LOCAL POSIÇÃO CARACTERÍSTICA ALTI- ALCANCES DESCRIÇÃO OBSERVAÇÕES ORDEM E NOME PERÍODO TUDE LUMINOSO E E Nº INTER- CARTA NÁUTICA FASE DETALHADA GEOGRÁFICO ALTURA NACIONAL CLASSIFICAÇÃO INTENSIDADE S/W ESTADO DO ESPÍRITO SANTO 1992 Alinh. A 20 18,64 F. E. B. V. 71 Diurno Torre troncônica de Forte interfe- G 0322 Ilha do Boi 40 16,90 E E. 3 concreto com um dis- rência de luzes nº 1 Anterior B B. 4 co no meio, branca de fundo 1401 V V. 3 Setor encarnado Noturno 282º 284º (2º) E. 9 Setor encarnado/ B.13 branco V º 286(2º) 20 Setor branco 286º 288º(2º) Setor branco/ verde 288º 290º(2º) Setor verde 290º 292º(2º) 1996 Alinh. A 20 18,15 Iso. B Armação tronco pira- G Morro Grande 40 18,60 2s 31 midal quadrangular nº 2 Posterior B. 1,0 Ecl. 1,0 metálica, branca Aos 287º e dist de 1,67 M do Anterior Alinh. B 20 19,41 R. E Torre quadrangular de G 0323 Ponta Uchúria 40 17,22 1s 9 concreto armado, brannº 3 Anterior E. 0,5 Ecl. 0,5 ca, com placa trian gular encarnada no tope Alinh. B 20 19,44 Iso. E Torre quadrangular de G Ponta Uchúria 40 17,29 2s 15 concreto armado, brannº 4 Posterior: E. 1,0 Ecl. 1,0 ca, com placa trianaos 245,5 e 2988 gular encarnada no na dist. de tope 120m do Ante- 4 rior Baleia 20 19,12 Lp. V. 5 9 Torre cilíndrica de al- G ,33 6s 8 venaria, verde V. 0,5 Ecl. 5, Baixio do 20 19,03 Lp. E. 5 Encarnada Tagano Leste 40 16,52 3s 1401 E. 0,3 Ecl. 2,7 48 DH2 31 Corr. 2 04

112 COSTA LESTE (Folheto nº 23/04) 97 (1) (2) (3) (4) (5) (6) (7) (8) Nº DE LOCAL POSIÇÃO CARACTERÍSTICA ALTI- ALCANCES DESCRIÇÃO OBSERVAÇÕES ORDEM E NOME PERÍODO TUDE LUMINOSO E E Nº INTER- CARTA NÁUTICA FASE DETALHADA GEOGRÁFICO ALTURA NACIONAL CLASSIFICAÇÃO INTENSIDADE ESTADO DO RIO DE JANEIRO S/W 2163 Pedra dos 22 22,86 R. B. 5 Preta sobre amarela Moleques 41 44,92 1s 1507 B. 0,3 Ecl. 0,7 69 MACAÉ CANAL DE ACESSO AO TERMINAL DE IMBETIBA 2164 Pedra da Mula 22 23,53 R (6) B. + LpL. B. 5 Amarela sobre preta Refletor radar ,83 15s B. 0,4 Ecl. 0,6 B. 0,4 Ecl. 0,6 B. 0,4 Ecl. 0,6 B. 0,4 Ecl. 0,6 B. 0,4 Ecl. 0,6 B. 0,4 Ecl. 0,6 B. 2,0 Ecl. 7, Papagaios 22 22,99 R (2) BE. 27 B. 9 Armação quadrangular Setor encarnado G ,53 6s E. 6 em treliça metálica, BE. 0,3 Ecl. 0,9 14 encarnada (45 ) BE. 0,3 Ecl. 4,5 B E Imbetiba 22 23,39 R (3) B. 5 Preta com uma faixa ,76 10s larga horizontal ama- B. 0,3 Ecl. 0,7 rela B. 0,3 Ecl. 0,7 B. 0,3 Ecl. 7, Bóia nº ,80 Lp. E. 5 Encarnada ,98 3s E. 0,3 Ecl. 2, Bóia nº ,90 R (2) E. 3 Encarnada ,08 6s E. 0,3 Ecl. 0,9 E. 0,3 Ecl. 4,5 10 DH2 31 Corr. 3 04

113 (Folheto nº 23/04) 98 COSTA LESTE (1) (2) (3) (4) (5) (6) (7) (8) Nº DE LOCAL POSIÇÃO CARACTERÍSTICA ALTI- ALCANCES DESCRIÇÃO OBSERVAÇÕES ORDEM E NOME PERÍODO TUDE LUMINOSO E E Nº INTER- CARTA NÁUTICA FASE DETALHADA GEOGRÁFICO ALTURA NACIONAL CLASSIFICAÇÃO INTENSIDADE ESTADO DO RIO DE JANEIRO S/W 2188 Imbetiba 22 23,01 Iso. V. 5 Estrutura verde Luz particular G (Molhe) 41 45,99 2s 1507 V. 1,0 Ecl. 1, Ilha Branca 22 43,80 Lp. B Tubo metálico sobre ba- G ,45 5s 16 se quadrangular de alve- B. 0,5 Ecl. 4,5 naria, branca Antena Argus 22 46,91 F. E. 60 Mastro Luz particular G (Petrobras) 41 52, Lajinha 22 53,37 Lp. E Torre tronco piramidal G ,19 3s 18 quadrangular de concreto E. 0,3 Ecl. 2,7 armado, tendo a metade 119 inferior revestida de alvenaria, branca Cabo Frio 22 53,03 F. E. Armação em treliça metá- Luz particular (Torre Notável) 42 01,13 lica, encarnada e branca Antena TV Globo 22 56,92 R. B Armação em treliça metá- Luz particular G ,67 25 lica, encarnada e branca 2212 Arraial do Cabo 22 58,37 F. E Poste metálico Luz particular G 0351 (Molhe) 42 00, Praia do Farol 23 00,07 Mo (N) A. 5 Amarela ,33 5s A. 1,5 Ecl. 0,5 A. 0,5 Ecl. 2,5 DH2 31 Corr. 3 04

114 COSTA SUL Baía de Sepetiba (Folheto nº 23/04) 131 (1) (2) (3) (4) (5) (6) (7) (8) Nº DE LOCAL POSIÇÃO CARACTERÍSTICA ALTI- ALCANCES DESCRIÇÃO OBSERVAÇÕES ORDEM E NOME PERÍODO TUDE LUMINOSO E E Nº INTER- CARTA NÁUTICA FASE DETALHADA GEOGRÁFICO ALTURA NACIONAL CLASSIFICAÇÃO INTENSIDADE S/W ESTADO DO RIO DE JANEIRO 2952 Laje do Cabrito 22 57,87 R (9) B. 5 7 Torre cilíndrica metá- Marca de tope G ,42 15s 8 lica, amarela com uma B. 0,3 Ecl. 0,7 faixa larga horizontal B. 0,3 Ecl. 0,7 preta B. 0,3 Ecl. 0,7 3 B. 0,3 Ecl. 0,7 B. 0,3 Ecl. 0,7 B. 0,3 Ecl. 0,7 B. 0,3 Ecl. 0,7 B. 0,3 Ecl. 0,7 B. 0,3 Ecl. 6,7 179 COSTA SUL Baía da Ilha Grande 2956 Laje 22 58,61 R (3) B. 5 5 Torre cilíndrica me- Marca de tope G Preta de Fora 44 01,35 10s 8 tálica, preta com uma 1621 B. 0,3 Ecl. 0,7 faixa larga horizontal B. 0,3 Ecl. 0,7 amarela B. 0,3 Ecl. 7, Laje Branca 23 08,25 Lp (2) B. 6 5 Torre cilíndrica de Marca de tope G ,83 5s 9 alvenaria, preta com B. 0,5 Ecl. 1,0 uma faixa larga hori- B. 0,5 Ecl. 3,0 zontal encarnada 89 4 CANAL DE ACESSO AO TEBIG 2964 Bóia nº ,67 Iso. V. 5 Articulada, verde ,98 2s V. 1,0 Ecl. 1, Bóia nº ,50 Lp. E. 5 Articulada, encarnada ,19 6s E. 0,5 Ecl. 5, Bóia nº ,30 Lp. V. 5 Articulada, verde ,29 6s V. 0,5 Ecl. 5,5 50 DH2 31 Corr. 1 04

115 (Folheto nº 23/04) 132 COSTA SUL Baía da Ilha Grande (1) (2) (3) (4) (5) (6) (7) (8) Nº DE LOCAL POSIÇÃO CARACTERÍSTICA ALTI- ALCANCES DESCRIÇÃO OBSERVAÇÕES ORDEM E NOME PERÍODO TUDE LUMINOSO E E Nº INTER- CARTA NÁUTICA FASE DETALHADA GEOGRÁFICO ALTURA NACIONAL CLASSIFICAÇÃO INTENSIDADE S/W ESTADO DO RIO DE JANEIRO 2976 Bóia nº ,04 R (2) E. 5 Articulada, encarnada ,06 6s E. 0,5 Ecl. 0,5 E. 0,5 Ecl. 4, Bóia nº ,84 R (2) V. 5 Articulada, verde ,16 6s V. 0,5 Ecl. 0,5 V. 0,5 Ecl. 4, Bóia nº ,60 R. E. 5 Articulada, encarnada ,94 1s E. 0,5 Ecl. 0, Bóia nº ,40 R. V. 5 Articulada, verde ,03 1s V. 0,5 Ecl. 0, Bóia nº ,14 Lp. E. 5 Articulada, encarnada ,77 6s E. 0,5 Ecl. 5, Bóia nº ,93 Lp. V. 5 Articulada, verde ,87 6s V. 0,5 Ecl. 5, Bóia nº ,68 R (2) E. 5 Articulada, encarnada ,60 6s E. 0,5 Ecl. 0,5 E. 0,5 Ecl. 4, Bóia nº ,44 R (2) V. 5 Articulada, verde ,70 6s V. 0,5 Ecl. 0,5 V. 0,5 Ecl. 4,5 50 DH2 31 Corr. 1 04

116 COSTA SUL Baía da Ilha Grande (Folheto nº 23/04) 133 (1) (2) (3) (4) (5) (6) (7) (8) Nº DE LOCAL POSIÇÃO CARACTERÍSTICA ALTI- ALCANCES DESCRIÇÃO OBSERVAÇÕES ORDEM E NOME PERÍODO TUDE LUMINOSO E E Nº INTER- CARTA NÁUTICA FASE DETALHADA GEOGRÁFICO ALTURA NACIONAL CLASSIFICAÇÃO INTENSIDADE S/W ESTADO DO RIO DE JANEIRO 3008 Bóia nº ,25 R. E. 5 Articulada, encarnada ,46 1s E. 0,5 Ecl. 0, Bóia nº ,97 R. V. 5 Articulada, verde ,53 1s V. 0,5 Ecl. 0, Bóia nº ,17 Lp. E. 5 Articulada, encarnada ,76 6s E. 0,5 Ecl. 5, Bóia nº ,90 Lp. V. 5 Articulada, verde ,76 6s V. 0,5 Ecl. 5, Bóia nº ,57 R (2) E. 5 Articulada, encarnada ,56 6s E. 0,5 Ecl. 0,5 E. 0,5 Ecl. 4, Bóia nº ,28 R. E. 5 Articulada, encarnada ,00 1s E. 0,5 Ecl. 0, Bóia nº ,95 R. V. 5 Articulada, verde ,46 1s V. 0,5 Ecl. 0, Bacia de 23 04,15 R. B. 5 Articulada, preta sobre Manobra Sul 44 13,00 1s amarela 1636 B. 0,3 Ecl. 0,7 49 DH2 31 Corr. 1 04

117 (Folheto nº 23/04) 134 COSTA SUL Baía da Ilha Grande (1) (2) (3) (4) (5) (6) (7) (8) Nº DE LOCAL POSIÇÃO CARACTERÍSTICA ALTI- ALCANCES DESCRIÇÃO OBSERVAÇÕES ORDEM E NOME PERÍODO TUDE LUMINOSO E E Nº INTER- CARTA NÁUTICA FASE DETALHADA GEOGRÁFICO ALTURA NACIONAL CLASSIFICAÇÃO INTENSIDADE S/W ESTADO DO RIO DE JANEIRO 3040 Bacia de 23 03,85 R (9) B. 5 Articulada, amarela Manobra Leste 44 12,35 15s com uma faixa larga 1636 B. 0,3 Ecl. 0,7 horizontal preta B. 0,3 Ecl. 0,7 B. 0,3 Ecl. 0,7 B. 0,3 Ecl. 0,7 B. 0,3 Ecl. 0,7 B. 0,3 Ecl. 0,7 B. 0,3 Ecl. 0,7 B. 0,3 Ecl. 0,7 B. 0,3 Ecl. 6, Bacia de 23 03,41 MR (6) B.+LpL. B. 5 Amarela sobre preta Manobra Norte 44 13,16 10s 1636 B. 0,2 Ecl. 0,3 B. 0,2 Ecl. 0,3 B. 0,2 Ecl. 0,3 B. 0,2 Ecl. 0,3 B. 0,2 Ecl. 0,3 B. 0,2 Ecl. 0,3 B. 2,0 Ecl. 5, Bóia nº ,48 R. E. 5 Encarnada ,80 1s E. 0,5 Ecl. 0, Tebig 23 03,69 F. A. 3 Luz particular G 0419 (Extremidade) 44 13, Tebig 23 03,64 F. A. 3 Luz particular G (Cotovelo) 44 13, Alinhamento 23 05,17 Lp. B. 6 7 Poste quadrangular G Leste Anterior 44 12,74 10s de concreto armado, 1636 B. 1,0 Ecl. 9,0 branco DH2 31 Corr. 1 04

118 COSTA SUL Baía da Ilha Grande (Folheto nº 23/04) 135 (1) (2) (3) (4) (5) (6) (7) (8) Nº DE LOCAL POSIÇÃO CARACTERÍSTICA ALTI- ALCANCES DESCRIÇÃO OBSERVAÇÕES ORDEM E NOME PERÍODO TUDE LUMINOSO E E Nº INTER- CARTA NÁUTICA FASE DETALHADA GEOGRÁFICO ALTURA NACIONAL CLASSIFICAÇÃO INTENSIDADE S/W ESTADO DO RIO DE JANEIRO 3060 Itacuatiba 23 04,25 Lp. B Torre quadrangular de G ,14 6s 17 alvenaria, branca B. 0,3 Ecl. 5, Laje do 23 04,50 Lp (2) B. 5 Preta com faixas lar- Mestre Bernardo 44 17,88 10s gas horizontais encar B. 0,5 Ecl. 1,5 nadas B. 0,5 Ecl. 7, Laje da 23 03,46 Lp (2) B. 5 Preta com faixas lar- Saracura 44 16,43 10s gas horizontais encar B. 0,5 Ecl. 1,5 nadas B. 0,5 Ecl. 7, Saracura 23 03,25 Lp. E Torre tronco piramidal G ,12 5s 12 quadrangular de alve- E. 0,5 Ecl. 4,5 naria, encarnada 43 4 BAÍA DE JACUACANGA 3076 Laje das 23 02,34 Lp (2) B. 5 Preta com faixas lar- Refletor radar Duas Irmãs 44 15,64 10s gas horizontais encar B. 0,5 Ecl. 1,5 nadas B. 0,5 Ecl. 7, Laje Grande 23 00,90 Lp. V. 7 6 Torre cilíndrica metá- G ,19 3s 9 lica, verde V. 0,5 Ecl. 2, PORTO DE ANGRA DOS REIS 3084 Laje dos 23 02,33 Iso. E. 8 4 Torre cilíndrica de con- G 0428 Homens 44 17,90 2s 9 creto armado, encar E. 1,0 Ecl. 1,0 nada 36 5 DH2 31 Corr. 1 04

119 (Folheto nº 23/04) 136 COSTA SUL Baía da Ilha Grande (1) (2) (3) (4) (5) (6) (7) (8) Nº DE LOCAL POSIÇÃO CARACTERÍSTICA ALTI- ALCANCES DESCRIÇÃO OBSERVAÇÕES ORDEM E NOME PERÍODO TUDE LUMINOSO E E Nº INTER- CARTA NÁUTICA FASE DETALHADA GEOGRÁFICO ALTURA NACIONAL CLASSIFICAÇÃO INTENSIDADE S/W ESTADO DO RIO DE JANEIRO 3088 Laje Preta 23 03,05 Lp. V Torre cilíndrica de con- G 0432 Redonda 44 18,52 3s 11 creto armado, verde 1636 V. 0,5 Ecl. 2, Parcel da 23 01,82 Lp. E. 5 Encarnada Ilha do Calombo 44 18,78 3s 1636 E. 0,3 Ecl. 2, Calombo 23 01,65 Lp. E. 3 5 Poste quadrangular de G ,78 3s 7 concreto armado, en- E. 0,3 Ecl. 2,7 carnado Ponta da 23 01,44 Lp. E. 5 Encarnada Cidade 44 18,84 4s 1636 E. 0,5 Ecl. 3, Laje do 23 01,20 R (2) E. 5 Encarnada Refletor radar Segredo 44 18,61 4s 1636 E. 0,5 Ecl. 0,5 E. 0,5 Ecl. 2, Laje das 23 01,01 Lp. V. 5 Verde Enchovas 44 18,86 6s 1636 V. 0,5 Ecl. 5, Colégio Naval 23 00,95 Lp. E. 5 7 Torre tronco piramiral G 0431 (Píer) 44 19,66 3s 8 de alvenaria sobre ba E. 0,5 Ecl. 2,5 se quadrangular, ambas 103 pintadas de branco 2 DH2 31 Corr. 1 04

120 COSTA SUL Baía da Ilha Grande (Folheto nº 23/04) 137 (1) (2) (3) (4) (5) (6) (7) (8) Nº DE LOCAL POSIÇÃO CARACTERÍSTICA ALTI- ALCANCES DESCRIÇÃO OBSERVAÇÕES ORDEM E NOME PERÍODO TUDE LUMINOSO E E Nº INTER- CARTA NÁUTICA FASE DETALHADA GEOGRÁFICO ALTURA NACIONAL CLASSIFICAÇÃO INTENSIDADE S/W ESTADO DO RIO DE JANEIRO BAÍA DA RIBEIRA 3116 Piedade 23 02,34 Lp. A. 5 Tubo metálico, amarelo Luz particular G ,82 3s A, 0,5 Ecl. 2, Laje da 23 01,34 Lp (2) B. 4 5 Torre cilíndrica de con- Marca de tope G 0434 Figueira 44 22,16 5s 8 creto armado, preta com 1636 B. 0,5 Ecl. 1,0 uma faixa larga hori- B. 0,5 Ecl. 3,0 zontal encarnada Itapirapuã 22 57,58 Lp. A. 5 Estrutura de concreto Luz particular G ,18 3s armado, amarela A. 0,5 Ecl. 2, Cavaco 22 57,57 Lp. A. 5 Tubo metálico, amarelo Luz particular G ,73 3s A. 0,5 Ecl. 2, Marina Bracuí 22 57,24 F. E. 5 Tubo metálico, encarnado Luz particular G Leste 44 23, Marina Bracuí 22 57,24 F. V. 5 Tubo metálico, branco Luz particular G 0439 Oeste 44 23, Laje do Sítio 22 59,15 R (2) B. 4 8 Torre cilíndrica me- G ,49 4s 8 tálica, branca com lar- B. 0,5 Ecl. 0,5 ga faixa encarnada B. 0,5 Ecl. 2, DH2 31 Corr 2 04

121 (Folheto nº 23/04) 138 COSTA SUL Baía da Ilha Grande (1) (2) (3) (4) (5) (6) (7) (8) Nº DE LOCAL POSIÇÃO CARACTERÍSTICA ALTI- ALCANCES DESCRIÇÃO OBSERVAÇÕES ORDEM E NOME PERÍODO TUDE LUMINOSO E E Nº INTER- CARTA NÁUTICA FASE DETALHADA GEOGRÁFICO ALTURA NACIONAL CLASSIFICAÇÃO INTENSIDADE S/W ESTADO DO RIO DE JANEIRO 3142 Ponta dos Meros 23 13,57 Lp (2) B Tubo metálico com G ,83 15s 17 faixas horizontais en- B. 1,0 Ecl. 2,0 carnadas e brancas, B. 1,0 Ecl. 11,0 com placa de visibi lidade Laje do Coronel 23 05,98 Lp (2) B Torre tronco piramidal Marca de tope G ,98 10s 9 quadrangular de con- Racon T ( ) B. 1,0 Ecl. 1,0 creto armado, preta Bandas SeX B. 1,0 Ecl. 7,0 com uma faixa lar- 353 ga horizontal encarnada Parcel dos Meros 23 09,05 Lp (2) B. 7 Preta com faixas largas Refletor radar ,22 5s horizontais encarnadas B. 0,3 Ecl. 0,9 B. 0,3 Ecl. 3, I. Rapada 23 09,63 Lp. E Armação tronco pira- Marca de tope G ,83 3s 18 midal quadrangular E. 0,3 Ecl. 2,7 metálica, encarnada Laje dos Moleques 23 10,78 Lp (2) B. 5 Preta com faixas largas ,68 5s horizontais encarnadas B. 0,3 Ecl. 0,9 B. 0,3 Ecl. 3, Laje da Tapera 23 12,63 Lp. V. 5 Verde Refletor radar ,68 3s V. 0,5 Ecl. 2,5 28 DH2 31 Corr. 2 04

122 COSTA SUL (Folheto nº 23/04) 138a (1) (2) (3) (4) (5) (6) (7) (8) Nº DE LOCAL POSIÇÃO CARACTERÍSTICA ALTI- ALCANCES DESCRIÇÃO OBSERVAÇÕES ORDEM E NOME PERÍODO TUDE LUMINOSO E E Nº INTER- CARTA NÁUTICA FASE DETALHADA GEOGRÁFICO ALTURA NACIONAL CLASSIFICAÇÃO INTENSIDADE S/W ESTADO DO RIO DE JANEIRO 3155 Cais Parati 23 13,31 F. A. Tubo metálico, amarelo Luz particular G ,48 PARATI CANAL DE ACESSO À MARINA Marina nº ,82 Lp. E. 2 Tubo de PVC com con- Luz particular 44 42,57 3s creto, encarnado Não está re- E. 0,5 Ecl. 2,5 presentado 6 em carta Marina nº ,83 Lp. V. 3 Tubo de PVC com con- Luz particular 44 42,56 3s creto, verde Não está re- E. 0,5 Ecl. 2,5 presentado 12 em carta Marina nº ,83 Lp. E. 2 Tubo de PVC com con- Luz particular 44 42,66 3s creto, encarnado Não está re- E. 0,5 Ecl. 2,5 presentado 6 em carta Marina nº ,84 Lp. V. 3 Tubo de PVC com con- Luz particular 44 42,65 3s creto, verde Não está re- E. 0,5 Ecl. 2,5 presentado 12 em carta DH2 31 Corr. 1 04

123 (Folheto nº 23/04) 138b COSTA SUL (1) (2) (3) (4) (5) (6) (7) (8) Nº DE LOCAL POSIÇÃO CARACTERÍSTICA ALTI- ALCANCES DESCRIÇÃO OBSERVAÇÕES ORDEM E NOME PERÍODO TUDE LUMINOSO E E Nº INTER- CARTA NÁUTICA FASE DETALHADA GEOGRÁFICO ALTURA NACIONAL CLASSIFICAÇÃO INTENSIDADE S/W ESTADO DO RIO DE JANEIRO Marina nº ,84 Lp. E. 3 Tubo de PVC com con- Luz particular 44 42,76 3s creto, encarnado Não está re- E. 0,5 Ecl. 2,5 presentado 12 em carta Marina nº ,85 Lp. V. 2 Tubo de PVC com con- Luz particular 44 42,74 3s creto, verde Não está re- E. 0,5 Ecl. 2,5 presentado 6 em carta Marina nº ,80 Lp. E. 2 Tubo de PVC com con- Luz particular 44 42,84 3s creto, encarnado Não está re- E. 0,5 Ecl. 2,5 presentado 6 em carta 3156 Juatinga 23 17,62 Lp. B Torre tronco piramidal Setor de visi- G ,32 10s 29 quadrangular de concre- bilidade B. 1,0 Ecl. 9,0 to armado, branca ( 268 ) ESTADO DE SÃO PAULO 3160 Ubatuba 23 27,61 Lp (3) B Tubo metálico sobre Setor de vi- G ,15 10s 19 base quadrangular sibilidade B. 1,0 Ecl. 1,0 de concreto armado, B. 1,0 Ecl. 1,0 branco (279 ) B. 1,0 Ecl. 5, DH2 31 Corr. 1 04

124 COSTA SUL (Folheto nº 23/04) 139 (1) (2) (3) (4) (5) (6) (7) (8) Nº DE LOCAL POSIÇÃO CARACTERÍSTICA ALTI- ALCANCES DESCRIÇÃO OBSERVAÇÕES ORDEM E NOME PERÍODO TUDE LUMINOSO E E Nº INTER- CARTA NÁUTICA FASE DETALHADA GEOGRÁFICO ALTURA NACIONAL CLASSIFICAÇÃO INTENSIDADE S/W ESTADO DE SÃO PAULO 3164 Massaguaçu 23 37,72 Lp (2) B Torre quadrangular G ,18 12s 21 de alvenaria, branca B. 1,0 Ecl. 2,0 5 B. 1,0 Ecl. 8, Vitória 23 45,08 Lp. B Torre quadrangular Setor de vi- G ,67 6s 23 de alvenaria, branca sibilidade B. 1,0 Ecl. 5, (216 ) 3170 Ponta Grossa 23 46,60 LpL. B Armação quadrangular G ,84 15s 19 em treliça metálica, B. 2,0 Ecl. 13,0 revestida de placas 2400 espaçadas, branca Pirabura 23 56,50 Lp. E Torre quadrangular Setor de vi- G ,70 3s 11 de concreto armado, sibilidade E. 0,3 Ecl. 2,7 encarnada (195 ) 3176 Ponta do Boi 23 57,96 LpL. B Torre quadrangular Setor de vi- G ,01 10s 20 de alvenaria, branca sibilidade G B. 2,5 Ecl. 7, (205 ) Racon B (...) Bandas S e X Estação de radiocomunicação DH2 31 Corr. 1 04

125 (Folheto nº 23/04) 140 COSTA SUL (1) (2) (3) (4) (5) (6) (7) (8) Nº DE LOCAL POSIÇÃO CARACTERÍSTICA ALTI- ALCANCES DESCRIÇÃO OBSERVAÇÕES ORDEM E NOME PERÍODO TUDE LUMINOSO E E Nº INTER- CARTA NÁUTICA FASE DETALHADA GEOGRÁFICO ALTURA NACIONAL CLASSIFICAÇÃO INTENSIDADE S/W ESTADO DE SÃO PAULO CANAL DE SÃO SEBASTIÃO (PARTE NORTE) 3180 São Sebastião 23 43,54 Lp. E. 6 4 Torre quadrangular de G ,85 5s 9 alvenaria sobre platafor- E. 0,5 Ecl. 4,5 ma de concreto armado, 414 apoiada por armação metálica. Tudo encarnado Ponta das 23 43,67 Lp. B Torre cilíndrica de con- Setor de visibi- G 0470 Canas 45 20,49 6s 11 creto armado, com faixas lidade 1643 B. 0,5 Ecl. 5,5 horizontais brancas e encarnadas (211 ) Antena notável 23 44,98 F. E. Armação tronco pira- Luz particular Leste 45 25,64 midal quadrangular 1643 metálica, com faixas brancas e encarnadas 3192 Antena notável 23 44,98 F. E. Armação tronco pira- Luz particular G Oeste 45 25,75 midal quadrangular 1643 metálica, com faixas brancas e encarnadas 3196 Ponta do Viana 23 45,47 Lp. B. 6 7 Armação metálica G ,08 3s 9 sobre plataforma qua- B. 0,3 Ecl. 2,7 drangular de concreto 482 armado, branca Saco do Indaiá 23 46,32 Lp. A. 5 Amarela ,46 4s A. 1,0 Ecl. 3, Ilhabela Noroeste 23 46,35 Lp. A. 5 Amarela ,49 4s A. 1,0 Ecl. 3, Ilhabela 23 46,22 Lp. E. 6 5 Torre quadrangular de G ,55 3s 9 alvenaria sobre plata- E. 0,3 Ecl. 2,7 forma de concreto 350 armado, apoiada por armação metálica. Tudo encarnado CESP Leste 23 46,73 Lp. A. 5 Amarela ,72 3s A. 0,3 Ecl. 2,7 DH2 31 Corr. 1 04

126 COSTA SUL (Folheto nº 23/04) 141 (1) (2) (3) (4) (5) (6) (7) (8) Nº DE LOCAL POSIÇÃO CARACTERÍSTICA ALTI- ALCANCES DESCRIÇÃO OBSERVAÇÕES ORDEM E NOME PERÍODO TUDE LUMINOSO E E Nº INTER- CARTA NÁUTICA FASE DETALHADA GEOGRÁFICO ALTURA NACIONAL CLASSIFICAÇÃO INTENSIDADE S/W ESTADO DE SÃO PAULO 3208 CESP Oeste 23 46,81 Lp. A. 5 Amarela ,48 3s A. 0,3 Ecl. 2,7 TERMINAL ALTE. BARROSO 3220 Píer Norte 23 47,99 F. A. 5 Luz particular G 0476 nº , Píer Norte 23 48,19 F. A. 5 Luz particular G nº , Píer Sul nº ,40 F. A. 5 Luz particular G , Píer Sul nº ,63 F. A. 5 Luz particular G , São Sebastião 23 48,54 F. E. 5 Luz particular G (Molhe) 45 23, CANAL DE SÃO SEBASTIÃO (PARTE NORTE) 3240 Pontinha 23 49,16 Lp. E Armação quadrangular G ,62 5s 13 metálica, encarnada E. 0,5 Ecl. 4, Laje dos 23 49,68 Lp. V Torre quadrangular G 0478 Moleques 45 24,77 10s 10 de concreto armado, 1643 V. 1,0 Ecl. 9,0 verde CANAL DE SÃO SEBASTIÃO (PARTE SUL) 3245 Ilha Universidade 23 49,88 Lp. A. 5 Amarela Sueste 45 25,26 3s 1644 A. 0,3 Ecl. 2,7 41 DH2 31 Corr. 2 04

127 (Folheto nº 23/04) 142 COSTA SUL (1) (2) (3) (4) (5) (6) (7) (8) Nº DE LOCAL POSIÇÃO CARACTERÍSTICA ALTI- ALCANCES DESCRIÇÃO OBSERVAÇÕES ORDEM E NOME PERÍODO TUDE LUMINOSO E E Nº INTER- CARTA NÁUTICA FASE DETALHADA GEOGRÁFICO ALTURA NACIONAL CLASSIFICAÇÃO INTENSIDADE S/W ESTADO DE SÃO PAULO 3246 Laje do Crioulo 23 50,55 Lp. A. 5 Amarela Oeste 45 24,73 3s 1644 A. 0,3 Ecl. 2, Canal Dragado 23 52,53 Lp. E. 5 Articulada, encar- Refletor radar nº ,25 5s nada 1644 E. 0,5 Ecl. 4, Canal Dragado 23 52,36 Lp. V. 5 Articulada, verde Refletor radar nº ,40 5s 1644 V. 0,5 Ecl. 4, Canal Dragado 23 51,35 Lp. E. 5 Articulada, encar- Refletor radar nº ,94 5s nada 1644 E. 0,5 Ecl. 4, Canal Dragado 23 51,16 Lp. V. 5 Articulada, verde Refletor radar nº ,05 5s 1644 V. 0,5 Ecl. 4, Ponta da Sela 23 53,27 Lp (3) B Torre cilíndrica de con- Setor de visibi- G ,68 15s 12 creto armado, com fai- lidade B. 1,0 Ecl. 1,0 xas horizontais brancas B. 1,0 Ecl. 1,0 e encarnadas (226 ) B. 1,0 Ecl. 10, Toque-Toque 23 51,32 Lp. B Estrutura quadrangular Setor de visibi- G ,48 6s 15 em treliça, revestida lidade B. 1,0 Ecl. 5,0 com placas de alumínio, branca (273 ) 10 DH2 31 Corr. 2 04

128 COSTA SUL (Folheto nº 23/04) 143 (1) (2) (3) (4) (5) (6) (7) (8) Nº DE LOCAL POSIÇÃO CARACTERÍSTICA ALTI- ALCANCES DESCRIÇÃO OBSERVAÇÕES ORDEM E NOME PERÍODO TUDE LUMINOSO E E Nº INTER- CARTA NÁUTICA FASE DETALHADA GEOGRÁFICO ALTURA NACIONAL CLASSIFICAÇÃO INTENSIDADE S/W ESTADO DE SÃO PAULO 3268 Alcatrazes 24 05,72 Lp. B Torre tronco piramidal Setor de visibi- G ,16 6s 13 quadrangular de con- lidade B. 0,5 Ecl. 5,5 creto armado, branca (230 ) CANAL DA BERTIOGA 3272 Pedra do Corvo 23 51,41 Lp. B Torre quadrangular Setor de visibi- G ,51 6s 14 de concreto armado, lidade B. 0,3 Ecl. 5,7 encarnada (245 ) 3276 Ponta do Caeté 23 54,40 Lp. E. 4 5 Armação metálica, G ,33 6s 8 encarnada E. 0,5 Ecl. 5, Candinho 23 55,62 Lp. V. 5 Verde ,57 6s V. 0,5 Ecl. 5, Laje de Santos 24 19,16 Lp. B Torre cilíndrica de G ,90 3s 15 alvenaria, com faixas B. 0,3 Ecl. 2,7 horizontais brancas e 1164 pretas Moela 24 03,04 Oc. Alt. BBBE. 110 B. 40 Torre cilíndrica de Radiofarol G ,81 60s E. 39 alvenaria, branca G B. 15,0 Ecl. 4, B. 1,5 Ecl. 4,0 B. 15,0 Ecl. 9,5 E. 1,5 Ecl. 9,5 B E COSTA SUL Baía de Santos 3292 Ilha das Palmas 24 00,53 Lp. E Torre cilíndrica de G ,48 3s 12 concreto armado, E. 0,3 Ecl. 2,7 encarnada 58 4 DH2 31 Corr. 1 04

129 (Folheto nº 23/04) 144 COSTA SUL Baía de Santos (1) (2) (3) (4) (5) (6) (7) (8) Nº DE LOCAL POSIÇÃO CARACTERÍSTICA ALTI- ALCANCES DESCRIÇÃO OBSERVAÇÕES ORDEM E NOME PERÍODO TUDE LUMINOSO E E Nº INTER- CARTA NÁUTICA FASE DETALHADA GEOGRÁFICO ALTURA NACIONAL CLASSIFICAÇÃO INTENSIDADE S/W ESTADO DE SÃO PAULO 3296 Alinh. A 23 59,09 R. B Torre cilíndrica de G 0498 Praia do 46 19,68 1s 9 concreto armado, bran- Boqueirão nº 1 B. 0,5 Ecl. 0,5 ca com uma faixa ho- Anterior 1867 rizontal encarnada Alinh. A 23 58,41 Iso. B Torre quadrangular de Racon N(.) G Praia do 46 19,38 2s 12 concreto armado, com Bandas S e X Boqueirão nº 2 B. 1,0 Ecl. 1,0 faixas horizontais Posterior: aos 3094 encarnadas e brancas 021,5 e na 17 dist. de 0,73M do Anterior Ponta da Praia 23 59,04 F.E.B.V. 13 Diurno Torre quadrangular de Interferência G ,60 E E. 2 concreto armado, com de luzes de B B. 5 faixas horizontais fundo V V. 2 pretas e brancas Setores de vi- Noturno 12 sibilidade E. 5 Encarnado B. 9 53º 57º V. 5 (004º) 12 Branco 57º 58º (001º) Verde 58º 62º (004º) 3312 Alinh. C 23 59,64 R. B Torre quadrangular de G 0501 Rio do Meio 46 17,61 1s 9 concreto armado, com nº 5 Anterior B. 0,5 Ecl. 0,5 faixas horizontais encarnadas e brancas Alinh. C 23 59,65 Iso. B Torre quadrangular de G Rio do Meio 46 17,46 2s 11 concreto armado, com nº 6 Posterior: B. 1,0 Ecl. 1,0 faixas horizontais aos 094 e na 3094 encarnadas e brancas dist. de 250m 13 do Anterior 1701 DH2 31 Corr. 1 04

130 COSTA SUL Baía de Santos (Folheto nº 23/04) 145 (1) (2) (3) (4) (5) (6) (7) (8) Nº DE LOCAL POSIÇÃO CARACTERÍSTICA ALTI- ALCANCES DESCRIÇÃO OBSERVAÇÕES ORDEM E NOME PERÍODO TUDE LUMINOSO E E Nº INTER- CARTA NÁUTICA FASE DETALHADA GEOGRÁFICO ALTURA NACIONAL CLASSIFICAÇÃO INTENSIDADE CANAL DE ACESSO AO PORTO DE SANTOS S/W ESTADO DE SÃO PAULO 3320 Bóia nº ,19 R. E. 5 Encarnada ,07 1s E. 0,5 Ecl. 0, Bóia nº ,89 Lp. V. 5 Verde ,03 3s V. 0,5 Ecl. 2, Bóia nº ,79 Lp. E. 5 Encarnada ,68 3s E. 0,5 Ecl. 2, Bóia nº ,57 Lp. V. 5 Verde ,56 3s V. 0,5 Ecl. 2, Bóia nº ,62 Lp. E. 5 Encarnada ,20 3s E. 0,5 Ecl. 2, Bóia nº ,49 Lp. V. 5 Verde ,97 3s V. 0,5 Ecl. 2, Bóia nº ,51 Lp. V. 5 Verde ,04 3s V. 0,5 Ecl. 2, Fortaleza 23 59,60 Lp. E. 4 6 Armação metálica, G ,32 3s 8 encarnada E. 0,3 Ecl. 2, DH2 31 Corr. 2 04

131 (Folheto nº 23/04) 146 COSTA SUL Porto de Santos (1) (2) (3) (4) (5) (6) (7) (8) Nº DE LOCAL POSIÇÃO CARACTERÍSTICA ALTI- ALCANCES DESCRIÇÃO OBSERVAÇÕES ORDEM E NOME PERÍODO TUDE LUMINOSO E E Nº INTER- CARTA NÁUTICA FASE DETALHADA GEOGRÁFICO ALTURA NACIONAL CLASSIFICAÇÃO INTENSIDADE S/W ESTADO DE SÃO PAULO 3352 Macuco 23 57,13 F. E. Torre Luz particular , Pedra de Teffé 23 57,19 Lp. V. 5 Verde ,52 3s V. 0,5 Ecl. 2, Itapema 23 57,23 F. E. Torre Luz particular , C. S. Ais 23 56,53 MR (9) B. 5 Amarela com uma faixa Giorgios 46 18,61 10s horizontal preta 1701 B. 0,2 Ecl. 0,3 B. 0,2 Ecl. 0,3 B. 0,2 Ecl. 0,3 B. 0,2 Ecl. 0,3 B. 0,2 Ecl. 0,3 B. 0,2 Ecl. 0,3 B. 0,2 Ecl. 0,3 B. 0,2 Ecl. 0,3 B. 0,2 Ecl. 5, Pedra de Itapema 23 56,35 Lp. E. 5 Encarnada ,63 6s E. 0,5 Ecl. 5, Itapema Norte 23 56,22 Lp. E Armação quadrangular G ,54 3s 11 metálica, branca E. 0,3 Ecl. 2, Santo Amaro 23 55,46 Lp. A. 5 Estrutura amarela Luz particular G 0502 Norte nº ,45 3s 1701 A. 0,5 Ecl. 2, Barnabé 23 55,20 Lp. A. 5 Estrutura amarela Luz particular G Leste nº ,60 3s 1701 A. 0,5 Ecl. 2,5 DH2 31 Corr. 2 04

132 COSTA SUL Porto de Santos (Folheto nº 23/04) 147 (1) (2) (3) (4) (5) (6) (7) (8) Nº DE LOCAL POSIÇÃO CARACTERÍSTICA ALTI- ALCANCES DESCRIÇÃO OBSERVAÇÕES ORDEM E NOME PERÍODO TUDE LUMINOSO E E Nº INTER- CARTA NÁUTICA FASE DETALHADA GEOGRÁFICO ALTURA NACIONAL CLASSIFICAÇÃO INTENSIDADE S/W ESTADO DE SÃO PAULO 3372 Barnabé 23 55,53 R. E. 8 5 Armação quadrangular G ,69 1s 9 metálica, branca E. 0,5 Ecl. 0, Valongo nº ,36 Lp. A. 5 Estrutura amarela Luz particular G ,60 3s A. 0,5 Ecl. 2, Barnabé 23 55,13 Lp. A. 5 Estrutura amarela Luz particular G Oeste nº ,10 3s 1701 A. 0,5 Ecl. 2,5 CANAL DE PIAÇAGUERA 3384 Bóia nº ,33 Lp. E. 5 Encarnada ,25 3s E. 0,5 Ecl. 2, Bóia nº ,34 Lp. V. 5 Verde ,33 3s V. 0,5 Ecl. 2, Bóia nº ,24 Lp. E. 5 Encarnada ,33 3s E. 0,5 Ecl. 2, Bóia nº ,16 Lp. E. 5 Encarnada ,45 3s E. 0,5 Ecl. 2, Bóia nº ,19 Lp. V. 5 Verde ,50 3s V. 0,5 Ecl. 2,5 71 DH2 31 Corr. 2 04

133 (Folheto nº 23/04) 148 COSTA SUL Porto de Santos (1) (2) (3) (4) (5) (6) (7) (8) Nº DE LOCAL POSIÇÃO CARACTERÍSTICA ALTI- ALCANCES DESCRIÇÃO OBSERVAÇÕES ORDEM E NOME PERÍODO TUDE LUMINOSO E E Nº INTER- CARTA NÁUTICA FASE DETALHADA GEOGRÁFICO ALTURA NACIONAL CLASSIFICAÇÃO INTENSIDADE S/W ESTADO DE SÃO PAULO 3400 Bóia nº ,03 Lp. E. 5 Encarnada ,98 3s E. 0,5 Ecl. 2, Bóia nº ,08 Lp. V. 5 Verde ,00 3s V. 0,5 Ecl. 2, Píer nº ,18 F. A. 4 5 Poste metálico qua- G 0504 (Extremidade 46 21,56 8 drangular cinza Leste) Bóia nº ,04 Lp. E. 5 Encarnada ,62 3s E. 0,5 Ecl. 2, Bóia nº ,84 Lp. E. 5 Encarnada ,90 3s E. 0,5 Ecl. 2, Bóia nº ,90 Lp. V. 5 Verde Não está 46 22,22 3s representada V. 0,5 Ecl. 2,5 em carta Bóia nº ,84 Lp. E. 5 Encarnada Não está 46 22,16 3s representada E. 0,5 Ecl. 2,5 em carta 71 DH2 31 Corr. 2 04

134 COSTA SUL Porto de Paranaguá (Folheto nº 23/04) 155 (1) (2) (3) (4) (5) (6) (7) (8) Nº DE LOCAL POSIÇÃO CARACTERÍSTICA ALTI- ALCANCES DESCRIÇÃO OBSERVAÇÕES ORDEM E NOME PERÍODO TUDE LUMINOSO E E Nº INTER- CARTA NÁUTICA FASE DETALHADA GEOGRÁFICO ALTURA NACIONAL CLASSIFICAÇÃO INTENSIDADE S/W ESTADO DO PARANÁ CANAL DE ACESSO 3584 Bóia nº ,96 R (2) V. 5 Verde ,14 4s V. 0,5 Ecl. 0,5 V. 0,5 Ecl. 2, Bóia nº ,08 R (3) E. 5 Encarnada ,83 10s E. 0,5 Ecl. 0,5 E. 0,5 Ecl. 0,5 E. 0,5 Ecl. 7, Bóia nº ,18 R (3) V. 5 Verde ,95 10s V. 0,5 Ecl. 0,5 V. 0,5 Ecl. 0,5 V. 0,5 Ecl. 7, Bóia nº ,37 Lp. E. 5 Encarnada ,00 3s E. 0,3 Ecl. 2, Bóia nº ,48 Lp. V. 5 Verde ,08 3s V. 0,3 Ecl. 2, Bóia nº ,78 R (2) E. 5 Encarnada ,91 4s E. 0,5 Ecl. 0,5 E. 0,5 Ecl. 2, Bóia nº ,95 R (2) V. 5 Verde ,02 4s V. 0,5 Ecl. 0,5 V. 0,5 Ecl. 2, Bóia nº ,55 Lp. E. 5 Encarnada ,08 3s E. 0,3 Ecl. 2, Bóia nº ,68 Lp. V. 5 Verde ,08 3s V. 0,3 Ecl. 2,7 39 DH2 31 Corr. 4 04

135 (Folheto nº 23/04) 156 COSTA SUL Porto de Paranaguá (1) (2) (3) (4) (5) (6) (7) (8) Nº DE LOCAL POSIÇÃO CARACTERÍSTICA ALTI- ALCANCES DESCRIÇÃO OBSERVAÇÕES ORDEM E NOME PERÍODO TUDE LUMINOSO E E Nº INTER- CARTA NÁUTICA FASE DETALHADA GEOGRÁFICO ALTURA NACIONAL CLASSIFICAÇÃO INTENSIDADE S/W ESTADO DO PARANÁ 3628 Bóia nº ,61 R (2) E. 5 Encarnada ,29 4s E. 0,5 Ecl. 0,5 E. 0,5 Ecl. 2, Bóia nº ,70 R (2) V. 5 Verde ,25 4s V. 0,5 Ecl. 0,5 V. 0,5 Ecl. 2, Bóia nº ,66 R (3) E. 5 Encarnada ,45 10s E. 0,5 Ecl. 0,5 E. 0,5 Ecl. 0,5 E. 0,5 Ecl. 7, Bóia nº ,76 R (3) V. 5 Verde ,45 10s V. 0,5 Ecl. 0,5 V. 0,5 Ecl. 0,5 V. 0,5 Ecl. 7, Bóia nº ,70 Lp. E. 5 Encarnada ,77 3s E. 0,3 Ecl. 2, Bóia nº ,79 Lp. V. 5 Verde ,75 3s V. 0,3 Ecl. 2, Ilha das Cobras 25 29,34 Lp. B Torre tronco piramidal G ,86 5s 10 quadrangular de con- B. 0,5 Ecl. 4,5 creto armado, branca Ponta da Cruz 25 29,96 Lp. B. 6 8 Tubo metálico com G ,35 6s 9 alhetas de visibilidade B. 1,0 Ecl. 5,0 sobre pilar de concre- 218 to armado, branco 2 DH2 31 Corr. 4 04

136 COSTA SUL Porto de São Francisco do Sul (Folheto nº 23/04) 165 (1) (2) (3) (4) (5) (6) (7) (8) Nº DE LOCAL POSIÇÃO CARACTERÍSTICA ALTI- ALCANCES DESCRIÇÃO OBSERVAÇÕES ORDEM E NOME PERÍODO TUDE LUMINOSO E E Nº INTER- CARTA NÁUTICA FASE DETALHADA GEOGRÁFICO ALTURA NACIONAL CLASSIFICAÇÃO INTENSIDADE ESTADO DE SANTA CATARINA S/W 3780 Laje da 26 13,68 Lp. V. 5 Verde Refletor radar Marcelina 48 38,25 3s 1804 V. 0,3 Ecl. 2, Laje do Barata 26 13,71 R (2) B. 5 Preta com faixas largas Refletor radar ,44 5s horizontais encarnadas B. 0,3 Ecl. 0,9 B. 0,3 Ecl. 3, Parcel da Torre 26 13,68 Lp. E. 5 Encarnada ,65 3s E. 0,3 Ecl. 2, Laje da Cruz 26 14,02 Lp (2) B. 5 Preta com faixas largas Refletor radar ,38 5s horizontais encarnadas B. 0,5 Ecl. 1,0 B. 0,5 Ecl. 3, Laje do Muchocho 26 14,13 Lp (2) B. 5 Preta com faixas largas ,67 10s horizontais encarnadas B. 0,5 Ecl. 1,5 B. 0,5 Ecl. 7, Laje da Vitória 26 14,17 R. B. 5 Preta sobre amarela ,43 1s B. 0,3 Ecl. 0, Abreu de Fora 26 14,55 Lp. V. 7 8 Torre tronco piramidal G ,74 3s 10 triangular de concreto V. 0,3 Ecl. 2,7 armado, verde Alagada 26 15,45 Lp. E. 3 5 Estrutura em alvenaria, 1805 ER 48 41,59 5s 7 encarnada E. 0,5 Ecl. 4, Ilha do Corisco 26 15,56 Lp. V. 3 5 Estrutura em alvenaria, 1805 ER 48 41,63 6s 7 verde V. 0,5 Ecl. 5, DH2 31 Corr. 1 04

137 (Folheto nº 23/04) 166 COSTA SUL Porto de São Francisco do Sul (1) (2) (3) (4) (5) (6) (7) (8) Nº DE LOCAL POSIÇÃO CARACTERÍSTICA ALTI- ALCANCES DESCRIÇÃO OBSERVAÇÕES ORDEM E NOME PERÍODO TUDE LUMINOSO E E Nº INTER- CARTA NÁUTICA FASE DETALHADA GEOGRÁFICO ALTURA NACIONAL CLASSIFICAÇÃO INTENSIDADE S/W ESTADO DE SANTA CATARINA 3804 Laje do Fundão 26 15,89 Lp. E. 8 5 Torre triangular de G ER 48 40,62 7s 9 concreto armado, E. 0,5 Ecl. 6,5 encarnada Pernambuco 26 15,92 Lp. E. 4 6 Coluna em concreto G ER 48 41,00 3s 8 armado, encarnada E. 0,5 Ecl. 2, Pedra da Cruz 26 16,47 Lp (2) B. 5 Preta com faixas lar- Refletor radar 1805 ER 48 40,64 10s gas horizontais encar- B. 1,0 Ecl. 1,0 nadas B. 1,0 Ecl. 7, Rio Cachoeira nº ,13 Lp. V. 5 Verde 1805 ER 48 44,22 5s V. 0,5 Ecl. 4, Rio Cachoeira nº ,70 Lp. E. 5 Encarnada 1805 ER 48 45,04 6s E. 0,5 Ecl. 5, Ponto Zero 26 13,85 Lp. A. 9 5 Estrutura amarela Luz particular G ,99 3s 5 A. 0,3 Ecl. 2, Araquari 26 27,14 F. A. 6 7 Estrutura circular G 0550 (Molhe Norte) 48 35,66 9 de alvenaria, branca Araquari 26 27,16 Lp. B. 8 8 Pilar cilíndrico de (Molhe Sul) 48 35,60 5s 9 alvenaria, branco 1830 B. 0,5 Ecl. 4, São Francisco 26 13,88 Lp. A. 5 Monobóia amarela Mantida pela do Sul (Termi 48 25,10 3s Petrobras nal) A. 0,3 Ecl. 2, COSTA SUL 3814 Coral 26 37,81 Lp. A. 5 Monobóia amarela Mantida pela ,04 3s Petrobras A. 0,5 Ecl. 2,5 DH2 31 Corr. 1 04

138 COSTA SUL (Folheto nº 23/04) 167 (1) (2) (3) (4) (5) (6) (7) (8) Nº DE LOCAL POSIÇÃO CARACTERÍSTICA ALTI- ALCANCES DESCRIÇÃO OBSERVAÇÕES ORDEM E NOME PERÍODO TUDE LUMINOSO E E Nº INTER- CARTA NÁUTICA FASE DETALHADA GEOGRÁFICO ALTURA NACIONAL CLASSIFICAÇÃO INTENSIDADE S/W ESTADO DE SANTA CATARINA 3815 Pedra do Cação 26 46,79 Lp (2) B. 6 Preta com faixa lar ,09 10s ga horizontal encar- B. 1,0 Ecl. 1,0 nada B. 1,0 Ecl. 7, Ponta do Varrido 26 47,06 Lp. B Armação tronco pira- G ,12 6s 17 midal quadrangular B. 1,0 Ecl. 5,0 em treliça metálica 4211 com placa de visibilidade, branca com faixa horizontal preta 10 COSTA SUL Porto de Itajaí CANAL DE ACESSO 3820 Itajaí nº ,70 Lp. E. 5 Encarnada ,05 3s E. 0,3 Ecl. 2, Itajaí nº ,71 R (2) E. 5 Encarnada ,73 4s E. 0,3 Ecl. 0,7 E. 0,3 Ecl. 2, Itajaí nº ,88 Lp. V Torre quadrangular G ,98 3s 12 de concreto sobre V. 0,5 Ecl. 2,5 pilares, branca Itajaí nº ,76 Lp (3) E Torre quadrangular G ,17 10s 10 de concreto armado, E. 1,0 Ecl. 1,0 branca E. 1,0 Ecl. 1,0 5 E. 1,0 Ecl. 5, Itajaí nº ,85 R (2) V. 6 5 Torre tronco piramidal G ,47 3s 9 sobre base quadrangular V. 0,5 Ecl. 0,5 de alvenaria, verde V. 0,5 Ecl. 1, DH2 31 Corr. 2 04

139 (Folheto nº 23/04) 168 COSTA SUL Porto de Itajaí (1) (2) (3) (4) (5) (6) (7) (8) Nº DE LOCAL POSIÇÃO CARACTERÍSTICA ALTI- ALCANCES DESCRIÇÃO OBSERVAÇÕES ORDEM E NOME PERÍODO TUDE LUMINOSO E E Nº INTER- CARTA NÁUTICA FASE DETALHADA GEOGRÁFICO ALTURA NACIONAL CLASSIFICAÇÃO INTENSIDADE S/W ESTADO DE SANTA CATARINA 3838 Itajaí nº ,72 Lp. E. 6 6 Torre cilíndrica, com ,50 6s base de concreto ar- B. 0,5 Ecl. 5,5 mado com três canos 95 de fibra de vidro intercalados, encarnada e branca Itajaí nº ,75 Lp. V. 5 5 Torre tronco pira- G ,79 3s 8 midal sobre base V. 0,3 Ecl. 2,7 quadrangular de alvenaria, verde Itajaí nº ,60 Lp. E. 4 5 Torre tronco pira- G ,75 3s 8 midal sobre base E. 0,3 Ecl. 2,7 quadrangular de 75 alvenaria, encarnada Itajaí nº ,64 Lp (3) V. 4 5 Torre tronco pira- G ,95 12s 8 midal sobre base V. 0,5 Ecl. 1,5 quadrangular de con- V. 0,5 Ecl. 1,5 concreto armado, V. 0,5 Ecl. 7,5 verde Itajaí nº ,30 R (2) E. 6 5 Torre tronco pira- G ,05 3s 9 midal sobre base E. 0,5 Ecl. 0,5 quadrangular de con- E. 0,5 Ecl. 1,5 creto armado, encar- 82 nada 3853 Itajaí nº ,10 Lp (3) E. 5 5 Torre tronco pira- G ,21 10s 8 midal sobre base E. 1,0 Ecl. 1,0 quadrangular de al- E. 1,0 Ecl. 1,0 venaria, encarnada E. 1,0 Ecl. 5, Gelopesca 26 53,39 F. E. Luz particular , Antena Cabeçudas 26 55,21 F. E Luz particular G ,62 DH2 31 Corr. 2 04

140 COSTA SUL (Folheto nº 23/04) 175 (1) (2) (3) (4) (5) (6) (7) (8) Nº DE LOCAL POSIÇÃO CARACTERÍSTICA ALTI- ALCANCES DESCRIÇÃO OBSERVAÇÕES ORDEM E NOME PERÍODO TUDE LUMINOSO E E Nº INTER- CARTA NÁUTICA FASE DETALHADA GEOGRÁFICO ALTURA NACIONAL CLASSIFICAÇÃO INTENSIDADE S/W ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL 3996 Solidão 30 42,06 Lp (2) B Torre troncônica de Racon K G ,82 12s 14 concreto armado, (. ) B. 1,0 Ecl. 2,0 encarnada Bandas S e X B. 1,0 Ecl. 8, Mostardas 31 14,78 Oc. Alt. BBEE. 39 B. 40 Torre troncônica de Racon C G ,31 40s E. 34 concreto armado, com (..) G B. 10,0 Ecl. 4,5 16 faixas horizontais Bandas S e X B. 1,0 Ecl. 4,5 pretas e brancas E. 10,0 Ecl. 4,5 38 E. 1,0 Ecl. 4,5 B E Capão da Marca 31 29,96 Lp (3) B Torre cilíndrica de con- G de Fora 51 11,15 10s 16 creto armado, branca 2100 B. 1,0 Ecl. 1,0 com uma faixa hori- B. 1,0 Ecl. 1,0 zontal central encarnada B. 1,0 Ecl. 5, Conceição 31 43,78 Lp (2) B Torre quadrangular em Racon B G ,81 10s 15 treliça, com faixas ho- (...) B. 1,0 Ecl. 1,0 rizontais brancas e en- Bandas S e X B. 1,0 Ecl. 7,0 carnadas Estreito 31 52,83 LpL. B Armação quadrangular G ,31 15s 16 em treliça metálica, B. 2,0 Ecl. 13,0 branca COSTA SUL Porto do Rio Grande 4008 Barra 32 07,04 Oc (6) B Torre troncônica me- Racon K G ,58 21s 15 tálica, com faixas (. ) G B. 10,0 Ecl. 1,0 horizontais pretas e Bandas S e X B. 0,6 Ecl. 1,5 brancas B. 0,6 Ecl. 1,5 31 B. 0,6 Ecl. 1,5 B. 0,6 Ecl. 1,5 B. 0,6 Ecl. 1, CANAL DE ACESSO AOS TERMINAIS 4012 Bóia nº ,18 R. E. 5 Encarnada ,26 1s E. 0,5 Ecl. 0,5 42 DH2 31 Corr. 2 04

141 (Folheto nº 23/04) 176 COSTA SUL Porto do Rio Grande (1) (2) (3) (4) (5) (6) (7) (8) Nº DE LOCAL POSIÇÃO CARACTERÍSTICA ALTI- ALCANCES DESCRIÇÃO OBSERVAÇÕES ORDEM E NOME PERÍODO TUDE LUMINOSO E E Nº INTER- CARTA NÁUTICA FASE DETALHADA GEOGRÁFICO ALTURA NACIONAL CLASSIFICAÇÃO INTENSIDADE S/W ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL 4016 Bóia nº ,28 R. V. 5 Verde ,34 1s V. 0,5 Ecl. 0, Bóia nº ,89 Lp. E. 5 Encarnada Baixa trans ,83 6s parência E. 0,5 Ecl. 5,5 atmosférica Bóia nº ,98 Lp. V. 5 Verde Baixa trans ,90 6s parência V. 0,5 Ecl. 5,5 atmosférica Bóia nº ,55 Lp (2) E. 5 Encarnada Baixa trans ,41 6s parência E. 0,5 Ecl. 0,5 atmosférica E. 0,5 Ecl. 4, Bóia nº ,66 Lp (2) V. 5 Verde Baixa trans ,49 6s parência V. 0,5 Ecl. 0,5 atmosférica V. 0,5 Ecl. 4, Bóia nº ,32 Lp (3) V. 5 Verde Baixa trans ,84 12s parência V. 0,5 Ecl. 1,5 atmosférica V. 0,5 Ecl. 1,5 V. 0,5 Ecl. 7, Molhe Leste 32 11,08 LpL. E Estrutura quadrangu- Baixa trans- G ,60 10s 11 lar sobre pilares e parência E. 2,0 Ecl. 8,0 base de concreto atmosférica 670 armado, branca 10 DH2 31 Corr. 2 04

142 (Folheto nº 23/04) ITAPUÃ 1472 SANTO ANTÔNIO 1488 QUEBRA-MAR SUL 1492 SUL DO QUEBRA-MAR NORTE 1496 NORTE DO QUEBRA- MAR NORTE 1500 MONTE SERRAT 1526 ARATU 1530 PONTA DO FORTE 1576 COTEGIPE 1612 CABOTO 1613 ITAMOABO 1696 ILHA DO FRADE DH2-31 Corr. 1 04

143 (Folheto nº 23/04) OURÉIS 1704 SAUBARA 1716 PEDRA DO ITAIPABO 1720 PARAGUAÇU 1728 CABEÇA DE NEGRO 1730 SALAMINA 1732 FRANCÊS 1752 ITAPARICA Nº ITAPARICA Nº MAR GRANDE BARRA DO POTE 1776 MORRO DE SÃO PAULO DH2-31 Corr. 1 04

144 (Folheto nº 23/04) PONTA MUTÁ 1783 MORRO DE TAIPUS 1784 CONTAS 1788 ILHÉU GRANDE 1792 MALHADO 1808 ILHÉUS 1810 COMANDATUBA DH2-31 Corr. 1 04

145 (Folheto nº 23/04) 268 DH2-31 Corr. 1 04

146 AVISOS AOS NAVEGANTES FOLHETO Nº 23, DE 15 DE DEZEMBRO DE 2004 ANEXO REFERENTE À SEÇÃO VI FOLHA DE CORREÇÕES Nº 18 AO ROTEIRO COSTA SUL, 1994 (VENDA PROIBIDA) DIRETORIA DE HIDROGRAFIA E NAVEGAÇÃO CENTRO DE HIDROGRAFIA DA MARINHA BRASIL

147 FOLHETO DE AVISOS AOS NAVEGANTES N º 23/2004 SEÇÃO VI ROTEIRO COSTA SUL, 1994 FOLHA DE CORREÇÕES N º 18 Correções precedentes: Folhetos nº s 16 e 23 de 1994; 8, 13 e 21 de 1995; 3 e 23 de 1996; 10 de 1997; 22 e 24 de 1998; 4 e 15 de 1999; 9 e 22 de 2001; 19 e 20 de 2003; e 5 de Lista de Páginas Efetivas (Folheto nº 5/04) Cancelar e substituir pela Lista de Páginas Efetivas (Folheto nº 23/04). Páginas 5/6, 7/8 (Folheto nº 8/95) e 9/10 Cancelar e substituir pelas páginas 5 a 10 (Folheto nº 23/04). Páginas 21 a 26 (Folheto nº 22/01) Cancelar e substituir pelas páginas 21 a 26 (Folheto nº 23/04). Páginas 29/30 e 31/32 (Folheto nº 22/01) Cancelar e substituir pelas páginas 29 a 32 (Folheto nº 23/04). Páginas 59/60 (Folheto nº 5/04), 63 a 76 (Folheto nº 22/01) e 76a/76b (Folheto nº22/01) Cancelar e substituir pelas páginas 59/60 (Folheto nº 23/04), 63 a 76 (Folheto nº 23/04) e 76a/76b (Folheto nº 23/04). Páginas 121/122 (Folheto nº 24/98) Cancelar e substituir pelas páginas 121/122 (Folheto nº 23/04). Página 195 (Folheto nº 5/04) linhas 23 e 24 Cancelar e substituir por o trecho entre a extremidade dos molhes e o porto Velho está dividido em 9 áreas, denominadas de ALFA até FOXTROT, GOLF I, GOLF II e GOLF III. Páginas 197/198 (Folheto nº 5/04) Cancelar e substituir pelas páginas 197/198 (Folheto nº 23/04).

148 (Folheto nº 23/04) LISTA DE PÁGINAS EFETIVAS Esta lista dá a situação das páginas do Roteiro Costa Sul, 1994, até o folheto Avisos aos Navegantes nº 23/04. Página Situação Folha de rosto (I e II) Original Lista de páginas efetivas (IIa e IIb) Folheto nº 23/04 III a VI Original VII e VIII Folheto nº 22/01 IX e X Folheto nº 4/99 XI a XX Folheto nº 9/01 1 a 4 Folheto nº 19/03 5 a 10 Folheto nº 23/04 11 e 12 Original 13 a 20 Folheto nº 22/01 21 a 26 Folheto nº 23/04 27 e 28 Folheto nº 22/01 28a e 28b Folheto nº 22/01 29 a 32 Folheto nº 23/04 33 a 38 Folheto nº 8/95 39 a 50 Original 51 e 52 Folheto nº 22/01 53 a 56 Folheto nº 22/98 57 e 58 Original 59 e 60 Folheto nº 23/04 61 e 62 Original 63 a 76 Folheto nº 23/04 76a e 76b Folheto nº 23/04 77 e 78 Original 79 e 80 Folheto nº 24/98 81 e 82 Original 83 e 84 Folheto nº 13/95 85 a 104 Folheto nº 24/98 104a e 104b Folheto nº 24/ e 106 Original 107 a 118 Folheto nº 9/01 118a e 118b Folheto nº 9/ e 120 Folheto nº 24/ e 122 Folheto nº 23/04 DH1-III-12 Corr

149 (Folheto nº 23/04) IIb ROTEIRO COSTA SUL Página Situação 123 a 132 Folheto nº 24/98 132a e 132b Folheto nº 24/ e 134 Original 135 e 136 Folheto nº 5/ a 148 Folheto nº 19/03 148a e 148b Folheto nº 19/ e 150 Original 151 a 154 Folheto nº 9/01 154a e 154b Folheto nº 9/ a 174 Folheto nº 9/ e 176 Original 177 a 180 Folheto nº 5/04 180a e 180b Folheto nº 5/ e 182 Original 183 e 184 Folheto nº 23/ a 192 Original 193 a 196 Folheto nº 5/ e 198 Folheto nº 23/ a 204 Folheto nº 5/04 204a e 204b Folheto nº 5/ a 212 Original 213 e 214 Folheto nº 23/ a 254 Original 255 a 258 Folheto nº 19/ a 278 Original 279 a 282 Folheto nº 19/03 DH1-III-12 Corr

150 (Folheto nº 23/04) 5 CAPÍTULO I INFORMAÇÕES GERAIS CARTA E CARTOGRAFIA Qualidade da carta O valor de uma carta depende principalmente da precisão do levantamento em que ela é baseada, sendo este fato tão mais relevante quanto maior a escala da carta. A data do levantamento, que é sempre indicada no título da carta, é um bom guia para se avaliar sua qualidade. Os primitivos levantamentos eram feitos, muitas vezes, em circunstâncias que impediam a obtenção de dados precisos e em quantidade suficiente, pelo que as cartas neles baseadas devem ser utilizadas com precaução. Mesmo em cartas resultantes de levantamentos mais recentes, porém de áreas em que a natureza do fundo é areia ou lama, principalmente nos rios e nas proximidades de suas embocaduras, com o decorrer dos anos podem ocorrer sensíveis alterações nas profundidades representadas. Outra maneira de se avaliar a qualidade de uma carta é o exame da quantidade e da distribuição das profundidades nela representadas. O principal método para se conhecer o relevo do fundo do mar é o laborioso processo de sondagem, no qual um navio ou embarcação sonda uma área seguindo linhas contínuas, uniformemente espaçadas, cujas sondagens indicam as profundidades de uma área diminuta e que representa o relevo submarino de uma faixa de pouca largura. Por vezes, não havendo indícios de existência de um alto-fundo, sua localização pode escapar quando se sonda sobre duas linhas que o ladeiam, sendo esta possibilidade tanto maior quanto menor for a escala do levantamento e portanto maior o afastamento no mar das duas linhas de sondagem. Espaços em branco entre as sondagens podem significar que nestas áreas elas não foram feitas. Quando as profundidades representadas na carta são grandes e uniformes, pode-se considerar que nos espaços em branco também há grandes profundidades; quando as sondagens indicam grandes variações em fundo de pouca água e a carta mostra a existência de pedras e altos-fundos na região, tais espaços devem ser considerados como suspeitos. Exceto nos portos mais freqüentados e em suas proximidades, pode-se afirmar que em nenhum levantamento até agora realizado o exame do fundo do mar foi bastante minucioso, para se ter certeza de que todos os perigos foram encontrados e delimitados. As cartas costeiras, por conseguinte, não devem ser consideradas como representativas do real relevo submarino; em uma costa rochosa, não se deve navegar por dentro da linha de 20 metros de profundidade, sem se tomar todas as precauções para evitar um possível perigo. Mesmo nas cartas de grande escala, deve-se evitar, sempre que possível, passar sobre fundos irregulares representados na carta, porque algumas pedras isoladas são tão escarpadas que a sondagem pode não ter atingido a sua parte de menos água. 1ª edição e data de publicação A publicação de uma carta abrangendo uma área que não tenha sido previamente cartografada na escala apresentada ou abrangendo uma área diferente das cartas existentes, constitui sua 1ª edição. A data da 1ª edição coincide sempre com a de publicação da carta e as duas indicações aparecem na margem inferior. DH1-III-12 Corr

151 (Folheto nº 23/04) 6 ROTEIRO COSTA SUL Reimpressão A reimpressão de uma carta constitui uma nova impressão da edição em vigor, sem qualquer alteração significativa para a navegação, a não ser as já previamente divulgadas por Avisos aos Navegantes. A reimpressão pode incluir também outras pequenas alterações que não afetam a segurança da navegação e que, por conseguinte, não foram divulgadas por Avisos aos Navegantes. A reimpressão de uma carta não cancela a impressão anterior da mesma edição. Nova edição Uma nova edição é publicada quando uma carta fica desatualizada, geralmente devido à realização de novos levantamentos, implicando em importantes alterações nas informações essenciais à navegação, além das já divulgadas por Avisos aos Navegantes. Uma nova edição cancela a edição anterior. A data das edições subseqüentes à 1ª edição é informada na margem inferior direita da carta, em substituição à desta, permanecendo inalterada a data de publicação, no centro da margem inferior. Classificação As cartas publicadas pela DHN obedecem geralmente à seguinte classificação, em função do trecho abrangido: Cartas gerais: abrangem um extenso trecho, têm escala menor que 1: e se destinam ao estudo de grandes derrotas oceânicas; Cartas de grandes trechos: têm escalas compreendidas entre 1: e 1: e se destinam à navegação fora do alcance de faróis e pontos de terra. Incluem-se nesta classificação as cartas de dezenas 10, 20 e 30, todas com a mesma unidade; Cartas de médios trechos: têm escalas compreendidas entre 1: e 1: e também se destinam à navegação fora do alcance de faróis e pontos de terra. Incluem-se nesta classificação as cartas da série de dezenas 40 a 90, todas com a mesma unidade; Cartas de pequenos trechos: têm escalas entre 1: e 1: e se destinam à navegação costeira. As cartas da série de centenas 100 a 2200, todas com a mesma unidade, estão incluídas nesta divisão; e Cartas particulares: abrangem reduzidos trechos da costa ou porto, baía, etc., e suas proximidades. São construídas em escala maior que 1: e subdivididas nos seguintes grupos: cartas de aproximação, geralmente com escala entre 1: e 1: e destinadas à aterragem de determinados portos ou passagem por determinadas áreas críticas de perigos, afastadas da costa; e cartas de portos, baías, etc., em escala maior que 1:50.000, de acordo com a importância do porto, sendo consideradas também a quantidade e a natureza dos perigos da região. Uso O navegante deve usar sempre a carta de maior escala disponível para navegar em uma determinada região, pelos seguintes motivos principais: a quantidade de detalhes que interessam à navegação diminui à medida que a escala da carta diminui; as alterações importantes ocorridas em uma área são lançadas primordialmente nas cartas de maior escala, podendo haver correções nestas cartas sem que o trecho correspondente na carta de menor escala tenha sido corrigido; e, na colocação da posição do navio na carta, um mesmo erro gráfico pode corresponder desde algumas dezenas de metros, na carta de maior escala, até muitos décimos de milha, nas cartas de menor escala, o que é muito importante, principalmente nas proximidades da costa ou de perigo. Correção a bordo Ao usar uma carta recém-comprada, o navegante deve verificar se não há nenhum aviso permanente que a tenha alterado, após o último aviso nela registrado, e deve anotar todos os avisos-rádio, temporários e preliminares que a DH1-III-12 Corr. 1 04

152 CARTA E CARTOGRAFIA (Folheto nº 23/04) 7 afetam e continuam em vigor, de acordo com o último folheto quinzenal Avisos aos Navegantes. Todas as alterações que afetam a segurança da navegação e que podem ser introduzidas na carta à mão ou por colagem de trecho, são divulgadas por avisos aos navegantes. Nestas correções é importante observar os seguintes critérios: devem ser usadas as convenções da carta nº da DHN Símbolos, Abreviaturas e Termos Usados nas Cartas Náuticas Brasileiras; os acréscimos devem ser feitos de maneira a não prejudicar qualquer informação já existente; as informações canceladas ou corrigidas em caráter permanente devem ser riscadas a tinta violeta, nunca rasuradas; e as notas de precaução, proibição, marés, correntes, etc. devem ser colocadas em local conveniente, de preferência próximo do título, quando o aviso aos navegantes não especificar a posição onde devem ser inseridas. Quando a correção da carta for efetuada pela colagem de pequenos trechos, o navegante deve observar o seguinte: as reproduções não mostram somente alterações ou acréscimos, podendo também cancelar informações da carta. Um aviso acompanhado de uma reprodução de trecho não dispensa, de modo algum, a leitura cuidadosa do seu texto; as linhas limites de uma reprodução de trecho são determinadas pela conveniência de precisar a sua colocação na carta. Ao se fazer a colagem, a reprodução pode ser reduzida, desde que fique assegurado que a parte colada contenha as alterações sofridas pela carta; e devido às deformações do papel, nem sempre as reproduções se superpõem exatamente no trecho da carta a corrigir. A colagem deve ser feita de maneira que as principais informações fiquem, tanto quanto possível, nas posições corretas. As alterações decorrentes de aviso-rádio devem ser inseridas a lápis na carta afetada e apagadas logo que novo aviso as cancelar ou na data que for determinada pelo aviso que as divulgou. Estas alterações, enquanto em vigor, são repetidas no folheto quinzenal Avisos aos Navegantes. As alterações decorrentes de aviso temporário devem ser feitas a lápis, anotandose junto a elas, também a lápis, o número e o ano do aviso (Ex. S 33 (T)/04). Tais alterações devem ser apagadas logo que forem canceladas por outro aviso. As correções decorrentes de aviso preliminar devem ser feitas a lápis, anotandose junto a elas, também a lápis, o número e o ano do aviso (Ex. S 91 (P)/04). Se o aviso entrar em vigor como permanente em data prefixada e sem novo aviso, seu número deve ser anotado a lápis no canto esquerdo da margem inferior da carta e ambos correção e número do aviso devem ser cobertos com tinta violeta na data de entrada em vigor como permanente. As correções decorrentes de aviso permanente devem ser feitas à tinta violeta, de maneira clara e sem rasuras. No canto esquerdo da margem inferior da carta devem ser registrados com tinta violeta o ano, se ainda não estiver escrito, e o número do aviso. Linhas de igual profundidade Exceto em cartas de portos que tenham sido levantados com detalhes, a linha de 10 metros deve ser considerada como linha de precaução ou perigo, devido à possibilidade da existência de irregularidade no fundo não conhecida. Em levantamentos gerais da costa e de portos pouco freqüentados, as necessidades da navegação não exigem o grande gasto de tempo que seria necessário para um levantamento detalhado. Em costas rochosas, a linha de 20 metros constitui uma outra chamada de atenção, especialmente para navios de maior calado. DH1-III-12 Corr

153 (Folheto nº 23/04) 8 ROTEIRO COSTA SUL As cartas em que as linhas de igual profundidade não estão traçadas devem ser utilizadas com especial cuidado, porque isto significa que as sondagens não foram suficientes ou o fundo é tão irregular que não foi possível traçá-las com precisão. Profundidades isoladas, indicando menos água do que a existente em suas proximidades, devem ser evitadas, especialmente se elas estiverem envolvidas por uma linha de perigo. Profundidades e limites de áreas dragadas No interior dos limites das áreas dragadas representadas nas cartas brasileiras, a profundidade da dragagem inicialmente informada será sempre a menor profundidade encontrada em levantamento batimétrico de verificação da dragagem, homologado pelo CHM. A representação dos limites da área dragada atenderá a critérios do CHM, sendo sempre que possível igual à dos limites do projeto da dragagem. Ocorrendo redução de profundidades, por qualquer motivo, depois da dragagem, a menor profundidade encontrada passará a ser a informada como a da área dragada, seguida do ano da constatação desta menor profundidade. Datum horizontal As redes geodésicas das cartas brasileiras estão sendo recalculadas, para serem referidas a um datum horizontal único, o do WGS-84. Como há cartas contíguas e/ou do mesmo trecho com escalas diferentes e ainda referidas a data diferentes, a plotagem da posição quando se muda de carta deve ser feita por marcação e distância de um acidente ou marca bem definido em ambas as cartas. Do mesmo modo, quando um navio tiver que informar uma posição precisa, por coordenadas geográficas, deve mencionar o número da carta utilizada. As posições obtidas pelo sistema de navegação por satélite referidas ao WGS-84 devem ser corrigidas para plotagem nas cartas brasileiras cujo datum horizontal ainda não é o do WGS-84. Os valores das correções constam no título da carta, no quadro Posicionamento por Satélite. Deformação O papel em que as cartas são impressas, embora atenda a rigorosas especificações de fabricação, pode sofrer deformações que raramente atingem valores capazes de afetar a segurança da navegação. Não se deve, porém, esperar que séries rigorosas de ângulos entre vários pontos determinem uma única posição, quando cuidadosamente plotados na carta, especialmente se os pontos usados estiverem muito longe. A deformação será tanto maior quanto maior for o tamanho da carta. Bóias Não se deve confiar em que as bóias mantenham sempre a posição representada na carta, especialmente se estão fundeadas em mar aberto. Elas devem ser consideradas como um alerta ao navegante, nunca como marca que possa ser utilizada para determinação precisa da posição do navio, por qualquer método. Também não se deve confiar plenamente nas características das bóias luminosas. Devido aos choques das ondas, as avarias causadas em seus delicados aparelhos podem modificar a característica da luz e mesmo provocar o apagamento das bóias. As informações sobre bóias, nas cartas, obedecem aos seguintes critérios básicos: nas cartas particulares devem constar as descrições abreviadas completas de todo o balizamento luminoso e todo o balizamento cego; nas cartas de pequenos trechos não devem constar as bóias luminosas e cegas dos portos e canais interiores; nas demais bóias luminosas só deve ser indicada a característica da luz; e nas cartas de médios trechos e grandes trechos não deve constar nenhuma bóia. DH1-III-12 Corr. 2 04

154 CARTA E CARTOGRAFIA (Folheto nº 23/04) 9 Faróis O alcance luminoso em milhas náuticas informado na Lista de Faróis e nas cartas brasileiras corresponde ao calculado pela fórmula de Allard, considerandose um período noturno com coeficiente de transparência atmosférica (T) igual a 0,85, correspondente a um valor de visibilidade meteorológica de 18,4M. Os círculos ou arcos de círculo representados nas cartas em torno da posição de um farol não representam a distância em que ele pode ser avistado; eles indicam apenas o setor de visibilidade, o setor obscurecido ou os setores em que a luz tenha característica ou cores diferentes. As informações sobre faróis, nas cartas, obedecem aos seguintes critérios básicos: nas cartas particulares devem constar todos os faróis e faroletes, com suas descrições abreviadas completas; nas cartas de pequenos trechos devem constar os faróis e faroletes da costa que normalmente são utilizados na navegação costeira e nas aterragens, devendo ter as descrições abreviadas completas; e nas cartas de médios trechos e grandes trechos só devem constar os faróis que tenham alcance igual ou superior a 15M, indicando apenas a característica, a cor e o alcance da luz. Sinais de cerração O som se propaga na atmosfera de maneira caprichosa, devendo-se ter sempre em mente que: os sinais de cerração são ouvidos a distâncias que variam grandemente; em certas condições atmosféricas, quando um sinal de cerração é uma combinação de sons altos e baixos, um desses tipos de som pode ser completamente inaudível; existem, ocasionalmente, áreas em torno de um sinal de cerração em que ele é totalmente inaudível; uma cerração pode existir a pequena distância de uma estação de sinais sonoros e não ser visível dela, não sendo, portanto, emitido o sinal; e alguns sinais não podem ser postos em funcionamento imediatamente depois de pressentidos indícios de cerração. As informações sobre sinais de cerração, nas cartas, obedecem aos seguintes critérios básicos: nas cartas particulares devem ser representados todos os sinais de cerração; nas cartas destinadas à navegação costeira devem ser representados somente os principais sinais de cerração, isto é, os que são normalmente utilizados na navegação costeira e nas aterragens; e nas cartas de médios trechos e grandes trechos não devem constar sinais de cerração. Os detalhes dos sinais de cerração, caso o espaço permita, são informados junto ao símbolo do sinal; em caso contrário, são dispostos em uma tabela, em lugar destacado na carta. Presentemente, não há nenhum sinal de cerração na costa do Brasil Setas As setas indicativas de corrente, existentes nas cartas, indicam a direção mais freqüente ou a direção média da corrente oceânica ou de maré. Elas são apenas indicadores aproximados da direção e velocidade da corrente, porque geralmente resultam de observações efetuadas durante um período relativamente curto. DH1-III-12 Corr. 1 04

155 (Folheto nº 23/04) 10 ROTEIRO COSTA SUL Variação da declinação magnética Não se deve esquecer o valor da variação da declinação magnética, ao colocar-se na carta posições determinadas por marcações com agulha magnética. As informações existentes nas cartas ficam desatualizadas no fim de alguns anos e, em certos casos, quando utilizando carta de pequena escala ou quando as marcações são de objetos muito distantes, esse erro pode atingir valores apreciáveis. Nas altas latitudes, as variações da declinação magnética atingem valores extremamente altos, para posições geográficas relativamente próximas. Em algumas cartas gerais, que abrangem áreas em que há considerável variação da declinação magnética, seus valores são indicados por linhas isogônicas. SINALIZAÇÃO NÁUTICA Lista de Faróis É uma publicação de auxílio à navegação que contém todas as informações sobre os faróis, barcas-faróis, faroletes e bóias de luz localizados na costa, nos rios, nas lagoas e nas ilhas brasileiras, assim como nas costas de outros países representadas nas cartas brasileiras. Alguns aerofaróis, visíveis do mar, e algumas luzes de obstáculo aéreo instaladas em estruturas notáveis para o navegante e representadas nas cartas, também constam na Lista de Faróis. As correções à Lista de Faróis são divulgadas na Seção IV do folheto quinzenal Avisos aos Navegantes. As normas para registro e controle dessas correções constam na introdução da publicação. Sistema de balizamento O Brasil adota o Sistema de Balizamento Marítimo, Região B, da Associação Internacional de Sinalização Marítima (IALA), aprovado pelo Decreto nº , de 03/01/86, e constituído dos seguintes tipos de sinais: Sinais Laterais, aqueles que, seguindo a direção convencional do balizamento, utilizam, de dia e de noite, as cores encarnada e verde para indicar, respectivamente, os lados a boreste e a bombordo, dos canais. Em um ponto onde haja bifurcação de um canal, um sinal lateral modificado pode ser usado para indicar a via preferencial. A direção convencional do balizamento deve ser indicada nos documentos náuticos apropriados; Sinais Cardinais, os que são usados para indicar que as águas mais profundas em uma área estão no quadrante que tem o nome do sinal; ou qual o quadrante seguro para ultrapassar um perigo; ou para chamar a atenção para um ponto importante de um canal, tal como uma curva, uma junção, uma bifurcação ou o extremo de um baixio. Os quatro quadrantes (Norte, Este, Sul e Oeste) são limitados pelas marcações verdadeiras NW NE, NE SE, SE SW e SW NW, tomadas a partir do ponto de referência (ponto a ser defendido ou indicado pelo sinal e sobre o qual se deseja chamar a atenção do navegante). O nome de um sinal cardinal indica o quadrante em que o navegante deve passar, em relação à posição do sinal; Sinais de Perigo Isolado, os que indicam um perigo isolado e são construídos sobre ou fundeados junto ou sobre um perigo que tenha águas navegáveis em toda a sua volta; Sinais de Águas Seguras, os que indicam que há águas navegáveis em torno do sinal. Incluem-se nesta categoria os sinais de linha de centro e os de meio de canal. Também podem ser usados como variação de um sinal cardinal ou lateral, indicando uma aproximação de terra; Sinais Especiais, os que não têm como objetivo principal auxiliar a navegação. Indicam uma área especial ou uma configuração mencionada nos documentos náuticos apropriados, tais como sistema de aquisição de dados oceânicos; separação de tráfego, quando o uso da sinalização convencional de canal possa causar confusão; área de despejos; área de exercícios militares; área proibida; área de cabo ou canalização submarino; etc; e DH1-III-12 Corr. 1 04

156 PRATICAGEM (Folheto nº 23/04) 21 sede e administração no país, desde que estejam comandados por marítimo brasileiro de categoria compatível com o porte do navio. Impraticabilidade da barra Quando ocorrerem as seguintes condições meteorológicas: mar e vento no ponto de espera de Prático superior a 6 na escala Beaufort, mar e vento na bacia de evolução superior a 4 na escala Beaufort e visibilidade inferior a 500 jardas, o responsável pelas operações da atalaia de práticos solicitará ao Agente Regional/Local da Autoridade Marítima que a barra seja declarada impraticável. Nesta situação, nenhum navio poderá entrar no porto ou dele sair. Impossibilidade do embarque do prático Quando as condições meteorológicas impedirem o embarque do Prático, com segurança, o Comandante do navio, sob sua exclusiva responsabilidade e mediante autorização do Agente Regional/Local da Autoridade Marítima, poderá entrar com o navio no porto, até um lugar abrigado que permita o embarque, observando os sinais e orientações transmitidos pelo Prático de bordo da lancha de prático. A autorização do Agente Regional/Local da Autoridade Marítima deverá ser solicitada por intermédio da atalaia. Impossibilidade do desembarque do prático Quando as condições meteorológicas impedirem o desembarque do Prático, com segurança, o Comandante do navio, sob sua exclusiva responsabilidade e mediante autorização do Agente Regional/Local da Autoridade Marítima, poderá desembarcar o Prático em lugar abrigado e prosseguir a singradura, observando os sinais e orientações transmitidos pelo Prático, que ficará a bordo da lancha de prático. Caso, antecipadamente, fique configurada a possibilidade de falta de segurança no desembarque do Prático e que a Segurança da Navegação desaconselhe o desembarque do Prático antes do ponto de desembarque, tal situação deverá ser apresentada ao Comandante do navio, devendo o Prático estar pronto para seguir viagem até o próximo porto, com documentos, passaporte, roupas, etc..., caso seja a vontade do Comandante. Caso ocorra que tanto o Prático como o Comandante do navio sejam surpreendidos pela necessidade de seguir viagem, pela impossibilidade do desembarque do Prático com segurança, caberá ao Comandante do navio prover os meios necessários para a permanência a bordo do Prático e o seu retorno ao porto de sua Zona de Praticagem. Tal fato deverá ser comunicado, imediatamente, ao Agente Regional/Local da Autoridade Marítima. Informações sobre praticagem Todas as informações sobre praticagem obrigatória ou facultativa, limites das zonas de praticagem e normas para requisição de prático constam no item Praticagem, de todos os portos e terminais descritos neste Roteiro. BUSCA E SALVAMENTO Organização do serviço A supervisão das atividades de busca e salvamento na área marítima sob a responsabilidade do Brasil cabe ao Serviço de Busca e Salvamento da Marinha (SALVAMAR BRASIL), que integra a estrutura orgânica do Comando de Operações Navais (CON). Todos os demais órgãos participantes destas atividades, exceto os do Sistema de Alerta, também pertencem à Marinha do Brasil e são partes integrantes de organizações militares que têm outras atribuições paralelas. O Sistema de Alerta é constituído pelas estações costeiras da Empresa Brasileira de Telecomunicações (EMBRATEL). A região de busca e salvamento marítimo sob a responsabilidade do Brasil abrange a área do oceano Atlântico compreendida entre toda a costa brasileira e o meridiano de 10 W e está dividida em cinco sub-regiões. A área de cada sub-região é delimitada pelo prolongamento das linhas de marcação que separam as áreas marítimas sob jurisdição de cada Distrito Naval e pelos limites externos da região, de acordo com o modelo DHN-5114, distribuído pela Diretoria de Hidrografia e Navegação. DH1-III-12 Corr

157 (Folheto nº 23/04) 22 ROTEIRO COSTA SUL 5 A coordenação das atividades de busca e salvamento (SAR) em cada sub-região é feita pelo Comando do Distrito Naval com jurisdição sobre a respectiva área marítima, que executa as funções de Centro de Coordenação de Salvamento Marítimo (MRCC). Esta coordenação pode ser atribuída temporariamente a uma Capitania ou Delegacia de Capitania dos Portos, quando há necessidade de que uma operação SAR seja coordenada por um órgão localizado mais próximo da área de operações, que assume as responsabilidades de Subcentro de Salvamento (RSC). Os Centros de Coordenação de Salvamento Marítimo (MRCC) são os seguintes: MRCC Coordenador Localização Indicativo de Chamada NORTE COMANDO DO BELÉM, PA SALVAMAR 4º DISTRITO NAVAL NORTE NORDESTE COMANDO DO NATAL, RN SALVAMAR 3º DISTRITO NAVAL NORDESTE LESTE COMANDO DO SALVADOR, BA SALVAMAR 2º DISTRITO NAVAL LESTE SUESTE COMANDO DO RIO DE JANEIRO, RJ SALVAMAR 1º DISTRITO NAVAL SUESTE SUL COMANDO DO RIO GRANDE, RS SALVAMAR 5º DISTRITO NAVAL SUL Compete também ao Serviço de Busca e Salvamento da Marinha a responsabilidade pelas operações SAR nas vias navegáveis interiores da bacia Amazônica e do rio Paraguai. Para este fim existem dois Centros de Coordenação SAR, a saber: MRCC Coordenador Localização Indicativo de Chamada NOROESTE COMANDO NAVAL MANAUS, AM SALVAMAR DA AMAZÕNIA NOROESTE OCIDENTAL OESTE COMANDO DO LADÁRIO, MS SALVAMAR 6º DISTRITO NAVAL OESTE Em cada Distrito Naval/Comando Naval há sempre um navio pronto para atendimento imediato de incidente SAR. Quando se faz necessário o emprego de aeronave, o Serviço de Busca e Salvamento da Força Aérea Brasileira coloca seus recursos à disposição do Salvamar Brasil. Sistema de alerta A capacidade de um Centro de Coordenação agir de modo rápido e eficiente quando ocorre uma emergência no mar depende, principalmente, das informações recebidas das estações costeiras, principais unidades do Sistema de Alerta. No Brasil estas estações constituem a Rede Nacional de Estações Costeiras (RENEC) e estão localizadas ao longo de todo o litoral e no rio Amazonas. Todas as informações sobre a operação da RENEC constam no capítulo VIII da Lista de Auxílios-Rádio, Brasil. Sistema de informações de controle do tráfego marítimo Visando ao acionamento dos meios disponíveis para auxiliar os navios mercantes de qualquer nacionalidade que estejam em situação de emergência dentro da área marítima SAR de responsabilidade brasileira, a Marinha do Brasil opera um Sistema de Informações sobre o Tráfego Marítimo (SISTRAM), para acompanhamento dos navios que navegam dentro da referida área, a qual pode ser ampliada para toda a área marítima do Atlântico Sul. DH1-III-12 Corr. 4-04

158 BUSCA E SALVAMENTO (Folheto nº 23/04) 23 O SISTRAM permite a rápida determinação das embarcações que podem prestar auxílio, o delineamento de uma área de busca e a provisão ou orientação de assistência médica de urgência; sua eficiência, porém, depende da quantidade e da qualidade dos dados fornecidos pelos navios mercantes, consubstanciados em mensagens padronizadas de posição e de dados de navegação. Todos os navios mercantes brasileiros e navios afretados por armadores brasileiros classificados nas navegações de Longo Curso e Cabotagem, navegando em qualquer área marítima do mundo, são obrigados a enviar suas posições e seus dados de navegação ao Comando do Controle Naval do Tráfego Marítimo (COMCONTRAM), de acordo com as instruções baixadas por esse Comando. Os navios mercantes de bandeira estrangeira são convidados a também se integrar voluntariamente ao SISTRAM, sendo obrigados quando navegando no mar territorial brasileiro. As informações devem ser enviadas por meio das estações da RENEC, quando são isentas de qualquer taxa. Comunicações de perigo Os procedimentos básicos que devem ser adotados nas comunicações de perigo, recomendados no Manual do Serviço Móvel Marítimo da União Internacional de Telecomunicações (UIT), estão reproduzidos no capítulo VII da Lista de Auxílios-Rádio, Brasil. Atendimento médico Os Hospitais Navais Distritais da Marinha do Brasil localizados em Belém, Natal, Salvador, Rio de Janeiro e Rio Grande prestam orientação médica de emergência aos tripulantes de navios em trânsito na Região de Busca e Salvamento do Brasil. Estes hospitais, o Serviço de Busca e Salvamento da Marinha, os Centros de Coordenação de Busca e Salvamento Marítimo e as Estações Costeiras estão ligados às redes nacional e internacional de telefone e radiotelex. Sinais visuais de salvamento Todos os navios devem possuir os meios necessários para fazer eficientes sinais de socorro, durante o dia e durante a noite. Estes sinais obedecem aos padrões estabelecidos na Convenção Internacional para Salvaguarda da Vida Humana no Mar 1974 e devem ser efetuados de acordo com a Tabela de Sinais de Salvamento prescrita na regra 16 do capítulo V da Convenção, a qual deve estar disponível no passadiço e em todas as embarcações de sobrevivência. As normas relativas à fabricação e uso dos vários tipos de artefatos geradores de sinais de socorro ou de salvamento (artefatos pirotécnicos), assim como a dotação destes artefatos que deve haver em cada embarcação mercante brasileira, são estabelecidas pela Diretoria de Portos e Costas da Marinha do Brasil. A fiscalização do cumprimento dessas normas é feita pelas Capitanias dos Portos e suas Delegacias ou Agências. SERVIÇOS DE ALFÂNDEGA E DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA Todos os portos organizados brasileiros dispõem de serviços de alfândega e de vigilância sanitária. São portos organizados os construídos e aparelhados para atender às necessidades da navegação e da movimentação e armazenagem de mercadorias, concedidos ou explorados pela União, cujo tráfego e operações portuários estejam sob a jurisdição de uma autoridade portuária. Exercem suas funções no porto organizado, de forma integrada e harmônica, a Administração do Porto, denominada autoridade portuária, e as autoridades marítima, aduaneira, sanitária e de polícia marítima. Serviços de alfândega a entrada ou saída de mercadorias procedentes ou destinadas ao exterior somente poderá efetuar-se em portos ou terminais alfandegados. Compete ao Ministério da Fazenda, por intermédio das repartições aduaneiras: cumprir e fazer cumprir a legislação que regula a entrada, a permanência e a saída de quaisquer bens ou mercadorias do País; DH1-III-12 Corr

159 (Folheto nº 23/04) 24 ROTEIRO COSTA SUL fiscalizar a entrada, a permanência, a movimentação e a saída de pessoas, veículos, unidades de carga e mercadorias, sem prejuízo das atribuições das outras autoridades no porto; exercer a vigilância aduaneira e promover a repressão ao contrabando, ao descaminho e ao tráfego de drogas, sem prejuízo das atribuições de outros órgãos; arrecadar os tributos incidentes sobre o comércio exterior; proceder ao despacho aduaneiro na importação e na exportação; apurar responsabilidade tributária decorrente de avaria, quebra ou falta de mercadorias, em volumes sujeitos a controle aduaneiro; proceder à apreensão de mercadoria em situação irregular, nos termos da legislação fiscal aplicável; autorizar a remoção de mercadorias da área do porto para outros locais, alfandegados ou não, nos casos e na forma prevista na legislação aduaneira; administrar a aplicação, às mercadorias importadas ou a exportar, de regimes suspensivos, exonerativos ou devolutivos de tributos; assegurar, no plano aduaneiro, o cumprimento de tratados, acordos ou convenções internacionais; e zelar pela observância da legislação aduaneira e pela defesa dos interesses fazendários nacionais. O alfandegamento de portos organizados, pátios, armazéns, terminais e outros locais destinados à movimentação e armazenagem de mercadorias importadas ou destinadas à exportação, será após o cumprimento dos requisitos previstos na legislação específica. No exercício de suas atribuições, a autoridade aduaneira terá livre acesso a quaisquer dependências do porto e às embarcações atracadas ou não, bem como aos locais onde se encontrem mercadorias procedentes do exterior ou a ele destinadas, podendo, quando julgar necessário, requisitar papéis, livros e outros documentos, inclusive, quando necessário, com o apoio de força pública federal, estadual ou municipal. Serviços de vigilância sanitária Compete aos Órgãos de Vigilância Sanitária: visitar as embarcações procedentes do exterior, à sua chegada e durante sua permanência em território brasileiro, a fim de verificar o estado de saúde dos passageiros e tripulantes, as condições de higiene de bordo e a existência de quaisquer fatores que facilitem a transmissão de doenças; conceder a Livre Prática e autorizar o desembarque dos passageiros; fornecer Guia de Desembarque de tripulantes e passageiros em trânsito, quando doentes ou acidentados, fazendo a comunicação à Polícia Marítima e também às autoridades sanitárias locais, se se tratar de moléstia infecto-contagiosa; realizar, quando o reclamarem os interesses da Saúde Pública, a visita médica dos passageiros e tripulantes e a inspeção sanitária dos navios de cabotagem, adotando as medidas adequadas; proceder à inspeção sanitária das embarcações, para efeito da concessão de Passe Sanitário e de Certificado de Desratização ou de Isenção de Desratização; proceder à desratização dos navios de acordo com as exigências regulamentares, concedendo os respectivos certificados; proceder à imunização exigida para viagem ao exterior, nos termos do Regulamento Sanitário Internacional; DH1-III-12 Corr. 2-04

160 SERVIÇOS DE ALFÂNDEGA E DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA (Folheto nº 23/04) 25 realizar os exames de saúde de estrangeiros de acordo com a legislação em vigor; efetuar o registro de médicos, enfermeiros e atendentes para o trabalho na Marinha Mercante; cooperar com os serviços sanitários locais no sentido de evitar a propagação de doenças transmissíveis; cumprir e fazer cumprir as exigências do Regulamento Sanitário Internacional e outras convenções sanitárias internacionais subscritas pelo Brasil, bem como os dispositivos do Código Nacional de Saúde e demais legislação vigente, inclusive na aplicação das penalidades previstas; e executar as medidas sanitárias que visem impedir a introdução e a propagação das doenças transmissíveis nas áreas portuárias, procurando conciliar tanto quanto possível os interesses da saúde com os do tráfego e comércio internacional e interestadual. Normas gerais a serem observadas Como norma geral, nenhum tripulante ou passageiro pode desembarcar e nenhuma mercadoria pode ser descarregada de bordo, assim como nenhuma pessoa não autorizada pode embarcar, antes do navio que chega a um porto brasileiro ser liberado pelos serviços de alfândega e de vigilância sanitária. Desratização e desinsetização A desratização de navios e a concessão do respectivo certificado são feitas pelos Órgãos de Vigilância Sanitária, de acordo com as exigências regulamentares. A desinsetização é feita por firmas particulares devidamente registradas. Quarentena Os navios de quarentena ou que aguardam autorização de Livre Prática devem fundear nos locais determinados pela Capitania dos Portos, quando na carta não estiver demarcado fundeadouro específico para esta situação. A bandeira indicativa de quarentena, do Código Internacional de Sinais, deve ser mantida içada e nenhuma pessoa poderá sair de bordo. REGULAMENTOS Mar territorial O mar territorial brasileiro compreende uma faixa de doze milhas marítimas de largura, medidas a partir da linha de baixa-mar do litoral continental e insular brasileiro, tal como indicada nas cartas náuticas de grande escala, reconhecidas oficialmente no Brasil. Nos locais em que a costa apresente recortes profundos e reentrâncias ou em que exista uma franja de ilhas ao longo da costa na sua proximidade imediata, será adotado o método das linhas de base retas, ligando pontos apropriados, para o traçado da linha de base, a partir da qual será medida a extensão do mar territorial. A soberania do Brasil estende-se ao mar territorial, ao espaço aéreo sobrejacente, bem como ao seu leito e subsolo. É reconhecido aos navios de todas as nacionalidades o direito de passagem inocente no mar territorial brasileiro. A passagem será considerada inocente desde que não seja prejudicial à paz, à boa ordem ou à segurança do Brasil, devendo ser contínua e rápida. A passagem inocente poderá compreender o parar e o fundear, mas apenas na medida em que tais procedimentos constituam incidentes comuns de navegação ou sejam impostos por motivos de força maior ou por dificuldade grave, ou tenham por fim prestar auxílio a pessoas, a navios ou aeronaves em perigo ou em dificuldade grave. Os navios estrangeiros no mar territorial brasileiro estarão sujeitos aos regulamentos estabelecidos pelo Governo brasileiro DH1-III-12 Corr. 2-04

161 (Folheto nº 23/04) 26 ROTEIRO COSTA SUL O mar territorial brasileiro está delimitado na Carta Náutica nº 1, 5ª edição, da Diretoria de Hidrografia e Navegação: 5 10 Zona contígua A zona contígua brasileira compreende uma faixa que se estende das doze às vinte e quatro milhas marítimas, contadas a partir das linhas de base que servem para medir a largura do mar territorial. Na zona contígua, o Brasil poderá tomar as medidas de fiscalização necessárias para: I evitar as infrações às leis e regulamentos aduaneiros, fiscais, de imigração ou sanitários, no seu território ou no seu mar territorial; II reprimir as infrações às leis e aos regulamentos, no seu território ou no seu mar territorial. A zona contígua brasileira está delimitada na Carta Náutica nº 1, 5ª edição, da Diretoria de Hidrografia e Navegação Zona econômica exclusiva A zona econômica exclusiva brasileira compreende uma faixa que se estende das doze às duzentas milhas marítimas, contadas a partir das linhas de base que servem para medir a largura do mar territorial. Na zona econômica exclusiva, o Brasil tem direitos de soberania para fins de exploração e aproveitamento, conservação e gestão dos recursos naturais, vivos ou nãovivos, das águas sobrejacentes ao leito do mar, do leito do mar e seu subsolo, e no que se refere a outras atividades com vistas à exploração e ao aproveitamento da zona para fins econômicos. Na zona econômica exclusiva, o Brasil, no exercício de sua jurisdição, tem o direito exclusivo de regulamentar a investigação científica marinha, a proteção e preservação do meio marinho, bem como a construção, operação e uso de todos os tipos de ilhas artificiais, instalações e estruturas. A investigação científica marinha na zona econômica exclusiva só poderá ser conduzida por outros Estados com o consentimento prévio do Governo brasileiro, nos termos da legislação em vigor que regula a matéria A realização por outros Estados, na zona econômica exclusiva, de exercícios ou manobras militares, em particular as que impliquem o uso de armas ou explosivos, somente poderá ocorrer com o consentimento do Governo brasileiro. É reconhecido a todos os Estados o gozo, na zona econômica exclusiva, das liberdades de navegação e sobrevôo, bem como de outros usos do mar internacionalmente lícitos, relacionados com as referidas liberdades, tais como os ligados à operação de navios e aeronaves. A zona econômica exclusiva brasileira está delimitada na Carta Náutica nº 1, 5ª edição, da Diretoria de Hidrografia e Navegação. 40 Plataforma continental A plataforma continental do Brasil compreende o leito e o subsolo das áreas submarinas que se estendem além do seu mar territorial, em toda a extensão do prolongamento natural de seu território terrestre, até o bordo exterior da margem continental, ou até uma distância de duzentas milhas marítimas das linhas de base, a partir das quais se mede a largura do mar territorial, nos casos em que o bordo exterior da margem continental não atinja essa distância. DH1-III-12 Corr. 2-04

162 PRATICAGEM (Folheto nº 23/04) 21 sede e administração no país, desde que estejam comandados por marítimo brasileiro de categoria compatível com o porte do navio. Impraticabilidade da barra Quando ocorrerem as seguintes condições meteorológicas: mar e vento no ponto de espera de Prático superior a 6 na escala Beaufort, mar e vento na bacia de evolução superior a 4 na escala Beaufort e visibilidade inferior a 500 jardas, o responsável pelas operações da atalaia de práticos solicitará ao Agente Regional/Local da Autoridade Marítima que a barra seja declarada impraticável. Nesta situação, nenhum navio poderá entrar no porto ou dele sair. Impossibilidade do embarque do prático Quando as condições meteorológicas impedirem o embarque do Prático, com segurança, o Comandante do navio, sob sua exclusiva responsabilidade e mediante autorização do Agente Regional/Local da Autoridade Marítima, poderá entrar com o navio no porto, até um lugar abrigado que permita o embarque, observando os sinais e orientações transmitidos pelo Prático de bordo da lancha de prático. A autorização do Agente Regional/Local da Autoridade Marítima deverá ser solicitada por intermédio da atalaia. Impossibilidade do desembarque do prático Quando as condições meteorológicas impedirem o desembarque do Prático, com segurança, o Comandante do navio, sob sua exclusiva responsabilidade e mediante autorização do Agente Regional/Local da Autoridade Marítima, poderá desembarcar o Prático em lugar abrigado e prosseguir a singradura, observando os sinais e orientações transmitidos pelo Prático, que ficará a bordo da lancha de prático. Caso, antecipadamente, fique configurada a possibilidade de falta de segurança no desembarque do Prático e que a Segurança da Navegação desaconselhe o desembarque do Prático antes do ponto de desembarque, tal situação deverá ser apresentada ao Comandante do navio, devendo o Prático estar pronto para seguir viagem até o próximo porto, com documentos, passaporte, roupas, etc..., caso seja a vontade do Comandante. Caso ocorra que tanto o Prático como o Comandante do navio sejam surpreendidos pela necessidade de seguir viagem, pela impossibilidade do desembarque do Prático com segurança, caberá ao Comandante do navio prover os meios necessários para a permanência a bordo do Prático e o seu retorno ao porto de sua Zona de Praticagem. Tal fato deverá ser comunicado, imediatamente, ao Agente Regional/Local da Autoridade Marítima. Informações sobre praticagem Todas as informações sobre praticagem obrigatória ou facultativa, limites das zonas de praticagem e normas para requisição de prático constam no item Praticagem, de todos os portos e terminais descritos neste Roteiro. BUSCA E SALVAMENTO Organização do serviço A supervisão das atividades de busca e salvamento na área marítima sob a responsabilidade do Brasil cabe ao Serviço de Busca e Salvamento da Marinha (SALVAMAR BRASIL), que integra a estrutura orgânica do Comando de Operações Navais (CON). Todos os demais órgãos participantes destas atividades, exceto os do Sistema de Alerta, também pertencem à Marinha do Brasil e são partes integrantes de organizações militares que têm outras atribuições paralelas. O Sistema de Alerta é constituído pelas estações costeiras da Empresa Brasileira de Telecomunicações (EMBRATEL). A região de busca e salvamento marítimo sob a responsabilidade do Brasil abrange a área do oceano Atlântico compreendida entre toda a costa brasileira e o meridiano de 10 W e está dividida em cinco sub-regiões. A área de cada sub-região é delimitada pelo prolongamento das linhas de marcação que separam as áreas marítimas sob jurisdição de cada Distrito Naval e pelos limites externos da região, de acordo com o modelo DHN-5114, distribuído pela Diretoria de Hidrografia e Navegação. DH1-III-12 Corr

163 (Folheto nº 23/04) 22 ROTEIRO COSTA SUL 5 A coordenação das atividades de busca e salvamento (SAR) em cada sub-região é feita pelo Comando do Distrito Naval com jurisdição sobre a respectiva área marítima, que executa as funções de Centro de Coordenação de Salvamento Marítimo (MRCC). Esta coordenação pode ser atribuída temporariamente a uma Capitania ou Delegacia de Capitania dos Portos, quando há necessidade de que uma operação SAR seja coordenada por um órgão localizado mais próximo da área de operações, que assume as responsabilidades de Subcentro de Salvamento (RSC). Os Centros de Coordenação de Salvamento Marítimo (MRCC) são os seguintes: MRCC Coordenador Localização Indicativo de Chamada NORTE COMANDO DO BELÉM, PA SALVAMAR 4º DISTRITO NAVAL NORTE NORDESTE COMANDO DO NATAL, RN SALVAMAR 3º DISTRITO NAVAL NORDESTE LESTE COMANDO DO SALVADOR, BA SALVAMAR 2º DISTRITO NAVAL LESTE SUESTE COMANDO DO RIO DE JANEIRO, RJ SALVAMAR 1º DISTRITO NAVAL SUESTE SUL COMANDO DO RIO GRANDE, RS SALVAMAR 5º DISTRITO NAVAL SUL Compete também ao Serviço de Busca e Salvamento da Marinha a responsabilidade pelas operações SAR nas vias navegáveis interiores da bacia Amazônica e do rio Paraguai. Para este fim existem dois Centros de Coordenação SAR, a saber: MRCC Coordenador Localização Indicativo de Chamada NOROESTE COMANDO NAVAL MANAUS, AM SALVAMAR DA AMAZÕNIA NOROESTE OCIDENTAL OESTE COMANDO DO LADÁRIO, MS SALVAMAR 6º DISTRITO NAVAL OESTE Em cada Distrito Naval/Comando Naval há sempre um navio pronto para atendimento imediato de incidente SAR. Quando se faz necessário o emprego de aeronave, o Serviço de Busca e Salvamento da Força Aérea Brasileira coloca seus recursos à disposição do Salvamar Brasil. Sistema de alerta A capacidade de um Centro de Coordenação agir de modo rápido e eficiente quando ocorre uma emergência no mar depende, principalmente, das informações recebidas das estações costeiras, principais unidades do Sistema de Alerta. No Brasil estas estações constituem a Rede Nacional de Estações Costeiras (RENEC) e estão localizadas ao longo de todo o litoral e no rio Amazonas. Todas as informações sobre a operação da RENEC constam no capítulo VIII da Lista de Auxílios-Rádio, Brasil. Sistema de informações de controle do tráfego marítimo Visando ao acionamento dos meios disponíveis para auxiliar os navios mercantes de qualquer nacionalidade que estejam em situação de emergência dentro da área marítima SAR de responsabilidade brasileira, a Marinha do Brasil opera um Sistema de Informações sobre o Tráfego Marítimo (SISTRAM), para acompanhamento dos navios que navegam dentro da referida área, a qual pode ser ampliada para toda a área marítima do Atlântico Sul. DH1-III-12 Corr. 4-04

164 BUSCA E SALVAMENTO (Folheto nº 23/04) 23 O SISTRAM permite a rápida determinação das embarcações que podem prestar auxílio, o delineamento de uma área de busca e a provisão ou orientação de assistência médica de urgência; sua eficiência, porém, depende da quantidade e da qualidade dos dados fornecidos pelos navios mercantes, consubstanciados em mensagens padronizadas de posição e de dados de navegação. Todos os navios mercantes brasileiros e navios afretados por armadores brasileiros classificados nas navegações de Longo Curso e Cabotagem, navegando em qualquer área marítima do mundo, são obrigados a enviar suas posições e seus dados de navegação ao Comando do Controle Naval do Tráfego Marítimo (COMCONTRAM), de acordo com as instruções baixadas por esse Comando. Os navios mercantes de bandeira estrangeira são convidados a também se integrar voluntariamente ao SISTRAM, sendo obrigados quando navegando no mar territorial brasileiro. As informações devem ser enviadas por meio das estações da RENEC, quando são isentas de qualquer taxa. Comunicações de perigo Os procedimentos básicos que devem ser adotados nas comunicações de perigo, recomendados no Manual do Serviço Móvel Marítimo da União Internacional de Telecomunicações (UIT), estão reproduzidos no capítulo VII da Lista de Auxílios-Rádio, Brasil. Atendimento médico Os Hospitais Navais Distritais da Marinha do Brasil localizados em Belém, Natal, Salvador, Rio de Janeiro e Rio Grande prestam orientação médica de emergência aos tripulantes de navios em trânsito na Região de Busca e Salvamento do Brasil. Estes hospitais, o Serviço de Busca e Salvamento da Marinha, os Centros de Coordenação de Busca e Salvamento Marítimo e as Estações Costeiras estão ligados às redes nacional e internacional de telefone e radiotelex. Sinais visuais de salvamento Todos os navios devem possuir os meios necessários para fazer eficientes sinais de socorro, durante o dia e durante a noite. Estes sinais obedecem aos padrões estabelecidos na Convenção Internacional para Salvaguarda da Vida Humana no Mar 1974 e devem ser efetuados de acordo com a Tabela de Sinais de Salvamento prescrita na regra 16 do capítulo V da Convenção, a qual deve estar disponível no passadiço e em todas as embarcações de sobrevivência. As normas relativas à fabricação e uso dos vários tipos de artefatos geradores de sinais de socorro ou de salvamento (artefatos pirotécnicos), assim como a dotação destes artefatos que deve haver em cada embarcação mercante brasileira, são estabelecidas pela Diretoria de Portos e Costas da Marinha do Brasil. A fiscalização do cumprimento dessas normas é feita pelas Capitanias dos Portos e suas Delegacias ou Agências. SERVIÇOS DE ALFÂNDEGA E DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA Todos os portos organizados brasileiros dispõem de serviços de alfândega e de vigilância sanitária. São portos organizados os construídos e aparelhados para atender às necessidades da navegação e da movimentação e armazenagem de mercadorias, concedidos ou explorados pela União, cujo tráfego e operações portuários estejam sob a jurisdição de uma autoridade portuária. Exercem suas funções no porto organizado, de forma integrada e harmônica, a Administração do Porto, denominada autoridade portuária, e as autoridades marítima, aduaneira, sanitária e de polícia marítima. Serviços de alfândega a entrada ou saída de mercadorias procedentes ou destinadas ao exterior somente poderá efetuar-se em portos ou terminais alfandegados. Compete ao Ministério da Fazenda, por intermédio das repartições aduaneiras: cumprir e fazer cumprir a legislação que regula a entrada, a permanência e a saída de quaisquer bens ou mercadorias do País; DH1-III-12 Corr

165 (Folheto nº 23/04) 24 ROTEIRO COSTA SUL fiscalizar a entrada, a permanência, a movimentação e a saída de pessoas, veículos, unidades de carga e mercadorias, sem prejuízo das atribuições das outras autoridades no porto; exercer a vigilância aduaneira e promover a repressão ao contrabando, ao descaminho e ao tráfego de drogas, sem prejuízo das atribuições de outros órgãos; arrecadar os tributos incidentes sobre o comércio exterior; proceder ao despacho aduaneiro na importação e na exportação; apurar responsabilidade tributária decorrente de avaria, quebra ou falta de mercadorias, em volumes sujeitos a controle aduaneiro; proceder à apreensão de mercadoria em situação irregular, nos termos da legislação fiscal aplicável; autorizar a remoção de mercadorias da área do porto para outros locais, alfandegados ou não, nos casos e na forma prevista na legislação aduaneira; administrar a aplicação, às mercadorias importadas ou a exportar, de regimes suspensivos, exonerativos ou devolutivos de tributos; assegurar, no plano aduaneiro, o cumprimento de tratados, acordos ou convenções internacionais; e zelar pela observância da legislação aduaneira e pela defesa dos interesses fazendários nacionais. O alfandegamento de portos organizados, pátios, armazéns, terminais e outros locais destinados à movimentação e armazenagem de mercadorias importadas ou destinadas à exportação, será após o cumprimento dos requisitos previstos na legislação específica. No exercício de suas atribuições, a autoridade aduaneira terá livre acesso a quaisquer dependências do porto e às embarcações atracadas ou não, bem como aos locais onde se encontrem mercadorias procedentes do exterior ou a ele destinadas, podendo, quando julgar necessário, requisitar papéis, livros e outros documentos, inclusive, quando necessário, com o apoio de força pública federal, estadual ou municipal. Serviços de vigilância sanitária Compete aos Órgãos de Vigilância Sanitária: visitar as embarcações procedentes do exterior, à sua chegada e durante sua permanência em território brasileiro, a fim de verificar o estado de saúde dos passageiros e tripulantes, as condições de higiene de bordo e a existência de quaisquer fatores que facilitem a transmissão de doenças; conceder a Livre Prática e autorizar o desembarque dos passageiros; fornecer Guia de Desembarque de tripulantes e passageiros em trânsito, quando doentes ou acidentados, fazendo a comunicação à Polícia Marítima e também às autoridades sanitárias locais, se se tratar de moléstia infecto-contagiosa; realizar, quando o reclamarem os interesses da Saúde Pública, a visita médica dos passageiros e tripulantes e a inspeção sanitária dos navios de cabotagem, adotando as medidas adequadas; proceder à inspeção sanitária das embarcações, para efeito da concessão de Passe Sanitário e de Certificado de Desratização ou de Isenção de Desratização; proceder à desratização dos navios de acordo com as exigências regulamentares, concedendo os respectivos certificados; proceder à imunização exigida para viagem ao exterior, nos termos do Regulamento Sanitário Internacional; DH1-III-12 Corr. 2-04

166 SERVIÇOS DE ALFÂNDEGA E DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA (Folheto nº 23/04) 25 realizar os exames de saúde de estrangeiros de acordo com a legislação em vigor; efetuar o registro de médicos, enfermeiros e atendentes para o trabalho na Marinha Mercante; cooperar com os serviços sanitários locais no sentido de evitar a propagação de doenças transmissíveis; cumprir e fazer cumprir as exigências do Regulamento Sanitário Internacional e outras convenções sanitárias internacionais subscritas pelo Brasil, bem como os dispositivos do Código Nacional de Saúde e demais legislação vigente, inclusive na aplicação das penalidades previstas; e executar as medidas sanitárias que visem impedir a introdução e a propagação das doenças transmissíveis nas áreas portuárias, procurando conciliar tanto quanto possível os interesses da saúde com os do tráfego e comércio internacional e interestadual. Normas gerais a serem observadas Como norma geral, nenhum tripulante ou passageiro pode desembarcar e nenhuma mercadoria pode ser descarregada de bordo, assim como nenhuma pessoa não autorizada pode embarcar, antes do navio que chega a um porto brasileiro ser liberado pelos serviços de alfândega e de vigilância sanitária. Desratização e desinsetização A desratização de navios e a concessão do respectivo certificado são feitas pelos Órgãos de Vigilância Sanitária, de acordo com as exigências regulamentares. A desinsetização é feita por firmas particulares devidamente registradas. Quarentena Os navios de quarentena ou que aguardam autorização de Livre Prática devem fundear nos locais determinados pela Capitania dos Portos, quando na carta não estiver demarcado fundeadouro específico para esta situação. A bandeira indicativa de quarentena, do Código Internacional de Sinais, deve ser mantida içada e nenhuma pessoa poderá sair de bordo. REGULAMENTOS Mar territorial O mar territorial brasileiro compreende uma faixa de doze milhas marítimas de largura, medidas a partir da linha de baixa-mar do litoral continental e insular brasileiro, tal como indicada nas cartas náuticas de grande escala, reconhecidas oficialmente no Brasil. Nos locais em que a costa apresente recortes profundos e reentrâncias ou em que exista uma franja de ilhas ao longo da costa na sua proximidade imediata, será adotado o método das linhas de base retas, ligando pontos apropriados, para o traçado da linha de base, a partir da qual será medida a extensão do mar territorial. A soberania do Brasil estende-se ao mar territorial, ao espaço aéreo sobrejacente, bem como ao seu leito e subsolo. É reconhecido aos navios de todas as nacionalidades o direito de passagem inocente no mar territorial brasileiro. A passagem será considerada inocente desde que não seja prejudicial à paz, à boa ordem ou à segurança do Brasil, devendo ser contínua e rápida. A passagem inocente poderá compreender o parar e o fundear, mas apenas na medida em que tais procedimentos constituam incidentes comuns de navegação ou sejam impostos por motivos de força maior ou por dificuldade grave, ou tenham por fim prestar auxílio a pessoas, a navios ou aeronaves em perigo ou em dificuldade grave. Os navios estrangeiros no mar territorial brasileiro estarão sujeitos aos regulamentos estabelecidos pelo Governo brasileiro DH1-III-12 Corr. 2-04

167 (Folheto nº 23/04) 26 ROTEIRO COSTA SUL O mar territorial brasileiro está delimitado na Carta Náutica nº 1, 5ª edição, da Diretoria de Hidrografia e Navegação: 5 10 Zona contígua A zona contígua brasileira compreende uma faixa que se estende das doze às vinte e quatro milhas marítimas, contadas a partir das linhas de base que servem para medir a largura do mar territorial. Na zona contígua, o Brasil poderá tomar as medidas de fiscalização necessárias para: I evitar as infrações às leis e regulamentos aduaneiros, fiscais, de imigração ou sanitários, no seu território ou no seu mar territorial; II reprimir as infrações às leis e aos regulamentos, no seu território ou no seu mar territorial. A zona contígua brasileira está delimitada na Carta Náutica nº 1, 5ª edição, da Diretoria de Hidrografia e Navegação Zona econômica exclusiva A zona econômica exclusiva brasileira compreende uma faixa que se estende das doze às duzentas milhas marítimas, contadas a partir das linhas de base que servem para medir a largura do mar territorial. Na zona econômica exclusiva, o Brasil tem direitos de soberania para fins de exploração e aproveitamento, conservação e gestão dos recursos naturais, vivos ou nãovivos, das águas sobrejacentes ao leito do mar, do leito do mar e seu subsolo, e no que se refere a outras atividades com vistas à exploração e ao aproveitamento da zona para fins econômicos. Na zona econômica exclusiva, o Brasil, no exercício de sua jurisdição, tem o direito exclusivo de regulamentar a investigação científica marinha, a proteção e preservação do meio marinho, bem como a construção, operação e uso de todos os tipos de ilhas artificiais, instalações e estruturas. A investigação científica marinha na zona econômica exclusiva só poderá ser conduzida por outros Estados com o consentimento prévio do Governo brasileiro, nos termos da legislação em vigor que regula a matéria A realização por outros Estados, na zona econômica exclusiva, de exercícios ou manobras militares, em particular as que impliquem o uso de armas ou explosivos, somente poderá ocorrer com o consentimento do Governo brasileiro. É reconhecido a todos os Estados o gozo, na zona econômica exclusiva, das liberdades de navegação e sobrevôo, bem como de outros usos do mar internacionalmente lícitos, relacionados com as referidas liberdades, tais como os ligados à operação de navios e aeronaves. A zona econômica exclusiva brasileira está delimitada na Carta Náutica nº 1, 5ª edição, da Diretoria de Hidrografia e Navegação. 40 Plataforma continental A plataforma continental do Brasil compreende o leito e o subsolo das áreas submarinas que se estendem além do seu mar territorial, em toda a extensão do prolongamento natural de seu território terrestre, até o bordo exterior da margem continental, ou até uma distância de duzentas milhas marítimas das linhas de base, a partir das quais se mede a largura do mar territorial, nos casos em que o bordo exterior da margem continental não atinja essa distância. DH1-III-12 Corr. 2-04

168 (Folheto nº 23/04) 29 CAPÍTULO II BRASIL INFORMAÇÕES GERAIS Situação O Brasil ocupa um território com ,599km 2 de área, situado na América do Sul, entre os paralelos de N e S e os meridianos de W e W. A distância entre os pontos extremos Norte Sul é de 4.320km e entre os pontos extremos Leste Oeste, de 4.336km. Sua costa é toda banhada pelo oceano Atlântico e tem a extensão de 7.367km. 5 População A população recenseada em 2000 foi de habitantes. Resumo histórico A terra do Brasil foi avistada pela frota portuguesa comandada pelo Capitão-Mor Pedro Alvares Cabral, em 22 de abril de 1500, que julgando tratar-se de uma ilha deu-lhe o nome de Ilha de Vera Cruz e dela tomou posse, em nome de Portugal. Em 1501 três navios portugueses percorreram o litoral, do cabo de São Roque para o sul, tomando conhecimento mais preciso da grande extensão territorial da nova terra. Nessa viagem deram-se nomes aos principais acidentes geográficos, tais como o cabo Santo Agostinho, rio São Francisco, baía de Todos os Santos, baía de Guanabara a que, por engano, deram o nome de Rio de Janeiro, angra dos Reis, ilha de São Sebastião e ilha de São Vicente, passando então a suposta ilha a ser denominada Terra de Santa Cruz. De 1503 a 1531 a Terra de Santa Cruz foi explorada por expedições irregulares de portugueses e franceses, para negociar o pau brasil, assim chamado em razão de sua cor encarnada, e cujo comércio alcançou tal importância que a terra passou a ser chamada Terra do Brasil. Ainda em 1531 Martim Afonso de Souza estendeu o domínio português, para o norte até a foz do rio Gurupi e para o sul até o rio do Prata Em 1534 o Brasil teve sua primeira divisão administrativa colonial, com a divisão da terra em Capitanias Hereditárias, iniciando a imigração, a catequese dos índios e a lavoura. Até 1750 as fronteiras do Brasil foram estendendo-se para oeste, em conseqüência da ação de portugueses e brasileiros que em busca do trabalho dos índios, de minerais e de pedras preciosas embrenhavam-se pelos sertões em expedições conhecidas pelo nome de Bandeiras. Nessa época, quando se esboçavam as fronteiras definitivas do Brasil, o Governo português teve que reagir, por várias vezes, às tentativas de posse de trechos do litoral brasileiro, feitas pelos franceses, espanhóis, ingleses e holandeses. O rio Oiapoque foi assegurado como limite Norte do litoral do Brasil pelo tratado conseqüente ao Congresso de Utrech, de As fronteiras ocidentais foram mantidas em suas linhas gerais pelo tratado de Madri, de A foz do arroio Chuí foi determinada como extremo Sul do litoral pelo tratado de Santo Ildefonso, de DH1-III-12 Corr. 1 04

169 (Folheto nº 23/04) 30 ROTEIRO COSTA SUL Em janeiro de 1808 a família real portuguesa refugiou-se no Brasil, em virtude da invasão de Portugal pelas tropas de Napoleão Bonaparte. Ainda nesse ano os portos do Brasil foram abertos ao comércio de todas as nações e revogados os alvarás de monopólios e proibições de indústrias. 5 Em 1815 o Brasil foi elevado à categoria de Reino. Em 1821 a família real regressou para Portugal e o príncipe herdeiro, D. Pedro, ficou como Regente. Em 7 de setembro de 1822 o Brasil tornou-se independente e o príncipe regente foi aclamado Imperador constitucional, com o título de D. Pedro I Em 25 de março de 1824 foi outorgada a primeira Constituição do país, tomando o Estado brasileiro a forma de uma monarquia constitucional, com quatro poderes: moderador, executivo, legislativo e judiciário. Em 1831 D. Pedro I abdicou em favor de seu filho menor, passando o governo a ser exercido por uma regência até 1840, quando iniciou o 2º Império, com a maioridade de D. Pedro II. Em 1847 foi implantado o parlamentarismo, como regime de governo. Em 13 de maio de 1888 foi abolida a escravatura no Brasil, com a assinatura da chamada Lei Áurea, pela Princesa Isabel Em 15 de novembro de 1889 foi proclamada a República e em 24 de fevereiro de 1891 foi promulgada a primeira Constituição republicana brasileira, que deu ao país a forma federativa e o regime presidencialista de governo, com três poderes: executivo, legislativo e judiciário, independentes e harmônicos entre si. Organização dos poderes O Poder Legislativo é exercido pelo Congresso Nacional, que se compõe da Câmara dos Deputados e do Senado Federal. O Poder Executivo é exercido pelo Presidente da República, auxiliado pelos Ministros de Estado. O Poder Judiciário é exercido pelos Supremo Tribunal Federal; Superior Tribunal de Justiça; Tribunais Regionais Federais e Juízes Federais; Tribunais e Juízes do Trabalho; Tribunais e Juízes Eleitorais; Tribunais e Juízes Militares; e Tribunais e Juízes dos Estados e do Distrito Federal e Territórios. Organização administrativa A organização político-admistrativa compreende a União, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios, todos autônomos nos termos da Constituição. Os Estados são 26: Roraima, Amazonas, Acre, Rondônia, Amapá, Pará, Maranhão, Piauí, Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco, Alagoas, Sergipe, Bahia, Minas Gerais, Espírito Santo, Rio de Janeiro, São Paulo, Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Tocantins, Goiás, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul. DH1-III-12 A Capital Federal é Brasília. Os Estados são divididos em Municípios. Os Territórios Federais integram a União. Moeda A unidade do sistema monetário brasileiro é o real (R$), que é subdividido em centavos. Corr. 1 04

170 BRASIL INFORMAÇÕES GERAIS (Folheto nº 23/04) 31 O meio circulante é constituído de cédulas e moedas metálicas. Pesos e medidas Em todo o território brasileiro é adotado o Sistema Internacional de Unidades, ratificado pela 11ª Conferência Geral de Pesos e Medidas (CGPM/1960) e atualizado até a 15ª CGPM/1975. O Decreto nº , de 03/05/78, aprovou o Quadro Geral de Unidades de Medida, baseado nas resoluções, recomendações e declarações das Conferências Gerais de Pesos e Medidas realizadas por força da Convenção Internacional do Metro, de Hora legal São adotados quatro fusos para a hora legal do Brasil: o primeiro fuso, em que a hora legal é igual à de Greenwich diminuída de duas horas ( 2h), abrangendo os arquipélagos de Fernando de Noronha e de São Pedro e São Paulo, o atol das Rocas e as ilhas da Trindade e Martin Vaz; o segundo fuso, em que a hora legal é igual à de Greenwich diminuída de três horas ( 3h), abrangendo todos os estados da costa do Brasil (com exclusão de parte do Pará) e Tocantins, Goiás, Minas Gerais e Distrito Federal. No Pará, somente a parte situada a leste da linha que, partindo da foz do rio Jarí, sobe pelo rio Amazonas até alcançar a foz do rio Xingu, seguindo por este até os limites de Mato Grosso; o terceiro fuso, em que a hora legal é igual à de Greenwich diminuída de quatro horas ( 4h), abrangendo os estados de Roraima, Rondônia, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, a parte do Pará a oeste da linha acima mencionada e a parte do Amazonas a leste da geodésica que partindo de Tabatinga vai até Porto Acre, compreendidas estas duas localidades no fuso de menos quatro horas ( 4h); e o quarto fuso, em que a hora legal é igual à de Greenwich diminuída de cinco horas ( 5h), abrangendo o Acre e a parte do Amazonas a oeste da geodésica acima citada. Hora de verão No período de outubro a fevereiro, em algumas regiões do Brasil é adotada a Hora de Verão, quando a hora oficial brasileira fica adiantada de 60 minutos em relação à Hora Legal. A relação dos estados em que vigora a Hora de Verão e as datas de início e fim desta hora são divulgadas por Avisos-Rádio aos Navegantes, permanecendo o primeiro aviso em vigor durante todo o período. Feriados nacionais São feriados em todo o país os seguintes dias comemorativos: 1º de janeiro Confraternização Universal 21 de abril Tiradentes 1º de maio Trabalho 7 de setembro Independência do Brasil 12 de outubro N. S. Aparecida, Padroeira do Brasil 2 de novembro Finados 15 de novembro Proclamação da República 25 de dezembro Natal Nos estados e municípios pode haver outros feriados, os quais são mencionados nas informações referentes aos portos DH1-III-12 Corr. 2 04

171 (Folheto nº 23/04) 32 ROTEIRO COSTA SUL GEOGRAFIA Aspecto físico O Brasil é essencialmente constituído por duas áreas irregulares principais: uma formada pelas bacias hidrográficas do rio Amazonas e do rio da Prata, que quase se ligam nas terras baixas situadas a oeste do estado de Mato Grosso e que cobrem regiões baixas e em grande parte inundadas pelas cheias dos rios; e outra constituída pelas terras altas situadas entre essas bacias e o oceano Atlântico. Na bacia amazônica há três regiões naturais principais: a região serrana, grande maciço que limita o Brasil com as Guianas; a depressão amazônica, terras baixas e cobertas de matas densas, onde correm o rio Amazonas e seus afluentes; e a região das grandes matas, o chapadão norte do planalto central do Brasil. A zona do nordeste brasileiro, situada entre as bacias amazônica e do rio São Francisco do Norte, é constituída, depois de uma região de transição, pela bacia do Parnaíba, grande planalto circundado de chapadas e acidentado de colinas; pelas serras e chapadas da vertente norte oriental, que dominam as regiões semi-áridas do Brasil, com sua flora característica e rios intermitentes; pelas matas agrestes situadas entre elas e o oceano; e, finalmente, pelo litoral, quase que inteiramente formado por praias com dunas. Em quase todo esse trecho a linha da costa é em geral acompanhada de recifes, em sua maioria de formação coralígena. A vertente oriental do planalto central é caracterizada pela grande depressão semicircular do vale do rio São Francisco do Norte e pela lombada central das chapadas situadas entre esse vale e a costa. A região das chapadas é em geral coberta de matas. Entre as chapadas e o vale do rio Paraíba do Sul as terras são em geral baixas e pantanosas. A zona meridional do Brasil, situada a leste dos rios Paraguai e Paraná, é em geral alta e apresenta uma certa uniformidade. São suas principais regiões naturais: a costa ou contravertente oceânica, uma estreita faixa de terra existente entre o Atlântico e as serras do Mar e Geral; a região serrana, alta, constituída pelas serras do Mar e Geral e cujas vertentes leste são escarpadas; e a região do planalto, onde alternam os campos com as matas e onde correm, de leste para oeste, os tributários que deságuam na margem leste do rio Paraná. O extremo sul do Brasil, ao sul da serra Geral e a leste do rio Uruguai, é formado por uma planície ondulada e, em geral, coberta por baixa vegetação. Pontos culminantes Os pontos culminantes dos sistemas orográficos brasileiros são o pico da Neblina, na fronteira do Brasil com a Venezuela, com 3.014m; pico 31 de Março, na mesma região, com 2.992m; pico da Bandeira, na serra do Caparaó, em Minas Gerais, com 2.890m; pico do Cristal, na serra do Caparaó, com 2.798m; pico das Agulhas Negras, na serra da Itatiaia, entre Minas Gerais e Rio de Janeiro, com 2.787m; pedra da Mina, na serra da Mantiqueira, entre Minas Gerais e São Paulo, com 2.770m; pico do Calçado, na serra do Caparaó, entre Minas Gerais e Espírito Santo, com 2.766m; monte Roraima, na serra do Pacaraima, nos limites do Brasil com a Venezuela e a Guiana, com 2.727m; pico dos Três Estados, na serra da Mantiqueira, entre Minas Gerais, Rio de Janeiro e São Paulo, com 2.665m; e pico do Codorna, na serra Imeri, entre o Amazonas e a Venezuela, com 2.596m. METEOROLOGIA 45 Climas No Brasil há basicamente dois climas: o tropical, ao norte do trópico de Capricórnio, e o temperado, ao sul do mesmo trópico. Em ambos os climas a temperatura e a chuva conservam-se dentro dos limites de conforto, em todo o ano, raramente ocorrendo temperaturas muito elevadas ou baixas e chuvas muito fortes ou prolongadas. DH1-III-12 Corr. 2 04

172 (Folheto nº 23/04) 61 BAÍA DE GUANABARA Carta 1501 A baía de Guanabara é considerada uma das mais belas e abrigadas baías do mundo. Tem sua barra localizada entre as pontas de Santa Cruz e de São João, com uma largura de 1M; estende-se por 16M na direção N S e tem uma largura máxima de 15M na direção E W. Na sua margem oeste ficam a cidade do Rio de Janeiro e seu porto, um dos mais importantes do país; na margem leste estão a cidade de Niterói e seu pequeno porto; na parte norte, junto à ilha do Governador, localiza-se um dos principais terminais de petróleo do país; em ambas as margens ficam, também, grandes estaleiros construtores e reparadores de navios. No interior da baía de Guanabara há inúmeras ilhas e ilhotas; contornando suas margens há uma série de montanhas, destacando-se o Pão de Açúcar e o Corcovado, na cidade do Rio de Janeiro; ao fundo de sua parte norte fica a serra dos Órgãos, com seu característico pico do Dedo de Deus (1.632m de altitude) e onde se localizam aprazíveis cidades de veraneio, tais como Petrópolis, Teresópolis e Friburgo, caracterizadas por clima saudável e temperatura amena RECONHECIMENTO E DEMANDA Cartas 1506, e O reconhecimento da barra da baía de Guanabara é facilitado pelo grande número de ilhas existentes nas suas proximidades e pelas características favoráveis das montanhas e da costa. A pedra da Gávea é um ponto que pode ser reconhecido a 50M, de qualquer direção; sua altitude (842m) e seu formato, tendo a parte superior plana e as faces laterais quase verticais, sem vegetação, a tornam uma marca notável para aterragem. Outros pontos notáveis são o pico do Corcovado, com a estátua do Cristo Redentor, e o morro do Pão de Açúcar, este também identificando o extremo oeste da barra da baía de Guanabara (vista III-3). À noite, os clarões das cidades do Rio de Janeiro e de Niterói e os faróis Ponta Negra, Rasa e Maricás aparecem, nesta seqüência, para o navegante procedente do Norte. Para quem vem do Sul, o farol Rasa, o Cristo Redentor iluminado do pico do Corcovado e as luzes rápidas das torres de televisão da serra da Carioca e da torre do morro do Pico também são vistos de grande distância. Com má visibilidade, o radiofarol da ilha Rasa é importante auxílio na aterragem para quem vem de alto-mar; quem navega próximo à costa, vindo do norte ou sul, tem a aterragem facilitada pelas ilhas e pontos característicos da costa, que dão bons ecos na tela do radar Cartas 1511, 1512 e 1501 Para demandar a barra, as ilhas ao largo e os pontos característicos das proximidades da entrada da baía facilitam o posicionamento do navio por processo visual ou DH1-III-12 Corr. 6-04

173 (Folheto nº 23/04) ROTEIRO COSTA SUL pelo radar. Os navios de calado superior a 12m (39,37pés) devem navegar no canal dragado a 17m (1979), que começa nas proximidades da ponta de Copacabana e é demarcado nas cartas. Os navios de calado igual ou inferior a 12m (39,37pés) devem demandar a barra pela região a leste da ilha de Cotunduba, seguindo, preferencialmente, as rotas mostradas no gráfico da página 61, até alcançarem a barra. A navegação no interior da baía, para navios de qualquer calado, deve ser efetuada preferencialmente no canal varrido. PONTOS CARACTERÍSTICOS Os seguintes pontos, descritos na mesma seqüência em que são avistados pelo navegante que entra na baía, ajudam a navegação e o fundeio no seu interior. Cartas 1511 e 1512 Ponta de Santa Cruz (22 56,3 S ,1 W) No extremo leste da barra, rochosa e ocupada por um antigo forte, onde fica o farol Santa Cruz (2432), uma torre hexagonal envidraçada, branca, com 6m de altura e luz isofásica encarnada na altitude de 26m com alcance de 18M. Ilha Laje No meio da barra e a oeste do canal varrido, também rochosa e ocupada por uma antiga fortaleza. Nela está o farol Laje (2436), uma torre tronco piramidal quadrangular de concreto armado, verde, com 10m de altura e luz isofásica verde na altitude de l7m com alcance de 11M. Ilha da Boa Viagem (22 54,6 S ,8 W) Na margem leste, elevada e coberta de vegetação. É ligada à cidade de Niterói por uma ponte. Em seu cume destaca-se uma igreja isolada, pintada de branco. Ilha de Villegagnon 1,5M a W da ilha de Boa Viagem e ligada ao aeroporto Santos Dumont por uma ponte. É toda ocupada pela Escola Naval da Marinha do Brasil. Em seu extremo leste fica o farolete Villegagnon (2444), uma torre tronco piramidal quadrangular de concreto armado, branca com uma faixa horizontal verde, com 7m de altura e luz de lampejo branco na altitude de 7m com alcance de 5M. Ilha Fiscal (22 53,8 S ,0 W) Na margem oeste e ligada à ilha das Cobras por um molhe, ocupada por um edifício em estilo gótico pintado de verde, onde uma torre com relógio e 43m de altitude se destaca na sua parte central. Foi a sede da Diretoria de Hidrografia e Navegação (DHN) no período de 1914 a No extremo sueste do molhe de ligação fica o farolete Ilha Fiscal (2614), uma torre tronco piramidal quadrangular de concreto armado, cinza, com 6m de altura e luz de lampejo encarnado na altitude de 8m com alcance de 8M. Ilha das Cobras Na margem oeste, junto à ilha Fiscal e ligada à cidade do Rio de Janeiro por uma ponte. É ocupada pelo Arsenal de Marinha do Rio de Janeiro. No seu ponto mais elevado há uma torre com um posto de sinais, com o qual todos os navios devem se comunicar nas ocasiões mencionadas no item Controle de Movimentação da página 70. Ilha das Enxadas 0,6M ao N da ilha das Cobras, totalmente edificada. Na sua parte central há uma caixa-d água elevada, que se destaca do conjunto de edifícios pintados de branco. Ponta da Armação (22 53,0 S ,0 W) Na margem leste, tendo atrás o morro da Armação, com 162m de altitude. Nela ficam as sedes da Diretoria de Hidrografia e Navegação (DHN) e das organizações a ela subordinadas: Centro de Hidrografia da Marinha (CHM), Centro de Sinalização Náutica Almirante Moraes Rêgo (CAMR), Base de Hidrografia da Marinha em Niterói (BHMN) e Grupamento de Navios Hidroceanográficos (GNHo), assim como o farol Ponta da Armação (2450), uma torre tronco piramidal quadrangular de alvenaria, com faixas horizontais pretas e brancas, DH1-III-12 Corr. 6-04

174 BAÍA DE GUANABARA (Folheto nº 23/04) 63 19m de altura e luz de lampejo branco na altitude de 21m com alcance de 19M. Nesta ponta também há um píer de concreto armado na forma de um L, para atracação dos navios hidroceanográficos, com luzes fixas amarelas nos seus extremos. Ilha do Mocanguê (22 52,3 S ,1 W) Na margem leste e ligada ao Rio de Janeiro e a Niterói pela ponte Presidente Costa e Silva (ponte Rio Niterói). É toda ocupada por organizações da Marinha do Brasil. Na ponta do píer externo da parte norte fica o farolete Mocanguê Píer nº 2 (2472), um poste metálico, branco, com 6m de altura e luz de lampejo encarnado na altitude de 7m com alcance de 5M. Ponte Presidente Costa e Silva (Ponte Rio Niterói) Atravessa a baía na direção E W, ligando o Rio de Janeiro a Niterói e às cidades das regiões Norte e Serrana do estado do Rio de Janeiro. As alturas e larguras dos vãos navegáveis da ponte, assim como sua sinalização, são informadas no plano existente nos versos das cartas 1512 e O vão central também tem as faces internas de seus pilares sinalizadas por faroletes de boreste e bombordo, duas armações metálicas em treliça, com 5m de altura e luzes fixas encarnada (o de boreste) e verde (o de bombordo) na altitude de 8m com alcance de 5M. No meio do vão central há um racon código Morse G com alcance de 25M, sinalizando o eixo do canal. O tráfego sob a ponte e o fundeio nas suas proximidades obedecem às normas do item Tráfego e Permanência da página 71. Carta 1512 Ilha do Engenho 2,5M a NE da ilha do Mocanguê, baixa, com uma elevação de 70m na ponta noroeste. Na sua parte sul destacam-se duas caixas-d água elevadas. A navegação nas proximidades desta ilha tem as restrições citadas no item Navegação Proibida da página 68. Ilha do Governador Na parte noroeste da baía e ligada à cidade do Rio de Janeiro por duas pontes, tem cerca de 6M de extensão na direção E W. Na sua extremidade oeste fica o aeroporto internacional do Rio de Janeiro, onde o aerofarol Galeão (2552), uma armação quadrangular metálica de 10m de altura, com faixas horizontais brancas e encarnadas, exibe luz ocasional de lampejos alternados brancos e verdes na altitude de 50m. A parte restante da ilha é formada por inúmeras colinas, urbanizadas e muito edificadas. Ponta do Matoso No extremo sul da ilha do Governador, onde estão localizados inúmeros tanques de estocagem de derivados de petróleo. Ponta da Ribeira (22 49,3 S ,8 W) No extremo sueste da ilha do Governador, também com grande número de tanques de derivados de petróleo e um molhe para atracação de navios, em cuja extremidade há um poste preto tendo no tope três luzes fixas amarelas particulares, dispostas em forma de triângulo. 0,3M a W desta ponta há um outro poste preto sobre um edifício, com a mesma disposição de luzes, porém brancas. O canal de acesso ao cais da ponta da Ribeira é balizado por bóias luminosas de boreste e bombordo, numeradas. Terminal da Baía de Guanabara (TEGUÁ) Ver a página 76a. Píeres do TEGUÁ Os extremos dos píeres principal e secundário do TEGUÁ são sinalizados por faroletes constituídos de postes metálicos amarelos com 10m de altura e luzes rápidas amarelas na altitude de 13m, exceto o do extremo norte do píer secundário, que tem a altitude de 14m, todas as luzes com o alcance de 3M. Ilha d Água 0,5M ao N da ponta da Ribeira, toda ocupada por tanques de armazenagem de petróleo e derivados, existindo uma torre notável. Nela fica o centro de operações do terminal da Baía de Guanabara. Alinhamento do Terminal da Ilha Redonda de Dentro Constituído por dois faroletes, alinhados aos 073,7º, no eixo do canal de acesso ao terminal da ilha Redonda DH1-III-12 Corr. 4-04

175 (Folheto nº 23/04) 64 ROTEIRO COSTA SUL de Dentro: o anterior, Alinhamento Nordeste Anterior (2503), um tubo metálico sobre base quadrangular de estacas de concreto, aos 073,7º e na distância de 0,9M do posterior, branco, tendo no tope placa de visibilidade triangular encarnada com o vértice para cima, com 10m de altura e luz rápida encarnada na altitude de 13m com alcance de 5M; o posterior, Alinhamento Ilha da Pita Posterior (2503.3), na margem da ilha da Pita (22º 48,06 S 043º 07,09 W), uma torre em treliça metálica triangular, branca, tendo no tope placa de visibilidade triangular encarnada com o vértice para baixo, com 10m de altura e luz de lampejo encarnado na altitude de 15m com alcance de 6M. Ilha Redonda de Dentro 2,6M a ENE da ilha d Água, ocupada por tanques de gases liquefeitos e integrante do terminal da Baía de Guanabara. Tem como ponto característico uma chaminé metálica, pintada de encarnado e branco, que expele continuamente uma chama na altitude de 67m, facilitando a demanda da parte norte da baía. O seu píer possui dois dolfins de atracação. O dolfim mais ao sul é sinalizado por um farolete, constituído de torre retangular metálica em treliça, amarela, com 6m de altura e luz rápida amarela na altitude de 8m com alcance de 5M. Carta 1501 Ilha Itapacis 1,7M a NNE da ilha Redonda de Dentro, rochedo baixo e com pedras submersas e descobertas à volta. No seu extremo oeste fica o farolete Itapacis (2520), uma torre cilíndrica de concreto armado, encarnada, com 7m de altura e luz de lampejo encarnado na altitude de 10m com alcance de 5M. Ilha de Paquetá A maior do conjunto de ilhas mais ao norte da baía. Tipicamente residencial e ligada ao Rio de Janeiro por linha regular de barcos, é muito visitada em passeios turísticos. No extremo sueste da ilha, a ponta da Ribeira, fica o farolete Ilha de Paquetá (2522), uma torre quadrangular de alvenaria com relógio, branca, com 11m de altura e luz de lampejo verde na altitude de 14m com alcance de 8M. 0,1M ao N da ponta da Ribeira fica a ilha dos Lobos, onde o farolete Lobos (2523), um tubo metálico, verde, com 5m de altura e luz de grupo de 2 lampejos verdes na altitude de 6m com alcance de 9M, auxilia a navegação noturna dos barcos de passageiros e carga que trafegam entre a ilha e o Rio de Janeiro. PERIGOS Na região da baía onde as profundidades são acima de 10m o navegante deve ter atenção aos seguintes perigos, situados próximos aos canais e nas áreas usuais de navegação. Carta 1511 Pedra Na profundidade de 11,5m, marcação 060 e distância de 0,28M do farol Laje, junto à margem oeste do canal varrido a 17m (1990). É balizada por bóia luminosa de perigo isolado. Pedras Com menor profundidade de 5m na marcação 232 e distância de 0,28M do farol Laje, entre a ilha Laje e o morro Cara de Cão. A navegação neste trecho da barra deve ser feita com muita cautela, pelas embarcações de pesca, esporte e recreio e turismo. Os navios só devem trafegar pelo canal varrido. Cartas 1512 e 1515 Casco Soçobrado Na profundidade de 9,1m, marcação 072 e distância de 0,2M da torre da ilha Fiscal. Laje dos Meros Com menor profundidade de 4,8m na marcação 000 e distância de 0,16M da torre da ilha Fiscal. É balizada por bóia luminosa de perigo isolado. Parcel das Feiticeiras Com alguns cabeços na parte norte descobrindo na baixa-mar, na marcação 356 e distância de 0,9M da torre da ilha Fiscal. É sinalizado DH1-III-12 Corr. 4-04

176 BAÍA DE GUANABARA (Folheto nº 23/04) 65 pelo farolete Feiticeira (2688), uma torre cilíndrica de concreto armado, preta com faixas largas horizontais encarnadas, que se destaca, isolada, sobre a superfície do mar, com luz de grupo de 2 lampejos brancos na altitude de 9m com alcance de 7M. Duas bóias cegas de boreste balizam a margem sul e duas bóias cegas de bombordo balizam a margem norte do parcel. Carta 1512 Pedra Na profundidade de 12,9m, posição 22 50,92 S ,09 W. É balizada por bóia luminosa de boreste, junto à margem leste do canal varrido a 17m (1990). Laje do Barroso Na profundidade de 14m, posição 22 50,86 S ,51 W. Pedra Na profundidade de 10m, posição 22 50,65 S ,43 W. É balizada por bóia luminosa de bombordo, junto à margem oeste do canal varrido a 17m (1990). Laje da Barreira Com sua menor profundidade de 5,5m na posição 22 49,96 S ,44 W. É balizada por bóia luminosa de bombordo, junto à margem oeste do canal varrido a 17m (1990). Laje do Canal Com menor profundidade de 5,5m, no canal de acesso à ponta do Matoso, ilha do Governador, posição 22 50,05 S ,67 W. É balizada por bóia luminosa de boreste. Casco soçobrado Na profundidade de 1,4m, marcação 060 e distância de 0,45M do poste de luz do molhe da ponta da Ribeira, ilha do Governador. É balizado por bóia luminosa de bombordo, junto à isóbata de 10m. Pedras Manuéis de Fora Com algumas sempre descobertas, na marcação 048 e distância de 0,5M do poste de luz do molhe da ponta da Ribeira. Em uma das pedras há uma torre e o limite leste do grupo é balizado por bóia luminosa de bombordo. Pedras Manuéis de Dentro Com algumas sempre descobertas, na marcação 031 e distância de 1,1M do poste de luz do molhe da ponta da Ribeira. Na pedra mais a leste fica o farolete Manuéis de Dentro (2588), uma torre cilíndrica de alvenaria, verde, com 8m de altura e luz de lampejo verde na altitude de 11m com alcance de 5M. Pedra Na profundidade de 8m, marcação 114 e distância de 1,2M do farolete Manuéis de Dentro, junto ao limite leste do fundeadouro nº 8, área sul. É balizada por bóia luminosa de perigo isolado. Pedras Cocóis Com algumas sempre descobertas, na marcação 090 e distância de 1,42M do farolete Manuéis de Dentro. Em sua extremidade sudoeste fica o farolete Cocóis (2500), uma coluna metálica sobre base quadrangular de concreto armado, encarnada, com 3m de altura e luz de lampejo encarnado na altitude de 6m com alcance de 5M. Pedras Nas profundidades de 14,4m e 14,8m, posições 22 48,35 S ,43 W e 22 48,32 S ,37 W, respectivamente, junto ao limite sul do fundeadouro nº 8, área norte. Pedra da Sardinha Sempre descoberta, na marcação 010 e distância de 0,4M do farolete Cocóis. É sinalizada pelo farolete Pedra da Sardinha (2504), um poste metálico, preto com faixas largas horizontais encarnadas, com 3m de altura e luz de grupo de 2 lampejos brancos na altitude de 7m com alcance de 5M. Cartas 1512 e 1531 Pedra do Xaréu Com menor profundidade de 0,4m na marcação 043 e distância de 0,9M do farolete Manuéis de Dentro. É sinalizada pelo farolete Xaréu (2508), uma torre cilíndrica de concreto armado, preta com faixas largas horizontais encarnadas, com 9m de altura e luz de grupo de 2 lampejos brancos na altitude de 11m com alcance de 7M. DH1-III-12 Corr

177 (Folheto nº 23/04) 66 ROTEIRO COSTA SUL Carta 1531 Laje do Cação Na profundidade de 4,2m, marcação 043 e distância de 0,11M do farolete Xaréu. Entre esta laje e a pedra do Xaréu as profundidades são abaixo de 10m. Laje do Rijo Na profundidade de 6,8m, marcação 343 e distância de 0,57M do farolete Xaréu, sendo balizada por bóia luminosa de bombordo. Um alto-fundo estendese até 0,1M a W da laje, com profundidades abaixo de 10m. Pedra do Canal Na profundidade de 5,8m, marcação 353 e distância de 0,82M do farolete Xaréu. Um alto-fundo estende-se até 0,1M a E da pedra, com profundidades abaixo de 10m; 0,06M a NE há uma pedra na profundidade de 7m e 0,07M a SSW há outra pedra na profundidade de 7,8m. Pedras do Boi Com algumas sempre descobertas, na marcação 005 e distância de 0,9M do farolete Xaréu. Nas áreas de navegação com profundidades entre 5m e 10m, deve ser dada atenção aos seguintes perigos. Cartas 1511 e 1512 Casco soçobrado Na profundidade de 4,9m, marcação 292 e distância de 0,19M da igreja da ilha da Boa Viagem. É balizado por bóia luminosa cardinal oeste. Cartas 1515 e 1512 Casco soçobrado Alexander Na marcação 303 e distância de 0,33M do farolete Feiticeiras. É balizado por bóia luminosa de perigo isolado. Laje do Pampo Com menor profundidade de 6,6m, no canal de acesso ao porto de Niterói, marcação 108 e distância de 0,13M do farolete BACS Oeste, situado no cais Sul da ilha do Mocanguê. Carta 1512 Coroa do Chapéu de Sol Com menor profundidade de 0,8m na marcação 287 e distância de 1,5M do farolete Feiticeiras. Estende-se entre o limite oeste do fundeadouro nº 3, área sul, o canal de acesso ao cais de minério e carvão do porto do Rio de Janeiro e a ponte Rio Niterói. Tem o cabeço mais ao norte balizado por bóia luminosa de perigo isolado. Pedras Com menor profundidade de 3,6m na marcação 353 e distância de 1,66M do farolete Feiticeiras. Ficam no vértice da área noroeste do fundeadouro nº 3, área norte, e têm o limite sudoeste balizado por bóia cega de boreste. Pedras da Passagem Sempre descobertas, na marcação 001 e distância de 2,36M do farolete Feiticeiras. Ficam no centro de uma área quadrangular de altos-fundos e pedras, que se estende por 0,8M na direção N S e 1,2M na direção E W. São sinalizadas pelo farolete Passagem (2604), uma torre cilíndrica de concreto armado, com faixas horizontais pretas e brancas, 8m de altura e luz rápida branca na altitude de 9m com alcance de 5M. No vértice sueste da área ficam as pedras Obus de Fora e Obus de Dentro, sempre descobertas, e no vértice nordeste a laje da Barreira. A parte oeste da área é tomada por um alto-fundo com profundidades abaixo de 5m e pedras submersas, envolvendo a ilha Seca. Pedras Manuel Joaquim Submersas e descobertas, contíguas e a oeste das pedras Manuéis de Dentro (22 48,45 S ,18 W), tendo o extremo sul sinalizado por baliza de boreste. DH1-III-12 Corr. 3-04

178 BAÍA DE GUANABARA (Folheto nº 23/04) 67 Carta 1531 Ilha Rasa (22 47,99 S ,44 W) Sempre descoberta, com várias pedras ao redor. É sinalizada pelo farolete Ilha Rasa de Dentro (2510), um tubo com faixas horizontais pretas e encarnadas, 3m de altura e luz de grupo de 2 lampejos brancos na altitude 9m com alcance de 4M. 5 Pedra Na profundidade de 2,7m, marcação 300 e distância de 0,4M do farolete Xaréu. Laje do Tijolo (22 46,38 S ,84 W) Com alguns cabeços descobertos e outros à flor d água, na baixa-mar, a oeste da ilha do Boqueirão. Nela está situado o farolete Laje do Tijolo do Boqueirão (2544), um tubo metálico sobre base quadrangular de concreto armado, amarelo, com 3m de altura e luz de lampejo amarelo na altitude de 4m com alcance de 5M. 10 Carta 1501 Pedras Gravataís (22 47,62 S ,99 W) Submersas e descobertas, sinalizadas pelo farolete Gravataís (2512), um torre quadrangular de concreto armado, preta com faixas largas horizontais encarnadas, tendo 4m de altura e luz de grupo de 2 lampejos brancos na altitude de 6m com alcance de 7M. Seu extremo leste é sinalizado por baliza de bombordo. Pedras Submersas e descobertas, na área ao sul do canal entre a ilha de Paquetá e a ilha Itapacis, até a distância de 0,5M a SW desta última ilha. No extremo sudoeste da área, a laje Rachada é balizada por bóia luminosa de boreste. No canal entre a ilha de Paquetá e a ilha Itapacis, a laje do Silva, na profundidade de 2,8m, marcação 295 e distância de 0,4M do farolete Itapacis, é balizada por bóia luminosa de bombordo. As áreas com profundidades abaixo de 5m que margeiam a baía de Guanabara e suas ilhas só devem ser navegadas com perfeito conhecimento local. Especialmente nas margens ao norte da ponte Rio Niterói, há muitas pedras e cercados de peixe perigosos à navegação de pequenas embarcações FUNDEADOUROS Cartas 1511 e 1512 A baía de Guanabara é normalmente abrigada de todos os ventos que sopram na área. Deve ser dada atenção, porém, ao vento Noroeste, que ocorre nas tardes de calor intenso, principalmente no verão, sempre forte e acompanhado de chuvas, com perigo para os navios fundeados. Os fundeadouros são separados por tipo de navio ou operação, sendo numerados, delimitados por linha de limite marítimo em geral e especificados no quadro com o título Fundeadouros, existente nas cartas. O fundeio fora das áreas determinadas só pode ser efetuado em situações de extrema necessidade FUNDEIO PROIBIDO Cartas 1511 e 1512 O navegante deve ter atenção ao grande número de áreas onde o fundeio é proibido, assinaladas nas cartas por letras, delimitadas por linha de limite de área reservada e especificadas no quadro com o título Precauções, existente nas cartas. 40 DH1-III-12 Corr. 4-04

179 (Folheto nº 23/04) 68 ROTEIRO COSTA SUL 5 Em especial é proibido fundear: nas adjacências das cabeceiras das pistas dos aeroportos; nos canais de acesso aos portos e terminais; nas áreas de manobra em frente aos portos e terminais; nas proximidades dos terminais de petróleo e derivados; nas áreas com cabos e canalizações submarinos; nas proximidades da ponte Presidente Costa e Silva (ponte Rio Niterói); e no trajeto das barcas entre as cidades do Rio de Janeiro e Niterói. NAVEGAÇÃO PROIBIDA Carta 1512 É proibido a qualquer tipo de embarcação navegar, sem expressa autorização, dentro das seguintes áreas, demarcadas na carta por linha de limite de área reservada: em torno das ilhas do Engenho, das Flores, Ananaz, do Mexingueiro e do Carvalho, todas localizadas nas proximidades da margem leste da baía, na altura do paralelo de S, sendo a área em torno da ilha do Engenho balizada por bóias luminosas de balizamento especial, numeradas; e entre a ponta do Matoso e a ponta de Manguinhos, ambas localizadas na parte sul da ilha do Governador, sendo a área balizada por bóia luminosa e bóias cegas, todas de balizamento especial, numeradas. Carta 1531 É proibido a qualquer tipo de embarcação navegar sem expressa autorização do Comandante do Primeiro Distrito Naval: no canal do Boqueirão, entre as ilhas do Governador e do Boqueirão, do pôr ao nascer do Sol; e em torno das ilhas das Arueiras, do Milho, do Rijo, Viraponga, de Nhanquetá, do Boqueirão e Tipiti-Açu, a menos de 200m durante a noite e de 100m durante o dia. Estas áreas proibidas são delimitadas na carta por linha de limite de área reservada e seus vértices são balizados por bóias luminosas ou bóias cegas, todas de balizamento especial, numeradas. Carta 1515 São proibidos a navegação e o fundeio de embarcações em torno da ilha do Mocanguê, a menos de 200 metros durante a noite e a menos de 100 metros durante o dia DH1-III-12 PESCA PROIBIDA Cartas 1511, 1512 e 1531 É proibido pescar: no canal varrido e nos canais de acesso aos portos e terminais; no fundeadouro de visitas; na área situada entre os alinhamentos ponta do Calabouço ponta de Gragoatá, ao sul, e ilha Fiscal ponta da Armação, ao norte; a menos de 400m da ponte Rio Niterói, ao norte e ao sul da ponte; Corr. 4-04

180 BAÍA DE GUANABARA (Folheto nº 23/04) 69 a menos de 400m das cabeceiras das pistas dos aeroportos Santos Dumont e Internacional do Galeão; nas áreas onde a navegação e o fundeio são proibidos; nos canais entre as ilhas com largura menor que 1M; e a menos de 200m dos navios de guerra fundeados e de instalações militares. ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL Carta 1501 A área ao nordeste da ilha de Paquetá, delimitada na carta por linha limite de área restrita, constitui o Complexo Hidrológico da Área de Proteção Ambiental de Guapimirim. Ela é demarcada por balizamento luminoso particular, constituído por 19 faroletes com refletor radar, posicionados sobre a linha demarcatória da carta, não representados na carta e cujas alterações não são divulgadas por Aviso aos Navegantes MILHA MEDIDA Carta 1512 Na parte leste da baía, a NE da ilha do Mocanguê há dois pares de balizas um localizado na ilha de Santa Cruz e outro nas ilhas Ananaz e do Mexingueiro destinados à corrida da milha para prova de velocidade, com alinhamentos na direção 117 para rumos de corrida , em profundidades de 10m. As quatro balizas são pintadas com faixas horizontais nas cores preta e branca. Para facilitar a identificação dos alinhamentos, há duas bóias cegas tipo pilar de balizamento especial fundeadas no mesmo alinhamento de cada par de balizas, em profundidades de 6m a 8m. VENTOS Os ventos Sul e Sudoeste mais fortes, que geralmente ocorrem entre junho e setembro e acompanham as passagens das frentes frias, costumam formar vagas na barra, com reflexos negativos no governo do navio. Os ventos no interior da baía apresentam as mesmas características dos que sopram na costa. Deve ser dada atenção, porém, ao Noroeste, conhecido como caju, que pode ocorrer nas tardes de dias de calor intenso, principalmente no verão e que, embora de curta duração, sopra forte e é acompanhado de chuvas, com perigo para os navios fundeados. Sinais de previsão de tempo e possibilidade de ventos perigosos são içados no posto de sinais da ilha das Cobras DH1-III-12 MARÉ E CORRENTE DE MARÉ Cartas 1511 e 1512 A maré na baía de Guanabara tem característica de desigualdades diurnas, com o nível médio 0,7m acima do nível de redução das cartas. A corrente de maré, na época da sizígia costuma ter a direção de enchente desde 4 horas antes da preamar; na preamar já começa a inverter no trecho entre a ilha das Cobras e a barra, tomando a direção de vazante até 5 horas antes da preamar seguinte. Sua velocidade varia entre 0,2 nó e 1,5 nó, sendo maior na vazante e nas profundidades acima de 10m. Ventos anormais, contudo, podem modificar substancialmente a direção e a velocidade da corrente de maré. A corrente de vazante pode formar redemoinhos nas proximidades da barra, prejudicando o governo do navio. 45 Corr

181 (Folheto nº 23/04) 70 ROTEIRO COSTA SUL PRATICAGEM Cartas 1511, 1512 e 1501 A praticagem nos portos e terminais da baía de Guanabara é: obrigatória para os navios estrangeiros de qualquer arqueação bruta (exceto os citados na 3ª alínea, abaixo) e para os navios petroleiros, os navios que transportam produtos químicos perigosos a granel e os navios que transportam gases liquefeitos a granel, desde que carregados ou descarregados mas não desgaseificados, brasileiros, de arqueação bruta superior a 2.000; facultativa para os navios brasileiros de qualquer arqueação bruta, com exceção dos citados acima; e facultativa para os navios estrangeiros de qualquer arqueação bruta arrendados a empresa constituída sob as leis brasileiras e que tenha sua sede e administração no país, desde que comandados por marítimo brasileiro de categoria compatível com o porte do navio. Os navios cuja praticagem é obrigatória devem receber o prático nos seguintes pontos: os que vão trafegar pelo canal dragado a 17m (1979) ou procedentes do Sul, no ponto de coordenadas 23 00,0 S ,8 W; os procedentes do Norte, no ponto de coordenadas 23 00,0 S ,2 W. A zona de praticagem obrigatória começa fora da baía de Guanabara, nos alinhamentos ponta de Copacabana ilha do Pai, ilha do Pai ilha da Mãe e ilha da Mãe ponta de Itaipu, e vai até qualquer atracadouro ou fundeadouro no interior da baía. A solicitação de prático deve ser feita com 24 horas de antecedência, por meio do agente da companhia de navegação ou por radiotelefonia VHF (chamada no canal 16 e tráfego no canal 12) via estação Rio Rádio (PPR). Na solicitação devem ser especificados a hora de chegada do navio e o ponto onde o prático deve embarcar. Há as seguintes empresas de praticagem operando nos portos do Estado do Rio de Janeiro: RIO PILOTS Empresa de Praticagem do Estado do Rio de Janeiro: Avenida Rio Branco, 45, salas 1501 a 1503, Centro, CEP ; telefones (21) e (21) ; fac-símile (21) ; assessoria@riopilots. com.br; e Serviços de Praticagem SINDIPILOTS: Avenida Rio Branco, 45, sala 707, Centro, CEP ; telefone (21) ; fac-símile (21) CONTROLE DE MOVIMENTAÇÃO Todas as embarcações estrangeiras e as nacionais de Longo Curso, de Cabotagem e de Apoio Marítimo devem obrigatoriamente chamar o Posto de Controle de Entrada e Saída do Porto do Rio de Janeiro (estação PWZ-88) quando: entrar na baía de Guanabara ou dela sair; fundear em qualquer fundeadouro autorizado; suspender do fundeadouro; demandar o porto; atracar ao cais do porto; e iniciar a manobra de desatracar ou suspender, quando saindo do porto. DH1-III-12 Corr. 3-04

182 BAÍA DE GUANABARA (Folheto nº 23/04) 71 A chamada deve ser por radiotelefonia VHF, canal 16, em português ou inglês e utilizando a Hora Média de Greenwich (HMG). As posições nos fundeadouros devem se informadas por marcação e distância de um ponto de terra representado na carta ou por latitude e longitude. As posições nos atracadouros devem ser informadas em relação ao número do armazém do cais ou ao número do berço do terminal. Devem ser prestadas as seguintes informações: entrando na baía, nome do navio; indicativo rádio internacional; bandeira; porto de origem; tipo de navio (carga geral, contêiner, granel, químico, etc.); local de fundeio ou atracação; e data estimada de partida; saindo da baía, nome do navio; indicativo rádio internacional; bandeira; porto de destino; data estimada da chegada ao porto de destino; tipo de navio; e velocidade de cruzeiro; mudando de atracação ou fundeadouro, nome do navio; bandeira; indicativo rádio internacional; posição anterior; e posição atual. Quando não for possível a comunicação com PWZ-88, deve ser enviada mensagem à Capitania dos Portos do Rio de Janeiro, pelo meio mais rápido, com as informações correspondentes à movimentação, as data e hora do evento e o motivo da omissão. Todos os navios em movimento no interior da baía devem envergar seus indicativos rádio internacionais de chamada e manter o equipamento de radiotelefonia em VHF ligado no canal 16. DH1-III-12 TRÁFEGO E PERMANÊNCIA Devem ser observadas as seguintes normas, complementares às do RIPEAM: é proibido aos navios com boca superior a 25 metros cruzarem-se na barra da baía de Guanabara; os navios carregados têm preferência, navegando no canal varrido; os navios de qualquer porte entrando na baía devem trafegar com a velocidade máxima de 8 nós até cruzar a ilha da Boa Viagem; devem reduzir a velocidade para até a máxima de 5 nós deste ponto à ponte Rio Niterói; após passar a ponte devem ter a velocidade necessária à manobra, até o limite máximo de 8 nós; os que vão para a área portuária ao sul da ponte devem ter a velocidade máxima de 6 nós nos canais de aproximação; os navios de qualquer porte saindo da baía, se procedente da área ao norte da ponte Rio Niterói devem reduzir a velocidade para até a máxima de 5 nós no trecho entre a ilha de Manuel João e a ponta de Gragoatá; a partir desta ponta a velocidade máxima deverá ser de 8 nós, até a barra; no canal de acesso ao cais do terminal de Contêineres são proibidos o cruzamento e a ultrapassagem, tendo prioridade o navio que sai do terminal; o tráfego de navios de qualquer calado pelo canal varrido é obrigatório dentro da baía, desde e até a barra, respeitado o RIPEAM-72. Os navios que entram devem tomar o canal varrido até o ponto adequado para se dirigirem aos fundeadouros ou canais de acesso aos portos ou terminais; os que saem devem tomar o canal varrido pelo caminho mais curto, tão logo saiam dos canais de acesso aos portos ou suspendam dos fundeadouros ou terminais; o tráfego sob a ponte Rio Niterói só é permitido entre os pilares assinalados nas cartas 1511 e Os navios com arqueação bruta igual ou superior a e as plataformas de petróleo de qualquer arqueação bruta só podem trafegar no Corr

183 (Folheto nº 23/01) 72 ROTEIRO COSTA SUL vão central e com rebocadores com cabo passado. Os navios petroleiros, propaneiros e químicos, assim como qualquer outra embarcação com arqueação bruta superior a e inferior a , sem restrições ou limitações operacionais transportando carga perigosa, podem trafegar nos vãos adjacentes ao vão central com rebocadores com cabo passado. Qualquer embarcação com arqueação bruta superior a que apresente restrições operacionais nos sistemas de governo e/ou propulsão deve passar sob a ponte rebocada. Os rebocadores devem receber e largar os cabos de reboque na distância aproximada de 1.200m da ponte; as dimensões máximas, a velocidade máxima e o calado máximo para trafegar nos canais de acesso e atracar aos portos e terminais da baía de Guanabara são estabelecidos pela Administração do respectivo porto ou terminal, que é a responsável por sua divulgação aos navegantes; a visita das autoridades portuárias poderá ser realizada no fundeadouro nº 1, com o navio demandando o cais de atracação ou logo após a atracação; o tempo máximo de permanência no fundeadouro nº 1, para visita das autoridades portuárias aos navios procedentes do exterior, é de 3 horas; 20 os navios que não se destinam ao porto do Rio de Janeiro podem entrar na baía de Guanabara para reabastecimento e permanecer no fundeadouro nº 1 por um período de 12 horas, devendo comunicar o fato à Autoridade Portuária com antecedência mínima de 24 horas; e nos portos do Rio de Janeiro e de Niterói o emprego de rebocadores é facultativo, nas manobras de atracação e desatracação; nos terminais é obrigatório. Especial atenção também deve ser dada: 25 ao intenso tráfego de entrada e saída de navios; à permanente e intensa movimentação de barcos e aerobarcos de passageiros, cruzando a baía entre as cidades do Rio de Janeiro e Niterói; 30 ao grande número de veleiros e embarcações de recreio navegando na baía e nas proximidades da barra (fora e dentro da baía), principalmente nos sábados, domingos e feriados; e ao grande número de pequenas embarcações fundeadas, isoladas ou em grupos, efetuando pesca artesanal. POLUIÇÃO 35 É proibido despejar nas águas da baía de Guanabara, e ter no convés do navio com risco de cair na água, qualquer tipo de detrito, lixo, óleo ou substância poluente. Devem ser observadas as normas constantes nos itens Preservação ambiental, Carga e descarga de petróleo e seus derivados, produtos químicos a granel e gás liquefeito e Mercadorias Perigosas das páginas 27 e 28, para evitar a poluição e preservar o meio ambiente marinho na baía de Guanabara e suas proximidades. 40 A Administração do Porto do Rio de Janeiro tem serviço de coleta de lixo dos navios, no cais. Firmas particulares fazem limpeza de tanques, esgoto de porões e coleta de lixo junto ao costado do navio, através de barcaças. DH1-III-12 No porto de Niterói a coleta de lixo é feita pela Prefeitura da cidade. Corr. 3-04

184 BAÍA DE GUANABARA (Folheto nº 23/04) 73 PORTO DO RIO DE JANEIRO Carta 1512 O porto do Rio de Janeiro está situado na costa oeste da baía de Guanabara, na cidade do Rio de Janeiro, estendendo-se desde a praça Mauá, a oeste da ilha das Cobras, até a ponta do Caju, junto à ponte Rio Niterói. Tem capacidade para movimentar em grande escala os mais variados tipos de carga, destacando-se carga geral de longo curso e cabotagem, inclusive frigorificada; contêineres, inclusive frigoríficos; roll-on-roll-off; trigo; outros granéis sólidos; granéis líquidos, petróleo e derivados; e produtos siderúrgicos. RECURSOS PORTUÁRIOS Cais existem 6.740m de cais e um píer de 883m, compondo os seguintes trechos: Cais Mauá: consiste em um píer, acostável nos dois lados, contendo cinco berços, com profundidades de 9,5m a 11m. Dispõe de m2 de pátio descoberto para depósito. Cais da Gamboa: principia junto ao píer Mauá e se prolonga até o canal do Mangue, numa extensão de 3.150m, compreendendo quatorze berços, com profundidades que variam de 8m a 10m. É atendido por dezoito armazéns, sendo um frigorífico para t, totalizando m2. Uma área de m2 de pátios serve para armazenagem a céu aberto. Neste cais ficam os terminais de carga geral; de trigo; de produtos siderúrgicos; de açúcar; e papeleiro. Cais de São Cristóvão: com cinco berços distribuídos em 1.525m, com profundidades variando de 7,5m a 10m. Possui dois armazéns perfazendo m2 e uma área de pátios descobertos com m2. Neste cais ficam os terminais de trigo; de carga geral; de cimento; de granel líquido; e de produtos siderúrgicos. Cais do Caju: consta de seis berços em 2.380m de cais, com profundidades entre 6m e 12m. As instalações de armazenagem são constituídas de três armazéns, com área total de m2, e de m2 de pátios descobertos. Neste cais ficam os terminais de roll-on-roll-off; de contêineres T-1; de contêineres T-2; e de granel líquido. Armazéns além dos armazéns do cais, há dez armazéns externos, com área total de m2. Pátios além dos pátios do cais, há oito pátios cobertos, com área total de m2. Instalações especiais bombeamento de petróleo e derivados através de oleodutos, diretamente para a refinaria de Manguinhos e para tanques de empresas distribuidoras de derivados de petróleo, com vazão de 800t/h de óleo cru e 600t/h de derivado; bombeamento de óleo vegetal diretamente para tanques com capacidade de 2.000m 3, através de dutos com vazão de 150t/h; bombeamento de produtos químicos líquidos (não inflamáveis e não explosivos) diretamente para tanques com capacidade de m 3, através de dutos com vazão de 400t/h; transporte de produtos congelados e refrigerados através de esteiras subterrâneas, diretamente para armazéns frigoríficos; três sugadores e esteiras subterrâneas com vazão média de 380t/h, para transporte de trigo diretamente para silos com capacidade de t. Equipamentos 94 guindastes de pórtico, quatro guindastes sobre rodas, um guindaste ferroviário, 166 empilhadeiras, 16 pás mecânicas, 199 pontes rolantes, duas cábreas flutuantes com propulsão e com 200t e 250t de capacidade, 14 locomotivas dieselelétricas, 232 vagões e dez tratores DH1-III-12 Corr. 3-04

185 (Folheto nº 23/04) 74 ROTEIRO COSTA SUL Terminais de contêineres equipados com dois portêineres com capacidade de 32 t, cada; dois transtêineres com capacidade de 30t, cada; cinco empilhadeiras de 37t; seis empilhadeiras de 7t a 10t: 15 conjuntos de cavalo mecânico / semi-reboque; e 200 tomadas de 440V para contêineres frigoríficos. 5 Telefone a instalação deve ser solicitada por meio do agente do navio. SUPRIMENTOS Aguada há no cais uma rede com 27 hidrantes e vazão de 30m3/h. Os navios fundeados podem ser abastecidos por barcas com capacidade até 450m 3 e vazão de 100m 3 /h a 200m 3 /h Energia elétrica ao longo do cais há tomadas para fornecimento de luz e força, em 110/220V (60Hz) e 380V (60Hz). Nos terminais de contêineres há tomadas de 440V para contêineres frigoríficos. Combustíveis e lubrificantes há disponibilidade de todos os tipos, em qualquer quantidade. O abastecimento é feito por chatas e barcaças, com o navio atracado ou fundeado. Gêneros existe em abundância, de todos o tipos, secos e perecíveis. Sobressalentes podem ser obtidos, sem qualquer restrição, sobressalentes de máquinas, eletricidade e eletrônica. COMUNICAÇÕES Marítima o porto do Rio de Janeiro é ligado aos demais portos do país e aos principais portos do exterior por linhas de companhias de navegação nacionais e estrangeiras. Na cidade do Rio de Janeiro estão localizadas as sedes das principais empresas de navegação brasileiras e agências de companhias estrangeiras. Ferroviária o porto dispõe de 80km de linha férrea para deslocamento de carga, a qual se interliga com a rede ferroviária que parte do Rio de Janeiro para as principais regiões do país. Rodoviária o Rio de Janeiro integra a malha rodoviária do país, cujas estradas ligam as principais cidades de todos os estados. Há inúmeras empresas de transporte rodoviário, de passageiros e cargas, para todo o país. Aérea o Rio de Janeiro dispõe de aeroportos com linhas aéreas de passageiros e cargas, para todo o país e para o exterior, inclusive com serviços de táxi aéreo, transporte médico urgente e helicóptero. Radioelétrica o Rio de Janeiro é ligado a todo o país e ao exterior por redes de radiotelex e telefonia. A estação costeira Rio Rádio (PPR) opera nos horários e freqüências constantes na Lista de Auxílios-Radio, Brasil. REPAROS Há estaleiros, diques e oficinas que permitem qualquer tipo de reparo de estruturas, máquinas e equipamentos em geral. Há na baía de Guanabara dez diques secos (sete de empresas privadas e três da Marinha do Brasil) e quatro flutuantes (três de empresas privadas e um da Marinha do Brasil). SOCORRO Navios da Marinha do Brasil especializados em socorro e salvamento estão permanentemente sediados no porto do Rio de Janeiro. O Corpo de Bombeiros do Rio de Janeiro dispõe de embarcações apropriadas para combate a incêndio nos navios, telefone 193. DH1-III-12 Corr. 3-04

186 BAÍA DE GUANABARA (Folheto nº 23/04) 75 HOSPITAIS As emergências médicas podem ser atendidas pelos seguintes hospitais públicos, localizados nas proximidades do porto. Hospital Souza Aguiar Praça da República 111, telefone Hospital Geral de Bonsucesso Avenida Londres 616, telefone AUTORIDADES Comando do 1º Distrito Naval Praça Mauá 65, Centro, CEP ; telefones (21) (Seção de Operações) e (21) (Sala de Estado); fac-símile (21) ; [email protected]. Capitania dos Portos do Rio de Janeiro (Agente da Autoridade Marítima) Avenida Alfred Agache snº, Centro, CEP ; telefones (21) (Sala de Estado) e (21) /5314 (Departamento de Segurança do Tráfego Aquaviário); fac-símiles (21) e (21) ; [email protected]. Companhia Docas do Rio de Janeiro (Autoridade Portuária) Rua do Acre 21, Centro, CEP ; telefone (21) ; fac-símile (21) Delegacia da Receita Federal Avenida Rodrigues Alves 81, 2º andar, Centro, CEP ; telefone Coordenação de Vigilância Sanitária Estadual Rua México, 128, 6º andar, Centro, CEP ; telefone (21) ; fac-símile (21) Polícia Marítima Avenida Venezuela 4, Centro, CEP ; telefone Polícia Civil (1ª Delegacia) Praça Mauá 5, 2º andar, Centro, CEP ; telefones /6080. Corpo de Bombeiros Praça da República 31, Centro; telefone 193. FERIADO MUNICIPAL Além dos feriados nacionais relacionados no capítulo II, são feriados na cidade do Rio de Janeiro os seguintes dias comemorativos: 20 de janeiro São Sebastião 23 de abril São Jorge; e 20 de novembro Zumbi dos Palmares. PORTO DE NITERÓI Carta 1515 O porto de Niterói está localizado na margem leste da baía de Guanabara, na cidade de Niterói, entre a ilha da Conceição e a ponta da Areia. Apresenta reduzido movimento de carga, concentrada quase que exclusivamente no recebimento de trigo. É utilizado também para abastecimento de barcos de pesca e embarcações de apoio às plataformas de petróleo. RECURSOS PORTUÁRIOS Cais tem 458m de extensão, dispondo de três berços com profundidades de 3m a 6m. (vistas III-4 e III-5). Armazéns três armazéns, com área de 3.300m 2, cada. Pátios dois pátios descobertos com área total de m2. Silos um silo com capacidade para t de trigo. Instalações especiais um sugador mecânico, para transporte de trigo diretamente para o silo, com vazão de 120t/h. Equipamentos um guindaste de pórtico para 36t,um guindaste sobre rodas e uma empilhadeira para 2,5t DH1-III-12 Corr. 5-04

187 (Folheto nº 23/04) 76 ROTEIRO COSTA SUL SUPRIMENTOS Aguada há no cais uma rede com 14 hidrantes e vazão de 50m 3 /h. Energia elétrica não há possibilidade de fornecimento. 5 Combustíveis e lubrificantes há disponibilidade de todos os tipos, em qualquer quantidade. O abastecimento é feito por chatas e barcaças, com o navio atracado ou fundeado. Gêneros existem em abundância, de todos os tipos, secos e perecíveis. Sobressalentes no Rio de Janeiro podem ser obtidos, sem qualquer restrição, sobressalentes de máquinas, eletricidade e eletrônica COMUNICAÇÕES Marítima a comunicação marítima com os demais portos do Brasil e do exterior é feita através do porto do Rio de Janeiro. Ferroviária não há ligação ferroviária com as demais cidades do estado e do país. A carga deve ser transportada por rodovia até as estações ferroviárias do Rio de Janeiro. Rodoviária Niterói é ligada às demais cidades do estado por estradas pavimentadas. O porto dista 13km do porto do Rio de Janeiro, pela ponte Rio Niterói. Aérea não há aeroporto na cidade de Niterói, sendo utilizados os do Rio de Janeiro. Radioelétrica Niterói é ligada a todo o país e ao exterior por redes de radiotelex e telefonia, inclusive por discagem direta DDD, código 21. REPAROS Existem os mesmos recursos do porto do Rio de Janeiro. HOSPITAIS As emergências médicas podem ser atendidas no Hospital Universitário Antonio Pedro Rua Marquês do Paraná 303, Centro, telefones 192 e AUTORIDADES Comando do 1º Distrito Naval Praça Mauá 65, Centro, Rio de Janeiro, CEP ; telefones (21) (Seção de Operações) e (21) (Sala de Estado); fac-símile (21) ; [email protected]. Capitania dos Portos do Rio de Janeiro (Agente da Autoridade Marítima) Avenida Alfred Agache, snº, Centro, Rio de Janeiro, CEP ; telefones (21) (Sala de Estado) e (21) /5314 (Departamento de Segurança do Tráfego Aquaviário); fac-símiles (21) e (21) ; secom@cprj. mar.mil.br. Companhia Docas do Rio de Janeiro (Autoridade Portuária) Avenida Dr. Feliciano Sodré 215, Niterói, CEP ; telefone (21) ; fac-símile (21) Delegacia da Receita Federal Avenida Almirante Teffé 668, Niterói, CEP ; telefone (21) Polícia Marítima Avenida Ernani do Amaral Peixoto 335, 9º andar, Niterói, CEP ; telefone Polícia Civil (76ª Delegacia) Avenida Ernani do Amaral Peixoto 577, Niterói, CEP ; telefones 190, e Corpo de Bombeiros Rua Marquês do Paraná 134, Niterói; telefones 193 e /8106. DH1-III-12 Corr. 5-04

188 BAÍA DE GUANABARA (Folheto nº 23/04) 77 76a FERIADOS MUNICIPAIS Além dos feriados nacionais relacionados no capítulo II, são feriados na cidade de Niterói os seguintes dias comemorativos: 24 de junho São João, Santo Padroeiro; e 22 de novembro Fundação da Cidade. DH1-III-12 TERMINAL DA BAÍA DE GUANABARA (TEGUÁ) Carta 1512 O terminal tem suas instalações localizadas a nordeste da ilha do Governador e seu centro de operações na ilha d Água. Ele recebe, armazena e transfere para e da refinaria Duque de Caxias, petróleo e seus derivados. É denominado Terminal Marítimo Almirante Tamandaré, sendo propriedade da Petrobras S.A. e por ela operado. OPERAÇÃO Píer principal no berço externo (PP-1) podem operar navios de até TPB e 15,85m (52 pés) de calado, e as manobras de atracação e desatracação podem ser a qualquer hora. No berço interno (PP-2), no período diurno podem manobrar navios de até TPB e 12m (39,36 pés) de calado, atracando por boreste; navios de até TPB e 12m (39,36 pés) de calado podem desatracar a qualquer hora; navios de até TPB e 11m (36,08 pés) de calado podem atracar e desatracar a qualquer hora; navios de até TPB e calado entre 11m (36,08 pés) e 13m (42,64 pés) só podem atracar por boreste e com maré vazante; Píer secundário no berço externo (PS-1) podem operar navios de até TPB e 10,4m (34 pés) de calado, e as manobras podem ser a qualquer hora. No berço interno (PS-2) podem operar navios de até TPB e 8,50m (27,87 pés) de calado; navios de até TPB podem manobrar a qualquer hora; Píer da ilha Redonda de Dentro podem operar navios de até TPB, 8,50m (28 pés) de calado e 200m de comprimento; navios de até TPB e 6,50m (21,33 pés) de calado podem desatracar no período noturno, desde que estejam atracados por bombordo; e navios maiores de 190m devem girar para atracar e só podem atracar no período diurno. O verso da carta 1512 mostra os planos de amarração aos píeres principal e secundário. A amarração aos píeres é auxiliada por rebocadores e lanchas da Petrobras. SUPRIMENTOS Aguada há abastecimento de água potável e para caldeira, nos píeres principal e secundário, com vazão de 28m 3 /h no píer principal e de 16m 3 /h no secundário. Energia elétrica não há fornecimento de energia elétrica. Combustíveis e lubrificantes qualquer tipo de combustível pode ser fornecido aos petroleiros, enquanto estão em operação. Os pedidos de combustível devem ser feitos com antecedência mínima de 72 horas antes da chegada do navio; os de lubrificantes, com antecedência mínima de três dias antes da chegada, para navios estrangeiros, e de cinco dias para navios nacionais. Gêneros e sobressalentes têm as mesmas disponibilidades do porto do Rio de Janeiro. OUTRAS FACILIDADES As comunicações e os reparos e hospitais têm as mesmas facilidades do porto do Rio de Janeiro. Corr

189 (Folheto nº 23/04) b ROTEIRO COSTA SUL ADMINISTRAÇÃO Gerência da Baía de Guanabara (GEGUÁ) Rua Chapot Prevost, 200, Ilha do Governador, Rio de Janeiro, CEP ; telefones (21) /6960; fac-símiles (21) /6994. MARINAS E FUNDEADOUROS PARA EMBARCAÇÕES DE RECREIO MARINAS Carta 1511 A oeste da ilha de Villegagnon, entre a praia do Flamengo e o aeroporto Santos Dumont, fica a marina da Glória, administrada por concessionária da Prefeitura da cidade do Rio de Janeiro. Ela pode abrigar barcos de calado até 3,5m (11,5 pés) e comprimento até 36m e dispõe de completa infra-estrutura de apoio e reparo, tais como: fornecimento de água potável e energia elétrica de 110V e 220V, coleta de lixo, instalações sanitárias, restaurante, lanchonete, lojas de material náutico, estacionamento para carros, despachante e serviços de pintura, mecânica, carpintaria e eletricidade. As informações sobre o uso da marina e preços dos seus serviços podem ser obtidas pelos telefone (21) e fac-símile (21) ou através de sua estação de rádio (PYE-37), que opera em radiotelefonia VHF, canais 16 e 68, e SSB, no horário de 0700 horas às 1900 horas. Na marina da Glória: o extremo do molhe Leste é sinalizado pelo farolete Molhe dos Pescadores (2446), uma torre retangular metálica em treliça, encarnada, com 5m de altura e luz de lampejo encarnado na altitude de 9m com alcance de 5M; a margem do molhe Oeste na entrada da marina é sinalizada pelo farolete Marina da Glória (2440), um poste cilíndrico metálico, verde, com 5m de altura e luz isofásica verde na altitude de 7m com alcance de 2M; e a área delimitada na carta por linha de limite marítimo em geral é interditada permanentemente à navegação. Os diversos clubes de iatismo sediados na baía de Guanabara também dispõem de infra-estruturas de apoio, porém destinadas aos seus sócios. O uso das marinas destes clubes deve ser precedido de entendimentos, que podem ser efetuados por meio das respectivas estações de rádio, cujos detalhes de operação constam na Lista de Auxílios- Rádio, Brasil. FUNDEADOUROS Carta 1511 Os melhores fundeadouros para embarcações de recreio são os seguintes, normalmente abrigados dos ventos e onde o mar é calmo, as profundidades são abaixo de 13m e há o apoio dos clubes localizados nestas enseadas. Enseada de Botafogo A oeste do morro do Pão de Açúcar, na qual estão sediados o Iate Clube do Rio de Janeiro e o Clube de Regatas Guanabara, com profundidades entre 2m e 11m. Nesta enseada há um balizamento cego particular cujas alterações não são divulgadas por Aviso aos Navegantes. Um casco soçobrado é sinalizado pela bóia luminosa especial C.S. Unity. A demanda da enseada deve ser com cautela, devido à existência de bóias de amarração e bóias de formato padronizado demarcando uma área de atividades de mergulho. Enseada de Jurujuba A nordeste dos morros do Macaco e do Pico, na qual têm sede os Iate Clube Brasileiro, Rio Yatch Club, Iate Clube Icaraí e Clube Naval (Departamento Náutico), com profundidades entre 2m e 5m. DH1-III-12 Corr. 3-04

190 PORTO DE SANTOS (Folheto nº 23/04) 121 casa, encarnada, com 4m de altura e luz de lampejo encarnado na altitude de 18m com alcance de 5M. Ilha Porchat Ponta elevada a leste da barra de São Vicente, com 110m de altitude. É toda urbanizada e caracteriza o extremo oeste das praias da cidade de Santos. Morro do Itaipu Na ponta Itaipu, extremo oeste da baía, com 184m de altitude. É urbanizado e tem uma torre notável no seu cume. Alinhamento A do canal de acesso Constituído pelos faroletes Praia do Boqueirão nº 1 (anterior) (3296), uma torre cilíndrica de concreto armado isolada na superfície do mar, branca com uma faixa horizontal encarnada, com 7m de altura e luz rápida branca na altitude de 8m com alcance de 10M; e Praia do Boqueirão nº 2 (posterior) (3300), uma torre quadrangular de concreto armado com faixas horizontais encarnadas e brancas, na praia do Boqueirão, com 17m de altura e luz isofásica branca na altitude de 17m com alcance de 11M. Este alinhamento define o eixo inicial da Seção A do canal; à noite sua utilização é prejudicada pelas luzes dos edifícios situados ao fundo. O farolete Boqueirão nº 2 (posterior) está equipado com racon código Morse N com alcance de 19M. Farolete Ponta da Praia (3308) Na posição 23 59,08 S ,67 W, uma torre quadrangular de concreto armado na praia do Boqueirão, com faixas horizontais pretas e brancas, 12m de altura e luzes setoriais fixas encarnada, branca e verde, na altitude de 13m, com os alcances diurnos de 2M (encarnada), 5M (branca) e 2M (verde) e os alcances noturnos de 5M (encarnada), 9M (branca) e 5M (verde). O setor de visibilidade da luz encarnada é de 004 (53 57 ); o da luz branca é de 001 (57 58 ); e o da luz verde é de 004 (58 62 ). As luzes dos edifícios situados ao fundo podem prejudicar a visibilidade noturna deste farolete. Alinhamento C do canal de acesso Constituído pelos faroletes Rio do Meio nº 5 (anterior) (3312) e Rio do Meio nº 6 (posterior) (3316), duas torres quadrangulares de concreto armado com faixas horizontais encarnadas e brancas. Os 2 faroletes ficam na ilha de Santo Amaro, junto à foz do rio do Meio: o anterior com 7m de altura e luz rápida branca na altitude de 8m com alcance de 10M; o posterior com 13m de altura e luz isofásica branca na altitude de 13m com alcance de 11M. Este alinhamento define o trecho final da Seção A do canal. PERIGOS Carta 1701 Na baía de Santos, os perigos à navegação estão situados em distâncias inferiores a 0,3M das margens da baía, havendo inúmeras lajes e pedras submersas ou descobertas. Ao longo do canal de acesso ao porto e aos terminais deve haver especial atenção: ao casco soçobrado visível na posição 23 57,60 S ,38 W, em frente ao armazém 28 do cais do porto; à pedra de Teffé, com dois cabeços nas profundidades de 10m e 13,9m, próxima ao cais do porto, entre os armazéns 25 e 26, balizada por bóia luminosa de bombordo; ao casco soçobrado Ais Giorgis, na posição 23 56,54 S ,59 W, balizado por bóia luminosa cardinal oeste; e às profundidades das margens do canal dragado de Piaçaguera, que são abaixo de 2m. FUNDEADOUROS Cartas 1701 e 1711 Os fundeadouros são separados em função da programação e da situação do navio, sendo numerados de 1 a 8 e delimitados nas cartas por linha de limite de área de fundeio DH1-III-12 Corr. 2-04

191 (Folheto nº 23/04) 122 ROTEIRO COSTA SUL Os fundeadouros externos são os seguintes: para navios de guerra; 2 para navios que aguardam inspeção sanitária ou desembaraço (desembarque e embarque de tripulante, serviços de oficina e movimentação de material), com permanência não superior a 3 horas; 3 para navios com programação definida de atracação para as próximas 24 horas; 4 para navios com programação de atracação, porém sem definição de dia e hora; 5 para navios ainda sem programação de atracação; e 6 para navios de quarentena e embarcações com suspeita de avaria no embalado e/ou vazamento de material radioativo. Os fundeadouros internos são os seguintes: 7 para fundeio provisório, em situação de emergência; e 8 para embarcações miúdas e de recreio. FUNDEIO PROIBIDO 15 Carta 1701 É proibido o fundeio: de navios, fora das áreas demarcadas na carta sem a prévia autorização da Capitania dos Portos; de qualquer embarcação, nas áreas de cabos e canalizações submarinos delimitadas na carta; em distâncias inferiores a 100m durante o dia e 200m durante a noite, em torno das encostas das pontas Monduba e Itaipu, onde estão localizados os fortes dos Andradas e de Itaipu, respectivamente; e em distâncias inferiores a 100m de cada lado das cabeceiras dos flutuantes ou terminais de balsas, em Santos e na ilha de Santo Amaro. NAVEGAÇÃO PROIBIDA Carta É proibida a navegação de qualquer tipo de embarcação nas proximidades dos fortes dos Andradas e de Itaipu, localizados nas pontas Monduba e Itaipu, respectivamente. Devem ser observadas as distâncias mínimas de 100m durante o dia e de 200m durante a noite, na navegação em torno das encostas destas pontas. PESCA PROIBIDA Carta 1701 É proibido: qualquer tipo de pesca, nas áreas de navegação proibida; e 35 a pesca de arrasto, nas áreas de cabos e canalizações submarinos delimitadas ou assinaladas na carta. VENTOS Os ventos predominantes são os Leste e Sudoeste. DH1-III-12 Corr. 2-04

192 (Folheto nº 23/04) PORTO DO RIO GRANDE 197 Área GOLF III para navios com mais de 240m de comprimento. É delimitada pelos seguintes pontos: 32 01,90 S ,93 W 32 01,90 S ,53 W 32 00,80 S ,73 W 32 02,80 S ,17 W 5 FUNDEIO PROIBIDO Carta 2101 O fundeio é proibido: na área militar existente dentro da área ALFA de fundeio, representada na carta e delimitada pelos seguintes pontos: 32 08,23 S ,27 W 32 08,23 S ,10 W 32 08,53 S ,03 W 32 08,53 S ,20 W Ao fundear na área ALFA deve ser dada atenção para não entrar nesta área militar proibida. Se ocorrer tal situação, o navio deve suspender imediatamente e fundear em outro local da área ALFA. nas áreas internas denominadas BRAVO, CHARLIE, DELTA e FOXTROT, delimitadas pelos seguintes pontos: BRAVO 32 08,00 S ,80 W 32 08,00 S ,17 W 32 06,00 S ,80 W 32 06,00 S ,17 W CHARLIE DELTA FOXTROT 32 06,00 S ,80 W 32 06,00 S ,17 W 32 05,17 S ,57 W 32 04,95 S ,85 W 32 05,30 S ,88 W 32 05,17 S ,57 W 32 04,95 S ,85 W 32 04,85 S ,10 W 32 04,62 S ,45 W 32 04,27 S ,15 W 32 04,00 S ,67 W 32 03,57 S ,50 W 32 03,53 S ,63 W 32 03,53 S ,55 W; e na área de cabos e canalizações submarinos. CABOS E CANALIZAÇÕES SUBMARINOS DH1 III 12 Corr. 4 04

193 (Folheto nº 23/04) 198 ROTEIRO COSTA SUL 5 Carta 2101 Na área entre o porto Novo e o porto Velho delimitada na carta por linha de limite de área reservada há cabos e canalizações submarinos. É proibido fundear nesta área e os navios em movimento devem manter os ferros (âncoras) acima da linha de flutuação. ÁREAS DE MANOBRA Carta 2101 As áreas de manobra para giro dos navios são as seguintes: 10 áreas fronteiras aos terminais do Superporto, sem limites de comprimento dos navios; área fronteira ao porto Novo, somente para navios de comprimento até 150m; e área fronteira ao porto Velho, somente navios de comprimento até 100m. 15 VENTOS Obedecem ao regime dos ventos da costa (ver a página 181). A chegada do vento Sudoeste também é previsível, pela elevação acentuada do nível do mar na barra. Outro prenúncio de vento Sudoeste forte é a brusca mudança da direção do vento, no sentido anti-horário. MARÉ E CORRENTE DE MARÉ Carta 2101 A maré tem característica de maré mista, com o nível médio 0,2m acima do nível de redução da carta, sendo fortemente influenciada pela direção, intensidade e duração do vento. Com vento Sul a maré costuma encher e represar a água na lagoa dos Patos; com vento Norte ocorre o contrário. Nas proximidades dos molhes, com vento Sul a corrente de enchente pode atingir 3 nós; com vento Norte a corrente de vazante pode chegar a 5 nós. Nas proximidades dos pares de bóias nº s 1 2 e 3 4 do canal de acesso ao porto Novo, a corrente forte de vazante aproxima o navio das bóias nº s 1e PRATICAGEM Carta 2101 A praticagem no porto do Rio Grande é: obrigatória para os navios estrangeiros de qualquer arqueação bruta, exceto os citados na alínea seguinte; para os navios brasileiros petroleiros, os que transportam produtos químicos perigosos a granel e os que transportam gases liquefeitos a granel, desde que carregados ou descarregados mas não desgaseificados, de arqueação bruta superior a 2.000; e para os demais navios brasileiros de arqueação bruta superior a 2.000; facultativa para os navios estrangeiros arrendados a empresa constituída sob as leis brasileiros e que tenha sua sede e administração no país, de arqueação bruta inferior a 2.000, desde que estejam comandados por marítimo brasileiro de categoria igual ou superior a 1º Oficial de Náutica. DH1 III 12 Corr. 4 04

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