PLANEAMENTO e GESTÃO da CONSTRUÇÃO
|
|
|
- Emanuel Sabrosa Carreira
- 9 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 Instituto Superior Técnico MESTRADO em CONSTRUÇÃO e REABILITAÇÃO 2013/2014 PLANEAMENTO e GESTÃO da CONSTRUÇÃO Pedro Gameiro Henriques [email protected]
2 ENQUADRAMENTO LEGAL Livro de obra e responsabilidades da fiscalização
3 Secção V Fiscalização Subsecção I Disposições gerais Artigo 93.º - Âmbito da Fiscalização GESTÃO E FISCALIZAÇÃO DE OBRAS DECRETO-LEI 26/2010 DE 30 DE MARÇO secção V 1 - A realização de quaisquer operações urbanísticas está sujeita a fiscalização administrativa, independentemente da sua sujeição a prévio licenciamento, admissão de comunicação prévia; 2 - A fiscalização administrativa destina -se a assegurar a conformidade daquelas operações com as disposições Legais e regulamentares aplicáveis e a prevenir os perigos que da sua realização possam resultar para a saúde e segurança das pessoas.
4 DECRETO-LEI 26/2010 DE 30 DE MARÇO Artigo 97.º - Livro de Obra Todos os factos relevantes relativos à execução de obras licenciadas ou objecto de comunicação prévia devem ser registados pelo respectivo director técnico no livro de obra, a conservar no local da sua realização para consulta pelos funcionários municipais responsáveis pela fiscalização de obras. São obrigatoriamente registados no livro de obra, para além das respectivas datas de início e conclusão, todos os factos que impliquem a sua paragem ou suspensão, bem como todas as alterações feitas ao projecto licenciado ou comunicado. O modelo e demais registos a inscrever no livro de obra estão definidos na Portaria n.º 1268/2008 de 6 de Novembro
5 Portaria n.º 1268/2008 de 6 de Novembro Constituição do livro de obra a) Termo de abertura b) Uma primeira parte destinada ao registo de factos e observações respeitantes à execução da obra e do registo periódico do seu estado de execução; c) Uma segunda parte, subdividida em capítulos, destinada ao registo das principais características da edificação e das soluções construtivas adoptadas, com impacte na qualidade e funcionalidade do edificado ; d) Termo de encerramento.
6 Portaria n.º 1268/2008 de 6 de Novembro Termo de abertura Elaborado pelo Dono da Obra a) Identificação do titular da licença ou da admissão de comunicação prévia b) Identificação do técnico responsável pela direcção de fiscalização da obra, com indicação do número de inscrição em associação pública profissional; c) Identificação do coordenador de projecto e dos autores dos projectos, com indicação dos respectivos números de inscrição; d) Identificação da empresa de construção (número de alvará de empresa de construção ou de título de registo na actividade);
7 Portaria n.º 1268/2008 de 6 de Novembro Termo de abertura e) Identificação do director de obra (quadro técnico da empresa de construção) f) Tipo de obra a executar, nos termos das alíneas a) a h), l) e n) do artigo 2.º do Decreto -Lei n.º 555/99, de 16 de Dezembro, na redacção que lhe foi dada pela Lei n.º 60/2007, de 4 de Setembro; g) Identificação do prédio.
8 Obrigatoriedade de registo no livro de obra Pelo Director da Fiscalização de obra e director de obra a) Descrição das características e do estado da edificação em construção, reportada ao momento da realização do registo; b) Descrição dos trabalhos ou operações em curso no momento do registo, dos métodos utilizados nos mesmos e do prazo previsível para a sua execução; Portaria n.º 1268/2008 de 6 de Novembro
9 Portaria n.º 1268/2008 de 6 de Novembro Obrigatoriedade de registo no livro de obra Pelo Director da Fiscalização de obra e director de obra c) Descrição dos trabalhos ou operações executados, desde a data do último registo, que sejam relevantes para a apreciação do andamento da obra e para a definição da qualidade da mesma; d) Referencia à inclusão, na parte do livro de obra destinada ao registo das principais características da edificação e das soluções construtivas, da informação respeitante às diversas menções obrigatórias, actualizada à data deste registo, do estado de execução.
10 Portaria n.º 1268/2008 de 6 de Novembro Termo de encerramento Concluída a execução da obra, deve ser lavrado termo de encerramento do livro de obra, datado e assinado pelo titular do alvará de licença ou título de admissão de comunicação prévia, pelo dono de obra, se pessoa diversa, e pelo director de fiscalização da obra.
11 Portaria n.º 1268/2008 de 6 de Novembro Devolução e entrega à Câmara Após a conclusão da obra, o livro de obra deve ser entregue, para efeito de requerimento de autorização de utilização, junto da entidade licenciadora competente, conjuntamente com uma versão do mesmo em documento electrónico contendo a reprodução, fidedigna e integral, do livro de obra, em termos e formatos a estabelecer por regulamento municipal.
12 Lei nº 31/2009 de 3 de Julho Artigo 1.º - OBJECTO Estabelece a qualificação profissional exigível aos técnicos responsáveis pela elaboração e subscrição de projectos relativos a operações e obras previstas no artigo seguinte, pela fiscalização e pela direcção de obra pública e particular e revoga o Dec. Nº 73/73 de 28/2
13 Lei nº 31/2009 de 3 de Julho Artigo 2.º - ÂMBITO DE APLICAÇÃO É aplicável aos projectos: De operações urbanísticas tal como definidas no regime jurídico da urbanização e da edificação adiante designado RJUE; De obras públicas, considerando - se como tal aquelas que assim sejam definidas no Código dos Contratos Públicos Aplicável à fiscalização de obra pública e de obra particular em que esteja prevista a subscrição do termo de responsabilidade respectivo, nos termos do RJUE, e, na execução de obra, ao director de obra da empresa responsável pela execução da obra.
14 Lei nº 31/2009 de 3 de Julho Secção II Artigo 15.º - Director de fiscalização de obra As qualificações para desempenhar a função de director de fiscalização de obra devem estar de acordo com a natureza da obra em causa e por referência ao valor das classes de habilitações do alvará previstas. «Director de fiscalização de obra» o técnico, habilitado nos termos da presente lei, a quem incumbe assegurar a verificação da execução da obra em conformidade com o projecto de execução e, quando aplicável, o cumprimento das condições da licença ou da comunicação prévia, bem como o cumprimento das normas legais e regulamentares aplicáveis, e ainda o desempenho das competências previstas no Código dos Contratos Públicos, em sede de obra pública;
15 Lei nº 31/2009 de 3 de Julho Artigo 15.º - Director de fiscalização de obra - QUALIFICAÇÕES Qualificação Tipo de obra Excepções Engenheiros e engenheiros técnicos Todas as obras. Área da especialidade de engenharia relevante no tipo de obra em causa (*) Arquitectos Em todas as obras com uma estimativa de custo ou valor de adjudicação até ao valor limite da classe 5 de habilitações do alvará Sem este limite, as obras em bens imóveis classificados, em vias de classificação ou inseridos em zona especial ou automática de protecção. Obras referidas nas alíneas a) a h), do n.º 4 do artigo 8.º, bem como as obras em edifícios com estruturas complexas ou que envolvam obras de contenção periférica e fundações especiais.
16 Lei nº 31/2009 de 3 de Julho Artigo 15.º - Director de fiscalização de obra - QUALIFICAÇÕES Qualificação Tipo de obra Excepções Arquitectos paisagistas Agentes técnicos de arquitectura e engenharia com CAP de nível 4 ou CET na área de condução de obra Obras em que o projecto de paisagismo seja projecto ordenador com uma estimativa de custo ou valor de adjudicação até ao valor limite da classe 5 de habilitações do alvará Obras de construção de edifícios, bem como outros trabalhos preparatórios e complementares à construção de edifícios, com uma estimativa de custo ou valor de adjudicação até ao valor limite da classe 2 de habilitações do alvará Obras referidas nas alíneas a) a h) do n.º 4 do artigo 8.º, bem como as obras em edifícios com estruturas metálicas, em edifícios com estruturas complexas ou em edifícios que envolvam obras de contenção periférica e fundações especiais, e ainda nas obras em bens imóveis classificados, em vias de classificação ou inseridos em zona especial ou automática de protecção.
17 Portaria nº 1379/2009 de 30 de Outubro de 2009 Direcção de Obra e Fiscalização Artº 1.º - Objecto A portaria regulamenta as qualificações especificas profissionais mínimas exigiveis aos técnicos responsáveis pela fiscalização de obras, previstas na Lei nº 31/2009 de 3 Julho Artº 12.º - Classificação das obras São função da classificação das obras pelas categorias I, II, III, IV, previstas na Portaria nº 701-H/2008, salvo no caso de edifícios, em que as qualificações específicas são definidas em função das classes de alvará estabelecidas na portaria a que se refere o Dec -Lei nº 18/2008
18 Portaria n.º 57/2011, de 28 de Janeiro Artigo 1.º As classes das habilitações contidas nos alvarás de construção, e os correspondentes valores, são fixados no quadro seguinte: Classes das habilitações Valores das obras (em euros) Até Até Até Até Até Até Até Até Acima de
19 Portaria nº 1379/2009 de 30 de Outubro de 2009 Direcção de Fiscalização de Obras de Edifícios (CAP IV- SECÇÃO II - Edifícios - Artigo 17.º) Engenheiros técnicos estagiários Engenheiros estagiários Arquitectos Engenheiro Membro Engenheiros especialistas, a engenheiros seniores ou conselheiros Engenheiros técnicos Classe 9 X 13 anos de experiência 5 anos de Classe 8 X X experiência Classe 6 X X X Classe 5 5 anos de experiência (1) X X X Classe 3 X (1) X X X Classe 2 X X X (1) X X X (1) Alíneas de excepção - Artigo 8º da Lei 31/2008 g) Demolição e preparação dos locais da construção, perfurações e sondagens; h) Instalações eléctricas, de canalização, de climatização e outras instalações.
20 Portaria nº 1379/2009 de 30 de Outubro de 2009 Direcção de Fiscalização de Outras Obras (CAPÍTULO IV-SECÇÃO III - Outras Obras - Artigo 18º) Engenheiro Membro Engenheiros especialistas, a engenheiros seniores ou conselheiros Engenheiros técnicos Categoria IV X 13 anos de experiência Categoria III X X 5 anos de experiência Categoria I e II X X X Nota: A direcção de fiscalização de obras em jardins e sítios históricos pode também incumbir a arquitectos.
21 Portaria 701-H/2008 de 29 de Julho CLASSIFICAÇÃO DAS OBRAS POR CATEGORIAS
22 a)assegurar a verificação da execução da obra em conformidade com o projecto de execução o cumprimento das condições da licença ou admissão o cumprimento das normas legais e regulamentares em vigor; b)acompanhar a realização da obra com a frequência adequada ao integral desempenho das suas funções e à fiscalização do decurso dos trabalhos A actuação do director de obra no exercício das suas funções, emitindo as directrizes necessárias ao cumprimento do disposto na alínea anterior; c)requerer, sempre que necessário a assistência técnica ao coordenador de projecto com intervenção dos autores de projecto. GESTÃO E FISCALIZAÇÃO DE OBRAS Lei nº 31/2009 de 3 de Julho Artigo 16.º - Deveres do director de fiscalização de obra
23 Lei nº 31/2009 de 3 de Julho Artigo 16.º - Deveres do director de fiscalização de obra Proceder ao registo de assistência técnica do projectista e das respectivas circunstâncias no livro de obra, bem como das solicitações de assistência técnica que tenham sido efectuadas pelo director de obra; d)comunicar, de imediato, ao dono da obra e ao coordenador de projecto qualquer deficiência técnica verificada no projecto ou a necessidade de alteração do mesmo para a sua correcta execução;
24 Lei nº 31/2009 de 3 de Julho Artigo 16.º - Deveres do director de fiscalização de obra e)participar ao dono da obra, bem como, quando a lei o preveja, ao coordenador em matéria de segurança e saúde, durante a execução da obra, situações que comprometam a segurança, a qualidade, o preço contratado e o cumprimento do prazo previsto em procedimento contratual público ou para a conclusão das operações urbanísticas, sempre que as detectar na execução da obra;
25 Lei nº 31/2009 de 3 de Julho Artigo 16.º - Deveres do director de fiscalização de obra f)desempenhar as demais funções designadas pelo dono da obra de que tenha sido incumbido, conquanto as mesmas não se substituam às funções próprias do director de obra ou dos autores de projecto. g)comunicar, no prazo de cinco dias úteis, ao dono da obra e à entidade perante a qual tenha decorrido procedimento de licenciamento ou comunicação prévia a cessação de funções enquanto director de fiscalização de obra, para os efeitos e procedimentos previstos no RJUE e no Código dos Contratos Públicos..
26 Lei nº 31/2009 de 3 de Julho Artigo 17.º - Fiscalização de obra pública Sem prejuízo do disposto em lei especial, em sede de obra pública, o desempenho das funções de director de fiscalização de obra, ou, quando exista, a chefia de equipa de fiscalização ficam sujeitos aos deveres previstos no Código dos Contratos Públicos e aos deveres elencados no artigo 16º que com ele sejam compatíveis.
27 Lei nº 31/2009 de 3 de Julho Artigo 19.º - Responsabilidade civil dos técnicos São responsáveis pelo ressarcimento dos danos causados a terceiros decorrentes da violação culposa, por acção ou omissão, de deveres no exercício da actividade a que estejam obrigados por contrato ou por norma legal ou regulamentar, sem prejuízo a responsabilidade criminal, contraordenacional, disciplinar ou outra que exista. Respondem ainda, independentemente de culpa, pelos danos causados pelos seus representantes, mandatários, agentes, funcionários ou por quaisquer pessoas que com eles colaborem na sua actuação.
28 Lei nº 31/2009 de 3 de Julho Artigo 19.º - Responsabilidade civil dos técnicos Não exclui a responsabilidade, civil ou outra, das pessoas, singulares ou colectivas, por conta ou no interesse das quais actuem, nem de quaisquer outras entidades que tenham violado deveres contratuais ou legais, nos termos gerais. A responsabilidade civil abrange os danos causados a terceiros adquirentes de direitos sobre projectos, construções ou imóveis, elaborados, construídos ou dirigidos tecnicamente.
29 Lei nº 31/2009 de 3 de Julho Artigo 21.º Termo de responsabilidade Os técnicos e demais pessoas abrangidas pela presente lei devem subscrever termos de responsabilidade. O director de fiscalização de obra está obrigado à subscrição de termo de responsabilidade pela verificação da execução da obra em conformidade com o projecto admitido ou aprovado e as condições da licença ou autorização; pelo cumprimento das normas legais e regulamentares aplicáveis; pelo cumprimento das obrigações previstas no artigo 16.º da presente lei, no termos do RJUE, com as devidas adaptações.
30 Lei nº 31/2009 de 3 de Julho Artigo 22.º - Comprovação da qualificação e do cumprimento de deveres em procedimento administrativo Conjuntamente com o requerimento ou comunicação que dê início ao procedimento administrativo de licenciamento ou comunicação prévia são apresentados pelos técnicos de direccção, os seguintes elementos: a) Termo de responsabilidade; b) Comprovativo da contratação de seguro de responsabilidade civil válido, nos termos do artigo 24.º (responsabilidade civil extracontratual)
31 Decreto-Lei nº 26/2010 de 30 de Março EXEMPLO TERMO DE RESPONSABILIDADE DO DIRECTOR DE OBRA / DIRECTOR DA FISCALIZAÇÃO NOME COMPLETO, residente MORADA COMPLETA, cartão de cidadão nº NÚMERO DE CARTÃO, inscrito na ASSOCIAÇÃO PROFISSIONAL (ORDEM DOS ENGENHEIROS, ORDEM DOS ARQUITECTOS, ANET, etc), com o nº NÚMERO DE INSCRIÇÃO NA ASSOCIAÇÃO PROFISSINAL, na qualidade de membro (QUALIDADE EFECTIVO, SÉNIOR OU ESPECIALISTA, etc),declara que está habilitado(a) a praticar os respectivos actos de Engenharia. Esta declaração destina-se a dar cumprimento ao estabelecido no n.º 3 do art.º 10.º do Decreto-Lei n.º 555/99, de 16 de Dezembro, alterado e republicado pela Lei n.º 60/2007, de 4 de Setembro. Mais declara igualmente que nas condições definidas na Lei n.º31/2009, de 3 de Julho e pela Portaria n.º 1379/2009, de 30 de Outubro, dispõe, nos termos da Portaria n.º 232/2008, de 11 de Março, e da Portaria n.º701-h/2008, de 29 de Julho, de qualificação adequada para assumir a DIRECÇÃO DE OBRA/DIRECÇÃO DA FISCALIZAÇÃO de obras de edifícios, nas obras até à classe REFERIDA de alvará. DATA, ASSINATURA
32 Decreto-Lei nº 26/2010 de 30 de Março Artigo 63.º Instrução do pedido (autorização de utilização de edifícios) O pedido de autorização de utilização deve ser instruído com termo de responsabilidade subscrito pelo director de obra ou director de fiscalização de obra, no qual aqueles devem declarar que a obra está concluída e que foi executada de acordo com o projecto de arquitectura e arranjos exteriores aprovados e com as condições da licença ou da comunicação prévia e, se for caso disso, que as alterações efectuadas ao projecto estão em conformidade com as normas legais e regulamentares que lhe são aplicáveis.
33 Decreto-Lei nº 26/2010 de 30 de Março EXEMPLO TERMO DE RESPONSABILIDADE DO DIRECTOR DE OBRA / DIRECTOR DA FISCALIZAÇÃO NOME COMPLETO, residente MORADA COMPLETA, cartão de cidadão nº NÚMERO DE CARTÃO, inscrito na ASSOCIAÇÃO PROFISSIONAL (ORDEM DOS ENGENHEIROS, ORDEM DOS ARQUITECTOS, ANET, etc), com o nº NÚMERO DE INSCRIÇÃO NA ASSOCIAÇÃO PROFISSINAL, na qualidade de membro (QUALIDADE EFECTIVO, SÉNIOR OU ESPECIALISTA, etc), e com as funções de DIRECTOR DE OBRA/ DIRECTOR DA FISCALIZAÇÃO DA OBRA, declara que, nos termos do estabelecido no n.º 1 do art.º 63.º do Decreto-Lei n.º 555/99, de 16 de Dezembro, alterado e republicado pela Lei n.º 60/2007, de 4 de Setembro, a obra NOME DA OBRA, realizada em LOCAL COMPLETO DA REALIZAÇÃO DA OBRA, com o número de licença camarária REFº DA LICENÇA, encontra-se concluída e foi executada de acordo com o projecto de arquitectura e arranjos exteriores aprovados e com as condições (da licença) ou (da comunicação prévia), bem como, as alterações efectuadas ao projecto estão em conformidade com as normas legais e regulamentares que lhe são aplicáveis DATA, ASSINATURA
Diploma. Capítulo I. Disposições gerais. Artigo 1.º DRE. Objecto
Diploma Aprova o regime jurídico que estabelece a qualificação profissional exigível aos técnicos responsáveis pela elaboração e subscrição de projectos, pela fiscalização de obra e pela direcção de obra,
PEDIDO DE CONCESSÃO DE AUTORIZAÇÃO DE UTILIZAÇÃO OU DE AUTORIZAÇÃO DE ALTERAÇÃO DE UTILIZAÇÃO (ESTABELECIMENTO DE RESTAURAÇÃO OU DE BEBIDAS)
Registo de entrada RESERVADO AOS SERVIÇOS PEDIDO DE CONCESSÃO DE AUTORIZAÇÃO DE UTILIZAÇÃO OU DE AUTORIZAÇÃO DE ALTERAÇÃO DE UTILIZAÇÃO (ESTABELECIMENTO DE RESTAURAÇÃO OU DE BEBIDAS) (RJUE e D.L. 234/2007
Portaria nº 1379/2009, de 30 de Outubro
Portaria nº 1379/2009, de 30 de Outubro Anexo B A Lei n.º 31/2009, de 3 de Julho, que revogou o Decreto n.º 73/73, de 28 de Fevereiro, aprovou o regime jurídico que estabelece a qualificação exigível aos
Câmara Municipal. Município de Alenquer. Exmo. Senhor Presidente da Câmara Municipal de Alenquer,
Departamento de Urbanismo Município de Alenquer Câmara Municipal REGISTO DE ENTRADA Nº Em / / Proc. N.º / / O Func. Exmo. Senhor Presidente da Câmara Municipal de Alenquer, EMISSÃO DE ALVARÁ DE OBRAS DE
PEDIDO DE EMISSÃO DE ALVARÁ DE AUTORIZAÇÃO DE UTILIZAÇÃO DE FRACÇÃO AUTÓNOMA
Registo de entrada RE SERVADO AOS SERVIÇOS PEDIDO DE EMISSÃO DE ALVARÁ DE AUTORIZAÇÃO DE UTILIZAÇÃO DE FRACÇÃO AUTÓNOMA (Art.º 63 do D.L. 555/99 de 16 de Dezembro, com a redacção conferida pelo D.L. 177/2001
ACTOS PRÓPRIOS RESERVADOS E OUTROS ACTOS EM QUE PODEM INTERVIR OS ARQUITECTOS
ACTOS PRÓPRIOS RESERVADOS E OUTROS ACTOS EM QUE PODEM INTERVIR OS ARQUITECTOS INSCRIÇÃO EFECTIVA ACTIVA NA ORDEM DOS ARQUITECTOS DECLARAÇÃO GENÉRICA EMITIDA PELA OA - Elaborar e apreciar estudos, projectos
DIVISÃO DE OBRAS PARTICULARES. Norma de Instrução de Processo (NIP) Pedido de Autorização de Utilização. Requerimento e legitimidade do requerente
Norma de Instrução de Processo (NIP) Pedido de Autorização de Utilização NIP 19.00 Data: 25.01.2016 Requerimento e legitimidade do requerente Formato Nome do Ficheiro REQ.1 Requerimento referente ao pedido
Nome: Contribuinte n.º, B. I./ C.C. n.º Morada: Freguesia: Concelho: Código Postal - Telefone, Correio
MUNICÍPIO DE MÊDA Setor de Serviços Urbanos Despacho: Deferido Data / / O Presidente, Entrada: N.º de Registo Data / / O Funcionário: Pedido de Autorização de Utilização (Edifícios e suas Fracções) Ex.
Requerimento. sujeitas a licenciamento
Requerimento Comunicação Prévia para alterações ao projecto Licenciado ou com Admissão de Comunicação Prévia durante a execução da obra Alterações que se fossem obra nova estariam sujeitas a licenciamento
PEDIDO DE CONCESSÃO DE AUTORIZAÇÃO DE UTILIZAÇÃO OU DE AUTORIZAÇÃO DE ALTERAÇÃO DE UTILIZAÇÃO PARA ESTABELECIMENTO DE RESTAURAÇÃO OU DE BEBIDAS
Registo de entrada RE SERVADO AOS SERVIÇOS PEDIDO DE CONCESSÃO DE AUTORIZAÇÃO DE UTILIZAÇÃO OU DE AUTORIZAÇÃO DE ALTERAÇÃO DE UTILIZAÇÃO PARA ESTABELECIMENTO DE RESTAURAÇÃO OU DE BEBIDAS (n.º 2 do art.
Declaração de Instalação, Modificação e de Encerramento dos Estabelecimentos de Restauração ou de Bebidas
Declaração de Instalação, Modificação e de Encerramento dos Estabelecimentos de Restauração ou de Bebidas abrangidos pelo regime instituído pelo Decreto-Lei nº 234/2007, de 19 de Junho Uso exclusivo da
Licenciamento de Obras de Edificação Alterações ao projecto licenciado durante a execução da obra que envolvam alterações da implantação ou ampliação
Requerimento Licenciamento de Obras de Edificação Alterações ao projecto licenciado durante a execução da obra que envolvam alterações da implantação ou ampliação Ex.mo Senhor Presidente da Câmara Municipal
EMISSÃO DE ADITAMENTO AO ALVARÁ DE OPERAÇÃO DE LOTEAMENTO Nº.
Registo Nº. DATA / / O funcionário, Exmº. Sr. Presidente da Câmara Municipal de Cascais EMISSÃO DE ADITAMENTO AO ALVARÁ DE OPERAÇÃO DE LOTEAMENTO Nº. IDENTIFICAÇÃO DO REQUERENTE (Preencher com letra maiúscula)
Ao abrigo do disposto no n.º 2 do artigo 36.º do Decreto-Lei n.º 211/2004, de 20 de Agosto:
Legislação Portaria n.º 1327/2004, de 19 de Outubro Publicada no D.R. n.º 246, I Série-B, de 19 de Outubro de 2004 SUMÁRIO: Regulamenta os procedimentos administrativos previstos no Decreto-Lei n.º 211/2004,
Principais alterações Lei n.º 60/2007 REGIME JURÍDICO DA URBANIZAÇÃO E EDIFICAÇÃO
REGIME JURÍDICO DA URBANIZAÇÃO E EDIFICAÇÃO FISCALIZAÇÃO MUNICIPAL ISABEL GARCIA CCDR-LVT 28-29 NOVEMBRO DE 2011 D.L. n.º 555/99, de 16 de Dezembro, na redacção que lhe foi dada pela Lei n.º 60/2007, de
REQUERIMENTO PARA PEDIDO/APRESENTAÇÃO DE COMUNICAÇÃO PRÉVIA / LICENCIAMENTO DE OBRAS DE CONSTRUÇÃO
Exmo. Senhor Presidente da Câmara Municipal de VILA VIÇOSA REQUERIMENTO PARA PEDIDO/APRESENTAÇÃO DE COMUNICAÇÃO PRÉVIA / LICENCIAMENTO DE OBRAS DE CONSTRUÇÃO N.º DE CONTRIBUINTE NOME (1) MORADA / SEDE
Nota Introdutória. Artigo 1.º Instrução dos Pedidos de Emissão de Certidão de Destaque
NORMAS PARA INSTRUÇÃO DE PEDIDOS PARA A Nota Introdutória Os elementos instrutórios dos procedimentos previstos no Regime Jurídico da Urbanização e Edificação (RJUE) estão definidos na Portaria nº 113/2015,
Data de Receção: (2), Pede deferimento, O Comunicante, Para efeito de correspondência (3)
Requerimento Comunicação Prévia de Alterações à Comunicação Prévia admitida ao projeto durante a execução da obra Envolvendo alteração da implantação ou ampliação Processo n.º: Data de Receção: Requerimento
Câmara Municipal. Município de Alenquer EMISSÃO DE ALVARÁ DE LICENÇA DE OBRAS DE EDIFICAÇÃO ALTERAÇÃO MODIFICAÇÃO
Departamento de Urbanismo Município de Alenquer Câmara Municipal REGISTO DE ENTRADA Nº Em / / Proc. N.º / / O Func. Exmo. Senhor Presidente da Câmara Municipal de Alenquer EMISSÃO DE ALVARÁ DE LICENÇA
GUIAS PARA INSTRUÇÃO DE PEDIDOS DE AUTORIZAÇÃO OU DE LICENCIAMENTO DE OBRAS (NA ÁREA DE COMPETÊNCIAS DA APSS, S.A.)
1. De acordo com a legislação em vigor (Decreto-Lei n.º 338/98, de 3 de Novembro), na sua área de jurisdição, compete à APSS, S.A. conceder licenças para a execução de obras directamente relacionadas com
1 de 6 11-06-2009 19:23 Portaria n.º 216-E/2008, de 3 de Março Enuncia todos os elementos que devem instruir os pedidos de emissão dos alvarás de licença ou autorização de utilização das diversas operações
Exmo Senhor Presidente da Câmara Municipal de Oliveira de Azeméis
Registo nº Exmo Senhor Presidente da Câmara Municipal de Oliveira de Azeméis Em / / O Funcionário ASSUNTO: COMUNICAÇÃO PRÉVIA DE OPERAÇÃO URBANÍSTICA DE: OBRAS DE EDIFICAÇÃO OBRAS DE DEMOLIÇÃO OUTRAS OPERAÇÕES
PEDIDO DE EMISSÃO DE ALVARÁ DE LICENÇA/AUTORIZAÇÃO DE OPERAÇÕES URBANÍSTICAS
Registo de entrada RESERVADO AOS SERVIÇOS PEDIDO DE EMISSÃO DE ALVARÁ DE LICENÇA/AUTORIZAÇÃO DE OPERAÇÕES URBANÍSTICAS (Art.º 76º do D.L. 555/99 de 16 de Dezembro, com a redacção conferida pelo D.L. 177/2001
REQUERENTE REPRESENTANTE. Qualidade de: Mandatário Sócio Gerente Administrador Procurador Outra: OBJETO DO REQUERIMENTO
R e g i s t o d e E n t r a d a L I C E N C I A M E N T O D E O B R A S D E U R B A N I Z A Ç Ã O Ex.mo Senhor Presidente da Câmara Municipal de Penafiel REQUERENTE Nome: NIF: Morada: Código Postal: Documento
Regulamento de Inscrição de Juristas de Reconhecido Mérito, Mestres e Doutores em Direito, para a Prática de Actos de Consulta Jurídica
Regulamento de Inscrição de Juristas de Reconhecido Mérito, Mestres e Doutores em Direito, para a Prática de Actos de Consulta Jurídica O Regulamento de Inscrição de Juristas de Reconhecido Mérito, Mestres
CÂMARA MUNICIPAL DE A L B U F E I R A
CÂMARA MUNICIPAL DE A L B U F E I R A REGULAMENTO DO PROCESSO DE FISCALIZAÇÃO DE OBRAS PARTICULARES 0 Preâmbulo O Decreto Lei nº 445/91, de 20 de Novembro, prevê, no seu artigo 24º, a criação em cada Município,
Divisão de Obras, Planeamento, Ambiente e Urbanismo
Divisão de Obras, Planeamento, Ambiente e Urbanismo Elementos instrutórios do pedido Elementos comuns aos procedimentos de controlo prévio (Informação Prévia), nos termos da Portaria n.º 113/2015, de 22/04
EMISSÃO DE ADITAMENTO AO ALVARÁ DE OPERAÇÃO DE LOTEAMENTO Nº.
Registo n.º Data / / O Funcionário EMISSÃO DE ADITAMENTO AO ALVARÁ DE OPERAÇÃO DE LOTEAMENTO Nº. Exmo. Senhor Presidente da Câmara Municipal de Cascais IDENTIFICAÇÃO DO REQUERENTE (Preencher com letra
Artigo 1.º Informação prévia referente a operações de loteamento
A leitura deste documento, que transcreve o conteúdo da Portaria n.º 1110/2001, de 19 de Setembro, não substitui a consulta da sua publicação em Diário da República. Portaria n.º 1110/2001 de 19 de Setembro
Pretendendo levar a efeito alterações ao processo de obras n.º: /, no prédio de que sou sito no lugar de obra de
Requerimento Licenciamento de Obras de Edificação Alterações ao projeto licenciado durante a execução da obra que envolvam alterações da implantação ou ampliação, a que se refere o Art.º 83º do RJUE Processo
NORMA TÉCNICA ELEMENTOS PARA A INSTRUÇÃO DE PEDIDOS DE LICENCIAMENTO DE OBRAS DE URBANIZAÇÃO
NORMA TÉCNICA ELEMENTOS PARA A INSTRUÇÃO DE PEDIDOS DE LICENCIAMENTO DE OBRAS DE URBANIZAÇÃO Pasta REQUERIMENTO Ficheiro REQ, em formato PDF/A, assinado e digitalizado após assinatura do requerente Requerimento;
Divisão de Obras, Planeamento, Ambiente e Urbanismo
Elementos instrutórios do pedido Elementos comuns aos procedimentos de controlo prévio (Informação Prévia), nos termos da Portaria n.º 113/2015, de 22/04 1) 2) 3) 4) 5) 6) Certidão da descrição e de todas
A ACT E A COORDENAÇÃO DE SEGURANÇA Interacção e Cooperação em Empreendimentos de Construção
Missões: Especialização em Segurança no Trabalho da Construção JANTAR-DEBATE Ordem dos Engenheiros (Lisboa) - 3 de Fevereiro de 2011 Ricardo da Cunha Reis Artigo 3.º, Alínea 1.º Preambulo, Alínea 1.º A
Município de Chaves. 1ª Alteração ao Regulamento Municipal de Fiscalização de Operações Urbanísticas realizadas no Concelho do Chaves
Município de Chaves João Gonçalves Martins Batista, Presidente da Câmara Municipal de Chaves, faz público que por deliberação do executivo camarário, tomada em sua reunião ordinária realizada no passado
PROJETOS DE ESPECIALIDADES. Exmº Sr. Presidente da Câmara Municipal de Praia da Vitória
REQUERIMENTO: CMPV 202/2 PROJETOS DE ESPECIALIDADES Número de Processo / / Data de Entrada / / Exmº Sr. Presidente da Câmara Municipal de Praia da Vitória (nome do requerente), Contribuinte (pessoa singular
Venho por este meio solicitar a V. Ex.ª que se digne aprovar o respetivo projeto de arquitetura que se apresenta, em anexo.
Requerimento Licenciamento de Obras de Edificação Processo n.º: Data de Receção: Requerimento n.º: Recebido Por: Ex.mo Senhor Presidente da Câmara Municipal de Ponte de Lima Identificação do Titular Página
Ex.mo(a) Sr.(a) Presidente da Câmara Municipal de Vila Franca de Xira
Requerimento n.º Processo de Obras n.º (quadro a preencher pelos serviços) (n.º 4 do artigo 4º do D.L.555/99 de 16 de Dezembro) Ex.mo(a) Sr.(a) Presidente da Câmara Municipal de Vila Franca de Xira Identificação
Processo de Urbanização da Área Residencial de Camama
Processo de Urbanização da Área Residencial de Camama Foi com a aprovação do Decreto Presidencial n.º 190/2011, de 30 de Junho, diploma que criou o Gabinete Técnico para a Implementação e Gestão do Plano
PEDIDO DE CERTIDÃO DE URBANISMO. Exmº Sr. Presidente da Câmara Municipal de Praia da Vitória
REQUERIMENTO: CMPV 228/2 PEDIDO DE CERTIDÃO DE URBANISMO Número de Processo / / Data de Entrada / / Exmº Sr. Presidente da Câmara Municipal de Praia da Vitória (nome do requerente ), Contribuinte (pessoa
NRJUE. Lei 60/2007 de 4 de Setembro
NRJUE Lei 60/2007 de 4 de Setembro Entrou em vigor em 3 de Março a Lei 60/2007, de 4 de Setembro, que estabelece o novo regime jurídico da urbanização e edificação. Legislação complementar: Portaria 216-A/2008,
ALTERAÇÃO AO ALVARÁ DE LICENÇA DE LOTEAMENTO. Exmº Sr. Presidente da Câmara Municipal de Praia da Vitória
REQUERIMENTO: CMPV 211/2 ALTERAÇÃO AO ALVARÁ DE LICENÇA DE LOTEAMENTO Número de Processo / / Data de Entrada / / Exmº Sr. Presidente da Câmara Municipal de Praia da Vitória (nome do requerente ), Contribuinte
DIVISÃO DE OBRAS PARTICULARES. Norma de Instrução de Processo (NIP) Rev.: 01 Licenciamento de Trabalhos de Remodelação de Terrenos Data:
NIP 03.03 Norma de Instrução de Processo (NIP) Licenciamento de Trabalhos de Remodelação de Terrenos Data: 12.07.2016 Requerimento e legitimidade do requerente Formato Nome do REQ Requerimento referente
A. Identificação do Requerente. B. Pretensão
Registo de Entrada: Ex.mo Senhor Presidente da Câmara Municipal de Arcos de Valdevez Pedido de Licenciamento de Obras de Urbanização (Nº 2 e nº 3 do artigo 4º do D.L. 555/99, de 16 de Dezembro, com as
PARCERIA ESTRATÉGICA LICENCIAMENTO DA ACTIVIDADE INDUSTRIAL. Industria do Vinho. Julho 2008
PARCERIA ESTRATÉGICA LICENCIAMENTO DA ACTIVIDADE INDUSTRIAL Industria do Vinho Procedimentos no âmbito de: Normas Disciplinadoras do Exercício da Actividade Industrial - Dec. Lei 69/2003, de 10 Abril,
REGULAMENTO DO EXERCÍCIO DA ACTIVIDADE DE EMPREITEIROS E DE CONSULTOR DE CONSTRUÇÃO CIVIL
Flash Informativo Flash News 28/04/2015 REGULAMENTO DO EXERCÍCIO DA ACTIVIDADE DE EMPREITEIROS E DE CONSULTOR DE CONSTRUÇÃO CIVIL Foi publicado no Boletim da República n.º 104. I Série, 24.º Suplemento,
PEDIDO DE LICENCIAMENTO DE OBRAS DE EDIFICAÇÃO. Exmº Sr. Presidente da Câmara Municipal de Praia da Vitória
REQUERIMENTO: CMPV 200/2 PEDIDO DE LICENCIAMENTO DE OBRAS DE EDIFICAÇÃO APRESENTAÇÃO DE COMUNICAÇÃO PRÉVIA DE OBRAS DE EDIFICAÇÃO Número de Processo / / Data de Entrada / / Exmº Sr. Presidente da Câmara
MUNICÍPIO DE PENICHE
Para apreciação nos termos do n.º 1 do art. 14.º do RJUE, ficando sujeito a um pedido de licenciamento, após parecer favorável por parte dos serviços: Documentos Obrigatórios: 1.2 Folha de registo do movimento
PROPOSTA DE HONORÁRIOS
PROPOSTA DE HONORÁRIOS Código de projecto: 786 Designação do projecto: Moradia T4 Local: Vila Franca de Xira Data: 10.05.2017 Requerente: Pedro Semedo 1. INTRODUÇÃO e OBJECTIVOS A presente proposta de
Departamento Municipal Jurídico e de Contencioso Divisão Municipal de Estudos e Assessoria Jurídica
Concordo. Envie-se a presente informação ao Sr. Director Municipal do Departamento de Gestão Urbanística, Arq. Aníbal caldas. Anabela Moutinho Monteiro Chefe da 111.02.2011 N/Inf.: (...) N/Ref.ª: (...)
Decreto-Lei n.º140/2009, de 15 de Junho
Decreto-Lei n.º140/2009, de 15 de Junho 1. Que intervenções ou obras estão sujeitos à obrigatoriedade de elaboração de relatórios? O presente diploma abrange os bens culturais móveis e imóveis, assim como
COMUNICAÇÃO PRÉVIA DE OBRAS DE EDIFICAÇÃO
COMUNICAÇÃO PRÉVIA DE OBRAS DE EDIFICAÇÃO Documentos instrutórios (preenchimento obrigatório) Pág. 0. Requerimento... a Acompanhado de cópia do documento de identificação do requerente 1. Documento comprovativo
Ex.mo(a) Sr.(a) Presidente da Câmara Municipal de Vila Franca de Xira
Requerimento n.º Processo de Obras n.º (quadro a preencher pelos serviços) (Alíneas c) a g) do n.º 1 do artigo 6º do D.L.555/99 de 16 de Dezembro) Ex.mo(a) Sr.(a) Presidente da Câmara Municipal de Vila
INSCRIÇÃO DE ADVOGADO INSCRITO NA ORDEM DOS ADVOGADOS DO BRASIL
INSCRIÇÃO DE ADVOGADO INSCRITO NA ORDEM DOS ADVOGADOS DO BRASIL 1 - Por força do disposto no EOA, os cidadãos de nacionalidade brasileira diplomados por qualquer faculdade de Direito do Brasil ou de Portugal,
REGULAÇÃO DAS ACTIVIDADES DE PRODUÇÃO E HOMOLOGAÇÃO DE CARTOGRAFIA
REGULAÇÃO DAS ACTIVIDADES DE PRODUÇÃO E HOMOLOGAÇÃO DE CARTOGRAFIA João Cordeiro Fernandes [email protected] Workshop Regulamentação da Cartografia a utilizar nos Instrumentos de Gestão Territorial Ordem
Para: Conhecimento de todos os Estabelecimentos de Saúde dependentes do Ministério da Saúde
Ministério da Saúde Direcção-Geral da Saúde Circular Normativa Assunto:Autorização para o exercício de Medicina do Trabalho ao abrigo do nº. 4 do artº. 25º do Decreto-lei nº. 26/94 de 1/02 com a redacção
Ex.mo Senhor: Presidente da Câmara Municipal de Mortágua ASSUNTO: AUTORIZAÇÃO DE UTILIZAÇÃO E PROPRIEDADE HORIZONTAL. Registo de Entrada
Registo de Entrada Despacho Registado em SPO Reqº.n.º. / / Procº. / / Data / / O Assist. Técnico Em, / / O Ex.mo Senhor: Presidente da Câmara Municipal de Mortágua ASSUNTO: AUTORIZAÇÃO DE UTILIZAÇÃO E
S.A.M.S. REGULAMENTO DE GESTÃO DOS SAMS
S.A.M.S. REGULAMENTO DE GESTÃO DOS SAMS (Regulamento aprovado em 11.11.2003 nos Conselhos Gerais dos Sindicatos dos Bancários do Centro, do Norte e do Sul e Ilhas) Redacção Final aprovada em 5.12.03, pela
I. O Regime Jurídico de Urbanização e Edificação
I. O Regime Jurídico de Urbanização e Edificação 1 Edificação Urbanização Loteamento 1. As operações urbanísticas Remodelação de terrenos Utilização de edifícios 2 Utilização dos solos para fins não agrícolas,
LEGISLAÇÃO APLICÁVEL À EDIFICAÇÃO E URBANIZAÇÃO CÓDIGO CIVIL. Lei n.º 150/2015, de 10 de Setembro ACESSIBILIDADES
LEGISLAÇÃO APLICÁVEL À EDIFICAÇÃO E URBANIZAÇÃO CÓDIGO CIVIL Lei n.º 150/2015, de 10 de Setembro Altera o Código Civil, aprovado pelo Decreto-Lei n.º 47 344, de 25 de Novembro de 1966, e procede à primeira
ASSEMBLEIA GERAL DE ACIONISTAS CONVOCATÓRIA
ASSEMBLEIA GERAL DE ACIONISTAS CONVOCATÓRIA Nos termos da lei e dos estatutos, são convocados os Senhores Accionistas e os Representantes Comuns dos Obrigacionistas da MOTA ENGIL, SGPS, S.A., Sociedade
Divisão de Obras, Planeamento, Ambiente e Urbanismo
Elementos instrutórios do pedido Elementos comuns aos procedimentos de controlo prévio (Licença), nos termos da Portaria n.º 113/2015, de 22/04 1) 2) 3) 4) 5) 6) Certidão da descrição e de todas as inscrições
