REFIS DA CRISE - PRECAUÇÕES DO CONTRIBUINTE PARA ADESÃO
|
|
|
- Martín Melgaço Custódio
- 9 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 REFIS DA CRISE - PRECAUÇÕES DO CONTRIBUINTE PARA ADESÃO Angel Ardanaz Advogado, inscrito na Ordem dos Advogados do Brasil sob número , especialista em Direito Empresarial e Direito Tributário pela UNIFMU, sócio do escritório Ardanáz Advocacia Empresarial e Consultoria Imobiliária, estabelecido na Capital do Estado de São Paulo. [email protected] A Medida Provisória 449, enviada pelo governo ao Congresso no fim do ano passado, foi tão alterada pelo relator da Câmara que já foi batizada de "Refis da crise". No texto original, a MP previa apenas o parcelamento de dívidas de até R$ 10 mil no prazo máximo de 60 meses. O relator, o deputado Tadeu Filippelli (PMDB-DF), não só ampliou o número de parcelas para 120, 180 e 240 meses, como também garantiu maiores benefícios para o contribuinte em dívida com o Fisco, nunca antes concedidas na história recente do País. As generosas medidas de refinanciamento de dívida foram discutidas em um momento em que a arrecadação do governo está em queda. Como noticiou o Estado de São Paulo, a receita com impostos caiu 12,2% em janeiro e fevereiro de 2009, em relação ao que havia sido orçado. Técnicos do governo projetam queda de pelo menos R$ 40 bilhões na arrecadação este ano. 1
2 Na prática, o parecer do relator virou um megaprograma de refinanciamento de dívidas com a Receita Federal para aliviar o cofre das empresas e das pessoas físicas, que foi aprovado pela Lei publicada no DOU em 28 de maio de 2009, nº /2009, instituindo o parcelamento e remissão de débitos federais, modificações na tributação de IRPJ, CSLL, PIS e COFINS, e institui o Regime Tributário de Transição - RTT, entre outros pontos. No entanto, antes da adesão a qualquer programa de parcelamento de débitos que venha a ser aberto, o contribuinte deve estar atento a questões primordiais e analisar a viabilidade jurídica e econômica de tomar esta decisão. Diversas empresas, quando da abertura de parcelamentos pela União, Estado e Municípios, aproveitam a oportunidade para parcelarem suas pendências ao longo de anos, com os benefícios de redução de juros e multas, conseguindo a tão desejada regularidade fiscal. Em um momento deste, antes da adesão ao parcelamento, para evitar pagamentos indevidos e até prescritos, faz se necessária a análise de cada dívida em aberto, tais como: valores, período exercício, processo administrativo e judicial (execução fiscal). Na realidade, quando se firma o parcelamento, ocorre a confissão do débito tributário e a renúncia ao direito de discutir judicial ou administrativamente, ou seja, pode haver confissão de débitos indevidos. Infelizmente, o ente tributário que concedeu o parcelamento, certamente, não informará se o débito possui algum vício que macule o seu parcelamento ou pagamento. 2
3 Desta forma, alerta-se os contribuintes para que, ao aderirem a parcelamentos, observem: - se algum débito a ser parcelado não se encontra prescrito, de acordo com o respectivo processo administrativo e ou judicial tributário; - a garantia no processo de execução fiscal, pois pode indeferir no parcelamento; - bens ou valores já penhorados nas execuções fiscais e correspondência com o valor do débito a ser parcelado; - a legalidade do crédito tributário e a possibilidade de discussão judicial. Vale lembrar que, em junho de 2008, na decisão do Plenário do STF que decidiu pela inconstitucionalidade dos artigos 45 e 46 da Lei 8.212/1991, reduzindo de 10 (dez) para 5 (cinco) anos os prazos de decadência prescrição, para que o Governo, via RFB (Receita Federal do Brasil), possa constituir e cobrar os créditos da Seguridade Social (Pis / Cofins / Contribuições Previdenciárias). Em razão desta decisão, o prejuízo ao Fisco foi estimado em R$ ,00 (noventa e seis bilhões de reais), representados por créditos prescritos ou decaídos, pagos ou em aberto. Isto é, há muitos créditos tributários prescritos ou decaídos e, consequentemente, indevidos, que não devem ser pagos ou parcelados. Além das diversas questões jurídicas inerentes ao assunto, de suma importância é a capacidade econômico - financeira do contribuinte para o cumprimento integral do parcelamento durante o período de sua vigência. 3
4 As condições do mercado, ao longo do tempo, são voláteis e implicam em consequências prejudiciais ao integral cumprimento dos parcelamentos, uma vez que, geralmente, estes possuem períodos e valores altos. Quando do descumprimento do acordo, o contribuinte retroage aos valores devidos, com a recomposição do saldo devedor, sem os benefícios da anistia (redução de multas, juros e encargos). Deste modo, o planejamento para administração do passivo tributário é essencial, pois, dependendo da situação em que se encontram os débitos e a perspectiva econômico financeira do contribuinte, a adesão a parcelamentos apenas causará dispêndio de valores imediatos, com o futuro aumento do valor do passivo fiscal sem as reduções e com a postergação do problema. Importante, lembrar que a pessoa jurídica optante pelo parcelamento previsto neste artigo deverá indicar pormenorizadamente, no respectivo requerimento de parcelamento, quais débitos deverão ser nele incluídos. Deste modo, é possível indicar apenas os débitos realmente devidos e que convenham de serem parcelados, motivo pelo qual orienta-se que levante o total do passivo atualizado, junto ao órgão, para conferência e análise jurídica do que deve ser parcelado, de acordo com o andamento dos processos administrativos e judiciais de cobrança, evitando-se pagamentos ou parcelamentos indevidos, além de buscar judicialmente a exclusão destes valores ilegalmente cobrados. Por tantas razões, como noticiado em , no Caderno Legislação e Tributos, do Jornal Valor Econômico, o Refis da Crise tem procura intensa e provocada corrida de empresas a tributaristas. 4
5 Portanto, pelo presente artigo, objetiva se chamar a atenção do contribuinte para necessidade da eficiente administração do passivo fiscal, principalmente quando da adesão a programas de parcelamentos, evitando-se pagamentos indevidos e maiores prejuízos futuros. 5
LEI , DE 24 DE OUTUBRO DE 2017 INSTITUI O PROGRAMA ESPECIAL DE REGULARIZAÇÃO TRIBUTÁRIA PERT.
INFORME JURÍDICO OUTUBRO/2017 LEI 13.496, DE 24 DE OUTUBRO DE 2017 INSTITUI O PROGRAMA ESPECIAL DE REGULARIZAÇÃO TRIBUTÁRIA PERT. Prezado Cliente, São Paulo, 25 de outubro de 2017. Foi publicada hoje,
PARCELAMENTO REFIS V
PARCELAMENTO REFIS V Lei n. 12.996, de 18 de junho de 2014 Medida Provisória n. 651, de 9 de julho de 2014 Portaria Conjunta PGFN/RFB n. 13, de 30 de julho de 2014 1 PRAZO: ATÉ 25 DE AGOSTO DE 2014 ADESÃO
PARECER 050/ Dos Parcelamentos Previstos na Lei /2013:
PARECER 050/2013 Parecer e análise dos parcelamentos previstos na Lei 12.865/2013. 1 - Dos Parcelamentos Previstos na Lei 12.865/2013: A Lei 12.865/2013 reabriu o prazo para que os contribuintes possam
MEDIDA PROVISÓRIA nº 783, de 31/05/2017. Instrução Normativa RFB nº 1711, de 16/06/2017.
MEDIDA PROVISÓRIA nº 783, de 31/05/2017. Instrução Normativa RFB nº 1711, de 16/06/2017. MAPA ETÉCNICO FISCAL - www.etecnico.com.br - facebook/mapaetecnicofiscal 1 INTRODUÇÃO A MP 783/2017, institui o
ÍNDICE. Autor. O que é o REFIS da Crise 2013? Qual a legislação aplicável? Qual o prazo para adesão?
Autor Jacques Veloso de Melo ADVOCACIA TRIBUTÁRIA Formado em Direito pelo Centro Universitário de Brasília, Pós-graduado em Direito Tributário pela Associação de Ensino Unificado do Distrito Federal AEUDF/ICAT
PARCELAMENTO APROVADO PELA LEI Nº /2009 REFIS DA CRISE
PARCELAMENTO APROVADO PELA LEI Nº 11.941/2009 REFIS DA CRISE Setembro de 2014 INTRODUÇÃO Este trabalho traz um panorama geral do Programa de Recuperação Fiscal (REFIS) aprovado na forma do parcelamento
Souza, Schneider, Pugliese e Sztokfisz Advogados. São Paulo -SP -DF. Brasília Shopping, Torre Norte SCN, 13 andar, s Brasília DF Brasil
Parcelamentos de Débitos D da Lei nº n 12.865/2013: Reabertura do Refis da Crise,, Lucros Auferidos no Exterior e PIS e Cofins de Instituições Financeiras e Seguradoras Souza, Schneider, Pugliese e Sztokfisz
Programa Especial de Regularização Tributária (PERT)
Programa Especial de Regularização Tributária (PERT) O contribuinte poderá agora regularizar seus débitos fiscais com redução de juros e multa e/ou com a utilização de créditos tributários e prejuízos
Pert - Programa Especial de Regularização Tributária. Informações Básicas e Esclarecimentos
Atendimento na RFB Pert - Programa Especial de Regularização Tributária Informações Básicas e Esclarecimentos 3 Pert Informações Básicas e Esclarecimentos Legislação Aplicada Medida Provisória nº 783,
PERT. Programa Especial de Regularização Tributária MP nº 783/2017 IN/RFB nº 1.711/2017 Portaria PGFN nº 690/2017
PERT Programa Especial de Regularização Tributária MP nº 783/2017 IN/RFB nº 1.711/2017 Portaria PGFN nº 690/2017 PERT Programa Especial de Regularização Tributária A Medida Provisória nº 783/2017 instituiu
PROGRAMA ESPECIAL DE REGULARIZAÇÃO TRIBUTÁRIA PERT MEDIDA PROVISÓRIA Nº 783/17
PROGRAMA ESPECIAL DE REGULARIZAÇÃO TRIBUTÁRIA PERT MEDIDA PROVISÓRIA Nº 783/17 JULHO 2017 PROGRAMA ESPECIAL DE REGULARIZAÇÃO TRIBUTÁRIA - PERT Instituído pela Medida Provisória nº 783/17 Regulamentação:
Refis da Copa Eliminação dos honorários sobre os débitos previdenciários
Refis da Copa Eliminação dos honorários sobre os débitos previdenciários Marcelo Alvares Vicente Mestre em Direito Tributário pela PUC/SP, advogado especialista em administração do passivo fiscal, professor
PGFN regulamenta o PERT
PGFN regulamenta o PERT Em 21 de junho de 2017, foi publicada a Instrução Normativa da Receita Federal do Brasil (RFB) nº 1.711, que regulamenta a inclusão de débitos no âmbito desse órgão no Programa
Luiz Gustavo A. S. Bichara
Parcelamento de débitos federais Lei nº 11.941/09 Portaria PGFN/RFB nº 06/09 1 Base legal: MP nº 449/08 Lei nº 11.941/09 Regulamentação: Portaria Conjunta PGFN/RFB nº 06/09 Ato Declaratório Executivo CODAC
Tema MP nº 766/17 Projeto de lei de conversão da MP nº 766/17 Condições gerais
Comparação de pontos relevantes do PRT na MP nº 766/17 e no projeto de lei de sua conversão (* não contempla outros assuntos que constam do projeto de lei e questões formais, operacionais e demais condições
Parcelamento Especial
Parcelamento Especial Lei nº 11.941/2009 (conversão da MP 449/2008) Portaria Conjunta PGFN/RFB nº 6/ 2009 HISTÓRICO DOS PARCELAMENTOS ESPECIAIS REFIS - Lei 9.964/2000 Débitos de pessoas jurídicas Todos
TRIBUTÁRIO. Destacamos abaixo as informações consideradas por nós como as mais importantes relativas ao PERT: 1. INFORMAÇÕES GERAIS. 1.
TRIBUTÁRIO 1/6/2017 Programa Especial de Regularização Tributária (PERT) Informamos que ontem, dia 31 de maio de 2017, foi publicada na Edição Extra do Diário Oficial da União, a Medida Provisória nº 783
ARTIGO 65 DA LEI Nº , DE 11 DE JUNHO DE Este texto não substitui o publicado no Diário Oficial ARTIGO 65
ARTIGO 65 LEI Nº 12.249, DE 11 DE JUNHO DE 2010 Art. 65. Poderão ser pagos ou parcelados, em até 180 (cento e oitenta) meses, nas condições desta Lei, os débitos administrados pelas autarquias e fundações
Prefeitura Municipal de Sidrolândia ESTADO DE MATO GROSSO DO SUL
LEI COMPLEMENTAR N 32/2007. S Ú M U L A Institui e Autoriza o programa de Reabilitação Fiscal Municipal REFIM de débitos tributários e não tributários e dá outras providências O Prefeito Municipal de Sidrolândia,
Parcelamento de débitos federais Lei nº /09 Portaria PGFN/RFB nº 06/09
Parcelamento de débitos federais Lei nº 11.941/09 Portaria PGFN/RFB nº 06/09 Base legal: MP nº 449/08 Lei nº 11.941/09 Regulamentação: Portaria Conjunta PGFN/RFB nº 06/09 Ato Declaratório Executivo CODAC
Programa Especial de Regularização Tributária (PERT)
Ref.: nº 23/2017 1. Programa Especial de De acordo com a Medida Provisória n 783/2017, fica aberto, até 31 de agosto de 2017, o prazo para adesão ao Programa de. O Programa tem por objetivo regularizar
Lei n /14 Desistência de Ações Judiciais
Desistência de Ações Judiciais O pagamento à vista e o parcelamento dependem da desistência de ações judiciais incidentes sobre o débito em questão, que deve ser realizada com renúncia ao direito sobre
Programa Especial de Regularização Tributária. Medida Provisória nº 783/2017 IN RFB nº 1711/2017 Portaria PGFN nº 690/2017
Programa Especial de Regularização Tributária Medida Provisória nº 783/2017 IN RFB nº 1711/2017 Portaria PGFN nº 690/2017 Contexto PROGRAMA ESPECIAL DE REGULARIZAÇÃO TRIBUTÁRIA (PERT) Crise econômica e
Art. 2º - Os débitos de que trata o artigo anterior, existente para com a Fazenda Municipal, poderão ser pagos de acordo com os seguintes critérios:
LEI MUNICIPAL N.º 3.993/2015 INSTITUI PROGRAMA DE RECUPERAÇÃO FISCAL (REFIS) E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS. RENATO GEMELLI BONADIMAN, Prefeito Municipal, Seberi, Estado do Rio Grande do sul, no uso de suas
ESTUDO SOBRE IMPACTOS DOS PARCELAMENTOS ESPECIAIS
ESTUDO SOBRE IMPACTOS DOS PARCELAMENTOS ESPECIAIS O presente estudo tem por objetivo apresentar análise dos diversos programas de parcelamentos especiais de débitos tributários no âmbito Federal e seus
Programa Especial de Regularização Tributária PERT
Programa Especial de Regularização Tributária PERT Prezado(a) Cliente, Informamos que o Governo Federal publicou a Medida Provisória nº 783, de 31 de maio de 2017 (DOU 31/05/2017), que instituiu o Programa
Programa Especial de Regularização Tributária (Pert)
Programa Especial de Regularização Tributária (Pert) Uma oportunidade para pessoas físicas e jurídicas refinanciarem suas dívidas com o Governo Federal Programa Es pec i al de Regul ari zaç ão Tri butári
TRIBUTÁRIO Nº 651/14 - ASPECTOS RELACIONADOS AO REFIS
TRIBUTÁRIO 17/11/2014 LEI 13.043/14 - CONVERSÃO DA MEDIDA PROVISÓRIA Nº 651/14 - ASPECTOS RELACIONADOS AO REFIS No dia 14 de novembro de 2014 foi publicada a Lei nº 13.043/2014, resultado da conversão
CAPÍTULO IV - DAS CONDIÇÕES PARA A CONSOLIDAÇÃO CAPÍTULO V - DO DEFERIMENTO DO PEDIDO DE PARCELAMENTO CAPÍTULO VI - DA REVISÃO DA CONSOLIDAÇÃO
CONTEÚDO CAPÍTULO I - DISPOSIÇÕES INICIAIS CAPÍTULO II - DAS INFORMAÇÕES E DO PRAZO PARA SUA PRESTAÇÃO CAPÍTULO III - DO PARCELAMENTO E DO PAGAMENTO À VISTA COM UTILIZAÇÃO DE CRÉDITOS CAPÍTULO IV - DAS
Prefeitura Municipal de Luís Eduardo Magalhães publica:
Prefeitura Municipal de 1 Ano II Nº 402 Prefeitura Municipal de publica: Lei Nº808/2017, de -Institui o Programa de Incentivo à Regularização Fiscal de Créditos da Fazenda Municipal e dá outras providências.
DECRETO N , DE 31 DE JULHO DE O Prefeito de Ituiutaba, no uso de suas atribuições, e de conformidade com a legislação em vigor,
DECRETO N. 7.672, DE 31 DE JULHO DE 2014 Disciplina o sistema de parcelamento de débito fiscal e dá ouras providências. O Prefeito de Ituiutaba, no uso de suas atribuições, e de conformidade com a legislação
BRASÍLIA Complexo Brasil XXI SH Sul Quadra 06, Conj. A, Bloco C, 12º andar Tel. (5561)
SÃO PAULO Rua Dona Maria Paula, 123, 19º andar Ed. Main Offices Tel. (5511) 3105-7823 [email protected] BRASÍLIA Complexo Brasil XXI SH Sul Quadra 06, Conj. A, Bloco C, 12º andar Tel. (5561) 3035-7823
Prefeitura Municipal de Santo Antônio de Jesus publica:
1 Ano Nº 5038 Prefeitura Municipal de publica: Lei Municipal Nº 1466 de - Institui o Programa de Recuperação Fiscal REFIS - do Município de, na forma que indica e dá outras providências. Lei Municipal
CÂMARA LEGISLATIVA DO DISTRITO FEDERAL
1 LEI Nº 5.211, DE 6 DE NOVEMBRO DE 2013 (Autoria do Projeto: Poder Executivo) Institui a segunda fase do Programa de Recuperação de Créditos Tributários do Distrito Federal RECUPERA-DF e dá outras providências.
Disciplina o pagamento de tributos e contribuições federais nas condições estabelecidas nos arts. 13 e 14 da Lei nº , de 2002.
Portaria Conjunta SRF/PGFN nº 07, de 8 de janeiro de 2003 DOU de 10.1.2003 Disciplina o pagamento de tributos e contribuições federais nas condições estabelecidas nos arts. 13 e 14 da Lei nº 10.637, de
PREFEITURA MUNICIPAL DE ALTO PARANÁ
LEI Nº 2.389/2012 EMENTA: Institui o Programa Municipal de Recuperação Fiscal (REFIS) ampliando sua abrangência. A CÂMARA MUNICIPAL DE ALTO PARANÁ, ESTADO DO PARANÁ, APROVOU E EU, PREFEITO MUNICIPAL, SANCIONO
PARECER JURÍDICO / SEBA ADVOGADOS / N
PARECER JURÍDICO / SEBA ADVOGADOS / N. 0 007-2010 EMENTA: Consolidação do Passivo Tributário da entidade em novembro de 2009, ante a Lei n. o 11.941, de 27 de maio de 2009 e a Portaria Conjunta da PGFN/RFB,
