Perspectivas para Exploração e Desenvolvimento do Pré-Sal
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- Lívia Beltrão de Sá
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1 PRÉ-SAL PETRÓLEO S. A. - PPSA Perspectivas para Exploração e Desenvolvimento do Pré-Sal Oswaldo A. Pedrosa Jr. Fundação Getúlio Vargas (FGV) 25 de março de 2015 Rio de Janeiro, RJ
2 Assuntos Pré-Sal: Histórico e Conquistas Foco de Atuação Previsão de Produção do Pré-Sal Breve Análise da Conjuntura Atual Oportunidades de Desenvolvimento Industrial Considerações Finais 2
3 Pré-Sal: Histórico e Conquistas 3
4 PRÉ-SAL: HISTÓRICO E CONQUISTAS Em janeiro de 2015 a produção de petróleo do présal atingiu 824 kboepd (*) (*) ANP Previsão de produção de petróleo do Brasil: deve superar 4milhões bpd (*) em 2020, a maioria proveniente dos reservatórios do pré-sal da s Bacias de Campos e Santos (*) WEO IEA Pré-Sal extensos reservatórios trapeados sob gigantescos depósitos de sal nas Bacias de Campos e Santos 4
5 PRÉ-SAL: HISTÓRICO E CONQUISTAS Descobertas de campos supergigantes de petróleo no planeta Bilhões de Barris Roncador Lula Iara Cernambi Franco Libra Brasil: Bacia de Campos Bacia de Santos Outros países: Outros Irã Cazaquistão Fonte: WEO IEA Brasil: líder mundial em descobertas de petróleo nos últimos 10 anos 5
6 PRÉ-SAL: HISTÓRICO E CONQUISTAS Recursos de petróleo no Brasil por região (bilhões de barris) Reservas Provadas Dez 2012 Recursos Recuperáveis Finais Produção Acumulada Dez 2012 Recursos Recuperáveis Remanescentes % de recursos remanescentes Bacia de Campos % Bacia de Santos % Outras no mar % Terra % Total Brasil % Dos quais em águas profundas % Estimativa atual: recursos recuperáve is (*) de 106 bilhões de barris de petróleo, sendo 72% provenientes das bacias de Campos e Santos, principalmente a partir do pré-sal (*) inclui reservas, recursos contingentes e prospectivos Fonte: WEO IEA Enorme Potencial: 88% dos recursos recuperáveis ainda disponíveis para serem produzidos 6
7 Foco de Atuação 7
8 FOCO DE ATUAÇÃO REGIME DE PARTILHA DE PRODUÇÂO Contrato de Partilha da Produção Celebrado diretamente à Petrobras Celebrado com Consórcio formado pela Petrobras e vencedor da licitação Principais atores: o Petrobras: operador exclusivo com mínimo de 30% de participação o Não-operadores: sócios no Consórcio o PPSA: gestora do Contrato de Partilha, representando os interesse da União o ANP: administra as licitações e regula os contratos de partilha de produção o MME:contratante em nome da União Parcela do óleo lucro (excedente em óleo) oferecida à União Custos qualificados para a recuperação em óleo precisam ser aprovados pela PPSA Porcentagem do custo recuperado mensalmente: estabelecido na licitação e no contrato de partilha de produção Royalties: 15% 8
9 FOCO DE ATUAÇÃO Objetivos da PPSA Produção Total Royalties Excedente em Óleo Custo em Óleo Parcela Governamental do Excedente em Óleo Administrar o Contrato de Partilha de Produção representando os interesse da União Representar a União nos acordos de unificação da produção Gerir a comercialização da parcela do excedente em óleo pertencente à União Principais Funções da PPSA Presidir Comitê Operacional com 50% dos votos e poder de veto, nos termos do Contrato Monitorar e auditar a execução dos projetos de exploração, avaliação, desenvolvimento e produção Monitorar e auditar os despesas operacionais e os custos de capital Aprovar as despesas qualificadas para recuperação do custo em óleo Realizar análises técnicas e econômicas dos planos e programas a serem executados Garantir que o compromisso de conteúdo local seja cumprido Necessidade da PPSA de possuir um corpo altamente qualificado e experiente 9
10 FOCO DE ATUAÇÃO Gerenciamento do Contrato de Partilha de Libra Gerenciamento dos Contratos de Partilha dos Volumes Excedentes da Cessão Onerosa Representação da União nos Acordos de Individualização da Produção 10
11 FOCO DE ATUAÇÃO Descoberta de Óleo: PROJETO LIBRA Poço 2-ANP-002A RJS Óleo de 27 o API e RGO de 410 a 450 m³/m³ Alta Produtividade: 3667 bopd(choke de 32/64 ) Recursos Estimados:8 a 12 bilhões de barris de petróleo (*) (*) Fonte: ANP Contrato de Partilha de Produção de Libra Licitação em 21 de Outubro de 2013 Bônus de Assinatura: R$ 15 bilhões Consórcio Vencedor: Petrobras (Operadora).. 40% Shell Brasil... 20% Total Brasil... 20% CNODC Brasil... 10% CNOOC Brasil... 10% Assinatura do Contrato: 2 de dezembro de 2013 Parcela Governamental do Excedente em Óleo: 41.65% para produtividade média de boe/d e preço de óleo de US$ 100/bbl Porcentagens reais são ajustadas mensalmente com base na produção média dos poços e no preço do óleo Recuperação de Custos: 50% nos primeiros 2 anos e 30% nos anos seguintes 11
12 Áreas FOCO DE ATUAÇÃO Cessão Onerosa da Petrobras (Volumes contratados em 2010) Volumes Bilhões boe Franco 3,058 Entorno de Iara 0,600 Florim 0,467 NE Tupi 0,428 Sul Tupi 0,128 Sul Guará 0,319 Total 5,000 Requisitos Contratuais o Bônus de Assinatura de 2 bilhões R$ o Adiantamento de parte dos excedentes em óleo da União no período , se requerido pelo Governo Federal o 35 anos de contrato Áreas Volumes Excedentes Bihõesboe(*) Franco (Búzios) 6,5 a 10,0 Entornode Iara 2,5 a 4,0 Florim (Itapu) 0,3 a 0,5 NE Tupi (Sépia) 0,5 a 0,7 Total 9,8 a 15,2 Contratos de Partilha dos Volumes Excedentes diretamente contratados com Petrobras Aspectos Relevantes o Alto potencial de recursos com baixo risco o 17 poços já perfurados nas 4 áreas que totalizam km² o Três campos em desenvolvimento e uma área em avaliação o Primeiro óleo da partilha dos excedentes da cessão onerosa em
13 FOCO DE ATUAÇÃO Representação da União nos Acordos de Unitização da Produção Individualizações da Produção: 10 em andamento e 9 a serem iniciadas em 2015 Libra Individualizações em áreas não contratadas da União Áreas com excedentes da cessão onerosa 13
14 Previsão de Produção do Pré-sal 14
15 PREVISÃO DE PRODUÇÃO DO PRÉ-SAL Produção de petróleo e gás associado Período Inclui campos e áreas em avaliação de Libra, cessão onerosa e seus excedentes, e acordos de individualização da produção (AIPs) em andamento. Previsão baseada em dados e informações dos projetos (casos base) atualmente adotados para os campos e áreas considerados. Produção de óleo superior a 4 milhões bpd no final da próxima década. Produção de gás associado: somente hidrocarbonetos, excluído CO 2. Parcela significativa do gás a ser produzido para: Reinjeção para descarte de CO 2 e aumento da recuperação dos reservatórios; e Uso na geração de energia nas próprias instalações de produção. 15
16 PREVISÃO DE PRODUÇÃO DO PRÉ-SAL Produção de petróleo e gás associado da União Período Impacto do preço do petróleo na parcela de produção da União Queda do preço do petróleocustos de desenvolvimento e produção não decaem na mesma proporção devido a: Defasagem na redução de custos; e Parte considerável dos componentes de custo não é atrelada ao preço da commodity. Consequência maior participação proporcional da recuperação do óleo custo acarreta menor percentual de excedente em óleo. Produção de gás associado: parcela significativa para reinjeçãoe consumo nas instalações offshore para geração de energia. 16
17 PREVISÃO DE PRODUÇÃO DO PRÉ-SAL Influência do custo em óleo na participação da União Caso 1 Custo: 20% incluindo IR e bônus Premissa:parcela da União no excedente em óleo de 40%
18 PREVISÃO DE PRODUÇÃO DO PRÉ-SAL Influência do custo em óleo na participação da União Caso 1 Custo: 20% incluindo IR e bônus Caso 2 Custo: 30% incluindo IR e bônus Premissa:parcela da União no excedente em óleo de 40%
19 Breve Análise da Conjuntura Atual 18
20 BREVE ANÁLISE DA CONJUNTURA ATUAL Considerações sobre a conjuntura atual do Setor O&G Volatilidade do preço do petróleo Situação atual da indústria de petróleo no Brasil Impacto no pleno desenvolvimento do pré-sal brasileiro Reorientação estratégica das empresas de petróleo foco em: Redução de custos (Capex e Opex) Melhoria da rentabilidade dos projetos de óleo e gás Aumento da recuperação dos reservatórios Ampliação da participação do gás associado na geração de caixa 19
21 BREVE ANÁLISE DA CONJUNTURA ATUAL VOLATILIDADE DO PREÇO DO PETRÓLEO Desequilíbrio entre oferta e demanda no mercado internacional de petróleo Principais causas Maior capacidade suprimento 1,9 M bbl/d em 2014 comparado com 2013 o Contribuição significativa do petróleo não convencional dos EUA o Retomada da produção de países tradicionalmente exportadores de petróleo (Iraque e Líbia), embora cíclica Desaceleração da demanda 0,9 M bbl/d em 2014 comparado com 2013 o Redução do ritmo de crescimento econômico de países emergentes como China e Índia e dos países da União Europeia Não interferência da OPEP o Recusa da Arábia Saudita e outros produtores da OPEP em exercer o papel de regulador do balanceamento entre oferta e demanda de petróleo através de cortes na produção. 20
22 BREVE ANÁLISE DA CONJUNTURA ATUAL Previsões do preço do petróleo Brent Curto prazo Análise de instituições financeiras internacionais Período típico para recuperação dos preços: 12 a 18 meses Fonte: BCG Energy Dez 2014 Redução drástica do preço do petróleo no 2º semestre de US$/bblem jun14 para 63 US$/bblem dez 14 45% Previsão do preço do petróleo nos próximos dois anos ( ) Variação entre 65 US$/bbl e 96 US$/bbl Preços no final de US$/bbla 96 US$/bbl 21
23 Oportunidades de desenvolvimento industrial 22
24 OPORTUNIDADES DE DESENVOLVIMENTO INDUSTRIAL Desenvolvimento da produção de petróleo em águas profundas no Brasil baseado principalmente em unidades de produção flutuantes e sistemas de completação submarina Foco na Cadeia de Suprimento Local de Bens e Serviços Maior região no mundo para crescimento do mercado de FPSO Indústria naval brasileira crescimento acelerado (mais de pessoas empregadas até 2014, mais de três vezes o número de 2006) (1) Cerca de 70 FPSOsestarão em operação em 2020 (2) 22 FPSOs contratados atualmente (2) (1) Sinaval 2014 (2) WEO IEA 12 conversões de casco (6 no Brasil e 6 no exterior) 10 novas construções já contratadas (8 no Brasil e 2 no exterior) 23
25 OPORTUNIDADES DE DESENVOLVIMENTO INDUSTRIAL Foco na Cadeia de Suprimento Local de Bens e Serviços Escala de investimentos no Setor O&G do Brasil necessidade de políticas públicas para agregar valor a longo prazo e gerar emprego e renda no país Exigência de Conteúdo Local Desafio como conciliar o desenvolvimento acelerado da produção petrolífera com a capacidade de suprimento local de bens e serviços Novo cenário da indústria de petróleo foco em redução de custos Condição essencial desenvolvimento da capacidade de suprimento local com competividade em padrões internacionais 24
26 Considerações Finais 25
27 CONSIDERAÇÕES FINAIS Pré-Sal: Oportunidades e Desafios Elevada Receita Fiscal Novos recursos provenientes da comercialização de petróleo e gás da União Fundo Social para promoção do desenvolvimento social e regional e recursos para investimento em educação e saúde Indução ao desenvolvimento tecnológico Novas oportunidades para o desenvolvimento da indústria nacional Contribuição significativa para o desenvolvimento socioeconômico do país 26
28 OBRIGADO
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