PRIMEIRO REINADO RESUMO
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- Raul Graça Godoi
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1 PRIMEIRO REINADO RESUMO 1. INTRODUÇÃO: A independência brasileira foi uma revolta contra a recolonização que as Cortes portuguesas propunham e representam uma continuidade com o período joanino. O Império brasileiro surge em crise com guerras, revoltas, movimentos separatistas e crise econômica. A estabilidade só virá na década de O ENCAMINHAMENTO DA RUPTURA:. A tentativa recolonizadora: As Cortes foram convocadas tendo uma parcela de representantes brasileiros. No entanto, o projeto da maioria portuguesa era que o Brasil voltasse a ser colônia. Esse é o principal motivo da independência. Os fazendeiros, comerciantes brasileiros e os ingleses não desejavam isto.. Portugueses, brasileiros e exaltados: Logo, se formaram três partidos no Brasil. Os portugueses, totalmente a favor da recolonização; os brasileiros, a princípio contra a ruptura, defendiam uma monarquia dual, depois seriam a favor da independência; e os exaltados ou liberais radicais, a favor da emancipação e da criação de uma monarquia constitucional ou república mais democrática do que o projeto dos brasileiros.. A independência forjada: D. João VI é obrigado pelas Cortes a voltar a Lisboa em Antes disso, pega todos os metais depositados no Banco do Brasil e deixa no Rio seu filho d. Pedro, que deveria ser o governador-geral do Brasil e em caso de independência, deveria ser o líder dela, evitando-se radicalismos. Assim, diante da rigidez das Cortes, d. Pedro lidera junto aos brasileiros e exaltados a emancipação em O PRIMEIRO REINADO:. Guerra de independência: Logo, estouram na Bahia e no Pará focos de resistência de tropas portuguesas. D. Pedro reprime essas resistências com o auxílio de mercenários estrangeiros.. A Constituição da mandioca: A Constituinte brasileira foi convocada em 1822 antes mesmo da independência. O voto era censitário baseado no preço da mandioca, daí o nome da Constituição. Esta nunca chegou a ficar pronta. Em 1823 foi apresentado um anteprojeto dela, tratava-se de uma constituição de monarquia constitucional e parlamentarista, o que foi rejeitado pelo Imperador Pedro que fechou a Assembleia em 1823, desejando uma constituição que lhe desse mais poderes.. A Constituição outorgada (1824): D. Pedro se alia aos portugueses e outorga uma constituição. Esta era muito similar ao projeto apresentado, porém tinha uma novidade. Além dos três poderes do Estado, havia um quarto poder, o moderador, que prevaleceria sobre os outros. Este poder era o poder do Imperador, que ainda nomearia os membros do Supremo Tribunal, seria o chefe do Executivo e nomearia presidentes de província. A Constituição deveria ainda ser referendada nas câmaras municipais ao longo do Brasil.
2 . Padroado: Segundo a Constituição, a religião oficial do país é a católica, os padres eram funcionários públicos pagos pelo Estado e o Rei mediava relações do clero nacional com o Vaticano. Era o padroado.. A repressão: Explodiram revoltas contra a nova constituição. D. Pedro fez uma forte repressão contra estes - constituídos principalmente por exaltados -, fechando jornais, prendendo e exilando ativistas.. A Confederação do Equador (1824): Uma certa continuação da Revolução Pernambucana de 1817, foi um movimento separatista no Nordeste que obteve êxito provisório. Inicia-se em Recife, onde a Câmara rejeitou a Constituição de Declara-se uma confederação unindo Pernambuco, Paraíba, Rio Grande do Norte e Ceará. Com contração de empréstimos estrangeiros, d. Pedro suprime a revolta, matando seus líderes.. O reconhecimento da independência: Mesmo com a declaração de independência, as potências européias - inclusive a Inglaterra - não haviam aceitado a mesma, visto que Portugal não tinha aceitado a emancipação. Os EUA são o primeiro país a reconhecer a independência brasileira, em Após longas negociações, Portugal aceita a independência em e, em seguida, toda a Europa -, mas com uma série de cláusulas. O Brasil pagaria uma dívida portuguesa de 2 milhões de libras para a Inglaterra; as taxas de importação continuariam compulsoriamente em 15%; e o Brasil não anexaria Angola, como pretendido.. A guerra da Cisplatina (1825-8): Foi a guerra de independência do Uruguai com o Brasil. Eles tinham o apoio da Argentina e da Inglaterra e o Brasil, com crises econômicas e revoltas regionais, perde a guerra.. A queda de d. Pedro I (1831): Com crises nas exportações, fraca arrecadação do Estado, dívidas, revoltas e guerras, o primeiro reinado foi um período de grande crise para o país. Como o autoritarismo de d. Pedro, com o fracasso de seu governo e o crescimento das oposições, o imperador é obrigado a abdicar do trono em Ele abdica para assumir o trono português e deixa no Brasil seu filho Pedro de apenas 5 anos. A Assembléia assume o poder no que seria o período mais turbulento da história imperial, a Regência. Questões de vestibulares com gabarito sobre o Primeiro Reinado (UESPI) - Universidade Estadual do Piauí Questão 1: A Constituição de 1824, resultante da dissolução da Assembleia Constituinte de 1823, marcou o início da institucionalização do poder monárquico no Brasil. Essa Constituição: A - criou o Poder Moderador de exclusividade do Imperador, o que na prática significava concederlhe poderes quase absolutos. B - provocou a insatisfação em diversas províncias, estando na base da eclosão de diversas rebeliões, como a Confederação do Equador, a Sabinada e o Contestado. C - favoreceu o reconhecimento do Brasil como nação independente, o que ocorreu sem reveses, à exceção dos Estados Unidos por conta da doutrina Monroe.
3 D - estabeleceu a eleição pelo voto censitário para os governadores das províncias. E - determinou que representantes para o Senado e a Câmara seriam eleitos pelo voto direto e secreto. (UFAM) - Universidade Federal do Amazonas Questão 2: Em 1824, o carmelita frei Caneca, figura importante da Confederação do Equador, criticou a Constituição outorgada por D. Pedro I. Frei Caneca dizia que a mesma, além de oprimir a Nação brasileira, não lhe garantia a Independência, ameaçava sua integridade e atacava sua soberania, pois naquela havia um dispositivo, adotado das ideias do filósofo francês Benjamin Constant, considerado por frei Caneca a chave-mestra da opressão. Identifique esse dispositivo nas alternativas a seguir: A - O Ato Adicional. B - O Conselho de Estado C - O Poder Moderador. D - O Senado Vitalício. E - A Lei de Interpretação do Ato Adicional. (UNIR/RO) - Fundação Universidade Federal de Rondônia Questão 3: O texto abaixo foi extraído da Constituição do Império outorgada em Art. 91 Têm votos nestas eleições primárias: 1º Os cidadãos brasileiros que estão no gozo de seus direitos políticos; 2º Os estrangeiros naturalizados; Art. 92 São excluídos de votar nas assembleias paroquiais: [...] 5º Os que não tiverem renda líquida anual de 100$rs por bens de raiz, indústria, comércio ou empregos. Com base no texto, analise as afirmativas. I - O Império nasceu como uma democracia plena na qual os direitos políticos de todos foram assegurados. II - O Império nasceu como um estado desigual no qual apenas as pessoas com posses e status social podiam votar e ser votadas. III - A maioria da população do Brasil durante o Império podia votar e ser votada. IV - A maioria da população no Brasil Império ficou excluída do direito a voto.
4 Estão corretas as afirmativas A - I e III, apenas. B - II e III, apenas. C - I e IV, apenas. D - I e II, apenas. E - II e IV, apenas. (UNCISAL/AL) - Universidade Estadual de Ciências da Saúde de Alagoas Questão 4: Após a Independência do Brasil, a elite se dividiu entre aqueles que apoiaram a monarquia de viés absolutista adotada por D. Pedro I, e setores mais liberais, que reivindicavam restrições ao autoritarismo do Imperador. Nesse contexto, eclodiu a Confederação do Equador (1824), que teve entre suas principais razões: A - o decreto imperial que determinou o fechamento dos jornais oposicionistas Sentinella da Liberdade e Tífis Pernambucano, ambos alvo da censura imposta pelo governo central. B - a decisão imperial de substituir o governador de Pernambuco, Manuel Paes de Andrade, líder político da elite liberal que apoiava maior autonomia administrativa das províncias. C - o enfrentamento de setores conservadores e liberais, que desfechou uma onda de violência nas principais províncias do país, exigindo intervenção armada do governo imperial. D - a aprovação do Imperador à reforma constitucional proposta pelos liberais, que provocou forte reação da elite conservadora, temendo dar brecha para a criação de um governo popular. E - a recusa do Imperador em negociar com os deputados liberais a extinção do tráfico de escravos com vistas ao fim da escravidão, tema que vinha ganhando apoio de parte da elite. (UFAL) - Universidade Federal de Alagoas Questão 5: A afirmação do Brasil como país livre não se fez sem lutas e reações violentas do governo português. As ideias liberais foram divulgadas e estimularam a busca de liberdade e autonomia. No Brasil do século XIX, o liberalismo: A - motivou movimentos revolucionários com seu radicalismo e sua defesa, na rebelião de 1817, a favor da libertação dos escravos. B - teve grandes semelhanças com as ideias que circularam na Revolução Francesa, ressaltando o livre comércio e a democracia social. C - ajudou na luta pelo fim do governo de D. Pedro I, marcado pelo autoritarismo das suas atitudes políticas. D - conseguiu ser divulgado apenas na região Nordeste, nas primeiras Revoltas pela emancipação política.
5 E - atingiu os intelectuais das grandes cidades, sendo rejeitado pelo clero católico devido aos receios de seus projetos igualitários. (UPE) - Universidade de Pernambuco Questão 6: A liberdade política exige lutas e enfrentamentos, muitas vezes, violentos. Em Pernambuco, a insatisfação da população levou à organização da Confederação do Equador, logo depois de Liderada pelos liberais, a Confederação tinha como objetivo A - afirmar um governo baseado numa Monarquia Constitucional, segundo os modelos do Iluminismo francês. B - definir um governo democrático, com o fim imediato da escravidão e do governo monárquico. C - reforçar a centralização política, sem, contudo, alterar a Constituição de 1824 e suas normas básicas. D - criar uma república federativa, facilitando a descentralização política e o fim do autoritarismo. E - destruir o poder dos grandes latifundiários, proclamando uma constituição radicalmente liberal. (UPE) - Universidade de Pernambuco Questão 7: A luta pela emancipação política do Brasil foi marcada por rebeliões que enfraqueceram o domínio português, divulgando as ideias liberais. Com a chegada de D. Pedro I ao poder, a sociedade brasileira da época A - conseguiu sua autonomia econômica e libertou-se do poder dos europeus. B - conviveu com um governo descentralizado e liberal nas normas jurídicas. C - manteve a escravidão, mas fez mudanças importantes na legislação social. D - recuperou sua produção agrícola, destacando-se o algodão e o café. E - enfrentou dificuldades políticas, sendo D. Pedro I acusado de autoritarismo (UNEMAT/MT) - Universidade do Estado de Mato Grosso Questão 8: Todos os anos, no dia sete de setembro, o Brasil comemora sua independência de Portugal. Entre as várias motivações que corroboraram para a efetivação desta ruptura, assinale a alternativa CORRETA. A - O apoio dos cafeicultores paulistas que, em 1822, representavam o setor econômico mais dinâmico do país. B - A adesão ao movimento de independência de todas as tropas portuguesas existentes no Brasil auxiliou os planos do príncipe regente.
6 C - A permanência em 1821 de D. João VI no Brasil, negando-se a retornar para Portugal, fortaleceu o ideário de independência. D - As medidas tomadas por Lisboa, em 1821, ao transferir para Portugal importantes repartições instaladas no Brasil por D. João VI, aumentaram o espírito oposicionista em relação à Corte. E - O acatamento, por parte do príncipe regente, às ordens vindas de Lisboa que determinavam o seu retorno à Portugal, em setembro de (UESPI) - Universidade Estadual do Piauí Questão 9: Sobre a Confederação do Equador, analise as afirmações seguintes. 1) Foi um movimento de repúdio à política autoritária de D. Pedro I. Esse movimento, iniciado em Pernambuco, agregou algumas províncias nordestinas, em torno da ideia da construção de uma república confederada. 2) O movimento foi fortemente reprimido pelas forças imperiais, e chegou a enviar o Brigadeiro Francisco de Lima e Silva, pai do duque de Caxias, ao Piauí. 3) O projeto revolucionário de formação de uma república confederada recebeu apoio imediato das províncias do Ceará, Paraíba, Rio Grande do Norte, Alagoas e Piauí. 4) A ideia de libertação dos escravos, propagada por alguns líderes, a exemplo de Frei Caneca, dividiu o movimento, afastando os grandes proprietários de terras. Estão corretas apenas: A - 3 e 4 B - 1 e 2 C - 1 e 3 D - 1 e 4 E - 2 e 3 (UFCSPA/RS) - Fundação Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre Questão 10: O Brasil acabava de libertar-se do colonialismo português, mas não deixaria de conhecer outras formas de dependência. Sendo a independência brasileira, em boa parte, fruto da influência inglesa, implicou compromissos econômicos muito fortes com a Inglaterra. (COSTA, Luís César Amad; MELLO, Leonel Itaussu A. História do Brasil. São Paulo. Scipione, 2002, p.148) Sobre a Independência do Brasil, assinalar a alternativa CORRETA: A - Foi um acontecimento comandado por políticos conservadores, pertencentes às oligarquias, a quem interessava o rompimento do pacto colonial e o fim da escravidão. B - Significou a manutenção de privilégios.
7 C - Correspondeu a uma mudança significativa da sociedade brasileira. D - Possibilitou a libertação imediata de todos os escravos, uma vez que auxiliaram no processo de independência. E - Possibilitou a alteração no modelo econômico da época colonial, uma vez que, com o auxílio da Inglaterra, a economia deixou de ser destinada ao mercado externo e voltou-se para o mercado interno. (UFRGS) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul Questão 11: Assinale a alternativa correta acerca da Assembleia Constituinte de A - Ela iniciou os trabalhos ainda no período joanino, devido às tensões resultantes da Revolução Constitucionalista do Porto. B - Ela procurou eliminar todos os vestígios da autoridade monárquica, imbuída que estava do ideário liberal. C - Ela foi dissolvida pelo Imperador Pedro I, em função das crescentes tensões políticas entre federalistas e centralizadores. D - Ela manteve as antigas capitanias da época colonial, prevendo somente a incorporação da Cisplatina ao Império. E - Ela produziu a primeira carta constitucional brasileira, que garantia os direitos civis inalienáveis. (UFERSA/RN) - Universidade Federal Rural do Semi-Árido Questão 12: A Constituição do Brasil outorgada em 1824 estabelecia entre seus itens A - A união entre Estado e Igreja. B - Três poderes: executivo, legislativo e judiciário. C - Voto universal, secreto e obrigatório. D - Divisão do território nacional em capitanias. GABARITO: Questão 1: A Questão 2: C Questão 3: E Questão 4: B Questão 5: C Questão 6: D Questão 7: E Questão 8: D Questão 9: D Questão 10: B Questão 11: C Período regencial Com a abdicação de D. Pedro I, considerando o fato do príncipe herdeiro ter apenas 5 anos de idade, era necessária, segundo a Constituição, a eleição de três membros pela Assembléia Geral (Senado e Câmara dos Deputados), que formariam uma Regência, para ocupar o lugar do príncipe herdeiro até que o mesmo atingisse a maioridade. No entanto, naquele dia 7 do mês de abril
8 (mesmo dia da abdicação de Pedro I) de 1931, os parlamentares estavam de férias. A solução encontrada pelos parlamentares presentes na capital, na época o Rio de Janeiro, foi a eleição de uma regência provisória. O Período Regencial ( ) pode ser dividido em duas partes: a Regência Trina (Provisória e Permanente) e a Regência Una ( ). Nesse período, a Assembléia era composta por três grupos: os moderados (maioria na Assembléia, representavam a elite e defendiam a centralização do poder); o restauradores (defendiam a restauração do Imperador D. Pedro I); e os exaltados (defendiam a descentralização do poder). A Regência Trina Provisória, eleita em abril, ficou no poder até julho, e era composta pelos Senadores: Nicolau de Campos Vergueiro (liberal moderado), José Joaquim Carneiro Campos (representante dos restauradores) e brigadeiro Francisco de Lima e Silva (dos mais conservadores do Exército). A Regência Trina Permanente foi eleita em julho de 1831, pela Assembléia Geral. Seus integrantes foram: deputado José da Costa Carvalho (moderado), João Bráulio Muniz e o brigadeiro Francisco de Lima e Silva, que já era integrante da Regência Trina Provisória. Como ministro da justiça, é nomeado o padre Diogo Antônio Feijó. A situação política no país diminuía a governabilidade. Restauradores e exaltados faziam oposição aos regentes. Para conter os excessos, Diogo Antônio Feijó criou, ainda em 1831, a Guarda Nacional, formada por filhos de aristocratas moderados. Revoltas As revoltas ocorrem basicamente por dois motivos: más condições de vida de grande parte da população (mais pobres) e vontade das elites locais em aumentar seu poder e serem atendidas pelo governo. Principais revoltas do período: - Cabanagem (1835 a 1840) motivada pelas péssimas condições de vida em que vivia a grande maioria dos moradores da província do Grão-Pará. - Balaiada ( ) ocorreu na província do Maranhão. A causa principal foi a exploração da população mais pobre por parte dos grandes produtores rurais. - Sabinada ( ) ocorreu na província da Bahia. Motivada pela insatisfação de militares e camadas médias e ricas da população com o governo regencial. - Guerra dos Farrapos ( ) ocorreu no Rio Grande do Sul. Os revoltosos (farroupilhas) queriam mais liberdade para as províncias e reformas econômicas. Em 1834 a situação política foi alterada com a morte de D. Pedro I. Os posicionamentos políticos mudaram, de modo que a Assembléia ficou dividida entre Progressistas (defendiam o diálogo com
9 os revoltos) e os Regressistas (defendiam a repressão as revoltas). Em 12 de agosto de 1834, a Regência Trina Permanente assinou um Ato Adicional, que por suas medidas foi considerado um avanço Liberal. Uma dessas medidas substitui a Regência Trina pela Regência Una. Os candidatos mais fortes que concorreram ao cargo de regente único foram: Antônio Francisco de Paula e Holanda Cavalcanti (conservador) e padre Diogo Antônio Feijó (liberal), sendo que o vencedor foi Feijó, por uma pequena diferença de votos. Empossado em outubro de 1835, para um período de 4 anos, Feijó renuncia em setembro de 1837, com menos de dois anos de mandato. Os conflitos separatistas, o isolamento político e a falta de recursos foram os motivos que o levaram a renuncia. A Segunda Regência Una leva a marca dos conservadores. Aproveitando o desgaste dentre os liberais, os conservadores elegeram Pedro de Araújo Lima como regente único em 19 de setembro de O poder central é fortalecido. A Lei Interpretativa do Ato Adicional de 1834, aprovada em maio de 1840, representa um retrocesso para os liberais, que, sem saída, articulam o Golpe da Maioridade. Em 23 de julho de 1840, com apoio do Partido Liberal, foi antecipada pelo Senado Federal a maioridade de D. Pedro II (antes de completar 14 anos) e declarado o fim das regências. Esse episódio ficou conhecido como o Golpe da Maioridade. Foi uma forma encontrada pelos políticos brasileiros de dar poder e autoridade ao jovem imperador para que as revoltas pudessem ser debeladas e a ordem restaurada no Brasil. PERÍODO REGENCIAL QUESTÕES VESTIBULAR 1) (PUC-RS) O Período Regencial, iniciado com a abdicação de D. Pedro I (1831) e encerrado com a aprovação da maioridade de D. Pedro II (1840), caracterizou-se pela: A) normalidade democrática, superadas as várias revoltas ocorridas contra o autoritarismo de D. Pedro I; B) instabilidade política, gerada por revoltas ocorridas nas províncias, que reivindicavam maior autonomia; C) proclamação de uma República Provisória, com a eleição direta dos Regentes para um mandato de quatro anos; D) revogação da Constituição de 1824, de caráter autoritário, e convocação de uma nova Assembléia Constituinte no Brasil; E) elevação do Brasil a Reino Unido de Portugal e Algarves pois, com a morte de D. João VI, D. Pedro I herdou o trono de Portugal de seu pai. 2) (UNIFOR/CE) Analise o mapa que indica os locais onde explodiram as principais rebeliões durante o período regencial: COSTA Luis C.A. MELLO; Leonel I.A. História do Brasil. São Paulo: Scipione, p Sobre os movimentos indicados no mapa pode-se afirmar que: A) para além das disputas partidárias e das crises institucionais, as raízes das revoltas podiam ser
10 encontradas no regime escravista, na pobreza urbana e no abandono do sertão; B) de modo geral, todos os movimentos possuíam caráter político-ideológico sobre uma base social definida: a defesa dos ideais de igualdade e de liberdade dos escravos negros do país; C) embora houvesse divergências entre os grupos participantes, o sucesso dos movimentos promoveu transformações sociais significativas, sobretudo quanto ao latifúndio e à escravidão; D) o quadro social era favorável à radicalização política, canalizada para a rebelião pelos liberais exaltados, incentivados pelos fazendeiros e por setores populares descontentes com os regentes; E) na ameaça à ordem reinante e no risco à fragmentação político-territorial do país encontram-se as origens dos movimentos insurrecionais contra o governo central e as autoridades locais. 3) (UEL/PR) Com a abdicação de D. Pedro I, configuraram-se três tendências políticas que se debateram durante todo o Período Regencial. Estamos nos referindo aos: A) progressistas, positivistas e liberais; B) republicanos, conservadores e regressistas moderados; C) restauradores ou caramurus, moderados ou chimangos e exaltados ou farroupilhas; D) republicanos ou jurujubas, positivistas ou regressistas e liberais ou moderados; E) independentistas, monarquistas e regencistas. 4) (UFSC/SC) Indique a(s) proposição(ões) verdadeira(s) que se relaciona(m) com o Período Regencial, ocorrido no Brasil ( ): 1 - O governo permaneceu sob controle dos portugueses. 2 - O Brasil viveu momentos de instabilidade política, com inúmeras rebeliões. 4 - Os regentes extinguiram a Constituição do Império. 8 - Os militares proclamaram a República do Brasil. SOMATÓRIA ( ) 5) (UFMG) O período compreendido entre a abdicação de D. Pedro I e o Golpe da Maioridade propiciou: A) o fortalecimento do Exército, que adquire, a partir de então, preponderante papel político; B) o acirramento das posições relativas ao centralismo e descentralismo político-administrativo; C) a participação efetiva da Igreja nas questões relativas ao sistema escravocrata; D) a consolidação, em nível político, dos partidos Liberal e Conservador; E) a formação dos primeiros núcleos de propaganda do Partido Republicano. 6) (CEFET/PR) Durante o período da menoridade de D. Pedro II, podemos dizer que: A) o café teve grande surto de progresso com maiores exportações do que no período anterior; B) o café teve grande declínio na produção e exportação; C) o café não era produto de expressão econômica da época; D) o alicerce econômico da época era a mandioca; E) as bases econômicas da época eram o tabaco e a pecuária. 7) (UNB) As principais alterações introduzidas pelo Ato Adicional de 1834 à Constituição do Império foram:
11 A) maior autonomia para os estados e criação do Conselho de Estado; B) maior autonomia para as Províncias e criação da Regência Trina; C) maior autonomia para as províncias e criação da Regência Una; D) maior autonomia para os regentes e criação do Conselho de Estado; E) maior autonomia para o Conselho e extinção das regências. 8) (PUC-PR) A Cabanagem, Balaiada, Guerra dos Farrapos e Sabinada ocorreram, respectivamente, nas Províncias do: A) Pará, Pernambuco, Maranhão, Bahia; B) Pará, Maranhão, Rio Grande do Sul, Minas Gerais; C) Maranhão, Pará, Rio Grande do Sul, Bahia; D) Pará, Maranhão, Rio Grande do Sul, Bahia; E) Rio Grande do Norte, Pará, Maranhão, Ceará. 9) (UCS/RS) Ao longo do Primeiro Reinado e do Período Regencial ( ), a unidade do Império Brasileiro foi várias vezes ameaçada por movimentos armados desencadeados em vários pontos do território nacional. Assinale a alternativa correta acerca desses movimentos: A) Sabinada ( ), na Bahia, Balaiada ( ), no Maranhão, e Farroupilha ( ), no Rio Grande do Sul, foram algumas das lutas que tiveram em comum as seguintes reivindicações: estabelecimento de um sistema monárquico descentralizado; transformações na estrutura fundiária, através de uma reforma agrária; abolição da escravatura e defesa dos interesses das camadas populares. B) Em 1848 eclodiu uma rebelião em Pernambuco, conhecida como Revolta Praieira, que, diferentemente das demais ocorridas no mesmo período, foi influenciada por idéias do pensamento socialista europeu. Os revoltosos, denominados praieiros, defendiam um programa avançado para a época: a rejeição da propriedade privada e a formação de comunidades auto-suficientes. C) A Guerra dos Farrapos, também conhecida como Revolução Farropilha, foi a mais longa guerra civil brasileira, estendendo-se por cerca de dez anos ( ) e chegando a separar a Região Sul do resto do País. Colocou frente a frente, em violentos combates, as forças comandadas pelos estancieiros gaúchos e as tropas do governo imperial, que era acusado de prejudicar os negócios da Província do Rio Grande do Sul. D) As revoltas do Período Regencial apresentaram pontos comuns. Entre eles, podem ser citados os interesses defendidos (todas lutaram pelo fim da escravidão e defendiam os interesses das camadas populares) e o objetivo pretendido em relação ao governo central (eram unânimes na idéia de separar, do restante do território brasileiro, as respectivas regiões onde ocorreram as revoltas). E) As revoltas regenciais podem ser explicadas pelas lutas entre os agrupamentos liberais e socialistas das classes dominantes, que estimularam o surgimento de movimentos sociais nas diversas províncias do território brasileiro. Apesar disso, essas revoltas não se constituíram numa ameaça à sólida unidade do Império e à ordem social escravocrata. 10) (UFF/RJ) O Período Regencial, compreendido entre 1831 a 1840, foi marcado por grande instabilidade, causada pela disputa entre os grupos políticos para o controle do Império e também por inúmeras revoltas, que assumiram características bem distintas entre si. Em 1838, eclodiu, no Maranhão, a Balaiada, somente derrotada três anos depois. Pode-se dizer que esse movimento:
12 A) contou com a participação de segmentos sertanejos vaqueiros, pequenos proprietários e artesãos opondo-se aos bem-te-vis, em luta com os negros escravos rebelados, que buscavam nos cabanos apoio aos seus anseios de liberdade; B) foi de revolta das classes populares contra os proprietários. Opôs os balaios (sertanejos) aos grandes senhores de terras em aliança com escravos e negociantes; C) foi, inicialmente, o resultado das lutas internas da Província, opondo cabanos (conservadores) a bem-te-vis (liberais), aprofundadas pela luta dos segmentos sertanejos liderados por Manuel Francisco dos Anjos, e pela insurreição de escravos, sob a liderança do Negro Cosme, dando características populares ao movimento; D) lutou pela extinção da escravidão no Maranhão, pela instituição da República e pelo controle dos sertanejos sobre o comércio da carne verde e da farinha então monopólio dos bem-te-vis, sendo o seu caráter multiclassista a razão fundamental de sua fragilidade; E) sofreu a repressão empreendida pelo futuro Duque de Caxias, que não distinguiu os diversos segmentos envolvidos na Balaiada, ampliando a anistia decretada pelo governo imperial, em 1840, aos balaios e aos negros de Cosme, demonstrando a vontade do Império de reintegrar, na vida da província, todos os que haviam participado do movimento. Gabarito: 1) B 2) A 3) C 4) 2 5) B 6) A 7) C 8) D 9) C 10) C Fonte:
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