Direito à Saúde da Criança e do Adolescente
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- Fernando Barateiro Madureira
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1 Direito à Saúde da Criança e do Adolescente
2 Constituição Federal de 1988 Art É dever da família, da sociedade e do Estado assegurar à criança, ao adolescente e ao jovem, com absoluta prioridade, o direito à vida, à saúde, à alimentação, à educação, ao lazer, à profissionalização, à cultura, à dignidade, ao respeito, à liberdade e à convivência familiar e comunitária, além de colocá-los a salvo de toda forma de negligência, discriminação, exploração, violência, crueldade e opressão. (Redação dada Pela Emenda Constitucional nº 65, de 2010)
3 Estatuto da Criança e do Adolescente Art. 7º A criança e o adolescente têm direito a proteção à vida e à saúde, mediante a efetivação de políticas sociais públicas que permitam o nascimento e o desenvolvimento sadio e harmonioso, em condições dignas de existência
4 ECA Art. 8º É assegurado à gestante, através do Sistema Único de Saúde, o atendimento pré e perinatal. Art. 9º O poder público, as instituições e os empregadores propiciarão condições adequadas ao aleitamento materno, inclusive aos filhos de mães submetidas a medida privativa de liberdade
5 ECA Art. 10. Os hospitais e demais estabelecimentos de atenção à saúde de gestantes, públicos e particulares, são obrigados a: I - manter registro das atividades desenvolvidas, através de prontuários individuais, pelo prazo de dezoito anos; II - identificar o recém-nascido mediante o registro de sua impressão plantar e digital e da impressão digital da mãe, sem prejuízo de outras formas normatizadas pela autoridade administrativa competente; III - proceder a exames visando ao diagnóstico e terapêutica de anormalidades no metabolismo do recém-nascido, bem como prestar orientação aos pais; IV - fornecer declaração de nascimento onde constem necessariamente as intercorrências do parto e do desenvolvimento do neonato; V - manter alojamento conjunto, possibilitando ao neonato a permanência junto à mãe.
6 Artigo 10. ECA III - proceder a exames visando ao diagnóstico e terapêutica de anormalidades no metabolismo do recém-nascido, bem como prestar orientação aos pais; IV - fornecer declaração de nascimento onde constem necessariamente as intercorrências do parto e do desenvolvimento do neonato; V - manter alojamento conjunto, possibilitando ao neonato a permanência junto à mãe.
7 ECA Art. 11. É assegurado atendimento integral à saúde da criança e do adolescente, por intermédio do Sistema Único de Saúde, garantido o acesso universal e igualitário às ações e serviços para promoção, proteção e recuperação da saúde. (Redação dada pela Lei nº , de 2005) 1º A criança e o adolescente portadores de deficiência receberão atendimento especializado. 2º Incumbe ao poder público fornecer gratuitamente àqueles que necessitarem os medicamentos, próteses e outros recursos relativos ao tratamento, habilitação ou reabilitação.
8 E C A Art. 12. Os estabelecimentos de atendimento à saúde deverão proporcionar condições para a permanência em tempo integral de um dos pais ou responsável, nos casos de internação de criança ou adolescente.
9 Recomendações da 6ª Promotoria de Justiça da Infância e Juventude # Motivação # Não cria nem modifica leis # Construção coletiva
10 RECOMENDAÇÃO 01/2011 Procedimento de Internação de crianças e adolescentes
11 *Definição criança/ adolescente; * Capacidade Civil: 16 anos absolutamente incapaz / 16 a 18 anos relativamente incapaz * Representação/ assistência; * Atribuições do Conselho Tutelar;
12 Recomenda: Nos casos de intervenção de urgência/emergência: a) aceitem a internação da criança e do adolescentes que estejam desacompanhados, informando ao Conselho Tutelar com jurisdição sobre a área de modo a que seu representante adote a providência de determinar o acolhimento da criança ou adolescente em uma entidade de acolhimento institucional, de modo a regularizar a situação do infante, provisoriamente, até que os dados da família ou outras providências sejam adotadas; b) aceitem a internação da criança ou adolescente com representação legal não regularizada, informando ao Conselho Tutelar ou ao Ministério Público para que sejam adotadas as providências necessárias junto Juizado da Infância e Juventude, para que a pessoa que acompanha a criança ou o adolescente, possa ser nomeada guardiã, ainda que somente para aquele ato
13 Recomenda: II nos casos de intervenção eletiva: a) somente aceitem a internação da criança e do adolescente que esteja acompanhado, remetendo os casos de desacompanhados ou com representação legal não regularizada ao Conselho Tutelar, viabilizando dessa forma, que o Conselheiro Tutelar possa atuar, iniciando pesquisa do histórico familiar do interno;
14 RECOMENDAÇÃO 02/2011 Identificação de Ocorrência ou Suspeita de Ocorrência de Abuso Contra criança ou Adolescente
15 Estatuto da Criança e do Adolescente Art. 13. Os casos de suspeita ou confirmação de maus-tratos contra criança ou adolescente serão obrigatoriamente comunicados ao Conselho Tutelar da respectiva localidade, sem prejuízo de outras providências legais
16 Recomenda: aos médicos com atuação na cidade de Salvador, independentemente de sua especialidade, caso estejam clinicando ou servindo em órgão administrativo da unidade de saúde, que informem ao Conselho Tutelar com jurisdição na área respectiva, bem como ao Ministério Público, qualquer situação, ainda que por suspeita, de vir sendo a criança ou adolescente submetido a qualquer dos tipos de violência acima mencionados.
17 Tipos de Violência abuso sexual é todo ato ou jogo sexual, cujo agressor encontra-se em estágio de desenvolvimento psicossexual mais adiantado que a criança ou o adolescente, e tem por intenção estimulá-la sexualmente ou utilizá-la para obter satisfação sexual; com ou sem violência física com ou sem contato sexual;
18 Tipos de Violência Maus-tratos: físicos e psicológicos ; Negligência: ato de omissão do responsável pela criança ou adolescente em prover as necessidades básicas para o seu desenvolvimento; Abandono: forma extrema de negligência que pode significar ainda omissão em termos de cuidados básicos quanto à privação de medicamentos, higiene, saude;
19 Considerações * Apuração da veracidade; * Identificação da notificação; * Penalização ( artigo 245 ECA);
20 Ética Médica CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA RESOLUÇÃO CFM Nº 1.931, DE 17 DE SETEMBRO DE 2009 Capítulo IX - SIGILO PROFISSIONAL É vedado ao médico: Art. 73. Revelar fato de que tenha conhecimento em virtude do exercício de sua profissão, salvo por motivo justo, dever legal ou consentimento, por escrito, do paciente.
21 Cintia Guanaes Promotora de Justiça Ministério Público do Estado da Bahia 6ª Promotoria de Justiça da Infância e Juventude Tel [email protected]
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