RELATÓRIO E CONTAS SEMESTRAL
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- Ana Lívia Alcaide da Cunha
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1 RELATÓRIO E CONTAS SEMESTRAL 30 DE JUNHO DE 2011 BANIF ACÇÕES PORTUGAL Fundo de Investimento Mobiliário Aberto de Acções Nacionais
2 RELATÓRIO DE GESTÃO SEMESTRAL 30 DE JUNHO DE 2011 BANIF ACÇÕES PORTUGAL Fundo de Investimento Mobiliário Aberto de Acções Nacionais O Banif Acções Portugal Fundo de Investimento Mobiliário Aberto de Acções Nacionais, adiante designado por Banif Acções Portugal, Fundo ou OIC, é um fundo de acções nacionais, gerido pela Banif Gestão de Activos Sociedade Gestora de Fundos de Investimento Mobiliário, SA. e iniciou a sua actividade em 5 de Janeiro de Enquadramento Macro-económico O ciclo de expansão económica, iniciado em 2009, prosseguiu no primeiro semestre de 2011, com as economias emergentes a continuarem a registar um crescimento superior às economias desenvolvidas. Com efeito, no primeiro trimestre do ano, a Zona Euro e os EUA registaram um crescimento do PIB de 2.5% e 2.3%, respectivamente, enquanto o Brasil cresceu 4.2%, a China 9.7% e a Índia 7.8% (valores homólogos). No bloco desenvolvido, em particular nos EUA, verificou-se um abrandamento do ritmo de expansão, sentido principalmente ao nível do consumo. Esta situação deveu-se à forte subida do preço dos derivados de petróleo, na sequência do aumento da instabilidade no Norte de África e no Médio Oriente e, numa segunda fase, ao terramoto ocorrido em Março no Japão, o que condicionou cadeias de produção em sectores como o automóvel e o tecnológico. Com efeito, os EUA sofreram uma quebra dos principais índices qualitativos a partir de Abril, com o índice da indústria - o ISM Manufacturing - a atingir, em Maio, 53.5 (queda de cerca de 7 pontos) e um abrandamento substancial do mercado de trabalho: em Maio e Junho, foram criados apenas e postos de trabalho, respectivamente. A Reserva Federal Americana manteve inalteradas as taxas de juro directoras, tendo optado pelo encerramento do segundo programa de compra de activos - o denominado quantative easing 2 - até ao final de Junho. Na Zona Euro a desaceleração também se fez sentir, tendo o índice PMI Manufacturing registado em Junho o valor de 52, uma queda assinalável desde o valor máximo de 59, observado em Fevereiro. Esta tendência não inibiu o Banco Central Europeu (BCE) de subir as taxas de juro, por duas vezes, para 1.5%, a fim de fazer face ao aumento da taxa de inflação para valores acima da banda de referência de 2%, num contexto marcado por ritmos de crescimento diferenciados entre as economias da Zona Euro Core e as denominadas de periféricas. Enquanto a Alemanha e a França cresceram, em 2
3 termos homólogos, no primeiro trimestre, 4.9% e 2.2%, respectivamente, a Espanha cresceu apenas 0.8% mas Portugal contraiu - 0.6% e a Grécia - 5.5%. Nos mercados Emergentes, o sobreaquecimento das principais economias espoletou uma subida da inflação para níveis que motivaram a adopção de políticas monetárias mais restritivas, condicionando o ritmo de crescimento da região. Na China, o banco central aumentou não só a taxa de reserva mínima dos bancos por seis vezes para 21.5%, mas também a taxa de cedência, de 5.35% para 6.1%. No Brasil, a autoridade monetária elevou as taxas de referência em quatro vezes para 12.25%, tendo a inflação homóloga atingido em Junho 6,7%, o valor máximo dos últimos dois anos. Finalmente, destaque-se os principais marcos da evolução da crise soberana, que tem assolado a Zona Euro desde o final de 2009: Janeiro O BCE interveio, de forma inesperada, no mercado secundário de dívida pública periférica; Março O Governo Português demitiu-se; Abril Portugal solicitou oficialmente o auxílio financeiro à Troika, cuja aprovação ocorreu no mês seguinte; Junho O Parlamento Grego aprovou um pacote adicional de medidas de austeridade, imposto pela Troika como contrapartida de um novo financiamento. Neste âmbito, desenvolveu-se a discussão em relação ao envolvimento dos credores privados. Neste contexto, o mercado accionista português registou uma desvalorização, com o índice PSI20 a descer 3.49% no primeiro semestre do ano, penalizado pelas preocupações em relação à sustentabilidade das finanças públicas portuguesas. Sectorialmente, assistiu-se em Portugal a um desempenho superior das empresas não financeiras com maior exposição internacional, como a Jerónimo Martins (+16.14%), a Galp (+14.71%), a EDP Renováveis (+4.89%%) e a Cimpor (+3.93%). A excepção a esta regra foi a Sonaecom (+12.37%), que beneficiou de uma melhoria nos seus níveis de eficiência operacional. Pela negativa o destaque foi para o sector financeiro (Banif %, BCP %, BPI %), penalizado pela subida do prémio de risco da República portuguesa, que condicionou o acesso ao financiamento por parte dos bancos. No que respeita a movimentos corporativos, destaque para os aumentos de capital efectuados pelo BCP e pelo BPI, destinados a reforçar os seus rácios de capital, em face das maiores exigências regulatórias. 3
4 Política de investimento do OIC O Banif Acções Portugal manteve a política de investimento inalterada nos últimos 3 anos. Assim, o Fundo investe um mínimo de 2/3 do valor global líquido em acções nacionais. No contexto, acima referido, de elevada volatilidade, a política de investimentos do Banif Acções Portugal foi orientada para um posicionamento mais defensivo durante os períodos onde se assistiu a uma intensificação do risco soberano, nomeadamente em Março, em Abril e em Junho. Durante estes períodos, o Fundo manteve elevados níveis de liquidez e uma exposição reduzida ao sector financeiro. No que respeita à selecção de títulos, o Fundo manteve ao longo do semestre uma exposição mais elevada a empresas com forte presença internacional, como a Cimpor, a Jerónimo Martins ou o grupo Portucel/Semapa. Dentro das empresas mais expostas internacionalmente, merece especial destaque a Galp, que foi a principal posição do fundo ao longo do período, devido ao potencial de valorização dos seus projectos na área do pré-sal no Brasil. Também a Portugal Telecom foi uma aposta importante do Fundo até Maio, dada a sua remuneração accionista atractiva, embora dentro do sector das telecomunicações, o Fundo tenha terminado o período com maior exposição a Sonaecom, uma empresa que apresentou melhorias operacionais significativas. Valorização dos activos do OIC Os activos encontram-se valorizados de acordo com as regras de valorimetria estabelecidas no ponto 3.2 do Capítulo II do Regulamento de Gestão do Fundo, as quais se encontram descritas na Nota 4 do Anexo às Demonstrações Financeiras. Evolução da actividade do OIC Em 30 de Junho de 2011, o montante sob gestão do Fundo era de Euros, sendo o valor da unidade de participação de 4,0224 Euros, havendo unidades de participação em circulação. No primeiro semestre de 2011, os custos com comissões de gestão e de depósito ascenderam a Euros e Euros, respectivamente. No que se refere à componente de custos e proveitos, os primeiros representam Euros, enquanto que o montante de proveitos neste período foi de Euros. 4
5 O quadro que se apresenta de seguida demonstra, a evolução nos últimos três anos, do volume sob gestão, bem como dos proveitos e custos do OIC, e ainda, as comissões de gestão e de depósito suportadas: Volume sob gestão Proveitos (totais) Custos (totais) Comissão de gestão Comissão de depósito Comissões de transacção No que se refere às unidades de participação (UP s), indica-se de seguida o nº de UP s em circulação e o seu valor unitário, no final dos últimos 5 exercícios: Nº UP s Valor das UP s (EUR) 4,1807 5,0966 3,6248 7,6406 6,8416 De seguida apresenta-se a evolução das rendibilidades e risco do OIC dos últimos 10 anos: Ano Rendibilidade % Risco % Nível de risco ,97 20, ,59 18, ,46 36, ,61 17, ,67 9, ,17 6, ,96 9, ,76 10, ,36 14, ,93 21,43 6 5
6 De forma a dar cumprimento ao disposto no art. 87º do Regulamento nº 15/2003 da CMVM acresce referir que: (i) as rendibilidades divulgadas representam dados passados, não constituindo garantia de rendibilidade futura, porque o valor das unidades de participação pode aumentar ou diminuir em função do nível de risco que varia entre 1 (risco mínimo) e 6 (risco máximo); (ii) os valores divulgados não têm em conta comissões de emissão e resgate eventualmente devidas; (iii) as rendibilidades mencionadas, apenas seriam obtidas se o investimento fosse efectuado durante a totalidade do período de referência; e (iv) existem prospectos relativos ao OIC que são objecto de acções publicitárias ou informativas, os quais se encontram disponíveis nas entidades comercializadoras do Fundo, bem como na Sociedade Gestora. Perspectivas da actividade do OIC Durante o segundo semestre do ano o mercado português deverá estar condicionado pela execução do programa de ajustamento assinado entre as principais forças políticas nacionais e a troika. No entanto, se o contexto macroeconómico global se mantiver favorável, as condições do mercado português podem registar uma melhoria face ao verificado no primeiro semestre. Lisboa, 25 de Agosto de 2011 CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO DA SOCIEDADE GESTORA 6
7 BALANÇO DO BANIF ACÇÕES PORTUGAL - Fundo de Investimento Mobiliário Aberto de Acções Nacionais (valores em euros) Data: ACTIVO CAPITAL E PASSIVO CÓDIGO DESIGNAÇÃO CÓDIGO DESIGNAÇÃO Períodos Bruto Mv mv / P Líquido Líquido CARTEIRA DE TÍTULOS CAPITAL DO OIC 61 Unidades de Participação Obrigações 62 Variações Patrimoniais ( ) ( ) 22 Acções Resultados Transitados ( ) Outros títulos de capital 65 Resultados Distribuidos 24 Unidades de Participação 66 Resultados Líquidos do Exercício ( ) ( ) 25 Direitos Outros instrumentos de dívida TOTAL DO CAPITAL DO OIC TOTAL DA CARTEIRA DE TÍTULOS PROVISÕES ACUMULADAS OUTROS ACTIVOS 48 Provisões para Encargos 31 Outros Activos TERCEIROS TOTAL DE OUTROS ACTIVOS TOTAL PROVISÕES ACUM ULADAS Contas de Devedores Estado e Outros Entes Públicos TERCEIROS TOTAL DOS VALORES A RECEBER Resgates a Pagar a Participantes Rendimentos a Pagar a Participantes DISPONIBILIDADES 423 Comissões a Pagar Caixa Outras Contas de Credores Depósitos à ordem Empréstimos Obtidos 13 Depósitos a prazo e com pré-aviso 14 Certificados de depósito TOTAL DOS VALORES A PAGAR Outros meios monetários TOTAL DAS DISPONIBILIDADES ACRÉSCIMOS E DIFERIMENTOS ACRÉSCIMOS E DIFERIMENTOS 55 Acréscimos de custos 51 Acréscimos de proveitos Receitas com Proveito Diferido 52 Despesas com Custo Diferido 58 Outros Acrécimos e Diferimentos 58 Outros Acrécimos e Diferimentos 59 Contas Transitórias Passivas 59 Contas Transitórias Activas TOTAL DOS ACRÉSCIM OS E DIF. ACTIVOS TOTAL DO ACTIVO TOTAL DO CAPITAL E DO PASSIVO Total do Número de Unidades de Participação em Circulação Valor Unitário da Unidade de Participação Abreviaturas: Mv - Mais valias; mv - Menos valias P - Provisões TÉCNICO OFICIAL DE CONTAS CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO DA SOCIEDADE GESTORA 7
8 DEMONSTRAÇÃO DOS RESULTADOS DO BANIF ACÇÕES PORTUGAL - Fundo de Investimento Mobiliário Aberto de Acções Nacionais (valores em euros) Data: CUST OS E PERDAS PROVEITOS E GANHOS CÓDIGO DESIGNAÇÃO CÓDIGO DESIGNAÇÃO CUSTOS E PERDAS CORRENTES PROVEITOS E GANHOS CORRENTES JUROS E CUSTOS EQUIPARADOS: JUROS E PROVEITOS EQUIPARADOS De Operações Correntes Da Carteira de Títulos e Outros Activos 719 De Operações Extrapatrimoniais Outros, de Operações Correntes De Operações Extrapatrimoniais COMISSÕES E TAXAS Da Carteira de Títulos e Outros Activos Outras, em Operações Correntes RENDIMENTO DE TÍTULOS E OUTROS ACTIVOS 729 De Operações Extrapatrimoniais /5 Da Carteira de Títulos e Outros Activos PERDAS EM OPERAÇÕES FINANCEIRAS 829 De Operações Extrapatrimoniais Da Carteira de Títulos e Outros Activos Outras, em Operações Correntes 739 Em Operações Extrapatrimoniais GANHOS EM OPERAÇÕES FINANCEIRAS Na Carteira de Títulos e Outros Activos IMPOSTOS Outros, em Operações Correntes Impostos Sobre o Rendimento Em Operações Extrapatrimoniais Impostos Indirectos Outros Impostos PROVISÕES DO EXERCÍCIO 751 Provisões para Encargos REPOSIÇÃO E ANULAÇÃO DE PROVISÕES 851 Provisões para encargos 77 OUTROS CUSTOS E PERDAS CORRENTES OUTROS PROVEITOS E GANHOS CORRENTES TOTAL DOS CUSTOS E PERDAS CORRENTES (A) TOTAL DOS PROVEITOS E GANHOS CORRENTES (B) CUSTOS E PERDAS EVENTUAIS 781 Valores Incobráveis PROVEITOS E GANHOS EVENTUAIS 782 Perdas Extraordinárias 881 Recuperação de Incobráveis 783 Perdas de exercícios Anteriores 882 Ganhos Extraordinários 788 Outros Custos e Perdas Eventuais Ganhos de Exercícios Anteriores TOTAL DOS CUSTOS E PERDAS EVENTUAIS (C) Outros Proveitos e Ganhos Eventuais IMPOSTOS S/ RENDIMENTOS DO EXERCICIO TOTAL DOS PROVEITOS E GANHOS EVENTUAIS (D) RESULTADOS LÍQUIDO DO PERÍODO (se»0) RESULTADOS LÍQUIDO DO PERÍODO (se«0) TOTAL TOTAL (8x2/3/4/5)-(7x2/3) Resultados da Carteira de Títulos E Outros Activos ( ) ( ) D-C Resultados Eventuais 121 (4) 8x9-7x9 Resultados das Operações Extrapatrimoniais (17 063) ( ) B+D-A-C Resultados Antes de Impostos s/o Rendimento ( ) ( ) B-A Resultados Correntes ( ) ( ) B+D-A-C Resultados Líquidos do Período ( ) ( ) TÉCNICO OFICIAL DE CONTAS CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO DA SOCIEDADE GESTORA 8
9 CONTAS EXTRAPATRIMONIAIS DO BANIF ACÇÕES PORTUGAL - Fundo de Investimento Mobiliário Aberto de Acções Nacionais DIREITOS SOBRE TERCEIROS RESPONSABILIDADES PERANTE TERCEIROS Data: CÓDIGO DESIGNAÇÃO CÓDIGO DESIGNAÇÃO OPERAÇÕES CAMBIAIS OPERAÇÕES CAMBIAIS 911 À vista 911 À vista 912 A prazo (Forwards cambiais) 912 A prazo (Forwards cambiais) 913 Swaps cambiais 913 Swaps cambiais 914 Opções 914 Opções 915 Futuros 915 Futuros TOTAL 0 0 TOTAL 0 0 OPERAÇÕES SOBRE TAXAS DE JURO OPERAÇÕES SOBRE TAXAS DE JURO 921 Contratos a prazo (FRA) 921 Contratos a prazo (FRA) 922 Swap de taxa de juro 922 Swap de taxa de juro 923 Contratos de garantia de taxa de juro 923 Contratos de garantia de taxa de juro 924 Opções 924 Opções 925 Futuros 925 Futuros TOTAL 0 0 TOTAL 0 0 OPERAÇÕES SOBRE COTAÇÕES OPERAÇÕES SOBRE COTAÇÕES 934 Opções 934 Opções 935 Futuros Futuros TOTAL TOTAL 0 0 COMPROMISSOS DE TERCEIROS COMPROMISSOS COM TERCEIROS 942 Operações a prazo (reporte de valores) 941 Subscrição de títulos 944 Valores recebidos em garantia 942 Operações a prazo (reporte de valores) 945 Empréstimo de títulos 943 Valores cedidos em garantia TOTAL 0 0 TOTAL 0 0 TOTAL DOS DIREITOS TOTAL DAS RESPONSABILIDADES Contas de Contrapartida 99 Contas de Contrapartida TÉCNICO OFICIAL DE CONTAS CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO DA SOCIEDADE GESTORA 9
10 DEMONSTRAÇÃO DOS FLUXOS DE CAIXA SEMESTRAL BANIF ACÇÕES PORTUGAL - Fundo de Investimento Mobiliário Aberto de Acções Nacionais (valores em euros) DISCRIMINAÇÃO DOS FLUXOS PERÍODO PERÍODO OPERAÇÕES SOBRE AS UNIDADES DO OIC RECEBIMENTOS: Subscrição de unidades de participação PAGAMENTOS: Resgates de unidades de participação Rendimentos pagos aos participantes Fluxo das operações sobre as unidades do OIC ( ) 236 OPERAÇÕES DA CARTEIRA DE TÍTULOS E OUTROS ACTIVOS RECEBIMENTOS: Venda de títulos e outros activos Reembolso de títulos e outros activos Resgates de unidades de participação noutros OIC Rendimento de títulos e outros activos Juros e proveitos similares recebidos Vendas de títulos e out activ c/ acordo de recompra Outros recebimentos relacionados com a carteira PAGAMENTOS: Compra de títulos e outros activos Subscrição de unidades de participação noutros OIC Juros e custos similares pagos Vendas de títulos com acordo de recompra Comissões de Bolsa suportadas Comissões de corretagem Outras taxas e comissões Outros pagamentos relacionados com a carteira Fluxo das operações da carteira de títulos e outros activos OPERAÇÕES A PRAZO E DE DIVISAS RECEBIMENTOS: Juros e proveitos similares recebidos Operações cambiais Operações de taxa de juro Operações sobre cotações Margem inicial em contratos de futuros e opcções Comissões em contratos de opções Outras comissões Outros recebimentos op. a prazo e de divisas PAGAMENTOS: Juros e custos similares pagos Operações cambiais Operações de taxa de juro Operações sobre cotações Margem inicial em contratos de futurose opcções Comissões em contratos de opções Outras Comissões Outros pagamentos op. a prazo e de divisas Fluxo das operações a prazo e de divisas (17 063) ( ) 10
11 DISCRIMINAÇÃO DOS FLUXOS PERÍODO PERÍODO (continuação) OPERAÇÕES GESTÃO CORRENTE RECEBIMENTOS: Cobranças de crédito vencido Compras com acordo de revenda Juros de depósitos bancários Juros de certificados de depósito Comissões em operações de empréstimo de títulos Outros recebimentos correntes PAGAMENTOS: Comissão de gestão Comissão de depósito Comissão de garantia Despesas com crédito vencido Juros devedores de depósitos bancários 67 Compras com acordo de revenda Imposto e taxas Taxa de Supervisão Auditoria Outros pagamentos correntes Fluxo das operações de gestão corrente (57 462) ( ) OPERAÇÕES EVENTUAIS RECEBIMENTOS: Ganhos extraordinários Ganhos imputáveis a exercícios anteriores Recuperação de incobráveis Outros recebimentos de operações eventuais PAGAMENTOS: Perdas extraordinários Perdas imputáveis a exercícios anteriores Outros pagamentos de operações eventuais Fluxo das operações eventuais 0 0 Saldo dos fluxos de caixa do período (A) (33 740) Disponibilidades no início do período (B) Disponibilidades no fim do período (C) = (B) +- (A) TÉCNICO OFICIAL DE CONTAS CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO DA SOCIEDADE GESTORA 11
12 ANEXO ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS EM 30 DE JUNHO DE 2011 BANIF ACÇÕES PORTUGAL Fundo de Investimento Mobiliário Aberto de Acções Nacionais Nota Introdutória O Banif Acções Portugal Fundo de Investimento Mobiliário Aberto de Acções Nacionais, adiante designado por Banif Acções Portugal, Fundo ou OIC, é um fundo de acções nacionais, gerido pela Banif Gestão de Activos Sociedade Gestora de Fundos de Investimento Mobiliário, SA. A constituição do Fundo foi autorizada pela Comissão de Mercados de Valores Mobiliários em 11 de Dezembro de 1997 por tempo indeterminado e tendo o fundo iniciado a sua actividade em 5 de Janeiro de Bases de apresentação e principais políticas contabilísticas As Demonstrações Financeiras foram preparadas de acordo com as normas do Plano de Contas dos Organismos de Investimento Colectivo, Regulamento da CMVM n.º 16/2003 Contabilidade dos Organismos de Investimento Colectivo, tendo em atenção as normas emitidas pela Comissão do Mercado de Valores Mobiliários. O Fundo respeita o princípio contabilístico da especialização diária dos custos e proveitos. No que diz respeito ao critério valorimétrico dos títulos, estes são registados pelo valor de aquisição, sendo valorizados de acordo com as regras estabelecidas no prospecto completo do fundo, as quais são descritas na Nota 4 do presente anexo. O critério valorimétrico para a saída de títulos de carteira utilizado foi o método de custeio FIFO. As notas omissas no presente anexo não são aplicáveis. Os valores encontram-se expressos em Euros. 12
13 Nota 1 Variação do Valor Global Líquido do OIC e das Unidades de Participação Discriminação das variações ocorridas durante o período no valor líquido global e unitário do OIC, bem como das unidades de participação: Descrição No Início Subscrição Resgates Dist. Res. Outros Res. Per. No Fim Valor base Diferença p/ Valor Base ( ) (1 811) ( ) ( ) Resultados distribuídos Resultados acumulados ( ) ( ) Resultados do período ( ) ( ) ( ) S O M A ( ) Nº de unidades participação Valor unidade participação A 30 de Junho de 2011 a divisão dos participantes do fundo era a seguinte: Nº UPs 25% 10% Ups < 25% 5% Ups < 10% 2% Ups < 5% 0,5% Ups < 2% Ups < 0,5% O OIC apresentou a seguinte evolução: 2011 VLGF Valor da UP N.º Ups em Circulação Jan Fev Mar Abr Mai Jun
14 Nota 3 Inventário da carteira de títulos A 30 de Junho de 2011, a carteira de títulos do Fundo decompõe-se da seguinte forma: INVENTÁRIO DA CARTEIRA em 30 de Junho de 2011 BANIF ACCOES PORTUGAL (Valores em EURO) Descrição dos Títulos Preço de aquisição Mais valias menos valias Valor da carteira Juros corridos SOMA 1 - VALORES MOBILIÁRIOS COTADOS Mercado de bolsa nacional Acções Redes Energ.Nac.SGPS EDP Renováveis Portucel SGPS Em EDP-Nom Brisa - Nom. (Priv.) BCP -No BESCL -No BANIF -No BPI SGPS, S.A Ibersol - SGPS Cofina - SGPS Cortic.Amorim - SGPS SAG Gest- SGPS Cimpor,SGPS -No Mota Engil SGPS-Em J.MARTINS-PO Semapa-SGPS-Nom Zon Multimedia Sonae.Com Galp Energia-SGPS SA Novabase, SGPS - Nom P.Telecom -No Em Altri SGPS SA Sonae Indústria,SGPS BCP - Cautelas Subsc Sub-Total: Total
15 Discriminação da liquidez do OIC: Contas Saldo inicial Aumentos Reduções Saldo final Caixa Depósitos à ordem Depósitos a prazo e com pré-aviso Certificados de depósito Outras contas de disponibilidades Total Nota 4 Critérios de valorização dos activos do OIC Momento de referência da valorização a) O valor da unidade de participação é calculado diariamente nos dias úteis e determina-se pela divisão do valor líquido global do Fundo pelo número de unidades de participação em circulação. O valor líquido global do Fundo é apurado deduzindo à soma dos valores que o integram o montante de comissões e encargos suportados até ao momento da valorização da carteira. b) O momento de referência para determinação dos preços e da composição da carteira do Fundo ocorre às dezassete horas, hora de Portugal Continental. c) Todas as operações realizadas no dia serão englobadas para efeitos da composição da carteira. Regras de valorimetria e cálculo do valor da UP a) As acções cotadas, tanto na Euronext Lisboa como em Bolsa de Valores da União Europeia, são valorizadas à cotação de fecho ou referência, divulgadas pela Entidade Gestora do mercado onde os valores se encontram admitidos à cotação. b) As acções não cotadas, nacionais e internacionais, são valorizadas tendo por base o valor das ofertas de compra firmes ou, na impossibilidade da sua obtenção, o valor médio das ofertas de compra e de venda, difundidas através de entidades especializadas, que não se encontrem em relação de domínio ou de grupo com a entidade gestora. Caso não se verifiquem estas ofertas, a valorização será feita pelo consenso de vários métodos, dos quais se destacam: Fluxos de caixa descontados: as estimativas usadas para o cálculo serão os valores divulgados nas análises efectuadas por corretoras ou consultoras especializadas. No 15
16 caso de não existir essa informação, o cálculo será feito com base nas projecções da equipa de gestão da Entidade Gestora (cujo método utilizado será preferencialmente o método da consultora Mckinsey). Múltiplos comparáveis: serão comparadas as empresas que operam no mesmo sector de actividade e em mercados com as mesmas características, por forma a extrapolarse o valor da empresa. Os múltiplos com maior relevância vão depender do sector de actividade da empresa, e encontrar-se-ão no conjunto de múltiplos constituído por Price Earnings Ratio, Price Cash-Flow, Price Book Value e Enterprise Value/EBITDA. Esta informação tem por base análises efectuadas por corretoras ou consultoras especializadas. c) Os derivados futuros e opções, são valorizados de acordo com as cotações de fecho ou valor de referência de cada um dos mercados, nacional e espanhol, divulgados pelas entidades gestoras do mercado onde os valores se encontram admitidos à cotação. d) Os activos em processo de admissão à cotação serão valorizados tendo por base outros valores mobiliários da mesma espécie, emitidos pela mesma entidade e admitidos à cotação, tendo em conta as condições de fungibilidade e liquidez entre as emissões. e) As unidades de participação de fundos de investimento são avaliadas ao último valor conhecido e divulgado pela respectiva entidade gestora, ou, se aplicável, à cotação de fecho ou referência em que as UP s se encontram admitidas à negociação no mercado mais representativo, tendo em consideração o preço, a frequência e a regularidade das transacções. Nota 13 Exposição ao risco de cotações O quadro que se apresenta de seguida demonstra o valor total de activos expostos ao risco de cotações, as operações extra-patrimoniais realizadas, bem como a posição de risco não coberta à data de 30 de Junho de 2011: Quadro Exposição Risco de Cotações Acções e Montante Extra - Patrimoniais valores ( ) Futuros Opções SALDO Acções e Direitos
17 Nota 14 Perdas potenciais inerentes à carteira do OIC A 30 de Junho de 2011, a perda potencial máxima da carteira com e sem derivados, era a seguinte: Perda potencial no final do período Perda potencial no final do período anterior Carteira sem derivados Carteita com derivados Os pressupostos utilizados para o cálculo da perda potencial máxima foram: (i) a detenção da carteira por um período de 30 dias, (ii) um intervalo de confiança de 95% e (iii) volatilidade de um ano. Os referidos pressupostos encontram-se de acordo com o estipulado no art. 22º do Regulamento nº15/2003 da CMVM. Nota 15 Custos imputados ao OIC Os custos imputados ao OIC, discriminam-se da seguinte forma: CUST OS VALOR % VLGF (*) Comissão de Gestão Componente Fixa Componente Variavél Comissões de Depósito Taxa de Supervisão Custos de Auditoria Outros Custos TOTAL TAXA GLOBAL DE CUSTOS (TGC) 1.00 (*) Média relativa ao período de referência Nota 17 Outras informações Não se verificou qualquer pagamento ao fundo e a participantes de carácter compensatório, decorrente da aplicação do disposto no artigo 46.º do Regulamento n.º. 15/2003 da CMVM. TÉCNICO OFICIAL DE CONTAS CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO DA SOCIEDADE GESTORA 17
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11 NUMERÁRIO 12 DEPÓSITOS À ORDEM 13 DEPÓSITOS A PRAZO E C/ AVISO PRÉVIO 14 CERTIFICADOS DE DEPÓSITOS 18 OUTROS MEIOS MONETÁRIOS 21 OBRIGAÇÕES 211 Títulos de Dívida Pública 2111 Taxa Fixa 2112 Taxa Indexada
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CAPÍTULO 7 Aneo As contas dos fundos devem dar uma imagem verdadeira e apropriada da sua situação financeira e dos resultados das operações. Ao proporcionarem uma informação de grande síntese, a simples
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IBÉRIA CAPITAL FUNDO ESPECIAL DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO FECHADO *** RELATÓRIO E CONTAS DE 2006 Millennium bcp - Gestão de Fundos de Investimento, S.A. Av. José Malhoa, lote 1686 1070-157 LISBOA TELEF
