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- Giovana Barbosa Stachinski
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1 1 ESTUDO DO LIVRO DOS MÉDIUNS PARTE 2: DAS MANIFESTAÇÕES ESPÍRITAS CAPÍTULO 6: MANIFESTAÇÕES VISUAIS PERGUNTAS SOBRE APARIÇÕES ENSAIO TEÓRICO SOBRE AS APARIÇÕES ESPÍRITOS GLÓBULOS TEORIA DA ALUCINAÇÃO ESTE RESUMO ENCONTRASE PUBLICADO NO SITE O QUE OS ESPÍRITOS DIZEM Liz Bittar Fevereiro de 1998 (Revisado em Setembro de 2013)
2 2 SEGUNDA PARTE DAS MANIFESTAÇÕES ESPÍRITAS EXCERTOS CAP. VI MANIFESTAÇÕES VISUAIS PERGUNTAS SOBRE APARIÇÕES ENSAIO TEÓRICO SOBRE AS APARIÇÕES ESPÍRITOS GLÓBULOS TEORIA DA ALUCINAÇÃO EXCERTOS: O livro de referência dos excertos é O LIVRO DOS MÉDIUNS, tradução de JOSÉ HERCULANO PIRES, Editora Lake, 14a. edição, Como se trata de uma edição antiga, recomendo que o acompanhamento se faça tendo por base o LIVRO DOS MÉDIUNS com tradução de JOSÉ HERCULANO PIRES Pg Os Espíritos podem se tornar visíveis? Sim, sobretudo durante o sono. Entretanto, certas pessoas o vêem no estado de vigília, mas isso é mais raro. Nota Enquanto o corpo repousa, o Espírito se desprende dos laços materiais, fica mais livre e pode mais facilmente ver os outros Espíritos e entrar em comunicação com eles. O sonho é uma recordação desse estado, Quando não nos lembramos de nada, dizemos que não sonhamos, mas a alma não deixou de ver e de gozar de sua liberdade. Tratamos aqui mais particularmente das aparições no estado de vigília, Sobre o estado do Espírito durante o sono, ver nº 409 de O Livro dos Espíritos.
3 3 Pg Se a visão dos Espíritos tem inconvenientes, por que é permitida em alguns casos? Para dar uma prova de que nem tudo morre com o corpo e de que a alma conserva a sua individualidade após a morte, Essa visão passageira é suficiente para dar a prova e atestar a presença dos amigos ao vosso lado, não tendo os inconvenientes da visão incessante. Pg É racional assustarse com a aparição de um Espírito? Aquele que refletir a respeito há de compreender que um Espírito, seja qual for, é menos perigoso que um vivo. Os Espíritos, aliás, estão por toda parte e não tens a necessidade de vêlos para saber que podem estar ao teu lado. O Espírito que desejar prejudicar alguém pode fazêlo sem ser visto, e até com mais segurança. Ele não é perigoso por ser Espírito, mas pela influência que pode exercer no pensamento do homem, desviandoo do bem e impelindoo ao mal. Pg Aquele que vê um Espírito poderia conversar com ele? Perfeitamente. E é justamente o que se deve fazer nesse caso, perguntando quem é o Espírito, o que deseja e o que se pode fazer por ele. Se o Espírito for infeliz e sofredor, o testemunho de comiseração o aliviará. Se for um Espírito benévolo, pode acontecer que tenha a intenção de dar bons conselhos.
4 4 Pg. 117 Os Espíritos não tem asas. Não precisam delas, pois podem transportarse por toda parte como Espíritos. Aparecem dessa forma porque querem impressionar a pessoa a quem se mostram. Uns aparecerão com suas roupas habituais, outros envolvidos em panos, alguns com asas, com o atributo da categoria espiritual que representam. Pg Os Espíritos zombadores não poderiam tomar a aparência das pessoas que nos são caras e nos iludirem? Tomam aparências fantasiosas para se divertirem à vossa custa, mas há coisas com as quais não lhes é permitido brincar. Pg Como o pensamento é uma espécie de evocação, compreendese que possa atrair o Espírito. Mas por que, quase sempre, as pessoas em que mais pensamos, que ardentemente desejamos rever, jamais aparecem nos sonhos, enquanto vemos outras que não nos interessam e nas quais nunca pensamos? Os Espíritos nem sempre têm a possibilidade de manifestarse visivelmente, mesmo em sonhos e apesar do desejo que tenhamos de vêlos. Causas independentes de sua vontade podem impedilos. Quase sempre é também uma prova que o mais ardente desejo não pode afastar. Quanto às pessoas que não interessam, embora não penseis nelas, é possível que pensem em vós, Aliás, não podeis fazer uma ideia das relações do Mundo dos Espíritos, onde reencontrais uma multidão de conhecidos íntimos, antigos e novos, dos quais nem tendes a menor ideia quando acordados.
5 5 Pg. 122 Somente a superstição pode levar a crer que certos animais são encarnações de Espíritos. É necessário ter uma imaginação muito condescendente ou muito impressionável para ver algo de sobrenatural nas atitudes às vezes um pouco estranhas que eles tomam, mas o medo frequentemente faz ver aquilo que não existe. Pg. 123 Podendo tomar todas as aparências, o Espírito se apresenta com aquela que melhor o possa identificar, se for esse o seu desejo. Assim, embora não tenha, como Espírito, nenhum defeito corporal, ele se mostra estropiado, coxo, corcunda, ferido, com cicatrizes, se isso for necessário para identificálo. Pg Mas os Espíritos comuns, das pessoas que conhecemos, vestemse geralmente como o faziam nos últimos dias de sua existência. Pg não é suficiente que o Espírito queira aparecer, nem apenas que uma pessoa o queira ver: é necessário que os fluidos de ambos possam combinarse, para o que tem de haver entre eles uma espécie de afinidade. É necessário ainda que a emissão de fluido da pessoa seja abundante para operar a transformação do perispírito, e provavelmente há outras condições que desconhecemos. Por fim, é preciso que o espírito tenha a permissão de aparecer para aquela pessoa... Pg. 126 Outra propriedade do perispírito é a penetrabilidade, inerente à sua natureza etérea. Nenhuma espécie de matéria lhe serve de obstáculo: ele atravessa a todas, como a luz atravessa os corpos transparentes. Não há, pois, meios de impedir a entrada dos Espíritos, que vão visitar o prisioneiro em sua cela com a mesma facilidade com que visitam um homem no meio de um campo.
6 RESUMO Resumo SEM FINS COMERCIAIS destinado exclusivamente ao ESTUDO da Doutrina Espírita 6 O Capítulo trata das aparições de Espíritos e explica como os Espíritos podem tornarse visíveis para nós, encarnados. Já a mediunidade de vidência é tratada no Cap. 14, item 5. Os Espíritos deram as seguintes explicações sobre as aparições (resumo): 1 Todos os Espíritos podem manifestarse, ou seja, têm a capacidade de manifestarse visualmente, mas nem todos tem a permissão para isso 2 Os Espíritos que se manifestam pela visão são das mais diversas categorias; desde os mais elevados, até os muito inferiores. 3 Os motivos das aparições podem ser nobres (para consolar familiares que choram a perda de entes queridos, ou para aconselhar), como podem também ser obra de espíritos que desejam assustar ou vingarse de encarnados. 4 As pessoas que vêem Espíritos podem perfeitamente conversar com eles aliás, é isso o que os Espíritos recomendam que se se faça. 5 Na maioria das vezes, os Espíritos conversam conosco por transmissão de pensamento, e não verbalizando as palavras, como nós, muito embora às vezes eles se comuniquem pela fala, como uma pessoa viva. 6 Muito embora o pensamento seja uma espécie de evocação, não é suficiente para que os Espíritos que desejamos rever se apresentem a nós; às vezes não têm permissão para fazêlo ou, em outros casos, tratase de uma prova. 7 Quando os laços materiais se afrouxam, como é o caso nas doenças, o Espírito fica mais livre, e entra mais facilmente em comunicação com outros Espíritos 8 As manifestações espíritas ocorrem em toda a Terra, e não apenas em alguns locais ou em alguns países. 9 Não enxergamos os Espíritos com os olhos, e sim com a alma. É a alma que vê; prova disso é que os vemos também de olhos fechados. (sobre isso ver ATRIBUTOS ESSENCIAIS DA ALMA, no link 10 O princípio das aparições é o mesmo de todas as manifestações: é através do PERISPÍRITO, que pode sofrer diversas modificações, à vontade do Espírito. (ver mais sobre o perispírito no link sofrimentosdosespiritos#.ujsfyxe75o)
7 7 11 O Espírito só pode manifestarse com a ajuda do seu invólucro semimaterial, ou seja, do perispírito. É através deste intermediário que eles agem sobre os nossos sentidos. E é pela combinação de fluidos que o perispírito do espírito manifestante pode tornarse visível ou perceptível. 12 Os Espíritos, em seu estado normal, não são tangíveis mas eles podem tornarse momentaneamente tangíveis, o que prova a existência de matéria entre eles e nós (o perispírito é semimaterial). 13 Durante o sono, todos nós podemos ver os Espíritos, porque no sono a alma vê diretamente. Mas quando estamos acordados, ela sofre a influência dos órgãos. Para a possibilidade de ver Espíritos, estando acordados, depende do organismo do encarnado, ou seja, da facilidade maior ou menor do fluido do vidente de se combinar com o do Espírito. Assim, não basta o Espírito querer mostrarse; é também necessário que a pessoa a quem se quer mostrar tenha a aptidão para vêlo. 14 Essa faculdade (de ver Espíritos) pode ser desenvolvida pelo exercício, mas os Espíritos advertem que o desenvolvimento natural é melhor do que o provocado, uma vez que há o risco de superexcitar a imaginação. Sobre isso, Herculano Pires diz em nota: O respeito às leis naturais é um dos princípios espíritas. A mediunidade, como todas as faculdades humanas, deve desenvolverse normalmente, nunca de maneira forçada. 15 Salvo em casos raros e excepcionais, a aparição de Espíritos é sempre espontânea e não provocada. 16 A forma humana é a forma normal do Espírito. O Espírito pode variar a aparência, mas conserva sempre o tipo humano. 17 Os Espíritos podem se apresentar com a forma de animais, mas nesse caso são sempre Espíritos inferiores. Um Espírito não reencarna como animal e não passa a ter a forma animal depois de desencarnado, e se ele assim se apresenta, tratase de uma aparência passageira. 18 O perispírito pode, através da combinação/condensação de fluidos, tornarse não apenas visível, mas também tangível. 19 Os diversos estados do perispírito (da invisibilidade à tangibilidade, passando pela aparição vaporosa até a mais nítida) resultam da vontade do Espírito, e não de causas físicas exteriores.
8 8 20 Entretanto, apenas a vontade não é suficiente. Não basta que o Espírito deseje mostrarse, e nem que o encarnado deseje vêlo; é preciso que os fluidos de ambos possam combinarse, devendo para tanto que ambos tenham uma espécie de afinidade. É também necessário que a emissão de fluidos do encarnado seja abundante, para operar a transformação do perispírito do desencarnado. 21 Nenhum fenômeno ocorrerá sem que o Espírito tenha a permissão de mostrarse. ENSAIO TEÓRICO SOBRE AS APARIÇÕES RESUMO Kardec inicia o tópico explicando que as manifestações visuais mais comuns se observam durante o sono: são as chamadas visões. Elas podem ser: Uma visão atual de coisas presentes ou distantes Uma visão retrospectiva, do passado (dessa ou de outras vidas) Em alguns casos excepcionais, um pressentimento do futuro. Quadros alegóricos, que os Espíritos nos apresentam como advertências ou conselhos, no caso de Espíritos Bons Quadros alegóricos para nos enganar ou iludir, no caso de Espíritos imperfeitos. As aparições propriamente ditas ocorrem no estado de vigília, quando o encarnado está em pleno gozo de suas faculdades. Os Espíritos se apresentam normalmente com uma forma vaporosa, algumas vezes vaga e indecisa. Essa forma vaporosa pode ser comparada à imagem refletida num espelho, que apesar de nítida, deixa ver através dela. Há casos em que as formas são claramente acentuadas, a ponto de poder descrevêlas com detalhes. O aspecto e as maneiras são semelhantes aos do Espírito quando encarnado.
9 9 SOBRE A APARÊNCIA DOS ESPÍRITOS NAS APARIÇÕES Os Espíritos podem tomar todas as aparências, e pode escolher se apresentar com aquela que possa melhor identificalo. Embora o Espírito não tenha nenhum defeito corporal, pode se apresentar ferido, com cicatrizes, manco, etc, se essas forem características necessárias para identificalo. Kardec cita o exemplo de Esopo (escritor da Grécia antiga a quem são atribuídas várias fábulas populares, como A Raposa e As Uvas. Viveu no séc. VII a.c.). Kardec explica que, se for evocado como Esopo, ele irá apresentarse feio e corcunda, com seus trajes tradicionais por mais encarnações posteriores que tenha tido, e muito embora o seu Espírito não seja disforme. As características das Espíritos que nada conservam da vida terrena são: As características menos precisas da aparição são os membros inferiores Cabeça, tronco, braços e mão aparecem nitidamente Não os vemos quase nunca andar, mas deslizar como sombras As vestes ordinariamente constituemse de um planejamento que termina em longas pregas flutuantes Cabeleira ondulante e graciosa Os Espíritos comuns, das pessoas que conhecemos, vestemse geralmente como o faziam nos últimos dias de sua existência. Os médiuns videntes podem vêlos ir e vir, entrar num ambiente ou sair, circular por entre a multidão com ares de quem participa de tudo ao seu redor, de se interessarem por tudo o que ouvirem.
10 10 POR QUE OS ESPÍRITOS SE APROXIMAM DAS PESSOAS? Os Espíritos se aproximam das pessoas para assoprarlhes ideias e influenciálas para o bem, no caso de Espíritos bons, e zombar delas ou influenciar para o mau, quando são Espíritos inferiores. APARIÇÕES VISUAIS E TANGÍVEIS O Espírito que pode aparecer (ou seja, que tem a permissão de fazêlo) pode revestirse, algumas vezes, de uma forma mais nítida, com todas as aparências de um corpo sólido, a ponto de dar a ilusão perfeita que se trata de um ser corpóreo. Em alguns casos, e dentro de certas circunstâncias, a tangibilidade pode tornarse real, o que significa que é possível tocálo e sentir o calor como se fosse um ser vivo. Nesses casos, a presença do Espírito pode ser comprovada não apenas pela visão, mas também pelo tato. Mas, ainda assim, a aparição pode desaparecer com a rapidez de um relâmpago. AÇÃO DO PERISPÍRITO NO FENÔMENO O perispírito, em seu estado normal, é invisível para nós. Mas ele pode passar por modificações que o tornam visível, e é assim que os Espíritos nos aparecem de maneira vaporosa. A condensação de fluidos pode dar ao perispírito as propriedades de um corpo sólido e tangível, como vimos acima, mas ele pode voltar ao seu estado etéreo e invisível de maneira instantânea. É possível entende esse processo ao comparálo ao do vapor, que pode passar da invisibilidade a um estado brumoso, depois ao líquido, a seguir ao sólido e viceversa. Item 109: O perispírito é o princípio de todas as manifestações. Nele encontramos a explicação da possibilidade de ação do Espírito sobre a matéria, da movimentação dos corpos inertes, dos ruídos e das aparições. Ver mais sobre o perispírito no link
11 11 AÇÃO DA VONTADE + FLUIDOS DO MÉDIUM Como sabemos, quando encarnados somos corpo, alma e perispírito, sendo o perispírito o liame que liga o corpo ao Espírito ou Alma. Quando desencarnamos, conservamos o nosso perispírito, que São Paulo chamava de Corpo Espiritual. Ele é a veste do espírito, e é através dele que se processam os fenômenos mediúnicos. Nas aparições, o Espírito dá ao seu perispírito a condição necessária para se tornar visível, através da condensação de fluídos, como vimos no exemplo acima. Mas, ao contrário do que ocorre com o vapor, os diversos estados do perispírito resultam da vontade do Espírito, e não de causas físicas e exteriores. Entretanto, a simples vontade do Espírito não é suficiente, porque a modificação do seu perispírito se verifica mediante a combinação com o fluido específico do médium. Essa combinação nem sempre é possível (é preciso que o médium forneça os fluidos específicos para que o fenômeno ocorra). Assim, não basta o Espírito desejar aparecer, nem que a pessoa queira vêlo. Nesse caso, a ação da vontade das duas partes, não é suficiente. É necessário que os fluidos de ambos possam combinarse. É necessário ainda que a emissão de fluido da pessoa seja abundante para operar a transformação do perispírito. Por último, é necessário que o Espírito tenha permissão para apresentarse.
12 12 PENETRABILIDADE Item 106: Outra propriedade do perispírito é a penetrabilidade, inerente à sua natureza etérea. Nenhuma espécie de matéria lhe serve de obstáculo: ele atravessa a todas, como a luz atravessa os corpos transparentes. Não há, pois, meios de impedir a entrada dos Espíritos, que vão visitar o prisioneiro em sua cela com a mesma facilidade com que visitam um homem no meio de um campo. Obs: Não há meios de impedir a entrada dos Espíritos. Nesta frase, Kardec referese a barreiras físicas, que não podem bloquear a entrada de Espíritos, ao contrário do que acontece no mundo material, em que portas e cadeados impedem a entrada de pessoas. Uma vez que barreiras físicas não impedem o acesso de Espíritos, que as atravessam como a luz atravessa os corpos transparentes, vemos que são ineficazes as fórmulas que a crendice popular adota para afastar maus Espíritos, como alho, sal grosso, banhos de ervas, velas, rituais, etc. Mas, se os Espíritos podem atravessar as barreiras físicas, o mesmo não ocorre com as barreiras morais. Os Espíritos se ligam a nós por meio do pensamento; se nutrimos pensamentos/sentimentos de ordem inferior, é claro, por afinidade, atraímos Espíritos que alimentam os mesmos interesses. Portanto, se não existem barreiras físicas possíveis para afastar maus Espíritos, há a barreira da oração, dos bons sentimentos, das boas ações e dos interesses mais nobres da alma. A oração permanente funciona como um escudo para nos proteger, ao mesmo passo que é um farol a iluminar almas necessitadas de luz, evangelizando os Espíritos inferiores ou sofredores que se aproximam de nós. Nota de Liz Bittar
13 13 TEORIA DA ALUCINAÇÃO Uma teoria que tenta explicar o fenômeno da aparição pelas leis da matéria. Quem não admite a existência do mundo incorpóreo e invisível pensam poder tudo explicar através da palavra alucinação, diz Kardec. Obs: Vemos como são nefastas as consequências da teoria da alucinação sobre médiuns videntes, que desconhecem o Espiritismo. Como sabemos, a mediunidade independe da vontade ou do conhecimento do médium, uma vez que é uma condição orgânica. Assim sendo, há médiuns que não conhecem o Espiritismo, e que nem acreditam em Espíritos. Esses médiuns, quando testemunham fenômenos como o da aparição, acreditam sofrer de alucinações e buscam soluções medicamentosas, tratamentos psiquiátricos, ou então recorrem a práticas difundidas pela crendice popular e completamente ineficazes, como rituais, objetos com poder de afastar os Espíritos, palavras mágicas, e coisas do tipo. Somase a isso a crença, de algumas religiões, que atribuem os fenômenos espirituais à ação direta do Diabo ora, saberse objeto da ação direta do próprio Diabo é, por si só, motivo suficiente para desestabilizar qualquer pessoa. Muitos médiuns sofrem, assim, grande desequilíbrio psíquico acreditando sofrer de constantes alucinações, ou então, ser alvo da ação do Diabo. A Doutrina Espírita esclarece esses fenômenos, desmistificandoos, explicando que eles nada têm de sobrenatural, e que os médiuns, intermediários dos fenômenos, não são doentes mentais, nem são objetos da ação do Diabo. O Diabo, aliás, é apenas uma simbolização de Espíritos ainda inferiores, ignorantes, circunstancialmente atrasados na senda evolutiva, que desconhecem as Leis de Deus, mas que atingirão o progresso a seu tempo, pois nenhuma criatura de Deus está fadada ao mal eterno, nem a punições irrevogáveis. Deus nos criou para o Amor e o Progresso, e não para o fogo eterno e para o sofrimento irremediável. Não há um poder paralelo ao de Deus; todas as criaturas são Seus filhos, destinados ao Progresso que virá, fatalmente, até para aqueles que acreditam e se afinizam com o vulgo Diabo. Nota de Liz Bittar
14 14 SONHOS E O EFEITO DA IMAGINAÇÃO No item 112, Kardec trata do sonho e dos efeitos da imaginação. Ressalta que a causa dos sonhos não foi jamais explicada pela Ciência, que atribui os sonhos a um efeito da imaginação. Mas, diz Kardec, a Ciência não explica como esse efeito da imaginação pode produzir imagens tão claras e nítidas, e visões de coisas jamais vistas no estado de vigília, e nas quais jamais se pensou. Sobre O SONO E OS SONHOS, ver COMPLEMENTAÇÃO DO ESTUDO, no link mediuns/499complementacaodoestudoda2apartecap1osonoeossonhos#.ujxldn E75o Ver também o item completo no LIVRO DOS ESPÍRITOS, no link OS ESPÍRITOS GLÓBULOS Alguns efeitos óticos originaram o sistema dos Espíritos Glóbulos. No item 108, Kardec explica como esses efeitos óticos levam a pensar, erroneamente, que se tratam de Espíritos. Ele explica que, algumas vezes, não estando o ar completamente límpido, as correntes de moléculas aeriformes (= que tem as propriedades do ar) se movimentam e se tornam visíveis. Algumas pessoas tomaram isso por conjuntos de Espíritos agitandose no espaço. Cita também o exemplo de projeções da própria visão, que muitos tomaram por aparições, classificandoas como espíritos glóbulos. Explica Kardec: o humor aquoso (líquido transparente entre a córnea e o cristalino) tem alguns pontos mal perceptíveis, que são como corpos opacos em suspensão no líquido que os movimenta. Isso projeta pequenos discos aparentes, que parecem nadar na atmosfera. Algumas pessoas tomam essa projeção por Espíritos. Kardec explica que tomar essas projeções por Espírito seria o mesmo que ver figuras na Lua. Kardec também cita o exemplo das centelhas ou manchas de luz que se produzem quando esfregamos as olhos, que não podem ser tomadas por Espíritos.
15 15 Na Revista Espírita, na edição de Fevereiro de 1860, há um item que trata dos Espíritos Glóbulos. Incluo, abaixo, o parágrafo final deste tópico. O tópico na íntegra pode ser encontrado abaixo, ou no link complementacaodoestudodocap6revistaespiritaespiritosglobulos O download da Revista Espírita pode ser feito no link Os únicos sinais que, realmente, podem atestar a presença dos Espíritos são os sinais inteligentes. Enquanto não ficar provado que as imagens de que acabamos de falar, ainda que assumindo a forma humana, têm movimento próprio, espontâneo, com evidente caráter intencional e acusando uma vontade livre, nisso não veremos senão fenômenos fisiológicos ou ópticos. A mesma observação se aplica a todos os gêneros de manifestações, sobretudo aos ruídos, às pancadas, aos movimentos insólitos dos corpos inertes, que milhares de causas físicas podem produzir. Repetimos: enquanto um efeito não for inteligente por si mesmo, e independente da inteligência dos homens, é preciso olhálo duas vezes antes de o atribuir aos Espíritos. *os grifos são meus Revista Espírita, Fevereiro de 1960 * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * *
16 COMPLEMENTAÇÃO DO ESTUDO DO CAP. 6 DO LIVRO DOS MÉDIUNS, MANIFESTAÇÕES VISUAIS: REVISTA ESPÍRITA, FEVEREIRO DE 1860 ESPÍRITOS GLÓBULOS 16 A vontade de ver os Espíritos é coisa muito natural e conhecemos poucas pessoas que não desejariam fruir dessa faculdade. Infelizmente é uma das mais raras, sobretudo quando permanente. As aparições espontâneas são bastante freqüentes, mas acidentais, e quase sempre motivadas por uma circunstância toda individual, baseada nas relações que podem ter existido entre o vidente e o Espírito que lhe aparece. Uma coisa é ver fortuitamente um Espírito; outra é vêlo habitualmente e nas condições normais ordinárias. Ora, é aí que está o que constitui, a bem dizer, a faculdade dos médiuns videntes. Ela resulta de uma aptidão especial, cuja causa ainda é desconhecida e que pode desenvolverse, mas que em vão seria provocada se não existisse a predisposição natural. É necessário, pois, que nos acautelemos contra as ilusões que podem nascer do desejo de possuila, e que deram lugar a estranhos sistemas. Tanto combatemos as teorias temerárias pelas quais são atacadas as manifestações, sobretudo quando essas teorias denotam a ignorância dos fatos, quanto devemos procurar, no interesse da verdade, destruir idéias que provam mais entusiasmo que reflexão e que, por isso mesmo, fazem mais mal do que bem, levando ao ridículo. A teoria das visões e das aparições é hoje perfeitamente conhecida. Desenvolvemola em vários artigos, especialmente nos números de dezembro de 1858, fevereiro e agosto de 1859 da REVISTA ESPÍRITA, e no nosso O Livro dos Médiuns. Portanto, não a repetiremos aqui; lembraremos apenas alguns pontos essenciais, antes de chegar ao exame do sistema dos glóbulos. Os Espíritos podem ser vistos sob diferentes aspectos; o mais freqüente é a forma humana. Sua aparição geralmente ocorre sob uma forma vaporosa e diáfana, às vezes vaga e imprecisa. A princípio quase sempre é uma claridade esbranquiçada, cujos contornos pouco a pouco se vão delineando. De outras vezes as linhas são mais acentuadas e os menores traços da fisionomia são desenhados com tal precisão que permite darlhes descrição mais exata. Nesses momentos, certamente um pintor poderia fazer o seu retrato com tanta facilidade quanto faria o de uma pessoa viva. As maneiras e o aspecto são os mesmos que tinha o Espírito quando encarnado. Podendo dar todas as aparências ao seu perispírito, que constitui seu corpo etéreo, ele se apresenta sob a que melhor o faça reconhecível. Assim, embora como Espírito não mais tenha nenhuma das enfermidades corpóreas que pudesse ter experimentado como homem, mostrarseá estropiado, coxo ou corcunda, se o julga conveniente para atestar a sua identidade.
17 17 Quanto às vestes, compõemse geralmente de um amontoado de pano, terminando em longa túnica flutuante; é, pelo menos, a aparência dos Espíritos superiores, que nada conservaram das coisas terrestres. Os Espíritos vulgares, porém, os que aqui conhecemos, quase sempre aparecem com os trajos que usavam no último período de sua vida. Freqüentemente, os Espíritos mostram atributos característicos da posição que ocuparam. Os superiores têm sempre uma figura bela, nobre e serena; os inferiores, ao contrário, têm uma fisionomia vulgar, espelho onde se refletem as paixões mais ou menos ignóbeis que os agitavam. Algumas vezes ainda revelam os vestígios dos crimes que praticaram, ou dos suplícios que padeceram. Coisa interessante é que, salvo em circunstâncias especiais, as partes menos acentuadas são os membros inferiores, enquanto a cabeça, o tronco e os braços são sempre claramente desenhados. Dissemos que as aparições têm algo de vaporoso, malgrado sua nitidez. Em certos casos, poderíamos comparálas à imagem que se reflete num espelho sem estanho, o que não impede se vejam os objetos que lhe estão por detrás. Geralmente, é assim que os médiuns videntes as percebem. Eles as vêem ir e vir, entrar, sair, andar por entre os vivos com ares pelo menos se se trata de Espíritos comuns de participarem ativamente de tudo quanto se passa em derredor deles, de se interessarem segundo o assunto, de ouvirem o que dizem os humanos. Com freqüência são vistos a se aproximar das pessoas, a lhes insuflar idéias, a influenciálas, a consolálas, a se mostrar tristes ou contentes conforme o resultado que obtenham. Numa palavra: constituem como que a réplica ou o reflexo do mundo corpóreo, com suas paixões, vícios ou virtudes, mais virtudes do que a nossa natureza material dificilmente nos permite compreender. Tal é esse mundo oculto que povoa os espaços, que nos cerca, dentro do qual vivemos sem o perceber, como vivemos em meio às miríades de seres do mundo microscópico. Mas pode acontecer que o Espírito revista uma forma ainda mais precisa e tome todas as aparências de um corpo sólido, a ponto de causar completa ilusão e dar a crer, aos que observam a aparição, que têm diante de si um ser corpóreo. Enfim, a tangibilidade pode tornarse real, isto é, possível se torna ao observador tocar, apalpar o corpo, sentir a mesma resistência, o mesmo calor que num corpo vivo, apesar de poder se desvanecer com a rapidez do relâmpago. Embora a aparição desses seres, designados pelo nome de agêneres, seja muito rara, é sempre acidental e de curta duração e, sob essa forma, não poderiam tornarse os comensais habituais de uma casa.
18 18 Sabese que, entre as faculdades excepcionais de que o Sr. Home deu provas irrecusáveis, devese colocar a de fazer aparecerem mãos tangíveis, que podem ser apalpadas e que, por seu lado, podem pegar, apertar e deixar marcas na pele. As aparições tangíveis, dizemos, são bastante raras, mas as que ocorreram nestes últimos tempos confirmam e explicam as que a História registra, a respeito de pessoas que se mostraram depois de mortas com todas as aparências da natureza corporal. Aliás, por mais extraordinários que sejam, tais fenômenos perdem inteiramente todo o caráter de maravilhoso, quando conhecida a maneira por que se produzem e quando se compreende que, longe de constituírem uma derrogação das leis da Natureza, são apenas efeito de uma aplicação dessas leis. Quando os Espíritos revestem a forma humana, não poderemos nos enganar. Já o mesmo não acontece quando tomam outras aparências. Não falaremos de certas imagens terrestres refletidas pela atmosfera, que alimentaram a superstição das pessoas ignorantes, mas de alguns outros efeitos sobre os quais até homens esclarecidos puderam enganarse. É aí, sobretudo, que nos devemos pôr em guarda contra a ilusão, para não nos expormos a tomar por Espíritos fenômenos puramente físicos. Nem sempre o ar é perfeitamente límpido; há circunstâncias em que a agitação e as correntes de moléculas aeriformes, produzidas pelo calor, são perfeitamente visíveis. A aglomeração dessas partículas forma pequenas massas transparentes que parecem nadar no espaço e que deram lugar ao singular sistema dos Espíritos sob a forma de glóbulos. A causa dessa aparência está no próprio ar, mas também pode estar no olho. O humor aquoso oferece pontos imperceptíveis, que hão perdido alguma coisa da sua natural transparência. Esses pontos são como corpos semiopacos em suspensão no líquido, cujos movimentos e ondulações eles acompanham. Produzem no ar ambiente e a distância, por efeito do aumento e da refração, a aparência de pequenos discos, por vezes irisados, variando de 1 a 10 milímetros de diâmetro. Vimos certas pessoas tomarem esses discos por Espíritos familiares, que as seguiam e acompanhavam a toda parte e, em seu entusiasmo, verem figuras nos matizes da irisação. Uma simples observação, fornecida por essas pessoas, reconduzilasão ao terreno da realidade. Os aludidos discos, ou medalhões, dizem elas, não só as acompanham, como lhes seguem todos os movimentos, vão para a direita, para a esquerda, para cima, para baixo, ou param, conforme o movimento que elas fazem com a cabeça. Esta coincidência, por si só, prova que a sede da aparência está em nós, e não fora de nós, e o que o demonstra, além disso, é que, em seus movimentos ondulatórios, jamais esses discos se afastam de um certo ângulo; como, porém, não seguem bruscamente o movimento da linha visual, parecem ter certa
19 19 independência. A causa desse efeito é bem simples. Os pontos opacos ou semiopacos do humor aquoso, causa primeira do fenômeno, são, já dissemos, mantidos em suspensão, mas tendendo sempre a descer. Quando sobem, é que foram solicitados pelo movimento dos olhos, de baixo para cima; chegados a certa altura, se o olho se torna fixo, notase que os discos descem lentamente, depois param. Sua mobilidade é extrema, porquanto basta um movimento imperceptível do olho para fazêlos percorrer no raio visual toda a amplitude do ângulo em sua abertura no espaço, onde se projeta a imagem. O mesmo diremos das centelhas que se produzem algumas vezes em feixes mais ou menos compactos, pela contração do músculo do olho, e são devidas, provavelmente, à fosforescência ou à eletricidade natural da íris, porque geralmente adstritas à circunferência do disco desse órgão. Tais ilusões não podem provir senão de uma observação incompleta. Quem quer que tenha estudado a natureza dos Espíritos, por todos os meios que a ciência prática faculta, compreenderá tudo o que elas têm de pueril. Se esses glóbulos aéreos fossem Espíritos, teríamos de convir que estariam reduzidos a um papel puramente mecânico para seres inteligentes e livres, papel sofrivelmente fastidioso para os Espíritos inferiores e, com mais forte razão, incompatível com a idéia que fazemos dos Espíritos superiores. Os únicos sinais que, realmente, podem atestar a presença dos Espíritos são os sinais inteligentes. Enquanto não ficar provado que as imagens de que acabamos de falar, ainda que assumindo a forma humana, têm movimento próprio, espontâneo, com evidente caráter intencional e acusando uma vontade livre, nisso não veremos senão fenômenos fisiológicos ou ópticos. A mesma observação se aplica a todos os gêneros de manifestações, sobretudo aos ruídos, às pancadas, aos movimentos insólitos dos corpos inertes, que milhares de causas físicas podem produzir. Repetimos: enquanto um efeito não for inteligente por si mesmo, e independente da inteligência dos homens, é preciso olhálo duas vezes antes de o atribuir aos Espíritos. Revista Espírita, Fevereiro de Resumo elaborado por Liz Bittar Todos os textos, áudios e artigos do site O Que Os Espíritos Dizem têm o intuito exclusivo de estudar e divulgar a doutrina espírita. A veiculação destes materiais é livre, desde para fins de estudo, pesquisa e divulgação do espiritismo. A comercialização de qualquer um desses materiais e conteúdos é proibida. Ao inserir áudios, textos e resumos de O Que Os Espíritos Dizem no seu site ou rede social, por favor lembrese de citar a fonte/autoria e o endereço do site Obrigada
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