PRODUÇÃO MAIS LIMPA & o Setor de Celulose e Papel

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "PRODUÇÃO MAIS LIMPA & o Setor de Celulose e Papel"

Transcrição

1 PRODUÇÃO MAIS LIMPA & o Setor de Celulose e Papel Celso Foelkel Centro Nacional de Tecnologias Limpas SENAI Centro Nacional de Tecnologias Limpas SENAI-RS RS

2 Colombia Venezuela Guiana Suriname Guiana Francesa CENTRO NACIONAL DE TECNOLOGIAS LIMPAS SENAI/UNIDO/UNEP Equador Endereço: Av. Assis Brasil, 8450 Peru Brasil CEP: Porto Alegre - RS Bolivia Fone: (51) Chile Paraguai Fax: (51) Argentina Uruguai [email protected]

3 Rede de PmaisL 2003 Núcleo - AP (2003) Núcleo - PA Núcleo - PI (2003) (2003) Núcleo - AM Núcleo - CE (2001) (2003) Núcleo - RN (2003) Núcleo - DF (2003) Núcleo - PE (2001) Núcleo - AL (2003) Núcleo - SE (2003) Núcleo - MT (2000) Núcleo - BA (2000) Núcleo - MG (2000) Núcleo - MS (2003) Núcleo - RJ (2001) Núcleo - SC (2000) CNTL- RS (1995)

4 PROCESSO PRODUTIVO Matérias- Primas Água Energia Administração Processo A Processo Z Planta de energia Manutenção/Serviço PRODUTOS Resíduos e Emissões Perdas de Energia

5 MEIO AMBIENTE & EMPRESAS Pessoas Poluição, controle de poluição EMPRESA Maximização de lucros no curto prazo ORGÃOS DE CONTROLE MERCADOS Produtos/serviços Recursos Figura: Comportamento ambiental reativo - Modelo de Baumol (1979)

6 EVOLUÇÃO NO COMPORTAMENTO DAS MPRESAS Poluição, controle de poluição EMPRESA Desenvolvimento sustentado no longo prazo OPORTUNIDADES AMBIENTAIS Tecnológicas/consumidoras /organizacionais SOCIEDADE COMUNIDADE AMBIENTALISTAS MERCADOS Produtos/serviços Recursos ORGÃOS DE CONTROLE Figura: Comportamento ético ambiental - Modelo de Tower (1992)

7 SITUAÇÃO AMBIENTAL EMPRESAS ADEQUADAS AMBIENTALMENTE??? EVITAR E/OU MINIMIZAR RESÍDUOS, EFLUENTES E EMISSÕES IMPLANTAÇÃO DE SGA CERTIFICAÇÃO AMBIENTAL INFRAÇÕES AMBIENTAIS EM BUSCA DE INFORMAÇÕES TÉCNICAS AMBIENTAIS SUBSÍDIOS FINANCEIROS PARA A ÁREA AMBIENTAL???

8 FOCOS DA AVALIAÇÃO Regulamentos Legais Quantidade Toxicidade Custo

9 ORIGEM DOS RESÍDUOS TECNOLOGIAS PRODUTO MATÉRIAS-PRIMAS FORNECEDORES / PARCEIROS PESSOAL Processo produtivo Desperdícios

10 ABORDAGEM CONVENCIONAL OU FIM DE TUBO Resíduo é gerado! Como tratar e dispor? ABORDAGEM PRODUÇÃO MAIS LIMPA Resíduo é gerado! Por quê? Onde? Como? Quando? Quanto? Como evitar?

11 ABORDAGENS DE P+L Seqüência de Abordagem REAPRO- VEITAR MINIMIZAR A GERAÇÃO PREVENIR A GERAÇÃO DISPOR TRATAR

12 NÍVEIS DE GERAÇÃO DE OPÇÕES DE PRODUÇÃO MAIS LIMPA PRODUÇÃO MAIS LIMPA Minimização de resíduos e emissões Reuso de resíduos e emissões Nível 1 Nível 2 Nível 3 Redução na fonte Reciclagem interna Reciclagem externa Ciclos biogênicos Modificação no produto Modificação no processo Estruturas Materiais Boas Práticas Substituição de matérias-primas Modificação de tecnologia

13 Como valorar um desperdício ou um resíduo? custo das matérias-primas valor agregado pela conversão quantidade de resíduo gerado custo total tratamento & disposição resíduo preço total de venda de resíduos

14 ABORDAGEM AMBIENTAL CONVENCIONAL ( FIM DE TUBO) TRATAMENTO DE EMISSÕES ATMOSFÉRICAS, EFLUENTES LÍQUIDOS E RESÍDUOS SÓLIDOS DISPOSIÇÃO FINAL RESÍDUOS ATERROS EFLUENTES RECURSOS HÍDRICOS EMISSÕES ATMOSFERA

15 ABORDAGEM CONVENCIONAL FIM DE TUBO Resíduo é gerado! Como tratar e dispor? Energia CUSTOS AMBIENTAIS Matérias primas PROCESSO PRODUTIVO Resíduos sólidos Efluentes líquidos Emissões atmosféricas Tratamento Resíduos Efluentes Emissões Disposição Final Meio Ambiente Água atuação

16 ABORDAGEM PRODUÇÃO MAIS LIMPA Resíduo é gerado! Porque? Onde? Como? Quanto? Quando? Como evitar? Ação Minimização impactos ambientais Minimização custos Energia Matérias primas Água Resíduos sólidos Efluentes líquidos Emissões atmosféricas Produtos Resíduos sólidos Efluentes líquidos Emissões atmosféricas Tratamento Resíduos Efluentes e Emissões Disposição Final Meio Ambiente Mercado

17 ABORDAGEM AMBIENTAL CONVENCIONAL ( FIM DE TUBO) FIM DE TUBO = INVESTIMENTO ECONÔMICO SEM RETORNO LEGISLAÇÃO AMBIENTAL = CUMPRIMENTO OBRIGATÓRIO

18 PRODUÇÃO MAIS LIMPA Também conhecida como ECO-EFICIÊNCIA; Significa fazer mais e melhor com menor uso de recursos naturais

19 METODOLOGIA DE P+L É a avaliação técnica de um processo produtivo e a posterior identificação de oportunidades que possibilitem sua maior eficiência, com menor impacto ambiental e agregação de valor ambiental, social e econômico PRODUÇÃO MAIS LIMPA = Sustentabilidade

20 A grande e inquestionável verdade é que: AS EMPRESAS GASTAM MAIS, ÀS VEZES MUITO MAIS, DO QUE REALMENTE PRECISAM

21 FASE 1 Grandes perdas Grandes ganhos Excelentes idéias Grandes facilidades de implementação

22 FASE 2 Conhecendo a intimidade do processo Eficiências e ineficiências Perdas invisíveis Quanto valem nossos resíduos? Indicadores ambientais, mas para ações e não justificativas Indicadores vitais e simples Comparações entre empresas e entre setores

23 FASE 3 Ecodesign do produto Novas tecnologias Às vezes as mudanças precisam ser radicais

24 BALANÇO GERAL emissões aéreas aditivos vapor madeira água químicos resíduos sólidos Fábrica de celulose celulose efluentes líquidos Máquina de Papel efluentes líquidos papel

25 PROGRAMA Levantamento preliminar com análise técnica Comprometimento + sensibilização Barreiras Oportunidades

26 Promoção. da cultura de P+L Criar times para levantar oportunidades ECOTIMES Valores: ambiental social econômico Oportunidades

27 BARREIRAS E PARADIGMAS RELACIONADOS AO MEIO AMBIENTE Barreiras organizacionais Barreiras sistêmicas Barreiras comportamentais Barreiras econômicas Barreiras técnicas Barreiras governamentais Outras barreiras

28 Entradas Análise do. fluxograma do processo Saídas Balanços de massa setor a setor Impactos e controles Perdas Indicadores ambientais P+L Novas Oportunidades Novas valorações

29 A solução não é só limpar Melhor é evitar sujar

30 Focalizar a área da perda Fazer um strip -tease da perda: a perda em si as perdas associadas com ela as perdas em manuseio e disposição dos resíduos gerados

31 Conversar com o seu processo Por que estamos perdendo isso? Qual a dificuldade que o equipamento está sofrendo? Onde estão os problemas? Quais as soluções??????

32 Onde estão os nossos retrabalhos? O que temos que sempre fazer de novo e às vezes de novo novamente?

33 PRODUÇÃO MAIS LIMPA MATÉRIAS PRIMAS Todos os resíduos, emissões e efluentes que você está atualmente pagando para tratar ou dispor foram anteriormente adquiridos por sua empresa. RESÍDUOS

34 Fontes Adicionais de Informação

35 Fontes Adicionais de Informação UNEP DTIE Cleaner Production UNEP DTIE Cleaner Production Financing United Nations Industrial Development Organization Sustainable Alternatives Network (SANet)

1. Metodologias de gestão ambiental com enfoque em prevenção da. 3. Metodologia de produção mais limpa desenvolvida pela UNIDO/UNEP

1. Metodologias de gestão ambiental com enfoque em prevenção da. 3. Metodologia de produção mais limpa desenvolvida pela UNIDO/UNEP 3 - Metodologias 1. Metodologias de gestão ambiental com enfoque em prevenção da poluição e minimização de resíduos 2. Histórico de produção mais limpa no Brasil 3. Metodologia de produção mais limpa desenvolvida

Leia mais

Resumo do Monitoramento de Queimadas por Satélites e de Informações Ambientais Associadas

Resumo do Monitoramento de Queimadas por Satélites e de Informações Ambientais Associadas Resumo do Monitoramento de Queimadas por Satélites e de Informações Ambientais Associadas Versão 1.0 - Data de geração: 2016/11/29-18:41 Este documento foi criado automaticamente pelo Sistema de Monitoramento

Leia mais

ANEXO I BICICLETA ESCOLAR. Modelo de ofício para adesão à ata de registro de preços (GRUPO 1)

ANEXO I BICICLETA ESCOLAR. Modelo de ofício para adesão à ata de registro de preços (GRUPO 1) ANEXO I BICICLETA ESCOLAR Modelo de ofício para adesão à ata de registro de preços (GRUPO 1) Assunto: Adesão à ata de registro de preços nº 70/2010 do pregão eletrônico nº 40/2010. 1 2 BICICLETA 20 - AC,

Leia mais

Naladi/SH 96 ARGENTINA BOLÍVIA BRASIL CHILE COLÔMBIA CUBA EQUADOR MÉXICO PARAGUAI PERU URUGUAI VENEZUELA E E E E E E E

Naladi/SH 96 ARGENTINA BOLÍVIA BRASIL CHILE COLÔMBIA CUBA EQUADOR MÉXICO PARAGUAI PERU URUGUAI VENEZUELA E E E E E E E Naladi/SH 96 ARGENTINA BOLÍVIA BRASIL CHILE COLÔMBIA CUBA EQUADOR MÉXICO PARAGUAI PERU URUGUAI VENEZUELA 01011100 E 01011910 E E E 01011990 E E E 01012000 E 01021000 E 01029000 E E E 01031000 E 01039100

Leia mais

International Workshop Advances in Cleaner Production

International Workshop Advances in Cleaner Production International Workshop Advances in Cleaner Production ÍNDICE DE SUSTENTABILIDADE: UMA PROPOSTA DE CHECK-LIST NACIONAL Autores: Liana Sampaio Goron(1) Rosele de Felippe Wittee Neetzow(2) Joseane Oliveira(3)

Leia mais

Produção mais Limpa (P+L) Prof. Dr. Aldo R. Ometto

Produção mais Limpa (P+L) Prof. Dr. Aldo R. Ometto Produção mais Limpa (P+L) Prof. Dr. Aldo R. Ometto Definição Continua Produção mais Limpa Produtos Processos Aumento da Preventiva ESTRATÉGIA Ecoeficiência Redução Riscos Integrada Serviços Homem Meio

Leia mais

PRODUÇÃO MAIS LIMPA NO SETOR DE PANORAMA E CONSIDERAÇÕES

PRODUÇÃO MAIS LIMPA NO SETOR DE PANORAMA E CONSIDERAÇÕES PRODUÇÃO MAIS LIMPA NO SETOR DE FABRICAÇÃO DE ARTEFATOS DE COURO: PANORAMA E CONSIDERAÇÕES Apresentação: Katty Maria da Costa Mattos Preocupação ambiental alto volume gerado grau de contaminação com metais

Leia mais

PHA 3001 ENGENHARIA E MEIO AMBIENTE

PHA 3001 ENGENHARIA E MEIO AMBIENTE PHA 3001 ENGENHARIA E MEIO AMBIENTE Indústria de abrasivos Indústria aeroespacial Indústria aeronáutica indústria agroalimentar Indústria agroquímica Indústria alimentícia Indústria de alta tecnologia

Leia mais

APRESENTAÇÃO ITAMBÉ. Engº: Mauricio Petenusso 18 de Novembro de 2009

APRESENTAÇÃO ITAMBÉ. Engº: Mauricio Petenusso 18 de Novembro de 2009 APRESENTAÇÃO ITAMBÉ Engº: Mauricio Petenusso 18 de Novembro de 2009 HISTÓRICO - Itambé - COOPERATIVA CENTRAL DOS PRODUTORES RURAIS DE MINAS GERAIS LTDA LATICÍNIOS ATIVIDADES /NEGÓCIOS RAÇÕES ARMAZÉNS HISTÓRICO

Leia mais

Soluções Belgo Pronto

Soluções Belgo Pronto Aços Longos Soluções Belgo Pronto Corte e Dobra e Armadura Pronta Soldada Belgo Pronto Mais que um serviço de corte e dobra de aço, Belgo Pronto é um conjunto de soluções em aço para a execução da etapa

Leia mais

Incubadoras em Implantação. Distribuição regional NORTE AM 01 AP 02 PA 03 RO 01 TO 01 TOTAL 08

Incubadoras em Implantação. Distribuição regional NORTE AM 01 AP 02 PA 03 RO 01 TO 01 TOTAL 08 Incubadoras em Implantação Distribuição regional NORTE AM 01 AP 02 PA 03 RO 01 TO 01 TOTAL 08 CENTRO-OESTE DF 03 GO 02 MT 03 TOTAL 08 Total no Brasil - 74 Incubadoras SUL RS 02 TOTAL 02 NORDESTE AL 02

Leia mais

TABELA I - OPERAÇÕES REALIZADAS PELAS DISTRIBUIDORAS

TABELA I - OPERAÇÕES REALIZADAS PELAS DISTRIBUIDORAS TABELA I - OPERAÇÕES REALIZADAS PELAS DISTRIBUIDORAS UF Gasolina Automotiva e Álcool Anidro Álcool Hidratado Óleo Combustível Gás Natural Veicular Internas Interesta-duais Internas Interestaduais Internas

Leia mais

2 Minimização de Resíduos

2 Minimização de Resíduos 2 Minimização de Resíduos 1. Como abordar o problema dos resíduos, emissões e efluentes na indústria 2. Prevenção da Poluição 3. Redução na fonte, pensando a mudança do produto 4. Reciclagem interna e

Leia mais

Observatório do Turismo de Bonito-MS Boletim Informativo Outubro 2015

Observatório do Turismo de Bonito-MS Boletim Informativo Outubro 2015 Observatório do Turismo de Bonito-MS Boletim Informativo Outubro 215 Cooperação técnica: Observatório do Turismo de Bonito-MS Qual a quantidade de turistas de turistas que recebemos? De onde eles vêm?

Leia mais

A METODOLOGIA DE PRODUÇÃO MAIS LIMPA NA GESTÃO AMBIENTAL

A METODOLOGIA DE PRODUÇÃO MAIS LIMPA NA GESTÃO AMBIENTAL A METODOLOGIA DE PRODUÇÃO MAIS LIMPA NA GESTÃO AMBIENTAL José Luiz Fernandes Pós-doutor em Engenharia Nuclear pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Rio de Janeiro, RJ, Brasil Professor do

Leia mais

VI CONGRESSO BRASILEIRO DE GESTÃO AMBIENTAL

VI CONGRESSO BRASILEIRO DE GESTÃO AMBIENTAL O Biólogo no mercado de trabalho em Gestão Ambiental Prof. Dr. Murilo Damato Conselho Federal de Biologia CONSELHO FEDERAL DE BIOLOGIA -CFBio, Autarquia Federal, com personalidade jurídica de direito público,

Leia mais

Tipo de Frete Estado Capital Peso do pedido (até) Frete capital Frete interior 1 AC RIO BRANCO 5,00 57,23 65,81 1 AC RIO BRANCO 10,00 73,49 84,51 1

Tipo de Frete Estado Capital Peso do pedido (até) Frete capital Frete interior 1 AC RIO BRANCO 5,00 57,23 65,81 1 AC RIO BRANCO 10,00 73,49 84,51 1 Tipo de Frete Estado Capital Peso do pedido (até) Frete capital Frete interior 1 AC RIO BRANCO 5,00 57,23 65,81 1 AC RIO BRANCO 10,00 73,49 84,51 1 AC RIO BRANCO 15,00 84,98 97,73 1 AC RIO BRANCO 20,00

Leia mais

Mortos e Acidentes por Unidade Federativa

Mortos e Acidentes por Unidade Federativa e Acidentes por Unidade Federativa - 2016 Data: 23/05/2017 FILTROS: Veículos: Todos, Caminhões, Ônibus Valores: Absolutos Estado: Todos BR: Todas Estados com maior número de mortes e acidentes - 2016 Este

Leia mais

ENGENHARIA e MEIO AMBIENTE

ENGENHARIA e MEIO AMBIENTE ENGENHARIA e MEIO AMBIENTE Aula 02 Sociedade, Engenharia e Desenvolvimento Prevenção à Poluição Ecoeficiência Produção Mais Limpa Silvania Maria Netto [email protected] INTRODUÇÃO A história da humanidade

Leia mais

DPS1035 Gestão Ambiental e Sustentabilidade. CGEP - Morgana Pizzolato, Dr a.

DPS1035 Gestão Ambiental e Sustentabilidade. CGEP - Morgana Pizzolato, Dr a. DPS1035 Gestão Ambiental e Sustentabilidade CGEP - Morgana Pizzolato, Dr a. P + L O resíduo é inerente ao processo? NÃO, ele é um indicativo da ineficiência A identificação e análise do resíduo dão início

Leia mais

OBSERVATÓRIO DO TURISMO E EVENTOS DE BONITO-MS MARÇO DESEMPENHO DA HOTELARIA DE BONITO-MS. Taxa de Ocupação dos hotéis Bonito-MS 2019

OBSERVATÓRIO DO TURISMO E EVENTOS DE BONITO-MS MARÇO DESEMPENHO DA HOTELARIA DE BONITO-MS. Taxa de Ocupação dos hotéis Bonito-MS 2019 1. DESEMPENHO DA HOTELARIA DE BONITO-MS Taxa de Ocupação dos hotéis Bonito-MS 219 1% 8% 75% 6% 4% 2% 45% 51% % 215 216 217 218 219 Ano 215 81% 51% 4% 51% 34% 32% 6% 42% 57% 64% 57% 58% 52% 216 84% 53%

Leia mais

Descrição do PAS Nº 145 Rede Vip Embratel Vertical

Descrição do PAS Nº 145 Rede Vip Embratel Vertical 1. EMPRESA CLARO S/A., incorporadora da Embratel S.A. 2. NOME DO PLANO Plano PAS 145 LD 3. MODALIDADE DO STFC Serviço de Longa Distância Internacional 4. DESCRIÇÃO RESUMIDA Este plano foi planejado para

Leia mais

ACV como Suporte à P+L na Indústria de Iluminação. Oswaldo Sanchez Junior Instituto de Pesquisas Tecnológicas de SP Universidade de São Paulo - PPGE

ACV como Suporte à P+L na Indústria de Iluminação. Oswaldo Sanchez Junior Instituto de Pesquisas Tecnológicas de SP Universidade de São Paulo - PPGE ACV como Suporte à P+L na Indústria de Iluminação Oswaldo Sanchez Junior Instituto de Pesquisas Tecnológicas de SP Universidade de São Paulo - PPGE Contexto (1) Iluminação consome cerca de 20% da energia

Leia mais

AGÊNCIA NACIONAL DE TELECOMUNICAÇÕES Acessos Quantidade de Acessos no Brasil Dividido por Tecnologia/Velocidade/UF

AGÊNCIA NACIONAL DE TELECOMUNICAÇÕES Acessos Quantidade de Acessos no Brasil Dividido por Tecnologia/Velocidade/UF AGÊNCIA NACIONAL DE TELECOMUNICAÇÕES Acessos Quantidade de Acessos no Brasil Dividido por Tecnologia/Velocidade/UF UF Tecnologia Velocidade Quantidade de Acessos AC ATM 12 Mbps a 34Mbps 3 AC ATM 34 Mbps

Leia mais

MINISTÉRIO DO TRABALHO E EMPREGO CONCURSO PÚBLICO PARA PROVIMENTO DE VAGAS EM CARGOS DE NÍVEL SUPERIOR E DE NÍVEL MÉDIO DEMANDA DE CANDIDATOS POR VAGA

MINISTÉRIO DO TRABALHO E EMPREGO CONCURSO PÚBLICO PARA PROVIMENTO DE VAGAS EM CARGOS DE NÍVEL SUPERIOR E DE NÍVEL MÉDIO DEMANDA DE CANDIDATOS POR VAGA Nível superior Cargo 1: Contador DF Brasília/Sede da Administração Central 35 1820 52,00 Nível médio Cargo 2: Agente Administrativo AC Rio Branco/Sede da SRTE 2 1496 748,00 Nível médio Cargo 2: Agente

Leia mais

OBSERVATÓRIO DO TURISMO E EVENTOS DE BONITO-MS MAIO DESEMPENHO DA HOTELARIA DE BONITO-MS. Taxa de Ocupação dos hotéis de Bonito-MS Ano 2019

OBSERVATÓRIO DO TURISMO E EVENTOS DE BONITO-MS MAIO DESEMPENHO DA HOTELARIA DE BONITO-MS. Taxa de Ocupação dos hotéis de Bonito-MS Ano 2019 1. DESEMPENHO DA HOTELARIA DE BONITO-MS Taxa de Ocupação dos hotéis de Bonito-MS Ano 219 1% 8% 75% 6% 4% 45% 51% 46% 39% 2% % 215 216 217 218 219 Ano 215 81% 51% 4% 51% 34% 32% 6% 42% 57% 64% 57% 58% 52%

Leia mais

H. C. D. Pimenta R. P. Gouvinhas

H. C. D. Pimenta R. P. Gouvinhas Implantação da Produção mais Limpa em uma indústria têxtil: vantagens economicas e ambientais Departamento de de Recursos Naturais Núcleo de Estudos em Sustentabilidade Empresarial H. C. D. Pimenta R.

Leia mais

OBSERVATÓRIO DO TURISMO E EVENTOS DE BONITO-MS JULHO DESEMPENHO DA HOTELARIA DE BONITO-MS. Taxa de Ocupação dos hotéis de Bonito-MS Ano 2018

OBSERVATÓRIO DO TURISMO E EVENTOS DE BONITO-MS JULHO DESEMPENHO DA HOTELARIA DE BONITO-MS. Taxa de Ocupação dos hotéis de Bonito-MS Ano 2018 1. DESEMPENHO DA HOTELARIA DE BONITO-MS Taxa de Ocupação dos hotéis de Bonito-MS Ano 218 9% 8% 7% 6% 5% 4% 3% 2% 1% % 7% 67% 47% 45% 42% 36% 23% 215 216 217 218 Ano Média Ano 215 81% 51% 4% 51% 34% 32%

Leia mais

Centro SENAI de Produção Mais Limpa CPC-SP

Centro SENAI de Produção Mais Limpa CPC-SP Centro SENAI de Produção Mais Limpa Duvivier Guethi Junior Relações do SENAI SECO Conselho Consultivo CPC São Paulo Centro de Referência Swisscam Missão do Aumentar a competitividade das organizações brasileiras

Leia mais

PANORAMA DO SETOR EVOLUÇÃO

PANORAMA DO SETOR EVOLUÇÃO EVOLUÇÃO A Indústria Brasileira de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos apresentou um crescimento médio deflacionado composto de 10% aa nos últimos 17 anos, tendo passado de um faturamento "ExFactory",

Leia mais

INFORME SARGSUS. Situação da Alimentação do Relatório de Gestão Ano 2013-2014 Informações sobre Plano e Programação Anual de Saúde

INFORME SARGSUS. Situação da Alimentação do Relatório de Gestão Ano 2013-2014 Informações sobre Plano e Programação Anual de Saúde INFORME SARGSUS Situação da Alimentação do Relatório de Gestão Ano 2013-2014 Informações sobre Plano e Programação Anual de Saúde 1 ESFERA MUNICIPAL 1.1 Relatório de Gestão Ano 2013 Até a presente data,

Leia mais

Emissões de CO 2 na geração de energia

Emissões de CO 2 na geração de energia Emissões de CO 2 na geração de energia São Paulo, 03 de junho de 2008 Danielle Magalhães Ministério da Ciência e Tecnologia Coordenação-Geral de Mudança Global de Clima Compromissos dos Países na Convenção-Quadro

Leia mais

Panorama do Setor de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos. Resultados 2017

Panorama do Setor de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos. Resultados 2017 Panorama do Setor de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos Resultados 2017 INSTITUCIONAL A entidade e sua representação resultados 2017 Algumas áreas de atuação Entidade privada que representa a indústria

Leia mais

DEMANDA DE CANDIDATOS POR CARGO / UF NÍVEL SUPERIOR

DEMANDA DE CANDIDATOS POR CARGO / UF NÍVEL SUPERIOR EM CARGOS DE E DE NÍVEL INTERMEDIÁRIO Administrador AC 1 14 14.00 Administrador AL 1 53 53.00 Administrador AP 1 18 18.00 Administrador BA 1 75 75.00 Administrador DF 17 990 58.24 Administrador MT 1 55

Leia mais

O Presente e Futuro do Setor Florestal Brasileiro XIV Seminário de Atualização sobre Sistemas de Colheita de Madeira e Transporte Florestal

O Presente e Futuro do Setor Florestal Brasileiro XIV Seminário de Atualização sobre Sistemas de Colheita de Madeira e Transporte Florestal O Presente e Futuro do Setor Florestal Brasileiro XIV Seminário de Atualização sobre Sistemas de Colheita de Madeira e Transporte Florestal Miguel Sampol Pou Diretor Geral, Klabin S.A. Curitiba, PR Agosto

Leia mais

Nova Pesquisa Nacional de Ataques a Bancos

Nova Pesquisa Nacional de Ataques a Bancos Nova Pesquisa Nacional de Ataques a Bancos (e outras ocorrências envolvendo a atividade bancária) (2017-2018) Elaboração: Contraf-CUT e CONTRASP Fonte: Notícias da imprensa, SSP dos Estados e Sindicatos

Leia mais

Políticas de garantia de acesso aos recursos naturais: como evoluir?

Políticas de garantia de acesso aos recursos naturais: como evoluir? EXPOSIBRAM 2011 14º Congresso Brasileiro de Mineração Painel 5 Políticas de garantia de acesso aos recursos naturais: como evoluir? Márcio Pereira Meio Ambiente e Sustentabilidade Belo Horizonte, 28.9.2011

Leia mais

PRODUÇÃO MAIS LIMPA - A TERCEIRA GERAÇÃO DA GESTÃO AMBIENTAL

PRODUÇÃO MAIS LIMPA - A TERCEIRA GERAÇÃO DA GESTÃO AMBIENTAL XXX ENCONTRO NACIONAL DE ENGENHARIA DE PRODUÇÃO Maturidade e desafios da Engenharia de Produção: competitividade das empresas, condições de trabalho, meio ambiente. São Carlos, SP, Brasil, 12 a15 de outubro

Leia mais

INOVAÇÃO para a SUSTENTABILIDADE AMBIENTAL. Eng. Márcio Torres Diretor CNTL SENAI/UNIDO/UNEP Novembro de 2012

INOVAÇÃO para a SUSTENTABILIDADE AMBIENTAL. Eng. Márcio Torres Diretor CNTL SENAI/UNIDO/UNEP Novembro de 2012 INOVAÇÃO para a SUSTENTABILIDADE AMBIENTAL Eng. Márcio Torres Diretor CNTL SENAI/UNIDO/UNEP Novembro de 2012 SUSTENTABILIDADE Sustentabilidade Ambiental x Econômica Megatendências... Crescimento da

Leia mais

Pendências de Envio do Relatório de Gestão Municipal-2013 aos CMS

Pendências de Envio do Relatório de Gestão Municipal-2013 aos CMS INFORME SARGSUS Situação da Alimentação do Relatório de Gestão Ano 2013-2014 Informações sobre Plano e Programação Anual de Saúde 1 ESFERA MUNICIPAL 1.1 Relatório de Gestão Ano 2013 Até a presente data,

Leia mais

Produção mais limpa em uma indústria siderúrgica

Produção mais limpa em uma indústria siderúrgica Produção mais limpa em uma indústria siderúrgica Yuri R. Fischer, Prof. Ivan Vieira de Melo, Prof. Luiz Carlos S. da Silva, Victor A. Wanderley Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) Introdução A sociedade

Leia mais

Saneamento e Saúde Ranking do Saneamento 2017 Instituto Trata Brasil. Pedro Scazufca 23 de março de 2017

Saneamento e Saúde Ranking do Saneamento 2017 Instituto Trata Brasil. Pedro Scazufca 23 de março de 2017 Saneamento e Saúde Ranking do Saneamento 2017 Instituto Trata Brasil Pedro Scazufca 23 de março de 2017 Sumário... 1 2 3 Aspectos metodológicos O Ranking do Saneamento 2017 Saúde e Saneamento 1. Aspectos

Leia mais

Diagnóstico de desperdícios de uma cerâmica vermelha rumo à produção mais limpa. Robson Garcia da Silva (IFRS) e Valdenildo Pedro da Silva (IFRN)

Diagnóstico de desperdícios de uma cerâmica vermelha rumo à produção mais limpa. Robson Garcia da Silva (IFRS) e Valdenildo Pedro da Silva (IFRN) Diagnóstico de desperdícios de uma cerâmica vermelha rumo à produção mais limpa Robson Garcia da Silva (IFRS) e Valdenildo Pedro da Silva (IFRN) 1 Contextualização do tema Brasil 4,8% da indústria da construção

Leia mais

Plano ABC & Suinocultura de Baixa Emissão de Carbono

Plano ABC & Suinocultura de Baixa Emissão de Carbono SECRETARIA DE MOBILIDADE SOCIAL, DO PRODUTOR RURAL E DO COOPERATIVISMO DEPARTAMENTO DE DESENVOLVIMENTO DE CADEIAS PRODUTIVAS, E DA PRODUÇÃO SUSTENTÁVEL Plano ABC & Suinocultura de Baixa Emissão de Carbono

Leia mais

SESI EM NÚMEROS Um retrato do hoje

SESI EM NÚMEROS Um retrato do hoje SESI EM NÚMEROS 218 Um retrato do hoje 53.597 44.679 4.418 3.728 27.78 25.88 23.353 17.74 1.355 5.27 5.251 66 145.45 131.985 24.93 359.63 338.59 312.75 72.39 SESI EM NÚMEROS 218 - EDUCAÇÃO MATRÍCULAS BRASIL

Leia mais

Departamento Nacional do SENAI

Departamento Nacional do SENAI do SENAI Rede SENAI de Serviços Técnicos e Tecnológicos Sérgio Motta 16 de Agosto de 2011 O que é o SENAI - Criado em 1942 por iniciativa do empresariado do setor industrial; - Maior complexo de educação

Leia mais

CODELCO BRASIL. Maio 2010

CODELCO BRASIL. Maio 2010 CODELCO BRASIL Maio 2010 CODELCO ANÁLISE ESTRATÉGICA Empresa estatal chilena fundada em 1976. Algumas minas chilenas em operação por quase 100 anos. Líder na produção mundial de cobre, maximizando o retorno

Leia mais

CAF: CONTAG: CPR: FETRAF: NPT: ONG: PNCF: SAC: SAT: SIB: SIC: SQD: UTE:

CAF: CONTAG: CPR: FETRAF: NPT: ONG: PNCF: SAC: SAT: SIB: SIC: SQD: UTE: Lista de Sigla CAF: CONTAG: CPR: FETRAF: NPT: ONG: PNCF: SAC: SAT: SIB: SIC: SQD: UTE: Boletim Ano VI - Edição nº 2/211 Boletim Ano VI - Edição nº 1 / 211 Painel de Ind Nº 9/215 Técnicos Resp Equipe CGPM

Leia mais

EXPORTAÇÕES DE MEL MAIO. Elaboração: SEBRAE/UAGRO FONTE: MDIC/SECEX

EXPORTAÇÕES DE MEL MAIO. Elaboração: SEBRAE/UAGRO FONTE: MDIC/SECEX EXPORTAÇÕES DE MEL MAIO Elaboração: SEBRAE/UAGRO FONTE: MDIC/SECEX 2 fonte: MDIC / SECEX elaboração: UAGRO / SEBRAE NA 42,23 51,00 2,86 8.243.232,00 23.588.292,00 2,53 25.987.193,00 65.791.416,00 2,38

Leia mais

Anuário Estatístico do Turismo de Bonito

Anuário Estatístico do Turismo de Bonito Anuário Estatístico do Turismo de Bonito Ano Base - 2016 Realização: Apoio: ANUÁRIO ESTATÍSTICO DO TURISMO DE BONITO ANO BASE 2016 O Anuário Estatístico do Turismo é a compilação dos dados coletados pelo

Leia mais

Vantagens na implementação da Produção mais Limpa

Vantagens na implementação da Produção mais Limpa Vantagens na implementação da Produção mais Limpa A. Osvaldo D. Perretti, B. Nivaldo Palmeri, C. Geraldo Oliveira Neto, D. Rosangela Kronig, E. Prof. Dr. Oduvaldo Vendrametto. Geraldo Oliveira Neto Mestrado

Leia mais