Balanceamento de carga em GNU/Linux
|
|
|
- Maria das Neves Nobre Schmidt
- 10 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 Balanceamento de carga em GNU/Linux O que temos e o que falta? Fernanda G Weiden
2 Google's mission To organize the world s information and make it universally accessible and useful
3 Introdução Serviço no mundo digital Disponibilidade Escalabilidade Velocidade de crescimento às vezes não é previsível Combinar melhor custobenefício também na compra de hardware Downtime para manutenção não traz clientes felizes
4 Balanceamento de carga Muitas máquinas (backends) efetuando a mesma tarefa Escalabilidade sem downtime Possibilidade de crescimento rápido sem necessidade de renovação de hardware Melhor utilização de recursos de hardware Tolerância a falhas Alta disponibilidade
5 Balanceamento de carga Load Balancer máquina(s) que recebem e distribui as requisições Virtual Server combinação de IP:porta configurados no Load Balancer Backend servidor real (físico ou não) Cliente quem requisita o serviço VIP é o endereço IP conhecido pelo cliente RIP endereço IP do backend (real server) CIP endereço IP do cliente
6 DNS round robin DNS based load balancing cluster configurado no servidor de nomes. Maneira mais fácil de criar um cluster de servidores IN A IN A IN A IN A
7 Global Server Load Balancing Distribui o tráfego entre um cluster geograficamente distribuído, baseado na localização do cliente e na disponibilidade do servidor/cluster DNS based Routing based
8 Dispatcher based load balancing cluster É o método tradicional de balanceamento de carga O usuário só conhece o VIP, e não todos os backends Baseado em IP ou aplicação Tolerância a falha Grande controle sob as conexões e utilização dos backends (estado, persistência)
9 Madonna-like
10 O que temos em GNU/Linux? DNS round robin Routing based GSLB ip_vs - dispatches LB cluster
11 ip_vs Layer 4 switch half NAT tunneling DSR
12 NAT NAT muda o endereço de destino do pacote, e redireciona ao backend. A conexão passa pelo director antes de retornar ao cliente.
13 Tunneling TUN Túnel entre o Load Balancer e os Backend Necessária configuração e suporte a túneis em todos os backends.
14 Direct server response DSR o backend responde a requisição direto ao cliente, sem passar pelo director (no retorno). Backends e LB no mesmo segmento de rede. Requer non-arp interface nos backends.
15 Algoritmos para Scheduling Define a distribuição das requisições entre os backends. RR: Round Robin WRR: Weighted Round Robin LC: Least Connection WLC: Weighted Least Connection
16 Persistência Source IP conexões de um mesmo IP de origem são direcionadas ao mesmo backend. Cookie Insertion (http) o load balancer adiciona um cookie no header http, que vai conter informação sobre qual backend utilizar SSL session ID persistência baseado no ID da sessão, que faz parte do SSL handshake
17 Heartbeat Gerenciamento de recursos entre os nodes de um cluster de alta disponibilidade
18 Monitoramento de backends ldirectord nao tem monitoramento paralelo instancias individuais por VIP keepalived nao tem instancias individuais por VIP
19 IPv6 mainstream no linux ip_vs movido de net/ipv4/ipvs para net/netfilter/ipvs adicionada interface netlink para comunicacao interprocesso
20 O que falta? monitoramento paralelo de backends full NAT/proxy (+ failback) checar status atual de um VIP e seus backends read-only mode (ipvsadm funciona somente como root) suporte IPv6 espelhamento de configuracao entre HA nodes
21 sh vserver mywebserver mywebserver ( :80) - ANY Type: ADDRESS State: UP Effective State: UP Client Idle Timeout: 120 sec Method: LEASTCONNECTION Mode: MAC Persistence: NONE Backup: mybackupcluster Connection Failover: DISABLED 1) backend1_http ( :80) - ANY State: UP Weight: 1 2) backend2_http ( :80) - ANY State: UP Weight: 1 3) backend3_http ( :80) - ANY State: UP Weight: 1 Done
22 sh service backend1_http backend1_http ( :80) - ANY State: UP Server Name: backend1.mydomain Max Conn: 0 Max Req: 0 Max Bandwidth: 0 kbits Use Source IP: YES Client Keepalive(CKA): NO Access Down Service: NO TCP Buffering(TCPB): NO HTTP Compression(CMP): NO Idle timeout: Client: 120 sec Server: 120 sec Client IP: DISABLED Server ID : 0 Monitor Threshold : 0 1) Monitor Name: http State: UP Weight: 1 Probes: Failed [Total: 2979 Current: 0] Last response: Success OK. 2) Monitor Name: ping State: UP Weight: 1 Probes: Failed [Total: 637 Current: 0] Last response: Success - TCP syn+ack received.
23 Perguntas?
Kemp LoadMaster Guia Prático
Kemp LoadMaster Guia Prático 2014 v1.1 Renato Pesca [email protected] 1. Topologias One Armed Balancer Figura 1: Topologia single-armed. Esta topologia mostra que as máquinas reais fazem parte da
Estudo e implementação de redundância em serviços da rede do IME
MAC0499 Trabalho de Formatura Supervisionado Estudo e implementação de redundância em serviços da rede do IME Guilherme Camilo Amantéa Guilherme Grimaldi Nepomuceno Supervisor: Prof. Dr. Arnaldo Mandel
Implementação de um balanceador de carga utilizando o Linux Virtual Server. Caciano Machado Everton Foscarini Fernando Macedo
Implementação de um balanceador de carga utilizando o Linux Virtual Server Caciano Machado Everton Foscarini Fernando Macedo Roteiro Conceitos básicos Problemas/Motivações Alternativas estudadas Arquitetura
Load Balance / Route Policy (para series Vigor 2860 / Vigor 2925)
Load Balance / Route Policy (para series Vigor 2860 / Vigor 2925) Route Policy (também conhecido como PBR, policy-based routing) é um recurso que permite configurar estratégias de roteamento. Os pacotes
Implementação de um balanceador de carga utilizando o Linux Virtual Server
Implementação de um balanceador de carga utilizando o Linux Virtual Server Caciano Machado, Éverton Foscarini, Fernando Macedo 1 Universidade Federal do Rio Grande do Sul Centro de Processamento de Dados
Prof. Luiz Fernando Bittencourt MC714. Sistemas Distribuídos 2 semestre, 2013
MC714 Sistemas Distribuídos 2 semestre, 2013 Virtualização - motivação Consolidação de servidores. Consolidação de aplicações. Sandboxing. Múltiplos ambientes de execução. Hardware virtual. Executar múltiplos
Curso: Superior Tecnólogo em Análise e Desenvolvimento de Sistemas Disciplina: Sistemas Distribuídos Professor: Társio Ribeiro Cavalcante
Curso: Superior Tecnólogo em Análise e Desenvolvimento de Sistemas Disciplina: Sistemas Distribuídos Professor: Társio Ribeiro Cavalcante Exercício Cluster Implementar um Cluster em ambiente Windows. Recursos:
Cluster de serviços e alta disponibilidade com Software Livre. Autor: Patrick Melo Contato: [email protected] Twitter LinkedIn
Cluster de serviços e alta disponibilidade com Software Livre Autor: Patrick Melo Contato: [email protected] Twitter LinkedIn Resumo A dependência de sistemas computacionais se tornou visível nos
Computação em cluster
Computação em cluster Por Marcos Pitanga em 30 de maio de 2003 Introdução Este artigo tem por finalidade dar ao leitor uma visão mais integrada do que vem a ser a computação em cluster e como esta a cada
Carlos Eduardo Tavares Terra. Implantação de um serviço de Balanceamento de Carga utilizando LVS/Piranha
Carlos Eduardo Tavares Terra Implantação de um serviço de Balanceamento de Carga utilizando LVS/Piranha Monografia de Pós-Graduação Lato Sensu apresentada ao Departamento de Ciência da Computação para
Introdução à Computação Móvel IP Móvel. Movimentação de Host. Movimentação de Host. Francisco José da Silva e Silva
Introdução à Computação Móvel IP Móvel Francisco José da Silva e Silva Francisco Silva 1 Movimentação de Host Francisco Silva 2 Movimentação de Host Se um host não estiver no enlace identificado por seu
Segurança de Redes de Computadores
Segurança de Redes de Computadores Aula 10 Segurança na Camadas de Rede Redes Privadas Virtuais (VPN) Prof. Ricardo M. Marcacini [email protected] Curso: Sistemas de Informação 1º Semestre / 2015
PROAPPS Security Data Sheet Professional Appliance / Apresentação
O ProApps Security O ProApps Security é um componente da suíte de Professional Appliance focada na segurança de sua empresa ou rede. A solução pode atuar como gateway e como solução IDS/IPS no ambiente.
Guia de Conectividade Worldspan Go Res! A V A N Ç A D O
Guia de Conectividade Worldspan Go Res! A V A N Ç A D O Í n d i c e Considerações Iniciais...2 Rede TCP/IP...3 Produtos para conectividade...5 Diagnosticando problemas na Rede...8 Firewall...10 Proxy...12
Link Aggregation IEEE 802.3ad Uma Visão Geral
Link Aggregation IEEE 802.3ad Uma Visão Geral Marcelo Fernandes Systems Engineer Dezembro, 2013 Introdução Link Aggregation (LA): Combinação de múltiplos enlaces físicos funcionando como um único enlace
LOADBALANCE DEBIAN LENNY.
LOADBALANCE DEBIAN LENNY. Para esta configuração estarei usando quatro maquinas com Debian lenny 5.04, das quais duas estarão com heartbeat e ldirectord, balanceando os servidores web com apache2. O heartbeat
GUIA DE CONFIGURAÇÃO CONEXÕES VPN SSL (CLIENT TO SERVER)
GUIA DE CONFIGURAÇÃO CONEXÕES VPN SSL (CLIENT TO SERVER) Conexões VPN SSL (Client to Server) 1- Introdução Uma VPN (Virtual Private Network, ou rede virtual privada) é, como o nome sugere, uma rede virtual,
Configurações para utilização de IPv6.
Configurações para utilização de IPv6. Devido a escassez de endereços IPv4 muitos países começaram a utilizar o IPv6 para solucionar este problema. Entretanto, para continuar utilizando os recursos do
Aloque 1024 MB de RAM para a VM. Crie um novo disco virtual. Figura 03. Figura 04.
Aloque 1024 MB de RAM para a VM. Figura 03. Crie um novo disco virtual. Figura 04. 2 Escolha o formato de disco padrão do Virtual Box, VDI. Figura 05. Escolha o disco rígido Dinamicamente Alocado. Figura
Configuração de High Availability (HA)
Configuração de High Availability (HA) O recurso de Alta Disponibilidade, ou High Availability (HA), requer 2 unidades de Firewalls idênticas, com mesma versão de Hardware, Firmware e modelo, e está disponível
Nível de segurança de uma VPN
VPN Virtual Private Network (VPN) é uma conexão segura baseada em criptografia O objetivo é transportar informação sensível através de uma rede insegura (Internet) VPNs combinam tecnologias de criptografia,
Alta disponibilidade em roteadores: Um ambiente de teste
Alta disponibilidade em roteadores: Um ambiente de teste Autor: João Eurípedes Pereira Júnior 1, Orientador: PhD. Pedro Frosi Rosa 1 1 Programa de Pós-Graduação em Ciência da Computação Universidade Federal
VPN entre Unimed Federação do Paraná e Singulares do Paraná. Gustavo Kochan Nunes dos Santos. Curso de Especialização em Redes e Segurança de Sistemas
1 VPN entre Unimed Federação do Paraná e Singulares do Paraná Gustavo Kochan Nunes dos Santos Curso de Especialização em Redes e Segurança de Sistemas Pontifícia Universidade Católica do Paraná Curitiba,
05/08/2013. Sistemas Distribuídos Cluster. Sistemas Distribuídos Cluster. Agenda. Introdução
Sistemas Distribuídos Cluster Originais gentilmente disponibilizados pelos autores em http://www.cdk4.net/wo/ Adaptados por Társio Ribeiro Cavalcante Agenda 1. Introdução 2. O que é um cluster 3. Alta
Como utilizar a Função de Alta Disponibilidade (High Availability - HA).
Como utilizar a Função de Alta Disponibilidade (High Availability - HA). Alta Disponibilidade (HA) é a função que garante a continuidade de negócios da sua empresa. A equipe de TI pode usar o HA como uma
Arquitetura TCP/IP. Parte IV Mapeamento de endereços IP em endereços físicos (ARP) Fabrízzio Alphonsus A. M. N. Soares
Arquitetura TCP/IP Parte IV Mapeamento de endereços IP em endereços físicos (ARP) Fabrízzio Alphonsus A. M. N. Soares Tópicos Problema de resolução de endereço Mapeamento direto Associação dinâmica ARP
ENHANCED SERVER FAULT- TOLERANCE FOR IMPROVED USER EXPERIENCE. André Esteves nº3412 David Monteiro
ENHANCED SERVER FAULT- TOLERANCE FOR IMPROVED USER EXPERIENCE André Esteves nº3412 David Monteiro INTRODUÇÃO É proposto uma arquitectura de servidor Web dividida que tolera perfeitamente tanto falhas na
SEGURANÇA DE REDE DE COMPUTADORES E SEGURANÇA E AUDITORIA DE SISTEMAS
Ambiente com Alta Disponibilidade Segurança em Redes de Computadores e Auditoria de Sistemas Emanuel Rebouças, MBA Um Portal Web 1 O que imagina quando... Seu cliente te fala precisamos criar um portal
Universidade Federal do Rio Grande do Norte
Universidade Federal do Rio Grande do Norte Redes de Computadores - Camada de Aplicação Curso de Engenharia de Software Prof. Marcos Cesar Madruga/Thiago P. da Silva Material basedado em [Kurose&Ross 2009]
Balanceamento de carga: Conceitos básicos
Balanceamento de carga: Conceitos básicos Introdução A tecnologia de balanceamento de carga está viva e está bem; de fato, ela é a base sobre a qual operam os application delivery controller (ADCs). A
IPTABLES. Helder Nunes [email protected]
IPTABLES Helder Nunes [email protected] Firewall Hoje em dia uma máquina sem conexão com a internet praticamente tem o mesmo valor que uma máquina de escrever. É certo que os micros precisam se conectar
Sistemas Distribuídos. Professora: Ana Paula Couto DCC 064
Sistemas Distribuídos Professora: Ana Paula Couto DCC 064 Processos- Clientes, Servidores, Migração Capítulo 3 Agenda Clientes Interfaces de usuário em rede Sistema X Window Software do lado cliente para
FIREWALL, PROXY & VPN
1 de 5 Firewall-Proxy D O C U M E N T A Ç Ã O C O M E R C I A L FIREWALL, PROXY & VPN :: MANTENDO O FOCO NO SEU NEGÓCIO :: Se o foco do seu negócio não é tecnologia, instalar e manter por conta própria
Curso de extensão em Administração de sistemas GNU/Linux: redes e serviços
Curso de extensão em Administração de sistemas GNU/Linux: redes e serviços - [email protected] Gestores da Rede Acadêmica de Computação Departamento de Ciência da Computação Universidade Federal da Bahia,
TRANSMISSÃO DE DADOS Prof. Ricardo Rodrigues Barcelar http://www.ricardobarcelar.com
- Aula 5-1. A CAMADA DE TRANSPORTE Parte 1 Responsável pela movimentação de dados, de forma eficiente e confiável, entre processos em execução nos equipamentos conectados a uma rede de computadores, independentemente
Administração de Sistemas Operacionais
Diretoria de Educação e Tecnologia da Informação Análise e Desenvolvimento de Sistemas INSTITUTO FEDERAL RIO GRANDE DO NORTE Administração de Sistemas Operacionais Serviço Proxy - SQUID Prof. Bruno Pereira
Aula Prática Roteador
Aula Prática Roteador INTRODUÇÃO Os roteadores são os equipamentos empregados na função de interconexão das redes como, por exemplo, redes IP. Diferentes redes IPs enviam suas informações/tráfego por meio
Como utilizar a central de gerenciamento VPN.
Como utilizar a central de gerenciamento VPN. Construir conexões VPN entre vários roteadores pode ser uma tarefa demorada. Em cada um dos roteadores há diversos parâmetros que precisam ser sincronizados,
Instalação RAC10g em Linux
Instalação RAC10g em Linux Humberto Corbellini [email protected] Agenda Visão Geral Storage compartilhado Hardware utilizado Sistema operacional Configuração de rede Drivers e opções
Objetivos: i) Verificar o impacto de loops em redes locais ii) Configurar o protocolo STP para remover loops da rede
Laboratório de Redes de Computadores 2 8 o experimento Objetivos: i) Verificar o impacto de loops em redes locais ii) Configurar o protocolo STP para remover loops da rede Introdução A interligação de
Componentes de um sistema de firewall - II. Segurança de redes
Componentes de um sistema de firewall - II Segurança de redes O que são Bastion Hosts? Bastion host é o nome dado a um tipo especial de computador que tem funções críticas de segurança dentro da rede e
Redes de Computadores II. Professor Airton Ribeiro de Sousa
Redes de Computadores II Professor Airton Ribeiro de Sousa 1 PROTOCOLO IP IPv4 - Endereçamento 2 PROTOCOLO IP IPv4 - Endereçamento A quantidade de endereços possíveis pode ser calculada de forma simples.
Conteúdo do pacote de 03 cursos hands-on
Conteúdo do pacote de 03 cursos hands-on Windows Server 2012 Virtualização Hyper-v Firewall Pfsense C o n t e ú d o d o c u r s o H a n d s - on 2 Sumário 1 Conteúdo Windows 2012... 3 2 Conteúdo Virtualização...
UNIVERSIDADE. Sistemas Distribuídos
UNIVERSIDADE Sistemas Distribuídos Ciência da Computação Prof. Jesus José de Oliveira Neto Comunicação Inter-Processos Sockets e Portas Introdução Sistemas distribuídos consistem da comunicação entre processos
Trabalhando com NAT no PFSense
Trabalhando com NAT no PFSense Este artigo está sendo feito para Divulgar o Curso PFSense presencial, que irá ocorrer em fevereiro 23, com duração de 10 dias, indo até dia 6 de Março, com horário entre
A Camada de Transporte
A Camada de Transporte Romildo Martins Bezerra CEFET/BA s de Computadores II Funções da Camada de Transporte... 2 Controle de conexão... 2 Fragmentação... 2 Endereçamento... 2 Confiabilidade... 2 TCP (Transmission
Comandos Linux Comando tcpdump, guia de referência e introdução. Sobre este documento
Comandos Linux Comando tcpdump, guia de referência e introdução Sobre este documento Este documento pode ser utilzado e distribído livremente desde que citadas as fontes de autor e referências, o mesmo
Redes de Computadores Aula 3
Redes de Computadores Aula 3 Aula passada Comutação: circuito x pacotes Retardos e perdas Aula de hoje Protocolo em camadas Aplicações C/S x P2P Web Estruturando a Rede Como organizar os serviços de uma
Tuneis PPPoE em Provedores de Internet. Mikrotik User Meeting em Salvador/BA Brasil 11 e 12 de Novembro de 2010
Tuneis PPPoE em Provedores de Internet. Mikrotik User Meeting em Salvador/BA Brasil 11 e 12 de Novembro de 2010 Humberto Filho Graduando em Sistema de Informação; Certificado Mikrotik MTCNA; HiperNET Fundada
Alta Disponibilidade na IPBRICK
Alta Disponibilidade na IPBRICK IPBRICK International 5 de Dezembro de 2012 1 Conteúdo 1 Introdução 3 1.1 Vantagens.................................... 3 2 Requisitos HA 4 3 Configuração HA 4 3.1 Serviço
Wireshark. Captura de Protocolos da camada de aplicação. Maicon de Vargas Pereira
Wireshark Captura de Protocolos da camada de aplicação Maicon de Vargas Pereira Camada de Aplicação Introdução HTTP (Hypertext Transfer Protocol) 2 Introdução Camada de Aplicação Suporta os protocolos
Redes de Computadores
Redes de Computadores LAMP Gustavo Reis [email protected] Acrônico para a combinação de Linux, Apache, MySQL e PHP ou Perl ou Python; Recentemente a letra P começou a fazer referência a Perl
Sumário. Introdução...xi. 1 Implementação e configuração de uma infraestrutura de implantação do Windows... 1
Introdução.....................................xi Requisitos de hardware (Hyper-V).............................. xi Requisitos de software...................................... xii Instruções de configuração...................................
Curso Firewall. Sobre o Curso de Firewall. Conteúdo do Curso
Curso Firewall Sobre o Curso de Firewall Este treinamento visa prover conhecimento sobre a ferramenta de Firewall nativa em qualquer distribuição Linux, o "iptables", através de filtros de pacotes. Este
Garantindo disponibilidade, segurança e escalabilidade para aplicações. Eduardo Casseano ANG Sales Engineer
Garantindo disponibilidade, segurança e escalabilidade para aplicações Eduardo Casseano ANG Sales Engineer Otimização Web = Netscaler Funcionalidades de Otimização SSL Offload Content Compression Content
Roteamento e Comutação
Roteamento e Comutação Antes de começar a configurar o seu switch, você deve estabelecer suas conexões. Existem dois tipos de conexões: através da porta de console e através da porta Ethernet. A porta
18/05/2014. Problemas atuais com o IPv4
Problemas atuais com o IPv4 Fundamentos de Redes de Computadores Prof. Marcel Santos Silva Falhas de segurança: A maioria dos ataques contra computadores hoje na Internet só é possível devido a falhas
Clusters de Alta Disponibilidade
Lucas de Stefano Shida - R.A: 723517-8 Lilian Medeiros - R.A: 666993-0 Rafael Torato Rocha - 612395-3 Renata Ferro R.A: 775438-8 Ronaldo A. Barbosa - R.A: 772272-9 Clusters de Alta Disponibilidade CAMPINAS
TUTORIAL JAVA AS - HTTP CLIENT COMPOSITION ENVIROMENT 7.1
TUTORIAL JAVA AS - HTTP CLIENT COMPOSITION ENVIROMENT 7.1 FABIO HAIDER 2008 C O N T E Ú D O : 1 HTTP Client...3 1.1 Arquitetura...3 1.2 Usando HTTP Client...3 1.2.1 Usuário...3 1.2.2 Implementação HTTP
TCP é um protocolo de TRANSMISSÃO, responsável pela confiabilidade da entrega da informação.
Protocolo TCP/IP PROTOCOLO é um padrão que especifica o formato de dados e as regras a serem seguidas para uma comunicação a língua comum a ser utilizada na comunicação. TCP é um protocolo de TRANSMISSÃO,
Configurando um servidor DHCP
Configurando um servidor DHCP OBS.: Esse documento retrata uma configuração em uma rede do tipo rede local (192.168.xx.xx), onde existe um servidor contendo duas interfaces de rede, eth0 e eth1. Hoje em
SOBRE A CALLIX. Por Que Vantagens
Callix PABX Virtual SOBRE A CALLIX Por Que Vantagens SOBRE A CALLIX Por Que Vantagens Por Que Callix Foco no seu negócio, enquanto cuidamos da tecnologia do seu Call Center Pioneirismo no mercado de Cloud
QUAL O PROCEDIMENTO PARA CONFIGURAR AS IMPRESSORAS DE REDE BROTHER EM UM SISTEMA DEC TCP / IP para VMS (UCX) Procedimento
Procedimento Visão geral Antes de usar a máquina Brother em um ambiente de rede, você precisa instalar o software da Brother e também fazer as configurações de rede TCP/IP apropriadas na própria máquina.
TUTORIAL PARA CONFIGURAÇÃO MIKROTIK UTILIZANDO ROTEAMENTO DINÂMICO COM OSPF E AUTENTIÇÃO RADIUS EM NOSSO SISTEMA IXCPROVEDOR.
TUTORIAL PARA CONFIGURAÇÃO MIKROTIK UTILIZANDO ROTEAMENTO DINÂMICO COM OSPF E AUTENTIÇÃO RADIUS EM NOSSO SISTEMA IXCPROVEDOR. Neste senário temos um roteador de internet que vai ser nosso gateway do MK1,
Senha Admin. Nessa tela, você poderá trocar a senha do administrador para obter acesso ao NSControl. Inicialização
Manual do Nscontrol Principal Senha Admin Nessa tela, você poderá trocar a senha do administrador para obter acesso ao NSControl. Inicialização Aqui, você poderá selecionar quais programas você quer que
Entendendo como funciona o NAT
Entendendo como funciona o NAT Vamos inicialmente entender exatamente qual a função do NAT e em que situações ele é indicado. O NAT surgiu como uma alternativa real para o problema de falta de endereços
Sistemas Distribuídos
Sistemas Distribuídos Modelo Cliente-Servidor: Introdução aos tipos de servidores e clientes Prof. MSc. Hugo Souza Iniciando o módulo 03 da primeira unidade, iremos abordar sobre o Modelo Cliente-Servidor
www.victorpinheiro.jimdo.com www.victorpinheiro.jimdo.com
SERVIÇOS DE REDES DE COMPUTADORES Prof. Victor Guimarães Pinheiro/[email protected] www.victorpinheiro.jimdo.com www.victorpinheiro.jimdo.com Modelo TCP/IP É o protocolo mais usado da atualidade
Configurando o Balanceamento de Carga em Concentradores VPN 3000
Configurando o Balanceamento de Carga em Concentradores VPN 3000 Índice Introdução Pré-requisitos Requisitos Componentes Utilizados Convenções Principais definições Diagrama de Rede Endereços Restrições
Garantindo a. Máquinas Virtuais do. alta disponibilidade nas. Microsoft Azure MDC305
Garantindo a alta disponibilidade nas Máquinas Virtuais do Microsoft Azure MDC305 Palestra Quem são os palestrantes? Daniel Mauser Senior Techical Advisor LATAM Escalation Team Lead Email: [email protected]
Tornado 830 / 831 ADSL Router - 4 port Ethernet switch - Wireless 802.11G - Access Point - Firewall - USB printer server
Tornado 830 / 831 ADSL Router - 4 port Ethernet switch - Wireless 802.11G - Access Point - Firewall - USB printer server Tornado 830 Annex A Tornado 831 Annex B 1 1.1 Arrancar e iniciar sessão Active o
Lista de Erros Discador Dial-Up
Lista de Erros Discador Dial-Up Erro Código Descrição Ok 1 Usuário autenticado com sucesso e conexão encerrada pelo usuário OK 11 Usuário autenticado com sucesso e discador terminado pelo usuário OK 21
FIREWALL. Prof. Fabio de Jesus Souza. [email protected]. Professor Fabio Souza
FIREWALL Prof. Fabio de Jesus Souza [email protected] Professor Fabio Souza O que são Firewalls? Os firewalls são sistemas de segurança que podem ser baseados em: um único elemento de hardware; um
Objetivo: Criar redes locais virtuais (VLANs) usando switches e computadores
Laboratório de IER 7 o experimento Objetivo: Criar redes locais virtuais (VLANs) usando switches e computadores Introdução LANs Ethernet (padrão IEEE 802.3 e extensões) atualmente são construídas com switches
Integração entre o IBM HTTP SERVER, APACHE WEB Server e IBM Websphere Application Server
Integração entre o IBM HTTP SERVER, APACHE WEB Server e IBM Websphere Application Server Índice Resumo sobre este documento... 3 Integrando o IBM HTTP Server com o IBM WebSphere Application Server... 3
Zabbix Monitoração de Websites
Zabbix Monitoração de Websites Neste tutorial vamos abordar as etapas para monitoramento de sites através do recurso Web Monitoring do Zabbix. Autor: Hernandes Martins http://hernandesmartins.blogspot.com.br
Cisco ASA Firewall Guia Prático
Cisco ASA Firewall Guia Prático 2014 v1.0 Renato Pesca 1 Sumário 2 Topologia... 3 3 Preparação do Appliance... 3 3.1 Configurações de Rede... 7 3.2 Configurações de Rotas... 8 3.3 Root Básico... 9 3.4
IP significa Internet Protocol. A Internet é uma rede, e assim como ocorre em qualquer tipo de rede, os seus nós (computadores, impressoras, etc.
Endereços IP Endereços IP IP significa Internet Protocol. A Internet é uma rede, e assim como ocorre em qualquer tipo de rede, os seus nós (computadores, impressoras, etc.) precisam ter endereços. Graças
MODELO CLIENTE SERVIDOR
SISTEMAS DISTRIBUÍDOS Modelo Cliente Servidor Modelo que estrutura um S.O. como um grupo de processos cooperantes, chamados servidores, que oferecem serviços a processos usuários, denominados clientes;
Escrito por Daniel Donda Ter, 17 de Fevereiro de 2009 18:32 - Última atualização Sáb, 03 de Julho de 2010 23:34
Conteúdo Introdução Configurando o Windows Server 2008 Server Core Instalando o Remote Server Administration Tools (RSAT) Configurando o Network Load Balancing (NLB) Adicionando Servidores ao Cluster Gerenciando
AGENTE PROFISSIONAL - ANALISTA DE REDES
Página 1 CONHECIMENTO ESPECÍFICO 01. Suponha um usuário acessando a Internet por meio de um enlace de 256K bps. O tempo mínimo necessário para transferir um arquivo de 1M byte é da ordem de A) 4 segundos.
REDES DE COMPUTADORES
Conteúdo 1 Topologia de Redes 5 Escalas 5 Topologia em LAN s e MAN s 6 Topologia em WAN s 6 2 Meio Físico 7 Cabo Coaxial 7 Par Trançado 7 Fibra Óptica 7 Conectores 8 Conector RJ45 ( Par trançado ) 9 Conectores
S.S. Configuração da VPN em Windows 2000. Sérgio Sousa Documentação. Redes Informáticas. Doc s. S.S. Doc s Página 1 de 7
S.S Sérgio Sousa Documentação Doc s Redes Informáticas Configuração da VPN em Windows 2000 S.S. Doc s Página 1 Configurando a VPN no Windows 2000 Para que um host de uma rede ou domínio se conecte em sua
CAMADA DE TRANSPORTE
Curso Técnico de Redes de Computadores Disciplina de Fundamentos de Rede CAMADA DE TRANSPORTE Professora: Juliana Cristina de Andrade E-mail: [email protected] Site: www.julianacristina.com
Boas práticas de gerenciamento de redes
Boas práticas de gerenciamento de redes virtuais e endereçamento IP no Microsoft Azure MDC306 Palestra Quem são os palestrantes? Daniel Mauser Senior Techical Advisor LATAM Escalation Team Lead Email:
INDICE 1. INTRODUÇÃO... 3 2. CONFIGURAÇÃO MÍNIMA... 4 3. INSTALAÇÃO... 4 4. INTERLIGAÇÃO DO SISTEMA... 5 5. ALGUNS RECURSOS... 6 6. SERVIDOR BAM...
1 de 30 INDICE 1. INTRODUÇÃO... 3 2. CONFIGURAÇÃO MÍNIMA... 4 3. INSTALAÇÃO... 4 3.1. ONDE SE DEVE INSTALAR O SERVIDOR BAM?... 4 3.2. ONDE SE DEVE INSTALAR O PROGRAMADOR REMOTO BAM?... 4 3.3. COMO FAZER
Procedimento para instalação do OMNE-Smartweb em Raio-X
Procedimento para instalação do OMNE-Smartweb em Raio-X A primeira coisa a analisarmos é onde ficará posicionado o servidor de Raio-x na rede do cliente, abaixo será colocado três situações básicas e comuns
Rede d s d e d Com o pu p t u ado d r o es Conceitos Básicos M d o e d los o de d Re R de d s:
Tecnologia em Redes de Computadores Redes de Computadores Professor: André Sobral e-mail: [email protected] Conceitos Básicos Modelos de Redes: O O conceito de camada é utilizado para descrever como ocorre
Aula Prática Wi-fi Professor Sérgio Teixeira
Aula Prática Wi-fi Professor Sérgio Teixeira INTRODUÇÃO Os Access Points ou ponto de acesso wi-fi são os equipamentos empregados na função de interconexão das redes sem fio e com fio (infraestrutura).
REDES DE COMPUTADORES
REDES DE COMPUTADORES 09/2013 Cap.3 Protocolo TCP e a Camada de Transporte 2 Esclarecimentos Esse material é de apoio para as aulas da disciplina e não substitui a leitura da bibliografia básica. Os professores
Sistemas Operacionais
Sistemas Operacionais SISTEMAS COM MÚLTIPLOS PROCESSADORES LIVRO TEXTO: CAPÍTULO 13, PÁGINA 243 Prof. Pedro Luís Antonelli Anhanguera Educacional INTRODUÇÃO Arquiteturas que possuem duas ou mais CPUs interligadas
ESTRUTUTA DE REDE DE ACESSO!
ESTRUTUTA DE REDE DE ACESSO! - Primeiramente, antes de colocar um DVR na rede, para acesso, você precisa saber, qual a estrutura da rede, quantos micros estão conectados, se é uma rede simples, de uma
NETALARM GATEWAY Manual Usuário
NETALARM GATEWAY Manual Usuário 1 Índice 1. Introdução... 3 2. Requisitos de Instalação... 3 3. Instalação... 3 4. Iniciando o programa... 5 4.1. Aba Serial... 5 4.2. Aba TCP... 6 4.3. Aba Protocolo...
