Laboratório de Redes de Computadores e Sistemas Operacionais
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- Juliana Palmeira Deluca
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1 Laboratório de Redes de Computadores e Sistemas Operacionais O Sistema de Arquivos Fabricio Breve
2 O que você encontra no Sistema de Arquivos do Linux... Processos Portas seriais Canais de comunicação entre processos E também alguns arquivos...
3 Sistema de Arquivos UNIX É natural e conveniente associar objetos no espaço de nomes do sistema de arquivos Vantagens: Interface de programação consistente Fácil acesso no shell Desvantagens: Implementações de sistemas de arquivos tipo Frankenstein
4 Sistema de Arquivos Compreende quatro componentes principais: Um espaço de nomes: uma maneira de dar nome às coisas e organizá-las de forma hierárquica Uma API: um conjunto de chamadas de sistema para navegar e manipular objetos Um modelo de segurança: um esquema para proteger, ocultar e compartilhar coisas Uma implementação: software que amarra o modelo lógico ao hardware em si
5 Os diversos Sistemas de Arquivos Sistemas de arquivos baseados em disco: ext3fs: padrão do Linux ext2fs: versão anterior, ainda usada ReiserFS: maior velocidade, contorna algumas limitações do ext3, etc... Etc... Estrangeiros: FAT, FAT32, ISO-9660 NFS: manipulados por um driver que encaminha as operações
6 Nomes e caminhos O sistema de arquivos é hierárquico e começa no diretório raíz / Nome de caminho: Absoluto: /etc/passwd Relativo: book4/filesystem Acessado a partir do diretório atual Restrições: Componente de caminho: 255 caracteres Não pode conter / ou caracteres nulos Espaços podem ser usados, porém pode ser problemáticos Caminho: 4095 caracteres
7 Montando e desmontando sistemas de arquivos A maioria dos sistemas de arquivos são partições de disco Os sistemas de arquivos são anexados à arvore com o comando mount, que associa um diretório dentro da árvore de arquivos existente, chamado de ponto de montagem, à raiz do sistema de arquivos recém-anexados. O conteúdo anterior de um ponto de montagem se torna inacessível enquanto um outro sistema de arquivos esteja montado lá. Exemplo: mount /dev/hda4 /users
8 /etc/fstab O arquivo /etc/fstab mantém uma lista dos sistemas de arquivos montados costumeiramente Permite que os sistemas de arquivos sejam checados (fcsk A) e montados (mount a) automaticamente no momento da inicialização
9 umount Para demontar um sistema de arquivos utilize umount Não é possível desmontar um sistema de arquivos ocupado Não podem haver nenhum arquivo ou processo aberto cujos diretórios estejam lá localizados Para saber que arquivos estão ocupando o sistema use fuser Exemplo: fuser mv /usr
10 Códigos utilizados por fuser f c e r m O processo possui um arquivo aberto para leitura ou gravação O diretório atual do processo se encontra no sistema de arquivos O processo está executando um arquivo no momento O diretório-raiz do processo (configurado através de chroot) se encontra no sistema de arquivos O processo associou um arquivou ou biblioteca compartilhada (normalmente um executável inativo
11 Determinando os processos Para determinar com exatidão quais os processos transgressores, utilize os com a lista de PIDs retornadas por fuser Exemplo: ps fp fuser aceita o parâmetro k para extinguir os processos transgressores (perigoso e exclusivo para o root) Alternativa para o fuser: lsof (Red Hat)
12 Organização da Árvore de Arquivos Sistemas UNIX nunca foram bem organizados Convenções de nomes incompatíveis usadas ao mesmo tempo Tipos de arquivos espalhados aleatoriamente pelo espaço de nomes Arquivos divididos por função e não por probabilidade com que mudam, dificultando atualização do SO Exemplo: /etc tem arquivos jamais personalizados e outros locais
13 Organização da Árvore de Arquivos Algumas inovações (como o /var) ajudam a diminuir a bagunça, mas no geral a maioria dos sistemas ainda é bem bagunçada Não se deve bagunçar a estrutura-padrão da árvore Pacotes de software e suas instalações fazem suposições abrangentes com relação a localização de arquivos Outros administradores também
14 Organização da Árvore de Arquivos Diretório raiz (/) tipicamente contém: /boot normalmente chamado (ou associado a) vmlinuz /dev dispositivos /etc arquivos críticos /sbin e /bin utilitários importantes /tmp arquivos temporários /usr programas-padrão, manuais, bibliotecas /var diretórios spool, arquivos de log, informações contábeis e outros arquivos que se modificam rapidamente /home diretórios de usuários
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16 Tipos de Arquivos O Linux define sete tipos de arquivos: Arquivos regulares Diretórios Arquivos de dispositivos de caracteres Arquivos de dispositivos de blocos Sockets de domínio local Pipes com nome (FIFOs) Links simbólicos
17 Codificação de tipos de arquivos ls l usados por ls
18 Arquivos Regulares Apenas uma coletânea de bytes Arquivos texto Arquivos de dados Programas executáveis Bibliotecas compartilhadas Permitem acesso seqüencial e aleatório
19 Diretórios Pasta no Windows Referências com nomes para outros arquivos Criados com mkdir e eliminados com rmdir se estiverem vazios Não vazios podem ser removidos com rm r Entradas especiais:. o próprio diretório.. o diretório pai No diretório raiz (/).. equivale a.
20 Hard Links O nome do arquivo fica armazenado no diretório Você pode ter mais de uma entrada apontando para o mesmo arquivo Tais entradas são indistinguíveis do arquivo original O Linux mantém uma contagem do número de links que apontam para cada arquivo e só liberam o espaço em disco quando todos os links tenham sido eliminados Criamos hard links com ln e eliminamos rm
21 Arquivos de dispositivos de blocos e caracteres Permite que os programas se comuniquem com o hardware e periféricos do sistema Os módulos que sabem como se comunicar com cada dispositivo são associados ao kernel O módulo para um determinado dispositivo (driver) cuida dos detalhes de gerenciamento do dispositivo Os arquivos de dispositivos são pontos de encontros usados para se comunicar com o driver, eles permitem que seus drivers associados façam seu próprio buffering de entrada e saída Exemplos: /dev/lp0 /dev/ttys0
22 Sockets de domínio local Permitem que processos se comuniquem de maneira sadia Socket de domínio local são acessíveis somente do host local e referidos através de um objeto do sistema de arquivos em vez de uma porta de rede Não podem ser lidos ou gravados por processos não envolvidos na conexão Sistemas que usam socket de domínio local: Serviço Impressão, X Window e Syslog
23 Pipes com nome Assim como os sockets de domínio local permitem a comunicação entre dois processos rodando no mesmo host São também conhecidos como FIFO (First In, First Out) Raramente requerem interferência administrativa
24 Links simbólicos Também chamados soft links Apontam um arquivo pelo nome, quando o kernel o encontra redireciona para o arquivo real Diferente do hard link que é uma referência direta Criados com ln s e eliminados com rm Pode conter um caminho absoluto ou relativo
25 Atributos de Arquivos Todo arquivo possui um conjunto de bits de permissão que controla quem pode ler, gravar e executar seu conteúdo Junto com outros 3 bits que afetam a operação de programas executáveis constituem o modo do arquivo Os 12 bits são armazenados juntos com os quatro bits de informação do tipo de arquivos (configurados quando o arquivo é criado) Os 12 bits podem ser alterados usando chmod
26 Bits de permissão Usados para determinar que operações podem ser executadas em um arquivo e por quem. Não é possível fazer a configuração por usuário, há conjuntos de permissões para: Proprietários do arquivo Prorprietários do grupo do arquivo Todos os outros Cada conjunto possui 3 bits: Leitura: arquivo pode ser lido e aberto Gravação: arquivo pode ser modificado ou truncado (apagar depende da permissão do diretório) Execução: permite que o arquivo seja executado
27 Arquivos Executáveis Existem dois tipos: Binários: executados diretamente pela CPU Scripts: devem ser interpretados por um shell ou algum outro programa Por convenção começam com uma linha na forma: #!/bin/csh f Quando não são binários e não especificam um interpretador, é assumido bash/sh
28 Bits de permissão Em diretórios: Bit de execução: permite que o diretório seja introduzido ou passado enquanto um caminho está sendo avaliado, mas não permite que seu conteúdo seja listado Combinando os bits de leitura e execução arquivos podem ser criados, eliminados e renomeados dentro do diretório
29 Visualizando atributos de arquivos Os mais úteis para o administrador são: Contagem de links Proprietário Grupo Modo Tamanho Horário do último acesso Horário da última modificação Tipo O restante normalmente só é útil para o próprio sistema de arquivos. Para inspecionar os atributos use ls l (ou ls ld)
30 Visualizando atributos de arquivos R leitura, W escrita, X execução Grupos: dono, grupo e outros Número: contagem de hard links do arquivo Links simbólicos não afetam a contagem Proprietário e proprietário do grupo Tamanho do arquivo em bytes Data de última modificação Nome do arquivo
31 chmod: modificando permissões Modifica permissões em um arquivo Pode ser usado somente pelo proprietário e pelo root Notação Octal Exemplo: chmod 755 myprog Dá ao dono permissão de leitura, gravação e execução e aos outros apenas leitura e execução Octal Binário Permissões x w wx r r-x rw rwx
32 chown: modificando propriedade e grupo Modifica propriedade de arquivo e de grupo de um arquivo Sintaxe: chown usuário.grupo arquivo Exemplo: chown fbreve.alunos texto.txt chown R fbreve.fbreve ~fbreve Modifica recursivamente todos os arquivos dentro do diretório ~fbreve
33 umask: atribuindo permissõespadrão Manipula permissõespadrão dos arquivos que criamos O arquivo criado atende tudo o que o programa criados solicitar menos o que umask proibir O padrão é umask 022 Octal Binário Permissões rwx rw r-x r wx w x
34 Questões Qual a diferença entre um soft link (link simbólico) e um hard link? Qual a diferença entre executáveis binários e scripts? O que é umask? Crie uma umask que não de nenhuma permissão ao grupo ou demais usuários Por que é uma boa idéia criar partições num drive separado para /var /home e swap? Como você configuraria um arquivo texto para ser lido e gravado apenas por você, e apenas lido pelos demais usuários (inclusive do grupo)?
35 Referências Bibliográficas NEMETH, Evi.; HEIN, Trent R.; SNYDER, Garth. Manual Completo do Linux: Guia do Administrador. Makron Books, 2004.
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