Sistema de Arquivos EXT3
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- Ruth Álvares Correia
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1 Sistema de Arquivos EXT3
2 Introdução Ext3 é uma nova versão do Ext2. Possui as mesmas estruturas do ext2, além de adicionar as propriedades do Journal. O uso do Ext3 melhora na recuperação do sistema(dados), caso ocorra um desligamento súbito da máquina. Permite atualização direta a partir de um sistema Ext2. Dados restaurados, sem utilização de backup. Menor processamento.
3 I-nodes Os i-nodes são criados no momento da formatação; Na criação, é possível redimensionar o número de i-nodes. Um i-node é uma estrutura de dados em que cada diretório/arquivo é identificado pelo kernel com um número de nó i(i-node); Cada i-node armazena os detalhes sobre o determinado arquivo. tipo de arquivo, permissão de acesso, data criação e ponteiros para os blocos de dados onde o arquivo está armazenado. Obs: O nome do arquivo fica armazenado no diretório junto com o número do i- node.
4 I-nodes O conjunto de i-nodes identifica o número de arquivos/diretórios que o sistema possui.
5 Alocação dos blocos As partições dos sistemas de arquivos são divididas em grupos de blocos. As tabelas dos i-nodes são alocadas entre os grupos de blocos. Blocos são armazenados próximos no disco. Aumenta a velocidade de acesso ao arquivo. Reduz o tempo de procura dos blocos do mesmo arquivo. Reduz o tempo de procura dos blocos do mesmo arquivo. Blocos de tamanho fixo (geralmente de 4kb).
6 Superblocos É um registro que descreve as características do sistema de arquivo; Comprimento de um bloco de disco; Tamanho, localização das tabelas de i-nodes; Mapa de blocos Várias cópias do superbloco são gravadas em áreas diferentes do disco, (no início de cada grupo de blocos) prevenindo desse modo perdas de informações essenciais para o sistema de arquivos.
7 Superblocos Organização do grupo (tamanho e formato) Indica se o bloco está livre ou não Associa os blocos de dados aos i-nodes Descrição de um grupo da partição do sistema.
8 Tamanho de Bloco Tamanho do Tamanho máx. Tamanho máx. bloco arquivo Sistema Arquivo 1 KB 16 GB 2 TB 2 KB 256 GB 8 TB 4 KB 2 TB 16 TB 8 KB 2 TB 32 TB
9 Mapa de blocos É a tabela de blocos livres que o disco contém. No momento da gravação de um novo arquivo esse mapa é verificado.
10 Journaling Recuperação de sistemas de arquivos Guarda as informações sobre as transições de escrita. Só apaga do journal quando as mudanças são realizadas. Se o sistema for desligado incorretamente, as informações do journal marcadas como não feitas são restauradas. Rápida e confiável.
11 Tipos de Journaling Existem três tipos de Journaling no Ext3: Journal Ordered Writeback
12 Journal Grava todas as mudanças em sistemas de arquivos. Mais lento dos três; Maior capacidade de evitar perda de dados; Maior segurança; Menor desempenho.
13 Writeback Só grava mudanças para o sistema de arquivo nos metadados. Menor segurança. Maior desempenho.
14 Ordered ÉopadrãonoExt3. Grava somente mudanças em arquivos metadados (arquivos que possuem informações sobre outros arquivos). Antes de fazer as mudanças associadas ao sistema de arquivos, registra as atualizações no arquivo de dados. Meio-termo aceitável entre confiabilidade e performance.
15 JBD (Journaling Block Device) Camada que implementa o suporte ao Journal em qualquer tipo de dispositivo com base em blocos de dados. Grava os próprios blocos modificados do sistema de arquivos. Desvantagem no Ext3: O Journal acaba sendo maior. armazena réplicas completas dos blocos modificados em memória para rastrear as operações que ficaram pendentes. É quem verdadeiramente gerencia o Journal.
16 Tipos de Arquivos Regular Tipo de arquivo normal Diretório Tipo de arquivo que contém o i-node (localização dos blocos), tamanho entrada (diretório), tamanho do nome do arquivo, tipo de arquivo, nome do arquivo. Hard Link Arquivos que apontam para um mesmo i-node, como se fossem atalhos, no qual o arquivo só é apagado se todos os hard link o forem. Soft Link É um atalho que aponta para o hard link do arquivo.
17 Segurança, Proteção e Confiabilidade Atributos: User ID Identificação do usuário proprietário do arquivo. Group ID Identificação do grupo dono do arquivo. Bit r Bit de leitura de arquivo. Bit w Bit de escrita de arquivo. Bit x Bit de seleção de diretório ou execução (arquivo de diretório ou regular) Bit s Bit de permite troca de permissão.
18 Vantagens Vantagens do ext3 sobre o ext2 : Utilização de um Journal; Árvore de diretórios para diretóriosquebrados em mais de um bloco; Crescimentoon-line do sistema de arquivos; EXT3 consiste de três componentes estruturais: Células de armazenamento i-node; Superblocos distribuídos; Mapa de blocos no sistema de arquivos;
19 Desvantagens O Ext3 não possui alocação dinâmica de i-nodes e tamanhos de blocos variáveis. Fragmentação interna. Como não ocorre um checagem enquanto os arquivos são montados para escrita, dados podem ser corrompidos. Não existe uma ferramenta de desfragmentação online funcional. Para desfragmentar (offline) um sistema ext3, esse deve ser convertido previamente para ext2, podendo destruir dados. Atualmente, já existem outros maneiras de desfragmentar o ext3. Antigamente, no ext3 os ponteiros de blocos nos i-nodes dos arquivos apagados são zerados, dificultando a recuperação dos arquivos. Uma nova característica do ext3 é a recuperação dos arquivos.
20 Referências o=
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