PLANO GERAL DE CONTABILIDADE

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1 PLANO GERAL DE CONTABILIDADE

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3 REPÚBLICA DE ANGOLA Conselho de Ministros DECRETO N.º 82/2001 De 16 de Novembro Face à crescente globalização da economia mundial e a necessidade de harmonizar as práticas locais com as internacionais, assume-se com especial relevância a aprovação do plano geral de contabilidade, em anexo ao presente diploma. Nos termos das disposições combinadas da alínea f) do artigo 112.º e do artigo113.º ambos da lei Constitucional, o governo decreta o seguinte: Artigo 1.º É aprovado o Plano Geral de Contabilidade, anexo ao presente decreto e que dele faz parte integrante. Artigo 2.º O Plano Geral de Contabilidade é obrigatoriamente aplicável às Sociedades Comercias e Empresas Públicas, que: 1. Exerçam actividades em Angola. 2. Exerçam actividades em outros países mas que tenham a respectiva sede em Angola Artigo 3.º O Plano Geral de Contabilidade não é aplicável a entidade que exerçam actividades para a qual esteja prevista a existência de planos de contas específicos, nomeadamente actividades bancária e seguradora e outras que futuramente venham estar sujeitas a idêntico regime. Artigo 4.º Ficam dispensado do disposto no n.º 1 do artigo 2.º aqueles que exerçam actividade a título individual. Artigo 5º 1. A elaboração da contabilidade das entidades a quem seja aplicável o disposto no artigo 2. º Deverá obedecer às disposições constante do Plano Geral de Contabilidade, o mais tardar, a partir do primeiro exercício económico com início em 1 de Janeiro de As demonstrações financeiras preparadas em obediência ao Plano Geral de Contabilidade, deverão ser assinadas por contabilista escritos na entidade Representativa dos Contabilistas e dos Peritos Contabilistas. Artigo 6º Compete aos Ministro das Finanças para alterar, através de decreto executivo, os seguintes elementos do plano Geral de Contabilidade ora aprovado: a) Nomenclatura, código e conteúdo das contas; b) Introdução de novas contas ou eliminação das existentes.

4 Artigo 7.º 1. Para o exercício das funções referidas no número anterior poderá ser consultada a Ordem de Contabilistas e dos peritos Contabilistas a quem compete a defesa e o desenvolvimento da profissão de contabilista em Angola. Artigo 8.º 1. As dúvidas e omissões resultantes da interpretação e aplicação do presente decreto serão resolvidas por despacho do Ministro das Finanças. Artigo 9º É revogada toda a legislação que contrarie o disposto no presente decreto, designadamente o decreto n.º 70/89, de 23 de Dezembro. Este decreto entra em vigor na data da sua publicação. Artigo 10º Visto e aprovado em conselho de Ministros, em Luanda, aos 10 de Agosto de Publique-se. O Presidente da República José Eduardo dos Santos

5 PLANO GERAL DE CONTABILIDADE 1. DISPOSIÇÃO GERAL 1.1. Identificação Todas as componentes das Demonstrações Financeiras devem identificar: O nome da entidade que relata. O período de relato A moeda de relato e a respectiva grandeza Nome da entidade que relata O nome da entidade que relata deve incluir a sigla identificadora da forma jurídica que tal entidade tem Período de relato As Demonstrações Financeiras abrangem, regra geral, um período de 12 meses com término em 31de Dezembro. Sempre que tal se justifique, as demonstrações financeiras podem, excepcionalmente: 05 Referirem-se a um período com término diferente de 31 de Dezembro. Abranger um período inferior a 12 meses. Contudo, em qualquer das situações, as Demonstrações Financeiras devem ser preparadas em referência ao último dia do último mês do período a que dizem respeito Moeda de relato e respectiva grandeza É obrigatório que o relato seja efectuado na moeda oficial do país, que no momento presente é o Kwanza (Akz). Nada obsta a que a entidade que elabore, em simultâneo, Demonstrações financeiras usando outra moeda de relato, como por exemplo dólares (USD). Na moeda de relato obrigatória a respectiva grandeza não deverá ser inferior à unidade de milhar. Em outras moedas de relato a decisão sobre a respectiva grandeza fica ao critério da entidade que relata.

6 1.5. Componentes de Preparação obrigatória São de preparação obrigatórias as seguintes componentes das demonstrações financeiras: O balanço. A demonstração de resultado por natureza ou, em sua substituição, a demonstração de resultados por funções. A demonstração de fluxos de caixas elaborada pelo método directo ou, em sua substituição, a demonstração de fluxo de caixa elaborada pelo método indirecto. As Notas às contas Disposição, nomenclatura e número de ordem Não são permitidas quaisquer alterações à disposição, nomenclatura e número de ordem das rubricas constantes dos modelos das componentes das Demonstrações Financeiras definidas nesse plano em valores As rubricas constantes dos modelos das componentes das demonstrações financeiras definidas nesse plano, que não apresentem qualquer valor no período a que se refere o relato, poderão ser omissas desde que os saldos ou quantias do período precedente, apresentadas para efeitos comparativos, se apresentem igualmente sem valor. 06 Ainda que tais rubricas sejam omissas, o número de ordem das restantes rubricas deve manter-se inalterado Notas não aplicáveis As notas constantes do modelo de Notas às Contas definidas neste plano, que não sejam aplicáveis, poderão ser omissas desde que não sejam aplicáveis também em referência aos comparativos do exercício precedente. Esta opção fica condicionada a divulgação da sua não aplicabilidade. Ainda que tais notas sejam omissas, o número de ordem das restantes deve manter-se inalterado Derrogações às políticas contabilísticas Regra geral, não são permitidas derrogações às políticas contabilísticas definidas neste plano. A título excepcional, estas políticas contabilísticas poderão ser derrogadas: Se tal for necessário para que as demonstrações financeiras representem uma imagem verdadeira e apropriada da situação financeira e dos resultados das operações da entidade que relata, e Desde que tal facto seja adequadamente divulgado nas Notas às Contas. Em contrapartida, o uso de política contabilística que ponha em causa a imagem verdadeira e apropriada das Demonstrações Financeiras não poderá ser considerada adequada ainda que se encontre devidamente divulgada nas Notas de Contas.

7 2. BALANÇO 2.1. Conceito O Balanço é uma demonstração contabilística destinada a evidenciar, quantitativamente e qualitativamente, numa determinada data, a posição patrimonial e financeira de uma entidade Conteúdo O balanço é constituído pelas seguintes Classes: Activo: Recursos (bens e direitos) controlados por uma entidade como resultado de acontecimentos passados e dos quais se espera que fluam para entidade de benefícios económicos futuros. Estes recursos podem dividir- se em duas categorias principais: Activos não correntes, que se espera que permaneça na posse da entidade por um período superior a um ano. Activos correntes, que se espera que permaneça na posse da entidade por um período até um ano. Passivo: Obrigações presentes da entidade provenientes de acontecimentos passados, do pagamento dos quais se espera que resultem exfluxos de recursos da empresa incorporando benefícios económicos. Estas obrigações podem dividir-se em duas categorias principais: Passivos não correntes, que se espera que venham a ser pagos pela entidade num período superior a um ano. Passivos Correntes, que se espera que venham a ser liquidados pela entidade num período até um ano. 07 Capital Próprio: - Interesse residual no Activo depois de deduzido o passivo Estrutura A estrutura do Balanço deve obedecer ao modelo constante da página seguinte

8 BALANÇO Entidade Balanço em Valores expressos em Akz DESIGNAÇÃO NOTAS N N-1 ACTIVO Activos não correntes: Imobilizações corpóreas 4 Imobilizações incorpóreas 5 Investimentos em subsidiárias e associadas 6 Outros activos financeiros 7 Outros activos não correntes 9 Total do Activo não Corrente Activos correntes: Existências 8 Contas a receber 9 Disponibilidades 10 Outros activos correntes Total do activo corrente Total do activo CAPITAL PRÓPRIO E PASSIVO Capital próprio: Capital 12 Reservas 13 Resultados transitados 14 Resultados do exercício Total do Capital Próprio Passivo não corrente: Empréstimos de médio e longo prazos 15 Impostos diferidos 16 Provisões para pensões 17 Provisões para outros riscos e encargos 18 Outros passivos não correntes 19 Total do Passivo não corrente Passivo corrente: Contas a pagar 19 Empréstimos de curto prazo 20 Parte cor. dos emp. a médio e longos prazos 15 Outros passivos correntes 21 Total do passivo Corrente Total do capital próprio e passivo

9 3. DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADOS 3.1 Conceito A Demonstração de Resultados é uma demonstração contabilística destinada a evidenciar a composição do resultado formado num determinado período de operações de uma entidade. 3.2 Conteúdo A Demonstração de Resultados é constituída pelas seguintes classes: Proveitos: - Aumentos dos benefícios económicos, durante o período, na forma de influxos ou melhorias de activos ou diminuições de passivos que resultem em aumento dos capitais próprios, que não sejam os relacionados com as contribuições dos participantes no Capital Próprio. Custos: - Diminuição nos benefícios económicos, durante o período, na forma de ex fluxos ou perdas de valor de activos ou no aumento de passivos que resultem em diminuição dos capitais próprios, que não sejam os relacionados com as distribuições aos participantes no Capital Próprio. 3.3 Estrutura A estrutura da Demonstração de Resultados deve obedecer a um dos modelos constantes das páginas seguintes 09

10 DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADOS DE EXERCÍCIO (POR NATUREZA) Empresa Demonstração de resultados em Valores expressos em Akz DESIGNAÇÃO NOTAS N N-1 Vendas 22 Prestações de serviços 23 Outros proveitos operacionais 24 Total de Vendas Variação nos produtos acabados e Produtos em via de Fabrico 25 Trabalhos para a própria empresa Custos das mercadorias vendidas e das matérias-primas e subsidiárias consumidas 27 Custos com o pessoal 28 Amortizações 29 Outros custos e perdas operacionais 30 Resultados operacionais Resultados financeiros 31 Resultados de filiais e associadas 32 Resultados não operacionais 33 Resultados antes de impostos Imposto sobre os rendimentos 35 Resultados líquidos das actividades correntes Resultados extraordinários 34 Imposto sobre o rendimento 35 Resultado líquido do exercício

11 DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADOS DE EXERCÍCIO (POR FUNÇÃO) Empresa Demonstração de resultados em Valores expressos em Akz DESIGNAÇÃO NOTAS N N-1 Vendas 22 Prestações de serviços 23 Custo das vendas Margem Bruta: Outros proveitos operacionais Custos de distribuição Custos administrativos Outros custos e perdas operacionais 11 Resultados operacionais: Resultados financeiros 31 Resultados de filiais e associadas 32 Resultados não operacionais 33 Resultados antes de impostos: Imposto sobre o rendimento 35 Resultados líquidos das actividades correntes: Resultados de operações em descontinuação ou descontinuadas Efeitos das alterações de políticas contabilísticas Resultados extraordinários 34 Imposto sobre o rendimento 35 Resultado líquido do exercício

12 4. DEMONSTRAÇÃO DE FLUXOS DE CAIXA 4.1. Conceito A Demonstração de Fluxo de Caixa é uma demonstração contabilística destinada a evidenciar como foi gerado e utilizado o dinheiro no período em análise Conteúdo Por forma a evidenciar como foi gerado e utilizado o dinheiro no período em análise a Demonstração de Fluxos de Caixa mostra, por actividades: As fontes de caixa e equivalentes de caixa a que a empresa teve acesso durante um determinado período de tempo, e O destino que foi dado a tais fontes. Assim, a Demonstração de Fluxo de Caixa tem as seguintes componentes: 12 Fluxos resultantes das actividades operacionais Fluxos resultantes das actividades de investimentos Fluxos resultantes das principais actividades geradoras de proveitos da entidade e de outras actividades que não sejam de investimento ou de financiamento Fluxos resultantes da aquisição e alienação de activos a longo prazo e de outros investimentos não incluídos em equivalência de caixa Fluxos resultantes das actividades de financiamento Fluxos resultantes das actividades que têm como consequência alterações na dimensão e composição do capital próprio e nos empréstimos pedidos pela entidade 4.3. Estrutura A estrutura da Demonstração de Fluxo de Caixa deve obedecer um dos modelos constante das páginas seguintes. Este modelo contem a informação mínima que devera ser relatada e deverá ser tido em conta que: As linhas a tracejado relativas a resultados extraordinários deverão ser substituídas por designação apropriadas. Podem ser criadas outras rubricas nas restantes linhas que se encontram a tracejado.

13 MODELO DE DEMONSTRAÇÃO DE FLUXOS DE CAIXA (MÉTODO DIRECTO) Empresa Demonstração de Fluxo de Caixa para o exercício findo em Valores expressos em Akz DESIGNAÇÃO NOTAS N N-1 Fluxo de caixa das actividades operacionais: Recebimento (de caixa) de clientes Pagamentos (de caixa) a fornecedores e empregados Caixa gerada pelas operações: Juros pagos: Impostos s/os lucros pagos Fluxo de caixa antes da rubrica extraordinária: 13 Caixa liquida proveniente das actividades operacionais Fluxo de caixa das actividades de investimento: Recebimento proveniente de: Imobilizações corpóreas Imobilizações incorpóreas Investimentos financeiros 45 Subsídios a investimento Juros e proveitos similares Dividendos ou lucros recebidos Pagamentos respeitante a: Imobilizações corpóreas Imobilizações incorpóreas Investimentos financeiros 46 (continua na pagina seguinte)

14 DESIGNAÇÃO NOTAS N N-1 Fluxo de caixa antes da rubrica extraordinária: Caixa líquida usada nas actividades de investimento Fluxo de caixa das actividades de financiamento: Recebimento proveniente de: Aumentos de capital, prestações suplementares e Vendas de acções ou quotas próprias Cobertura de prejuízos 14 Empréstimos obtidos Subsídios à exploração e doações Pagamentos respeitante a: Reduções de capital e prest. suplement Compras de acções ou quotas próprias Dividendos ou lucros pagos Empréstimos obtidos Amort. de contratos de locação finan Juros e custos similares pagos Fluxo de caixa antes da rubrica extraordinária: Caixa líquida usada nas actividades de financiamento Aumento líquido de caixa e seus equivalentes Caixa e seus equivalentes no inicio do período 43,47 Caixa e seus equivalentes no fim do período 43,47

15 MODELO DE DEMONSTRAÇÃO DE FLUXOS DE CAIXA (MÉTODO INDIRECTO) Empresa Demonstração de Fluxo de Caixa para o exercício findo em Valores expressos em Akz DESIGNAÇÃO NOTAS N N-1 Fluxo de caixa das actividades operacionais: Resultado líquido antes dos impostos e das rubricas extraordinárias Ajustamentos Depreciações Amortizações Ganhos na alienação de imobilizações Perdas na alienação de imobilizações Resultados financeiros Resultados extraordinários Resultados operacionais antes das alterações do capital circulante: Aumento das existências Diminuição das existências Aumento das dívidas de terceiros operacionais Diminuição das dívidas de terceiros operacionais Aumento de outros activos operacionais Diminuição de outros activos operacionais Aumento das dívidas a terceiros operacionais Diminuição das dívidas a terceiros operacionais Aumento de outros passivos operacionais Diminuição de outros passivos operacionais 15 Caixa gerada proveniente das operações: Juros pagos Imposto s/os lucros pagos Fluxo de caixa antes de resultados extraordinários Caixa líquida proveniente das actividades operacionais (continua na pagina seguinte)

16 DESIGNAÇÃO NOTAS N N-1 Fluxo de caixa das actividades investimentos: Recebimento proveniente de: Imobilizações corpóreas Imobilizações incorpóreas Investimentos financeiros 45 Subsídios a investimento Juros e proveitos similares Dividendos ou lucros recebidos Pagamentos respeitante a: Imobilizações corpóreas Imobilizações incorpóreas Investimentos financeiros 46 Fluxo de caixa antes da rubrica extraordinária: Caixa líquida proveniente das actividades investimento 16 Fluxo de caixa das actividades de financiamento: Recebimento proveniente de: Aumentos de capital, prestações suplementares e Prémios de emissão Vendas de acções ou quotas próprias Cobertura de prejuízos Empréstimos obtidos Subsídios à exploração e doações Pagamentos respeitante a: Reduções de capital e prestações suplementares Compras de acções ou quotas próprias Dividendos ou lucros pagos Empréstimos obtidos Amortização de contratos de locação financeira Juros e custos similares pagos Fluxo de caixa antes da rubrica extraordinária: Caixa líquida usada nas actividades de financiamento Aumento líquido de caixa e seus equivalentes Caixa e seus equivalentes no inicio do período 43,47 Caixa e seus equivalentes no fim do período 43,47

17 MODELO DE NOTAS ÀS CONTAS Empresa Notas às contas em referência ao exercício findo em Valores expressos em Akz INTRODUÇÃO: 1 - Actividade. 2 - Bases de preparação das demonstrações financeiras e derrogações. 3 - Alterações nas políticas contabilísticas. NOTAS AO BALANÇO: 4 - Imobilizado corpóreo. 5 - Imobilizado Incorpóreo 6 - Investimento em filiais e associadas. 7 - Outros activos financeiros. 8 - Existências. 9 - Outros activos não correntes e contas a receber 10 - Disponibilidades 11 - Outros activos correntes Capital Reservas Resultados transitados. 15 -Empréstimos de médio e longo prazo e respectiva parte corrente Impostos diferidos Provisão para pensões Provisão para outros riscos e encargos Outros Passivos não correntes Contas a pagar: 21 -Outros passivos correntes. 17 NOTAS À DEMONSTRAÇÕES DE RESULTADO: 22 - Vendas Prestações de serviços Outros proveitos operacionais Variações nos produtos acabados e produtos em vias de fabrico Trabalho para própria empresa Custos das mercadorias vendidas e das matérias consumidas Custo com o pessoal Amortizações Outros custos e Perdas operacionais Resultados financeiros Resultado de filiais e associadas Resultados não extraordinários.

18 34 - Resultados extraordinários Imposto sobre o rendimento. OUTRAS NOTAS RELACIONADAS COM A POSIÇÃO FINANCEIRA E OS RESULTADOS DAS OPERAÇÕES: 36 - Responsabilidades assumidas e não reflectidas no passivo Contingências Acontecimentos ocorridos após a data de Balanço Auxílios de Governo e outras entidades Transacções com empresas do grupo Informações exigidas por diplomas legais Outras informações consideradas relevantes. NOTAS SOBRE A DEMONSTRAÇÃO DE FLUXOS DE CAIXA: Políticas adoptadas Alterações nas políticas Alienações de filiais e associadas Aquisições de filiais e associadas Caixa e equivalentes de caixa Operações não efectuadas por caixa e seus equivalentes Outras informações necessárias a compreensão da demonstração de fluxos de caixa.

19 MODELO DE NOTAS ÀS CONTAS Empresa Notas às contas em referência ao exercício findo em Valores expressos em Akz INTRODUÇÃO 1. Actividade Fazer uma breve descrição das actividades da empresa. 2. Políticas contabilísticas adoptadas na preparação das Demonstrações Financeiras 2.1. Base de apresentação das demonstrações financeiras Indicar se as demonstrações financeiras se encontram preparadas de acordo com o Plano Geral de Contabilidade em vigor em Angola e se: Respeitam as características de relevância e fiabilidade. Foram preparadas na base da continuidade e do acréscimo. Foram preparadas em obediência aos princípios contabilísticos da consistência, materialidade, não compensação de saldos e comparabilidade. 19 Indicar se existem derrogações às disposições constantes do Plano Geral de Contabilidade em vigor em Angola e quais os motivos que as justificarem Bases de valorimetria adoptadas na preparação das demonstrações financeiras Indicar: A base de valorimetria global adoptadas (custo histórico ou custo corrente). As taxas de câmbio usadas para a valorimetria de activos e passivos cujo valor esteja dependente das flutuações da moeda estrangeira Critério de reconhecimento e base de valorimetria específicas Indicar os critérios de reconhecimento e as bases de valorimetrias específicas usadas para: Imobilizações corpóreas: Indicar: Base de medição usada para determinar a quantia bruta registada. Critério de reconhecimento: Valor a partir do qual os bens são capitalizados. Usados para encargos com melhoramentos. Usados para encargos com reparação e manutenção.

20 Método de depreciação usados. Vida útil, por categoria e taxas de depreciação usadas. Em caso de reavaliação: Base de reavaliação (Incluindo a indicação se esteve envolvido um perito avaliador independente). Data entrada em vigor da reavaliação. Natureza dos índices usados para determinar o custo de reposição. Imobilizações incorpóreas: Indicar: Base de medição usada para determinar a quantia bruta registada. Critérios de reconhecimento, em especial para: Trespasse. Despesas de investigação. Despesas de desenvolvimento. Métodos de amortização usados, em especial: Justificação e fundamentos para utilização de um método diferente das quotas constantes, no que respeita a trespasses. Vidas úteis, por categoria e taxas de depreciação usadas, em especial: Justificação para a adopção de uma vida útil ou período de amortização superior a cinco anos, no que respeita a trespasses. 20 Investimento em subsidiárias e associadas: Indicar: Base de medição usada para determinar a quantia bruta registada. Método de determinação e reconhecimento de declínios não temporários no valor dos investimentos. Outros activos financeiros: Indicar, no que respeita a imóveis: Base de medição usada para determinar a quantia bruta registada. Critérios de reconhecimento: Usados para encargos com melhoramentos. Usados para encargos com reparação e manutenção. Métodos de depreciação usadas. Vidas úteis, por categoria e taxas de depreciação usadas. Em caso de reavaliação: Base de reavaliação (Incluindo a indicação se esteve envolvido um perito avaliador independente). Data de entrada em vigor da reavaliação. Natureza dos índices usados para determinar custo de reposição. Indicar, no que respeita a outros investimentos: Base de medição usada para determinar a quantia bruta registada. Métodos de determinação e reconhecimento de declínios não temporários no valor dos investimentos.

21 Existências: Indicar, para existências em geral: Políticas contabilísticas adoptadas na medição dos inventários, incluindo o método de custeio usado. Quando o método de custeio usado for o LIFO, a diferença entre o valor dos inventários apresentados nas demonstrações financeira e o que resultaria da aplicação do: Custo médio ou valor dos dois o mais baixo e do FIFO ou valor de mercado dos dois o mais baixo. Indicar, para os contratos de construção plurienais: Método usado para determinar os proveitos dos contratos reconhecidos no período. Método usado para determinar a fase de acabamento dos contratos em progresso ou em curso. Contas a receber: Indicar: Valorimetria adoptada. Critério utilizado para determinação do valor realizável líquido, quando aplicável. Disponibilidades: Indicar: Valorimetria adoptada. Critério utilizado para determinação do valor realizável líquido, quando aplicável. 21 Outros activos correntes: Indicar: Critério utilizado para: O reconhecimento como activo. Para o reconhecimento em resultados no ou nos seguintes. Valorimetria adoptada. Provisões para outros riscos e encargos: Indicar: Critério utilizado para reconhecimento como passivo: Valorimetria adoptada. Outros passivos correntes: Indicar: Critério utilizado para: O reconhecimento como passivo. Para o reconhecimento em resultado no ou nos anos seguintes. Valorimetria adoptada.

22 Vendas: Indicar: Políticas contabilísticas adoptadas para o reconhecimento do rédito. Prestações de serviço: Indicar: Políticas contabilísticas adoptadas para o reconhecimento do rédito. Métodos adoptados para determinar a fase de acabamento das transacções. Royalties: Indicar: Políticas contabilísticas adoptadas para o reconhecimento do rédito Subsídios: Indicar: Políticas contabilísticas adoptadas para o reconhecimento do rédito Juros: Indicar: Políticas contabilísticas adoptadas para o reconhecimento do rédito 22 Erros fundamentais: Indicar: Critério utilizado para o reconhecimento de erros fundamentais. Imposto sobre os lucros: Indicar: Enquadramento fiscal da empresa, incluindo uma descrição dos fundamentos nos quais se baseia uma eventual isenção. Base de apuramento do imposto. Taxa nominal de imposto. Tratamento dado a impostos diferidos. Situações que podem levar a ajustamentos no cálculo do imposto. Exemplo de nota no caso da empresa pertencer ao grupo A: A empresa encontra-se sujeita à tributação em sede de imposto Industrial Grupo A. O imposto é calculado com base no lucro tributável (resultado contabilístico corrigido para efeitos fiscais) utilizando uma taxa nominal de 35%. (A lei nº 19/14 de 22 de Outubro na sua alínea 1 do artigo 64º - taxas, do código do imposto industrial, actualiza a taxa 35% para 30% a partir de 1 de Janeiro de 2014) O imposto apurado refere-se em exclusivo ao imposto corrente não sendo calculado nem registados quaisquer imposto diferidos, quer activos, quer passivos. A entrega do imposto é efectuada por auto-liquidação mediante a entrega de uma declaração que encontra sujeita à revisão e correcção por parte das autoridades fiscais durante um período de cinco anos.

23 3. Alteração nas políticas contabilísticas Indicar se as políticas contabilísticas adoptadas foram alteradas em relação às que haviam sido seguidas em relação ao exercício precedente. No caso de terem sido alteradas, indicar: Razões que determinaram a alteração. Critério usado para o reconhecimento dos efeitos das alterações das políticas. Natureza das alterações que deveriam ser efectuadas na informação do período precedente para que as informações fossem comparáveis. NOTAS AO BALANÇO 4. Imobilização Corpórea 4.1. Composição Valor bruto Amortizações acumuladas Valor líquido Terrenos e Recursos Naturais Edifícios e outras construções Equipamento básico Equipamento de transporte Equipamento administrativo Outras imobilizações corpóreas Taras e vasilhame Imobilizações em Curso Adiant. por conta de imóbil. Corp Composição por critérios de valorimetria adoptados Valor líquido Custo Valor de Total histórico reavaliação Terrenos e Recursos Naturais Edifícios e outras construções Equipamento básico Equipamento de transporte Equipamento administrativo Outras imobilizações corpóreas Taras e vasilhame Imobilizações em Curso Adiant. por conta de imóbil. Corp

24 4.3. Movimento, ocorridos durante o exercício, no valor bruto Saldo Inicial Reavaliações Aumentos Alienações Abates/transf. Saldo Final Terrenos e Recursos Naturais Edifícios e outras construções Equipamento básico Equipamento de transporte Equipamento administrativo Outras imobilizações corpóreas Imobilizações em Curso Adiant. por conta de imóbil. Corp 4.4. Movimentos, ocorridos durante o exercício, nas amortizações acumuladas Saldo Inicial Reavaliações Reforço Alienações Abates/transf. Saldo Final 24 Terrenos e Recursos Naturais Edifícios e outras construções Equipamento básico Equipamento de transporte Equipamento administrativo Taras e vasilhame Outras imobilizações corpóreas 4.5. Custos financeiros (diferenças de câmbio e custo de empréstimos) capitalizados Custos financeiros capitalizados Em anos No ano Total anteriores Terrenos e Recursos Naturais Edifícios e outras construções Equipamento básico Equipamento de transporte Equipamento administrativo Taras e vasilhame Outras imobilizações corpóreas Imobilizações em Curso

25 4.6. Restrições existentes Valor líquido de imobilizações Em poder Implantados Localizadas Revers. Penhoradas Hipotecas de terceiros em propriedade no (a) (b) (b) alheia estrangeiro Terrenos e Recursos Naturais Edifícios e outras construções Equipamento básico Equipamento de transporte Equipamento administrativo Taras e vasilhame Outras imobilizações corpóreas Imobilizado em curso (a) Indicar as datas e razões da reversibilidade. (b) Indicar os passivos com os quais se relacionam as garantias Compromissos assumidos para aquisição de imobilizações corpóreas 25 Compromisso Totais Já Por assumidos concretizados concretizados Terrenos e Recursos Naturais Edifícios e outras construções Equipamento básico Equipamento de transporte Equipamento administrativo Outras imobilizações corpóreas Taras e vasilhame Outras imobilizações corpóreas Imobilizado em curso

26 5. Imobilizado incorpóreo 5.1. Composição Valor bruto Amortizações acumuladas Valor líquido Trespasse Despesas de desenvolvimento (a) Propriedade industrial e outros direitos e contratos Despesas de constituição (b) Outras imobilizações corpóreas (a) As despesas de desenvolvimento referem-se a: Descrever a natureza (b) As despesas de constituição referem-se a: Descrever a natureza 5.2. Movimentos, ocorridos durante e o exercício, no valor bruto 26 Saldo Inicial Aumentos Diminuições Saldo final Trespasse Despesas de desenvolvimento Propriedade industrial e outros direitos e contratos Despesas de constituição Outras imobilizações corpóreas Movimentos, ocorridos durante o exercício, nas amortizações acumuladas Saldo Inicial Aumentos Diminuições Saldo final Trespasse Despesas de desenvolvimento Propriedade industrial e outros direitos e contratos Despesas de constituição Outras imobilizações corpóreas

27 6. Investimentos em subsidiárias e associadas 6.1. Composição Valor bruto Provisões Valor líquido acumuladas Subsidiárias: Partes de Capital (a) Obrigações e outros títulos de Participação Empréstimos Adiantamentos por conta Associadas: Partes de Capital (b) Obrigações e outros títulos de Participação Empréstimos Adiantamentos por conta (a) Parte de capital em subsidiárias. (b) Parte de capital em associadas Se a empresa não for a que relata, indicar quem é a empresa-mãe, qual é o nome e forma jurídica e onde se encontra localizada a respectiva sede. 27 Preencher o quadro seguinte: Subsidiárias Contas da subsidiária Capitais próprios Capitais próprios % de participação % de votos detidos Valores detidos Quantia Bruta Registada Descrever, por subsidiárias, os seguintes dados: Firma... Forma jurídica... Sede... Preencher o quadro seguinte: Subsidiárias Contas da associada Capitais próprios Capitais próprios % de participação % de votos detidos Valores detidos Quantia Bruta Registada Descrever, por subsidiárias, os seguintes dados: Firma... Forma jurídica... Sede...

28 6.2. Movimentos, ocorridos durante o exercício, nas provisões Saldo Inicial Aumentos Diminuições Saldo final Subsidiárias: Partes de Capital Obrigações e outros títulos de Participação Empréstimos Adiantamentos por conta Associadas: Partes de Capital Obrigações e outros títulos de Participação Empréstimos 6.3. Restrições existentes 28 Subsidiárias: Partes de Capital Obrigações e outros títulos de Participação Associadas: Partes de Capital Obrigações e outros títulos de Participação Penhoras e outras restrições Quantidade de títulos Valor líquido 6.4. Contingências Nas contas das subsidiárias e associadas Parcela da responsabilidade da empresa Subsidiárias: Contingências e compromissos de capital Contingências e relacionadas com passivos Associadas: Contingências e compromissos de capital Contingências relacionadas com passivos

29 7. Outros activos financeiros 7.1. Composição Valor Bruto Amortizações Acumuladas Provisões Valor Líquido Investimentos em outras empresas Investimentos em Imóveis Fundos Outros Investimentos Financeiros 7.2. Movimentos, ocorridos durante o exercício, nos investimentos em imóveis Saldo Inicial Aquisições Aumentos Reavaliações Alienações Reduções Reavaliações Total 29 Valor bruto Amortizações acumuladas 7.3. Movimentos, ocorridos durante o exercício, nas provisões Saldo Inicial Aumentos Diminuições Saldo final Investimentos em outras empresas Fundos Outros Investimentos Financeiros

30 7.4. Restrições existentes Valor líquido dos investimentos Em poder de terceiros Implantados em propried. alheia Localizadas no estrangeiro Reversíveis (a) Penhorados (b) Hipotecados (b) Investimento em imóveis (a) Indicar as datas e razões da reversibilidade. (b) Indicar os passivos com os quais se relacionam as garantias. Penhoras e outras restrições (a) Quantidade de títulos Valor líquido Investimentos em outras empresas Fundos Outros Investimentos Financeiros 30 (a) Indicar os passivos com os quais se relacionam as garantias 8. Existências 8.1. Composição Valor bruto Amortizações acumuladas Valor líquido Matérias-primas, subsidiárias e de consumo Produtos e trabalhos em curso Produtos acabados e intermédios Subprodutos, desperdícios, resíduos e refugos Mercadorias Matérias-primas, mercadorias e matérias em trânsito.. - -

31 8.2. Movimentos, ocorridos durante o exercício, nas provisões Saldo Inicial Aumentos Diminuições Saldo final Matérias-primas, subsidiárias e de consumo Produtos e trabalhos em curso Produtos acabados e intermédios Subprodutos, desperdícios, resíduos e refugos Mercadorias Matérias-primas, mercadorias e matérias em trânsito. 8.3.Restrições existentes Penhores para garantia de passivos (valor líquido) Matérias-primas, subsidiárias e de consumo Produtos e trabalhos em curso Produtos acabados e intermédios Subprodutos, desperdícios, resíduos e refugos Mercadorias Matérias-primas, mercadorias e matérias em trânsito Informações relativas a contratos plurienais em curso Valores Saldo Inicial Em anos anteriores Reconhecidos em resultados No exercício Total Por reconhecer (b) Custos dos contratos Facturação a clientes A facturar a clientes (a) Prejuízos estimados Margem acumulada dos contratos (a) Considerados como outros activos correntes (ver nota 11) por se referir a trabalho executado que se encontra por facturar (b) Não forem reconhecidos em resultados por se referirem a:

32 Preencher o quadro seguinte: Custos incorridos que não respeitam o trabalho executado Facturação relactiva a adiantamentos Facturação em excesso do trabalho executado Total Custos dos contratos Facturação a clientes Produto e trabalho em curso (Nota 8.1) Contas a pagar (Nota 19.1) Outros passivos correntes (21) 9. Outros activos não correntes e contas a receber 9.1. Composição Corrente Vencível até 5 anos Não corrente Vencível a mais de 5 anos Total 32 Clientes correntes Clientes títulos a receber Clientes de cobrança duvidosa Fornecedores - saldos devedores Estado Participantes e participadas Pessoal Devedores vendas de imobilizado Outros devedores Provisões para cobranças duvidosas 9.2. Movimentos, ocorridos durante o exercício, nas provisões Saldo Inicial Aumentos Diminuições Saldo final Clientes correntes Clientes títulos a receber Clientes de cobrança duvidosa Fornecedores - saldos devedores Estado Participantes e participadas Pessoal Devedores vendas de imobilizado Outros devedores - - -

33 10. Disponibilidade Composição N N-1 Títulos negociáveis Saldos em bancos Caixa Provisões Movimentos, ocorridos durante o exercício, nas provisões Saldo Inicial Aumentos Diminuições Saldo final Provisões para títulos negociáveis Provisões para outras aplicações de tesouraria Restrições existentes 33 Penhores para garantias de passivos (valor líquido) Outras restrições (valor líquido) Títulos negociáveis Saldos em bancos Caixa 11. Outros activos correntes Composição N N-1 Contratos plurienais em curso (Nota 8.4) Enumerar as restantes sub-rubricas Encargos a repartir por exercícios futuros Enumerar as sub-rubricas

34 12. Capital Composição e movimentos no período Saldo Inicial Aumentos Diminuições Saldo final Capital Acções/quotas próprias Prémios de emissão Prestações suplementares Capital Saldo Inicial Aumentos Diminuições Saldo final (a) (b) Sócios/accionistas com participação superior a 20% 34 Indicar o nome ou a firma (a) Aumentos de capital. Indicar a forma como se realizou o capital social (b) Capital subscrito e ainda não realizado Saldo Inicial Aumentos Diminuições Saldo final Capital subscrito e não realizado c) Composição do capital após aumento, no caso da entidade se tratar de uma sociedade anónima. Indicar: O número de acções em que se divide o capital social. Valor nominal de cada acção. Categoria de acções, indicando, relativamente a dividendos ou reembolsos, para cada tipo de categoria: Direitos Preferências Restrições Prestações Suplementares Indicar: Forma de constituição Restrições de utilização

35 13. Reservas Composição Saldo Inicial Aumentos Diminuições Saldo final Reserva Legal (a) Reserva de Reavaliação (b) Reserva com fins Especiais (c) Reservas Livres (a) Reservas legais: A reserva legal foi constituída ao abrigo do artigo 192.º do Código Comercial e só pode ser usada para aumentar o capital ou cobrir prejuízos depois de todas as restantes reservas se terem esgotado. Indicar a natureza, objectivos e restrições de distribuição para cada um dos tipos de reservas. (b) Reservas de reavaliação: As reservas de reavaliação foram criadas da seguinte forma: Ao abrigo das disposições em vigor e só podem ser usadas para aumentar o capital ou cobrir prejuízos acumulados até à data a que se reporta a avaliação; e/ou Mediante avaliação por perito independente e só podem ser usadas para aumentar o capital ou cobrir prejuízos acumulados desde que se encontrem realizadas ou pela venda dos bens valorizados pela sua completa amortização. (c) Reservas com fins especiais: Indicar a natureza, objectivos e restrições de distribuição para cada um dos tipos de reservas. 14. Resultados Transitados Composição Saldo Inicial Aumentos Diminuições Saldo final Saldo Inicial Movimentos no período: Transferência dos resultados do exercício anterior Aplicação de resultados (a) Erros fundamentais Alterações de políticas contabilísticas (b) Efeito de impostos dos erros fundamentais e das alterações de políticas contabilísticas (b) Outros movimentos Discriminar (a) Aplicação de resultados (b) Efeito, líquido de impostos, dos erros fundamentais e das alterações de políticas contabilísticas.

36 N N-1 Reserva legal Reserva com fins especiais Reservas livres Dividendos/lucros distribuídos Em anos anteriores Efeito nos comparativos Outros anos Total Erros fundamentais Indicar a natureza de cada movimento Alterações de políticas contabilísticas Indicar a natureza das políticas alteradas Impostos sobre os lucros (Nota 35) Empréstimos correntes e não correntes Composição Não corrente Corrente Vencível até 5 anos Vencível a mais de 5 anos Total Empréstimos bancários Empréstimos por obrigações Empréstimos por título de participação Outros empréstimos

37 15.2. Movimentos ocorridos durante o exercício Saldo Inicial Aumentos Diminuições Saldo final Empréstimos bancários Empréstimos por obrigações Empréstimos por título de participação Outros empréstimos Condições de financiamento Taxa de juro Moeda estrangeira Valor da moeda local Empréstimos bancários Efectuar subdivisões por tipo de moeda estrangeira, se aplicavel Empréstimos por obrigações Efectuar subdivisões por tipo de moeda estrangeira, se aplicavel 37 Empréstimos por títulos de participação Efectuar subdivisões por tipo de moeda estrangeira, se aplicavel Outros empréstimos Efectuar subdivisões por tipo de moeda estrangeira, se aplicavel Activos afectos à garantia dos empréstimos N N-1 Discriminar

38 16. Impostos diferidos Fica temporariamente suspensa a obrigatoriedade de elaborar a presente nota até que a matéria relativa a impostos diferidos venha a ser regulamentada. 17. Provisões para pensões Movimentos, ocorridos durante o exercício, nestas provisões Saldo Inicial Aumentos Diminuições Saldo final Provisões para pensões Activos afectos a estas provisões N N-1 Discriminar Provisões para outros riscos e encargos Movimentos, ocorridos durante o exercício, nestas provisões Saldo Inicial Aumentos Diminuições Saldo final Provisões para processos judiciais em curso Provisões para acidentes de trabalho Provisões para garantias dadas a Clientes Provisões para outros riscos e Encargos Descrever a natureza

39 19. Outros activos não correntes e contas a pagar Composição Corrente Vencível até 5 anos Não corrente Vencível a mais de 5 anos Total Fornecedores correntes Fornecedores títulos a pagar Clientes saldos credores Adiantamento de clientes Outros Participantes e participadas Pessoal Credores compras de imobilizado Outros credores (a) Esta rubrica tem a seguinte composição: 39 N N-1 Imposto sobre os lucros Adiantamentos Retenções na fonte Encargos do ano Imposto de produção e consumo Imposto de rendimento de trabalho Imposto de circulação Outros impostos ( ) ( ) ( ) ( ) 19.2 Activos afectos a garantia destes passivos N N-1 Discriminar

40 20. Empréstimos de curto prazo Composição e movimentos no período Saldo Inicial Aumentos Diminuições Saldo final Empréstimos bancários Empréstimos por obrigações Empréstimos por título de participação Outros empréstimos Condições de financiamento Taxa de juro Moeda estrangeira Valor da moeda local 40 Empréstimos bancários Efectuar subdivisões por tipo de moeda estrangeira, se aplicavel Empréstimos por obrigações Efectuar subdivisões por tipo de moeda estrangeira, se aplicavel Empréstimos por títulos de participação Efectuar subdivisões por tipo de moeda estrangeira, se aplicavel Outros empréstimos Efectuar subdivisões por tipo de moeda estrangeira, se aplicavel 20.3 Activos afectos a garantia dos empréstimos N N-1 Discriminar

41 21. Outros passivos correntes Composição N N-1 Encargos a pagar Enumerar as sub-rubricas Proveitos a repartir por exercícios futuros Facturação de obras de carácter plurienal (Nota 8.4) Enumerar as sub-rubricas Diferenças de câmbio favoráveis diferidas NOTAS À DEMOSTRAÇÕES DE RESULTADOS 22. Vendas Composição das vendas por mercados N N-1 Mercado interno Vendas Subsídio a preços Mercado externo Composição das vendas por actividades N N-1 Resumir as vendas por tipo de actividade

42 23. Prestações de serviços Composição das prestações de serviço por mercados N N-1 Mercado interno Mercado externo Composição das prestações de serviços por actividades N N-1 Serviços principais Enumerar por tipo de actividade Serviços secundários Enumerar por tipo de actividade Outros proveitos operacionais Composição N N-1 Serviços suplementares Royalties Subsídios à exploração (a) Subsídios à investimentos (b) Outros proveitos e ganhos operacionais (a) Subsídios à exploração Indicar: Natureza do subsídio. Condições não satisfeitas. Contingências decorrentes de condições não satisfeitas. (b) Subsídios a investimentos: Indicar: Natureza do subsídio. Condições não satisfeitas. Contingências decorrentes de condições não satisfeitas.

43 25. Variações nos produtos acabados e em vias de fabrico Existências iniciais Ofertas e perdas ou ganhos Existências finais Variação no ano Produtos e trabalhos em curso Produtos acabados e intermédios Sub-produtos, desperdícios, resíduos e refugos 26. Trabalhos para a própria empresa N N-1 Trabalhos para imobilizados Corpóreo Incorpóreos Investimentos financeiros Trabalhos para existências Trabalhos para encargos a repartir por execícios futuros Custos das existências vendidas e das matérias-primas e subsidiárias Existências iniciais Ofertas e perdas ou ganhos Existências finais Variação no ano Matérias-primas, subsidiárias e de Consumo Mercadorias

44 28. Custos com o pessoal N N-1 Remunerações dos corpos sócias Pensões Prémios para pensões Outras remunerações Número de empregados ao serviço da empresa indicar indicar 29. Amortizações N N-1 44 Imobilizações corpóreas (Nota 4) Imobilizações incorpóreas (Nota 5) 30. Outros custos e perdas operacionais N N-1 Sub-contratos Fornecimento e serviços de terceiros Despesas de investigação Despesas de desenvolvimento Conservação e reparação Royalties Outras Impostos Despesas confidenciais Quotizações Ofertas e amostras de existências Custos e perdas operacionais

45 31. Resultados financeiros N N-1 Proveitos e ganhos financeiros Juros Investimentos financeiros Outros Rendimentos de investimentos em imóveis Investimentos financeiros Outros Rendimentos de participações de capital Investimentos financeiros Outros Ganhos na alienação de participações financeira Investimentos financeiros Outros Reposição de provisões (a) Investimentos em filias e associadas (Nota 6) Outros activos financeiros (Nota 7) Disponibilidades (Nota 10) Diferenças de câmbio favoráveis Realizadas Não realizadas Desconto de pronto de pagamento obtidos Outros 45 Custos e perdas financeiras Juros Amortizações de investimentos em imóveis Provisões para aplicação financeiras Investimento em filias e associadas (Nota 6) Outros activos financeiros (Nota 7) Disponibilidades (Nota 10) Perdas na alienação de participações financeiras Investimentos financeiros Outros Diferenças de câmbio favoráveis Realizadas Não realizadas Descontos de pronto pagamento obtidos Outros

46 32. Resultados de filiais e associadas N N-1 Subsidiarias Dividendos Lucros Associadas Dividendos Lucros 33. Resultados não operacionais N N-1 46 Proveitos e ganhos não operacionais Reposição de provisões Existências (Nota 8) Cobranças duvidosas (Nota 9) Outros riscos e encargos (Nota 18) Anulação de amortizações extraordinárias Ganhos em imobilizações Ganhos em existências Recuperação de dívidas Benefícios de penalidades contratuais Descontinuidade de operações Alterações de políticas contabilísticas Correcções relativas a exercícios anteriores Outros proveitos e ganhos não operacionais Custos e perdas não operacionais Provisões Existências (Nota 8) Cobranças duvidosas (Nota 9) Outros riscos e encargos (Nota 18) Amortizações extraordinárias Perdas em imobilizações Perdas em existências Dívidas incobráveis Multas e penalidades contratuais Descontinuidade de operações Alterações de políticas contabilísticas Correcções relativas a exercícios anteriores Outros custos e perdas não operacionais

47 34. Resultados extraordinários N N-1 Proveitos e ganhos extraordinários Catástrofe naturais Convulsões políticas Expropriações Sinistros Subsídios (a) Anulação de passivos não exigíveis Custos e perdas extraordinárias Catástrofe naturais Convulsões políticas Expropriações Sinistros Outros (a) Estes subsídios referem-se a: Descrever a natureza do subsídio Impostos sobre o rendimento N N-1 Resultado contabilístico Correcções para efeitos fiscais: A somar: Variações patrimoniais positivas Custos e perdas não aceites para efeitos fiscais Discriminar A deduzir: Variações patrimoniais negativas Proveitos e ganhos não tributáveis Discriminar Prejuízos fiscais de anos anteriores Lucros levados a reservas e reinvestidos Lucro tributável (prejuízo fiscal) Taxa nominal de imposto Indicar Indicar Imposto sobre os lucros (a) Taxa efectiva de imposto Indicar Indicar (a) Estes impostos decompõem-se da seguinte forma:

48 N N-1 Imposto sobre erros fundamentais e sobre as alterações das políticas contabilísticas reconhecido em resultados transitados(nota 14) Imposto sobre os resultados correntes Imposto sobre os resultados extraordinários OUTRAS NOTAS RELACIONADAS COM A POSIÇÃO FINANCEIRA E OS RESULTADOS DAS OPERAÇÕES 36. Responsabilidades assumidas e não reflectidas no balanço 48 N N-1 Garantias Avales Letras descontadas Outras Discriminar o tipo de garantias prestadas 37. Contingências Indicar: A natureza das contingências. Os factores incertos que possam afectar o desfecho futuro. Estimativa do efeito financeiro, ou uma declaração de que tal estimativa não pode ser feita. 38. Acontecimentos ocorridos após a data de balanço Indicar: A natureza dos eventos. Estimativas do efeito financeiro, ou uma declaração de que tal estimativa não pode ser feita.

49 39. Auxílio do Governo e outras entidades Indicar: Natureza do auxílio de que a empresa tenha beneficiado directamente 40.Transacções com entidades relacionadas Indicar: Relacionamento em que exista controlo, independemente de ter havido ou não transacções. Se tiver havido transacções: Natureza do relacionamento existente. Tipos de transacções realizadas. Políticas de determinação dos preços. Quantia das transacções realizadas. 41. Informações exigidas por diplomas legais Indicar informações exigidas por diplomas legais. 42. Outras informações Indicar outras informações consideradas necessárias para cumprir com as características qualitativas de relevância e fiabilidade que a informação financeira deve ter. 49 NOTAS À DEMOSTRAÇÃO DE FLUXOS DE CAIXA 43. Políticas adoptadas Indicar: A política adoptada na determinação dos componentes de caixa e seus equivalentes. 44. Alterações nas políticas Indicar se as políticas adoptadas para determinação dos componentes de caixa e seus equivalentes foram alteradas em relação às que haviam sido seguidas em relação ao exercício precedente. No caso de terem sido alteradas, indicar: Razões que determinaram a alteração. Natureza das alterações que deveriam ser efectuadas nos componentes do período precedente para que os fluxos fossem comparáveis.

50 45. Alienação de filias e associadas Preencher para cada filial ou associada alienada, um quadro do tipo seguinte: Indicar o nome da filial ou associada Discriminar o justo valor dos activos (incluindo caixa e equivalente de caixa) alienados Discriminar o justo valor dos passivos alienados Total do preço de venda Caixa e equivalentes de caixa cedido Fluxo de caixa da venda líquida de caixa e equivalentes de caixa cedidos 46. Aquisição de filial e associadas 50 Preencher para cada filial ou associada alienada, um quadro do tipo seguinte: Indicar o nome da filial ou associada Discriminar o justo valor dos activos (incluindo caixa e equivalente de caixa) adquiridos Discriminar o justo valor dos passivos adquiridos Total do preço de compra Caixa e equivalentes de caixa cedido Fluxo de caixa da aquisição, líquida de caixa e equivalentes de caixa adquiridos

51 47. Caixa e equivalentes de caixa N N-1 Caixa Numerário Saldos em bancos, imediatamente imobilizáveis Equivalentes de caixa Discriminar Caixa e equivalentes de caixa (excluindo diferenças de cambio Diferenças de cambio de caixa e equivalentes de Caixa Caixa e equivalentes de caixa (actualizados cambialmente) Outras disponibilidades Discriminar Disponibilidades Constantes do Balanço Operações não efectuadas por caixa e seus equivalentes Divulgar, no mínimo, informações relativas a: Compra de uma empresa por meio de emissão de acções. Conversão de dívidas em capital. 49. Outras informações necessárias à compreensão da demonstração dos fluxos de caixa Divulgar, no mínimo, informações relativas a: Montantes de créditos bancários concedidos e não utilizados pela entidade e que possam ser utilizadas para: Futuras actividades operacionais. Satisfazer compromissos financeiros. Restrições na utilização dos créditos bancários acima referidos.

52 QUADRO E LISTA DE CONTAS 1. INTRODUÇÃO A fim de orientar o processo de reconhecimento das operações e outros acontecimentos, simplificar o controlo dos registo efectuados e facilitar a consulta de saldos e quantias para efeitos de preparação das componentes das Demonstrações Financeiras, optou-se pela sistematização e codificação das rubricas a usar na elaboração dos registos contabilísticos. Com vista à harmonização, devem ser adoptados os quadros e listas de contas constantes deste Plano e respeitadas as disposições gerais a seu respeito. 2. DISPOSIÇÕES GERAIS 2.1. Classe 0: Contas de Ordem Esta classe é de uso facultativo. Contudo, sugere-se o seu uso para controlo de situações de direitos e responsabilidade da entidade para com terceiros e de terceiros para com a entidade, que de momento não afectam o seu património mas que no futuro podem afectar, e que facilitem a respectiva divulgação nas Notas às Contas Classe 1 a 8: Contabilidade Geral 52 Estas classes são de uso obrigatório sempre que existam factos ou acontecimentos que pela sua natureza devam nelas ser registados. Como regra geral não devem ser efectuadas alterações na disposição, nomenclatura e código de contas das rubricas constantes de cada uma das classes, sob pena de tais alterações poderem vir a por em causa os objectivos com que foram criadas. Contudo, a título excepcional, são permitidas alterações desde que daí não venha a resultar qualquer prejuízo para elaboração das demonstrações financeiras nos termos definidos neste Plano. Podem ser efectuados desenvolvimentos de sub-rubricas de acordo com o que se considerar mais apropriado face à realidade da entidade. As linhas em branco constantes destas classes podem ser substituídas pela nomenclatura considerada apropriada nas circunstâncias Classe 9: Contabilidade Analítica Esta classe é de uso facultativo o qual dependera da necessidade sentida pela empresa e da ponderação do binómio custo/ beneficio. Contudo, recomenda-se o seu uso para empresa industriais onde o apuramento dos custos de produção se torne moroso e difícil de executar por outra via.

53 PLANO DE 53 CONTAS

54 IMOBILIZAÇÕES CORPÓREAS 11.1 Terrenos e Recursos Naturais Terrenos com edificios 11.2 Edificios e outras Construções Edificios 11.3 Equipamento básico 11.4 Equipamento de carga e transporte 11.5 Equipamento administrativo 11.6 Taras e vasilhame 11.9 Outras imobilizações corpóreas 12. IMOBILIZAÇÕES INCORPÓREAS 12.1 Trespasses 12.2 Desp.investiga. e desenvolvimento 12.3 Propriedade industrial e outros 12.4 Despesas de constituição 12.9 Outras imobilizações incorporeas 13. INVESTIMENTOS FINANCEIROS 13.1 Empresas subsidiarias 13.2 Empresas associadas 13.3 Outras empresas 13.4 Investimentos em imoveis 13.5 Fundos 13.9 Outros investimentos financeiros 14. IMOBILIZAÇÕES EM CURSO 14.7 Adiantamentos p/conta imob.corporeo 14.8 Adiantamentos p/conta imob.incorp. 18. AMORTIZAÇÕES ACUMULADAS 18.1 Imobilizações corporeas 18.2 Imobilizações incorporeas 18.3 Investimentos financ.em imoveis 19. PROVISOES P/ INVEST.FINANCEIROS 19.1 Empresas subsidiarais 19.2 Empresas associadas 19.3 Outras empresas 19.4 Fundos 19.9 Outros investi. financeiros 21. COMPRAS 21.1 Materias-primas, subs. e de consumo Matérias primas Mp.-Mercado Nacional Mp.-Mercado Estrangeiro Mp.-Mercado Africano Mp.-Outros Mercados Matérias subsídiárias Ms.-Mercado Nacional Mp.-Mercado Estrangeiro Ms.-Mercado Africano Ms.-Outros Mercados Materiais diversos Md.-Mercado Nacional Mp.-Mercado Estrangeiro Md.-Mercado Africano Md.-Outros Mercados Embalagens de consumo Ec.-Mercado Nacional Ec.Mercado estrangeiro Ec.-Mercado Africano Ec.-Outros Mercados Outros materiais Om.-Mercado Nacional Om.-Mercado estrangeiro Om.-Mercado Africano Om.-Outros Mercados 21.2 Mercadorias Mercadorias Mr.-Mercado Nacional Mr.-Mercado estrangeiro Mr.-Mercado Africano Mr.-Outros Mercados 21.4 Embalagens Em.-Mercado Nacional Em.-Mercado estrangeiro Em.-Mercado Africano Em.-Outros Mercados

55 21.7 Devoluções de compras Materias-primas, súbs.e de consumo Matérias primas Mp-Mercado estrangeiro Matérias subsídiárias Ms.-Mercado estrangeiro Materiais diversos Md.-Mercado estrangeiro Embalagens de consumo Ec.-Mercado estrangeiro Outros materiais Om.-Mercado estrangeiro Mercadorias Mercadorias Mr.-Mercado estrangeiro Embalagens Em.-Mercado estrangeiro 21.8 Descontos Abatimentos em compras Materias-primas, súbs.e de consumo Matérias primas Matérias subsídiárias Ms.-Mercado estrangeiro Materiais diversos Md.-Mercado estrangeiro Embalagens de consumo Ec.-Mercado estrangeiro Outros materiais Om.-Mercado estrangeiro Mercadorias Mercadorias Mr.-Mercado estrangeiro Embalagens Em.-Mercado estrangeiro 22. MATERIAS PRIMAS SUB. DE CONSUMO 22.1 Materias primas 22.2 Materias subsidiarias 22.3 Materiais diversos 22.4 Embalagens de consumo 22.5 Outros materiais 23. PRODUTOS E TRABALHOS EM CURSO 24. PRODUTOS ACABADOS E INTERMÉDIOS 24.1 Produtos acabados 24.2 Produtos intermedios 24.9 Em poder de terceiros 25. SUB-PRODUTOS DESP.,RESIDUOS REFUGO 25.1 Sub-produtos 25.2 Desperdicios, residuos e refugos 26. MERCADORIAS 26.1 Mercadorias 26.4 Embalagens 26.9 Em poder de terceiros 26.91Mercadorias 27. MATERIAS PRIMAS,MERC,MAT,TRANSITO 27.1 Materias primas 27.2 Outros materiais 27.3 Mercadorias 28. ADIANT.POR CONTA DE COMPRAS 28.1 Materias-primas e outros materiais Mp.-Mercado Nacional 28.2 Mercadorias 29. PROVISÃO P/DEPRE. DE EXISTENCIAS 29.2 Materias-primas subsidi. e consumo 29.3 Produtos e trabalhos em curso 29.4 Produtos acabados e intermedios 29.5 Sub-prod.,desperdicios,residuos ref 31. CLIENTES 31.1 Clientes correntes Grupo Subsidiarias Associadas Não grupo Nacionais 31.2 Clientes-titulos a receber Grupo Subsidiarias Associadas Não grupo 31.3 Clientes-titulos descontados Grupo Subsidiarias Associadas Não grupo 55

56 Compras-Mat. Primas,Subsid.,Consumo 31.8 Clientes de cobrança duvidosa Clientes correntes Não grupo Clientes-titulos Não grupo 31.9 Clientes-saldos credores Adiantamentos Não grupo Embalagens a devolver Não grupo Material á consignação Não grupo 32. FORNECEDORES 32.1 Fornecedores-correntes Grupo Subsidiarias Associadas Não grupo 32.2 Fornecedores-titulos a pagar Grupo Subsidiarias Associadas Não grupo 32.8 Fornecedores-fac.em rec.conferencia Não grupo 32.9 Fornecedores-saldos devedores Adiantamentos Não grupo Embalagens a devolver Não grupo Material á consignação Não grupo 33 EMPRESTIMOS 33.1 Emprestimos bancários Curto prazo Moeda nacional Moeda estrangeira Médio e longo prazo Moeda nacional Moeda estrangeira 33.2 Emprestimos por obrigações Convertiveis Não convertiveis 33.3 Emprestimos p/tittulos de particip 33.9 Outros emprestimos obtidos Curto prazo Médio e longo prazo 34 ESTADO 34.1 Imposto s/ lucros IL- retenção na fonte 34.2 Imposto de produção e consumo 34.3 Imposto de rendimento de trabalho 34.4 Imposto de circulação 34.7 Imposto de selo IS - liquidado IS - Livros Comerciais IS - recibos 34.8 Subsidios a preços 34.9 Outros impostos 35 ENTIDADES PART.E PARTICIPADAS 35.1 Entidades Participantes Estado Empresas do grupo-subsidiarias Empresas do grupo associadas Outros 35.2 Entidades Participadas Estado Empresas do grupo-subsidiarias Empresas do grupo associadas Outros 36 PESSOAL 36.1 Pessoal - remunerações Orgaõs sociais Empregados 36.2 Pessoal Participações Resultados Orgaõs sociais Empregados 36.3 Pessoal adiantamentos 36.9 Pessoal outros 37 OUTROS VALORES A RECEBER E A PAGAR 37.1 Compras de Imobilizado Corporeo Não grupo Nacionais Incorporeo Não grupo

57 37.13 Financeiro Não grupo 37.2 Vendas de Imobilizado Corporeo Não grupo Incorporeo Não grupo Financeiro Não grupo 37.3 Proveitos a facturar 37.4 Encargos a repartir p/periodos fut Encargos a pagar 37.6 Proveitos a rep.p/ periodos futuros 37.7 Contas transitorias 37.9 Outros valores a rec. e a pagar PROVISÕES P/ COBRANÇAS DUVIDOSAS 38.1 Provisões para Clientes Clientes - correntes Clientes - títulos a receber Clientes - cobranças duvidosa 38.2 Provisões p/ saldos dev. fornecedor 38.3 Provisões p/particip.e participadas 38.4 Provisões p/dividas do pessoal 38.9 Provisões p/outros saldos a receber Vendas imobilizado 39 PROVISÕES P/ OUTROS RISCOS ENCARGO 39.1 Provisões para pensões 39.2 Provisões p/processos judiciais cur 39.3 Provisões p/acidentes de trabalho 39.4 Provisões p/garantias dadas a cli Provisões outros riscos e encargos 41 TITULOS NEGOCIÁVEIS 41.1 Acções 41.2 Obrigações 41.3 Titulos divida pública 42 DEPOSITOS A PRAZO 42.1 Moeda Nacional 42.2 Moeda estrangeira 43 DEPOSITOS Á ORDEM 43.1 Moeda Nacional Banco 43.2 Moeda estrangeira 44 OUTROS DEPOSITOS 44.1 Moeda Nacional 44.2 Moeda Estrangeira 45 CAIXA 45.1 Fundo fixo 45.2 Valores para depositar 45.3 Valores destinados a pagamentos esp CONTA TRANSITORIA 49 PROV.P/APLICAÇÕES DE TESOURARIA 49.1 Titulos Negociaveis 49.2 Outras aplicaçoes de tesouraria 51 CAPITAL 52 ACÇÕES/QUOTAS PROPRIAS 52.1 Valor nominal 52.2 Descontos 52.3 Prémios 53 PREMIOS DE EMISSÃO 54 PRESTAÇÕES SUPLEMENTARES 55 RESERVAS LEGAIS 56 RESERVAS DE REAVALIAÇÃO 56.1Legais 56.2 Autonomas 57 RESERVAS COM FINS ESPECIAIS 58 RESERVAS LIVRES VENDAS 61.1 Produtos acabados e intermedios Mercado estrangeiro 61.2 Sub-produtos, desp., res. e refugos 57

58 Mercado estrangeiro 61.3 Mercadorias Mercado estrangeiro 61.4 Embalagens de consumo Mercado estrangeiro 61.5 Subídios a preços 61.7 Devoluções Mercado nacional Mercado estrangeiro Mercado africano Outros mercados 61.8 Descontos e abatimentos Mercado nacional Mercado estrangeiro Mercado africano Outros mercados 62 PRESTAÇÕES DE SERVIÇO 62.1 Serviços principais Mercado estrangeiro 62.2 Serviços semidários Mercado estrangeiro 62.8 Descontos e abatimentos Mercado estrangeiro 63 OUTROS PROVEITOS OPERACIONAIS 63.1 Serviços suplementares 63.8 Outros proveitos ganhos oper. 64 VAR.NOS INVENT.PROD.ACABA.PRO.CURSO 64.1 Produtos e trabalhos em curso 64.2 Produtos acabados 64.3 Produtos intermedios 65 TRABALHOS P/ PROPRIA EMPRESA 65.1 Para Imobilizado 65.2 P/encargos repartir p/exercicios fu 66 PROVEITOS GANHOS FINANCEIROS GERAIS 66.1 Juros De investimentos financeiros De mora relat.a dívidas terceiros 66.2 Diferenças de cambio favoraveis 66.3 Descontos pronto pag. obtidos 66.4 Rendimentos investimento em imoveis 66.5 Rendimentos participação de capital 66.6 Ganhos na alienação aplic. Financ Investimentos financeiros 66.7 Reposição de provisões Investimentos financeiros Aplicações de tesouraria 67 PROV. GANHOS FINAN.FILIAIS ASSOC Rendimento participações Capital 68 OUTROS PROVEITOS E GANHOS NAO OPERA Reposição de provisões Existencias Cobranças duvidosas Riscos e Encargos Anulação amortizações extraordina Ganhos em imobilizações Recuperação de dívidas Benefícios penalidades contratuais Correcções relat.exerc.anteriores Outros ganhos e perdas não operac. 69 PROVEITOS GANHOS EXTRAORDINARIOS 69.1 Ganhos result.catastrofes naturais 69.2 Ganhos result.de convulsões polit Ganhos resultantes de expropriações 69.4 Ganhos Resultantes de sinistros 69.5 Subsídios 69.6 Anulação de passivos não exigiveis 71 CUSTOS DAS EXISTENCIAS VENDIDAS 71.1 Materias Primas 71.2 Materias Subsidiarias 71.3 Materiais diversos 71.4 Embalagens de consumo 71.5 Outros materiais 71.6 Mercadorias 72 CUSTOS COM PESSOAL 72.1 Remunerações - Orgâos sociais 72.2 Remunerações - Pessoal Rp - Administratrativo/Outros Rp - Produção 72.3 Pensões Pessoal 72.4 Prémios para pensões Pessoal 72.5 Encargos sobre remunerações Pessoal

59 72.6 Seguros acidente trab.doenç.prof Pessoal 72.7 Formação Pessoal 72.8 Outros despesas com pessoal Órgãos sociais Pessoal Administrativo/outros Produção 73 AMORTIZAÇÕES DO EXERCICIO 73.1 Imobilizações Corporeas 73.2 Imobilizações Incorporeas 75 OUTROS CUSTOS E PERDAS OPERACIONAIS 75.1 Sub-contratos Sc-Estrangeiros 75.2 Fornecimentos Serviços de Terceiros Combustíveis Conservação e reparação Outros fornecimentos Comunicação Rendas e alugueres Seguros Conservação e reparação Comissões a intermediários Ci-Estrangeiros Assistencia Tecnica At-Estrangeiros Trabalhos executados no exterior Honorários e avenças Ti-Estrangeiros Royalties Ri-Mercado Estrangeiros Outros serviços 75.3 Impostos Indirectos Directos 76 CUSTOS PERDAS FINANCEIROS GERAIS 76.1 Juros De emprestimos Bancários 76.2 Diferenças de cambios desfavoraveis 76.3 Descontos pronto pag.concedidos Amortizações invest.em imóveis 76.5 Provisões p/aplicações financeiras Investimentos financeiros Aplicações de tesouraria 76.6 Perdas na alien.de ap.financeiras Investimentos financeiros 76.7 Serviços bancários 77 CUSTOS PERDAS FINAN. FILIAIS ASSOC. 78 OUTROS CUSTOS PERD.NAO OPERACIONAIS Provisões do exercício Existências Cobrança duvidosas Riscos e encargos Amotizações extraordinárias Perdas em imobilizações Perdas em existências Multas e penalidades contratuais Correcções relat.exerc.anteriores Outros custos e perdas não operac Donativos 79 CUSTOS PERDAS EXTRAORDINARIAS 79.1 Perdas result.de catàstrofes nat Perdas result.de convulsões polít Perdas resultantes de expropriações 79.4 Perdas resultantes de sinistros 81 RESULTADOS TRANSITADOS 81.1 Ano Resultado do ano 81.2 Ano RESULTADOS OPERACIONAIS 83 RESULTADOS FINANCEIROS 84 RESULT.FINAN.FILIAIS ASSOCIADAS 85 RESULTADOS NAO OPERACIONAIS 86 RESULTADOS EXTRAORDINARIOS 87 IMPOSTOS SOBRE OS LUCROS 88 RESULTADOS LIQUIDOS DO EXERCICIO 89 DIVIDENDOS ANTECIPADOS 59

60 LEI N. 10/01 De 31 de Maio A públicação da Lei do Exercício da Contabilidade e Auditória veio instituir um novo quadro legal do exercício de funções que coincidem parcialmente com aquela que anteriormente se encontravam cometidas aos técnicos de contas. Com a acriação da Entidade Representativa dos Contabilistas e dos Peritos Contabilistas e aprovação dos respectivos estatutos, foram criadas duas categórias profissionais e consagrada o princípio da inscrição obrigatória na mesma para o exercício legítimos das funções de contabilidade e auditória. Significa isto que a figura do técnico de contas e as funções que lhe incumbiam nos termos de diversas legislações, e nomedadmente no Código do Imposto Industrial, deve ser substituída, com responsabilidade acrescidas pela categoria profissional agora sob alçada da Entidade Representativa dos Contabilitas e dos Peritos Contabilistas. Impõe se assim alterar o regime legal até agora existente, de acordo com novo enquadramento socio profissional que é dado ao exercício das funções próprias dos contabilistas. Nestes termos, ao abrigo do disposto na alínea b) do artigo 88. da Lei Constituicional, a Assembleia Nacional aprova o seguinte: 60 Lei de alteração de figura do técnico de contas ARTIGO 1. (Imposto Industrial) Os artigos 53., 56. e 117. do Diploma Legislativo n. 35/72, de 29 de Abril, com as alterações que lhe foram introduzidas pela Lei n. 18/92, de 3 de Julho, passam a ter as seguintes redacção: ARTIGO As declarações referidas nos artigos anteriores devem ser assinadas pelos contribuintes ou pelos seus representantes legais ou mandatários, e ainda pelo respectivo contabilista responsável, os quais rubricam os documentos que as acompanhem. 2. Quando as declarações não forem consideradas suficientemente clara, as repartições fiscais notificam os contribuintes para prestarem por escrito, no prazo que lhes for fixado os esclarecimentos indispensáveis. ARTIGO 56. Só podem ser considerados contabilistas responsáveis, para efeitos do artigo 53., os que estiverem escritos como tal na Entidade Representativa dos Contabilistas e dos Peritos Contabilistas. Os Contribuintes do Grupo A devem comunicar à Direcçãoo Nacional de Imposto do Ministério das Finanças os elementos de identificação do seu contabilista responsável, dentro dos 30 dias que se seguirem à respectiva contratação.

61 ARTIGO 117. O Ministro das Finanças pode notificar, para o efeito de instalação do competente processo disciplinar, a Entidade Representativa dos Contabilistas e dos Peritos Contabilistas dos casos em que um contabilista que tenha subscritos declarações nas quais se verifiquem omissões ou inexactidões cuja as responsabilidade deva imputar se lhes, sem prejuízo das penalidades aplicável aos contribuintes. ARTIGO 2. (Revogação) É revogada as seguintes legislações: a) Artigo 2. da Lei n. 18/92, de 3 de Julho; b) Artigo 116. do Diploma Legisltivo n. 35/72, de 29 de Abril; c) Portaria n. 441/73, de 14 de Julho; d) Decreto Executivo n. 82/78, de 12 de Dezembro; e) Decreto Presidencial n. 4/79, de 10 de Janeiro. ARTIGO 3. (Dúvidas e omissões) As dúvidas e omissões resultantes da interpretação e aplicação da presente lei são resolvidas pela Assembleia Nacional. ARTIGO 4. (Entrada em vigor) 61 A presente lei entra em vigor na data da sua aplicação. Vista e aprovada pela Assembleia Nacional, em Luanda, ao 17 de Abril de 2001 O Presidente da Assembleia Nacional, Roberto António víctor Francisco de Almeida. Publique se. O Presidente da República, JOSÉ EDUARDO DOS SANTOS.

62 LEI N. 3/01 De 23 de Março Havendo necessidade de se implementar práticas e procedimentos a nível da contabilidade e da auditoria que assegurem prestação de dados fidedignos sobre a situação ecónomico e financeira dos agentes ecónomicos, com particular interesse para os investidores, empregados, fornecedores, clientes, entidades públicas e de modo geral para todos aqueles que com elas se relacionem, segundo os padrões de qualidades idênticos àqueles já praticados a nível internacinal: Tornando necessário discilplinar o acesso e o exercício da actividade de contabilidade e de auditoria; Nestes termos, ao abrigo da alínea b) do artigo 88. da Lei Constituicional, a Assembleia Nacional aprova a seguinte: LEI DO EXERCÍCIO DA CONTABILIDADE E AUDITORIA CAPÍTULO 1 Sobre o Exercício da Contabilidade 62 ARTIGO 1 (Objecto da contabilidade) 1. A actividade profissional de contabilidade Compreende: a) A preparação das demostrações finaceiras decorrente de imposição legal; b) A realização de outros tipos de trabalhos a executar por um contabilista decorrente de imposição legal. 2. Para efeito da alínea a) do número anterior entende se por contabilidade o trabalho relativo à elaboração do balanço, da demostração de resultados, da demostração de fluxos de caixa e das notas das contas referentes a cada exercício económico. ARTIGO 2. (Exercício da contabilidade) 1. A contabilidade pode ser exercida em regime de profissão liberal ou de forma depedente e rege se pela presente lei, pelo estatuto de Entidade Representativa dos Contabilistas e dos Peritos Contabilistas e por demais legislação aplicável. 2. A contabilidade só pode ser exercida por profissionais inscritos na Entidades Representativa dos Contabilistas e dos Peritoso Contabilistas.

63 3. A violação do disposto no número anterior é considerada exercício ilegal da profissão e como tal punível nos termos da lei. ARTIGO 3. (Organização) 1. O exercício da contabilidade pode ser desenvolvido em regime de dependência para com a parte interessada ou em regime de prestação livre de serviços por parte de pessoas singulares ou colectivas. 2. O exercício da contabilidade por parte das pessoas colectivas deve obedecer aos termos definidos no estatuto da Entidade Representativa dos Contabilistas e dos Peritos Contabilistas. ARTIGO 4. (Incompatibilidade) 1. O exercício da contabilidade é incompatível com as funções seguintes: a) Membro do Governo; b) Governador e Vice Governador Provincial; c) Governador e Vice Governador do Banco Nacional de Angola. 2. São ainda incompatíveis com exercíco da actividade, qualquer que seja o regime adoptado, as actividades 63 a) Consideradas como tal no estatuto da Entidade Representativa dos Contabilistas e dos Peritos Contabilistas; b) Quaisquer outras que por lei especial sejam ou venham a ser considerados incompatíveis com o exercício da contabilidade. ARTIGO 5. (Impedimento) Os contabilistas estão impedidos de exercer a actividade de contabilidade: a) Quando tiverem sido expulsos de uma entidade por inadequada conduta; b) Quando tiverem sido condenados, em Angola ou por outro Estado, por roubo, fraude, falsificação, perjúrio ou outros crimes dessa natureza; c) Se forem declarados incapazes ou interditos; d) Se forem declarados insolventes; e) Quando não respeitarem as demais condições previstas no estatuto da Entidade Representativa dos Contabilistas e dos Peritos Contabilistas; f) Quando se enquadrarem em outras situações qualificadas por lei como impedimento ao exercício da contabilidade.

64 ARTIGO 6. (Relação contratual) A duração da relação contratual para o exercício da contabilidade deve ser livremente estipulada por acordo entre as partes. ARTIGO 7. (Remuneração) 1. Os serviços de contabilidade prestados pelos contabilistas são remunerados pelos respectivos beneficiários, por forma livre, sem prejuízo das condições para o seu razoável apuramento que possam vir a ser estabelecidas pela Entidade Representativa dos Contabilistas e dos Peritos Contabilistas para o exercício da actividade em regime livre. 2. A contabilidade exercida por nomeação oficiosa de um tribunal é remunerada nos termos fixados pelo tribunal. CAPÍTULO II Sobre o Exercício da Auditoria 64 ARTIGO 8. (Conteúdo da auditoria) 1. A actividade profissional da auditoria compreende: a) A realização de auditorias decorrentes ou não de imposição legal e serviços relacionados; b) A realização de outro tipo de trabalho a executar por perito de contabilidade decorrente de imposição legal. 2. Para efeito da alínea a) do número anterior entende se por: a) Auditoria o trabalho desenvolvido com objectivo de expressar uma opinião profissional e independente sobre se as demostrações financeiras estão preparadas, com todos aspectos materialmente relevantes, de acordo com uma estrutura conceptual de relato financeiro identificada; b) Serviços relacionados - os trabalhos de revisão limitada, de procedimentos acordados e de complicação. ARTIGO 9. (Exercício da auditoria) 1. A auditoria é exercida em regime de profissão liberal e rege se pela presente lei, pelo estatuto da Entidade Representativa dos Contabilistas e dos Peritos Contabilistas e por mais legislação aplicável. 2. A auditoria só pode ser exercida por peritos contabilistas registados na Entidade dos Contabilistas e dos Peritos Contabilistas.

65 3. A violação do disposto no número anterior é considerada exercício ilegal da profissão e como tal punível nos termos da lei. ARTIGO 10. (Organização) 1. O exercício da auditoria pode ser desenvolvido em regime da prestação livre de serviços por parte de pessoas singulares ou colectivas. 2. O exercício da auditoria por parte de pessoas colectivas deve obedecer aos termos definidos no estatuto da Entidade Representaiva dos Contabilistas e dos Peritos Contabilistas. ARTIGO 11. (Incompatibilidade) 1. O exercício da auditoria é incompatível com as funções seguintes: a) Membro do Governo; b) Governo e Vice Governo Provincial; c) Governo e Vice- Governo do Banco Nacional de Angola. 2. São ainda incompatíveis com exercício da actividade, qualquer que seja o regime adoptado, as situações: 65 a) Consideradas como tal no estatuto da entidade representativa dos contabilistas e dos peritos contabilistas; b) Quaisquer outras que por lei especial sejam ou venham a ser consideradas incompatíveis com exercício da auditoria. ARTIGO 12. (Impedimento) Os peritos contabilistas estão impedidos de exercer a actividade de auditoria: a) Quando tiverem sido expulsos de uma entidade por inadequada conduta; b) Quando tiverem sido condenados, em Angola ou em outro Estado, por roubo, fraude, falsificação, perjúrio ou outras ofensas dessa natureza; c) Se forem declarados incapazes ou interditos; d) Se forem declarados insolventes; e) Quando não respeitarem as demais condições previstas no estatuto da Ordem dos Contabilistas e dos Peritos Contabilistas; f) Quando se enquadrarem em outras situações qualificadas por lei como impedimentos ao exercício da auditoria.

66 ARTIGO 13. (Mandato e relação contratual) 1. O mandato para o exercício da auditoria por imposição legal é conferida pela entidade sujeita à mesma, nos termos e pelo período definido no seu estatuto e em legislação em vigor. 2. A duração da relação contratual para o exercício da auditoria fora do âmbito referido no número anterior deve ser livremente estipulada por acordo entre as partes. ARTIGO 14 (Remuneração) 1. Os serviços de auditoria prestados pelos peritos contabilistas são remunerados pelos respectivos beneficiários, por forma livre, sem prejuízo das condições para o seu razoável apuramento que possam vir a ser estabelecidas pela Entidade Representativa dos Contabilistas e dos Peritos Contabilistas. 2. A auditoria exercida por nomeação oficiosa de um tribunal é remunerada nos termos fixados pelo tribunal. 66 CAPÍTULO III Da Entidade Representativa dos Contabilistas e dos Peritos Contabilistas ARTIGO 15. (Da Entidade Representativa dos Contabilistas e dos Peritos Contabilistas) 1. Para o exercício da contabilidade e auditoria, os contabilistas e peritos contabilistas devem associar se numa entidade representativa, encarregue de representar e defender os seus interesses, bem como conceder orientação metodológica, apoio técnico e disciplinar ao exercício da profissão. 2. A Entidade Representativa dos Contabilistas e dos Peritos Contabilistas é uma pessoa colectiva pública, dotada de personalidade jurídica e de autonomia administrativa e financeira, regendo se pelo seu estatuto e demais legislação aplicável. ARTIGO 16. (Inscrições na entidade) 1. Só podem inscrever se na Entidade dos Contabilistas e dos Peritos Contabilistas os profissionais angolanos ou as pessoas colectivas que reúnem os requisitos estabelecidos nos estatutos dessa entidade. 2. Os estrangeiros que estejam domiciliados em Angola podem inscrever.se na Entidade Representativa dos Contabilistas e dos Peritos Contabilistas. Nos respectivos países os profissionais angolanos poderão,nas condições definidas no estatuto, usufruir da mesma regalia.

67 3. Os contabilistas e peritos contabilistas inscritos nos termos do número anterior podem eleger e ser eleitos para os órgãos estatutários da Entidade Representativa dos Contabilistas e dos Peritos Contabilistas. ARTIGO 17. (Competência disciplinar) A competência disciplinar sobre os contabilistas e peritos contabilistas pelos actos praticados no exercício das funções cabe exclusivamente à Entidade Representativa dos Contabilistas e dos Peritos Contabilistas, nos termos previstos no respectivo estatuto. CAPÍTULO IV Disposição Finais e Transitórias ARTIGO 18. (Organização transitória) Os técnicos de contas e auditores existentes à data de entrada em vigor da presente lei, mantêm se em exercício até que seja constituída a Entidade Representativa dos Contabilistas e dos Peritos Contabilistas, altura em que podem requerer a sua inscrição nos termos do respectivo estatuto. ARTIGO19. (Revogação) 67 É revogada toda legislação que contrarie o disposto na presente lei. ARTIGO 20. (Dúvidas e omissões) As dúvidas e omissões que se suscitarem da interpretação e aplicação da presente lei são resolvidas pela Assembleia Nacional. ARTIGO 21. (Entrada em vigor) A presente lei entra em vigor após a data da sua publicação, Vista e aprovada pela Assembleia Nacional, em Luanda aos 17 de Janeiro de O Presidente da Assembleia Nacional, Roberto António Víctor Francisco de Almeida. Promulgada aos 2 de Março de 2001 Publique se O Presidente da República, JOSÉ EDUARDO DOS SANTOS.

68 I Website:

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