Catingueira 1 NOMENCLATURA
|
|
|
- Diogo Sales Amorim
- 9 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 Catingueira 1 NOMENCLATURA Nome científico: Caesalpinia pyramidalis Tul. Família: Leguminosae-Caesalpinoideae. Nomes vulgares: catingueira, catinga-de-porco e na Bahia também é conhecida como pau-de-rato. 2 OCORRÊNCIA É uma das espécies de mais ampla dispersão na caatinga, vegetando tanto nas várzeas úmidas como no Seridó semi-árido. Vegeta também no litoral, sertão e pés de serra. Ocorre nos estados do Piauí, Bahia, Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco, Alagoas, Sergipe e também Mato Grosso. 3 DESCRIÇÃO Informações ecológicas A catingueira é uma das plantas sertanejas, característica das caatingas, portanto, tem a necessidade de controlar o seu consumo de água. Restringe sua transpiração tanto no período de fim de chuva como de fim de seca. Seus gomos brotam às primeiras manifestações de umidade anunciadora do período chuvoso. Domina juntamente com a jurema-preta e o pau-ferro as áreas da planície do Rio Jaguaribe em Pernambuco. Hábito de crescimento Árvore com cerca de 4 a 8 m de altura, podendo chegar a 10 m e um diâmetro de até 50 cm quando vegeta nas várzeas úmidas. No Seridó semi-árido, se reduz a arbustos de menos de 2 m e poucos centímetros de diâmetro na base. Caule Apresenta casca viva de espessura delgada, cinza-claro, internamente bege-claro, às vezes levemente castanha. A casca morta de tronco idoso possui espessura delgada (<2,0mm), rígida, com partes lisas e ásperas, cinza-claro, e apresenta numerosas lenticelas pequenas, dispostas irregularmente. Com o fendilhamento destas, são limitadas porções laminares irregulares, que ao desprender-se, deixam depressões superficiais. Por incisão, apresenta exsudato transparente aquoso de sabor levemente amargo e odor indistinto. Folhas Suas folhas são bipinadas, sésseis, bijugadas, e mais uma pina terminal com 5 a 11 folíolos, alternos, obtusos, oblongos, coriáceos, com pelos escuros estrelados. O pecíolo 1
2 e a base das pinas têm pulvinos. Há pelos glandulosos castanho-escuros e negros no pecíolo e raque foliar. Flores Possui inflorescência terminal ou axilar-terminal, paniculada. Com brácteas ovuladas, apiculadas, côncavas, levemente pilosas apresentando pequenos pontos glandulosos no dorso. Flores amarelas, dispostas em racemos, pediceladas 10,0-15,0 mm, com pelos entrelados, escuros. Cálice amarelo, leve pilosidade castanho. Pétalas amarelas apresentando pontos glandulosos no dorso. O início da floração ocorre em novembro. Fruto Fruto legume, oblongo-elítico, assimétrico, acuminado, 8,0-11,0 de comprimento x 2,0-2,5 cm de largura, castanho claro, com pilosidade mínima, alvas, e esparsos tricomas glandulosos, amarelos. Sua dispersão é por síndrome balística, com deiscências violentas que lançam à distância as sementes achatadas, ovaladas, lustrosas, de cor castanho-claro. As valvas, com freqüência, permanecem secas presas aos ramos, totalmente encartuchadas por torção helicoidal. Sua frutificação é em janeiro. Propagação A sua dispersão é pela semente. Madeira Fornece madeira branco-amarelada, de casca delgada, castanho-escura, com riscos esbranquiçados. Características que podem diferenciar esta de outras espécies Confunde-se com a Caesalpinia bracteosa Tul, que possui o mesmo nome popular, catingueira ou catinga-de-porco, devido ao idêntico mau cheiro. Outros aspectos A catingueira, como o pereiro, rebrota com intensidade quando cortada, o que nem sempre acontece com outras espécies da caatinga. Daí, talvez, a dominância dessas espécies em certas comunidades altamente seletivas, como é o caso, por exemplo, do Cariri. 4 USOS Madeira Usada para estacas, moirões e varas, na fabricação de carvão e lenha bem como na confecção de cercas estivadas. 2
3 Forragem É considerada boa forrageira. As folhas jovens são procuradas pelo gado, mas são desprezadas quando adultas devido ao cheiro desagradável que adquirem; fenadas perdem esse cheiro, constituindo boa forragem para bovinos, caprinos e ovinos Medicinal As folhas, flores e cascas são usadas no tratamento das infecções catarrais, nas diarréias e disenterias. 5 ASPECTOS NEGATIVOS Os frutos são ingeridos pelos animais, porém os ápices pontiagudos por vezes perfuram o intestino, causando a morte. Referências utilizadas 1 NOMENCLATURA Referências: 44, 91, 99, 115, 116, 124, 134, 135, 136, 142, 143, 154, 164, 165, 172, 174, 175, 178, 181, 195, 200, 206, 303, OCORRÊNCIA Referências: 44, 91, 99, 135, 154, 174, 164, 200, DESCRIÇÃO Referências: 44, 91, 99, 115, 124, 135, 136, 143, 172, 181, 200, USOS Referências: 44, 91, 99, 165, 172, 181, ASPECTOS NEGATIVOS Referência: 44 3
4 Bibliografia/Legenda de acordo com a classificação no Endnote 44 - Lima, J. L. S. d. (1996). PLANTAS FORRAGEIRAS DA CAATINGA - USO E POTENCIALIDADES. Petrolina PE Parente, E. (1966). PLANTAS DE VALOR ECONÔMICO NO CEARÁ. O CEARÁ. Fortaleza CE: 12p Campos, M. A. L. (1991). ASPECTOS MORFO-FISIOLÓGICOS DE PLANTAS DA CAATINGA, DURANTE OS PERÍODOS ÚMIDOS E DE ESTRESSE HÍDRICO. BOTÂNICA. Recife, UFRPE: 129p Griz, L. M. S. (1996). DISPERSÃO DE SEMENTES NA CAATINGA DE PERNAMBUCO, NORDESTE DO BRASIL. Biologia Vegetal. Recife, UFPE: Neiva, M. S. M. (1997). ESTRUTURA DOS TEGUMENTOS, GERMINAÇÃO E ASPECTOS BOQUÍMICOS DAS SEMENTES DE QUATRO ESPÉCIES DE LEGUMINOSAE (CAESALPINOIDEAE), OCORRENTES NUMA ÁREA DE CAATINGA. Biologia vegetal. Recife, UFPE - Universidade Federal de Pernambuco: Matos, J. J. A. (1999). PLANTAS DA MEDICINA POPULAR DO NORDESTE: PROPRIEDADES ATRIBUÍDAS E CONFIRMADAS. Fortaleza CE, UFC Sá, J. A. G. M. d. (1998). AVALIAÇÃO DO ESTOQUE LENHOSO DO SERTÃO E AGRESTE PERNAMBUCANO INVENTÁRIO FLORESTAL DO ESTADO DE PERNAMBUCO. Recife Lima, D. d. A. (1989). PLANTAS DAS CAATINGAS. Rio de Janeiro RJ Veloso, H. P. and H. E. Strang (1970). ALGUNS ASPECTOS FISIONÔMICOS DA VEGETAÇÃO DO BRASIL. MEMÓRIAS DO INSTITUTO OSVALDO CRUZ. Rio de Janeiro RJ Gama, N. S. (1992). ESTUDOS ECOFISIOLÓGICOS EM Bauhinia cheilantha (BONG.) STEUD. (LEGUMINOSAE, CAESALPINOIDEAE) NA REGIÃO SEMI-ÁRIDA DO ESTADO DE ALAGOAS. BOTÂNICA. Recife PE, UFRPE: 129p Lima, J. L. S. d. (1982). RECONHECIMENTO DE TRINTA ESPÉCIES ARBÓREAS E ARBUSTIVAS DA CAATINGA, ATRAVÉS DA MORFOLOGIA DA CASCA. BOTÂNICA. Recife PE, UFRPE: 144p Tavares, S., F. A. F. Paiva, et al. (1975). INVENTÁRIO FLORESTAL NA PARAÍBA E NO RIO GRANDE DO NORTE; I ESTUDO PRELIMINAR DAS MATAS REMANESCENTES DO VALE DO PIRANHAS. RECIFE PE, SUDENE-DRN: 31p Ferri, M. G. (1953). BALANÇO DE ÁGUA DE PLANTAS DA CAATINGA. 4
5 CONGRESSO NACIONAL DA SOCIEDADE BOTÂNICA DO BRASIL, RECIFE, PE Ribaski, J., Ed. (1986). AVALIAÇÃO DO USO DOS RECURSOS FLORESTAIS EM IMÓVEIS RURAIS NA REGIÃO DE OURICURI- PE. Boletim de Pesquisa. PETROLINA, PE, EMBRAPA-CPATSA Grisi, B. M. (1976). ECOFISIOLOGIA DA CAATINGA: COMPORTAMENTO HÍDRICO DE Caesalpinia pyramidalis TUL. E Schinopsis brasiliensis ENGL. CIENCIA E CULTURA 28(4): Sales, M. F. d. and M. J. d. A. Lima (1984). FORMAS DE USO DA FLORA DA CAATINGA PELO ASSENTAMENTO DA MICRORREGIÃO DE SOLEDADE, PB. REUNIAO NORDESTINA DE BOTÂNICA, RECIFE, PE, UFRPE- DEPARTAMENTO DE BIOLOGIA Santos, A. V. P. d. and B. M. Grisi (1976). ANATOMIA FOLIAR ECOLÓGICA DE ALGUMAS PLANTAS DA CAATINGA. REVISTA BRASILEIRA DE BIOLOGIA, RIO DE JANEIRO 36(4): Drumond, M. A., P. C. F. Lima, et al. (1980). SOCIABILIDADE DAS ESPÉCIES FLORESTAIS DA CAATINGA EM SANTA MARIA DA BOA VISTA, PE. BOLETIM DE PESQUISA FLORESTAL, CURITIBA(N.4): P Oliveira, O. F. d. (1976). ALGUMAS ÁRVORES DO MUNICÍPIO DE MOSSORÓ. CAATINGA, MOSSORÓ V.1(N.1): P Carvalho, G. H. d. (1971). CONTRIBUIÇÃO PARA A DETERMINAÇÃO DA RESERVA MADEIREIRA DO SERTÃO CENTRAL DO ESTADO DE PERNAMBUCO. BOLETIM DE RECURSOS NATURAIS, RECIFE V.9 (N.1/2): P Ducke, A. (1979). ESTUDOS BOTÂNICOS NO CEARÁ. Mossoró Braga, R. (1985). PLANTAS DO NORDESTE, ESPECIALMENTE DO CEARÁ. Natal RN, Editora Universitária, UFRN Delforgue, H. (1945). GLOSSÁRIO DOS NOMES VULGARES DAS PLANTAS DO HERBÁRIO DA SEÇÃO DE BOTÂNICA Rizzini, C. T. (1976). BOTÂNICA ECONÔMICA BRASILEIRA. São Paulo SP, USP. 5
Universidade Federal da Paraíba - UFPB Centro de Ciências Agrárias - CCA Grupo de Pesquisa Lavoura Xerófila - GPLX
Universidade Federal da Paraíba - UFPB Centro de Ciências Agrárias - CCA Grupo de Pesquisa Lavoura Xerófila - GPLX Palma Forrageira (Opuntia fícus indica e Nopalea cochenilifera) Mauricio Luiz de Mello
Morfologia e Dispersão de Frutos de Duas Anacardiáceas da Caatinga
16 Morfologia e Dispersão de Frutos de Duas Anacardiáceas da Caatinga Morfologia e Dispersão de Frutos de Duas Anacardiáceas da Caatinga Morphology and Dispersal of Fruits of Two Anacardiaceae of Caatinga
CARACTERIZAÇÃO BIOMÉTRICA DOS FRUTOS E SEMENTES DA Poincianella pyramidalis (Tul.) L. P. Queiroz
CARACTERIZAÇÃO BIOMÉTRICA DOS FRUTOS E SEMENTES DA Poincianella pyramidalis (Tul.) L. P. Queiroz Alex Nascimento de Sousa¹ Lucas Jean Nunes ² João Paulo Silva Gomes ³ Malcon do Prado Costa ⁴ ¹ Universidade
Ecofisiologia de plantas da caatinga. José Moacir Pinheiro Lima Filho
Ecofisiologia de plantas da caatinga. José Moacir Pinheiro Lima Filho Embrapa Semi-Árido, C.P. 23, Petrolina-PE, 56302-970. ([email protected]) INTRODUÇÂO O Nordeste brasileiro abrange uma área
O LIVRO DIDÁTICO DE GEOGRAFIA NO ENSINO FUNDAMENTAL: PROPOSTA DE CRITÉRIOS PARA ANÁLISE DO CONTEÚDO GEOGRAFIA FÍSICA DO SEMIÁRIDO BRASILEIRO
O LIVRO DIDÁTICO DE GEOGRAFIA NO ENSINO FUNDAMENTAL: PROPOSTA DE CRITÉRIOS PARA ANÁLISE DO CONTEÚDO GEOGRAFIA FÍSICA DO SEMIÁRIDO BRASILEIRO ALVES, Joselma Ferreira Universidade Estadual da Paraíba [email protected]
Jurema-preta 1 NOMENCLATURA
Jurema-preta 1 NOMENCLATURA Nome científico: Mimosa tenuiflora (Willd.) Poir. (44, 112, 161, 163, 197, 199, 284, 286, 287, 288, 289, 290, 298) Família: Leguminosas-mimosaceas. (47, 99) Origem: Sinônimos:
POTENCIALIDADES DA CAATINGA
POTENCIALIDADES DA CAATINGA João Luiz da Silva* A caatinga ocupa uma área de mais de 800.000km², atingindo todos os estados do Nordeste incluindo também parte do norte de Minas Gerais. A vegetação da caatinga
A Cultura do Linho. (Linum usitatissimum L.)
A Cultura do Linho (Linum usitatissimum L.) Introdução: - Planta herbácea; -Pode atingir um metro de altura; - Família botânica: lineáceas; - Composição: substância fibrosa (extração de fibras longas para
Baraúna. Informações ecológicas (Ler com calma esse tópico)
Baraúna 1 NOMENCLATURA Nome científico: Schinopsis brasiliensis Engl. Família: Anacardiaceae. Nomes vulgares: braúna, baraúna, baúna, braúna-parda, braúna-do-sertão, quebracho, baraúna-quebracho-hembra,
Apostila de Geografia 13 Vegetação Brasileira
Apostila de Geografia 13 Vegetação Brasileira 1.0 Floresta Amazônica (Hiléia) 40% do território brasileiro: Região Norte. Norte do Centro-Oeste. Oeste do Maranhão. Outras localidades: Guianas, Venezuela,
Ministério da Agricultura e do Abastecimento MA Instituto Nacional de Meteorologia INMET Coordenação Geral de Agrometeorologia CAg
Ministério da Agricultura e do Abastecimento MA Instituto Nacional de Meteorologia INMET Coordenação Geral de Agrometeorologia CAg Endereço: Eixo Monumental Via S-1 Tel.: 55 61 344-9955 / Fax: 55 61 343-1487
MANEJO DA CAATINGA PARA PRODUÇÃO DE CAPRINOS E OVINOS
MANEJO DA CAATINGA PARA PRODUÇÃO DE CAPRINOS E OVINOS José Morais Pereira Filho INTRODUÇÃO Exploração extrativista dos recursos naturais Extração de madeira Extração de óleos e ceras EXTRATIVISMO MADEIREIRO
2 PRESERVAÇÃO DE PLANTAS, SOBREVIVÊNCIA E TRÂNSITO DE ANIMAIS. NAS PAISAGENS,
Carta da comunidade científica do VI Simpósio de Restauração Ecológica à população. Aprovada em plenária durante o VI Simpósio de Restauração Ecológica, a carta englobou diversas sugestões e considerações
GUABIROBAS OU GABIROBAS: FRUTAS NATIVAS DA REGIÃO SUDESTE
GUABIROBAS OU GABIROBAS: FRUTAS NATIVAS DA REGIÃO SUDESTE Eduardo Suguino Eng. Agr., Dr., PqC do Polo Regional Centro Leste/APTA [email protected] Adriana Novais Martins Eng. Agr., Dr.ª, PqC do Polo
TELAS DE SOMBREAMENTO NO CULTIVO DE HORTALIÇAS FOLHOSAS
TELAS DE SOMBREAMENTO NO CULTIVO DE HORTALIÇAS FOLHOSAS Andréia Cristina Silva Hirata Eng. Agr., Doutora, Pesquisadora científica do Polo Regional Alta Sorocabana/APTA [email protected] Edson Kiyoharu
Pecuária na Região Nordeste 2000 a 2014
Pecuária na Região Nordeste 2000 a 2014 Escritório Técnico de Estudos Econômicos do Nordeste ETENE Célula de Informações Econômicas, Sociais e Tecnológicas CIEST Fortaleza, Junho de 2015 Pecuária na Região
FORMAÇÕES VEGETAIS DO BRASIL FORMAÇÕES FLORESTAIS FORMAÇÕES NÃO FLORESTAIS
FORMAÇÕES VEGETAIS DO BRASIL FORMAÇÕES FLORESTAIS FORMAÇÕES NÃO FLORESTAIS Biomas do Brasil Questão 01 pág. 64 1. Cerrado 2. Campos 3. Caatinga 4. Complexo do Pantanal 5. Mangues 6. Floresta Amazônica
Características gerais
Reino das Plantas Características gerais São organismos: Eucariontes Pluricelulares Autótrofos Possuem diversos pigmentos, como os fotossintetizantes e os acessórios. Características gerais Capacidade
CIÊNCIAS. Utilizando as palavras do quadro abaixo, complete adequadamente as frases: (6 2cd)
Nome do Aluno Turma 4º ANO Carteira Nº Questões 9 Tipo Data 19/mar/10 Disciplina CIÊNCIAS Bimestre 1º Nota Pensando no que você estudou sobre habitat, nicho ecológico e ecossistema, resolva sua prova com
Terminologia Vegetal
Terminologia Vegetal Aciculifoliadas folhas em forma de agulha; Latifoliadas folhas largas e grandes; Perenes nunca perdem as folhas por completo; Caducas (decíduas) perdem as folhas antes de secas ou
Presença a do Estado no Brasil: Federação, Suas Unidades e Municipalidades
Presença a do Estado no Brasil: Federação, Suas Unidades e Municipalidades Ipea - Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada BRASIL Marcio Pochmann Presidente Brasília, 15 de dezembro de 2009 Justificativa
RESOLUÇÃO CFM nº 2.115/2014
RESOLUÇÃO CFM nº 2.115/2014 (Publicada no D.O.U., 23 dez. 2014, Seção I, p. 131-2) Aprova previsão orçamentária do Conselho Federal de Medicina e dos Conselhos Regionais de Medicina para o exercício de
Climas do Brasil PROFESSORA: JORDANA COSTA
Elementos do clima Climas do Brasil PROFESSORA: JORDANA COSTA Temperatura Pressão Atmosférica Ventos Umidade do ar Precipitações - Altitude - Latitude -Continentalidade - Maritimidade - Vegetações -Correntes
GEOGRAFIA 6 ANO ENSINO FUNDAMENTAL PROF.ª ANDREZA XAVIER PROF. WALACE VINENTE
GEOGRAFIA 6 ANO ENSINO FUNDAMENTAL PROF.ª ANDREZA XAVIER PROF. WALACE VINENTE CONTEÚDOS E HABILIDADES Unidade IV Natureza Sociedade: Questões ambientais. 2 CONTEÚDOS E HABILIDADES Aula 21.2 Conteúdo Os
NOVO MAPA NO BRASIL?
NOVO MAPA NO BRASIL? Como pode acontecer A reconfiguração do mapa do Brasil com os novos Estados e Territórios só será possível após a aprovação em plebiscitos, pelos poderes constituídos dos respectivos
PROPOSIÇÃO DE LEI Nº 742/2015
PROPOSIÇÃO DE LEI Nº 742/2015 DISPÕE SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA SUPRESSÃO, TRANSPLANTE OU PODAS DE ESPÉCIMES VEGETAIS NO ÂMBITO MUNICIPAL E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS. O povo do Município de Santana do Riacho,
Região Nordestina. Cap. 9
Região Nordestina Cap. 9 Divisão Regional -IBGE Eles têm características semelhantes. As primeiras divisões regionais propostas para o país, eram baseadas apenas nos aspectos físicos, ou seja, ligados
A realidade do SAB para as crianças e adolescentes de 7 a 14 anos. O acesso à Educação
33 A realidade do SAB para as crianças e adolescentes de 7 a 14 anos. Quase 5 milhões de crianças e adolescentes, com idade entre 7 e 14 anos (18,8% da população da região) vivem no Semi-árido. No Brasil,
Biometria de Frutos e Predação de Sementes de Poincianella pyramidalys em Três Classes de Tamanhos
Biometria de Frutos e Predação de Sementes de Poincianella pyramidalys em Três Classes de Tamanhos Walleska Pereira Medeiros (1) ; Maria do Carmo Learth Cunha (2) ; Jéssica Mayara Hipólito de Araújo (3)
Biomas e formações vegetais. Professor Diego Alves de Oliveira Disciplina: Geografia IFMG Campus Betim - 2014
Biomas e formações vegetais Professor Diego Alves de Oliveira Disciplina: Geografia IFMG Campus Betim - 2014 BIOMAS: sistemas de solo, clima, relevo, fauna interagem entre si, formando tipos semelhantes
SAZONALIDADE DA VEGETAÇÃO EM CLASSES CLIMATOLÓGICAS DE PRECIPITAÇÃO NO BIOMA CAATINGA A PARTIR DE ÍNDICE DE VEGETAÇÃO MELHORADO
SAZONALIDADE DA VEGETAÇÃO EM CLASSES CLIMATOLÓGICAS DE PRECIPITAÇÃO NO BIOMA CAATINGA A PARTIR DE ÍNDICE DE VEGETAÇÃO MELHORADO Renata Galvão Neves da Silva¹, Jorge Alberto Bustamante Becerra² ¹ Bióloga,
NOVO ENEM - ATUALIZADO EM 15/06/2009 às 20h
NOVO ENEM - ATUALIZADO EM 15/06/2009 às 20h Região Centro-Oeste 1 - Universidade de Brasília (UnB) Utilizará o Novo ENEM para o processo seletivo do 1 semestre de 2011 2 - Universidade Federal de Goiás
O mercado de trabalho na Região Metropolitana de Salvador: uma análise retrospectiva de 2009 e as perspectivas para 2010
ENCONTROS DE ATUALIDADES ECONÔMICAS O mercado de trabalho na Região Metropolitana de Salvador: uma análise retrospectiva de 2009 e as perspectivas para 2010 Prof. Dr. Laumar Neves de Souza Diagrama do
ANÁLISE AMBIENTAL DAS NASCENTES NA SERRA DA CAIÇARA, MARAVILHA-ALAGOAS
ANÁLISE AMBIENTAL DAS NASCENTES NA SERRA DA CAIÇARA, MARAVILHA-ALAGOAS Sheylla Patrícia Gomes do Nascimento¹ Ana Paula Lopes da Silva² ¹Universidade Federal de Sergipe UFS Av. Marechal Rondon, S/n - Jardim
Mapa das Oscs por região e estado
Oscs por região e estado O # Organizações da Sociedade Civil é uma plataforma georreferenciada que apresenta dados relativos às organizações da sociedade civil (OSC) no Brasil, a partir de bases de dados
Ranking Brasileiro de Propriedade Industrial dos Institutos Federais
Ranking Brasileiro de Propriedade Industrial dos Institutos Federais PATENTES ATÉ O ANO DE 0 Institutos Federais de Educação Tecnológica Instituto Federal do Espírito Santo Instituto Federal de Santa Catarina
DIVISÃO REGIONAL DO BRASIL MÓDULO 04 PARTE I
DIVISÃO REGIONAL DO BRASIL MÓDULO 04 PARTE I CONCEITO DE REGIÃO REGIONALIZAR o espaço geográfico é dividi-lo em regiões, levando em conta as diferenças de paisagens e a organização socioeconômica das diversas
ESTRUTURAS DE MADEIRA
ESTRUTURAS DE MADEIRA PROPRIEDADES FÍSICAS DA MADEIRA AULAS 2 e 3 EDER BRITO GENERALIDADES A madeira é um material não homogêneo com muitas variações. Além disto, existem diversas espécies com diferentes
Inventário e análise da composição e estrutura horizontal e vertical dos remanescentes florestais do Estado de Santa Catarina (Meta 2)
Inventário e análise da composição e estrutura horizontal e vertical dos remanescentes florestais do Estado de Santa Catarina (Meta 2) Boletim 05, novembro de 2008 Fase 3 (2008/2009) iniciada! Inicio da
CARACTERÍSTICAS FÍSICAS E MORFOLÓGICAS DE VAGENS E SEMENTES DE FEIJÃO-BRAVO (Capparis flexuosa L.)
CARACTERÍSTICAS FÍSICAS E MORFOLÓGICAS DE VAGENS E SEMENTES DE FEIJÃO-BRAVO (Capparis flexuosa L.) Maria Erica da Silva Oliveira 1, Élida Ramalho da Silva 1, Erica Braga de Sousa 1, Jôingle Casimiro de
Ensino Fundamental II. Prova Gabaritada
Ensino Fundamental II Avaliação Objetiva Prova Gabaritada 6ª Série 28/10/2010 Ciências Naturais MaristelaBorges 4º Bimestre Valor: 4,0 Conteúdos Briófitas; Algas Pluricelulares; Pteridófitas; Gimnospermas
. a d iza r to u a ia p ó C II
II Sugestões de avaliação Geografia 6 o ano Unidade 5 5 Unidade 5 Nome: Data: 1. Com relação às massas de ar, marque V nas sentenças verdadeiras e F nas falsas. ( ) Massas de ar são grandes porções de
Avaliação da unidade IV Pontuação: 7,5 pontos
Avaliação da unidade IV Pontuação: 7,5 pontos QUESTÃO 01 Pedro e Ítalo foram fazer um estudo sobre um ecossistema e trouxeram um animal para analisar. Deixando-o em cativeiro, puderam acompanhar o nascimento
Escassez Hídrica em Grandes Regiões Metropolitanas O caso da Região Metropolitana de São Paulo
BNDES Seminário de Recursos Hídricos Rio de Janeiro, 16 de Julho de 2004 Escassez Hídrica em Grandes Regiões Metropolitanas O caso da Região Metropolitana de São Paulo Mauro Guilherme Jardim Arce Secretário
PREÇOS CORRENTES 15/03/2013
PREÇOS CORRENTES 15/03/2013 SUBSECRETARIA DO AGRONEGÓCIO SECRETARIA DE ESTADO DE AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO DE MINAS GERAIS 2 ÍNDICE 03. Apresentação 04. Cotações Base Agrícola 05. Açúcar 07.
TERMO DE REFERÊNCIA TR 028 / MNNE / 2012
TERMO DE REFERÊNCIA TR 028 / MNNE / 2012 AQUISIÇÃO DE MANCAIS E CORREIAS EM V PARA OS AEROPORTOS DE FORTALEZA (SBFZ), PETROLINA (SBPL) E RECIFE / GUARARAPES (SBRF). Recife, Agosto de 2012. TERMO DE REFERÊNCIA
ANÁLISE DA DISTRIBUIÇÃO DA FREQUÊNCIA MENSAL DE PRECIPITAÇÃO DO MUNICÍPIO DE CARIRA, SERGIPE.
ANÁLISE DA DISTRIBUIÇÃO DA FREQUÊNCIA MENSAL DE PRECIPITAÇÃO DO MUNICÍPIO DE CARIRA, SERGIPE. Sousa, I. F. de 3 ; Neta, A.P.B 1 ; Campos, C.R.S 1 ; Silva, E. O 1 ; Costa, O.A. da 2 RESUMO O presente trabalho
RESUMÃO DE CIÊNCIAS NATURAIS. BIOMA: É formado por um conjunto de ECOSSITEMAS.
RESUMÃO DE CIÊNCIAS NATURAIS BIOMA: É formado por um conjunto de ECOSSITEMAS. ECOSSISTEMA: É formado por SERES VIVOS e COMPONENTES NÃO VIVOS (água, luz, temperatura e outros) e a relação estabelecida entre
Multiplicação in vitro de Poincianella pyramidalis (Tul.) L.P.Queiroz sob Diferentes Concentrações de Isopenteniladenina
213 Multiplicação in vitro de Caesalpinia pyramidalis Tul. sob Diferentes Concentrações... Multiplicação in vitro de Poincianella pyramidalis (Tul.) L.P.Queiroz sob Diferentes Concentrações de Isopenteniladenina
As plantas com flor são constituídas por raiz, caule, folhas, flores e frutos (Figura 2).
1. Diversidade das plantas As plantas são seres vivos pluricelulares produtores, uma vez que produzem os seus próprios alimentos, utilizando água, sais minerais, dióxido de carbono e energia solar para
SUMÁRIO INTRODUÇÃO CAPÍTULO 1 Etimologia e evolução histórica Etimologia Evolução histórica A erva-mate nas diferentes regiões produtoras CAPÍTULO 2
SUMÁRIO INTRODUÇÃO... CAPÍTULO 1... Etimologia e evolução histórica... 1. Etimologia... 2. Evolução histórica... 3. A erva-mate nas diferentes regiões produtoras... 3.1. A erva-mate na Argentina... 3.2.
1. O mapa mostra a posição geográfica do Brasil na América do Sul.
1. O mapa mostra a posição geográfica do Brasil na América do Sul. a) Pinte de amarelo o território brasileiro. b) Escreva no mapa o nome do oceano que banha o litoral brasileiro. c) Contorne com preto
Sugestões de avaliação. Geografia 4 o ano Unidade 7
Sugestões de avaliação Geografia 4 o ano Unidade 7 Nome: Unidade 7 Data: 1. Por que a vegetação brasileira é tão diversificada? 2. Desembaralhe as letras e encontre o nome das principais formações vegetais
Incremento Diamétrico de Trichilia claussenii C.DC. em uma Floresta Estacional Subtropical no Interior do Estado do Rio Grande do Sul
Incremento Diamétrico de Trichilia claussenii C.DC. em uma Floresta Estacional Subtropical no Interior do Estado do Rio Grande do Sul Táscilla Magalhães Loiola (1) ; Marcos Corrêa Kemmerich (1) ; Bruna
Cercis siliquastrum L. 4 Exemplares no Parque
Cercis siliquastrum L. 4 Exemplares no Parque Família Leguminosae Nome Comum olaia, árvore- do-amor, árvore-da-judeia, árvore-de-judas Origem Sul da Europa e este da Ásia (zona do Mediterrâneo oriental
Gabarito extraoficial comentado IBGE. Prof. Sérgio Henrique.
Olá querido concurseiro. Hoje, dia 17/04/2016 é um dia muito importante e especial. A democracia cumpre hoje um rito democrático e constitucional de votação de um impeacheamet e também o dia tão esperado
Jimboê. Geografia. Avaliação. Projeto. 5 o ano. 4 o bimestre
Professor, esta sugestão de avaliação corresponde ao quarto bimestre escolar ou à Unidade 4 do Livro do Aluno. Projeto Jimboê Geografia 5 o ano Avaliação 4 o bimestre 1 Avaliação Geografia NOME: ESCOLA:
ANEXO I INSTRUÇÕES PARA EXECUÇÃO DOS ENSAIOS DE DISTINGUIBILIDADE, HOMOGENEIDADE E ESTABILIDADE DE CULTIVARES DE MACIEIRA (Malus domestica Borkh.
ANEXO I INSTRUÇÕES PARA EXECUÇÃO DOS ENSAIOS DE DISTINGUIBILIDADE, HOMOGENEIDADE E ESTABILIDADE DE CULTIVARES DE MACIEIRA (Malus domestica Borkh.) I. OBJETIVO Estas instruções visam estabelecer diretrizes
Área de atuação do BNB
Área de atuação do BNB Nordeste: 1.554,4 mil Km 2 Semiárido: 974,4 mil Km 2 (62,7% do território do NE) Semiárido BNB Área de atuação: 1.775,4 mil Km 2 Municípios atendidos: 1.989 (11 Estados) Quantidade
Plano De Manejo Florestal Sustentável Da Caatinga Na Região Central Do RN
Plano De Manejo Florestal Sustentável Da Caatinga Na Região Central Do RN Mayara Freire Paiva da Silva (1) ; Marcelo da Silva Rebouças (2) ; Eduarda Ximenes Dantas (3) ; Paulo Rogério Soares de Oliveira
BOLETIM CAGED Cadastro Geral de Empregados e Desempregados. FEVEREIRO - 2016 Comportamento do Emprego - Limeira/SP.
BOLETIM CAGED Cadastro Geral de Empregados e Desempregados FEVEREIRO - 216 Comportamento do Emprego - Limeira/SP. A Consultoria Técnica Especializada da Câmara Municipal de Limeira apresenta os dados do
BACIAS HIDROGRÁFICAS
UNESP-SOROCABA BACIAS HIDROGRÁFICAS Professores: Roberto W. Lourenço e Darllan Collins SOROCABA, 2012 Ciclo hidrológico global 2 BACIA HIDROGRÁFICA "A bacia hidrográfica é uma área definida topograficamente,
A Cultura do Cevada (Hordeum vulgare)
A Cultura do Cevada (Hordeum vulgare) INTRODUÇÃO: - Origem: - Mesopotâmia; - Produção: - Ásia; - Europa; - América do Norte; - 80%. INTRODUÇÃO: - Características das regiões produtoras; - Brasil: - 1920-1930;
5º ANO 11 28/ago/12 GEOGRAFIA 3º. 1. Você estudou que as formas variadas que a superfície terrestre apresenta são chamadas de relevo.
5º ANO 11 28/ago/12 GEOGRAFIA 3º 1. Você estudou que as formas variadas que a superfície terrestre apresenta são chamadas de relevo. O relevo está sempre sendo modificado por ações da própria natureza
Programa Cisternas Programa Nacional de Apoio à Captação de Água de Chuva e Outras Tecnologias Sociais de Acesso à Água
Programa Cisternas Programa Nacional de Apoio à Captação de Água de Chuva e Outras Tecnologias Sociais de Acesso à Água Contexto Institucional/Legal Água enquanto alimento integra os direitos fundamentais
ATIVIDADES EXTRAS GEOGRAFIA 1OS ANOS
ATIVIDADES EXTRAS GEOGRAFIA 1OS ANOS 01. OS QUATRO BRASIS Poderíamos, grosseiramente, reconhecer a existência de quatro Brasis, ou seja, regiões específicas dentro do país. Num desses Brasis, verifica-se
Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental. Webinar. A Crise Hídrica e a Redução dos Índices de Perdas de Água
Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental Webinar A Crise Hídrica e a Redução dos Índices de Perdas de Água Serão dois dias de palestras, debates e apresentações de estudos de caso. Entre
TERMO DE REFERÊNCIA: IMPLANTAÇÃO DE TRILHAS RETAS E PARCELAS EM CURVA DE NÍVEL EM FLORESTAS NA REGIÃO DE SÃO GABRIEL DA CACHOEIRA.
TERMO DE REFERÊNCIA: IMPLANTAÇÃO DE TRILHAS RETAS E PARCELAS EM CURVA DE NÍVEL EM FLORESTAS NA REGIÃO DE SÃO GABRIEL DA CACHOEIRA. 1. Objeto Contratação de serviço especializado de topografia plani-altimétrica
Caracterização do estado dos pavimentos Inspecção visual
Caracterização do estado dos pavimentos Inspecção visual 1/24 Estado do Pavimento Características superficiais Coeficiente de atrito pneupavimento; Profundidade de textura facilita um rápido escoamento
Morfologia de Leguminosas
Capítulo 12 Morfologia de Leguminosas Renato Serena Fontaneli, Henrique Pereira dos Santos e Augusto Carlos Baier As leguminosas constituem uma família da classe das Dicotiledôneas, muito rica em espécies
MONITORAMENTO DA QUALIDADE DE ÁGUA PARA CONSUMO ANIMAL NO PARÂMETRO MAGNÉSIO E CONDUTIVIDADE ELÉTRICA DO NORTE DE BOA-VISTA, PB
MONITORAMENTO DA QUALIDADE DE ÁGUA PARA CONSUMO ANIMAL NO PARÂMETRO MAGNÉSIO E CONDUTIVIDADE ELÉTRICA DO NORTE DE BOA-VISTA, PB Rafaela Felix Basílio da Silva 1, Soahd Arruda Rached Farias 2, Mayra Gislayne
Biometria De Sementes E Frutos De Catingueira
Biometria De Sementes E Frutos De Catingueira Luan Henrique Barbosa de Araújo (1) ; Marília Gabriela Caldas Pinto (2) ; Ane Cristine Fortes da Silva (3) ; Camila Costa da Nóbrega (3) ; Jacob Silva Souto
Dicionário de variáveis da PNAD 2006 - arquivo de domicílios Microdados da Pesquisa Básica
1 4 V0101 Ano referência UF Unida da Feração 8 V010 Número controle 13 3 V0103 3 Número série 16 V0104 18 V010 0 V0106 6 1 V001 PARTE 1 IDENTIFICAÇÃO E CONTROLE Total moradores 10 anos ou mais Espécie
LEVANTAMENTO DAS CRIAÇÕES DE AVES CAIPIRAS LOCALIZADAS NO CINTURÃO VERDE DO MUNICÍPIO DE ILHA SOLTEIRA SP
LEVANTAMENTO DAS CRIAÇÕES DE AVES CAIPIRAS LOCALIZADAS NO CINTURÃO VERDE DO MUNICÍPIO DE ILHA SOLTEIRA SP Silva Junior, C. D. 1,* ; Diniz, R. F 1 ; Silva, F. L. 1 ; Mello, E. S. 1 ; Neves, F. A. 2 ; Laurentiz,
Prunus laurocerasus L. 108 Exemplares no Parque
Prunus laurocerasus L. 108 Exemplares no Parque Família Rosaceae Nome Comum louro-cerejo, loiro-cerejo, loiro-inglês, loureiro-cerejeira, loureiro-de-trebizonda, loureiro-real, loureiro-romano Origem Europa
CLIMAS DE PERNAMBUCO
CLIMAS DE PERNAMBUCO EP quente e úmida TP quente e úmida PP Fria e úmida EC Quente e úmida EA Quente e úmida TA Quente e úmida TC Quente e SECA PA Fria e úmida FENÔMENOS DA MPA Friagem na Amazônia
Formações vegetais do Brasil. Professora: Jordana Costa
Formações vegetais do Brasil Professora: Jordana Costa As formações vegetais estão diretamente relacionadas aos fatores climáticos, ao tipo de solo e ao relevo. Floresta Amazônica Vegetação do clima
Compensação Vegetal e a Lei Complementar nº 757/15 Inovações, Desafios e Perspectivas
Porto Alegre 02 de junho de 2016 Compensação Vegetal e a Lei Complementar nº 757/15 Inovações, Desafios e Perspectivas João Roberto Meira Biólogo Estima-se que 60% das espécies de animais e plantas do
OS CERRADOS. Entre as plantas do cerrado, podemos citar a sucurpira, o pequi, a copaíba, o angico, a caviúna, jatobá, lobeira e cagaita.
Os principais biomas brasileiros (biomas terrestres) são: A floresta Amazônica, a mata Atlântica, os campos Cerrados, a Caatinga, o Pampa e o Pantanal. OS CERRADOS Localizados nos estados de Goiás, Tocantins,
UNIUV CENTRO UNIVERSITÁRIO CURSO DE ENGENHARIA INDUSTRIAL DA MADEIRA INTRODUÇÃO A TECNOLOGIA DA MADEIRA
UNIUV CENTRO UNIVERSITÁRIO CURSO DE ENGENHARIA INDUSTRIAL DA MADEIRA INTRODUÇÃO A TECNOLOGIA DA MADEIRA AULA 02 e 03 MEDIÇÃO DA MADEIRA Adaptação Prof. Dr. Pedro Bom, R DOCUMENTO PB00_INTRODUÇÃO_TEC_MADEIRA_02-03
Cópia autorizada. II
II Sugestões de avaliação Geografia 6 o ano Unidade 5 5 Unidade 5 Nome: Data: 1. Massas de ar são grandes porções atmosféricas que adquirem as características de temperatura e umidade das áreas de origem.
FICHA DA CENOURA. Opções de escolha na solicitação de compra. Kuroda, Nantes e Brasília. Extra, Extra A, Extra AA
FICHA DA CENOURA Produto Nome científico Cenoura Daucus carota A cenoura, espécie Daucus carota L., é da família Apiaceae. À família da cenoura pertencem a salsinha, aipo, coentro, erva-doce e nabo. É
Isolamento e Evolução Isolamento - um dos principais fatores para que ocorram mudanças evolutivas Ilhas - papel central no estudo da evolução O Isolam
Biogeografia de Ilhas Vida e morte nas ilhas Maratona de Biogeografia Fundamentos de Ecologia e Modelagem Ambiental Aplicados à Conservação da Biodiversidade Vivian F. Renó 12/04/2012 Isolamento e Evolução
Vários tipos / níveis de controlo
António Mantas, Filipa Teixeira A CERTIFICAÇÃO DA AGRICULTURA BIOLÓGICA Madeira * Setembro de 2010 [email protected] A CERTIFICAÇÃO de um produto (ou de um processo ou de um serviço) é um meio de garantir
PROPOSTA PARA INTEGRAÇÃO DO CANAL DO EIXO NORTE DA TRANSPOSIÇÃO DO RIO SÃO FRANCISCO COM O SERTÃO PARAIBANO A PARTIR DA LINHA ADUTORA COREMAS/SABUGI
PROPOSTA PARA INTEGRAÇÃO DO CANAL DO EIXO NORTE DA TRANSPOSIÇÃO DO RIO SÃO FRANCISCO COM O SERTÃO PARAIBANO A PARTIR DA LINHA ADUTORA COREMAS/SABUGI Mayk Douglas Vilar Gambarra¹, Sávio Túlio de Sá Aguiar
