RELATÓRIO 2 ESTUDO DE ENGENHARIA

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1 CONTRIBUIÇÃO DOS ESTADOS DO RJ E ES PARA OS ESTUDOS DE ENGENHARIA E AMBIENTAL PARA IMPLANTAÇÃO DA NOVA LIGAÇÃO FERROVIÁRIA VILA VELHA/ES A NOVA IGUAÇU/RJ EF 118 RELATÓRIO 2 ESTUDO DE ENGENHARIA Volume III - Relatório de Orçamento

2 SUMÁRIO 1. APRESENTAÇÃO METODOLOGIA MEMÓRIA DE CÁLCULO SERVIÇOS PRELIMINARES Supressão Vegetal Demolições, Desmontes e Remoções da Ferrovia Existente TERRAPLENAGEM Corte Aterro Remoção de Solo Mole Sublastro Bota Fora Corta Rio Aterro Estaqueado Jazida DRENAGEM Valetas e Sarjetas Entradas e Descidas d Água e Dissipadores Drenos OBRAS DE ARTE CORRENTES Fundação de Bueiros Bueiros Celulares OBRAS COMPLEMENTARES Cerca em Mourão de Concreto Muro com Pilares de Concreto Triangular de 20 cm Hidrossemeadura Enleivamento Contenção de Talude com Cortina Atirantada Implantação de Passarelas Estradas de Serviço SUPERESTRUTURA Dados Gerais Materiais Serviços OBRAS DE ARTE ESPECIAIS Pontes Ferroviárias Pontilhões Ferroviários Túneis Viadutos Ferroviários ESTUDO DE ENGENHARIA FERROVIA: Vila Velha/ES Nova Iguaçu/ RJ Página 2 de 147

3 3.7.5 Viadutos Rodoviários Passagens Inferiores PAVIMENTAÇÃO Preparação para Construção do Viaduto Construção dos Acessos com Revestimento Primário Construção dos Acessos com Revestimento Asfáltico SISTEMAS E EQUIPAMENTOS FERROVIARIOS Capex Sinalização, Energia e Telecomunicações Premissas Adotadas CCO (Hardware&Software de Controle) Preço (RS) Instalações Prediais Equipamentos e Sistemas CUSTOS DE IMPLANTAÇÃO OBRAS DE ARTE ESPECIAIS Implantação de Pontes / Viadutos Ferroviários Implantação de Viadutos Rodoviários e Passagens Inferiores Implantação de Túneis MEIO AMBIENTE CUSTOS INDIRETOS DE IMPLANTAÇÃO Planejamento Inicial Logística de Operação do Canteiro de Obras Estimativa De Custos Mobilização e Desmobilização Estimativa Geral de Custos com Canteiros e Mobilização PROJETO EXECUTIVO DESAPROPRIAÇÃO E AQUISIÇÃO DE TERRAS MITIGAÇÃO DE PASSIVOS SOCIAIS E ECONÔMICOS PLANO DE ATAQUE RESULTADO RESUMO DO CAPEX ANEXOS PLANILHA DE PREÇOS UNITÁRIOS DISTRIBUIÇÃO DE TERRAPLENAGEM DESAPROPRIAÇÃO RELATÓRIO DE VISTORIA DE CAMPO ESTUDO DE ENGENHARIA FERROVIA: Vila Velha/ES Nova Iguaçu/ RJ Página 3 de 147

4 TABELAS Tabela 1: Volumes de Terraplenagem Tabela 2: Escavação de Material de 1ª Categoria Tabela 3: Escavação de Material de 3ª Categoria Tabela 4: Extensões BSCC 1,5 x 1, Tabela 5: Quantitativo extremidades BSCC 1,5 x 1, Tabela 6: Extensões BSCC 2,5 x 2, Tabela 7: Quantitativo extremidades BSCC 2,5 x 2, Tabela 8: Extensões BSCC 3,0 x 3, Tabela 9: Quantitativo extremidades BSCC 3,0 x 3, Tabela 10: Extensões BDCC 1,5 x 1, Tabela 11: Quantitativo extremidades BDCC 1,5 x 1, Tabela 12: Extensões BDCC 2,5 x 2, Tabela 13: Quantitativo extremidades BDCC 2,5 x 2, Tabela 14: Extensões BDCC 3,0 x 3, Tabela 15: Quantitativo extremidades BDCC 3,0 x 3, Tabela 16: Extensões BTCC 1,5 x 1, Tabela 17: Quantitativo extremidades BSCC 1,5 x 1, Tabela 18: Extensões BTCC 2,5 x 2, Tabela 19: Quantitativo extremidades BSCC 2,5 x 2, Tabela 20: Extensões BTCC 3,0 x 3, Tabela 21: Quantitativo extremidades BSCC 3,0 x 3, Tabela 22: Quantitativo acessórios para a linha corrida Tabela 23: Peso de AMV completo Tabela 24: Lastro para AMV Tabela 25: Localização e dimensão das pontes do Espírito Santo Tabela 26: Localização e dimensão das pontes do Rio de Janeiro Tabela 27: Resumo do quantitativo de pontes Tabela 28: Resumo do quantitativo de pontes Tabela 29: Localização e dimensão dos túneis do Espírito Santo Tabela 30: Localização e dimensão dos túneis do Rio de Janeiro Tabela 31: Resumo Túneis Tabela 32: Localização e dimensão dos viadutos ferroviários do Espírito Santo ESTUDO DE ENGENHARIA FERROVIA: Vila Velha/ES Nova Iguaçu/ RJ Página 4 de 147

5 Tabela 33: Localização e dimensão dos viadutos ferroviários do Rio de Janeiro Tabela 34: Resumo Viadutos Ferroviários Tabela 35: Localização e extensão dos viadutos rodoviários do Espírito Santo Tabela 36: Localização e extensão dos viadutos rodoviários do Rio de Janeiro Tabela 37: Resumo Viadutos Rodoviários Tabela 38: Passagens Inferiores no Espírito Santo Tabela 39: Passagens Inferiores no Rio de Janeiro Tabela 40: Quantidade de Passagens Inferiores Tabela 41: CAPEX da Operação e Manutenção Tabela 42: Quantitativos Sinalização, Energia e Telecomunicações Tabela 43: CCO (Hardware&Software de Controle) Tabela 44: Implantação de Rede de Fibra Ótica Tabela 45: Equipamentos e Sistemas Operação e Manutenção Tabela 46: Localização dos canteiros Tabela 47: Premissas Canteiros Centrais Tabela 48: Premissas Canteiros Avançados Tabela 49: Premissas Frentes de Serviços e Canteiros Locais Tabela 50: Estimativa geral de custo com canteiros e mobilização Tabela 51: Custos globais de desapropriação Tabela 52: Custos de Desapropriação Tabela 53: Média de Desapropriações Tabela 54: Cálculo de Desapropriações por Município Tabela 55: Logística e Plano de Ataque às Obras Tabela 56: Resumo do Capex Tabela 57: Planilha de Preços Unitários (custos data base: março 2014) Tabela 58: Quadro de Distribuição de Terraplenagem ESTUDO DE ENGENHARIA FERROVIA: Vila Velha/ES Nova Iguaçu/ RJ Página 5 de 147

6 1. APRESENTAÇÃO O presente relatório descreve as memórias de cálculo dos estudos constituintes do EVTEA Estudo de Viabilidade Técnica, Econômica e Ambiental da ferrovia entre as cidades de Vila Velha (ES) e Nova Iguaçu (RJ). ESTUDO DE ENGENHARIA FERROVIA: Vila Velha/ES Nova Iguaçu/ RJ Página 6 de 147

7 2. METODOLOGIA Com base nos estudos de engenharia desenvolvidos foram definidas as quantidades de cada um dos itens de serviços técnicos de engenharia (Terraplenagem, Superestrutura, Obras de artes especiais, Drenagem e Obras de Arte Correntes, Obras Complementares, entre outros). Foram adotadas preferencialmente como referência principal, pelas características de suas composições formuladas para obras ferrroviárias, a tabela de custos utilizada pela VALEC Engenharia, Construções e Ferrovias S.A. Para os demais custos não referenciados foram utilizados os custos para construções rodoviárias a partir da aplicação do SICRO DNIT. Eventuais custos de serviços não encontrados nessas duas referências foram elaboradas composições a partir de custos unitários das duas instituições da administração federal ou outras de reconhecida competência da administração estadual brasileira. O critério adotado para estimativa dos custos de serviços consiste, em última análise, em uma estruturação das composições, de modo a permitir a fixação dos custos unitários num nível de precisão compatível com a natureza do estudo que se pretende desenvolver. Os tópicos abordados na sequência metodológica aqui apresentada são desenvolvidos nos itens posteriores e estão discriminados a seguir: Os custos tem por referência base o mês de março de 2014, região: Rio de Janeiro. Conforme estipula a IS 15/2006 foram imputadas às composições do SICRO 2, quando pertinentes, as despesas oriundas de transporte, adotando se as distâncias estabelecidas no estudo; Os valores apresentados na planilha de preços unitários não consideram o BDI. ESTUDO DE ENGENHARIA FERROVIA: Vila Velha/ES Nova Iguaçu/ RJ Página 7 de 147

8 3.1 SERVIÇOS PRELIMINARES 3. MEMÓRIA DE CÁLCULO Para identificar as áreas a serem desmatadas, foram utilizadas as imagens disponibilizadas pelo software Google Earth. O serviço de limpeza do terreno, de desmatamento e de destocamento de árvores considerou a faixa de domínio de 20 metros para cada lado do eixo. Foi considerada uma área adicional de 10 % para excessos de largura da faixa em pátios, grandes cortes e aterros. Para essa etapa, também foram realizadas investigações relativas às questões ambientais. Os critérios adotados foram: A área de desmatamento, destocamento e limpeza de árvores, com diâmetro até 0,15 m, é igual à área da faixa de domínio; Foi considerada uma área adicional de 10 % para excessos de largura da faixa em pátios, grandes cortes e aterros; 15 % da área da faixa de domínio necessitam destocamento de árvores com D > 0,15 m; A densidade de árvores com D = 0,15 m a 0,30 m é igual a 450 árvores a cada 1 hectare; A densidade de árvores com D > 0,30 m é igual a 100 árvores a cada 1 hectare; Para as árvores a serem retiradas, foi considerado o corte e a poda, com o empilhamento da madeira ao lado da limpeza para ser destinada em concordância com os órgãos ambientais. Também foram utilizadas imagens Google Earth para identificação das áreas a serem desapropriadas. Para estas áreas foram consideradas suas demolições. Além disso, foram previstas demolições de linha férrea, e seus componentes, quando a linha projetada se sobrepôs àquela. Os critérios e resultados são apresentados em seguida Supressão Vegetal Desmatamento, destocamento e limpeza de áreas com árvores de diâmetro até 0,15 m Área correspondente à cálculo realizado utilizando a projeção dos offsets sobre as ortofotos. Total = m²; Corte de Árvore 0,15 m < D < 0,30 m com motosserra É estimado que da área total de vegetação identificada cerca de 15 % apresentam árvores acima de 0,15 m de diâmetro. Desta área estima se que 70 % apresente árvores com diâmetro > 0,30 m. Árvores (D = 0,15 m a 0,30m) = m² x 15 % x 30 % x 450 und/ m² = unidades; Corte de Árvore D > 0,30 m com motosserra Árvores (D > 0,30 m) = m² x 15 % x 70 % x 100 und/ m² = unidades; Corte, poda e empilhamento da madeira Total = = unidades; Transporte local com caminhão basculante de 10 m³ em rodovia não pavimentada (const) Volume de camada vegetal = m² x 0,15 m (espessura da camada vegetal) = ,60 m³ ESTUDO DE ENGENHARIA FERROVIA: Vila Velha/ES Nova Iguaçu/ RJ Página 8 de 147

9 Considerando a densidade do solo = 1,3 t/m³ e distância ADME = 5 km Transporte = ,60 m³ x 1,3 t/ m³ x 5 km = ,90 t.km; Demolições, Desmontes e Remoções da Ferrovia Existente Limpeza do corpo estradal da ferrovia existente para a construção da nova configuração. Todos os entulhos serão transportados para local de bota fora localizado a uma DMT de 5 km Demolições de edificações na faixa de domínio Foram consideradas as áreas de edificações dentro da faixa de domínio. Para as edificações no limite da faixa de dominio foi considerada toda a sua área. Para o segmento da ferrovia existente são considerados para fins de cálculo da área de demolição as construções prediais, instalações operacionais, obras de arte correntes e especiais e dispositivos de drenagem. Total = m²; Remoção de entulhos provenientes de demolições Foi considerada uma taxa de 1,5 t/m² para os entulhos provenientes das demolições. Total = m² x 1,5 t/ m² = t Desmonte da grade Total = m Remoção de cerca Total = m x 2 = m Remoção de trilhos e acessórios Foi considerado uma taxa de 57,5 t/km para os trilhos e acessórios da via férrea demolida. Total = m x 57,5 t/km x 2 = 8.242,20 t Deslocamento de dormentes Foi considerado uma taxa de dormentes por km. Total = m x 1600 und/km x 0,12 t (peso médio dormente madeira deteriorado)= ,40 t Escavação de lastro contaminado Foi considerado uma altura média de 1,0 m para o lastro devido à contínua complementação do volume para compensar recalques ao longo da vida da ferrovia, por uma largura média de 4,0 m. Total =( m 550 m (extensão de OAE)) x 1,0 m x 4,0 m = m³ Total = m³ x 1,84 kg/m³ (densidade do lastro compactado) = ,00 t. ESTUDO DE ENGENHARIA FERROVIA: Vila Velha/ES Nova Iguaçu/ RJ Página 9 de 147

10 3.2 TERRAPLENAGEM Os estudos de terraplenagem foram desenvolvidos em duas etapas. Na primeira, em uma operação conjunta com a equipe dos estudos de traçado, buscou se o cálculo dos volumes de corte e aterro, bem como a definição da localização preliminar dos obstáculos para a distribuição (pontes, viadutos, travessias, áreas de solos moles, perímetros urbanos, etc.). Finalizados estes trabalhos, a segunda etapa concentrou se na definição dos locais com possíveis classificações de materiais, a partir dos estudos geológicos/geotécnicos. A partir de então, e definido quais seriam os fatores de homogeneização a serem utilizados, partiu se para analise individual de cada segmento, bem como a necessidade de empréstimos e/ou bota foras. A partir de então, foram definidas as faixas de transporte dos materiais envolvidos, considerando uma distância máxima econômica de transporte para a compensação longitudinal de 10,00 km. Considerando tambem as restrições ambientais para a locação de bota fora e empréstimos fora dos limites da faixa de domínio procurou se a incorporação dos bota foras adjacente ao corpo estradal de aterros assim como utilizar a solução de alargamento de cortes para as necessidades de volumes adicionais na modalidade de empréstimos. Essa prática não se fez viável em toda a extensão do traçado de referência devido a passagem por regiões de baixada como é perceptível na saída de Vitória ES, na região de Campos RJ e de Itaboraí RJ, tendo sido adotada a solução de bota dentro, e em especial quando a qualidade do solo não atendia às características de projeto fez se necessário o uso de jazidas de empréstimo situadas a distâncias maiores que 10 km devido a topografia da região. Os resultados dos Estudos de Terraplenagem consideraram os cálculos dos volumes de material de 1ª categoria e 2ª categoria em um mesmo grupo, 3ª categoria e solo mole e aterros A caracterização dos materiais foi feita analisando se as informações obtidas nos estudos geológicos/geotécnicos, procurando se a simplificação executiva da terraplenagem, com a utilização máxima dos volumes provenientes dos cortes previstos e seus alargamentos. Os volumes de 1ª categoria foram obtidos a partir da superfície do projeto, utilizando se do software AutoCAD Civil 3D Foi considerada uma remoção da camada vegetal com espessura de 0,15 m ao longo de todo segmento. A partir das visitas de campo onde foram identificados afloramentos locacionais e, com base nos mapas geológicos da região do presente estudo, foram lançados os limites do horizonte de material de 3ª categoria sobre o perfil longitudinal. Desta forma, foi possível definir uma superfície de ocorrência rochosa para cálculo do volume deste material. Para a estimativa dos volumes de solo mole, foram identificadas as possíveis áreas de ocorrência com base nas visitas de campo e sobre imagens de satélite, com o cálculo da remoção com 4,00 m de profundidade, considerando uma folga lateral de 2,00 m. As ocorrências de solo mole foram classificadas em 4 casos: Caso 1 Para aterros baixos (até 3,0 m), em áreas de brejo curtas (estreitas) e de pequena profundidade, a solução prevista é a de convivência com os solos moles ou a sua remoção total com aplicação um lastro de rachão com espessura de 2,00 m, com preenchimento nas camadas superiores (nos últimos 0,40 m) com areia, camada de areia de 0,60 m, aplicação de geogrelha e ou manta geotextil e aterro com controle de compactação até a camada final de aterro, sendo os últimos 0,60 m compactados a 100 %, com argila importada de jazida de solos e ou material proveniente dos cortes de solo no traçado das obras. Nestes casos estão previstos também a implantação de drenos verticais possibilitando a saída da água acumulada na camada drenante inferior ao aterro de solos. Caso 2 Para espessuras de aterro da ordem de 3,0 m a 4,0 m e em locais onde a largura da travessia ainda seja curta e com espessura da camada de solo mole pequena (até 4,0 m), a solução prevista é a sua remoção total com aplicação um lastro de rachão com espessura de ESTUDO DE ENGENHARIA FERROVIA: Vila Velha/ES Nova Iguaçu/ RJ Página 10 de 147

11 2,00 m, com preenchimento nas camadas superiores (nos últimos 0,40 m) com areia, camada de areia de 0,60 m, aplicação de geogrelha e ou manta geotextil e aterro com controle de compactação até a camada final de aterro, sendo os últimos 0,60 m compactados a 100 %, com argila importada de jazida de solos e ou material proveniente dos cortes de solo no traçado das obras. Nestes casos estão previstos também a implantação de drenos verticais possibilitando a saída da água acumulada na camada drenante inferior ao aterro de solos. Caso 3 Para aterros mais altos que 4,0 m, em condição de vales curtos (estreitos) a solução prevista é a solução de aterro leve estruturado com cravação de estacas de concreto na profundidade do solo de baixa resistência mais a cravação de 3,00 m em solo de suporte com considerável resistência, após esta cravação é feita a colocação de capitéis de concreto armado, sobre estas estacas de concreto cravadas, é feita a regularização deste terreno com uma camada de areia nivelando os espaços entre os capitéis, posterior a este nivelamento eé aplicado uma lona plástica em toda a área, sobre a lona plástica é executado uma laje de concreto armado cobrindo toda a extensão do solo mole, aplicação de geogrelha e ou manta geotextil e aterro com controle de compactação até a camada final de aterro, sendo os últimos 0,60 m compactados a 100 %, com argila importada de jazida de solos e ou material proveniente dos cortes de solo no traçado das obras. Neste caso não há a necessidade de execução de dreno vertical. Caso 4 No caso de espessuras elevadas de aterros (> 4m), sobre aluviões muito espessos (4,0 m a 15,0 m ou mais), em vales amplos e baixadas largas, solução de aterro leve estruturado com cravação de estacas de concreto na profundidade do solo de baixa resistência mais a cravação de 3,00 m em solo de suporte com considerável resistência, após esta cravação é feita a colocação de capitéis de concreto armado, sobre estas estacas de concreto cravadas, é feita a regularização deste terreno com uma camada de areia nivelando os espaços entre os capitéis, posterior a este nivelamento eé aplicado uma lona plástica em toda a área, sobre a lona plástica é executado uma laje de concreto armado cobrindo toda a extensão do solo mole, aplicação de geogrelha e ou manta geotextil e aterro com controle de compactação até a camada final de aterro, sendo os últimos 0,60 m compactados a 100 %, com argila importada de jazida de solos e ou material proveniente dos cortes de solo no traçado das obras. Neste caso não há a necessidade de execução de dreno vertical. Para complementação dos volumes necessários à execução dos reaterros das cavas de solo mole, foram indicados os volumes de empréstimos em materiais de 1ª categoria, distantes de 15,00 km. Apresenta se a seguir a Tabela 1 resumo dos principais quantitativos deste item. Tabela 1: Volumes de Terraplenagem DESCRIÇÃO VOLUME (m³) 1 Corte 1.1 Corte 1ª Categoria , Corte 3ª Categoria Aterro 2.1 Aterro em solo Aterro Rochoso Outros volumes 3.1 Solo Mole AE ADME 1 ª ADME 3 A CAT O volume de corte corresponde a todas as quantidades escavadas que foram compensadas longitudinalmente, destinadas para bota fora, escavadas para empréstimos de aterros por alargamento ESTUDO DE ENGENHARIA FERROVIA: Vila Velha/ES Nova Iguaçu/ RJ Página 11 de 147

12 de corte ou bota dentro e para preenchimento cavas de solo mole. O volume de aterro corresponde ao volume geométrico dos aterros longitudinais. Os volumes de escavação de AE e ADME estão computados também no volume de corte. O quadro de distribuição de terraplenagem do projeto é apresentado em anexo. Os critérios e resultados dos estudos de terraplenagem são apresentados em seguida Corte Escavação de Material de 1ª Categoria Foi considerado a utilização de escavadeira hidráulica, trator e de caminhão basculante para o transporte. O critério adotado na distribuição do volume foi de se aproveitar o máximo do volume na compensação com os aterros e cavas de retiradas de solo mole. Tabela 2: Escavação de Material de 1ª Categoria Distância média de Transporte Volume de Escavação (m³ 50 a 200 metros , a 400 metros , a 600 metros , a 800 metros , a metros , a metros , a metros , a metros , a metros , a metros , a metros , a metros ,42 > metros ,42 Total 1 a Categoria , Escavação de Material de 3ª Categoria Foi considerado a utilização de explosivos, perfuratrizes, compressores, escavadeira hidráulica, trator de esteiras D8 e caminhão basculante para o transporte. O critério adotado na distribuição do volume foi de se aproveitar o máximo do volume na compensação com os aterros e cavas de retiradas de solo mole. Tabela 3: Escavação de Material de 3ª Categoria Distância média de Transporte Volume de Escavação (m³) 50 a 200 metros , a 400 metros , a 600 metros , a 800 metros , a metros , a metros , a metros ,28 Total 3 a Categoria ,17 ESTUDO DE ENGENHARIA FERROVIA: Vila Velha/ES Nova Iguaçu/ RJ Página 12 de 147

13 3.2.2 Aterro Compactação de aterros em solo a 95 % Proctor Normal Os critérios adotados são, o volume do corpo de aterro, exclusive a última camada de 60 cm; Volume geométrico; e fator de homogeneização de 20 % para cortes (estimado). Volume de Aterro = Volume Total 100 % Proctor nomal Volume de Aterro = ,00 m³ ,00 m³ = ,44 m³ Compactação de aterros em solo a 100 % Proctor Normal Os critérios adotados são: o volume do corpo de aterro, exclusive a última camada de 60 cm; Volume geométrico; e fator de homogeneização de 20 % para cortes (estimado). Volume de Aterro = ,00 m³ x 5,64 = ,00 m³ Compactação de aterro em material de 3ª categoria Os critérios adotados são, o volume do corpo de aterro em rocha, exclusive a última camada de 60 cm; Volume geométrico. Volume de Aterro em rocha = Volume Total 100 % Proctor Normal Volume de Aterro = ,78 m³ ,23 m³ = ,55 m³ Compactação da camada final de aterro em rocha Os critérios adotados são: a última camada de 60 cm; Volume geométrico. Volume de Aterro = ,00 m x 5,64 m² = ,23 m³ Compactação da saia do aterro Consiste na compactação da saia do aterro nos dois lados com trator de esteira, para compactação do material solto Total = m x 10,00 m (largura média) x 2 (lados) = m² Remoção de Solo Mole Escavação e carga de solo mole Consiste na retirada total do volume de solo mole com profundidades inferiores a 4,00 m, com escavadeira hidráulica e apoio de trator de esteiras. Tendo em vista a baixa altura dos aterros em regiões de solo mole considerou se uma faixa média de 20,00 m para a escavação. Total = ,00 m x 20,00 m x 4,00 m = ,00 m³ Momento de transporte DMT de 10,00 km para material de solo mole Consiste no transporte do material de escavação de solo mole para bota foras licenciados e cadastrados ato da execução das obras. Total ,00 m³ x 10,00 km = ,00 m³.km ESTUDO DE ENGENHARIA FERROVIA: Vila Velha/ES Nova Iguaçu/ RJ Página 13 de 147

14 Espalhamento de material de solo mole em bota fora Consiste no espalhamento de todo o material de escavação do solo mole em bota fora Total = ,00 m³ Rachão ou pedra de mão comercial para fundação de aterro Consiste na aquisição da pedra rachão ou pedra de mão, para recomposição de metade da altura da cava. Total = ,00 m x 20,00 m x 2,00 m = ,00 m³ Transporte de pedra rachão e ou pedra de mão Consiste no transporte da pedra comercial da pedreira até ao local de aplicação com DMT médio de 20,00 km. Total = ,00 m³ x 20,00 km = ,00 m³.km Espalhamento de pedra rachão e ou pedra de mão Consiste no adequado espalhamento da pedra no local da retirada do solo mole, com a sua perfeita compactação e assentamento das pedra no local de aplicação Total = ,00 m³ Colchão de areia Consiste na aquisição da areia, para retira em porto de areia. Total = 72574,00 m x 20,00 m x 0,60 m = ,00 m³ Transporte de areia para camada drenante Consiste no transporte da areia comercial do porto de areia até ao local de aplicação com DMT médio de 20,00 km. Total = ,00 m³ x 20,00 km = ,00 m³.km Espalhamento de areia para fundação de aterro Consiste no adequado espalhamento da areia após a aplicação do rachão no local da retirada do solo mole, com a sua perfeita compactação e assentamento sobre a pedra no local de aplicação Total = ,00 m³ Fornecimento e assentamento de manta geotextil RT 31 (ant op 60) bidim Consiste no fornecimento, transporte e aplicação da manta sobre a camada final de areia Total = ,00 m x 20,00 m x 1,10 (fator de sobreposição) = ,00 m² ESTUDO DE ENGENHARIA FERROVIA: Vila Velha/ES Nova Iguaçu/ RJ Página 14 de 147

15 Dreno vertical de pedra rachão com envelopamento de manta geotextil Consiste na execução de dreno vertical com aplicação de pedra rachão envelopado com manta geotextil e escorado com forma de madeira, locando um dreno vertical a cada 100,00 m de extensão para os locais onde a extensão for superior a 100,00 m, nos locais onde a extensão for inferior a 100,00 m, locar um dreno no centro da peça de solo mole. Total = ,00 m 100,00 m = 726,00 unidades Remoção com correntão de material excedente em saia do aterro Consiste na remoção do material solto na saia do aterro nos dois lados com corrente adaptada em trator de esteiras Total = m x 10,00 m (largura média) x 2 (lados) = m² Sublastro Execução de sublastro com laterita Consiste na camada de material que completa a plataforma ferroviária e que recebe o lastro, com função de absorver os esforços transmitidos pelo lastro e transferi los para o terreno adjacente, na taxa adequada à capacidade de suporte do referido terreno, e evitar o fenômeno do bombeamento de finos do subleito e diminuir a altura necessária do lastro. Material adquirido de jazida, que deverá se enquadrar na faixa adequada do projeto com o suporte adequado ao projeto. Seção transversal de sublastro A = 1,70 m² Volume de sublastro: Total = (Extensão total de vias Extensão em OAE) x 1,70 m 3 /m Total = ( ,00 m ,00 m) x 1,70 m 3 /m x 1,20 = ,00 m³ Transporte de material para sublastro Total = ,00 m³ x 20,00 km = ,00 m 3.km Regularização do subleito trecho ferrovia existente Critérios: área entre os bordos da plataforma de terraplanagem OAE. Área entre bordos = (72.300,00 m 550,00 m) x 7,50 m = ,00 m² Bota Fora Consiste em locais para depositar o material excedente dos cortes de terraplenagem Compactação de bota fora com material de 1ª e 2ª categoria Total = ,15 m³ ESTUDO DE ENGENHARIA FERROVIA: Vila Velha/ES Nova Iguaçu/ RJ Página 15 de 147

16 Compactação de bota fora em material de 3ª categoria Total = ,57 m³ Hidrossemeadura Consiste na cobertura vegetal de toda a área do bota fora inclusive contemplando as saias do aterro (bota fora) Total = ,15 m³ 4,00 m de altura x 1,20 talude = ,34 m² Sarjeta trapezoidal de concreto SZC 01 Consiste na drenagem de toda a área do bota fora Total = ,15 m³ 4,00 m (2 x 4,00 m) = ,54 m Corta Rio Consiste nas operações de escavação, carga, transporte e espalhamento do material em bota fora, o corta rio se faz necessário para a concretização dos trabalhos de implantação de drenagens de condução de leitos de rios, requer o desvio do rio para a perfeita execução da drenagem Escavação e carga de material de corta rio Total = 5.000,00 m x 5,00 m largura x 5,00 m = ,00 m³ Momento de transporte dmt > 5 km para material de corta rio Total = ,00 m³ x 7,50 km = ,00 m³.km Espalhamento de material de corta rio em bota fora Total = ,00 m³ Aterro Estaqueado Consiste na necessidade dos locais onde a profundidade do solo mole é superior a 5,00 m de profundidade, que consiste nas operação de cravação das estacas de concreto pré moldado, a execução de capitéis de concreto armado na cabeça das estacas cravadas, regularização no entorno dos capitéis com areia, após a regularização aplicar uma lona plástica e posterior concretagem de uma laje de concreto armado, aplicação de manta geotextil e a subida do corpo do aterro. Total = ,10 m x 25,00 m = ,50 m² Jazida Consiste em áreas de empréstimos que contém materiais ricos em resistência e suporte, para corpos de aterro e bases. ESTUDO DE ENGENHARIA FERROVIA: Vila Velha/ES Nova Iguaçu/ RJ Página 16 de 147

17 Limpeza de jazida Total = ,52 m³ 4,00 m = ,63 m² Expurgo de jazida Total = ,63 m² x 0,20 m = ,73 m³ Escavação e carga de material de jazida Total = ,10 m³ x 1,20 = ,52 m³ 3.3 DRENAGEM Consistem em dispositivos dimensionados para o escoamento, condução e amortecimento das águas de chuva, levando em conta estudos e acompanhamentos de dados pluviométricos dos últimos anos, e conseqüência nas bacias de contribuição ao longo do traçado de referência, tem por objetivo coletar, conduzir e lançar o mais rápido possível em local adequado, toda água que origina, que corre e cai na superfície ferroviária e que pode comprometer a via, evitando erosões, assoreamentos, instabilidades dos taludes, empoçamentos e alagamentos. Os critérios e resultados para determinação das quantidades dos dispositivos de drenagem superficial e bueiros são apresentados nas memórias em seguida Valetas e Sarjetas Valetas de proteção de cortes com revestimento em concreto: VPC 03 Consideradas ao longo de toda a extensão de cortes; posicionadas a 3 metros do offset de corte. Total = ,00 m Valetas de proteção de aterro com revestimento em concreto: VPA 03 Consideradas ao longo de toda a extensão de aterros; posicionadas a 1 metro do offset de aterro. Total = ,00 m Sarjeta trapezoidal de concreto SZC 02 Posicionadas nos dois bordos da plataforma de terraplanagem ao longo de toda a via. Total = (Extensão total viadutos ferroviários, pontes, pontilhão) x 2 Total = ( ,00 m ,00 m) x 2 = ,00 m Sarjeta Trapezoidal de Concreto SZC 02 Consideradas ao longo de toda a extensão de banquetas de cortes e de aterro; o deságue será nas valetas de proteção de corte ou de aterro. Total = ,00 m ESTUDO DE ENGENHARIA FERROVIA: Vila Velha/ES Nova Iguaçu/ RJ Página 17 de 147

18 3.3.2 Entradas e Descidas d Água e Dissipadores Descida d água tipo rap. Canal retangular DAR 03 Posicionadas em todos os pontos de passagem de corte para aterro e de aterro para corte; e extensão estimada em 10 metros. Total = ,00 m Descida d água cortes em degraus ARM DCD 02 Posicionadas nos taludes de corte em todos os pontos baixos do terreno; extensão variável de acordo com a altura do talude. Total = 7.800,00 m Descida d água aterro em degraus ARM DAD 02 Posicionadas nos taludes de aterro em todos os pontos baixos do terreno; extensão variável de acordo com a altura do talude Total =21.960,00 m Entrada d água EDA 01 Posicionadas em todos os pontos de passagem de corte para aterro e de aterro para corte. Total = 2264 unidades Entrada d água EDA 02 Posicionadas nos taludes de corte em todos os pontos baixos de terreno; e extensão variável de acordo com a altura do talude. Total = 650 unidades Dissipador de Energia DES 04 Utilizado no deságue das valetas superficiais, posicionados nos segmentos em aterro. Em todos os pontos baixos do terreno. Total = unidades Dissipador de Energia DED 01 Utilizado no deságue das valetas superficiais, posicionados nos segmentos em aterro. Em todos os pontos baixos do terreno. Total = unidades ESTUDO DE ENGENHARIA FERROVIA: Vila Velha/ES Nova Iguaçu/ RJ Página 18 de 147

19 3.3.3 Drenos Dreno longitudinal profundo p/ corte em solo DPS 05 Total = ,00 m Dreno longitudinal profundo p/ corte em rocha DPR 04 Total = ,00 m Boca de saída para dreno sub superficial BSD 03 Utilizadas nas saídas dos drenos nas passagens de corte para aterro Total = unidades Dreno sub horizontal DSH 01 Aplicável em 60 % dos cortes em solo. Profundidade media de 8 metros. Total = ,00 m 5,00 m x 3 und x 8,00 m = ,16 m Perfuração para dreno sub horizontal em material de 1ª categoria Total = ,00 m 5,00 m x 3 und x 8,00 m = ,16 m 3.4 OBRAS DE ARTE CORRENTES As Obras de Arte Correntes ou bueiros são obras de transposição de talvegue natural que tem a finalidade de propiciar a passagem sob o corpo estradal de pequenos cursos d água ou deflúvios de águas pluviais, captadas por dispositivos de drenagem, que são classificados como bueiros de grota ou bueiros de greide. As extensões totais dos dispositivos para a drenagem profunda foram estimadas em função das projeções dos offsets dos aterros estabelecidos pelo projeto de terraplenagem, e principalmente com relação ao relevo e topografia da região pela qual percorre a ferrovia Fundação de Bueiros Escavação mecânica de vala em material de 1ª categoria Total = Extensão total dos bueiros x largura média da cava x profundidade Total = ,00 m x 1,70 m x 0,50 m = ,25 m³ Momento de transporte dmt > m para material de 1ª categoria Total = ,25 m³ x 7,50 km = ,38 m³.km Espalhamento de material de escavação mecânica em bota fora Total = ,25 m³ ESTUDO DE ENGENHARIA FERROVIA: Vila Velha/ES Nova Iguaçu/ RJ Página 19 de 147

20 Rachão ou pedra de mão comercial Total = ,00 m x 1,70 m x 0,30 m = ,95 m³ Transporte de pedra de mão Total = ,95 m³ x 20,00 km = ,00 m³.km Espalhamento de pedra de mão Total = ,95 m³ Colchão de areia Total = ,00 m x 1,70 m x 0,20 m = ,30 m³ Transporte de areia para fundação de aterro Total = ,30 m³ x 20,00 km = ,00 m³.km Espalhamento de areia para fundação de aterro Total = ,30 m³ Reaterro e compactação para bueiro Total = ,25 m³ Bueiros Celulares Bueiros Simples Celulares de Concreto SIMPLES Tabela 4: Extensões BSCC 1,5 x 1,5 CORPO ALTURA EXTENSÃO (m) QUANTIDADE CORPO BSCC 1,5 x 1,5 m 0 a 1m CORPO BSCC 1,5 x 1,5 m 1 a 2.5m CORPO BSCC 1,5 x 1,5 m 2.5 a 5m CORPO BSCC 1,5 x 1,5 m 5 a 7.5m CORPO BSCC 1,5 x 1,5 m 7.5 a 10m CORPO BSCC 1,5 x 1,5 m 10 a 12m CORPO BSCC 1,5 x 1,5 m 12 a 15m ESTUDO DE ENGENHARIA FERROVIA: Vila Velha/ES Nova Iguaçu/ RJ Página 20 de 147

21 SIMPLES Tabela 5: Quantitativo extremidades BSCC 1,5 x 1,5 CORPO ESCONSIDADE QUANTIDADE CORPO BSCC 1,5 x 1,5 m CORPO BSCC 1,5 x 1,5 m CORPO BSCC 1,5 x 1,5 m CORPO BSCC 1,5 x 1,5 m SIMPLES Tabela 6: Extensões BSCC 2,5 x 2,5 CORPO ALTURA EXTENSÃO (m) QUANTIDADE CORPO BSCC 2,5 x 2,5 m 0 a 1m 0 0 CORPO BSCC 2,5 x 2,5 m 1 a 2.5m 0 0 CORPO BSCC 2,5 x 2,5 m 2.5 a 5m 50 2 CORPO BSCC 2,5 x 2,5 m 5 a 7.5m 40 1 CORPO BSCC 2,5 x 2,5 m 7.5 a 10m 90 2 CORPO BSCC 2,5 x 2,5 m 10 a 12m 55 1 CORPO BSCC 2,5 x 2,5 m 12 a 15m Tabela 7: Quantitativo extremidades BSCC 2,5 x 2,5 SIMPLES CORPO ESCONSIDADE QUANTIDADE CORPO BSCC 2,5 x 2,5 m 0 6 CORPO BSCC 2,5 x 2,5 m CORPO BSCC 2,5 x 2,5 m 30 2 CORPO BSCC 2,5 x 2,5 m 45 0 Tabela 8: Extensões BSCC 3,0 x 3,0 SIMPLES CORPO ALTURA EXTENSÃO (m) QUANTIDADE CORPO BSCC 3,0 x 3,0 m 0 a 1m 28 1 CORPO BSCC 3,0 x 3,0 m 1 a 2.5m 0 0 CORPO BSCC 3,0 x 3,0 m 2.5 a 5m 37 1 CORPO BSCC 3,0 x 3,0 m 5 a 7.5m 45 1 CORPO BSCC 3,0 x 3,0 m 7.5 a 10m 0 0 CORPO BSCC 3,0 x 3,0 m 10 a 12m 0 0 CORPO BSCC 3,0 x 3,0 m 12 a 15m 76 1 Tabela 9: Quantitativo extremidades BSCC 3,0 x 3,0 SIMPLES CORPO ESCONSIDADE QUANTIDADE CORPO BSCC 3,0 x 3,0 m 0 6 CORPO BSCC 3,0 x 3,0 m CORPO BSCC 3,0 x 3,0 m 30 2 CORPO BSCC 3,0 x 3,0 m 45 0 ESTUDO DE ENGENHARIA FERROVIA: Vila Velha/ES Nova Iguaçu/ RJ Página 21 de 147

22 Bueiros Duplos Celulares de Concreto Tabela 10: Extensões BDCC 1,5 x 1,5 DUPLOS CORPO ALTURA EXTENSÃO (m) QUANTIDADE CORPO BDCC 1,5 x 1,5 m 0 a 1m 12 1 CORPO BDCC 1,5 x 1,5 m 1 a 2.5m 15 1 CORPO BDCC 1,5 x 1,5 m 2.5 a 5m 58 2 CORPO BDCC 1,5 x 1,5 m 5 a 7.5m CORPO BDCC 1,5 x 1,5 m 7.5 a 10m 80 2 CORPO BDCC 1,5 x 1,5 m 10 a 12m 45 1 CORPO BDCC 1,5 x 1,5 m 12 a 15m Tabela 11: Quantitativo extremidades BDCC 1,5 x 1,5 DUPLOS CORPO ESCONSIDADE QUANTIDADE CORPO BDCC 1,5 x 1,5 m 0 12 CORPO BDCC 1,5 x 1,5 m CORPO BDCC 1,5 x 1,5 m 30 6 CORPO BDCC 1,5 x 1,5 m 45 2 Tabela 12: Extensões BDCC 2,5 x 2,5 DUPLOS CORPO ALTURA EXTENSÃO (m) QUANTIDADE CORPO BDCC 2,5 x 2,5 m 0 a 1m 30 1 CORPO BDCC 2,5 x 2,5 m 1 a 2.5m 50 2 CORPO BDCC 2,5 x 2,5 m 2.5 a 5m 0 0 CORPO BDCC 2,5 x 2,5 m 5 a 7.5m 0 0 CORPO BDCC 2,5 x 2,5 m 7.5 a 10m 93 2 CORPO BDCC 2,5 x 2,5 m 10 a 12m 50 1 CORPO BDCC 2,5 x 2,5 m 12 a 15m 60 1 Tabela 13: Quantitativo extremidades BDCC 2,5 x 2,5 DUPLOS CORPO ESCONSIDADE QUANTIDADE CORPO BDCC 2,5 x 2,5 m 0 14 CORPO BDCC 2,5 x 2,5 m 15 0 CORPO BDCC 2,5 x 2,5 m 30 0 CORPO BDCC 2,5 x 2,5 m 45 0 ESTUDO DE ENGENHARIA FERROVIA: Vila Velha/ES Nova Iguaçu/ RJ Página 22 de 147

23 Tabela 14: Extensões BDCC 3,0 x 3,0 DUPLOS CORPO ALTURA EXTENSÃO (m) QUANTIDADE CORPO BSCC 3,0 x 3,0 m 0 a 1m 0 0 CORPO BSCC 3,0 x 3,0 m 1 a 2.5m 0 0 CORPO BSCC 3,0 x 3,0 m 2.5 a 5m 0 0 CORPO BSCC 3,0 x 3,0 m 5 a 7.5m 40 2 CORPO BSCC 3,0 x 3,0 m 7.5 a 10m 50 1 CORPO BSCC 3,0 x 3,0 m 10 a 12m 0 0 CORPO BSCC 3,0 x 3,0 m 12 a 15m 0 0 Tabela 15: Quantitativo extremidades BDCC 3,0 x 3,0 DUPLOS CORPO ESCONSIDADE QUANTIDADE CORPO BSCC 3,0 x 3,0 m 0 14 CORPO BSCC 3,0 x 3,0 m 15 0 CORPO BSCC 3,0 x 3,0 m 30 0 CORPO BSCC 3,0 x 3,0 m Bueiros Triplos Celulares de Concreto Tabela 16: Extensões BTCC 1,5 x 1,5 TRIPLOS CORPO ALTURA EXTENSÃO (m) QUANTIDADE CORPO BTCC 1,5 x 1,5 m 0 a 1m 12 1 CORPO BTCC 1,5 x 1,5 m 1 a 2.5m 0 0 CORPO BTCC 1,5 x 1,5 m 2.5 a 5m 25 1 CORPO BTCC 1,5 x 1,5 m 5 a 7.5m 38 1 CORPO BTCC 1,5 x 1,5 m 7.5 a 10m 50 1 CORPO BTCC 1,5 x 1,5 m 10 a 12m 60 1 CORPO BTCC 1,5 x 1,5 m 12 a 15m 65 1 Tabela 17: Quantitativo extremidades BSCC 1,5 x 1,5 TRIPLOS CORPO ESCONSIDADE QUANTIDADE CORPO BTCC 1,5 x 1,5 m 0 0 CORPO BTCC 1,5 x 1,5 m 15 4 CORPO BTCC 1,5 x 1,5 m 30 6 CORPO BTCC 1,5 x 1,5 m 45 2 ESTUDO DE ENGENHARIA FERROVIA: Vila Velha/ES Nova Iguaçu/ RJ Página 23 de 147

24 Tabela 18: Extensões BTCC 2,5 x 2,5 TRIPLOS CORPO ALTURA EXTENSÃO (m) QUANTIDADE CORPO BTCC 2,5 x 2,5 m 0 a 1m 0 0 CORPO BTCC 2,5 x 2,5 m 1 a 2.5m 0 0 CORPO BTCC 2,5 x 2,5 m 2.5 a 5m 0 0 CORPO BTCC 2,5 x 2,5 m 5 a 7.5m 0 0 CORPO BTCC 2,5 x 2,5 m 7.5 a 10m 0 0 CORPO BTCC 2,5 x 2,5 m 10 a 12m 60 1 CORPO BTCC 2,5 x 2,5 m 12 a 15m 80 1 Tabela 19: Quantitativo extremidades BSCC 2,5 x 2,5 TRIPLOS CORPO ESCONSIDADE QUANTIDADE CORPO BTCC 2,5 x 2,5 m 0 0 CORPO BTCC 2,5 x 2,5 m 15 0 CORPO BTCC 2,5 x 2,5 m 30 2 CORPO BTCC 2,5 x 2,5 m 45 2 Tabela 20: Extensões BTCC 3,0 x 3,0 TRIPLOS CORPO ALTURA EXTENSÃO (m) QUANTIDADE CORPO BTCC 3,0 x 3,0 m 0 a 1m 0 0 CORPO BTCC 3,0 x 3,0 m 1 a 2.5m 0 0 CORPO BTCC 3,0 x 3,0 m 2.5 a 5m 0 0 CORPO BTCC 3,0 x 3,0 m 5 a 7.5m 50 1 CORPO BTCC 3,0 x 3,0 m 7.5 a 10m 0 0 CORPO BTCC 3,0 x 3,0 m 10 a 12m 75 1 CORPO BTCC 3,0 x 3,0 m 12 a 15m 0 0 Tabela 21: Quantitativo extremidades BSCC 3,0 x 3,0 TRIPLOS CORPO ESCONSIDADE QUANTIDADE CORPO BTCC 3,0 x 3,0 m 0 0 CORPO BTCC 3,0 x 3,0 m 15 0 CORPO BTCC 3,0 x 3,0 m 30 2 CORPO BTCC 3,0 x 3,0 m OBRAS COMPLEMENTARES Cerca em Mourão de Concreto Consiste na execução de cerca com mourões de concreto para proteção da faixa de domínio e de outras instalações da via férrea. A finalidade da cerca é proteger e delimitar a faixa de domínio ao longo da ferrovia, devendo ser construída em ambas as bordas da faixa, exceto nas travessias de grandes cursos d água e entroncamentos rodoferroviários. Total = ,00 m x 2 = ,00 m ESTUDO DE ENGENHARIA FERROVIA: Vila Velha/ES Nova Iguaçu/ RJ Página 24 de 147

25 3.5.2 Muro com Pilares de Concreto Triangular de 20 cm Consiste na implantação de muro de concreto armado nas travessias urbanas, execução de viga baldrame com pilares a cada 5,00 m, com instalação de pilaretes de concreto triangular de 20 cm x 20 cm x 20 cm, travamento com viga de concreto armado no topo do muro, com altura livre de 3,00 m. Total = ,00 m x 2 = ,00 m Hidrossemeadura Atividade de proteção do solo, consiste no preparo do solo, na proteção vegetal com lançamento de sementes. Solução adotada para todos os cortes em ambos os lados. Total = ,00 m x 32,00 m = ,00 m² Enleivamento Atividade de proteção do solo, consiste no preparo do solo, incorporação de fertilizantes e corretivos, na área regularizada, plantio das placas de leiva transplantadas do viveiro e sua fixação no solo por estacas. Solução adotada para todos os aterros. Total = ,00 m x 24,00 m = ,00 m² Contenção de Talude com Cortina Atirantada São estruturas constituídas por placas de concreto que são ancoradas no terreno por tirantes, elementos que permitem transferir, por tração, esforços para o interior do maciço. Os tirantes podem ser de barra, de fios e de cordoalha e sua instalação ocorre de cima para baixo, de acordo com o avanço da escavação (comumente com um sistema de drenagem associado). Total = 1.400,00 m x 10,00 m = ,00 m² Implantação de Passarelas Consiste em elemento pré moldado de concreto armado, apoiado sobre fundações profundas, com o objetivo de transpassar obstáculos no caso em questão o transito de pedestre cruzando a ferrovia nos trechos urbanos, com segurança para o pedestre e para a operação da via férrea. Total = 25 unidades Estradas de Serviço Consiste na abertura de estradas para a chegada nos pontos da obra que não contém acesso existente, e que impossibilita a imediata chegada a estes pontos pela faixa de domínio. Total = 143,75 km ESTUDO DE ENGENHARIA FERROVIA: Vila Velha/ES Nova Iguaçu/ RJ Página 25 de 147

26 3.6 SUPERESTRUTURA Os critérios e resultados para determinação das quantidades dos elementos de superestrutura são apresentados nas memórias em seguida. Os serviços de implantação da superestrutura ferroviária seguem os preceitos da norma da VALEC para construção e medição desses Dados Gerais Extensões o Linha Principal: 575,807 km (300,807 km bitola larga / 275,000 km bitola mista) ; o o o Alça de ligação MRS sentido porto RJ: 0,969 km (bitola larga); Alça de ligação EFVM sentido Valadares: 0,910 km (bitola mista); Linhas desviadas: 60,900 km (bitola larga) ; 52,400 km (bitola mista). Extensão total de vias: o o o Bitola larga = 362,676 km; Bitola mista = 328,310 km Extensão total = 690,986 km. Pátios de Cruzamento: 18 desvios com espaçamento aproximado de 25 km. Os desvios apresentam extensão de metros de ponta de agulha a ponta de agulha, juntamente com duas linhas de desvio ativos e um desvio morto de 300 metros; Pátios de Intercâmbio: 2 pátios. Foram projetados nos entroncamentos com as linhas férreas existentes nas extremidades do traçado de referência. Os pátios de intercâmbio são compostos de 1 linha princial, 3 desvios ativos e 1 desvio morto. Apresentam extensão de ponta a ponta de agulha de 2.500m, tendo os desvios ativos com comprimento mínimo de m úteis, desvio morto com 300 metros e entrevia de 5,50 m; Pátios de Conexão: 3 pátios com as mesmas características do Pátio de Intercâmbio. Foram projetados nas proximidades com o Porto Central, Porto do Açu, e COMPERJ. Todos os pátios são dotados de AMV 1:20 da linha principal para o primeiro desvio e AMV 1:14 para os demais desvios inclusive o morto; Todas as pontes, viadutos e túneis terão superestrutura com lastro. Extensão das pontes (pontes ferroviárias + viadutos ferroviários): ,00 m; Todos os materiais e serviços serão quantificados para a extensão global das vias computadas a linha corrida e as alças de ligação. Quando aplicável serão utilizadas as extensões em bitola larga e bitola mista (trilhos, dormentes e acessórios) Materiais Trilhos Extensão total de trilhos = Extensão total da linha em bitola larga x 2 + Extensão total da linha em bitola mista x 3 = 362,676 km x ,310 km x 3 = 1.710,282 km Peso total de trilho = Extensão total x 0,067,60 t/km = ,06 t ESTUDO DE ENGENHARIA FERROVIA: Vila Velha/ES Nova Iguaçu/ RJ Página 26 de 147

27 Quantidade de barras = 1.710,282 km x m 12 m = unidades Transporte do porto RJ para o canteiro = 300 km x ,06 t = ,96 t.km Dormentes de Concreto Espaçamento: 60 cm = dormentes/km, (a) Dormentes bitola larga Quantitativo: 362,676 km x dormentes/km = dormentes (b) Dormentes bitola mista Quantitativo: 328,310 km x dormentes/km = dormentes Transporte da fábrica (SP) para o canteiro = 485 km x und = und.km Acessórios de Fixação (a) Grampos 4 grampos por dormente de concreto bitola larga: und x 4 = unidades 6 grampos por dormente de concreto bitola mista: und x 6 = unidades Quantitativo: grampos (b) Palmilhas 2 palmilhas por dormente de concreto bitola larga: und x 2 = unidades 3 palmilhas por dormente de concreto bitola mista: und x 3 = unidades Quantitativo: palmilhas (c) Calço Isolador 4 calços por dormente de concreto bitola larga: und x 4 = unidades 6 calços por dormente de concreto: und x 6 = unidades Quantitativo: palmilhas (d) Tala de Junção Usada na implantação Recuperação 25% 2 talas por solda aluminotérmica = 1 par Talas de reaproveitamento ( 25 % ) = pares de talas x 0,25 = pares de talas (e) Parafuso completo para Tala de Junção 6 parafusos por par de Tala de Junção = 6 x pares de talas = parafusos (f) Transporte de acessórios até o canteiro ESTUDO DE ENGENHARIA FERROVIA: Vila Velha/ES Nova Iguaçu/ RJ Página 27 de 147

28 Tabela 22: Quantitativo acessórios para a linha corrida VIA PERMANENTE Peso (t) Quant PESO TOTAL Grampo 0, ,62 Palmilhas 0, ,17 Calço 0, ,10 Tala de junção 0, ,24 Parafuso, arruela 0, , ,00 Transporte = peso acessórios x distância da fábrica (RS) até o canteiro Transporte = 5.292,00 t x 1.450,00 km = ,26 t.km Aparelhos de Mudança de Via Os Aparelhos de Mudança de Via são considerados completos, ou seja, o fornecimento compõe se de todos o material metálico do aparelho, incluindo acessórios, e o jogo de dormentes. (a) AMV 1:14 Tipo TR 68, Bitola larga: Alça de Ligação EFVM sentido porto Vitória = 0 unidades Alça de Ligação EFVM sentido Valadares = 0 unidades Alça de Ligação MRS sentido porto Rio de Janeiro = 0 unidades Alça de Ligação MRS sentido Japeri = 0 unidades Pátios de Cruzamento = 11 x 3 AMV = 33 unidades Pátios de Intercâmbio = 2 x 5 AMV = 10 unidades Total = 43 unidades (b) AMV 1:20 Tipo TR 68, Bitola larga: Alça de Ligação EFVM sentido porto Vitória = 0 unidades Alça de Ligação EFVM sentido Valadares = 0 unidades Alça de Ligação MRS sentido porto Rio de Janeiro= 1 unidades Alça de Ligação MRS sentido Japeri = 1 unidades Pátios de Cruzamento = 11 x 2 AMV = 22 unidades Pátios de Intercâmbio = 2 x 2 AMV = 4 unidades Total = 28 unidades (c) AMV 1:14 Tipo TR 68, Bitola mista: Alça de Ligação EFVM sentido porto Vitória = 0 unidades Alça de Ligação EFVM sentido Valadares = 0 unidades ESTUDO DE ENGENHARIA FERROVIA: Vila Velha/ES Nova Iguaçu/ RJ Página 28 de 147

29 Alça de Ligação MRS sentido porto Rio de Janeiro= 0 unidades Alça de Ligação MRS sentido Japeri = 0 unidades Pátios de Cruzamento = 7 x 3 AMV = 21 unidades Pátios de Intercâmbio = 3 x 5 AMV = 15 unidades Total = 36 unidades (d) AMV 1:20 Tipo TR 68, Bitola mista: Alça de Ligação EFVM sentido porto Vitória = 1 unidades Alça de Ligação EFVM sentido Valadares = 1 unidades Alça de Ligação MRS sentido porto Rio de Janeiro= 0 unidades Alça de Ligação MRS sentido Japeri = 0 unidades Pátios de Cruzamento = 7 x 2 AMV = 14 unidades Pátios de Intercâmbio = 3 x 2 AMV = 6 unidades Total = 22 unidades (e) Transporte de AMV Peso de AMV completos = trilhos, acessórios e dormentes de madeira Tabela 23: Peso de AMV completo AMV COMPLETOS Peso (t) Quant. Peso total (t) #14 bitola larga 12, ,50 #14 bitola mista 14, ,00 #20 bitola larga 24, ,00 #20 bitola mista 27, ,00 Transporte = peso AMV x distância da fábrica (SP) até o canteiro Transporte = 2.307,50 t x 685,00 km = ,50 t.km Brita padrão para lastro ferroviário Volume unitário de lastro para superestrutura: 2,30 m³/m Extensão total de linha: ,00 m Quantitativo = Extensão total de linha x 2,30 m³/m Quantitativo = ,00 m x 2,30 m³/m = ,80 m³ ESTUDO DE ENGENHARIA FERROVIA: Vila Velha/ES Nova Iguaçu/ RJ Página 29 de 147

30 Tabela 24: Lastro para AMV Descrição Volume unitário Volume total (m³) Quant. (unid) (m³) AMV 1:14 Bitola Larga 159, ,77 AMV 1:20 Bitola Larga 210, ,50 Total ,27 Deve ser acrescido no volume um percentual de 10 % correspondente à situação da geometria da seção transversal. Total = ( ,80 m³ ,27 m³) x 1,10 Total = m³ Transporte de brita até o canteiro de obras Distância média de transporte = 20 km Momento de transporte total = m³ x 20 km = ,54 m³.km Serviços Os serviços a seguir apresentados são utilizados pela VALEC para os serviços de construção da superestrutura ferroviária. Refletem outrossim o procedimento de recebimento e pagamento dos serviços realizados Montagem da grade Compreende a montagem dos dormentes no espaçamento estabelecido pelo projeto, montagem trilhos com talas de junção e fixações nos dormentes na(s) bitola(s) correspondente(s) do trecho e préalinhamento da grade. Unidade de medição = km de grade. (a) Montagem da grade de Bitola Larga = extensão de vias em bitola larga = 362,676 km (b) Montagem da grade de Bitola Mista = extensão de vias em bitola mista = 328,310 km Lastramento de Linha Compreende o lançamento de lastro na altura e geometria da seção transversal da superestrutura estabelecida pelo projeto. Unidade de medição = km de linha. Lastramento = extensão total de vias = 690,986 km Nivelamento, levante, alinhamento e socaria de linha Compreende a colocação da grade no nivel do greide de projeto, alinhamento e socaria do lastro. Unidade de medição = km de linha. Nivelamento = extensão total de vias = 690,986 km ESTUDO DE ENGENHARIA FERROVIA: Vila Velha/ES Nova Iguaçu/ RJ Página 30 de 147

31 Alivio de tensões Alivio = extensão total de vias = 690,986 km Posicionamento final e acabamento Compreende o acabamento final da grade dentre o da geometria de projeto. Unidade de medição = km de linha. Posicionamento = extensão total de vias = 690,986 km Solda Elétrica Barra Padrão de 12 metros Formação de barra de 240 metros 19 Soldas Elétricas Extensão Total das barras = m Solda elétrica = ( m 240 m) x 19 = unidades Solda aluminotérmica para formação de TLS Barras soldadas de 240 metros Extensão Total das barras = m Solda aluminotérmica = m 240 m = unidades Teste de solda por ultrassonografia Correponde a um teste por solda elétrica ou aluminotérmica. Número total de testes = = testes Fornecimento e instalação de marco quilométrico Corresponde ao números de km inteiros Quantidade de marcos = 577 unidades Fornecimento e instalação de marco de segurança Corresponde a sinalização da entrevia em que a distância mínima é garantida após um AMV. Número de marcos = número de AMV = 129 unidades 3.7 OBRAS DE ARTE ESPECIAIS Os orçamentos das obras de arte especiais foram baseados em acervos de projetos previamente realizados, uma vez que nesta etapa de projeto ainda não há detalhamentos suficientes para o desenvolvimento de composição específica destas estruturas. Esta metodologia é amplamente utilizada uma vez que os resultados obtidos apresentam um grau de precisão suficiente para o nível em que o projeto se encontra. ESTUDO DE ENGENHARIA FERROVIA: Vila Velha/ES Nova Iguaçu/ RJ Página 31 de 147

32 3.7.1 Pontes Ferroviárias Tabela 25: Localização e dimensão das pontes do Espírito Santo ESPÍRITO SANTO Nº DESCRIÇÃO OAE INICIO FINAL EXTENSÃO 1 S/N alça EFVM alça EFVM 139,60 2 S/N ,00 3 S/N ,50 4 Rio Conceição ,80 5 S/N ,70 6 Rio Benevente ,60 7 S/N ,70 8 Rio Iconha ,60 9 S/N ,70 10 S/N ,90 11 Rio Itapemerim ,30 12 Rio Muqui do Norte ,40 13 S/N ,70 14 S/N ,10 15 Rio Itabapoana ,10 Tabela 26: Localização e dimensão das pontes do Rio de Janeiro RIO DE JANEIRO Nº DESCRIÇÃO OAE INICIO FINAL EXTENSÃO 1 S/N ,60 2 S/N ,80 3 S/N ,70 4 S/N ,60 5 S/N ,00 6 S/N ,40 7 S/N ,60 8 S/N ,60 9 S/N ,80 10 S/N ,20 11 S/N ,30 12 S/N ,80 13 S/N ,70 14 S/N ,70 15 S/N ,80 ESTUDO DE ENGENHARIA FERROVIA: Vila Velha/ES Nova Iguaçu/ RJ Página 32 de 147

33 RIO DE JANEIRO Nº DESCRIÇÃO OAE INICIO FINAL EXTENSÃO 16 S/N ,00 17 S/N ,70 18 S/N ,00 19 Rio Macabu ,80 20 S/N , ,00 22 S/N ,40 23 Rio Aldeia Velha ,80 24 S/N , ,60 26 S/N ,80 27 S/N ,00 28 S/N ,00 29 S/N ,00 30 S/N ,00 31 Rio Caceribu ,40 32 Rio Macacu ,40 33 S/N ,00 34 Rio Soberbo ,70 35 Rio Inhomirim ,80 36 S/N ,00 37 Rio Coruja ,80 38 Rio Estrela ,80 39 S/N ,80 40 S/N ,80 Tabela 27: Resumo do quantitativo de pontes Tipo Extensão (m) Espírito Santo 2.577,70 Rio de Janeiro 7.276,60 Total 9.854, Pontilhões Ferroviários Foram adicionados 75 pontilhões ferroviários com extensão de 15 metros cada. ESTUDO DE ENGENHARIA FERROVIA: Vila Velha/ES Nova Iguaçu/ RJ Página 33 de 147

34 Tabela 28: Resumo do quantitativo de pontes Localização Quantidade (Pontilhão) Extensão (m) Espírito Santo ,00 Rio de Janeiro ,00 Total , Túneis Tabela 29: Localização e dimensão dos túneis do Espírito Santo ESPÍRITO SANTO Nº INICIO FINAL EXTENSÃO (m) ,00 Tabela 30: Localização e dimensão dos túneis do Rio de Janeiro RIO DE JANEIRO Nº INICIO FINAL EXTENSÃO (m) , , , , ,00 Tabela 31: Resumo Túneis Tipo Extensão (m) Espírito Santo 710,00 Rio de Janeiro 1.900,00 Total 2.610, Viadutos Ferroviários Tabela 32: Localização e dimensão dos viadutos ferroviários do Espírito Santo ESPÍRITO SANTO Nº DESCRIÇÃO OAE INICIO FINAL EXTENSÃO (m) 1 S/N , , , ,30 ESTUDO DE ENGENHARIA FERROVIA: Vila Velha/ES Nova Iguaçu/ RJ Página 34 de 147

35 ESPÍRITO SANTO Nº DESCRIÇÃO OAE INICIO FINAL EXTENSÃO (m) ,00 6 BR , ,30 8 Rod. Jones do Santos Neto , ,50 10 S/N ,60 11 S/N ,10 12 S/N ,00 13 Rod. João Francisco Vieira ,00 14 S/N ,00 15 S/N ,00 16 S/N ,80 17 S/N ,10 18 S/N ,10 19 S/N ,40 20 Rod. Alberico de Souza Jordão ,40 21 S/N ,30 Tabela 33: Localização e dimensão dos viadutos ferroviários do Rio de Janeiro RIO DE JANEIRO Nº DESCRIÇÃO OAE INICIO FINAL EXTENSÃO (m) 1 RJ , ,70 3 RJ ,00 4 Rod. Amaral Peixoto ,00 5 RJ ,00 6 BR ,00 7 BR ,80 8 R. Dr. Jonas Salk , , , ,10 12 BR ,10 13 Rpd. Pres. João Goulart ,70 14 Rod. Santos Dumont ,70 15 S/N ,00 16 Rod. Rio Teresópolis ,50 ESTUDO DE ENGENHARIA FERROVIA: Vila Velha/ES Nova Iguaçu/ RJ Página 35 de 147

36 RIO DE JANEIRO Nº DESCRIÇÃO OAE INICIO FINAL EXTENSÃO (m) 17 Rod. Washington Luiz ,90 18 Estr. Rio Douro ,00 19 Estr. Adrianópolis ,80 20 S/N ,00 21 S/N ,50 22 S/N alça MRS alça MRS 139,60 Tabela 34: Resumo Viadutos Ferroviários Tipo Extensão (m) Espírito Santo 5.484,30 Rio de Janeiro 7.399,40 Total , Viadutos Rodoviários O traçado de referência interfere com vias federais, estaduais e municipais que devem ser resolvidos em cruzamentos em dois níveis mediante a construção, em sua maioria, de viadutos rodoviários ou, quando a geometria vertical da ferrovia indicar, de passagens inferiores rodoviárias de duas faixas de rolamento. Considerável número de interferências ao longo do trecho correspondem a rodovias vicinais ou rurais e são em sua maioria preservadas para a continuidade dos acessos locais. Tabela 35: Localização e extensão dos viadutos rodoviários do Espírito Santo ESPIRITO SANTO Nº RODOVIA ESTACA EXTENSÃO (m) DESVIO (m) 1 S/N ,00 160,00 2 Rod. Paulo Nascimento ,00 80,00 3 S/N ,00 70,00 4 Est. para Aritoa ,00 130,00 5 ES ,00 60,00 6 ES ,00 100,00 7 S/N ,00 200,00 8 S/N ,00 90,00 9 S/N ,00 150,00 10 S/N ,00 50,00 11 ES ,00 80,00 12 S/N ,00 90,00 13 S/N ,00 40,00 ESTUDO DE ENGENHARIA FERROVIA: Vila Velha/ES Nova Iguaçu/ RJ Página 36 de 147

37 ESPIRITO SANTO Nº RODOVIA ESTACA EXTENSÃO (m) DESVIO (m) 14 S/N ,00 80,00 15 S/N ,00 100,00 16 Rod. Jorge Feres ,00 120,00 17 S/N ,00 70,00 18 S/N ,00 75,00 19 S/N ,00 140,00 20 S/N ,00 110,00 21 S/N ,00 80,00 22 S/N ,00 100,00 23 S/N ,00 80,00 24 S/N ,00 70,00 25 S/N ,00 50,00 26 Rodovia do Sol ,00 100,00 27 S/N ,00 65,00 Tabela 36: Localização e extensão dos viadutos rodoviários do Rio de Janeiro RIO DE JANEIRO Nº RODOVIA ESTACA EXTENSÃO (m) DESVIO (m) 28 S/N ,00 100,00 29 S/N ,00 56,00 30 S/N ,00 70,00 31 S/N ,00 56,00 32 S/N ,00 60,00 33 S/N ,00 70,00 34 S/N ,00 66,00 35 S/N ,00 45,00 36 S/N ,00 90,00 37 RJ ,00 80,00 38 S/N ,00 50,00 39 S/N ,00 35,00 40 S/N ,00 70,00 41 RJ ,00 39,00 42 S/N ,00 39,00 43 S/N ,00 70,00 44 BR ,00 70,00 45 RJ ,00 72,00 ESTUDO DE ENGENHARIA FERROVIA: Vila Velha/ES Nova Iguaçu/ RJ Página 37 de 147

38 RIO DE JANEIRO Nº RODOVIA ESTACA EXTENSÃO (m) DESVIO (m) 46 S/N ,00 70,00 47 S/N ,00 70,00 48 SB ,00 55,00 49 S/N ,00 70,00 50 S/N ,00 70,00 51 S/N ,00 70,00 52 S/N ,00 70,00 53 S/N ,00 67,00 54 S/N ,00 70,00 55 S/N ,00 40,00 56 S/N ,00 38,00 57 S/N ,00 70,00 58 RJ ,00 64,00 59 S/N ,00 70,00 60 S/N ,00 60,00 61 RJ ,00 50,00 62 RJ ,00 64,00 63 RJ ,00 87,00 64 S/N ,00 60,00 65 RJ ,00 70,00 66 S/N ,00 38,00 67 S/N ,00 56,00 68 RJ ,00 70,00 69 RJ ,00 70,00 70 S/N ,00 35,00 71 RJ ,00 70,00 72 S/N ,00 33,00 73 RJ ,00 65,00 74 S/N ,00 51,00 75 RJ ,00 57,00 76 S/N ,00 43,00 77 S/N ,00 110,00 78 S/N ,00 65,00 79 S/N ,00 70,00 80 S/N ,00 46,00 81 R. Joaquim Jose da Silva Xavier Tiradentes ,00 40,00 82 R. Sebas Mussi ,00 40,00 ESTUDO DE ENGENHARIA FERROVIA: Vila Velha/ES Nova Iguaçu/ RJ Página 38 de 147

39 RIO DE JANEIRO Nº RODOVIA ESTACA EXTENSÃO (m) DESVIO (m) 83 Estr. da Igreja Velha ,00 35,00 84 S/N ,00 35,00 85 S/N ,00 45,00 86 S/N ,00 45,00 87 S/N ,00 35,00 88 S/N ,00 60,00 89 S/N ,00 140,00 90 S/N ,00 60,00 91 S/N ,00 58,00 92 RJ ,00 100,00 93 S/N ,00 140,00 94 RJ ,00 82,00 95 S/N ,00 79,00 96 BR ,00 100,00 97 S/N ,00 100,00 98 S/N ,00 67,00 99 S/N ,00 100, R. Treze de Maio ,00 80, S/N ,00 70, S/N ,00 90, S/N ,00 90, R. Mathias Neto ,00 100, R. Leôncio Capivary da Silva ,00 100, R. Nilo de Carvalho ,00 70, R. Franklin José dos Santos ,00 65, S/N ,00 100, BR ,00 100, S/N ,00 97, S/N ,00 100, S/N ,00 85, S/N ,00 100, S/N ,00 85, S/N ,00 80, RJ ,00 120, S/N ,00 112, S/N ,00 100, S/N ,00 78, Rod. Pres. João Goulart ,00 100,00 ESTUDO DE ENGENHARIA FERROVIA: Vila Velha/ES Nova Iguaçu/ RJ Página 39 de 147

40 RIO DE JANEIRO Nº RODOVIA ESTACA EXTENSÃO (m) DESVIO (m) 121 S/N ,00 100, Rod. Rio Teresopolis ,00 100, S/N ,00 50, Estr. Rio Douro ,00 100, S/N ,00 100, S/N ,00 110, Av. Olinda ,00 120, R. Muniz Barreto ,00 120,00 Tabela 37: Resumo Viadutos Rodoviários Tipo Quantidade Extensão (m) Desvio de obras (m) Espírito Santo , ,00 Rio de Janeiro , ,00 Total , , Passagens Inferiores Tabela 38: Passagens Inferiores no Espírito Santo ESPÍRITO SANTO Nº ESTACA EXTENSÃO (m) , , , , , , , , , , , , , , ,00 ESTUDO DE ENGENHARIA FERROVIA: Vila Velha/ES Nova Iguaçu/ RJ Página 40 de 147

41 ESPÍRITO SANTO Nº ESTACA EXTENSÃO (m) , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , ,00 ESTUDO DE ENGENHARIA FERROVIA: Vila Velha/ES Nova Iguaçu/ RJ Página 41 de 147

42 ESPÍRITO SANTO Nº ESTACA EXTENSÃO (m) , , , , , , , , , , , , , , ,00 Tabela 39: Passagens Inferiores no Rio de Janeiro RIO DE JANEIRO Nº ESTACA EXTENSÃO (m) , , , , , , , , , , , , , , , , , ,00 ESTUDO DE ENGENHARIA FERROVIA: Vila Velha/ES Nova Iguaçu/ RJ Página 42 de 147

43 , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , ,00 Tabela 40: Quantidade de Passagens Inferiores QUANTIDADE (uni) EXTENSÃO (m) ,00 ESTUDO DE ENGENHARIA FERROVIA: Vila Velha/ES Nova Iguaçu/ RJ Página 43 de 147

44 3.8 PAVIMENTAÇÃO Os serviços de pavimentação são referentes aos desvios a serem executados na época das obras dos viadutos rodoviários em rodovias municipais, estaduais e federais que cruzarão a ferrovia. Trata se de 128 viadutos nas interseções com as rodovias. São estimados 9925 metros de construção de desvios provisórios rodoviários, sendo m pavimentados e m não pavimentados. São considerados também para estimativa da pavimentação m de acessos com pavimentação asfáltica e m com revestimento primário. Para a implantação dos viadutos rodoviários previstos na implantação da ligação ferroviária foi previsto a construção de desvios rodoviários necessários à continuidade do tráfego corrente das rodovias. A construção desses desvios compõem se de remoção do revestimento betuminoso do trecho onde será construído o viaduto (caso a rodovia tenha esse tipo de revestimento), construção de corpo estradal formado pelos serviços de terraplenagem de reforço e acabamento do subleito, e pavimentação de acordo com as características atuais da rodovia. Para a implantação dessas travessias é necessário a construção de desvios provisórios para dar continuidade ao tráfego local. Após a conclusão dos viadutos rodoviários deve ser removida a camada do pavimento betuminoso, quando for o caso Preparação para Construção do Viaduto Remoção mecanizada de revestimento betuminoso Remoção nas atuais estradas preparação encontros dos viadutos Total = 1.440,00 m x 7,00 m x 0,10 m = 1.080,00 m³ Construção dos Acessos com Revestimento Primário Reforço do subleito Preparação do subleito dos desvios Total = 9.925,00 m x 7,00 m x 0,60 m = ,00 m³ Base de solo estabilizado granulometricamente sem mistura Preparação do subleito dos desvios sem pavimentação asfáltica Total = ,00 m x 7,00 m x 0,15 m = ,00 m³ Execução de revestimento primário Revestimento dos desvios sem pavimentação alfáltica Total = ,00 m x 7,00 m x 0,15 m = ,00 m³ Transporte de material estabilizado e revestimento primário Total = (44.123,00 m³ ,00 m³) x 20,00 km = ,00 m³.km ESTUDO DE ENGENHARIA FERROVIA: Vila Velha/ES Nova Iguaçu/ RJ Página 44 de 147

45 3.8.3 Construção dos Acessos com Revestimento Asfáltico Sub base de solo brita Preparação dos trechos com pavimentação asfáltica Total = ,00 m x 5,00 m x 0,17 m = ,55 m³ Base de brita graduada Total ,00 m x 7,00 m x 0,10 m = 9.551,50 m³ Transporte de solo brita e brita graduada Total = (16.237,55 m³ ,50 m³) x 20,00 km = ,00 m³.km Imprimação Total = ,00 m x 7,00 m = ,00 m² Aquisição de CM 30 Total = ,00 m² x 0,00125 t/m² = 167,15 t Transporte de CM 30 Total = 167,15 t x 240,00 km = ,30 t.km Pintura de ligação Total = ,00 m x 5,00 m = ,00 m² Aquisição de RR 1C Total = ,00 m² x 0,00045 t/m² = 42,98 t Transporte de RR 1C Total = 42,98 t x 240,00 km = ,62 t.km CBUQ capa de rolamento Total = ,00 m x 5,00 m x 0,10 m x 2,40 t/m³ = ,60 t Aquisição de CAP 50/70 Total = ,00 t x 5,00 m x t/m³ = 118,30 t ESTUDO DE ENGENHARIA FERROVIA: Vila Velha/ES Nova Iguaçu/ RJ Página 45 de 147

46 Transporte de CAP 50/70 Total = 118,30 t x 240,00 km = ,69 t.km Pintura de faixa com tinta a base acrílica emulsão de água 2 anos sinalização horisontal Total = ,00 m x 0,10 m x 3 = 5.730,90 m² Fornecimento e implantação de placa de sinalização semi refletiva sinalização vertical Total = 2.500,00 m x 0,70 m = 1.750,00 m² 3.9 SISTEMAS E EQUIPAMENTOS FERROVIARIOS Capex O quadro abaixo demonstra a estimativa de custos (CAPEX) para a implantação das instalações, equipamentos e sistemas relacionados com a operação da ferrovia e a manutenção da via permanente: Tabela 41: CAPEX da Operação e Manutenção ESTUDO DE ENGENHARIA FERROVIA: Vila Velha/ES Nova Iguaçu/ RJ Página 46 de 147

47 3.9.2 Sinalização, Energia e Telecomunicações O dimensionamento e estimativa de custos de mercado, relativos aos sistemas de sinalização, energia e telecomunicações considerou a implantação de um sistema CTC ptc de forma a minimzar o intervalo de tempo entre trens e assim atender à demanda acima de 100 Milhões de toneladas em alguns trechos, em Além disso foi considerado um índice de disponibilidade da sinalização maior que 99 % Premissas Adotadas Para determinação dos custos de sinalização da ferrovia,foram considerados os seguintes itens: Uma Chave Elétrica para cada AMV; Sinaleiro Anão (2 cores Vermelho e Verde) 1 por chave Elétrica; Sinaleiro Alto (3 cores Vermelho, Amarelo e Verde) 2 por chave elétrica e 1 a cada circuito de via; Circuitos de via: 1 a cada 6 km; Intertravamento 1 para cada pátio; Houses 1 para cada pátio; Transformadores de baixa tensão: 1 para cada house; Rede de Distribuição de Energia Elétrica ao longo de toda via; Subestações a cada 150 km, para cada Subestação, tem se geradores, transformadores de média tensão e Iluminação; Sistema de rádio: 1 para cada pátio; Obs: O custo de Fibra óptica é cotado em item específico. ESTUDO DE ENGENHARIA FERROVIA: Vila Velha/ES Nova Iguaçu/ RJ Página 47 de 147

48 Tabela 42: Quantitativos Sinalização, Energia e Telecomunicações ITEM DESCRIÇÃO UNIDADE QUANTIDADE SINALIZAÇÃO, TELECOMUNICAÇÃO E ENERGIA EQUIPAMENTOS ELÉTRICOS E REDE DE DISTRIBUIÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA SUBESTAÇÕES MÓVEIS / BLINDADAS / OUTRAS UND GRUPO MOTOR-GERADOR DE EMERGÊNCIA COM PAINEL DE INVERSORES DE FREQUÊNCIA DE MÉDIA TENSÃO UND TRANSFORMADOR DE FORÇA DE MÉDIA TENSÃO KVA UND TRANSFORMADOR DE ILUMINAÇÃO - ATÉ 150 KVA UND POSTES, CHAVES DESLIGADORAS, PÁRA RAIOS, TRANSFORMADOR, CABOS DE COBRE OU ALUMÍNIO ISOLADOS (REDE PROTEGIDA), EM MÉDIA TENSÃO, COM REDE SECUNDÁRIA, SEM ILUMINAÇÃO VIÁRIA KM SISTEMAS DE CONTROLE E SINALIZAÇÃO DA VIA HOUSES UND CABINE DE TRANSFORMAÇÃO UND SINALEIROS ALTO E ANÃO UND MÁQUINAS DE CHAVE ELÉTRICAS UND CIRCUITO DE VIA UND INTERTRAVAMENTO (HARDWARE E SOFTWARE) UND FORNECIMENTO DE EQUIPAMENTOS DE TELECOMUNICAÇÕES RÁDIO MICROONDAS UND ANTENA UND CABO COAXIAL M TORRE METÁLICA (30m DE ALTURA MÉDIA) UND FIBRA ÓPTICA IMPLANTAÇÃO DE REDE DE FIBRA ÓPTICA SUBTERRÂNEA KM INSTALAÇÕES FIXAS CCO - (Hardware&Software de Controle) UND OFICINA DE PEQUENO PORTE UND 1 Tabela 43: CCO (Hardware&Software de Controle) CCO (Hardware&Software de Controle) Preço (RS) TMDS Base TMDS Software/Licenças R$ ,03 Hardware R$ ,80 Interface de dados A R$ ,20 Desenvolvimento de funcionalidades especiais A R$ ,20 Interface avaçada de dados B R$ ,80 Desenvolvimento de funcionalidades especiais B R$ ,80 V ETMS Back Office PTC, Maintainer Functions R$ ,00 Workstation Hardware adicional R$ ,40 TMDS Sub Total R$ ,23 Consolte de voz R$ ,00 Gravador de voz R$ ,20 NMS Network Management System R$ ,60 Serviços R$ ,80 Total CCO R$ ,03 ESTUDO DE ENGENHARIA FERROVIA: Vila Velha/ES Nova Iguaçu/ RJ Página 48 de 147

49 Implantação de rede de fibra ótica subterrânea A rede de fibra ótica a ser instalada é composta de 36 fibras em infraestrutura de dutos subterrâneos ao longo de toda a extensão da ferrovia. Tipo de Cabo Tabela 44: Implantação de Rede de Fibra Ótica REDE SUBTERRANEA Materiais medidos para serviços de Infra e Implantação da rede óptica subterrânea Qtde fibras por Especificação cabo Valor Unitário (km) Cabo CFOA SM DDG 36 Homologado Anatel R$ 5.989,28 Tipo de Caixa Capacidade Fibras Especificação Valor Unitário Caixa Emenda Óptica 36 Homologado Anatel R$ 672,30 Tipo PEAD Especificação Valor Unitário (km) Tubo PEAD alta densidade 32mm x 3mm Multypoly ou similar R$ 2.542,00 Descrição Serviços Valor Unitário Qtde de PEAD Infra (km) Canalização e instalação de caixas 4 R$ ,10 CUSTO REDE SUBTERRANEA POR KM (INFRA + CABO) CABO 36 COM 4 PEAD de 32mm R$ , Instalações Prediais A estimativa de valor de construção das edificaçõs previstas foi feita com base em um custo por m 2 de R$ 1.500,00, que inclui toda a infraestrutura necessária. Nas residências de Via também foi previsto um custo de R$ 3.500,00 por metro linear para construção de um ramal auxiliar simples para acesso a residência (operação de veiculos como carro controle ou auto de linha). CCO e Sede Administrativa: m² Instalações nos pátios de intercâmbio: 100 m² Residências de Via Permanente e Atendimento a acidentes: 800 m² Construção de ramal: 200 m lineares ESTUDO DE ENGENHARIA FERROVIA: Vila Velha/ES Nova Iguaçu/ RJ Página 49 de 147

50 3.9.5 Equipamentos e Sistemas Equipamentos e sistemas para manutenção da Via Permanente e para o CCO. Tabela 45: Equipamentos e Sistemas Operação e Manutenção ESTUDO DE ENGENHARIA FERROVIA: Vila Velha/ES Nova Iguaçu/ RJ Página 50 de 147

51 4.1 OBRAS DE ARTE ESPECIAIS 4. CUSTOS DE IMPLANTAÇÃO Implantação de Pontes / Viadutos Ferroviários Para fins de estimativa de custo de implantação das Obras de Arte Especiais OAE forma analisados projetos utilizados pela VALEC para obras projetadas para as ferrovias FNS Ferrovia Norte Sul e FIOL Ferrovia de Integração Oeste Leste. Nessa análise buscou se estabelecer um elenco padrão para os partidos estruturais a serem adotados no projeto da EF 118. Nesse sentido os projetos para fins de estimativa de custos foram classificadas nos seguintes tipos, tendo em vista a adequabilidade de sua utlização como solução : Pontes e viadutos ferroviários do tipo pontilhão com vão de 15 m de extensão; Pontes e viadutos ferroviários com vão de 30 m de extensão; Pontes e viadutos ferroviários com extensão maior que 30 m com múltiplos vãos de 34,9 m de extensão; Pontes especiais sobre travessia de grande cursos d água (rio Paraíba do Sul), com múltiplos vãos de 34,9 m de extensão e solução em aduelas para vãos centrais de 30 e 50 m de extensão com apoio náutico. Os custos foram estimados para as pontes e viadutos ferroviários com 15 m, 30 m e a travessia do rio Paraíba do Sul a partir dos quantitativos dos projetos desenvolvidos para fins de licitação da VALEC. As demais pontes e viadutos ferroviários com múltiplos vãos de 34,9 m os orçamentos foram calculados a partir dos quantitativos proporcionais a n vãos de mesmo partido estrutural, somados os custos de construção dos encontros e lajes de transição. Com base no procedimento adotado para foram determinados os seguintes custos para as OAE ferroviárias: Viaduto ou ponte ferroviária vão 15 m = R$ ,72; Viaduto ou ponte ferroviária vão 30 m = R$ ,84; Ponte sobre o rio Paraíba do Sul = R$ ,39; Viadutos e pontes ferroviárias com extensão > 30 m = R$ ,59 /m Implantação de Viadutos Rodoviários e Passagens Inferiores Da mesma forma foram adotados 3 projetos tipos rodoviários para viadutos e 1 para passagem inferior conforme a seguir apresentado: Rodovia com duas pistas e quatro faixas de rolamento vão único de 25 m de extensão; Rodovia com pista única e duas faixas de rolamento vão único de 30 m de extensão; Rodovia com pista única e duas faixas de rolamento vão único de 15m de extensão; Rodovia rural com duas faixas de rolamento (passagem inferior) vão único de 6,7 m de largura. Para as estimativas de custos de implantação foram adotados os quantitativos de projeto das OAE rodoviárias para os quais foram determinados os seguintes custos por obra, que incluem a solução estrutural, terraplenagem de acesso, pavimentação do viaduto e serviços complementares: ESTUDO DE ENGENHARIA FERROVIA: Vila Velha/ES Nova Iguaçu/ RJ Página 51 de 147

52 Viaduto pista dupla e quatro faixas vão 25 m = R$ ,67; Viaduto pista simples e duas faixas vão 15 m = R$ ,59; Viaduto pista simples e duas faixas vão 30 m = R$ Para as passagens rodoviárias inferiores, com seção transversal de 36,85 m², foi estimado o valor de R$ ,42 por metro linear Implantação de Túneis Os túneis tiveram seus custos estimados por metro linear, baseado em projetos já desenvolvidos, para os maciços em solo, rocha alterada e rocha sã e com tratamentos de contenção nos emboques e desemboques. Foi estimado o custo para implantação de túneis o valor de R$ ,91 /m. 4.2 MEIO AMBIENTE O valor de 4,5 % adotado na valoração do Capex não é destinado apenas à compensação ambiental, mas ao conjunto de encargos classificados como custos socioambientais de acordo com a subcláusula da Minuta do Contrato Incluem se nos custos socioambientais aqueles decorrentes, dentre outros, de: (i) (ii) (iii) (iv) (v) (vi) (vii) reurbanização e travessias de áreas urbanas atravessadas; realocação de estradas, rodovias e recomposição da rede viária afetada; plantios de reposição florestal; descobertas arqueológicas; assentamentos populacionais; compensação ambiental; e condicionantes advindas de todas as licenças ambientais. Quanto à adoção do percentual de 4,5 %, tomou se por base a metodologia utilizada pelo DNIT na planilha de Custos Médios Gerenciais, que adota no item Meio Ambiente percentuais de encargos entre 2,5% e 8,0% dos investimentos estimados. 4.3 CUSTOS INDIRETOS DE IMPLANTAÇÃO Planejamento Inicial Devido ao porte da obra e do volume dos serviços que serão executados, a implantação do Canteiro de Obras foi planejada visando atingir o melhor fluxo de produção, no menor prazo e no menor custo, com a melhor qualidade. Além da linha férrea que será implantada, serão executadas diversas obras de arte especiais (OAE) e alguns túneis no decorrer do traçado de referência determinado. ESTUDO DE ENGENHARIA FERROVIA: Vila Velha/ES Nova Iguaçu/ RJ Página 52 de 147

53 Para a estimativa do tipo e porte da estrutura de apoio a ser construída e quantidade de equipamentos e pessoal que deverão ser alocados, foram considerados o número de OAE e túneis que serão executados por lote de construção. Para a execução completa dos serviços no prazo estimado, foram considerados os seguintes tipos de estruturas principais: Canteiros Centrais; Canteiros Avançados. A escolha do porte de cada tipo de canteiro foi baseada na finalidade que cada estrutura deverá atender. Os canteiros servirão de apoio para as chamadas Frentes de Serviços. Estas frentes serão formadas por uma ou mais equipes de trabalho que serão servidas através de Canteiros Locais. Todas as áreas construídas serão cercadas de maneira a garantir a segurança e preservar a integridade dos profissionais mobilizados. Como os locais de execução da obra abrangem diversos municípios em seu traçado de referência, foi desenvolvido um planejamento inicial, que utilizou como base de apoio algumas destas localidades. Os canteiros estarão localizados em grandes áreas e atenderão o número de funcionários estimados. A localização de cada canteiro e o tipo de estrutura escolhida (Central ou Avançado) se encontra conforme a seguir: Tabela 46: Localização dos canteiros Nos trechos, em conformidade com o volume de serviços executados, serão implantadas 4 frentes de serviços, destinadas a realização de serviços específicos, formadas por um número variável de equipes de trabalho. Frente de Serviços 1 Terraplenagem e Drenagem; Frente de Serviços 2 Super Estrutura Ferroviária; Frente de Serviços 3 Pontes, Viadutos e Passagens Inferiores; Frente de Serviços 4 Túneis. ESTUDO DE ENGENHARIA FERROVIA: Vila Velha/ES Nova Iguaçu/ RJ Página 53 de 147

54 Estas frentes de serviços distribuirão as equipes de trabalho. As equipes de trabalho serão alocados no local efetivo de cada obra que será executada e para cada uma será instalado um Canteiro Local. Tanto as frentes de serviço, quanto os canteiros locais, serão formados por containeres. As equipes de trabalho serão móveis, e seu tempo de permanência estará diretamente ligado à execução dos serviços alocados. Uma vez terminada a construção de uma OEA, túnel ou trecho de linha férrea, estas equipes de trabalhos e seus respectivos canteiros locais serão desmobilizados e mobilizados em uma nova posição onde uma nova obra será construída. Toda a estrutura que compõe o canteiro de obras (central, avançado e frentes de serviços) permanecerá durante o período integral de execução dos serviços. Os canteiros centrais são responsáveis pela centralização da administração da ferrovia durante a obra, também serão responsáveis pelos alojamentos, refeitórios, oficinas, centrais de concreto, pátios de prémoldados, pátios de trilhos, estaleiros, estoque de materiais, serão posicionados nas extremidades da obra e um posicionado no centro da obra, aproximadamente a cada 288,5 km. Os canteiros avançados serão posicionados aproximadamente a cada 54,4 km, também serão responsáveis pelos alojamentos, refeitórios, oficinas, centrais de concreto, pátios de pré moldados, pátios de trilhos, estaleiros, estoque de materiais. As frentes de serviço tem como finalidade dar maior agilidade a construção da Ferrovia, devida a complexidade da obra e seu grande vulto de serviços e a sua extensão. Outro fator determinante para a implantação das frentes de serviço foi o fato da região demográfica da ferrovia se encontrar na sua maioria, distante de grandes centros que serviriam de apoio para a construção das obras Logística de Operação do Canteiro de Obras A logística de operação de cada canteiro foi desenvolvida visando atender aos requisitos estabelecidos na legislação vigente e nas portarias do Ministério do Trabalho. A estrutura suprirá as necessidades do desenvolvimento da obra de acordo com a distribuição do espaço disponível. Canteiros Centrais e Canteiros Avançados Os Canteiros Centrais são as estruturas de maior porte e tem como função, além do apoio aos demais canteiros, o recebimento e a distribuição dos materiais, equipamentos e pessoal direto. Serão compostos por uma estrutura que permitirá a continuidade da execução dos serviços, suprindo os canteiros Avançados em todas as demandas existentes. Os Canteiros Avançados são estruturas de médio porte e atenderão às frentes de trabalho. Estarão diretamente ligados aos Canteiros Centrais devendo informar todas as ocorrências das frentes de serviços, bem como solicitar apoio da estrutura central. Tanto os Canteiros Centrais, quanto os Canteiros Avançados deverão ser constituídos por unidades de escritório, alojamentos, instalações industriais e comunitárias. Estas unidades serão necessárias para abrigar as equipes indiretas e fornecer condições adequadas de conforto e segurança às equipes diretas que serão alocadas durante todo o período da obra. Para tanto, os Canteiros Centrais e os Canteiros Avançados, deverão permanecer fixos durante todo o ESTUDO DE ENGENHARIA FERROVIA: Vila Velha/ES Nova Iguaçu/ RJ Página 54 de 147

55 período de execução dos serviços. As unidades necessárias para o perfeito funcionamento dos Canteiros citados foram definidas conforme a seguir. Unidades de armazenamento: Almoxarifado; Posto de combustíveis e lubrificantes; Paiol de explosivos; Baía de Resíduos; Unidades administrativas e técnicas: Escritório do Executor; Escritório da Fiscalização; Laboratórios. Unidades de apoio: Refeitório central e cozinha; Sanitários e vestiários; Central de Lazer e Área de Vivência; Alojamentos; Ambulatório Instalações industriais As instalações industriais do canteiro são aquelas nas quais ocorrem atividades de produção ou de manuseio tendo como finalidade, o processamento de materiais, com vistas a prepará los para o emprego na obra. As instalações industriais previstas foram: Central de britagem; Fábrica de dormente; Usina de asfalto; Usina de solos; Central de concreto; Central de carpintaria; Central de armação; Pátio de pré moldados; Pátio de materiais; Pátio de estruturas tubulares; Central de ar comprimido; Oficina de manutenção; Instalação de beneficiamento de areia natural e/ou cascalho; ESTUDO DE ENGENHARIA FERROVIA: Vila Velha/ES Nova Iguaçu/ RJ Página 55 de 147

56 Estaleiro de solda. Todas as edificações de apoio construídas deverão prever um sistema de utilidades que proverá toda a infraestrutura necessária para o seu funcionamento, tais como: Sistema de Captação, Tratamento e distribuição de Água; Rede de Coleta de Efluentes sanitários de escritórios, alojamento e demais instalações de apoio; Rede de Coleta de Efluentes domésticos dos refeitórios; Rede de Coleta de Efluentes industriais das oficinas, das instalações de manutenção, das instalações industriais de apoio e dos pátios de estocagem de materiais; Estação de Coleta, Tratamento e Despejo de Esgotos; Caixas de sedimentação e Caixas separadora de água e óleo; Tanque de armazenamento Efluentes (Resíduos Oleosos); Subestação e Geradores; Rede de drenagem; Rede de Distribuição Elétrica e Iluminação Pública. Deverão ainda estar previstos todo o mobiliário, bem como, equipamentos de informática e telefonia, rede elétrica e geração de energia Frentes de Serviços As Frentes de Serviços compreendem as instalações necessárias para o apoio direto à execução no local efetivo dos trabalhos. Estas frentes deverão ser compostas por contêineres. Foram previstas as seguintes unidades para a sua composição final: Unidades de armazenamento: Almoxarifado (container); Unidades administrativas e técnicas: Escritório do Executor (container); Escritório da Fiscalização (container); Unidades de apoio: Sanitários e vestiários; Central de Lazer e Área de Vivência; Ambulatório. Deverão prever um sistema de utilidades que proverá toda a infraestrutura necessária para o seu funcionamento, tais como: Sistema de Captação, Tratamento e Distribuição de Água; Rede de Coleta de Efluentes sanitários de escritórios, alojamento e demais instalações de apoio; ESTUDO DE ENGENHARIA FERROVIA: Vila Velha/ES Nova Iguaçu/ RJ Página 56 de 147

57 Rede de Coleta de Efluentes domésticos dos refeitórios; Rede de Coleta de Efluentes industriais das oficinas, das instalações de manutenção, das instalações industriais de apoio e dos pátios de estocagem de materiais; Estação de Coleta, Tratamento e Despejo de Esgotos; Caixas de sedimentação e Caixas separadora de água e óleo; Tanque de armazenamento Efluentes (Resíduos Oleosos); Subestação e Geradores; Rede de Distribuição Elétrica e Iluminação Pública. Deverão ainda estar previstos todo o mobiliário, bem como, equipamentos de informática e telefonia, rede elétrica e geração de energia Canteiros Locais Os canteiros Locais tem como finalidade o apoio no local efetivo da execução dos trabalhos. Em cada obra de arte especial e túnel construído serão instalados contêineres que formarão este canteiro. Foram previstas as seguintes unidades para a sua composição final: Unidades administrativas e técnicas: Escritório do Executor (container); Escritório da Fiscalização (container); Unidades de apoio: Sanitários e vestiários; Deverão prever um sistema de utilidades de pequeno porte, somente para atender aos contêineres mobilizados. Deverão ainda estar previstos todo o mobiliário, bem como, equipamentos de informática e telefonia, rede elétrica e geração de energia Vias de Acesso Serão criadas vias de acesso nas áreas onde estão localizados os canteiros (centrais e avançados). Para o acesso às frentes de serviços serão executadas vias de serviço conforme consta na planilha de custos diretos. ESTUDO DE ENGENHARIA FERROVIA: Vila Velha/ES Nova Iguaçu/ RJ Página 57 de 147

58 4.3.3 Estimativa De Custos Canteiros Centrais As estruturas físicas dos canteiros centrais tiveram seus custos estimados considerando as seguintes premissas: Área de Instalação: Tabela 47: Premissas Canteiros Centrais m². Área Construída: m² Infraestrutura: Unidades Existentes: Limpeza de terreno, compactação, terraplenagem e recomposição de áreas degradadas. Almoxarifado; Pátio de Materiais; Pátio de Pré Moldados; Depósito de Materiais Perigosos; QSMSRS; Gerencial; Administrativo; Fiscalização; Chapeira; Central de Lazer; Área de Vivência; Refeitório; Sanitários; Vestiários; Baia de Resíduos; Enfermaria; Laboratório; Alojamentos; Centrais de Fôrma, Armação e Concreto, Oficina Mecânica e Estaleiro. Sistemas de Utilidades: Redes de coleta e distribuição; Abastecimentos em geral. Operação e Manutenção: Telefonia; Rádios; Informática; Material de Escritório, Material de Limpeza; Mobiliário; Despesas com Abastecimentos em Geral; Licenças e Taxas. Custo estimado (m² construído): R$ 497,34 Custo (1 Canteiro Central): R$ ,60 Custo Total (3 Canteiros Centrais): R$ ,79 Custo estimado (Estaleiro m² construído): R$ 49,06 Custo estimado (1 Estaleiro m²): R$ ,31 Custo estimado (3 Estaleiros): R$ ,94 Custo Operação e Manutenção (1 Canteiro Central): R$ ,99 Custo Operação e Manutenção (3 Canteiros Centrais): R$ ,98 ESTUDO DE ENGENHARIA FERROVIA: Vila Velha/ES Nova Iguaçu/ RJ Página 58 de 147

59 Canteiros Avançados As estruturas físicas dos canteiros avançados tiveram seus custos estimados considerando as seguintes premissas: Área de Instalação: Tabela 48: Premissas Canteiros Avançados m². Área Construída: 2.703,50 m² Infraestrutura: Limpeza de terreno, compactação, terraplenagem e recomposição de áreas degradadas. Unidades Existentes: Sistemas de Utilidades: Almoxarifado; Pátio de Materiais; Pátio de Pré Moldados; Depósito de Materiais Perigosos; QSMSRS; Gerencial; Administrativo; Fiscalização; Chapeira; Central de Lazer; Área de Vivência; Refeitório; Sanitários; Vestiários; Baia de Resíduos; Enfermaria; Laboratório; Alojamentos; Centrais de Fôrma, Armação e Concreto, Oficina Mecânica e Estaleiro. Redes de coleta e distribuição; Abastecimentos em geral. Operação e Manutenção: Telefonia; Rádios; Informática; Material de Enfermaria, Material de Escritório, Material de Limpeza; Mobiliário; Despesas com Abastecimentos em Geral; Reparos; Vigilância (24 horas); Exames Admissionais/Demissionais; Licenças e Taxas. Custo estimado (m² construído): R$ 339,73 Custo (1 Canteiro Avançado): R$ ,17 Custo Total (8 Canteiros Avançados): R$ ,34 Custo estimado (Estaleiro m² construído): R$ 49,06 Custo estimado (1 Estaleiro m²): R$ ,31 Custo estimado (8 Estaleiros): R$ ,51 Custo Operação e Manutenção (1 Canteiro Avançado): R$ ,67 Custo Operação e Manutenção (8 Canteiros Avançados): R$ ,38 ESTUDO DE ENGENHARIA FERROVIA: Vila Velha/ES Nova Iguaçu/ RJ Página 59 de 147

60 Frentes de Serviço e Canteiros Locais As estruturas físicas das frentes de serviço e dos canteiros locais tiveram seus custos estimados considerando as seguintes premissas: Área de Instalação: Área Construída: Infraestrutura: Unidades Existentes: Tabela 49: Premissas Frentes de Serviços e Canteiros Locais m². Fornecimento e Instalação de Contêineres Limpeza de terreno, compactação, terraplenagem e recomposição de áreas degradadas. Almoxarifado; QSMSRS; Gerencial; Administrativo; Fiscalização; Chapeira; Central de Lazer; Área de Vivência; Refeitório; Sanitários; Vestiários; Enfermaria. Sistemas de Utilidades: Redes de coleta e distribuição; Abastecimentos em geral. Operação e Manutenção: Telefonia; Rádios; Informática; Material de Escritório, Material de Limpeza; Mobiliário; Despesas com Abastecimentos em Geral; Vigilância (24 horas). Custo estimado (m² instalado): R$ 198,26 Custo (1 Frente de Serviço e Canteiros Locais Necessários): R$ ,15 Custo Total (35 Frentes de Serviço e Canteiros Locais Necessários): R$ ,29 Custo Operação e Manutenção (1 Frentes de Serviço e Canteiros Locais Necessários): R$ ,83 Custo Operação e Manutenção (35 Frentes de Serviço e Canteiros Locais Necessários): R$ , Mão de Obra Indireta e Benefícios da Mão de Obra Direta O conjunto de atividades realizadas no local do empreendimento é exercida por pessoal técnico e administrativo, em caráter de exclusividade. Seu custo é representado pelo somatório dos salários e encargos dos componentes da respectiva equipe, que inclui pessoal de serviços gerais e de apoio. Estão incluídos também os mestres e encarregados gerais, visto que o custo dos funcionários diretamente envolvido na execução dos serviços, estão incluídos diretamente nas Composições de Atividades e Serviços. Este custo foi baseado na estrutura organizacional montada para a condução de cada obra e de sua respectiva lotação de pessoal. Mão de Obra Direta: Considerados os custos com alimentação; transporte; prêmio assiduidade; seguro de vida; plano de saúde; equipamentos de proteção individual e equipamentos de proteção coletivo. Estimado um total de funcionários diretos por mês de execução dos serviços. Mão de Obra Indireta: Composto pela supervisão e coordenação de engenharia, construção e montagem, QSMRS, planejamento, custos, suprimentos e administração. ESTUDO DE ENGENHARIA FERROVIA: Vila Velha/ES Nova Iguaçu/ RJ Página 60 de 147

61 Considerados os custos com alimentação; transporte;; seguro de vida; plano de saúde; equipamentos de proteção individual e equipamentos de proteção coletivo. Estimado um total de 707 funcionários indiretos para todo o período de execução dos serviços. Custo Total (Mão de Obra Indireta e Benefícios da Mão de Obra Direta): R$ , Mobilização e Desmobilização A parcela de mobilização compreende as despesas para transportar, desde sua origem até o local aonde se implantará o canteiro da obra, os recursos humanos, bem como todos os equipamentos e instalações necessários às operações que serão realizadas. A partir do planejamento inicial da obra, identificou se os equipamentos principais a serem utilizados, por unidade de produção e o dimensionamento das instalações de canteiro. Para fins de mobilização, o parque de equipamentos foi grupado em três tipos: Veículos leves e caminhões comuns Estes equipamentos se deslocam até o local da obra por seus próprios meios, salvo situações especiais, até onde a rede rodoviária permita. Nos casos comuns, o custo de mobilização correspondente, portanto, ao custo operacional de cada um desses veículos, para vencer a distância a ser percorrida, acrescido das despesas de alimentação e hospedagem do respectivo motorista. O deslocamento de frota de caminhões comuns gera, ainda, uma oferta de capacidade de transporte, que deve ser aproveitada para absorver parte da carga necessária a transportar para a obra. Equipamentos de pequeno porte A instalação de uma obra requer o concurso de grande número de itens compostos por equipamentos de pequeno porte, peças, ferramentas e utensílios de toda ordem, que, em conjunto, chegam a representar tonelagem importante. Para efeito de distinção, pode se definir os equipamentos de pequenos porte como aqueles cujo peso individual não chega a atingir 10 t. Equipamentos de grande porte Classificam se neste grupo os equipamentos que pelo seu peso ou dimensões requeiram transporte em carreta, com ou sem escolta. O transporte com escolta é exigido para equipamentos de mais 60 t ou de dimensões que ultrapassem 3,20 m de largura, 25 m de comprimento e 5 m de altura. No caso mais complexo, o custo desse transporte será composto por três parcelas: o preço básico do transporte, em R$/t.km; a Taxa de Utilização Viária cobrada pelo DNIT sempre que o peso bruto total (PBT) do conjunto carga/cavalo/carreta ultrapasse 45 t; e o preço de escolta, sempre que o conjunto carga/cavalo/carreta ou qualquer de suas partes excederem às dimensões limites legais, ou que o PBT exceder a 60 t. Neste item também foram considerados os custos mensais com a locação/ aquisição de equipamentos, bem como a manutenção e operação dos mesmos. o Estimativa de equipamentos mobilizados: 490 equipamentos o Estimativa de equipamentos locados durante todo o período dos serviços: 96 equipamentos Custo (mobilização/ Desmobilização/ locação/aquisição/ manutenção): R$ ,88 ESTUDO DE ENGENHARIA FERROVIA: Vila Velha/ES Nova Iguaçu/ RJ Página 61 de 147

62 4.3.5 Estimativa Geral de Custos com Canteiros e Mobilização Tabela 50: Estimativa geral de custo com canteiros e mobilização 4.4 PROJETO EXECUTIVO O custo do Projeto Executivo compreendido pelo desenvolvimento do projeto executivo de todas as obras de terraplenagem, drenagem, obras de arte corrente e especiais, superestrutura, sistemas e instalações ferroviárias e equipamentos, bem como o acompanhamento no sítio do projeto para os detalhamentos e adequações do projeto às condições reais, geológicas e geotécnica, foi estimado em 2,5 % dos custos diretos de implantação da obra. 4.5 DESAPROPRIAÇÃO E AQUISIÇÃO DE TERRAS Para a classificação e delimitação das áreas a desapropriar, foi realizada visita técnica nos trechos por onde passa o traçado de referência, com apoio das imagens de satélite. O estudo para determinação final do valor se baseou na variação dos valores por município, área rural / urbana, tipo da propriedade e construções. Relatório de vistoria de campo é apresentado no Anexo. Os valores estimados para a desapropriação ao longo do traçado de referência são apresentados nas tabelas a seguir. Tabela 51: Custos globais de desapropriação Área (m²) Valor (R$) Área Total Terreno + chácaras , ,00 Área Total Construções , ,40 Valor Total com acréscimo de 10%, referente eventuais acréscimos de áreas , ,44 ESTUDO DE ENGENHARIA FERROVIA: Vila Velha/ES Nova Iguaçu/ RJ Página 62 de 147

63 Tabela 52: Custos de Desapropriação Trecho Distância (Km) Área (m²) Ocupação Valor unitário (R$/m²) Valor (R$) 5.600,00 Leito existente (14m de faixa) 0, ,00 Excedente do leito (26m) área rural 4, , ,00 Área rural variado (plan. anexa) , , , , , ,00 Área urbana 33, , ,00 Cosntruções em área urbana 1.240, , ,00 Cosntruções em área rural 1.200, , ,00 Tipo Chacara com construções 20, , ,00 Construções Tipo industrial 674, ,00 Leito existente 0,00 Excedente do leito (26m) área rural 0, ,00 Área rural variado (plan. anexa) , ,00 Área urbana 12, ,00 500,00 Cosntruções em área urbana 1.240, , ,00 Cosntruções em área rural 1.200, , ,00 Leito existente (14m de faixa) 0, ,00 Excedente rural do leito (26m) 16, , ,00 Área rural 5, , ,00 Área urbana 16, ,00 Construções 0, ,00 Leito existente (14m de faixa) 0, ,00 Excedente do leito (26m) área rural 12, , ,00 Área rural variado (plan. anexa) , ,00 Área urbana variado (plan. anexa) , ,00 Construções nos Lotes de terreno 1.240, ,00 Área Total Terreno + chacaras Área Total Construções ,00 Valor , ,00 Valor ,40 Valor Total Valor Total com acrescimo de 10% , ,44 ESTUDO DE ENGENHARIA FERROVIA: Vila Velha/ES Nova Iguaçu/ RJ Página 63 de 147

64 Tabela 53: Média de Desapropriações Trecho KM DISTÂNCIA REGIÃO NOTAS RELEVANTES DESCRIÇÃO (Km) 0,000 0,400 Cariacica Segue no leito existente área rural 0,400 1,600 Cariacica área rural 2,000 1,000 Cariacica Chacara com m² área rural 3,000 1,500 Cariacica Faixa terra remanescente Tipo Chacara com m² área rural 4,500 1,500 área rural 6,000 2,500 Cruza rod. ES 80 Periferia área rural 8,500 1,000 área urbana 9,500 0,500 área rural 10,000 0,500 Cariacica área rural 10,500 0,200 Cariacica Construções, aprox. 450m² área rural 10,700 0,000 Recanto da Lagoa Camping Clube, com ~ m² e 670m² constr área rural 10,700 4,700 Cariacica Plantio e pasto área rural 15,400 0,500 Cariacica Construções aprox. 350 m² área rural 15,900 1,000 Cariacica Construção com aprox. 80 m² área rural 16,900 0,030 Parque Mochuara mata área floresta 16,930 0,870 Cariacica Construções aprox. 170 m² área rural 17,800 0,000 Viana área urbana 17,800 0,200 Viana Construções aprox. 430 m² área urbana 18,000 0,200 Viana Construções aprox. 160 m² área urbana 18,200 0,600 Viana Construções aprox. 460 m² área urbana 18,800 0,150 Viana Construção com aprox. 130 m² área urbana 18,950 0,050 Viana Construções aprox. 350 m² área urbana 19,000 0,650 Viana Construção com aprox. 150 m² área urbana 19,650 0,350 Viana Construção com aprox. 170 m² área urbana 20,000 5,570 Viana Construção com aprox. 180 m² área urbana 25,570 0,080 Viana Construção com aprox. 60 m² área urbana 25,650 1,750 Viana Oficina com ~ 600m² / Parcial área urbana 27,400 0,600 Viana Construção com aprox. 50 m² UTE Viana área urbana 1 28,000 7,000 Viana Pasto área rural 35,000 0,000 Camboapina Pasto área rural 35,000 5,400 Camboapina Construção com aprox. 120 m² área rural 40,400 2,100 Guarapari Área remanescente com aprox ,00m² Chacara área rural 42,500 2,500 Cruza rod. ES 388 Plantio de banana, café, coco, pasto área rural 45,000 2,700 Cruza rod. ES 388 Plantio de banana, café, coco, pasto área rural 47,700 3,800 Cruza rod. ES 477 Plantio de banana, café, coco, pasto área rural 51,500 0,000 Guarapari Chacara com m² área rural 51,500 1,600 Guarapari Plantio de banana, café, coco, pasto área rural 53,100 9,400 Guarapari Construções aprox. 660 m² área rural 62,500 0,000 Jardim Guarapari construção da CONCREVIT ~ 3110m² m² área industrial Cruza rod. Jones dos Santos Neves, acesso 62,500 2,500 para Guarapari Plantio de banana, café, coco, pasto área rural 65,000 0,000 ESTUDO DE ENGENHARIA FERROVIA: Vila Velha/ES Nova Iguaçu/ RJ Página 64 de 147

65 65,000 11,870 Margem da rod. ES 060 Plantio de banana, café, coco, pasto área rural 76,870 5,630 Proximidades Mariquioca Construções aprox. 420 m² área rural 82,500 9,320 Cruza rod. ES 146 Plantio de banana, café, coco, pasto área rural 91,820 0,440 Próximidades Dois Irmãos Construções aprox. 180 m² área rural 92,260 3,380 Próximidades Dois Irmãos Construções aprox. 140 m² área rural 95,640 0,920 (Piúma) Construções aprox. 187 m² área rural 96,560 0,610 (Piúma) Construções aprox. 355 m² área rural 97,170 2,360 (Piúma) Construções aprox. 270 m² área rural 99,530 0,270 Próximo Iconha Construções aprox. 208 m² área rural 99,800 0,200 Próximo Iconha Construções aprox. 520 m² área rural 100,000 4,150 Iconha Plantio de banana, café, coco, pasto área rural 104,150 17,550 Próximo Iconha Construções aprox. 166 m² área rural 121,700 10,300 Cruza rod. Benedito Lima Filho Pasto área rural 2 132,000 2,000 Cruza rod. ES 490, acesso MarataizePlantio de cana, abacaxi, pasto área rural 134,000 1,000 Corta localidade próximo a Nova Ca área ~ 1000m² e construida ~ 500m² área urbana 135,000 12,000 Marataizes Plantio de cana, abacaxi, pasto área rural 147,000 18,000 Proximo a Presidente Kennedy Plantio de cana, abacaxi, pasto área rural 165,000 5,000 Margem da rodovia do Sol e cruza Lotes terreno área urbana 170,000 6,200 Barra de Itabapoana S Fco de Itab Desvia do leito (cana, abacaxi, mata nativa) área rural 176,200 18,800 próx. Amontoado área ~ 2000m² e construida ~ 300m² área rural 195,000 32,000 Cruza rod RJ 224 Plantio de cana, abacaxi e mata nativa área rural 227,000 18,000 da Barra Plantio de cana, abacaxi e mata nativa área rural 245,000 5,400 Cruza rod RJ 196 Plantio de cana, abacaxi e mata nativa área rural 250,400 3,000 Campos, rural Plantio de cana, abacaxi e mata nativa área rural 253,400 7,100 Cruza rod RJ 236 Plantio de cana, abacaxi e mata nativa área rural 260,500 9,100 Cruza rod RJ 208 Plantio de cana, abacaxi e mata nativa área rural 269,600 0, ,600 18,700 Ururaí município de Campos Segue no leito existente até Ponta da Lama área rural 288,300 0,600 periferia de Dores de Macabu Desvios no leito área urbana 288,900 0,600 periferia de Dores de Macabu Segue no leito área urbana 289,500 6,400 Dores de Macabu Desvios no leito (plantio de cana, abacaxi) área rural 295,900 9,100 margem da rod. RJ 180 Segue no leito existente, fazendo desvios área rural 305,000 0,500 Conde de Araruama Segue no leito existente área urbana 3 305,500 1,500 cruza a rod RJ 196, acesso para QuisRetorna ao leito área rural 307,000 2,300 Desvia do Leito (cana, abacaxi) área rural 309,300 11,600 lugarejo Piedade Retorna ao leito existente área rural 320,900 1,700 Carapebus Desvio no leito (plantio de cana, abacaxi) área rural 322,600 1,400 Carapebus Segue no leito existente área urbana 324,000 7,000 Carapebus Retorna ao leito existente área rural 331,000 58,600 Carapebus / Macaé / Rio Dourado Segue em área rural (Plantio de cana) área rural 389, ,600 0,400 Rio Dourado Retorna ao leito existente área rural 390,000 1,000 Após Professor Souza Desvio no leito (pasto, culturas diversas) área rural 391,000 8,000 Casimiro, Professor Souza Segue no leito existente área rural 399,000 3,000 Casimiro de Abreu 3 Km de aproveitamento do leito existente área urbana 402,000 75,500 Tanguá, Rio Bonito e Silva Jardim Pasto/ haras área rural 4 477,500 8,000 Itaboraí/Tanguá, margeando BR 10 Não atinge construções área urbana 485,500 42,000 Magé, Itaboraí Pasto, culturas diversas área rural 527,500 3,500 Duque de Caxias (C. Elísios, Imbariê). área urbana 531,000 14,000 Magé lotes ~ m²/ Parcial (5% constr.) área urbana 545,000 1,500 Magé área urbana 546,500 13,000 Nova Iguaçu/Duque de Caxias Pasto, culturas diversas área rural 550,000 0,000 Parque Barão do Amapá Lagos do areal área de parque 559,500 1,000 Nova Iguaçu Periferia do bairro Vila Matilde área urbana 560,500 4,500 Nova Iguaçu Pasto, culturas diversas área rural 565,000 1,000 Nova Iguaçu Aproveitamento do leito existente 566,000 0,000 ESTUDO DE ENGENHARIA FERROVIA: Vila Velha/ES Nova Iguaçu/ RJ Página 65 de 147

66 Tabela 54: Cálculo de Desapropriações por Município ESTUDO DE ENGENHARIA FERROVIA: Vila Velha/ES Nova Iguaçu/ RJ Página 66 de 147

67 4.6 MITIGAÇÃO DE PASSIVOS SOCIAIS E ECONÔMICOS Foi considerada uma provisão de 2,0 % do valor da implantação básica para eventuais compensações relativas a passivos sociais e econômicos. ESTUDO DE ENGENHARIA FERROVIA: Vila Velha/ES Nova Iguaçu/ RJ Página 67 de 147

68 5. PLANO DE ATAQUE Apresenta se a seguir o Plano de Ataque às obras representado em cronograma físico de planejamento projetado para a execução da construção no período compreendido por 12 meses de projeto executivo e atividades preliminares, tais como licenciamento ambiental, desapropriação de terrenos e imóveis e instalação dos canteiros centrais e avançados. Os 48 seguintes meses são dedicados ao avanço das obras conforme projetado para cada lote de construção apresentado no cronograma de atividades. ESTUDO DE ENGENHARIA FERROVIA: Vila Velha/ES Nova Iguaçu/ RJ Página 68 de 147

69 Tabela 55: Logística e Plano de Ataque às Obras EF 118 Itens Gerais Canteiro Central km 0,0 (km 0 ao km 30) ITEM Projeto Básico Consolidado Projeto Executivo Licenciamento Ambiental Desapropriações Serviços Preliminares Terraplenagem/Drenagem Viaduto Rodoviário 1,8 15 Passagem Inferior Rodoviária 3,5 25 Passagem Inferior Rodoviária 3,9 30 Viaduto Rodoviário 6,1 30 Passagem Inferior Rodoviária 7,4 35 Viaduto Rodoviário 9,3 30 Passagem Inferior Rodoviária 10,7 15 Viaduto Rodoviário 11,2 30 Passagem Inferior Rodoviária 14,1 65 Passagem Inferior Rodoviária 14,9 65 Viaduto Ferroviário 15,8 300 Viaduto Ferroviário 17,8 630 Viaduto Ferroviário 18,9 244 Viaduto Ferroviário 20,0 140 Viaduto Rodoviário 20,0 15 Passagem Inferior Rodoviária 21,8 55 Ponte Ferroviária 22,3 30 Túnel Ferroviário 23,7 710 Viaduto Ferroviário 25,0 70 Viaduto Ferroviário 25,6 209 Passagem Inferior Rodoviária 27,5 30 Passagem Inferior Rodoviária 28,2 50 Passagem Inferior Rodoviária 29,8 60 Superestrutura Ferroviária km Extensão ANO 1 ANO 2 ANO3 ANO 4 ANO ESTUDO DE ENGENHARIA FERROVIA: Vila Velha/ES Nova Iguaçu/ RJ Página 69 de 147

70 EF 118 ITEM km Extensão ANO 1 ANO 2 ANO3 ANO 4 ANO Canteiro Avançado km 57,7 (km 30 ao km 80) Serviços Preliminares Terraplenagem/Drenagem Pontilhão ferroviário 31,1 15 Pontilhão ferroviário 31,6 15 Viaduto Ferroviário 32,3 244 Pontilhão ferroviário 33,4 15 Passagem Inferior Rodoviária 33,9 65 Passagem Inferior Rodoviária 34,3 40 Ponte Ferroviária 35,0 175 Pontilhão ferroviário 35,5 15 Passagem Inferior Rodoviária 36,0 45 Viaduto Rodoviário 42,4 15 Passagem Inferior Rodoviária 45,0 55 Viaduto Rodoviário 47,7 30 Passagem Inferior Rodoviária 48,5 100 Passagem Inferior Rodoviária 51,4 10 Viaduto Rodoviário 52,8 15 Viaduto Rodoviário 55,2 15 Pontilhão ferroviário 58,5 15 Pontilhão ferroviário 58,8 15 Passagem Inferior Rodoviária 58,8 10 Pontilhão ferroviário 61,3 15 Pontilhão ferroviário 61,5 15 Viaduto Ferroviário 62,3 30 Passagem Inferior Rodoviária 63,4 10 Passagem Inferior Rodoviária 63,8 10 Ponte Ferroviária 65,0 70 Viaduto Rodoviário 68,0 15 Passagem Inferior Rodoviária 68,7 10 Viaduto Ferroviário 69,9 524 Passagem Inferior Rodoviária 69,9 10 Passagem Inferior Rodoviária 71,2 10 Passagem Inferior Rodoviária 72,4 20 Passagem Inferior Rodoviária 73,1 10 Passagem Inferior Rodoviária 74,7 10 Passagem Inferior Rodoviária 75,8 10 Viaduto Rodoviário 77,0 15 Superestrutura Ferroviária ESTUDO DE ENGENHARIA FERROVIA: Vila Velha/ES Nova Iguaçu/ RJ Página 70 de 147

71 EF 118 ITEM km Extensão ANO 1 ANO 2 ANO3 ANO 4 ANO Canteiro Avançado km 115,4 (km 80 ao km 145) Serviços Preliminares Terraplenagem/Drenagem Passagem Inferior Rodoviária 80,3 10 Ponte Ferroviária 80,8 105 Viaduto Rodoviário 82,5 15 Ponte Ferroviária 82,9 140 Pontilhão ferroviário 83,4 15 Viaduto Rodoviário 84,5 15 Passagem Inferior Rodoviária 85,9 10 Pontilhão ferroviário 87,1 15 Passagem Inferior Rodoviária 87,4 30 Passagem Inferior Rodoviária 88,0 10 Passagem Inferior Rodoviária 88,7 10 Passagem Inferior Rodoviária 89,0 10 Viaduto Rodoviário 90,5 15 Viaduto Rodoviário 92,3 15 Ponte Ferroviária 92,7 105 Viaduto Rodoviário 94,5 15 Viaduto Rodoviário 96,0 15 Viaduto Rodoviário 98,1 15 Viaduto Ferroviário 99,5 140 Passagem Inferior Rodoviária 100,7 10 Passagem Inferior Rodoviária 101,1 10 Passagem Inferior Rodoviária 102,6 10 Ponte Ferroviária 103,4 140 Passagem Inferior Rodoviária 104,4 10 Passagem Inferior Rodoviária 106,1 10 Passagem Inferior Rodoviária 106,4 10 Passagem Inferior Rodoviária 106,7 10 Viaduto Rodoviário 109,0 15 Passagem Inferior Rodoviária 109,8 10 Passagem Inferior Rodoviária 112,1 10 Passagem Inferior Rodoviária 112,4 10 Ponte Ferroviária 113,3 105 Passagem Inferior Rodoviária 114,6 10 Ponte Ferroviária 115,6 384 Pontilhão ferroviário 116,7 15 Pontilhão ferroviário 117,8 15 Passagem Inferior Rodoviária 118,1 25 Passagem Inferior Rodoviária 118,6 45 Viaduto Rodoviário 119,2 30 Viaduto Ferroviário 119,5 314 Passagem Inferior Rodoviária 120,4 10 Passagem Inferior Rodoviária 120,6 20 Pontilhão ferroviário 120,8 15 Passagem Inferior Rodoviária 121,8 30 Passagem Inferior Rodoviária 122,3 35 Viaduto Ferroviário 123,6 30 Passagem Inferior Rodoviária 123,6 50 Viaduto Rodoviário 125,5 30 Passagem Inferior Rodoviária 126,5 65 ESTUDO DE ENGENHARIA FERROVIA: Vila Velha/ES Nova Iguaçu/ RJ Página 71 de 147

72 EF 118 Canteiro Avançado km 115,4 (km 80 ao km 145) ITEM km Extensão Passagem Inferior Rodoviária 127,3 30 Ponte Ferroviária 128,3 244 Viaduto Rodoviário 128,7 15 Pontilhão ferroviário 129,0 15 Passagem Inferior Rodoviária 129,9 25 Passagem Inferior Rodoviária 130,5 25 Passagem Inferior Rodoviária 130,7 25 Ponte Ferroviária 131,4 209 Viaduto Ferroviário 131,9 30 Viaduto Ferroviário 132,3 30 Passagem Inferior Rodoviária 133,0 20 Pontilhão ferroviário 133,0 15 Passagem Inferior Rodoviária 133,7 35 Passagem Inferior Rodoviária 134,4 25 Passagem Inferior Rodoviária 136,0 30 Passagem Inferior Rodoviária 136,4 30 Viaduto Ferroviário 136,4 30 Viaduto Ferroviário 137,8 419 Passagem Inferior Rodoviária 139,1 35 Passagem Inferior Rodoviária 139,4 15 Viaduto Rodoviário 140,0 30 Passagem Inferior Rodoviária 140,6 35 Viaduto Ferroviário 141,9 314 Viaduto Ferroviário 142,5 314 Viaduto Ferroviário 145,0 558 Superestrutura Ferroviária ANO 1 ANO 2 ANO3 ANO 4 ANO ESTUDO DE ENGENHARIA FERROVIA: Vila Velha/ES Nova Iguaçu/ RJ Página 72 de 147

73 EF 118 Canteiro Avançado km 173,1 (km 145 ao km 202) ITEM km Extensão Serviços Preliminares Terraplenagem/Drenagem Passagem Inferior Rodoviária 146,5 15 Viaduto Rodoviário 147,3 30 Ponte Ferroviária 147,6 105 Passagem Inferior Rodoviária 150,2 45 Passagem Inferior Rodoviária 151,6 20 Passagem Inferior Rodoviária 152,6 55 Viaduto Ferroviário 154,3 630 Viaduto Ferroviário 156,6 244 Viaduto Rodoviário 157,6 30 Passagem Inferior Rodoviária 158,9 25 Pontilhão ferroviário 159,4 15 Passagem Inferior Rodoviária 159,7 20 Pontilhão ferroviário 161,8 15 Pontilhão ferroviário 162,4 15 Ponte Ferroviária 163,2 314 Viaduto Rodoviário 164,7 15 Viaduto Rodoviário 166,1 15 Viaduto Rodoviário 168,0 15 Ponte Ferroviária 169,1 314 Passagem Inferior Rodoviária 169,5 15 Pontilhão ferroviário 170,0 15 Pontilhão ferroviário 170,2 15 Viaduto Ferroviário 171,2 105 Viaduto Rodoviário 171,2 15 Ponte Ferroviária 171,8 140 Viaduto Rodoviário 173,3 15 Pontilhão ferroviário 174,8 15 Viaduto Rodoviário 176,3 15 Viaduto Rodoviário 176,8 15 Pontilhão ferroviário 177,7 15 ANO 1 ANO 2 ANO3 ANO 4 ANO ESTUDO DE ENGENHARIA FERROVIA: Vila Velha/ES Nova Iguaçu/ RJ Página 73 de 147

74 EF 118 Canteiro Avançado km 173,1 (km 145 ao km 202) Canteiro Avançado km 230,8 (km 202 ao km 260) ITEM km Extensão Ponte Ferroviária 178,6 70 Viaduto Ferroviário 181,1 105 Viaduto Rodoviário 182,8 15 Ponte Ferroviária 183,3 105 Viaduto Rodoviário 183,5 15 Ponte Ferroviária 183,8 140 Viaduto Rodoviário 185,1 30 Pontilhão ferroviário 185,5 15 Pontilhão ferroviário 186,2 15 Ponte Ferroviária 187,9 30 Viaduto Rodoviário 188,2 30 Viaduto Rodoviário 189,4 15 Pontilhão ferroviário 189,9 15 Viaduto Rodoviário 190,9 15 Ponte Ferroviária 191,4 244 Viaduto Rodoviário 193,0 30 Viaduto Rodoviário 193,3 15 Ponte Ferroviária 193,7 140 Viaduto Rodoviário 194,8 15 Ponte Ferroviária 195,3 140 Pontilhão ferroviário 196,6 15 Viaduto Rodoviário 197,1 15 Viaduto Rodoviário 197,6 15 Pontilhão ferroviário 198,7 15 Viaduto Rodoviário 199,2 15 Superestrutura Ferroviária Serviços Preliminares Terraplenagem/Drenagem Viaduto Rodoviário 203,6 30 Passagem Inferior Rodoviária 205,1 25 Pontilhão ferroviário 205,4 15 Passagem Inferior Rodoviária 205,9 10 Ponte Ferroviária 206,7 70 Passagem Inferior Rodoviária 215,5 25 Passagem Inferior Rodoviária 221,5 20 ANO 1 ANO 2 ANO3 ANO 4 ANO ESTUDO DE ENGENHARIA FERROVIA: Vila Velha/ES Nova Iguaçu/ RJ Página 74 de 147

75 EF 118 Canteiro Avançado km 230,8 (km 202 ao km 260) ITEM km Extensão Ponte Ferroviária 221,8 628 Ponte Ferroviária 224, Viaduto Rodoviário 226,3 30 Viaduto Rodoviário 226,6 30 Pontilhão ferroviário 227,8 15 Pontilhão ferroviário 228,5 15 Passagem Inferior Rodoviária 228,9 25 Pontilhão ferroviário 231,3 15 Passagem Inferior Rodoviária 231,4 20 Viaduto Rodoviário 234,1 15 Viaduto Rodoviário 238,9 15 Viaduto Rodoviário 239,8 15 Passagem Inferior Rodoviária 240,8 20 Viaduto Rodoviário 240,9 15 Viaduto Rodoviário 242,3 15 Passagem Inferior Rodoviária 243,5 20 Viaduto Rodoviário 244,1 15 Viaduto Rodoviário 245,6 30 Viaduto Rodoviário 246,3 30 Passagem Inferior Rodoviária 246,5 30 Viaduto Rodoviário 246,9 15 Viaduto Rodoviário 247,3 30 Passagem Inferior Rodoviária 247,6 30 Viaduto Rodoviário 248,7 15 Ponte Ferroviária 249,8 70 Viaduto Rodoviário 250,5 15 Viaduto Rodoviário 251,5 15 Viaduto Rodoviário 252,1 15 Viaduto Rodoviário 253,3 15 Viaduto Rodoviário 253,7 15 Pontilhão ferroviário 254,6 15 Ponte Ferroviária 255,7 105 Viaduto Rodoviário 258,7 15 Pontilhão ferroviário 258,8 15 Superestrutura Ferroviária ANO 1 ANO 2 ANO3 ANO 4 ANO ESTUDO DE ENGENHARIA FERROVIA: Vila Velha/ES Nova Iguaçu/ RJ Página 75 de 147

76 EF 118 Canteiro Central km 288,5 (km 260 ao km 317) ITEM km Extensão Serviços Preliminares Terraplenagem/Drenagem Passagem Inferior Rodoviária 261,1 25 Pontilhão ferroviário 264,2 15 Viaduto Rodoviário 265,8 15 Pontilhão ferroviário 268,1 15 Ponte Ferroviária 268,6 105 Pontilhão ferroviário 269,8 15 Viaduto Rodoviário 270,7 15 Ponte Ferroviária 275,4 70 Pontilhão ferroviário 276,8 15 Ponte Ferroviária 278,1 30 Ponte Ferroviária 280,2 803 Viaduto Rodoviário 281,5 15 Pontilhão ferroviário 284,3 15 Pontilhão ferroviário 287,5 15 Viaduto Rodoviário 287,7 15 Pontilhão ferroviário 287,9 15 Viaduto Rodoviário 288,0 15 Viaduto Rodoviário 288,6 15 Pontilhão ferroviário 288,9 15 Viaduto Rodoviário 290,7 15 Pontilhão ferroviário 291,3 15 Ponte Ferroviária 291,7 30 Viaduto Rodoviário 291,9 15 Pontilhão ferroviário 292,6 15 Viaduto Rodoviário 298,9 15 Viaduto Rodoviário 299,6 15 Viaduto Rodoviário 299,9 15 Pontilhão ferroviário 302,3 15 Viaduto Rodoviário 303,4 15 Viaduto Rodoviário 308,5 15 Ponte Ferroviária 311,7 70 Pontilhão ferroviário 312,1 15 Pontilhão ferroviário 314,5 15 Viaduto Rodoviário 314,8 15 Viaduto Rodoviário 315,1 15 Superestrutura Ferroviária ANO 1 ANO 2 ANO3 ANO 4 ANO ESTUDO DE ENGENHARIA FERROVIA: Vila Velha/ES Nova Iguaçu/ RJ Página 76 de 147

77 EF 118 Canteiro Avançado km 346,2 (km 317 ao km 375) ITEM km Extensão Serviços Preliminares Terraplenagem/Drenagem Ponte Ferroviária 317,1 30 Viaduto Rodoviário 319,2 30 Viaduto Rodoviário 321,3 15 Viaduto Rodoviário 322,5 15 Viaduto Rodoviário 325,7 15 Viaduto Rodoviário 329,6 15 Ponte Ferroviária 329,7 30 Viaduto Rodoviário 330,6 15 Viaduto Rodoviário 331,3 15 Viaduto Rodoviário 332,4 15 Viaduto Rodoviário 333,1 15 Viaduto Rodoviário 334,4 15 Viaduto Rodoviário 338,1 15 Viaduto Ferroviário 343,2 30 Passagem Inferior Rodoviária 345,1 30 Viaduto Ferroviário 345,5 30 Pontilhão ferroviário 347,8 15 Pontilhão ferroviário 348,3 15 Pontilhão ferroviário 349,0 15 Viaduto Rodoviário 350,5 15 Viaduto Rodoviário 352,6 30 Passagem Inferior Rodoviária 353,5 20 Pontilhão ferroviário 354,1 15 Pontilhão ferroviário 354,6 15 Viaduto Rodoviário 355,9 30 Viaduto Rodoviário 356,5 30 Ponte Ferroviária 357,0 209 Pontilhão ferroviário 359,0 15 ANO 1 ANO 2 ANO3 ANO 4 ANO ESTUDO DE ENGENHARIA FERROVIA: Vila Velha/ES Nova Iguaçu/ RJ Página 77 de 147

78 EF 118 Canteiro Avançado km 346,2 (km 317 ao km 375) Canteiro Avançado km 403,9 (km 375 ao km 433) ITEM km Extensão Pontilhão ferroviário 360,4 15 Pontilhão ferroviário 360,6 15 Passagem Inferior Rodoviária 364,6 25 Passagem Inferior Rodoviária 365,1 25 Passagem Inferior Rodoviária 365,5 25 Passagem Inferior Rodoviária 365,9 25 Viaduto Ferroviário 366,1 30 Passagem Inferior Rodoviária 366,9 20 Viaduto Rodoviário 369,0 15 Viaduto Ferroviário 370,3 30 Passagem Inferior Rodoviária 371,8 20 Viaduto Rodoviário 372,5 30 Passagem Inferior Rodoviária 373,6 20 Viaduto Rodoviário 375,0 15 Superestrutura Ferroviária Serviços Preliminares Terraplenagem/Drenagem Pontilhão ferroviário 377,6 15 Pontilhão ferroviário 378,3 15 Passagem Inferior Rodoviária 379,1 20 Pontilhão ferroviário 379,6 15 Pontilhão ferroviário 380,5 15 Passagem Inferior Rodoviária 381,6 10 Pontilhão ferroviário 384,7 15 Pontilhão ferroviário 384,8 15 Pontilhão ferroviário 384,9 15 Ponte Ferroviária 385,1 70 Pontilhão ferroviário 385,1 15 Viaduto Rodoviário 385,2 15 Pontilhão ferroviário 385,5 15 Túnel Ferroviário 387,5 350 Pontilhão ferroviário 388,3 15 Pontilhão ferroviário 388,4 15 Pontilhão ferroviário 389,1 15 ANO 1 ANO 2 ANO3 ANO 4 ANO ESTUDO DE ENGENHARIA FERROVIA: Vila Velha/ES Nova Iguaçu/ RJ Página 78 de 147

79 EF 118 Canteiro Avançado km 403,9 (km 375 ao km 433) ITEM km Extensão Túnel Ferroviário 391,1 350 Passagem Inferior Rodoviária 393,1 85 Passagem Inferior Rodoviária 394,1 55 Passagem Inferior Rodoviária 394,8 45 Viaduto Rodoviário 396,1 25 Viaduto Rodoviário 396,5 15 Viaduto Rodoviário 398,3 15 Viaduto Rodoviário 399,1 30 Passagem Inferior Rodoviária 400,2 20 Pontilhão ferroviário 402,3 15 Viaduto Rodoviário 403,1 15 Viaduto Rodoviário 403,2 15 Viaduto Rodoviário 403,6 15 Viaduto Rodoviário 405,1 15 Pontilhão ferroviário 405,6 15 Passagem Inferior Rodoviária 410,0 20 Viaduto Rodoviário 411,3 15 Viaduto Rodoviário 411,3 15 Viaduto Rodoviário 411,8 15 Viaduto Rodoviário 412,4 15 Passagem Inferior Rodoviária 412,9 40 Pontilhão ferroviário 416,4 15 Viaduto Rodoviário 417,4 15 Viaduto Ferroviário 418,4 70 Ponte Ferroviária 418,9 70 Passagem Inferior Rodoviária 419,1 15 Passagem Inferior Rodoviária 419,8 20 Passagem Inferior Rodoviária 420,8 25 Passagem Inferior Rodoviária 422,6 30 Passagem Inferior Rodoviária 423,0 30 Viaduto Rodoviário 425,5 15 Passagem Inferior Rodoviária 426,3 15 Passagem Inferior Rodoviária 426,5 20 Ponte Ferroviária 429,2 734 Ponte Ferroviária 430,5 140 Túnel Ferroviário 431,2 200 Ponte Ferroviária 432,7 70 Superestrutura Ferroviária ANO 1 ANO 2 ANO3 ANO 4 ANO ESTUDO DE ENGENHARIA FERROVIA: Vila Velha/ES Nova Iguaçu/ RJ Página 79 de 147

80 Canteiro Avançado km 461,6 (km 433 ao km 490) Serviços Preliminares Terraplenagem/Drenagem Pontilhão ferroviário 434,0 15 Passagem Inferior Rodoviária 438,6 15 Passagem Inferior Rodoviária 439,5 35 Passagem Inferior Rodoviária 440,2 45 Passagem Inferior Rodoviária 440,8 25 Passagem Inferior Rodoviária 443,2 10 Ponte Ferroviária 444,3 30 Viaduto Rodoviário 445,2 15 Viaduto Rodoviário 449,4 15 Viaduto Rodoviário 449,8 30 Viaduto Rodoviário 453,0 15 Viaduto Rodoviário 456,4 15 Viaduto Rodoviário 457,4 15 Ponte Ferroviária 459,4 30 Viaduto Rodoviário 460,2 15 Passagem Inferior Rodoviária 461,0 20 Passagem Inferior Rodoviária 461,5 20 Passagem Inferior Rodoviária 465,3 40 Viaduto Rodoviário 468,5 15 Viaduto Rodoviário 471,4 15 Viaduto Ferroviário 473,0 209 Viaduto Ferroviário 474,5 209 Viaduto Ferroviário 474,9 175 Viaduto Ferroviário 475,8 314 Passagem Inferior Rodoviária 477,4 85 Pontilhão ferroviário 479,2 15 Passagem Inferior Rodoviária 480,5 30 Viaduto Rodoviário 481,6 15 Passagem Inferior Rodoviária 482,9 25 Passagem Inferior Rodoviária 483,7 30 Passagem Inferior Rodoviária 485,8 100 Túnel Ferroviário 486,2 650 Passagem Inferior Rodoviária 488,2 50 Viaduto Ferroviário 488,7 314 Superestrutura Ferroviária ESTUDO DE ENGENHARIA FERROVIA: Vila Velha/ES Nova Iguaçu/ RJ Página 80 de 147

81 Canteiro Avançado km 519,3 (km 490 ao km 548) Serviços Preliminares Terraplenagem/Drenagem Ponte Ferroviária 491,3 30 Viaduto Rodoviário 491,5 15 Viaduto Ferroviário 494,7 105 Viaduto Rodoviário 494,7 15 Pontilhão ferroviário 499,7 15 Pontilhão ferroviário 502,3 15 Pontilhão ferroviário 502,3 15 Ponte Ferroviária 503,2 30 Pontilhão ferroviário 503,8 15 Pontilhão ferroviário 504,2 15 Pontilhão ferroviário 504,4 15 Pontilhão ferroviário 504,8 15 Viaduto Rodoviário 505,3 15 Ponte Ferroviária 506,1 209 Pontilhão ferroviário 506,8 15 Ponte Ferroviária 507,8 209 Ponte Ferroviária 509,9 30 Ponte Ferroviária 510,4 105 Pontilhão ferroviário 511,1 15 Passagem Inferior Rodoviária 518,6 20 Passagem Inferior Rodoviária 521,7 25 Viaduto Ferroviário 522,5 105 Passagem Inferior Rodoviária 523,3 60 Túnel Ferroviário 523,8 350 Passagem Inferior Rodoviária 529,1 25 Passagem Inferior Rodoviária 535,2 55 Viaduto Rodoviário 538,2 15 Ponte Ferroviária 539,0 70 Viaduto Rodoviário 542,0 15 Ponte Ferroviária 543,4 30 Ponte Ferroviária 543,6 70 Pontilhão ferroviário 544,2 15 Viaduto Ferroviário 545,3 30 Ponte Ferroviária 545,6 70 Viaduto Ferroviário 547,8 175 Superestrutura Ferroviária ESTUDO DE ENGENHARIA FERROVIA: Vila Velha/ES Nova Iguaçu/ RJ Página 81 de 147

82 EF 118 Canteiro Central km 577,0 (km 548 ao km 577) ITEM km Extensão Serviços Preliminares Terraplenagem/Drenagem Viaduto Ferroviário 549, Passagem Inferior Rodoviária 555,7 25 Ponte Ferroviária 557,2 70 Viaduto Rodoviário 558,5 15 Viaduto Ferroviário 558,5 30 Viaduto Rodoviário 560,6 15 Ponte Ferroviária 563,7 70 Viaduto Rodoviário 565,8 15 Viaduto Rodoviário 568,8 15 Viaduto Rodoviário 569,6 15 Viaduto Ferroviário 572,9 70 Viaduto Ferroviário 573,9 30 Viaduto Ferroviário 574,9 175 Viaduto Ferroviário alça MRS 140 Superestrutura Ferroviária ANO 1 ANO 2 ANO3 ANO 4 ANO ESTUDO DE ENGENHARIA FERROVIA: Vila Velha/ES Nova Iguaçu/ RJ Página 82 de 147

83 6. RESULTADO 6.1 RESUMO DO CAPEX Tabela 56: Resumo do Capex Trecho: Vila Velha Nova Iguaçu Valores: março 2014 Item Grupos Capex Total (SEM BDI) % 1 SERVIÇOS PRELIMINARES ,49 0,80 2 TERRAPLENAGEM ,86 21,02 3 DRENAGEM E OAC ,01 6,33 4 SUPERESTRUTURA DA VIA PERMANENTE ,26 20,14 5 PAVIMENTAÇÃO ,57 0,13 6 OBRAS COMPLEMENTARES ,57 4,30 7 OBRAS DE ARTE ESPECIAIS ,64 25,90 8 COMPENSAÇÃO AMBIENTAL ,24 3,54 9 SISTEMAS FERROVIÁRIOS ,43 3,70 10 CUSTOS INDIRETOS DE IMPLANTAÇÃO ,61 3,15 11 PROJETO EXECUTIVO ,10 2,11 12 DESAPROPRIAÇÃO E PROVISÕES ,77 6,99 13 EQUIPAMENTOS FERROVIÁRIOS ,00 1,89 Total ,54 100,00 ESTUDO DE ENGENHARIA FERROVIA: Vila Velha/ES Nova Iguaçu/ RJ Página 83 de 147

84 7. ANEXOS ESTUDO DE ENGENHARIA FERROVIA: Vila Velha/ES Nova Iguaçu/ RJ Página 84 de 147

85 7.1 PLANILHA DE PREÇOS UNITÁRIOS Tabela 57: Planilha de Preços Unitários (custos data base: março 2014) ESTUDO DE ENGENHARIA FERROVIA: Nova Iguaçu/ RJ Vila Velha/ES Página 85 de 147

86 ESTUDO DE ENGENHARIA FERROVIA: Nova Iguaçu/ RJ Vila Velha/ES Página 86 de 147

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89 ESTUDO DE ENGENHARIA FERROVIA: Nova Iguaçu/ RJ Vila Velha/ES Página 89 de 147

90 7.2 DISTRIBUIÇÃO DE TERRAPLENAGEM De km a km (ou local) Corte Tabela 58: Quadro de Distribuição de Terraplenagem QUADRO DE DISTRIBUIÇÃO DE TERRAPLENAGEM ESPÍRITO SANTO Distância Procedência do Material de transporte Volume Volume (m) Empréstimo (m³) (m³) 1ª e 2 ª Cat 3ª Cat Aterro Aterro entre km Destino do Material 20 a 80 50,00 C1 2,66 20,00 A1 20,00 a 120,00 70, a ,00 C2 47,76 650,00 A1 20,00 a 120,00 70, a ,00 C2 908,39 360,00 A2 280,00 a 440,00 360, a ,00 C2 382,76 70,00 A3 700,00 a 880,00 790, a ,00 C ,98 570,00 A4 880,00 a 1.700, , a ,00 C , ,00 A ,00 a 2.180, ,00 ADME 1ª e 2 ª ADME 3 ª 360 a ,00 C2 BF1 a 1.000, , a ,00 C ,39 260,00 A ,00 a 2.180, , a ,00 C ,90 610,00 A ,00 a 2.480, , a ,00 C ,40 170,00 A ,00 a 2.480, , a ,00 C ,26 130,00 A ,00 a 2.480, , a ,00 C ,72 420,00 A ,00 a 2.480, , a ,00 C ,84 140,00 A ,00 a 2.760, , a ,00 C ,25 510,00 A ,00 a 2.760, , a ,00 C ,81 240,00 A ,00 a 3.000, , a ,00 C7 BF1 a 1.000, , a ,00 C ,97 560,00 A ,00 a 3.000, , a ,00 C , ,00 A ,00 a 3.000, ,00 ESTUDO DE ENGENHARIA FERROVIA: Nova Iguaçu/ RJ Vila Velha/ES Página 90 de 147

91 De km a km (ou local) QUADRO DE DISTRIBUIÇÃO DE TERRAPLENAGEM ESPÍRITO SANTO Distância Procedência do Material de transporte Volume Volume (m) Empréstimo (m³) (m³) Corte 1ª e 2 ª Cat 3ª Cat Aterro Aterro entre km Destino do Material 3940 a ,00 C9 576,79 970,00 A ,00 a 3.200, , a ,00 C ,89 790,00 A ,00 a 3.420, , a ,00 C ,42 390,00 A ,00 a 3.980, ,00 ADME 1ª e 2 ª ADME 3 ª a ,00 C9 BF1 a 1.000, , a ,00 C ,01 660,00 A ,00 a 3.980, , a ,00 C , ,00 A ,00 a 3.980, , a ,00 C11 707,54 770,00 A ,00 a 4.380, , a ,00 C ,12 500,00 A ,00 a 4.780, , a ,00 C , ,79 540,00 A ,00 a 5.840, , a ,00 C11 BF1 a 1.000, , a ,00 C12 882,20 130,00 A ,00 a 6.080, , a ,00 C ,89 390,00 A ,00 a 6.080, , a ,00 C13 325,58 180,00 A ,00 a 6.580, , a ,00 C ,00 330,00 A ,00 a 6.800, , a ,00 C ,12 960,00 A ,00 a 7.480, , a ,00 C13 BF1 a 1.000, , a ,00 C ,01 350,00 A ,00 a 7.480, , a ,00 C ,30 630,00 A ,00 a 7.680, , a ,00 C ,36 930,00 A ,00 a 8.040, , a ,00 C14 BF1 a 1.000, , a ,00 C ,50 390,00 A ,00 a 8.040, , a ,00 C ,92 190,00 A ,00 a 8.040, ,00 ESTUDO DE ENGENHARIA FERROVIA: Nova Iguaçu/ RJ Vila Velha/ES Página 91 de 147

92 De km a km (ou local) QUADRO DE DISTRIBUIÇÃO DE TERRAPLENAGEM ESPÍRITO SANTO Distância Procedência do Material de transporte Volume Volume (m) Empréstimo (m³) (m³) Corte 1ª e 2 ª Cat 3ª Cat Aterro Aterro entre km Destino do Material 8000 a ,00 C ,78 280,00 A ,00 a 8.040, , a ,00 C ,38 230,00 A ,00 a 8.520, , a ,00 C ,40 470,00 A ,00 a 8.760, , a ,00 C ,34 830,00 A ,00 a 9.120, , a ,00 C , ,00 A ,00 a 9.460, ,00 ADME 1ª e 2 ª ADME 3 ª a ,00 C17 BF1 a 1.000, , a ,00 C ,46 810,00 A ,00 a 9.460, , a ,00 C19 456,01 500,00 A ,00 a 9.460, , a ,00 C19 50,05 850,00 A ,00 a 9.760, , a ,00 C , ,00 A ,00 a 9.940, , a ,00 C , ,00 A ,00 a , , a ,00 C19 731, ,00 A ,00 a , , a ,00 C19 381, ,00 A ,00 a , , a ,00 C , ,00 A ,00 a , , a ,00 C , ,00 A ,00 a , , a ,00 C19 BF1 a 1.000, , a ,00 C , ,00 A ,00 a , , a ,00 C , ,00 A ,00 a , , a ,00 C , ,00 A ,00 a , , a ,00 C20 BF1 a 1.000, , a ,00 C , ,00 A ,00 a , , a ,00 C , ,00 A ,00 a , ,00 ESTUDO DE ENGENHARIA FERROVIA: Nova Iguaçu/ RJ Vila Velha/ES Página 92 de 147

93 De km a km (ou local) QUADRO DE DISTRIBUIÇÃO DE TERRAPLENAGEM ESPÍRITO SANTO Distância Procedência do Material de transporte Volume Volume (m) Empréstimo (m³) (m³) Corte 1ª e 2 ª Cat 3ª Cat Aterro Aterro entre km Destino do Material ADME 1ª e 2 ª ADME 3 ª 9400 a ,00 C21 BF1 a 1.000, , a ,00 C , ,00 A ,00 a , , a ,00 C22 BF1 a 1.000, , a ,00 C , ,00 A ,00 a , , a ,00 C23 BF1 a 1.000, , a ,00 C , ,00 A ,00 a , , a ,00 C24 BF1 a 1.000, , a ,00 C25 423, ,00 A ,00 a , , a ,00 C ,32 840,00 A ,00 a , , a ,00 C , ,00 A ,00 a , , a ,00 C , ,00 A ,00 a , , a ,00 C26 200,00 A ,00 a , , , a ,00 C , ,00 A ,00 a , , a ,00 C , ,00 A ,00 a , , a ,00 C27 420,00 A ,00 a , , , a ,00 C ,97 680,00 A ,00 a , , a ,00 C28 330,00 A ,00 a , , , a ,00 C29 68,81 500,00 A ,00 a , , a ,00 C ,46 390,00 A ,00 a , , a ,00 C ,63 130,00 A ,00 a , , a ,00 C ,47 230,00 A ,00 a , , a ,00 C ,27 220,00 A ,00 a , ,00 ESTUDO DE ENGENHARIA FERROVIA: Nova Iguaçu/ RJ Vila Velha/ES Página 93 de 147

94 De km a km (ou local) QUADRO DE DISTRIBUIÇÃO DE TERRAPLENAGEM ESPÍRITO SANTO Distância Procedência do Material de transporte Volume Volume (m) Empréstimo (m³) (m³) Corte 1ª e 2 ª Cat 3ª Cat Aterro Aterro entre km Destino do Material a ,00 C ,21 210,00 A ,00 a , , a ,00 C ,07 280,00 A ,00 a , , a ,00 C ,17 230,00 A ,00 a , ,00 ADME 1ª e 2 ª ADME 3 ª a ,00 C34 230,00 A ,00 a , , , a ,00 C35 28, ,00 A ,00 a , , a ,00 C , ,00 A ,00 a , , a ,00 C36 650,00 A ,00 a , , , a ,00 C , ,00 A ,00 a , , a ,00 C , ,00 A ,00 a , , a ,00 C , ,00 A ,00 a , , a ,00 C ,00 A ,00 a , , , a ,00 C39 11, ,00 A ,00 a , , a ,00 AE ,21 A ,00 a , , a ,00 AE1 574,32 A ,00 a , , a ,00 AE ,45 A ,00 a , , a ,00 AE1 125,99 A ,00 a , , a ,00 AE ,28 A ,00 a , , a ,00 AE ,54 A ,00 a , , a ,00 AE ,22 A ,00 a , , a ,00 AE ,34 A ,00 a , , a ,00 AE ,64 A ,00 a , , a ,00 AE ,86 A ,00 a , ,00 ESTUDO DE ENGENHARIA FERROVIA: Nova Iguaçu/ RJ Vila Velha/ES Página 94 de 147

95 De km a km (ou local) QUADRO DE DISTRIBUIÇÃO DE TERRAPLENAGEM ESPÍRITO SANTO Distância Procedência do Material de transporte Volume Volume (m) Empréstimo (m³) (m³) Corte 1ª e 2 ª Cat 3ª Cat Aterro Aterro entre km Destino do Material a ,00 C40 42, ,00 A ,00 a , , a ,00 C , ,00 A ,00 a , , a ,00 C , ,00 A ,00 a , , a ,00 C , ,00 A ,00 a , , a ,00 C , ,00 A ,00 a , , a ,00 C ,58 750,00 A ,00 a , , a ,00 C ,93 960,00 A ,00 a , ,00 ADME 1ª e 2 ª ADME 3 ª a ,00 C44 400,00 A ,00 a , , , a ,00 C , ,00 A ,00 a , , a ,00 C , ,00 A ,00 a , , a ,00 C , ,00 A ,00 a , , a ,00 C47 610,00 A ,00 a , , , a ,00 C ,48 130,00 A ,00 a , , a ,00 C48 130,00 A ,00 a , , , a ,00 C ,70 230,00 A ,00 a , , a ,00 C49 230,00 A ,00 a , ,00 73, , a ,00 C ,54 710,00 A ,00 a , , a ,00 C ,95 270,00 A ,00 a , , a ,00 C ,04 270,00 A ,00 a , , a ,00 C50 710,00 A ,00 a , , , a ,00 C ,54 310,00 A ,00 a , , a ,00 C ,25 320,00 A ,00 a , ,00 ESTUDO DE ENGENHARIA FERROVIA: Nova Iguaçu/ RJ Vila Velha/ES Página 95 de 147

96 De km a km (ou local) QUADRO DE DISTRIBUIÇÃO DE TERRAPLENAGEM ESPÍRITO SANTO Distância Procedência do Material de transporte Volume Volume (m) Empréstimo (m³) (m³) Corte 1ª e 2 ª Cat 3ª Cat Aterro Aterro entre km Destino do Material a ,00 C ,02 580,00 A ,00 a , , a ,00 C ,45 920,00 A ,00 a , , a ,00 C , ,00 A ,00 a , , a ,00 C , ,00 A ,00 a , , a ,00 C , ,00 A ,00 a , , a ,00 C , ,00 A ,00 a , , a ,00 C , ,00 A ,00 a , , a ,00 C , ,00 A ,00 a , , a ,00 C , ,00 A ,00 a , , a ,00 C , ,00 A ,00 a , , a ,00 C , ,00 A ,00 a , , a ,00 C , ,00 A ,00 a , , a ,00 C , ,00 A ,00 a , , a ,00 C ,60 800,00 A ,00 a , , a ,00 C , ,00 A ,00 a , , a ,00 C57 524, ,00 A ,00 a , , a ,00 C , ,00 A ,00 a , , a ,00 C59 389, ,00 A ,00 a , , a ,00 C , ,00 A ,00 a , , a ,00 C60 441, ,00 A ,00 a , , a ,00 C , ,00 A ,00 a , , a ,00 C ,94 330,00 A ,00 a , ,00 ADME 1ª e 2 ª ADME 3 ª ESTUDO DE ENGENHARIA FERROVIA: Nova Iguaçu/ RJ Vila Velha/ES Página 96 de 147

97 De km a km (ou local) QUADRO DE DISTRIBUIÇÃO DE TERRAPLENAGEM ESPÍRITO SANTO Distância Procedência do Material de transporte Volume Volume (m) Empréstimo (m³) (m³) Corte 1ª e 2 ª Cat 3ª Cat Aterro Aterro entre km Destino do Material a ,00 C , ,00 A ,00 a , , a ,00 C , ,00 A ,00 a , ,00 ADME 1ª e 2 ª ADME 3 ª a ,00 C61 590,00 A ,00 a , , , a ,00 C62 950,00 A ,00 a , , a ,00 C62 53, ,00 A ,00 a , , a ,00 C , ,00 A ,00 a , , a ,00 C ,37 880,00 A ,00 a , , a ,00 C ,23 250,00 A ,00 a , , a ,00 C ,96 210,00 A ,00 a , , a ,00 C ,31 640,00 A ,00 a , , a ,00 C , ,00 A ,00 a , , a ,00 C , ,00 A ,00 a , , a ,00 C , ,00 A ,00 a , , a ,00 AE ,34 A ,00 a , , a ,00 AE ,34 A ,00 a , , a ,00 AE ,70 A ,00 a , , a ,00 AE ,77 A ,00 a , , a ,00 AE ,18 A ,00 a , , a ,00 AE ,28 A ,00 a , , a ,00 AE ,49 A ,00 a , , a ,00 C , ,00 A ,00 a , , a ,00 C , ,00 A ,00 a , ,00 ESTUDO DE ENGENHARIA FERROVIA: Nova Iguaçu/ RJ Vila Velha/ES Página 97 de 147

98 De km a km (ou local) QUADRO DE DISTRIBUIÇÃO DE TERRAPLENAGEM ESPÍRITO SANTO Distância Procedência do Material de transporte Volume Volume (m) Empréstimo (m³) (m³) Corte 1ª e 2 ª Cat 3ª Cat Aterro Aterro entre km Destino do Material a ,00 C ,32 870,00 A ,00 a , ,00 ADME 1ª e 2 ª ADME 3 ª a ,00 C71 490,00 A ,00 a , , , a ,00 C ,81 800,00 A ,00 a , , a ,00 C72 800,00 A ,00 a , , , a ,00 C , ,00 A ,00 a , , a ,00 C , ,00 A ,00 a , , a ,00 C , ,00 A ,00 a , , a ,00 C ,01 970,00 A ,00 a , , a ,00 C ,98 670,00 A ,00 a , , a ,00 C ,50 330,00 A ,00 a , , a ,00 C ,48 290,00 A ,00 a , , a ,00 C ,00 A ,00 a , , , a ,00 C ,36 710,00 A ,00 a , , a ,00 C ,53 700,00 A ,00 a , , a ,00 C ,48 860,00 A ,00 a , , a ,00 C , ,00 A ,00 a , , a ,00 C , ,00 A ,00 a , , a ,00 C , ,00 A ,00 a , , a ,00 C , ,00 A ,00 a , , a ,00 C , ,00 A ,00 a , , a ,00 C , ,00 A ,00 a , , a ,00 C , ,00 A ,00 a , ,00 ESTUDO DE ENGENHARIA FERROVIA: Nova Iguaçu/ RJ Vila Velha/ES Página 98 de 147

99 De km a km (ou local) QUADRO DE DISTRIBUIÇÃO DE TERRAPLENAGEM ESPÍRITO SANTO Distância Procedência do Material de transporte Volume Volume (m) Empréstimo (m³) (m³) Corte 1ª e 2 ª Cat 3ª Cat Aterro Aterro entre km Destino do Material a ,00 C , ,00 A ,00 a , , a ,00 C , ,00 A ,00 a , , a ,00 C , ,00 A ,00 a , ,00 ADME 1ª e 2 ª ADME 3 ª a ,00 C ,00 A ,00 a , , , a ,00 C , ,00 A ,00 a , , a ,00 C , ,00 A ,00 a , , a ,00 C , ,00 A ,00 a , , a ,00 C , ,00 A ,00 a , , a ,00 C , ,00 A ,00 a , , a ,00 C , ,00 A ,00 a , , a ,00 C , ,00 A ,00 a , , a ,00 C78 710,00 A ,00 a , , , a ,00 C , ,00 A ,00 a , , a ,00 C , ,00 A ,00 a , , a ,00 C , ,00 A ,00 a , , a ,00 C , ,00 A ,00 a , , a ,00 C , ,00 A ,00 a , , a ,00 C83 3, ,00 A ,00 a , , a ,00 C , ,00 A ,00 a , , a ,00 C , ,00 A ,00 a , , a ,00 C , ,00 A ,00 a , , a ,00 C , ,00 A ,00 a , ,00 ESTUDO DE ENGENHARIA FERROVIA: Nova Iguaçu/ RJ Vila Velha/ES Página 99 de 147

100 De km a km (ou local) QUADRO DE DISTRIBUIÇÃO DE TERRAPLENAGEM ESPÍRITO SANTO Distância Procedência do Material de transporte Volume Volume (m) Empréstimo (m³) (m³) Corte 1ª e 2 ª Cat 3ª Cat Aterro Aterro entre km Destino do Material a ,00 C , ,00 A ,00 a , , a ,00 C , ,00 A ,00 a , ,00 ADME 1ª e 2 ª ADME 3 ª a ,00 C83 850,00 A ,00 a , , , a ,00 C , ,00 A ,00 a , , a ,00 C84 246, ,00 A ,00 a , , a ,00 C , ,00 A ,00 a , , a ,00 C , ,00 A ,00 a , , a ,00 C , ,00 A ,00 a , , a ,00 C , ,00 A ,00 a , , a ,00 C , ,00 A ,00 a , , a ,00 C , ,00 A ,00 a , , a ,00 C , ,00 A ,00 a , , a ,00 C , ,00 A ,00 a , , a ,00 C , ,00 A ,00 a , , a ,00 C , ,00 A ,00 a , , a ,00 C88 627, ,00 A ,00 a , , a ,00 C , ,00 A ,00 a , , a ,00 C , ,00 A ,00 a , , a ,00 C , ,00 A ,00 a , , a ,00 C , ,00 A ,00 a , , a ,00 C , ,00 A ,00 a , , a ,00 C88 610,00 A ,00 a , , ,129 ESTUDO DE ENGENHARIA FERROVIA: Nova Iguaçu/ RJ Vila Velha/ES Página 100 de 147

101 De km a km (ou local) QUADRO DE DISTRIBUIÇÃO DE TERRAPLENAGEM ESPÍRITO SANTO Distância Procedência do Material de transporte Volume Volume (m) Empréstimo (m³) (m³) Corte 1ª e 2 ª Cat 3ª Cat Aterro Aterro entre km Destino do Material a ,00 C , ,00 A ,00 a , ,00 ADME 1ª e 2 ª ADME 3 ª a ,00 C ,00 A ,00 a , , , a ,00 C , ,00 A ,00 a , , a ,00 C , ,00 A ,00 a , , a ,00 C , ,00 A ,00 a , , a ,00 C , ,00 A ,00 a , , a ,00 C , ,00 A ,00 a , , a ,00 C , ,00 A ,00 a , , a ,00 C , ,00 A ,00 a , , a ,00 C93 610,00 A ,00 a , , , , a ,00 C , ,00 A ,00 a , , a ,00 C , ,00 A ,00 a , , a ,00 C96 1, ,00 A ,00 a , , a ,00 C , ,00 A ,00 a , , a ,00 C97 580,00 A ,00 a , , , a ,00 C , ,00 A ,00 a , , a ,00 C , ,00 A ,00 a , , a ,00 C , ,00 A ,00 a , , a ,00 C , ,00 A ,00 a , , a ,00 C98 270,00 A ,00 a , , , , a ,00 C99 627, ,00 A ,00 a , , a ,00 C , ,00 A ,00 a , ,00 ESTUDO DE ENGENHARIA FERROVIA: Nova Iguaçu/ RJ Vila Velha/ES Página 101 de 147

102 De km a km (ou local) QUADRO DE DISTRIBUIÇÃO DE TERRAPLENAGEM ESPÍRITO SANTO Distância Procedência do Material de transporte Volume Volume (m) Empréstimo (m³) (m³) Corte 1ª e 2 ª Cat 3ª Cat Aterro Aterro entre km Destino do Material a ,00 C , ,00 A ,00 a , ,00 ADME 1ª e 2 ª ADME 3 ª a ,00 C ,00 A ,00 a , , , a ,00 C , ,00 A ,00 a , , a ,00 C ,00 A ,00 a , , , a ,00 C , ,00 A ,00 a , , a ,00 C , ,00 A ,00 a , , a ,00 C , ,00 A ,00 a , , a ,00 C , ,00 A ,00 a , , a ,00 C , ,00 A ,00 a , , a ,00 C , ,00 A ,00 a , , a ,00 C , ,00 A ,00 a , , a ,00 C , ,00 A ,00 a , , a ,00 C , ,00 A ,00 a , , a ,00 C ,00 A ,00 a , , , a ,00 C , ,00 A ,00 a , , a ,00 C , ,00 A ,00 a , , a ,00 C , ,00 A ,00 a , , a ,00 C , ,00 A ,00 a , , a ,00 C , ,00 A ,00 a , , a ,00 C , ,00 A ,00 a , , a ,00 C , ,00 A ,00 a , , a ,00 C113 15, ,00 A ,00 a , ,00 ESTUDO DE ENGENHARIA FERROVIA: Nova Iguaçu/ RJ Vila Velha/ES Página 102 de 147

103 De km a km (ou local) QUADRO DE DISTRIBUIÇÃO DE TERRAPLENAGEM ESPÍRITO SANTO Distância Procedência do Material de transporte Volume Volume (m) Empréstimo (m³) (m³) Corte 1ª e 2 ª Cat 3ª Cat Aterro Aterro entre km Destino do Material a ,00 C , ,00 A ,00 a , , a ,00 C , ,00 A ,00 a , , a ,00 C , ,00 A ,00 a , , a ,00 C , ,00 A ,00 a , , a ,00 C , ,00 A ,00 a , ,00 ADME 1ª e 2 ª ADME 3 ª a ,00 C ,00 A ,00 a , , , a ,00 C , ,00 A ,00 a , , a ,00 C , ,00 A ,00 a , , a ,00 C , ,00 A ,00 a , , a ,00 C ,00 A ,00 a , , , a ,00 C122 35, ,00 A ,00 a , , a ,00 C ,82 900,00 A ,00 a , , a ,00 C ,95 550,00 A ,00 a , , a ,00 C ,48 280,00 A ,00 a , , a ,00 C ,76 250,00 A ,00 a , , a ,00 C ,56 190,00 A ,00 a , , a ,00 C ,79 110,00 A ,00 a , , a ,00 C ,81 420,00 A ,00 a , , a ,00 C ,84 230,00 A ,00 a , , a ,00 C ,22 270,00 A ,00 a , , a ,00 C ,83 590,00 A ,00 a , , a ,00 C , ,00 A ,00 a , ,00 ESTUDO DE ENGENHARIA FERROVIA: Nova Iguaçu/ RJ Vila Velha/ES Página 103 de 147

104 De km a km (ou local) QUADRO DE DISTRIBUIÇÃO DE TERRAPLENAGEM ESPÍRITO SANTO Distância Procedência do Material de transporte Volume Volume (m) Empréstimo (m³) (m³) Corte 1ª e 2 ª Cat 3ª Cat Aterro Aterro entre km Destino do Material a ,00 C , ,00 A ,00 a , , a ,00 C ,00 A ,00 a , , a ,00 C , ,00 A ,00 a , , a ,00 C , ,00 A ,00 a , , a ,00 C , ,00 A ,00 a , , a ,00 C , ,00 A ,00 a , , a ,00 C , ,00 A ,00 a , , a ,00 C , ,00 A ,00 a , , a ,00 C , ,00 A ,00 a , , a ,00 C , ,00 A ,00 a , , a ,00 C , ,00 A ,00 a , , a ,00 C , ,00 A ,00 a , , a ,00 C , ,00 A ,00 a , ,00 ADME 1ª e 2 ª ADME 3 ª a ,00 C ,00 A ,00 a , , , a ,00 C , ,00 A ,00 a , , a ,00 C , ,00 A ,00 a , , a ,00 C ,00 A ,00 a , , , a ,00 C , ,00 A ,00 a , , a ,00 C , ,00 A ,00 a , , a ,00 C , ,00 A ,00 a , , a ,00 C , ,00 A ,00 a , , a ,00 C , ,00 A ,00 a , ,00 ESTUDO DE ENGENHARIA FERROVIA: Nova Iguaçu/ RJ Vila Velha/ES Página 104 de 147

105 De km a km (ou local) QUADRO DE DISTRIBUIÇÃO DE TERRAPLENAGEM ESPÍRITO SANTO Distância Procedência do Material de transporte Volume Volume (m) Empréstimo (m³) (m³) Corte 1ª e 2 ª Cat 3ª Cat Aterro Aterro entre km Destino do Material a ,00 C , ,00 A ,00 a , , a ,00 C , ,00 A ,00 a , , a ,00 C , ,00 A ,00 a , , a ,00 C , ,00 A ,00 a , , a ,00 C , ,00 A ,00 a , ,00 ADME 1ª e 2 ª ADME 3 ª a ,00 C ,00 A ,00 a , , , a ,00 C , ,00 A ,00 a , , a ,00 C ,52 330,00 A ,00 a , , a ,00 C , ,00 A ,00 a , , a ,00 C , ,00 A ,00 a , , a ,00 C ,99 530,00 A ,00 a , , a ,00 C , ,00 A ,00 a , , a ,00 C , ,00 A ,00 a , , a ,00 C , ,00 A ,00 a , , a ,00 C , ,00 A ,00 a , , a ,00 C , ,00 A ,00 a , , a ,00 C , ,00 A ,00 a , , a ,00 C , ,00 A ,00 a , , a ,00 C , ,00 A ,00 a , , a ,00 C , ,00 A ,00 a , , a ,00 C ,00 A ,00 a , , , a ,00 C , ,00 A ,00 a , ,00 ESTUDO DE ENGENHARIA FERROVIA: Nova Iguaçu/ RJ Vila Velha/ES Página 105 de 147

106 De km a km (ou local) QUADRO DE DISTRIBUIÇÃO DE TERRAPLENAGEM ESPÍRITO SANTO Distância Procedência do Material de transporte Volume Volume (m) Empréstimo (m³) (m³) Corte 1ª e 2 ª Cat 3ª Cat Aterro Aterro entre km Destino do Material a ,00 C , ,00 A ,00 a , ,00 ADME 1ª e 2 ª ADME 3 ª a ,00 C ,00 A ,00 a , , , a ,00 C , ,00 A ,00 a , , a ,00 C , ,00 A ,00 a , , a ,00 C , ,00 A ,00 a , , a ,00 C144 BF2 a ,00 656, a ,00 C , ,00 A ,00 a , , a ,00 C145 BF2 a , , a ,00 C146 BF2 a ,00 1, a ,00 C147 BF2 a , , a ,00 C ,82 180,00 A ,00 a , , a ,00 C148 BF2 a , , a ,00 C ,04 230,00 A ,00 a , , a ,00 C149 BF2 a , , a ,00 C150 BF2 a , , a ,00 C151 BF2 a , , a ,00 C152 BF2 a ,00 791, a ,00 C ,00 A ,00 a , , , , a ,00 C154 BF2 a , , a ,00 C ,09 230,00 A ,00 a , , a ,00 C ,61 540,00 A ,00 a , , a ,00 C ,38 590,00 A ,00 a , ,00 ESTUDO DE ENGENHARIA FERROVIA: Nova Iguaçu/ RJ Vila Velha/ES Página 106 de 147

107 De km a km (ou local) QUADRO DE DISTRIBUIÇÃO DE TERRAPLENAGEM ESPÍRITO SANTO Distância Procedência do Material de transporte Volume Volume (m) Empréstimo (m³) (m³) Corte 1ª e 2 ª Cat 3ª Cat Aterro Aterro entre km Destino do Material a ,00 C ,08 590,00 A ,00 a , , a ,00 C ,80 350,00 A ,00 a , , a ,00 C ,68 350,00 A ,00 a , , a ,00 C ,38 200,00 A ,00 a , , a ,00 C ,29 430,00 A ,00 a , , a ,00 C ,58 160,00 A ,00 a , , a ,00 C ,00 160,00 A ,00 a , , a ,00 C ,99 550,00 A ,00 a , , a ,00 C ,57 230,00 A ,00 a , , a ,00 C ,01 250,00 A ,00 a , , a ,00 C ,75 480,00 A ,00 a , , a ,00 C ,66 880,00 A ,00 a , , a ,00 C , ,00 A ,00 a , , a ,00 C ,94 940,00 A ,00 a , , a ,00 C ,49 710,00 A ,00 a , , a ,00 C , ,00 A ,00 a , , a ,00 C , ,00 A ,00 a , , a ,00 C , ,00 A ,00 a , , a ,00 C ,96 880,00 A ,00 a , , a ,00 C , ,00 A ,00 a , , a ,00 C164 43, ,00 A ,00 a , , a ,00 C , ,00 A ,00 a , ,00 ADME 1ª e 2 ª ADME 3 ª ESTUDO DE ENGENHARIA FERROVIA: Nova Iguaçu/ RJ Vila Velha/ES Página 107 de 147

108 De km a km (ou local) QUADRO DE DISTRIBUIÇÃO DE TERRAPLENAGEM ESPÍRITO SANTO Distância Procedência do Material de transporte Volume Volume (m) Empréstimo (m³) (m³) Corte 1ª e 2 ª Cat 3ª Cat Aterro Aterro entre km Destino do Material a ,00 C , ,00 A ,00 a , , a ,00 C , ,00 A ,00 a , , a ,00 C , ,00 A ,00 a , , a ,00 C165 46, ,00 A ,00 a , , a ,00 C , ,00 A ,00 a , , a ,00 C , ,00 A ,00 a , , a ,00 C , ,00 A ,00 a , , a ,00 C165 9, ,00 A ,00 a , , a ,00 C165 23, ,00 A ,00 a , , a ,00 C165 23, ,00 A ,00 a , , a ,00 C , ,00 A ,00 a , ,00 ADME 1ª e 2 ª a ,00 C165 BF3 a , ,42 ADME 3 ª a ,00 C166 BF3 a , , , a ,00 C167 BF3 a , , a ,00 C168 BF3 a , , a ,00 C169 BF3 a , , a ,00 C170 BF3 a , , a ,00 C171 BF3 a , , a ,00 C172 BF3 a , a ,00 C173 BF3 a ,00 144, a ,00 C174 BF3 a , , , a ,00 C ,28 530,00 A ,00 a , ,00 ESTUDO DE ENGENHARIA FERROVIA: Nova Iguaçu/ RJ Vila Velha/ES Página 108 de 147

109 De km a km (ou local) QUADRO DE DISTRIBUIÇÃO DE TERRAPLENAGEM ESPÍRITO SANTO Distância Procedência do Material de transporte Volume Volume (m) Empréstimo (m³) (m³) Corte 1ª e 2 ª Cat 3ª Cat Aterro Aterro entre km Destino do Material a ,00 C ,58 540,00 A ,00 a , ,00 ADME 1ª e 2 ª ADME 3 ª a ,00 C175 BF3 a , , a ,00 C ,06 180,00 A ,00 a , , a ,00 C ,42 180,00 A ,00 a , , a ,00 C ,53 500,00 A ,00 a , , a ,00 C ,52 780,00 A ,00 a , , a ,00 C , ,00 A ,00 a , , a ,00 C , ,00 A ,00 a , , a ,00 C , ,00 A ,00 a , , a ,00 C , ,00 A ,00 a , , a ,00 C , ,00 A ,00 a , , a ,00 C , ,00 A ,00 a , , a ,00 C , ,00 A ,00 a , , a ,00 C , ,00 A ,00 a , , a ,00 C , ,00 A ,00 a , , a ,00 C , ,00 A ,00 a , , a ,00 C , ,00 A ,00 a , , a ,00 C , ,00 A ,00 a , , a ,00 C , ,00 A ,00 a , , a ,00 C , ,00 A ,00 a , , a ,00 C , ,00 A ,00 a , , a ,00 C , ,00 A ,00 a , ,00 ESTUDO DE ENGENHARIA FERROVIA: Nova Iguaçu/ RJ Vila Velha/ES Página 109 de 147

110 De km a km (ou local) QUADRO DE DISTRIBUIÇÃO DE TERRAPLENAGEM ESPÍRITO SANTO Distância Procedência do Material de transporte Volume Volume (m) Empréstimo (m³) (m³) Corte 1ª e 2 ª Cat 3ª Cat Aterro Aterro entre km Destino do Material a ,00 C , ,00 A ,00 a , , a ,00 C , ,00 A ,00 a , , a ,00 C , ,00 A ,00 a , , a ,00 C , ,00 A ,00 a , ,00 ADME 1ª e 2 ª ADME 3 ª a ,00 C ,00 A ,00 a , , , a ,00 C , ,00 A ,00 a , , a ,00 C , ,00 A ,00 a , , a ,00 C , ,00 A ,00 a , , a ,00 C , ,00 A ,00 a , , a ,00 C183 6, ,00 A ,00 a , , a ,00 C , ,00 A ,00 a , , a ,00 C183 BF4 a , , a ,00 C184 BF4 a , , a ,00 C ,00 A ,00 a , , , , a ,00 C186 BF4 a , , a ,00 C187 BF4 a , , a ,00 C188 BF4 a , , a ,00 C189 BF4 a , , a ,00 C190 BF4 a , , a ,00 C191 BF4 a , , a ,00 C192 BF4 a , , a ,00 C193 BF4 a , ,95 ESTUDO DE ENGENHARIA FERROVIA: Nova Iguaçu/ RJ Vila Velha/ES Página 110 de 147

111 De km a km (ou local) QUADRO DE DISTRIBUIÇÃO DE TERRAPLENAGEM ESPÍRITO SANTO Distância Procedência do Material de transporte Volume Volume (m) Empréstimo (m³) (m³) Corte 1ª e 2 ª Cat 3ª Cat Aterro Aterro entre km Destino do Material ADME 1ª e 2 ª a ,00 C194 BF4 a ,00 538, a ,00 C195 BF4 a , , a ,00 C196 BF4 a , , a ,00 C197 BF4 a , , a ,00 C198 BF4 a ,00 298, a ,00 C ,80 250,00 A ,00 a , , a ,00 C , ,00 A ,00 a , , a ,00 C ,53 380,00 A ,00 a , , a ,00 C ,52 660,00 A ,00 a , , a ,00 C , ,00 A ,00 a , , a ,00 C , ,00 A ,00 a , ,00 ADME 3 ª a ,00 C ,00 A ,00 a , , , a ,00 C , ,00 A ,00 a , , a ,00 C , ,00 A ,00 a , , a ,00 C , ,00 A ,00 a , , a ,00 C , ,00 A ,00 a , , a ,00 C , ,00 A ,00 a , , a ,00 C , ,00 A ,00 a , , a ,00 C , ,00 A ,00 a , , a ,00 C , ,00 A ,00 a , , a ,00 C , ,00 A ,00 a , , a ,00 C , ,00 A ,00 a , ,00 ESTUDO DE ENGENHARIA FERROVIA: Nova Iguaçu/ RJ Vila Velha/ES Página 111 de 147

112 De km a km (ou local) QUADRO DE DISTRIBUIÇÃO DE TERRAPLENAGEM ESPÍRITO SANTO Distância Procedência do Material de transporte Volume Volume (m) Empréstimo (m³) (m³) Corte 1ª e 2 ª Cat 3ª Cat Aterro Aterro entre km Destino do Material a ,00 C , ,00 A ,00 a , , a ,00 C , ,00 A ,00 a , , a ,00 C ,64 710,00 A ,00 a , , a ,00 C ,65 500,00 A ,00 a , , a ,00 C ,87 170,00 A ,00 a , , a ,00 C ,01 180,00 A ,00 a , , a ,00 C ,57 450,00 A ,00 a , , a ,00 C ,94 650,00 A ,00 a , , a ,00 C , ,00 A ,00 a , , a ,00 C ,17 600,00 A ,00 a , ,00 ADME 1ª e 2 ª ADME 3 ª a ,00 C ,00 A ,00 a , , , a ,00 C ,78 230,00 A ,00 a , , a ,00 C ,00 A ,00 a , , , a ,00 C ,46 90,00 A ,00 a , , a ,00 C ,91 360,00 A ,00 a , , a ,00 C213 48,12 140,00 A ,00 a , , a ,00 C ,53 280,00 A ,00 a , , a ,00 C ,00 A ,00 a , , , a ,00 C ,92 130,00 A ,00 a , , a ,00 C ,93 420,00 A ,00 a , , a ,00 C ,68 150,00 A ,00 a , , a ,00 C216 29,76 550,00 A ,00 a , ,00 ESTUDO DE ENGENHARIA FERROVIA: Nova Iguaçu/ RJ Vila Velha/ES Página 112 de 147

113 De km a km (ou local) QUADRO DE DISTRIBUIÇÃO DE TERRAPLENAGEM ESPÍRITO SANTO Distância Procedência do Material de transporte Volume Volume (m) Empréstimo (m³) (m³) Corte 1ª e 2 ª Cat 3ª Cat Aterro Aterro entre km Destino do Material a ,00 C ,18 750,00 A ,00 a , , a ,00 C , ,00 A ,00 a , , a ,00 C219 8, ,00 A ,00 a , , a ,00 C , ,00 A ,00 a , , a ,00 C , ,00 A ,00 a , , a ,00 C , ,00 A ,00 a , , a ,00 C , ,00 A ,00 a , , a ,00 C , ,00 A ,00 a , , a ,00 C , ,00 A ,00 a , , a ,00 C , ,00 A ,00 a , , a ,00 C225 7, ,00 A ,00 a , , a ,00 C ,96 490,00 A ,00 a , , a ,00 C , ,00 A ,00 a , , a ,00 C , ,00 A ,00 a , ,00 ADME 1ª e 2 ª ADME 3 ª a ,00 C ,00 A ,00 a , , , a ,00 C , ,00 A ,00 a , , a ,00 C , ,00 A ,00 a , , a ,00 C , ,00 A ,00 a , , a ,00 C , ,00 A ,00 a , , a ,00 C , ,00 A ,00 a , , a ,00 C , ,00 A ,00 a , , a ,00 C , ,00 A ,00 a , ,00 ESTUDO DE ENGENHARIA FERROVIA: Nova Iguaçu/ RJ Vila Velha/ES Página 113 de 147

114 De km a km (ou local) QUADRO DE DISTRIBUIÇÃO DE TERRAPLENAGEM ESPÍRITO SANTO Distância Procedência do Material de transporte Volume Volume (m) Empréstimo (m³) (m³) Corte 1ª e 2 ª Cat 3ª Cat Aterro Aterro entre km Destino do Material a ,00 C ,06 860,00 A ,00 a , ,00 ADME 1ª e 2 ª ADME 3 ª a ,00 C ,00 A ,00 a , , , a ,00 C ,58 940,00 A ,00 a , , a ,00 C , ,00 A ,00 a , , a ,00 C , ,00 A ,00 a , , a ,00 C230 BF5 a , , a ,00 C , ,00 A ,00 a , , a ,00 C ,41 700,00 A ,00 a , , a ,00 C , ,00 A ,00 a , , a ,00 C , ,00 A ,00 a , , a ,00 C , ,00 A ,00 a , , a ,00 C , ,00 A ,00 a , , a ,00 C , ,00 A ,00 a , , a ,00 C236 BF5 a , , a ,00 C , ,00 A ,00 a , , a ,00 C , ,00 A ,00 a , , a ,00 AE ,35 A ,00 a , , a ,00 AE ,72 A ,00 a , , a ,00 AE ,36 A ,00 a , , a ,00 AE ,07 A ,00 a , , a ,00 AE ,85 A ,00 a , , a ,00 AE ,86 A ,00 a , ,00 ESTUDO DE ENGENHARIA FERROVIA: Nova Iguaçu/ RJ Vila Velha/ES Página 114 de 147

115 De km a km (ou local) QUADRO DE DISTRIBUIÇÃO DE TERRAPLENAGEM ESPÍRITO SANTO Distância Procedência do Material de transporte Volume Volume (m) Empréstimo (m³) (m³) Corte 1ª e 2 ª Cat 3ª Cat Aterro Aterro entre km Destino do Material ADME 1ª e 2 ª ADME 3 ª a ,00 C237 BF5 a , , a ,00 C , ,00 A ,00 a , , a ,00 C , ,00 A ,00 a , , a ,00 C , ,00 A ,00 a , , a ,00 C , ,00 A ,00 a , , a ,00 C239 BF5 a , , a ,00 C , ,00 A ,00 a , , a ,00 C , ,00 A ,00 a , , a ,00 C , ,00 A ,00 a , , a ,00 C ,23 280,00 A ,00 a , , a ,00 C ,16 260,00 A ,00 a , , a ,00 C , ,00 A ,00 a , , a ,00 C , ,00 A ,00 a , , a ,00 C , ,00 A ,00 a , , a ,00 C , ,00 A ,00 a , , a ,00 C ,17 400,00 A ,00 a , , a ,00 C , ,00 A ,00 a , , a ,00 C , ,00 A ,00 a , , a ,00 C , ,00 A ,00 a , , a ,00 C , ,00 A ,00 a , , a ,00 C , ,00 A ,00 a , , a ,00 C , ,00 A ,00 a , ,00 ESTUDO DE ENGENHARIA FERROVIA: Nova Iguaçu/ RJ Vila Velha/ES Página 115 de 147

116 De km a km (ou local) QUADRO DE DISTRIBUIÇÃO DE TERRAPLENAGEM ESPÍRITO SANTO Distância Procedência do Material de transporte Volume Volume (m) Empréstimo (m³) (m³) Corte 1ª e 2 ª Cat 3ª Cat Aterro Aterro entre km Destino do Material a ,00 C , ,00 A ,00 a , , a ,00 C , ,00 A ,00 a , , a ,00 C , ,00 A ,00 a , , a ,00 C , ,00 A ,00 a , , a ,00 C ,00 A ,00 a , , a ,00 C250 37, ,00 A ,00 a , , a ,00 C , ,00 A ,00 a , , a ,00 C , ,00 A ,00 a , , a ,00 C , ,00 A ,00 a , , a ,00 C , ,00 A ,00 a , , a ,00 C254 20, ,00 A ,00 a , , a ,00 C , ,00 A ,00 a , , a ,00 C , ,00 A ,00 a , , a ,00 C257 77, ,00 A ,00 a , , a ,00 C , ,00 A ,00 a , , a ,00 C , ,00 A ,00 a , , a ,00 C , ,00 A ,00 a , , a ,00 C , ,00 A ,00 a , , a ,00 C , ,00 A ,00 a , , a ,00 C , ,00 A ,00 a , , a ,00 C , ,00 A ,00 a , , a ,00 C , ,00 A ,00 a , ,00 ADME 1ª e 2 ª ADME 3 ª ESTUDO DE ENGENHARIA FERROVIA: Nova Iguaçu/ RJ Vila Velha/ES Página 116 de 147

117 De km a km (ou local) QUADRO DE DISTRIBUIÇÃO DE TERRAPLENAGEM ESPÍRITO SANTO Distância Procedência do Material de transporte Volume Volume (m) Empréstimo (m³) (m³) Corte 1ª e 2 ª Cat 3ª Cat Aterro Aterro entre km Destino do Material a ,00 C , ,00 A ,00 a , , a ,00 C , ,00 A ,00 a , , a ,00 C263 93, ,00 A ,00 a , , a ,00 C263 0, ,00 A ,00 a , , a ,00 C , ,00 A ,00 a , , a ,00 C , ,00 A ,00 a , , a ,00 C , ,00 A ,00 a , , a ,00 C , ,00 A ,00 a , , a ,00 C , ,00 A ,00 a , , a ,00 C , ,00 A ,00 a , , a ,00 C , ,00 A ,00 a , , a ,00 C , ,00 A ,00 a , , a ,00 C , ,00 A ,00 a , , a ,00 C , ,00 A ,00 a , , a ,00 C , ,00 A ,00 a , , a ,00 C ,70 560,00 A ,00 a , , a ,00 C ,10 650,00 A ,00 a , , a ,00 C ,74 290,00 A ,00 a , , a ,00 C , ,00 A ,00 a , , a ,00 C ,19 870,00 A ,00 a , , a ,00 C , ,00 A ,00 a , , a ,00 C , ,00 A ,00 a , ,00 ADME 1ª e 2 ª ADME 3 ª ESTUDO DE ENGENHARIA FERROVIA: Nova Iguaçu/ RJ Vila Velha/ES Página 117 de 147

118 De km a km (ou local) QUADRO DE DISTRIBUIÇÃO DE TERRAPLENAGEM ESPÍRITO SANTO Distância Procedência do Material de transporte Volume Volume (m) Empréstimo (m³) (m³) Corte 1ª e 2 ª Cat 3ª Cat Aterro Aterro entre km Destino do Material a ,00 C , ,00 A ,00 a , , a ,00 C ,82 870,00 A ,00 a , , a ,00 C , ,00 A ,00 a , , a ,00 C ,51 330,00 A ,00 a , , a ,00 C ,45 380,00 A ,00 a , , a ,00 C ,74 950,00 A ,00 a , , a ,00 C , ,00 A ,00 a , , a ,00 C , ,00 A ,00 a , , a ,00 C ,23 570,00 A ,00 a , , a ,00 C271 4,36 410,00 A ,00 a , , a ,00 C ,76 560,00 A ,00 a , , a ,00 C ,72 940,00 A ,00 a , , a ,00 C , ,00 A ,00 a , , a ,00 C , ,00 A ,00 a , , a ,00 AE4 50,30 A ,00 a , , a ,00 AE ,92 A ,00 a , , a ,00 AE ,88 A ,00 a , , a ,00 AE ,31 A ,00 a , , a ,00 C , ,00 A ,00 a , , a ,00 C , ,00 A ,00 a , , a ,00 C , ,00 A ,00 a , , a ,00 C , ,00 A ,00 a , ,00 ADME 1ª e 2 ª ADME 3 ª ESTUDO DE ENGENHARIA FERROVIA: Nova Iguaçu/ RJ Vila Velha/ES Página 118 de 147

119 De km a km (ou local) QUADRO DE DISTRIBUIÇÃO DE TERRAPLENAGEM ESPÍRITO SANTO Distância Procedência do Material de transporte Volume Volume (m) Empréstimo (m³) (m³) Corte 1ª e 2 ª Cat 3ª Cat Aterro Aterro entre km Destino do Material a ,00 C ,34 710,00 A ,00 a , , a ,00 C , ,00 A ,00 a , , a ,00 C , ,00 A ,00 a , , a ,00 C ,57 740,00 C ,00 a , , a ,00 C , ,00 C ,00 a , , a ,00 C248 41, ,00 C ,00 a , , a ,00 C , ,00 C ,00 a , , a ,00 C , ,00 C ,00 a , , a ,00 C , ,00 C ,00 a , , a ,00 C250 17, ,00 C ,00 a , , a ,00 AE ,03 A ,00 a , , a ,00 AE ,77 A ,00 a , , a ,00 C , ,00 C ,00 a , , a ,00 C ,50 960,00 C ,00 a , , a ,00 C , ,00 C ,00 a , , a ,00 C , ,00 C ,00 a , , a ,00 C , ,00 C ,00 a , , a ,00 C , ,00 C ,00 a , , a ,00 C , ,00 C ,00 a , , a ,00 C , ,00 C ,00 a , , a ,00 C , ,00 C ,00 a , , a ,00 C , ,00 C ,00 a , ,00 ADME 1ª e 2 ª ADME 3 ª ESTUDO DE ENGENHARIA FERROVIA: Nova Iguaçu/ RJ Vila Velha/ES Página 119 de 147

120 De km a km (ou local) QUADRO DE DISTRIBUIÇÃO DE TERRAPLENAGEM ESPÍRITO SANTO Distância Procedência do Material de transporte Volume Volume (m) Empréstimo (m³) (m³) Corte 1ª e 2 ª Cat 3ª Cat Aterro Aterro entre km Destino do Material a ,00 C , ,00 C ,00 a , , a ,00 C , ,00 C ,00 a , , a ,00 C , ,00 C ,00 a , , a ,00 C , ,00 C ,00 a , , a ,00 C , ,00 C ,00 a , , a ,00 C , ,00 C ,00 a , , a ,00 C , ,00 C ,00 a , , a ,00 C , ,00 C ,00 a , , a ,00 C , ,00 C ,00 a , , a ,00 C , ,00 C ,00 a , , a ,00 C , ,00 C ,00 a , , a ,00 C , ,00 C ,00 a , , a ,00 C , ,00 C ,00 a , , a ,00 C , ,00 C ,00 a , , a ,00 C , ,00 C ,00 a , , a ,00 C , ,00 C ,00 a , , a ,00 C264 7, ,00 C ,00 a , , a ,00 C , ,00 C ,00 a , , a ,00 C , ,00 C ,00 a , , a ,00 C , ,00 C ,00 a , , a ,00 C , ,00 C ,00 a , , a ,00 C ,21 370,00 C ,00 a , ,00 ADME 1ª e 2 ª ADME 3 ª ESTUDO DE ENGENHARIA FERROVIA: Nova Iguaçu/ RJ Vila Velha/ES Página 120 de 147

121 De km a km (ou local) QUADRO DE DISTRIBUIÇÃO DE TERRAPLENAGEM ESPÍRITO SANTO Distância Procedência do Material de transporte Volume Volume (m) Empréstimo (m³) (m³) Corte 1ª e 2 ª Cat 3ª Cat Aterro Aterro entre km Destino do Material a ,00 C ,74 440,00 C ,00 a , , a ,00 C ,00 250,00 C ,00 a , , a ,00 C ,98 420,00 C ,00 a , , a ,00 C ,94 440,00 C ,00 a , , a ,00 C , ,00 C ,00 a , , a ,00 C , ,00 C ,00 a , , a ,00 C ,91 910,00 C ,00 a , , a ,00 C ,00 C ,00 a , , a ,00 C , ,00 C ,00 a , , a ,00 C , ,00 C ,00 a , , a ,00 C , ,00 C ,00 a , , a ,00 C , ,00 C ,00 a , , a ,00 C , ,00 C ,00 a , , a ,00 C , ,00 C ,00 a , , a ,00 C ,75 910,00 C ,00 a , , a ,00 C , ,00 C ,00 a , , a ,00 C ,37 950,00 C ,00 a , , a ,00 C ,50 610,00 C ,00 a , , a ,00 C ,20 600,00 C ,00 a , , a ,00 C , ,00 C ,00 a , , a ,00 C ,90 440,00 C ,00 a , , a ,00 C , ,00 C ,00 a , ,00 ADME 1ª e 2 ª ADME 3 ª ESTUDO DE ENGENHARIA FERROVIA: Nova Iguaçu/ RJ Vila Velha/ES Página 121 de 147

122 De km a km (ou local) QUADRO DE DISTRIBUIÇÃO DE TERRAPLENAGEM ESPÍRITO SANTO Distância Procedência do Material de transporte Volume Volume (m) Empréstimo (m³) (m³) Corte 1ª e 2 ª Cat 3ª Cat Aterro Aterro entre km Destino do Material a ,00 C , ,00 C ,00 a , , a ,00 C , ,00 C ,00 a , , a ,00 C , ,00 C ,00 a , , a ,00 C , ,00 C ,00 a , , a ,00 C , ,00 C ,00 a , , a ,00 C , ,00 C ,00 a , , a ,00 C , ,00 C ,00 a , , a ,00 C281 84, ,00 C ,00 a , , a ,00 C , ,00 C ,00 a , , a ,00 C283 0, ,00 C ,00 a , , a ,00 C284 12, ,00 C ,00 a , , a ,00 C , ,00 C ,00 a , , a ,00 C286 10, ,00 C ,00 a , , a ,00 C287 38, ,00 C ,00 a , , a ,00 C288 40, ,00 C ,00 a , , a ,00 C289 54, ,00 C ,00 a , , a ,00 C , ,00 C ,00 a , , a ,00 C291 1, ,00 C ,00 a , , a ,00 C292 0, ,00 C ,00 a , , a ,00 C293 19, ,00 C ,00 a , , a ,00 C294 32, ,00 C ,00 a , , a ,00 C , ,00 C ,00 a , ,00 ADME 1ª e 2 ª ADME 3 ª ESTUDO DE ENGENHARIA FERROVIA: Nova Iguaçu/ RJ Vila Velha/ES Página 122 de 147

123 De km a km (ou local) QUADRO DE DISTRIBUIÇÃO DE TERRAPLENAGEM ESPÍRITO SANTO Distância Procedência do Material de transporte Volume Volume (m) Empréstimo (m³) (m³) Corte 1ª e 2 ª Cat 3ª Cat Aterro Aterro entre km Destino do Material a ,00 C296 96, ,00 C ,00 a , , a ,00 C297 0, ,00 C ,00 a , , a ,00 C , ,00 C ,00 a , , a ,00 C299 29, ,00 C ,00 a , , a ,00 C300 15, ,00 C ,00 a , , a ,00 C , ,00 C ,00 a , , a ,00 C , ,00 C ,00 a , , a ,00 C303 1, ,00 C ,00 a , , a ,00 C304 2, ,00 C ,00 a , , a ,00 C , ,00 C ,00 a , , a ,00 C , ,00 C ,00 a , , a ,00 C , ,00 C ,00 a , , a ,00 C , ,00 C ,00 a , , a ,00 C , ,00 C ,00 a , , a ,00 C , ,00 C ,00 a , , a ,00 C , ,00 C ,00 a , , a ,00 C , ,00 C ,00 a , , a ,00 C ,83 0,00 C ,00 a , , a ,00 C , ,00 C ,00 a , , a ,00 C , ,00 C ,00 a , , a ,00 C , ,00 C ,00 a , , a ,00 C , ,00 C ,00 a , ,00 ADME 1ª e 2 ª ADME 3 ª ESTUDO DE ENGENHARIA FERROVIA: Nova Iguaçu/ RJ Vila Velha/ES Página 123 de 147

124 De km a km (ou local) QUADRO DE DISTRIBUIÇÃO DE TERRAPLENAGEM ESPÍRITO SANTO Distância Procedência do Material de transporte Volume Volume (m) Empréstimo (m³) (m³) Corte 1ª e 2 ª Cat 3ª Cat Aterro Aterro entre km Destino do Material a ,00 C , ,00 C ,00 a , , a ,00 CE , ,00 AE ,00 a , , a ,00 CE , ,00 AE ,00 a , , a ,00 CE , ,00 AE ,00 a , , a ,00 CE , ,00 AE ,00 a , , a ,00 CE , ,00 AE ,00 a , , a ,00 CE , ,00 AE ,00 a , , a ,00 CE , ,00 AE ,00 a , , a ,00 CE , ,00 AE ,00 a , , a ,00 C ,50 410,00 C ,00 a , , a ,00 C , ,00 C ,00 a , , a ,00 CE , , ,00 AE ,00 a , , a ,00 CE , ,00 AE ,00 a , , a ,00 CE , ,00 AE ,00 a , , a ,00 CE , , ,00 AE ,00 a , , a ,00 CE5 362, ,00 AE ,00 a , , a ,00 C320 27,88 340,00 C ,00 a , , a ,00 C , ,00 C ,00 a , , a ,00 C , ,00 C ,00 a , , a ,00 C , ,00 C ,00 a , , a ,00 C , ,00 C ,00 a , , a ,00 C , ,00 C ,00 a , ,00 ADME 1ª e 2 ª ADME 3 ª ESTUDO DE ENGENHARIA FERROVIA: Nova Iguaçu/ RJ Vila Velha/ES Página 124 de 147

125 De km a km (ou local) QUADRO DE DISTRIBUIÇÃO DE TERRAPLENAGEM ESPÍRITO SANTO Distância Procedência do Material de transporte Volume Volume (m) Empréstimo (m³) (m³) Corte 1ª e 2 ª Cat 3ª Cat Aterro Aterro entre km Destino do Material a ,00 C ,37 700,00 C ,00 a , , a ,00 C , ,00 C ,00 a , , a ,00 C , ,00 C ,00 a , , a ,00 C , ,00 C ,00 a , , a ,00 CE , ,00 AE ,00 a , , a ,00 C , ,00 C ,00 a , , a ,00 C , ,00 C ,00 a , , a ,00 C , ,00 C ,00 a , , a ,00 C , ,00 C ,00 a , , a ,00 CE , ,00 AE ,00 a , , a ,00 C , ,00 C ,00 a , , a ,00 C , ,00 C ,00 a , , a ,00 C , ,00 C ,00 a , , a ,00 C326 18, ,00 C ,00 a , , a ,00 C , ,00 C ,00 a , , a ,00 C , ,00 C ,00 a , , a ,00 C , ,00 C ,00 a , , a ,00 C , ,00 C ,00 a , , a ,00 C , ,00 C ,00 a , ,00 ADME 1ª e 2 ª ADME 3 ª a ,00 C327 BF6 a , , a ,00 C , ,00 C ,00 a , , a ,00 C , ,00 C ,00 a , ,00 ESTUDO DE ENGENHARIA FERROVIA: Nova Iguaçu/ RJ Vila Velha/ES Página 125 de 147

126 De km a km (ou local) QUADRO DE DISTRIBUIÇÃO DE TERRAPLENAGEM ESPÍRITO SANTO Distância Procedência do Material de transporte Volume Volume (m) Empréstimo (m³) (m³) Corte 1ª e 2 ª Cat 3ª Cat Aterro Aterro entre km Destino do Material a ,00 C , ,00 C ,00 a , ,00 ADME 1ª e 2 ª ADME 3 ª a ,00 C330 BF6 a , , a ,00 C , ,00 C ,00 a , , a ,00 C , ,00 C ,00 a , , a ,00 C , ,00 C ,00 a , , a ,00 C , ,00 C ,00 a , , a ,00 C , ,00 C ,00 a , , a ,00 C , ,00 C ,00 a , , a ,00 C , ,00 C ,00 a , , a ,00 AE ,38 A ,00 a , , a ,00 C ,17 840,00 C ,00 a , , a ,00 C , ,00 C ,00 a , , a ,00 C336 BF7 a , , a ,00 C , ,00 C ,00 a , , a ,00 C , ,00 C ,00 a , , a ,00 C , ,00 C ,00 a , , a ,00 C , ,00 C ,00 a , , a ,00 C340 94, ,00 C ,00 a , , a ,00 C , ,00 C ,00 a , , a ,00 C , ,00 C ,00 a , , a ,00 C , ,00 C ,00 a , , a ,00 C , ,00 C ,00 a , ,00 ESTUDO DE ENGENHARIA FERROVIA: Nova Iguaçu/ RJ Vila Velha/ES Página 126 de 147

127 De km a km (ou local) QUADRO DE DISTRIBUIÇÃO DE TERRAPLENAGEM ESPÍRITO SANTO Distância Procedência do Material de transporte Volume Volume (m) Empréstimo (m³) (m³) Corte 1ª e 2 ª Cat 3ª Cat Aterro Aterro entre km Destino do Material a ,00 C , ,00 C ,00 a , , a ,00 C , ,00 C ,00 a , , a ,00 C , ,00 C ,00 a , , a ,00 C , ,00 C ,00 a , ,00 ADME 1ª e 2 ª ADME 3 ª a ,00 C344 BF8 a , , a ,00 AE , ,00 a , , a ,00 AE , ,00 a , , a ,00 AE , ,00 a , , a ,00 AE , ,00 a , , a ,00 AE , ,00 a , , a ,00 C , ,00 C ,00 a , , a ,00 C , ,00 C ,00 a , , a ,00 C347 36, ,00 C ,00 a , , a ,00 C , ,00 C ,00 a , , a ,00 C349 65, ,00 C ,00 a , , a ,00 C , ,00 C ,00 a , , a ,00 C , ,00 C ,00 a , , a ,00 C , ,00 C ,00 a , , a ,00 C , ,00 C ,00 a , , a ,00 C , ,00 C ,00 a , , a ,00 C , ,00 C ,00 a , , a ,00 C ,50 320,00 A ,00 a , , ,50 ESTUDO DE ENGENHARIA FERROVIA: Nova Iguaçu/ RJ Vila Velha/ES Página 127 de 147

128 De km a km (ou local) QUADRO DE DISTRIBUIÇÃO DE TERRAPLENAGEM ESPÍRITO SANTO Distância Procedência do Material de transporte Volume Volume (m) Empréstimo (m³) (m³) Corte 1ª e 2 ª Cat 3ª Cat Aterro Aterro entre km Destino do Material a ,00 AE , ,00 a , , a ,00 AE , ,00 a , , a ,00 AE ,91 A ,00 a , , a ,00 AE ,48 A ,00 a , , a ,00 C , ,00 C ,00 a , , a ,00 C354 14, ,00 C ,00 a , , a ,00 C , ,00 C ,00 a , , a ,00 C356 0, ,00 C ,00 a , , a ,00 C , ,00 C ,00 a , , a ,00 C , ,00 C ,00 a , ,00 ADME 1ª e 2 ª ADME 3 ª a ,00 C ,00 A ,00 a , , , a ,00 C359 41, ,00 C ,00 a , , a ,00 C , ,00 C ,00 a , , a ,00 C , ,00 C ,00 a , , a ,00 C , ,00 C ,00 a , , a ,00 C , ,00 C ,00 a , , a ,00 C , ,00 C ,00 a , , a ,00 C ,00 A ,00 a , , , a ,00 C ,73 400,00 C ,00 a , , a ,00 C ,00 A ,00 a , , , a ,00 AE ,18 A ,00 a , , a ,00 AE ,04 A ,00 a , ,00 ESTUDO DE ENGENHARIA FERROVIA: Nova Iguaçu/ RJ Vila Velha/ES Página 128 de 147

129 De km a km (ou local) QUADRO DE DISTRIBUIÇÃO DE TERRAPLENAGEM ESPÍRITO SANTO Distância Procedência do Material de transporte Volume Volume (m) Empréstimo (m³) (m³) Corte 1ª e 2 ª Cat 3ª Cat Aterro Aterro entre km Destino do Material a ,00 AE ,31 A ,00 a , , a ,00 AE ,60 A ,00 a , , a ,00 AE ,34 A ,00 a , , a ,00 AE ,52 A ,00 a , , a ,00 AE9 118,18 A ,00 a , , a ,00 AE ,36 A ,00 a , , a ,00 C ,37 290,00 C ,00 a , , a ,00 C ,29 820,00 C ,00 a , , a ,00 C , ,00 C ,00 a , , a ,00 C , ,00 C ,00 a , , a ,00 C ,23 940,00 C ,00 a , ,00 ADME 1ª e 2 ª ADME 3 ª a ,00 C ,00 A ,00 a , , , a ,00 C , ,00 C ,00 a , , a ,00 C ,00 A ,00 a , , , a ,00 AE ,94 A ,00 a , , a ,00 C , ,00 C ,00 a , , a ,00 C , ,00 C ,00 a , , a ,00 C , ,00 C ,00 a , , a ,00 C , ,00 C ,00 a , , a ,00 C , ,00 C ,00 a , , a ,00 C375 88, ,00 C ,00 a , , a ,00 C , ,00 C ,00 a , ,00 ESTUDO DE ENGENHARIA FERROVIA: Nova Iguaçu/ RJ Vila Velha/ES Página 129 de 147

130 De km a km (ou local) QUADRO DE DISTRIBUIÇÃO DE TERRAPLENAGEM ESPÍRITO SANTO Distância Procedência do Material de transporte Volume Volume (m) Empréstimo (m³) (m³) Corte 1ª e 2 ª Cat 3ª Cat Aterro Aterro entre km Destino do Material a ,00 C , ,00 C ,00 a , , a ,00 C , ,00 C ,00 a , , a ,00 C , ,00 C ,00 a , , a ,00 C , ,00 C ,00 a , , a ,00 C377 0, ,00 C ,00 a , , a ,00 C , ,00 C ,00 a , , a ,00 C , ,00 C ,00 a , , a ,00 CE , ,00 AE ,00 a , , a ,00 CE , ,00 AE ,00 a , , a ,00 CE , ,00 AE ,00 a , , a ,00 C , ,00 C ,00 a , , a ,00 C , ,00 C ,00 a , , a ,00 CE , ,00 AE ,00 a , , a ,00 CE , ,00 AE ,00 a , , a ,00 CE , ,00 AE ,00 a , , a ,00 CE , ,00 AE ,00 a , ,00 ADME 1ª e 2 ª a ,00 CE9 650,00 BF , , a ,00 CE ,00 BF , , a ,00 CE , ,00 AE ,00 a , , a ,00 CE11 500,00 BF , , a ,00 CE , ,00 AE ,00 a , , a ,00 CE13 850,00 BF , ,92 ADME 3 ª ESTUDO DE ENGENHARIA FERROVIA: Nova Iguaçu/ RJ Vila Velha/ES Página 130 de 147

131 De km a km (ou local) QUADRO DE DISTRIBUIÇÃO DE TERRAPLENAGEM ESPÍRITO SANTO Distância Procedência do Material de transporte Volume Volume (m) Empréstimo (m³) (m³) Corte 1ª e 2 ª Cat 3ª Cat Aterro Aterro entre km Destino do Material a ,00 C ,87 420,00 C ,00 a , , a ,00 C ,84 840,00 C ,00 a , , a ,00 C , ,00 C ,00 a , , a ,00 C , ,00 C ,00 a , , a ,00 C ,46 980,00 C ,00 a , , a ,00 C ,32 470,00 C ,00 a , , a ,00 C ,63 470,00 A ,00 a , , a ,00 C ,77 210,00 C ,00 a , , a ,00 C ,89 450,00 C ,00 a , , a ,00 C , ,00 C ,00 a , , a ,00 C , ,00 C ,00 a , , a ,00 C ,92 580,00 C ,00 a , ,00 ADME 1ª e 2 ª ADME 3 ª a ,00 C ,00 A ,00 a , , , a ,00 C , ,00 C ,00 a , , a ,00 C ,00 A ,00 a , ,00 110, a ,00 C , ,00 C ,00 a , , a ,00 C , ,00 C ,00 a , , a ,00 C ,98 200,00 C ,00 a , , a ,00 C , ,00 C ,00 a , , a ,00 C ,44 170,00 C ,00 a , , a ,00 C ,09 900,00 C ,00 a , , a ,00 C , ,00 C ,00 a , ,00 ESTUDO DE ENGENHARIA FERROVIA: Nova Iguaçu/ RJ Vila Velha/ES Página 131 de 147

132 De km a km (ou local) QUADRO DE DISTRIBUIÇÃO DE TERRAPLENAGEM ESPÍRITO SANTO Distância Procedência do Material de transporte Volume Volume (m) Empréstimo (m³) (m³) Corte 1ª e 2 ª Cat 3ª Cat Aterro Aterro entre km Destino do Material a ,00 C , ,00 C ,00 a , , a ,00 C , ,00 C ,00 a , , a ,00 C , ,00 C ,00 a , , a ,00 C , ,00 C ,00 a , ,00 ADME 1ª e 2 ª ADME 3 ª a ,00 C ,00 A ,00 a , , , a ,00 C , ,00 C ,00 a , , a ,00 C ,64 860,00 C ,00 a , , a ,00 C ,00 A ,00 a , , , a ,00 C , ,00 C ,00 a , , a ,00 C , ,00 C ,00 a , , a ,00 AE ,11 A ,00 a , , a ,00 AE ,76 A ,00 a , , a ,00 AE ,90 A ,00 a , , a ,00 AE ,75 A ,00 a , , a ,00 AE ,66 A ,00 a , , a ,00 AE ,32 A ,00 a , , a ,00 AE ,92 A ,00 a , , a ,00 AE ,79 A ,00 a , , a ,00 C , ,00 C ,00 a , , a ,00 C , ,00 C ,00 a , , a ,00 C , ,00 C ,00 a , , a ,00 C , ,00 C ,00 a , ,00 ESTUDO DE ENGENHARIA FERROVIA: Nova Iguaçu/ RJ Vila Velha/ES Página 132 de 147

133 De km a km (ou local) QUADRO DE DISTRIBUIÇÃO DE TERRAPLENAGEM ESPÍRITO SANTO Distância Procedência do Material de transporte Volume Volume (m) Empréstimo (m³) (m³) Corte 1ª e 2 ª Cat 3ª Cat Aterro Aterro entre km Destino do Material a ,00 C , ,00 C ,00 a , , a ,00 C400 33,84 30,00 C ,00 a , , a ,00 C ,78 370,00 C ,00 a , ,00 ADME 1ª e 2 ª a ,00 C ,00 A ,00 a , ,00 670, a ,00 C ,43 320,00 C ,00 a , , a ,00 C ,50 250,00 C ,00 a , , a ,00 C ,63 520,00 C ,00 a , , a ,00 C403 18,63 20,00 C ,00 a , , a ,00 C ,02 540,00 C ,00 a , ,00 ADME 3 ª a ,00 C ,00 A ,00 a , , , a ,00 C405 7, ,00 C ,00 a , , a ,00 C , ,00 C ,00 a , , a ,00 C ,86 920,00 C ,00 a , , a ,00 C ,49 510,00 C ,00 a , , a ,00 C ,00 A ,00 a , , , a ,00 C ,72 340,00 C ,00 a , , a ,00 C , ,00 C ,00 a , , a ,00 AE ,14 A ,00 a , , a ,00 AE ,16 A ,00 a , , a ,00 AE ,27 A ,00 a , , a ,00 AE ,80 A ,00 a , , a ,00 AE ,03 A ,00 a , ,00 ESTUDO DE ENGENHARIA FERROVIA: Nova Iguaçu/ RJ Vila Velha/ES Página 133 de 147

134 De km a km (ou local) QUADRO DE DISTRIBUIÇÃO DE TERRAPLENAGEM ESPÍRITO SANTO Distância Procedência do Material de transporte Volume Volume (m) Empréstimo (m³) (m³) Corte 1ª e 2 ª Cat 3ª Cat Aterro Aterro entre km Destino do Material a ,00 AE ,22 A ,00 a , , a ,00 AE ,71 A ,00 a , , a ,00 AE ,93 A ,00 a , , a ,00 AE ,13 A ,00 a , , a ,00 C , ,00 C ,00 a , , a ,00 C , ,00 C ,00 a , ,00 ADME 1ª e 2 ª ADME 3 ª a ,00 C ,00 A ,00 a , , , a ,00 C , ,00 C ,00 a , , a ,00 C , ,00 C ,00 a , , a ,00 C , ,00 C ,00 a , , a ,00 C , ,00 C ,00 a , , a ,00 C ,38 320,00 C ,00 a , , a ,00 C415 1, ,00 C ,00 a , , a ,00 AE , ,00 AE ,00 a , , a ,00 AE , ,00 AE ,00 a , , a ,00 AE , ,00 AE ,00 a , , a ,00 AE , ,00 AE ,00 a , , a ,00 AE , ,00 AE ,00 a , , a ,00 AE ,00 250,00 AE ,00 a , , a ,00 AE , ,00 AE ,00 a , , a ,00 AE , ,00 AE ,00 a , , a ,00 C416 56, ,00 C ,00 a , ,00 ESTUDO DE ENGENHARIA FERROVIA: Nova Iguaçu/ RJ Vila Velha/ES Página 134 de 147

135 De km a km (ou local) QUADRO DE DISTRIBUIÇÃO DE TERRAPLENAGEM ESPÍRITO SANTO Distância Procedência do Material de transporte Volume Volume (m) Empréstimo (m³) (m³) Corte 1ª e 2 ª Cat 3ª Cat Aterro Aterro entre km Destino do Material a ,00 C417 11, ,00 C ,00 a , , a ,00 C , ,00 C ,00 a , , a ,00 C , ,00 C ,00 a , , a ,00 C , ,00 C ,00 a , , a ,00 C , ,00 C ,00 a , , a ,00 C ,06 500,00 C ,00 a , , a ,00 C ,85 650,00 C ,00 a , , a ,00 C , ,00 C ,00 a , , a ,00 C , ,00 C ,00 a , , a ,00 C , ,00 A ,00 a , , a ,00 C , ,00 C ,00 a , , a ,00 C ,49 180,00 C ,00 a , , a ,00 C , ,00 C ,00 a , , a ,00 C , ,00 C ,00 a , , a ,00 C ,06 370,00 C ,00 a , , a ,00 C , ,00 C ,00 a , , a ,00 C , ,00 C ,00 a , , a ,00 C , ,00 C ,00 a , , a ,00 C ,05 830,00 C ,00 a , , a ,00 C , ,00 C ,00 a , , a ,00 C , ,00 C ,00 a , , a ,00 C , ,00 C ,00 a , ,00 ADME 1ª e 2 ª ADME 3 ª ESTUDO DE ENGENHARIA FERROVIA: Nova Iguaçu/ RJ Vila Velha/ES Página 135 de 147

136 De km a km (ou local) QUADRO DE DISTRIBUIÇÃO DE TERRAPLENAGEM ESPÍRITO SANTO Distância Procedência do Material de transporte Volume Volume (m) Empréstimo (m³) (m³) Corte 1ª e 2 ª Cat 3ª Cat Aterro Aterro entre km Destino do Material a ,00 C , ,00 C ,00 a , , a ,00 C ,92 670,00 C ,00 a , , a ,00 C ,38 410,00 C ,00 a , , a ,00 C ,00 410,00 C ,00 a , , a ,00 C ,60 740,00 C ,00 a , , a ,00 C , ,00 C ,00 a , , a ,00 C , ,00 C ,00 a , , a ,00 C ,12 230,00 C ,00 a , , a ,00 C ,65 230,00 C ,00 a , , a ,00 C , ,00 C ,00 a , , a ,00 C ,33 630,00 C ,00 a , , a ,00 C430 0,33 430,00 C ,00 a , , a ,00 C ,12 620,00 C ,00 a , , a ,00 C , ,00 C ,00 a , , a ,00 C , ,00 C ,00 a , , a ,00 C , ,00 C ,00 a , , a ,00 C , ,00 C ,00 a , , a ,00 C ,29 700,00 C ,00 a , , a ,00 C , ,00 C ,00 a , ,00 ADME 1ª e 2 ª a ,00 C ,00 A ,00 a , ,00 719, a ,00 C , ,00 C ,00 a , , a ,00 C , ,00 C ,00 a , ,00 ADME 3 ª ESTUDO DE ENGENHARIA FERROVIA: Nova Iguaçu/ RJ Vila Velha/ES Página 136 de 147

137 De km a km (ou local) QUADRO DE DISTRIBUIÇÃO DE TERRAPLENAGEM ESPÍRITO SANTO Distância Procedência do Material de transporte Volume Volume (m) Empréstimo (m³) (m³) Corte 1ª e 2 ª Cat 3ª Cat Aterro Aterro entre km Destino do Material ADME 1ª e 2 ª ADME 3 ª a ,00 C ,00 A ,00 a , , , a ,00 C434 3, ,00 C ,00 a , , a ,00 C , ,00 C ,00 a , , a ,00 C436 0, ,00 C ,00 a , , a ,00 C , ,00 C ,00 a , , a ,00 C , ,00 C ,00 a , , a ,00 C , ,00 C ,00 a , , a ,00 C , ,00 C ,00 a , , a ,00 C440 9, ,00 C ,00 a , , a ,00 AE ,63 A ,00 a , , a ,00 AE ,98 A ,00 a , , a ,00 AE ,15 A ,00 a , , a ,00 AE ,57 A ,00 a , , a ,00 AE ,86 A ,00 a , , a ,00 AE ,72 A ,00 a , , a ,00 AE ,04 A ,00 a , , a ,00 AE ,09 A ,00 a , , a ,00 AE ,06 A ,00 a , , a ,00 AE ,34 A ,00 a , , a ,00 C , ,00 C ,00 a , , a ,00 C , ,00 C ,00 a , , a ,00 C , ,00 C ,00 a , ,00 ESTUDO DE ENGENHARIA FERROVIA: Nova Iguaçu/ RJ Vila Velha/ES Página 137 de 147

138 De km a km (ou local) QUADRO DE DISTRIBUIÇÃO DE TERRAPLENAGEM ESPÍRITO SANTO Distância Procedência do Material de transporte Volume Volume (m) Empréstimo (m³) (m³) Corte 1ª e 2 ª Cat 3ª Cat Aterro Aterro entre km Destino do Material a ,00 C ,97 130,00 C ,00 a , , a ,00 C , ,00 C ,00 a , , a ,00 C , ,00 C ,00 a , , a ,00 C , ,00 C ,00 a , , a ,00 C , ,00 C ,00 a , , a ,00 C , ,00 C ,00 a , , a ,00 C , ,00 C ,00 a , , a ,00 C448 34, ,00 C ,00 a , , a ,00 C , ,00 C ,00 a , , a ,00 C , ,00 C ,00 a , , a ,00 C ,35 140,00 C ,00 a , , a ,00 C , ,00 C ,00 a , , a ,00 C ,80 250,00 C ,00 a , , a ,00 C ,98 240,00 C ,00 a , , a ,00 C ,40 720,00 C ,00 a , ,00 ADME 1ª e 2 ª ADME 3 ª a ,00 C ,00 A ,00 a , , , a ,00 C , ,00 C ,00 a , , a ,00 C ,00 A ,00 a , , , a ,00 C , ,00 C ,00 a , , a ,00 C ,00 A ,00 a , , , a ,00 C , ,00 C ,00 a , , a ,00 C ,00 A ,00 a , ,00 251,78 ESTUDO DE ENGENHARIA FERROVIA: Nova Iguaçu/ RJ Vila Velha/ES Página 138 de 147

139 De km a km (ou local) QUADRO DE DISTRIBUIÇÃO DE TERRAPLENAGEM ESPÍRITO SANTO Distância Procedência do Material de transporte Volume Volume (m) Empréstimo (m³) (m³) Corte 1ª e 2 ª Cat 3ª Cat Aterro Aterro entre km Destino do Material a ,00 AE , ,00 AE ,00 a , , a ,00 C ,97 370,00 C ,00 a , , a ,00 C , ,00 C ,00 a , , a ,00 C , ,00 C ,00 a , ,00 ADME 1ª e 2 ª ADME 3 ª a ,00 C ,00 A ,00 a , , , , a ,00 C , ,00 C ,00 a , , a ,00 C ,91 900,00 C ,00 a , , a ,00 C , ,00 C ,00 a , , a ,00 C ,00 A ,00 a , , , a ,00 C , ,00 C ,00 a , , a ,00 C ,44 380,00 C ,00 a , , a ,00 C ,05 240,00 C ,00 a , , a ,00 C , ,00 C ,00 a , , a ,00 C ,00 A ,00 a , , , a ,00 C , ,00 C ,00 a , , a ,00 C , ,00 C ,00 a , , a ,00 C ,00 A ,00 a , , , a ,00 AE ,20 A ,00 a , , a ,00 C , ,00 C ,00 a , , a ,00 C , ,00 C ,00 a , , a ,00 AE ,44 A ,00 a , , a ,00 AE ,00 A ,00 a , ,00 ESTUDO DE ENGENHARIA FERROVIA: Nova Iguaçu/ RJ Vila Velha/ES Página 139 de 147

140 De km a km (ou local) QUADRO DE DISTRIBUIÇÃO DE TERRAPLENAGEM ESPÍRITO SANTO Distância Procedência do Material de transporte Volume Volume (m) Empréstimo (m³) (m³) Corte 1ª e 2 ª Cat 3ª Cat Aterro Aterro entre km Destino do Material a ,00 C , ,00 C ,00 a , , a ,00 C ,66 300,00 C ,00 a , , a ,00 C , ,00 C ,00 a , , a ,00 C , ,00 C ,00 a , , a ,00 C ,87 370,00 C ,00 a , , a ,00 C , ,00 C ,00 a , , a ,00 C , ,00 C ,00 a , , a ,00 C , ,00 C ,00 a , , a ,00 C , ,00 C ,00 a , , a ,00 C , ,00 C ,00 a , , a ,00 C ,78 430,00 C ,00 a , , a ,00 C465 52,23 150,00 C ,00 a , , a ,00 C ,68 530,00 C ,00 a , , a ,00 C ,98 810,00 C ,00 a , , a ,00 C ,28 110,00 C ,00 a , , a ,00 C ,84 430,00 C ,00 a , , a ,00 C ,93 150,00 C ,00 a , , a ,00 C , ,00 C ,00 a , , a ,00 AE ,57 A ,00 a , , a ,00 AE ,35 A ,00 a , , a ,00 AE ,05 A ,00 a , , a ,00 AE ,27 A ,00 a , ,00 ADME 1ª e 2 ª ADME 3 ª ESTUDO DE ENGENHARIA FERROVIA: Nova Iguaçu/ RJ Vila Velha/ES Página 140 de 147

141 De km a km (ou local) QUADRO DE DISTRIBUIÇÃO DE TERRAPLENAGEM ESPÍRITO SANTO Distância Procedência do Material de transporte Volume Volume (m) Empréstimo (m³) (m³) Corte 1ª e 2 ª Cat 3ª Cat Aterro Aterro entre km Destino do Material a ,00 AE ,21 A ,00 a , , a ,00 AE ,52 A ,00 a , , a ,00 C , ,00 C ,00 a , , a ,00 C , ,00 C ,00 a , , a ,00 C , ,00 C ,00 a , ,00 ADME 1ª e 2 ª ADME 3 ª a ,00 C ,00 A ,00 a , , , a ,00 C , ,00 C ,00 a , , a ,00 C , ,00 C ,00 a , , a ,00 C , ,00 C ,00 a , , a ,00 C , ,00 C ,00 a , , a ,00 C ,00 A ,00 a , ,00 556, a ,00 C ,88 790,00 C ,00 a , , a ,00 C , ,00 C ,00 a , , a ,00 C ,00 A ,00 a , , , a ,00 C ,79 490,00 C ,00 a , , a ,00 C , ,00 C ,00 a , , a ,00 C , ,00 C ,00 a , , a ,00 C ,00 A ,00 a , , , a ,00 C ,75 780,00 C ,00 a , , a ,00 C , ,00 C ,00 a , , a ,00 C477 57, ,00 C ,00 a , , a ,00 C ,03 630,00 C ,00 a , ,00 ESTUDO DE ENGENHARIA FERROVIA: Nova Iguaçu/ RJ Vila Velha/ES Página 141 de 147

142 De km a km (ou local) QUADRO DE DISTRIBUIÇÃO DE TERRAPLENAGEM ESPÍRITO SANTO Distância Procedência do Material de transporte Volume Volume (m) Empréstimo (m³) (m³) Corte 1ª e 2 ª Cat 3ª Cat Aterro Aterro entre km Destino do Material a ,00 C , ,00 C ,00 a , , a ,00 C , ,00 C ,00 a , , a ,00 C , ,00 C ,00 a , , a ,00 C ,23 590,00 C ,00 a , , a ,00 C , ,00 C ,00 a , , a ,00 C , ,00 C ,00 a , , a ,00 C ,88 680,00 C ,00 a , , a ,00 C ,01 670,00 C ,00 a , , a ,00 C , ,00 C ,00 a , , a ,00 C , ,00 C ,00 a , , a ,00 C , ,00 C ,00 a , ,00 ADME 1ª e 2 ª a ,00 C ,00 A ,00 a , ,00 786, a ,00 C , ,00 C ,00 a , , a ,00 C , ,00 C ,00 a , , a ,00 C , ,00 C ,00 a , , a ,00 C ,91 690,00 C ,00 a , , a ,00 C ,90 770,00 C ,00 a , , a ,00 C , ,00 C ,00 a , ,00 ADME 3 ª a ,00 C ,00 A ,00 a , , , a ,00 C , ,00 C ,00 a , , a ,00 C ,00 A ,00 a , , , a ,00 AE ,15 A ,00 a , ,00 ESTUDO DE ENGENHARIA FERROVIA: Nova Iguaçu/ RJ Vila Velha/ES Página 142 de 147

143 De km a km (ou local) QUADRO DE DISTRIBUIÇÃO DE TERRAPLENAGEM ESPÍRITO SANTO Distância Procedência do Material de transporte Volume Volume (m) Empréstimo (m³) (m³) Corte 1ª e 2 ª Cat 3ª Cat Aterro Aterro entre km Destino do Material a ,00 AE ,26 A ,00 a , , a ,00 AE ,50 A ,00 a , , a ,00 AE ,49 A ,00 a , ,00 ADME 1ª e 2 ª a ,00 C ,00 A ,00 a , , , a ,00 AE , ,00 AE ,00 a , , a ,00 C ,00 A ,00 a , ,00 249, a ,00 AE ,10 A ,00 a , , a ,00 AE ,95 A ,00 a , , a ,00 AE ,02 A ,00 a , , a ,00 AE ,69 A ,00 a , , a ,00 C , ,00 C ,00 a , , a ,00 C , ,00 C ,00 a , , a ,00 C , ,00 C ,00 a , , a ,00 C , ,00 C ,00 a , , a ,00 C494 86, ,00 C ,00 a , , a ,00 C , ,00 C ,00 a , , a ,00 C , ,00 C ,00 a , , a ,00 AE ,26 A ,00 a , , a ,00 AE ,83 A ,00 a , , a ,00 AE ,97 A ,00 a , , a ,00 AE ,60 A ,00 a , , a ,00 AE ,07 A ,00 a , ,00 ADME 3 ª ESTUDO DE ENGENHARIA FERROVIA: Nova Iguaçu/ RJ Vila Velha/ES Página 143 de 147

144 De km a km (ou local) QUADRO DE DISTRIBUIÇÃO DE TERRAPLENAGEM ESPÍRITO SANTO Distância Procedência do Material de transporte Volume Volume (m) Empréstimo (m³) (m³) Corte 1ª e 2 ª Cat 3ª Cat Aterro Aterro entre km Destino do Material a ,00 AE ,92 A ,00 a , , a ,00 AE ,43 A ,00 a , , a ,00 C , ,00 C ,00 a , , a ,00 C , ,00 C ,00 a , ,00 ADME 1ª e 2 ª ADME 3 ª a ,00 C ,00 A ,00 a , , , a ,00 C , ,00 C ,00 a , , a ,00 C , ,00 C ,00 a , , a ,00 C , ,00 C ,00 a , , a ,00 C , ,00 C ,00 a , , a ,00 C , ,00 C ,00 a , , a ,00 C , ,00 C ,00 a , , a ,00 C , ,00 C ,00 a , , a ,00 C ,00 650,00 C ,00 a , , a ,00 C , ,00 C ,00 a , , a ,00 C , ,00 C ,00 a , , a ,00 AE ,02 A ,00 a , , a ,00 C , ,00 C ,00 a , , a ,00 C ,32 90,00 C ,00 a , , a ,00 C ,16 410,00 C ,00 a , , a ,00 C ,49 210,00 C ,00 a , , a ,00 C ,23 370,00 C ,00 a , , a ,00 C , ,00 C ,00 a , ,00 ESTUDO DE ENGENHARIA FERROVIA: Nova Iguaçu/ RJ Vila Velha/ES Página 144 de 147

145 De km a km (ou local) QUADRO DE DISTRIBUIÇÃO DE TERRAPLENAGEM ESPÍRITO SANTO Distância Procedência do Material de transporte Volume Volume (m) Empréstimo (m³) (m³) Corte 1ª e 2 ª Cat 3ª Cat Aterro Aterro entre km Destino do Material a ,00 C , ,00 C ,00 a , , a ,00 C , ,00 C ,00 a , , a ,00 C , ,00 C ,00 a , , a ,00 C , ,00 C ,00 a , ,00 ADME 1ª e 2 ª ADME 3 ª a ,00 C ,00 A ,00 a , , , a ,00 C , ,00 C ,00 a , , a ,00 C , ,00 C ,00 a , , a ,00 C , ,00 C ,00 a , , a ,00 C , ,00 C ,00 a , , a ,00 C , ,00 C ,00 a , , a ,00 C , ,00 C ,00 a , , a ,00 C , ,00 C ,00 a , , a ,00 C ,00 A ,00 a , , , a ,00 C , ,00 C ,00 a , , a ,00 C ,29 220,00 C ,00 a , , a ,00 C ,87 270,00 C ,00 a , , a ,00 C ,32 340,00 C ,00 a , , a ,00 C ,75 330,00 C ,00 a , , a ,00 C , ,00 C ,00 a , , a ,00 C , ,00 C ,00 a , , a ,00 C , ,00 C ,00 a , , a ,00 C ,31 700,00 C ,00 a , ,00 ESTUDO DE ENGENHARIA FERROVIA: Nova Iguaçu/ RJ Vila Velha/ES Página 145 de 147

146 De km a km (ou local) QUADRO DE DISTRIBUIÇÃO DE TERRAPLENAGEM ESPÍRITO SANTO Distância Procedência do Material de transporte Volume Volume (m) Empréstimo (m³) (m³) Corte 1ª e 2 ª Cat 3ª Cat Aterro Aterro entre km Destino do Material a ,00 C ,75 380,00 C ,00 a , , a ,00 C , ,00 C ,00 a , , a ,00 C , ,00 C ,00 a , , a ,00 C , ,00 C ,00 a , , a ,00 C , ,00 C ,00 a , , a ,00 AE ,52 A ,00 a , , a ,00 C ,05 100,00 C ,00 a , , a ,00 C , ,00 C ,00 a , , a ,00 C , ,00 C ,00 a , ,00 ADME 1ª e 2 ª ADME 3 ª a ,00 C ,00 A ,00 a , , , a ,00 C , ,00 C ,00 a , , a ,00 C , ,00 C ,00 a , , a ,00 C , ,00 C ,00 a , , a ,00 C , ,00 C ,00 a , , a ,00 C525 5, ,00 C ,00 a , ,00 ESTUDO DE ENGENHARIA FERROVIA: Nova Iguaçu/ RJ Vila Velha/ES Página 146 de 147

147 7.3 DESAPROPRIAÇÃO RELATÓRIO DE VISTORIA DE CAMPO RELATÓRIO DE DESAPROPRIAÇÃO DE VISTORIA DE CAMPO ESTUDO DE ENGENHARIA FERROVIA: Nova Iguaçu/ RJ Vila Velha/ES Página 147 de 147

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