EGREGIO TRIBUNAL REGIONAL ELEITORAL
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- Fernando Dias Affonso
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1 MINISTERIO PUBLIC() FEDERAL PROCURADORIA REGIONAL ELEITORAL DE MINAS GERMS EGREGIO TRIBUNAL REGIONAL ELEITORAL PRE/PA/2013 RC RECURSO CRIMINAL N RECORRENTE: Ministerio Public Eleitoral RECORRIDO: Kdvia Pinheiro de Aratijo Correa 302"ZE Capinopolis/MG RELATOR: Juiz Carlos Alberto Sitnees de Tomaz 0 MINISTERIO PiTIMICO ELEITORAL, por intermedio da PROCURADORIA REGIONAL ELEITORAL, devidamente instado a se manifestar, o faz no termos que seguem. Trata-se de recurso interposto contra decisao que rejeitou a denuncia oferecida pelo Ministerio Public Eleitoral de 1 grau contra Ketvia Pinheiro de Aralijo Correa, pela pratica, em tese, do delito tipificado no artigo 289 do C6digo Eleitoral.
2 MINISTERIO PUBLIC() FEDERAL PROCURADORIA REGIONAL ELEITORAL DE MINAS GERMS recorrida. As fls.118/120, constam as contrarrazoes apresentadas pela Eis a sintese do necesserio. Segue manifestacao. Kelvia Pinheiro de Araujo Correa foi denunciada pela pratica do delito tipificado no artigo 289 do Codigo Eleitoral, por ter requerido fraudulentamente a transferencia de seu domicilio eleitoral (fls.02/03). A dentincia foi recebida em (fl.28). Presentes os requisitos para concessao da suspensao condicional do processo, o Ministerio Publico Eleitoral requereu a designacao de audiencia admonitoria (11.45), o que foi acatado pelo Juiz (fl.46). Em audiencia realizada em , a acusada nao aceitou os ternios da proposta oferecida pelo Ministerio Palk Eleitora1 (f1.51). Devidamente citada, Kelvia Pinheiro de Ara* Correa apresentou defesa preliminar (fls.52/53).
3 MINISTERIO PUBLICO FEDERAL PROCURADORIA REGIONAL ELEITORAL DE MINAS GERMS Designada a audiencia de instrucao de julgamento e intixnadas as partes, o MM. Juiz Eleitoral, antes da realizacao da audiencia, prolatou a sentenca de fls. 98/160 por meio da qual rejeitou a denancia e absolveu Kelvia Pinheiro de Arafijo Correa. Conforme consignado na decis'ab recorrida, a conduta da denunciada seria atipica, uma vez que Kelvia Pinheiro de Aratijo Correa nao logrou kith em transferir seu domicilio eleitoral e, dessa forma, nao teria havido lesividade ao bem juridico tutelado. Inconformado, o MinistErio Ptiblico Eleitoral interpos o presente recurso, por meio do qual pretende seja mantido o recebimento da denuncia, corn o regular processamento do feito. Sustenta o recorrente que, pelo instituto da preclusao, a sentenca que revogou a decisao de recebimento da dentincia é manifestamente ilegal, alega, ademais, que o delito em comento é formal e, assim, independe da ocorrencia de resultado naturalistico para sua consumacao. Corn relacao a alegada preclusao da decisao de recebimento da dennncia, masa nao assiste ao recorrente. 3
4 I _
5 PAINISTERIO PUBLICO FEDERAL PROCURADORIA REGIONAL ELEITORAL DE MINAS GERAIS Conforme consignado no artigo 397, III, do C6digo de Processo Penal, aplicado subsidiariamente no processo e julgamento dos delitos eleitorais,(art.364, CE e art.394, 4, CPP), ainda que tenha recebido a denuncia (art.396, CPP), apps a resposta, o juiz devera absolver sumariamente o acusado, quando verificado que o fato narrado nao constituir crime. Quanto 4 demais razoes recursais apresentadas pelo Ministerio Palk Eleitoral, estao conforme o ordenamento juridico path o. Os argumentos contidos na sentenca de que a mem apresentacdo de documentos falsos no pedido de alistamento eleitoral nao configura o delito de inscricao fraudulenta carecem de substrato juridic. De fato, o delito de capitulado no art. 289 do Codigo Eleitoral, é formal, ou seja, se caracteriza por se completar com a simples acao por parte do autor, dispensando-se qualquer efeito ou resultado material para sua consumacab. Ademais, o dolo do crime da inscricao eleitoral fraudulenta a generic, bastando a vontade de inscrever-se fraudulentamente. 4
6 MINISTERIO POBLICO FEDERAL PROCURADOFtlA REGIONAL ELEITORAL DE MINAS GERAIS Assim, nao se apresenta necessario para a caracterizacao do delito que tenha o agente obtido sua inclusao no corpo eleitoral, sendo necessario que tenha declarado dados fraudulentos. Suzana de Camargo 'Games, com'maestria afirma que: "Por outro lado, cabe destacar que o art.289 do &Selig Eleitoral, ao erigir como figura delituosa a conduta de inscrever-se, fraudulentamente, para fins eleitorais, evidenternente ndo exigiu como necessario, para a consumaclio do delito, estar completo o processo de alistamento do eleitor, pois, se assim fosse, teria o legislador se utilizado do verbo 'alistar-se' para descrever o Wcit, o que ndo ocorreu. E que o alistamento, consoante ja ressaltado, é urn conjunto de atos, sendo que a inscriqdo constitui uma de suas fases. Portanto, para a configuractio do tipo em comento lac necessario' que tenha o agente obtido o deferimento de sua inscrigdo coma eleitor, passando a fazer parte do corpo eleitoral de uma determinada circunscriclio, dado que essa ocorrencia caracteriza o termino do processo de alistamento. Assim, corn o preenchimento, assinatura e apresentacdo do formumrio frente a Justices Eleitoral, eivado de fraude, consumado ester totalmente o crime, ndo sendo necessario o seu exaurimento, que seria ocorrente quando do deferimento do pedido pelo Juiz Eleitoral, corn a consequente expedicdo do titulo de eleitor. A conduta»pica se concretiza no momenta em que dolosamente sdo apresentados os dados fraudulentos, visando a obtenctlo der inscricdo l " 1 Comes, Suzana de Camargo. Crimes Eleitorais. 'P ed. SA Paulo: Revista dos Tribunals, 2010, pgs.92/93. 5
7 ( MINISTERIO PCIBLICO FEDERAL PROCURADORIA REGIONAL ELEITORAL DE MINAS GERAIS Nesse sentido ja decidiu essa eg. Corte mineira: "Recurso Criminal. AcAo Penal. Artigo 289 do COdigo Eleitoral. Condenacan. Inscrican fraudulenta. Delito formal. Confissao em juizo. Caracterizacao corn a declaracao falsa, independentemente de resultado. Recurso a que se nega provimento (TRE/MG.RECURSO CRIMINAL n 103, AcOrdao de 29/03/2011, Relator (a) designado (a) LUCIANA DINIZ NEPOMUCENO, Publicacao: DJEMG Diario de Justica Eletronico -TREMG, Data 08/04/2011)". "Recurso Criminal. AcAo Penal. Artigo 289 do Codigo Eleitoral. Condenacao. Inscrican fraudulenta. Delito formal. Confissao em juizo. Caracterizacao corn a declaracao falsa, independentemente de resultado Recurso a que se nega provimento. (RECURSO CRIMINAL n 103, Acordao de 29/03/2011, Relator(a) MAURICIO TORRES SOARES, Relator(a) designado(a).luciana DINIZ NEPOMUCENO, Publicacap: DJEMG - Diana de Justica Eletronico-TREMG, Data 08/04/2011 RDJ - Revista de Doutrina e Jurisprudencia. do THE-MG, Tomo 25, Data 01/07/2012, Pagina 75 )" Portanto, a conduta da recorrente se amolda perfeitamente ao tipo descrito no art. 289 do Codigo Eleitoral - "inscrever-se fraudulentamente eleitor"- uma vez que compareceu ao posto de atendimento eleitoral e requereu a transferencia de seu domicilio eleitoral, mediante apresentacao de declaracao de residencia falsa.
8 MINISTERIO PUBLIC FEDERAL PROCURADORIA REGIONAL ELEITORAL DE MINAS GERMS Ante o exposto o MINISTERIO PUBLIC() ELEITORAL, por intermedio da PROCURADORIA REGIONAL ELEITORAL, se manifesta pelo conheeimento e provimento do recurso, para que seja mantida a decisa'o de revogacao da suspensao condicional do processo. Belo Horizonte, 17 de junho de Eduardo Mo o Fonseca Pr ura egional Eleitor HAPREtAssessoriatPaulateriminaaRacurso Crinanalt RSE- contra decisao que *slaw a dantinchadoc 7
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