CLIPPING DE NOTÍCIAS
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- Ana Clara Faro Neiva
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1 Data: Veículo: PORTOS E NAVIOS Caderno: Pág.: 3- Matérias de interesses da Companhia ( X ) BAHIA PRETENDE EXPORTAR BOIS VIVOS A PARTIR DO PORTO DE ILHÉUS Depois de o Maranhão iniciar no ano passado as exportações de boi vivo a partir do porto de Itaqui, a Bahia também pretende se tornar uma alternativa para os embarques de bovinos vivos. De acordo com a Secretaria de Agricultura da Bahia, o Estado trabalha para organizar a estrutura a fim de exportar bois vivos a partir do porto de Ilhéus. De acordo com a Secretaria de Agricultura da Bahia, o porto localizado no sul do Estado tem potencial para embarcar 200 mil animais por ano e já há inclusive interessados em exportar por meio de Ilhéus. Segundo a Secretaria de Agricultura, a empresa australiana Wellard Brasil do Agronegócio demonstrou a intenção de exportar 5 mil bois para o Egito. Além disso, também há interesse em exportar para Iraque e Jordânia. A Bahia possui um rebanho de cerca de 10,5 milhões de bovinos, o maior do Nordeste. Fonte: Valor
2 Data: Veículo: PORTOS E NAVIOS Caderno: Pág.: 3- Matérias de interesses da Companhia ( X ) PORTO DE SANTOS TERÁ AGENDAMENTO FERROVIÁRIO A Companhia Docas do Estado de São Paulo (Codesp), estatal que administra o Porto de Santos, irá implantar um serviço de agendamento ferroviário para melhorar o controle sobre a chegada das cargas em vagões no complexo marítimo. Os planos, ainda em fase inicial, foram revelados pelo diretor de Operações Logísticas da estatal, Cleveland Sampaio Lofrano. Segundo o executivo, as composições deverão obedecer critérios como ocorre no modal rodoviário. Haverá uma programação conjunta entre as concessionárias ferroviárias que atendem a região (a Rumo-ALL e a MRS Logística), que será coordenada através de uma central de controle. Lofrano não revelou quais serão as regras do novo agendamento. De acordo com a assessoria de imprensa da companhia, a Docas pretende iniciar negociações para acertar como serão as regras para os vagões que seguem em direção ao Porto de Santos. Essa medida poderá eliminar conflitos observados entre os dois modais de transporte, destacou o diretor da Codesp. Esta é uma das medidas da para facilitar e, assim, impulsionar o transporte ferroviário no cais santista. O modal tem ampliado sua participação no deslocamento de mercadorias entre o complexo e o interior do País nos últimos anos Em 2010, as cargas transportadas em vagões somaram 19 milhões de toneladas, 19,5% de tudo o que passou pelos terminais marítimos da região no período. Já no ano passado, chegou a 27,5 milhões de toneladas, 24,7% das cargas. A expectativa é de que, em dez anos, o modal responda por 40% das mercadorias que seguem em direção ao cais santista. Considerando apenas as commodities (principalmente as agrícolas, como soja e milho), essa participação é ainda maior, chegando a 58%. Modal ferroviário respondeu por 24,7% do movimentado entre o Porto de Santos e o Interior do País em 2015 Em números absolutos, o movimento de vagões entre o interior do Brasil e o Porto de Santos também vem crescendo. No ano passado, aumentou 4,58%. Em contrapartida, o de caminhões caiu 5,76%. A expansão do modal ferroviário no transporte de cargas como granéis sólidos de origem vegetal (açúcar e grãos) impulsionou essa mudança na matriz de transporte de mercadorias. Para ampliar ainda mais a participação das ferrovias no transporte de cargas no Porto, o diretor de Operações Logísticas também estuda segregar o tráfego de trens e eliminar conflitos rodo-ferroviários no Porto de Santos. Nesse processo, o agendamento de vagões é uma das ferramentas a serem utilizadas pela Docas. Agendamento de Caminhões Hoje, todo caminhão com grãos que chega ao cais santista deve passar pelos pátios reguladores credenciados (instalados tanto na Baixada Santista como na Grande São Paulo), onde será agendado. O motorista receberá, por escrito, o período em que o terminal deve recebê-lo. O veículo que chegar dois dias antes ou depois do período agendado para carga ou descarga será considerado infrator. Mas, neste caso, o terminal que impedir o ingresso do caminhão irregular (aquele não esperado ou não apontado pelo sistema) não será responsabilizado pela permanência do auto em vias públicas. Ou seja, não será cobrada multa da instalação que comprovar que o auto não foi atendido pois o motorista burlou as regras de agendamento sem seu conhecimento. Conforme resolução publicada pelo Governo Federal em 2013, o terminal que desrespeitar a norma de agendamento e causar congestionamentos pode ser multado de R$ 1 mil a R$ 2 mil por caminhão irregular. A normativa também prevê que as instalações recebam multas variando entre R$ 10 mil e R$ 20 mil por veículo que interromper o trânsito portuário. Fonte: A Tribuna
3 Data: Veículo: DIÁRIO DO PARÁ Caderno: CIDADE Pág.: A3 1- Matérias referente diretamente à Companhia ( X ) 3- Matérias de interesses da Companhia ( )
4 Data: Veículo: DIÁRIO ONLINE Caderno: Pág.: 1- Matérias referente diretamente à Companhia ( X ) 3- Matérias de interesses da Companhia ( ) MINISTRO AUTORIZA TERMINAL PORTUÁRIO DE R$ 780 MIL Ministro autoriza terminal portuário de R$ 780 mil (Foto: Divulgação) (Foto: Divulgação) O governo federal vai autorizar a construção e exploração de um novo TUP (Terminal de Uso Privado) em São Luís, no Maranhão, a ser operado pela WPR São Luís Gestão de Portos e Terminais, do grupo WTorres, em um investimento de cerca de R$ 780 milhões. A autorização será dada pelo ministro Helder Barbalho, da Secretaria de Portos da Presidência da República, em solenidade na tarde desta quarta-feira (6), segundo nota da Secretaria dos Portos. O Maranhão é um dos novos canais de escoamento de produtos agrícolas ao norte do país, colaborando para reduzir os gargalos logísticos da exportação, especialmente de soja. Já operam na região o Tegram (Terminal de Grãos do Maranhão), que começou suas atividades no local em março do ano passado, e a VLI, empresa de logística que tem a Vale como principal acionista. (Folhapress)
5 Data: Veículo: O LIBERAL Caderno: ATUALIDADES Pág.: 3 1- Matérias referente diretamente à Companhia (X) 3- Matérias de interesses da Companhia ( )
6 Data: Veículo: O LIBERAL Caderno: PODER Pág.: 4 3- Matérias de interesses da Companhia ( x )
7 Data: Veículo: BRAZIL MODAL Caderno: Pág.: 3- Matérias de interesses da Companhia ( x ) SEM PAPEL, EMPRESAS VÃO ECONOMIZAR R$ 50 BILHÕES NA EXPORTAÇÃO E IMPORTAÇÃO A desburocratização do processo de exportação e importação ganhou em dezembro a adesão de todos os órgãos federais envolvidos no trâmite aduaneiro, que passa a ser totalmente eletrônico pelo Portal Único do Comércio Exterior. Ou seja, a burocracia do papel está sendo eliminada para facilitar o fluxo comercial brasileiro com o mundo. A implantação do portal pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) deve substituir em média 90 toneladas de papel todos os anos. Com isso, as empresas devem reduzir seus custos em até R$ 50 bilhões. O portal representa a estratégia brasileira de facilitação de comércio, com a redução de prazos e burocracias no processo de importação e exportação no Brasil, afirma o secretário de Comércio Exterior do MDIC, Daniel Godinho. A integração virtual da parte do processo de comércio pertinente a órgão como a Receita Federal, Anvisa e o Ministério da Agricultura é uma das etapas de criação do portal, previsto para ser lançado formalmente em Para o ministro Armando Monteiro, a unificação dos trâmites aduaneiros de diferentes órgãos irá facilitar o trabalho das empresas rumo ao mercado global. Estamos dando um passo importante para simplificar os processos, tornando-os mais fluídos, avalia. As empresas vão deixar de utilizar serviços de despachantes e não vão precisar protocolar documentos físicos com a Anexação Eletrônica permitida pelo portal. A anexação parcial já é disponibilizada pelo Portal Sicomex, que recebe hoje 19 mil documentos eletronicamente todo dia. Já em 2016, o processo de exportação será reduzido de 13 para 8 dias. O trânsito de importação será reduzido de 17 para 10 dias no ano seguinte. Isso deve levar o Brasil a figurar entre os países com melhor processo de comércio exterior. O papel envolvido na importação será reduzido em 97% e na exportação, em 95%. De acordo com o secretário, as empresas vão conseguir reduzir em 40% os valores necessários para fazer transações comerciais internacionais. Ao reduzirmos prazos, nós estamos reduzindo custos das empresas, afirma. O Banco Mundial estima que para enviar um contêiner aos Estados Unidos atualmente, por exemplo, as empresas brasileiras gastam US$ 2,215 mil com a burocracia de papel. Ao final do nosso projeto, nós teremos reduzido os custos de importação e exportação no país em cerca de 40%, tornando bastante competitivas as nossas empresas para que possam se aproveitar do comércio internacional, diz Godinho. Fonte: MDIC
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