04/10/2012. Penitenciárias
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- Martim Fernandes Jardim
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1 a) Estabelecimentos Penais: todos aqueles utilizados pela Justiça com a finalidade de alojar pessoas presas, quer provisórios quer condenados, ou ainda aqueles que estejam submetidos à medida de segurança; b) Estabelecimentos para Idosos: estabelecimentos penais próprios, ou seções ou módulos autônomos, incorporados ou anexos a estabelecimentos para adultos, destinados a abrigar pessoas presas que tenham no mínimo 60 de idade ao ingressarem ou os que completem essa idade durante o tempo de privação de liberdade; c) Cadeias Públicas: estabelecimentos penais destinados ao recolhimento de pessoas presas em caráter provisório, sempre de segurança máxima; d) Penitenciárias: estabelecimentos penais destinados ao recolhimento de pessoas presas com condenação à pena privativa de liberdade em regime fechado; d.1) Penitenciárias de Segurança Máxima Especial: presas com condenação em regime fechado, dotados exclusivamente de celas individuais; d.2) Penitenciárias de Segurança Média ou Máxima: presas com condenação em regime fechado, dotados de celas individuais e coletivas; e) Colônias Agrícolas, Industriais ou Similares: presas que cumprem pena em regime semiaberto; f) Casas do Albergado: estabelecimentos penais destinados a abrigar pessoas presas que cumprem pena privativa de liberdade em regime aberto, ou pena de limitação de fins de semana; g) Centros de Observação Criminológica: estabelecimentos penais de regime fechado e de segurança máxima onde devem ser realizados os exames gerais e criminológico, cujos resultados serão encaminhados às Comissões Técnicas de Classificação, as quais indicarão o tipo de estabelecimento e o tratamento adequado para cada pessoa presa; h) Hospitais de Custódia e Tratamento Psiquiátrico: submetidas a medida de segurança. 1 DADOS GERAIS: No Estado do Amapá o Sistema Prisional é gerido pela Instituto de Administração Penitenciária - IAPEN que é subordinado à Secretaria de Justiça e Segurança Pública do Estado SEJUSP A SEJUSP foi regulamentada pela Lei nº 0811, de 20 de fevereiro de Não existe Casa do Albergado no Estado do Amapá, os presos do regime aberto cumprem pena domiciliar, segundo determinação judicial. Apenas 19 presos estão, de fato, reclusos na penitenciária masculina, em espaço destinado aos demais presos. A VEP encaminha os presos de regime aberto para o Iapen que acompanha o cumprimento da pena em regime aberto. No Estado do Amapá não existem estabelecimentos penais terceirizados. MASCULINO a a a a a 60 FEMININO a a a a a MASCULINO até 4 mais de 4 até 8 mais de 8 até 15 mais de 15 até 20 mais de 20 até 30 mais de 30 até 50 mais de 50 até 100 mais de 100 1
2 Homicídio Simples 205 Homicídio Qualificado 126 Sequestro e Cárcere Privado 8 Furto Simples 117 Furto Qualificado 233 Roubo qualificado 156 Latrocínio 32 Extorsão 6 Extorsão mediante sequestro 15 Apropriação indébita 10 Apropriação indébita Previdenciária 0 Estelionato 21 Receptação 11 Roubo Simples 147 Estupro 81 Corrupção de Menores 9 Quadrilha ou Bando 45 Moeda falsa 9 Falsificação de papéis, selos e docs. públicos 5 Falsidade Ideológica 14 Uso de Documento falso 15 Peculato 1 Corrupção passiva 5 Corrupção Ativa 5 Crimes de Tortura 22 Crimes contra o meio Ambiente 6 Lei Maria da Penha 32 Tráfico de Entorpecentes 257 Tráfico Internacional de Entorpecentes 56 Porte Ilegal de arma de fogo Uso Permitido 20 Disparo de arma de fogo 5 Posse ou Porte Ilegal de arma de Uso Restrito 6 Comércio ilegal de armas 1 ESCOLARIDADE MASCULINO FEMININO TOTAL Analfabeto Alfabetizado O Amapá já tem 1812 presos em seus cárceres, dos quais, 7% são mulheres 35% são reincidentes 65% tem menos de 30 de idade Procedência dos Presos do IAPEN Ensino Fundamental Incompleto Ensino Fundamental Completo Ensino Médio Incompleto Ensino Médio Completo Ensino Superior Incompleto Ensino Superior Completo Ensino acima de Superior Completo Não informado Total % são traficantes 5% são estupradores 19% são homicidas Esse quantitativo está contido em 900 vagas 36% cometeram furtos/roubos Perfil X População Prisional... A Superlotação Carcerária: um problema nacional - O IAPEN recebeu, em média, 144 presos por mês. - A cada 5h uma pessoa foi presa. - A cada 7h um preso foi posto em liberdade. - A Penitenciária tem déficit de vaga em 86% - Necessita-se se de 775 vagas para suprir o déficit - Para suprir esse déficit (levando--se em consideração o crescimento populacional prisional anual 22%) é necessário construir 01 penitenciária de 500 vagas a cada 16 meses Quanto custa a despesa da prisão aos cofres públicos? Quanto se gasta para produzir uma vaga para um preso? (edificação prisional) Resposta: R$ 30 mil reais 19% dos presos são profissionais ligados a construção civil 15% são desocupados e 2,5% são autônomos A Penitenciária tem capacidade para apenas 900 presos A população carcerária, cresceu em média 22% no ano de 2009, mas não cresceu o número de vagas. A Superlotação contribui para a fragilização da segurança e dificulta a recuperação do indivíduo. Quanto custa manter um preso por mês? Resposta: R$1.000 reais 2
3 Quem são essas pessoas individualmente? Cada um dos funcionários de per si...conhece. Por que? Tradicionalmente temos uma deficiência histórica de inexistência e insuficiência de informações,, bem como a falta de integração de alguns setores públicos; A população só conhece a Penitenciária através da imprensa e, às vezes, de forma equivocada; ANO MORTES OCORRIDAS DENTRO DA PENITENCIÁRIA NOS ÚLTIMOS 10 ANOS (período: ) POPULAÇÃO NÚMERO DE PROPORÇÃO DE PRESOS MORTOS Média: 1 preso PRISIONAL MORTOS SOBRE POPULAÇÃO PRISIONAL (%) morto a cada ,90% 30 dias ,30% O Amapá conhece? No Amapá estamos padronizando : - A Gestão Penitenciária através do INFOPEN - Prontuário de preso - Parcerias entre polícia judiciária x sistema prisional - Construção de uma nova penitenciária com capacidade para abrigar 200 presos de regime fechado ,04% ,70% ,7% ,07% ,7% ,8% ,5% O BRASIL NÃO CONHECE! 2009 TOTAL DE MORTOS ,4% % , , , , , , , , , ,94 Fonte: Estatística IAPEN/2009 Gasto com alimentação R$ ,94. O que corresponde a 76% do orçamento Execução orçamentária 2009 R$ ,72 DIÁRIAS MATERIAL DE CONSUMO ALIMENTAÇÃO PASSAGENS AÉREAS SERVIÇOS PESSOS FÍSICA SERVIÇOS PESSOA JURÍDICA TRIBUTOS EXERCÍCIOS ANTERIORES MATERIAL PERMANENTE PROCESSAMENTO DE DADOS Atualmente, não existem no Estado presos em cumprimento de pena em Regime Disciplinar Diferenciado. I. Frequência de realização: As visitas de familiares são realizadas duas vezes por semana (quartase domingos) e em feriados nacionais. A visita de amigos acontece uma vez por mês. II. Número máximo de visitantes por preso: 6 familiares por dia de visita. 2 amigos uma vez por mês. III. Tempo de duração: A visita social tem a duração de 08 horas e 30 minutos. IV. Local apropriado para realização da visita íntima: é na própria cela. A visita íntima ainda não está regulamentada e tem sido permitida em caráter experimental. Assim, a visita íntima do marido, mulher, companheiro ou companheira, deverá estar sempre condicionada ao comportamento do preso, à segurança do presídio e às condições da unidade prisional sem perder de vista a preservação da saúde das pessoas envolvidas e a defesa da família. Trata-se de uma questão delicada a ser encarada com muita responsabilidade, em benefício da própria população carcerária. No entanto, a visita da família é um direito incontestável, que deve ser incentivado, como elemento de grande influência na manutenção dos laços afetivos e na ressocialização do preso. Os detentos homossexuais terão direito à visita íntima nos presídios de todo o país. A resolução do CNPCP (Conselho Nacional de Política Criminal e Penitenciária), do Ministério da Justiça, foi publicada em (4/7/11) no Diário Oficial da União. De acordo com a resolução, o direito de visita íntima é, também, assegurado às pessoas presas casadas, em união estável ou em relação homoafetiva. A visita íntima deve ser assegurada pela direção do estabelecimento prisional pelo menos uma vez por mês. A mulher presa tem direitos especiais A lei assegura às presas o direito de permanecerem com seus filhos durante o período de amamentação, que atualmente é de até 180 (cento e oitenta) dias. Inclusive, os estabelecimentos devem ser dotados de berçários, onde as condenadas possam alimentar seus filhos (art º da LEP). Diz também a lei que as presas devem cumprir pena em presídios separados, com direito a trabalho técnico adequado à sua condição. 3
4 O trabalho é obrigatórioao ao preso? Conforme dispõe o artigo 31 da Lei de Execução Penal, o condenado à pena privativa de liberdade está OBRIGADO ao trabalho, na medida de suas aptidões e capacidade. Já o preso PROVISÓRIO, vale dizer, aquele ainda sem condenação definitiva recolhido em razão de prisão em flagrante, prisão temporária, por decretação de prisão preventiva, pronúncia ou sentença condenatória recorrível, não está obrigado ao trabalho. Entretanto, as atividades laborterápicas lhes são facultadas, desde que dentro do estabelecimento prisional, e sua prática dará direito àremiçãoda pena, tão logovenhaaseraplicada. O trabalho é um direito do preso? O preso tem o direito social ao trabalho (art. 6º, da Constituição Federal). Ao Estado incumbe o dever de dar trabalho ao condenado em cumprimento de pena privativa de liberdade, ou àquele a quem se impôs medida de segurança detentiva. É direito do preso a atribuição de trabalho e sua remuneração (art. 41, II, da LEP). Qual é a jornada de trabalho a ser cumprida pelo preso? A jornada normal de trabalho não será inferior a seis, nem superior a oito horas (com descanso nos domingos e feriados), conforme estabelece o artigo 33da Lei de Execução Penal. O produto da remuneração pelo trabalho deverá atender: à indenização dos d causados pelo crime (desde que determinada judicialmente); à assistência da família do preso; às pequenas despesas sociais; ao ressarcimento ao Estado das despesas realizadas com a manutenção do condenado, em proporção a ser fixada e sem prejuízo da destinação acima prevista. A quantia restante será depositada para a constituição do pecúlio, em caderneta de poupança, que será entregue ao condenado quando posto em liberdade. O trabalho do preso, conforme artigo 28, parágrafo 2º da Lei de Execução Penal, não está sujeito ao regime da Consolidação das Leis do Trabalho. No entanto, estabelecem as Regras Mínimas da ONU a necessidade de providências para indenizar os presos pelo acidente do trabalho ou em enfermidades profissionais em condições similares àquelas que a lei dispõe para o trabalhador livre (74.2). Nossa legislação protege essa orientação ao incluir, entre os direitos do preso, os da "Previdência Social" (arts. 39 do CP e 41, III, da LEP). Remição é um instituto que permite, pelo trabalho, dar como cumprida parte da pena, vale dizer, abreviar o tempo de duração da sentença. O condenado que cumpre pena em regime fechado ou semiaberto poderá diminuir, pelo trabalho, parte do tempo de execução da pena. A contagem do tempo para o fim de remição será feita em razão de um dia de pena por três de trabalho (art. 126 da LEP); assim, por exemplo, se o detento trabalhar três dias terá antecipado o vencimento de sua pena em um dia. Lei , de 29 de junho de 2011, alterou os artigos 126, 127, 128 e 129 da Lei de julho de 1984 (Lei de Execução Penal) De acordo com o novo artigo 126 da LEP, o condenado que cumpre a pena em regime fechado ou semiaberto poderá remir um dia da pena para cada doze horas de frequência escolar. Essas doze horas devem ser dividas, no mínimo, em três dias. É preciso combinar três dias (no mínimo) com 12 horas (para se ganhar um dia de pena). A nova lei ainda acrescenta mais cinco parágrafos ao artigo 126 da LEP, especificando a matéria (que tipo de estudo será aceito, como deverão ser compatibilizados estudo e trabalho, ampliação do benefício no caso de conclusão de ensino e etc.) bem como inovando em algumas disposições. O novo parágrafo sexto, por exemplo, traz inovação importantíssima, dispondo que: 6º O condenado que cumpre pena em regime aberto ou semiaberto e o que usufrui liberdade condicional poderão remir, pela frequência a curso de ensino regular ou de educação profissional, parte do tempo de execução da pena ou do período de prova, observado o disposto no inciso I do 1º deste artigo. No antigo regramento da remição da pena não havia disposição sobre a possibilidade de o condenado a cumprimento de pena em regime aberto ser beneficiado ou mesmo aquele que estivesse em livramento condicional. Art Em caso de falta grave, o juiz poderá revogar até1/3 (um terço) do tempo remido, observado o disposto no art. 57, recomeçando a contagem a partirda datada infraçãodisciplinar disciplinar. A antiga redação deste artigo impunha a perda total dos dias remidos em caso de cometimento de falta grave pelo apenado. Existia, inclusive, súmula vinculante dispondo sobre a matéria: SÚMULA VINCULANTE Nº 9 O DISPOSTO NO ARTIGO 127 DA LEI Nº 7.210/1984 (LEI DE EXECUÇÃO PENAL) FOI RECEBIDO PELA ORDEM CONSTITUCIONAL VIGENTE, E NÃO SE LHE APLICA O LIMITE TEMPORAL PREVISTO NO CAPUT DO ARTIGO 58. É dever do preso ter bom comportamento. Além disso, o mau comportamento poderá gerar o indeferimento de benefícios pleiteados junto à Vara das Execuções (art. 39, II da Lei de Execução Penal). O preso é obrigado a trabalhar, já que, se recusando a trabalhar, o preso estará cometendo falta grave (art. 39, V, c.c. 50,V I, da LEP). Deve obedecer à ordem para limpar a cela, pois a higiene pessoal, a limpeza da cela ou alojamento e a conservação dos objetos de uso pessoal é um DEVER do preso (art. 39, IX, X da LEP). Deve se comportar em relação aos demais presos e funcionários do Presídio com obediência e respeito a qualquer pessoa com que vá se relacionar; a urbanidade e o respeito no trato com os demais presos é também uma obrigação do preso, sendo que seu descumprimento pode acarretar uma falta grave ou até crime contra a honra, por exemplo. 4
5 A Lei de Execução Penal diz que é DEVER do preso não se envolver em movimentos contra a ordem e a disciplina, bem como não participar de fugas, já que o preso não pode escolher como e quando vai cumprir sua pena, e ainda porque poderá vir a responder por diversos crimes ligados a esse comportamento. A participação em rebeliões poderá prejudicar a obtenção de benefícios em sede de execução. Ademais, o preso que causar subversão da ordem no presídio, também pode ser submetido ao Regime Disciplinar Diferenciado (RDD), sendo recolhido em cela individual, com direito à saída da mesma apenas durante duas horas para banho de sol. O RDD pode ser aplicado tanto ao preso definitivo como ao provisório. O preso deve aceitar as faltas que lhe são aplicadas? Sim, desde que elas tenham sido apuradas regularmente, com direito à defesa, o preso DEVE acatar seu resultado, já que é dever legal do preso se submeter à pena imposta pela prática de falta. É verdade ele terá que indenizar a vítima e o Estado pela condenação? Pela Lei de Execução Penal e o Código Penal, o preso tem o DEVER de indenizar a vítima e seus herdeiros e também, quando possível, pagar o Estado pelas despesas de sua manutenção. Tem direito à saída temporária o preso que cumpre pena em regime semiaberto, que até a data da saída tenha cumprido um sexto da pena total se for primário, ou um quarto se for reincidente. Tem que ter boa conduta carcerária, pois o juiz, antes de conceder a saída temporária, consulta os Diretores dos Presídios. A quem deve ser pedida a saída temporária? O próprio Diretor geral do Presídio encaminha ao juiz a relação dos presos que têm direito à saída temporária. Mas se o nome do preso não estiver na relação, o pedido pode ser feito pelo seu advogado ou Defensor Público, diretamente ao Juiz. Com exceção dospresos do regimefechado, alei de Execução prevêsaída temporária para visitar a família, que pode ser concedida cinco vezes ao ano. Cada saída poderá durar até sete dias corridos. Emregra,assaídassãoconcedidasnasseguintesdatas: a) Natal/Ano Novo; b) Páscoa; c) Dia das Mães; d) Dia dos Pais; e) Finados É possível pedir saída temporária para estudar? Sim, exceto os presosdo regime fechado; alei de Execução Penal prevê a saída temporária para frequentar curso supletivo profissionalizante, segundo grau ou faculdade. O curso deve ser na comarca onde o sentenciado cumpre pena. Nesse caso, o preso sairá todo dia somente o tempo necessário para assistir às aulas, até terminar o curso, condicionando ao bom aproveitamento, sob pena de revogação. As faltas disciplinares prejudicam a saída temporária? Qualquer falta disciplinar prejudica a saída temporária. O preso que praticou falta leve ou média só poderá ter saída temporária após a reabilitação da conduta O custo mensal de manutenção do preso é de aproximadamente R$ 1.053,00. Custo de produção de uma vaga é em média de R$ ,00. Em casos de rebeliões, motins ou situações adversas, a atuação baseia-se unicamente em acionar a Polícia Militar, mas especificamente o Bope. Atualmente conta com a equipe BRAVO. O Estado possui um Conselho Penitenciário que atua conformepreconizaa Lei de Execução Penal. Os servidores do Iapen não dispõem de atendimento à saúde. O Estado possui Fundo Penitenciário criado pela Lei nº 842, de 02 de julho de A assistência religiosa é prestada em todos os estabelecimentos penais, por Grupos religiosos da (Assembléia de Deus, Testemunhas de Jeová, Igreja Católica, Centro Espírita). Como atividades desportivas e de lazer podemos citar a prática de Futebol de campo, salão e voleibol. Quais são os direitos básicos dos presos? a) Direito à alimentação e vestimenta fornecidos pelo Estado. b) Direito a uma ala arejada e higiênica. c) Direito à visita da família e amigos. d) Direito de escrever e receber cartas. e) Direito a ser chamado pelo nome, sem nenhuma discriminação. f) Direito ao trabalho remunerado em, no mínimo, 3/4 do salário mínimo. g) Direito à assistência médica. h) Direito à assistência educacional: estudos de 1º grau e cursos técnicos. i) Direito à assistência social: para propor atividades recreativas e de integração no presídio, fazendo contato com a família e amigos do preso. j) Direito à assistência religiosa: todo preso, se quiser, pode seguir a religião que preferir, e o presídio tem que ter local para cultos. l) Direito à assistência judiciária e contato com advogado ou Defensor Público: todo preso pode conversar em particular com seu advogado e se não puder contratar um o Estado tem o dever de lhe fornecer gratuitamente. Quais são os benefícios? a) Remição: o preso terá direito de descontar um dia de sua pena com três dias de trabalho. É necessário juntar atestados de atividade laborterápica (atestado do trabalho realizado). b) Pedido de Progressão de Regime: do fechado para o semi-aberto e deste para o aberto. É necessário o cumprimento de um sexto da pena e preencher os requisitos subjetivos. Agora também é possível a progressão de regime em casos de condenados pela prática de crimes hediondos ou equiparados, desde que cumpridos dois quintos da pena e, se reincidente três quintos. c) c) Livramento Condicional: cumprimento de um terço da pena para primário, metade para reincidente e dois terços para quem comete crime considerado hediondo. Comportamento 5
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