O TCU e as licitações sustentáveis
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- Brenda Clementino Monsanto
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1 O TCU e as licitações sustentáveis Agosto/2013 Elaine Ferreira Souza Dantas SecexAmbiental
2 Evolução da legislação IN 01/ MP Discussão da possibilidade juridicamente da inserção de critérios ambientais em editais de licitação: - A inserção desses critérios fere a Lei nº 8.666/93? - A inserção desses critérios restringe a competitividade das licitações?
3 Amparo Constitucional para as Licitações Sustentáveis Art. 225 direito ao meio ambiente equilibrado direito fundamental Art. 225 obrigação do Poder Público de assegurar o direito Art. 170, inciso VI um dos princípios que informa a ordem econômica é o da defesa meio ambiente inclusive mediante tratamento diferenciado conforme o impacto ambiental dos produtos e serviços e de seus processos de elaboração e prestação
4 Arcabouço Legal - Lei /2009 (Política Nacional de Mudanças Climáticas): diretriz da política (art. 5º) - estímulo e apoio à manutenção e à promoção de padrões sustentáveis de produção e consumo - Lei /2010 (Política Nacional de Resíduos Sólidos). objetivos da política (art. 7º) prioridade, nas aquisições e contratações governamentais, para produtos reciclados e recicláveis e para bens, serviços e obras que considerem critérios compatíveis com padrões de consumo social e ambientalmente sustentáveis - Decreto 7.404/2010 Logística reversa
5 As licitações sustentáveis e a Lei 8.666/93 Art. 3º, caput A licitação destina-se a garantir o princípio constitucional da isonomia, a seleção da proposta mais vantajosa para a administração e a promoção do desenvolvimento nacional sustentável e será processada e julgada em estrita conformidade com os princípios básicos da legalidade, da impessoalidade, da moralidade, da igualdade, da publicidade, da probidade administrativa, da vinculação ao instrumento convocatório, do julgamento objetivo e dos que lhes são correlatos. Art. 12, inciso VII o impacto ambiental é um dos requisitos a serem considerados nos projetos básicos e executivos de obras e serviços.
6 Regime Diferenciado de Contratações Públicas (Lei /2011) Art. 4º - Nas licitações e contratos de que trata esta Lei serão observadas as seguintes diretrizes: III busca da maior vantagem para a administração pública, considerando custos e benefícios, diretos e indiretos, de natureza econômica, social ou ambiental, inclusive os relativos à manutenção, ao desfazimento de bens e resíduos, ao índice de depreciação econômica e outros fatores de igual relevância;
7 Regime Diferenciado de Contratações Públicas (Lei /2011) Art. 4º, 1º - As contratações realizadas com base no RDC devem respeitar, especialmente, as normas relativas à: I disposição final ambientalmente adequada dos resíduos sólidos gerados pelas obras contratadas; II mitigação por condicionantes e compensação ambiental, que serão definidas no procedimento de licenciamento ambiental; III utilização de produtos, equipamentos e serviços que, comprovadamente, reduzam o consumo de energia e recursos naturais;
8 Regime Diferenciado de Contratações Públicas (Lei /2011) Art. 19. O julgamento pelo menor preço ou maior desconto considerará o menor dispêndio para a administração pública, atendidos os parâmetros mínimos de qualidade definidos no instrumento convocatório. 1 o Os custos indiretos, relacionados com as despesas de manutenção, utilização, reposição, depreciação e impacto ambiental, entre outros fatores, poderão ser considerados para a definição do menor dispêndio, sempre que objetivamente mensuráveis, conforme dispuser o regulamento.
9 Decreto nº 7.746/2012 Estabelece critérios, práticas e diretrizes para a promoção do desenvolvimento nacional sustentável nas contratações públicas Critérios e práticas de sustentabilidade = especificação técnica do objeto ou obrigação da contratada. Comissão Interministerial de Sustentabilidade na Administração Pública CISAP Planos de Gestão de Logística Sustentável - PLS
10 Planos de Gestão de Logística Sustentável IN 10/2012 MP (nov/2012): Estabelece regras para elaboração dos PLS; prazo de 180 dias. Portaria 10/2013 MP: prorroga o prazo de 180 dias (setembro/2013).
11 Atuação do TCU Representação Clipping IBAMA Representação Acórdão 1.260/2010-2ª Câmara contratação de serviço de clipping pelo Ibama - Representação considerada improcedente - 9. Registro, de todo modo, minha preocupação com a questão ambiental. De fato, são pertinentes alguns argumentos trazidos aos autos pela representante em relação à matéria. É de conhecimento geral o grave problema relativo ao consumo de papel verificado no âmbito de toda a administração pública, além do consumo de energia elétrica e de água. Ministro André Luis - Determinação para realização de auditoria
12 Atuação do TCU Auditoria Operacional em 2010 Consumo de água, papel e energia na administração pública; Anexo no relatório de gestão do exercício de 2010 Implementação da IN 01/2010 e Portaria nº 2/2010 (TI);
13 Atuação do TCU Acórdão 4135/2013-1ª Câmara impropriedade nas contas da Superintendência de Administração do Ministério da Fazenda no Amapá; Revisão do conteúdo do anexo para incluir as alterações legislativas para as prestações de contas do exercício de 2013.
14 Caso Concreto Contratação ICMBIO Licitação promovida pelo ICMBio para contratação de serviços gráficos; Edital estabeleceu alguns requisitos ambientais como condição para habilitação técnica; Medida cautelar concedida em 25/8/2011 suspendendo o Pregão; Processo apreciado em 1º/2/2012 (Acórdão 122/2012-Plenário) determinação para anulação da licitação.
15 Exigências do edital: - Item comprovação de realização de programa interno de treinamento e de programa de coleta seletiva do papel para reciclagem Análise TCU: IN 1/2010 estabelece que a realização desse programa ocorra nos três primeiros meses da execução do contrato, não com condição de habilitação (art. 6º, inciso V). A antecipação dessa demanda para o momento da habilitação dos proponentes pode sim ter inibido a participação de licitantes que não apresentavam tal condição naquele momento, o que significa possibilidade de ter ocorrido restrição da competitividade em razão desse fato.
16 Exigências do edital: - Item comprovação do cumprimento das metas da diretiva RoHS (Restriction of Certain Hazardous Substances) Análise TCU: O art. 5º, inciso IV da IN/SLTI 1/2010 prevê tal exigência para a aquisição de bens e não para a prestação de serviços.. Não ficou demonstrada a relação existente entre tal imposição e os produtos a serem obtidos durante a execução dos serviços;. A IN não indica que tal exigência deva ser colocada como requisito de habilitação;
17 - Item comprovação da adoção de medidas para evitar o desperdício de água tratada Análise TCU: A IN 1/2010 estabelece que essa medida deve ser exigida durante a execução dos serviços e não como condição de habilitação (art. 6º, inciso II). Não há critérios objetivos para verificação de seu atendimento. Conforme se constata, o ICMBio não estabelece qualquer critério para avaliação do atendimento de tais exigências. Por exemplo, o que seria avaliado como medidas para evitar desperdício de água tratada? A nomenclatura é vaga e dificulta a realização de avaliação objetiva de tal quesito, uma vez que não se estipulou que tipo de medidas seriam consideradas válidas para esse fim.
18 - Item exigência de que a empresa deveria atender à legislação geral e específica quanto à armazenagem e descarte de refugos para reciclagem, tais como aparas de papel, chapas de alumínio usadas na impressão, solventes, borra de tinta - Análise TCU: Não há critérios objetivos para verificação de seu atendimento. Da mesma maneira, não foram estabelecidos quaisquer padrões para avaliação da proposição estabelecida no subitem A qual legislação se referia o Instituto ao mencionar: legislação geral e específica? Seguindo os mesmos moldes do item anterior, o ICMBio não estabeleceu a forma de verificação do atendimento a essa legislação.
19 - Item Apresentação de LO válida e comprovação de que cumpre atualmente todas as condicionantes, exigências e restrições estabelecidas pelo órgão competente na licença Análise TCU: A Resolução Conama 237/97 exige licenciamento ambiental para empreendimento cuja atividade envolva fabricação de artefatos de papel, papelão, cartolina, cartão e fibra prensada. Tratava-se de estabelecimento gráfico e não fábrica de papel.
20 Caso Concreto Contratação ICMBIO TC / Registro relevante: No entanto, apesar da louvável iniciativa, o Instituto peca na forma adotada para implementar tais regras no certame em comento, ao deixar de estabelecer critérios objetivos para mensuração das exigências estabelecidas no Edital a esse respeito, conforme se observa no texto dos itens e
21 Entendimento do TCU Art. 3º, caput - busca da proposta mais vantajosa. O que é proposta mais vantajosa? Art. 3º, 1º, inciso I é vedado aos agentes públicos admitir, prever, incluir ou tolerar, nos atos de convocação, cláusulas ou condições que comprometam, restrinjam ou frustrem o seu caráter competitivo e estabeleçam preferências ou em razão da naturalidade, da sede ou domicílio dos licitantes ou de qualquer outra circunstância impertinente ou irrelevante para o específico objeto do contrato...
22 Realizando licitações sustentáveis Importância da definição adequada do objeto Importância da motivação das decisões Equilíbrio entre os diversos princípios previstos no art. 3 da Lei 8.666/93.
23 Realizando licitações sustentáveis Em que fase da licitação se deve aplicar os critérios de sustentabilidade? O TCU reiterada vezes (Acórdãos: 1.405/2006 e 354/ Plenário e 949/2008 2º Câmara) deliberou no sentido que as exigências contidas na habilitação pela Lei 8.666/1993 devem ser interpretadas de forma restritiva, só cabendo nova exigência por alteração legislativa.
24 Realizando licitações sustentáveis Em que fase da licitação se deve aplicar os critérios de sustentabilidade? A inclusão do aspecto ambiental não deve ser realizada como condição de habilitação do certame, mas sim, na correta e motivada especificação do objeto. Incluir a variável ambiental quando da definição das características do bem a ser adquirido, descrevendo-a como qualidade do produto que a administração deseja comprar.
25 Realizando licitações sustentáveis Critério de julgamento permanecerá o mesmo, qual seja, menor preço. Todavia, a escolha da proposta mais vantajosa se dará entre aqueles bens e serviços oferecidos pelos licitantes que satisfazem o interesse da administração cuja definição e justificativa constavam previamente do edital do certame. Assim, desde que as decisões sejam devidamente motivadas com a definição adequada pertinente, não haverá óbice quanto à legalidade das licitações verdes.
26 Realizando licitações sustentáveis Inclusão da variável ambiental nos instrumentos convocatórios deve ser realizada de forma que os critérios sustentáveis sejam objetivamente definidos e passíveis de verificação. A inserção de critérios ambientais é legal e deve ser realizada, mas com parâmetros que possam ser objetivamente definidos e verificáveis, conforme prescreve o art. 19, 1 o, da Lei do RDC.
27 Realizando licitações sustentáveis Decisão monocrática no TC /2010-9, rel. Min. Benjamin Zymler, ): Louvável a preocupação dos gestores em contratar empresas que adotem em seus processos produtivos práticas responsáveis ambientalmente. [...] a adoção dessas restrições ambientais deve se dar paulatinamente, de forma que os agentes do mercado possam se adaptar a essas novas exigências antes delas vigorarem plenamente. Caso contrário, estar-se-ia criando uma reserva de mercado para as poucas empresas que cumprirem de antemão essas exigências, implicando violação ao princípio constitucional da livre concorrência, maiores custos e reduzidas ofertas de produtos.
28 Certificações Jurisprudência do TCU em geral não aceita como critério eliminatório; Especificação do objeto incluir possibilidade de comprovação do requisito almejado com outras formas; Avaliar se a existência de certificação ambiental por parte das empresas produtoras é situação predominante no mercado.
29 Certificações Caso Unifesp Representação contra edital da Universidade Federal de são Paulo (UNIFESP) pregão eletrônico para aquisição de mobiliário. Julgado em julho/2013 Acórdão 1687/2013 Plenário; Exigência: Apresentar Certificado de Aprovação para Destinação de Resíduos Industriais - CADRI, bem como o FSC (Forest Stewardship Council) ou Conselho de Manejo Florestal ou equivalente comprovando que o fabricante somente se utiliza de matéria-prima de origem florestal certificada (qualificação técnica);
30 Certificações - Unifesp Dar ciência à Unifesp que: a exigência de atestados ou de certificados de conformidade de produtos, a exemplo dos previstos nas alíneas b, c e d do subitem do edital do Pregão Eletrônico nº 9/2013, deve estar acompanhada de justificativa, devidamente fundamentada, em atenção ao art. 3º, 1º, I, da Lei 8.666/1993; Ministro Valmir Campelo entendeu que nesse caso a exigência de certificado não restringiu a competitividade.
31 Certificações Kits escolares Acórdão 3026/2013 Plenário Pregão eletrônico conduzido pelo município de Feira de Santana com recursos do Fundeb para aquisição de material escolar. Especificações: Caderno Brochura com miolo certificado pelos selos verdes (CERFLOR e PEFC); Lápis de Cor fabricado pelo processo de extrusão termoplástica; Apontador com reservatório em PET, reciclado pósconsumo (verde com transmitância transparente natural das embalagens de origem), com no mínimo 92 % de PET reciclado e 8 % de aditivos, estabilizantes, plastificantes e outros componentes impressos pelo processo de tampografia.
32 Certificações - Acórdão 3026/2013 Plenário Os comprovantes não apresentam como conclusão nenhum valor de percentual, seja de PET reciclado, seja dos 8 % de aditivos, estabilizantes, plastificantes e outros componentes. Este relatório limita-se a afirmar a existência de compostos voláteis não característicos da resina PET virgem, "especialmente o limoneno". Destarte, foi feita uma exigência de especificações numéricas de pureza e contaminantes e aceitos laudos com conclusões apenas qualitativas;
33 Certificações - Acórdão 3026/2013 Plenário A responsável alega que apesar de constar no edital em valores numéricos, exigiram-se somente laudos de toxicologia e inflamabilidade, salientando que não existe laudo que indique a porcentagem dos materiais. Análise: A alegação não pode prosperar, haja vista que a partir do momento que o licitante sabe de antemão que "uma exigência" do edital não irá ser cobrado pela Administração ele leva uma vantagem sobre os demais licitantes, procedimento incompatível com o princípio constitucional e legal da isonomia.
34 Voto Ministro André Luis: Com relação à exigência de selo verde pelo sistema de certificação Cerflor/PEFC (item 18.d acima), não é demais esclarecer que o sistema de certificação que detém a maior quantidade de empresas certificadas no Brasil, na área de cadeia de custódia para produtos de origem florestal, é o Forest Stewardship Council - FSC, com representação no Brasil ( o qual, ao final de 2012, possuía em seu cadastro 919 empresas certificadas, ao passo que o Cerflor, Programa Brasileiro de Certificação Florestal, possuía apenas 34 empresas certificadas, contando apenas 4 empresas vinculadas à área que foi objeto da licitação (
35 Voto Ministro André Luis: Logo, não se vislumbra justificativa razoável para a exigência somente do selo verde Cerflor/PEFC, com flagrante restrição da competitividade. Nessa linha, deve-se registrar que a exigência de certificação específica, sem amparo legal e sem justificativa pertinente nos autos do processo licitatório, tem sido considerada, por este Tribunal, como cláusula restritiva à competição
36 Desafio Como fazer? Legislação Manual de Compras sustentáveis FGV Elaboração dos PLS Capacitação MP Sistema de Catalogação de material - CATMAT Exemplos de editais/ boas práticas (site A3P)?
37 Trabalhos previstos Monitoramento da auditoria inclusão das novas questões, avaliar andamento dos PLS; Auditoria Secretaria de obras sustentabilidade das edificações publicas; Evento licitações sustentáveis no TCU dez/2013.
38 Obrigada! Elaine Ferrreira Souza Dantas Assessora da SecexAmbiental
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