Plantas constituintes da Proposta de Revisão do PDM
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- Gonçalo Marques Aquino
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1 FICHA DE N.º 36 Nome: Manuel de Araújo Gonçalves Assunto: Reapreciação da classificação de terreno classificado como espaço de uso múltiplo agrícola e florestal e integração em solo urbano N.º e data de registo de entrada: 1419/2014 de SINTESE DA LOCALIZAÇÃO DA PRETENSÃO Solicita a reapreciação da classificação do seu terreno, classificado como espaço de uso múltiplo agrícola e florestal na Revisão do e sua integração em Solo Urbano, para aí poder construir uma habitação cuja parcela de terreno está parcialmente em solo urbano proposto e é insuficiente para o efeito e fundamentando com facto do terreno já ser urbano no anterior. Freguesia do Rego. CLASSIFICAÇÃO E QUALIFICAÇÃO DO SOLO em vigor Proposta de revisão Aglomerado rural Sem servidão administrativa e restrição de utilidade pública. Solo rural - Espaço de uso múltiplo agrícola e florestal Sem servidão administrativa e restrição de utilidade pública. Plantas constituintes da Proposta de Revisão do Localização da participação relativa ao extrato da qualificação funcional do solo Localização da participação relativa ao extrato da salvaguardas e execução do plano Localização da participação relativa ao extrato da - geral Localização da participação relativa ao extrato da - floresta 121 P á g i n a
2 Na revisão do, o terreno em causa foi reclassificado de solo urbano (aglomerado rural) para solo rural - Espaço de uso múltiplo agrícola e florestal. O terreno não está sujeito a qualquer servidão administrativa ou restrição de utilidade pública. ANÁLISE De referir que, de acordo com o Decreto Regulamentar n.º11/2009, de 29 de Maio, a reclassificação do Solo Rural em Solo Urbano tem carácter excepcional, fundamentada na indispensabilidade e adequação quantitativa e qualitativa de solo para a implementação da estratégia de desenvolvimento local e, depende da comprovação da necessidade face à dinâmica demográfica, ao desenvolvimento económico e social e à indispensabilidade de qualificação urbanística, com o cumprimento dos critérios estabelecidos no artigo 6º e 7º do mesmo Decreto Regulamentar. Estes artigos definem como critérios para esta reclassificação a importância de determinada área para o modelo de organização do sistema urbano; a existência ou previsão de aglomeração de edifícios, população, atividades geradoras de fluxos significativos de população, bens e informação; a existência ou garantia de provisão de infraestruturas urbanas e de prestação de serviços associados e a garantia de acesso da população residente a equipamentos coletivos, sendo adicionalmente necessário comprovar, principalmente, a indisponibilidade/carência de área urbana para estes fins (devendo o aproveitamento das áreas urbanas prevalecer sobre o acréscimo das mesmas), a indispensabilidade da área para a estruturação do aglomerado urbano, para a compatibilização com instrumentos de gestão territorial de ordem supra-municipal. Cumulativamente a estes critérios, de acordo com a diretriz do PROT-Norte relativa às condições de edificabilidade em solo Urbano, os PMOT devem estabelecer que em solo urbano, só pode ser autorizada em parcelas confinantes com vias públicas habilitantes e dotadas de redes públicas das infraestruturas básicas, não podendo o recurso a soluções técnicas individuais ser considerado como substituto, para tal fim, das redes de infraestruturas eventualmente em falta. Considerando que: - O terreno já era urbano no de 1994; - A área onde se insere o terreno fica contígua a um aglomerado urbano proposto que está ocupado por construções; - O terreno confina com uma via pública habilitante e está provido de infraestruturas básicas; - Se pretende o aumento da área afeta a solo urbano, dado ser insuficiente a área do terreno inserida no perímetro urbano definido para a implantação da construção; - Se está a falar de um acerto de área, e que tal alteração não tem implicações negativas ou acarreta restrições a terceiros e tendo em conta ainda que, não sendo um imperativo, se deverá ter ao máximo consideração ao cadastro na definição das categorias de espaço, pelo que não se vê inconveniente na alteração solicitada; - A pretensão é coerente com os princípios de ordenamento territorial definidos na proposta do ; - O terreno não está sujeito a qualquer servidão administrativa ou restrição de utilidade pública. 122 P á g i n a
3 Entende-se que poderá ser alterada a classificação e qualificação do solo atribuído ao terreno pela Proposta de Revisão do de Solo rural Espaço de uso múltiplo agrícola e florestal para solo Urbano Espaço residencial. ALTERAÇÕES A INTRODUZIR NA PROPOSTA DA 1ª REVISÃO DO Face ao referido, considera-se que estão reunidas as condições para a reclassificação do terreno em causa, pelo que a pretensão do autor desta participação poderá ter acolhimento favorável na proposta de Revisão do. Alteração da (folha 86-3) desdobrada em Planta da Qualificação Funcional do Solo e Salvaguardas e Execução do Plano. Relatório da proposta do Plano. ACOLHIMENTO APÓS 123 P á g i n a
4 FICHA DE N.º 37 Nome: Stephanie Lamas Lameira Assunto: Reapreciação da classificação de terreno classificado como espaço florestal e integração em solo urbano N.º e data de registo de entrada: 1420/2014 de SINTESE DA Solicita a reapreciação da classificação do seu terreno, classificado como espaço florestal na Revisão do e sua integração em Solo Urbano, para aí poder construir uma habitação. LOCALIZAÇÃO DA PRETENSÃO Rua das Alminhas. Bolada. Freguesia do Rego. CLASSIFICAÇÃO E QUALIFICAÇÃO DO SOLO em vigor Proposta de revisão Floresta de proteção Reserva Ecológica Nacional Solo rural - Espaço florestal Sem servidão administrativa e restrição de utilidade pública. Plantas constituintes da Proposta de Revisão do Localização da participação relativa ao extrato da qualificação funcional do solo Localização da participação relativa ao extrato da salvaguardas e execução do plano Localização da participação relativa ao extrato da - geral Localização da participação relativa ao extrato da - floresta 124 P á g i n a
5 Na revisão do, o terreno em causa continua a manter a classificação de Solo Rural, havendo apenas lugar a uma alteração de categoria deste, de Floresta de proteção sujeita a Reserva Ecológica Nacional (REN) para Espaço Florestal. O terreno não está sujeito a qualquer servidão administrativa ou restrição de utilidade pública. ANÁLISE De referir que, de acordo com o Decreto Regulamentar n.º11/2009, de 29 de Maio, a reclassificação do Solo Rural em Solo Urbano tem carácter excepcional, fundamentada na indispensabilidade e adequação quantitativa e qualitativa de solo para a implementação da estratégia de desenvolvimento local e, depende da comprovação da necessidade face à dinâmica demográfica, ao desenvolvimento económico e social e à indispensabilidade de qualificação urbanística, com o cumprimento dos critérios estabelecidos no artigo 6º e 7º do mesmo Decreto Regulamentar. Estes artigos definem como critérios para esta reclassificação a importância de determinada área para o modelo de organização do sistema urbano; a existência ou previsão de aglomeração de edifícios, população, atividades geradoras de fluxos significativos de população, bens e informação; a existência ou garantia de provisão de infraestruturas urbanas e de prestação de serviços associados e a garantia de acesso da população residente a equipamentos coletivos, sendo adicionalmente necessário comprovar, principalmente, a indisponibilidade/carência de área urbana para estes fins (devendo o aproveitamento das áreas urbanas prevalecer sobre o acréscimo das mesmas), a indispensabilidade da área para a estruturação do aglomerado urbano, para a compatibilização com instrumentos de gestão territorial de ordem supra-municipal. Cumulativamente a estes critérios, de acordo com a diretriz do PROT-Norte relativa às condições de edificabilidade em solo Urbano, os PMOT devem estabelecer que em solo urbano, só pode ser autorizada em parcelas confinantes com vias públicas habilitantes e dotadas de redes públicas das infraestruturas básicas, não podendo o recurso a soluções técnicas individuais ser considerado como substituto, para tal fim, das redes de infraestruturas eventualmente em falta. Considerando que: - A área onde se insere o terreno fica contígua a um aglomerado urbano proposto que está parcialmente ocupado por construções; - O terreno confina com uma via pública habilitante e está provido de infraestruturas básicas; - A pretensão é coerente com os princípios de ordenamento territorial definidos na proposta do ; - O terreno não está sujeito a qualquer servidão administrativa ou restrição de utilidade pública. Entende-se que poderá ser alterada a classificação e qualificação do solo atribuído ao terreno pela Proposta de Revisão do de Solo rural Espaço florestal para solo Urbano Espaço urbano de baixa densidade. 125 P á g i n a
6 ALTERAÇÕES A INTRODUZIR NA PROPOSTA DA 1ª REVISÃO DO Face ao referido, considera-se que estão reunidas as condições para a reclassificação do terreno em causa, pelo que a pretensão do autor desta participação poderá ter acolhimento favorável na proposta de Revisão do. Alteração da (folha 86-3) desdobrada em Planta da Qualificação Funcional do Solo e Salvaguardas e Execução do Plano. Relatório da proposta do Plano. ACOLHIMENTO APÓS 126 P á g i n a
7 FICHA DE N.º 38 Nome: Manuel Augusto Andrade de Sousa Teixeira Assunto: Reapreciação da classificação de terreno classificado como espaço de uso múltiplo agrícola e florestal sujeito a REN e integração em solo urbano N.º e data de registo de entrada: 1434/2014 de SINTESE DA LOCALIZAÇÃO DA PRETENSÃO Solicita a reapreciação da classificação do seu terreno, classificado como espaço de uso múltiplo agrícola e florestal sujeito a REN na Revisão do e sua integração em Solo Urbano, fundamentando com facto do terreno confrontar com uma via municipal, com infraestruturas com pavimento em betuminoso/paralelo, rede de abastecimento de água, rede elétrica e telefónica. Refere ainda que o solo apresenta uma superfície com pouca diferença de cotas altimétricas e nas imediações do terreno já existem construções. Lugar de Lordelo. Freguesia de Ribas. CLASSIFICAÇÃO E QUALIFICAÇÃO DO SOLO em vigor Proposta de revisão Floresta de proteção Reserva Ecológica Nacional Solo rural - Espaço de uso múltiplo agrícola e florestal Reserva Ecológica Nacional Plantas constituintes da Proposta de Revisão do Localização da participação relativa ao extrato da qualificação funcional do solo Localização da participação relativa ao extrato da salvaguardas e execução do plano Localização da participação relativa ao extrato da - geral Localização da participação relativa ao extrato da - floresta 127 P á g i n a
8 Na revisão do, o terreno em causa continua a manter a classificação de Solo Rural, havendo apenas lugar a uma alteração de categoria deste, de Floresta de proteção sujeita a Reserva Ecológica Nacional (REN) para Espaço de uso múltiplo agrícola e florestal sujeito a Reserva Ecológica Nacional (REN). ANÁLISE De referir que, de acordo com o Decreto Regulamentar n.º11/2009, de 29 de Maio, a reclassificação do Solo Rural em Solo Urbano tem carácter excepcional, fundamentada na indispensabilidade e adequação quantitativa e qualitativa de solo para a implementação da estratégia de desenvolvimento local e, depende da comprovação da necessidade face à dinâmica demográfica, ao desenvolvimento económico e social e à indispensabilidade de qualificação urbanística, com o cumprimento dos critérios estabelecidos no artigo 6º e 7º do mesmo Decreto Regulamentar. Estes artigos definem como critérios para esta reclassificação a importância de determinada área para o modelo de organização do sistema urbano; a existência ou previsão de aglomeração de edifícios, população, atividades geradoras de fluxos significativos de população, bens e informação; a existência ou garantia de provisão de infraestruturas urbanas e de prestação de serviços associados e a garantia de acesso da população residente a equipamentos coletivos, sendo adicionalmente necessário comprovar, principalmente, a indisponibilidade/carência de área urbana para estes fins (devendo o aproveitamento das áreas urbanas prevalecer sobre o acréscimo das mesmas), a indispensabilidade da área para a estruturação do aglomerado urbano, para a compatibilização com instrumentos de gestão territorial de ordem supra-municipal. Cumulativamente a estes critérios, de acordo com a diretriz do PROT-Norte relativa às condições de edificabilidade em solo Urbano, os PMOT devem estabelecer que em solo urbano, só pode ser autorizada em parcelas confinantes com vias públicas habilitantes e dotadas de redes públicas das infraestruturas básicas, não podendo o recurso a soluções técnicas individuais ser considerado como substituto, para tal fim, das redes de infraestruturas eventualmente em falta. Considerando que: - Embora a área onde se insere o terreno fique contígua a um aglomerado urbano e o terreno confina com uma via pública habilitante e está provido de infraestruturas básicas, o terreno está sujeito a Reserva Ecológica Nacional. - A proposta não se enquadra nos princípios de ordenamento territorial definidos na proposta do ; - O Município considera que esta pretensão não se encontra englobada em nenhum dos requisitos legais que fundamentam um pedido de exclusão da REN com a correspondente reclassificação do solo como Urbano; Entende-se que não poderá haver lugar a reclassificação, pelo que deverá ser mantida a classificação atribuída ao terreno pela Proposta de Revisão do. 128 P á g i n a
9 ALTERAÇÕES A INTRODUZIR NA PROPOSTA DA 1ª REVISÃO DO Face ao referido considera-se que não existem condições para a reclassificação do terreno em causa, pelo que a pretensão do autor desta participação terá acolhimento desfavorável na proposta de Revisão do. Nenhuma. 129 P á g i n a
10 FICHA DE N.º 39 Nome: Manuel Duarte de Sousa Marinho Assunto: Reapreciação da classificação de terreno classificado como espaço agrícola sujeito a RAN e integração em solo urbano N.º e data de registo de entrada: 1451/2014 de SINTESE DA Solicita a reapreciação da classificação do seu terreno, classificado como espaço agrícola sujeito a RAN na Revisão do e sua integração em Solo Urbano, para aí poder construir uma habitação. LOCALIZAÇÃO DA PRETENSÃO Lugar de Barrega. Freguesia de Borba da Montanha. CLASSIFICAÇÃO E QUALIFICAÇÃO DO SOLO em vigor Proposta de revisão Área agrícola Reserva Agrícola Nacional Solo rural - Espaço agrícola Reserva Agrícola Nacional Plantas constituintes da Proposta de Revisão do Localização da participação relativa ao extrato da qualificação funcional do solo Localização da participação relativa ao extrato da salvaguardas e execução do plano Localização da participação relativa ao extrato da - geral Localização da participação relativa ao extrato da - floresta 130 P á g i n a
11 Na revisão do, o terreno em causa continua a manter a classificação prevista no de Espaço agrícola sujeito a Reserva Agrícola Nacional (RAN). Relativamente à elaboração da proposta de reclassificação do solo da revisão do, foi tido em consideração o processo de delimitação da Reserva Agrícola Nacional (RAN). Esta participação incide sobre a parcela integrada na RAN. A área é confinante com espaço residencial. O terreno situa-se junto a uma linha de água (solo de depósito), a uma cota inferior à do arruamento. A proposta interrompe a continuidade da RAN. Ela foi analisada tecnicamente junto da tutela tendo sido recusada. Consequentemente, esta proposta foi reprovada pela DRAPN. ANÁLISE Considerando que: - A área onde se insere o terreno não possui proximidade suficiente junto de solo urbano nem de um aglomerado rural; - Embora esta área seja servida por infraestruturas, foi entendimento da Direção Regional de Agricultura do Norte que essa área deveria garantir a preservação de solo como recurso natural escasso não renovável; - Foi também entendimento da Direção Regional de Agricultura do Norte que não estão verificados os requisitos legais que fundamentam um pedido de exclusão da área da RAN, pelo que foi emitido parecer desfavorável à proposta de exclusão da RAN, com vista à inclusão do terreno em causa em solo urbano. ALTERAÇÕES A INTRODUZIR NA PROPOSTA DA 1ª REVISÃO DO Face ao referido, inclusive o parecer desfavorável da DRAPN, considera-se que não existem condições para a reclassificação do terreno em causa, pelo que a pretensão do autor desta participação terá acolhimento desfavorável na proposta de Revisão do. Nenhuma. 131 P á g i n a
12 FICHA DE N.º 40 Nome: José Maria Marinho Camelo Assunto: Reapreciação da classificação de terreno classificado como espaço de uso múltiplo agrícola e florestal e integração em solo urbano N.º e data de registo de entrada: 1452/2014 de SINTESE DA Solicita a reapreciação da classificação do seu terreno, classificado como espaço de uso múltiplo agrícola e florestal na Revisão do e sua integração em Solo Urbano, para aí poder recuperar e ampliar uma habitação unifamiliar fundamentando com facto de parte do terreno já ser urbano no anterior. LOCALIZAÇÃO DA PRETENSÃO Lugar de Cabanelas. Freguesia de Borba da Montanha. CLASSIFICAÇÃO E QUALIFICAÇÃO DO SOLO em vigor Proposta de revisão Aglomerado rural (50%) e floresta de produção (50%) Sem servidão administrativa e restrição de utilidade pública. Solo rural - Espaço de uso múltiplo agrícola e florestal Sem servidão administrativa e restrição de utilidade pública. Plantas constituintes da Proposta de Revisão do Localização da participação relativa ao extrato da qualificação funcional do solo Localização da participação relativa ao extrato da salvaguardas e execução do plano Localização da participação relativa ao extrato da - geral Localização da participação relativa ao extrato da - floresta 132 P á g i n a
13 Na revisão do, 50% o terreno em causa foi reclassificado de solo urbano (aglomerado rural) para solo rural - Espaço de uso múltiplo agrícola e florestal. Os restantes 50% mantiveram a classificação de Solo Rural, havendo apenas lugar a uma alteração de categoria deste, de Floresta de produção para Espaço de uso múltiplo agrícola e florestal. O terreno não está sujeito a qualquer servidão administrativa ou restrição de utilidade pública. ANÁLISE De referir que, de acordo com o Decreto Regulamentar n.º11/2009, de 29 de Maio, a reclassificação do Solo Rural em Solo Urbano tem carácter excepcional, fundamentada na indispensabilidade e adequação quantitativa e qualitativa de solo para a implementação da estratégia de desenvolvimento local e, depende da comprovação da necessidade face à dinâmica demográfica, ao desenvolvimento económico e social e à indispensabilidade de qualificação urbanística, com o cumprimento dos critérios estabelecidos no artigo 6º e 7º do mesmo Decreto Regulamentar. Estes artigos definem como critérios para esta reclassificação a importância de determinada área para o modelo de organização do sistema urbano; a existência ou previsão de aglomeração de edifícios, população, atividades geradoras de fluxos significativos de população, bens e informação; a existência ou garantia de provisão de infraestruturas urbanas e de prestação de serviços associados e a garantia de acesso da população residente a equipamentos coletivos, sendo adicionalmente necessário comprovar, principalmente, a indisponibilidade/carência de área urbana para estes fins (devendo o aproveitamento das áreas urbanas prevalecer sobre o acréscimo das mesmas), a indispensabilidade da área para a estruturação do aglomerado urbano, para a compatibilização com instrumentos de gestão territorial de ordem supra-municipal. Cumulativamente a estes critérios, de acordo com a diretriz do PROT-Norte relativa às condições de edificabilidade em solo Urbano, os PMOT devem estabelecer que em solo urbano, só pode ser autorizada em parcelas confinantes com vias públicas habilitantes e dotadas de redes públicas das infraestruturas básicas, não podendo o recurso a soluções técnicas individuais ser considerado como substituto, para tal fim, das redes de infraestruturas eventualmente em falta. Considerando que: - Metade da área do terreno já era urbana no de 1994; - A área onde se insere o terreno fica contígua a um aglomerado urbano proposto que está ocupado por construções; - A pretensão é coerente com os princípios de ordenamento territorial definidos na proposta do ; - O terreno não está sujeito a qualquer servidão administrativa ou restrição de utilidade pública. Entende-se que poderá ser alterada a classificação e qualificação do solo atribuído a parte do terreno correspondente à área que já era urbana no anterior, de Solo rural Espaço de uso múltiplo agrícola e florestal para solo Urbano Espaço residencial. 133 P á g i n a
14 ALTERAÇÕES A INTRODUZIR NA PROPOSTA DA 1ª REVISÃO DO A pretensão do autor desta participação poderá ter acolhimento parcialmente favorável na proposta de Revisão do, permitindo que parte do terreno, correspondente à área que já era urbana no anterior, passe para Solo Urbano (espaço residencial). Alteração da (folha 86-3) desdobrada em Planta da Qualificação Funcional do Solo e Salvaguardas e Execução do Plano. Relatório da proposta do Plano. ACOLHIMENTO APÓS 134 P á g i n a
15 FICHA DE N.º 41 Nome: Paulo Barbosa Magalhães Assunto: Reapreciação da classificação de terreno classificado como espaço florestal e integração em solo urbano N.º e data de registo de entrada: 1454/2014 de SINTESE DA Solicita a reapreciação da classificação do seu terreno, classificado como espaço florestal na Revisão do e sua integração em Solo Urbano, para aí poder construir uma habitação, fundamentando com facto do terreno ser urbano no anterior. LOCALIZAÇÃO DA PRETENSÃO Lugar de Lourido. Freguesia de Arnoia. CLASSIFICAÇÃO E QUALIFICAÇÃO DO SOLO em vigor Proposta de revisão Aglomerado rural. Sem servidão administrativa e restrição de utilidade pública. Solo rural - Espaço florestal Zona de proteção das albufeiras - Zona terrestre de proteção (500m) Plantas constituintes da Proposta de Revisão do Localização da participação relativa ao extrato da qualificação funcional do solo Localização da participação relativa ao extrato da salvaguardas e execução do plano Localização da participação relativa ao extrato da - geral Localização da participação relativa ao extrato da - floresta 135 P á g i n a
16 Na revisão do, o terreno em causa foi reclassificado de solo urbano (aglomerado rural) para solo rural - Espaço Florestal. O terreno não está sujeito a qualquer servidão administrativa ou restrição de utilidade pública. De referir que, de acordo com o Decreto Regulamentar n.º11/2009, de 29 de Maio, a reclassificação do Solo Rural em Solo Urbano tem carácter excepcional, fundamentada na indispensabilidade e adequação quantitativa e qualitativa de solo para a implementação da estratégia de desenvolvimento local e, depende da comprovação da necessidade face à dinâmica demográfica, ao desenvolvimento económico e social e à indispensabilidade de qualificação urbanística, com o cumprimento dos critérios estabelecidos no artigo 6º e 7º do mesmo Decreto Regulamentar. Estes artigos definem como critérios para esta reclassificação a importância de determinada área para o modelo de organização do sistema urbano; a existência ou previsão de aglomeração de edifícios, população, atividades geradoras de fluxos significativos de população, bens e informação; a existência ou garantia de provisão de infraestruturas urbanas e de prestação de serviços associados e a garantia de acesso da população residente a equipamentos coletivos, sendo adicionalmente necessário comprovar, principalmente, a indisponibilidade/carência de área urbana para estes fins (devendo o aproveitamento das áreas urbanas prevalecer sobre o acréscimo das mesmas), a indispensabilidade da área para a estruturação do aglomerado urbano, para a compatibilização com instrumentos de gestão territorial de ordem supra-municipal. ANÁLISE Cumulativamente a estes critérios, de acordo com a diretriz do PROT-Norte relativa às condições de edificabilidade em solo Urbano, os PMOT devem estabelecer que em solo urbano, só pode ser autorizada em parcelas confinantes com vias públicas habilitantes e dotadas de redes públicas das infraestruturas básicas, não podendo o recurso a soluções técnicas individuais ser considerado como substituto, para tal fim, das redes de infraestruturas eventualmente em falta. Considerando que: - O terreno já era urbano no de 1994; - A área onde se insere o terreno fica contígua a um aglomerado urbano proposto que está ocupado por construções; - O terreno confina com uma via pública habilitante e está provido de infraestruturas básicas; - A pretensão é coerente com os princípios de ordenamento territorial definidos na proposta do ; Entende-se que poderá ser alterada a classificação e qualificação do solo atribuído a parte do terreno correspondente à área que já era urbana no anterior, de Solo rural Espaço florestal para solo Urbano Espaço de uso múltiplo agrícola e florestal. 136 P á g i n a
17 ALTERAÇÕES A INTRODUZIR NA PROPOSTA DA 1ª REVISÃO DO A pretensão do autor desta participação poderá ter acolhimento favorável na proposta de Revisão do, permitindo que o terreno, correspondente à área que já era urbana no anterior, passe para Solo Urbano (espaço residencial). Alteração da (folha 100-2) desdobrada em Planta da Qualificação Funcional do Solo e Salvaguardas e Execução do Plano. Relatório da proposta do Plano. ACOLHIMENTO APÓS 137 P á g i n a
18 FICHA DE N.º 42 Nome: Maria Virgínia Gonçalves Portilho Bourbon Assunto: Reapreciação da qualificação de terreno (solo rural) integrado em espaço florestal com predominância de espécies autóctones e integração em espaço florestal sem predominância de espécies autóctones N.º e data de registo de entrada: 1482/2014 de SINTESE DA Solicita a reapreciação da qualificação do seu terreno (solo rural). Proposta de alteração na revisão do da qualificação de espaço florestal com predominância de espécies autóctones e sua integração em espaço florestal sem predominância de espécies autóctones. LOCALIZAÇÃO DA PRETENSÃO Lugar do Corgo. Freguesia do Corgo. CLASSIFICAÇÃO E QUALIFICAÇÃO DO SOLO em vigor Proposta de revisão Aglomerado rural, área agrícola e Floresta de produção. Sem servidão administrativa e restrição de utilidade pública. Espaço Florestal e Espaço de uso múltiplo agrícola e florestal com predominância de espécies autóctones Espécies protegidas por regime legal (Povoamento de sobreiro) e parte em área florestal percorrida por incêndio (2005 e 2010) Plantas constituintes da Proposta de Revisão do Localização da participação relativa ao extrato da qualificação funcional do solo Localização da participação relativa ao extrato da salvaguardas e execução do plano Localização da participação relativa ao extrato da - geral Localização da participação relativa ao extrato da - floresta 138 P á g i n a
19 Na revisão do, parte do terreno em causa foi reclassificado de solo urbano (aglomerado rural) para solo rural - Espaço Florestal e Espaço de uso múltiplo agrícola e florestal com predominância de espécies autóctones. Outra parte do terreno em causa continua a manter a classificação de Solo Rural, havendo apenas lugar a uma alteração de categoria deste, de Área agrícola e Floresta de produção para Espaço Florestal e Espaço de uso múltiplo agrícola e florestal com predominância de espécies autóctones. ANÁLISE Considerando que: - A área onde se insere o terreno possui efetivamente um povoamento de sobreiros correspondendo a uma espécie protegida por regime legal. - A dimensão desse povoamento de sobreiros justifica que se proteja este recurso florestal; - Não estão verificados requisitos legais que fundamentam um pedido de reapreciação da classificação de solo rural pretendida; - A pretensão não é coerente com os princípios de ordenamento territorial definidos na proposta do ; Entende-se que não poderá ser alterada a qualificação do solo atribuído ao terreno pela Proposta de Revisão do de Solo rural espaço florestal com predominância de espécies autóctones para solo rural espaço florestal sem predominância de espécies autóctones ALTERAÇÕES A INTRODUZIR NA PROPOSTA DA 1ª REVISÃO DO A pretensão do autor desta participação poderá ter acolhimento desfavorável na proposta de Revisão do, mantendo-se a qualificação do solo atribuída na proposta de revisão do. Nenhuma. 139 P á g i n a
20 FICHA DE N.º 43 Nome: António Luís Pires Magalhães Assunto: Reapreciação da classificação de terreno classificado como espaço agrícola sujeito a RAN e integração em solo urbano N.º e data de registo de entrada: 1510/2014 de SINTESE DA Solicita a reapreciação da classificação do seu terreno, classificado como espaço agrícola sujeito a RAN na Revisão do e sua integração em Solo Urbano, para aí poder construir uma habitação aproveitando as ruínas de uma corte e um alpendre e fundamentando com facto do terreno ter uma boa exposição solar e estar na contiguidade de um perímetro urbano proposto. LOCALIZAÇÃO DA PRETENSÃO Rua de Bolada. Freguesia do Rego. CLASSIFICAÇÃO E QUALIFICAÇÃO DO SOLO em vigor Proposta de revisão Área agrícola Parcialmente em Reserva Agrícola Nacional Solo rural - Espaço agrícola Reserva Agrícola Nacional Plantas constituintes da Proposta de Revisão do Localização da participação relativa ao extrato da qualificação funcional do solo Localização da participação relativa ao extrato da salvaguardas e execução do plano Localização da participação relativa ao extrato da - geral Localização da participação relativa ao extrato da - floresta 140 P á g i n a
21 Na revisão do, o terreno em causa continua a manter a classificação prevista no de Espaço agrícola sujeito a Reserva Agrícola Nacional (RAN). De referir que, de acordo com o Decreto Regulamentar n.º11/2009, de 29 de Maio, a reclassificação do Solo Rural em Solo Urbano tem carácter excepcional, fundamentada na indispensabilidade e adequação quantitativa e qualitativa de solo para a implementação da estratégia de desenvolvimento local e, depende da comprovação da necessidade face à dinâmica demográfica, ao desenvolvimento económico e social e à indispensabilidade de qualificação urbanística, com o cumprimento dos critérios estabelecidos no artigo 6º e 7º do mesmo Decreto Regulamentar. Estes artigos definem como critérios para esta reclassificação a importância de determinada área para o modelo de organização do sistema urbano; a existência ou previsão de aglomeração de edifícios, população, atividades geradoras de fluxos significativos de população, bens e informação; a existência ou garantia de provisão de infraestruturas urbanas e de prestação de serviços associados e a garantia de acesso da população residente a equipamentos coletivos, sendo adicionalmente necessário comprovar, principalmente, a indisponibilidade/carência de área urbana para estes fins (devendo o aproveitamento das áreas urbanas prevalecer sobre o acréscimo das mesmas), a indispensabilidade da área para a estruturação do aglomerado urbano, para a compatibilização com instrumentos de gestão territorial de ordem supra-municipal. ANÁLISE Cumulativamente a estes critérios, de acordo com a diretriz do PROT-Norte relativa às condições de edificabilidade em solo Urbano, os PMOT devem estabelecer que em solo urbano, só pode ser autorizada em parcelas confinantes com vias públicas habilitantes e dotadas de redes públicas das infraestruturas básicas, não podendo o recurso a soluções técnicas individuais ser considerado como substituto, para tal fim, das redes de infraestruturas eventualmente em falta. Relativamente à elaboração da proposta de reclassificação do solo da revisão do, foi tido em consideração o processo de delimitação da Reserva Agrícola Nacional (RAN). Esta participação incide sobre a parcela integrada na RAN. A área situa-se na continuidade de um polígono de espaço de baixa densidade, próximo de uma área consolidada. A pretensão é coerente com os princípios de ordenamento territorial definidos na proposta do. Este caso foi analisado e validado tecnicamente junto da tutela tendo sido aceite parcialmente, de acordo com a reconfiguração do polígono em causa. Consequentemente, esta proposta foi aprovada parcialmente pela DRAPN. Considerando que: - A área onde se insere o terreno fica contígua a um aglomerado urbano proposto que está ocupado por construções; - O terreno confina com uma via pública habilitante e está provido de infraestruturas básicas; - Se pretende o aumento da área afeta a solo urbano, dado ser insuficiente a área do terreno inserida no perímetro urbano definido para a implantação da construção; 141 P á g i n a
22 - Se está a falar de um acerto de área, e que tal alteração não tem implicações negativas ou acarreta restrições a terceiros e tendo em conta ainda que, não sendo um imperativo, se deverá ter ao máximo consideração ao cadastro na definição das categorias de espaço, pelo que não se vê inconveniente na alteração solicitada; - A pretensão é coerente com os princípios de ordenamento territorial definidos na proposta do ; - Foi entendimento da Direção Regional de Agricultura do Norte que estão verificados os requisitos legais que fundamentam um pedido de exclusão da área da RAN, pelo que foi emitido parecer parcialmente favorável à proposta de exclusão da RAN, com vista à inclusão de parte do terreno em causa em solo urbano, de acordo com a nova configuração do polígono em causa. Entende-se que poderá ser alterada a classificação e qualificação do solo atribuído a uma parte de terreno (parcialmente aceite na parte onde teve parecer favorável da DRAPN) pela Proposta de Revisão do de Solo Rural Espaço agrícola para solo Urbano Espaço urbano de baixa densidade. ALTERAÇÕES A INTRODUZIR NA PROPOSTA DA 1ª REVISÃO DO Face ao referido, considera-se que estão reunidas as condições para a reclassificação do terreno em causa, pelo que a pretensão do autor desta participação poderá ter acolhimento parcialmente favorável na proposta de Revisão do, permitindo que na parte onde obteve parecer favorável da DRAPN, passe para Solo Urbano (espaço urbano de baixa densidade.). Alteração da (folha 100-1) desdobrada em Planta da Qualificação Funcional do Solo e Salvaguardas e Execução do Plano. Alteração da - Geral (folha 100-1) Alteração da Planta da RAN Final (folha 100-1) Alteração da Planta da Estrutura Ecológica Municipal (folha 100-1) Relatório da proposta do Plano. ACOLHIMENTO APÓS 142 P á g i n a
23 FICHA DE N.º 44 Nome: Albano Fernando Pires de Abreu Assunto: Reapreciação da classificação de terreno classificado como espaço de uso múltiplo agrícola e florestal e integração em solo urbano N.º e data de registo de entrada: 1511/2014 de SINTESE DA Solicita a reapreciação da classificação do seu terreno, classificado como espaço de uso múltiplo agrícola e florestal na Revisão do e sua integração em Solo Urbano, para aí poder construir uma habitação fundamentando com facto do restante prédio não reunir condições para construir. LOCALIZAÇÃO DA PRETENSÃO Rua da Tomada. Freguesia do Rego. CLASSIFICAÇÃO E QUALIFICAÇÃO DO SOLO em vigor Proposta de revisão Área agrícola Sem servidão administrativa e restrição de utilidade pública. Solo rural - Espaço de uso múltiplo agrícola e florestal Sem servidão administrativa e restrição de utilidade pública. Plantas constituintes da Proposta de Revisão do Localização da participação relativa ao extrato da qualificação funcional do solo Localização da participação relativa ao extrato da salvaguardas e execução do plano Localização da participação relativa ao extrato da - geral Localização da participação relativa ao extrato da - floresta 143 P á g i n a
24 Na revisão do, o terreno em causa continua a manter a classificação de Solo Rural, havendo apenas lugar a uma alteração de categoria deste, de Área agrícola para Espaço de uso múltiplo agrícola e florestal. De referir que, de acordo com o Decreto Regulamentar n.º11/2009, de 29 de Maio, a reclassificação do Solo Rural em Solo Urbano tem carácter excepcional, fundamentada na indispensabilidade e adequação quantitativa e qualitativa de solo para a implementação da estratégia de desenvolvimento local e, depende da comprovação da necessidade face à dinâmica demográfica, ao desenvolvimento económico e social e à indispensabilidade de qualificação urbanística, com o cumprimento dos critérios estabelecidos no artigo 6º e 7º do mesmo Decreto Regulamentar. Estes artigos definem como critérios para esta reclassificação a importância de determinada área para o modelo de organização do sistema urbano; a existência ou previsão de aglomeração de edifícios, população, atividades geradoras de fluxos significativos de população, bens e informação; a existência ou garantia de provisão de infraestruturas urbanas e de prestação de serviços associados e a garantia de acesso da população residente a equipamentos coletivos, sendo adicionalmente necessário comprovar, principalmente, a indisponibilidade/carência de área urbana para estes fins (devendo o aproveitamento das áreas urbanas prevalecer sobre o acréscimo das mesmas), a indispensabilidade da área para a estruturação do aglomerado urbano, para a compatibilização com instrumentos de gestão territorial de ordem supra-municipal. ANÁLISE Cumulativamente a estes critérios, de acordo com a diretriz do PROT-Norte relativa às condições de edificabilidade em solo Urbano, os PMOT devem estabelecer que em solo urbano, só pode ser autorizada em parcelas confinantes com vias públicas habilitantes e dotadas de redes públicas das infraestruturas básicas, não podendo o recurso a soluções técnicas individuais ser considerado como substituto, para tal fim, das redes de infraestruturas eventualmente em falta. Considerando que: - A área onde se insere o terreno fica contígua a um aglomerado urbano proposto que está ocupado por construções; - O terreno confina com uma via pública habilitante e está provido de infraestruturas básicas; - Se pretende o aumento da área afeta a solo urbano, dado ser insuficiente a área do terreno inserida no perímetro urbano definido para a implantação da construção; - Se está a falar de um acerto de área, e que tal alteração não tem implicações negativas ou acarreta restrições a terceiros e tendo em conta ainda que, não sendo um imperativo, se deverá ter ao máximo consideração ao cadastro na definição das categorias de espaço, pelo que não se vê inconveniente na alteração solicitada; - A pretensão é coerente com os princípios de ordenamento territorial definidos na proposta do ; - O terreno não está sujeito a qualquer servidão administrativa ou restrição de utilidade pública. 144 P á g i n a
25 Entende-se que poderá ser alterada a classificação e qualificação do solo atribuído ao terreno pela Proposta de Revisão do de Solo rural Espaço de uso múltiplo agrícola e florestal para solo Urbano Espaço urbano de baixa densidade. ALTERAÇÕES A INTRODUZIR NA PROPOSTA DA 1ª REVISÃO DO Face ao referido, considera-se que estão reunidas as condições para a reclassificação do terreno em causa, pelo que a pretensão do autor desta participação poderá ter acolhimento favorável na proposta de Revisão do. Alteração da (folha 86-3) desdobrada em Planta da Qualificação Funcional do Solo e Salvaguardas e Execução do Plano. Relatório da proposta do Plano. ACOLHIMENTO APÓS 145 P á g i n a
26 FICHA DE N.º 45 Nome: José Maria Freitas Novais Assunto: Reapreciação da classificação de terreno classificado como espaço de uso múltiplo agrícola e florestal e integração em solo urbano N.º e data de registo de entrada: 1512/2014 de SINTESE DA Solicita a reapreciação da classificação do seu terreno, classificado como espaço de uso múltiplo agrícola e florestal na Revisão do e sua integração em Solo Urbano, para aí poder construir uma habitação fundamentando com facto do terreno estar contíguo a um perímetro urbano proposto. LOCALIZAÇÃO DA PRETENSÃO Lugar de Torres. Freguesia de Ribas. CLASSIFICAÇÃO E QUALIFICAÇÃO DO SOLO em vigor Proposta de revisão Área agrícola. Sem servidão administrativa e restrição de utilidade pública. Solo rural - Espaço de uso múltiplo agrícola e florestal Sem servidão administrativa e restrição de utilidade pública. Plantas constituintes da Proposta de Revisão do Localização da participação relativa ao extrato da qualificação funcional do solo Localização da participação relativa ao extrato da salvaguardas e execução do plano Localização da participação relativa ao extrato da Localização da participação relativa ao extrato da 146 P á g i n a
27 - geral - floresta Na revisão do, o terreno em causa continua a manter a classificação de Solo Rural, havendo apenas lugar a uma alteração de categoria deste, de Área agrícola para Espaço de uso múltiplo agrícola e florestal. De referir que, de acordo com o Decreto Regulamentar n.º11/2009, de 29 de Maio, a reclassificação do Solo Rural em Solo Urbano tem carácter excepcional, fundamentada na indispensabilidade e adequação quantitativa e qualitativa de solo para a implementação da estratégia de desenvolvimento local e, depende da comprovação da necessidade face à dinâmica demográfica, ao desenvolvimento económico e social e à indispensabilidade de qualificação urbanística, com o cumprimento dos critérios estabelecidos no artigo 6º e 7º do mesmo Decreto Regulamentar. Estes artigos definem como critérios para esta reclassificação a importância de determinada área para o modelo de organização do sistema urbano; a existência ou previsão de aglomeração de edifícios, população, atividades geradoras de fluxos significativos de população, bens e informação; a existência ou garantia de provisão de infraestruturas urbanas e de prestação de serviços associados e a garantia de acesso da população residente a equipamentos coletivos, sendo adicionalmente necessário comprovar, principalmente, a indisponibilidade/carência de área urbana para estes fins (devendo o aproveitamento das áreas urbanas prevalecer sobre o acréscimo das mesmas), a indispensabilidade da área para a estruturação do aglomerado urbano, para a compatibilização com instrumentos de gestão territorial de ordem supra-municipal. ANÁLISE Cumulativamente a estes critérios, de acordo com a diretriz do PROT-Norte relativa às condições de edificabilidade em solo Urbano, os PMOT devem estabelecer que em solo urbano, só pode ser autorizada em parcelas confinantes com vias públicas habilitantes e dotadas de redes públicas das infraestruturas básicas, não podendo o recurso a soluções técnicas individuais ser considerado como substituto, para tal fim, das redes de infraestruturas eventualmente em falta. Considerando que: - A área onde se insere o terreno fica contígua a um aglomerado urbano proposto que está ocupado por construções; - O terreno confina com uma via pública habilitante e está provido de infraestruturas básicas; - A pretensão é coerente com os princípios de ordenamento territorial definidos na proposta do ; - O terreno não está sujeito a qualquer servidão administrativa ou restrição de utilidade pública. Entende-se que poderá ser alterada a classificação e qualificação do solo atribuído ao terreno pela Proposta de Revisão do de Solo rural Espaço de uso múltiplo agrícola e florestal para solo Urbano Espaço urbano de baixa densidade. 147 P á g i n a
28 ALTERAÇÕES A INTRODUZIR NA PROPOSTA DA 1ª REVISÃO DO Face ao referido, considera-se que estão reunidas as condições para a reclassificação do terreno em causa, pelo que a pretensão do autor desta participação poderá ter acolhimento favorável na proposta de Revisão do. Alteração da (folha 86-2) desdobrada em Planta da Qualificação Funcional do Solo e Salvaguardas e Execução do Plano. Relatório da proposta do Plano. ACOLHIMENTO APÓS 148 P á g i n a
29 FICHA DE N.º 46 Nome: António José de Freitas Novais Assunto: Reapreciação da classificação de terreno classificado como espaço de uso múltiplo agrícola e florestal e integração em solo urbano N.º e data de registo de entrada: 1513/2014 de SINTESE DA Solicita a reapreciação da classificação do seu terreno, classificado como espaço de uso múltiplo agrícola e florestal na Revisão do e sua integração em Solo Urbano, para aí poder construir uma habitação fundamentando com facto do terreno estar contíguo a um perímetro urbano proposto. LOCALIZAÇÃO DA PRETENSÃO Lugar de Torres. Freguesia de Ribas. CLASSIFICAÇÃO E QUALIFICAÇÃO DO SOLO em vigor Proposta de revisão Área agrícola. Sem servidão administrativa e restrição de utilidade pública. Solo rural - Espaço de uso múltiplo agrícola e florestal Sem servidão administrativa e restrição de utilidade pública. Plantas constituintes da Proposta de Revisão do Localização da participação relativa ao extrato da qualificação funcional do solo Localização da participação relativa ao extrato da salvaguardas e execução do plano Localização da participação relativa ao extrato da - geral Localização da participação relativa ao extrato da - floresta 149 P á g i n a
30 Na revisão do, o terreno em causa continua a manter a classificação de Solo Rural, havendo apenas lugar a uma alteração de categoria deste, de Área agrícola para Espaço de uso múltiplo agrícola e florestal. De referir que, de acordo com o Decreto Regulamentar n.º11/2009, de 29 de Maio, a reclassificação do Solo Rural em Solo Urbano tem carácter excepcional, fundamentada na indispensabilidade e adequação quantitativa e qualitativa de solo para a implementação da estratégia de desenvolvimento local e, depende da comprovação da necessidade face à dinâmica demográfica, ao desenvolvimento económico e social e à indispensabilidade de qualificação urbanística, com o cumprimento dos critérios estabelecidos no artigo 6º e 7º do mesmo Decreto Regulamentar. Estes artigos definem como critérios para esta reclassificação a importância de determinada área para o modelo de organização do sistema urbano; a existência ou previsão de aglomeração de edifícios, população, atividades geradoras de fluxos significativos de população, bens e informação; a existência ou garantia de provisão de infraestruturas urbanas e de prestação de serviços associados e a garantia de acesso da população residente a equipamentos coletivos, sendo adicionalmente necessário comprovar, principalmente, a indisponibilidade/carência de área urbana para estes fins (devendo o aproveitamento das áreas urbanas prevalecer sobre o acréscimo das mesmas), a indispensabilidade da área para a estruturação do aglomerado urbano, para a compatibilização com instrumentos de gestão territorial de ordem supra-municipal. ANÁLISE Cumulativamente a estes critérios, de acordo com a diretriz do PROT-Norte relativa às condições de edificabilidade em solo Urbano, os PMOT devem estabelecer que em solo urbano, só pode ser autorizada em parcelas confinantes com vias públicas habilitantes e dotadas de redes públicas das infraestruturas básicas, não podendo o recurso a soluções técnicas individuais ser considerado como substituto, para tal fim, das redes de infraestruturas eventualmente em falta. Considerando que: - A área onde se insere o terreno fica contígua a um aglomerado urbano proposto que está ocupado por construções; - O terreno confina com uma via pública habilitante e está provido de infraestruturas básicas; - A pretensão é coerente com os princípios de ordenamento territorial definidos na proposta do ; - O terreno não está sujeito a qualquer servidão administrativa ou restrição de utilidade pública. Entende-se que poderá ser alterada a classificação e qualificação do solo atribuído ao terreno pela Proposta de Revisão do de Solo rural Espaço de uso múltiplo agrícola e florestal para solo Urbano Espaço urbano de baixa densidade. 150 P á g i n a
31 ALTERAÇÕES A INTRODUZIR NA PROPOSTA DA 1ª REVISÃO DO Face ao referido, considera-se que estão reunidas as condições para a reclassificação do terreno em causa, pelo que a pretensão do autor desta participação poderá ter acolhimento favorável na proposta de Revisão do. Alteração da (folha 86-2) desdobrada em Planta da Qualificação Funcional do Solo e Salvaguardas e Execução do Plano. Relatório da proposta do Plano. ACOLHIMENTO APÓS 151 P á g i n a
32 FICHA DE N.º 47 Nome: Manuel António Vaz de Sousa Machado Assunto: Reapreciação da classificação de terreno classificado como espaço agrícola sujeito a RAN e integração em solo urbano N.º e data de registo de entrada: 1514/2014 de SINTESE DA Solicita a reapreciação da classificação do seu terreno, classificado como espaço agrícola sujeito a RAN na Revisão do e sua integração em Solo Urbano, para aí poder construir duas habitações (parcela separada pela via) fundamentando com facto do terreno confinar com um perímetro urbano proposto e com o facto de o terreno nunca ter tido uso agrícola. LOCALIZAÇÃO DA PRETENSÃO Rua da Ribeira. Freguesia de Vale de Bouro. CLASSIFICAÇÃO E QUALIFICAÇÃO DO SOLO em vigor Proposta de revisão Área agrícola Reserva Agrícola Nacional Solo rural - Espaço agrícola Reserva Agrícola Nacional Plantas constituintes da Proposta de Revisão do Localização da participação relativa ao extrato da qualificação funcional do solo Localização da participação relativa ao extrato da salvaguardas e execução do plano Localização da participação relativa ao extrato da - geral Localização da participação relativa ao extrato da - floresta 152 P á g i n a
33 Na revisão do, o terreno em causa continua a manter a classificação prevista no de Espaço agrícola sujeito a Reserva Agrícola Nacional (RAN). ANÁLISE É de referir que, de acordo com o Decreto Regulamentar n.º11/2009, de 29 de Maio, a reclassificação do Solo Rural em Solo Urbano tem carácter excepcional, fundamentada na indispensabilidade e adequação quantitativa e qualitativa de solo para a implementação da estratégia de desenvolvimento local e, depende da comprovação da necessidade face à dinâmica demográfica, ao desenvolvimento económico e social e à indispensabilidade de qualificação urbanística, com o cumprimento dos critérios estabelecidos no artigo 6º e 7º do mesmo Decreto Regulamentar. Estes artigos definem como critérios para esta reclassificação a importância de determinada área para o modelo de organização do sistema urbano; a existência ou previsão de aglomeração de edifícios, população, atividades geradoras de fluxos significativos de população, bens e informação; a existência ou garantia de provisão de infraestruturas urbanas e de prestação de serviços associados e a garantia de acesso da população residente a equipamentos coletivos, sendo adicionalmente necessário comprovar, principalmente, a indisponibilidade/carência de área urbana para estes fins (devendo o aproveitamento das áreas urbanas prevalecer sobre o acréscimo das mesmas), a indispensabilidade da área para a estruturação do aglomerado urbano, para a compatibilização com instrumentos de gestão territorial de ordem supra-municipal. Cumulativamente a estes critérios, de acordo com a diretriz do PROT-Norte relativa às condições de edificabilidade em solo Urbano, os PMOT devem estabelecer que em solo urbano, só pode ser autorizada em parcelas confinantes com vias públicas habilitantes e dotadas de redes públicas das infraestruturas básicas, não podendo o recurso a soluções técnicas individuais ser considerado como substituto, para tal fim, das redes de infraestruturas eventualmente em falta. Relativamente à elaboração da proposta de reclassificação do solo da revisão do, foi tido em consideração o processo de delimitação da Reserva Agrícola Nacional (RAN). Esta participação incide sobre a parcela integrada na RAN. A área situa-se no prolongamento de um espaço urbano de baixa densidade, na extrema do polígono da RAN e numa zona de transição para espaço de uso múltiplo agrícola e florestal. O solo não tem uso agrícola. A pretensão é coerente com os princípios de ordenamento territorial definidos na proposta do. Este caso foi analisado e validado tecnicamente junto da tutela tendo sido aceite conforme apresentado. Consequentemente, esta proposta foi aprovada pela DRAPN. Considerando que: - A área onde se insere o terreno fica contígua a um aglomerado urbano proposto que está parcialmente ocupado por construções; - O terreno confina com uma via pública habilitante e está provido de infraestruturas básicas; - A pretensão é coerente com os princípios de ordenamento territorial definidos na proposta do ; 153 P á g i n a
34 - Foi entendimento da Direção Regional de Agricultura do Norte que estão verificados os requisitos legais que fundamentam um pedido de exclusão da área da RAN, pelo que foi emitido parecer favorável à proposta de exclusão da RAN, com vista à inclusão do terreno em causa em solo urbano. Entende-se que poderá ser alterada a classificação e qualificação do solo atribuído ao terreno pela Proposta de Revisão do, de Solo rural Espaço Agrícola sujeito a RAN para solo Urbano Espaço urbano de baixa densidade. ALTERAÇÕES A INTRODUZIR NA PROPOSTA DA 1ª REVISÃO DO Face ao referido, considera-se que estão reunidas as condições para a reclassificação do terreno em causa, pelo que a pretensão do autor desta participação poderá ter acolhimento favorável na proposta de Revisão do. Alteração da (folha 86-2) desdobrada em Planta da Qualificação Funcional do Solo e Salvaguardas e Execução do Plano. Alteração da - Geral (folha 86-2) Alteração da Planta da RAN Final (folha 86-2) Alteração da Planta da Estrutura Ecológica Municipal (folha 86-2) Relatório da proposta do Plano. ACOLHIMENTO APÓS 154 P á g i n a
35 FICHA DE N.º 48 Nome: Olga Manuela Coelho Teixeira Gonçalves Assunto: Reapreciação da classificação de terreno classificado como espaço de uso múltiplo agrícola e florestal e integração em solo urbano N.º e data de registo de entrada: 1515/2014 de SINTESE DA Solicita a reapreciação da classificação do seu terreno, classificado como espaço de uso múltiplo agrícola e florestal na Revisão do e sua integração em Solo Urbano, para aí poder construir uma habitação fundamentando com facto do terreno confinar com um perímetro urbano proposto. LOCALIZAÇÃO DA PRETENSÃO Rua de S. João. Freguesia de Arnoia. CLASSIFICAÇÃO E QUALIFICAÇÃO DO SOLO em vigor Proposta de revisão Floresta de produção Sem servidão administrativa e restrição de utilidade pública. Solo rural - Espaço de uso múltiplo agrícola e florestal Sem servidão administrativa e restrição de utilidade pública. Plantas constituintes da Proposta de Revisão do Localização da participação relativa ao extrato da qualificação funcional do solo Localização da participação relativa ao extrato da salvaguardas e execução do plano Localização da participação relativa ao extrato da - geral Localização da participação relativa ao extrato da - floresta 155 P á g i n a
36 Na revisão do, o terreno em causa continua a manter a classificação de Solo Rural, havendo apenas lugar a uma alteração de categoria deste, de Floresta de produção para Espaço de uso múltiplo agrícola e florestal. O terreno não está sujeito a qualquer servidão administrativa ou restrição de utilidade pública. De referir que, de acordo com o Decreto Regulamentar n.º11/2009, de 29 de Maio, a reclassificação do Solo Rural em Solo Urbano tem carácter excepcional, fundamentada na indispensabilidade e adequação quantitativa e qualitativa de solo para a implementação da estratégia de desenvolvimento local e, depende da comprovação da necessidade face à dinâmica demográfica, ao desenvolvimento económico e social e à indispensabilidade de qualificação urbanística, com o cumprimento dos critérios estabelecidos no artigo 6º e 7º do mesmo Decreto Regulamentar. Estes artigos definem como critérios para esta reclassificação a importância de determinada área para o modelo de organização do sistema urbano; a existência ou previsão de aglomeração de edifícios, população, atividades geradoras de fluxos significativos de população, bens e informação; a existência ou garantia de provisão de infraestruturas urbanas e de prestação de serviços associados e a garantia de acesso da população residente a equipamentos coletivos, sendo adicionalmente necessário comprovar, principalmente, a indisponibilidade/carência de área urbana para estes fins (devendo o aproveitamento das áreas urbanas prevalecer sobre o acréscimo das mesmas), a indispensabilidade da área para a estruturação do aglomerado urbano, para a compatibilização com instrumentos de gestão territorial de ordem supra-municipal. ANÁLISE Cumulativamente a estes critérios, de acordo com a diretriz do PROT-Norte relativa às condições de edificabilidade em solo Urbano, os PMOT devem estabelecer que em solo urbano, só pode ser autorizada em parcelas confinantes com vias públicas habilitantes e dotadas de redes públicas das infraestruturas básicas, não podendo o recurso a soluções técnicas individuais ser considerado como substituto, para tal fim, das redes de infraestruturas eventualmente em falta. Considerando que: - A área onde se insere o terreno fica contígua a um aglomerado urbano proposto que está ocupado por construções; - O terreno confina com uma via pública habilitante e está provido de infraestruturas básicas; - A pretensão é coerente com os princípios de ordenamento territorial definidos na proposta do ; - O terreno não está sujeito a qualquer servidão administrativa ou restrição de utilidade pública. Entende-se que poderá ser alterada a classificação e qualificação do solo atribuído ao terreno pela Proposta de Revisão do de Solo rural Espaço de uso múltiplo agrícola e florestal para solo Urbano Espaço urbano de baixa densidade. 156 P á g i n a
37 ALTERAÇÕES A INTRODUZIR NA PROPOSTA DA 1ª REVISÃO DO Face ao referido, considera-se que estão reunidas as condições para a reclassificação do terreno em causa, pelo que a pretensão do autor desta participação poderá ter acolhimento favorável na proposta de Revisão do. Alteração da (folha 100-2) desdobrada em Planta da Qualificação Funcional do Solo e Salvaguardas e Execução do Plano. Relatório da proposta do Plano. ACOLHIMENTO APÓS 157 P á g i n a
38 FICHA DE N.º 49 Nome: Manuel Teixeira Marinho Assunto: Reapreciação da classificação de terreno classificado como solo urbano e integração em solo rural - espaço agrícola. N.º e data de registo de entrada: 1564/2014 de SINTESE DA Solicita a reapreciação da classificação do seu terreno, classificado como solo urbano na Revisão do e sua integração em Solo rural, fundamentando com facto do terreno atualmente ter um uso agrícola tendo sido instalada recentemente uma vinha. LOCALIZAÇÃO DA PRETENSÃO Rua Penedo da Velha. Freguesia de Canedo de Basto. CLASSIFICAÇÃO E QUALIFICAÇÃO DO SOLO em vigor Proposta de revisão Área agrícola Reserva Agrícola Nacional Solo urbano espaço urbano de baixa densidade Sem servidão administrativa e restrição de utilidade pública. Plantas constituintes da Proposta de Revisão do Localização da participação relativa ao extrato da qualificação funcional do solo Localização da participação relativa ao extrato da salvaguardas e execução do plano Localização da participação relativa ao extrato da - geral Localização da participação relativa ao extrato da - floresta 158 P á g i n a
39 Na revisão do, o terreno em causa foi reclassificado de solo Rural (Área agrícola) para solo Urbano - Espaço urbano de baixa densidade. O terreno não está sujeito a qualquer servidão administrativa ou restrição de utilidade pública. De referir que, de acordo com o Decreto Regulamentar n.º11/2009, de 29 de Maio, a reclassificação do Solo Urbano em Solo Rural concretiza-se através de procedimentos de alteração ou de revisão do plano municipal de ordenamento do território com o cumprimento dos critérios estabelecidos no artigo 5º do mesmo Decreto Regulamentar. Este artigo define como critérios (para esta reclassificação em que importa proteger o solo como recurso natural escasso e não renovável, salvaguardando as áreas afetas a usos agrícolas e florestais, à exploração de recursos geológicos ou à conservação da natureza e da biodiversidade): a reconhecida aptidão para aproveitamento agrícola, pecuário e florestal ou de recursos geológicos; a ocorrência de recursos e valores naturais, ambientais, culturais ou paisagísticos, designados e salvaguardados ao abrigo dos planos regionais ou dos planos especiais de ordenamento do território; ocorrência de riscos naturais ou tecnológicos e de outros fatores de perturbação ambiental, de segurança ou de saúde públicas; compreendendo outros critérios estabelecidos no artigo 5º. A reclassificação de solo urbano como solo rural ocorre, entre outras situações, quando da atualização das previsões de evolução demográfica, económica e social do município e da avaliação do em vigor se conclua que a área urbanizável prevista no plano é excessiva. ANÁLISE Considerando que: - O terreno possui efetivamente um uso agrícola, tendo sido instalada recentemente uma vinha; - O terreno já era Rural no de 1994, integrado Espaço agrícola sujeito a RAN; - A pretensão é coerente com os princípios de ordenamento territorial definidos na proposta do ; Entende-se que poderá ser alterada a classificação e qualificação do solo atribuído ao terreno pela Proposta de Revisão do de Solo urbano Espaço urbano de baixa densidade para solo Rural Espaço agrícola não sujeito a RAN. ALTERAÇÕES A INTRODUZIR NA PROPOSTA DA 1ª REVISÃO DO Face ao referido, considera-se que estão reunidas as condições para a reclassificação do terreno em causa, pelo que a pretensão do autor desta participação poderá ter acolhimento favorável na proposta de Revisão do. Alteração da (folha 86-2) desdobrada em Planta da Qualificação Funcional do Solo e Salvaguardas e Execução do Plano. Relatório da proposta do Plano. 159 P á g i n a
40 ACOLHIMENTO APÓS 160 P á g i n a
41 FICHA DE N.º 50 Nome: José Joaquim Teixeira Marinho Assunto: Reapreciação da classificação de terreno classificado como espaço agrícola sujeito a RAN e integração em solo urbano N.º e data de registo de entrada: 1566/2014 de SINTESE DA Solicita a reapreciação da classificação do seu terreno, classificado como espaço agrícola sujeito a RAN na Revisão do e sua integração em Solo Urbano, para aí poder construir uma habitação fundamentando com facto do terreno confinar com um perímetro urbano proposto e com o facto de o terreno não possuir aptidão agrícola satisfatória tendo em conta a pequena dimensão das parcelas. LOCALIZAÇÃO DA PRETENSÃO Lugar da Igreja. Freguesia de Borba da Montanha. CLASSIFICAÇÃO E QUALIFICAÇÃO DO SOLO em vigor Proposta de revisão Área agrícola de proteção paisagística Reserva Agrícola Nacional Solo rural - Espaço agrícola Reserva Agrícola Nacional Plantas constituintes da Proposta de Revisão do Localização da participação relativa ao extrato da qualificação funcional do solo Localização da participação relativa ao extrato da salvaguardas e execução do plano Localização da participação relativa ao extrato da - geral Localização da participação relativa ao extrato da - floresta 161 P á g i n a
42 Na revisão do, o terreno em causa continua a manter a classificação de Solo Rural, havendo apenas lugar a uma alteração de categoria deste, de Área agrícola de proteção paisagística para Espaço agrícola sujeito a Reserva Agrícola Nacional (RAN). De referir que, de acordo com o Decreto Regulamentar n.º11/2009, de 29 de Maio, a reclassificação do Solo Rural em Solo Urbano tem carácter excepcional, fundamentada na indispensabilidade e adequação quantitativa e qualitativa de solo para a implementação da estratégia de desenvolvimento local e, depende da comprovação da necessidade face à dinâmica demográfica, ao desenvolvimento económico e social e à indispensabilidade de qualificação urbanística, com o cumprimento dos critérios estabelecidos no artigo 6º e 7º do mesmo Decreto Regulamentar. Estes artigos definem como critérios para esta reclassificação a importância de determinada área para o modelo de organização do sistema urbano; a existência ou previsão de aglomeração de edifícios, população, atividades geradoras de fluxos significativos de população, bens e informação; a existência ou garantia de provisão de infraestruturas urbanas e de prestação de serviços associados e a garantia de acesso da população residente a equipamentos coletivos, sendo adicionalmente necessário comprovar, principalmente, a indisponibilidade/carência de área urbana para estes fins (devendo o aproveitamento das áreas urbanas prevalecer sobre o acréscimo das mesmas), a indispensabilidade da área para a estruturação do aglomerado urbano, para a compatibilização com instrumentos de gestão territorial de ordem supra-municipal. ANÁLISE Cumulativamente a estes critérios, de acordo com a diretriz do PROT-Norte relativa às condições de edificabilidade em solo Urbano, os PMOT devem estabelecer que em solo urbano, só pode ser autorizada em parcelas confinantes com vias públicas habilitantes e dotadas de redes públicas das infraestruturas básicas, não podendo o recurso a soluções técnicas individuais ser considerado como substituto, para tal fim, das redes de infraestruturas eventualmente em falta. Relativamente à elaboração da proposta de reclassificação do solo da revisão do, foi tido em consideração o processo de delimitação da Reserva Agrícola Nacional (RAN). Esta participação incide sobre a parcela integrada na RAN. A área é confinante com espaço residencial e situa-se na proximidade do centro da freguesia. A pretensão é coerente com os princípios de ordenamento territorial definidos na proposta do. Este caso foi analisado e validado tecnicamente junto da tutela tendo sido aceite parcialmente, de acordo com a reconfiguração do polígono em causa. Consequentemente, esta proposta foi aprovada parcialmente pela DRAPN. Considerando que: - A área onde se insere o terreno fica contígua a um aglomerado urbano proposto que está ocupado por construções; - O terreno confina com uma via pública habilitante e está provido de infraestruturas básicas; - A pretensão é coerente com os princípios de ordenamento territorial definidos na proposta do ; 162 P á g i n a
43 - Foi entendimento da Direção Regional de Agricultura do Norte que estão verificados os requisitos legais que fundamentam um pedido de exclusão da área da RAN, pelo que foi emitido parecer parcialmente favorável à proposta de exclusão da RAN, com vista à inclusão de parte do terreno em causa (compreendido entre o limite da via habilitante e a linha paralela a essa, à distância de 30m) com vista a integrar solo urbano de acordo com a nova configuração do polígono em causa. Entende-se que poderá ser alterada a classificação e qualificação do solo atribuído a uma parte de terreno (parcialmente aceite na parte onde teve parecer favorável da DRAPN) pela Proposta de Revisão do de Solo rural Espaço agrícola para solo Urbano Espaço residencial. Face ao referido, considera-se que estão reunidas as condições para a reclassificação do terreno em causa, pelo que a pretensão do autor desta participação poderá ter acolhimento parcialmente favorável na proposta de Revisão do, permitindo que na parte onde obteve parecer favorável da DRAPN, compreendido entre o limite da via habilitante e a linha paralela a essa, à distância de 30m, passe para Solo Urbano (espaço residencial) ALTERAÇÕES A INTRODUZIR NA PROPOSTA DA 1ª REVISÃO DO Alteração da (folha 86-3) desdobrada em Planta da Qualificação Funcional do Solo e Salvaguardas e Execução do Plano. Alteração da - Geral (folha 86-3) Alteração da Planta da RAN Final (folha 86-3) Alteração da Planta da Estrutura Ecológica Municipal (folha 86-3) Relatório da proposta do Plano. ACOLHIMENTO APÓS 163 P á g i n a
44 FICHA DE N.º 51 Nome: Avelino César de Araújo Lopes Machado Assunto: Reapreciação da classificação de terreno classificado como espaço de uso múltiplo agrícola e florestal e integração em solo urbano N.º e data de registo de entrada: 1567/2014 de SINTESE DA Solicita a reapreciação da classificação do seu terreno, classificado como espaço de uso múltiplo agrícola e florestal na Revisão do e sua integração em Solo Urbano, para aí poder construir uma habitação unifamiliar fundamentando com facto do terreno confinar com um perímetro urbano proposto e parte do artigo estar parcialmente proposto como solo urbano, mas apenas numa faixa de 15 metros. LOCALIZAÇÃO DA PRETENSÃO Lugar da taipa. Freguesia de Arnoia. CLASSIFICAÇÃO E QUALIFICAÇÃO DO SOLO em vigor Proposta de revisão Área agrícola Sem servidão administrativa e restrição de utilidade pública. Solo rural - Espaço de uso múltiplo agrícola e florestal Sem servidão administrativa e restrição de utilidade pública. Plantas constituintes da Proposta de Revisão do Localização da participação relativa ao extrato da qualificação funcional do solo Localização da participação relativa ao extrato da salvaguardas e execução do plano Localização da participação relativa ao extrato da - geral Localização da participação relativa ao extrato da - floresta 164 P á g i n a
45 Na revisão do, o terreno em causa continua a manter a classificação de Solo Rural, havendo apenas lugar a uma alteração de categoria deste, de Área agrícola para Espaço de uso múltiplo agrícola e florestal. O terreno não está sujeito a qualquer servidão administrativa ou restrição de utilidade pública. De referir que, de acordo com o Decreto Regulamentar n.º11/2009, de 29 de Maio, a reclassificação do Solo Rural em Solo Urbano tem carácter excepcional, fundamentada na indispensabilidade e adequação quantitativa e qualitativa de solo para a implementação da estratégia de desenvolvimento local e, depende da comprovação da necessidade face à dinâmica demográfica, ao desenvolvimento económico e social e à indispensabilidade de qualificação urbanística, com o cumprimento dos critérios estabelecidos no artigo 6º e 7º do mesmo Decreto Regulamentar. Estes artigos definem como critérios para esta reclassificação a importância de determinada área para o modelo de organização do sistema urbano; a existência ou previsão de aglomeração de edifícios, população, atividades geradoras de fluxos significativos de população, bens e informação; a existência ou garantia de provisão de infraestruturas urbanas e de prestação de serviços associados e a garantia de acesso da população residente a equipamentos coletivos, sendo adicionalmente necessário comprovar, principalmente, a indisponibilidade/carência de área urbana para estes fins (devendo o aproveitamento das áreas urbanas prevalecer sobre o acréscimo das mesmas), a indispensabilidade da área para a estruturação do aglomerado urbano, para a compatibilização com instrumentos de gestão territorial de ordem supra-municipal. ANÁLISE Cumulativamente a estes critérios, de acordo com a diretriz do PROT-Norte relativa às condições de edificabilidade em solo Urbano, os PMOT devem estabelecer que em solo urbano, só pode ser autorizada em parcelas confinantes com vias públicas habilitantes e dotadas de redes públicas das infraestruturas básicas, não podendo o recurso a soluções técnicas individuais ser considerado como substituto, para tal fim, das redes de infraestruturas eventualmente em falta. Considerando que: - A área onde se insere o terreno fica contígua a um aglomerado urbano proposto que está ocupado por construções; - O terreno confina com uma via pública habilitante e está provido de infraestruturas básicas; - Se pretende o aumento da área afeta a solo urbano, dado ser insuficiente a área do terreno inserida no perímetro urbano definido para a implantação da construção; - Se está a falar de um acerto de área, e que tal alteração não tem implicações negativas ou acarreta restrições a terceiros e tendo em conta ainda que, não sendo um imperativo, se deverá ter ao máximo consideração ao cadastro na definição das categorias de espaço, pelo que não se vê inconveniente na alteração solicitada; - A pretensão é coerente com os princípios de ordenamento territorial definidos na proposta do ; - O terreno não está sujeito a qualquer servidão administrativa ou restrição de utilidade pública. 165 P á g i n a
46 Entende-se que poderá ser alterada a classificação e qualificação do solo atribuído ao terreno pela Proposta de Revisão do de Solo rural Espaço de uso múltiplo agrícola e florestal para solo Urbano Espaço residencial. ALTERAÇÕES A INTRODUZIR NA PROPOSTA DA 1ª REVISÃO DO Face ao referido, considera-se que estão reunidas as condições para a reclassificação do terreno em causa, pelo que a pretensão do autor desta participação poderá ter acolhimento favorável na proposta de Revisão do. Alteração da (folha 100-2) desdobrada em Planta da Qualificação Funcional do Solo e Salvaguardas e Execução do Plano. Relatório da proposta do Plano. ACOLHIMENTO APÓS 166 P á g i n a
47 FICHA DE N.º 52 Nome: Junta de Freguesia de Ribas Assunto: Reapreciação da qualificação de terreno (solo rural) integrado em espaço agrícola sujeito a RAN e espaço de uso múltiplo agrícola e florestal, e integração em Aglomerado rural N.º e data de registo de entrada: 1568/2014 de SINTESE DA LOCALIZAÇÃO DA PRETENSÃO Solicita a reapreciação da qualificação de uma área de terreno na freguesia, integrado em espaço agrícola sujeito a RAN e espaço de uso múltiplo agrícola e florestal na Revisão do e sua integração em Solo Rural, para aí poder propor um aglomerado rural fundamentando com facto de existirem 10 construções e existir a intenção de quatro particulares construírem a sua habitação no local. Lugar de Lordelo. Freguesia de Ribas. CLASSIFICAÇÃO E QUALIFICAÇÃO DO SOLO em vigor Proposta de revisão Área agrícola Reserva agrícola Nacional Solo rural - Espaço de uso múltiplo agrícola e florestal e espaço agrícola Parcialmente sujeito a Reserva agrícola Nacional Plantas constituintes da Proposta de Revisão do Localização da participação relativa ao extrato da qualificação funcional do solo Localização da participação relativa ao extrato da salvaguardas e execução do plano Localização da participação relativa ao extrato da - geral Localização da participação relativa ao extrato da - floresta 167 P á g i n a
48 Na revisão do, o terreno em causa continua a manter a classificação de Solo Rural, havendo apenas lugar a uma alteração de categoria deste, de Área agrícola para Espaço de uso múltiplo agrícola e florestal e Espaço agrícola parcialmente sujeito a Reserva Agrícola Nacional (RAN). De acordo com o conceito de aglomerado rural definido de acordo com as opções do PROT- Norte, estes polígonos não devem distar mais de 50 m entre si; neles devem existir pelo menos 10 fogos em edifícios que não distem mais de 50 m da via pública e o índice bruto de ocupação do solo do polígono que engloba todos os edifícios não ser inferior a 0,1m2/m2. Cumulativamente a estes critérios, de acordo com a diretriz do PROT-Norte relativa às recomendações específicas para o solo rural, o regime de uso e ocupação do solo rural constante dos PMOT deve promover a concentração da edificação em aglomerados rurais ou outras tipologias específicas de povoamento em solo rural e, simultaneamente, privilegiar a reconversão, reestruturação ou requalificação dos espaços edificados já existentes. ANÁLISE Relativamente à elaboração da proposta de reclassificação do solo da revisão do, foi tido em consideração o processo de delimitação da Reserva Agrícola Nacional (RAN). Esta participação incide com uma parte sobre a parcela integrada na RAN. Propõe-se a constituição de um novo aglomerado rural (a manter em solo rural) numa área onde já existem várias habitações, justificando-se pelo número de pretensões de construção de outras habitações neste lugar. A proposta de aglomerado rural inclui parte da área em espaço agrícola e RAN e o restante em espaço de uso múltiplo agrícola e florestal. A pretensão é coerente com os princípios de ordenamento territorial definidos na proposta do. Este caso foi analisado e validado tecnicamente junto da tutela tendo sido aceite parcialmente, de acordo com a reconfiguração do polígono em causa. Consequentemente, esta proposta foi aprovada parcialmente pela DRAPN. Considerando que: - O aglomerado rural que se pretende constituir possui 10 construções com mais de 30m2; - A área proposta para constituir o aglomerado rural possui vias públicas habilitantes e está provida de infraestruturas básicas; - A pretensão é coerente com os princípios de ordenamento territorial definidos na proposta do ; - Não se tratando de uma reclassificação de solo Rural em Urbano, uma vez que se pretende afetar o terreno a solo rural, não se vê inconveniente na alteração solicitada; - Foi entendimento da Direção Regional de Agricultura do Norte que estão verificados os requisitos legais que fundamentam um pedido de exclusão da área da RAN, pelo que foi emitido parecer parcialmente favorável à proposta de exclusão da RAN, com vista à inclusão de parte do terreno em causa (parcialmente aceite na parte onde teve parecer favorável da DRAPN) passe para solo rural de acordo com a nova configuração do polígono em causa. 168 P á g i n a
49 Entende-se que poderá ser alterada a qualificação do solo atribuído a uma parte de terreno (parcialmente aceite na parte onde teve parecer favorável da DRAPN) pela Proposta de Revisão do de Solo rural Espaço agrícola para solo rural Aglomerado rural. Cumulativamente, entende-se que poderá ser alterada a qualificação do solo atribuído ao terreno pela Proposta de Revisão do de Espaço de uso múltiplo agrícola e florestal para Aglomerado rural. ALTERAÇÕES A INTRODUZIR NA PROPOSTA DA 1ª REVISÃO DO A pretensão do autor desta participação poderá ter acolhimento parcialmente favorável na proposta de Revisão do, permitindo que se constitua um aglomerado rural em solo rural. Alteração da (folha 86-2) desdobrada em Planta da Qualificação Funcional do Solo e Salvaguardas e Execução do Plano. Alteração da - Geral (folha 86-2) Alteração da Planta da RAN Final (folha 86-2) Alteração da Planta da Estrutura Ecológica Municipal (folha 86-2) Relatório da proposta do Plano. ACOLHIMENTO APÓS 169 P á g i n a
50 FICHA DE N.º 53 Nome: Sandra Manuela Borges Santos Assunto: Reapreciação da classificação de terreno classificado como espaço agrícola sujeito a RAN e integração em solo urbano N.º e data de registo de entrada: 1569/2014 de SINTESE DA Solicita a reapreciação da classificação de uma área de terreno na freguesia, classificado como espaço agrícola sujeito a RAN na Revisão do e sua integração em Solo urbano, para ajustar o limite do espaço residencial, abrangendo parte do terreno que inclui a habitação em construção, de forma a poder fracionar esta parte de terreno e construir na parte restante, a manter em espaço agrícola, uma estufa de produção. LOCALIZAÇÃO DA PRETENSÃO Lugar da Venda. Fermil. Freguesia de Veade. CLASSIFICAÇÃO E QUALIFICAÇÃO DO SOLO em vigor Proposta de revisão Área agrícola de proteção paisagística Reserva agrícola Nacional Solo rural - Espaço agrícola Reserva agrícola Nacional e Zona de proteção das albufeiras - Zona terrestre de proteção (500m) Plantas constituintes da Proposta de Revisão do Localização da participação relativa ao extrato da qualificação funcional do solo Localização da participação relativa ao extrato da salvaguardas e execução do plano Localização da participação relativa ao extrato da Localização da participação relativa ao extrato da 170 P á g i n a
51 - geral - floresta Na revisão do, o terreno em causa continua a manter a classificação prevista no de Espaço agrícola sujeito a Reserva Agrícola Nacional (RAN). ANÁLISE Relativamente à elaboração da proposta de reclassificação do solo da revisão do, foi tido em consideração o processo de delimitação da Reserva Agrícola Nacional (RAN). Esta participação incide sobre a parcela integrada na RAN. A área é confinante com espaço residencial. Propõe-se a exclusão apenas da parte do terreno da requerente ocupada por uma habitação existente (e de uma área de terreno vizinho para ajuste do polígono). A pretensão é coerente com os princípios de ordenamento territorial definidos na proposta do. Ela foi analisada tecnicamente junto da tutela tendo sido recusada. Consequentemente, esta proposta foi reprovada pela DRAPN. Considerando que: - A área onde se insere o terreno não possui proximidade suficiente junto de solo urbano nem de um aglomerado rural; - Embora esta área seja confinante com solo urbano e seja servida por infraestruturas, foi entendimento da Direção Regional de Agricultura do Norte que essa área deveria garantir a preservação de solo como recurso natural escasso não renovável; - Foi também entendimento da Direção Regional de Agricultura do Norte que não estão verificados os requisitos legais que fundamentam um pedido de exclusão da área da RAN, pelo que foi emitido parecer desfavorável à proposta de exclusão da RAN, com vista à inclusão do terreno em causa em solo urbano. ALTERAÇÕES A INTRODUZIR NA PROPOSTA DA 1ª REVISÃO DO Face ao referido, inclusive o parecer desfavorável da DRAPN, considera-se que não existem condições para a reclassificação do terreno em causa, pelo que a pretensão do autor desta participação terá acolhimento desfavorável na proposta de Revisão do. Nenhuma. 171 P á g i n a
52 FICHA DE N.º 54 Nome: Rui Manuel Magalhães de Sousa Assunto: Reapreciação da classificação de terreno classificado como espaço de uso múltiplo agrícola e florestal e integração em solo urbano N.º e data de registo de entrada: 1570/2014 de SINTESE DA Solicita a reapreciação da classificação do seu terreno, classificado como espaço de uso múltiplo agrícola e florestal na Revisão do e sua integração em Solo Urbano, para aí poder construir uma habitação unifamiliar fundamentando com facto do terreno confinar com um perímetro urbano proposto e parte da parcela estar parcialmente incluída em solo urbano, pelo que solicita um pequeno acerto ao solo urbano. LOCALIZAÇÃO DA PRETENSÃO Rua de Fontelas. Freguesia de Britelo. CLASSIFICAÇÃO E QUALIFICAÇÃO DO SOLO em vigor Proposta de revisão Floresta de produção. Sem servidão administrativa e restrição de utilidade pública. Solo rural - Espaço de uso múltiplo agrícola e florestal Sem servidão administrativa e restrição de utilidade pública. Plantas constituintes da Proposta de Revisão do Localização da participação relativa ao extrato da qualificação funcional do solo Localização da participação relativa ao extrato da salvaguardas e execução do plano Localização da participação relativa ao extrato da - geral Localização da participação relativa ao extrato da - floresta 172 P á g i n a
53 Na revisão do, o terreno em causa continua a manter a classificação de Solo Rural, havendo apenas lugar a uma alteração de categoria deste, de Floresta de produção para Espaço de uso múltiplo agrícola e florestal. O terreno não está sujeito a qualquer servidão administrativa ou restrição de utilidade pública. ANÁLISE De referir que, de acordo com o Decreto Regulamentar n.º11/2009, de 29 de Maio, a reclassificação do Solo Rural em Solo Urbano tem carácter excepcional, fundamentada na indispensabilidade e adequação quantitativa e qualitativa de solo para a implementação da estratégia de desenvolvimento local e, depende da comprovação da necessidade face à dinâmica demográfica, ao desenvolvimento económico e social e à indispensabilidade de qualificação urbanística, com o cumprimento dos critérios estabelecidos no artigo 6º e 7º do mesmo Decreto Regulamentar. Estes artigos definem como critérios para esta reclassificação a importância de determinada área para o modelo de organização do sistema urbano; a existência ou previsão de aglomeração de edifícios, população, atividades geradoras de fluxos significativos de população, bens e informação; a existência ou garantia de provisão de infraestruturas urbanas e de prestação de serviços associados e a garantia de acesso da população residente a equipamentos coletivos, sendo adicionalmente necessário comprovar, principalmente, a indisponibilidade/carência de área urbana para estes fins (devendo o aproveitamento das áreas urbanas prevalecer sobre o acréscimo das mesmas), a indispensabilidade da área para a estruturação do aglomerado urbano, para a compatibilização com instrumentos de gestão territorial de ordem supra-municipal. Cumulativamente a estes critérios, de acordo com a diretriz do PROT-Norte relativa às condições de edificabilidade em solo Urbano, os PMOT devem estabelecer que em solo urbano, só pode ser autorizada em parcelas confinantes com vias públicas habilitantes e dotadas de redes públicas das infraestruturas básicas, não podendo o recurso a soluções técnicas individuais ser considerado como substituto, para tal fim, das redes de infraestruturas eventualmente em falta. Considerando que: - A área onde se insere o terreno fica contígua a um aglomerado urbano proposto que está ocupado por construções; - O terreno confina com uma via pública habilitante e está provido de infraestruturas básicas; - Se pretende o aumento da área afeta a solo urbano, dado ser insuficiente a área do terreno inserida no perímetro urbano definido para a implantação da construção; - Se está a falar de um acerto de área, e que tal alteração não tem implicações negativas ou acarreta restrições a terceiros e tendo em conta ainda que, não sendo um imperativo, se deverá ter ao máximo consideração ao cadastro na definição das categorias de espaço, pelo que não se vê inconveniente na alteração solicitada; - A pretensão é coerente com os princípios de ordenamento territorial definidos na proposta do ; - O terreno não está sujeito a qualquer servidão administrativa ou restrição de utilidade pública. 173 P á g i n a
54 Entende-se que poderá ser alterada a classificação e qualificação do solo atribuído ao terreno pela Proposta de Revisão do de Solo rural Espaço de uso múltiplo agrícola e florestal para solo Urbano Espaço residencial. ALTERAÇÕES A INTRODUZIR NA PROPOSTA DA 1ª REVISÃO DO Face ao referido, considera-se que estão reunidas as condições para a reclassificação do terreno em causa, pelo que a pretensão do autor desta participação poderá ter acolhimento favorável na proposta de Revisão do. Alteração da (folha 86-4) desdobrada em Planta da Qualificação Funcional do Solo e Salvaguardas e Execução do Plano. Relatório da proposta do Plano. ACOLHIMENTO APÓS 174 P á g i n a
55 FICHA DE N.º 55 Nome: Jacinta Maria Lopes Gonçalves Assunto: Reapreciação da classificação de terreno classificado como espaço de uso múltiplo agrícola e florestal e integração em solo urbano N.º e data de registo de entrada: 1571/2014 de SINTESE DA Solicita a reapreciação da classificação do seu terreno, classificado como espaço de uso múltiplo agrícola e florestal na Revisão do e sua integração em Solo Urbano, para aí poder construir uma habitação unifamiliar fundamentando com facto do terreno confinar com um perímetro urbano proposto. LOCALIZAÇÃO DA PRETENSÃO Lugar das Carvalhas. Freguesia de Ourilhe. CLASSIFICAÇÃO E QUALIFICAÇÃO DO SOLO em vigor Proposta de revisão Área agrícola. Sem servidão administrativa e restrição de utilidade pública. Solo rural - Espaço de uso múltiplo agrícola e florestal Sem servidão administrativa e restrição de utilidade pública. Plantas constituintes da Proposta de Revisão do Localização da participação relativa ao extrato da qualificação funcional do solo Localização da participação relativa ao extrato da salvaguardas e execução do plano Localização da participação relativa ao extrato da - geral Localização da participação relativa ao extrato da - floresta 175 P á g i n a
56 Na revisão do, o terreno em causa continua a manter a classificação de Solo Rural, havendo apenas lugar a uma alteração de categoria deste, de Área agrícola para Espaço de uso múltiplo agrícola e florestal. O terreno não está sujeito a qualquer servidão administrativa ou restrição de utilidade pública. De referir que, de acordo com o Decreto Regulamentar n.º11/2009, de 29 de Maio, a reclassificação do Solo Rural em Solo Urbano tem carácter excepcional, fundamentada na indispensabilidade e adequação quantitativa e qualitativa de solo para a implementação da estratégia de desenvolvimento local e, depende da comprovação da necessidade face à dinâmica demográfica, ao desenvolvimento económico e social e à indispensabilidade de qualificação urbanística, com o cumprimento dos critérios estabelecidos no artigo 6º e 7º do mesmo Decreto Regulamentar. Estes artigos definem como critérios para esta reclassificação a importância de determinada área para o modelo de organização do sistema urbano; a existência ou previsão de aglomeração de edifícios, população, atividades geradoras de fluxos significativos de população, bens e informação; a existência ou garantia de provisão de infraestruturas urbanas e de prestação de serviços associados e a garantia de acesso da população residente a equipamentos coletivos, sendo adicionalmente necessário comprovar, principalmente, a indisponibilidade/carência de área urbana para estes fins (devendo o aproveitamento das áreas urbanas prevalecer sobre o acréscimo das mesmas), a indispensabilidade da área para a estruturação do aglomerado urbano, para a compatibilização com instrumentos de gestão territorial de ordem supra-municipal. ANÁLISE Cumulativamente a estes critérios, de acordo com a diretriz do PROT-Norte relativa às condições de edificabilidade em solo Urbano, os PMOT devem estabelecer que em solo urbano, só pode ser autorizada em parcelas confinantes com vias públicas habilitantes e dotadas de redes públicas das infraestruturas básicas, não podendo o recurso a soluções técnicas individuais ser considerado como substituto, para tal fim, das redes de infraestruturas eventualmente em falta. Considerando que: - A área onde se insere o terreno fica contígua a um aglomerado urbano proposto que está ocupado por construções; - O terreno confina com uma via pública habilitante e está provido de infraestruturas básicas; - A pretensão é coerente com os princípios de ordenamento territorial definidos na proposta do ; - O terreno não está sujeito a qualquer servidão administrativa ou restrição de utilidade pública. Entende-se que poderá ser alterada a classificação e qualificação do solo atribuído ao terreno pela Proposta de Revisão do de Solo rural Espaço de uso múltiplo agrícola e florestal para solo Urbano Espaço residencial. 176 P á g i n a
57 ALTERAÇÕES A INTRODUZIR NA PROPOSTA DA 1ª REVISÃO DO Face ao referido, considera-se que estão reunidas as condições para a reclassificação do terreno em causa, pelo que a pretensão do autor desta participação poderá ter acolhimento favorável na proposta de Revisão do. Alteração da (folha 86-4) desdobrada em Planta da Qualificação Funcional do Solo e Salvaguardas e Execução do Plano. Relatório da proposta do Plano. ACOLHIMENTO APÓS 177 P á g i n a
58 FICHA DE N.º 56 Nome: Maria de Lurdes da Silva Teixeira Assunto: Reapreciação da classificação de terreno classificado como espaço de uso múltiplo agrícola e florestal e integração em solo urbano N.º e data de registo de entrada: 1572/2014 de SINTESE DA Solicita a reapreciação da classificação do seu terreno, classificado como espaço de uso múltiplo agrícola e florestal na Revisão do e sua integração em Solo Urbano fundamentando com facto do local se encontrar infraestruturado e com uma densidade de edificações considerável. LOCALIZAÇÃO DA PRETENSÃO Lugar do Prado. Freguesia de Carvalho. CLASSIFICAÇÃO E QUALIFICAÇÃO DO SOLO em vigor Proposta de revisão Floresta de Proteção Reserva Ecológica Nacional Solo rural - Espaço de uso múltiplo agrícola e florestal Sem servidão administrativa e restrição de utilidade pública. Plantas constituintes da Proposta de Revisão do Localização da participação relativa ao extrato da qualificação funcional do solo Localização da participação relativa ao extrato da salvaguardas e execução do plano Localização da participação relativa ao extrato da - geral Localização da participação relativa ao extrato da - floresta 178 P á g i n a
59 Na revisão do, o terreno em causa continua a manter a classificação de Solo Rural, havendo apenas lugar a uma alteração de categoria deste, de Floresta de proteção para Espaço de uso múltiplo agrícola e florestal. O terreno não está sujeito a qualquer servidão administrativa ou restrição de utilidade pública. ANÁLISE De referir que, de acordo com o Decreto Regulamentar n.º11/2009, de 29 de Maio, a reclassificação do Solo Rural em Solo Urbano tem carácter excepcional, fundamentada na indispensabilidade e adequação quantitativa e qualitativa de solo para a implementação da estratégia de desenvolvimento local e, depende da comprovação da necessidade face à dinâmica demográfica, ao desenvolvimento económico e social e à indispensabilidade de qualificação urbanística, com o cumprimento dos critérios estabelecidos no artigo 6º e 7º do mesmo Decreto Regulamentar. Estes artigos definem como critérios para esta reclassificação a importância de determinada área para o modelo de organização do sistema urbano; a existência ou previsão de aglomeração de edifícios, população, atividades geradoras de fluxos significativos de população, bens e informação; a existência ou garantia de provisão de infraestruturas urbanas e de prestação de serviços associados e a garantia de acesso da população residente a equipamentos coletivos, sendo adicionalmente necessário comprovar, principalmente, a indisponibilidade/carência de área urbana para estes fins (devendo o aproveitamento das áreas urbanas prevalecer sobre o acréscimo das mesmas), a indispensabilidade da área para a estruturação do aglomerado urbano, para a compatibilização com instrumentos de gestão territorial de ordem supra-municipal. Cumulativamente a estes critérios, de acordo com a diretriz do PROT-Norte relativa às condições de edificabilidade em solo Urbano, os PMOT devem estabelecer que em solo urbano, só pode ser autorizada em parcelas confinantes com vias públicas habilitantes e dotadas de redes públicas das infraestruturas básicas, não podendo o recurso a soluções técnicas individuais ser considerado como substituto, para tal fim, das redes de infraestruturas eventualmente em falta. Considerando que: - A área onde se insere o terreno na proposta de não possui proximidade suficiente junto de solo urbano nem de um aglomerado rural; - Embora o terreno confine com uma via pública habilitante e está provido de infraestruturas básicas, não possui construções suficientes que justifiquem delimitação de um perímetro urbano; 179 P á g i n a
60 ALTERAÇÕES A INTRODUZIR NA PROPOSTA DA 1ª REVISÃO DO Face ao referido, considera-se que não existem condições para a reclassificação do terreno em causa, pelo que a pretensão do autor desta participação terá acolhimento desfavorável na proposta de Revisão do. Nenhuma. 180 P á g i n a
61 FICHA DE N.º 57 Nome: Carlos Marinho Ferreira Assunto: Reapreciação da classificação de terreno classificado como espaço agrícola sujeito a RAN e integração em solo urbano N.º e data de registo de entrada: 1573/2014 de SINTESE DA Solicita a reapreciação da classificação do seu terreno, classificado como espaço agrícola sujeito a RAN na Revisão do e sua integração em Solo Urbano, para aí poder ampliar uma moradia existente fundamentando com facto de pretender ampliar a moradia sem as regras contidas da construção de custos controlados. LOCALIZAÇÃO DA PRETENSÃO Lugar de Chelo. Freguesia de Arnoia. CLASSIFICAÇÃO E QUALIFICAÇÃO DO SOLO em vigor Proposta de revisão Área agrícola Reserva agrícola Nacional Solo rural - Espaço agrícola Reserva agrícola Nacional Plantas constituintes da Proposta de Revisão do Localização da participação relativa ao extrato da qualificação funcional do solo Localização da participação relativa ao extrato da salvaguardas e execução do plano Localização da participação relativa ao extrato da - geral Localização da participação relativa ao extrato da - floresta 181 P á g i n a
62 Na revisão do, o terreno em causa continua a manter a classificação prevista no de Espaço agrícola sujeito a Reserva Agrícola Nacional (RAN). ANÁLISE De referir que, de acordo com o Decreto Regulamentar n.º11/2009, de 29 de Maio, a reclassificação do Solo Rural em Solo Urbano tem carácter excepcional, fundamentada na indispensabilidade e adequação quantitativa e qualitativa de solo para a implementação da estratégia de desenvolvimento local e, depende da comprovação da necessidade face à dinâmica demográfica, ao desenvolvimento económico e social e à indispensabilidade de qualificação urbanística, com o cumprimento dos critérios estabelecidos no artigo 6º e 7º do mesmo Decreto Regulamentar. Estes artigos definem como critérios para esta reclassificação a importância de determinada área para o modelo de organização do sistema urbano; a existência ou previsão de aglomeração de edifícios, população, atividades geradoras de fluxos significativos de população, bens e informação; a existência ou garantia de provisão de infraestruturas urbanas e de prestação de serviços associados e a garantia de acesso da população residente a equipamentos coletivos, sendo adicionalmente necessário comprovar, principalmente, a indisponibilidade/carência de área urbana para estes fins (devendo o aproveitamento das áreas urbanas prevalecer sobre o acréscimo das mesmas), a indispensabilidade da área para a estruturação do aglomerado urbano, para a compatibilização com instrumentos de gestão territorial de ordem supra-municipal. Cumulativamente a estes critérios, de acordo com a diretriz do PROT-Norte relativa às condições de edificabilidade em solo Urbano, os PMOT devem estabelecer que em solo urbano, só pode ser autorizada em parcelas confinantes com vias públicas habilitantes e dotadas de redes públicas das infraestruturas básicas, não podendo o recurso a soluções técnicas individuais ser considerado como substituto, para tal fim, das redes de infraestruturas eventualmente em falta. Relativamente à elaboração da proposta de reclassificação do solo da 1ª revisão do, foi tido em consideração o processo de delimitação da Reserva Agrícola Nacional (RAN). Esta participação incide sobre a parcela integrada na RAN. A área é confinante com espaço urbano de baixa densidade e já está parcialmente ocupada por edificações existentes. A pretensão é coerente com os princípios de ordenamento territorial definidos na proposta do. Este caso foi analisado e validado tecnicamente junto da tutela tendo sido aceite parcialmente, de acordo com a reconfiguração do polígono em causa. Consequentemente, esta proposta foi aprovada parcialmente pela DRAPN. Considerando que: - A área onde se insere o terreno fica contígua a um aglomerado urbano proposto que está ocupado por construções; - O terreno confina com uma via pública habilitante e está provido de infraestruturas básicas; - Se pretende o aumento da área afeta a solo urbano com vista a incluir a construção existente; 182 P á g i n a
63 - A pretensão é coerente com os princípios de ordenamento territorial definidos na proposta do ; - Foi entendimento da Direção Regional de Agricultura do Norte que estão verificados os requisitos legais que fundamentam um pedido de exclusão da área da RAN, pelo que foi emitido parecer parcialmente favorável à proposta de exclusão da RAN, com vista à inclusão de parte do terreno em causa em solo urbano de forma a incluir a construção existente, de acordo com a nova configuração do polígono em causa. Entende-se que poderá ser alterada a classificação e qualificação do solo atribuído a uma parte de terreno (parcialmente aceite na parte onde teve parecer favorável da DRAPN) pela Proposta de Revisão do de Solo rural Espaço agrícola para solo Urbano Espaço urbano de baixa densidade. ALTERAÇÕES A INTRODUZIR NA PROPOSTA DA 1ª REVISÃO DO Face ao referido, considera-se que estão reunidas as condições para a reclassificação do terreno em causa, pelo que a pretensão do autor desta participação poderá ter acolhimento parcialmente favorável na proposta de Revisão do, permitindo que na parte onde obteve parecer favorável da DRAPN, passe para Solo Urbano (espaço urbano de baixa densidade). Alteração da (folha 100-1) desdobrada em Planta da Qualificação Funcional do Solo e Salvaguardas e Execução do Plano. Alteração da - Geral (folha 100-1) Alteração da Planta da RAN Final (folha 100-1) Alteração da Planta da Estrutura Ecológica (folha 100-1) Relatório da Proposta do Plano. ACOLHIMENTO APÓS 183 P á g i n a
64 FICHA DE N.º 58 Nome: Junta da União de Freguesias de Canedo de Basto e Corgo Assunto: Reapreciação da qualificação de terreno (solo rural) integrado em espaço agrícola sujeito a RAN e espaço de uso múltiplo agrícola e florestal e integração em Aglomerado rural. N.º e data de registo de entrada: 1574/2014 de SINTESE DA Solicita a reapreciação da qualificação do seu terreno (solo rural), integrado em Espaço florestal e pequena área em Espaço de uso múltiplo agrícola e florestal na Revisão do e sua integração, na sua totalidade, em Espaço de uso múltiplo agrícola e florestal, fundamentando com facto da área delimitada possuir um uso agrícola e não florestal, contrariamente ao indicado. Refere que tal situação se deve ao seu uso ser recente. Sugere-se uma alteração à categoria de espaço, sem haver lugar a lugar a reclassificação do solo, de Espaço florestal para Espaço de uso múltiplo agrícola e florestal. LOCALIZAÇÃO DA PRETENSÃO Britelo. Freguesia de Britelo CLASSIFICAÇÃO E QUALIFICAÇÃO DO SOLO em vigor Proposta de revisão Floresta de Produção Sem servidão administrativa e restrição de utilidade pública Espaço florestal e pequena área em Espaço de uso múltiplo agrícola e florestal. Área florestal percorrida por incêndio (2005) e Zona de proteção das albufeiras - Zona terrestre de proteção (500m) Plantas constituintes da Proposta de Revisão do Localização da participação relativa ao extrato da qualificação funcional do solo Localização da participação relativa ao extrato da salvaguardas e execução do plano Localização da participação relativa ao extrato da - geral Localização da participação relativa ao extrato da - floresta 184 P á g i n a
65 Na revisão do, o terreno em causa continua a manter a classificação de Solo Rural, havendo apenas lugar a uma alteração de categoria deste, de Floresta de produção para Espaço florestal e pequena área em Espaço de uso múltiplo agrícola e florestal. ANÁLISE Considerando que: - O terreno possui efetivamente um uso agrícola e não florestal; - A área em causa constitui, atualmente, uma área florestal percorrida por um incêndio em 2005, mas tal situação não causa restrição ao uso em causa; - A pretensão é coerente com os princípios de ordenamento territorial definidos na proposta do ; - Não se tratando de uma reclassificação de solo Rural em Urbano, uma vez que se pretende afetar o terreno a solo rural, não se vê inconveniente na alteração solicitada; Entende-se que poderá ser alterada a qualificação do solo atribuído ao terreno pela Proposta de Revisão do de Solo rural Espaço florestal para solo rural Espaço de uso múltiplo agrícola e florestal. ALTERAÇÕES A INTRODUZIR NA PROPOSTA DA 1ª REVISÃO DO A pretensão do autor desta participação poderá ter acolhimento favorável na proposta de Revisão do, permitindo que o terreno permaneça em solo rural Espaço de uso múltiplo agrícola e florestal, na sua totalidade, não havendo lugar a reclassificação do solo. Alteração da (folha 86-4) desdobrada em Planta da Qualificação Funcional do Solo e Salvaguardas e Execução do Plano. Relatório da proposta do Plano. ACOLHIMENTO APÓS 185 P á g i n a
66 FICHA DE N.º 59 Nome: Junta da União de Freguesias de Canedo de Basto e Corgo Assunto: Reapreciação da qualificação de terreno (solo rural) integrado em espaço agrícola sujeito a RAN e integração em aglomerado rural. N.º e data de registo de entrada: 1574/2014 de SINTESE DA LOCALIZAÇÃO DA PRETENSÃO Solicita a reapreciação da qualificação de uma área de terreno na freguesia, integrada em espaço agrícola sujeito a RAN na Revisão do e sua integração em Solo Rural, para aí poder ser adicionada a um aglomerado rural existente, fundamentando com facto dessa faixa de terreno ser contígua ao aglomerado rural e possuir já construções junto a uma via habilitante. Pelo que se propõe uma redelimitação do aglomerado rural, com vista a incluir a faixa de terreno onde se localizam as construções, sem tal alterar a classificação de solo. Lugar da Piedade. Freguesia de Canedo de Basto. CLASSIFICAÇÃO E QUALIFICAÇÃO DO SOLO em vigor Proposta de revisão Área agrícola Reserva Agrícola Nacional Espaço agrícola Reserva Agrícola Nacional Plantas constituintes da Proposta de Revisão do Localização da participação relativa ao extrato da qualificação funcional do solo Localização da participação relativa ao extrato da salvaguardas e execução do plano Localização da participação relativa ao extrato da - geral Localização da participação relativa ao extrato da - floresta 186 P á g i n a
67 Na revisão do, o terreno em causa continua a manter a classificação prevista no de Espaço agrícola sujeito a Reserva Agrícola Nacional (RAN). De acordo com o conceito de aglomerado rural definido de acordo com as opções do PROT- Norte, estes polígonos não devem distar mais de 50 m entre si; neles devem existir pelo menos 10 fogos em edifícios que não distem mais de 50 m da via pública e o índice bruto de ocupação do solo do polígono que engloba todos os edifícios não ser inferior a 0,1m2/m2. Cumulativamente a estes critérios, de acordo com a diretriz do PROT-Norte relativa às recomendações específicas para o solo rural, o regime de uso e ocupação do solo rural constante dos PMOT deve promover a concentração da edificação em aglomerados rurais ou outras tipologias específicas de povoamento em solo rural e, simultaneamente, privilegiar a reconversão, reestruturação ou requalificação dos espaços edificados já existentes. ANÁLISE Relativamente à elaboração da proposta de reclassificação do solo da revisão do, foi tido em consideração o processo de delimitação da Reserva Agrícola Nacional (RAN). Esta participação incide sobre a parcela integrada na RAN. A área em causa, a manter em solo rural (aglomerado rural), já está comprometida com duas construções existentes. Tratase de uma faixa estreita da RAN, sobrante da anterior exclusão solicitada para a delimitação do aglomerado rural. A pretensão é coerente com os princípios de ordenamento territorial definidos na proposta do. Este caso foi analisado e validado tecnicamente junto da tutela tendo sido aceite, de acordo com a reconfiguração do polígono em causa. Consequentemente, esta proposta foi aprovada parcialmente pela DRAPN. Considerando que: - Se trata de uma área sobrante da anterior exclusão solicitada para a delimitação do aglomerado rural; - A área proposta possui via pública habilitante e está provida de infraestruturas básicas; - A pretensão é coerente com os princípios de ordenamento territorial definidos na proposta do ; - Foi entendimento da Direção Regional de Agricultura do Norte que estão verificados os requisitos legais que fundamentam um pedido de exclusão da área da RAN, pelo que foi emitido parecer favorável à proposta de exclusão da RAN, com vista à inclusão de parte do terreno em causa, passe para Solo Rural (Aglomerado rural) de acordo com a nova configuração do polígono em causa. Entende-se que poderá ser alterada a qualificação do solo atribuído ao terreno pela Proposta de Revisão do de espaço agrícola para aglomerado rural. 187 P á g i n a
68 ALTERAÇÕES A INTRODUZIR NA PROPOSTA DA 1ª REVISÃO DO A pretensão do autor desta participação poderá ter acolhimento favorável na proposta de Revisão do, permitindo que o terreno permaneça em solo rural aglomerado rural, não havendo lugar a reclassificação. Alteração da (folha 86-2) desdobrada em Planta da Qualificação Funcional do Solo e Salvaguardas e Execução do Plano. Alteração da - Geral (folha 86-2) Alteração da Planta da RAN Final (folha 86-2) Alteração da Planta da Estrutura Ecológica (folha 86-2) Relatório da Proposta do Plano. ACOLHIMENTO APÓS 188 P á g i n a
69 FICHA DE N.º 60 Nome: Junta da União de Freguesias de Canedo de Basto e Corgo Assunto: Sugestão de alterações ao regulamento do plano N.º e data de registo de entrada: 1574/2014 de SINTESE DA A Junta de freguesia, na sequência de contributos e sugestões orais por parte de cidadãos do concelho, apresenta uma apreciação crítica do Regulamento, sugerindo a alteração de algumas disposições e propondo ajustes à redação no sentido de uma maior clareza. LOCALIZAÇÃO DA PRETENSÃO Todo o concelho CLASSIFICAÇÃO E QUALIFICAÇÃO DO SOLO em vigor Proposta de revisão Não aplicável Não aplicável Não aplicável Não aplicável Plantas constituintes da Proposta de Revisão do Não aplicável A participação aborda os seguintes assuntos: a) Comprovação da situação insuficiência económica do requerente, aplicável a pretensões de construção de habitação em espaços agrícolas ANÁLISE Propõe a adoção aos critérios e procedimentos previstos no regime jurídico da RAN, a aplicar quer o terreno se situe ou não em RAN, sugerindo a alteração da alínea g) do n.º 2, do artigo 29º. Concorda-se com esta proposta, dado que a equiparação aos critérios da RAN já estava implícita e a redação sugerida vem clarificar esse facto. b) Edificabilidade em espaços agrícolas, espaços florestais e espaços de uso múltiplo agrícola e florestal Refere que o regulamento não deixa claro se é possível implantar na mesma parcela, a habitação do agricultor e edifícios de apoio à atividade agrícola, constituindo a tipologia da quinta tradicional. Entende esta situação se deveria diferenciar, em termos de índice de utilização, daquela que não existem outros edifícios na mesma parcela. Concorda-se que em situações de coexistência de edifícios de apoio direto e exclusivo a atividades agrícolas, 189 P á g i n a
70 pecuárias ou florestais com edifícios destinados a outros fins deveria haver um índice máximo de utilização atribuído à área total da parcela, Questiona também, no caso habitação própria do agricultor, que o índice máximo de utilização do solo se aplique aos prédios rústicos integrados na exploração agrícola. Analisando o exposto, considera-se que esta disposição (alínea a) do n.º 1 do artigo 38.º, na versão apresentada à discussão pública) iria criar um ónus sobre os restantes terrenos para além daquele onde se situaria a habitação que seria de difícil controlo. Concorda-se, portanto, com as alterações sugeridas aos artigos 32.º (edifícios de apoio direto e exclusivo a atividades agrícolas, pecuárias ou florestais) e 38.º (edifícios de habitação). c) Implantação das construções numa faixa de 30 metros a partir da via pública O requerente expõe a sua discordância com obrigatoriedade que a construção se situe numa faixa de 30 metros de profundidade confinante com o espaço público, apresentando, como exemplo teórico, a situação de um terreno em que por razões de insuficiente largura junto à via habilitante, ou com outras condições que inviabilizem a construção nessa faixa, mas com área suficiente em solo urbanizado na parte tardoz do terreno, que ficaria inviabilizado construir para além dos 30 m. Em relação a esta questão, entende-se que, por princípio, a construção deverá sempre que possível situar-se na faixa dos 30 m, mas concorda-se que se deverá ter em conta as características específicas do local e a topografia do terreno, considerando-se justificável a sugestão de alteração do n.º 1 e de criação de um novo n.º 2 do artigo 55º, de forma a comtemplar situações como a atrás referida. d) Aplicação do índice de utilização do solo (IU) em solo urbano É apresentada uma sugestão relativa á aplicação os índices de utilização em espaços centrais (artigo 56.º), espaços residenciais (artigo 59.º) e espaços urbanos de baixa densidade (artigo 62.º), que está relacionada com a sugestão anterior. Não fará sentido aplicar o índice de utilização (IU) apenas à faixa dos 30 metros, quando se concorda que, em casos justificados, se poderá implantar a construção para lá dessa faixa. Entende-se que o índice de utilização se deverá aplicar a cada parte da área do prédio de acordo com a categoria operativa e funcional em que está inserida. Portanto, considera-se que o IU previsto deverá ser aplicado a toda a área da parcela integrada em solo urbanizado, enquanto no solo urbanizável o índice se deverá aplicar à faixa dos 30 m. No caso do solo urbanizável, o regulamento estabelece um IU inferior ao aplicável á mesma categoria funcional em solo urbanizado, com o objetivo de contemplar a área necessária à implantação de novas vias, em loteamentos e unidades de execução. Entende-se, no entanto, que na parte do solo urbanizável já servida pelas vias pré-existentes (faixa dos 30 m) se deverá aplicar um IU igual ao previsto para o solo urbanizado, concordando-se com a proposta do requerente. 190 P á g i n a
71 e) Afastamento das construções ao limite dos espaços de atividades económicas É sugerida a uma alteração aos artigos 64º e 65º, no sentido de diminuir o afastamento mínimo de 20 metros das construções ao limite externo do espaço de atividades económicas, dado que esse valor iria reduzir muito a área disponível das parcelas, limitando a área de implantação das unidades empresariais que se pretendam instalar. O requerente considera que um afastamento mínimo de 10 metros seria o mais indicado e que a cortina arbórea de interposição visual deveria passar de uma largura mínima de 10 metros para 5 metros. Considera-se que esta proposta não trará inconvenientes ao ordenamento do território, pelo que é aceitável. f) Caraterísticas da rede viária O requerente chama a atenção para o facto de o n.º 2 do artigo 73.º equiparar as caraterísticas da rede viária secundária ás das estradas regionais, tendo em conta que a rede regional não está regulamentada e que as disposições atualmente aplicáveis às estradas regionais são equivalentes ás das estradas nacionais. Assim sendo, este artigo não estabelece nenhuma diferença entre as vias da rede principal (equiparadas às estradas nacionais) e da rede secundária. Sugere que, no sentido de estabelecer uma hierarquia, as vias que integram a rede secundária deveriam ser equiparadas às estradas municipais, proposta com a qual se concorda. g) Unidades operativas de planeamento e gestão Refere que na redação do regulamento não fica claro como se concretizam as UOPG e sugere-se a inclusão de um novo n.º no artigo 99.º, no sentido de explicar os procedimentos a adotar. Sugere ainda a eliminação das alíneas do n.º 1 deste artigo, uma vez que causam confusão com o disposto no artigo 100.º e no anexo VIII, não acrescentando nenhuma disposição regulamentar relevante. A sugestão é pertinente e será aceite. h) Planos de urbanização e planos de pormenor O requerente chama a atenção de que no artigo 100.º não constam o Plano de Urbanização da Gandarela nem o Plano de Pormenor de Salvaguarda do Castelo de Arnoia que são aliás no Relatório da Proposta do Plano. Considera ainda que a expressão "áreas a disciplinar por plano de urbanização" não é a mais adequada, uma vez que o PU da Vila de Celorico de Basto já se encontra em vigor, sugerindo uma redação que enquadre tanto este PU como os restantes PMOT a elaborar. Concorda-se com a sugestão de redação e procede-se à correção dos lapsos referidos. 191 P á g i n a
72 As propostas de alteração apresentadas dizem respeito a assuntos que são da competência do Município, não havendo interferências com condicionantes nem entidades externas. A análise desta participação suscitou outros pequenos ajustes ao Regulamento no sentido de corrigir lapsos e clarificar a redação, designadamente nos artigos 50.º, 51.º, 58.º, 71.º, 72.º. As sugestões apresentadas pelo autor desta participação são consideradas pertinentes, pelo que poderão ter acolhimento favorável na proposta de Revisão do, introduzindo no Regulamento as alterações propostas. ALTERAÇÕES A INTRODUZIR NA PROPOSTA DA 1ª REVISÃO DO Alteração ao Regulamento, conforme abaixo descrito: Artigo 29 Usos complementares e compatíveis espaços agrícolas a) b) c) d) e) f) g) A construção de edifícios destinados a habitação para residência própria e permanente dos proprietários e respetivos agregados familiares, quando não sejam proprietários de qualquer outro edifício ou fração para fins habitacionais no concelho de Celorico de Basto ou nos concelhos limítrofes e se encontrem em situação de insuficiência económica, a comprovar de acordo com critérios e procedimentos semelhantes aos previstos para este efeito no regime jurídico da Reserva Agrícola Nacional Artigo 32 Edifícios de apoio direto e exclusivo a atividades agrícolas, pecuárias ou florestais 1. Quando situados em parcela onde não exista qualquer edifício destinado ou a destinar a outros fins, os edifícios de apoio direto e exclusivo a atividades agrícolas, pecuárias ou florestais cumprem as seguintes regras: a) Área de construção máxima (Abc) resultante da aplicação dos seguintes índices de utilização do solo (IU), nos termos das expressões indicadas e em função da área (A) da parcela: i) IU = 0,60 m2/m2 e Abc = 0,60 x A, se A não exceder 500 m2; ii) IU = 0,25 m2/m2 e Abc = 175 m2 + 0,25 x A, se A for superior a 500 m2 e não exceder m2; iii) IU = 0,15 m2/m2 e Abc = m2 + 0,15 x A, se A for superior a m2; b) c) 2. Quando situados em parcela onde coexistam ou se pretende que venham a coexistir com edifícios destinados a outros fins, os edifícios de apoio direto e exclusivo a atividades agrícolas, pecuárias ou florestais cumprem as seguintes regras: a) Nos casos de coexistência com os empreendimentos de turismo de habitação e de turismo no espaço rural a que se refere o artigo 33º, ou com os edifícios destinados a habitação a que se refere o artigo 38º: i) Implantar-se de modo a garantir afastamentos mínimos de 10 metros a qualquer dos edifícios destinados a outros fins ou, quando for o caso, os estabelecidos por lei; ii) Respeitar a área de construção máxima (Abc) resultante da aplicação do índice de utilização IU = 0,20 m2/m2 à área da parcela; iii) Respeitar as condições de edificabilidade constantes das alíneas b) e c) do número anterior; b) Nos casos de coexistência com os edifícios ou empreendimentos referidos nos artigos 192 P á g i n a
73 Plano Diretor Municipal de Celorico de Basto 34º a 37º ou com edifícios destinados a outros fins admissíveis nos termos do disposto no número 2 do artigo 21º, a área de construção dos edifícios de apoio direto e exclusivo a atividades agrícolas, pecuárias ou florestais é integralmente contabilizada para efeitos de verificação do cumprimento do índice de utilização máximo aplicável a cada caso, sendo igualmente exigido a estes edifícios o cumprimento das condições de edificabilidade constantes das alíneas b) e c) do número As instalações agropecuárias estábulos, salas de ordenha, pocilgas ou quaisquer outras instalações para criação ou alojamento de animais devem cumprir ainda os seguintes requisitos, cumulativamente com as regras estabelecidas nos números anteriores aplicáveis a cada situação: a) (anterior alínea a) do n.º 2) b) (anterior alínea b) do n.º 2) 4. (anterior n.º 3) Artigo 38 Edifícios destinados a habitação a) Índice máximo de utilização do solo (IU) de 0,02 m2/m2 aplicado à área total da parcela; b) c) d) 2. Os edifícios destinados a habitação, quando não se trate de habitação própria do agricultor definida nos termos constantes do Anexo I do presente regulamento, cumprem as seguintes determinações: a) Número máximo de 2 fogos por edifício, salvo quando se tratar da situação referida na alínea g) do número 2 do artigo 29º, em que só é admissível um fogo por edifício; b) As regras gerais de edificabilidade estabelecidas no número 2 do artigo 21º; c) Número máximo de pisos total ou parcialmente em cave: um. 3. Para a verificação do cumprimento dos índices referidos na alínea a) do número 1 e na alínea a) do número 2 do artigo 21º, releva a área de construção do edifício principal destinado a habitação e a de todos os edifícios anexos e complementares do mesmo. (eliminados n.º 4 a 8) Artigo 50 Edificabilidade aglomerados rurais Na construção de novos edifícios ou ampliação de existentes situados nas áreas consolidadas ou em consolidação, e ainda nas situações de colmatação, o valor do índice de utilização estabelecido no número anterior constitui o referencial de princípio para a edificabilidade a viabilizar, podendo não ser acatado quando tal for expressamente considerado incompatível com os objetivos de garantir a melhor integração urbanística dos novos corpos edificados na envolvência e a preservação das características e imagem dominante do sítio Artigo 51 Requisitos de infraestruturação O cumprimento da condição estabelecida na subalínea ii) da alínea b) do número 1 pode ser dispensado nas seguintes situações, identificadas e delimitadas na planta de ordenamento: a) b) c) Artigo 55º Regras de implantação e ocupação da parcela a) b) c) d) Implantação de alpendres regulamentarmente classificáveis como obras de escassa relevância urbanística, pérgolas ou outras construções que não constituam edifícios, desde que o município considere que tal não põe em causa a imagem urbana nem o correto aproveitamento urbanístico das áreas confinantes. 193 P á g i n a
74 2. Em operações urbanísticas a realizar em solo urbanizado, a profundidade máxima estabelecida no número anterior pode ainda ser ultrapassada nos casos em que o município, em sede de apreciação urbanística, considere que, por razões de impacto visual, modelação topográfica ou configuração cadastral, tal é imprescindível ou conveniente para garantir uma correta inserção urbanística das construções e desde que a implantação destas se concretize dentro dos limites do solo urbanizado. 3. (anterior n.º 2) 4. (anterior n.º 3) 5. (anterior n.º 4) 6. (anterior n.º 5) 7. (anterior n.º 6) Artigo 56º Usos e edificabilidade a) Índice de utilização máximo a aplicar à área da parte do prédio inserida em solo urbanizado ou, quando se tratar de prédio situado em solo urbanizável, à sua parte compreendida entre o limite da via pública e a linha paralela a esta, à distância de 30 m: i) Na área central principal: IU = 1,0 m2/m2; ii) Nas áreas centrais complementares: IU = 0,8 m2/m2; b) a) b) Nas operações de loteamento que impliquem a constituição de lotes cujo acesso automóvel não fique assegurado a partir de arruamentos já existentes, abrangidas pelo disposto no número 7 do artigo 90º. 5. Nas áreas e situações referidas no número anterior, a edificabilidade máxima admissível é a que decorre dos seguintes índices de utilização: a) Na área central principal: i) IU = 1,0 m2/m2 aplicado à área de solo compreendida entre os limites das vias públicas habilitantes pré-existentes e as linhas paralelas àqueles limites, à distância de 30 m; ii) IU = 0,65 m2/m2 aplicado à restante área abrangida pela unidade de execução ou pela operação de loteamento; b) Nas áreas centrais complementares: i) IU = 0,8 m2/m2 aplicado à área de solo compreendida entre os limites das vias públicas habilitantes pré-existentes e as linhas paralelas àqueles limites, à distância de 30 m; ii) IU = 0,55 m2/m2 aplicado à restante área abrangida pela unidade de execução ou pela operação de loteamento Artigo 58º Caracterização 1. Os espaços residenciais englobam áreas edificadas dominantemente habitacionais de matriz urbana estruturada e destinam-se à localização e implantação de edifícios com fins habitacionais, sem prejuízo de neles se poderem localizar e implantar atividades, funções e instalações comerciais ou de serviços, criar espaços públicos e espaços verdes e de utilização coletiva e instalar equipamentos Artigo 59º Regras de ocupação e de edificabilidade a) Índice de utilização máximo: IU = 0,6 m2/m2 a aplicar à área da parte do prédio inserida em solo urbanizado ou, quando se tratar de prédio situado em solo urbanizável, à sua parte compreendida entre o limite da via pública e a linha paralela a esta, à distância de 30 m; b) c) a) P á g i n a
75 b) Nas operações de loteamento que impliquem a constituição de lotes cujo acesso automóvel não fique assegurado a partir de arruamentos já existentes, abrangidas pelo disposto no número 7 do artigo 90º. 4. Nas áreas e situações referidas no número anterior, a edificabilidade máxima admissível é a que decorre dos seguintes índices de utilização: i) IU = 0,6 m2/m2 aplicado à área de solo compreendida entre os limites das vias públicas habilitantes pré-existentes e as linhas paralelas àqueles limites, à distância de 30 m; ii) IU = 0,45 m2/m2 aplicado à restante área abrangida pela unidade de execução ou pela operação de loteamento Artigo 62º Usos e edificabilidade a) Índice de utilização máximo: IU = 0,6 m2/m2 a aplicar à área da parte do prédio inserida em solo urbanizado ou, quando se tratar de prédio situado em solo urbanizável, à sua parte compreendida entre o limite da via pública e a linha paralela a esta, à distância de 30 m; b) Os parâmetros e diretrizes estabelecidos nos números anteriores aplicam-se, exceto no que se refere à alínea a) do número 2, à disciplina de ocupação a estabelecer no âmbito da delimitação das unidades de execução que materializam a concretização do plano nas áreas destas subcategorias integradas em solo urbanizável, bem como nas operações de loteamento. 7. Nas áreas e situações referidas no número anterior, a edificabilidade máxima admissível é a que decorre dos seguintes índices de utilização: i) IU = 0,6 m2/m2 aplicado à área de solo urbanizável compreendida entre os limites das vias públicas e as linhas paralelas a estas, à distância de 30 m; ii) IU = 0,45 m2/m2 aplicado à restante área incluída em solo urbanizável. Artigo 64º Enquadramento urbanístico a) b) c) d) e) f) Estabelecer ao longo de todo o lado interior do limite externo dos espaços de atividades económicas, uma faixa non aedificandi com uma largura mínima de 10 metros, onde é proibida a construção de quaisquer edifícios e deve ser criada, exceto nas extensões em que aquele limite confine com espaço florestal, uma cortina arbórea e arbustiva de interposição visual com uma largura mínima de 5 metros, podendo tais faixas indiferentemente constituir áreas a ceder ao domínio municipal ou ficar a fazer parte das parcelas ou lotes afetos ao uso empresarial; g) Artigo 65º Instalação avulsa de unidades empresariais... a)... b)... i)... ii)... ii) Manter afastamentos mínimos de 5 metros às estremas laterais da parcela e de 10 metros à estrema de tardoz, bem como, caso se trate de uma área empresarial, um 195 P á g i n a
76 Plano Diretor Municipal de Celorico de Basto afastamento mínimo de 10 metros à linha limite estabelecida para a mesma na planta de ordenamento; iv)... v)... Artigo 71º Espaços-canais a) b) c) d) A ciclovia criada na plataforma da linha de caminho de ferro (Linha do Tâmega) Artigo 72º Condicionamentos de proteção da rede rodoviária Às vias municipais que se destinem a exercer a função de variantes a estradas integradas na rede nacional são aplicáveis condicionamentos materialmente idênticos aos estabelecidos para as vias que elas vêm substituir, salvo em troços que estejam ou venham a estar abrangidos por planos de urbanização ou planos de pormenor, se estes dispuserem de modo diferente sobre a matéria. 4. Condicionamentos materialmente idênticos aos estabelecidos na lei geral para as estradas nacionais (outras estradas do PRN) passam a aplicar-se às estradas nacionais desclassificadas após a sua receção por parte do Município. 5. Condicionamentos materialmente idênticos aos legalmente aplicáveis às estradas regionais são extensivos: a) b) 6. Condicionamentos materialmente idênticos aos estabelecidos na lei geral referentes às estradas municipais são extensivos aos troços situados em solo urbano das atuais vias integrantes da rede secundária referida no artigo 9º, salvo em troços que estejam ou venham a estar abrangidos por planos de urbanização ou planos de pormenor, se estes dispuserem de modo diferente sobre a matéria. Artigo 73º Características a adotar para as vias das redes principal e secundária As vias integrantes da rede viária secundária referida no artigo 9º e representada na planta de ordenamento não classificadas como estradas nacionais ou como estradas regionais no Plano Rodoviário Nacional devem ser dotadas como mínimo, de características geométricas e de traçado idênticas às estabelecidas legalmente para as estradas municipais. Artigo 99º Unidades operativas de planeamento e gestão 1. As unidades operativas de planeamento e gestão (UOPG) demarcam os polígonos de território, identificados na planta de ordenamento, que exigem níveis de planeamento mais detalhados, tornados necessários pela dinâmica de evolução territorial e urbanística que apresentam ou pelas exigências de preservação e qualificação dos valores patrimoniais que neles se localizam, ou cujos destinos de uso aconselham a adoção de quadros procedimentais específicos para os seus processos de transformação de usos A execução do presente plano nas áreas integradas nas UOPG processa-se através das formas estabelecidas na secção anterior do presente capítulo para a generalidade do território municipal, aplicáveis a cada situação concreta, salvo nos casos em que os termos de referência referidos no número anterior estipularem de outro modo. Artigo 100º Planos de urbanização e planos de pormenor 1. Constituem áreas cuja transformação urbanística deve ser regida por plano de urbanização: a) Vila de Celorico de Basto; b) Fermil; c) Mota; 196 P á g i n a
77 d) Gandarela. 2. Constituem áreas cuja transformação urbanística deve ser regida por plano de pormenor: a) Gandarela; b) Envolvente do Mosteiro de Arnoia; c) Envolvente do Castelo de Arnoia, a ser objeto de plano de pormenor de salvaguarda d) Área do Centro Tradicional de Celorico de Basto, a ser objeto de reabilitação urbana. Alteração à - Salvaguardas e Execução do Plano, para inclusão do Plano de Urbanização da Gandarela (folhas 86-1 e 86-2) e do Plano de Pormenor de Salvaguarda da Envolvente do Castelo de Arnoia (folha 100-1). Alteração ao Relatório da Proposta do Plano, de modo a refletir as alterações ao regulamento. 197 P á g i n a
78 FICHA DE N.º 61 Nome: José Manuel Teixeira Novais Assunto: Reapreciação da classificação de terreno classificado como espaço de uso múltiplo agrícola e florestal e integração em solo urbano N.º e data de registo de entrada: 1582/2014 de SINTESE DA LOCALIZAÇÃO DA PRETENSÃO Solicita a reapreciação da classificação do seu terreno, classificado como espaço de uso múltiplo agrícola e florestal na Revisão do e sua integração em Solo Urbano, para construção de uma habitação fundamentando com facto do terreno ter uma configuração triangular pelo que a construção terá de se localizar a cerca de 60m da via pública. A parcela de terreno confronta com a via pública e contempla duas classes e de espaços pelo que se solicita a reclassificação em solo urbano. Lugar de Travessa. Freguesia de Corgo. CLASSIFICAÇÃO E QUALIFICAÇÃO DO SOLO em vigor Proposta de revisão Espaço de construção condicionada Sem servidão administrativa e restrição de utilidade pública Solo rural - Espaço de uso múltiplo agrícola e florestal Sem servidão administrativa e restrição de utilidade pública Plantas constituintes da Proposta de Revisão do Localização da participação relativa ao extrato da qualificação funcional do solo Localização da participação relativa ao extrato da salvaguardas e execução do plano Localização da participação relativa ao extrato da - geral Localização da participação relativa ao extrato da - floresta 198 P á g i n a
79 Na revisão do, o terreno em causa foi reclassificado de solo urbano (espaço de construção condicionada) para solo rural - Espaço de uso múltiplo agrícola e florestal. O terreno não está sujeito a qualquer servidão administrativa ou restrição de utilidade pública. De referir que, de acordo com o Decreto Regulamentar n.º11/2009, de 29 de Maio, a reclassificação do Solo Rural em Solo Urbano tem carácter excepcional, fundamentada na indispensabilidade e adequação quantitativa e qualitativa de solo para a implementação da estratégia de desenvolvimento local e, depende da comprovação da necessidade face à dinâmica demográfica, ao desenvolvimento económico e social e à indispensabilidade de qualificação urbanística, com o cumprimento dos critérios estabelecidos no artigo 6º e 7º do mesmo Decreto Regulamentar. Estes artigos definem como critérios para esta reclassificação a importância de determinada área para o modelo de organização do sistema urbano; a existência ou previsão de aglomeração de edifícios, população, atividades geradoras de fluxos significativos de população, bens e informação; a existência ou garantia de provisão de infraestruturas urbanas e de prestação de serviços associados e a garantia de acesso da população residente a equipamentos coletivos, sendo adicionalmente necessário comprovar, principalmente, a indisponibilidade/carência de área urbana para estes fins (devendo o aproveitamento das áreas urbanas prevalecer sobre o acréscimo das mesmas), a indispensabilidade da área para a estruturação do aglomerado urbano, para a compatibilização com instrumentos de gestão territorial de ordem supra-municipal. ANÁLISE Cumulativamente a estes critérios, de acordo com a diretriz do PROT-Norte relativa às condições de edificabilidade em solo Urbano, os PMOT devem estabelecer que em solo urbano, só pode ser autorizada em parcelas confinantes com vias públicas habilitantes e dotadas de redes públicas das infraestruturas básicas, não podendo o recurso a soluções técnicas individuais ser considerado como substituto, para tal fim, das redes de infraestruturas eventualmente em falta. Considerando que: - O terreno já era urbano no de 1994; - A área onde se insere o terreno fica contígua a um aglomerado urbano proposto que está ocupado por construções; - Parte do terreno do requerente possui uma configuração triangular que não lhe permite implantar adequadamente a construção pretendida; - A parcela de terreno do requerente estende-se para lá da faixa dos 30 m, conforme indicado nas plantas constituintes da proposta de revisão do, pelo que se entende que a profundidade máxima estabelecida poderá ser ultrapassada para garantir a inserção de uma construção dentro dos limites do solo urbanizado; - A pretensão é coerente com os princípios de ordenamento territorial definidos na proposta do ; - O terreno não está sujeito a qualquer servidão administrativa ou restrição de utilidade pública. 199 P á g i n a
80 Entende-se que poderá ser alterada a classificação e qualificação do solo atribuído ao terreno pela Proposta de Revisão do de Solo rural Espaço de uso múltiplo agrícola e florestal para solo Urbano Espaço urbano de baixa densidade. ALTERAÇÕES A INTRODUZIR NA PROPOSTA DA 1ª REVISÃO DO Face ao referido, considera-se que estão reunidas as condições para a reclassificação do terreno em causa, pelo que a pretensão do autor desta participação poderá ter acolhimento favorável na proposta de Revisão do. Alteração da (folha 86-2) desdobrada em Planta da Qualificação Funcional do Solo e Salvaguardas e Execução do Plano. Relatório da proposta do Plano. ACOLHIMENTO APÓS 200 P á g i n a
81 FICHA DE N.º 62 Nome: José Manuel Teixeira Novais Assunto: Reapreciação da classificação de terreno classificado como espaço de uso múltiplo agrícola e florestal e integração em solo urbano N.º e data de registo de entrada: 1583/2014 de SINTESE DA Solicita a reapreciação da classificação do seu terreno, classificado como espaço de uso múltiplo agrícola e florestal na Revisão do e sua integração em Solo Urbano, fundamentando com facto de como técnico ter conhecimento de várias pretensões para a referida faixa de terreno, porque ela é de facto muito apetecível, muito plana, bem dotada de infraestruturas e une dois espaços urbanos. LOCALIZAÇÃO DA PRETENSÃO Lugar de Portelas. Freguesia de Corgo. CLASSIFICAÇÃO E QUALIFICAÇÃO DO SOLO em vigor Proposta de revisão Área agrícola e floresta de proteção Sem servidão administrativa e restrição de utilidade pública. Solo rural - Espaço de uso múltiplo agrícola e florestal Sem servidão administrativa e restrição de utilidade pública. Plantas constituintes da Proposta de Revisão do Localização da participação relativa ao extrato da qualificação funcional do solo Localização da participação relativa ao extrato da salvaguardas e execução do plano Localização da participação relativa ao extrato da - geral Localização da participação relativa ao extrato da - floresta 201 P á g i n a
82 Na revisão do, o terreno em causa continua a manter a classificação de Solo Rural, havendo apenas lugar a uma alteração de categoria deste, de Área agrícola e Floresta de produção para Espaço de uso múltiplo agrícola e florestal. O terreno não está sujeito a qualquer servidão administrativa ou restrição de utilidade pública. ANÁLISE De referir que, de acordo com o Decreto Regulamentar n.º11/2009, de 29 de Maio, a reclassificação do Solo Rural em Solo Urbano tem carácter excepcional, fundamentada na indispensabilidade e adequação quantitativa e qualitativa de solo para a implementação da estratégia de desenvolvimento local e, depende da comprovação da necessidade face à dinâmica demográfica, ao desenvolvimento económico e social e à indispensabilidade de qualificação urbanística, com o cumprimento dos critérios estabelecidos no artigo 6º e 7º do mesmo Decreto Regulamentar. Estes artigos definem como critérios para esta reclassificação a importância de determinada área para o modelo de organização do sistema urbano; a existência ou previsão de aglomeração de edifícios, população, atividades geradoras de fluxos significativos de população, bens e informação; a existência ou garantia de provisão de infraestruturas urbanas e de prestação de serviços associados e a garantia de acesso da população residente a equipamentos coletivos, sendo adicionalmente necessário comprovar, principalmente, a indisponibilidade/carência de área urbana para estes fins (devendo o aproveitamento das áreas urbanas prevalecer sobre o acréscimo das mesmas), a indispensabilidade da área para a estruturação do aglomerado urbano, para a compatibilização com instrumentos de gestão territorial de ordem supra-municipal. Cumulativamente a estes critérios, de acordo com a diretriz do PROT-Norte relativa às condições de edificabilidade em solo Urbano, os PMOT devem estabelecer que em solo urbano, só pode ser autorizada em parcelas confinantes com vias públicas habilitantes e dotadas de redes públicas das infraestruturas básicas, não podendo o recurso a soluções técnicas individuais ser considerado como substituto, para tal fim, das redes de infraestruturas eventualmente em falta. Considerando que: - A área onde se insere a faixa de terreno fica contígua a um aglomerado urbano proposto que está ocupado por construções; - A faixa de terreno confina com uma via pública habilitante e está provido de infraestruturas básicas; - A pretensão é coerente com os princípios de ordenamento territorial definidos na proposta do ; - O terreno não está sujeito a qualquer servidão administrativa ou restrição de utilidade pública. Entende-se que poderá ser alterada a classificação e qualificação do solo atribuído ao terreno pela Proposta de Revisão do de Solo rural Espaço de uso múltiplo agrícola e florestal para solo Urbano Espaço residencial. 202 P á g i n a
83 ALTERAÇÕES A INTRODUZIR NA PROPOSTA DA 1ª REVISÃO DO Face ao referido, considera-se que estão reunidas as condições para a reclassificação do terreno em causa, pelo que a pretensão do autor desta participação poderá ter acolhimento favorável na proposta de Revisão do. Alteração da (folha 86-2) desdobrada em Planta da Qualificação Funcional do Solo e Salvaguardas e Execução do Plano. Relatório da proposta do Plano. ACOLHIMENTO APÓS 203 P á g i n a
84 FICHA DE N.º 63 Nome: Fernando Moura Meireles Assunto: Reapreciação da classificação de terreno classificado como espaço agrícola e integração em solo urbano N.º e data de registo de entrada: 1585/2014 de SINTESE DA Solicita a reapreciação da classificação do seu terreno, classificado como espaço agrícola na Revisão do e sua integração em Solo Urbano, para construção de uma habitação unifamiliar. LOCALIZAÇÃO DA PRETENSÃO Lugar de Vila Boa. Freguesia do Rego. CLASSIFICAÇÃO E QUALIFICAÇÃO DO SOLO em vigor Proposta de revisão Área agrícola Sem servidão administrativa e restrição de utilidade pública. Solo rural - Espaço agrícola Sem servidão administrativa e restrição de utilidade pública. Plantas constituintes da Proposta de Revisão do Localização da participação relativa ao extrato da qualificação funcional do solo Localização da participação relativa ao extrato da salvaguardas e execução do plano Localização da participação relativa ao extrato da - geral Localização da participação relativa ao extrato da - floresta 204 P á g i n a
85 Na revisão do, o terreno em causa continua a manter a classificação prevista no de Espaço agrícola sem servidão administrativa e restrição de utilidade pública. De referir que, de acordo com o Decreto Regulamentar n.º11/2009, de 29 de Maio, a reclassificação do Solo Rural em Solo Urbano tem carácter excepcional, fundamentada na indispensabilidade e adequação quantitativa e qualitativa de solo para a implementação da estratégia de desenvolvimento local e, depende da comprovação da necessidade face à dinâmica demográfica, ao desenvolvimento económico e social e à indispensabilidade de qualificação urbanística, com o cumprimento dos critérios estabelecidos no artigo 6º e 7º do mesmo Decreto Regulamentar. Estes artigos definem como critérios para esta reclassificação a importância de determinada área para o modelo de organização do sistema urbano; a existência ou previsão de aglomeração de edifícios, população, atividades geradoras de fluxos significativos de população, bens e informação; a existência ou garantia de provisão de infraestruturas urbanas e de prestação de serviços associados e a garantia de acesso da população residente a equipamentos coletivos, sendo adicionalmente necessário comprovar, principalmente, a indisponibilidade/carência de área urbana para estes fins (devendo o aproveitamento das áreas urbanas prevalecer sobre o acréscimo das mesmas), a indispensabilidade da área para a estruturação do aglomerado urbano, para a compatibilização com instrumentos de gestão territorial de ordem supra-municipal. ANÁLISE Cumulativamente a estes critérios, de acordo com a diretriz do PROT-Norte relativa às condições de edificabilidade em solo Urbano, os PMOT devem estabelecer que em solo urbano, só pode ser autorizada em parcelas confinantes com vias públicas habilitantes e dotadas de redes públicas das infraestruturas básicas, não podendo o recurso a soluções técnicas individuais ser considerado como substituto, para tal fim, das redes de infraestruturas eventualmente em falta. Considerando que: - A área onde se insere a faixa de terreno fica contígua a um aglomerado urbano proposto que está ocupado por construções; - A faixa de terreno confina com uma via pública habilitante e está provido de infraestruturas básicas; - A pretensão é coerente com os princípios de ordenamento territorial definidos na proposta do ; - O terreno não está sujeito a qualquer servidão administrativa ou restrição de utilidade pública. Entende-se que poderá ser alterada a classificação e qualificação do solo atribuído ao terreno pela Proposta de Revisão do de Solo rural Espaço agrícola para solo Urbano Espaço residencial. 205 P á g i n a
86 ALTERAÇÕES A INTRODUZIR NA PROPOSTA DA 1ª REVISÃO DO Face ao referido, considera-se que estão reunidas as condições para a reclassificação do terreno em causa, pelo que a pretensão do autor desta participação poderá ter acolhimento favorável na proposta de Revisão do. Alteração da (folha 86-1) desdobrada em Planta da Qualificação Funcional do Solo e Salvaguardas e Execução do Plano. Relatório da proposta do Plano. ACOLHIMENTO APÓS 206 P á g i n a
87 FICHA DE N.º 64 Nome: José Manuel Teixeira Novais Assunto: Reapreciação da classificação de terreno classificado como espaço agrícola sujeito a RAN e integração em solo urbano N.º e data de registo de entrada: 1586/2014 de SINTESE DA Solicita, na Revisão do, a reapreciação da classificação do seu terreno classificado como espaço agrícola sujeito a RAN e sua integração em Solo Urbano para construir uma habitação, fundamentando que a zona do terreno está parcialmente tomada por construções novas. LOCALIZAÇÃO DA PRETENSÃO Borba. Freguesia de Borba da Montanha. CLASSIFICAÇÃO E QUALIFICAÇÃO DO SOLO em vigor Proposta de revisão Espaços urbanos e urbanizáveis - Aglomerado rural Sem servidão administrativa e restrição de utilidade pública Solo rural - Espaço agrícola Reserva Agrícola Nacional Plantas constituintes da Proposta de Revisão do Localização da participação relativa ao extrato da qualificação funcional do solo Localização da participação relativa ao extrato da salvaguardas e execução do plano Localização da participação relativa ao extrato da - geral Localização da participação relativa ao extrato da - floresta 207 P á g i n a
88 Na revisão do, o terreno em causa foi reclassificado de solo urbano (aglomerado rural) para solo rural - Espaço agrícola sujeito a Reserva Agrícola Nacional (RAN) É de referir que, de acordo com o Decreto Regulamentar n.º11/2009, de 29 de Maio, a reclassificação do Solo Rural em Solo Urbano tem carácter excepcional, fundamentada na indispensabilidade e adequação quantitativa e qualitativa de solo para a implementação da estratégia de desenvolvimento local e, depende da comprovação da necessidade face à dinâmica demográfica, ao desenvolvimento económico e social e à indispensabilidade de qualificação urbanística, com o cumprimento dos critérios estabelecidos no artigo 6º e 7º do mesmo Decreto Regulamentar. Estes artigos definem como critérios para esta reclassificação a importância de determinada área para o modelo de organização do sistema urbano; a existência ou previsão de aglomeração de edifícios, população, atividades geradoras de fluxos significativos de população, bens e informação; a existência ou garantia de provisão de infraestruturas urbanas e de prestação de serviços associados e a garantia de acesso da população residente a equipamentos coletivos, sendo adicionalmente necessário comprovar, principalmente, a indisponibilidade/carência de área urbana para estes fins (devendo o aproveitamento das áreas urbanas prevalecer sobre o acréscimo das mesmas), a indispensabilidade da área para a estruturação do aglomerado urbano, para a compatibilização com instrumentos de gestão territorial de ordem supra-municipal. ANÁLISE Cumulativamente a estes critérios, de acordo com a diretriz do PROT-Norte relativa às condições de edificabilidade em solo Urbano, os PMOT devem estabelecer que em solo urbano, só pode ser autorizada em parcelas confinantes com vias públicas habilitantes e dotadas de redes públicas das infraestruturas básicas, não podendo o recurso a soluções técnicas individuais ser considerado como substituto, para tal fim, das redes de infraestruturas eventualmente em falta. Relativamente à elaboração da proposta de reclassificação do solo da revisão do, foi tido em consideração o processo de delimitação da Reserva Agrícola Nacional (RAN). Esta participação incide sobre a parcela integrada na RAN. A área é confinante espaço urbano de baixa densidade. O requerente pretende construir uma habitação num terreno parcialmente situado em RAN e o restante em solo urbano. A área proposta para exclusão da RAN já está parcialmente comprometida por construção existente. A pretensão é coerente com os princípios de ordenamento territorial definidos na proposta do. Este caso foi analisado e validado tecnicamente junto da tutela tendo sido aceite conforme apresentado. Consequentemente, esta proposta foi aprovada pela DRAPN. Considerando que: - O terreno já era urbano no de 1994; - A área onde se insere o terreno fica contígua a um aglomerado urbano proposto que está parcialmente ocupado por construções; - Se está a falar de um acerto de área do polígono ao cadastro, e que tal alteração não tem implicações negativas ou acarreta restrições a terceiros e tendo em conta ainda que, não 208 P á g i n a
89 sendo um imperativo, se deverá ter ao máximo consideração ao cadastro na definição das categorias de espaço, pelo que não se vê inconveniente na alteração solicitada; - Estão verificados requisitos legais que fundamentam um pedido de exclusão de solo rural; - A pretensão é coerente com os princípios de ordenamento territorial definidos na proposta do ; - Foi entendimento da Direção Regional de Agricultura do Norte que estão verificados os requisitos legais que fundamentam um pedido de exclusão da área da RAN, pelo que foi emitido parecer favorável à proposta de exclusão da RAN, com vista à inclusão do terreno em causa em solo urbano. Entende-se que poderá ser alterada a classificação e qualificação do solo atribuído ao terreno pela Proposta de Revisão do, de Solo rural Espaço Agrícola sujeito a RAN para solo Urbano Espaço urbano de baixa densidade. ALTERAÇÕES A INTRODUZIR NA PROPOSTA DA 1ª REVISÃO DO Face ao referido, considera-se que estão reunidas as condições para a reclassificação do terreno em causa, pelo que a pretensão do autor desta participação poderá ter acolhimento favorável na proposta de Revisão do. Alteração da (folha 86-3) desdobrada em Planta da Qualificação Funcional do Solo e Salvaguardas e Execução do Plano. Alteração da - Geral (folha 86-3) Alteração da Planta da RAN Final (folha 86-3) Alteração da Planta da Estrutura Ecológica Municipal (folha 86-3) Relatório da proposta do Plano. ACOLHIMENTO APÓS 209 P á g i n a
90 FICHA DE N.º 65 Nome: Fernando Manuel Carvalho de Moura Assunto: Reapreciação da classificação de terreno classificado como espaço de uso múltiplo agrícola e florestal e integração em solo urbano N.º e data de registo de entrada: 1588/2014 de SINTESE DA Solicita a reapreciação da classificação do seu terreno, classificado como espaço de uso múltiplo agrícola e florestal na Revisão do e sua integração em Solo Urbano, para alterar o uso do rés-do-chão da habitação em comércio e serviços, fundamentando com o facto de o terreno confinar com solo urbano proposto e possuir via pública pavimentada. LOCALIZAÇÃO DA PRETENSÃO Lugar de Barreiro. Freguesia de Agilde. CLASSIFICAÇÃO E QUALIFICAÇÃO DO SOLO em vigor Proposta de revisão Espaços urbanos e urbanizáveis - Aglomerado rural Sem servidão administrativa e restrição de utilidade pública Solo rural - Espaço de uso múltiplo agrícola e florestal Sem servidão administrativa e restrição de utilidade pública. Plantas constituintes da Proposta de Revisão do Localização da participação relativa ao extrato da qualificação funcional do solo Localização da participação relativa ao extrato da salvaguardas e execução do plano Localização da participação relativa ao extrato da - geral Localização da participação relativa ao extrato da - floresta 210 P á g i n a
91 Na revisão do, o terreno em causa foi reclassificado de solo urbano (aglomerado rural) para solo rural - Espaço de uso múltiplo agrícola e florestal. O terreno não está sujeito a qualquer servidão administrativa ou restrição de utilidade pública. De referir que, de acordo com o Decreto Regulamentar n.º11/2009, de 29 de Maio, a reclassificação do Solo Rural em Solo Urbano tem carácter excepcional, fundamentada na indispensabilidade e adequação quantitativa e qualitativa de solo para a implementação da estratégia de desenvolvimento local e, depende da comprovação da necessidade face à dinâmica demográfica, ao desenvolvimento económico e social e à indispensabilidade de qualificação urbanística, com o cumprimento dos critérios estabelecidos no artigo 6º e 7º do mesmo Decreto Regulamentar. Estes artigos definem como critérios para esta reclassificação a importância de determinada área para o modelo de organização do sistema urbano; a existência ou previsão de aglomeração de edifícios, população, atividades geradoras de fluxos significativos de população, bens e informação; a existência ou garantia de provisão de infraestruturas urbanas e de prestação de serviços associados e a garantia de acesso da população residente a equipamentos coletivos, sendo adicionalmente necessário comprovar, principalmente, a indisponibilidade/carência de área urbana para estes fins (devendo o aproveitamento das áreas urbanas prevalecer sobre o acréscimo das mesmas), a indispensabilidade da área para a estruturação do aglomerado urbano, para a compatibilização com instrumentos de gestão territorial de ordem supra-municipal. ANÁLISE Cumulativamente a estes critérios, de acordo com a diretriz do PROT-Norte relativa às condições de edificabilidade em solo Urbano, os PMOT devem estabelecer que em solo urbano, só pode ser autorizada em parcelas confinantes com vias públicas habilitantes e dotadas de redes públicas das infraestruturas básicas, não podendo o recurso a soluções técnicas individuais ser considerado como substituto, para tal fim, das redes de infraestruturas eventualmente em falta. Considerando que: - O terreno já era urbano no de 1994; - A área onde se insere o terreno fica contígua a um aglomerado urbano proposto que está ocupado por construções; - Parte do terreno do requerente possui uma configuração triangular que não lhe permite implantar adequadamente a construção pretendida; - Se pretende o aumento da área afeta a solo urbano com vista a incluir a construção existente; - A parcela de terreno do requerente estende-se para lá da faixa dos 30 m, conforme indicado nas plantas constituintes da proposta de revisão do, pelo que se entende que a profundidade máxima estabelecida poderá ser ultrapassada para garantir a inserção de uma construção dentro dos limites do solo urbanizado; - A pretensão é coerente com os princípios de ordenamento territorial definidos na proposta do ; - O terreno não está sujeito a qualquer servidão administrativa ou restrição de utilidade pública. 211 P á g i n a
92 Entende-se que poderá ser alterada a classificação e qualificação do solo atribuído ao terreno pela Proposta de Revisão do de Solo rural Espaço de uso múltiplo agrícola e florestal para solo Urbano Espaço urbano de baixa densidade. ALTERAÇÕES A INTRODUZIR NA PROPOSTA DA 1ª REVISÃO DO Face ao referido, considera-se que estão reunidas as condições para a reclassificação do terreno em causa, pelo que a pretensão do autor desta participação poderá ter acolhimento favorável na proposta de Revisão do. Alteração da (folha 99-2) desdobrada em Planta da Qualificação Funcional do Solo e Salvaguardas e Execução do Plano. Relatório da proposta do Plano. ACOLHIMENTO APÓS 212 P á g i n a
93 FICHA DE N.º 66 Nome: Fernando Manuel Carvalho de Moura Assunto: Reapreciação da classificação de terreno classificado como espaço de uso múltiplo agrícola e florestal e integração em solo urbano N.º e data de registo de entrada: 1589/2014 de SINTESE DA Solicita a reapreciação da classificação do seu terreno, classificado como espaço de uso múltiplo agrícola e florestal na Revisão do e sua integração em Solo Urbano, para construir uma habitação unifamiliar, fundamentando com o facto de o terreno confinar com solo urbano proposto e possuir via pública pavimentada. LOCALIZAÇÃO DA PRETENSÃO Lugar de Penouta. Freguesia de Agilde. CLASSIFICAÇÃO E QUALIFICAÇÃO DO SOLO em vigor Proposta de revisão Floresta de produção Sem servidão administrativa e restrição de utilidade pública Solo rural - Espaço de uso múltiplo agrícola e florestal Sem servidão administrativa e restrição de utilidade pública Plantas constituintes da Proposta de Revisão do Localização da participação relativa ao extrato da qualificação funcional do solo Localização da participação relativa ao extrato da salvaguardas e execução do plano Localização da participação relativa ao extrato da - geral Localização da participação relativa ao extrato da - floresta 213 P á g i n a
94 Na revisão do, o terreno em causa continua a manter a classificação de Solo Rural, havendo apenas lugar a uma alteração de categoria deste, de Floresta de produção para Espaço de uso múltiplo agrícola e florestal. O terreno não está sujeito a qualquer servidão administrativa ou restrição de utilidade pública. De referir que, de acordo com o Decreto Regulamentar n.º11/2009, de 29 de Maio, a reclassificação do Solo Rural em Solo Urbano tem carácter excepcional, fundamentada na indispensabilidade e adequação quantitativa e qualitativa de solo para a implementação da estratégia de desenvolvimento local e, depende da comprovação da necessidade face à dinâmica demográfica, ao desenvolvimento económico e social e à indispensabilidade de qualificação urbanística, com o cumprimento dos critérios estabelecidos no artigo 6º e 7º do mesmo Decreto Regulamentar. Estes artigos definem como critérios para esta reclassificação a importância de determinada área para o modelo de organização do sistema urbano; a existência ou previsão de aglomeração de edifícios, população, atividades geradoras de fluxos significativos de população, bens e informação; a existência ou garantia de provisão de infraestruturas urbanas e de prestação de serviços associados e a garantia de acesso da população residente a equipamentos coletivos, sendo adicionalmente necessário comprovar, principalmente, a indisponibilidade/carência de área urbana para estes fins (devendo o aproveitamento das áreas urbanas prevalecer sobre o acréscimo das mesmas), a indispensabilidade da área para a estruturação do aglomerado urbano, para a compatibilização com instrumentos de gestão territorial de ordem supra-municipal. ANÁLISE Cumulativamente a estes critérios, de acordo com a diretriz do PROT-Norte relativa às condições de edificabilidade em solo Urbano, os PMOT devem estabelecer que em solo urbano, só pode ser autorizada em parcelas confinantes com vias públicas habilitantes e dotadas de redes públicas das infraestruturas básicas, não podendo o recurso a soluções técnicas individuais ser considerado como substituto, para tal fim, das redes de infraestruturas eventualmente em falta. Considerando que: - A área onde se insere o terreno fica contígua a um aglomerado urbano proposto que está ocupado por construções; - O terreno confina com uma via pública habilitante e está provido de infraestruturas básicas; - A pretensão é coerente com os princípios de ordenamento territorial definidos na proposta do ; - O terreno não está sujeito a qualquer servidão administrativa ou restrição de utilidade pública. Entende-se que poderá ser alterada a classificação e qualificação do solo atribuído ao terreno pela Proposta de Revisão do de Solo rural Espaço de uso múltiplo agrícola e florestal para solo Urbano Espaço urbano de baixa densidade. 214 P á g i n a
95 ALTERAÇÕES A INTRODUZIR NA PROPOSTA DA 1ª REVISÃO DO Face ao referido, considera-se que estão reunidas as condições para a reclassificação do terreno em causa, pelo que a pretensão do autor desta participação poderá ter acolhimento favorável na proposta de Revisão do. Alteração da (folha 99-2) desdobrada em Planta da Qualificação Funcional do Solo e Salvaguardas e Execução do Plano. Relatório da proposta do Plano ACOLHIMENTO APÓS 215 P á g i n a
96 FICHA DE N.º 67 Nome: Manuel Joaquim Ribeiro Teixeira Assunto: Reapreciação da classificação de terreno classificado como espaço de uso múltiplo agrícola e florestal e integração em solo urbano N.º e data de registo de entrada: 1591/2014 de SINTESE DA Solicita a reapreciação da classificação do seu terreno, classificado como espaço de uso múltiplo agrícola e florestal na Revisão do e sua integração em Solo Urbano, para construir uma habitação unifamiliar, fundamentando com facto do terreno confinar com solo urbano proposto e possuir via pública pavimentada. LOCALIZAÇÃO DA PRETENSÃO Lugar de Seturrada. Freguesia de Britelo. CLASSIFICAÇÃO E QUALIFICAÇÃO DO SOLO em vigor Proposta de revisão Área agrícola e Floresta de produção Sem servidão administrativa e restrição de utilidade pública Solo rural - Espaço de uso múltiplo agrícola e florestal Sem servidão administrativa e restrição de utilidade pública Plantas constituintes da Proposta de Revisão do Localização da participação relativa ao extrato da qualificação funcional do solo Localização da participação relativa ao extrato da salvaguardas e execução do plano Localização da participação relativa ao extrato da - geral Localização da participação relativa ao extrato da - floresta 216 P á g i n a
97 Na revisão do, o terreno em causa continua a manter a classificação de Solo Rural, havendo apenas lugar a uma alteração de categoria deste, de Área agrícola e Floresta de produção para Espaço de uso múltiplo agrícola e florestal. O terreno não está sujeito a qualquer servidão administrativa ou restrição de utilidade pública. ANÁLISE De referir que, de acordo com o Decreto Regulamentar n.º11/2009, de 29 de Maio, a reclassificação do Solo Rural em Solo Urbano tem carácter excepcional, fundamentada na indispensabilidade e adequação quantitativa e qualitativa de solo para a implementação da estratégia de desenvolvimento local e, depende da comprovação da necessidade face à dinâmica demográfica, ao desenvolvimento económico e social e à indispensabilidade de qualificação urbanística, com o cumprimento dos critérios estabelecidos no artigo 6º e 7º do mesmo Decreto Regulamentar. Estes artigos definem como critérios para esta reclassificação a importância de determinada área para o modelo de organização do sistema urbano; a existência ou previsão de aglomeração de edifícios, população, atividades geradoras de fluxos significativos de população, bens e informação; a existência ou garantia de provisão de infraestruturas urbanas e de prestação de serviços associados e a garantia de acesso da população residente a equipamentos coletivos, sendo adicionalmente necessário comprovar, principalmente, a indisponibilidade/carência de área urbana para estes fins (devendo o aproveitamento das áreas urbanas prevalecer sobre o acréscimo das mesmas), a indispensabilidade da área para a estruturação do aglomerado urbano, para a compatibilização com instrumentos de gestão territorial de ordem supra-municipal. Cumulativamente a estes critérios, de acordo com a diretriz do PROT-Norte relativa às condições de edificabilidade em solo Urbano, os PMOT devem estabelecer que em solo urbano, só pode ser autorizada em parcelas confinantes com vias públicas habilitantes e dotadas de redes públicas das infraestruturas básicas, não podendo o recurso a soluções técnicas individuais ser considerado como substituto, para tal fim, das redes de infraestruturas eventualmente em falta. Considerando que: - A área onde se insere o terreno fica contígua a um aglomerado urbano proposto que está ocupado por construções; - O terreno confina com uma via pública habilitante e está provido de infraestruturas básicas; - A pretensão é coerente com os princípios de ordenamento territorial definidos na proposta do ; - O terreno não está sujeito a qualquer servidão administrativa ou restrição de utilidade pública. Entende-se que poderá ser alterada a classificação e qualificação do solo atribuído ao terreno pela Proposta de Revisão do de Solo rural Espaço de uso múltiplo agrícola e florestal para solo Urbano Espaço residencial. 217 P á g i n a
98 ALTERAÇÕES A INTRODUZIR NA PROPOSTA DA 1ª REVISÃO DO Face ao referido, considera-se que estão reunidas as condições para a reclassificação do terreno em causa, pelo que a pretensão do autor desta participação poderá ter acolhimento favorável na proposta de Revisão do. Alteração da (folha 86-4) desdobrada em Planta da Qualificação Funcional do Solo e Salvaguardas e Execução do Plano. Relatório da proposta do Plano. ACOLHIMENTO APÓS 218 P á g i n a
99 FICHA DE N.º 68 Nome: Adelino Carvalho Pereira da Mota Assunto: Reapreciação da classificação de terreno classificado como espaço de uso múltiplo agrícola e florestal e integração em solo urbano N.º e data de registo de entrada: 1593/2014 de SINTESE DA Solicita a reapreciação da classificação do seu terreno, classificado como espaço de uso múltiplo agrícola e florestal na Revisão do e sua integração em Solo Urbano, para construir uma habitação unifamiliar, fundamentando com facto do terreno confinar com solo urbano proposto. LOCALIZAÇÃO DA PRETENSÃO Lugar de Argontim. Freguesia do Rego. CLASSIFICAÇÃO E QUALIFICAÇÃO DO SOLO em vigor Proposta de revisão Espaços urbanos e urbanizáveis - aglomerado rural Sem servidão administrativa e restrição de utilidade pública Solo rural - Espaço de uso múltiplo agrícola e florestal Sem servidão administrativa e restrição de utilidade pública Plantas constituintes da Proposta de Revisão do Localização da participação relativa ao extrato da qualificação funcional do solo Localização da participação relativa ao extrato da salvaguardas e execução do plano Localização da participação relativa ao extrato da - geral Localização da participação relativa ao extrato da - floresta 219 P á g i n a
100 Na revisão do, o terreno em causa foi reclassificado de solo urbano (aglomerado rural) para solo rural - Espaço de uso múltiplo agrícola e florestal. O terreno não está sujeito a qualquer servidão administrativa ou restrição de utilidade pública. De referir que, de acordo com o Decreto Regulamentar n.º11/2009, de 29 de Maio, a reclassificação do Solo Rural em Solo Urbano tem carácter excepcional, fundamentada na indispensabilidade e adequação quantitativa e qualitativa de solo para a implementação da estratégia de desenvolvimento local e, depende da comprovação da necessidade face à dinâmica demográfica, ao desenvolvimento económico e social e à indispensabilidade de qualificação urbanística, com o cumprimento dos critérios estabelecidos no artigo 6º e 7º do mesmo Decreto Regulamentar. Estes artigos definem como critérios para esta reclassificação a importância de determinada área para o modelo de organização do sistema urbano; a existência ou previsão de aglomeração de edifícios, população, atividades geradoras de fluxos significativos de população, bens e informação; a existência ou garantia de provisão de infraestruturas urbanas e de prestação de serviços associados e a garantia de acesso da população residente a equipamentos coletivos, sendo adicionalmente necessário comprovar, principalmente, a indisponibilidade/carência de área urbana para estes fins (devendo o aproveitamento das áreas urbanas prevalecer sobre o acréscimo das mesmas), a indispensabilidade da área para a estruturação do aglomerado urbano, para a compatibilização com instrumentos de gestão territorial de ordem supra-municipal. ANÁLISE Cumulativamente a estes critérios, de acordo com a diretriz do PROT-Norte relativa às condições de edificabilidade em solo Urbano, os PMOT devem estabelecer que em solo urbano, só pode ser autorizada em parcelas confinantes com vias públicas habilitantes e dotadas de redes públicas das infraestruturas básicas, não podendo o recurso a soluções técnicas individuais ser considerado como substituto, para tal fim, das redes de infraestruturas eventualmente em falta. Considerando que: - O terreno já era urbano no de 1994; - A área onde se insere o terreno fica contígua a um aglomerado urbano proposto que está ocupado por construções; - O terreno confina com uma via pública habilitante e está provido de infraestruturas básicas; - A pretensão é coerente com os princípios de ordenamento territorial definidos na proposta do ; - O terreno não está sujeito a qualquer servidão administrativa ou restrição de utilidade pública. Entende-se que poderá ser alterada a classificação e qualificação do solo atribuído ao terreno pela Proposta de Revisão do de Solo rural Espaço de uso múltiplo agrícola e florestal para solo Urbano Espaço residencial. 220 P á g i n a
101 ALTERAÇÕES A INTRODUZIR NA PROPOSTA DA 1ª REVISÃO DO Face ao referido, considera-se que estão reunidas as condições para a reclassificação do terreno em causa, pelo que a pretensão do autor desta participação poderá ter acolhimento favorável na proposta de Revisão do. Alteração da (folha 86-1) desdobrada em Planta da Qualificação Funcional do Solo e Salvaguardas e Execução do Plano. Relatório da proposta do Plano. ACOLHIMENTO APÓS 221 P á g i n a
102 FICHA DE N.º 69 Nome: Adelino Carvalho Pereira da Mota Assunto: Reapreciação da classificação de terreno classificado como espaço de uso múltiplo agrícola e florestal e integração em solo urbano N.º e data de registo de entrada: 1595/2014 de SINTESE DA Solicita a reapreciação da classificação do seu terreno, classificado como espaço de uso múltiplo agrícola e florestal na Revisão do e sua integração em Solo Urbano, para construir uma habitação unifamiliar, fundamentando com facto do terreno confinar com solo urbano proposto. LOCALIZAÇÃO DA PRETENSÃO Rego. Freguesia do Rego. CLASSIFICAÇÃO E QUALIFICAÇÃO DO SOLO em vigor Proposta de revisão Área agrícola Sem servidão administrativa e restrição de utilidade pública Solo rural - Espaço de uso múltiplo agrícola e florestal Sem servidão administrativa e restrição de utilidade pública Plantas constituintes da Proposta de Revisão do Localização da participação relativa ao extrato da qualificação funcional do solo Localização da participação relativa ao extrato da salvaguardas e execução do plano Localização da participação relativa ao extrato da - geral Localização da participação relativa ao extrato da - floresta 222 P á g i n a
103 Na revisão do, o terreno em causa continua a manter a classificação de Solo Rural, havendo apenas lugar a uma alteração de categoria deste, de Área agrícola para Espaço de uso múltiplo agrícola e florestal. O terreno não está sujeito a qualquer servidão administrativa ou restrição de utilidade pública. ANÁLISE De referir que, de acordo com o Decreto Regulamentar n.º11/2009, de 29 de Maio, a reclassificação do Solo Rural em Solo Urbano tem carácter excepcional, fundamentada na indispensabilidade e adequação quantitativa e qualitativa de solo para a implementação da estratégia de desenvolvimento local e, depende da comprovação da necessidade face à dinâmica demográfica, ao desenvolvimento económico e social e à indispensabilidade de qualificação urbanística, com o cumprimento dos critérios estabelecidos no artigo 6º e 7º do mesmo Decreto Regulamentar. Estes artigos definem como critérios para esta reclassificação a importância de determinada área para o modelo de organização do sistema urbano; a existência ou previsão de aglomeração de edifícios, população, atividades geradoras de fluxos significativos de população, bens e informação; a existência ou garantia de provisão de infraestruturas urbanas e de prestação de serviços associados e a garantia de acesso da população residente a equipamentos coletivos, sendo adicionalmente necessário comprovar, principalmente, a indisponibilidade/carência de área urbana para estes fins (devendo o aproveitamento das áreas urbanas prevalecer sobre o acréscimo das mesmas), a indispensabilidade da área para a estruturação do aglomerado urbano, para a compatibilização com instrumentos de gestão territorial de ordem supra-municipal. Cumulativamente a estes critérios, de acordo com a diretriz do PROT-Norte relativa às condições de edificabilidade em solo Urbano, os PMOT devem estabelecer que em solo urbano, só pode ser autorizada em parcelas confinantes com vias públicas habilitantes e dotadas de redes públicas das infraestruturas básicas, não podendo o recurso a soluções técnicas individuais ser considerado como substituto, para tal fim, das redes de infraestruturas eventualmente em falta. Considerando que: - A área onde se insere o terreno fica contígua a um aglomerado urbano proposto que está ocupado por construções; - O terreno confina com uma via pública habilitante e está provido de infraestruturas básicas; - A pretensão é coerente com os princípios de ordenamento territorial definidos na proposta do ; - O terreno não está sujeito a qualquer servidão administrativa ou restrição de utilidade pública. Entende-se que poderá ser alterada a classificação e qualificação do solo atribuído ao terreno pela Proposta de Revisão do de Solo rural Espaço de uso múltiplo agrícola e florestal para solo Urbano Espaço residencial. 223 P á g i n a
104 ALTERAÇÕES A INTRODUZIR NA PROPOSTA DA 1ª REVISÃO DO Face ao referido, considera-se que estão reunidas as condições para a reclassificação do terreno em causa, pelo que a pretensão do autor desta participação poderá ter acolhimento favorável na proposta de Revisão do. Alteração da (folha 86-3) desdobrada em Planta da Qualificação Funcional do Solo e Salvaguardas e Execução do Plano. Relatório da proposta do Plano. ACOLHIMENTO APÓS 224 P á g i n a
105 FICHA DE N.º 70 Nome: Adelino Carvalho Pereira da Mota Assunto: Reapreciação da classificação de terreno classificado como espaço de uso múltiplo agrícola e florestal e integração em solo urbano N.º e data de registo de entrada: 1596/2014 de SINTESE DA Solicita a reapreciação da classificação do seu terreno, classificado como espaço de uso múltiplo agrícola e florestal na Revisão do e sua integração em Solo Urbano, para construir uma habitação unifamiliar no espaço que se localiza junto ao largo público, fundamentando com facto do terreno confinar com solo urbano proposto. LOCALIZAÇÃO DA PRETENSÃO Lugar da Lameira. Freguesia do Rego. CLASSIFICAÇÃO E QUALIFICAÇÃO DO SOLO em vigor Proposta de revisão Espaços urbanos e urbanizáveis - aglomerado rural Sem servidão administrativa e restrição de utilidade pública Solo rural - Espaço de uso múltiplo agrícola e florestal Sem servidão administrativa e restrição de utilidade pública Plantas constituintes da Proposta de Revisão do Localização da participação relativa ao extrato da qualificação funcional do solo Localização da participação relativa ao extrato da salvaguardas e execução do plano Localização da participação relativa ao extrato da - geral Localização da participação relativa ao extrato da - floresta 225 P á g i n a
106 Na revisão do, o terreno em causa foi reclassificado de solo urbano (aglomerado rural) para solo rural - Espaço de uso múltiplo agrícola e florestal. O terreno não está sujeito a qualquer servidão administrativa ou restrição de utilidade pública. De referir que, de acordo com o Decreto Regulamentar n.º11/2009, de 29 de Maio, a reclassificação do Solo Rural em Solo Urbano tem carácter excepcional, fundamentada na indispensabilidade e adequação quantitativa e qualitativa de solo para a implementação da estratégia de desenvolvimento local e, depende da comprovação da necessidade face à dinâmica demográfica, ao desenvolvimento económico e social e à indispensabilidade de qualificação urbanística, com o cumprimento dos critérios estabelecidos no artigo 6º e 7º do mesmo Decreto Regulamentar. Estes artigos definem como critérios para esta reclassificação a importância de determinada área para o modelo de organização do sistema urbano; a existência ou previsão de aglomeração de edifícios, população, atividades geradoras de fluxos significativos de população, bens e informação; a existência ou garantia de provisão de infraestruturas urbanas e de prestação de serviços associados e a garantia de acesso da população residente a equipamentos coletivos, sendo adicionalmente necessário comprovar, principalmente, a indisponibilidade/carência de área urbana para estes fins (devendo o aproveitamento das áreas urbanas prevalecer sobre o acréscimo das mesmas), a indispensabilidade da área para a estruturação do aglomerado urbano, para a compatibilização com instrumentos de gestão territorial de ordem supra-municipal. ANÁLISE Cumulativamente a estes critérios, de acordo com a diretriz do PROT-Norte relativa às condições de edificabilidade em solo Urbano, os PMOT devem estabelecer que em solo urbano, só pode ser autorizada em parcelas confinantes com vias públicas habilitantes e dotadas de redes públicas das infraestruturas básicas, não podendo o recurso a soluções técnicas individuais ser considerado como substituto, para tal fim, das redes de infraestruturas eventualmente em falta. Considerando que: - O terreno já era urbano no de 1994; - A área onde se insere o terreno fica contígua a um aglomerado urbano proposto que está ocupado por construções; - O terreno confina com uma via pública habilitante e está provido de infraestruturas básicas; - A pretensão é coerente com os princípios de ordenamento territorial definidos na proposta do ; - O terreno não está sujeito a qualquer servidão administrativa ou restrição de utilidade pública. Entende-se que poderá ser alterada a classificação e qualificação do solo atribuído ao terreno pela Proposta de Revisão do de Solo rural Espaço de uso múltiplo agrícola e florestal para solo Urbano Espaço residencial. 226 P á g i n a
107 ALTERAÇÕES A INTRODUZIR NA PROPOSTA DA 1ª REVISÃO DO Face ao referido, considera-se que estão reunidas as condições para a reclassificação do terreno em causa, pelo que a pretensão do autor desta participação poderá ter acolhimento favorável na proposta de Revisão do. Alteração da (folha 86-1) desdobrada em Planta da Qualificação Funcional do Solo e Salvaguardas e Execução do Plano. Relatório da proposta do Plano. ACOLHIMENTO APÓS 227 P á g i n a
108 FICHA DE N.º 71 Nome: Herdeiros de António Alves Ferreira Assunto: Reapreciação da classificação de terreno classificado como espaço de uso múltiplo agrícola e florestal e integração em solo urbano N.º e data de registo de entrada: 1598/2014 de SINTESE DA Solicita a reapreciação da classificação do seu terreno, classificado como espaço de uso múltiplo agrícola e florestal na Revisão do e sua integração em Solo Urbano, para construir uma habitação unifamiliar, fundamentando com facto do terreno confinar com solo urbano proposto. LOCALIZAÇÃO DA PRETENSÃO Lugar da Lameira. Freguesia do Rego. CLASSIFICAÇÃO E QUALIFICAÇÃO DO SOLO em vigor Proposta de revisão Espaços urbanos e urbanizáveis - aglomerado rural Sem servidão administrativa e restrição de utilidade pública Solo rural - Espaço de uso múltiplo agrícola e florestal Sem servidão administrativa e restrição de utilidade pública Plantas constituintes da Proposta de Revisão do Localização da participação relativa ao extrato da qualificação funcional do solo Localização da participação relativa ao extrato da salvaguardas e execução do plano Localização da participação relativa ao extrato da - geral Localização da participação relativa ao extrato da - floresta 228 P á g i n a
109 Na revisão do, o terreno em causa foi reclassificado de solo urbano (aglomerado rural) para solo rural - Espaço de uso múltiplo agrícola e florestal. O terreno não está sujeito a qualquer servidão administrativa ou restrição de utilidade pública. De referir que, de acordo com o Decreto Regulamentar n.º11/2009, de 29 de Maio, a reclassificação do Solo Rural em Solo Urbano tem carácter excepcional, fundamentada na indispensabilidade e adequação quantitativa e qualitativa de solo para a implementação da estratégia de desenvolvimento local e, depende da comprovação da necessidade face à dinâmica demográfica, ao desenvolvimento económico e social e à indispensabilidade de qualificação urbanística, com o cumprimento dos critérios estabelecidos no artigo 6º e 7º do mesmo Decreto Regulamentar. Estes artigos definem como critérios para esta reclassificação a importância de determinada área para o modelo de organização do sistema urbano; a existência ou previsão de aglomeração de edifícios, população, atividades geradoras de fluxos significativos de população, bens e informação; a existência ou garantia de provisão de infraestruturas urbanas e de prestação de serviços associados e a garantia de acesso da população residente a equipamentos coletivos, sendo adicionalmente necessário comprovar, principalmente, a indisponibilidade/carência de área urbana para estes fins (devendo o aproveitamento das áreas urbanas prevalecer sobre o acréscimo das mesmas), a indispensabilidade da área para a estruturação do aglomerado urbano, para a compatibilização com instrumentos de gestão territorial de ordem supra-municipal. ANÁLISE Cumulativamente a estes critérios, de acordo com a diretriz do PROT-Norte relativa às condições de edificabilidade em solo Urbano, os PMOT devem estabelecer que em solo urbano, só pode ser autorizada em parcelas confinantes com vias públicas habilitantes e dotadas de redes públicas das infraestruturas básicas, não podendo o recurso a soluções técnicas individuais ser considerado como substituto, para tal fim, das redes de infraestruturas eventualmente em falta. Considerando que: - O terreno já era urbano no de 1994; - A área onde se insere o terreno fica contígua a um aglomerado urbano proposto que está ocupado por construções; - O terreno confina com uma via pública habilitante e está provido de infraestruturas básicas; - A pretensão é coerente com os princípios de ordenamento territorial definidos na proposta do ; - O terreno não está sujeito a qualquer servidão administrativa ou restrição de utilidade pública. Entende-se que poderá ser alterada a classificação e qualificação do solo atribuído ao terreno pela Proposta de Revisão do de Solo rural Espaço de uso múltiplo agrícola e florestal para solo Urbano Espaço residencial. 229 P á g i n a
110 ALTERAÇÕES A INTRODUZIR NA PROPOSTA DA 1ª REVISÃO DO Face ao referido, considera-se que estão reunidas as condições para a reclassificação do terreno em causa, pelo que a pretensão do autor desta participação poderá ter acolhimento favorável na proposta de Revisão do. Alteração da (folha 86-1) desdobrada em Planta da Qualificação Funcional do Solo e Salvaguardas e Execução do Plano. Relatório da proposta do Plano. ACOLHIMENTO APÓS 230 P á g i n a
111 FICHA DE N.º 72 Nome: Sílvia Olívia Ferreira da Cunha Assunto: Reapreciação da classificação de terreno classificado como espaço de uso múltiplo agrícola e florestal e integração em solo urbano N.º e data de registo de entrada: 1599/2014 de SINTESE DA Solicita a reapreciação da classificação do seu terreno, classificado como espaço de uso múltiplo agrícola e florestal na Revisão do e sua integração em Solo Urbano, para construir uma habitação unifamiliar, fundamentando com facto do terreno confinar com solo urbano proposto. LOCALIZAÇÃO DA PRETENSÃO Lugar do Barreiro. Freguesia de Agilde. CLASSIFICAÇÃO E QUALIFICAÇÃO DO SOLO em vigor Proposta de revisão Área agrícola e Floresta de Produção Sem servidão administrativa e restrição de utilidade pública Solo rural - Espaço de uso múltiplo agrícola e florestal Sem servidão administrativa e restrição de utilidade pública Plantas constituintes da Proposta de Revisão do Localização da participação relativa ao extrato da qualificação funcional do solo Localização da participação relativa ao extrato da salvaguardas e execução do plano Localização da participação relativa ao extrato da - geral Localização da participação relativa ao extrato da - floresta 231 P á g i n a
112 Na revisão do, o terreno em causa continua a manter a classificação de Solo Rural, havendo apenas lugar a uma alteração de categoria deste, de Área agrícola para Espaço de uso múltiplo agrícola e florestal. O terreno não está sujeito a qualquer servidão administrativa ou restrição de utilidade pública. ANÁLISE De referir que, de acordo com o Decreto Regulamentar n.º11/2009, de 29 de Maio, a reclassificação do Solo Rural em Solo Urbano tem carácter excepcional, fundamentada na indispensabilidade e adequação quantitativa e qualitativa de solo para a implementação da estratégia de desenvolvimento local e, depende da comprovação da necessidade face à dinâmica demográfica, ao desenvolvimento económico e social e à indispensabilidade de qualificação urbanística, com o cumprimento dos critérios estabelecidos no artigo 6º e 7º do mesmo Decreto Regulamentar. Estes artigos definem como critérios para esta reclassificação a importância de determinada área para o modelo de organização do sistema urbano; a existência ou previsão de aglomeração de edifícios, população, atividades geradoras de fluxos significativos de população, bens e informação; a existência ou garantia de provisão de infraestruturas urbanas e de prestação de serviços associados e a garantia de acesso da população residente a equipamentos coletivos, sendo adicionalmente necessário comprovar, principalmente, a indisponibilidade/carência de área urbana para estes fins (devendo o aproveitamento das áreas urbanas prevalecer sobre o acréscimo das mesmas), a indispensabilidade da área para a estruturação do aglomerado urbano, para a compatibilização com instrumentos de gestão territorial de ordem supra-municipal. Cumulativamente a estes critérios, de acordo com a diretriz do PROT-Norte relativa às condições de edificabilidade em solo Urbano, os PMOT devem estabelecer que em solo urbano, só pode ser autorizada em parcelas confinantes com vias públicas habilitantes e dotadas de redes públicas das infraestruturas básicas, não podendo o recurso a soluções técnicas individuais ser considerado como substituto, para tal fim, das redes de infraestruturas eventualmente em falta. Considerando que: - A área onde se insere o terreno fica contígua a um aglomerado urbano proposto que está ocupado por construções; - O terreno confina com uma via pública habilitante e está provido de infraestruturas básicas; - A pretensão é coerente com os princípios de ordenamento territorial definidos na proposta do ; - O terreno não está sujeito a qualquer servidão administrativa ou restrição de utilidade pública. Entende-se que poderá ser alterada a classificação e qualificação do solo atribuído ao terreno pela Proposta de Revisão do de Solo rural Espaço de uso múltiplo agrícola e florestal para solo Urbano Espaço urbano de baixa densidade. 232 P á g i n a
113 ALTERAÇÕES A INTRODUZIR NA PROPOSTA DA 1ª REVISÃO DO Face ao referido, considera-se que estão reunidas as condições para a reclassificação do terreno em causa, pelo que a pretensão do autor desta participação poderá ter acolhimento favorável na proposta de Revisão do. Alteração da (folha 99-2) desdobrada em Planta da Qualificação Funcional do Solo e Salvaguardas e Execução do Plano. Relatório da proposta do Plano. ACOLHIMENTO APÓS 233 P á g i n a
114 FICHA DE N.º 73 Nome: Herdeiros de Celestino Gonçalves Assunto: Reapreciação da classificação de terreno classificado como espaço de uso múltiplo agrícola e florestal e integração em solo urbano N.º e data de registo de entrada: 1600/2014 de SINTESE DA Solicita a reapreciação da classificação do seu terreno, classificado como espaço de uso múltiplo agrícola e florestal na Revisão do e sua integração em Solo Urbano, para construir uma habitação unifamiliar, fundamentando com facto do terreno confinar com solo urbano proposto. LOCALIZAÇÃO DA PRETENSÃO Lugar de Raposeira. Freguesia de Vale de Bouro. CLASSIFICAÇÃO E QUALIFICAÇÃO DO SOLO em vigor Proposta de revisão Espaços urbanos e urbanizáveis - aglomerado rural Sem servidão administrativa e restrição de utilidade pública Solo rural - Espaço de uso múltiplo agrícola e florestal Sem servidão administrativa e restrição de utilidade pública Plantas constituintes da Proposta de Revisão do Localização da participação relativa ao extrato da qualificação funcional do solo Localização da participação relativa ao extrato da salvaguardas e execução do plano Localização da participação relativa ao extrato da - geral Localização da participação relativa ao extrato da - floresta 234 P á g i n a
115 Na revisão do, o terreno em causa foi reclassificado de solo urbano (aglomerado rural) para solo rural - Espaço de uso múltiplo agrícola e florestal. O terreno não está sujeito a qualquer servidão administrativa ou restrição de utilidade pública. ANÁLISE De referir que, de acordo com o Decreto Regulamentar n.º11/2009, de 29 de Maio, a reclassificação do Solo Rural em Solo Urbano tem carácter excepcional, fundamentada na indispensabilidade e adequação quantitativa e qualitativa de solo para a implementação da estratégia de desenvolvimento local e, depende da comprovação da necessidade face à dinâmica demográfica, ao desenvolvimento económico e social e à indispensabilidade de qualificação urbanística, com o cumprimento dos critérios estabelecidos no artigo 6º e 7º do mesmo Decreto Regulamentar. Estes artigos definem como critérios para esta reclassificação a importância de determinada área para o modelo de organização do sistema urbano; a existência ou previsão de aglomeração de edifícios, população, atividades geradoras de fluxos significativos de população, bens e informação; a existência ou garantia de provisão de infraestruturas urbanas e de prestação de serviços associados e a garantia de acesso da população residente a equipamentos coletivos, sendo adicionalmente necessário comprovar, principalmente, a indisponibilidade/carência de área urbana para estes fins (devendo o aproveitamento das áreas urbanas prevalecer sobre o acréscimo das mesmas), a indispensabilidade da área para a estruturação do aglomerado urbano, para a compatibilização com instrumentos de gestão territorial de ordem supra-municipal. Cumulativamente a estes critérios, de acordo com a diretriz do PROT-Norte relativa às condições de edificabilidade em solo Urbano, os PMOT devem estabelecer que em solo urbano, só pode ser autorizada em parcelas confinantes com vias públicas habilitantes e dotadas de redes públicas das infraestruturas básicas, não podendo o recurso a soluções técnicas individuais ser considerado como substituto, para tal fim, das redes de infraestruturas eventualmente em falta. Considerando que: - O terreno já era urbano no de 1994; - A área onde se insere o terreno fica contígua a um aglomerado urbano proposto que está ocupado por construções; - O terreno confina com uma via pública habilitante e está provido de infraestruturas básicas; - A pretensão é coerente com os princípios de ordenamento territorial definidos na proposta do ; - O terreno não está sujeito a qualquer servidão administrativa ou restrição de utilidade pública. Entende-se que poderá ser alterada a classificação e qualificação do solo atribuído ao terreno pela Proposta de Revisão do de Solo rural Espaço de uso múltiplo agrícola e florestal para solo Urbano Espaço urbano de baixa densidade. 235 P á g i n a
116 ALTERAÇÕES A INTRODUZIR NA PROPOSTA DA 1ª REVISÃO DO Face ao referido, considera-se que estão reunidas as condições para a reclassificação do terreno em causa, pelo que a pretensão do autor desta participação poderá ter acolhimento favorável na proposta de Revisão do. Alteração da (folha 86-2) desdobrada em Planta da Qualificação Funcional do Solo e Salvaguardas e Execução do Plano. Relatório da proposta do Plano. ACOLHIMENTO APÓS 236 P á g i n a
117 FICHA DE N.º 74 Nome: Francisco da Silva Novais Assunto: Reapreciação da classificação de terreno classificado como espaço de uso múltiplo agrícola e florestal e integração em solo urbano N.º e data de registo de entrada: 1601/2014 de SINTESE DA Solicita a reapreciação da classificação do seu terreno, classificado como espaço de uso múltiplo agrícola e florestal na Revisão do e sua integração em Solo Urbano, para construir duas habitações unifamiliares, fundamentando com facto do terreno confinar com solo urbano proposto. LOCALIZAÇÃO DA PRETENSÃO Rua do Fojo e Rua Padre Alcídio Marinho. Freguesia de Arnoia. CLASSIFICAÇÃO E QUALIFICAÇÃO DO SOLO em vigor Proposta de revisão Espaços urbanos e urbanizáveis Espaço de construção condicionada Sem servidão administrativa e restrição de utilidade pública Solo rural - Espaço de uso múltiplo agrícola e florestal Sem servidão administrativa e restrição de utilidade pública Plantas constituintes da Proposta de Revisão do Localização da participação relativa ao extrato da qualificação funcional do solo Localização da participação relativa ao extrato da salvaguardas e execução do plano Localização da participação relativa ao extrato da - geral Localização da participação relativa ao extrato da - floresta 237 P á g i n a
118 Na revisão do, o terreno em causa foi reclassificado de solo urbano (espaço de construção condicionada) para solo rural - Espaço de uso múltiplo agrícola e florestal. O terreno não está sujeito a qualquer servidão administrativa ou restrição de utilidade pública. De referir que, de acordo com o Decreto Regulamentar n.º11/2009, de 29 de Maio, a reclassificação do Solo Rural em Solo Urbano tem carácter excepcional, fundamentada na indispensabilidade e adequação quantitativa e qualitativa de solo para a implementação da estratégia de desenvolvimento local e, depende da comprovação da necessidade face à dinâmica demográfica, ao desenvolvimento económico e social e à indispensabilidade de qualificação urbanística, com o cumprimento dos critérios estabelecidos no artigo 6º e 7º do mesmo Decreto Regulamentar. Estes artigos definem como critérios para esta reclassificação a importância de determinada área para o modelo de organização do sistema urbano; a existência ou previsão de aglomeração de edifícios, população, atividades geradoras de fluxos significativos de população, bens e informação; a existência ou garantia de provisão de infraestruturas urbanas e de prestação de serviços associados e a garantia de acesso da população residente a equipamentos coletivos, sendo adicionalmente necessário comprovar, principalmente, a indisponibilidade/carência de área urbana para estes fins (devendo o aproveitamento das áreas urbanas prevalecer sobre o acréscimo das mesmas), a indispensabilidade da área para a estruturação do aglomerado urbano, para a compatibilização com instrumentos de gestão territorial de ordem supra-municipal. ANÁLISE Cumulativamente a estes critérios, de acordo com a diretriz do PROT-Norte relativa às condições de edificabilidade em solo Urbano, os PMOT devem estabelecer que em solo urbano, só pode ser autorizada em parcelas confinantes com vias públicas habilitantes e dotadas de redes públicas das infraestruturas básicas, não podendo o recurso a soluções técnicas individuais ser considerado como substituto, para tal fim, das redes de infraestruturas eventualmente em falta. Considerando que: - O terreno já era urbano no de 1994; - A área onde se insere o terreno fica contígua a um aglomerado urbano proposto que está ocupado por construções; - O terreno confina com uma via pública habilitante e está provido de infraestruturas básicas; - A pretensão é coerente com os princípios de ordenamento territorial definidos na proposta do ; - O terreno não está sujeito a qualquer servidão administrativa ou restrição de utilidade pública. Entende-se que poderá ser alterada a classificação e qualificação do solo atribuído ao terreno pela Proposta de Revisão do de Solo rural Espaço de uso múltiplo agrícola e florestal para solo Urbano Espaço residencial. 238 P á g i n a
119 ALTERAÇÕES A INTRODUZIR NA PROPOSTA DA 1ª REVISÃO DO Face ao referido, considera-se que estão reunidas as condições para a reclassificação do terreno em causa, pelo que a pretensão do autor desta participação poderá ter acolhimento favorável na proposta de Revisão do. Alteração da (folha 100-2) desdobrada em Planta da Qualificação Funcional do Solo e Salvaguardas e Execução do Plano. Relatório da proposta do Plano. ACOLHIMENTO APÓS 239 P á g i n a
120 FICHA DE N.º 75 Nome: Maria Teresa Fernandes Magalhães da Silva Assunto: Reapreciação da classificação de terreno classificado como espaço de uso múltiplo agrícola e florestal e integração em solo urbano N.º e data de registo de entrada: 1602/2014 de SINTESE DA Solicita a reapreciação da classificação do seu terreno, classificado como espaço de uso múltiplo agrícola e florestal na Revisão do e sua integração em Solo Urbano, para construir uma habitação para os filhos, fundamentando com facto do terreno confinar com solo urbano proposto e o espaço ser servido por uma via pública LOCALIZAÇÃO DA PRETENSÃO Lugar de Sudres. Freguesia de Gagos. CLASSIFICAÇÃO E QUALIFICAÇÃO DO SOLO em vigor Proposta de revisão Área agrícola e Floresta de produção Parcialmente sujeito a Reserva Agrícola Nacional Solo rural - Espaço de uso múltiplo agrícola e florestal Sem servidão administrativa e restrição de utilidade pública Plantas constituintes da Proposta de Revisão do Localização da participação relativa ao extrato da qualificação funcional do solo Localização da participação relativa ao extrato da salvaguardas e execução do plano Localização da participação relativa ao extrato da - geral Localização da participação relativa ao extrato da - floresta 240 P á g i n a
121 Na revisão do, o terreno em causa continua a manter a classificação de Solo Rural, havendo apenas lugar a uma alteração de categoria deste, de Área agrícola sujeita a RAN e Floresta de produção para Espaço de uso múltiplo agrícola e florestal. O terreno não está sujeito a qualquer servidão administrativa ou restrição de utilidade pública. ANÁLISE De referir que, de acordo com o Decreto Regulamentar n.º11/2009, de 29 de Maio, a reclassificação do Solo Rural em Solo Urbano tem carácter excepcional, fundamentada na indispensabilidade e adequação quantitativa e qualitativa de solo para a implementação da estratégia de desenvolvimento local e, depende da comprovação da necessidade face à dinâmica demográfica, ao desenvolvimento económico e social e à indispensabilidade de qualificação urbanística, com o cumprimento dos critérios estabelecidos no artigo 6º e 7º do mesmo Decreto Regulamentar. Estes artigos definem como critérios para esta reclassificação a importância de determinada área para o modelo de organização do sistema urbano; a existência ou previsão de aglomeração de edifícios, população, atividades geradoras de fluxos significativos de população, bens e informação; a existência ou garantia de provisão de infraestruturas urbanas e de prestação de serviços associados e a garantia de acesso da população residente a equipamentos coletivos, sendo adicionalmente necessário comprovar, principalmente, a indisponibilidade/carência de área urbana para estes fins (devendo o aproveitamento das áreas urbanas prevalecer sobre o acréscimo das mesmas), a indispensabilidade da área para a estruturação do aglomerado urbano, para a compatibilização com instrumentos de gestão territorial de ordem supra-municipal. Cumulativamente a estes critérios, de acordo com a diretriz do PROT-Norte relativa às condições de edificabilidade em solo Urbano, os PMOT devem estabelecer que em solo urbano, só pode ser autorizada em parcelas confinantes com vias públicas habilitantes e dotadas de redes públicas das infraestruturas básicas, não podendo o recurso a soluções técnicas individuais ser considerado como substituto, para tal fim, das redes de infraestruturas eventualmente em falta. Considerando que: - A área onde se insere o terreno fica contígua a um aglomerado urbano proposto que está ocupado por construções; - O terreno confina com uma via pública habilitante e está provido de infraestruturas básicas; - A pretensão é coerente com os princípios de ordenamento territorial definidos na proposta do ; - O terreno não está sujeito a qualquer servidão administrativa ou restrição de utilidade pública. Entende-se que poderá ser alterada a classificação e qualificação do solo atribuído ao terreno pela Proposta de Revisão do de Solo rural Espaço de uso múltiplo agrícola e florestal para solo Urbano Espaço residencial. 241 P á g i n a
122 ALTERAÇÕES A INTRODUZIR NA PROPOSTA DA 1ª REVISÃO DO Face ao referido, considera-se que estão reunidas as condições para a reclassificação do terreno em causa, pelo que a pretensão do autor desta participação poderá ter acolhimento favorável na proposta de Revisão do. Alteração da (folha 86-2) desdobrada em Planta da Qualificação Funcional do Solo e Salvaguardas e Execução do Plano. Relatório da proposta do Plano. ACOLHIMENTO APÓS 242 P á g i n a
123 FICHA DE N.º 76 Nome: Artur Camelo Gonçalves Assunto: Reapreciação da classificação de terreno classificado como espaço de uso múltiplo agrícola e florestal e integração em solo urbano N.º e data de registo de entrada: 1603/2014 de SINTESE DA Solicita a reapreciação da classificação do seu terreno, classificado como espaço de uso múltiplo agrícola e florestal na Revisão do e sua integração em Solo Urbano, fundamentando com facto do local se encontrar infraestruturado e com densidade de edificações considerável. LOCALIZAÇÃO DA PRETENSÃO Lugar das Casas Novas. Freguesia de Arnoia. CLASSIFICAÇÃO E QUALIFICAÇÃO DO SOLO em vigor Proposta de revisão Área agrícola Parcialmente sujeito a Reserva Agrícola Nacional Solo rural - Espaço de uso múltiplo agrícola e florestal Sem servidão administrativa e restrição de utilidade pública Plantas constituintes da Proposta de Revisão do Localização da participação relativa ao extrato da qualificação funcional do solo Localização da participação relativa ao extrato da salvaguardas e execução do plano Localização da participação relativa ao extrato da - geral Localização da participação relativa ao extrato da - floresta 243 P á g i n a
124 Na revisão do, o terreno em causa continua a manter a classificação de Solo Rural, havendo apenas lugar a uma alteração de categoria deste, de Área agrícola para Espaço de uso múltiplo agrícola e florestal. O terreno não está sujeito a qualquer servidão administrativa ou restrição de utilidade pública. ANÁLISE De referir que, de acordo com o Decreto Regulamentar n.º11/2009, de 29 de Maio, a reclassificação do Solo Rural em Solo Urbano tem carácter excepcional, fundamentada na indispensabilidade e adequação quantitativa e qualitativa de solo para a implementação da estratégia de desenvolvimento local e, depende da comprovação da necessidade face à dinâmica demográfica, ao desenvolvimento económico e social e à indispensabilidade de qualificação urbanística, com o cumprimento dos critérios estabelecidos no artigo 6º e 7º do mesmo Decreto Regulamentar. Estes artigos definem como critérios para esta reclassificação a importância de determinada área para o modelo de organização do sistema urbano; a existência ou previsão de aglomeração de edifícios, população, atividades geradoras de fluxos significativos de população, bens e informação; a existência ou garantia de provisão de infraestruturas urbanas e de prestação de serviços associados e a garantia de acesso da população residente a equipamentos coletivos, sendo adicionalmente necessário comprovar, principalmente, a indisponibilidade/carência de área urbana para estes fins (devendo o aproveitamento das áreas urbanas prevalecer sobre o acréscimo das mesmas), a indispensabilidade da área para a estruturação do aglomerado urbano, para a compatibilização com instrumentos de gestão territorial de ordem supra-municipal. Cumulativamente a estes critérios, de acordo com a diretriz do PROT-Norte relativa às condições de edificabilidade em solo Urbano, os PMOT devem estabelecer que em solo urbano, só pode ser autorizada em parcelas confinantes com vias públicas habilitantes e dotadas de redes públicas das infraestruturas básicas, não podendo o recurso a soluções técnicas individuais ser considerado como substituto, para tal fim, das redes de infraestruturas eventualmente em falta. Considerando que: - A área onde se insere o terreno na proposta de não possui proximidade suficiente junto de solo urbano nem de um aglomerado rural; - Embora o terreno confine com uma via pública habilitante e está provido de infraestruturas básicas, não possui construções suficientes que justifiquem delimitação de um perímetro urbano; - A pretensão não é coerente com os princípios de ordenamento territorial definidos na proposta do. 244 P á g i n a
125 ALTERAÇÕES A INTRODUZIR NA PROPOSTA DA 1ª REVISÃO DO Face ao referido, considera-se que não existem condições para a reclassificação do terreno em causa, pelo que a pretensão do autor desta participação terá acolhimento desfavorável na proposta de Revisão do. Nenhuma. 245 P á g i n a
126 FICHA DE N.º 77 Nome: Carlos Mota Teixeira Assunto: Reapreciação da classificação de terreno classificado como espaço de uso múltiplo agrícola e florestal e integração em solo urbano N.º e data de registo de entrada: 1604/2014 de SINTESE DA Solicita a reapreciação da classificação do seu terreno, classificado como espaço de uso múltiplo agrícola e florestal na Revisão do e sua integração em Solo Urbano para construir uma moradia para além da existente, por processo de destaque, fundamentando com facto do local se encontrar infraestruturado. LOCALIZAÇÃO DA PRETENSÃO Lugar de Ribeirinha. Freguesia de Carvalho. CLASSIFICAÇÃO E QUALIFICAÇÃO DO SOLO em vigor Proposta de revisão Floresta de produção Sem servidão administrativa e restrição de utilidade pública Solo rural - Espaço de uso múltiplo agrícola e florestal Parcialmente sujeito a Reserva Ecológica Nacional Plantas constituintes da Proposta de Revisão do Localização da participação relativa ao extrato da qualificação funcional do solo Localização da participação relativa ao extrato da salvaguardas e execução do plano Localização da participação relativa ao extrato da - geral Localização da participação relativa ao extrato da - floresta 246 P á g i n a
127 Na revisão do, o terreno em causa continua a manter a classificação de Solo Rural, havendo apenas lugar a uma alteração de categoria deste, de Floresta de produção para Espaço de uso múltiplo agrícola e florestal. O terreno não está sujeito a qualquer servidão administrativa ou restrição de utilidade pública. De referir que, de acordo com o Decreto Regulamentar n.º11/2009, de 29 de Maio, a reclassificação do Solo Rural em Solo Urbano tem carácter excepcional, fundamentada na indispensabilidade e adequação quantitativa e qualitativa de solo para a implementação da estratégia de desenvolvimento local e, depende da comprovação da necessidade face à dinâmica demográfica, ao desenvolvimento económico e social e à indispensabilidade de qualificação urbanística, com o cumprimento dos critérios estabelecidos no artigo 6º e 7º do mesmo Decreto Regulamentar. Estes artigos definem como critérios para esta reclassificação a importância de determinada área para o modelo de organização do sistema urbano; a existência ou previsão de aglomeração de edifícios, população, atividades geradoras de fluxos significativos de população, bens e informação; a existência ou garantia de provisão de infraestruturas urbanas e de prestação de serviços associados e a garantia de acesso da população residente a equipamentos coletivos, sendo adicionalmente necessário comprovar, principalmente, a indisponibilidade/carência de área urbana para estes fins (devendo o aproveitamento das áreas urbanas prevalecer sobre o acréscimo das mesmas), a indispensabilidade da área para a estruturação do aglomerado urbano, para a compatibilização com instrumentos de gestão territorial de ordem supra-municipal. ANÁLISE Cumulativamente a estes critérios, de acordo com a diretriz do PROT-Norte relativa às condições de edificabilidade em solo Urbano, os PMOT devem estabelecer que em solo urbano, só pode ser autorizada em parcelas confinantes com vias públicas habilitantes e dotadas de redes públicas das infraestruturas básicas, não podendo o recurso a soluções técnicas individuais ser considerado como substituto, para tal fim, das redes de infraestruturas eventualmente em falta. Considerando que: - A área onde se insere o terreno na proposta de não possui proximidade suficiente junto de solo urbano nem de um aglomerado rural; - Embora o terreno confine com uma via pública habilitante e está provido de infraestruturas básicas, não possui construções suficientes que justifiquem delimitação de um perímetro urbano; - A pretensão não é coerente com os princípios de ordenamento territorial definidos na proposta do. 247 P á g i n a
128 ALTERAÇÕES A INTRODUZIR NA PROPOSTA DA 1ª REVISÃO DO Face ao referido, considera-se que não existem condições para a reclassificação do terreno em causa, pelo que a pretensão do autor desta participação terá acolhimento desfavorável na proposta de Revisão do. Nenhuma. 248 P á g i n a
129 9. Mapa resumo das participações apresentadas / análise e ponderação 249 P á g i n a
130 MAPA DOS RESUMOS DAS PARTICIPAÇÕES APRESENTADAS/ ANÁLISE E Registo de entrada Nome Freguesia Tema de Ponderação Acolhimento 0750/2014 Maria Joaquina Gonçalves de Magalhães Molares Exclusão da RAN para inclusão em solo urbano Favorável x 0752/2014 Francisco Augusto Lemos Bastos Fervença Perda de capacidade construtiva em relação 94 Parcialmente favorável x 0753/2014 José Manuel Pereira Leite Ourilhe Reapreciação/ reclassificação de perímetros - rural para urbano Favorável x 0756/2014 Mario Fernando da Mota Pereira Molares Exclusão da RAN para inclusão em solo urbano Desfavorável x 0824/2014 Maria Feliciana Matos de Oliveira Monteiro Basto (S. Clemente) Perda de capacidade construtiva em relação 94 Parcialmente favorável x 0843/2014 Fernando Manuel Magalhães Oliveira Gagos Reapreciação/ reclassificação de perímetros - rural para urbano Favorável x 0849/2014 João Baptista Gonçalves Magalhães Gagos Reapreciação/ reclassificação de perímetros - rural para urbano Desfavorável x 0852/2014 Agostinho Fernando Teixeira Canedo Britelo Reapreciação/ reclassificação de perímetros - rural para urbano Favorável x 0871/2014 António Teixeira Camelo Carvalho RURAL/URBANO URBANO/RURAL RURAL/RURAL URBANO/URBANO Reapreciação da qualificação do solo rural e Perda de capacidade construtiva em relação 94 Favorável x 0898/2014 José Baptista Teixeira da Siva Gagos Reapreciação/ reclassificação de perímetros - rural para urbano Parcialmente favorável x 1014/2014 José António Gonçalves Silva Moura Moreira do Castelo Exclusão da RAN para inclusão em solo urbano Parcialmente favorável x 1059/2014 Agostinho Manuel Cacheira Martins Arnoia Reapreciação/ reclassificação de perímetros - rural para urbano Favorável x 1062/2014 Pedro António Gonçalves Silva Moura Moreira do Castelo Exclusão da RAN para inclusão em solo urbano Parcialmente favorável x 1069/2014 Isabel Maria Gonçalves Alves e Cunha Gagos Exclusão da RAN para inclusão em solo urbano Desfavorável x 1072/2014 Maria Florinda Alves Oliveira Basto (S. Clemente) Exclusão da RAN para inclusão em solo urbano Favorável x 1103/2014 Laurindo Pinto Baldaia Gémeos Reapreciação/ reclassificação de perímetros - rural para urbano Favorável x 1104/2014 Deolinda Maria Andrade Magalhães e Sousa Basto (S. Clemente) Exclusão da RAN para inclusão em solo urbano Favorável x 1248/2014 Sérgio alexandre Carvalho Teixeira Mota Canedo de Basto Reapreciação/ reclassificação de perímetros - rural para urbano e Perda de capacidade construtiva em relação 94 Favorável x 1249/2014 José Fernando Camelo Ribeiro Rego Exclusão da RAN para inclusão em solo urbano Favorável x 1250/2014 António Maria Leite Pinto Rego Perda de capacidade construtiva em relação 94 Favorável x 1251/2014 Manuel Fernando de Lemos Pimenta da Cunha Rego Reapreciação/ reclassificação de perímetros - rural para urbano Favorável x 1307/2014 António Camelo Portela Rego Reapreciação/ reclassificação de perímetros - rural para urbano Favorável x 1308/2014 Manuel Alves de Carvalho Vale de Bouro Exclusão da RAN para inclusão em solo urbano Favorável x 1309/2014 Samuel Teixeira de Sousa Ribas Reapreciação/ reclassificação de perímetros - rural para urbano Favorável x 1379/2014 José Cândido Gonçalves Ribeiro Ourilhe Reapreciação/ reclassificação de perímetros - rural para urbano Favorável x 1380/2014 Junta de Freguesia de Vale de Bouro Vale de Bouro Exclusão da RAN para inclusão em solo urbano Favorável x 1381/2014 José Maria Pires da Costa Vale de Bouro Perda de capacidade construtiva em relação 94 Favorável x 1382/2014 Laurinda Lopes Vale de Bouro Perda de capacidade construtiva em relação 94 Favorável x 1383/2014 Cidália Maria Teixeira de Carvalho Vale de Bouro Perda de capacidade construtiva em relação 94 Favorável x 1384/2014 Raul Gonçalo Alves de Magalhães Basto Canedo de Basto Reapreciação/ reclassificação de perímetros - rural para urbano Favorável x 1385/2014 Amândio Leal Pinto Gémeos Reapreciação/ reclassificação de perímetros - rural para urbano Desfavorável x 1386/2014 Carlos Hipólito Pinto Monteiro Codessoso Reapreciação/ reclassificação de perímetros - rural para urbano Favorável x 1387/2014 António Carlos Silva Lousada Veade Exclusão da RAN para inclusão em solo urbano Desfavorável x 1388/2014 José Manuel Pires da Costa Vale de Bouro Reapreciação/ reclassificação de perímetros - rural para urbano e Perda de capacidade construtiva em relação 94 Parcialmente favorável x 1418/2014 Maria da Gloria Gonçalves Camelo Rego Reapreciação/ reclassificação de perímetros - rural para urbano Favorável x 1419/2014 Manuel de Araújo Gonçalves Rego Perda de capacidade construtiva em relação 94 Favorável x 1420/2014 Stephanie Lamas Lameiras Rego Reapreciação/ reclassificação de perímetros - rural para urbano Favorável x Reclassificação do solo Reapreciação da qualificação
131 MAPA DOS RESUMOS DAS PARTICIPAÇÕES APRESENTADAS/ ANÁLISE E 1434/2014 Manuel Augusto Andrade de Sousa Teixeira Ribas Exclusão da REN para inclusão em solo urbano Desfavorável x 1451/2014 Manuel Duarte de Sousa Marinho Borba da Montanha Exclusão da RAN para inclusão em solo urbano Desfavorável x Reapreciação/ reclassificação de perímetros - rural para urbano e Perda de 1452/2014 José Maria Marinho Camelo Borba da Montanha capacidade construtiva em relação 94 Parcialmente favorável x 1454/2014 Paulo Barbosa Magalhães Arnoia Perda de capacidade construtiva em relação 94 Favorável x 1482/2014 Maria Virgínia Gonçalves Portilho Bourbon Corgo Reapreciação da qualificação do solo rural Desfavorável x 1510/2014 António Luis Pires Magalhães Rego Exclusão da RAN para inclusão em solo urbano Parcialmente favorável x 1511/2014 Albano Fernando Pires de Abreu Rego Reapreciação/ reclassificação de perímetros - rural para urbano Favorável x 1512/2014 José Maria Freitas Novais Ribas Reapreciação/ reclassificação de perímetros - rural para urbano Favorável x 1513/2014 António José de Freitas Novais Ribas Reapreciação/ reclassificação de perímetros - rural para urbano Favorável x 1514/2014 Manuel António Vaz de Sousa Machado Vale de Bouro Exclusão da RAN para inclusão em solo urbano Favorável x 1515/2014 Olga Manuela Coelho Teixeira Gonçalves Arnoia Reapreciação/ reclassificação de perímetros - rural para urbano Favorável x 1564/2014 Manuel Teixeira Marinho Canedo de Basto Reapreciação/ reclassificação de perímetros - urbano para rural Favorável x 1566/2014 José Joaquim Teixeira Marinho Borba da Montanha Exclusão da RAN para inclusão em solo urbano Parcialmente favorável x 1567/2014 Avelino César de Áraujo Lopes Machado Arnoia Reapreciação/ reclassificação de perímetros - rural para urbano Favorável x 1568/2014 Junta de freguesia de Ribas Ribas Exclusão da RAN para inclusão em aglomerado rural Parcialmente favorável x 1569/2014 Sandra Manuela Borges Santos Veade Exclusão da RAN para inclusão em solo urbano Desfavorável x 1570/2014 Rui Manuel Magalhães de Sousa Britelo Reapreciação/ reclassificação de perímetros - rural para urbano Favorável x 1571/2014 Jacinta Maria Lopes Gonçalves Ourilhe Reapreciação/ reclassificação de perímetros - rural para urbano Favorável x 1572/2014 Maria de Lurdes da Silva Teixeira Carvalho Reapreciação/ reclassificação de perímetros - rural para urbano Desfavorável x 1573/2014 Carlos Marinho Ferreira Arnoia Exclusão da RAN para inclusão em solo urbano Parcialmente favorável x 1574/2014 J. Freguesia da União de Canedo de Basto e Corgo Britelo Reapreciação da qualificação do solo rural Favorável x 1574/2014 J. Freguesia da União de Canedo de Basto e Corgo Canedo de Basto Exclusão da RAN para inclusão em aglomerado rural Favorável x 1574/2014 J. Freguesia da União de Canedo de Basto e Corgo Canedo de Basto Alteração ao Regulamento Favorável 1582/2014 José Manuel Teixeira Novais Corgo Perda de capacidade construtiva em relação 94 Favorável x 1583/2014 José Manuel Teixeira Novais Corgo Reapreciação/ reclassificação de perímetros - rural para urbano Favorável x 1585/2014 Fernando Moura Meireles Rego Reapreciação/ reclassificação de perímetros - rural para urbano Favorável x 1586/2014 José Manuel Teixeira Novais Borba da Montanha Exclusão da RAN para inclusão em solo urbano Favorável x 1588/2014 Fernando Manuel Carvalho de Moura Agilde Perda de capacidade construtiva em relação 94 Favorável x 1589/2014 Fernando Manuel Carvalho de Moura Agilde Reapreciação/ reclassificação de perímetros - rural para urbano Favorável x 1591/2014 Manuel Joaquim Ribeiro Teixeira Britelo Reapreciação/ reclassificação de perímetros - rural para urbano Favorável x 1593/2014 Adelino Carvalho Pereira da Mota Rego Perda de capacidade construtiva em relação 94 Favorável x 1595/2014 Adelino Carvalho Pereira da Mota Rego Reapreciação/ reclassificação de perímetros - rural para urbano Favorável x 1596/2014 Adelino Carvalho Pereira da Mota Rego Perda de capacidade construtiva em relação 94 Favorável x 1598/2014 Herdeiros de António Alves Ferreira Rego Perda de capacidade construtiva em relação 94 Favorável x 1599/2014 Sílvia Olívia Ferreira da Cunha Agilde Reapreciação/ reclassificação de perímetros - rural para urbano Favorável x 1600/2014 Herdeiros de Celestino Gonçalves Vale de Bouro Perda de capacidade construtiva em relação 94 Favorável x 1601/2014 Francisco da Silva Novais Arnoia Perda de capacidade construtiva em relação 94 Favorável x 1602/2014 Maria Teresa Fernandes Magalhães da Silva Gagos Reapreciação/ reclassificação de perímetros - rural para urbano Favorável x 1603/2014 Artur Camelo Gonçalves Arnoia Reapreciação/ reclassificação de perímetros - rural para urbano Desfavorável x 1604/2014 Carlos Mota Teixeira Carvalho Reapreciação/ reclassificação de perímetros - rural para urbano Desfavorável x
Município de Leiria Câmara Municipal
Divisão Jurídica e Administrativa (DIJA) DELIBERAÇÃO DA REUNIÃO DA CÂMARA MUNICIPAL DE 24 DE NOVEMBRO DE 2015 Serviço responsável pela execução da deliberação Departamento de Planeamento de Gestão Urbanística
Plano de Pormenor de Reabilitação Urbana de Santa Catarina TERMOS DE REFERÊNCIA
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