PROGRAMA BRASILEIRO DE ETIQUETAGEM PBE
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- Flávio Bardini Valente
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1 PROGRAMA BRASILEIRO DE ETIQUETAGEM PBE Leonardo Rocha Diretoria da Qualidade Inmetro
2 INMETRO 35 Anos (fundado em dez/73) Lei 9933 (regulamenta os serviços) Autarquia do Governo Federal Contrato de Gestão * 852 Servidores celetistas 250 bolsistas estagiários Premiações no PQGF * Prêmio Hélio Beltrão 50 laboratórios 2,3 milhões de m 2 * Única Autarquia
3 Inmetro Missão Promover a qualidade de vida do cidadão e a competitividade da economia através da metrologia e da qualidade.
4 SINMETRO - Membros da Composição do CONMETRO - ABNT Agências Regulamentadoras CNI IDEC Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento Ministério da Defesa Ministério da Ciência e Tecnologia Ministério da Educação Ministério da Justiça Ministério da Saúde Ministério das Relações Exteriores Inmetro: Órgão Executivo do Sistema Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (Presidência) Ministério do Meio Ambiente Ministério do Trabalho
5 Sinmetro Sistema Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial Lei nº 5.966, de 11 de dezembro de 1973 Conmetro Conselho Nacional de Metrologia Normalização e Qualidade Industrial 10 Ministérios Agências Regulamentadoras ABNT CNI Idec Inmetro: Secretaria Executiva e Executor das Políticas CPCON Comitês Técnicos Comitê Brasileiro de Metrologia (CBM) Comitê Brasileiro de Avaliação da Conformidade (CBAC) Comitê Brasileiro de Normalização (CBN) Comitê Codex Alimentarius do Brasil (CCAB) Comitê Brasileiro de Regulamentação (CBR) Comitê Brasileiro de Barreiras Técnicas ao Comércio (CBTC)
6 Metrologia Científica e Industrial; Inmetro Principais Atividades Metrologia Legal; Informação Tecnológica; Avaliação da Conformidade; Ponto Focal de Barreiras Técnicas; Acreditação de Organismos e Laboratórios; Educação para Metrologia e Qualidade. As atividades do INMETRO impactam de forma ampla a vida do País.
7 Metrologia Científica Responsável pela realização das unidades de base do sistema de unidades de medição utilizado (Sistema Internacional), trata da preparação e manutenção dos padrões primários, garantindo a sua comparação internacional e a transposição destes para padrões de trabalho. Padrão Primário é o padrão que é designado ou amplamente reconhecido como tendo as mais altas qualidades metrológicas e cujo valor é aceito sem referência a outros padrões de mesma grandeza. VIM - Vocabulário Internacional de Unidade
8 Metrologia Industrial Utiliza referências de trabalho (padrões e materiais) para calibração e/ou verificação dos instrumentos de medição que utiliza. A metrologia industrial é normalmente executada pelos laboratórios ligados à indústria, garantindo a qualidade metrológica dos produtos fornecidos.
9 Metrologia Científica e Industrial Busca permanente de confiança nas medições Manutenção e Desenvolvimento dos padrões nacionais das unidades de medida e sua disseminação pelo País. Difusão do conhecimento Apoio à Pesquisa & Desenvolvimento
10 Serviços Metrológicos Prestados Calibração de padrões e instrumentos nas especialidades de acústica e vibrações, mecânica, elétrica, óptica, térmica, química e materiais; Massa Padrão Transformador Decibelimetro
11 Metrologia Legal Parte da metrologia que trata das unidades de medida, métodos de medição e instrumentos de medição em relação às exigências técnicas e legais obrigatórias, as quais têm o objetivo de assegurar uma garantia pública do ponto de vista da segurança e exatidão das medições.
12 Fundamenta-se na existência de uma regulamentação nacional ou internacional, que torna obrigatórias certas técnicas e procedimentos metrológicos, aplicando nos instrumentos de medição uma marca da conformidade em relação ao regulamento respectivo, garantindo, desse modo, a qualidade das relações comerciais, quando controladas por instrumentos de medição.
13 Sujeitos à Regulamentação e Controle Metrológico: Instrumentos de medição e medidas materializadas utilizadas nas atividades econômicas (comerciais) e nas medições que interessem à incolumidade das pessoas nas áreas da saúde, da segurança e do meio ambiente, e os produtos pré-medidos. Balanças Pesos Bombas medidoras de combustível Veículos-tanque Carrocerias para carga sólida Taxímetros Medidas de capacidade para líquidos Medidas de comprimento Termômetro e densímetro para derivados de petróleo e álcool Termômetro clinico Medidores de energia elétrica Esfigmomanômetros mecânicos Medidores de gás domiciliares Sistemas de medição de líquidos criogênicos Sistema de comercialização de GLP Hidrômetro
14 Informação Tecnológica para Metrologia e Qualidade Oferecer produtos e serviços de informação com valor agregado; Estabelecer instrumentos de disseminação de informação para o INMETRO com conceitos de gestão do conhecimento; Adequar a oferta de produtos e serviços às necessidades de mercado, com prioridade às PMEs, e as demandas pesquisa; Consolidar a posição de Ponto Focal Brasileiro do Acordo sobre Barreiras Técnicas ao Comércio da OMC; Fortalecer o uso da Internet como meio de difundir Informação Tecnológica.
15 ACREDITAÇÃO O Inmetro é o Organismo acreditador oficial reconhecido pelo Governo Brasileiro, através de uma Resolução do Conmetro. Atestação realizada por terceira parte relativa a um Organismo de Avaliação da Conformidade, exprimindo demonstração formal de sua competência para realizar tarefas específicas de avaliação da conformidade. NBR ABNT ISO/IEC 17000, de 2005 ACREDITAR NÃO É DELEGAR COMPETÊNCIA - quando o Inmetro acredita, não significa que alguém está realizando essa atividade em nome do Inmetro.
16 TIPOS DE ACREDITAÇÃO Laboratórios (Calibração e Ensaio) Organismos de Certificação Organismos de Inspeção Organismos de Verificação de Desempenho Gestão de mais de 800 contratos
17 NBR ISO/IEC Calibração Ensaios Boas Práticas de Laboratório Acreditação de Laboratórios Laboratórios Clínicos Norma INMETRO Critérios para a Acreditação de Laboratórios de Ensaios segundo os princípios da BPL Norma INMETRO Requisitos Gerais para a competência de Laboratórios Clínicos
18 LABORATÓRIOS DE CALIBRAÇÃO LABORATÓRIOS QUANT. Acreditados 273 Em Fase de Concessão 113 Em Fase de Extensão 43 X Y Z AM 2 3 RS PA GO DF PR CE MG SC RN SP BA Fonte: CGCRE/DIC LA PE ES RJ Atualizado em : 18/08/2004 Arquivo - Mapa RBC Por Richardson
19 México 1 Laboratórios Quantidade Em fase de Acreditação LABORATÓRIOS DE ENSAIOS NBR/ISO/IEC BPL - 05 CLC - 1 AM 2 GO PA 1 RN 2 DF 1 2 PB 1 PE 2 Total: BA MG SP RJ 3 32 Argentina 1 Laboratórios Acreditados NBR ISO/IEC = 154 CLC = 03 BPL = 15 TOTAL = PR SC RS 16 4 Fonte: CGCRE/DIC LA Atualizado em : 18/08/2004 Arquivo - Mapa RBLE Por Richardson
20 Sistemas de Gestão ABNT ISO/IEC Guias 62 e 66 ABNT ISO/IEC Guia 65 Acreditação de Organismos de Certificação Produtos Pessoas Norma INMETRO Critérios para a Acreditação de Organismo de Certificação de Pessoas ABNT /ISO/IEC 17024
21 ORGANISMOS DE CERTIFICAÇÃO SISTEMAS DE GESTÃO DA QUALIDADE - OCS 52 SISTEMAS DE GESTÃO AMBIENTAL - OCA 25 SISTEMAS DE GESTÃO AERONÁUTICA E ESPAÇO-OCE 01 MANEJO DE FLORESTAS - OCF 02 PRODUTOS 44 PESSOAS 04 ORGANISMOS DE INSPEÇÃO SEGURANÇA VEICULAR 186 TRANSPORTE DE PRODUTOS PERIGOSOS 10 ORGANISMOS DE TREINAMENTO SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE 03 SISTEMA DE GESTÃO AMBIENTAL 02
22 Reconhecimentos Internacionais (formais) Brasil - único país da América Latina com tais reconhecimentos formais IAF (Fórum Internacional de Acreditação) ILAC (Organismo Internacional de Acreditação de Laboratórios) EA (Organismo de Acreditação da União Européia) APLAC (Organismo de Acreditação da Ásia e Pacífico) IAAC (Cooperação Interamericana de Acreditação)
23 Inmetro - Reconhecimento Internacional IAF ILAC OIML BIPM IATCA IAAC INMETRO Organismos de Certificação Organismos de Inspeção e Laboratórios Metrologia Legal Metrologia Científica e Industrial Organismos Treinamento e Pessoal Organismo Regional de Acreditação IAF - Fórum Internacional de Credenciamento ILAC - Cooperação Internacional de Credenciadores de Laboratórios OIML - Organização Internacional de Metrologia Legal BIPM - Bureau Internacional de Pesos e Medidas IATCA - Associação Internacional de Certificação de Auditores e de Treinamento IAAC Cooperação Interamericana de Credenciamento
24 Avaliação da Conformidade Conceituação A Avaliação da Conformidade é um processo sistematizado, com regras pré-estabelecidas, devidamente acompanhado e avaliado, de forma a propiciar adequado grau de confiança de que um produto, processo ou serviço, ou ainda um profissional atende a requisitos pré-estabelecidos em normas ou regulamentos, com menor custo possível para a sociedade.
25 Avaliação da Conformidade Importância Concorrência justa Estímulo à melhoria contínua da qualidade Proteção ao consumidor Incremento às exportações Proteção do mercado interno Agregação de valor a marcas de produtos Os benefícios são para todos os segmentos da sociedade
26 Avaliação da Conformidade Conceituação Grau de Confiança O Ponto ideal localiza-se nessa região Custo
27 Organização e Gestão da Atividade SINMETRO - PBAC Plano de Ação Quadrienal de Avaliação da Conformidade Critérios de Identificação e Priorização das Demandas Critério 1: Saúde, Segurança e Meio Ambiente Critério 2: Fortalecimento da Concorrência Critério 3: Fortalecimento das Relações de Consumo Critério 4: Balança Comercial
28 Objetivos da Avaliação da Conformidade Prover confiança nas relações de mercado; Ser um instrumento de competitividade no comércio interno e externo; Instrumento de desenvolvimento industrial; Instrumento de proteção e defesa do consumidor
29 Tipos de Avaliação da Conformidade 1. Quanto ao Agente Econômico De 1ª Parte: É avaliação feita pelo próprio fabricante ou fornecedor De 2ª Parte: É feita pelo comprador, que submete o fornecedor a uma avaliação De 3ª Parte: É feita por uma instituição acreditada, com independência em relação ao fornecedor e ao cliente.
30 Tipos de Avaliação da Conformidade 2. Compulsória ou Voluntária Compulsória: É avaliação obrigatória, definida pelo Governo. Se destina prioritariamente à defesa do consumidor no que diz respeito à proteção à vida, à saúde e ao meio ambiente Voluntária: É avaliação solicitada pelo fabricante. Depois de conquistada passa a ser um diferencial competitivo no mercado consumidor
31 Avaliação da Conformidade 3. Mecanismos Disponíveis Certificação (compulsória ou voluntária) Sistema de Gestão Produto Pessoal Declaração do Fornecedor (compulsória) Etiquetagem (voluntária ou compulsória) Inspeção (compulsória) Ensaios (voluntários ou compulsórios) Necessidades diferentes Mecanismos diferentes
32 O que é necessário para um programa de avaliação da conformidade? uma norma (ou regulamento técnico da qualidade) uma regra de avaliação da conformidade um organismo de avaliação da conformidade laboratório competente para a realização dos ensaios inspetores ou auditores competentes para avaliarem o produto ou o processo de produção, eventualmente
33 Avaliação da Conformidade Produto ou serviço com conformidade avaliada
34 Organismo de Avaliação da Conformidade Avaliação da Conformidade Produto ou serviço com conformidade avaliada Norma Técnica Laboratório de ensaios Regras de Avaliação da Conformidade Organismo de acreditação Designação Auditores/ Inspetores capacitados
35 - O que é o PBE? - É um Programa de Conservação de Energia, coordenado pelo Inmetro, através de um sistema de etiquetagem informativa sobre a eficiência energética de aparelhos/equipamentos comercializados no País. Programa Brasileiro de Etiquetagem - PBE
36 - Histórico - Início em 1984 Selo PROCEL e Selo CONPET em 1993 Lei de Eficiência Energética - Outubro/2001 Programa Brasileiro de Etiquetagem - PBE
37 - Objetivos - Medir o consumo de energia Classificar em função de níveis de eficiência Motivar a evolução contínua Informar ao consumidor Programa Brasileiro de Etiquetagem - PBE
38 - Processo de Avaliação da Conformidade - Declaração do Fornecedor, baseada em ensaio de tipo em amostras representativas de cada família Ensaios de Manutenção com coleta de amostras no mercado Programa Brasileiro de Etiquetagem - PBE
39 - Metodologia - Protocolo / Acordo Formação da Comissão Técnica - CT Laboratórios de ensaios Normalização Regulamentação Programa Brasileiro de Etiquetagem - PBE
40 - Metodologia - Comparação Interlaboratorial Fase de Medição Fase de Aprovação Assinatura do Termo de Compromisso Acompanhamento da Produção Programa Brasileiro de Etiquetagem - PBE
41 - Produtos Etiquetados - Refrigeradores, Combinados, Congeladores verticais e horizontais Aquecimento Elétrico de Água (Chuveiros, Torneiras, Aquecedores Elétricos) Condicionadores de ar doméstico (Tipos Janela e Split ) Motores Elétricos Trifásicos Lâmpadas Fluorescentes Compactas, Incandescentes, Decorativas e Vapor de Sódio Reatores Eletromagnéticos para lâmpadas a vapor de sódio e fluorescentes compactas Coletores Solares Planos Banho e Piscina, Reservatórios Térmicos e Coletores acoplados Fogões e Fornos domésticos à gás Aquecedores de passagem e Aquecedores de acumulação à gás Máquinas de lavar Moto-bombas Ventiladores de teto Televisores (Stand-by) Automóveis Programa Brasileiro de Etiquetagem - PBE
42 - Produtos em fase de Etiquetagem - Projeto e Instalação de sistemas solares Fornos de microondas Máquinas centrífugas, Máquinas de secar e Máquinas de lavar louças Fogões e fornos elétricos Energia Fotovoltáica Energia Eólica Edificações Programa Brasileiro de Etiquetagem - PBE
43 - Compulsório x Voluntário - Compulsório: Voluntário: os demais produtos - Fogões e Fornos a gás - Motores Elétricos Trifásicos - Refrigeradores - Condicionadores de Ar - Máquinas de Lavar Roupa - Lâmpadas Fluorescentes Compactas - Aquecedores a gás - Lâmpadas Incandescentes - Ventiladores de Teto - Televisores Programa Brasileiro de Etiquetagem - PBE
44 Etiqueta Nacional de Conservação de Energia - ENCE
45 Etiqueta Nacional de Conservação de Energia - ENCE
46 - Parcerias - Ministério de Minas e Energia - MME Eletrobrás / Procel Petrobrás / Conpet Laboratórios de ensaios Setor Produtivo / Associações de Fabricantes Programa Brasileiro de Etiquetagem - PBE
47 SELO PROCEL Programa Nacional de Conservação de Energia Elétrica Se tem ENCE categoria A, pode receber esse selo (consumo de energia elétrica)
48 SELO CONPET Programa Nacional de Racionalização do Uso dos Derivados de Petróleo e do Gás Natural Se tem ENCE categoria A, pode receber esse selo (consumo de gás)
49 Programa Brasileiro de Etiquetagem PBE SE O EQUIPAMENTO TEM ESTA ETIQUETA ENTÃO, PODE GANHAR ESTES SELOS +
50 LEI DE EFICIÊNCIA ENERGÉTICA Lei n o , de 17 de outubro de 2001, Dispõe sobre a Política Nacional de Conservação e Uso Racional de Energia e dá outras providências. Art. 2º O Poder Executivo estabelecerá níveis máximos de consumo específico de energia, ou mínimos de eficiência energética, de máquinas e aparelhos consumidores de energia fabricados ou comercializados no País, com base em indicadores técnicos pertinentes. 1º Os níveis a que se refere o caput serão estabelecidos com base em valores técnica e economicamente viáveis, considerando a vida útil das máquinas e aparelhos consumidores de energia. 2º Em até 1 (um) ano a partir da publicação destes níveis, será estabelecido um Programa de Metas para sua progressiva evolução.
51 LEI DE EFICIÊNCIA ENERGÉTICA Decreto n o , de 19 de dezembro de 2001, Regulamenta a Lei n o , de 17 de outubro de 2001, que dispõe sobre a Política Nacional de Conservação e Uso Racional de Energia, e dá outras providências. Art. 2 o Fica instituído Comitê Gestor de Indicadores e Níveis de Eficiência Energética - CGIEE, composto por representantes dos seguintes órgãos e entidades: I - Ministério de Minas e Energia, que o presidirá; II - Ministério da Ciência e Tecnologia; III - Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior; IV - Agência Nacional de Energia Elétrica; V - Agência Nacional do Petróleo; e VI - um representante de universidade brasileira e um cidadão brasileiro, ambos especialistas em matéria de energia, a serem designados pelo Ministro de Estado de Minas e Energia, para mandatos de dois anos, podendo ser renovados por mais um período.
52 LEI DE EFICIÊNCIA ENERGÉTICA Decreto n o , de 19 de dezembro de 2001, Regulamenta a Lei n o , de 17 de outubro de 2001, que dispõe sobre a Política Nacional de Conservação e Uso Racional de Energia, e dá outras providências. Art. 3 o Compete ao CGIEE: VI - deliberar sobre as proposições do Grupo Técnico para Eficientização de Energia em Edificações. Parágrafo único. A Agência Nacional de Energia Elétrica - ANEEL, a Agência Nacional do Petróleo - ANP, o Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial - INMETRO e as Secretarias Executivas do Programa Nacional de Conservação de Energia Elétrica - PROCEL e do Programa Nacional de Racionalização do Uso de Derivados de Petróleo e do Gás Natural - CONPET, fornecerão apoio técnico ao CGIEE e aos Comitês Técnicos que vierem a ser constituídos.
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