RELATÓRIO ANUAL 2013 SICOOB CREDIROCHAS
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- Artur Marques Casqueira
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1 SICOOB CREDIROCHAS
2 RELATÓRIO ANUAL SICOOB CREDIROCHAS Desempenho do Sicoob Credirochas Relatório da Administração Balanço Patrimonial Parecer do Conselho Fiscal Relatório de Auditoria
3 Mensagem da Diretoria Mais uma vez, a força do trabalho cooperativo foi comprovada através do desempenho e resultados alcançados pelo Sicoob Credirochas em. Mesmo num ano de muitas incertezas econômicas e fortes oscilações no mercado financeiro, marcado por baixo crescimento do PIB e elevação das taxas de juros em consequência do avanço da taxa Selic, o crescimento da base de associados, a expansão do crédito e a ampliação na oferta de produtos e serviços foram decisivos para o sucesso nos resultados alcançados. Muito embora captar e emprestar dinheiro ainda sejam a principal fonte de receitas, os resultados com a comercialização de seguros, consórcios e cartão de crédito são, ano a ano, cada vez mais expressivos. Em, atingimos números expressivos: associados, R$ 144,7 milhões em depósitos, R$ 13,6 milhões em caderneta de poupança e R$ 158,8 milhões em operações de crédito. O Resultado Bruto de R$ 8 milhões possibilitou o pagamento de 8,18% de juros sobre capital social (taxa máxima permitida pela Lei Complementar 130), representando o valor total de R$ 1,7 milhões, já creditado em Conta Capital, além de gerar Sobras liquidas no montante de R$ 3,6 milhões, as quais serão rateadas entre os associados. Também houve crescimento de 27,46% no Patrimônio Líquido, atingindo em o valor de R$ 38 milhões. Sem contar no trabalho intenso que foi feito na ampliação do autoatendimento, especialmente por meio do Sicoobnet, Sicoobnet Empresarial e Mobile Banking (smartphones), visando oferecer maior segurança operacional, melhorar o atendimento, reduzir custos e gerar mais resultado. Investimos pesado na ampliação e modernização de nossas agências. Ampliamos a agência Aterrado em Volta Redonda, estamos construindo novas instalações para a agência Barra Mansa e terminando a ampliação da agência Aeroporto que ficará com o dobro da área útil atual além de um autoatendimento com seis caixas eletrônicos. Com intuito de auxiliar nossos associados e, a sociedade em geral, apresentamos nas próximas páginas, gráficos e dados comparativos dos últimos três exercícios, a fim de avaliar a eficácia do trabalho desenvolvido. A Diretoria Relatório Anual Sicoob Credirochas 3
4 Desempenho do Sicoob Credirochas Associados Capital Social [ em milhares de R$ ] Cada vez mais pessoas e empresas querem ter acesso aos benefícios de uma cooperativa de crédito, conforme demonstra o gráfico abaixo. O Capital Social fortalece a cooperativa, rende juros e acumula reservas para o futuro dos associados (+21,28%) (+29,31%) (+19,78%) (+32,00%) Associados por agência Capital Social por agência [ em milhares de R$ ] CENTRO CENTRO NOVO PARQUE 925 NOVO PARQUE AEROPORTO AEROPORTO BARRA MANSA 380 BARRA MANSA VOLTA REDONDA 259 VOLTA REDONDA ATILIO VIVACQUA 462 ATILIO VIVACQUA RETIRO 270 RETIRO Relatório Anual Sicoob Credirochas
5 Depósitos [ em milhares de R$ ] Poupança [ em milhares de R$ ] Os associados consideram o Sicoob seguro para depositar as suas economias. Poupar é uma forma de se prevenir para o futuro. No Sicoob os recursos são destinados ao financiamento da atividade rural (+49,39%) (+67,63%) (+36,83%) (+89,88%) Depósitos por agência Poupança por agência [ em milhares de R$ ] [ em milhares de R$ ] CENTRO CENTRO NOVO PARQUE NOVO PARQUE AEROPORTO AEROPORTO BARRA MANSA BARRA MANSA VOLTA REDONDA VOLTA REDONDA ATILIO VIVACQUA ATILIO VIVACQUA RETIRO RETIRO Relatório Anual Sicoob Credirochas 5
6 Desempenho do Sicoob Credirochas Carteira de Crédito [ em milhares de R$ ] Abaixo demonstramos a saldo da carteira de crédito em 31 de dezembro de (+39,20%) (+49,80%) Total de Crédito Liberado em [ em milhares de R$ ] Aqui apresentamos a soma de todos os contratos liberados em. Total liberado: Número de operações: operações (empréstimos e crédito rural) Crédito por agência (R$) [ em milhares de R$ ] Valor médio das operações: R$ CENTRO NOVO PARQUE R$ R$ AEROPORTO BARRA MANSA VOLTA REDONDA ATILIO VIVACQUA RETIRO R$ Crédito rural Empréstimos Títulos descontados 6 Relatório Anual Sicoob Credirochas
7 Apuração do Resultado Verifique abaixo o resultados alcançado em. SOBRA BRUTA (-) Pgto. juros ao capital social SOBRAS ANTES DAS DESTINAÇÕES (-) Destinações (-) Fates (-) Reserva Legal SOBRAS LÍQUIDAS EXERCÍCIO R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ ,94 ( ,88) ,06 ( ,43) ( ,68) ( ,75) ,63 [em milhares de R$ ] Evolução do Patrimônio Líquido [ em milhares de R$ ] Abaixo demonstramos a evolução do Patrimônio Líquido do Sicoob Credirochas nos últimos 3 anos (+25,33%) (+27,46%) Evolução das Sobras Brutas [em milhares de R$ ] (+27,06%) (+11,87%) Rateio das Sobras Líquidas A legislação cooperativa estabelece que as Sobras Líquidas à disposição da Assembleia Geral sejam rateadas entre os associados proporcionalmente ao volume de negócios que cada um realizou com a Cooperativa. Quanto mais negócios o associado faz com o Sicoob, mais recebe de volta dos resultados gerados Evolução das Sobras Líquidas [em milhares de R$ ] Um dos principais diferenciais das cooperativas é devolver as Sobras Líquidas para os associados. Comparativo de Rentabilidade Rentabilidade é o percentual de ganho obtido em um negócio. No gráfico abaixo são comparados a inflação de (INPC), o rendimento da Poupança e do CDB. Demonstramos a rentabilidade do Capital Social e o Patrimônio Líquido considerando as Sobras Brutas da cooperativa. 33,72% (+41,78%) (+7,33%) 21,07% ,56% 6,37% 7,85% INPC Poupança CDB Capital (antes da MP 567/12) Social Patrimônio Líquido Relatório Anual Sicoob Credirochas 7
8 Relatório da Administração Senhores Associados, Submetemos a V. Sas. as Demonstrações Contábeis do exercício de da Cooperativa de Crédito dos Proprietários da Indústria de Rochas Ornamentais, Cal e Calcários do Estado do Espírito Santo Sicoob Credirochas, em milhares de reais, na forma da legislação em vigor. 1. Política Operacional Em, o Sicoob Credirochas completou 14 anos, mantendo a vocação de instituição financeira cooperativa muito atrativa para investimentos e para obtenção de crédito. A atuação junto aos Associados se dá pela captação de depósitos, pela concessão de empréstimos e pela prestação de serviços financeiros. 2. Avaliação dos resultados A Cooperativa obteve no exercício de um resultado de R$ mil, que representou um retorno anual sobre o Patrimônio Líquido de 18%. Sobra Bruta Total de Ativos A Carteira de Crédito obteve um crescimento de 49,80%, alcançando R$ mil. Verifique, abaixo, a distribuição da Carteira de Crédito. Carteira de Crédito Retorno sobre o Patrimônio Líquido 4. Captação As captações chegaram a R$ mil. Em comparação ao mesmo período do ano anterior, observa-se um crescimento de 49,39%. Veja, a seguir, a distribuição das captações. Total de Recursos Captados 3. Ativos O ativo total somou R$ mil em 31/12/, evoluindo 43,30% em relação ao mesmo período de Os recursos depositados na Centralização Financeira somaram R$ mil, o que equivale a um aumento de 18,89% em relação ao mesmo período do ano anterior. 5. Patrimônio Liquido O Patrimônio Líquido encerrou o exercício de com um crescimento de 27,46% em relação ao mesmo período do ano anterior, apresentando soma de R$ mil. 8 Relatório Anual Sicoob Credirochas
9 Total de Patrimônio Líquido Número de Funcionários 6. Patrimônio de Referência O Patrimônio de Referência da Cooperativa em setembro/ era de R$ mil. O crescimento em relação a ultima apuração do exercício anterior foi de 20,69%. O comparativo refere- -se ao mês de setembro em decorrência da indisponibilidade dos dados de dezembro, sendo esta a ultima base comparativa. Patrimônio de Referência 10. Índice da Basiléia O índice de Basiléia praticado pela Cooperativa saiu de 25.69% para 24,24% em setembro de. Este índice supera o percentual de 13% exigido para as cooperativas de crédito. O comparativo refere-se ao mês de setembro em decorrência da indisponibilidade dos dados de dezembro, sendo esta a ultima base comparativa. Índice da Basiléia 7. Número de Associados O número de associados saiu de para 5.608, o que corresponde a um crescimento de 29,31% considerando o intervalo de um ano. Número de Associados 8. Receitas de Prestação de Serviços e tarifas Nossas receitas de prestação de serviços somaram R$ mil elevando-se 9,20% em relação ao mesmo período do ano anterior. Receita de Prestação de Serviços e Tarifas 9. Número de Funcionários O número de funcionários aumentou em 12,12% no exercício de comparando com o mesmo período do ano anterior passando de 66 funcionários para Política de Crédito A concessão de crédito está pautada em prévia análise do propenso tomador, havendo limites de alçadas pré-estabelecidos a serem observados. A Cooperativa realiza também todas as consultas cadastrais e faz a avaliação do associado por meio do Rating (avaliação por pontos), buscando, assim, garantir ao máximo a liquidez das operações. É adotada ainda a política de classificação de risco de crédito da carteira de acordo com as diretrizes estabelecidas pela Resolução CMN nº No exercício de, houve uma concentração de 96,18% nos níveis de risco A a C. 12. Cenário Econômico Em a recuperação da economia mundial se manteve em ritmo moderado, ressaltando-se a aceleração nas economias avançadas, segundo informações divulgadas nas recentes atas do Comitê de Política Monetária (Copom). Na Europa, as altas taxas de desemprego, aliadas à consolidação fiscal e incertezas políticas, constituem elementos de contenção de investimentos e do crescimento. O quadro externo ainda é, de fato, delicado, com expansão econômica e do comércio mais baixas do que na década passada. Além disso, diversas incertezas continuam a alimentar a volatilidade dos ativos pelo mundo, como as ligadas à condução da política monetária pelo Fed (Federal Reserve Bank). Ainda assim, grande parte das economias emergentes passa por um momento bem melhor que o do Brasil, que tem sido destaque negativo não somente em crescimento, mas também em inflação. Esse dinamismo menor em relação a essas outras economias, em conjunto com uma piora da percepção Relatório Anual Sicoob Credirochas 9
10 de risco do país pelos agentes ao longo de, sugere que são fatores domésticos, e não globais, que têm limitado o crescimento brasileiro. Apesar de a economia brasileira viver um cenário de pleno emprego, o consumo das famílias vêm sendo prejudicado pela recentes altas na taxa básica de juros da economia e pela oferta moderada de crédito. Segundo relatório do Instituto Jones dos Santos Neves, a economia capixaba apresentou fraco desempenho econômico nos três primeiros trimestres de quando comparado com o cenário nacional. As atividades que contribuíram para essa performance desfavorável foram a indústria de transformação, indústria extrativa, comércio e serviços de manutenção e reparação e agricultura, silvicultura e exploração florestal. O cooperativismo de crédito, por sua própria natureza, orientado por princípios e valores universais, está naturalmente comprometido com o desenvolvimento sustentado das comunidades em que atua, buscando sempre o melhor para os seus associados. O Sicoob ES apresentou crescimento apesar das adversidades do cenário econômico, com resultado de R$ mil superior em 10,18% em comparação com o exercício anterior. 13. Governança Corporativa Governança corporativa é o conjunto de mecanismos e controles, internos e externos, que permitem aos cooperados definir e assegurar a execução dos objetivos da Cooperativa, contribuindo para a sua continuidade e fortalecimento dos princípios cooperativistas. Nesse sentido, a administração da Cooperativa tem na Assembleia Geral, que é a reunião dos associados, representados por seus delegados, o poder maior de decisão. A gestão da Cooperativa está alicerçada em papéis definidos, com clara segregação de funções. Cabem ao Conselho de Administração as decisões estratégicas e à Diretoria Executiva, a gestão dos negócios da Cooperativa no seu dia a dia. A cooperativa ainda é monitorada periodicamente quanto à efetivação dos controles internos. Esse monitoramento é realizado pelo Sicoob Central ES que a partir de janeiro de 2011, centralizou esse serviço adotando padrão de qualidade e atuação compatível com a realidade de nossas atividades, sistemas, produtos e serviços. Com essa centralização houve melhoria na qualidade da governança visto que os agentes têm maior independência pois respondem hierarquicamente à gerência e diretoria do Sicoob Central ES, estando desvinculado desta singular, podendo dessa forma trabalhar com maior independência. Como forma de atuação proativa esse monitoramento é feito de forma a diagnosticar a motivação dos problemas identificados pela auditoria desenvolvendo e propondo ações de melhoria, regularização e prevenção de problemas / riscos de perdas. Integra ainda a área de fiscalização a auditoria interna realizada periodicamente por auditor do Sicoob Central ES cuja metodologia e procedimentos aplicados seguem as políticas e manuais aprovados no sistema. Os balanços da Cooperativa são auditados por auditores externos, que emitem relatórios conclusivos os quais são levados ao conhecimento dos Conselhos e da Diretoria sendo emitidos pareceres para conhecimento da Assembleia Geral. Todos esses processos são acompanhados e fiscalizados pelo Banco Central do Brasil, órgão ao qual cabe tal competência. Tendo em vista o risco que envolve a intermediação financeira, a Cooperativa utiliza várias ferramentas de gestão. Para exemplificar, na concessão de crédito é adotado o Manual de Crédito, desenvolvido, como muitos outros manuais, pelo Sicoob Confederação, homologado pelo Sicoob Central ES, aprovado e instituído pelo Conselho de Administração da Cooperativa. Além do Estatuto Social, são seguidos regimentos e regulamentos, entre os quais destacamos o Regulamento do Conselho de Administração, o Regulamento do Conselho Fiscal, o Regulamento Eleitoral e o Código de Ética. A cooperativa ainda adota procedimentos para cumprir todas as normas contábeis e fiscais, além de ter uma política de remuneração de seus empregados e estagiários dentro de um plano de carreira que contempla a remuneração adequada, a segregação de funções e o gerenciamento do desempenho de todo o seu quadro funcional. Todos esses mecanismos de controle, além de necessários, são fundamentais para levar aos Associados e à sociedade em geral a transparência da gestão e de todas as atividades desenvolvidas pela instituição. 14. Conselho Fiscal Eleito na Assembleia Geral Ordinária, com mandato até a AGO de 2015, o Conselho Fiscal tem função complementar à do Conselho de Administração. Sua responsabilidade é verificar de forma sistemática os atos da administração da Cooperativa, bem como validar seus balancetes mensais e seu balanço patrimonial anual. 15. Código de Ética Todos os integrantes da equipe do Sicoob ES aderiram, por meio de compromisso firmado, ao Código de Ética e de Conduta Profissional proposto pela Confederação Nacional das Cooperativas do Sicoob Sicoob Confederação. A partir de então, todos os novos funcionários, ao ingressar na Cooperativa, assumem o mesmo compromisso. 16. Sistema de Ouvidoria Com a edição da Resolução de 25/03/2010 o Conselho Monetário Nacional possibilitou às cooperativas singulares de crédito firmar convênio para compartilhamento e utilização de componente organizacional de ouvidoria único mantido na central, confederação ou banco cooperativo do sistema. Diante dessa possibilidade foi instituído o componente único de ouvidoria mantido no Bancoob que iniciou suas atividades a partir de 1º de julho de 2010 para as cooperativas que aderiram ao convênio. A Cooperativa a partir dessa data aderiu ao componente único de ouvidoria e passou a trabalhar com a estrutura compartilhada. Embora a alteração em sua estrutura não houve diferenças para o associado e a comunidade que continuam recebendo 10 Relatório Anual Sicoob Credirochas
11 tratamento de qualidade para as demandas registradas no sistema tecnológico - Sistema de Ouvidoria do Sicoob, no atendimento via DDG 0800 ou mesmo na própria cooperativa, através de correspondência entregue. Toda essa estrutura tem a atribuição de assegurar o cumprimento das normas relacionadas aos direitos dos usuários de nossos produtos, além de atuar como canal de comunicação com os nossos associados e integrantes das comunidades onde estamos presentes. No exercício de, a Ouvidoria da Cooperativa registrou 16 demandas sobre a qualidade dos produtos e serviços oferecidos por esta cooperativa. Dessas demandas 13 foram classificadas procedentes e 03 foram classificadas improcedentes, todas resolvidas antes do prazo legal estabelecido, que é de 15 (quinze) dias, de maneira satisfatória para as partes envolvidas, em perfeito acordo com o previsto na legislação vigente. 17. Resumo da Descrição da Estrutura de Gerenciamento de Risco e de Capital da Cooperativa 1.1 Risco operacional a) O gerenciamento do risco operacional desta Cooperativa objetiva garantir a aderência às normas vigentes e minimizar o risco operacional, por meio da adoção de boas práticas de gestão de riscos, na forma instruída na Resolução CMN nº 3.380/2006. b) Conforme preceitua o art. 11 da Resolução CMN nº 3.721/2009, esta Cooperativa aderiu à estrutura única de gestão do risco operacional do Sicoob, centralizada na Confederação Nacional das Cooperativas do Sicoob Ltda. - Sicoob Confederação, a qual se encontra evidenciada em relatório disponível no sítio c) O processo de gerenciamento do risco operacional do Sicoob consiste na avaliação qualitativa dos riscos objetivando a melhoria continua dos processos. d) As informações cadastradas no sistema de Controles Internos e Riscos Operacionais (Scrir) são mantidas em banco de dados fornecidos pelo Sicoob Confederação. e) A documentação que evidencia a efetividade, a tempestividade e a conformidade das ações para tratamento dos riscos operacionais, bem como as informações referentes as perdas associadas ao risco operacional são registradas e mantidas em cada entidade do Sicoob, sob a supervisão da respectiva entidade auditora (se cooperativa singular, da cooperativa central; se cooperativa central e Bancoob, do Sicoob Confederação). f ) Para situações de risco identificadas são estabelecidos planos de ação, com a aprovação da Diretoria Executiva, que são registrados em sistema próprio para acompanhamento pelo Agente de controles Internos e Riscos(ACIR). g) Não obstante a centralização do gerenciamento do risco operacional, esta Cooperativa possui estrutura compatível com a natureza das operações, a complexidade dos produtos e serviços oferecidos e é proporcional à dimensão da exposição ao risco operacional. 1.2 Risco de mercado e de Liquidez a) O gerenciamento do risco de mercado e de liquidez desta Cooperativa objetiva garantir a aderência às normas vigentes e minimizar os riscos de mercado, por meio das boas práticas de gestão de riscos, na forma instruída na Resolução CMN nº 3.464/2007. b) Conforme preceitua o art. 11 da Resolução CMN nº 3.721/2009, esta Cooperativa aderiu à estrutura única de gestão dos riscos de mercado e de liquidez do Sicoob, centralizada no Banco Cooperativo do Brasil S.A. (Bancoob), a qual se encontra evidenciada em relatório disponível no sítio www. sicoob.com.br. c) No gerenciamento dos riscos de mercado são adotados procedimentos padronizados de identificação de fatores de risco, de classificação da carteira de negociação (trading) e não negociação (banking), de mensuração dos riscos de mercado, de estabelecimento de limites de risco, de testes de estress e de aderência do modelo de mensuração de risco (backtesting). d) Não obstante a centralização do gerenciamento dos riscos de mercado e de liquidez, esta Cooperativa possui estrutura compatível com a natureza das operações e com a complexidade dos produtos e serviços oferecidos, sendo proporcional à dimensão da exposição ao risco de mercado da entidade. 1.3 Risco de crédito a) O gerenciamento de risco de crédito desta Cooperativa objetiva garantir a aderência às normas vigentes, maximizar o uso do capital e minimizar os riscos envolvidos nos negócios de crédito por meio das boas práticas de gestão de riscos. b) Conforme preceitua o art. 10 da Resolução CMN nº 3.721/2009, esta Cooperativa aderiu à estrutura única de gestão do risco de crédito do Sicoob, centralizada no Banco Cooperativo do Brasil S.A. (Bancoob), a qual se encontra evidenciada em relatório disponível no sítio c) Compete ao gestor a padronização de processos, de metodologias de análises de risco de clientes e de operações, de criação e de manutenção de política única de risco de crédito para o Sicoob, além do monitoramento das carteiras de crédito das cooperativas. d) Não obstante a centralização do gerenciamento de risco de crédito, esta Cooperativa possui estrutura compatível com a natureza das operações e com a complexidade dos produtos e serviços oferecidos sendo proporcional à dimensão da exposição ao risco de crédito da entidade. 1.4 Gerenciamento de capital a) A estrutura de gerenciamento de capital desta Cooperativa objetiva garantir a aderência às normas vigentes e minimizar o risco de insuficiência de capital para fazer face aos riscos em que a entidade está exposta, por meio das boas praticas de gestão de capital, na forma instruída da Resolução CMN 3.988/2011. b) Conforme preceitua o artigo 9 da Resolução CMN 3.988/2011, Relatório Anual Sicoob Credirochas 11
12 esta Cooperativa aderiu à estrutura única de gerenciamento de capital do Sicoob centralizada na Confederação Nacional das Cooperativas do Sicoob Ltda. (Sicoob Confederação), a qual encontra-se evidenciada em relatório disponível no sítio c) O gerenciamento de capital centralizado consiste em um processo continuo de monitoramento do capital, e é realizado pelas entidades do Sicoob com objetivo de: I. Avaliar a necessidade de capital para fazer face aos riscos a que as entidades do Sicoob estão sujeitas; II. Planejar metas e necessidades de capital, considerando os objetivos estratégicos das entidades do Sicoob. III. Adotar postura prospectiva, antecipando a necessidade de capital decorrente de possíveis mudanças nas condições de mercado. d) Adicionalmente, são realizadas também simulações de eventos severos em condições extremas de mercado, com a consequente avaliação de seus impactos no capital das entidades do Sicoob. Agradecimentos Agradecemos aos nossos associados pela preferência e pela confiança depositada em nossa Cooperativa de crédito e na nossa Administração. Aos colaboradores e parceiros pela dedicação ao trabalho em nossa instituição. Cachoeiro de Itapemirim - ES, 17 de janeiro de Conselho de Administração 12 Relatório Anual Sicoob Credirochas
13 O Sicoob, a maior instituição financeira cooperativa do país, é assim: Associa os melhores resultados financeiros a grandes valores da vida. Relatório Anual Sicoob Credirochas 13
14 BALANÇOS PATRIMONIAIS EM 31 DE DEZEMBRO DE E DE 2012 (Valores expressos em milhares de reais R$) A T I V O 31/12/ 31/12/2012 Circulante Disponibilidades Títulos e Valores Mobiliários Carteira Própria Relações Interfinanceiras Correspondente no País - 12 Centralização Financeira - Cooperativas Operações de Crédito Empréstimos e Títulos Descontados Financiamentos Rurais e Agroindustriais (-) Provisão para Operações de Crédito (4.918) (4.572) Outros Créditos Rendas a Receber Diversos Outros Valores e Bens Outros Valores e Bens (-) Provisão para Desvalorizações (230) (400) Despesas Antecipadas Não Circulante Realizável a Longo Prazo Operações de Crédito Empréstimos e Títulos Descontados Financiamentos Rurais e Agroindustriais Outros Créditos Diversos Permanente Investimentos Participação em Cooperativas Imobilizado de Uso Outras Imobilizações de Uso (-) Depreciações Acumuladas (1.165) (916) Intangível Ativos intangíveis (-) Amortização Acumulada (248) (175) Diferido Gastos de Organização e Expansão (-) Depreciações Acumuladas (1.088) (704) TOTAL Relatório Anual Sicoob Credirochas
15 BALANÇOS PATRIMONIAIS EM 31 DE DEZEMBRO DE E DE 2012 (Valores expressos em milhares de reais R$) P A S S I V O 31/12/ 31/12/2012 Circulante Depósitos Depósito à Vista Depósito Sob Aviso Depósito a Prazo Relações Interfinanceiras 8 - Correspondentes 8 - Relações Interdependências 9 10 Recursos em Trânsito de Terceiros 9 9 Transferência Internas de Recursos - 1 Obrigações Por Empréstimos e Repasses Empréstimos no País - Outras Instituições Outras Obrigações Cob. e Arrec. de Trib. e Assemelhados Sociais e Estatutárias Fiscais e Previdenciárias Diversas Não Circulante Exigível a Longo Prazo Obrigações Por Empréstimos e Repasses Empréstimos no País - Outras Instituições Outras Obrigações Diversas Patrimônio Líquido Capital Social De Dominiliados no País (-) Capital a Realizar (30) (38) Reserva de Sobras Sobras Acumuladas TOTAL Relatório Anual Sicoob Credirochas 15
16 Parecer do Conselho Fiscal O Conselho Fiscal da Cooperativa de Crédito dos Proprietários da Indústria de Rochas Ornamentais, Cal e Calcários do Estado do Espírito Santo Sicoob Credirochas, em cumprimento às disposições legais e estatutárias, examinou o Balanço Patrimonial, o Relatório da Administração e as Demonstrações Financeiras referentes ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de. Com base nos exames efetuados, considerando, ainda, o parecer dos auditores externos CNAC, datado de 27 de Março de 2014, bem como as informações e esclarecimentos recebidos no decorrer do exercício, opina que os referidos documentos estão em condições de serem apreciados pela Assembléia Geral Ordinária. Cachoeiro de Itapemirim ES, 27 de Março de Jorge de Backer Coordenador do Conselho Fiscal Renata Malini Secretária do Conselho Fiscal Helio Marcos Volpini Conselho Fiscal - Efetivo 16 Relatório Anual Sicoob Credirochas
17 Relatório de Auditoria Ao Conselho de Administração e Cooperados da COOPERA- TIVA DE CRÉDITO DOS PROPRIETÁRIOS DA INDÚSTRIA DE ROCHAS ORNAMENTAIS, CAL E CALCÁRIOS DO ESTADO DO ESPÍRITO SANTO. SICOOB CREDIROCHAS Cachoeiro de Itapemirim ES Prezados Senhores: Examinamos as demonstrações contábeis da Cooperativa de Crédito dos Proprietários da Indústria de Rochas Ornamentais, Cal e Calcários do Estado do Espírito Santo - SICOOB CREDI- ROCHAS, que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de e as respectivas demonstrações de sobras ou perdas, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, assim como o resumo das principais práticas contábeis e demais notas explicativas. Responsabilidade da administração sobre as demonstrações contábeis A administração da Cooperativa de Crédito dos Proprietários da Indústria de Rochas Ornamentais, Cal e Calcários do Estado do Espírito Santo - SICOOB CREDIROCHAS é responsável pela elaboração e adequada apresentação dessas demonstrações contábeis de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações contábeis livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro. Responsabilidade dos auditores independentes Nossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações contábeis com base em nossa auditoria, conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Essas normas requerem o cumprimento de exigências éticas pelos auditores e que a auditoria seja planejada e executada com o objetivo de obter segurança razoável de que as demonstrações contábeis estão livres de distorção relevante. Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção de evidência a respeito dos valores e divulgações apresentados nas demonstrações contábeis. Os procedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante nas demonstrações contábeis, independentemente se causada por fraude ou erro. Nessa avaliação de riscos, o auditor considera os controles internos relevantes para a elaboração e adequada apresentação das demonstrações contábeis da Cooperativa para planejar os procedimentos de auditoria que são apropriados nas circunstâncias, mas não para fins de expressar uma opinião sobre a eficácia desses controles internos da Cooperativa. Uma auditoria inclui, também, a avaliação da adequação das práticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela administração, bem como a avaliação da apresentação das demonstrações contábeis tomadas em conjunto. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião. Opinião Em nossa opinião, as demonstrações contábeis acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da Cooperativa de Crédito dos Proprietários da Indústria de Rochas Ornamentais, Cal e Calcários do Estado do Espírito Santo - SICOOB CREDIROCHAS em 31 de dezembro de, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil. Belo Horizonte, 27 de Março de Antonio Alberto Sica Contador CRC MG /O-0 S ES CNAI 1845 Relatório Anual Sicoob Credirochas 17
18 Conselho de Administração mandato até 2017 Diretor Presidente: Tales Pena Machado Diretor Vice Presidente: Aureo Viana Mameri Conselheiros: Bruno Mazzocco Francisco Carlos Montovanelli Igor Tome de Souza Marcos Salles Magalhães Valdecyr Roberte Viguini Diretoria Executiva mandato até 2017 Diretor Executivo: Eliomar Silva Torres Diretor Administrativo: Sebastião Carlos Soares da Silva Diretor Operacional: Luiz Claudio Borges Fardin Conselho Fiscal mandato até 2017 Efetivos: Helio Marcos Volpini Jorge de Backer Renata Gomes Malini Bolognini Suplentes: Fernando Ravaglia Erica da Fonseca Scaramussa Caetano Nelson Luiz Napolitano Agências Agência Telefone Cachoeiro (Sede) (28) Novo Parque (28) Aeroporto (28) Atílio Vivacqua (28) Barra Mansa (RJ) (24) Volta Redonda (RJ) (24) Retiro (RJ) (24) Relatório Anual Sicoob Credirochas
19 O Sicoob é assim: Associa a participação de cada um ao crescimento de todos. Relatório Anual Sicoob Credirochas 19
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em números Relatório de Prestação de Contas Sicoob Credirochas
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