Carlos A. Nobre (INPE e SEPED/MCT)
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- Ricardo Bennert Câmara
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1 Carlos A. Nobre (INPE e SEPED/MCT)
2 fonte: IGBP
3 O Antropoceno e a Grande Aceleração Os Riscos Sistêmicos ao Sistema Terrestre Ainda é Tempo de Reduzir os Riscos Futuros Quão Difícil é a Adaptação às Mudanças Climáticas? O Brasil no Rumo do Desenvolvimento Sustentável
4 O Sistema Terrestre encontra-se num estado sem análogos: o grande experimento geofísico sem precedentes
5 Antropoceno A influência da humanidade no Planeta Terra nos últimos séculos tornou-se tão significativa a ponto de constituir-se numa nova época geológica Prof. Paul Crutzen Prêmio Nobel de Química 1995 A aceleração do tempo no Antropoceno!
6 A cada hora, 9,000 pessoas se somam à população mundial
7 A cada hora, 4 Milhões de toneladas de CO 2 são emitidos
8 A cada hora, 1,500 hectares de florestas são derrubadas
9 A cada hora, Atividades humanas adicionam 1.7 milhões de Kg nitrogênio reativo às florestas, campos agrícolas e corpos d água
10 A cada hora, 3 espécies são extintas (1000 vezes mais rápido do que os processos naturais)
11 Os últimos 50 anos testemunharam uma dramática degradação do capital natural da Terra Aumento de CO 2, N 2 O, CH 4 Aquecimento Global Degradação da terra Perda de Biodiversidade Eutrofização Poluição Extração de Água.. Rockstrom
12 Fotografias do Antropoceno e a Grande Aceleração IGBP 2003
13 Nosso pé pisa fundo no acelerador e nos estamos indo na direção de um abismo. Ban Ki-Moon, 2009
14 18% 148% 37% CO 2 CH 4 N 2 O [CO 2 ] aumentou de 280 ppm em 1750 para 383 ppm em anos [CH 4 ] aumentou de 715 ppb em 1750 para 1774 ppb em anos [N 2 0] aumentou de 270 ppb em 1750 para 319 ppb em anos Observações da composição da atmosfera mostram que todas as concentrações atmosféricas dos gases de efeito estufa vêm aumentando, tornando o aquecimento futuro inequívoco IPCC 2007 WGI
15 20 Abril Junho 2005 Curva de Keeling de CO 2 Atmosférico em Mauna Loa, Havaí Curso de Introdução às Mudanças Climáticas, C Nobre e Mariane Coutinho, 2008
16 anos de história climática (a) CO 2, CH 4 e nivel do mar nos últimos anos (b) Forçantes climáticas devido a mudanças nos gases de efeito estufa e áreas congeladas. (c) Temperatura global calculada baseada nas forçantes acima e em uma sensibilidade climática de ¾ C por W/m 2. Jim Hanssen, NASA GISS
17 Temperature Change from present Carbon Dioxide 2008
18 Business as Usual (economia intensiva em Combustível fóssil ) em 2100 Carbon Dioxide Temperature Change from present
19 Aumento das temperaturas atmosféricas Aumento do nível do mar Reduções da neve no HN e os oceanos e a alta atmosfera. 1896: Arrhenius liga causa a efeito!
20 Source: Intergovernmental Panel on Climate Change (IPCC) AR4.
21 A) Best estimates of human and natural forcings B) State-of-the-art climate model, when fed these forcings, reproduces almost perfectly the last 135 years of observed temperatures. C) Net radiation at the top of the atmosphere in the climate simulations. Hansen et al, 2005
22 IPCC WGI, 2007 Tendência da Temperatura à Superfície (C/século) (C/década)
23 O Sistema Terrestre encontra-se à beira da irreversibilidade?
24 Já atingimos algum ponto de irreversibilidade do Sistema Climático?
25 Derretimento das Geleiras da Groelândia Desparecimento do Gelo Ártico no Verão Extinção de Espécies Colapso da Floresta Amazônica Acidificação dos Oceanos
26 O Desaparecimento de Anfíbios das Montanhas da América Central 74 espécies do gênero Atelopus foram extintas Chytridthermaloptimum hypothesis for Batrachochytrium A.R. Blaustein and A. Dobson Nature, vol.439, pp , January, 2006 Pounds, J. A. et al. Nature. Vol. 439, pp Com mudanças climáticas, a taxa de extinção será vezes maior do que processos naturais. Teremos causado a Sexta Grande Extinção?
27 9,7 bilhões de toneladas de CO2/ano adicionados na atmosfera por ações humanas Desse total, 5,5 bilhões de toneladas estão sendo absorvidas pelas plantas e oceanos restando 4,2 bilhões de toneladas de CO2 que acumulam anualmente na atmosfera!
28 * (Feely et al., 2008)
29 ph = 7.8 aragonita não se forma ameaça à 40% dos organismos marinhos de estrutura óssea
30 Riscos aos Biomas Brasileiros Floresta Savana Caatinga Savanas na Amazônia Semi-Deserto no Nordeste Savanização da Amazônia e Aridização do NE do Brasil Tipping Points para Amazônia Aquecimento > 3,5 C; Desmatamento > 40% Fontes: Oyama and Nobre, 2003 e Salazar et al.,, 2007; Sampaio et al., 2007; Nobre et al., 2009; Nobre and Borma, 2009; Salazar and Nobre, 2010
31 A necessária e urgente descarbonização quase completa dos sistema de produção e consumo
32 0 Recent emissions CO 2 Emissions (GtC y -1 ) Actual emissions: CDIAC Actual emissions: EIA 450ppm stabilisation 650ppm stabilisation A1FI A1B (Avgs.) A1T A2 B1 B CO 2 CO 2 -equivalent CO 2 -equivalent with aerosols Concentrations in 2008 Observed relative increase : 3.5% IPCC scenarios: % 385 ppm 463 ppm 396 ppm A concentration of 450 ppm CO 2 -eq (plus aerosols) gives a 50/50 chance to a temperature increase of less than 2 C Raupach et al 2007, PNAS; Global Carbon Project 2009
33 Emissões Fósseis: Observado vs. Cenários do IPCC CO 2 emissions (PgC y -1 ) Fossil Fuel Emission (GtC/y) CDIAC IEAall A1B(Av) A1FI(Av) A1T(Av) A2(Av) B1(Av) B2(Av) Projection Projecões 2009 Emissões: -2.8% GDP: -1.1% Intensidade de C: -1.7% Raupach et al. 2007, PNAS, updated; Le Quéré et al. 2009, Nature-geoscience; International Monetary Fund 2009
34 O Aquecimento vai aumentar se of GEEs aumentarem. Se os GEEs fossem mantidos constantes nos níveis atuais, um comprometimento de 0,6 C de aquecimento adicional aconteria até CO 2 Eq 4 o C 3,4 o C ,4 o C 1,2 o C 400 IPCC 2007 WGI
35 Equivale a 5 Gt C/ano em média no Século XXI Emissão global atual = 9,5-11,5 Gt C/ano Emissão 500 Gt C ; 2 o C é o limite talvez ainda factível de ser atingido Concentração 450 ppm Forçamento Radiativo Temperatura 2 o C Alterações climáticas Cortesia: Suzana Khan Ribeiro, MMA
36 Pico de emissões antes de 2020 e redução para quase zero até 2100 Limitar Aqueciment o global a 2 C Trajetórias das emissões relacionasdas ao uso de energia para atingir a estabilzação das concentrações de GEE na atmosfera e o porcentual de probabilidade que esta determinada cncentração limite o aquecimento global a 2 C. Richardson, K. et al., Climate Change. Global Risks, Challenges and Decisions Synthesis Report. Copenhagen 2009, March.
37 As dimensões éticas das Mudanças Climáticas Globais Há uma questão de ética e justiça: as pessoas que vão sofrer as conseqüências mais graves das Mudanças Climáticas Globais são aquelas que menos contribuiram ao problema Países desenvolvidos já emitiram 350 Gt C Países em desenvolvimento só emitiram 150 Gt C Reduções absolutas de emissões Reduzir ritmo de crescimento de emissões
38 COP15 Copenhague Brasil anuncia compromisso de reduções de gases de efeito estufa entre 36% e 39% em relação a cenário tendencial para 2020 (equivalente a corte de 25%em relação a emissões em 2005) Brasil asssume protagonismo nas questões climáticas Fonte:
39 Cenário Internacional das Negociações de Clima Para limitar o aquecimento global a 2 o C, o mundo só poderá emitir mais 500 bilhões de toneladas de C até o final do século. Países desenvolvidos terão que cortar emissões radicalentente Países em desenvolvimento utilizasrão a maior parte desta cota Reduções absolutas de emissões Reduzir ritmo de crescimento de emissões Compromisso do Brasil (Lei Nº /12/2009): Até 2020, país irá reduzir suas emissões entre 36% e 39% em relação ao cenário de crescimento tendencial (BAU)
40 Emissões Globais de CO 2 CO 2 emissions (PgC y -1 ) Fossil fuel Land use change Le Quéré et al. 2009, Nature-geoscience; Data: CDIAC, FAO, Woods Hole Research Center 2009
41 CO Brasil está preparando? Exemplo de mal-adaptação em cidades.
42 Aumento na ocorrência de fenômenos climáticos extremos de Millennium Ecosystem Assessment, 2007
43 No meio destas pedras havia um bairro populoso... De onde elas vieram? Tantas...
44 Poluição do Ar Photo: Owen Byrne Aumento do Nive do Mar Chuvas Intensas Areas sob risco
45 Ilhas de calor urbano na região metropolitana São Paulo Mudanças Climáticas na cidade São Paulo (Santos et al., 2006) Expansão Urbana ( ) Aumento de temperatura: 2,1 C Aumento de chuvas anuais: 395 mm Diminuição de umidade relativa: 7%
46 Megacities Project, São Paulo, 2010
47 Intense events and floods in the city of São Paulo, February 2010
48 Pistas alagadas da Marginal do Tietê em janeiro de 2011 Nelson Antoine/Folhapress Rio Itajaí Açu Área afetada pelas inundações e deslizamentos de terra, em Teresópolis. Rio de Janeiro, 12 de janeiro de Fabio Mota SP em janeiro de
49 Source photo: Estadão Estimate on increase of internations due to Leptospirosis at every 20 mm of rain increase. Source: Coelho-Zanotti, 2010
50 Pico das internações entre abril e junho Modelo com dois parâmetros (poluição do ar e temperatura) explica 80% da variância das internações por afecções respiratórias Estimativa de internações mensais por afecções das vias aéreas inferiores na RMSP: modelo ARIMA (fonte: Michelline Coelho)
51 Uma oportunidade única para o Brasil liderar trajetória de sustentabilidade
52 1 bilhão de pessoas em países ricos 2 bilhões de pessoas progredindo 3 bilhões de pobres que necessitam progredir 2,5 bilhões de pessoas ainda por vir. Em 2050, 86% da população mundial estarão nos países (hoje) em desenvolvimento, isto é, mais de 8,000,000,000 de consumidores tentando atingir os padrões de vida do Países Desenvolvidos. No Brasil, aparentemente foi desarmada a bomba populacional: estabilidade demográfica em 10 a 15 anos!
53 IDH (Índice de Desenvolvimento Humano) A insustentável tendência atual dos países desenvolvidos e das economias emergentes! Ecological Footprint and Human Wellbeing WWF Gland, Switzerland and Global Footprint Network (GFN), Oakland, California USA.ISBN Quadrante da Sustestabilidade
54 Poderão os países desenvolvidos reduzir sua pegada ecológica, mantendo a qualidade de vida alcançada? Ecological Footprint and Human Wellbeing WWF Gland, Switzerland and Global Footprint Network (GFN), Oakland, California USA.ISBN Quadrante da Sustestabilidade IDH (Índice de Desenvolvimento Humano)
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56 Reduzimos o desmatamento em 60% desde 2004 Brasil pode ser líder mundial em desenvolvimento sustentável Melhor tecnologia em biocombustíveis Monitoramento ambiental por satélites Competência em agricultura 46% da nossa matriz energética vem de fontes renováveis
57 ENERGIAS RENOVÁVEIS Energia no Brasil: 46% de Fontes Renováveis Mundo Brasil 4% Outras 15% Hidro 13% Lenha 13% Renovável 46% 17% Cana Brito Cruz, 2009
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59 Energy Output per Fossil Energy Input Sugar cane Sugar Beet Wheat Straw Corn Wood Programa FAPESP BIOEN
60 Doornbosch and Steenblik, OECD ; Programa FAPESP BIOEN
61 Área total do país (851 MHa, 100%) Propriedades rurais (355 MHa, 42%) Área utilizada para agricultura (76,7 MHa, 9%) Area com cana-de-açúcar (3,4 MHa, 0,4%) Programa FAPESP BIOEN FonteHorta Nogueira e Seabra (2008)
62 88% of the Brazilian National production
63 AGROENERGIA - ETANOL Produção de etanol de cana de açucar no Brazil (2008/2009): Cana de Açucar...: 622 million ton Area Plantada...: 7.8 million ha Açucar...: 31.6 million ton Etanol...: 26.7 billion liters Cachaça...: 1.5 billion liters Empregados diretos...: 1.0 million indiretos...: 2.6 million (2012): Cana de Açucar...: 1 billion ton Area Plantada...: million ha Etanol...: 48 billion liters 8 % of ethanol production 92% of ethanol production Source: MAPA/CONAB April 2009
64 Brasil programa do Etanol Pró-Álcool (Programa Nacional do Álcool ) response to oil crisis of the early 70 s; 1978: First car 100% ethanol Marcos S. Jank/UNICA
65 Ainda pouco desenvolvimento de eólica Solar fotovoltaica é praticamente inexistente
66 Inventar um novo paradigma de desenvolvimento, baseado em conhecimento e educação, reconhecendo que os usos racionais dos abundantes recursos naturais renováveis e da biodiversidade podem ser a grande alavanca para o desenvolvimento do Brasil.
67 Foto: cortesia de Antonio Nobre Obrigado!
68 CCATT-BRAMS model results for near surface ozone percentage contribution from urban sources and average wind fields for October 2007, elucidating the footprint of South American megacities. A pegada ecológica das Regiões Metropolitanas tem escala subcontinental na qualidade do ar Results from SAEMC-IAI project: M. Alonso, K. Longo, S. Freitas
69 If the prime object of biofuels is mitigation of CO 2 -driven global warming, in the short term (30 years or so) it is better to focus on increasing the efficiency of fossil fuel use Conversion of large areas of land to biofuel crops may place additional strains on the environment Righelato and Spracklen, Science 17.Aug.2007
70 Previsão Numérica de Tempo Supercomputador Tupã
71 Redução do desmatamento + reflorestamento (remoção de CO 2 ) Potencial de mitigação dos trópicos: Tecnologia de bioetanol de cana redução de desmatamentos remoção de CO 2 biocombustíveis energias renováveis agricultura
72 Energia Nuclear é prejudicial ao ambiente? Emissão de CO 2 por kwh de energia elétrica gerada Usina a Carvão 955g Usina a Óleo 818g Usina a Gás 446g Usina Nuclear: 4g!!!
73 Temos urânio para combustível? Brasil Autrália = 28% Cazaquistão = 15% Canadá = 14% África do Sul = 10% Namíbia = 8% Brasil = 6% Rússia = 4% EUA = 3% Uzbequistão = 3% Resto = 9% Brasil : A reserva conhecida de Urânio no Brasil é de toneladas, sendo a 6 a reserva mundial. Essa reserva corresponde a apenas 30% do território prospectado e seria suficiente para operar Angra I, II e III por mais 520 anos. Fonte: OECD NEA & IAEA, 2001
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