RESOLUÇÃO COEPE/UEMG Nº 132/2013
|
|
|
- Vera Stachinski Vilanova
- 9 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 RESOLUÇÃO COEPE/UEMG Nº 132/2013 Regulamenta a implantação do regime de matrícula por disciplina nos Cursos de Graduação da Universidade do Estado de Minas Gerais UEMG e institui procedimentos e limites para matrícula. Art. 1º O Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão no uso de suas atribuições legais, regulamenta a implantação do regime de matrícula por disciplina, nos cursos de graduação da UEMG, e institui procedimentos e limites para a matrícula. Parágrafo único: as exigências e procedimentos para matrícula e trancamento, as prioridades para concessão de matrícula são aquelas estabelecidas nessa Resolução. DA NATUREZA DAS DISCIPLINAS Art. 2º As disciplinas são oferecidas aos estudantes de graduação nas seguintes condições: I- Disciplinas Obrigatórias: são disciplinas que constam no Projeto Político-Pedagógico do curso, imprescindíveis à formação do/a estudante, e que a Instituição considera que não podem faltar em um curso de graduação que se propõe a formar profissionais em uma determinada área. II- Disciplinas Optativas: são disciplinas que constam no Projeto Político- Pedagógico do curso, dizem respeito à área e permitem aprofundamento de estudos em alguns campos do conhecimento. Podem favorecer uma preparação diferenciada, que atenda ao interesse mais específico de um dado grupo de estudantes. III- Disciplinas Eletivas: são quaisquer disciplinas dos cursos de graduação, que não estejam incluídas na matriz curricular do curso de origem do/a estudante. DA MATRICULA INICIAL Art. 3º Tendo sido classificado/a através do processo seletivo, para assegurar a vaga, o/a estudante deverá comparecer à Secretaria Acadêmica da Unidade onde fará o curso, na data estabelecida pela Universidade, para realizar sua matrícula. 1º A data de matrícula nos cursos de graduação constará do Calendário Acadêmico. 2º O não comparecimento do/a estudante para matrícula inicial na data prevista será considerado desistência da vaga. DA RENOVAÇÃO DE MATRICULA Art. 4º A renovação de matrícula é ato obrigatório e deve ser realizado pelo/a estudante, a cada período letivo regular, nos prazos fixados, com observância das regras contidas nesta norma, dos horários e vagas ofertados e das exigências do currículo do curso.
2 Art. 5 Será considerado abandono de curso a não renovação de matrícula no prazo regular previsto pelo Calendário Acadêmico. Art. 6º A cada semestre letivo: I- o colegiado de curso realizará a orientação de matrícula, considerando as exigências curriculares, o tempo de integralização do curso e as disciplinas de interesse do estudante; II- a matrícula será precedida de uma PRÉ-MATRÍCULA; III- a MATRÍCULA será realizada pelo estudante, ON-LINE, no Sistema de registro acadêmico; IV- durante período previsto no calendário, ocorrerá o AJUSTE DA MATRÍCULA, quando o/a estudante poderá realizar os acertos necessários na mesma; V- a confirmação da matrícula será feita pela Secretaria Acadêmica, de forma eletrônica. DOS LIMITES DE CRÉDITOS PARA MATRÍCULA Art. 7º A renovação de matrícula por disciplina deverá observar: I. um limite mínimo de 08 (oito) créditos a serem cursadas no semestre letivo; II. um limite máximo de 32 (trinta e dois) créditos a serem cursadas por semestre;. III. a cadeia de pré-requisitos, quando for o caso. IV. o tempo máximo de integralização do curso está estabelecido no Projeto Político- Pedagógico de cada curso. DA PRIORIDADE DE MATRÍCULA NAS DISCIPLINAS Art. 8º A prioridade de ocupação das vagas em disciplinas, no processo de renovação de matrícula, obedecerá à seguinte ordem: I. estudantes para os quais a disciplina seja obrigatória e que não tenham sido reprovados, em nenhuma disciplina do curso, priorizando o turno de origem. II. III. IV. estudantes que necessitem daquela disciplina para integralizar o curso no semestre; estudantes para os quais a disciplina seja obrigatória, e que tenham sido reprovados em uma ou mais disciplinas do curso, priorizando o turno de origem; estudantes para os quais a disciplina seja optativa; V. estudantes que estejam pretendendo cursar a disciplina como eletiva;
3 Parágrafo único: os/as estudantes que tenham trancado a matrícula submeter-se-ão às mesmas prioridades acima, quando do retorno. DA OFERTA DE VAGAS Art. 9º A cada semestre letivo o Departamento deverá assegurar um número de vagas para cada disciplina sob sua responsabilidade considerando, pelo menos, os/as estudantes aptos a cursá-la como obrigatória. Parágrafo único: O Colegiado de Curso poderá solicitar a ampliação desse número, tendo em vista a situação curricular dos/as estudantes. Art. 10 Até o término do 3º mês do período letivo, o Departamento deverá encaminhar ao Colegiado de Curso a relação de disciplinas optativas que serão oferecidas no próximo semestre. Art. 11 A Coordenação de Curso deverá também organizar a oferta de disciplinas optativas pelos Departamentos, de modo a assegurar que haja número de vagas para que os/as estudantes inscritos/as regularmente cumpram, ao longo de seu percurso acadêmico, o número de créditos optativos exigidos para a integralização curricular. Art. 12 Só serão ministradas disciplinas optativas que contarem com, no mínimo, 10 (dez) estudantes matriculados. 1 Exceções serão admitidas, a juízo da PROEN, em disciplinas que, por suas características pedagógicas, não possam ser oferecidas com esse número de alunos. DA MATRÍCULA EM DISCIPLINA ISOLADA Art. 13. Entende-se por disciplina isolada aquela que faz parte do currículo dos cursos de Graduação da UEMG, na qual são abertas vagas para matrícula em disciplina isolada, pelo Departamento, para ser cursada por qualquer interessado que não seja estudante regularmente matriculado na UEMG. Art. 14 Semestralmente a Universidade divulgará a relação das disciplinas em que é possível matrícula como isolada. Art.15. Para matricular-se em uma disciplina isolada o/a candidato/a deverá ter cumprido os pré-requisitos, caso requeridos, ou ter sido dispensado de cumpri-los, pelo Departamento responsável pela mesma. Art. 16. O requerimento de matrícula em disciplina isolada, acompanhado do curriculum vitae do/a candidato/a, histórico escolar e da devida justificativa, será protocolado na Secretaria Acadêmica da Unidade, dirigido ao Chefe de Departamento na data estabelecida no Calendário Acadêmico. Parágrafo único. Caberá ao Departamento decidir sobre o deferimento do requerimento.
4 Art. 17. O/a candidato/a que se matricula em disciplina isolada está sujeita às mesmas obrigações dos/as estudantes regularmente matriculados na Universidade e às mesmas exigências de freqüência e aproveitamento. Art. 18. A matrícula em disciplina isolada não dará o direito ao diploma de graduação, ainda que o/a estudante tenha cumprido, dessa forma, todas as disciplinas de um dado currículo. Art. 19. O/a estudante de disciplina isolada não será considerado aluno regular da Universidade, mas terá direito à declaração comprobatória de freqüência e nota, que deverá ser solicitado na Secretaria Acadêmica da Unidade. Art. 20 A possibilidade de matrícula em disciplina isolada é limitada a duas disciplinas, por estudante, em cada período. DO ENRIQUECIMENTO CURRICULAR Art. 21. Entende-se por Enriquecimento Curricular, a realização de atividades extracurriculares, como estágios não obrigatórios, iniciação científica, atividades de extensão, e demais atividades listadas como tal em Projetos Pedagógicos de Curso, ou validadas como tal pelo Colegiado de Curso. Parágrafo único. As atividades de enriquecimento curricular serão registradas no campo Enriquecimento Curricular, no Histórico dos estudantes. DO TRANCAMENTO DE MATRÍCULA Art. 22 O direito ao trancamento de matrícula, parcial ou total, é concedido ao estudante a partir do segundo período do curso. Art. 23. A solicitação de trancamento de matrícula, parcial ou total, pode ser feita pelo próprio estudante, ou por terceiros, mediante procuração específica, em requerimento próprio, e dentro do prazo estabelecido no Calendário Acadêmico, na Secretária Acadêmica da Unidade. Art. 24. O Colegiado de Curso analisará a solicitação de trancamento. 1º. O trancamento total de matrícula poderá ser concedido uma vez, sem justificativa. 2º O trancamento total de matrícula poderá ser concedido pelo Colegiado de Curso mais um semestre, ao longo do curso, mediante justificativa. 3º. O trancamento parcial de matrícula poderá ser concedido, respeitando-se: I- o cumprimento do limite mínimo de créditos por semestre, estabelecido no artigo 7º, e II- o trancamento por, no máximo, 2 (duas) vezes, na mesma disciplina.
5 Art. 25. O trancamento de matrícula em qualquer disciplina, não assegura, ao/à estudante, o direito de matricular-se em outra, em substituição, no mesmo semestre. Art. 26. O trancamento de matrícula só tem validade por um semestre letivo regular, devendo o/a estudante renovar, semestralmente, sua matrícula, ainda que pretenda solicitar um novo trancamento. Parágrafo único: o/a estudante que não renovar a matrícula semestralmente perderá o vínculo com o curso. Art. 27. O semestre em que o/a estudante estiver com o trancamento total, não será computado na contagem do tempo para a integralização curricular. Art. 28. Exceções quanto aos prazos e limites previstos nessa norma poderão ser admitidos, se aprovados pelo Colegiado, mediante parecer fundamentado. Art. 29 Revogadas as disposições em contrário, em especial as constantes na Resolução COEPE nº 85/2010. Belo Horizonte, 13 de dezembro de Prof. Dijon Moraes Junior
RESOLUÇÃO Nº 005/2014 CONSEPE (Alterada pela Resolução n 018/2015 CONSEPE, Resolução nº 026/2015-CONSEPE n 044/2015 - CONSEPE)
RESOLUÇÃO Nº 005/2014 CONSEPE (Alterada pela Resolução n 018/2015 CONSEPE, Resolução nº 026/2015-CONSEPE n 044/2015 - CONSEPE) Dispõe sobre as normas e os procedimentos para a matrícula de acadêmicos nos
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO TRIÂNGULO MINEIRO UBERABA-MG RESOLUÇÃO N. 4, DE 16 DE ABRIL DE 2013, DO CONSELHO UNIVERSITÁRIO DA UFTM.
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO TRIÂNGULO MINEIRO UBERABA-MG RESOLUÇÃO N. 4, DE 16 DE ABRIL DE 2013, DO CONSELHO UNIVERSITÁRIO DA UFTM. Aprova as regras de transição do Sistema de Matrícula
ANEXO II. Regulamentação da Educação Profissional Técnica de Nível Médio Integrado. Capítulo I Da admissão
ANEXO II ORGANIZAÇÃO DIDÁTICA DO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO CIÊNCIA E TECNOLOGIA SERTÃO PERNANBUCANO Resolução nº 031/2010 De 30 de setembro de 2010 Regulamentação da Educação Profissional Técnica de
Universidade de Brasília FACE - Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade Departamento de Economia Programa de Pós-Graduação
Regulamento do Programa de Pós-Graduação do Departamento de Economia Aprovado pelo Colegiado de Pós-Graduação em 17/02/2009 Título I Disposições Gerais Art. 1º Art. 2º Art. 3º O Programa de Pós-Graduação
UNIVERSIDADE ESTADUAL DO SUDOESTE DA BAHIA UESB PRÓ-REITORIA DE PESQUISA E PÓS-GRADUAÇÃO PPG. NORMA INTERNA Nº 01 2014 PPGEd 7 de janeiro de 2014
UNIVERSIDADE ESTADUAL DO SUDOESTE DA BAHIA UESB PRÓ-REITORIA DE PESQUISA E PÓS-GRADUAÇÃO PPG NORMA INTERNA Nº 01 2014 PPGEd 7 de janeiro de 2014 Dispõe sobre a Disciplina iniciação à docência no ensino
Trancamento de matrícula
Matrícula * O aluno deverá observar as datas fixadas no calendário escolar para efetuar sua matrícula. Deverá observar a seqüência das disciplinas do currículo padrão do seu curso, os pré-requisitos, e
UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA ESCOLA DE ENFERMAGEM PROGRAMA DE PÓS GRADUAÇÃO EM ENFERMAGEM RESOLUÇÃO Nº 02/2015 RESOLVE: CAPÍTULO I DOS OBJETIVOS
UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA ESCOLA DE ENFERMAGEM PROGRAMA DE PÓS GRADUAÇÃO EM ENFERMAGEM RESOLUÇÃO Nº 02/2015 Dispõe sobre as atividades de ensino e pesquisa do Programa de Pósgraduação em Enfermagem.
Anexo I da Organização Didática Resolução nº 031/2010 33
ANEXO I ORGANIZAÇÃO DIDÁTICA DO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO CIÊNCIA E TECNOLOGIA SERTÃO PERNANBUCANO Resolução nº 031/2010 De 30 de setembro de 2010 NORMAS ACADÊMICAS DOS CURSOS SUPERIORES DE TECNOLOGIA,
O regime adotado pela Faculdade Metodista Granbery é o seriado semestral. A matrícula é feita por períodos e renovada semestralmente.
INFORMAÇÕES ACADÊMICAS BÁSICAS 1. CURRÍCULO Para cada curso de graduação é organizado um currículo. O currículo abrange uma sequência de disciplinas/módulos hierarquizados(as) por períodos letivos, cuja
RESOLUÇÃO Nº 052/2014 CONSUNI (Alterada pela Resolução n 107/2014 CONSUNI)
RESOLUÇÃO Nº 052/2014 CONSUNI (Alterada pela Resolução n 107/2014 CONSUNI) Institui o Programa de Auxílio à Mobilidade Estudantil Nacional e Internacional da UDESC PROME Nacional e PROME Internacional.
OBS.: O recibo emitido por meio de depósito em envelope não será aceito como comprovação do pagamento
RELAÇÃO DE DOCUMENTOS BANCOS PARA O PAGAMENTO DAS TAXAS Universidade de Brasília - UnB Os valores constantes da Resolução do Conselho de Administração n 0 005/2002 deverão ser recolhidos em nome da FUB
TÍTULO I Do Programa. TÍTULO II Do Curso
Regulamento do Programa de Pós-Graduação em Planejamento e Análise de Políticas Públicas, Curso Mestrado Profissional, da Faculdade de Ciências Humanas e Sociais de Franca TÍTULO I Do Programa Artigo 1º
Novo Regulamento da Organização Didático-Pedagógica dos Cursos de Graduação da UTFPR
Novo Regulamento da Organização Didático-Pedagógica dos Cursos de Graduação da UTFPR Resolução n o 112/10-COEPP, de 29 de novembro de 2010 Fevereiro de 2011 Comissão de Graduação Criação: Portaria nº1.214
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ RESOLUÇÃO Nº 17/CEPE, DE 03 DE MAIO DE 2006 Aprova normas para os cursos de especialização da Universidade Federal do Ceará. O Reitor da UNIVERSIDADE
GUIA ACADÊMICO MATRÍCULA E REMATRÍCULA DISPENSA DE DISCIPLINA REQUERIMENTOS
GUIA ACADÊMICO MATRÍCULA E REMATRÍCULA A matrícula é o ato formal do aluno com a UNIUV. Importa em direitos e deveres, tanto para o aluno como para a instituição. Sua efetivação ocorre após classificação
REGULAMENTO DE ATIVIDADES COMPLEMENTARES NUTRIÇÃO
REGULAMENTO DE ATIVIDADES COMPLEMENTARES NUTRIÇÃO 2010 Fundação Educacional de Além Paraíba Mantenedora Faculdade de Ciências da Saúde Archimedes Theodoro Mantida Profª. Karime Augusta Baranda Fortes Zanardi
Regimento do Programa de Pós Graduação em Ciência da Computação
Regimento do Programa de Pós Graduação em Ciência da Computação CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES Artigo 1º O presente Regulamento disciplina a organização e as atividades do programa de Pós Graduação
REGULAMENTO DOS CURSOS DE PÓS-GRADUAÇÃO (lato sensu) CAPITULO I DA CONSTITUIÇÃO, NATUREZA, FINALIDADE E OBJETIVOS DOS CURSOS
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA FARROUPILHA R E I T O R I A Rua Esmeralda, 430-97110-060 Faixa Nova Camobi Santa
REGIMENTO DO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM FÍSICA
REGIMENTO DO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM FÍSICA TÍTULO I DOS OBJETIVOS Art. 1º O Programa de Pós-Graduação em Física (PPGFIS) da Universidade Federal do Amazonas (UFAM) tem por finalidade a formação de
Universidade de Caxias do Sul Programa de Pós-Graduação em Direito Mestrado
REGULAMENTO DO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO STRICTO SENSU MESTRADO EM DIREITO Sumário CAPÍTULO I DOS OBJETIVOS DO PROGRAMA... 1 CAPÍTULO II DA ADMINISTRAÇÃO DO PROGRAMA...2 CAPÍTULO III DO CORPO DOCENTE,
REGULAMENTO DA ORGANIZAÇÃO DIDÁTICO-PEDAGÓGICA DOS CURSOS DE GRADUAÇÃO DA UTFPR
REGULAMENTO DA ORGANIZAÇÃO DIDÁTICO-PEDAGÓGICA DOS CURSOS DE GRADUAÇÃO DA UTFPR ALTERAÇÃO APROVADA - RESOLUÇÃO Nº 018/13-COGEP 19/04/2013 CURITIBA Abril de 2013 Capítulo I DA NATUREZA DOS CURSOS Art. 1.o
FACULDADES DE ENSINO SUPERIOR DE LINHARES FACELI REGULAMENTO Nº 02, DE 04 DE NOVEMBRO DE 2013
FACULDADES DE ENSINO SUPERIOR DE LINHARES FACELI REGULAMENTO Nº 02, DE 04 DE NOVEMBRO DE 2013 Estabelece as diretrizes para a oferta de disciplinas em regime de dependência e adaptação no âmbito dos cursos
Programa de Pós-Graduação em Matemática REGULAMENTO DOS CURSOS DE. Mestrado e Doutorado
Programa de Pós-Graduação em Matemática REGULAMENTO DOS CURSOS DE Mestrado e Doutorado TÍTULO I: DA NATUREZA, FINALIDADES E OBJETIVOS Art. 1. O Programa de Pós-Graduação em Matemática da Universidade Federal
REGIMENTO DO CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO EM CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE MATERIAIS DA FUNDAÇÃO CENTRO UNIVERSITÁRIO ESTADUAL DA ZONA OESTE.
REGIMENTO DO CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO EM CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE MATERIAIS DA FUNDAÇÃO CENTRO UNIVERSITÁRIO ESTADUAL DA ZONA OESTE. TÍTULO I FINALIDADES Art. 1º - O Centro Setorial de Produção Industrial
REGULAMENTO DO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ARQUITETURA E URBANISMO DA ESCOLA DE ARQUITETURA DA UFMG. TÍTULO I. Da Natureza e dos Objetivos
1 REGULAMENTO DO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ARQUITETURA E URBANISMO DA ESCOLA DE ARQUITETURA DA UFMG TÍTULO I. Da Natureza e dos Objetivos Art. 1 o O Programa de Pós-Graduação em Arquitetura e Urbanismo
EDITAL DE SELEÇÃO DE BOLSISTAS CAPES MESTRADO
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO FACULDADE DE ENFERMAGEM MESTRADO EM ENFERMAGEM EDITAL DE SELEÇÃO DE BOLSISTAS CAPES MESTRADO CRITÉRIOS PARA CONCESSÃO E RENOVAÇÃO DE
UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESPÍRITO SANTO CENTRO UNIVERSITÁRIO NORTE DO ESPÍRITO SANTO
REGULAMENTO DO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU ENSINO NA EDUCAÇÃO BÁSICA TÍTULO I INTRODUÇÃO GERAL Art. 1 - Este regulamento estabelece as atribuições, responsabilidades e normas específicas do Programa
REGULAMENTO DE FUNCIONAMENTO DOS CURSOS E PROGRAMAS DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA BAIANO REGULAMENTO DE FUNCIONAMENTO DOS CURSOS E PROGRAMAS DE PÓS-GRADUAÇÃO
PROGRAMA DE MONITORIA DO IFMS Campo Grande - MS 2014 PROGRAMA DE MONITORIA DO IFMS Capítulo I DA APRESENTAÇÃO Art. 1º O presente Programa estabelece as finalidades, objetivos, atribuições e normas para
DISPENSA DE DISCIPLINAS DO CURSO DE ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA CSAP
DISPENSA DE DISCIPLINAS DO CURSO DE ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA CSAP ELABORAÇÃO APROVAÇÃO APROVAÇÃO SUPERIOR Coordenação do Colegiado do Curso de Administração Pública Colegiado do Curso de Administração Pública
LINGUAGEM ACADÊMICA Aluno especial/avulso Aluno regular Avaliação do rendimento escolar Avaliação institucional da educação superior brasileira.
LINGUAGEM ACADÊMICA Após o ingresso na Universidade, o aluno de graduação deve tomar conhecimento de alguns termos que passarão a fazer parte do seu cotidiano. Aluno especial/avulso. Poderá ser concedida
PORTARIA UNIDA Nº. 18/2015, de 26 Outubro de 2015.
PORTARIA UNIDA Nº. 18/2015, de 26 Outubro de 2015. O Diretor Geral da Faculdade Unida de Vitória, no uso das atribuições conferidas pelo Regimento Interno resolve regulamentar os procedimentos gerais para
CENTRO UNIVERSITÁRIO CATÓLICO SALESIANO AUXILIUM
Regulamento de Atividades Complementares Curso de Enfermagem Capítulo I- Disposições Gerais Art. 1º - O presente regulamento tem por finalidade regrar as Atividades Complementares para o curso de Enfermagem
OBJETIVOS DO PROGRAMA DE PERMANÊNCIA QUALIFICADA
EDITAL Nº 005/2015 PROGRAMA DE PERMANÊNCIA QUALIFICADA BOLSA ESPORTE PROPAAE/CPA/NUCELA Ó-REITORIA DE POLÍTICAS AFIRMATIVAS E ASSUNTOS ESTUDANTIS A UNIVERSIDADE FEDERAL DO RECÔNCAVO por meio da PRÓ-REITORIA
RESOLUÇÃO UnC-CONSUN 001/2015
RESOLUÇÃO UnC-CONSUN 001/2015 Aprovar ad referendum do Conselho Universitário- CONSUN, o Regulamento para a Pós-Graduação Lato Sensu da Universidade do Contestado - UnC. A Presidente do Conselho Universitário
SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DE CAMPINA GRANDE CONSELHO UNIVERSITÁRIO CÂMARA SUPERIOR DE PÓS-GRADUAÇÃO
SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DE CAMPINA GRANDE CONSELHO UNIVERSITÁRIO CÂMARA SUPERIOR DE PÓS-GRADUAÇÃO RESOLUÇÃO Nº. 08/2015 Aprova a criação do Curso de Pós-Graduação Lato Sensu, em nível
UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA UNEB CONSELHO UNIVERSITÁRIO CONSU
UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA UNEB CONSELHO UNIVERSITÁRIO CONSU RESOLUÇÃO N.º 507/2007 Publicada no D.O.E. de 08/09-12-2007, pág. 24 Altera a Resolução Nº. 634/04 CONSEPE, que aprova o Regulamento de
EDITAL 04/2015 REITORIA
EDITAL 04/2015 REITORIA Matrículas 2º semestre letivo de 2015 O UDF - Centro Universitário torna público o Edital de Matrícula dos Cursos de Graduação para o 2º semestre letivo de 2015. 1. Renovação de
EDITAL Nº 007/2016 TRANSFERÊNCIA EXTERNA E PORTADORES DE DIPLOMA
EDITAL Nº 007/2016 O Diretor Executivo da Faculdade Metropolitana de Anápolis, no uso de suas atribuições e demais disposições legais, aprova e torna público o processo seletivo para transferência de candidatos
Regimento Interno do Programa de Pós-Graduação em Estudos Urbanos e Regionais - UFRN
Regimento Interno do Programa de Pós-Graduação em Estudos Urbanos e Regionais - UFRN CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES Art. 1 o O Programa de Pós-Graduação em Estudos Urbanos e Regionais (PPEUR),
CRITÉRIOS DE MATRÍCULA FACULDADE DE ENGENHARIA CIVIL 2º SEMESTRE 2014. 1) Matrícula em disciplinas Série e Período (Matutino e Noturno):
CRITÉRIOS DE MATRÍCULA FACULDADE DE ENGENHARIA CIVIL 2º SEMESTRE 2014 Critérios em ordem de prioridade: 1) Matrícula em disciplinas Série e Período (Matutino e Noturno): a) As dependências são incluídas
CURSO DE ADMINISTRAÇÃO ATIVIDADES COMPLEMENTARES REGULAMENTO
CURSO DE ADMINISTRAÇÃO ATIVIDADES COMPLEMENTARES REGULAMENTO Justificativa Conforme consta nas leis de 2004 e 2005, parecer CNE/CES Nºs: 210/2004, e 023/2005, um curso de graduação em Administração desenvolve-se
REGULAMENTO DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO CURSO DE GRADUAÇÃO EM SERVIÇO SOCIAL FACULDADE DE CIENCIAS HUMANAS E SOCIAIS UNESP FRANCA
REGULAMENTO DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO CURSO DE GRADUAÇÃO EM SERVIÇO SOCIAL FACULDADE DE CIENCIAS HUMANAS E SOCIAIS UNESP FRANCA Dispõe sobre o cumprimento da carga horária das Atividades de Estágio Supervisionado
REGULAMENTO DE TRANSFERÊNCIA E REOPÇÃO DE CURSOS DE GRADUAÇÃO CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES GERAIS
REGULAMENTO DE TRANSFERÊNCIA E REOPÇÃO DE CURSOS DE GRADUAÇÃO CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES GERAIS Art. 1º As vagas remanescentes existentes em cada curso da SLMANDIC serão preenchidas obedecendo a seguinte
E D I T A L PROGRAMA DE APROVEITAMENTO DE ESTUDOS EM TEOLOGIA
E D I T A L Prot. FAJE 15/2015 PROGRAMA DE APROVEITAMENTO DE ESTUDOS EM TEOLOGIA Nos termos do presente Edital e de acordo com a Portaria de 01/12/2011 (Prot. 32/2011), torno público que estão abertas
INSTRUÇÃO NORMATIVA/FUNDAÇÃO UNITINS/GRE/N 007/2012.
INSTRUÇÃO NORMATIVA/FUNDAÇÃO UNITINS/GRE/N 007/2012. Normatiza, no âmbito da Pró- Reitoria de Graduação, o Programa de Monitoria da Unitins e dá outras providências. O REITOR DA FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE DO
Regulamento da Organização Didático-Pedagógica dos cursos de Educação Profissional Técnica de Nível Médio Integrado
Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Mato Grosso do Sul. IFMS Regulamento da Organização Didático-Pedagógica dos cursos de Educação Profissional Técnica de Nível Médio Integrado 2012
REGULAMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES
REGULAMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES Gama DF fev./2015 SUMÁRIO CAPÍTULO I... 3 DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES... 3 CAPÍTULO II... 4 DA REALIZAÇÃO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES... 4 E SEU APROVEITAMENTO...
Diretoria de Educação e Tecnologia do Campus Currais Novos 3412-2018 [email protected] www.ifrn.edu.br
GOVERNO FEDERAL Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do RN CAMPUS CURRAIS NOVOS Curso Superior de Licenciatura em Química Manual do Estudante 2009.2 Diretoria de Educação e Tecnologia do
REGIMENTO INTERNO DO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU. TITULO I Da Natureza, dos Fins e da Aprovação dos Cursos
REGIMENTO INTERNO DO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU TITULO I Da Natureza, dos Fins e da Aprovação dos Cursos CAPÍTULO I Da Natureza e dos Fins dos Cursos Art. 1º Os cursos de pós-graduação Lato sensu
DOCUMENTOS COMPLEMENTARES
DOCUMENTOS COMPLEMENTARES REGULAMENTO DO CURSO DE DOUTORADO EM ADMINISTRAÇÃO CDA EM ASSOCIAÇÃO DE IES (PUCRS e UCS) Janeiro de 2009 2 CAPÍTULO I Dos objetivos Art. 1 o - O curso confere o grau de Doutor
CAPÍTULO I Da Destinação e Preenchimento de Vagas. CAPÍTULO II Do Processo de Seleção e Admissão. CAPÍTULO III Da Transferência Dependente de Vaga
Resolução nº 03 de 01/02/2009 Normas Acadêmicas Bacharelado e Licenciatura ÍNDICE TÍTULO I Da Destinação, Preenchimento de Vagas nos Cursos e Formas de Ingresso de Alunos Regulares Da Destinação e Preenchimento
REGIMENTO DO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM GESTÃO PÚBLICA
UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESPÍRITO SANTO CENTRO DE CIÊNCIAS JURÍCAS E ECONÔMICAS REGIMENTO DO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM GESTÃO PÚBLICA Adaptado às normas do Regulamento Geral da Pós-Graduação da UFES
ORIENTAÇÕES AOS DISCENTES E DOCENTES DA PÓS-GRADUAÇÃO EM QUÍMICA/UFJF MESTRADO
ORIENTAÇÕES AOS DISCENTES E DOCENTES DA PÓS-GRADUAÇÃO EM QUÍMICA/UFJF MESTRADO CRITÉRIOS DE SELEÇÃO E CLASSIFICAÇÃO. A seleção consta de prova escrita de conhecimentos gerais em Química, conhecimentos
REGIMENTO INTERNO DO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO STRICTO SENSU EM SAÚDE COLETIVA MESTRADO E DOUTORADO TÍTULO I. Introdução
REGIMENTO INTERNO DO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO STRICTO SENSU EM SAÚDE COLETIVA MESTRADO E DOUTORADO TÍTULO I Introdução Art. 1. Este regimento estabelece as atribuições, responsabilidades e normas específicas
RESOLUÇÃO N 54/2009/CONEPE. O CONSELHO DO ENSINO, DA PESQUISA E DA EXTENSÃO da UNIVERSIDADE FEDERAL DE SERGIPE, no uso de suas atribuições legais,
SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE SERGIPE CONSELHO DO ENSINO, DA PESQUISA E DA EXTENSÃO RESOLUÇÃO N 54/2009/CONEPE Aprova Normas Específicas do Estágio Curricular do
Lucia Maria Sá Barreto de Freitas
RESOLUÇÃO DO CONSEPE Nº 12/2010 Aprova o Regulamento das Atividades de Estágio do Curso de Engenharia de Produção da FSSS e dá outras Providências. A PRESIDENTE DO CONSELHO DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO-
UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DO RIO DE JANEIRO CONSELHO DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO. SECRETARIA DOS ÓRGÃOS COLEGIADOS
UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DO RIO DE JANEIRO CONSELHO DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO. SECRETARIA DOS ÓRGÃOS COLEGIADOS DELIBERAÇÃO Nº DE 05 DE MAIO DE 2008. O CONSELHO DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO DA
ATIVIDADES COMPLEMENTARES Curso de Publicidade e Propaganda
ATIVIDADES COMPLEMENTARES Curso de Publicidade e Propaganda INFORMAÇÕES E PROCEDIMENTOS ATIVIDADES O QUÊ? As atividades complementares são atividades extracurriculares obrigatórias no seu curso de graduação
UNIVERSIDADE DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO DELIBERAÇÃO Nº 031 /04
DELIBERAÇÃO Nº 31 /4 Aprova a reformulação do Regulamento Específico do Programa de Pós-graduação em Ciências Contábeis, curso de Mestrado, com áreas de Concentração em Contabilidade Financeira, Contabilidade
Regulamento dos Concursos Especiais de Acesso e Ingresso no Ensino Superior OUTUBRO, 2015
Regulamento dos Concursos Especiais de Acesso e Ingresso no Ensino Superior OUTUBRO, 2015 REG.CTC.08.01 Página 1 de 6 Regulamento dos Concursos Especiais de Acesso e Ingresso no Ensino Superior da Escola
Faculdades Ibmec-RJ. Regulamento de Atividades Complementares do Curso de Graduação em Relações Internacionais
Faculdades Ibmec-RJ Regulamento de Atividades Complementares do Curso de Graduação em Relações Internacionais I. DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES: Art.1. O presente regulamento tem por finalidade estatuir
Regulamenta o Programa de Estágio de Estudantes na Câmara Municipal de São Paulo.
ATO 994/07 Regulamenta o Programa de Estágio de Estudantes na Câmara Municipal de São Paulo. Considerando a Lei Federal nº 6.494, de 07/12/1977, que dispõe sobre o estágio de estudantes de ensino superior,
FUNDAÇÃO EDUCACIONAL COMUNITÁRIA FORMIGUENSE CENTRO UNIVERSITÁRIO DE FORMIGA UNIFOR-MG REGULAMENTO DE MATRÍCULA EM CURSOS DE DEPENDÊNCIA
FUNDAÇÃO EDUCACIONAL COMUNITÁRIA FORMIGUENSE CENTRO UNIVERSITÁRIO DE FORMIGA UNIFOR-MG Ato de aprovação: Resolução do Reitor nº 73/2013, de 25/10/2013. FORMIGA-MG 2013 Ato de aprovação: Resolução do Reitor
Fundação Presidente Antônio Carlos - FUPAC Faculdade Presidente Antônio Carlos de Aimorés
Regulamento do Programa de Monitoria para os cursos de Graduação A Monitoria é uma atividade Acadêmica dos cursos de Graduação que visa dar oportunidade de aprofundamento vertical de estudos em alguma
PROCESSO DE SELEÇÃO INTERNA DE ORIENTADOR DE ESTUDO DO PACTO NACIONAL PELA ALFABETIZAÇÃO NA IDADE CERTA EDITAL SME Nº 001/2015
PROCESSO DE SELEÇÃO INTERNA DE ORIENTADOR DE ESTUDO DO PACTO NACIONAL PELA ALFABETIZAÇÃO NA IDADE CERTA EDITAL SME Nº 001/2015 Abre as inscrições para PROCESSO DE SELEÇÃO INTERNA DE ORIENTADOR DE ESTUDO
REGIMENTO DO PROGRAMA DE PÓS- GRADUAÇÃO STRICTO SENSU EM DIREITO PPGD
Telefones: (55) 3332-0545 e (55) 3332-0351 - Endereço eletrônico: http://www.unijui.edu.br/ppgd Correio eletrônico: [email protected] PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO STRICTO SENSU EM DIREITO CURSO DE MESTRADO
INFORMAÇÕES ACADÊMICAS
INFORMAÇÕES ACADÊMICAS INGRESSO O ingresso na UNILAGOS é feito mediante processo seletivo (Vestibular) ou por outro processo previsto em lei. Também é possível ingressar por meio de transferência, dispositivo
Atividades Complementares Curso de Gestão em Recursos Humanos
Atividades Complementares Curso de Gestão em Recursos Humanos APRESENTAÇÃO As Atividades Complementares (AC) são práticas curriculares de caráter independente, interdisciplinar e transversal que visam
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO AMAPÁ COORDENAÇÃO DO CURSO DE ENGENHARIA ELÉTRICA - CEE
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO AMAPÁ COORDENAÇÃO DO CURSO DE ENGENHARIA ELÉTRICA - CEE PROJETO DISCIPLINADOR DO ESTÁGIO CURRICULAR - CEE/UNIFAP Estabelece diretrizes e normas necessárias
Programa de Estudantes-Convênio de Graduação
Programa de Estudantes-Convênio de Graduação Protocolo Protocolo que entre si celebram o Ministério das Relações Exteriores e o Ministério da Educação e do Desporto, para regulamentar o Programa de Estudantes-Convênio
Portaria Fatec Santana de Parnaíba nº 02/2015 de 24 de abril de 2015
Portaria nº 02/2015 de 24 de abril de 2015 Estabelece a normatização das Atividades Acadêmico-Científico-Culturais (AACC) do curso de Gestão Comercial da Faculdade de Tecnologia de Santana de Parnaíba.
EDITAL Nº 017, DE 10 DE OUTUBRO DE 2014 PROCESSO DE SELEÇÃO DE ESTUDANTES NO ÂMBITO DO PROGRAMA DE MONITORIA (VOLUNTÁRIA)
EDITAL Nº 017, DE 10 DE OUTUBRO DE 2014 PROCESSO DE SELEÇÃO DE ESTUDANTES NO ÂMBITO DO PROGRAMA DE MONITORIA (VOLUNTÁRIA) O DIRETOR DE IMPLANTAÇÃO DO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA
RESOLUÇÃO N 189 CEPEX/2007
- UNIVERSIDADE ESTADUAL DE MONTES CLAROS RESOLUÇÃO N 189 CEPEX/2007 ESTABELECE NORMAS E PROCEDIMENTOS PARA ATRIBUIÇÃO DE ENCARGOS DOCENTES E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS. O Reitor e Presidente do CONSELHO DE
RESOLUÇÃO NORMATIVA N.º 17/CUn DE 10 DE ABRIL DE 2012. Regulamenta o Programa de Monitoria da Universidade Federal de Santa Catarina
RESOLUÇÃO NORMATIVA N.º 17/CUn DE 10 DE ABRIL DE 2012 Regulamenta o Programa de Monitoria da Universidade Federal de Santa Catarina O PRESIDENTE DO CONSELHO UNIVERSITÁRIO da Universidade Federal de Santa
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE DA INTEGRAÇÃO INTERNACIONAL DA LUSOFONIA AFRO-BRASILEIRA - UNILAB
RESOLUÇÃO N 030/2013, DE 25 DE NOVEMBRO DE 2013. Normatiza os procedimentos relativos à matrícula de estudantes dos cursos de graduação da Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira
RESOLUÇÃO Nº 019/2012
RESOLUÇÃO Nº 019/2012 Regulamenta a operacionalização da matrícula em disciplina a cada semestre. A PRÓ-REITORA DE ENSINO DE GRADUAÇÃO DA UNIVERSIDADE FEDERAL DO AMAZONAS E PRESIDENTE DA CÂMARA DE ENSINO
RESOLUÇÃO 04/2001 CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES. Art. 1º - Fixar normas para o Funcionamento do Programa de Bolsas de Monitoria na UESB.
Dispõe sobre o Programa de Bolsa de Monitoria da Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia UESB, revogando as disposições em contrário, em especial as Resoluções CONSEPE/UESB 18/94 e 48/97. O Conselho
