CONTROLE TECNOLÓGICO DO CONCRETO
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- Rafael Dias Marreiro
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1 3º ENCONTRO CONSTRUTIVO DESEMPENHO DO CONCRETO CONTROLE TECNOLÓGICO DO CONCRETO 16/12/2014
2 NBR CONCRETO DE CIMENTO PORTLAND PREPARO, CONTROLE E RECEBIMENTO PROCEDIMENTO. 4. ATRIBUIÇÕES DE RESPONSABILIDADES 4.2. PROFISSIONAL RESPONSÁVEL PELO PROJETO ESTRUTURAL REGISTRO DE RESISTÊNCIA CARACTERÍSTICA À COMPRESSÃO (Fck) DO CONCRETO. ESPECIFICAÇÃO DO Fcj PARA ETAPAS CONSTRUTIVAS. ESPECIFICAÇÃO DOS REQUISITOS CORRESPONDENTES À DURABILIDADE. ESPECIFICAÇÃO DOS REQUISITOS CORRESPONDENTES ÀS PROPRIEDADES ESPECIAIS: MÓDULO DE DEFORMAÇÃO MÍNIMO OUTRAS PROPRIEDADES
3 NBR 6118 PROJETO DE ESTRUTURAS DE CONCRETO - PROCEDIMENTO.
4 NBR 6118 PROJETO DE ESTRUTURAS DE CONCETO - PROCEDIMENTO.
5 NBR CONCRETO DE CIMENTO PORTLAND PREPARO, CONTROLE E RECEBIMENTO PROCEDIMENTO ESTUDO DE DOSAGEM DO CONCRETO CÁLCULO DA RESISTÊNCIA DE DOSAGEM ONDE: Fcj = Fck + 1,65 Sd Fcj É A RESISTÊNCIA MÉDIA DO CONCRETO A COMPRESSÃO, PREVISTA PARA A IDADE DE J DIAS, EM MEGAPASCALS; Fck É A RESISTÊNCIA CARACTERÍSTICA DO CONCRETO A COMPRESSÃO, EM MEGAPASCALS; Sd É O DESVIO-PADRÃO DA DOSAGEM, EM MEGAPASCALS CENTRAL DE CONCRETO Sd = 4,0 MPA
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7 6.2. ENSAIO DE RESISTÊNCIA À COMPRESSÃO FORMAÇÃO DE LOTES AMOSTRAS EXEMPLARES 2 CORPOS DE PROVA;
8 6.2. ENSAIO DE RESISTÊNCIA À COMPRESSÃO TIPOS DE CONTROLE DA RESISTÊNCIA DO CONCRETO; CONTROLE ESTATÍSTICO DO CONCRETO POR AMOSTRAGEM PARCIAL A) PARA LOTES COM NÚMEROS DE EXEMPLARES 6 < n < 20, O VALOR ESTIMADO DA RESISTÊNCIA CARACTERÍSTICA À COMPRESSÃO (Fckest), NA IDADE ESPECIFICADA, É DADO POR: ONDE: F ckest = 2 f 1 + f f m-1 f m m-1 m = n/2. DESPREZA-SE O VALOR MAIS ALTO DE n, SE FOR IMPAR; f 1, f 2,..., f m VALORES DAS RESISTÊNCIAS DOS EXEMPLARES, EM ORDEM CRESCENTE. NÃO SE DEVE TOMAR PARA Fckest VALOR MENOR QUE ψ 6 f 1, ADOTANDO-SE PARA ψ 6 OS VALORES DA TABELA 8, EM FUNÇÃO DA CONDIÇÃO DE PREPARO DO CONCRETO E DO NÚMERO DE EXEMPLARES DA AMOSTRA, ADMITINDO-SE INTERPOLAÇÃO LINEAR.
9 TIPOS DE CONTROLE DA RESISTÊNCIA DO CONCRETO; CONTROLE ESTATÍSTICO DO CONCRETO POR AMOSTRAGEM PARCIAL B) PARA LOTES COM NÚMERO DE EXEMPLARES n > 20 Fckest = Fcm 1,65 Sd ONDE: Fcm É RESISTÊNCIA MÉDIA DOS EXEMPLARES DO LOTE, MEGAPASCALS; Sd É O DESVIO PADRÃO DA AMOSTRA DE n ELEMENTOS, CALCULANDO COM UM GRAU DE LIBERDADE A MENOS [(n-1) NO DENOMINADOR DA FÓRMULA], EM MEGAPASCALS.
10 TIPOS DE CONTROLE DA RESISTÊNCIA DO CONCRETO; CONTROLE DO CONCRETO POR AMOSTRAGEM TOTAL (100%) A) PARA n < 20, Fckest = f 1 ; B) PARA n > 20, Fckest = f i i; ONDE: i = 0,05n, QUANDO O VALOR DE i FOR FRACIONÁRIO, ADOTA-SE O NÚMERO IMEDIATAMENTE SUPERIOR.
11 TIPOS DE CONTROLE DA RESISTÊNCIA DO CONCRETO; CASOS EXCEPCIONAIS PODE-SE DIVIDIR A ESTRUTURA EM LOTES CORRESPONDENTES A NO MÁXIMO 10 m 3 E AMOSTRÁ-LOS COM NÚMERO DE EXEMPLARES ENTRE 2 E 5. NESTES CASOS, DENOMINADOS EXCEPCIONAIS, O VALOR ESTIMADO DA RESISTÊNCIA CARACTERÍSTICA É DADO POR: Fckest = ψ 6 f 1 ONDE: ψ 6 É DADO PELA TABELA 8, PARA OS NÚMEROS DE EXEMPLARES DE 2 A 5
12 DIFICULDADES OPERACIONAIS EM CANTEIROS DE OBRAS DIFICULDADES DE ACESSO LOCAL INADEQUADO PARA A MOLDAGEM E ESTOCAGEM DOS CP s AVISO INTEMPESTIVO DE PROGRAMAÇÃO DE CONCRETAGEM ACÚMULO DE CAMINHÕES NA DESCARGA NECESSIDADE DE MAIOR NÚMERO DE MOLDADORES PARA MAIS DE 70 m3 POR DIA INFORMAÇÃO MAIS PRECISA DO LOCAL CONCRETADO PARA FINS DE RASTREABILIDADE OCORRÊNCIA DE CHUVAS NO PERÍODO DE APLICAÇÃO DO CONCRETO COLETA E TRANSPORTE DOS CORPOS DE PROVA
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