ELABORADO: Ana Cristina
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- Mônica Álvares Escobar
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1 1/11 1. OBJETIVO. Estabelecer as diretrizes para a segurança relacionada com os riscos físicos, químicos e biológicos no Laboratório do Grupo Santa Helena Saúde, com a finalidade de reduzir ou eliminar os riscos tanto para os funcionários quanto para a comunidade e o meio ambiente. 2. DEFINIÇÃO E CONCEITOS Agente de risco: Qualquer componente de natureza física, química, biológica ou radiativa que possa vir a comprometer a saúde do ser humano, animais ou meio ambiente. Risco químico: Probabilidade de ocorrência de danos no organismo humano causados pela má utilização, transporte e descarte de substâncias químicas. Risco físico: Probabilidade de ocorrência de danos no organismo humano decorrente da exposição aos agentes físicos, como: ruídos, vibrações, radiações, temperaturas e pressões extremas, eletricidade, etc Risco ergonômico: Probabilidade de ocorrência de danos ao indivíduo decorrentes de posturas inadequadas no trabalho, estresse no ambiente de trabalho, atividades repetitivas, levantamento de peso, etc. Risco biológico: Probabilidade de contaminação humana e ambiental devido à má manipulação e descarte de amostras biológicas potencialmente infectantes, incluindo materiais perfuro cortantes, secreções, sangue, bolsas de sangue, tubos contendo secreções, meios de cultura microbiológicos e micológicos etc. Biossegurança: Conjunto de ações destinadas à prevenção, minimização ou eliminação de riscos químicos, físicos ou biológicos inerentes à atividade laboral no Laboratório do Grupo Santa Helena Saúde, cuja exposição possa comprometer a saúde de seus colaboradores e o meio ambiente. CIPA: Comissão Interna de Prevenção de Acidentes de Trabalho EPC: Equipamento de Proteção Coletiva Dispositivo ou equipamento utilizado para prevenção de acidentes e proteção de profissionais e cidadãos em áreas de trabalhos e arredores dos setores e unidades executoras de atividades de risco. EPI: Equipamento de proteção individual - Dispositivo ou equipamento utilizado para proteção individual do profissional visando a prevenção de acidente e minimização dos riscos de exposição nas atividades de trabalhos executados em setores e unidades que oferecem riscos de acidentes e de contaminação química e biológica do trabalhador. 3. RESPONSABILIDADES Atividades Fornecer equipamentos de proteção individual e coletiva SESMT Responsabilidades/Autoridades Orientar a correta utilização de sustâncias químicas e de material biológico Bioquímicos Efetuar o trabalho de maneira segura seguindo as normas Todos os colaboradores do laboratório de Biossegurança a fim de prevenir os acidentes e salvaguardar a saúde. Utilizar os equipamentos de proteção individual e coletiva, quando indicado. Todos os colaboradores do laboratório Segregar os resíduos químicos Bioquímicos,Técnicos de laboratório
2 2/11 Descarte de material biológico Técnicos de laboratório, auxiliares técnicos Transporte de resíduos químicos para o depósito de resíduos do Hospital Transporte de resíduos biológicos para o depósito de resíduos do Hospital Pessoal da higienização Pessoal da higienização Mapeamento dos Riscos de Laboratório Escolha e Aprovação dos EPIS SESMT SESMT e Gestão do Laboratório 4. DESCRIÇÃO DAS ETAPAS 4.1 ORGANIZAÇÃO DO LABORATÓRIO E CONDIÇÕES AMBIENTAIS a. O laboratório deve estar organizado de forma prática e lógica, tendo equipamentos e acessórios próximos à área de utilização, permitindo a fácil circulação do pessoal. b. O piso deve ser limpo constantemente. Ele deve ser impermeável, resistente a produtos químicos e de fácil limpeza. c. Os móveis do laboratório devem ser de material de fácil limpeza, procurando evitar acumulo de poeira. d. As bancadas de trabalho devem ser confeccionadas com materiais lisos, resistentes, impermeáveis, laváveis e de fácil higienização. As bancadas dos setores técnicos devem ser higienizadas com detergente neutro, água e álcool a 70%. No caso de respingos de material biológico utilizar hipoclorito a 1%. e. As centrifugas, na câmara interna, devem ser higienizadas com hipoclorito a 1% e as caçapas lavadas com água e hipoclorito a 1%. f. Os equipamentos devem ser limpos na parte externa com pano de limpeza e devem ser seguidas as recomendações do fabricante. g. Rede e conexões elétricas bem estruturadas compatível com a carga total de equipamentos, instalados e supervisionados pela manutenção elétrica, a fim de evitar sobrecarga e riscos físicos. h. Temperatura e umidade devem ser controladas e registradas diariamente. A temperatura deve ser controlada e mantida entre 15 ºC e 25 ºC através de ar condicionado. Por tanto, portas e janelas devem ser mantidas fechadas, evitando circulação de poeiras e aerossóis. i. O laboratório deve possuir iluminação e refrigeração adequadas. j. Os condicionadores de ar e capelas removem vapores e odores; os filtros destes devem ser limpos periodicamente. k. Não é permitido no laboratório o uso de ventiladores, pois os mesmos podem servir de meios de transportes de aerossóis e partículas infectantes.
3 3/ RISCO BIOLÓGICO Os microorganismos infecciosos podem ser classificados em quatro classes de acordo ao risco individual e coletivo, virulência e gravidade da infecção nos seres humanos Classes de Risco biológico a) Classe de Risco I: Risco individual ou coletivo muito baixo ou ausente. Os Microorganismos que têm pouca probabilidade de causar doenças nos homens. Exemplos: Bactéria: Bacillus subtilis, B. sphareous, Lactobacillus spp; Fungos: Trichoderma, Helminthosporum spp. b) Classe de Risco II: Risco individual moderado e baixo risco coletivo. Microorganismos que têm a probabilidade de causar doenças nos homens, mas com o rico de propagação limitado, atualmente existem medidas de prevenção e tratameneto. Exemplos: Bactérias: Salmonellas, Pseudomonas, bactérias enteropatogênicas, Neisseria, Bordetella. Fungos: Aspergillus, Malassezia, Paracoccidioide. Parasitas: Ancilostomídeos, Ascaris, Schistosoma, Leishmania, Plasmodium. Vírus: Adenovírus, astrovírus, citomegalovírus, dengue, enterovírus, hepatite A<B E C, Pólio. c) Classe de Risco III: Elevado risco individual e baixo risco coletivo. Os Microorganismos patogênicos que geralmente provocam doença grave no homem, que se propagam de forma direta, porém existem prevenção e tratamento eficazes. Exemplos: Bactérias: Brucella spp, M. tuberculosis, Yersínis Fungos: Histoplasma sp. Coccidioidis immitis Vírus: raiva, HIV, Arbovírus d) Classe de risco IV: Elevado risco individual e coletivo. Os Microorganismos patogênicos que provocam doença grave no homem, propagação de forma direta ou indireta e não medidas eficazes de prevenção e tratamento. Exemplos: Vírus: Èbola, Junin, Mapucho Níveis de Laboratório segundo a Biossegurança a) Nível I: Laboratório básico: Manipulação de microorganismos de classe de risco I. Utilizado também para ensino de metodologias básicas. b) Nível II: Laboratório básico com sinalização. Característicos de hospital de nível primário, laboratório de diagnóstico. Manipulação de microorganismos de classe I e II. c) Nível III: Laboratório de contenção com sinalização e controle de acesso. Manipulação de microorganismos de classe de risco III.
4 4/11 d) Nível IV: Laboratório de contenção com sinalização e acesso restrito e controlado. Unidade d e manipulação de germes patogênicos de classe de risco IV. NOTA: O laboratório está classificado como classe de risco II e nível de biossegurança II, exceto o setor de microbiologia que se enquadra na classe de risco III e nível de biossegurança III Formas de Exposição e Contaminação Riscos Biológicos a) Inalação: Geração de aerossóis misturando, centrifugando, flambando. Ex: M. tuberculosis b) Ingestão: Objetos contaminados (lápis, caneta). Comer, beber, fumar no local de trabalho. Pipetar com a boca. c) Inoculação: Acidentes com objetos perfuro cortantes. Ex: Agulhas, lâminas, tubos de ensaio. d) Contaminação da pele e mucosas. Respingos de materiais biológicos em mucosa ocular, cavidade nasal, cavidade bucal e pele. 4.3 RISCOS QUÍMICOS / MANIPULAÇÃO DE PRODUTOS QUÍMICOS Armazenamento: O armazenamento das substâncias químicas, a exceção dos Meios de cultura e do glicerol armazenados no setor de Bacteriologia, é realizado no setor de toxicologia, obedecendo a critérios de grupos químicos Transporte: O transporte de produtos químicos com potencial de risco deve ser feito utilizando cesta plástica própria para transporte de um ou mais frascos de vidro Utilização: A utilização de substâncias químicas com potencial de risco químico, como: solventes orgânicos, ácidos minerais que desprendem vapores e ácidos orgânicos líquidos devem ser manipulados na capela de exaustão no Setor de Toxicologia. A manipulação de ácidos minerais concentrados deve ser feita usando os EPI S necessários. A manipulação de solventes e a preparação de corantes da Hematologia devem ser preparadas na capela do setor de Toxicologia. 4.4 USO DOS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO COLETIVA (EPC) a. Capela de exaustão A capela de exaustão química I - esse equipamento protege o manipulador, porém não
5 5/11 protege o material. Usada para a manipulação de reagentes que desprendem vapores tóxicos ou irritantes (solventes orgânicos e ácidos fumegantes). No laboratório, encontramos capela de exaustão nos setor de Toxicologia. b. Lava-olhos É um equipamento utilizado em caso de acidente na mucosa ocular. O jato de água deve ser forte e dirigido para os olhos, para possibilitar a remoção imediata da substância do local de ação. O lava-olhos está instalado próximo ao chuveiro de segurança. Este deve ser purgado diariamente, deixando passar água por no mínimo um minuto. Esta purga deve ser registrada no formulário próprio que deve estar afixado junto ao equipamento. Estes equipamentos são projetados e comercializados de acordo com as normas de segurança. No laboratório, temos lava-olhos instalados na Toxicologia. c. Chuveiro de Segurança Também chamado de chuveiro de emergência é utilizado no caso de acidentes em que haja projeção de grande quantidade de substâncias químicas, sangue ou de outro material biológico sobre o profissional. O jato deve ser forte para possibilitar a remoção imediata da substância, reduzindo os danos para o indivíduo. No laboratório, o chuveiro de segurança acoplado a um lava- olhos encontra-se instalado na Toxicologia. d. Extintores de Incêndio São dois os tipos de extintores de incêndio usados em laboratório: Extintor e dióxido carbono ou pó químico: Indicado para apagar fogo em líquidos ou gases inflamáveis. Extintor de dióxido de carbono: Indicado para apagar fogo em equipamentos elétricos. NOTA: Os extintores de incêndio devem estar em locais específicos com sinalização. 4.5 USO DOS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL (EPI) Todas as amostras biológicas devem ser consideradas como potencialmente prejudiciais à saúde exigindo o uso obrigatório de equipamentos de proteção individual (EPI) adequado como: jaleco de manga longa, luvas de látex descartável, máscara descartável, óculos de segurança e/ou protetor facial, podendo incluir um ou mais dos seguintes EPIS: a. Jaleco: Deve ser confeccionado em tecido resistente, com comprimento abaixo do joelho e mangas longas. Nunca arregaçar as mangas. Não usar ou carregar a capa para áreas não contaminadas, como lanchonete, refeitórios
6 6/11 e auditórios. b. Luvas: Luvas descartáveis para a manipulação de materiais potencialmente infectantes, conhecidas como luvas de procedimentos, que são de látex ou de material sintético (vinil). Estas últimas, além de serem mais resistentes aos perfurocortantes, são também indicadas para pessoas alérgicas às luvas de borracha natural. Luvas de borracha grossa antiderrapante para manipulação de resíduos ou lavagem de material ou procedimentos de limpeza em geral. Essas luvas podem ser reutilizadas. Luvas resistentes a temperatura (alta e baixa) para a manipulação de materiais submetidos à aquecimento ou congelamento. Essas luvas também podem ser reutilizadas. c. Óculos de segurança e Protetor facial: Os óculos devem ser de material rígido e leve, e cobrir completamente a área dos olhos. O protetor facial feito do mesmo material dos óculos, deve ser ajustável na cabeça e cobrir todo o rosto. Funcionam como barreiras para os olhos, nariz, boca e pele contra respingos e aerossóis de material infectado e de substâncias químicas, recomendado de acordo com o procedimento realizado Coleta de sangue e outras amostras: capa, luvas descartáveis e máscara Manipulação de amostras biológicas: jaleco de manga longa, óculos e luvas Nos casos de manuseio de amostras com o risco de respingo ou de formação de aerossol, deve-se usar luvas, jaleco de manga longa, protetor facial ou protetor ocular/óculos de segurança. Quando houver risco de geração de vapores tóxicos, recomenda-se a utilização de máscara adequada ou manipulação em capela de exaustão Quando o procedimento envolver a utilização de pipetas de vidro, utilizar as pêras insufladoras ou pipetador automático. Nunca pipetar com a boca Deve-se chamar a atenção que não se deve atender ao telefone, manipular maçanetas de portas ou outros procedimentos comuns a outras pessoas portando luvas de procedimentos que já tenham sido usadas Para aquisição de EPI para colaboradores do Laboratório Santa Helena, deve-se proceder da seguinte forma: - Solicitar ao almoxarifado, via smart, o EPI necessário;
7 7/11 - Enviar para o SESMT com cópia para a supervisão do Almoxarifado, relatando a solicitação realizada; - O Almoxarifado deve fazer a entrega do referido EPI solicitado ao Laboratório, devendo o mesmo ser encaminhado ao setor da qualidade-lab; - O setor da qualidade lab deve repassar o EPI solicitado para o colaborador que o necessita, ou que o solicitou, lançando o mesmo no formulário Controle de equipamento Individual EPI, que deve ser preenchido um para cada colaborador. OBS: No preenchimento total do formulário Controle de equipamento Individual EPI, o mesmo deve ser encaminhado ao SESMT para arquivamento. 4.6 OUTROS CUIDADOS PESSOAIS a. Vestuário: calça comprida e sapatos fechados. b. Manter o laboratório limpo, organizado e livre de materiais que não são usados durante o trabalho. c. Colocar o jaleco ao entrar e retirar ao sair do laboratório. d. Cobrir cortes e abrasões de pele, principalmente das mãos, antes de manusear qualquer espécime de laboratório; e. Cabelo: usar toucas para cabelos compridos ou recomenda-se o uso de cabelo preso. Para cabelos curtos, o uso é facultativo. f. Mãos: Lavar e ensaboar bem todos os dedos e entre eles. Não esquecer de ensaboar o dedo polegar, a costa da mão e os pulsos. Procurar não tocar na torneira depois de lavar as mãos. Se o fechamento não for automático, utilizar o papel toalha para fechá-la. g. Remover luvas antes de sair do laboratório, atender telefone, abrir portas, etc; de acordo com o que está estabelecido nos setores. h. Olhos: se usar lente de contato, colocar e retirar fora do ambiente laboratorial. i. Unhas: deve ser mantida mais curta possível. O ideal é não ultrapassar as pontas dos dedos, pois podem furar as luvas e dificultar os movimentos. j. Comer e beber no laboratório: é terminantemente proibido comer, beber nas áreas laborais e guardar alimentos e bebidas nas geladeiras usadas para armazenar amostras biológicas e reagentes. k. Fumar: é terminante proibido fumar nas dependências internas do laboratório. l. Não permitir o acesso de pessoas estranhas e crianças na área do laboratório. m. Não é permitido comercializar produtos de qualquer natureza nas dependências internas do laboratório. n. Não é permitido o uso de adornos na área técnica do Laboratório, como: pulseiras, relógios e brincos grandes.
8 8/ PROCEDIMENTOS NO CASO DE ACIDENTES Os acidentes mais comuns em um laboratório clínico são os perfuro-cortantes e acidentes com material biológico. a. Todo acidente deve ser notificado a chefia,e ao SESMT. Sem a notificação não existe como comprovar a ocorrência do acidente, as suas conseqüências e as medidas adotadas b. No caso de acidente perfuro-cortante com material biológico, seguir o procedimento PO- SO-MT-248 CONDUTA EM ACIDENTE COM EXPOSIÇÃO OCUPACONAL A MATERIAL BIOLÓGICO. Os cortes devem ser lavados com água corrente e sabão neutro. Cobrir com gaze e procurar atendimento médico. c. No caso de substâncias químicas ou biológicas que caiam na mucosa ocular, deve-se proceder da seguinte forma: Não friccionar os olhos e lavá-los imediatamente no lava-olhos abundantemente por 10 a 15 minutos, até que toda a substância seja totalmente removida. Se estiver usando lente de contato, esta só deve ser retirada após a lavagem. Em caso de necessidade de atendimento oftalmológico, informar o nome do produto químico ou o tipo de material envolvido no acidente para correta avaliação e conduta específica. d. No caso de projeção de substâncias químicas ou biológicas sobre o corpo, deve-se: Entrar imediatamente debaixo do chuveiro de segurança e deixar a água cair sobre o corpo, pelo menos durante 15 minutos, até que toda substância seja totalmente removida. Continuar debaixo do chuveiro e afastar as vestes para lavar com água e sabão neutro a pele a afetada. Após a lavagem se houve queimadura no local, seque com gaze e procurar atendimento médico com o nome do produto químico e o do tipo do material envolvido. e. No caso de quebra de vidraria, cuidar primeiro dos ferimentos. Depois é preciso providenciar a remoção dos fragmentos de vidro, observando os cuidados de descontaminação do vidro se este estiver envolvido com material biológico contaminado. Na bancada, os fragmentos devem ser removidos do local, de acordo com as medidas de segurança. Nunca devem ser coletados com a mão. Descartar o vidro de acordo com o material que tenha entrado em contato (resíduo biológico ou químico). f. No caso de derramamento de substâncias químicas perigosas na bancada ou no chão, providenciar a remoção do material seguindo as medidas de segurança e de proteção das pessoas envolvidas. O descarte desse material deve ser feito de acordo com o grupo químico a que pertence. g. Em caso de acidente com derrame de amostra biológica deve-se verter sobre a amostra hipoclorito de sódio a 1%, colocar papel toalha para conter o derrame, aguardar 10 minutos e descartar todo material em lixo biológico.
9 9/ GERENCIAMENTO DOS RESÍDUOS A atividade em saúde gera muitos e diferenciados resíduos, que podem, na maioria das vezes, oferecer riscos para o trabalhador, o meio ambiente e para saúde pública. Logo, o manuseio e descarte adequado são de extrema importância O gerenciamento de Resíduos tem por objetivo: - Preservar a saúde publica e a qualidade do meio ambiente; - Proteger a saúde do trabalhador e da população em geral; um correto plano de gerenciamento de Resíduo poderá minimizar os riscos operacionais nos ambientes de trabalho, reduzindo os acidentes de trabalho. - Estimular a diminuição da geração dos resíduos; promovendo a substituição de materiais e de processos por alternativas de menor risco. - Reduzir a geração de resíduos que necessitam de manejo diferenciado; Separando ou segregando adequadamente os Resíduos no momento e local de sua geração, permitindo a diminuição dos resíduos que necessitam de manejo diferenciado, reduzindo também os custos. - Uniformizar as ações quanto ao Gerenciamento de Resíduo dos serviços de saúde e conforme o exigido na Resolução CONAMA 358, de 29 de abril de 2005 através da Resolução 306 de 7 dezembro de 2004, da ANVISA Classificação dos Resíduos: GRUPO A: Resíduos com possível presença de agentes biológicos, por suas características de maior virulência ou concentração, podem apresentar riscos de infecção. (A1, A2, A3, A4, e A5). GRUPO B: Resíduos contendo substâncias químicas que podem apresentar risco à saúde pública ou ao meio ambiente, dependendo de suas características de inflamabilidade, corrosividade, reatividade e toxicidade. GRUPO C: Qualquer material resultante de atividades humanas que contenham radionucleídeos em quantidades superiores aos limites de eliminação especificados nas normas da Comissão Nacional de Energia Nuclear CNEN e para os quais a reutilização é imprópria ou não prevista. GRUPO D: Resíduos que não apresentam riscos biológico, químico ou radiológico à saúde ou ao meio ambiente, podendo ser equiparados aos equipamentos de resíduos domiciliares. GRUPO E: Materiais perfurocortantes ou escarificantes, tais como: Lâminas de barbear, agulhas, escalpes, ampolas de vidro, brocas, limas endodonticas, pontas diamantadas, lâminas de bisturi, lancetas; tubos capilares; micropipetas; lâminas e lamínulas; espátulas; e todos os
10 10/11 utensílios de vidro quebrados no laboratório (pipetas, tubos de coleta sanguínea e placas de petri) e outros similares. Cada resíduo do laboratório deverá ser segregado, acondicionado, armazenado e transportado conforme especificações do seu grupo. Estas especificações estão descritas no Plano de Gerenciamento do Hospital do Grupo Santa Helena Saúde Descarte de resíduo com risco biológico O procedimento de descarte de resíduos com risco biológico está descrito no Procedimento PO- LB-TM-077 DESCARTE DE MATERIAL-LABORATÓRIO e no Plano de Gerenciamento de Resíduos do Hospital do Grupo Santa Helena Saúde. Os resíduos produzidos segregados e acondicionados são encaminhados segundo o Plano de Gerenciamento de Resíduos do Hospital do Grupo Santa Helena Saúde. São recomendados o uso de capa, luva descartável e óculos de segurança para o manuseio e descarte dos resíduos do laboratório. Para alguns procedimentos faz-se necessário o uso de avental plástico, máscara, luva de borracha anti-derrapante e luva para proteção térmica. O serviço de higienização do laboratório e de suas dependências, incluindo sanitários, deve ser realizado por pessoal de serviços gerais designado para esta finalidade e o material de proteção usado deve ser individualizado e fornecido pela empresa ou setor responsável. Os resíduos gerados nesta atividade serão segregados separadamente pela equipe responsável para o descarte Acondicionamento e envio para descarte do resíduo químico a. Os resíduos químicos do laboratório, principalmente do setor da Toxicologia e os resíduos de corantes do setor de Hematologia cujo solvente seja o metanol, devem ser segregados em bombonas de 10 e/ou 20 litros identificado como Solventes Orgânicos seguido da palavra de advertência (PERIGO), indicação do risco (INFLAMÁVEL / TÓXICO). b. Os resíduos dos Solventes Orgânicos do setor de Toxicologia ficam em recipientes plásticos em local específico do setor; Após atingir sua capacidade máxima, o mesmo é vertido para bobona de maior capacidade e descartado segundo o PGRSS. 5. REGISTROS 5.1Registro de Purga Diária do Lava-Olhos e Chuveiro de emergência 5.2 Controle de equipamento Individual - EPI 6. DADOS DE INFORMAÇÃO E CONSULTA Não se aplica 7. DOCUMENTOS DE REFERÊNCIA NR-32
11 11/11 8. ANEXOS Não se aplica. HISTÓRICO DE REVISÕES Pg. NATUREZA DA ALTERAÇÃO DATA REVISÃO REVISÃO RESPONSÁVEL 6 Passo a passo para aquisição do EPI 10 Inclusão de formulário de EPI no item 5 e Inclusão do documento de referência usado para elaboração deste pop no item 7.
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