REGULAMENTO APLICATIVO
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- Eliana Martini Penha
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1 Conferência Episcopal Italiana REGULAMENTO APLICATIVO Comissão para as Intervenções Caritativas em favor do Terceiro Mundo CONFERENZA EPISCOPALE ITALIANA Comitato per gli interventi caritativi a favore del Terzo Mondo Via Aurelia, Roma - ITALIA Tel Fax [email protected]
2 Depois dos acordos de revisão, em 1984, da Concordata Lateranense entre a Santa Sê e a Repùblica Italiana e segundo quanto disposto na lei N. 222/1985, a percentagem de 8 por mil do produto global do IRPEF destinado a Igreja Católica por opção dos contribuintes, ê utilizada segundo as três finalidades previstas no artigo 47 da mesma lei: a) exigências do culto da população; b) sustenamento do clero; c) intervenções caritativas na Itália e nos Países do Terceiro Mundo. A Conferência Episcopal Italiana é consciente de que o seu empenho se insere num quadro de testemunho evangélico e de solidariedade. Para a avaliação das intervenções em favor dos Países do Terceiro Mundo a Conferência Episcopal Italiana constituiu urna Comissão especial, que desempenha a sua actividade sob o signo da gratuidade, da transparência e do respeito das prioridades abaixo indicadas e publica a distribuição dos contributos e o destino total dos fundos para os projectos aprovados. Art. 1 - Finalidade A Comissão opera ao serviço da Conferência Episcopal Italiana para: - exercer solidariedade e cooperação entre as Igrejas em favor das populações dos Países do Terceiro Mundo; - promover o desenvolvimento integral das pessoas e das comunidades locais, segundo a doutrina social da Igreja. As iniciativas e as actividades devem ser realizadas directamente nos Países do Terceiro Mundo, estimulando a colaboração de organismos e pessoas independentemente das religiões professadas. Art. 2 - Sujeitos requerentes São sujeitos requerentes as Conferencias Episcopais e cada uma das Dioceses, as Caritas, os Institutos de vida consagrada, os Institutos missionários, as Dioceses italianas que mantêm presenças missionárias nos Paìses do Terceiro Mundo, as Associações e os Movimentos eclesiais, as Organizações de voluntariado internacional e os Institutos de formação e de pesquisa. As Conferencias Episcopais e as Dioceses são sujeitos prioritários. As Conferencias Episcopais constituem ainda os pontos de referência de todas as iniciativas: a elas compete indicar o quadro das prioridades locais e garantir una égua distribuição dos recursos humanos e financeiros. Art. 3 - Países destinatários das intervençôes Os destinatários das intervenções são os Países do Terceiro Mundo. Art. 4 - Conteúdos dos projectos São prioritários os projectos de carácter formativo sobretudo nos seguintes campos: 1) Alfabetização de base, educação de adultos, formação dos formadores. 2) Formação universitária. 3) Formação de responsáveis. 4) Apoio às associações locais para a aquisição de competência administrativa. 5) Promoção das minorias êtnicas. 6) Formação escolar (qualificação e actualização dos professores a todos os nìveis). 7) Formação profissional específica no campo sanitário, agrìcola-ecológico, económico, cooperativo e das comunicações sociais.
3 8) Formação e promoção da mulher. 9) Projectos formativos no campo produtivo e empresarial destinados a favorecer: - o desenvolvimento do artesanato local - os sistemas de poupança e crédito - as actividades cooperativas. Art. 5 - Financiamento dos projectos a) actividades financiáveis: Serão tomadas em consideração as despesas essenciais para a realização dos projectos cujos conteúdos estiverem em conformidade com quanto descrito no art. 4: - ensino assegurado por possoal local ou proveniente das regiões dos paises do Terceiro Mundo, para a realização de cursos e de seminários de formação; - pensão, alojamento, transporte, contributo escolar dos estagiários; - bolsas de estudo no lugar ou nas regiões dos países do Terceiro Mundo; - pequenos fundos rotativos para actividades formativo-produtivas das cooperativas; - material didáctico: livros, notas, textos científicos úteis para a realização das actividades programadas; - material de consumo estritamente necessário para a realização dos cursos de formação profissional; - equipamento, instrumentos, utensílios e máquinas não complexas e possivelmente produzidas no país ou noutros países do Terceiro Mundo. Móveis escolares simples, mas so se requeridos por actividades de formação profissional específica; - edifícios simples e indispensáveis para a finalidade do projecto formativo. b) actividades não financiáveis: - actividades e programas tipicamente religiosos; - actividades puramente assistenciais; - actividades programadas nos países industrializados (reuniões, congressos, encontros, programas de estudo, pesquisas, inquéritos, etc.); - preparação e projectarão das intervenções quer na Itália quer no lugar, transferência de pessoas, viagens, missões técnicas e de estudo, missões de avaliação (ante/in/post) dos países industrializados aos PDV e vice-versa; - stração ordinária de obras existentes ou a realizar, incluindo o pessoal em exercício da organização que propõe o projecto: selecção, nomeação, salários, transferência, encargos sociais, seguros, indemnizações várias, formação do pessoal europeu. Art. 6 - Documentação requerida 1) 1)Pedido oficial do requerente dirigido a Comissão CEI para as Intervenções a favor do Terceiro Mundo: CONFERENZA EPISCOPALE ITALIANA Comitato per gli Interventi Caritativi a favore del Terzo Mondo 2) Projecto segundo o formulário fornecido pela Secretaria. 3) Declaração de aprovação da Conferência Episcopal assinada pelo Presidente ou pelo Secretario Geral Bispo. 4) Declaração do Superior Maior ou Provincial para religiosos/religiosas e missionários.
4 Art. 7 - Processo a seguir A decisão final a respeito de um projecto de intervenção compete a Presidência da Conferência Episcopal Italiana, sobre proposta da Comissão para as Intervenções a favor do Terceiro Mundo, comparavelmente com as disponibilidades do orçamento. A Comissão reunir-se-á em média 6 vezes por ano, começando por examinar os projectos prioritários. A Comissão pode exprimir parecer favorável ao projecto inteiro apresentado ou propor o financiamento de parte dele. O requerente receberá, juntamente com a carta de comunicação da aprovação, un centrato que deverá ser assinado pelo responsável do projecto e restituído ao Escritório. Para cada projecto o requerente deverá fornecer pormenorizados relatórios financeiros e descritivos. O presente regulamento foi aprovado pela Presidência da Conferência Episcopal Italiana.
5 CONFERENCIA EPISCOPAL ITALIANA Comissão para as Intervenções Caritativas em favor do Terceiro Mundo GUIA PARA A REDACÇÃO E A APRESENTAÇÃO DE UM PROJECTO PREMISSA A seguir a modificação do sistema do arquivo e gestão do projecto exige-se que todos os documentos a fio exemplificados (1. Pedido official; 2. Descrição do projecto; 3. Orçamento preventivo; 4. Ficha sintetica; 5. Declaraçoes) sejam apresentados se possivel tambén no formato electrònico (CD ou DVD ou e.mail). Um projecto pode ser considerado completo só e for composto pelos seguintes documentos: 1 PEDIDO OFICIAL O pedido oficial deve ser apresentado em papel timbrado datado e assinado por parte do Organismo requerente e dirigido a: CONFERÊNCIA EPISCOPAL ITALIANA Comissão para as Intervenções Caritativas em favor do Terceiro Mundo Via Aurelia, Roma - Itália. 2. DESCRIÇÃO DO PROJECTO A) Titulo do projecto B) Organização requerente: a Organização requerente deve apresentar-se brevemente (natureza, actividade, objectivos etc.) e fornecer uma descrição das experiências adquiridas no campo da formaçâo nos Paises em vias de desenvolvimento (com exclusâo das Conferências Episcopais e das Dioceses). C) Responsabilidades operativas: (organização - gestão - administração financeira): nomes e qualificações dos responsáveis. D) Lugar de referência: Localidade (aldeia, cidade), Zona, Estado. E) Situação local: descrever brevemente os aspectos fundamentais do lugar em que se deseja realizar as actividades (aspectos sociais, políticos, económicos, educativos etc.). F) Descrição do projecto e objectivos: descrever em promenor o projecto, as fases da realizacâo, os prazos previstos e os resultados que se pretende obter. G) Participaçâo local: - participação da população local e seu contributo para a execução do projecto; - papel da Igreja local; - colaboração com associações e com instituições estatais operantes na zona.
6 H) Autonomia futura: esclarecer como serão asseguradas a continuidade e a auto-suficiência do projecto quando terminarem os financiamentos externos. I) Titulo de propriedade: Se o projecto preve a realizaçâo de um edifício simples e indispensâvel para a finalidade do projecto formativo (Regulamento - art. 5, última alínea) enviar em anexo um desenho, mesmo feito a mão, com as respectivas medidas. Deve-se especificar além disso quem será o proprietário da construção a realizar. O mesmo deve ser feito quanto ao material didáctico, equipamento, aparelhagem, utensílios etc., se è previstos no projecto. Nota: O projecto deve ser sempre apresentado em DUPILICADO com todos os anexos. Ao projecto completo será atribuíd um NÚMERO. Este número será comunicado oficialmente ao requerente, o qual deverá cita-lo sempre por inteiro em todas as comunicações para facilitar a localização do respectivo dossier. O projecto rejeitado não pode ser apresentado de novo 3. ORÇAMENTO PREVENTIVO Anexar ao projecto um orçamento pormenorizado que especifique cada uma das parcelas que compõem o conjunto das actividades propostas. Por motivos de clareza e transparência, aconselha-se a apresentação do ornamento em várias colunas. (1ª coluna: parcelas de custo; 2ª coluna: custos atribuídos ao Comissão; 3ª coluna: custos atribuídos a outros financiadores; 4ª coluna: contributo local; 5ª coluna: próprio contributo). As parcelas excluídas do financiamento (cfr. regulamento art. 5,"actividades não financiáveis) devem ser igualmente indicadas com precisão e ser atribuídas a outros organismos financiadores (depois de se ter verificado a disponibilidade dos mesmos a financiar essa parte) ou ser cobertas financeiramente pelo Organismo requerente. Os nomes dos Organismos/Sociedades interessados em cofinanciar o projecto devem ser citados por extenso. O orçamento pode ser calculado em moeda local. Os totais parciais e o total geral deverão ser indicados também em euro ou em dólares USA, especificando a taxa do câmbio com relativa data. 4. FICHA SINTÉTICA do projecto A ficha sintética do projecto, para ser considerada vâlida, deve ser preenchida inteiramente, assinada e com a respectiva data. 5. DECLARAÇÕES declaração de aprovação da Conferência Episcopal do país interessado Cada pedido deve ser acompanhado necessariamente pela declaração de aprovação da Conferência Episcopal responsável pelo território. (Serão consideradas válidas as decla-
7 rações das Conferências Episcopais Regionais). A declaração, para ser considerada válida, deve ser escrita em papel timbrado e dirigida a Conferência Episcopal Italiana - Comissão para as intervenções caritativas em favor do Terceiro Mundo e assinada pelo Presidente ou pelo Secretario Geral (Bispo). Outras assinaturas não podem ser consideradas válidas. declaração do Bispo local A declaração do Ordinário do lugar não pode substituir a declaração da Conferência Episcopal acima referida. declaração do Superior Provincial (só para os Religiosos) Requer-se a aprovação do projecto por parte do Superior Provincial.
8 Organização que propõe: Denominação do projecto: País interessado: FAC-SIMILE DO ORÇAMENTO (verbas principais de despesa - consultar o regulamento acerca das verbas financiáveis art.5 a). Indicar com exactidão o período ao qual se refere o presente orçamento: de../../... a../../.. LISTA DAS VERBAS DE DESPESA FINANCIAMENTO C.E.I. OUTROS ORGANISMOS CONTRIBUTOS LOCAIS PROPRIO CONTRIBUTO TOTAIS TOTAIS: especifica moeda Indicar em folha separada o promenor das despesas (por ex: custo hora de formação - tipo de material ou aparelhagem etc.) LUGAR E DATA: ASSINATURA LEGIVEL E QUALIFICAÇÃO:
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