PREPARAÇÃO PROTENSÃO INJEÇÃO
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- Milena Silveira Pinho
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1 PREPRÇÃO PROTENSÃO INJEÇÃO
2 ONDE ESTÃO S INFORMÇÕES SSUNTO Por que usar este catálogo Por que protender Por que usar o sistema Rudloff O que é protensão aderente Por que protender com aderência O que é protensão não aderente Por que protender sem aderência omo é a confecção dos cabos omo são as ancoragens ncoragem ativa Rudloff tipo E ncoragem ativa Rudloff tipo ncoragem ativa Rudloff tipo EL ÍNDIE GERL PÁG. SSUNTO PÁG ncoragem ativa Rudloff tipo F ncoragem passiva Rudloff tipo U ncoragem passiva Rudloff tipo H ncoragem passiva Rudloff tipo P ncoragem de emenda Rudloff tipo K ncoragem de emenda Rudloff tipo UK ncoragem de emenda Rudloff tipo Z omo é o processo de protensão omo é o equipamento Rudloff omo é o processo de injeção O que considerar no projeto O que mais a Rudloff faz Nº TEL aracterísticas das cordoalhas protensão aderente aracterísticas das cordoalhas protensão não aderente aracterísticas da ancoragem ativa tipo E aracterísticas da ancoragem ativa tipo aracterísticas da ancoragem ativa tipo EL aracterísticas da ancoragem ativa tipo F aracterísticas da ancoragem passiva tipo U aracterísticas da ancoragem passiva tipo H aracterísticas da ancoragem passiva tipo P aracterísticas da ancoragem de emenda tipo K aracterísticas da ancoragem de emenda tipo UK aracterísticas da ancoragem intermediária tipo Z ÍNDIE DS TELS PÁG Nº Fretagem de lajes tipo 2 Fretagem tipo M Fretagem tipo Espiral TEL aracterísticas dos macacos Rudloff de protensão aracterísticas das bombas Rudloff de protensão O equipamento Rudloff para injeção Recomendações para a injeção de nata de cimento oeficientes médios de atrito aracterísticas dos cabos de protensão aderentes Nichos verticais e distâncias mínimas entre ancoragens Nichos horizontais Fretagem de lajes tipo 1 PÁG ÍNDIE DS ILUSTRÇÕES Nº FIGUR ertificado ISO01 Rudloff Industrial Ltda. Interior da fábrica Vista aérea das instalações da Rudloff Ponte Jurubatuba, São Paulo SP Pátio de eronaves eroporto fonso Pena, uritiba PR Shopping enter em São Paulo SP Santuário Madre Paulina, Nova Trento S Representação de um cabo de cordoalhas aderentes Execução de laje com protensão aderente Representação de um cabo de monocordoalha engraxada Execução de laje com protensão não aderente Fabricação de cabos Padrões de ancoragens Rudloff ncoragem ativa Rudloff tipo E ncoragem ativa Rudloff tipo E ncoragem ativa Rudloff tipo ncoragem ativa Rudloff tipo ncoragem ativa Rudloff tipo EL ncoragem ativa Rudloff tipo EL ncoragem ativa Rudloff tipo F ncoragem ativa Rudloff tipo F ncoragem passiva Rudloff tipo U ncoragem passiva Rudloff tipo U ncoragem passiva Rudloff tipo H ncoragem passiva Rudloff tipo H PÁG Nº FIGUR PÁG ncoragem passiva Rudloff tipo P ncoragem passiva Rudloff tipo P ncoragem de emenda Rudloff tipo K ncoragem de emenda Rudloff tipo K ncoragem de emenda Rudloff tipo UK ncoragem de emenda Rudloff tipo UK ncoragem intermediária Rudloff tipo Z ncoragem intermediária Rudloff tipo Z olocação de bloco e cunhas Posicionamento do macaco de protensão Tracionamento das cordoalhas ravação das cunhas orte das cordoalhas e fechamento dos nichos Representação do macaco posicionado na estrutura Representação do macaco posicionado na estrutura O equipamento Rudloff para injeção rmadura de fendilhamento Nicho de protensão vertical Nicho de protensão horizontal Distância mínima entre ancoragens Fretagem de lajes tipo 1 Fretagem de lajes tipo 1 Fretagem de lajes tipo 2 Fretagem tipo M Fretagem tipo Espiral
3 POR QUE USR ESTE TÁLOGO Este catálogo é recomendado aos profissionais envolvidos no projeto e/ou na execução das estruturas em concreto protendido, para fins didáticos e de divulgação desta tecnologia. Seu conteúdo envolve a apresentação de informações básicas sobre o sistema de protensão Rudloff, suas principais características e etapas, seus componentes, equipamentos e alguns cuidados a serem tomados para a aplicação da tecnologia de protensão. qui não serão tratados casos especiais, mas soluções convencionais genéricas, conforme a linha padrão de produção da Rudloff. Informações sobre casos específicos, que não podem ser solucionados por meio deste catálogo, devem ser solicitadas ao departamento técnico da Rudloff. Este catálogo está constantemente sujeito a atualizações, visando sempre oferecer aos seus usuários conforto na busca pelas informações, assim como informações úteis, seguras e atuais. Devido a isso, cada página tem no seu rodapé uma indicação da revisão à qual se refere, de tal forma que possa ser substituída pelas versões atuais, disponíveis eletronicamente no site POR QUE PROTENDER Protender uma estrutura de concreto é fazer uso de uma tecnologia inteligente, eficaz e duradoura. Inteligente, pois permite que se aproveite ao máximo a resistência mecânica dos seus principais materiais constituintes, o concreto e o aço, reduzindo assim suas quantidades; eficaz, devido à sua superioridade técnica sobre soluções convencionais, proporcionando estruturas seguras e confortáveis; duradoura, porque possibilita longa vida útil aos seus elementos. Só estas características já justificariam o uso da protensão em estruturas. Mas além disso tudo, uma das principais vantagens das soluções em concreto protendido é o fato delas possibilitarem ótimas relações custobenefício. protensão pode resultar, em muitos casos, em estruturas com baixa ou nenhuma necessidade de manutenção ao longo de sua vida útil, além de permitir outras características como:! grandes vãos! controle e redução de deformações e da fissuração! possibilidade de uso em ambientes agressivos! projetos arquitetônicos ousados! aplicação em peças préfabricadas! recuperação e reforço de estruturas! lajes mais esbeltas do que as equivalentes em concreto armado: isso pode reduzir tanto a altura total de um edifício, como o seu peso e, conseqüentemente, o carregamento das fundações. s vantagens da tecnologia são diversas e justificam o seu emprego mundialmente, para a execução de projetos arquitetônicos convencionais e arrojados, em obras de pequeno, médio e grande porte. 3
4 POR QUE USR O SISTEM RUDLOFF Fig. 1: ertificado ISO01 Rudloff Industrial Ltda. O sistema de protensão Rudloff foi criado em 195, como o primeiro processo genuinamente brasileiro para protender estruturas. Permite às estruturas o aproveitamento de todas as vantagens técnicas que a tecnologia do concreto protendido possibilita. Desde a sua criação, o sistema vem sendo constantemente aperfeiçoado, em busca de equipamentos mais seguros e modernos, visando soluções mais ágeis e econômicas. om exceção do aço de protensão, a Rudloff fabrica todos os componentes do seu sistema de protensão. É pioneira ao fazêlo no rasil a partir de um sistema de gestão certificado pela Norma ISO01, o que confere às peças um alto padrão de qualidade, uma vez que elas são produzidas a partir de fornecedores de matériaprima homologados e com inspeções de controle periódicas, nos diferentes estágios de fabricação. Fig. 2: Interior da fábrica Isso permite sua total rastreabilidade, desde a entrada da matériaprima nas máquinas produtivas, até a instalação do produto no local de aplicação. lém de fornecer material e mãodeobra para o serviço de protensão, a Rudloff disponibiliza pessoal tecnicamente preparado para colaborar com projetistas no detalhamento de projetos e na definição de métodos de execução práticos, seguros e econômicos. O equipamento de protensão Rudloff é simples, robusto e confiável para garantir a segurança em todas as operações de instalação, Fig. 3: Vista aérea das instalações da Rudloff protensão e injeção dos cabos.
5 POR QUE USR O SISTEM RUDLOFF O sistema de protensão Rudloff é apropriado para obras de pequeno a grande porte. Destinase principalmente ao póstensionamento de estruturas de concreto, porém pode ser utilizado para a protensão de outros materiais, como aço e madeira, em casos de projetos especiais. Fig. : Ponte Jurubatuba, São Paulo SP Entre outras vantagens, a protensão em pontes pode permitir geometrias complexas, sobrecargas elevadas, grandes vãos, flechas reduzidas e longa vida útil às estruturas. Suas aplicações mais comuns são em edifícios, reservatórios, pistas de aeroportos, pisos, pontes, viadutos e barragens. s principais características do sistema são:! simplicidade, rapidez e segurança na obtenção da protensão;!!!!! possibilidade de aplicação para cordoalhas de diâmetro,7 mm ou 15,2 mm; versatilidade de uso, podendo ser aplicado tanto para protensão aderente, com a injeção de nata de cimento nas bainhas, como para protensão não aderente, com cordoalhas engraxadas; possibilidade de protensões parciais; gama variada de ancoragens ativas, passivas, de emenda e intermediárias; tensionamento simultâneo de todas as cordoalhas, com cravação individual de cada uma no bloco de ancoragem; Fig. 5: Pátio de eronaves eroporto fonso Pena, uritiba PR Entre outras vantagens, a protensão de pavimentos pode possibilitar espessuras de concreto reduzidas, poucas juntas e estruturas impermeáveis, o que prolonga a sua vida útil. Fig. 6: Shopping enter em São Paulo SP Entre outras vantagens, a protensão de lajes possibilita estruturas esbeltas e grandes vãos entre os pilares, resultando em espaços amplos e estacionamentos confortáveis para o usuário..! possibilidade de enfiação dos cabos nas bainhas antes ou após a concretagem;! possibilidade de uso para unir peças prémoldadas;! eficácia na injeção das bainhas;! fabricação dos componentes mecânicos e equipamentos com padrão de qualidade ISO01. Fig. 7: Santuário Madre Paulina, Nova Trento S tecnologia do concreto protendido possibilita a execução de projetos arquitetônicos e estruturais arrojados e personalizados para os mais diversos fins. 5
6 O QUE É PROTENSÃO DERENTE Purgador Nicho para o bloco Fretagem Purgador ainha Purgador ncoragem ativa ncoragem passiva Fig. : Representação esquemática de um cabo Rudloff de cordoalhas aderentes em corte longitudinal É o sistema de protensão no qual a injeção de nata de cimento nas bainhas garante a aderência mecânica da armadura de protensão ao concreto em todo o comprimento do cabo, além de assegurar a proteção das cordoalhas contra a corrosão. O cabo de protensão é composto basicamente por uma ou mais cordoalhas de aço, ancoragens, bainha metálica e purgadores. s cordoalhas ficam inicialmente soltas dentro da bainha, o que permite a sua movimentação na ocasião da protensão. pós a concretagem da estrutura e a cura do concreto, os cabos são protendidos e é injetada nata de cimento no interior das bainhas. s cordoalhas mais utilizadas neste sistema de protensão são compostas de sete fios e têm diâmetro de,7 mm ou 15,2 mm. São produzidas sempre na condição de relaxação baixa e fabricadas com seis fios de mesmo diâmetro nominal encordoados em torno de um fio central de diâmetro ligeiramente maior do que os demais. INHS s principais funções das bainhas são possibilitar a movimentação das cordoalhas durante a operação de protensão e receber a nata de cimento, na operação de injeção. s bainhas metálicas Rudloff são normalmente fabricadas em barras de 6,0 m de comprimento, com espessura mínima de 0,3 mm. São resistentes para suportar o peso dos respectivos cabos e garantir sua fixação e posicionamento. Suas ondulações helicoidais lhes permitem flexibilidade longitudinal e rigidez transversal. ainhas usadas em vigas têm seção transversal circular, enquanto em lajes, usase bainhas chatas. Sua escolha deve ser feita em função da quantidade de cordoalhas do cabo, conforme as dimensões indicadas na Tabela 1. s emendas de bainhas são asseguradas por meio de luvas externas, feitas com o mesmo material das bainhas e diâmetro ligeiramente maior. RTERÍSTIS DS ORDOLHS DE ÇO P1 PR PROTENSÃO DERENTE ESPEIFIÇÃO Diâmetro nominal da cordoalha (*) ( ) Área nominal da seção de aço da cordoalha * (valor recomendado para cálculo estrutural) ( ) Massa nominal * arga de ruptura mínima (*) arga a 1 % de deformação mínima (*) ( ) Relaxação máxima após 0 h * ( ) Módulo de elasticidade ** Ø,7 mm ou Ø1/2,7 mm,9 mm² 0,792 kg/m 1730 kgf = 17,30 kn 1660 kgf = 16,60 kn 3,5 % 202 kn/mm², +/ 3% Ø15,2 mm ou Ø5/ 15,2 mm 13, mm² 1,6 kg/m 2650 kgf = 265,0 kn kgf = 239,20 kn 3,5 % 202 kn/mm², +/ 3% ( ) onforme NR73:200 * (**) onforme a NR73:200, este valor é fornecido pelo fabricante. dotamos valor sugerido em atálogo elgo / Setembro Tab. 1: aracterísticas das cordoalhas para protensão aderente 6
7 POR QUE PROTENDER OM DERÊNI Quando a protensão é aplicada nas cordoalhas, são criadas tensões internas na estrutura, para combater esforços resultantes dos carregamentos e melhorar o desempenho do conjunto. s cordoalhas ficam constantemente esticadas, durante toda a vida útil da estrutura. s tensões elevadas necessárias para esticar as cordoalhas devem ser absorvidas pelo sistema de protensão, de forma a proteger as estruturas e seus usuários. protensão aderente é um dos recursos capazes de oferecer esta proteção, pois permite que a armadura de protensão e o concreto trabalhem em conjunto, de forma integrada. Isso significa que se, eventualmente, um cabo for cortado ou se romper, a estrutura absorverá as tensões resultantes do rompimento. Nestes casos, a perda de força será localizada, pois a aderência permite que o comprimento remanescente do cabo conserve a protensão. protensão aderente possibilita, assim, estruturas mais seguras. etapa de injeção das bainhas pode ser realizada simultanteamente ao cronograma da obra, sem interferir em outras etapas da mesma. PRINIPIS RTERÍSTIS! O aço de protensão pode ser considerado no cálculo do estado limite último, pois está solidarizado com o concreto. Isso permite redução expressiva na quantidade de armadura passiva necessária à estrutura.! aderência possibilita a execução de eventuais furos e colocação de chumbadores nas peças concretadas, após a devida aprovação do projetista a este respeito.! injeção de nata de cimento oferece maior proteção ao cabo contra a corrosão.! s cordoalhas podem ser colocadas nas bainhas antes ou depois da concretagem. Isso permite, por exemplo, que elementos préfabricados sejam unidos por meio da protensão.! s estrutura com protensão aderente apresenta maior capacidade de resistência ao fogo em caso de incêndio.! O sistema apresenta variada gama de ancoragens passivas, ativas, intermediárias e de emenda, tanto para cordoalhas de,7 mm, quanto de 15,2 mm. Fig. 9: Execução de laje com protensão aderente. No detalhe, seção transversal de um corpo de prova de ensaio de aderência. 7
8 O QUE É PROTENSÃO NÃO DERENTE Nicho Fretagem ordoalha engraxada ncoragem ativa précravada ncoragem ativa Fig. 10: Representação esquemática de um cabo Rudloff de monocordoalha engraxada em corte longitudinal É o sistema de protensão no qual não existe aderência entre o aço de protensão e a estrutura de concreto. Os cabos são compostos basicamente por uma ancoragem em cada extremidade e uma cordoalha de aço envolta com graxa e capa de polietileno de alta densidade. graxa possibilita a movimentação das cordoalhas nas bainhas, por ocasião da protensão. pós a concretagem da estrutura e a cura do concreto, os cabos são protendidos e ancorados. Neste sistema, como não existe aderência entre a armadura de protensão e o concreto, a manutenção da tensão ao longo da vida útil da estrutura se concentra nas ancoragens. Devido a isso, é fundamental que elas sejam fabricadas com elevado padrão de qualidade. s cordoalhas usadas no sistema de protensão não aderente são as mesmas utilizadas no sistema aderente, compostas de sete fios e com diâmetro de,7 mm ou 15,2 mm. O O ENGRXDO O cabo engraxado é fabricado por meio de processo contínuo, através do qual a cordoalha é coberta com graxa inibidora de corrosão e então revestida com uma capa de polietileno de alta densidade (PED), a qual constitui a bainha do cabo. s bainhas de PED que revestem individualmente as cordoalhas devem ter espessura da parede mínima de 1 mm e seção circular com diâmetro interno que permita o livre movimento da cordoalha em seu interior. Devem ser impermeáveis, duráveis e resistentes aos danos provocados por manuseio no transporte, instalação, concretagem e tensionamento. graxa de proteção anticorrosiva e lubrificante deve ter características que não ataquem o aço, tanto no estado de repouso, como no estado limite característico de tensão desse aço. RTERÍSTIS DS ORDOLHS DE ÇO P1 PR PROTENSÃO NÃO DERENTE ESPEIFIÇÃO Ø,7 mm ou Ø1/2 Ø15,2 mm ou Ø5/ Diâmetro nominal da cordoalha (*) ( ) Área nominal da seção de aço da cordoalha * (valor recomendado para cálculo estrutural) ( ) Massa nominal * arga de ruptura mínima (*) arga a 1 % de deformação mínima (*) ( ) Relaxação máxima após 0 h *,7 mm,9 mm² 0, kg/m 1730 kgf = 17,30 kn 1660 kgf = 16,60 kn 3,5 % 15,2 mm 13, mm² 1,20 kg/m 2650 kgf = 265,0 kn kgf = 239,20 kn 3,5 % ( ) Módulo de elasticidade ** 202 kn/mm², +/ 3% 202 kn/mm², +/ 3% ( ) onforme NR73:200 * (**) onforme a NR73:200, este valor é fornecido pelo fabricante. dotamos valor sugerido em atálogo elgo / Setembro Tab. 2: aracterísticas das cordoalhas para protensão não aderente
9 POR QUE PROTENDER SEM DERÊNI O uso de cordoalhas engraxadas apresenta características próprias, a serem observadas na escolha do tipo de protensão. protensão não aderente pode ser executada a partir de equipamentos leves, facilmente aplicáveis em obras de pequeno porte. Isso possibilita ao concreto protendido ser competitivo com o concreto armado em edifícios residenciais com vãos pequenos (de 3 a 5 metros), o que não acontece com a protensão aderente. lém disso, os cabos engraxados são leves, de fácil manuseio e flexíveis, o que permite a existência de curvas em sua disposição em planta e possibilita o desvio de eventuais obstáculos existentes em seu trajeto. Na protensão sem aderência não existe a etapa de injeção de nata de cimento nas bainhas e, conseqüentemente, não há no interior das bainhas o espaço destinado a esta nata. Isso possibilita que o centro de gravidade do cabo fique próximo às bordas inferior ou superior do elemento de concreto, permitindo melhor aproveitamento da altura útil do concreto. fabricação dos cabos é simples, pois as cordoalhas são fornecidas engraxadas e plastificadas pelo fabricante, sem a necessidade da sua enfiação posterior em bainhas. Porém, cabos engraxados requerem maior cuidado de manuseio, para evitar rasgos na bainha plástica, a qual é mais sensível que a bainha metálica. PRINIPIS RTERÍSTIS! O coeficiente de atrito entre cabo e bainha é menor que no sistema aderente, possibilitando perdas menores e maior tensão remanescente na cordoalha.! s cordoalhas podem ser instaladas uma a uma ou em feixes. São protendidas e ancoradas individualmente.! s cordoalhas recebem proteção anticorrosiva de fábrica. Porém, as ancoragens convencionais não recebem proteção anticorrosiva, o que reduz a segurança do sistema. Por isso, a protensão sem aderência, a princípio, não é recomendada para ambientes agressivos.! Eventuais falhas nas ancoragens significam desativação instantânea do cabo e de sua colaboração na estrutura.! execução de furos ou chumbamentos nas peças concretadas deve ser evitada, sob pena de machucar ou romper a cordoalha e provocar conseqüente perda total da protensão no cabo.! ausência de nata de cimento ao redor das cordoalhas diminui sua proteção contra o fogo, em caso de incêndio.! abos engraxados possibilitam maiores excentricidades em sua disposição. Fig. 11: Execução de laje com protensão não aderente. No detalhe, seção transversal de um cabo não aderente. 9
10 OMO É ONFEÇÃO DOS OS FRIÇÃO DOS OS DE PROTENSÃO Os cabos de protensão podem ser fabricados fora da forma de concretagem. Isso compreende o corte das cordoalhas, sua enfiação nas bainhas (na protensão aderente) e o posicionamento das ancoragens passivas existentes em suas extremidades. Os cabos podem, assim, ser transportados prontos até o local de concretagem e posicionados diretamente sobre os estribos de suporte, na forma. De acordo com a NR 1931:2003, o diâmetro interno das bainhas deve ser pelo menos 10 mm a mais do que o diâmetro do respectivo cabo, para bainhas de seção circular, ou 6 mm para bainhas chatas. Os diâmetros das bainhas indicados na Tabela 1 respeitam este requisito. Fig. : Fabricação de cabos. Nos detalhes, equipamentos para o corte de cordoalhas. OS ENFIDOS PÓS ONRETGEM enfiação das cordoalhas nas bainhas pode ser feita após a concretagem da estrutura. s bainhas, com diâmetro interno maior que nos cabos préfabricados (ver Tabela 1), são colocadas vazias nos estribos de suporte. Devese ter muito cuidado com a vedação das uniões das bainhas e eventuais danos, para evitar a penetração de nata do concreto no seu interior, obstruindo a passagem das cordoalhas. enfiação pode ser manual, para cabos curtos, ou mecânica, através de equipamento especial da Rudloff, no caso de cabos longos. O processo apresenta vantagens como economia de mãodeobra e equipamentos de transporte e diminuição do perigo de corrosão das cordoalhas. Oferece a possibilidade de se fazer parte da fabricação de cabos durante a cura do concreto, o que pode diminuir os prazos de execução da estrutura. REOMENDÇÕES PRÁTIS Para a fabricação dos cabos, convém atender as seguintes recomendações:! Inspecionar todo o aço de protensão antes do seu uso. O aço deve estar limpo, isento de óleo e de resíduos.! Remover manualmente oxidações superficiais uniformes no aço e permitir o seu uso somente se, após a remoção, a superfície do metal estiver intacta, sem poros, riscos ou sinais de ataque. Oxidações localizadas podem ser perigosas e não são admitidas.! Executar ensaios para a comprovação das propriedades mecânicas do aço, sempre que houver dúvidas quanto à sua integridade.! ortar o aço por meio de disco esmeril rotativo ou tesoura, de acordo com o comprimento indicado no projeto. Verificar se neste já está incluído o comprimento necessário para a fixação do macaco de protensão.! Fabricar cada cabo preferencialmente com aço de uma mesma bobina.! Montar os cabos de protensão se possível antes da colocação de condutores de eletricidade e outros dispositivos mecânicos.! Impedir que cabos e cordoalhas sejam arrastados sobre o solo ou sobre superfícies abrasivas.! Providenciar a limpeza das extremidades dos cabos, retirando da superfície das cordoalhas, onde serão apoiados os macacos, todo o tipo de impureza existente, de forma a garantir o ajuste perfeito das cunhas do macaco de protensão.! Proteger cabos e cordoalhas das intempéries. TENÇÃO! onforme a NR 1931:200, item.5.: É vedado efetuar no elemento tensor, o corte com maçarico, bem como o endireitamento através de máquinas endireitadoras ou qualquer outro processo, pois esses procedimentos alteram radicalmente as propriedades físicas do aço. 10
11 OMO SÃO S NORGENS NORGENS RUDLOFF TIPOS DE NORGENS RUDLOFF s ancoragens são dispositivos capazes de manter o cabo em estado de tensão, transmitindo a força de protensão ao concreto ou ao elemento estrutural. São basicamente de quatro tipos:! ncoragens ativas tipo E,, EL e F: são as ancoragens nas quais se promove o estado de tensão no cabo, através do macaco de protensão.! ncoragens passivas tipo U, H e P: são dispositivos embutidos no concreto, destinados a fixar a extremidade do cabo oposta àquela da ancoragem ativa. Somente recebem o esforço advindo da protensão executada na ancoragem ativa. transferência da força de protensão para o concreto se dá por aderência das cordoalhas e por tensões de compressão entre a ancoragem e o concreto.! ncoragens de emenda tipo K e UK: são combinações de duas ancoragens, uma passiva e uma ativa, que permitem a continuação de cabos a partir de pontos intermediários.! ncoragens intermediárias tipo Z: são ancoragens posicionadas no meio dos cabos, quando suas extremidades forem inacessíveis para a protensão. s combinações de ancoragens mais comuns são duas ativas ou uma ativa e uma passiva, as quais podem ser adotadas para protensão com ou sem aderência. nomenclatura Rudloff para ancoragens segue o seguinte padrão: Exemplo: E 5 Tipo E Tipo EL Tipo U Tipo P Tipo UK Tipo Tipo F Tipo H Tipo K Tipo Z Equivale a: ÓDIGO Nº1 Nº2 ÓDIGO: Nº 2: Tipo de ancoragem Nº máximo de cordoalhas que a an (E,, EL, F, U, H, P, Z, K ou UK) coragem comporta Nº 1: Diâmetro nominal da cordoalha usada na ancoragem, em décimos de polegada. Pode ser 5, equivalendo a 0,5 polegadas (,7 mm) ou 6, equivalendo a 0,6 polegadas (15,2 mm). TENÇÃO! Fig. 13: Padrões de ancoragens Rudloff protensão faz com que a região das ancoragens seja altamente solicitada. Por isso, o concreto deve ter resistência adequada já desde o momento da aplicação da protensão. O valor da resistência do concreto deve ser indicado pelo projetista da estrutura. 11
12 NORGEM TIV TIPO E É composta por bloco de ancoragem com furos tronco cônicos, cunhas tripartidas e placa funil, repartidora de esforços sobre o concreto. placa funil é o único componente da ancoragem que é posicionado na estrutura antes da concretagem. Placa loco limentador (p/ injeção) ainha Funil unha ordoalhas Fig. 1: ncoragem ativa Rudloff tipo E (VIST DO ONJUNTO) Fretagem Ø ~30 ~20 Ø D E VIST FRONTL SEÇÃO LONGITUDINL Fig. 15: ncoragem ativa Rudloff tipo E (SEÇÃO LONGITUDINL e VIST FRONTL) Denominação (placa) (bloco) Ø interno (funil) Ø D interno (funil) E (funil) Peso aprox. do conjunto ord. Ø,7 mm (ou Ø0,5 ) ordoalha Ø15,2 mm (ou Ø0,6 ) E 5 / E 59 E 5 E 519 E 522 E 527 E 531 E 65 / E 66 E 67 E 6 / E 69 E 610 E 6 E 615 E 619 E ,5 63,5 76,2,9 101,6 101,6 63,5 63,5 63,5 76,2 76,2,9 101,6 101, ,0 kg 20,0 kg 35,0 kg,0 kg 76,0 kg 101,0 kg 1,0 kg 16,0 kg 20,0 kg 31,0 kg 35,0 kg,0 kg 70,0 kg ,0 kg Tab. 3: aracterísticas da ancoragem ativa tipo E TENÇÃO!! s dimensões indicadas estão em mm e são válidas para fck mínimo = 25 MPa.! Tamanhos dos nichos e espaçamento das ancoragens devem obedecer ao estabelecido nas Tabelas 19 e 20 e no catálogo eletrônico da Rudloff ( armadura de fretagem está indicada nas Tabelas 21 a 2.
13 NORGEM TIV TIPO É composta por uma peça principal de aço de formato tronco piramidal e cunhas tripartidas. O bloco de ancoragem é colocado após a concretagem e apoiase diretamente na superfície da estrutura. Esta deve ser plana e perpendicular à saída do cabo. Diferenças no ângulo de saída ou superfícies irregulares devem ser evitadas. unha loco Luva de transição ainha ordoalhas Fig. 16: ncoragem ativa Rudloff tipo (VIST DO ONJUNTO) Fretagem ~20 Ø E ~30 D VIST FRONTL SEÇÃO LONGITUDINL Fig. 17: ncoragem ativa Rudloff tipo (SEÇÃO LONGITUDINL E VIST FRONTL) Denominação (bloco) (bloco) (bloco) D (luva) Ø E externo (luva) Peso aprox. do conjunto ordoalha Ø,7 mm (ou Ø0,5 ) ord. Ø15,2 mm (ou Ø0,6 ) ,5,5,5,5 50,,5 50, 50, ver ancoragem EL ver ancoragem EL ,0 Tab. : aracterísticas da ancoragem ativa tipo ,0 5,0 6,0,0,0 5,0 6,0 TENÇÃO!! s dimensões indicadas estão em mm e são válidas para fck mínimo = 25 MPa.! Tamanhos dos nichos e espaçamento das ancoragens devem obedecer ao estabelecido nas Tabelas 19 e 20 e no catálogo eletrônico da Rudloff ( armadura de fretagem está indicada nas Tabelas 21 a 2. 13
14 NORGEM TIV TIPO EL Tem formato achatado e destinase à protensão de lajes, pisos, tabuleiros de pontes e outras estruturas delgadas. Os cabos, com até cordoalhas de,7 mm ou 15,2 mm, são colocados em bainhas metálicas chatas (com exceção das bainhas para cabos monocordoalhas, que são redondas) e as cordoalhas são protendidas uma a uma. Isopor Placa funil ainha loco Fôrma da laje VIST D NORGEM EL 5 (antes da concretagem) unha VIST D NORGEM EL 52 (depois da concretagem) Fig. 1: ncoragem ativa Rudloff tipo EL, antes e depois da concretagem (VIST DO ONJUNTO) Fretagem ~20 D ~30 VIST FRONTL VIST SUPERIOR Fig. 19: ncoragem ativa Rudloff tipo EL (VISTS SUPERIOR E FRONTL) Denominação (nicho) (funil) (placa) D (placa) Peso aprox. do conjunto ord. Ø,7 mm (ou Ø0,5 ) ord. Ø15,2 mm (ou Ø0,6 ) EL 51 EL 52 EL 53 EL 5 EL 61 EL 62 EL 63 EL ,0 kg 3,0 kg,0 kg 6,0 kg 3,0 kg 5,0 kg 7,0 kg 25 5,0 kg Tab. 5: aracterísticas da ancoragem ativa tipo EL TENÇÃO!! s dimensões indicadas estão em mm e são válidas para fck mínimo = 25 MPa.! armadura de fretagem está indicada nas Tabelas 21 a 2. 1
15 NORGEM TIV TIPO F É a ancoragem usada para cabos engraxados de monocordoalha. É composta basicamente por um bloco de ferro fundido, uma luva, uma cunha bipartida e a cordoalha engraxada e plastificada. loco Luva ordoalha engraxada plastificada Fig. 20: ncoragem ativa Rudloff tipo F (VIST DO ONJUNTO) unha VIST FRONTL Nicho Fretagem SEÇÃO LONGITUDINL Fig. 21: ncoragem ativa Rudloff tipo F (VIST FRONTL E SEÇÃO LONGITUDINL) ordoalha Ø,7 mm (ou Ø0,5 ) ordoalha Ø15,2 mm (ou Ø0,6 ) Denominação Peso aprox. Denominação do conjunto Peso aprox. do conjunto F ,30 kg F ,30 kg Tab. 6: aracterísticas da ancoragem ativa tipo F TENÇÃO!! s dimensões indicadas estão em mm e são válidas para fck mínimo = 25 MPa.! armadura de fretagem está indicada nas Tabelas 21 a 2. 15
16 NORGEM PSSIV TIPO U É uma ancoragem fixa na qual a transferência da força de protensão para o concreto que envolve a ancoragem dáse por aderência ao longo das cordoalhas na parte descoberta (parte da cordoalha fora da bainha) e por tensões de compressão entre a placa de aço curvada (placa "U") e o concreto. Placa Purgador ainha Fretagem Fig. 22: ncoragem passiva Rudloff tipo U (VIST DO ONJUNTO) 220 a 20 VIST SUPERIOR VIST LTERL Fig. 23: ncoragem passiva Rudloff tipo U (VIST SUPERIOR E LTERL) ordoalha Ø,7 mm (ou Ø0,5 ) ordoalha Ø15,2 mm (ou Ø0,6 ) Denominação Peso aprox. do conjunto Denominação Peso aprox. do conjunto U 52 U 5 U 56 U 5 U 510 U 5 U 519 U 522 U 527 U , kg 0,7 kg 1,3 kg 1,6 kg 2,1 kg 2,5 kg 3,5 kg 3, kg, kg 5, kg U 62 U 6 U 66 U 6 U 610 U 6 U 615 U , kg 0,7 kg 1,3 kg 1,6 kg 2,1 kg 2,5 kg 2,6 kg 2,6 kg U , kg Tab. 7: aracterísticas da ancoragem passiva tipo U TENÇÃO!! s dimensões indicadas estão em mm e são válidas para fck mínimo = 25 MPa.! armadura de fretagem está indicada nas Tabelas 21 a 2. 16
17 NORGEM PSSIV TIPO H É uma ancoragem fixa, na qual um equipamento especial faz o desencordoamento das pontas das cordoalhas. transferência da força de protensão para o concreto que envolve a ancoragem dáse por aderência ao longo das cordoalhas na parte descoberta e desencordoada. Purgador ainha ordoalhas desencordoadas Fretagem Fig. 2: ncoragem passiva Rudloff tipo H (VIST DO ONJUNTO) ordoalha Ø,7 mm (ou Ø0,5 ) Fig. 20: ancoragem passiva Rudloff ordoalha tipo HØ15,2 mm (ou Ø0,6 ) VIST SUPERIOR VIST LTERL Fig. 25: ncoragem passiva Rudloff tipo H (VISTS SUPERIOR E LTERL) Denominação Denominação ONTROLE DE REVISÕES D PÁGIN lterações Emissão do documento original orreção dos valores de na Tab. orreção dos valores de na Tab. TENÇÃO! H 51 H 52 H 53 H 5 H 56 H 57 H 5 H 59 H 5 H 519 H 522 H 527 H H 61 H 62 H 63 H 6 H 65 H 66 H 67 H 69 H 610 H 6 H 615 H 619 s dimensões indicadas estão em mm e são válidas para fck mínimo = 25 MPa. armadura de fretagem está indicada nas Tabelas 21 a H Tab. : aracterísticas da ancoragem passiva tipo H Revisão / data, 11/2006, 01/200, 10/ rev.
18 NORGEM PSSIV TIPO P É semelhante a uma ancoragem ativa, com iguais dimensões e fretagens, porém, por motivos construtivos, as cordoalhas são précravadas. Este tipo de ancoragem substitui a ancoragem fixa tipo U, quando se deseja uma transferência bem definida da força e protensão para o concreto. Fig. 26: ncoragem passiva Rudloff tipo P VISTS DO ONJUNTO MONTDO Fig. 27: ncoragem passiva Rudloff tipo P VIST DOS ELEMENTOS DO ONJUNTO Item Elemento Item Elemento Placa e funil loco de ancoragem unhas rruelas de metal alços de borracha 6 Tampa de aperto das cunhas 7 Parafusos de fixação das tampas 6 e Tampa de vedação das cordoalhas 9 braçadeira (fixação na placa de ancoragem) 10 Porca de fixação da abraçadeira Tab. 9: aracterísticas da ancoragem passiva tipo P TENÇÃO!! IMPORTNTE: pós a montagem do conjunto, antes da concretagem, vedar bem os locais onde possa penetrar nata de cimento, com "Durepox".! armadura de fretagem está indicada nas Tabelas 21 a 2. 1
19 NORGEM DE EMEND TIPO K Tratase de uma combinação de ancoragem ativa e passiva. Permite a continuação de um cabo a partir de um ponto de protensão intermediário. O primeiro trecho do cabo terá, numa extremidade, uma ancoragem ativa ou passiva e, na outra extremidade, a ancoragem tipo K, que funcionará, nesta primeira fase, como uma ancoragem ativa do tipo E. O acoplamento do segundo trecho do cabo na ancoragem tipo K é feito mediante buchas de compressão. Placa funil Purgador Trombeta ucha de compressão Fig. 2: ncoragem de emenda Rudloff tipo K (VISTS DO ONJUNTO ERTO E FEHDO) Fretagem Ø Fig. 29: ncoragem de emenda Rudloff tipo K (SEÇÃO TRNSVERSL) ordoalha Ø,7 mm (ou Ø0,5 ) ordoalha Ø15,2 mm (ou Ø0,6 ) Denominação Ø Denominação Ø K K K 57 K 5 K 519 K 522 K K 6 K 67 K 6 K 619 K Tab. 10: aracterísticas da ancoragem de emenda tipo K TENÇÃO!! s dimensões indicadas estão em mm e são válidas para fck mínimo = 25 MPa.! armadura de fretagem está indicada nas Tabelas 21 a 2. 19
20 NORGEM DE EMEND TIPO UK Tem a mesma finalidade de ancoragem tipo K, com a diferença que na continuidade do cabo funciona como ancoragem passiva tipo U. É normalmente utilizada em lajes. Purgadores Trombeta Placa loco Fig. 30: ncoragem de emenda Rudloff tipo UK (VIST DO ONJUNTO) D VIST SUPERIOR VIST LTERL Fig. 31: ncoragem de emenda Rudloff tipo UK (VISTS SUPERIOR E LTERL) ordoalha Ø,7 mm (ou Ø0,5 ) ordoalha Ø15,2 mm (ou Ø0,6 ) Denominação D Denominação D UK 52 UK UK UK Tab. 11: aracterísticas da ancoragem de emenda tipo UK TENÇÃO!! s dimensões indicadas estão em mm e são válidas para fck mínimo = 25 MPa.! armadura de fretagem está indicada nas Tabelas 21 a 2. 20
21 NORGEM INTERMEDIÁRI TIPO Z É usada quando as extremidades de um cabo são inacessíveis para a protensão. Purgador Purgador unha loco unha Fig. 32: ncoragem intermediária Rudloff tipo Z (VIST DO ONJUNTO) G+E F+E VIST LTERL J H abo 1 abo 2 VIST SUPERIOR Fig. 33: ncoragem intermediária Rudloff tipo Z (VISTS LTERL E SUPERIOR) ord. Ø,7 mm (ou Ø0,5 ) ord. Ø15,2 mm (ou Ø0,6 ) Denominação Z 52 Z 5 Z 56 Z 5 Z 62 Z 6 Z 66 Z 6 E F DL2 DL2 DL2 DL2 DL2 DL2 DL G H J Peso aprox. do conjunto 5,0 kg,0 kg 19,0 kg 3,0 kg 7,0 kg 11,0 kg 23,0 kg DL ,0 kg Tab. : aracterísticas da ancoragem intermediária tipo Z TENÇÃO!! s dimensões indicadas estão em mm e são válidas para fck mínimo = 25 MPa.! armadura de fretagem está indicada nas Tabelas 21 a 2.! DL2 = alongamento do abo 2.! s dimensões são válidas para superfícies retas. 21
22 OMO É O PROESSO DE PROTENSÃO operação de protensão é aplicada através de macacos hidráulicos e bombas de alta pressão. Normalmente, é composta pelas etapas de preparação, colocação do equipamento, protensão das cordoalhas, cravação e acabame nto. ETPS D OPERÇÃO DE PROTENSÃO Placa loco unha de cravação PREPRÇÃO s formas dos nichos devem ser retiradas, seguidas de limpeza, quando necessária, da área de apoio do bloco da ancoragem. Em seguida, deve ser feita a colocação do bloco e das cunhas, conforme a figura 3. pós o concreto atingir a resistência mínima indicada em projeto estrutural, deve ser providenciado o posicionamento do macaco hidráulico e dos seus acessórios, ilustrado na figura 35. PROTENSÃO Fig. 3: olocação de bloco e cunhas Pé de cravação Macaco abeçote de tração unha do cabeçote Fig. 35: Posicionamento do macaco de protensão operação de protensão é realizada pelo acionamento do macaco, conforme a figura 36, através da bomba de alta pressão. s cordoalhas são tracionadas obedecendo à força indicada no projeto estrutural. Devese registrar a pressão indicada no manômetro e o correspondente alongamento dos cabos. Fig. 36: Tracionamento das cordoalhas NORGEM / RVÇÃO Quando o macaco atingir carga e/ou alongamento indicados no projeto estrutural, finalizase a protensão. pressão no macaco é aliviada e as cordoalhas se ancoram automaticamente no bloco, conforme a figura 37. Em seguida, é feita a remoção do equipamento de protensão. Fig. 37: ravação das cunhas MENTO pós a liberação da protensão, é feito o corte das pontas das cordoalhas, conforme a figura 3. Em seguida, devese providenciar o fechamento dos nichos e, no caso de protensão com aderência, a injeção dos cabos com nata de cimento. Fig. 3: orte das pontas das cordoalhas e fechamento dos nichos 22
23 OMO É O EQUIPMENTO RUDLOFF MOS RUDLOFF DE PROTENSÃO Área do pistão de tensão (cm²) Peso com acessórios (kg) urso útil (mm) omp. fechado (c/ pé e cabeçote) (mm) Maior diâmetro (mm) omp. mín. de pega (mm) Esforço máximo (tf) Pressão máx. adm. c/ perda 2,5% (kgf/cm²) Unidade de protensão (número de cordoalhas) Fig. 39: Representação do macaco posicionado na estrutura VIST LTERL Fig. 0: Representação do macaco posicionado na estrutura VIST FRONTL (cm) (cm) Nome MONOI MONOI MONOVI MONOVII MP 5 MP 5 MP MP 57 MP 57 MP 57 MP 5 MP 5 MP 5 MP 5D MP 522 MP 531 Ø mm Ø 1/2 Ø 5/ ESPÇO MÍNIMO PR O EQUIPMENTO DE PROTENSÃO 1 1 1E 1E 2 a 2 a a 7 a 7 a 7 a 7 a a a a 13 a a E 2 e 3 2 e 3 a 6 a 6 a 6 a 6 7 a 9 7 a 9 7 a 9 7 a 9 10 a a 22 1,92 1,92 0,52 56,55 6,0 6,0 221,0 19,56 19,56 19,56 355,30 355,30 355,30 355,30 651,39 37, > Tab. 13: aracterísticas dos macacos Rudloff de protensão > > OMS RUDLOFF DE PROTENSÃO Nome Dimensões (mm) Peso Motor Óleo Pressão máxima (bar) EP 01 comprimento: 0 altura: largura: kg Trifásico 5 V 220 V / 30 V Hidráulico 6/32 0 litros 700 EP 03 comprimento: 560 altura: 650 largura: kg Trifásico 5V 220 V / 30 V Hidráulico 6/32 30 litros 700 Tab. 1: aracterísticas das bombas Rudloff de protensão 23
24 OMO É O PROESSO DE INJEÇÃO REOMENDÇÕES injeção de nata de cimento nas bainhas visa assegurar a aderência mecânica entre as armaduras de protensão e o concreto em todo o comprimento do cabo e a proteção das cordoalhas contra a corrosão. Para sua perfeita execução, recomendase:! Obedecer as normas técnicas NR 611, 761, 762, 763, 76, 765 e 1931.! Estudar o melhor local para a instalação dos equipamentos de injeção antes de iniciála, visando evitar deslocamento durante a operação ou mangueiras de comprimento excessivo.! Injetar os cabos em até quinze dias após a sua protensão.! Seguir a composição de nata de cimento definida em ensaios prévios, com a proporção correta entre água potável, cimento e aditivos.! ontrolar as propriedades da nata durante a injeção.! Evitar executar a injeção com chuva ou sol forte. O ideal é fazêla pela manhã, aproveitando a queda de temperatura do concreto ocorrida durante a noite.! Se houver necessidade de execução da injeção com temperaturas ambientes acima de 30º ou abaixo de 5º, aplicar técnicas especiais, fornecidas pela Rudloff.! Lavar os cabos pouco tempo antes da injeção, com água limpa, preferencialmente removendo a água com ar comprimido.! Executar a injeção a partir da extremidade mais baixa do cabo.! Lavar o equipamento com água ao final de cada operação ou a cada 3 horas. TENÇÃO! injeção de nata de cimento nas bainhas é fundamental para o funcionamento da protensão com aderência. Dada a sua importância, a operação de injeção deve ser feita por pessoal qualificado, sob orientação de técnico especializado, seguindo as recomendações estabelecidas em normas técnicas. O equipamento Rudloff para a injeção possibilita a execução segura da operação, conforme as normas técnicas brasileiras. Porém, a injeção é um serviço de alta responsabilidade não somente do equipamento, mas também de seus operadores e pessoal de apoio. O sucesso da operação de injeção depende da eficiência de quem a executa. omba injetora Rudloff Misturador Rudloff oletor Rudloff O EQUIPMENTO PR INJEÇÃO O equipamento Rudloff para injeção Peso: 266 kg Dimensões: 117x66x70 cm Pressão máxima de trabalho: 20 kg/cm² Potência do motor elétrico: 3 V Voltagem do motor elétrico: 220 V ou 30 V orrente elétrica do motor: 10, (220V) Peso vazio: kg Motor elétrico: 2 V, 1150 rpm apacidade de cimento: 2 sacos de 50 kg apacidade de água potável: 2 litros Peso: 113 kg Diâmetro: 0 cm+52 cm ltura total: 70 cm ou 6,2 (30 V) Tab. 15: O equipamento Rudloff para injeção omba injetora oletor Misturador Fig. 1: O equipamento Rudloff para injeção 2
25 OMO É O PROESSO DE INJEÇÃO Número de cordoalhas (lajes) 3 3 (lajes) (lajes) INJEÇÃO DE NT DE IMENTO ordoalha Ø,7 mm (ou Ø0,5 ) Ø interno da bainha (mm) x x x Peso de cimento (kg/m) 0,2 0,99 0,63 1,5 2,06 1,0 1,91 1,65 2,06 2,53 3,07 2,91 2,76 3,35 3,20 3,05 Volume de calda (l/m) 0,31 0,72 0,6 1,05 1,50 1,31 1,3 1,19 1,9 1, 2,22 2,11 2,00 2,3 2,32 2,21 ordoalha Ø15,2 mm (ou Ø0,6 ) Ø interno da VolumePeso Peso de de Volume de caldacimento de calda bainha (l/m) (kg/m) (l/m) (mm) x0 5 27x x ,72 1,20 0,7 1,76 1, 2,11 2,35 1,9 2,99 2,77 3,30 3,,53,31 5,02 5,7 0,52 0,7 0,63 1,2 1,07 1,53 1,71 1,37 2,16 2,01 2,39 2,1 3,2 3, 3,6,19 OMPOSIÇÃO D NT DE IMENTO s características da calda de injeção variam ligeiramente com as diversas marcas de cimento e tipos de aditivos. Em média, para uma relação águacimento aproximadamente 0,2, podese dizer que:! kg de cimento (2 sacos) e 2 litros de água produzem aproximadamente 73 litros de calda;! 1 litro de calda tem aproximadamente 0,57 litros de água;! 1 litro de calda tem aproximadamtente 1,3 kg de cimento;! densidade da calda = aprox. 1,9 kg/litro. Os valores da tabela 16 são de utilidade para se planejar uma operação de injeção. Não foram consideradas as perdas nos respiros das bainhas, nas lavagens dos cabos e na expulsão da água do interior do cabo ,70 2,6 5 5,57, ,5 2,57 5 5,35 3, 75,26 3,0 6,17,7 75,10 2,97 5,96,32 0,7 3, ,,96 5 5,70, ,62,0 5 5,55,02 7,57 5, 5 5,0 3,91 105,57 6,21 6,29,56 9,6 6,9 6,13,5 9,2 6,3 5,9,33 9,20 6,67 5,3,22,9 6, ,7, ,11 7, ,62, ,9 7, ,7, ,07,02 7, 5,2 0 10,6 7,7 105,55 6, ,62 9,7 105,0 6, ,0 9,71 Tab. 16: Recomendações para a injeção de nata de cimento REOMENDÇÕES 1. Rudloff recomenda que se aumente em pelo menos 10% o peso teórico de cimento indicado na Tabela nata de injeção deve atender aos requisitos estabelecidos nas normas técnicas quanto a:! Fluidez! Exsudação! Expansão! Resistência mecânica! Retração! bsorção capilar! Tempo de pega! Tempo de injetabilidade! Dosagem de aditivos! usência de agentes agressivos 25
26 O QUE ONSIDERR NO PROJETO ESOLH DO O Tabela 1 possibilita a escolha do cabo a ser usado em projeto. Foi desenvolvida para armadura póstracionada e aços da classe de relaxação baixa e indica a força máxima permitida no macaco pela norma, no momento da protensão, para cada cabo. Para os casos de armaduras prétracionadas, deve ser consultado o critério estabelecido na NR611. escolha do cabo deve ser feita respeitandose o espaçamento mínimo necessário ao equipamento de protensão, conforme indicado na Tabela 13. PERD DE RVÇÃO NS NORGENS E SU OMPENSÇÃO acomodação das cunhas nas ancoragens (cravação) provoca uma perda de aproximadamente 6 mm no alongamento inicial ao qual se chegou antes da cravação. Em cabos muito curtos, com menos de 10 m de comprimento e uma ancoragem ativa tipo E, podese compensar a perda de cravação através da colocação de calços de aço de aproximadamente 6 mm. s perdas de protensão por atrito ao longo do cabo são calculadas em função da curvatura do cabo e dos seguintes coeficientes, que dependem das características dos materiais empregados:!! OEFIIENTES DE TRITO µ = coef. de atrito aparente entre cabo e bainha; k = coef. de perda por metro provocada por curvaturas não intencionais no cabo. Na falta de dados experimentais, podem ser adotados os valores da tabela abaixo. oeficientes (*) Entre barras com saliências e bainha metálica Entre fios lisos ou cordoalhas e bainha metálica Entre fios lisos ou cordoalhas e bainha metálica lubrificada Entre cordoalha e bainha de polipropileno lubrificada ( ) onforme NR611:2003 * m (1/radianos) 0,30 3,0x10³/m 0,20 0,10 k (1/m) 2,0x10³/m 1,0x10³/m 0,05 0,5x10³/m Tab. 17: oeficientes médios de atrito FENDILHMENTO E FRETGEM O concreto quando protendido é solicitado por tensões elevadas nas imediações das ancoragens, que provocam altos esforços de fendilhamento concentrados nestas regiões. É fundamental a existência de armação que combata estes esforços, assim como de armaduras de fretagem para distribuílos. abe ao calculista da estrutura especificar estas armaduras no projeto estrutural, obedecendo critérios seguros de cálculo. NIHOS DE PROTENSÃO Por razões construtivas ou estéticas, normalmente é interessante que as ancoragens ativas fiquem reentrantes à superfície acabada do concreto. Para o acesso a elas, durante a aplicação da protensão, tornase então necessário que se preveja, no projeto estrutural, a execução de nichos nos elementos de concreto (ver Tabelas 19 e 20). pós a protensão, os nichos são fechados, formandose assim uma superfície plana que protege ancoragens e cordoalhas contra a corrosão. Para a armadura de fretagem, a Rudloff recomenda que sejam seguidas as especificações das Tabelas 21 a 2. Para a armadura de fendilhamento, podese adotar a seguinte sugestão genérica: Estribos arras horizontais Fig. 2: Seção transversal de armadura de fendilhamento. No detalhe, seção longitudinal da mesma armadura. 26
27 O QUE ONSIDERR NO PROJETO RTERÍSTIS DOS OS DE PROTENSÃO DERENTES, PR ÇO P1R PÓSTRIONDO ordoalha Ø,7 mm (ou Ø0,5 ) ordoalha Ø15,2 mm (ou Ø0,6 ) Número de cordoalhas 1 Denominação 51 Peso ¹ (kgf/m) 0,792 Força de protensão ² (kn) 13,3 ainha (mm) abos fabricados 22 abos pósenfiados 2 Número de cordoalhas 1 Denominação 61 Peso ¹ (kgf/m) 1,6 Força de protensão ² (kn) 196,1 ainha (mm) abos fabricados 2 abos pósenfiados ,5 276, , , (lajes) L 52 1,5 276,5 19x35 2 (lajes) L 62 2, ,3 2x ,376 1, ,37 5, (lajes) L 53 2,376 1, 22x69 3 (lajes) L 63 3,37 5, 27x57 5 3,16 553, ,50 7, (lajes) L 5 3,16 553,0 22x69 (lajes) L 6,50 7,6 30x , , ,63, ,752 29, , , ,5 967, ,2 1373, ,336 6, , , ,, , , , , , , ,7 1520, , , , , ,5 2353, , , ,63 259, ,0 1935, ,76 276, ,0 2073, ,9 292, ,672 22, , , ,6 2350, ,12 333, ,256 2, , , ,0 2626, , , ,0 2765, , , ,632 23, ,66 119, ,2 301, , , , , ,9 511, ,00 331, ,02 707, , 356, ,15 3, , , , , ,3 3732, , , , , ,52 592, ,96 009, ,65 56, ,760 17, ,7 5, ,552 25, ,6 600, Tab. 1: aracterísticas dos cabos de protensão aderentes, para aço P1R póstracionado OSERVÇÕES ¹ Peso nominal, conforme NR73:200. ² Para a determinação da força de protensão, foram respeitados os limites de 0,7fptk e 0,2fpyk, estabelecidos pela NR 611:2003 e os valores mínimos de fptk e fpyk indicados na Tabela 1, sendo: fptk = carga de ruptura mínima; fpyk = carga a 1% de deformação mínima. 27
28 O QUE ONSIDERR NO PROJETO NIHOS DE PROTENSÃO VERTIIS PR α = 10 Nº de cordoalhas de Ø,7 mm Nº de cordoalhas de Ø15,2 mm (cm) (cm) (cm) D (cm) F (cm) G (cm) H (cm) β (graus) 2 e 3 a 7 a 13 a a 31 2 e 3 a 6 7 a 9 10 a a 22 27,5 13,1 1,, 6,0 9,2 0, 15 27,5 13,1 1,, 6,0 9,2 0, 37,3 17,5 19,9 15,3,9 10,7 1,9 7, 22,3 25, 19,0 11,0 13,0 2,3 55, 25,9 29,5 21,6,5 1, 2,6 U (cm) V (cm) W (cm) , X (cm) ,5 0 Tab. 19: Nichos verticais e distâncias mínimas entre ancoragens α D β H G F Fig. 3: Nicho de protensão vertical NIHOS DE PROTENSÃO HORIZONTIS PR α = 20 Nº de cordoalhas de Ø,7 mm Nº de cordoalhas de Ø15,2 mm I (cm) J (cm) K (cm) L (cm) M (cm) N (cm) O (cm) P (cm) R (cm) S (cm) T (cm) 2 a a 7 a 13 a a 31 2 e 3 a 6 7 a 9 10 a a 22 10,5 20,7 7,1 33,6 7,5 16, 56, 11,5 13,0 2,5 10,5 10,5 20,7 7,1 33,6 7,5 16, 56, 11,5 15,5 2,5 13,0 13,0 2,9 5,0 39,5 9,1 20,0 6, 13,5 19,5 2,5 17,0 19,0 33, 72,6 9,7,3 17,0 92,9 17,0 2,5 2,5 22,0 22,0 2,3 1,3 62,2 15, 17,0 116,2 23,0 27,5 2,5 25,0 Tab. 20: Nichos horizontais K α L I P S T T S R R J O N M Fig. : Nicho de protensão horizontal ESPÇMENTO MÍNIMO ENTRE NORGENS Os nichos indicados nas Tabelas 19 e 20 ONTROLE DE REVISÕES D PÁGIN lterações Emissão do documento original orreção em valores da Tab. 19 X X W U V U 2 U Fig. 5: Distância mínima entre ancoragens X X W TENÇÃO! foram dimensionados para o equipamento Rudloff de protensão no caso de inclinações do cabo iguais a 10 e 20, respectivamente. Para valores diferentes, devese consultar o catálogo eletrônico da Rudloff, disponível em s distâncias indicadas são mínimas e foram calculadas para fck=25 MPa. Revisão / data, 11/2006, 01/200 2 rev.
29 O QUE ONSIDERR NO PROJETO N2 N1 N2 35 cm cob. cob. N1 H Fig. 6: Fretagem de lajes tipo 1, para cabos EL 51 e EL 61 Fretagem tipo 1 ØN1 (mm) ØN2 (mm) Tipo de aço FRETGEM DE LJES TIPO ,0 10,0 50,0 10,0 50 OS.: N1: uma barra entre cada cabo monocordoalha N2: barras corridas ao longo da borda da laje N N N3 5 cm N cob. cob. H Fretagem tipo 1 ØN3 (mm) ØN (mm) Tipo de aço ,3 10, ,3 10,0 50 OS.: N3: uma barra a cada 20 cm, ao Fig. 7: Fretagem de lajes tipo longo de toda a borda da laje 1, para cabos EL 52 a 5 N: barras corridas ao longo e EL 62 a 6 da borda da laje Tab. 21: Fretagem de lajes tipo 1 Fig. : Fretagem de lajes tipo 2 FRETGEM DE LJES TIPO 2 (cm) (cm) (cm) Ø barra (mm) omp. unit. (cm) Quantidade Tipo de aço , ,0 10, , , , Tab. 22: Fretagem de lajes tipo , ,0 6 FRETGEM TIPO M D Fig. 9: Fretagem tipo M (cm) (cm) (cm) D (cm) Ø barra (mm) omp. unit. (cm) Quantidade Tipo de aço ,0 29,5, , ,5, , , , Tab. 23: Fretagem tipo M 7,5 276 FRETGEM TIPO ESPIRL Ø (cm) (cm) Ø (cm) Fig. 50: Fretagem tipo Espiral Nº de voltas Ø barra (mm) 10,0 10,0 10,0,5,5,5 16,0 16,0 16,0 16,0 10,0 10,0 10,0,5,5,5 16,0 16,0 16,0 16,0 omp. unit. (cm) Tipo de aço Tab. 2: Fretagem tipo Espiral
30 O QUE MIS RUDLOFF FZ USINGEM MEÂNI PR FINS DIVERSOS EMENDS PR RRS DE ÇO DE ONSTRUÇÃO IVIL PRELHOS DE POIO METÁLIOS PR PONTES E VIDUTOS 30
31 O QUE MIS RUDLOFF FZ PONTES ESTIDS SISTEM VSL LEVNTMENTO DE RGS SUPERPESDS PONTES EMPURRDS MOVIMENTÇÃO DE VIGS PRÉMOLDDS 31
32 Rev. 10/200 RUDLOFF RUDLOFF RUDLOFF RUDLOFF MONTGEM DE OS SILO PROTENDIDO MONTGEM DE OS VIG MUNHÃO PROTENDID O EQUIPMENTO VIGS MUNHÃO PROTENDIDS RUDLOFF INDUSTRIL LTD. São Paulo SP : Rua ogaert, 6 airro Vila Vermelha EP 0220 TEL.: (11) FX: (11) O EQUIPMENTO LJE LIS PROTENDID uritiba PR : Rua Padre ntônio, 27 airro lto da Glória EP 30 TEL. / FX: (1) [email protected] INJEÇÃO DE OS LJE MIST PROTENDID EMIL EM SÃO PULO [email protected] [email protected] [email protected] [email protected] [email protected] PROTENSÃO DERENTE PROTENSÃO NÃO DERENTE [email protected] [email protected] [email protected] [email protected] [email protected] NORGEM TIPO F PONTE PROTENDID PISO PROTENDIDO PONTE ESTID
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