BALANÇO GERAL DO ESTADO
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- Fábio Rios Batista
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2 BALANÇO GERAL DO ESTADO EXERCÍCIO DE 2009 Belém / Pa
3 GOVERNADORA DO ESTADO DO PARÁ Ana Júlia Carepa VICE-GOVERNADOR DO ESTADO DO PARÁ Odair Santos Corrêa SECRETÁRIO DE ESTADO DA FAZENDA Vando Vidal de Oliveira Rego SECRETÁRIO ADJUNTO DE RECEITAS DE ESTADO DA FAZENDA José Lucivaldo Nogueira Freitas SECRETÁRIO ADJUNTO DO TESOURO DE ESTADO DA FAZENDA José Carlos dos Santos Damasceno PARÁ.. Balanço Geral do Estado Belém: SEFA, p., Volumes I e II 1 - ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA Prestação de Contas da Governadora do Estado. I. Título.
4 Relação de Autoridades em 31 de dezembro de 2009 Governadora do Estado do Pará Ana Júlia Carepa Vice Governador do Estado do Pará Odair Santos Corrêa Assembléia Legislativa do Estado do Pará Domingos Juvenil Instituto de Previdência da Assembléia Legislativa do Estado do Pará Antônio Rocha Tribunal de Contas do Estado do Pará Maria de Lourdes Lima de Oliveira Tribunal de Contas dos Municípios do Estado do Pará Rosa de Fátima Barge Hage Tribunal de Justiça do Estado Rômulo José Ferreira Nunes Justiça Militar do Estado do Pará José Roberto Pinheiro Maia Bezerra Júnior Ministério Público do Estado do Pará Geraldo de Mendonça Rocha Ministério Público de Contas do Estado do Pará Maria Helena Borges Loureiro Ministério Público Junto ao Tribunal de Contas dos Municípios Fernando Augusto de Oliveira Santos Casa Civil da Governadoria do Estado Cláudio Alberto Castelo Branco Puty Casa Militar da Governadoria do Estado Ten. Cel. QOPM Raimundo de Oliveira Pantoja Júnior Secretaria de Estado de Governo Edílson Rodrigues de Souza Secretaria de Estado de Integração Regional André Luis Assunção de Farias Vando Vidal de Oliveira Rego Secretaria de Estado de Administração Wilson Modesto Figueiredo Secretaria de Estado de Planejamento, Orçamento e Finanças José Júlio Ferreira Lima Secretaria Extraordinária de Projetos Estratégicos Marcílio de Abreu Monteiro Secretaria de Estado de Obras Públicas Francisco das Chagas Silva Melo Filho Secretaria de Estado de Transportes Valdir Ganzer Secretaria de Estado de Desenvolvimento Urbano e Regional Ana Suely Maia de Oliveira Secretaria de Estado de Saúde Pública Maria Silva Martins Comarú Leal Secretaria de Estado de Assistência e Desenvolvimento Social Eutalia Barbosa Rodrigues Secretaria de Estado de Trabalho, Emprego e Renda Ivanise Coelho Gasparim Secretaria de Estado de Segurança Pública Geraldo José de Araújo
5 Relação de Autoridades em 31 de dezembro de 2009 Secretaria de Estado de Justiça e Direitos Humanos Fábio de Melo Figueiras Superintendência do Sistema Penitenciário do Estado do Pará Justiniano Alves Junior Secretaria de Estado de Meio Ambiente Anibal Pessoa Picanço Secretaria de Estado de Agricultura Cássio Alves Pereira Secretaria de Estado de Pesca e Aqüicultura Antônia do Socorro Pena da Gama Secretaria de Estado de Desenvolvimento, Ciência e Tecnologia Maurílio de Abreu Monteiro Secretaria de Estado de Cultura Edilson Moura da Silva Secretaria de Estado de Esporte e Lazer Jorge Luis Guimarães Panzera Secretaria de Estado de Educação Maria do Socorro Costa Coelho Secretaria de Estado de Comunicação Paulo Roberto Ferreira Procuradoria Geral do Estado Ibraim José das Mercês Rocha Consultoria Geral do Estado Carlos Botelho da Costa Defensoria Pública do Estado do Pará Antônio Roberto Figueiredo Cardoso Auditoria Geral do Estado Tereza Regina de Jesus Cordovil Corrêa Polícia Militar do Estado do Pará Cel. QOPM Luiz Dário da Silva Teixeira Polícia Civil do Estado do Pará Raimundo Benassuly Maués Junior Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Pará Cel. QOBM Paulo Gerson Novaes de Almeida Departamento de Trânsito do Estado do Pará Alberto Campos Ribeiro Centro de Perícias Científicas Renato Chaves Raimundo Humberto Pena de Oliveira Instituto de Metrologia do Estado do Pará Francisco Sávio Fernandez Miléo Instituto de Assistência à Saúde dos Servidores do Estado do Pará Sandra Helena Morais Leite Escola de Governo do Estado do Pará Divino dos Santos Instituto de Desenvolvimento Econômico Social e Ambiental do Pará Peter Mann de Toledo Instituto de Gestão Previdenciária do Estado do Pará Walter Silveira Franco Loteria do Estado do Pará Márcio Alfredo Rodrigues de Oliveira Empresa de Processamento de Dados do Estado do Pará Carlos Renato Lisboa Francês
6 Relação de Autoridades em 31 de dezembro de 2009 Companhia de Saneamento do Pará Eduardo de Castro Ribeiro Júnior Companhia de Habitação do Estado do Pará Geraldo Chicre Bitar Pinheiro Agência Estadual de Regulação e Controle de Serviços Públicos Miguel Fortunato Gomes dos Santos Júnior Companhia de Portos e Hidrovias do Estado do Pará Nilton César Almeida Queiroz Empresa de Navegação da Amazônia S.A. Cláudia de Moraes Rêgo Hesketh - Liquidante Ação Social Integrada do Palácio do Governo Pio X Sampaio Leite Fundação Santa Casa de Misericórdia do Pará Maurício César Soares Bezerra Centro de Hemoterapia e Hematologia do Pará Maria de Fátima Pombo Montoril Fundação Pública Estadual Hospital de Clínicas Gaspar Vianna Benedito Paulo Bezerra Fundação da Criança e do Adolescente do Pará Euniciana Peloso da Silva Hospital Ophir Loyola Paulo Cardoso Soares Fundação Cultural do Pará Tancredo Neves Gerson Banhos Silva de Araújo Fundação de Telecomunicações do Pará Regina Lúcia Alves de Lima Fundação Carlos Gomes Daniel Freitas de Araújo Fundação Curro Velho Valmir Carlos Bispo Santos Instituto de Artes do Pará Jaime de Oliveira Bibas Imprensa Oficial do Estado do Pará José Francisco de Jesus Pantoja Pereira Coordenadoria de Cooperação Internacional para o Desenvolvimento Sustentável Maria de Nazaré Oliveira Imbiriba Mitschein Companhia de Gás do Pará Estanislau Luczynski Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Pará Ubiratan Holanda Bezerra Núcleo de Gerenciamento do Pará Rural Igor Maurício Freita Galvão Banco do Estado do Pará Affonso Rodrigues Vianna Neto Centrais de Abastecimento do Pará S.A. Marco Antônio Soares Raposo Instituto de Terras do Pará José Heder Benatti Agência Estadual de Defesa Agropecuária do Estado do Pará Aliomar Arapiaca da Silva Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado do Pará Williamson do Brasil de Souza Lima
7 Relação de Autoridades em 31 de dezembro de 2009 Companhia Paraense de Turismo Ann Clélia de Barros Pontes Junta Comercial do Estado do Pará Jose Arthur Guedes Tourinho Instituto de Desenvolvimento Florestal do Estado do Pará Jorge Alberto Gazel Yared Universidade do Estado do Pará Marília Brasil Xavier Programa de Microcred do Governo do Pará Dorival de Souza Pereira Companhia de Desenvolvimento Industrial do Pará Ana Marli Lameira da Silva
8 Gabinete da Governadora Ofício nº 178/10-GG Belém, 30 de março de Senhora Presidente, Em cumprimento ao disposto no inciso XIX, do artigo 135, da Constituição Estadual, apresento a Vossa Excelência a Prestação de Contas relativa ao exercício financeiro de 2009, terceiro ano de meu primeiro mandato. Nos termos do artigo 56, da Lei Complementar nº 101, de 04 de maio de 2000 Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF), a referida prestação de contas contempla os dados contábeis consolidados de todos os Poderes e Órgãos da Administração Pública Estadual. Atenciosamente, ANA JÚLIA CAREPA Governadora do Estado A Sua Excelência a Senhora Conselheira MARIA DE LOURDES LIMA DE OLIVEIRA Presidente do Tribunal de Contas do Estado
9 Exposição de Motivos E.M. Nº 002 / 2010 / SEFA Belém (PA), 30 de março de 2010 Excelentíssima Senhora Governadora do Estado, Dentre as atribuições da Governadora previstas no artigo 135 da Constituição Estadual, compete privativamente, nos termos do inciso XIX, a de prestar anualmente à Assembléia Legislativa, dentro de sessenta dias após a abertura da sessão legislativa, as contas referentes ao exercício anterior. Outro dispositivo legal a ser observado é o artigo 56 da Lei Complementar nº 101, de 04 de maio de 2000 (Lei de Responsabilidade Fiscal LRF), onde determina que as contas prestadas pelos Chefes do Poder Executivo incluirão, além das suas próprias, as dos Presidentes dos órgãos dos Poderes Legislativo e Judiciário e do Chefe do Ministério Público, referidos no art. 20, as quais receberão parecer prévio, separadamente, do respectivo Tribunal de Contas. Assim sendo, visando o cumprimento das exigências constitucionais e legais, apresento a Vossa Excelência o Balanço Geral do Estado relativo ao exercício financeiro de 2009, que constitui na Prestação de Contas Anual do seu terceiro ano do primeiro mandato como Governadora do Estado do Pará. Levo ao conhecimento de Vossa Excelência que a composição do Balanço obedeceu às normas contidas nas Leis Federais nº 4.320/64, nº 6.404/76, Lei Complementar 101/2000 e outras matérias legais. Este documento abrange em seus demonstrativos sintéticos todos os atos e fatos referentes à execução orçamentária e financeira da Administração Direta, das Autarquias, das Fundações, das Empresas Estatais Dependentes e dos Fundos Especiais, bem como dos demonstrativos contábeis consolidados dos três Poderes e Órgãos referentes ao citado período governamental. O Balanço Geral é um instrumento legal que possibilita a avaliação do desempenho da gestão pública, conferindo transparência à gestão dos recursos públicos e deste modo, imprescindível à sociedade, posto que permite a identificação da origem e a aplicação dos recursos públicos, subsidiando a avaliação da sociedade paraense quanto às ações desenvolvidas pelo Estado, na busca da melhoria da qualidade de vida do cidadão. Na elaboração deste documento, adota-se como pressuposto permanente, o aperfeiçoamento e o fortalecimento dos mecanismos de transparência da gestão fiscal, adicionando aos relatórios técnicos, textos explicativos, quadros, demonstrativos, tabelas e gráficos, que possibilitam, ao cidadão comum, o acesso e a compreensão da origem e do destino dos recursos públicos do Estado. O conteúdo deste documento ficará disponível durante todo o exercício, em meio eletrônico de acesso público, no Poder
10 Legislativo do nosso Estado, bem como na Secretaria de Estado da Fazenda, para consultas e apreciações por parte dos cidadãos e instituições da sociedade, conforme determinam os artigos 48 e 49 da LRF. Para a elaboração do Balanço foi utilizado como suporte tecnológico o Sistema Integrado de Administração Financeira para Estados e Municípios (SIAFEM), que permite uma visão integrada das contas públicas e o registro tempestivo da execução orçamentária, financeira, patrimonial e contábil dos órgãos estaduais, integrantes dos Orçamentos Fiscal e da Seguridade Social do Governo do Estado do Pará, em conformidade com as normas emanadas pelo Tribunal de Contas do Estado. Assim, submeto a Vossa apreciação a prestação de contas relativa ao terceiro ano do seu primeiro mandato, sugerindo que a mesma seja remetida à Assembléia Legislativa, por intermédio do Tribunal de Contas do Estado, em conformidade com o mandamento constitucional. Respeitosamente, VANDO VIDAL DE OLIVEIRA REGO Secretário de Estado da Fazenda A Sua Excelência a Senhora Ana Júlia Carepa Governadora do Estado do Pará NESTA
11 EQUIPE TÉCNICA DA SECRETARIA DE ESTADO DA FAZENDA RESPONSÁVEL PELA ELABORAÇÃO DA PRESTAÇÃO DE CONTAS DE 2009 SECRETARIA DE ESTADO DA FAZENDA Vando Vidal de Oliveira Rego - Secretário José Lucivaldo Nogueira Freitas Secretário Adjunto de Receita José Carlos dos Santos Damasceno Secretário Adjunto do Tesouro DIRETORIA DE GESTÃO CONTÁBIL E FISCAL Hélio Santos de Oliveira Goes Diretor CÉLULA DE CONTABILIDADE Silvio Gomes da Costa Gerente EQUIPE TÉCNICA Adolpho Gerson da Silva Monteiro André Luiz Pinheiro Grana Antônio Guilherme Gomes dos Santos Daniela Cristina Araújo Fragoso Diocélia do Socorro P. Nery da Costa Mônica Helena Soares Pereira Rosilene do Socorro Garcia Aranha CÉLULA FISCAL Rosana Maria da Motta Alcântara Gerente EQUIPE TÉCNICA Hortense Maria Pinheiro Teixeira Rosana Richa Salame CÉLULA DO SISTEMA INTEGRADO DE ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA ESTADUAL Wagner Yuichi Capelli Gerente EQUIPE TÉCNICA Ana Maria de Oliveira Pinto Carlos dos Santos Gomes Jupiassú de Jesus Ramos de Oliveira Luiz Carlos Alves Monteiro DIRETORIA DO TESOURO ESTADUAL Ruycarlos Gomes Chagas Diretor Deuzarina da Silva Oliveira Gerente Alba Nazaré Pinto do Carmo Gerente DIRETORIA DE ARRECADAÇÃO E INFORMAÇÕES FAZENDÁRIAS Edna de Nazaré Cardoso Farage Diretora João Luiz Wariss de Araújo - Gerente Aldaléa Lúcia Cravo Carneiro - Técnica DIRETORIA DE ADMINISTRAÇÃO Josué Antonio Azevedo Monteiro - Diretor DIRETORIA DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO Ângela Cristina Souza de Aquino Diretora
12 ÓRGÃOS DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA ESTADUAL QUE COLABORARAM NA ELABORAÇÃO DA PRESTAÇÃO DE CONTAS DE 2009 AUDITORIA GERAL DO ESTADO Tereza Regina de Jesus Cordovil Corrêa Auditora Mary Joyce White Rocha Auditora Adjunta Allan da Costa Feio SECRETARIA DE ESTADO DE PLANEJAMENTO, ORÇAMENTO E FINANÇAS José Júlio Ferreira Lima Secretário DIRETORIA DE PLANEJAMENTO Tatyane Chaves dos S. Amaral - Diretora INSTITUTO DE DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO SOCIAL E AMBIENTAL DO PARÁ José Raimundo Barreto Trindade Presidente DIRETORIA DE ESTATÍSTICA, TECNOLOGIA E GESTÃO DA INFORMAÇÃO José Tarcísio Alves Ribeiro - Diretor Geovana Raiol Pires Gerente EMPRESA DE PROCESSAMENTO DE DADOS DO ESTADO DO PARÁ PRODEPA Carlos Renato Lisboa Francês - Presidente DIRETORIA DE SERVIÇOS Cláudio Roberto Lima Martins Diretor José Isaac Alvarez Elarrat Gerente José da C.Teixeira Carrera - Técnico Ronaldo Luiz de Souza Olivier - Técnico
13 ÍNDICE VOLUME I Fls. INTRODUÇÃO SÍNTESE Relatório do Mapa da Exclusão Social...46 Relatório Técnico Contábil Relatório de Controle Interno BALANÇOS E DEMONSTRATIVOS Demonstrativo dos Créditos Autorizados Orçamentários e Adicionais por Órgão Demonstração da Receita e Despesa segundo as Categorias Econômicas. Anexo nº Balanço Orçamentário Consolidado, Administr. Direta e Fundos, Autarquias, Fundações, Empresas Públicas e Sociedade de Economia Mista dependentes. Anexo nº Balanço Financeiro Consolidado, Administr. Direta e Fundos, Autarquias, Fundações, Empresas Públicas e Sociedade de Economia Mista dependentes. Anexo nº Balanço Patrimonial Consolidado, Administr. Direta e Fundos, Autarquias, Fundações, Empresas Públicas e Sociedade de Economia Mista dependentes. Anexo nº Demonstrativo das Variações Patrimoniais Consolidado, Administr. Direta e Fundos, Autarquias, Fundações, Empresas Públicas e Sociedade de Economia Mista dependentes. Anexo nº Demonstrativos dos Restos a Pagar Processados por Órgãos, Unidade Gestora, Grupo de Despesa e Fonte de Recursos Demonstração da Dívida Flutuante. Anexo nº Demonstração da Dívida Ativa Estadual Demonstração da Dívida Fundada Interna. Anexo nº Demonstração da Dívida Fundada Externa. Anexo nº Demonstração da Dívida com Parcelamento de Obrigações Legais e Tributárias Balanço Patrimonial das Empresas Públicas e Sociedade de Economia Mista não Dependentes Demonstração das Participações Societárias e outras participações...421
14 ÍNDICE VOLUME II Fls. 3. ANEXOS DA LEI FEDERAL Nº 4.320/64 Demonstrativo dos Créditos Autorizados e Adicionais por Tipo de Administração. Consolidado, Adm. Direta, Autarquias Fundações, Empresas Públicas, Sociedade de Economia Mista Dependentes e Fundos Demonstrativo da Receita segundo as Categorias Econômicas. Consolidado, Administração Direta, Autarquias, Fundações Empresas Públicas e Sociedade de Economia Mista Dependentes. Anexo nº Comparativo da Receita Orçada com Arrecadada. Consolidado, Administração Direta, Autarquias, Fundações, Empresas Públicas e Sociedade de Economia Mista Dependentes. Anexo nº Demonstrativo da Despesa Realizada por Natureza. Consolidado, Administração Direta, Autarquias, Fundações, Empresas Públicas, Sociedade de Economia Mista Dependentes e Fundos. Anexo nº Demonstrativo da Despesa por Funções, Subfunções e Programas por Projetos e Atividades. Adm. Direta, Autarquias, Fundações, Empresas Públicas, Sociedade de Economia Mista Dependentes e Fundos. Anexo nº Demonstrativo da Despesa por Funções, Subfunções e Programas por Projetos e Atividades. Programa de Trabalho do Governo. Consolidado. Anexo nº Demonstrativo da Despesa por Funções, Subfunções e Programas conforme o vínculo com os Recursos. Consolidado, Administração Direta, Autarquias, Fundações, Empresas Públicas, Sociedade de Economia Mista Dependentes e Fundos. Anexo nº Demonstrativo da Despesa por Fonte conforme o vínculo com os Recursos. Consolidado, Administração Direta, Autarquias Fundações, Empresas Públicas, Sociedade de Economia Mista Dependentes e Fundos. Anexo nº 8-A Demonstrativo da Despesa Realizada por Funções. Consolidado, Administração Direta, Autarquias, Fundações, Empresas Públicas, Sociedade de Economia Mista Dependentes e Fundos. Anexo nº Comparativo da Despesa Autorizada com a Realizada. Consolidado, Administração Direta, Autarquias, Fundações, Empresas Públicas, Sociedade de Economia Mista Dependentes e Fundos. Anexo nº Demonstrativo da Despesa Realizada por Categoria de Gasto e Fonte. Consolidado, Administração Direta, Autarquias, Fundações, Empresas Públicas, Sociedade de Economia Mista Dependentes e Fundos. Anexo nº 11-A...941
15 ÍNDICE 4. ANEXOS COMPLEMENTARES POR PODERES (BALANÇOS / DEMONSTRATIVOS) Fls. Balanço Orçamentário por Poder; Consolidado, Executivo, Legislativo, Judiciário e Ministério Público Balanço Financeiro por Poder; Consolidado, Executivo, Legislativo, Judiciário e Ministério Público Balanço Patrimonial por Poder; Consolidado, Executivo, Legislativo, Judiciário e Ministério Público Demonstrativo das Variações Patrimoniais por Poder; Consolidado, Executivo, Legislativo, Judiciário e Ministério Público Demonstrativo dos Créditos Autorizados e Adicionais por Poder; Consolidado, Executivo, Legislativo, Judiciário e Ministério Público Comparativo da Despesa Autorizada com a Realizada por Poder; Consolidado, Executivo, Legislativo, Judiciário e Ministério Público. Anexo nº
16 INTRODUÇÃO CÍRIO Realizado em Belém do Pará há mais de dois séculos, o Círio de Nazaré é uma das maiores e mais belas procissões católicas do Brasil e do mundo. São quase dois milhões de pessoas, percorrendo 3,6 quilômetros até a Praça Santuário, em frente à Basílica. O termo Círio tem origem na palavra latina cereus (de cera), que significa vela grande de cera. A Lei Estadual nº 4.371, de 15 de dezembro de 1971, proclamou a Virgem de Nazaré, Padroeira do Pará e Rainha da Amazônia, merecedora de honras de Chefe de Estado. E desde 1992, a Basílica Santuário é tombada pelo Patrimônio Histórico do Estado, por sua importância histórica, religiosa, cultural e artística. Por atrair milhares de pessoas, o Círio é considerado Patrimônio Cultural da Natureza Imaterial pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN). 15
17 INTRODUÇÃO 1. O Estado do Pará A prestação de contas referente ao terceiro ano de gestão da Governadora Ana Júlia Carepa é apresentada na forma do Balanço Geral do Estado, onde estão sintetizadas as principais informações do Estado do Pará referentes à execução orçamentária, financeira, patrimonial e contábil. Antes da realização da leitura e análise deste documento, é importante proporcionar uma visão global do Estado, em relação às questões de ordem geográfica, populacional, econômica, e de fatos históricos, para compreensão da grandeza dos números aqui apresentados. A origem do nome Pará é tupi-guarani, significando rio-mar. Era como os índios denominavam o braço direito do rio Amazonas, engrossado com as águas do rio Tocantins, que o torna tão vasto a ponto de não se poder ver a outra margem, mais parecendo um mar do que um rio. Ao chegarem à região, os portugueses deram primeiramente o nome de Feliz Lusitânia a terra, que foi depois substituído pelo de Grão-Pará (grande rio), para finalmente, se tornar apenas Pará. GEOGRAFIA Área Absoluta: ,70 km² (2000). Relevo: planície amazônica, depressões e pequenos planaltos. Ponto mais Elevado: serra do Acari (906 m). Rios Principais: Amazonas, Tapajós, Xingu, Jarí, Tocantins, Pará. Vegetação: mangues no litoral, campos na ilha de Marajó, cerrado a sul e floresta Amazônica. Clima: equatorial. Número de Municípios: 143 (2008). Municípios mais Populosos: Belém ( ), Ananindeua ( ), Santarém ( ), Marabá ( ), Castanhal ( ), Parauapebas ( ), Abaetetuba ( ), Itaituba ( ), Cametá ( ), Bragança ( ), Breves ( ), Marituba ( ) Fronteiras: Norte = Suriname e Amapá; Nordeste = Oceano Atlântico; Leste = Maranhão; Sul = Mato Grosso; Oeste = Amazonas; Noroeste = Roraima e Guiana; Sudeste = Tocantins; Sudoeste = Amazonas e Mato Grosso. Hora Local: a mesma. Habitante: paraense. POPULAÇÃO (2009). Densidade: 5,98 hab/ km² (2009). Crescimento Demográfico: 2,3% ao ano ( ). População Urbana: 70,1% (2007). Domicílios: (2007); Déficit Habitacional: 19,4% (2008). Acesso à Água: 49,15% (2008); Acesso à Rede de Esgoto: 62,08% (2008). IDH: 0,720 (2000). 16
18 É o segundo maior estado do país em superfície, mais de 16% do território nacional, o que representa mais de duas vezes o território da França. SAÚDE Mortalidade infantil: 18,18 por mil nascimentos ( ). Médicos (profissionais): 6,22 por 10 mil hab. (2009). Leitos Hospitalares: 2,21 por mil hab. (2009). EDUCAÇÃO Educação Infantil: matrículas (89,9% na rede pública). Ensino Fundamental: matrículas (94,0% na rede pública). Ensino Médio: matrículas (93,0% na rede pública) - todos em Ensino Superior: matrículas (50,7% na rede pública 2007). Alfabetização (15 anos ou mais): 88,14% (2008). GOVERNO Governadora: Ana Júlia Carepa (PT). Senadores: 3. Deputados Federais: 17. Deputados Estaduais: 41. Eleitores: (3,5% do eleitorado brasileiro ). Sede do Governo: Palácio dos Despachos. Rodovia Augusto Montenegro, Km 9, Belém. ECONOMIA Participação no PIB Nacional: 1,87% (2006). Composição do PIB: Agropecuário: 8,65%; Industrial: 30,99%; Serviços: 60,45% (2007). PIB Per Capita: R$ (2007). Exportação (US$ 8,3 bilhões): Minérios de ferro não aglomerados (45,7%), alumina calcinada (14,06%), alumínio não ligado (8,54%), outros minérios de cobre (5,55%), Outros Bovinos vivos (4,91%). Importação (US$ 795 milhões): hidróxido de sódio (23,11%), coque de petróleo calcinado (7,05%), dumpers p/ transporte de mercadorias (6,62%), outras escavadoras com capacidade de carga >=19M3 (4,33%), hulha betuminosa não aglomerada (4,06%) ENERGIA ELÉTRICA Consumo: Gwh (2008); Consumidores: (2008). TELECOMUNICAÇÕES Domicílios com Telefonia Fixa e/ou Celular: 70,79 % (2008). CAPITAL Belém. Habitante: belenense. População: (2009). Veículos: (2008). Jornais Diários: 3 (2006). Prefeito: Duciomar Gomes da Costa (PTB). Nº de vereadores: 35 (2009). Data de fundação: 12/1/1616. Catedral Metropolitana de Belém Catedral da Sé (largo da Sé) Construída em 1748 a menos de 300 metros do Forte do Presépio. FATOS HISTÓRICOS - O Pará começa a ser efetivamente colonizado com a fundação do Forte do Presépio no século XVII, em 1616, na baía de Guajará, junto à ilha de Marajó. Do forte nasce à cidade de Belém, sede da capitania do Grão-Pará. 1 Dados preliminares 17
19 A região desenvolve-se voltada para a exploração dos produtos do sertão, como madeira, resinas, ervas, condimentos e frutos, com a utilização do trabalho indígena. Logo após o Tratado de Madri, de 1750, que dá a Portugal direito de posse sobre vasta área até então pertencente à Espanha, começam a ser construídas fortalezas em pontos da fronteira. Com o objetivo de dinamizar a economia regional e estimular as atividades agrícolas para além do extrativismo, funda-se a Companhia Geral do Comércio do Grão-Pará e Maranhão em Cabanos invadindo e ocupando a cidade de Belém (1835) Cabanagem Foi uma revolta popular que aconteceu entre os anos de 1835 e 1840 na província do Grão-Pará. Recebeu este nome, pois grande parte dos revoltosos era formada por pessoas pobres que moravam em cabanas nas beiras dos rios da região. O objetivo principal era conquistar a independência da província, para obter melhores condições de vida e maior participação nas decisões administrativas e políticas. Esta situação de revolta foi provocada pelas condições inadequadas de vida e o sentimento de abandono deixado pelo governo regencial (central) em relação aos ribeirinhos, índios, negros e mestiços, denominados cabanos. Após cinco anos de sangrentos combates, o governo regencial conseguiu reprimir a revolta. Em 1840, muitos cabanos tinham sido presos ou mortos em combates. A revolta terminou sem que os cabanos conseguissem atingir seus objetivos. Ciclo de Desenvolvimento Sócio-Econômico - A região só volta a atrair a atenção do governo central na segunda metade do século XIX, com a intensificação da extração da borracha. Pará e Amazonas recebem investimentos que atraem migrantes nordestinos. Como principais centros exportadores, Belém e Manaus modernizam-se e estabelecem relações comerciais com a Europa e os EUA. No entanto, com o declínio do extrativismo nas décadas de 10 e 20, o Pará e toda a Amazônia empobrecem. No final dos anos 50, a abertura da rodovia Belém-Brasília inaugura a política de interiorização do desenvolvimento do governo federal. Nos anos 60 e 70, a Superintendência do Desenvolvimento da Amazônia - SUDAM leva à Amazônia Legal incentivos para que grandes empresas invistam em agropecuária, extração de minerais e madeira. O governo aplica recursos em estradas, comunicações e usinas hidrelétricas. Nos anos 80, o garimpo de serra Pelada reúne milhares de pessoas em busca do ouro, mas as reservas se esgotam pela exploração descontrolada. Segundo maior estado brasileiro em área, atrás apenas do Amazonas, o Pará abriga a maioria da população da Região Norte: 48% do total. O Pará guarda tradições dos colonizadores portugueses, como a devoção a Nossa Senhora de Nazaré. No segundo domingo de outubro, a capital, Belém, recebe cerca de 1,5 milhão de pessoas para a procissão do Círio de Nazaré, a mais importante festa religiosa do estado. A influência indígena encontrase presente nos desenhos geométricos da cerâmica marajoara, feito em vermelho e preto. 18
20 A castanha-do-pará sempre foi, ao lado da borracha, um de seus principais produtos extrativistas. Nos últimos anos, porém, perde em importância para o abacaxi, cultivado em Redenção, Conceição do Araguaia e Floresta do Araguaia. Com um processamento de 22 mil toneladas de polpa de abacaxi por ano e uma colheita de 231 mil frutos em 1999, o Pará é o segundo maior produtor do país, depois de Minas Gerais. Outra fruta que se destaca na economia estadual é o açaí. Consumido em larga escala pelos habitantes da Região Norte, começa a ser apreciado também no Sul e no Sudeste e suas vendas triplicam entre 1995 e Na pecuária, o estado destaca-se como o principal criador de búfalos do país, concentrados na ilha de Marajó, a maior do tipo fluviomarinho do mundo. ECONOMIA - A economia do Pará baseia-se no extrativismo mineral (ferro, bauxita, manganês, calcário, ouro, estanho) e vegetal (madeira), na agricultura, na pecuária, na indústria e no turismo. A mineração é atividade preponderante na região sudeste do Estado, sendo Parauapebas a principal cidade produtora. A atividade pecuária - com um rebanho calculado em mais de 14 milhões de cabeças de bovinos está mais presente no sudeste; já a agricultura é mais intensa no nordeste. O Pará é o maior produtor de pimenta-do-reino do Brasil e está entre os primeiros na produção de coco da Bahia e banana. São Félix do Xingu é o município com maior produção de banana do País. A indústria concentra-se mais na região metropolitana de Belém, encabeçada pelos distritos industriais de Icoaraci e Ananindeua, e nos municípios de Marabá e Barcarena. Pela característica natural da região, destaca-se também como forte ramo da economia a indústria madeireira. RIQUEZA MINERAL O Pará é um dos estados brasileiros mais ricos em recursos minerais. De acordo com o Sumário Mineral do Pará estão em terras paraenses 80% das reservas nacionais de bauxita, 77% das de cobre, 43% das de caulim, 36% das de manganês e 14,8% das de ouro. O estado é ainda o maior produtor de minério de ferro do país, depois de Minas Gerais, conforme dados do Ministério das Minas e Energia. Extraído da serra do Carajás, o minério é explorado pela Companhia do Vale do Rio Doce. A empresa também retira ouro de serra Leste, uma das maiores jazidas do mundo, descoberta em A Mineração Rio do Norte é a maior produtora individual de bauxita do mundo, ultrapassando 10 milhões de toneladas. As jazidas em território paraense do mineral, do qual se obtém o alumínio metálico, são as terceiras do mundo. É essa também a posição do caulim, argila que tem seu uso mais nobre no revestimento de papéis especiais, onde o Pará alcança a terceira colocação mundial em produção - 3 milhões de toneladas anuais - algumas vezes mais do que todo o consumo nacional. MEIO AMBIENTE - O Pará abriga uma incalculável variedade de fauna e flora, e detém um potencial científico e econômico sem paralelo. Localizado na Amazônia oriental, o Estado está situado no maior corredor de florestas protegidas do mundo, com mais de 717 mil km² (cerca de 71 milhões de hectares) divididos em áreas de proteção integral, de uso sustentável e terras indígenas. Ao todo, as reservas contabilizam mais de 57% do território do Estado. Aliás, muitas espécies, animais e vegetais, que vivem nessas áreas sequer são conhecidas pela Ciência. As reservas foram criadas para conservar a riqueza genética da floresta tropical, importantes fontes de renda para as populações carentes amazônicas. 19
21 Segundo projeções do Plano Anual de Outorga Florestal (PAOF) feita para toda a Amazônia, cerca de 13 milhões de hectares (3% de toda a Amazônia brasileira) serão transformados em unidades de manejo para concessão pública nos próximos 10 anos. Estimativas iniciais prevêem uma receita anual direta de R$ 187 milhões anuais e arrecadação de impostos na cadeia produtiva de R$ 1,9 bilhões anuais. CULTURA - Texturas, cores, materiais e formatos variados compõem a rica e diversificada cultura do Pará. O artesanato é marcado por peças inspiradas nas milenares civilizações indígenas e jóias produzidas com matérias primas encontradas na própria natureza que reproduzem não só a criatividade dos artesãos, mas um pouco do que é o Pará. Além do artesanato e das jóias, o Estado é palco da leveza e sensualidade de danças típicas como o carimbó e o lundu. Passos marcados por músicas onde o falar paraense dá o tom e registra a identidade do povo. Para completar o seu conjunto cultural, o Pará eterniza personagens de lendas amazônicas como o Uirapuru e o Boto, por meio de apresentações culturais que se replicam em vários cantos do Estado. BIBLIOGRAFIA - Algumas idéias, informações e ilustrações contidas no desenvolvimento dos textos deste item foram extraídas com base nas seguintes fontes bibliográficas: a) FURTADO, Celso. Formação Econômica do Brasil. Rio de Janeiro: Fundo de Cultura, b) SANTOS, Roberto. História Econômica da Amazônia ( ). São Paulo: T.A. Queirós, c) Endereços eletrônicos na Internet: portalbrasil.net; ruporede.com.br; 2. Prestação de Contas Anual - Considerações Iniciais Depois desta breve exposição sobre as peculiaridades e aspectos geográficos, populacionais, sociais e econômicos do Estado do Pará, passamos a apresentar a composição deste documento e sua finalidade. A - SEFA ao elaborar a Prestação de Contas do Governo do Estado do Pará, referente ao exercício de 2009, de responsabilidade da Excelentíssima Senhora Governadora Ana Júlia Carepa, cumpre o disposto no inciso XIX do art. 135 da Constituição Estadual, que estabelece as atribuições privativas da Governadora do Estado quanto à prestação anual de contas à Assembléia Legislativa, devendo, preliminarmente ser encaminhada ao Tribunal de Contas do Estado para exame e parecer prévio. Esta exigência, também, consta na Lei Complementar nº 101, de 4 de maio de 2000 LRF, no capítulo IX, na seção V. Os relatórios contábeis e de gestão fiscal, que integram o Balanço Geral do Estado, foram elaborados com base nos critérios e princípios constantes nas Leis Federais nº 4.320/64, nº 6.404/76 (com alterações introduzidas pela Lei /2007 e Lei nº /2009), Lei Complementar 101/2000 e outras matérias legais, que norteiam quanto à sua forma, conteúdo e abrangência. No seu conteúdo, retrata a execução orçamentária, financeira e patrimonial do Estado. Na sua abrangência, engloba os órgãos e entidades da Administração Direta, Autarquias, Fundações, Fundos e Empresas Estatais que compõem os Orçamentos Fiscal, Seguridade Social e de Investimentos. O Balanço Geral tem por finalidade demonstrar os resultados alcançados pelo Governo do Estado, em função das ações governamentais desenvolvidas durante o exercício de 2009, 20
22 tomando-se por base as informações contábeis. Essas informações são extraídas do Sistema Integrado de Administração Financeira para os Estados e Municípios SIAFEM / PA, que é a principal fonte de dados utilizados na organização da prestação de contas, cuja função é registrar tempestivamente todos os atos e fatos ocorridos no âmbito da administração pública estadual. Tal sistema é gerido pela SEFA, por meio da Diretoria de Gestão Contábil e Fiscal - DICONF, com suporte técnico, na área de tecnologia da informação, realizado pela Empresa de Processamento de Dados do Estado do Pará PRODEPA. Em atendimento aos ditames da Lei de Responsabilidade Fiscal LRF e seguindo o pressuposto da transparência na gestão pública, este documento, buscou a simplificação dos textos, tabelas e gráficos, com a finalidade de oferecer melhor entendimento sobre a matéria, ou seja, emprega todos os meios necessários para tornar a leitura acessível, clara e transparente, linguagem simples e didática, bem como a divulgação por meio eletrônico de acesso público atendendo ao preceito da ampla publicidade, conforme disposto nos artigos 48 e 49 da LRF. 3. Apresentação e Composição da Documentação O Balanço Geral do Estado BGE constitui-se na prestação de contas das ações governamentais, desenvolvidas a cada exercício financeiro pelos diversos órgãos e entidades da Administração Pública, representando os Poderes do Estado e objetiva cumprir o inciso XIX do art. 135 da Constituição Estadual, é composto de 2 (dois) volumes e 4 (quatro) módulos, sendo que na sua estruturação estão contidos os seguintes elementos: VOLUME I INTRODUÇÃO Aborda, inicialmente, as peculiaridades e os aspectos históricos, geográficos, sociais e econômicos do Estado do Pará; as considerações iniciais referentes ao encaminhamento das Contas do Governo referente ao exercício de 2009; a estrutura organizacional; notas explicativas; informações gerais; e os aspectos considerados relevantes. 1. SÍNTESE: o Relatório do Mapa da Exclusão Social Consiste num diagnóstico da exclusão social no Estado, utilizando-se, para isso, alguns indicadores sociais em atendimento a Lei nº 6.836, de 13 de fevereiro de o Relatório Técnico Contábil Neste relatório constam às explicações e análises do orçamento e suas alterações, da execução orçamentária, financeira e patrimonial, dos exames e análises concernentes aos resultados fiscais com base na Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF), avaliação fiscal com base no Programa de Ajuste Fiscal (PAF) da Secretaria do Tesouro Nacional, dos indicadores de gestão, e das entidades que estão fora dos Orçamentos Fiscal e da Seguridade Social. o Relatório de Controle Interno - Nele consta o relatório das atividades executadas pela Auditoria Geral do Estado, que é o órgão responsável pelo Sistema de Controle Interno do Estado; e as providências adotadas em relação às recomendações do TCE quanto às contas de BALANÇOS E DEMONSTRATIVOS (Leis Federais nº 4.320/64 e nº 6.404/76 alterada pela Lei nº /07 e Lei nº /2009) - Compreende os balanços, demonstrativos e comparativos, consolidados e por entidade, da Administração 21
23 Direta, Fundos, Autarquias, Fundações, Empresas Públicas e Sociedade de Economia Mista Dependentes, em atendimento aos dispositivos exigidos nas Leis Federais 4.320, VOLUME II 3. ANEXOS DA LEI FEDERAL Nº 4.320/64 (Demonstrativos e Comparativos da Execução dos Orçamentos Fiscal e da Seguridade Social) É composto de anexos exigidos pela Lei 4.320, são apresentados na forma de demonstrativos e comparativos. 4. ANEXOS COMPLEMENTARES POR PODERES (para atender o art. 56 da Lei Complementar nº 101, de 4 de maio de 2000) - Abrange demonstrativos consolidados por Poderes: Executivo, Legislativo, Judiciário e Ministério Público com a finalidade de atender a LRF. Os resultados gerais do exercício financeiro estão demonstrados nos Balanços Orçamentário, Financeiro, Patrimonial e na Demonstração das Variações Patrimoniais, exigidos pela Lei nº 4.320/64. As Demonstrações Contábeis que compõem o BGE foram elaboradas conforme as disposições da Lei nº 4.320, e da Lei nº (alterada pela Lei /07 e Lei nº /2009), no caso das Empresas Públicas e Sociedades de Economia Mista, cujas análises e comentários constam do presente relatório. Outras demonstrações contábeis julgadas relevantes foram inseridas neste BGE, com a finalidade de evidenciar com transparência as atividades do Setor Público Estadual e atender maior número de usuários das informações governamentais. Tais demonstrações refletem a utilização dos recursos consignados nos Orçamentos Fiscal e da Seguridade Social, a favor dos Órgãos, das Entidades da Administração Indireta, representadas pelas Autarquias, Fundações, Empresas Públicas e Sociedades de Economia Mista e das Entidades instituídas com recursos de destinação especifica denominado de Fundos. Os Anexos, Demonstrativos e Comparativos são identificados pelos códigos e denominações próprias de cada Órgão ou Entidade. As Sociedades de Economia Mista, que não compõem a Lei Orçamentária, recebem recursos do estado através da rubrica aumento de capital de empresas. A seguir, enumeram-se os critérios que nortearam a elaboração das Demonstrações Contábeis: a) As demonstrações contidas nos anexos são apresentadas individualmente por Tipo de Administração e Poderes, no menor nível de agregação representado por Unidade Gestora, incluindo os valores com destinações específicas e aqueles recebidos por transferências; b) As demonstrações das Sociedades de Economia Mista Dependentes e Empresas Públicas, contempladas na Lei Orçamentária, estão inseridas nos Volumes I e II; c) A participação societária do Estado nas Sociedades de Economia Mista, não contempladas na Lei Orçamentária, está inserida no Volume I, módulos 1 e 2. Para efeito de interpretação das Demonstrações Contábeis, considera-se Órgão o conjunto de parcelas do patrimônio geridas dentro do universo público, sujeitas à tomada ou prestação de contas, nos termos do Princípio Contábil da Entidade estabelecido na 22
24 Resolução nº 750, de 29/12/93, do Conselho Federal de Contabilidade. A Gestão Orçamento Fiscal e da Seguridade Social é a parcela do patrimônio público gerida pela Administração Direta (representada pelos Poderes Legislativo, Executivo, Judiciário e Ministério Público), pela Administração Indireta (Autarquia, Fundações, Empresas Públicas e Sociedades de Economia Mista) e pelos Fundos Especiais. 4. Estrutura Organizacional A SEFA/DICONF, por meio das Células de Contabilidade - CCONT, do Sistema Integrado de Administração Financeira Estadual - CSFE e Fiscal CFIS coordena e acompanha as execuções orçamentárias, financeiras, contábeis e patrimoniais de 40 (quarenta) órgãos integrantes da Administração Direta, incluindo todos os Poderes e o Ministério Público, 7 (sete) Fundos, 19 (dezenove) Autarquias, 10 (dez) Fundações, 3 (três) Empresas Públicas e 5 (cinco) Sociedades de Economia Mista Dependentes, perfazendo um total de 84 (oitenta e quatro) órgãos em atividade no Governo do Estado do Pará. Além dos 84 (oitenta e quatro) órgãos que compõem os Orçamentos Fiscal e da Seguridade Social, integram o Balanço Geral, 3 (três) Sociedades de Economia Mista não Dependentes. No exercício financeiro de 2009, a Companhia de Desenvolvimento Industrial do Pará CDI, por decisão da Assembléia Geral Extraordinária, deliberou pela continuidade deste órgão, tomando medidas legais para cessação do estado de liquidação. A Empresa de Navegação da Amazônia - ENASA, por sua vez, continua em de processo de liquidação e extinção, conforme Processo de Protocolo JUCEPA nº 09/ da Ata da Assembléia Geral Extraordinária, realizada em 22/01/2009. Demonstramos a seguir, relação da estrutura organizacional do Governo do Estado do Pará, por tipo de administração e poderes, evidenciando sua natureza jurídica, e indicando as entidades em situação de liquidação ou extinção. DESCRIÇÃO PODER NATUREZA JURIDÍDICA ORGÃOS DA ADMINISTRAÇÃO DIRETA Assembléia Legislativa do Estado do Pará ALEPA Poder Legislativo Consultoria Geral do Estado CGE Poder Executivo Coordenadoria de Cooperação Internacional para Desenvolvimento Sustentável - CIDS Poder Executivo Corpo de Bombeiros Militar - CBM/ PA Poder Executivo Defensoria Pública do Estado DP Poder Executivo Fundo de Assistência Social dos Servidores Militares FASSM Poder Executivo Fundo Fundo de Desenvolvimento Econômico do Estado - FDE Poder Executivo Fundo Fundo de Investimento de Segurança Pública - FISP Poder Executivo Fundo Fundo de Saúde dos Servidores Militares FSSM Poder Executivo Fundo 23
25 24 DESCRIÇÃO PODER NATUREZA JURIDÍDICA Fundo Estadual de Assistência Social FEAS Poder Executivo Fundo Fundo Estadual de Habitação de Interesse Social FEHIS Poder Executivo Fundo Fundo Estadual de Saúde FES Poder Executivo Fundo Gabinete do Governador - GAB. GOV. Poder Executivo Gabinete do Vice-Governador - GAB VICE Poder Executivo Justiça Militar do Estado JME Poder Judiciário Ministério Público - M.P. Ministério Público Ministério Público de Contas do Estado do Pará - MPC/PA Poder Legislativo Ministério Público junto ao Tribunal de Contas dos Municípios - MP TCM Poder Legislativo Núcleo de Gerenciamento do Pará Rural NGPR Poder Executivo Polícia Civil do Estado do Pará - POLICIA CIVIL Poder Executivo Polícia Militar do Estado do Pará - PM /PA Poder Executivo Procuradoria Geral do Estado PGE Poder Executivo Secretaria de Estado de Desenvolvimento, Ciência e Tecnologia - SEDECT Poder Executivo SEFA Poder Executivo Secretaria de Estado de Administração SEAD Poder Executivo Secretaria de Estado da Agricultura SAGRI Poder Executivo Secretaria de Estado de Assistência e Desenvolvimento Social - SEDES Poder Executivo Secretaria de Estado de Comunicação SECOM Poder Executivo Secretaria de Estado da Cultura SECULT Poder Executivo Secretaria de Estado de Desenvolvimento Urbano e Regional - SEDURB Poder Executivo Secretaria de Estado de Educação SEDUC Poder Executivo Secretaria de Estado de Esporte e Lazer SEEL Poder Executivo Secretaria de Estado de Governo SEGOV Poder Executivo Secretaria de Estado de Integração Regional - SEIR Poder Executivo Secretaria de Estado de Justiça e Direitos Humanos - SEJUDH Poder Executivo Secretaria de Estado de Meio Ambiente SEMA Poder Executivo Secretaria de Estado de Obras Públicas SEOP Poder Executivo Secretaria de Estado de Pesca e Aqüicultura - SEPAQ Poder Executivo Secretaria de Estado de Planejamento, Orçamento e Finanças - SEPOF Poder Executivo Secretaria de Estado de Projetos Estratégicos SEPE Poder Executivo Secretaria de Estado de Saúde Pública SESPA Poder Executivo Secretaria de Estado de Segurança Pública SEGUP Poder Executivo
26 25 DESCRIÇÃO PODER NATUREZA JURIDÍDICA Secretaria de Estado de Trabalho, Emprego e Renda - SETER Poder Executivo Secretaria de Estado de Transporte - SETRAN Poder Executivo Tribunal de Contas do Estado TCE Poder Legislativo Tribunal de Contas dos Municípios TCM Poder Legislativo Tribunal de Justiça do Estado TJE Poder Judiciário ORGÃOS DA ADMINISTRAÇÃO INDIRETA Ação Integrada ao Palácio do Governo - ASIPAG Poder Executivo Autarquia Agência de Defesa Agropecuária do Estado do Pará - ADEPARA Poder Executivo Autarquia Agência Estadual de Regulação e Controle de Serviços Públicos ARCON-PA Poder Executivo Autarquia Centrais de Abastecimento do Pará CEASA Poder Executivo Soc. Econ. Mista Dep. Centro de Hemoterapia e Hematologia do Pará - HEMOPA Poder Executivo Fundação Centro de Perícias Científicas Renato Chaves - CPC Poder Executivo Autarquia Companhia de Desenvolvimento Industrial do Pará CDI Poder Executivo Soc. Econ. Mista Dep. Companhia de Habitação do Estado do Pará - COHAB Poder Executivo Soc. Econ. Mista Dep. Companhia de Portos e Hidrovias do Estado do Pará CPH Poder Executivo Empresa Pública Companhia Paraense de Turismo PARATUR Poder Executivo Soc. Econ. Mista Dep. Departamento de Trânsito do Estado do Pará - DETRAN Poder Executivo Autarquia Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural - EMATER Poder Executivo Empresa Pública Empresa de Navegação da Amazônia ENASA (Em Liquidação) Poder Executivo Soc. Econ. Mista Dep. Escola de Governo do Estado do Pará - E G PA Poder Executivo Autarquia Fundação Carlos Gomes FCG Poder Executivo Fundação Fundação Cultural do Pará Tancredo Neves FCPTN Poder Executivo Fundação Fundação Curro Velho FCV Poder Executivo Fundação Fundação da Criança e do Adolescente do Pará - FUNCAP Poder Executivo Fundação Fundação de Amparo a Pesquisa do Estado do Pará - FAPESPA Poder Executivo Fundação Fundação de Telecomunicações do Pará - FUNTELPA Poder Executivo Fundação Fundação Pública Estadual Hospital de Clinicas Gaspar Viana - FHCGV Poder Executivo Fundação Fundação Santa Casa de Misericórdia do Pará - FUND. STA CASA MISER Poder Executivo Fundação Hospital Ophir Loyola HOL Poder Executivo Autarquia Imprensa Oficial do Estado IOE Poder Executivo Autarquia Instituto de Artes do Pará - I A P Poder Executivo Fundação Instituto de Assistência dos Servidores do Estado do Pará - IPASEP Poder Executivo Autarquia Instituto de Desenvolvimento Econômico e Social e Ambiental do Pará Poder Executivo Autarquia
27 DESCRIÇÃO PODER NATUREZA JURIDÍDICA Instituto Estadual de Desenvolvimento Florestal do Estado do Pará - IDEFLOR Poder Executivo Autarquia Instituto de Gestão Previdenciária do Estado do Pará - IGEPREV Poder Executivo Autarquia Instituto de Metrologia do Pará - IMEP Poder Executivo Autarquia Instituto de Previdência da Assembléia Legislativa IPALEP Poder Executivo Autarquia Instituto de Terras do Pará - ITERPA Poder Executivo Autarquia Junta Comercial do Estado do Pará - JUCEPA Poder Executivo Autarquia Loteria do Estado do Pará LOTERPA Poder Executivo Autarquia Processamento de Dados do Estado do Pará - PRODEPA Poder Executivo Empresa Pública Superintendência do Sistema Penitenciário do Estado do Pará - SUSIPE Poder Executivo Autarquia Universidade do Estado do Pará - UEPA Poder Executivo Autarquia EMPRESAS PÚBLICAS E SOCIEDADES DE ECONOMIA MISTA NÃO DEPENDENTES Banco do Estado do Pará BANPARÁ Soc. Econ. Mista não Dep. Companhia de Gás do Pará GÁS DO PARÁ Soc. Econ. Mista não Dep. Companhia de Saneamento do Estado do Pará COSANPA Soc. Econ. Mista não Dep. FONTE: SEFA / DICONF / SIAFEM 5. Notas Explicativas As notas explicativas constituem-se em peça importante no que diz respeito à transparência das informações, dos resultados e da situação econômico-financeira de uma instituição. Representam um detalhamento do Balanço e devem ser lidas em conjunto com esse documento. Esclarecem pontos que o Balanço não consegue ou não alcança. Na execução dos atos e fatos de ordem orçamentária, financeira, patrimonial e contábil do exercício financeiro de 2009, do Governo do Estado do Pará, merecem destaque e comentários, por sua relevância, as seguintes notas explicativas a seguir relacionadas. 1) Da Prestação de Contas Anual a ALEPA e ao TCE - Em cumprimento ao disposto no inciso XIX do art. 135 da Constituição Estadual, da Lei Estadual nº (LDO), de 05 de agosto de 2008, e da Lei Estadual nº (LOA), de 31 de dezembro de 2008, temos a satisfação de apresentar a Prestação de Contas da Excelentíssima Senhora Governadora do Estado do Pará. 2) Dos Aspectos Legais da Prestação de Contas - Os relatórios contábeis e de gestão fiscal foram elaborados com base nos critérios e princípios constantes nas Leis Federais nº 4.320/64, nº 6.404/76 (alterada pela Lei /07 e Lei nº /2009), e lei Complementar Federal nº 101/2000, que norteiam quanto à sua forma, conteúdo e abrangência. No seu conteúdo, retrata a situação orçamentária, financeira, patrimonial e econômica do Estado, abrangem as Secretarias de Estado, 26
28 Fundos, Autarquias, Fundações, Empresas Públicas e Sociedades de Economia Mista. 3) Das Metas e Limites da LRF - Foram objeto de analise os relatórios regulamentados pela Lei Complementar nº 101/2000, Lei de responsabilidade Fiscal, que fixa limites a serem cumpridos e estabelece metas a serem alcançadas pela administração pública estadual, a exemplo das despesas com pessoal e encargos sociais e resultado primário. 4) Das Informações Obtidas no SIAFEM - As informações contidas no Balanço Geral de Estado são extraídas do Sistema Integrado de Administração Financeira para Estados e Municípios SIAFEM, o qual centraliza a execução orçamentária e financeira do Estado e cujo gerenciamento está a cargo da Secretaria de Estado da Fazenda SEFA. 5) Dos Índices de Correção Utilizados - Os dados dos relatórios estão apresentados em valores nominais, exceto nos tópicos em que foram indicados índices específicos de atualização monetária, como o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo IPCA, divulgado pelo IBGE, que serviu de base para atualização monetária dos valores referentes a exercícios anteriores a 2009, contidos nas tabelas e gráficos deste relatório. 6) Dos Conceitos, Definições, Regras e Procedimentos - A SEFA/DICONF, na qualidade de gestora do sistema de contabilidade estadual, busca seguir, de forma permanente, a padronização dos conceitos, definições, regras e procedimentos contábeis, estabelecidos pela Secretaria do Tesouro Nacional STN, visando atender ao disposto no parágrafo 2º, do artigo 50 da LRF. Com isso, adotamos o Plano de Contas da Administração Pública Federal como base para a realização de alterações, inclusões ou exclusões de contas contábeis no Plano de Contas da Administração Pública Estadual. Também, procuramos atender a todas as portarias expedidas pela STN, no que se refere à harmonização das classificações da receita e despesa públicas. 7) Dos Regimes Contábeis Adotados para a Execução das Receitas e Despesas - Para a contabilização da execução dos Orçamentos Fiscal e da Seguridade Social são utilizados os regimes de caixa para a execução das receitas e o de competência para as despesas, em conformidade com o art. 35 da Lei nº 4.320/64, de forma integrada com os princípios contábeis estabelecidos pela Resolução nº 750, de 20/08/1993, do Conselho Federal de Contabilidade. 8) Dos Empenhos não Liquidados no Final do Exercício Financeiro Neste exercício financeiro não houve a ocorrência de RESTOS A PAGAR NÃO PROCESSADOS, ou seja, não tivemos a ocorrência de despesas orçamentárias empenhadas e não liquidadas. 27
29 9) Dos Restos a Pagar Processados Os Restos a Pagar Processados correspondem aos saldos credores das Obrigações Financeiras, tais como Pessoal e Encargos Sociais, Fornecedores e outros, e estão demonstrados nos Balanços Financeiro e Patrimonial dos Orçamentos Fiscal e da Seguridade Social. 10) Dos Recursos do FUNDEB O valor das receitas correntes é impactado pelo FUNDEB. A partir da emissão da Portaria STN nº 328, de 27 de agosto de 2001, passou a ser registrado como receita redutora (código ). Em decorrência disso, a receita corrente passou a ser expressa de duas formas em valor bruto e em valor líquido das contribuições ao FUNDEB. Com o advento da Portaria STN nº 48, de 31 de janeiro de 2007, foram agregadas como fontes do FUNDEB, além do ICMS, FPE, IPI e Desoneração do ICMS (LC nº 87/1996 Lei Kandir), o ITCD e o IPVA. Procedimentos adotados em conformidade com a Lei nº de 20 de junho de 2007 que regulamenta o FUNDEB no âmbito dos Estados e Distrito Federal. 11) Da Avaliação dos créditos em Circulação - Os direitos referentes a Créditos em Circulação foram avaliados pelo valor de realização. 12) Da Avaliação dos Bens, Valores em Circulação e Realizáveis - Os Bens e Valores em Circulação e os Valores Realizáveis à Longo Prazo, foram avaliados pelo valor de realização. 13) Da Dívida Ativa Estadual A Dívida Ativa do Estado está avaliada pelo valor de recebimento, corrigido até dezembro de 2009, com base em demonstrativo fornecido pela - SEFA, por meio da Diretoria de Arrecadação e Informações Fazendárias (DAIF), estando registrada no SIAFEM na Unidade Gestora Financeira (170103). Os valores contabilizados são registrados pelo valor corrente para a inscrição, cancelamento, recebimento e os ajustes correspondentes, e seus saldos estão computados até dezembro de Os registros contábeis, no SIAFEM, guardam fidedignidade quanto às informações constantes do Demonstrativo da SEFA até o mês de dezembro. 14) Da Avaliação dos Investimentos Os Investimentos em Empresas Controladas pelo Estado, ou seja, em Empresas Públicas e Sociedades de Economia Mista, são avaliados pelo método da Equivalência Patrimonial. Para o cálculo foram utilizados os Balanços Patrimoniais referentes ao exercício de 2009 e Quadro da Participação Acionária encaminhados pelas entidades. Os outros investimentos estão avaliados pelo custo de aquisição e atualizados no encerramento do exercício com base nas documentações informadas pelas empresas. 28
30 15) Dos Estoques - O inventário dos estoques está demonstrado pelo preço de aquisição dos materiais permanentes e os materiais de consumo, pelo preço médio ponderado das unidades compradas, em conformidade com a art. 106, III, da Lei nº 4.320/64, constantes no Sistema Integrado de Matérias e Serviços SIMAS, cujo gestor é a Secretaria de Estado de Administração SEAD. 16) Dos Bens Móveis e Imóveis Os valores dos bens móveis e imóveis foram registrados pelos valores nominais atribuídos por ocasião de suas respectivas aquisições ou pelo custo de produção ou de construção, conforme preceitua o artigo 106, II, da Lei nº 4.320/64. Os bens do imobilizado das Empresas Públicas e Sociedades de Economia Mista, que integram a lei orçamentária Estadual, são demonstrados pelo custo de aquisição ou construção corrigido monetariamente até 31 de dezembro de 2009, deduzidos da respectiva depreciação acumulada, calculada pelo método linear às taxas e parâmetros fixados pela legislação, que levam em consideração a vida útil econômica dos bens. 17) Dos Depósitos e Obrigações em Circulação Os Depósitos e Obrigações em Circulação foram avaliados pelo valor devido em 31/12/ ) Do Registro da Dívida Fundada Interna e Externa A Dívida Fundada Interna e Externa da Administração Direta e Indireta, mantêm-se consistentes com os registros contábeis, conforme informação prestada pela Célula de Captação de Recursos e Controle da Dívida COEN, da Diretoria do Tesouro Estadual DITES da SEFA. A Dívida Externa é reconvertida para o Real (R$) na data da liberação e atualizada pelos índices contratuais, no caso do Governo do Estado do Pará é representado pelo Dólar Americano (US$). Em referência a Dívida Fundada Interna, esta é atualizada pelos seguintes índices: Taxa Referencial Acumulada (TR), Unidade Padrão de Referência (UPR), Taxa de Juros de Longo Prazo (TJLP), Índice Geral de Preços de Mercado (IGP-M), Política de Garantia de Preços Mínimos (PGPM) e Sistema Especial de Liquidação e de Custódia (SELIC). 19) Do Registro das Provisões Matemáticas Previdenciárias A base de cálculo para o registro das Provisões Matemáticas Previdenciárias é resultante da avaliação atuarial, que é elaborada pelo órgão gestor do Regime Próprio de Previdência Social RPPS, no caso do Estado do Pará é representado pelo Instituto de Gestão Previdenciária do Estado do Para IGPREV. O IGPREV realizou o registro da contabilização do passivo atuarial, com base no parecer do atuário, constituindo, complementando ou revertendo o seu saldo, conforme foi previsto na Instrução Normativa nº 0038 / 2009 SEFA, de 23 de dezembro de 2009, item
31 20) Do Registro da Inscrição dos Precatórios a Pagar A Procuradoria Geral do Estado PGE, procedeu ao registro de inscrição dos precatórios a pagar, com base no resíduo de dotação orçamentária de saldos de precatórios, não empenhados até o final do exercício financeiro de 2009, conforme foi previsto na Instrução Normativa nº 0038 / 2009 SEFA, de 23 de dezembro de 2009, item ) Das Empresas Públicas e Sociedades de Economia Mista Dependentes Essas entidades integram os Orçamentos Fiscal e da Seguridade Social, portanto, conforme o art. 31 da Portaria Conjunta SEFA / SEPOF nº 0157, de 16 de novembro de 2009, deverão obedecer as mesmas normas e prazos fixados para os órgãos da Administração Direta. No parágrafo único do art. 31 da Portaria Conjunta 0157, estabelece a obrigatoriedade de realização de conciliação e análise dos valores registrados em seus balanços elaborados conforme a Lei 6.404, com os registrados no SIAFEM em conformidade com a Lei 4.320, para que não ocorram disparidades e nem distorções entre os mesmos. 22) Do Registro da Receita e Despesa com a Contribuição Patronal do RPPS Adotamos integralmente os dispositivos constantes nas Portarias STN 688 e 338, de 14/10/2005 e 26/04/2006 respectivamente, para o registro das despesas e ingressos das receitas provenientes da contribuição patronal para o RPPS. A finalidade dos novos procedimentos é de evidenciar a dupla contagem e identificar as receitas e despesas decorrentes das operações intra-orçamentárias. Foram criadas, nas receitas, as categorias econômicas representadas pelos códigos 7 e 8. Nas despesas, foram cadastradas as modalidades de aplicação 71 e ) Da Apuração dos Limites Constitucionais e Legais Os demonstrativos dos limites constitucionais e legais foram apurados com base na despesa liquidada, tais como: Recursos Destinados às Ações e Serviços Públicos de Saúde, Manutenção e desenvolvimento do Ensino, Transferências Constitucionais aos Municípios, Despesas com Publicidade e PASEP. 24) Do Enquadramento das Empresas Estatais Dependentes - No Governo do Estado do Pará, são consideradas dependentes as estatais que se enquadram na definição do inciso III, do art. 2º da Lei Complementar nº 101/2000, quais sejam: PRODEPA, EMATER, CPH, CEASA, COHAB, CDI, PARATUR E ENASA. A inclusão das estatais nos Orçamentos Fiscal e da Seguridade Social iniciou, no Estado do Pará, a partir do exercício de 2000, tal procedimento foi respaldado com a edição da Portaria nº 589/STN, de 27 de dezembro de 2001, estas estatais passaram a realizar, a priori, suas execuções orçamentárias no SIAFEM, sem prejuízo da Lei 6.404/76 (alterada pela Lei /07 e Lei nº /2009). 30
32 25) Da situação das Empresas Estatais Dependentes CDI, ENASA e CPH A Companhia de Desenvolvimento Industrial do Pará CDI, por decisão da Assembléia Geral Extraordinária de 25/04/2008, deliberou pela continuidade deste órgão, tomando medidas legais para cessação do estado de liquidação. A Empresa de Navegação da Amazônia - ENASA, por sua vez, continua em de processo de liquidação e extinção, conforme Processo de Protocolo JUCEPA nº 09/ da Ata da Assembléia Geral Extraordinária, realizada em 22/01/2009. A Companhia de Portos e Hidrovias do Estado do Pará CPH, criada sob a forma de empresa pública, por meio da Lei Estadual nº de 17/07/2000, passou a integrar os Orçamentos Fiscal e da Seguridade Social, conforme n Lei nº (LOA / 2009). 26) Do Enquadramento dos Ministérios Públicos de Contas do Estado do Pará e junto ao Tribunal de Contas dos Municípios Ficou definido, a partir do exercício de 2009, que os dados consolidados do Ministério Público de Contas do Estado e do Ministério Público junto ao Tribunal de Contas dos Municípios, passam a integrar o Poder Legislativo do Estado, conforme dispositivos previstos na Resolução TCE Nº , de 10/12/2009, publicada no DOE nº , de 06/01/ Documentações, Procedimentos e Informações Prestadas pela SEFA/DICONF em A, determinada em sua missão institucional de possibilitar a transparência da aplicação dos recursos públicos, e, também, de divulgar para todos os órgãos integrantes da Administração Pública Estadual conceitos, definições e regras com a finalidade de harmonizar e padronizar os procedimentos contábeis, e conscientes da importância destas tarefas, disponibilizou ao longo deste exercício financeiro um conjunto de documentações, orientações e informações sobre a gestão das finanças do Estado. Relacionamos a seguir diversas documentações, orientações e informações, publicadas no Diário Oficial do Estado, incluídas na tela que dá acesso ao SIAFEM, e disponibilizadas na página da Internet desta SEFA. PORTARIA Nº 0047, DE 01 DE ABRIL DE 2009, DA SEFA DOE Nº , DE 02/04/2009 (PUBLICAÇÃO) E DOE Nº , DE 16/04/2009 (REPUBLICAÇÃO). Divulga o Relatório Resumido da Execução Orçamentária, do Governo do Estado do Pará, relativo ao bimestre janeiro/fevereiro de 2009, atendendo aos dispositivos da LRF. PORTARIA Nº 0073, DE 29 DE MAIO DE 2009, DA SEFA DOE Nº , DE 01/06/2009. Divulga o Relatório Resumido da Execução Orçamentária, do Governo do Estado do Pará, relativo ao bimestre março/abril de 2009, atendendo aos dispositivos da LRF. 31
33 PORTARIA Nº 0101, DE 21 DE JULHO DE 2009, DA SEFA DOE Nº , DE 29/07/2009. Divulga o Relatório Resumido da Execução Orçamentária, do Governo do Estado do Pará, relativo ao bimestre maio/junho de 2009, atendendo aos dispositivos da LRF. PORTARIA CONJUNTA Nº 0119, DE 19 DE AGOSTO DE 2009, DA SEFA / SEPOF DOE Nº , DE 20/08/2009. Dispõe sobre o reordenamento dos procedimentos de transferência financeira e desembolsos para atender os pagamentos com despesas efetuadas com recursos do tesouro estadual. PORTARIA Nº 0144, DE 29 DE SETEMBRO DE 2009, DA SEFA DOE Nº , DE 30/09/2009. Divulga o Relatório Resumido da Execução Orçamentária, do Governo do Estado do Pará, relativo ao bimestre julho/agosto de 2009, atendendo aos dispositivos da LRF. PORTARIA CONJUNTA Nº 0157, DE 16 DE NOVEMBRO DE 2009, DA SEFA / SEPOF DOE Nº , DE 16/11/2009. Estabelece os procedimentos e as normas a serem adotadas pelos órgãos e entidades da Administração Pública Estadual direta e indireta, para o encerramento anual da execução orçamentária, financeira, contábil e patrimonial do exercício financeiro de 2009, e dá outras providências correlatas. PORTARIA CONJUNTA Nº 0159, DE 20 DE NOVEMBRO DE 2009, DA SEFA / SEPOF / SEGOV / AGE DOE Nº , DE 23/11/2009. Constitui a comissão de avaliação de inscrição em restos a pagar e dá outras providencias. PORTARIA Nº 0161, DE 27 DE NOVEMBRO DE 2009, DA SEFA DOE Nº , DE 30/11/2009. Divulga o Relatório Resumido da Execução Orçamentária, do Governo do Estado do Pará, relativo ao bimestre setembro/outubro de 2009, atendendo aos dispositivos da LRF. PORTARIA Nº 0012, DE 29 DE JANEIRO DE 2010, DA SEFA DOE Nº , DE 01/02/2010. Divulga o Relatório Resumido da Execução Orçamentária, do Governo do Estado do Pará, relativo ao bimestre novembro/dezembro de 2009, atendendo aos dispositivos da LRF. PORTARIA Nº 0026, DE 26 DE FEVEREIRO DE 2010, DA SEFA DOE Nº , DE 01/03/2010. Divulga o Relatório de Gestão Fiscal Consolidado, do Governo do Estado do Pará, relativo ao terceiro quadrimestre de 2009, atendendo aos dispositivos da LRF. EXPOSIÇÃO DE MOTIVOS E.M. Nº 003/09/SEFA DOE Nº , DE 01/06/2009. Submete e divulga o Relatório de Gestão Fiscal do Poder Executivo Estadual, do Governo do Estado do Pará, referente ao quadrimestre janeiro a abril 2009, atendendo aos dispositivos da LRF. EXPOSIÇÃO DE MOTIVOS E.M. Nº 004/09/SEFA DOE Nº DE 30/09/2009. Submete e divulga o Relatório de Gestão Fiscal do Poder Executivo Estadual, do Governo do Estado do Pará, 32
34 referente ao quadrimestre maio a agosto de 2009, atendendo aos dispositivos da LRF. EXPOSIÇÃO DE MOTIVOS E.M. Nº 001/10/SEFA DOE Nº , DE 01/02/2010. Submete e divulga o Relatório de Gestão Fiscal do Poder Executivo Estadual, do Governo do Estado do Pará, referente ao quadrimestre setembro a dezembro de 2009, atendendo aos dispositivos da LRF. INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 0038/09 - SEFA DOE Nº , DE 23/12/2009. Define parâmetros que visam à padronização e eficiência do processo de encerramento do exercício financeiro de 2009 e a conseqüente abertura do exercício de 2010, nos órgãos que compõem os Orçamentos Fiscal e da Seguridade Social formados pela administração direta e indireta do Governo do Estado do Pará, consoante a Portaria Conjunta nº 0157, de 16/11/2009, da SEFA / SEPOF. NOTA TÉCNICA Nº 001/2009 SEFA / DICONF / DITES, DE 01/10/2009. Informações e novo roteiro contábil para utilização do cartão combustível. MANUAL PARA APLICAÇÃO DA PORTARIA CONJUNTA Nº /08/2009 TRANSAÇÕES NO SIAFEM O objetivo é facilitar e orientar os usuários do sistema quanto à aplicação dos dispositivos previstos na Portaria Conjunta nº 119. INFORMATIVO DE ABERTURA DO EXERCÍCIO DE 2009 EM TELA DE ACESSO AO SISTEMA SEFA / DICONF, DE 04/01/2009. Divulgação para conhecimento dos órgãos da Administração Pública Estadual, sobre procedimentos importantes a serem observados no início da execução orçamentária, financeira e patrimonial do exercício de DISPONIBILIZAÇÃO NA PÁGINA DA INTERNET. Disponibilização para a sociedade em geral e órgãos da Administração Pública Estadual, na página da Internet ( dos seguintes produtos: a) Balanços Gerais do Estado; b) Relatórios da LRF; c) Legislações/Documentos; d) Manual do SIAFEM; e) Plano de Contas; f) Tabela de Eventos; e g) Balancetes Gerais Consolidados. 7. Aspectos Gerais e Relevantes A contabilidade que é aplicada à Administração Pública tem como diretriz principal a Lei nº 4.320, de 17 de março de 1964, em todas as esferas de governo. Esta Lei instituiu as normas gerais de direito financeiro para a elaboração e controle dos orçamentos e balanços na contabilidade pública. No ano de 2000, entrou em vigor a Lei Complementar nº 101 Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF), que também trata de direito financeiro. A LRF não promoveu mudanças no modo de tratar a contabilidade, mas sim, na forma de extrair dados da contabilidade, possibilitando maior transparência nas contas públicas. 33
35 A contabilidade tem como objeto de estudo o patrimônio e suas variações, no entanto, na área pública, o interesse principal é na execução orçamentária, ou seja, na previsão e arrecadação da receita e na fixação e na execução da despesa. Em decorrência disso, são elaborados os seguintes instrumentos de planejamento: 1) O Plano Plurianual (PPA) que estabelece as diretrizes para o quadriênio, iniciando-se um exercício após o início do mandato. No Estado do Pará foi instituído pela Lei nº 7.077, de 28/12/2007, que dispõe o Plano Plurianual para o período ; 2) A Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) que direciona a elaboração dos orçamentos anuais, definindo prioridades e metas da Administração Pública, incluindo as despesas de capital para o exercício subseqüente e as alterações tributárias, bem como estabelece a política de aplicação das agências financeiras oficiais de fomento. No exercício de 2009, para o Governo do Estado do Pará, a LDO foi aprovada pela Lei nº 7.193, de 05/08/2008; e 3) A Lei Orçamentária Anual (LOA) que representa a materialização do planejado no PPA, obedecendo as diretrizes da LDO. É na LOA onde são estimadas as receitas e fixadas às despesas. Para o exercício de 2009, a LOA foi aprovada por meio da Lei nº de 31/12/2008. A execução dessas três leis, assim como os demais atos e fatos de gestão fiscal do Estado, recebem tratamento contábil, com a finalidade de subsidiar o processo de tomada de decisão, bem como de apresentar, ao término do exercício, o Balanço Geral do Estado, com vistas à prestação de contas à sociedade da aplicação dos recursos públicos. O Balanço Geral do Estado se constitui na prestação de contas que a Governadora deve, por força de disposições constitucionais, apresentar ao Poder Legislativo, por intermédio do Tribunal de Contas do Estado. A prestação de contas foi elaborada segundo os preceitos constitucionais e de conformidade com a legislação vigente no Brasil em relação às práticas contábeis. Depois dessas considerações gerais em torno do conteúdo do balanço geral e das normas gerais de direito financeiro, na seqüência, analisaremos os principais resultados que medem o desempenho na gestão dos recursos públicos. Passamos a comentar, no demonstrativo a seguir, os números finais consolidados da execução orçamentária, financeira e patrimonial das contas públicas no exercício de 2009, conforme apontam as análises efetivadas no Balanço Geral do Governo do Estado do Pará. Em seguida, de forma preliminar, abordaremos os principais indicadores, obrigações e compromissos que o Governo deve alcançar na gestão das contas públicas, pois, os mesmos, serão analisados de forma detalhada no corpo desse relatório de contas. São representados pelos seguintes itens: Resultado de Gestão; Gastos com a Manutenção e Desenvolvimento do Ensino; Gastos com Recursos Destinados às Ações e Serviços Públicos de Saúde; Aplicação da Lei de Responsabilidade Fiscal; e Programa de Ajuste Fiscal. 34
36 DEMONSTRATIVOS DOS RESULTADOS DE GESTÃO Valores a Preços Correntes Valores em R$ Discriminações Exercícios Financeiros (em 31 de dezembro) Variação(%) /2008 GESTÃO ORÇAMENTÁRIA Receitas , , , , ,37 8,37 Despesas , , , , ,09 8,84 Resultado Orçamentário , , , , ,28 (4,07) GESTÃO FINANCEIRA Ativo Financeiro , , , , ,41 11,52 Passivo Financeiro , , , , ,37 (24,59) Resultado Financeiro , , , , ,04 34,84 GESTÃO PATRIMONIAL Variações Ativas , , , , ,78 12,32 Variações Passivas , , , , ,86 11,28 Resultado Patrimonial , , , , ,92 40,01 FONTE: SEFA / DICONF / SIAFEM Valores a Preços Constantes - dezembro / IPCA Valores em R$ Discriminações Exercícios Financeiros (em 31 de dezembro) Variação(%) /2008 GESTÃO ORÇAMENTÁRIA Receitas , , , , ,37 1,53 Despesas , , , , ,09 1,97 Resultado Orçamentário , , , , ,28 (10,13) GESTÃO FINANCEIRA Ativo Financeiro , , , , ,41 4,47 Passivo Financeiro , , , , ,37 (29,35) Resultado Financeiro , , , , ,04 26,33 GESTÃO PATRIMONIAL Variações Ativas , , , , ,78 5,23 Variações Passivas , , , , ,86 4,25 Resultado Patrimonial , , , , ,92 31,17 FONTE: SEFA / DICONF / SIAFEM 35
37 GESTÃO ORÇAMENTÁRIA de -4,07% em valores correntes e -10,13% em valores constantes. Esse desempenho é decorrente da crise financeira mundial que refletiu na economia paraense em GESTÃO FINANCEIRA Ativo Financeiro Passivo Financeiro Resultado Financeiro Receitas Despesas Resultado Orçamentário FONTE: SEFA / DICONF / SIAFEM A Gestão Orçamentária demonstra o resultado da execução orçamentária confrontando a receita arrecadada e a despesa realizada. A despesa realizada é representada pelo montante efetivamente reconhecido (liquidado) no exercício. Esse confronto de realização possibilita conhecer o resultado orçamentário do exercício, sob a forma de superávit ou déficit orçamentário, conforme o disposto no artigo 102, da Lei nº 4.320/64. Concluímos o exercício de 2009 com um resultado orçamentário positivo no valor de R$ 338,440 milhões, como é evidenciado nos Demonstrativos dos Resultados de Gestão. No exercício de 2009 foi arrecadado de receita o montante de R$ 10,549 bilhões e a realização da despesa atingiu o total de R$ 10,210 bilhões. Na série histórica, em valores a preços correntes e constantes, o melhor desempenho em termos de resultado orçamentário, ocorreu no ano de Comparando o desempenho do exercício de 2008 em relação ao de 2009, verifica-se que o resultado de 2009 decresceu, em relação ao de 2008, na ordem FONTE: SEFA / DICONF / SIAFEM A Gestão Financeira demonstra o confronto entre o ativo e o passivo financeiro, chegando, assim, ao denominado superávit financeiro. O ativo financeiro compreende os créditos e valores realizáveis independentemente de autorização orçamentária e os valores numerários. O passivo financeiro é composto pelas obrigações exigíveis a curto prazo consideradas como dívida flutuante, cujas as principais rubricas são as consignações, os depósitos de diversas origens e os restos a pagar. Analisando os dados apresentados nos Demonstrativos dos Resultados de Gestão, verifica-se em 2009, o equilíbrio entre os direitos e obrigações de curto prazo, gerando um resultado financeiro positivo na ordem de R$ 1,316 bilhão. Vale ressaltar que na composição desse resultado, devemos destacar o montante de R$ 593,125 milhões, representando 36
38 a disponibilidade financeira exclusiva do órgão que administra o regime de previdência do Estado, ou seja, é um recurso que o tesouro não pode utilizar na sua programação financeira. Com isso, a posição financeira real do Estado, evidencia um superávit financeiro de R$ 723,547 milhões. Na série histórica, em valores a preços correntes e constantes, observamos uma evolução crescente entre os anos de 2005 a O ano de 2009 apresentou uma variação positiva em relação a 2008 na ordem de 34,84%(valores correntes) e 26,33% (valores constantes). GESTÃO PATRIMONIAL Variações Ativas Variações Passivas Resultado Patrimonial FONTE: SEFA / DICONF / SIAFEM A Gestão Patrimonial, conhecida também como resultado patrimonial ou econômico, é obtida pela diferença entre as variações ativas crescimento do saldo das contas que representam os bens e direitos; e das variações passivas crescimento das obrigações com terceiros. O resultado patrimonial em 2009 foi positivo no valor de R$ 1,105 bilhão indicando um superávit patrimonial, gerando, por conseguinte, uma variação positiva no patrimônio do Estado. O melhor desempenho na gestão patrimonial do Estado, nos últimos cinco anos, em valores a preços correntes e constantes, ocorreu neste ano de Confrontando os exercícios de 2008 e 2009, verifica-se que o resultado patrimonial de 2009 cresceu 40,01% (a preços correntes) e 31,17% (a preços constantes) em relação ao apresentado em No que se refere às Receitas e Despesas com Ações Típicas de Manutenção e Desenvolvimento do Ensino MDE, do total das receitas arrecadadas de impostos e transferências, atendendo ao disposto no artigo 212 da Constituição Federal que preceitua uma aplicação igual ou superior a 25%, o Governo do Estado do Pará cumpriu com suas obrigações constitucionais, ao aplicar o total de R$ 1,757 bilhão que corresponde a 26,09%, conforme demonstrado no Relatório Resumido da Execução Orçamentária referente ao bimestre novembro / dezembro de Ressalta-se, que dos recursos mínimos destinados ao ensino fundamental e médio, 60%, como determina o artigo 60 do ADCT CF, foi aplicado o montante de R$ 1,407 bilhão equivalente a 83,60%. As despesas com pessoal na remuneração do magistério do ensino fundamental e médio representam a maior parte desses gastos, foi destinada a quantia de R$ 933,188 milhões que corresponde a 95,59%. Considerando a promulgação da Emenda Constitucional nº 29, de 13 de setembro de 2000, que assegura recursos mínimos da União, Estados, Distrito Federal e Municípios para o financiamento das Ações e Serviços Públicos de Saúde. Do total das receitas arrecadadas de impostos e transferências, atendendo ao disposto estabelecido pelos incisos do art. 77 do Ato das Disposições Constitucionais Provisórias ADCT da Constituição da República, que preceitua uma aplicação igual ou superior a 12,00%, o Governo 37
39 do Estado do Pará cumpriu com suas obrigações constitucionais, ao aplicar o valor de R$ 812,381 milhões que corresponde a 12,06%, conforme demonstrado no Relatório Resumido da Execução Orçamentária referente ao bimestre novembro / dezembro de Quanto à aplicação da Lei Complementar nº 101, de 04 de maio de 2000, Lei de Responsabilidade Fiscal - LRF, o Governo do Estado do Pará cumpriu todos os prazos de elaboração e publicação dos Relatórios Resumido da Execução Orçamentária RREO e os de Gestão Fiscal RGF, inclusive foram encaminhados para o órgão de controle externo dentro do prazo estabelecido na Resolução nº , de 10 de março de 2009, do Tribunal de Contas do Estado do Pará - TCE, demonstrando, portanto, o compromisso e a transparência na Gestão Pública Estadual. O Resultado Primário, principal indicador de sustentabilidade fiscal do setor público, fechou, o exercício de 2009, com o resultado positivo de R$ 86,178 milhões, valor 73,77% superior à meta positiva de R$ 49,594 milhões, conforme foi estabelecida na Lei Estadual nº (LDO), de 05 de agosto de Esse resultado demonstra que foram plenamente honradas as obrigações com o pagamento do serviço da dívida estadual. O Resultado Nominal é um indicador concebido para medir a evolução da Dívida Fiscal Líquida. O resultado nominal representa a diferença entre o saldo da dívida fiscal líquida acumulada até o final do ano de 2009 em relação ao de No exercício de 2009 a dívida fiscal liquida do Estado apresentou o montante de R$ 1,557 bilhão, demonstrando uma redução no estoque de dívida em relação a 2008 de R$ 20,931 milhões, evidenciando uma variação de (- 1,33%), portanto, foi inferior a meta estabelecida na LDO para 2009, que previa um crescimento na dívida fiscal líquida do Estado de R$ 176,578 milhões. A Despesa Total com Pessoal (DTP) Consolidada do Governo do Estado do Pará, no exercício de 2009, apresentou um montante de R$ 4,397 bilhões, que corresponde a 54,98% do montante da Receita Corrente Líquida - RCL de R$ 7,997 bilhões, não excedendo o limite prudencial de 57,00% e o limite máximo de 60,00% fixado para os Estados. Quanto ao Poder Executivo, as suas Despesas Totais com Pessoal corresponderam a R$ 3,643 bilhões, equivalentes a 45,56% da RCL, não excedendo aos limites: prudencial de 46,17% e máximo de 48,60%. A Dívida Consolidada Líquida (DLC) apresentou, no 3º quadrimestre de 2009, o saldo de R$ 1,907 bilhões que corresponde a 23,85%, portanto, inferior ao limite de 200% definido por resolução do Senado Federal, que fixa a capacidade de endividamento dos Estados em até duas vezes o valor apurado anualmente de sua Receita Corrente Líquida. Quanto às Operações de Crédito em 2009, o Governo do Estado do Pará, contraiu empréstimos e financiamentos no montante de R$ 511,640 milhões que corresponde a 6,40% da RCL, não excedendo ao limite de 16,00% definido por resolução do Senado Federal. Ainda, registre-se, em 2009, o crescimento em valores correntes de 5,40% na Receita Corrente Líquida em comparação com o ano de 2008, e, considerando a mesma comparação em valores constantes identifica-se uma redução de -1,26%. Em relação ao Programa de Ajuste Fiscal, que envolve o estabelecimento anual de metas ou compromissos assumidos entre o Governo do Estado do Pará e a Secretaria do Tesouro Nacional, como parte integrante do contrato de renegociação da dívida do 38
40 Estado com o Governo Federal, assinado em 30 de março de O Governo do Estado do Pará, neste ano de 2009, cumpriu todas as principais metas, esse resultado é produto do esforço de uma gestão responsável no que se refere ao controle fiscal e orçamentário. O Estado obteve um superávit primário de R$ 176 milhões superando a meta de R$ 151 milhões, e a relação dívida financeira em relação à receita liquida real ficou no patamar de 0,37 abaixo da meta de 1,00 estabelecida pelo Governo Federal. 8. Considerações Finais Ao apresentar as Contas de Gestão da Excelentíssima Senhora Governadora do Estado do Pará Ana Júlia Carepa relativo ao exercício de 2009 a SEFA, órgão responsável pela consolidação da execução orçamentária, financeira e patrimonial dos órgãos e entidades que integram a estrutura de Governo, concluiu todos os trabalhos desenvolvidos no decorrer do ano. A SEFA, na realização de sua missão, levantou e organizou o Balanço Geral do Estado - BGE, referente ao ano de 2009, inserindo a análise e avaliação da gestão orçamentária, financeira, patrimonial e contábil das finanças públicas do Governo do Estado do Pará, além de incluir uma breve exposição sobre as peculiaridades e aspectos históricos, geográficos, sociais e econômicos do Estado do Pará, no corrente exercício. A SEFA inseriu neste BGE, em decorrência dos dez anos de aprovação da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF), os principais demonstrativos contidos nos Relatórios Resumido de Execução Orçamentária (RREO) e de Gestão Fiscal (RGF). Foi evidenciado o período de referencia que vai de 2000 a 2009 e os valores são apresentados a preços correntes e constantes. Esta iniciativa tem como objetivo principal funcionar como uma ferramenta gerencial a serviço da administração pública e a sociedade em geral. Apresentamos na prestação de contas, a atuação da Auditoria Geral do Estado no exercício de 2009, e as providencias adotadas em relação às recomendações do TCE nas contas de Desta forma, o Governo do Estado cumpre a Constituição Estadual, em seu artigo 121, quanto à manutenção e funcionamento dos órgãos de auditoria do sistema de controle interno do Poder Executivo. Apresentamos, também, o Relatório do Mapa de Exclusão Social do Estado do Pará que consiste num diagnóstico anual e regionalizado da exclusão social no Estado baseado em indicadores sociais, conforme os dispositivos previstos na Lei nº 6.836, de 13 de fevereiro de É importante ressaltar a mobilização de toda a equipe técnica em reunir as informações inerentes à situação econômica e financeira do Estado, de forma clara e objetiva, em conformidade com as normas e princípios que regem a Contabilidade Pública, com a finalidade de que Governo e Sociedade sejam parceiros na busca de melhores resultados. Os dados da gestão orçamentária, financeira e patrimonial do Governo do Estado do Pará do exercício de 2009 estão registrados com transparência e de forma integral no Sistema Integrado de Administração Financeira para Estados e municípios - SIAFEM, que tem como vantagem fornecer tempestivamente os demonstrativos contábeis dos órgãos que o integram, possibilitando, ainda, aos órgãos de controle interno e externo o amplo acesso e exame dos recursos movimentados pelas Entidades da Administração Pública Estadual. 39
41 Certo do cumprimento de mais uma etapa da nossa caminhada agradecemos a todos os colegas dos órgãos e entidades da administração pública estadual, e em especial aos gerentes e servidores da Diretoria de Gestão Contábil e Fiscal e das demais Diretorias integrantes da estrutura da Secretaria de Estado da Fazenda que colaboraram direta e indiretamente para elaboração deste Balanço Geral, que com determinação, vontade e espírito público concluíram este trabalho com muito sucesso, com a finalidade precípua de prestar às informações e dar a publicidade necessária que este merece. Aos demais colegas contadores, da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios, pois, adotamos os seus respectivos Balanços Gerais como fonte de inspiração para elaboração deste Balanço Geral. Por fim, agradecemos aos nossos superiores, a Excelentíssima Senhora Governadora do Estado, Doutora Ana Júlia Carepa e ao Secretário de Estado da Fazenda Doutor Vando Vidal de Oliveira Rego, pela confiança e apoio depositados para que a Diretoria de Gestão Contábil e Fiscal continue a melhorar a qualidade dos serviços sob nossa responsabilidade. Belém (PA), 31 de Dezembro de Hélio Santos de Oliveira Goes Diretor de Gestão Contábil e Fiscal - SEFA Contador CRC DF nº /T-2 José Carlos dos Santos Damasceno Secretário Adjunto do Tesouro de Estado da Fazenda 40
42 BALANÇO GERAL 1. SÍNTESE 2009
43 Balanço Geral do Estado do Exercício de 2008
44 Instituto de Desenvolvimento Econômico, Social e Ambiental do Pará Secretaria de Estado de Planejamento, Orçamento e Finanças Relatório do Mapa da Exclusão Social RELATÓRIO DO MAPA DA EXCLUSÃO SOCIAL (ÍNDICE PARAENSE DE RESPONSABILIDADE SOCIAL) 2009
45 Instituto de Desenvolvimento Econômico, Social e Ambiental do Pará Secretaria de Estado de Planejamento, Orçamento e Finanças Relatório do Mapa da Exclusão Social
46 Instituto de Desenvolvimento Econômico, Social e Ambiental do Pará Secretaria de Estado de Planejamento, Orçamento e Finanças Relatório do Mapa da Exclusão Social SINOPSE DO RELATÓRIO DO MAPA DA EXCLUSÃO SOCIAL Fls. 1 - Apresentação Desempenho da Economia Paraense em Expectativa de Vida Renda Desemprego Educação Saúde Saneamento Básico Habitação População em Situação de Risco nas Ruas Segurança Bibliografia...106
47 Instituto de Desenvolvimento Econômico, Social e Ambiental do Pará Secretaria de Estado de Planejamento, Orçamento e Finanças Relatório do Mapa da Exclusão Social 1 - Apresentação O Governo do Estado do Pará, através do Instituto de Desenvolvimento Econômico, Social e Ambiental do Pará (IDESP), em parceria com a Secretaria de Estado de Planejamento, Orçamento e Finanças (SEPOF), visando a transparência na divulgação de indicadores sociais tem a honra de entregar a esta Casa mais uma versão do Mapa de Exclusão Social do Estado do Pará, em cumprimento à Lei n 6.836, de 13/02/2006 que a partir desta edição se convencionará chamar de Índice Paraense de Responsabilidade Social. Para o ano de 2009, o presente Relatório, semelhante às versões anteriores, busca atender as exigências previstas na Lei 6.836, entretanto, considerando problemas de disponibilidade de alguns indicadores exigidos apresentam-se aproximações. O Poder Executivo, atendendo à sugestão desta Casa realizou discussões com as áreas afins e elaborou proposta de alteração da Lei em questão, já encaminhada a Assembléia Legislativa do Estado do Pará para sua apreciação e possível aprovação. Essa alteração na Lei visa o aperfeiçoamento dos indicadores e a construção de um Índice de Responsabilidade Social, de modo que tal instrumento legal se torne exeqüível, retrate a realidade social do Estado do Pará, com a fixação de metas possíveis de serem atingidas através de ações do Poder Executivo Estadual. Na proposta de lei, algumas alterações foram consensuadas entre as áreas em discussões (Estado e Sociedade Civil), como a mudança na data de entrega do Relatório, retirada de alguns indicadores e inclusão de outros, além de uma normatização na definição de metas a serem atingidas. Certo de que está a caminho de uma melhor solução, o Governo do Estado, enquanto a proposta de lei não é votada, entrega o Mapa de Exclusão 2009, enquanto análise das condições sociais e econômicas do Estado do Pará. O Diagnóstico de 2009 reúne indicadores sobre a realidade social paraense, da Região Metropolitana de Belém e Regiões de Integração do Pará. Abrange informações sobre os seguintes aspectos: expectativa de vida, renda, desemprego, educação, saúde, saneamento básico, habitação, população em situação de risco na rua e segurança pública. São acompanhados de análises sobre as características observadas nos diferentes estratos geográficos e populacionais apresentados no diagnóstico. Os indicadores estão apresentados em tabelas, gráficos e mapas, sempre referentes ao último ano disponível de cada indicador e do ano anteriormente divulgado. O IDESP, desde sua recriação, vem paulatinamente aperfeiçoando sua capacidade analítica e mediante convênios firmados com diversas instituições congêneres, entre eles com o Instituto de Pesquisas Econômicas Aplicadas (IPEA) vinculado a Presidência da República, absorvido metodologias capazes de melhorar a construção e análise de indicadores, a exemplo da participação do IDESP na Rede IPEA/ANIPES (Associação Nacional das Instituições de Planejamento, Pesquisa e Estatística). 46
48 Instituto de Desenvolvimento Econômico, Social e Ambiental do Pará Secretaria de Estado de Planejamento, Orçamento e Finanças Relatório do Mapa da Exclusão Social 2 - Desempenho da Economia Paraense em 2009 Os indicadores econômicos do Estado do Pará avaliados para o ano de 2009 apresentam os efeitos de contenção da crise econômica mundial, atenuados principalmente pelas medidas tomadas pelos governos federal e estadual, como a desoneração de tributos em setores estratégicos, como a indústria automotiva, de eletrodoméstico, estímulos creditícios ao setor da construção civil, além de investimentos públicos de grande vulto em infra-estrutura. Figura Admissões de empregos formais no Pará Mercado de Trabalho em 2009 As perspectivas de continuidade de crescimento para os próximos meses permitem a construção de uma tendência para o Estado do Pará de expansão na oferta de postos formais, como demonstra a Figura O processo de recuperação da economia no Estado é sustentado em especial pelo fortalecimento do mercado interno. Com base em estimativa na taxa de incremento médio, o Estado pode encerrar 2010 com aproximadamente admissões, superior a registrada em 2009, quando foram feitas contratações. Nos últimos dez anos o cenário observado no mercado de trabalho formal do Pará é de crescimento no volume de admissões, exceto 2009, que obteve reflexos da crise econômica internacional de Fonte: MTE CAGED Elaboração: Idesp Segundo pesquisa realizada pelo Ministério do Trabalho com base em informações do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados Caged, no ano de 2009 o Brasil apresentou saldo acumulado no ano de na oferta de empregos formais (Figura 2.1.2), dos quais a Região Norte representa um pequeno percentual nacional de aproximadamente 3,74 %. O Estado do Pará contribuiu para o total da região com 19,8 % postos de trabalho, sendo que ao final do ano o saldo positivo de geração de postos de trabalho foi de
49 Instituto de Desenvolvimento Econômico, Social e Ambiental do Pará Secretaria de Estado de Planejamento, Orçamento e Finanças Relatório do Mapa da Exclusão Social Figura Saldo de empregos formais (Brasil/Norte/Pará) 2009 tendo em vista que em crises anteriores, por exemplo, a de 1998, os saldos foram negativos tanto no Brasil, quanto no Pará. Figura Saldo de emprego da Região Norte Fonte: MTE CAGED Elaboração: Idesp O saldo de empregos formais apresentado em 2009 nacionalmente reflete volumes positivos, mas se comparando com o ano anterior houve queda na oferta de empregos, registrando redução anual de 31,48 %. Já a Região Norte registrou saldo acumulado no ano de empregos, ocorrendo crescimento de aproximadamente de 40,14 %. Apenas o Estado do Amazonas apresentou saldo negativo, com variação negativa anual de 116,12 %. Os demais estados da Região apresentaram saldos positivos, como apresentado na Fig Deve-se considerar, que frente a grave crise internacional vivida, o saldo positivo apresentado ao final do ano reflete as boas condições macroeconômicas brasileiras, Fonte: MTE CAGED Elaboração: Idesp 48
50 Instituto de Desenvolvimento Econômico, Social e Ambiental do Pará Secretaria de Estado de Planejamento, Orçamento e Finanças Relatório do Mapa da Exclusão Social Figura Municípios com melhores saldos de empregos formais Pará 2009 Fonte: MTE CAGED Elaboração: Idesp Com base na evolução do emprego formal no ano de 2009, dentre os municípios paraenses que apresentaram melhores saldos na oferta de trabalho destaca-se Belém que acumulou saldo anual de postos formais seguido do município de Marabá com empregos (Figura 2.1.4). O município de Belém ofertou maior volume de postos de trabalho formais no setor de serviços, abrangendo total no saldo anual de postos. A atividade de comércio abrangeu a segunda maior oferta no acumulado do ano apresentando saldo positivo de empregos. As obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), os investimentos de empresas privadas como a inauguração de um grande empreendimento comercial em Belém, influenciaram diretamente no número de contratações do Município. Na segunda colocação do ranking dos municípios paraenses encontra-se Marabá. A atividade econômica que mais se destacou dentro do município, foi à construção civil, ofertando saldo positivo de empregos. Segundo a Federação das Indústrias do Estado do Pará (FIEPA), com base nos dados do Programa de Desenvolvimento de Fornecedores (PDF), o Projeto Salobo, os investimentos de empresas privadas em siderúrgica e obras do PAC influenciaram em boa parte na oferta de empregos. A terceira maior geração no saldo de empregos formais no Estado do Pará localizouse em Ananindeua, a atividade que se evidenciou foi de construção civil com geração de 885 postos, mas, os setores de indústria de transformação e serviço fecharam o ano com saldos negativos de respectivamente -242 e -232 empregos. Com reduzida oferta de empregos formais o município de Tucuruí acumulou maior saldo negativo no ano, apresentando fechamento de postos de trabalho. A atividade que mais contribuiu para esse desempenho negativo foi a de construção civil que registrou fechamento de postos formais. O município de Barcarena apresentou saldo negativo expressivo no ano de 2009, somando redução de empregos formais. As atividades de construção civil, comércio e serviço foram as que mais contribuíram para redução no município somando um total de fechamento nos postos formais de empregos. 49
51 Instituto de Desenvolvimento Econômico, Social e Ambiental do Pará Secretaria de Estado de Planejamento, Orçamento e Finanças Relatório do Mapa da Exclusão Social Tabela Demonstrativo do emprego do Pará 2009 Os pedidos de demissões dos trabalhadores por razões particulares, no qual o desligamento é imediato, com dispensa do cumprimento de aviso prévio, no período em questão foi de pedidos. Comparativamente, ao ano anterior ( solicitações), houve um recuo de desligamentos nessa modalidade. Figura Evolução do número de requerentes do seguro desemprego na Região Norte e no Pará Jan/09-Dez/09 Fonte: MTE CAGED Elaboração: Idesp Conforme Tabela 2.1.1, que apresenta o demonstrativo de emprego no Estado em 2009 entre as admissões e desligamentos, o saldo que mais se destacou foi o de reemprego, com postos, contrapondo as dispensas sem justa causa que alcançaram empregos neste mesmo período. Fonte: MTE CAGED Elaboração: Idesp O Pará representou 40,50% das solicitações de seguro desemprego da Região Norte. Como se observa na Figura 2.1.5, de janeiro/dezembro de 2009 o Pará acompanhou mesma tendência da Região. No inicio do ano houve redução nas solicitações do seguro nos meses de fevereiro e abril e nos meses subseqüentes passando por período de redução até outubro e voltando a aumentar em novembro, mas em dezembro voltou a cair os números de pedidos ao 50
52 Instituto de Desenvolvimento Econômico, Social e Ambiental do Pará Secretaria de Estado de Planejamento, Orçamento e Finanças Relatório do Mapa da Exclusão Social auxilio. De acordo com pesquisa realizada pelo Caged sobre seguro desemprego, atualizado em 30/01/2010, lote 1.117, as evoluções na Região Norte e no Estado do Pará, em 2009, somam total de requerentes ao auxílio de e , respectivamente (Figura 2.1.5). De acordo com o que é apresentado na Figura 2.1.6, no Estado do Pará as atividades econômicas que mais contribuíram para o saldo positivo de emprego formal no ano 2009, foram os serviços com empregos e o comércio com postos. No acumulado do saldo do ano metade das atividades obtiveram números positivos. O setor de serviço apresenta o melhor desempenho no fornecimento de postos de trabalho no acumulado do ano de 2009, concentrando a maior parte da oferta de emprego neste setor no município de Belém somando total no saldo de empregos ofertados. Dentre os subsetores de serviço o que mais ofertou postos de trabalho foi o subsetor de alojamento e alimentação, reparação e manutenção, pessoais, domiciliares, diversões, radiodifusão, televisão, comunitários e sociais somando um total no saldo anual de postos formais. Figura Saldo de empregos formais por atividades econômicas - Pará 2009 Fonte: MTE CAGED Elaboração: Idesp O segundo melhor desempenho das atividades econômicas de 2009 é compreendido pelo setor de comércio que ofertou maior número trabalho formal no município de Belém com empregos, seguido de Parauapebas com 325 postos. Dentre as atividades de comércio estão os subsetores, varejistas e atacadistas. No acumulado do ano o subsetor varejista no Estado apresentou saldo positivo de empregos formais, saldo superior a do atacadista, que alcançou total de 980 postos de trabalho. A atividade extrativa mineral registrou o terceiro melhor saldo positivo no ano, o município de Parauapebas concentrou maior parte dos empregos ofertados com 563 postos formais, seguido do município de Floresta do Araguaia em menor proporção, com total de 79 empregos formais. A atividade que apresentou pior desempenho no ano foi o setor de indústria de transformação com redução total no saldo de empregos formais, os três municípios que mais contribuíram para este saldo reduzido foram os municípios de Belém (-600), Paragominas (-368) e Almerim (-288). O subsetor que impulsionou essa redução foi de indústria da madeira e do mobiliário. O setor agropecuário registrou segunda maior redução no desempenho das atividades, os municípios que mais registraram queda neste setor foram, Belém, Paragominas e Piçarra que somados geram uma diminuição no saldo de 866 empregos formal Balanço da Indústria Paraense 2009/ perspectivas para 2010 O cenário industrial do Estado do Pará em 2009 foi marcado por queda na atividade produtiva. A produção física industrial apresentou decréscimo em quase todos os meses do ano (comparado a igual mês do ano anterior), com exceção em dezembro, quando a 51
53 Instituto de Desenvolvimento Econômico, Social e Ambiental do Pará Secretaria de Estado de Planejamento, Orçamento e Finanças Relatório do Mapa da Exclusão Social variação foi de 1% (ver Figura 2.2.1). No acumulado do ano, a produção física variou em cerca de -7,2%. Uma avaliação trimestral da produção física industrial revela que o segundo e o terceiro trimestre tiveram os piores resultados, com variação de -8,5% e -9%, respectivamente, enquanto o primeiro semestre ficou com -6,7%. O último trimestre apresentou a menor variação, -4,7%, já indicando um cenário de melhor perspectiva na indústria paraense. Figura Variação da produção física industrial mensal (base: igual mês do ano anterior) Pará e Brasil, 2009 % Fonte: Mdic jan fev mar abr mai jun jul ago set out nov dez Brasil Elaboração: Idesp Pará Quando comparada à variação da produção física nacional, observa-se um comportamento no mesmo sentido (com exceção de novembro e dezembro), porém com proporções diferentes. No geral, o indicador para o fechamento do ano foi semelhante, ficando a nacional em -7,41% e a do Estado em -7,25%, conforme Figura Tecendo comparativo entre as treze unidades da federação pesquisadas, o Estado do Pará ficou em oitavo colocado no ranking dos Estados que apresentaram maiores quedas da atividade industrial. A linha vermelha na Figura deixa mais evidente os estados que tiveram maiores e menores quedas em relação à produção nacional. O Pará apresentou queda menor que estados como SC, SP, AM, MG e ES. Figura Produção física industrial índice acumulado (base: igual período do ano anterior) Unidades da Federação e Brasil, 2009 % Fonte: IBGE Elaboração: Idesp -0,01 GO PR PE CE RJ BA RS PA Brasil SC SP AM MG ES -2,08-2,96-3,74-3,79-4,88-7,16-7,25-7,41-7,75-8,43-8,88-13,14-14,58 52
54 Instituto de Desenvolvimento Econômico, Social e Ambiental do Pará Secretaria de Estado de Planejamento, Orçamento e Finanças Relatório do Mapa da Exclusão Social Uma análise segmentada aponta que apenas dois dos quatros setores analisados apresentaram valores positivos no acumulado de O valor negativo mais impactante foi oriundo da indústria extrativa (-14,13%), devido redução da extração de minério de ferro. Já na indústria de transformação, que apresentou decréscimo (- 0,81%), a principal variação negativa foi no setor de madeira (- 30,14%), frente uma variação positiva na metalurgia básica (9,14%) e no setor de alimentos e bebidas (0,02%). Outro indicador merecedor de atenção é a confiança do investidor da indústria. Segundo a Confederação Nacional da Indústria (CNI), a partir do seu Índice de Confiança do Empresário Industrial ¹ (ICEI), os empresários começaram 2009 pouco otimistas quanto ao cenário econômico, mas com o decorrer do ano foram ficando mais confiantes. Em janeiro de 2009, por exemplo, o índice atingiu 47,4 pontos, sendo este o menor valor entre uma série de pelos menos cinco anos, conforme Figura A queda do ICEI no final de 2008 e início de 2009 vai de encontro como o período mais crítico da crise econômica que assolou o mundo (e que ainda hoje não foi superada em sua totalidade, longe disso). Cenário econômico desfavorável, juntamente com perspectivas ruins dos investidores, significa menos investimento e, em conseqüência, menor atividade industrial. Tal reflexo pode ser observado na produção física industrial nacional, conforme apresentada nas duas figuras anteriores. 1 Construído a partir de informações contidas na Sondagem Industrial, que é realizada em todo o território nacional. Quanto mais próximo de 100 for o índice, maior é a confiança do empresário industrial. Para maiores informações sobre a metodologia do ICEI, consultar Pesquisas e Sondagens 5 - Índice de Confiança do Empresário Industrial: Nota metodológica, disponível em Figura Índice de Confiança do Empresário Industrial (ICEI): jan/2005 a jan/ , jan/05 57,2 abr/05 54,3 51,8 jul/05 out/05 58,5 56,5 56,6 54,4 jan/06 abr/06 jul/06 out/06 60,1 59,4 60,3 60,4 61, ,1 jan/07 abr/07 52,5 47,4 49,4 58,2 68,7 65,9 Fonte: Confederação Nacional da Indústria CNI Elaboração: Idesp Perspectivas para 2010 Para 2010, a perspectiva é que a confiança do empresário industrial siga o caráter otimista observado nos últimos meses de 2009 e empresário confiante significa tendência em aumentar o investimento e a produção no intuito de atender o crescimento esperado da demanda. O ICEI de jan/10 demonstra tal tendência, com um índice de 68,7 pontos. A Figura 1 acima também mostra que nos últimos meses de 2009 a produção física industrial do Brasil apresentou tendência positiva, mostrando a capacidade de rápida recuperação do país após o período crítico da crise mundial. Quanto ao Estado do Pará, as perspectivas também são otimistas. Podem ser citados como exemplo os investimentos na área de mineração, que tendem a alavancar o crescimento industrial; na área de siderurgia, com destaque para a construção do parque jul/07 out/07 jan/08 abr/08 jul/08 out/08 jan/09 abr/09 jul/09 out/09 jan/10 53
55 Instituto de Desenvolvimento Econômico, Social e Ambiental do Pará Secretaria de Estado de Planejamento, Orçamento e Finanças Relatório do Mapa da Exclusão Social siderúrgico em Marabá; e a construção das eclusas de Tucuruí. Entre as obras públicas (obras do PAC Federal e do PAC Estadual) e investimentos privados, a previsão é que o total dos investimentos no Estado do Pará alcance US$ 52,8 bilhões no período De uma maneira geral, os investimentos na indústria do Pará previstos para 2010 podem alcançar US$ 7,4 bilhões, entre públicos e privados (FIEPA, 2009), o que indica boa perspectiva de geração de emprego e renda para a população paraense. Outro setor promissor para 2010 é o da construção civil. O programa Minha Casa, Minha Vida do governo federal objetiva erguer 1 milhão de casas em todo o país. Destas, cerca de 50 mil serão construídas no Pará. Mesmo o fato de que apenas 13 municípios paraenses poderão se beneficiar inicialmente (Belém, Ananindeua, Benevides, Marituba, Castanhal, Santa Bárbara do Pará, Abaetetuba, Cametá, Bragança, Marabá, Parauapebas, Santarém e Itaituba), a expectativa de que tal programa venha impulsionar a indústria da construção civil é grande, uma vez que o déficit habitacional ainda é considerável, e pelo fato destes municípios possuírem mais de 46% da população do Estado do Pará, segundo dados do IBGE (2007) Balança Comercial do Estado do Pará 2009 O ciclo de expressivo crescimento das exportações paraense dos últimos anos foi interrompido pelos efeitos da crise que contraiu intensamente a demanda externa (Figura 2.3.1). Pela primeira vez em duas décadas, o saldo da balança comercial apresentou variação negativa de dois dígitos. A queda de quase 22% no saldo em 2009 frente ao ano anterior confirmou o quadro recessivo da economia mundial. Figura Balança comercial do Estado do Pará: US$ FOB (MIl) Fonte: Mdic. Elaboração: Idesp Exportação Importação Saldo No geral, o saldo comercial paraense acompanhou o comportamento do saldo nacional até Em 2007 e 2008 o saldo comercial brasileiro apresentou decréscimo, enquanto o paraense ainda se elevava (Figura 2.3.2). Apenas em 2009 o saldo comercial paraense apresentou resultado menor quando comparado ao ano anterior. No Norte, o saldo deficitário do estado do Amazonas impactou negativamente no da região, trazendo-o para baixo. 54
56 Instituto de Desenvolvimento Econômico, Social e Ambiental do Pará Secretaria de Estado de Planejamento, Orçamento e Finanças Relatório do Mapa da Exclusão Social Figura Saldo da balança comercial Brasil, Norte e Pará: US$ FOB (Mil) Fonte: Mdic. Elaboração: Idesp Brasil Norte Pará O fluxo comercial do Pará recuou nos últimos 12 meses na comparação com os 12 meses anteriores. No acumulado do ano, as exportações atingiram US$ 8,3 bilhões, sendo este valor 21,8% inferior ao registrado no mesmo período de Estas mantiveram trajetória de queda durante todo o ano. O principal produto exportado foi minério do ferro, representando 45,7% da pauta de exportação. Quanto ao destino das exportações, a China lidera o ranking (31,42%), seguido por Japão (10,74%) e Estados Unidos (7,48%). Novamente a Vale S.A. e a Alunorte são destaques, agora como as principais exportadoras. Com a participação de 51,93% da primeira e 14,06% da segunda, são responsáveis por 70% de toda a exportação do Pará. A perda de competitividade fez com que parceiros tradicionais do país na venda de produtos industrializados, como os Estados Unidos e a União Européia reduzissem sua importância na pauta de exportação do estado. Entre 2008 e 2009 as vendas para esses países recuaram 5,86% e 11,5%, respectivamente. Por outro lado às exportações para a China, país que se tornou o principal parceiro comercial do estado e é importante destino das vendas de básicos, registrou crescimento de 15,92% no mesmo período, a participação do país nas exportações passou de 33,19 % em 2008 para 49,11% em No mesmo período, a participação dos EUA recuou de 13,35% para 7,49%. Como a maioria dos estados do país, o Pará também registrou queda no volume importado para todas as categorias de uso em 2009 (Fig ), onde os bens intermediários registraram a queda mais expressiva no acumulado da pauta de importação, com participação de 59%. As quedas nas importações de bens de capital, como combustíveis e bens de consumo acompanharam a forte retração do país. A principal origem das importações paraense foram os Estados Unidos, correspondendo a 53% das importações; seguido de longe por China e Japão, com 5,54% e 4,47%, respectivamente; e o principal produto foi hidróxido de sódio, correspondendo a 23,11% da pauta de importação. As importações da Vale S.A. (29,43%) e da Alunorte (28,77%) as colocam como as duas principais empresas importadoras, sendo responsáveis por mais de 58% da pauta de importação do Pará. 55
57 Instituto de Desenvolvimento Econômico, Social e Ambiental do Pará Secretaria de Estado de Planejamento, Orçamento e Finanças Relatório do Mapa da Exclusão Social Figura Importações por categoria de uso Pará, US$ FOB (Mil) Fonte: Mdic. Elaboração: Idesp Bens de Capital Bens Intermediários Bens de Consumo Combustíveis e Lubrificantes Já sobre as exportações (US$ 8,3 bilhões), a Figura apresenta o que foi exportado por fator agregado, onde mostra que a maior participação é de produtos básicos (49%). O principal produto exportado foi minério do ferro, representando 45,7% da pauta de exportação. Quanto ao destino das exportações, a China lidera o ranking (31,42%), seguido por Japão (10,74%) e Estados Unidos (7,48%). Novamente a Vale S.A. e a Alunorte são destaques, agora como as principais exportadoras. Com a participação de 51,93% da primeira e 14,06% da segunda, são responsáveis por 70% de toda a exportação do Pará. Figura Exportações por fator agregado Pará, US$ FOB (Mil) Fonte: Mdic. Elaboração: Idesp Básicos Industrializados (A=B+C) Semimanufaturados (B) Manufaturados (C) Segundo dados da CNI (Confederação Nacional da Indústria) para 2010, a perspectiva é de melhoria no resultado da balança comercial. Mesmo com oscilações, a linha de tendência das exportações em 2009 apresentou inclinação positiva considerável em virtude do crescimento médio das exportações e o ritmo decrescente das importações (Fig ). O aumento desse gap entre exportação e importação resultou em aumento do saldo comercial nos últimos trimestres (e tende a ser assim durante 2010), e o primeiro mês de 2010 já apresenta um melhor resultado em relação ao mesmo mês do ano anterior, com variação de quase 12% no saldo comercial. 56
58 Instituto de Desenvolvimento Econômico, Social e Ambiental do Pará Secretaria de Estado de Planejamento, Orçamento e Finanças Relatório do Mapa da Exclusão Social Figura Balança comercial mensal do Estado do Pará, 2009 U S$ FO B (M il) Fonte: Mdic. Elaboração: Idesp Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez Exp Imp Saldo Linear (Saldo) A perspectiva de melhoria no saldo comercial apresenta otimismo, ainda que moderado. Do lado das exportações, os sinais de melhora apresentado pela economia mundial (mesmo ainda com elevada desconfiança sobre tal comportamento) aumenta a expectativa de maior demanda por produtos paraenses. A China o principal parceiro comercial, por exemplo, tem previsão de crescimento do PIB em 9% para 2010, melhor do que o valor estimado para 2009 (8,4%) segundo o Banco Mundial (2010). Já para o Fundo Monetário Internacional (FMI, 2010), a previsão de crescimento da China para 2010 é de 10%, e de 1,7% e 2,7% para Japão e Estados Unidos, respectivamente sendo esses os três destinos das exportações do Pará. Em suma: a previsão de crescimento ainda que moderado da economia mundial como um todo, e do forte crescimento da China mais especificamente, pode ser benéfica para um aumento gradativo do saldo na balança comercial do Pará, considerando que a demanda chinesa por produtos oriundos do Pará acompanhe seu crescimento e que as importações do Pará permaneçam com a característica moderada (baixa) apresentada nos últimos anos. Aspecto importante e necessário a ser discutido diz respeito ao hiato (distância) entre nossas exportações e importações resultando em um expressivo saldo que, entretanto, não é revertido em ganhos para o Estado do Pará, seja pela legislação tributária (Kandir) que desonera totalmente os semi-elaborados da cobrança de ICMS, seja pela não transferência do governo federal dos valores totais que dariam conta de compensar a referida desoneração. Devese, ainda, frisar que a composição do saldo comercial baseado somente em exportação de commodities é algo que agrava a estrutura industrial brasileira e paraense e estimula a apreciação cambial, gerando um círculo vicioso. 57
59 Instituto de Desenvolvimento Econômico, Social e Ambiental do Pará Secretaria de Estado de Planejamento, Orçamento e Finanças Relatório do Mapa da Exclusão Social Indicadores Exigidos pela Lei Estadual Nº 6.836, de 13/02/ Expectativa de Vida (expectativa de vida em anos ao nascer) A Esperança de vida ou Expectativa de vida indica o número médio de anos que um indivíduo pode esperar viver se submetido, desde o nascimento, às taxas de mortalidade observadas no momento (ano de observação). É calculada considerando a população e os obituários, além de refletir o nível e a qualidade ao acesso à saúde, educação, cultura e lazer, envolvendo outras questões como a violência, criminalidade, poluição e situação econômica do lugar em questão. Este indicador é calculado tanto pelo IBGE quanto pelo Ministério da Saúde (DATASUS), entretanto, em ambos os casos sua desagregação vai até a Unidade da Federação, o que para esse trabalho não atenderia o quesito regionalização exigido na lei do Mapa de Exclusão Social do Pará. Considerando que o IBGE e o Ministério da Saúde dispõem das informações necessárias para o calculo desse indicador regionalizado, é possível se chegar a resultados bem próximos do calculado por estes órgãos, utilizando as referências bibliográficas mencionadas abaixo. O IDESP/SEPOF calculou a Esperança de vida ao nascer que será utilizado nesse Mapa adotando CARVALHO etal (1994) e NEWELL (1988). Quanto à periodicidade, essa se limitará a em função da indisponibilidade dos dados de óbitos para o ano de 2008 a 2009, conforme a lei exige. Contudo, a análise da série definida facilitará a visualização da tendência de comportamento do 58 indicador conforme explanação a seguir. Como complementos à análise desse tópico foram elaboradas pirâmides etárias por sexo, para o Estado do Pará no mesmo período em análise. A Tabela 3.1 mostra a expectativa de vida dos menores de um ano, no País, no Estado do Pará e em suas Regiões de Integração, fazendo uma comparação entre os anos de 2004 a De maneira geral, podemos notar que a expectativa de vida dos paraenses, bem como a dos brasileiros, vem aumentando gradativamente ao longo do tempo. O comparativo mostra que neste período, o estado do Pará se mantém acima da média nacional. Vale ressaltar também que, em algumas Regiões de Integração, essas taxas são bem maiores que a média estadual, como no Marajó e na região do Tocantins, com uma expectativa aproximada de 77,6 e 74,9 anos, respectivamente. Para o ano de Marajó é a região que atingiu maior crescimento médio. É também a única que cresceu em todos os anos do período analisado. Carajás e Lago Tucuruí são as regiões em que houve a menor média em todos os anos do estudo, mas, em contrapartida, a cada ano há crescimento na esperança de vida da população desses lugares.
60 Instituto de Desenvolvimento Econômico, Social e Ambiental do Pará Secretaria de Estado de Planejamento, Orçamento e Finanças Relatório do Mapa da Exclusão Social Tabela Expectativa de vida dos indivíduos menores de 1ano de idade segundo Brasil, Pará e Regiões de Integração Brasil/Pará/Regiões de integração Expectativa de vida (em anos) Brasil 71,04 71,58 71,59 72,54 Pará 72,23 72,48 72,45 73,22 Araguaia 70,26 71,08 70,86 72,26 Baixo Amazonas 74,81 74,64 75,85 74,89 Carajás 68, ,32 69,55 Guamá 74,58 73,8 73,19 73,92 Lago Tucuruí 68,58 68,6 69,37 71,06 Marajó 76,45 76,5 77,02 77,56 Metropolitana 71,04 71,35 71,54 72,39 Rio Caeté 72,05 74,67 74,31 74,81 Rio Capim 73,36 74,24 72,68 73,94 Tapajós 70,59 72,82 73,44 73,03 Tocantins 74,54 74,74 73,72 74,97 Xingu 70,54 70,76 71,00 73,38 Fonte: IBGE/DATASUS Elaboração e Cálculo: IDESP/SEPOF Figura 3.1: Evolução da expectativa de vida da população menor de 1 (um) ano da Região Metropolitana de Belém, do Pará e do Brasil Fonte: IBGE/DATASUS Elaboração: IDESP/SEPOF A Figura 3.1 mostra um gráfico comparativo da evolução da expectativa de vida da população menor de 1 (um) ano na RMB, no Pará e no Brasil, ao longo desses quatro anos. Nota-se que há uma tendência de crescimento de 2004 a 2007, tanto no Brasil quanto na Região Norte e no Pará. 59
61 Instituto de Desenvolvimento Econômico, Social e Ambiental do Pará Secretaria de Estado de Planejamento, Orçamento e Finanças Relatório do Mapa da Exclusão Social Figura Mapa do Estado do Pará por Região de Integração Expectativa de vida da população menor de 1 ano
62 Instituto de Desenvolvimento Econômico, Social e Ambiental do Pará Secretaria de Estado de Planejamento, Orçamento e Finanças Relatório do Mapa da Exclusão Social A Figura 3.2 mostra a expectativa de vida do paraense menor de 1 ano espacializada nas Regiões de Integração do Estado do Pará para os anos de 2006 e Pode-se observar no mapa que as regiões do Xingu, Araguaia, Rio Capim e Guamá sofreram um aumento na expectativa de vida de 2006 para 2007, o que possibilitou suas mudanças de classes. Por outro lado a Região do Baixo Amazonas registrou uma queda de, aproximadamente, 1 ano na expectativa de vida o que permitiu que esta decaísse uma classe, no período A partir da análise das pirâmides etárias na Figura 3.3, observou-se que as diferenças existentes entre um ano e outro produziram alguns efeitos visuais entre os gráficos. Notou-se que em 2007 ocorreu redução no contingente populacional das classes que compõem as idades de menor de 1 ano a 19 anos, em ambos os sexos, em relação ao ano de A partir dos 20 anos, em 2007, houve um aumento da população nas classes até 80 anos ou mais, para ambos os sexos, sinalizando um envelhecimento populacional. Com relação às formas das pirâmides, estas possuem contornos condizentes com a realidade do nosso país, com uma base curta, mas logo a seguir, com um alargamento que começa a diminuir progressivamente a partir dos 25 anos aproximadamente, tanto para os homens quanto para as mulheres, demonstrando uma população predominantemente jovem e adulta. A população de homens no estado do Pará era um pouco maior que a das mulheres, em 2006, e continuou assim em
63 Instituto de Desenvolvimento Econômico, Social e Ambiental do Pará Secretaria de Estado de Planejamento, Orçamento e Finanças Relatório do Mapa da Exclusão Social Figura 3.3 Pirâmide etária da população do Estado do Pará segundo gênero Fonte: IBGE/Datasus Elaboração: Idesp/Sepof 4. Renda (PIB per capita ajustado ao custo de vida local, indicadores de concentração de renda, número de pessoas abaixo da linha da pobreza). O Indicador Produto Interno Bruto per capita, que retrata a somatória dos bens e serviços finais produzidos num espaço geográfico para um ano de referência dividido pela população, possui como fonte oficial o IBGE e os órgãos estaduais de informação, não dispondo do mesmo ajustado ao custo de vida local, em função da metodologia do PIB, na qual o deflacionamento só pode ser efetuado para o Brasil e as Unidades da Federação. Por isso, esse indicador está apresentado neste mapa para o Estado do Pará e Brasil com valores deflacionados e para as Regiões de Integração em valores nominais, de acordo com a disponibilidade dos dados oficiais divulgados. Quanto à periodicidade do indicador, esse será analisado para o período de 2004 a 2007, pois se trata de uma informação divulgada pelas fontes oficiais com no mínimo dois anos de defasagem. A Figura 4.1 apresenta a evolução do crescimento real do PIB per capita para o Estado do Pará. O PIB paraense acompanha nitidamente a evolução das taxas de investimento dos grandes empreendimentos, principalmente minerais, o que acaba se denotando na grande oscilação do mesmo, por exemplo, entre 2004/2005, os investimentos da Mineração da Serra do Sossego (cobre) e em 2006/2007, os investimentos envolvendo a segunda e terceira fase da ALUNORTE, produção de alumina no município de Barcarena. 62
64 Instituto de Desenvolvimento Econômico, Social e Ambiental do Pará Secretaria de Estado de Planejamento, Orçamento e Finanças Relatório do Mapa da Exclusão Social Figura 4.1 Evolução do crescimento real do PIB per capita a preços (R$) de 2004, 2005 e 2006 no Estado do Pará Pará Figura PIB per capita deflacionado (R$) a preços do ano anterior no Estado do Pará Percentual 5,0 4,5 4,0 3,5 3,0 2,5 2,0 1,5 1,0 0,5-5,0 4,7 2,9 2, Pará Fonte: IBGE/Sepof/Idesp Elaboração: Idesp/Sepof Quanto ao PIB per capita deflacionado a preços do ano anterior que é mostrado na Figura 4.2 verifica-se que o indicador paraense vem apresentando crescimento ao longo do período em análise sendo que em 2004 seu valor era de R$ 4.658,00 passando para R$ 6.420,00 em 2007, o que representa um aumento de 37,8%. O Pará acompanhou a tendência de crescimento nacional que nesse período elevou-se de R$ 9.923,00 para R$ ,00, crescimento de 35%. 63 Fonte: IBGE/Sepof/Idesp Elaboração: Idesp/Sepof Conforme já mencionado, em função da metodologia que impossibilita seu deflacionamento, utilizou-se o indicador PIB per capita a preços de mercado correntes, para o Pará e Regiões de Integração, dispostos na Tabela 4.1 onde nota-se que o PIB per capita a preços de mercado corrente do Pará sofreu uma elevação no período em análise, subindo de R$ 5.192,00 em 2004, para 7.007,00 em 2007, o que significa uma variação da ordem de 35%. Observando as Regiões de Integração (RI s) que apresentaram os maiores PIB per capita em 2007, inclusive acima do indicador Estadual, foram Carajás e Lago de Tucuruí com PIB per capita de R$ ,00 e R$ ,00 respectivamente, sendo que no período em análise a Região do Carajás foi a que apresentou o maior PIB per
65 Instituto de Desenvolvimento Econômico, Social e Ambiental do Pará Secretaria de Estado de Planejamento, Orçamento e Finanças Relatório do Mapa da Exclusão Social capita dentre todas as outras Regiões, entretanto quando se analisa as elevações em termos proporcionais as RI s que mais obtiveram altas foram Lago de Tucuruí, Rio Caeté e Xingu com aumento de 51,7%, 46,4% e 45,4%, respectivamente. Tabela 4.1 PIB per capita, a Preços de Mercado Correntes, segundo Regiões de Integração /2007 Pará / Regiões de Integração PIB per capita (R$) Pará Araguaia Baixo Amazonas Carajás Guamá Lago de Tucuruí Marajó Metropolitana Rio Caeté Rio Capim Tapajós Tocantins Xingu Fonte: IBGE/Sepof/Idesp Elaboração: Idesp/Sepof 64
66 Instituto de Desenvolvimento Econômico, Social e Ambiental do Pará Secretaria de Estado de Planejamento, Orçamento e Finanças Relatório do Mapa da Exclusão Social Figura Mapa do Estado do Pará por Região de Integração PIB Per Capita
67 Instituto de Desenvolvimento Econômico, Social e Ambiental do Pará Secretaria de Estado de Planejamento, Orçamento e Finanças Relatório do Mapa da Exclusão Social A Figura 4.3 mostra a espacialização do PIB per capita para os anos de 2006 e 2007 de onde se observa que o incremento no PIB per capita das Regiões do Baixo Amazonas, Tocantins e Metropolitana foram suficientes para que estas subissem de classe, sendo que o Baixo Amazonas saiu da primeira para segunda classe e Tocantins e Metropolitana se elevaram da segunda para a terceira classe. No que diz respeito ao indicador de concentração de renda, foi utilizado nesse mapa o Coeficiente de Gini, utilizado para medir o grau de desigualdade existente na distribuição de renda de um local ou de indivíduos, mas pode ser usada para qualquer distribuição. Seu valor, varia de zero quando não há desigualdade, ou seja, a renda de todos os locais/indivíduos tem o mesmo valor, a um, quando a desigualdade é máxima, ou seja, apenas um local/indivíduo detém toda a renda da sociedade e a renda de todos os outros indivíduos é nula (Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento - Pnud - Esse indicador foi calculado a partir dos dados do PIB Municipal, divulgado pelo IBGE/Idesp/Sepof sendo calculado para a mesma periodicidade da variável utilizada no seu cálculo, ou seja, nesse mapa será trabalhado o período de 2004 a Quanto à desagregação regional será trabalhado para o Pará e as RI s. Analisando o coeficiente de Gini (Tabela 4.2), que mede a desigualdade de renda, percebe-se que o Estado do Pará vem mantendo o mesmo grau de concentração do seu PIB desde o início do período em análise com o indicador no valor de 0,76. Quando se olha as Regiões de Integração nota-se que a Região com menor grau de concentração da riqueza produzida em 2007 foi o Lago de Tucuruí com seu indicador ficando em 0,33 e a RI que apresentou maior concentração de seu PIB foi o Carajás. As Regiões de Integração que mais sofreram queda em suas concentrações no período em análise foram Marajó (-0,03), Baixo Amazonas (-0,02), Metropolitana (-0,02) e Tocantins (-0,02), já a Região que mostrou alta em seu índice foi a do Lago de Tucuruí (0,02). A análise das Tabelas 4.2 e Tabela 4.1 mostra que, apesar da Região do Carajás possuir o PIB per capita mais elevado no período de 2004 a 2007 ela também é a RI que apresenta a maior concentração de PIB neste mesmo período. Tabela 4.2 Coeficiente de Gini do PIB para o Estado do Pará e Regiões de Integração Pará / Regiões de Coeficiente de Gini Integração Pará 0,76 0,76 0,76 0,76 Araguaia 0,40 0,40 0,41 0,41 Baixo Amazonas 0,63 0,63 0,62 0,61 Carajás 0,73 0,73 0,74 0,74 Guamá 0,57 0,57 0,57 0,56 Lago de Tucuruí 0,60 0,61 0,61 0,63 Marajó 0,36 0,34 0,32 0,33 Metropolitana 0,70 0,70 0,69 0,68 Rio Caeté 0,50 0,50 0,50 0,51 Rio Capim 0,44 0,43 0,43 0,44 Tapajós 0,51 0,49 0,50 0,51 Tocantins 0,71 0,68 0,70 0,68 Xingu 0,42 0,42 0,42 0,41 Fonte: IBGE/Sepof/Idesp Elaboração: Idesp/Sepof 66
68 Instituto de Desenvolvimento Econômico, Social e Ambiental do Pará Secretaria de Estado de Planejamento, Orçamento e Finanças Relatório do Mapa da Exclusão Social Figura Mapa do Estado do Pará por Região de Integração Coeficiente de Gini
69 Instituto de Desenvolvimento Econômico, Social e Ambiental do Pará Secretaria de Estado de Planejamento, Orçamento e Finanças Relatório do Mapa da Exclusão Social A análise da Figura 4.4 permite notar que o Índice de Gini, para todas as Regiões de Integração se manteve nas mesmas faixas no período de 2006 a 2007, com exceção do Rio Capim cujo aumento no Índice foi suficiente para subir para faixa seguinte. Quanto ao Número de pessoas abaixo da linha de pobreza, neste mapa utilizou-se o corte conceitual de Pessoas que convivem em domicílios com renda mensal inferior a ½ salário mínimo per capita, definição semelhante à que vem sendo usada no projeto de Acompanhamento dos Objetivos do Milênio do IPEA com instituições filiadas à ANIPES. A linha de pobreza utilizada neste mapa está voltada diretamente ao enfoque da pobreza absoluta, na qual a partir da fixação de padrões para o nível mínimo ou suficiente de necessidades, se definiu uma linha ou limite de pobreza e se determinou a percentagem da população que se encontra abaixo desse nível. Este padrão de vida mínimo considera vários aspectos como: nutricionais, de moradia ou acesso a serviços básicos, geralmente, são calculados segundo preços relevantes ao alcance da renda necessária para custeá-los (CRESPO; GUROVITZ, 2002). Para este caso, utilizou-se o enfoque de salários mínimos, que parte da idéia de que existe um salário mínimo oficial que deve ser uma boa aproximação do montante em dinheiro necessário para custear o nível de vida mínimo. Esse conceito vem sendo utilizado desde o mapa de 2008, entretanto, em função de uma reponderação dos dados da PNAD (Pesquisa Nacional por Amostra Domiciliar), efetuada pelo IBGE para toda a série anterior a 2008, faz-se necessário recalcular o indicador para o período em análise, 2004 a 2008, último ano disponível da pesquisa. Metodologicamente adotou-se o enfoque de linhas de pobreza e indigência, utilizada no Grupo de Trabalho Objetivos de Desenvolvimento do Milênio coordenado pela Rede Ipea / Anipes com a participação de 10 Unidades Federadas, entre elas o Pará, representado pelo Instituto de Desenvolvimento Econômico, Social e Ambiental do Pará - IDESP. Nessa metodologia, a linha de pobreza adota o corte pessoas que convivem em domicílios com renda mensal inferior a ½ salário mínimo per capita, com base no salário mínimo de 2004, início da realização da PNAD urbana e rural no estado do Pará (Região Norte), atualizado pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor - INPC. O ponto de corte que delimita a linha de pobreza na metodologia adotada pela Rede Ipea / Anipes de meio salário mínimo de 2004 atualizado pelo INPC para 2008, representa R$ 158, 00, ou seja, os indivíduos com renda média domiciliar per capita abaixo de R$ 158,00 fazem parte do grupo de pessoas que serão contadas como pobres. Em função da PNAD ser amostral e seus resultados não cobrirem todos os municípios brasileiros, seus dados são divulgados com desagregação para o Brasil, Regiões, Unidade da Federação e Regiões Metropolitanas dos Estados. Para caracterizar a população abaixo da linha de pobreza, desagregou-se esse indicador por sexo, situação do domicílio e raça. 68
70 Instituto de Desenvolvimento Econômico, Social e Ambiental do Pará Secretaria de Estado de Planejamento, Orçamento e Finanças Relatório do Mapa da Exclusão Social Tabela 4.3 Número de Pessoas Abaixo da Linha de Pobreza 1 para o Brasil, Região Norte, Estado do Pará e Região Metropolitana de Belém (em pessoas) Indicador Pop BRASIL Pop Pobre % Pobres 29,99 28,26 23,98 22,78 20,20 Variação - -4,61-14,16-3,99-10,42 Pop PARÁ Pop Pobre % Pobres 43,09 41,58 36,29 33,42 29,56 Variação - -1,62-11,13-6,35-10,12 Pop RMB Pop Pobre % Pobres 32,29 31,47 27,19 22,34 19,75 Variação - -0,89-12,21-16,64-10,34 Fonte: IBGE Elaboração: Idesp/Sepof (1) Pessoas que convivem em domicílios com renda mensal inferior a ½ salário mínimo per capita. A Tabela 4.3 mostra o número de pessoas abaixo da linha da pobreza no Brasil (BR), Região Norte (RN), Pará (PA) e Região Metropolitana de Belém (RMB) de onde se pode perceber que vem ocorrendo uma queda no número de pessoas pobres nos quatro níveis geográficos observados. No Pará, no período de 2004 para 2008, o número de pessoas pobres caiu de aproximadamente 2,9 milhões de pessoas para pouco mais de 2,1 milhões de pessoas o que representa uma redução da ordem de 26,41%, já no período de 2007 para 2008 a queda foi de 10,36%, isso equivale a dizer que em 4 anos quase 800 mil pessoas saíram da linha da pobreza sendo que, dessas, praticamente 251 mil pessoas o fizeram em apenas um ano ( ). Na RMB a redução, de 2004 para 2008, foi de 34,97%, o que equivale a aproximadamente 222 mil pessoas, e de 10,59% (49 mil pessoas) no último ano da série estudada. 69
71 Instituto de Desenvolvimento Econômico, Social e Ambiental do Pará Secretaria de Estado de Planejamento, Orçamento e Finanças Relatório do Mapa da Exclusão Social Os resultados apresentados acima quando comparados com a evolução da pobreza observada no Brasil, que apresentou um decréscimo de 29,6% no mesmo período, permitem fazer as seguintes considerações: a queda da pobreza no país ocorreu a uma velocidade maior que no Estado do Pará (26,4%), por outro lado, essa velocidade de redução foi menor que a observada na Região Metropolitana de Belém (35%). Este resultado permite afirmar que a pobreza vem decrescendo mais lentamente no interior do Estado, porém de forma sustentada. Ainda de acordo com a Tabela 4.3 nota-se que a variação negativa do número de pobres ocorre em todos os anos analisados para o Brasil, Pará e Região Metropolitana de Belém. No período 2005/2004 esse incremento negativo aparece tímido no Pará e na RMB, ao contrário do Brasil, que alcança quase 5%. No período 2005/2006, a variação negativa do número de pobres é superior a 11% nas três unidades espaciais pesquisadas, mas com o Brasil decrescendo em rítimo um pouco mais forte. Em 2006/2007, pela primeira vez o decréscimo no Pará e RMB é mais acelerado que no Brasil, com destaque para esta última. Com relação ao último período disponível (2007/2008) a aceleração da diminuição da pobreza é quase a mesma para os três recortes espaciais. A partir da Figura 4.5 verifica-se que em todos os níveis geográficos estudados houve redução na proporção de pessoas abaixo da linha da pobreza, segundo os critérios adotados neste estudo, no período de 2007 para No Brasil, a proporção de pobres era de 22,87% em 2007 passando para 20,20% em 2008, na Região Norte essa proporção saiu de 33,38% para 28,28%, no Pará a redução foi de praticamente 4% na proporção de pobres uma vez que o percentual caiu de 33,51% em 2007 para 29,56% em 2008, já na RMB a redução foi 2,6% pois o percentual de pessoas abaixo da linha da pobreza desceu de 22,4% para 19,75% no período em análise. Essa forte redução no indicador de pobreza pode ser debitado no Pará e RMB a três fatores centrais: i) o crescimento da economia e, especificamente, em segmentos como a Construção Civil que são grandes empregadores de mão-de-obra; ii) o conjunto de políticas de transferência de renda, tanto federal quanto estadual, podendo-se mencionar dois programas importantes: o bolsa família e o bolsa trabalho; iii) a recomposição e os ganhos reais do salário mínimo ocorridos principalmente nos últimos três anos. Figura 4.5 Proporção de pessoas abaixo da linha da pobreza no Brasil, Região Norte, Estado do Pará e RMB 2007/2008 Fonte: IBGE Elaboração: Idesp/Sepof 70
72 Instituto de Desenvolvimento Econômico, Social e Ambiental do Pará Secretaria de Estado de Planejamento, Orçamento e Finanças Relatório do Mapa da Exclusão Social Quando se observa a proporção de cada gênero no número de pessoas abaixo da linha da pobreza (Figura 4.6) nota-se que na Região Norte e no Pará a proporção de homens e mulheres no total da população pobre se manteve praticamente a mesma no período , apenas no Brasil e RMB as proporções sofreram ligeiras mudanças sendo que em nível nacional o percentual de mulheres saiu de 50,9% para 51,3% tendo como complemento uma queda na proporção de homens que reduziu de 49,1% para 48,7%, já na RMB o percentual masculino caiu de 46,5% para 45,7% e o feminino elevou de 53,5% para 54,3%. Figura 4.6 Proporção (%) de pessoas abaixo da linha da pobreza por gênero, no Brasil, Região Norte, Estado do Pará e RMB 2007/2008 Analisando o número de pessoas abaixo da linha da pobreza em termos de cor/raça (Figura 4.7) percebe-se que no Brasil, no período de 2007 para 2008, as proporções de brancos, pretos/pardos e outras raças mantiveram-se inalteradas, já na Região Norte e na RMB houve uma leve redução no percentual de brancos enquanto que ocorreu um ligeiro acréscimo na proporção de pretos/pardos. No Estado do Pará, neste mesmo período, a proporção de pretos/pardos na população pobre aumentou de 81,6% para 84,3% enquanto que os brancos diminuíram pouco mais de dois pontos percentuais passando de 17,7% para 15,3%. Esses números apontam para a necessidade de políticas específicas com vistas a atender os segmentos afro descendentes, tanto em termo de políticas positivas de inclusão no mercado formal de trabalho, quanto políticas de transferência e de formação educacional e qualificação profissional específicos para estes segmentos populacionais. Fonte: IBGE Elaboração: Idesp/Sepof 71
73 Instituto de Desenvolvimento Econômico, Social e Ambiental do Pará Secretaria de Estado de Planejamento, Orçamento e Finanças Relatório do Mapa da Exclusão Social Figura 4.7 Proporção (%) de pessoas abaixo da linha da pobreza por raça, no Brasil, Região Norte, Estado do Pará e RMB 2007/2008 Fonte: IBGE Elaboração: Idesp/Sepof 5. Desemprego (percentual médio de população economicamente ativa desempregada). O conceito de desemprego refere-se à população que não possui e está procurando emprego no período de referência. Neste mapa, foi utilizado o conceito de desocupação, em função da inexistência de fontes disponíveis para o Estado da informação que atendesse ao conceito de desemprego. Neste Mapa o indicador utilizado foi a Taxa de Desocupação, que representa o percentual da população economicamente ativa desocupada, entendendo-se como pessoas desocupadas na semana de referência, as pessoas sem trabalho que tomaram alguma providência efetiva de procura de trabalho neste período. Este indicador reflete a exclusão social mais premente, uma vez que o indivíduo sem emprego ou ocupação e sem rendimento, passa a não ter como custear suas necessidades básicas de sobrevivência, distanciando-se dos seus direitos humanos, tendo como fim vários efeitos sociais negativos. Como complemento a este item incluiu-se no Mapa de Exclusão o perfil da ocupação quanto à posição (classificado em: empregado, trabalhador doméstico, conta própria, empregador e trabalhadores não remunerados); e a taxa de ocupação por situação do domicílio; gênero e raça. Em função da pesquisa utilizada, PNAD ser amostral e seus resultados não cobrirem todos os municípios brasileiros, seus dados são divulgados com desagregação para o Brasil, Regiões, Unidade da Federação e Regiões Metropolitanas dos Estados, dessa forma, neste mapa estão sendo apresentados os resultados do Brasil, da Região Norte, do Estado do Pará e da Região Metropolitana de Belém. Esse indicador que já vinha sendo utilizado nos mapas anteriores será calculado novamente para o período de 2004 a 2007, em função de uma reponderação dos dados da PNAD, efetuada pelo IBGE para toda a série anterior a 2008, último ano disponível da pesquisa. De acordo com a Tabela 5.1, pode-se observar que a população desocupada no Pará sofreu redução de 9,18% no período de 2004 a 2008, o que ocasionou uma diminuição na taxa de desocupação que no início do período era de 6,22% experimentando uma alta (7,11%) no ano seguinte e desde então se manteve em queda alcançando 5,36% em 2008, observando apenas o período 72
74 Instituto de Desenvolvimento Econômico, Social e Ambiental do Pará Secretaria de Estado de Planejamento, Orçamento e Finanças Relatório do Mapa da Exclusão Social nota-se uma queda de 1,75% nessa taxa. Deve-se ressaltar que nos anos de 2007 e 2008 observa-se a menor taxa de desocupação do período, sendo que comparando 2008 a 2005 observa-se o significativo declínio de 1,75%, o que evidencia as excelentes condições de desempenho da economia paraense no período. A tendência de alta, de 2004 para 2005, na taxa de desocupação e logo em seguida reduções sucessivas também foi seguida pelo Brasil, Norte e RMB sendo que no período a subtração da taxa nacional foi de 2,16%, Região Norte teve uma diminuição de 1,45% e a RMB teve uma queda significativa de 4,12%. Tabela 5.1 Percentual da População Economicamente Ativa desocupada (Taxa de Desocupação) no Estado do Pará e Região Metropolitana de Belém 2004/2008 (1.000 pessoas) Indicadores BR RN PA RMB BR RN PA RMB BR RN PA RMB BR RN PA RMB BR RN PA RMB PEA POC Pop Desocupada Tx Desocupação (%) 8,89 7,07 6,22 11,73 9,30 7,95 7,11 12,67 8,41 7,08 7,04 12,22 8,15 7,80 6,90 10,87 7,14 6,50 5,36 8,52 Fonte: IBGE/ Elaboração: Idesp/Sepof 73
75 Instituto de Desenvolvimento Econômico, Social e Ambiental do Pará Secretaria de Estado de Planejamento, Orçamento e Finanças Relatório do Mapa da Exclusão Social Figura Taxa de Desocupação por situação do domicílio, no Brasil, Região Norte, Estado do Pará e RMB, 2007/2008 ordem de 1,5p.p. (9,3% para 7,8%) e o decréscimo na taxa nacional foi de 1,2p.p. (9,3% para 8,1%). Já na população rural, o Brasil teve uma queda menos expressiva de 0,4 pontos percentuais, o Norte ficou com decréscimo de 0,9%, a redução da taxa na RMB foi de 2,1p.p. e no Estado do Pará essa baixa no indicador foi de semelhante à da Região Norte, 0,9 p.p. Figura Taxa de Desocupação por gênero, no Brasil, Região Norte, Estado do Pará e RMB, 2007/2008 Fonte: IBGE Elaboração: Idesp/Sepof A partir da Figura 5.1, que se refere à taxa de desocupação segundo a situação do domicílio nos anos de 2007 e 2008, verificase que a área urbana apresenta maior taxa de desocupação em relação à rural, seja no Brasil, Região Norte, Pará ou na RMB, devido, também, à ocorrência de uma maior concentração da população na área urbana. Nota-se, ainda, que a taxa de desocupação decresceu tanto na área urbana quanto na rural nos quatro níveis geográficos estudados. Ainda a partir da Figura 5.1 se percebe uma queda de 1,8% na taxa urbana do Pará que saiu de 8,3% para 6,5%, sendo que a redução na taxa de desocupação urbana da RMB foi de 2,4p.p. (pontos percentuais) (11% para 8,6%), no Norte a diminuição foi da 74 Fonte: IBGE Elaboração: Idesp/Sepof A Figura 5.2, mostra a taxa de desocupação por gênero, para os anos de 2007 e 2008, no Brasil, Região Norte, Pará e RMB, onde se nota que o sexo feminino apresenta percentual menos expressivo com relação ao sexo masculino, isso significa que a população masculina está mais inserida no mercado de trabalho.
76 Instituto de Desenvolvimento Econômico, Social e Ambiental do Pará Secretaria de Estado de Planejamento, Orçamento e Finanças Relatório do Mapa da Exclusão Social No entanto, essa taxa está diminuindo paulatinamente tanto para o sexo masculino quanto para o feminino, sendo que a queda registrada na taxa de desocupação entre as mulheres paraenses foi de 2,1%, uma vez que em 2007 era 9,9% passando a 7,8% no ano posterior, já entre os homens redução na taxa de desocupação foi praticamente metade da feminina, isto é, 2,1%, caindo de 4,9% para 3,8% no mesmo período. Figura Taxa de Desocupação por raça/cor, no Brasil, Região Norte, Estado do Pará e RMB, 2007/2008 Fonte: IBGE Elaboração: Idesp/Sepof No que se refere à taxa de desocupação, segundo a raça da população, apresentada na Figura 5.3, observa-se que, nos 4 níveis geográficos estudados, a população preta ou parda apresenta uma igual ou maior proporção de desocupados em relação à população da raça branca. Observa-se que no período , o percentual de brancos desocupados, apresentou redução no Brasil de 7% para 6%, no caso de pretos/pardos essa queda foi de 9% para 8%. Com relação à Região Norte também houve decréscimo de 7% para 6% entre os brancos e de 8 para 6 pontos percentuais entre os pretos/pardos (Figura 5.3). No caso do Pará essa propensão no período analisado, foi de 6% para 5% para a cor branca e no caso da cor preta/parda o 75 percentual caiu de 7% para 5%, apresentando resultado melhor que o país. Com relação à RMB essa queda foi bem maior tanto para a cor branca (10% para 7%), quanto para a cor peta/parda (11% para 9%) uma variação de 3% e 2%, respectivamente. Quanto à População Ocupada (POC) segundo a posição na ocupação, apresentada na Tabela 5.2 e que possibilita estimar o grau de formalidade e informalidade da mão de obra, nota-se que esta registrou, no período de 2004/2008, um crescimento no total de pessoas ocupadas no Brasil, Região Norte, Pará e Região Metropolitana da ordem de 9,4%, 7,6%, 6,5% e 16%, respectivamente, sendo que só no último ano o crescimento nas quatro regiões estudadas foi de 2,8%; 4,2%; 3,8% e 6,2 pontos percentuais, respectivamente. Ainda a partir da Tabela 5.2 nota-se um acréscimo de 19,3% no número de empregados paraenses em toda a série estudada, o número de trabalhadores domésticos e conta própria também sofreram aumento de 6,6% e 6,7%, respectivamente, já o contingente de empregadores apresentou uma leve redução de - 0,5%, entretanto quando se observa apenas o período de 2007 a 2008 percebe-se um aumento de 6% no número de empregados, 4,4% nas pessoas que trabalham por conta própria e 22,1% na quantidade de empregadores, sendo que o houve uma redução de 8,7% entre os trabalhadores domésticos do Estado do Pará. Deve-se ressaltar na análise em tela o crescimento com carteira de trabalho assinada nos últimos três anos da série, sendo que no período 2006/2005 tivemos pequena inflexão negativa, caindo de 18,62% para 17,79. A partir de 2007 têm-se mantido expressivo crescimento, alcançando este importante indicador 18,96% da POC com carteira de trabalho assinada e evolui para 20,04% em 2008.
77 Instituto de Desenvolvimento Econômico, Social e Ambiental do Pará Secretaria de Estado de Planejamento, Orçamento e Finanças Relatório do Mapa da Exclusão Social Tabela 5.2 População Ocupada por Posição na Ocupação para o Pará e Região Metropolitana de Belém 2004/2008 ( pessoas ) Posição na Brasil Região Norte Pará Região Metropolitana de Belém Ocupação Total Empregados Com carteira de trabalho assinada Militares e funcionários públicos estatutários Outros Trabalhadores domésticos Com carteira de trabalho assinada Sem carteira de trabalho assinada Conta própria Empregadores Outros e sem declaração Fonte: IBGE Elaboração: Idesp/Sepof 76
78 Instituto de Desenvolvimento Econômico, Social e Ambiental do Pará Secretaria de Estado de Planejamento, Orçamento e Finanças Relatório do Mapa da Exclusão Social A partir de uma análise gráfica do percentual da população ocupada segundo a posição na ocupação (Figura 5.4), se observa que a classe de empregados é a que possui a maior proporção no total da POC, com crescimento de 2% no Brasil e Região Norte, 1% no Pará no período de No caso da RMB permaneceu no mesmo patamar. Com relação aos trabalhadores domésticos, no Brasil não houve crescimento de 2007 para 2008, já a Região Norte, o Pará e RMB apresentaram queda de 1p.p. no período. Quanto às pessoas que trabalham por conta própria, tanto o Brasil quanto a Região Norte obtiveram queda de 1% e 2%, respectivamente. O Pará manteve a mesma posição e somente a RMB teve crescimento de 2%. No caso do conjunto de empregadores, somente a Região Norte apresentou em 2007/2008, avanço de 1%, o Brasil, o Pará e a RMB permaneceram inalterados nesse período. Figura 5.4 População Ocupada (%) segundo a posição na ocupação no Brasil, Região Norte, Estado do Pará e RMB, 2007/2008 Fonte: IBGE Elaboração: Idesp/Sepof 77
79 Instituto de Desenvolvimento Econômico, Social e Ambiental do Pará Secretaria de Estado de Planejamento, Orçamento e Finanças Relatório do Mapa da Exclusão Social 6 - Educação (média entre a taxa de alfabetização de adultos e a taxa combinada de matrícula no ensino fundamental, médio e superior) O indicador média entre a taxa de alfabetização de adultos e a taxa combinada de matrícula no ensino fundamental, médio e superior é a razão entre o total da matrícula nos três níveis de ensino e a população na faixa de 7 a 22 anos de idade (faixa em que as pessoas deveriam estar cursando os respectivos níveis). Esse indicador é utilizado como o componente de educação do IDH (Índice de Desenvolvimento Humano), justificando sua importância, entretanto, as variáveis envolvidas no seu cálculo possuem como fonte as pesquisas do IBGE, com atualização anual, a PNAD, pesquisa amostral na qual seus resultados não cobrem todos os municípios brasileiros, de modo que seus dados são divulgados com desagregação para o Brasil, Regiões, Unidade da Federação e Regiões Metropolitanas dos Estados. Dessa forma, a desagregação utilizada neste mapa foi o Brasil, Região Norte, Estado do Pará e Região Metropolitana de Belém. Esse indicador também já vinha sendo utilizado nos mapas anteriores tendo sido calculado novamente para o período de 2004 a 2007, em função de uma reponderação dos dados da PNAD, efetuada pelo IBGE para toda a série anterior a 2008, último ano disponível da pesquisa. Também serão analisados os indicadores que compõem essa média: a Taxa de alfabetização de adultos por gênero, situação de domicílio, raça/cor e faixa etária e a Taxa Combinada de Matrícula no Ensino Fundamental, Médio e Superior. Esse item educação é de extrema importância na análise da exclusão social uma vez que educação influencia na capacidade de exercer a liberdade, podendo elevar a produtividade no trabalho, contribuir indiretamente para melhorar a distribuição de renda, e, também, fomentar a escolha inteligente entre diferentes tipos de vida que uma pessoa pode levar (Souto et al., 1995). A Tabela 6.1 mostra a evolução da taxa de alfabetização e taxa combinada de matrícula para os níveis fundamental, médio e superior, no período de 2004 a 2008, para o Brasil, Região Norte, Pará e RMB. Nota-se que a proporção de alfabetizados vem crescendo ao longo deste período, tanto no país quanto nas regiões e no Estado. Em 2004, a taxa de alfabetização no Estado do Pará era de 85,75% de alfabetizados, em 2008, esta taxa subiu 2,4 pontos percentuais. A RMB obteve um crescimento menor em relação ao período em questão, apenas 0,83 pontos percentuais, mas, em compensação, as taxas, desde 2004, são iguais ou maiores que 95% de alfabetizados, além do que, estão acima dos percentuais do país, da Região Norte e, do próprio Estado. Com relação à taxa combinada de matrícula para os níveis fundamental, médio e superior, os percentuais nas regiões em destaque são próximos dos da taxa de alfabetização. Também nesse indicador a RMB possui os maiores percentuais de matrículas na combinação dos três níveis de ensino, desde Houve crescimento ao longo do período, mas ocorreu uma queda em 2008 de aproximadamente 2 pontos percentuais. O Estado do Pará atingiu quase 90% de matrícula da população alvo no ano de
80 Instituto de Desenvolvimento Econômico, Social e Ambiental do Pará Secretaria de Estado de Planejamento, Orçamento e Finanças Relatório do Mapa da Exclusão Social Tabela 6.1 Taxa de Alfabetização e Taxa Combinada de Matrícula no Ensino Fundamental, Médio e Superior para o Brasil, Região Norte, Estado do Pará e Região Metropolitana de Belém 2004/2008 Indicadores Brasil Região Norte Estado do Pará Região Metropolitana de Belém Fonte: IBGE Ano Taxa de Alfabetização (15 anos ou mais) 79 Taxa Combinada de Matrícula Média entre a taxa de alfabetização e taxa de matrícula combinada ,55 88,29 1, ,86 88,60 1, ,53 89,72 1, ,91 90,31 1, ,04 90,34 1, ,29 87,37 1, ,45 89,26 0, ,70 89,80 0, ,16 90,70 0, ,27 92,43 0, ,75 84,04 1, ,09 85,93 1, ,26 86,15 1, ,00 86,95 1, ,14 88,83 0, ,00 92,91 1, ,69 95,49 1, ,96 95,57 1, ,63 96,15 0, ,83 94,11 1,02 Elaboração: Idesp/Sepof
81 Instituto de Desenvolvimento Econômico, Social e Ambiental do Pará Secretaria de Estado de Planejamento, Orçamento e Finanças Relatório do Mapa da Exclusão Social Figura Taxa de Alfabetização por gênero para o Brasil, Região Norte, Estado do Pará e Região Metropolitana de Belém quanto no masculino, em relação às taxas das outras regiões, sendo a que apresenta os melhores resultados, e onde constatamos as menores diferenças entre os gêneros. Nota-se também que, de 2007 para 2008, a taxa de alfabetização das mulheres da RMB sofreu uma pequena queda de 0,2 pontos percentuais enquanto que os homens apresentaram aumento de 0,7 pontos percentuais para o mesmo período. Figura Taxa de Alfabetização por situação do domicílio para o Brasil, Região Norte, Estado do Pará e Região Metropolitana de Belém Fonte: IBGE Elaboração: Idesp/Sepof A Figura 6.1 representa uma desagregação por gênero da taxa de alfabetização, do Brasil, da Região Norte, do Estado do Pará e da RMB, nos anos de 2007 e Constata-se que as taxas de alfabetização feminina possuem os maiores valores para o indicador, em todas as regiões de estudo e para os dois anos em questão, com exceção da RMB no ano 2008, onde se constatou o inverso. A maior diferença do percentual de alfabetização entre os gêneros ocorreu no Estado do Pará, em 2007, com mais de 3 pontos percentuais, diferença esta que sofreu queda em 2008, ficando em 1,7 pontos percentuais. A RMB destaca-se nos dois anos, tanto no feminino Fonte: IBGE Elaboração: Idesp/Sepof 80
82 Instituto de Desenvolvimento Econômico, Social e Ambiental do Pará Secretaria de Estado de Planejamento, Orçamento e Finanças Relatório do Mapa da Exclusão Social A Figura 6.2 representa uma desagregação da taxa de alfabetização por situação de domicílio da população alvo do nos níveis geográficos em estudo. Observa-se que é maior o percentual de alfabetizados na área urbana, tanto para 2007 quanto 2008 sendo que em todas as regiões destacadas, o indicador urbano ultrapassa os 90% de alfabetizados na população alvo. Mais uma vez a RMB deteve as maiores taxas, nos dois anos, tanto na área urbana (95,8% e 92,9%) quanto na rural (86,5% e 86,8%). No Estado, apesar das taxas serem maiores na área urbana, foi na área rural que ocorreu o maior acréscimo de 2007 para 2008, da ordem de 1,3%. Na área urbana houve um decréscimo de 0,3% no período. Este indicador, na área rural, para o Pará é maior que o observado para o Brasil. As diferenças entre a taxa de alfabetização da área urbana para a da área rural caíram apenas no Estado do Pará, onde em 2007 era registrado 12,4% de diferença sendo que em 2008 passou para 10,8 pontos percentuais. Nas outras regiões em foco, as diferenças quase não se alteraram. Na Figura 6.3 é apresentada mais uma desagregação da taxa de alfabetização, agora por cor/raça. Foram comparadas as taxas para os indivíduos das raças branca e preta/parda. É interessante notar que as diferenças do indicador entre raças são maiores quando observamos o Brasil, chegando a 8 pontos percentuais em 2007 e caindo para 7,4% em O Estado do Pará apresentou queda 0,5% na taxa de alfabetizados dos indivíduos que compõem a raça branca, na população alvo, de 2007 para Já para os indivíduos que fazem parte da raça preta/parda, a taxa de alfabetizados passou de 86,8% em 2007, para 87,4% em 2008, significando um aumento de 0,6 pontos percentuais. A RMB é a que apresentou as menores diferenças entre as raças, que vai de 1,9% em 2007 para 1,2% em Também é a região que obteve os melhores resultados de alfabetização nas duas raças observadas, tanto em 2007 quanto em 2008, se comparados com os resultados das demais regiões em destaque. Na RMB, o indicador para as duas raças ultrapassa os 95% de alfabetizados na população alvo. Figura Taxa de Alfabetização por raça para o Brasil, Região Norte, Estado do Pará e Região Metropolitana de Belém Fonte: IBGE Elaboração: Idesp/Sepof 81
83 Instituto de Desenvolvimento Econômico, Social e Ambiental do Pará Secretaria de Estado de Planejamento, Orçamento e Finanças Relatório do Mapa da Exclusão Social 7 - Saúde (número de postos de saúde, de leitos hospitalares e de agentes comunitários de saúde em relação ao número de habitantes e à mortalidade infantil) Nesse item foram contemplados todos os indicadores exigidos por lei, com regionalização para as Regiões de Integração e periodicidade de 2004 a 2009, com exceção da Taxa de Mortalidade Infantil que até o momento a fonte (Datasus) só divulgou até O indicador Número de Postos e Centros de Saúde por habitantes retrata a quantidade de Postos e Centros de Saúde relativizados pelo total de habitantes e expressa a cada dez mil habitantes. O Número de Leitos por habitantes expressa a quantidade de leitos hospitalares relativizados pelo total de habitantes e expressa a cada mil habitantes. O Número de agentes comunitários por mil habitantes mostra a quantidade de Agentes Comunitários de Saúde implantados na região e relativizados para cada habitantes e a Taxa de Mortalidade Infantil, consiste no óbito de crianças durante o seu primeiro ano de vida observado durante um determinado período de tempo, normalmente um ano, referido ao número de nascidos vivos do mesmo período (Datasus). Os dois primeiros indicadores avaliam as disponibilidades de recursos físicos na área de saúde, ofertados para a respectiva população. O terceiro pondera os recursos humanos e o último tratase de um indicador de impacto que avalia as condições de saúde e saneamento de uma determinada área. O Estado do Pará vem crescendo na oferta de Postos e Centros de saúde através da implantação, ampliação e reformas. De acordo com a Tabela 7.1, o incremento em Postos e Centros de Saúde representou, em 2009, um índice de 2,25 relativos a habitantes, crescendo 0,19 pontos de 2006 para Este avanço ocorreu na maioria das Regiões de Integração, tendo o melhor resultado na região do Lago do Tucuruí, que apresentou um índice de 2,57 em 2009, ou seja, de dois postos ou centros para cada habitantes existentes em 2006, passou para quase três. Outro incremento foi na ampliação no número de leitos por habitantes, já que em 2006 o Estado ofertava 1,95 leitos, passando, em 2009, para 2,21 leitos para cada mil habitantes, um incremento de leitos em quatro anos. A Região de Integração que apresentou o maior número de oferta de leitos foi a região Metropolitana, apresentando, em 2009, o índice de 3,09 leitos a cada mil habitantes, superior à média estadual. 82
84 Instituto de Desenvolvimento Econômico, Social e Ambiental do Pará Secretaria de Estado de Planejamento, Orçamento e Finanças Relatório do Mapa da Exclusão Social Tabela 7.1 Número de centros e postos de saúde por mil habitantes e de leitos hospitalares por mil habitantes para o Estado do Pará e Regiões de Integração 2006-/2009 Pará / Regiões de Integração Postos e Centros de Saúde por habitantes Leitos por Habitantes Pará 2,06 2,22 2,24 2,25 1,95 2,13 2,21 2,21 2,21 Araguaia 3,36 3,13 3,07 3,10 2,46 2,62 2,6 2,62 2,61 Baixo Amazonas 3,12 3,26 3,25 3,32 1,58 1,57 1,69 1,7 1,73 Carajás 2,16 2,29 2,33 2,24 1,61 1,68 1,86 1,81 1,67 Guamá 3,35 4,00 3,93 3,95 1,77 1,89 1,74 1,72 1,76 Lago de Tucuruí 2,12 2,51 2,45 2,57 1,81 1,70 1,88 1,83 2,17 Marajó 2,70 2,69 2,72 2,89 0,92 0,90 0,88 0,85 0,85 Metropolitana 0,62 0,69 0,72 0,72 2,21 2,86 3,05 3,09 3,09 Rio Caeté 2,73 3,06 3,01 3,15 2,81 2,38 2,51 2,65 2,48 Rio Capim 2,03 2,19 2,38 2,33 2,34 2,26 2,14 2,28 2,27 Tapajós 1,78 1,84 1,82 1,82 2,41 2,26 1,94 1,94 2,09 Tocantins 2,55 2,62 2,54 2,51 1,43 1,51 1,48 1,4 1,40 Xingu 2,97 3,04 3,1 2,91 1,53 1,72 2,22 2,12 1,95 Fonte: Datasus/IBGE Elaboração: Idesp/Sepof Quando se visualiza o indicador Postos e centros de saúde por dez mil habitantes, distribuído espacialmente (Figura 7.1), observa-se que somente a Região do Rio Capim, em 2009, alterou de classe em relação a 2008, caindo da segunda maior para a segunda menor classe de valores. As demais regiões permaneceram em suas respectivas classes no período analisado. 83
85 Instituto de Desenvolvimento Econômico, Social e Ambiental do Pará Secretaria de Estado de Planejamento, Orçamento e Finanças Relatório do Mapa da Exclusão Social Figura Mapa do Estado do Pará por Região de Integração Postos e Centros de Saúde por mil hab
86 Instituto de Desenvolvimento Econômico, Social e Ambiental do Pará Secretaria de Estado de Planejamento, Orçamento e Finanças Relatório do Mapa da Exclusão Social 7.2 Mapa do Estado do Pará por Região de Integração Leitos por mil hab
87 Instituto de Desenvolvimento Econômico, Social e Ambiental do Pará Secretaria de Estado de Planejamento, Orçamento e Finanças Relatório do Mapa da Exclusão Social Em uma análise da espacialização do número de leitos para cada mil habitantes (Figura 7.2), do ano de 2008 para 2009, verificase que as Regiões do Tapajós e Lago Tucuruí foram as únicas que apresentaram incremento suficiente para avançar uma classe, da segunda para a terceira. Já as RI s do Xingu e Rio Caeté obtiveram desempenho inverso, isto é, obtiveram redução não só no valor do indicador, mas também na classe da qual faziam parte, sendo que Rio Caeté desceu da maior para a segunda maior classe e o Xingu da segunda para a terceira maior faixa. Tabela 7.2 Agentes comunitários de saúde por habitantes para o Estado do Pará e Regiões de Integração, Pará / Regiões Agentes comunitários por mil habitantes de Integração Pará 1,56 1,62 1,71 1,59 1,81 1,83 Araguaia 2,12 2,15 2,37 2,12 2,16 2,26 Baixo Amazonas 1,89 1,87 1,90 1,82 2,00 1,96 Carajás 1,62 1,54 1,54 1,37 1,70 1,81 Guamá 2,21 2,19 2,27 2,20 2,45 2,45 Lago de Tucuruí 1,46 1,68 1,78 1,90 2,31 2,24 Marajó 1,50 2,21 2,21 1,81 2,18 2,30 Metropolitana 0,82 0,81 0,86 0,74 0,90 0,90 Rio Caeté 2,19 2,28 2,34 1,91 2,63 2,73 Rio Capim 1,94 1,92 1,90 1,88 2,21 2,29 Tapajós 1,53 1,73 2,17 2,09 1,89 1,84 Tocantins 1,89 1,88 2,06 1,99 2,08 2,16 Xingu 1,70 2,04 2,33 2,39 2,34 2,03 Fonte: Datasus/IBGE Elaboração: Idesp/Sepof A política de atenção básica de saúde avançou em diversas linhas, principalmente em programas de acompanhamento às condições de saúde da população menos favorecida, como a exemplo, temos o Programa Saúde da Família que foi incrementado com o Programa de Agentes Comunitários criado pelo Ministério da Saúde. No Estado do Pará este programa obteve no período entre 2004 e 2009, resultados animadores. De acordo com a Tabela 7.2 que apresenta o número de agentes comunitários de saúde (ACS) por mil habitantes, segundo as Regiões de Integração do Pará, verificase um crescimento neste número de agentes em todas as RI s, com destaque para o Rio Caeté que, em 2004, tinha 2 agentes, passando a 3, em De modo geral são resultados positivos, pois, em 2004, três regiões apresentavam um número de agentes superior à média estadual. Já em 2009 este número passou para oito regiões que são: Araguaia com 2,26, Guamá com 2,45, Lago Tucuruí com 2,24, Marajó com 2,30, Rio Caeté com 2,73, Rio Capim com 2,29, Tocantins com 2,16 e Xingu com 2,03 agentes por mil habitantes. Observando os dados sobre ACS espacializados nas RI s do Estado (Figura 7.3) se percebe que as reduções nas taxas das Regiões do Xingu e Lago Tucuruí fizeram com que estas saíssem da classe com os maiores índices para a segunda maior classe, inversamente a esta situação encontram-se as Regiões do Marajó e Rio Capim cujos incrementos em suas taxas fizeram com que elas subissem da segunda para a primeira maior faixa de ACS por mil habitantes. 86
88 Instituto de Desenvolvimento Econômico, Social e Ambiental do Pará Secretaria de Estado de Planejamento, Orçamento e Finanças Relatório do Mapa da Exclusão Social 7.3 Mapa do Estado do Pará por Região de Integração Agentes Comunitários de Saúde por mil hab
89 Instituto de Desenvolvimento Econômico, Social e Ambiental do Pará Secretaria de Estado de Planejamento, Orçamento e Finanças Relatório do Mapa da Exclusão Social Tabela 7.3 Taxa de Mortalidade Infantil para o Estado do Pará e Regiões de Integração 2004/2008 Pará / Regiões de Taxa de Mortalidade Infantil Integração Pará 22,22 20,81 20,03 18,75 18,18 Araguaia 21,79 22,04 22,71 21,43 18,61 Baixo Amazonas 17,85 19,58 16,79 20,51 20,83 Carajás 25,75 23,6 22,56 22,17 19,28 Guamá 19,05 16,94 19,76 15,11 15,93 Lago de Tucuruí 29,45 29,23 24,28 24,62 19,71 Marajó 23,28 21,89 22,34 20,61 19,36 Metropolitana 20,52 18,83 17,91 17,20 16,08 Rio Caeté 23,47 21,07 20,97 16,36 17,96 Rio Capim 23,78 19,7 22,69 17,58 18,83 Tapajós 23,84 20,84 16,69 20,36 24,51 Tocantins 21,12 19,27 18,06 18,49 18,77 Xingu 28,86 27,69 24,32 15,04 14,99 Fonte: Datasus Elaboração: Idesp/Sepof crianças menores de 1 ano para cada mil nascidos vivos. Isso significa uma redução de 3,42 óbitos da população alvo neste período. Em relação às Regiões de Integração, as taxas inferiores à Estadual, apareceram nas regiões do Xingú com 14,99, do Guamá com 15,93, da Metropolitana com 16,08 e do Rio Caeté com 17,96 mortes de crianças menores de 1 ano para cada mil nascidos vivos. As regiões onde houve queda nas taxas de mortalidade infantil e suas classes, de 2007 para 2008, foram a Metropolitana, Araguaia, Carajás, Marajó e Lago Tucuruí, sendo que esta última atingiu o melhor resultado de um ano para outro. As regiões do Xingu, Guamá, Rio Capim, Tocantins e Baixo Amazonas permaneceram, em 2008, em suas respectivas classes de O indicador Taxa de Mortalidade Infantil é um dos mais utilizados quando se deseja analisar a qualidade de vida. Acompanhando este indicador, de acordo com os resultados da Tabela 7.3, percebe-se uma redução gradativa de mortalidade infantil no Pará no período entre 2004 e Em 2004 a taxa era de 22,22 mortes de crianças menores 1 ano para cada mil nascidos vivos, tendo reduzido, em 2005, para 20,81, seguindo com queda nos anos posteriores e chegando, em 2008, a 18,18 falecimentos de 88
90 Instituto de Desenvolvimento Econômico, Social e Ambiental do Pará Secretaria de Estado de Planejamento, Orçamento e Finanças Relatório do Mapa da Exclusão Social 7.4 Mapa do Estado do Pará por Região de Integração Taxa de Mortalidade Infantil
91 Instituto de Desenvolvimento Econômico, Social e Ambiental do Pará Secretaria de Estado de Planejamento, Orçamento e Finanças Relatório do Mapa da Exclusão Social 8 - Saneamento Básico (percentual de domicílios com água tratada, coleta e tratamento de esgoto e coleta de lixo). Nesse item não foi possível disponibilizar os indicadores de acordo com a exigência da Lei, em função da não disponibilidade das informações. Entretanto outros indicadores proxy foram apresentados. Este item analisa as condições de Saneamento Básico, definidas como disponibilidade de serviços públicos que compreendem os sistemas de abastecimento d'água, de esgotos sanitários e de coleta de lixo. Serviços essenciais que, se regularmente bem executados, aumentam o nível de saúde da população beneficiada, gerando maior expectativa de vida. O indicador Percentual de Domicílios com Abastecimento de Água é definido como a razão entre o número de domicílios servidos por abastecimento de águas, via rede geral, em relação ao total de domicílios da região em questão. Outro indicador analisado nesse Mapa foi o Percentual de Domicílios com Esgotamento Sanitário em Rede Geral e Fossa Séptica, que é a razão entre o número de domicílios servidos por esgotamento sanitário em rede geral e fossa séptica, em relação ao total de domicílios da região em questão. E por fim foi trabalhado o indicador Percentual de Domicílios com Coleta de Lixo, que se trata da razão entre o número de domicílios servidos por coleta de lixo, em relação ao total de domicílios da região em questão. Todos os indicadores já citados referentes a esse item possuem fonte a PNAD do IBGE, são apresentados na periodicidade de 2004 a 2008 e desagregação geográfica na Região Metropolitana de Belém, Estado do Pará, Região Norte e Brasil. 90
92 Instituto de Desenvolvimento Econômico, Social e Ambiental do Pará Secretaria de Estado de Planejamento, Orçamento e Finanças Relatório do Mapa da Exclusão Social Tabela 8.1 Percentual de Domicílios com Abastecimento de Água, Percentual de domicílios com Esgotamento Sanitário e Percentual de domicílios com Coleta de Lixo para o Estado do Pará e Região Metropolitana de Belém Região Ano Percentual de domicílios com Abastecimento de Água (Rede Geral) Percentual de Domicílios com Esgotamento Sanitário (Rede Geral e Fossa Séptica) Percentual de Domicílios com Coleta de Lixo Brasil Norte Pará Região Metropolitana de Belém Fonte: IBGE ,15 68,73 84, ,24 69,45 85, ,13 70,35 86, ,22 73,39 87, ,91 73,17 87, ,43 50,68 71, ,92 52,98 74, ,56 52,43 76, ,28 55,14 79, ,31 60,12 80, ,72 55,57 68, ,69 56,97 72, ,41 56,10 76, ,33 56,28 79, ,15 62,08 78, ,82 85,91 95, ,09 86,52 95, ,95 87,72 97, ,21 84,09 97, ,49 89,12 97,10 Elaboração: Idesp//Sepof 91
93 Instituto de Desenvolvimento Econômico, Social e Ambiental do Pará Secretaria de Estado de Planejamento, Orçamento e Finanças Relatório do Mapa da Exclusão Social As condições do saneamento básico, disponíveis no domicílio da população, são essenciais para qualidade de vida. A Tabela 8.1 apresenta o panorama da situação dos domicílios com abastecimento de água, esgoto sanitário e sobre a coleta de lixo, mostrando um discreto avanço no período entre 2004 e 2008, analisando o indicador para o Brasil, Região Norte, Estado do Pará e RMB. Os domicílios que utilizam água de rede geral com canalização interna diferenciam sua proporção quando se faz comparações entre regiões, observa-se que no Brasil o abastecimento de água chega atingir mais de 80% dos domicílios, enquanto que a realidade da região Norte está na casa dos 58%, o Estado do Pará atingiu 49,15% dos domicílios ligados a rede de abastecimento em 2008 e a proporção na RMB está em torno de 64% desde Deve-se ressaltar que os investimentos do Governo do Estado nesta área foram muito deficitários nos anos mais recentes, sendo que somente a partir de 2007 é que se passa a ter investimentos expressivos. A Cosanpa, através do Programa de Aceleração do Crescimento, na modalidade Saneamento, está executando ações de ampliação e implantação de sistemas de abastecimento de água em 12 municípios do Estado, em um investimento de R$ 191,3 milhões, distribuído por 20 empreendimentos. Do mesmo modo, foi iniciada a implantação do sistema de abastecimento de água no município de Breves, região do Marajó, que irá melhorar a qualidade de vida de mais de três mil famílias, que vivem em condições precárias de saneamento. A partir da conclusão deste conjunto de investimentos espera-se observar melhorias nestes indicadores. Quanto à situação dos domicílios com Esgotamento sanitário, as realidades entre o Norte e o Pará são semelhantes em relação à cobertura uma vez que a Região Norte chegou a 60,12% e o Pará a 62,08% da cobertura dos domicílios no ano de Com uma taxa um pouco mais elevada em relação a este indicador, no ano de 2008, estão o Brasil com 73,17% dos domicílios com esgoto sanitário e a RMB que se manteve acima dos 85% em todo período chegando ao final com uma cobertura de quase 90%. Com perfil semelhante está a proporção na cobertura da coleta de lixo nos domicílios, estando o Brasil, em 2008, com 87,90% dos seus domicílios com coleta de lixo, a RMB com um valor de 97,1% para este indicador, Região Norte com 80,11% e o Pará cobrindo 78, 95% dos domicílios. Nesse mapa foi incluído o indicador Taxa de Mortalidade por algumas doenças infecciosas e parasitárias, definido como a razão entre o número de óbitos provenientes de doenças infecciosas e parasitárias relativizadas pela população, expressa a cada dez mil habitantes, como indicador de impacto em relação às condições de saneamento de determinado local. Esse indicado possui o DATASUS como fonte e foi trabalhado para o período de 2004 a Observando os resultados nos últimos anos sobre a taxa de mortalidade decorrente de doenças infecciosas e parasitárias por hab no Estado do Pará, percebe-se uma redução significativa em virtude de ações eficazes na política pública no que se refere à prevenção e combate a doenças evitáveis, especialmente as doenças infecciosas e parasitárias. De acordo com a Tabela 8,2, esse indicador era de 2,4 mortes para cada habitantes no Pará, em 92
94 Instituto de Desenvolvimento Econômico, Social e Ambiental do Pará Secretaria de Estado de Planejamento, Orçamento e Finanças Relatório do Mapa da Exclusão Social 2004, passando a 2,32 em 2008, apresentando redução de 0,08 pontos. Quando se analisa a situação desse indicador nas Regiões de Integração, observa-se um decréscimo em algumas Regiões no período entre 2004 e Os resultados mostram que as regiões com taxas superiores à média do Estado são: Metropolitana com 3,30, seguido do Lago do Tucuruí com 2,77 e do Carajás com 2,62 mortes a cada habitantes. Já a RI que apresenta a menor taxa e resultado positivo é a região do Marajó, onde as mortes por doenças infecciosas e parasitárias representaram 1,28 óbitos a cada habitantes, alcançando uma redução de 0,6 pontos em relação a Tabela 8.2 Taxa de mortalidade decorrente de doenças infecciosas e parasitárias por habitantes segundo Região de Integração 2004/2008 Taxa de mortalidade decorrente de doenças infecciosas e parasitárias Pará / Região de por hab. Integração Pará 2,40 2,40 2,29 2,33 2,32 Araguaia 1,67 2,46 1,86 1,80 1,94 Baixo Amazonas 1,69 2,02 1,81 1,86 1,88 Carajás 2,97 2,18 2,10 3,19 2,62 Guamá 1,33 1,56 2,16 1,90 1,77 Lago de Tucuruí 2,95 3,78 2,52 2,60 2,77 Marajó 1,88 1,67 1,74 1,69 1,28 Metropolitana 3,51 3,27 2,94 3,00 3,30 Rio Caeté 1,68 1,74 1,53 2,16 1,98 Rio Capim 1,83 1,60 1,92 1,94 1,86 Tapajós 2,19 2,04 1,82 1,96 1,90 Tocantins 1,54 2,09 2,33 1,81 1,92 Xingu 2,68 2,04 2,46 1,94 1,37 Fonte: Datasus/IBGE Elaboração: Idesp//Sepo 93
95 Instituto de Desenvolvimento Econômico, Social e Ambiental do Pará Secretaria de Estado de Planejamento, Orçamento e Finanças Relatório do Mapa da Exclusão Social Quando se visualiza a Taxa de mortalidade por doenças infecciosas e parasitárias, a partir da Figura 8.1 observam-se algumas alterações nas classes do ano de 2007 para A redução no indicador para a Região do Xingu foi suficiente para que essa RI passasse da faixa de maiores taxas para a faixa imediatamente inferior, Carajás e Guamá reduziram para a classe que contém as menores taxas enquanto que as outras Regiões de Integração mantiveram-se no mesmo patamar. Figura 8.1 Mapa do Estado do Pará por Região de Integração Taxa de Mortalidade decorrente de doenças infecciosas e parasitárias por dez mil habitantes
96 Instituto de Desenvolvimento Econômico, Social e Ambiental do Pará Secretaria de Estado de Planejamento, Orçamento e Finanças Relatório do Mapa da Exclusão Social 9- Habitação (déficit habitacional medido através do número de pessoas que vivem em loteamentos irregulares, destacando-se as áreas de risco). Nesse item em função de não se dispor da informação de pessoas que vivem em loteamento irregulares, trabalhou-se com o indicador déficit habitacional, que indica a necessidade imediata de construção de novas moradias para resolução de problemas sociais e específicos de habitação, detectados em certo ponto no tempo (IBGE, 2002), considerando as necessidades de incremento ou reposição no estoque habitacional. Deve-se frisar que com base nesta preocupação o Governo Federal lançou, em conjunto com o Governo do Pará o Programa Minha Casa, Minha Vida, constituindo importante ponto de solução no futuro mediato dos problemas aqui apontados. Utilizou-se a metodologia sugerida pela Fundação João Pinheiro (1995) no trabalho Déficit habitacional no Brasil, estudo atualizado pela Fundação, em 2007, em parceria com o Ministério das Cidades, o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) e o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD). Essa metodologia apresentada se baseia em duas vertentes da análise habitacional: o déficit habitacional e a inadequação dos domicílios. O Déficit habitacional é constituído pela necessidade de incremento no Estoque que corresponde a existência de domicílios improvisados, cedidos, alugados (ônus excessivo) e domicílios coabitados (mais de uma família residindo no domicílio), e pela necessidade de reposição de Estoque, equivalente a depreciação de alguns domicílios próprios com parede e/ou cobertura não-durável. Considerou-se como domicílios improvisados locais construídos sem fins residenciais que servem como moradia, tais como barracas, viadutos, prédios em construção, carros etc. Para a situação de domicílios cedidos foram registrados aqueles com renda inferior a 3 salários mínimos. No cômputo do déficit habitacional foram incluídos somente os domicílios alugados para o qual o aluguel representava um ônus excessivo, ou seja, domicílios com renda inferior a 3 salários mínimos conforme a metodologia da Fundação João Pinheiro. Em função da não disponibilidade do número de famílias conviventes em mais de duas, estimou-se a partir do número de pessoas em situação de coabitação e o número médio de pessoas por domicílios. Como complemento ao item também se calculou indicadores de inadequação dos domicílios que correspondem aos problemas na qualidade de vida dos moradores. Não estão relacionados os estoques de habitações e sim a especificidades internas do mesmo. As inadequações analisadas foram a Carência de infra-estrutura; Inadequação fundiária e Adensamento excessivo de moradores por dormitório. Considerou-se carência de infra-estrutura os domicílios que não dispõem de ao menos um dos seguintes serviços básicos: energia elétrica, rede geral de abastecimento de água com canalização interna, rede geral de esgotamento sanitário ou fossa séptica e coleta de lixo. Quanto a Inadequação fundiária foi definida pelas situações onde pelo menos um dos moradores do domicílio declara ter a propriedade da moradia, mas informa não possuir a propriedade, total ou parcial, do terreno ou a fração ideal do terreno (no caso de apartamento) em que se localiza. Como adensamento excessivo de moradores por dormitório considerou-se aqueles em que o número médio de moradores foi superior a três por dormitório. 95
97 Instituto de Desenvolvimento Econômico, Social e Ambiental do Pará Secretaria de Estado de Planejamento, Orçamento e Finanças Relatório do Mapa da Exclusão Social Considerando as diferenças mencionadas nos itens anteriores em relação à metodologia tanto do déficit habitacional como das inadequações domiciliares, desenvolvida pela Fundação João Pinheiro, não é recomendado a comparabilidade com o mesmo. Em ambos os casos a fonte dos dados foi o IBGE, tendo sido calculado para os anos de 2007 e 2008, com desagregação geográfica para a Região Metropolitana de Belém, Estado do Pará, Região Norte e Brasil, no caso do déficit habitacional e Pará e Brasil no caso das inadequações domiciliares. Indicadores Tabela 9.1 Déficit habitacional para a Região Metropolitana de Belém, Estado do Pará, Região Norte e Brasil (em %) /2008 Brasil Região Norte Estado do Pará Região Metropolitana de Belém Déficit habitacional 18,0 17,1 20,2 19,3 21,1 19,4 13,8 13,9 Déficit habitacional Reposição de estoque Déficit habitacional Incremento de estoque Fonte: IBGE 1,6 1,5 4,3 3,6 4,8 3,8 0,6 0,5 16,3 15,7 15,9 15,8 16,2 15,6 13,2 13,4 Elaboração: Idesp//Sepof Analisando o Déficit Habitacional, conforme exposto na Tabela 9.1, a Região Metropolitana de Belém foi quem apresentou o menor percentual para o indicador nos dois anos em observação, sendo 13,8% em 2007, com uma suave elevação para 13,9% em 2008, o déficit brasileiro foi o segundo menor com 18%, em 2007 caindo para 17,1% no ano de A Região Norte apresentou um déficit de 20,2% no ano de 2007 com uma queda para 19,4% em Já o Estado do Pará, apesar de possuir o maior déficit dentre as 4 regiões geográficas analisadas, foi a região que conseguiu a maior redução no valor do indicador uma vez que, em 2007, apresentava um déficit de 21,1% e passou a 19,4% em 2008, praticamente se igualando à taxa da Região Norte, o que representa uma queda de 1,7% neste período. O incremento por novas moradias ainda é responsável pela maior parte do déficit habitacional. No Pará esse indicador, em 2007, era 16,2% equivalente a 77% do déficit habitacional total do 96
98 Instituto de Desenvolvimento Econômico, Social e Ambiental do Pará Secretaria de Estado de Planejamento, Orçamento e Finanças Relatório do Mapa da Exclusão Social Estado. Embora a necessidade de incremento de novas moradias tenha diminuído em 2008, passando para 15,6%, há que se observar que sua participação no déficit total aumentou para 80,6%. Analisando as outras regiões geográficas nota-se que a carência por novas moradias do Norte recuou levemente de 15,9%, em 2007, para 15,8%, em 2008, no Brasil a taxa saiu de 16,3% para 15,7% e na RMB houve uma ligeira alta de 13,2 para 13,4 pontos percentuais no período Quanto à reposição de domicílios em função da precariedade dos mesmos, o Estado do Pará foi quem também apresentou o maior indicador nos dois anos analisados, entretanto com a redução alcançada neste período o indicador se aproxima da taxa para a Região Norte, uma vez que essa apresentou um déficit de reposição de 3,6% em 2008 e o Pará reduziu o valor de seu indicador de 4,8 para 3,8 pontos percentuais. Dessa forma, o Pará apresentou o maior decréscimo dentre as regiões analisadas. Esse indicador para o Brasil era da ordem de 1,6% e passou para 1,5% e para a Região Metropolitana o indicador apresentou uma leve queda de 0,6% para 0,5% (Tabela 9.1). Em relação à inadequação dos domicílios, apresentada na Tabela 9.2, é importante ressaltar que não é possível a agregação dos seus componentes em função de que um domicílio pode ser inadequado por mais de um critério. Tabela 9.2 Inadequação dos Domicílios para o Brasil e o Estado do Pará /2008 Brasil Estado do Pará Indicadores Carência de Infraestrutura 33,1 33,1 67,9 66,7 Inadequação fundiária 4,4 3,9 4,3 3,9 Adensamento Excessivo 4,9 4,5 10,3 10,2 Fonte: IBGE Elaboração: IDESP/SEPOF A carência de infra-estrutura, definida como a ausência de um ou mais dos serviços básicos, nesse estudo considerado a iluminação elétrica, rede geral de abastecimento de água com canalização interna, rede geral de esgotamento sanitário ou fossa séptica e coleta de lixo, estava presente em 33,1% dos domicílios brasileiros e 67,9% dos domicílios paraenses, no ano de 2007 sendo que o indicador nacional se manteve inalterado para o ano seguinte e o estadual reduziu para 66,7%. A pesar do Estado do Pará apresentar redução no indicador de carência em infra-estruturas, sua proporção ainda continua elevada apresentando o dobro da média brasileira. Quanto à inadequação fundiária, o Brasil apresentou redução em sua proporção, de 4,4% para 3,9%, do ano de 2007 para 2008, fato que também foi acompanhado pelos domicílios paraenses com inadequação fundiária que diminuíram de 4,3% para 3,9%, no mesmo período (Tabela 9.2). 97
99 Instituto de Desenvolvimento Econômico, Social e Ambiental do Pará Secretaria de Estado de Planejamento, Orçamento e Finanças Relatório do Mapa da Exclusão Social No que diz respeito ao adensamento excessivo de moradores por dormitório, apresentado na Tabela 9.2, tanto o Brasil quanto o Estado do Pará obtiveram reduções do ano de 2007 para 2008, embora no caso paraense a diminuição tenha sido um pouco menor. No país a taxa era de 4,9% e passou para 4,5% enquanto que no estado o adensamento excessivo caiu de 10,3% para 10,2% do total de domicílios particulares permanentes. Esses resultados do déficit habitacional e da inadequação dos domicílios demonstram a urgência de políticas públicas nessa área como, por exemplo, elevar os padrões de habitação e qualidade de vida da população; intervir em áreas degradadas ou de risco, ocupadas por sub-habitações; construir unidades habitacionais em terrenos regularizados, dotados de abastecimento de água, esgotamento sanitário e energia elétrica; etc. Só com medidas desta natureza poderemos diminuir o déficit habitacional no Estado e no País e adequar as respectivas habitações População em Situação de Risco nas Ruas O indicador de população em situação de risco nas ruas, refere-se à população com total exclusão social, não tendo acesso à moradia, serviços básicos de saúde, educação, saneamento, etc., ou seja, trata-se de uma população vulnerável, vivendo sob circunstâncias alheias as suas vontades psicológicas e emocionais. Essa população, segundo Vieira, Bezerra e Rosa (1994, p.93-95) é identificada a partir de três situações específicas: primeiro, as pessoas que ficam na rua, configurando uma situação circunstancial que reflete a precariedade da vida, pelo desemprego ou por estarem chegando na cidade em busca de emprego, de tratamento de saúde ou de parentes não encontrados. Nesses casos, em razão do medo da violência e da própria condição vulnerável em que vivem, costumam ser encontradas em rodovias, albergues, ou locais públicos de movimento. Em segundo, as pessoas que estão na rua, são aquelas que já não consideram a rua tão ameaçadora e, em razão disso, passam a estabelecer relações com as pessoas que vivem na ou da rua, assumindo como estratégia de sobrevivência a realização de pequenas tarefas com algum rendimento, a exemplo dos guardadores de carro, descarregadores de cargas, catadores de papéis ou latinhas. E, finalmente, as pessoas que são da rua, sendo aquelas que já estão na rua faz um bom tempo e, por isso, foram sofrendo um processo de debilitação física e mental, especialmente pelo uso do álcool e das drogas, pela alimentação deficitária, pela exposição e pela vulnerabilidade à violência. Os conceitos acima mencionados, importantes para que se possa repensar as políticas de inclusão social, em função da mobilidade da própria população em tese, é difícil de ser dimensionado não tendo até o momento levantamentos específicos que possibilitem a mensuração direta deste indicador. Uma aproximação das duas últimas situações seria o número de pessoas vivendo em domicílios improvisados, por se tratar também de pessoas em situação de vulnerabilidade domiciliar total. Dessa forma utilizou-se o indicador a Proporção de pessoas vivendo em domicílios improvisados, sendo a Razão entre o número de pessoas vivendo em domicílios improvisados em relação ao total de pessoas no Estado. Esse indicador possui como fonte o IBGE e foi calculado para o período de 2004 a 2008, com desagregação Geográfica para o Brasil, Região Norte, Estado do Pará e Região Metropolitana de Belém. 98
100 Instituto de Desenvolvimento Econômico, Social e Ambiental do Pará Secretaria de Estado de Planejamento, Orçamento e Finanças Relatório do Mapa da Exclusão Social Tabela 10.1 Proporção de pessoas vivendo em domicílios improvisados no Brasil, Região Norte, Estado do Pará e Região Metropolitana de Belém % de pessoas vivendo em domicílios Regiões improvisados Brasil 0,10 0,08 0,13 0,19 0,17 Região Norte 0,15 0,06 0,04 0,35 0,62 Estado do Pará 0,04 0,05 0,05 0,20 0,09 RMB 0,00 0,16 0,10 0,00 0,10 Fonte: IBGE/ Idesp//Sepof Elaboração: Idesp//Sepof A partir da Tabela 10.1, verificou-se, que o Brasil vinha apresentando uma tendência crescente no percentual de pessoas em total exclusão domiciliar, entretanto no ano de 2008 obteve uma redução, visto que a proporção de pessoas vivendo em domicílios improvisados caiu de 0,18%, em 2007, para 0,15% em Essa queda também foi percebida no Estado do Pará, entretanto este vinha de sucessivas reduções, apesar do incremento apresentado em 2007, atingindo 0,20% e caindo para 0,09 pontos percentuais no ano subseqüente. Na contramão da trajetória brasileira e paraense para esse indicador, as Regiões Norte e RMB apresentaram acréscimo na proporção de pessoas vivendo em domicílios improvisados no período de 2007 para Esse indicador reflete as conseqüências da combinação de exclusão social em vários aspectos como: desemprego falta de acesso à educação, condições inadequadas de moradia, êxodo rural, migração, etc. Dessa forma, mesmo que sua proporção seja pequena, não pode ser desprezada, tornando-se prioritárias políticas públicas voltadas á inclusão desta fração da população a uma condição de vida digna. 11 Segurança ² (número de ocorrências policiais per capita ) A análise desse item visa demonstrar o quadro de indicadores de segurança pública apresentado nos últimos anos e o nível de violência que o Estado tem apresentado nos últimos anos. É importante ressaltar novamente, que a dificuldade de se reduzir às desigualdades sociais nas últimas décadas propiciaram um cenário de vulnerabilidade para grande parte da população, mesmo que, nos últimos 8 anos as políticas públicas de transferências direta de renda realizadas pelo governo federal tenha possibilitado paulatina melhora no cenário social, e nos últimos 3 anos os importantes investimentos realizados pelo Governo do Estado, busquem reverter o quadro de insegurança do povo do Pará, conforme dados do Balanço Geral do Estado e STN, nos últimos 3 anos foram investidos, R$ 2,637 bilhões, com em segurança pública, enquanto que nos 4 anos do governo anterior foram investidos 2,313 bilhões. O que representa uma media anual de investimento em segurança de 879 milhões/ ano do atual governo, contra uma média de 578 milhões do ² As informações para o ano de 2007 foram atualizadas utilizando a população da Contagem Populacional divulgada pelo IBGE após a conclusão do Mapa Social do ano de
101 Instituto de Desenvolvimento Econômico, Social e Ambiental do Pará Secretaria de Estado de Planejamento, Orçamento e Finanças Relatório do Mapa da Exclusão Social governo anterior, representando 52% a mais de investimentos do governo atual em relação ao governo anterior. Em números absolutos as melhorias aparecem nos seguintes investimentos: aumento de 30% no efetivo de policiais militares com contratação de novas vagas; aumento de 23% no número de policiais civis incorporando 188 novos servidores; reforma de 37 delegacias e postos da policia civil; construção de 22 novas unidades; aquisição de 800 novas viaturas á policia militar, compra de coletes e armamentos inclusive armas não letais. De forma a atender as especificidades regionais e a descentralização administrativa na área de segurança foram adquiridas 30 embarcações para a polícia civil e 10 para a policia militar, sendo que a frota anterior encontrava-se sucateada. Foi criada também a Delegacia Fluvial no entorno de Belém com funcionamento de 24 hs e com o objetivo de combater a pirataria a embarcações oriundas do interior. O indicador Número de ocorrências policiais per capita, é a razão entre o total de ocorrências policiais ³ e a população total, expressa por habitantes. Esse indicador possui como fonte a Segup/CEI, para os anos de 2008 e Entende-se por ocorrências, aquelas que geraram registros de crimes contra o patrimônio, crimes contra a pessoa, crimes contra os costumes, crimes de entorpecentes, contravenções penais e lei do porte de arma. ³ Após várias discussões com técnicos especialistas da área se optou por utilizar para o Mapa deste ano apenas as ocorrências que geraram registros de crimes contra o patrimônio, crimes contra a pessoa, crimes contra os costumes, crimes de entorpecentes, contravenções penais e lei do porte de arma, diferentemente dos Mapas anteriores onde foram utilizados todos os tipos de ocorrências (perda, extravio, etc). 100 Como complemento a esse item foi calculado o indicador Crimes Violentos (homicídios, tentativa de homicídio, latrocínio, roubo, estupro) por habitantes, sendo a razão entre o total de crimes violentos, expressa por habitantes. Esses indicadores possuem como fonte a Segup/CEI, para os anos de 2008 e 2009, com desagregação Geográfica para o Estado do Pará e Regiões de Integração. O Mapa de Exclusão deste ano traz este indicador de segurança relativizados por habitantes obedecendo a uma orientação da Secretaria Nacional de Segurança Pública (SENASP) que é seguida nacionalmente. O Mapa de Exclusão de 2008 revela que o indicador número de ocorrências policiais era disponibilizado apenas para a Região Metropolitana de Belém. A partir deste ano este indicador será disponibilizado para o conjunto das regiões de integração. Convém salientar ainda que este indicador era apresentado levando em consideração o número geral de ocorrências, e a partir desse ano só as ocorrências que geram crimes. Tendo como referência o número de ocorrências registradas a Região Metropolitana de Belém, em 2008, verifica-se uma acentuada diferença no indicador número de ocorrência policial partindo de ocorrências per capita em 2008, para ocorrências per capita em Este indicador revela-se importante, pois representa 40% do total das ocorrências registradas no Estado do Pará. As principais quedas ocorreram em Belém, Ananindeua e Marituba. Outro reflexo do recuo do número total de ocorrências na RMB é sua participação no total de ocorrências registradas no estado que caiu de 45,2% para 39,33% que representa uma redução da ordem de quase 6%.
102 Instituto de Desenvolvimento Econômico, Social e Ambiental do Pará Secretaria de Estado de Planejamento, Orçamento e Finanças Relatório do Mapa da Exclusão Social Tabela 11.1 Número de ocorrências policiais registradas e ocorrências per capita segundo Região de Integração 2008/ Municípios Nº de Ocorrências Part % Nº de Ocorrência per capita Nº de Ocorrências Part % Nº de Ocorrências per capita Pará Araguaia , , Baixo Amazonas , , Carajás , , Guamá , , Lago de Tucuruí , , Marajó , , Metropolitana , , Rio Caetés , , Rio Capim , , Tapajós , , Tocantins , , Xingu , , Fonte: SISP/IBGE Elaboração: Idesp/Sepof 101
103 Instituto de Desenvolvimento Econômico, Social e Ambiental do Pará Secretaria de Estado de Planejamento, Orçamento e Finanças Relatório do Mapa da Exclusão Social Figura 11.1 Mapa do Estado do Pará por Municípios da Região de Integração Metropolitana Número de Ocorrências per capita
104 Instituto de Desenvolvimento Econômico, Social e Ambiental do Pará Secretaria de Estado de Planejamento, Orçamento e Finanças Relatório do Mapa da Exclusão Social A Figura 11.1 reproduz espacialmente o n de ocorrências por habitantes da população paraense nas Regiões de Integração do Estado, para 2008 e Nota-se que as regiões do Marajó, Tapajós, Xingu, Rio Caeté, Lago Tucuruí, Carajás e Metropolitana permaneceram em suas respectivas classes, de 2008 para Esta observação não significa que não houve aumento nas ocorrências, mas sim que estes não foram significantes para que houvesse uma mudança de classes. As regiões do Rio Capim e Baixo Amazonas passaram da primeira classe para a segunda. Araguaia, em 2008, apresentou ocorrências para cada hab., e em 2009, passou para 3.780, o que representou um aumento de aproximadamente 24% de um ano para o outro, assim, esta região passou da segunda para a terceira classe, Tendência seguida pela RI do Tocantins. Da mesma forma Guamá, que em 2008 ocupavam a terceira classe, passou, em 2009, a ocupar a quarta classe. Quando se analisa o número de crimes contra o patrimônio para cada habitantes no Pará, percebe-se que ocorreu uma queda na taxa estadual visto que passou de para crimes contra o patrimônio para cada grupo de habitantes no período de 2008 para Observando as Regiões de Integração nota-se que a maioria seguiu a tendência do Estado, em relação aos crimes contra o patrimônio sendo que as RI s do Guamá (-1.058) e Carajás (-908) foram que registraram as reduções mais acentuadas nos crimes contra o patrimônio para cada habitantes. Apenas o Marajó e Tapajós apresentaram alta em relação a esse indicador. Tabela 11.2 Crimes violentos (homicídios, tentativa de homicídio latrocínio, roubo, estupro) por habitantes segundo Região de Integração 2008/2009 Total de crimes violentos por Pará / Região de habitantes integração Pará Araguaia Baixo Amazonas Carajás Guamá Lago de Tucuruí Marajó Metropolitana Rio Caetés Rio Capim Tapajós Tocantins Xingu Fonte: SISP Elaboração:Idesp/Sepof A Tabela 11.2 apresenta o total de crimes violentos para cada grupo de cem mil habitantes tanto no Estado do Pará quanto em suas Regiões de Integração, para os anos de 2008 e Em praticamente todas as regiões, o nº de crimes violentos caiu, com exceção da região do Tapajós, que registrou um pequeno aumento de um ano para o outro. Destaque para as regiões do Guamá, Carajás, Tocantins e Lago de Tucuruí apresentaram os melhores resultados na redução da taxa, com mais de 50% de queda de 2008 para 2009, 103
105 Instituto de Desenvolvimento Econômico, Social e Ambiental do Pará Secretaria de Estado de Planejamento, Orçamento e Finanças Relatório do Mapa da Exclusão Social sendo que o Guamá foi a região com o maior percentual, cerca de 65%. Vale ressaltar os registros da região do Xingu, Araguaia, Rio Capim e Rio Caetés, que apresentaram quedas variando entre 40% e 50%, de 2008 para No Estado, de uma maneira geral, houve redução no registro de crimes violentos para cada cem mil habitantes da ordem de 27%. A RMB registrou 15% de redução neste indicador, o que, ao avaliar-se o volume populacional e a quantidade de beneficiados torna-se bastante significativo quanto a redução de crimes violentos. Já a Figura 11.2 permite a visualização espacial do número de crimes violentos a cada mil habitantes, nos anos de 2008 e 2009, onde se observa que as Regiões do Araguaia, Lago Tucuruí, Rio Capim e Rio Caeté alteraram suas classes, apresentando evoluções da 2ª para 1ª. Carajás, Tocantins e Guamá evoluíram da 3ª para a 2ª classe de menores valores sendo que as demais Regiões de Integração permaneceram nas mesmas classes no período analisado. 104
106 Instituto de Desenvolvimento Econômico, Social e Ambiental do Pará Secretaria de Estado de Planejamento, Orçamento e Finanças Relatório do Mapa da Exclusão Social 11.2 Mapa do Estado do Pará por Região de Integração Crimes Violentos por habitantes Crimes violentos por 100 mil hab 105
107 Instituto de Desenvolvimento Econômico, Social e Ambiental do Pará Secretaria de Estado de Planejamento, Orçamento e Finanças Relatório do Mapa da Exclusão Social 12 Bibliografia. CRESPO, Antônio Pedro Albernaz, A Pobreza como um fenômeno multidimensional, SP-FGV, CARVALHO, José Alberto M. de, SAWYER, Diana Oya & RODRIGUES, Roberto do Nascimento (1994). Introdução a alguns conceitos básicos e medidas em demografia: Belo Horizonte: Série Textos didáticos N. 1 ABEP. DATASUS, Ministério da Saúde: Disponível em: FJP, Fundação João Pinheiro, Déficit Habitacional no Brasil, Minas Gerais, IBGE, Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios, 2004 e NEWELL, Collins, Methods and models in demography. Londres, Belhaneu Press. SEPOF, Secretaria Executiva de Planejamento, Orçamento e Finanças: Produto Interno Bruto dos Municípios do Estado do Pará 2005, VIEIRA, M. da C.; BEZERRA, E.M.R.;ROSA,C.M.M. (Orgs). População de rua: quem é? Como vive? Como é vista? São Paulo: Hucitec,
108 Instituto de Desenvolvimento Econômico, Social e Ambiental do Pará Secretaria de Estado de Planejamento, Orçamento e Finanças Relatório do Mapa da Exclusão Social José Raimundo Barreto Trindade Presidente do Idesp José Julio Ferreira de Lima Secretario da Sepof José Tarcísio Alves Ribeiro Diretor de Estatística, Tecnologia e Gestão da Informação do Idesp Geovana Raiol Pires Gerência de Base de Dados Estatísticos da Sepof (Unidade Responsável) Andréa Melo Valente Coordenadora de Estatística, Tecnologia e Gestão da Informação do Idesp Magno Roberto Alves Macedo Coordenador do Núcleo de Cartografia e Georreferenciamento do Idesp Paulo Roberto Bastos de Almeida Coordenador do Núcleo de Estatística e Banco de Dados do Idesp EQUIPE TÉCNICA Geovana Raiol Pires Marcus Vinícius Oliveira Palheta Raymundo Nonnato da Costa Frota Jr. Silvia Ferreira Nunes Anaiza da Silva Pimentel Wesley Pereira de Oliveira MAPAS Magno Roberto Alves Macedo COLABORADORES Cassiano Figueiredo Ribeiro Jó Bezerra de Sales Marcelo Bentes Diniz Yvana Crizanto 107
109 Instituto de Desenvolvimento Econômico, Social e Ambiental do Pará Secretaria de Estado de Planejamento, Orçamento e Finanças Relatório do Mapa da Exclusão Social
110 Diretoria de Gestão Contábil e Fiscal RELATÓRIO TÉCNICO CONTÁBIL 2009
111 Diretoria de Gestão Contábil e Fiscal
112 Diretoria de Gestão Contábil e Fiscal SINOPSE DO RELATÓRIO TÉCNICO CONTÁBIL Fls. 1 Apresentação Do Orçamento e Suas Alterações Lei Orçamentária Anual Créditos Autorizados e Adicionais Receita Prevista e Despesa Fixada Da Execução Orçamentária e Financeira Dos Balanços Orçamentário e Financeiro Receita Arrecadada por Tipo de Administração e Categoria Econômica Receita Arrecadada por Fonte Receita Própria Arrecadada Receitas Arrecadadas por Alíneas (ICMS, IPVA, IPI, FPE, Retorno do FUNDEB, Seguro Receita, Imposto s/ Transmissão, Patrim., Taxas, Dívida Ativa e Operações de Crédito) Comparativo da Receita Própria Arrecadada Comparativo da Receita Arrecadada por Fonte Despesa Realizada por Grupos de Natureza de Despesa e Modalidade de Licitação Despesa Realizada por Função de Estado Despesa Realizada por Órgão Comparativo da Despesa Realizada por Categoria de Gasto Despesa Realizada por Poder Despesa Realizada com Pessoal e Encargos Sociais Despesa Realizada com Juros e Encargos da Dívida Despesa Realizada com Outras Despesas Correntes Despesa Realizada com Investimentos Despesa Realizada com Inversões Financeiras Despesa Realizada com Amortização da Dívida...155
113 Diretoria de Gestão Contábil e Fiscal SINOPSE DO RELATÓRIO TÉCNICO CONTÁBIL Fls. 4 Da Movimentação Patrimonial Do Balanço Patrimonial e das Variações Patrimoniais Dívida Ativa Tributária e Não Tributária Dívida.Flutuante Dívida Fundada Interna Dívida Fundada Externa Inventário Geral dos Bens Imóveis Da Análise dos Balanços e Demonstração Dos Balanços Gerais Balanço Orçamentário Balanço Financeiro Balanço Patrimonial Demonstração das Variações Patrimoniais Análise da Gestão Orçamentária e Financeira por meio de Coeficientes Da Análise dos Resultados e Avaliação Fiscal do Governo do Estado do Pará Apresentação Lei de Responsabilidade Fiscal Receitas Orçamentárias Despesas Orçamentárias Previdência Social Resulta Primário Resultado Nominal Pessoal e Encargos Sociais Gastos com Saúde Gastos com Educação Dívida Consolidada Líquida...214
114 Diretoria de Gestão Contábil e Fiscal SINOPSE DO RELATÓRIO TÉCNICO CONTÁBIL Fls Garantias e Contragarantias de Valores Operações de Crédito Demonstrativo da Disponibilidade de Caixa e Restos a Pagar Avaliação Fiscal do Governo do Estado do Pará Dez Anos da Lei de Responsabilidade Fiscal no Governo do Estado do Pará Indicadores de Gestão Despesas com Pessoal x Receitas Correntes Líquidas Receitas e Despesas com Manutenção e Desenvolvimento do Ensino Receita Líquida de Impostos a das Despesas Próprias com Saúde Gastos com Publicidade x Créditos Autorizados Recolhimento do PASEP Transferências Constitucionais aos Municípios Recursos Destinados ao FUNDEB Comparativo da Receita Total Arrecadada X Despesa Total Executada Empresas Públicas e Sociedades de Economia Mista Orçamento de Investimentos das Empresas Controladas Situação Patrimonial do Exercício Demonstrativo dos Resultados no Exercício Outras Participações Societárias Conclusão...293
115 Diretoria de Gestão Contábil e Fiscal 1. Apresentação O Relatório Técnico Contábil tem como principal finalidade evidenciar o comportamento dos números do Governo do Estado do Pará, referentes ao exercício de 2009, levando em consideração os aspectos relevantes da gestão das contas públicas com base nos Balanços, Demonstrativos e Anexos, que compõem a Prestação de Contas da Governadora a ser apreciado pelo egrégio Tribunal de Contas do Estado. Os dados da execução orçamentária, financeira e patrimonial estão informados por tipo de administração, órgãos e unidades gestoras, consolidados em dois grupos: Setor Governamental, composto pelas unidades gestoras pertencentes a administração direta: secretarias de governo e fundos e administração indireta: autarquias, fundações, empresas públicas e sociedades de economia mista dependentes, integrantes dos orçamentos fiscal e da seguridade social com fundamento na lei federal nº 4.320, de 17 de março de 1964; e o constituído pelas sociedades de economia mista não dependentes, integrantes do orçamento de investimentos com base na lei federal nº 6.404, de 15 de dezembro de 1976 (alterada pela Lei /07). O relatório apresenta, de forma sucinta, a análise e a interpretação dos resultados alcançados pelo Governo do Estado no exercício de 2009, utilizando-se de recursos gráficos e tabelas que evidenciam o desempenho da gestão pública estadual, o comportamento da receita e despesa, o cumprimento pelo Estado de suas obrigações constitucionais e legais vigentes e as demonstrações contábeis das empresas controladas não dependentes que compõem o orçamento de investimentos do Estado e de outras participações societárias. Abordamos técnicas de análise das demonstrações contábeis, tais como: análise vertical, horizontal e de indicadores financeiros e econômicos, com o objetivo de oferecer aos gestores e à sociedade mais um instrumento para a avaliação dos resultados fiscais apurados na administração pública. Neste exercício de 2009 os relatórios resumidos da execução orçamentária e de gestão fiscal da Lei Complementar nº 101, de 04/05/2000 Lei de Responsabilidade Fiscal - LRF completaram dez anos em função desse fato resolvemos demonstrar o desempenho do estado no período de 2000 a 2009, além de procedermos à análise da gestão orçamentária e financeira por meio de coeficientes, foi avaliado o desempenho fiscal do Governo do Estado do Pará, tendo como base às metas anuais e os compromissos assumidos junto a Secretaria do Tesouro Nacional STN e as regras estabelecidas no Programa de Ajuste Fiscal PAF para o exercício financeiro de 2009 em comparação com os anteriores. Apresentamos, ainda, os indicadores de gestão do Governo do Estado do Pará, apurados no encerramento do exercício financeiro de 2009, com destaque para os demonstrativos com os gastos de pessoal em comparação à receita corrente líquida, PASEP, FUNDEB, Publicidade e as Transferências Constitucionais aos Municípios. Finalmente, demonstramos em uma abordagem geral os aspectos contábeis de origem patrimonial das Empresas Públicas e Sociedades de Economia Mista, cuja maioria da participação acionária pertence ao Governo do Estado do Pará. 114
116 Diretoria de Gestão Contábil e Fiscal 2 Do Orçamento e Suas Alterações 2.1 Lei Orçamentária Anual O Orçamento inicial do Governo do Estado do Pará para o exercício de 2009 foi aprovado pela Lei Estadual nº de 31 de dezembro de 2008, sendo elaborado em conformidade com os dispositivos previstos nos artigos 203 e 204 da Constituição Estadual, observados os objetivos e prioridades da Administração Pública Estadual, constantes da Lei de Diretrizes Orçamentárias para o exercício de 2009, que estima a Receita e fixa a Despesa no valor total de R$ ,00 (dez bilhões, oitocentos e cinqüenta e nove milhões, trezentos e noventa e seis mil e trezentos e setenta e sete reais), abrangendo os Orçamentos Fiscal e da Seguridade Social. Na Lei Orçamentária para o exercício de 2009, a receita, foi estimada nos seguintes valores: Orçamento Fiscal...R$ ,00 Orçamento da Seguridade Social...R$ ,00 As receitas decorrentes da arrecadação de tributos, contribuições e de outras receitas correntes e de capital estão estimadas, em conformidade com o desdobramento estabelecido nos artigos 7º, 8º e inciso III do art. 12 da Lei nº 7.193, de 05 de agosto de 2008, e observando as orientações definidas na Portaria Interministerial nº 163, de 04 de maio de 2001 e suas alterações, e na Portaria Conjunta STN/SOF nº. 03, de 14 de outubro de 2008, que aprova a 1ª edição do Manual Técnico de Contabilidade Aplicada ao Setor Público. A Receita total foi estimada no mesmo valor da Despesa total, a preços correntes de dezembro de 2008, em consonância com as seguintes classificações e valores: ESPECIFICAÇÃO FISCAL SEGURIDADE SOCIAL TOTAL 1 - Receitas Correntes Receita Tributária Receita de Contribuições Receita Patrimonial Receita Agropecuária Receita Industrial Receita de Serviços Transferências Correntes Outras Receitas Correntes Receitas de Capital Operações de Crédito Alienação de Bens Amortização de Empréstimos Transferências de Capital Outras Receitas de Capital Receitas Correntes Intra - Orçamentárias
117 Diretoria de Gestão Contábil e Fiscal 4 - Deduções da Receita Corrente ( ) ( ) Receita Tributária para formação do FUNDEB ( ) ( ) Transf. da União para formação do FUNDEB ( ) ( ) TOTAL DA RECEITA A Despesa Orçamentária total, no mesmo valor da Receita Orçamentária, é fixada em R$ (dez bilhões, oitocentos e cinqüenta e nove milhões, trezentos e noventa e seis mil e trezentos e setenta e sete reais), apresentando a seguinte composição: Orçamento Fiscal...R$ ,00 Orçamento da Seguridade Social...R$ ,00 Do montante do Orçamento da Seguridade Social, a parcela de R$ ,00 (dois bilhões, duzentos e um milhões, cinco mil e duzentos e oitenta e oito reais) será custeada com recursos do Orçamento Fiscal. Além da Legislação Estadual, o Orçamento foi elaborado obedecendo, também, aos dispositivos da Legislação Federal, destacando-se a Portaria Interministerial nº 163, de 04 de maio de 2001, da Secretaria do Tesouro Nacional do Ministério da Fazenda e da Secretaria de Orçamento Federal do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão que dispõe sobre normas gerais de consolidação das contas públicas no âmbito da União, Estados, Distrito Federal e Municípios e suas devidas alterações. Ressalte-se que a despesa está discriminada na ordem de função, subfunção, programa de governo, projeto e atividade, modalidade de aplicação, elemento de despesa e fonte de recursos. A despesa total, no mesmo valor da receita total, é classificada segundo as categorias econômicas e grupos de natureza de despesa obedecendo as diretrizes e metas definidas na Lei nº 7.193, de 05 de agosto de Lei de Diretrizes Orçamentárias para o exercício financeiro de 2009, de acordo com o seguinte desdobramento: Detalhamento da Despesa Lei Orçamentária para 2009, Art. 4º, 2º R$ 1,00 ESPECIFICAÇÃO FISCAL SEGURIDADE SOCIAL TOTAL 1 - Despesas Correntes Pessoal e Encargos Sociais Juros e Enc.da Dívida Outras Despesas Correntes Despesas de Capital
118 Diretoria de Gestão Contábil e Fiscal ESPECIFICAÇÃO FISCAL SEGURIDADE SOCIAL TOTAL Investimentos Inversões Financeiras Amortização da Dívida Reserva de Contingência TOTAL DA DESPESA Créditos Autorizados e Adicionais No decorrer do exercício de 2009, o Orçamento inicial apresentou alterações, através da abertura de créditos adicionais, modificando o valor da Despesa Autorizada, que passou de R$ ,00 para R$ ,64. Os Créditos Adicionais classificam-se em Suplementares, Especiais e Extraordinários, conforme estabelece o art.41 da Lei Federal nº 4.320/64. Foram autorizados e abertos no exercício de 2009, Créditos Suplementares com a finalidade de complementar dotação orçamentária ou mesmo para atender situações não previstas no Orçamento, assim demonstrado: ORÇAMENTO FISCAL E DA SEGURIDADE SOCIAL ESPECIFICAÇÃO VALORES ORÇAMENTO INÍCIAL ,00 Créditos Suplementares ,88 Créditos Especiais Anulações Créditos Suplementares e Especiais ( ,24) ORÇAMENTO FINAL ,64 117
119 Diretoria de Gestão Contábil e Fiscal 2.3 Receita Prevista e Despesa Fixada O Orçamento final apresenta a seguinte situação no encerramento do exercício de 2009 da Receita Prevista e da Despesa Fixada, obedecendo à classificação vigente: TÍTULOS VALORES Receitas Correntes ,71 Receita Tributária ,19 Receita de Contribuições ,38 Receita Patrimonial ,83 Receita Agropecuária ,00 Receita Industrial ,00 Receita de Serviços ,76 Transferências Correntes ,48 Outras Receitas Correntes ,07 Receitas de Capital ,45 Operações de Crédito ,45 Alienações de Bens ,00 Amortização de Empréstimos ,00 Transferência de Capital ,00 Outras Receitas de Capital ,00 Receitas de Contribuição Intra-Orçamentária ,48 Dedução da Receita ( ,00) (-) Dedução p/ FUNDEB da Receita Tributária ( ,00) (-) Dedução p/ FUNDEB da Receita de Transferências Correntes ( ,00) TOTAL DA RECEITA PREVISTA ,64 Despesas Correntes ,37 Pessoal e Encargos Sociais ,00 Juros e Encargos da Dívida ,27 Outras Despesas Correntes ,10 Despesas de Capital ,27 Investimentos ,13 Inversões Financeiras ,28 Amortização da Dívida ,86 Reserva de Contingência ,00 TOTAL DA DESPESA FIXADA ,64 118
120 Diretoria de Gestão Contábil e Fiscal 3 Da Execução Orçamentária e Financeira 3.1 Dos Balanços Orçamentário e Financeiro Conforme definido no artigo 102 da Lei Federal 4.320/64, o Balanço Orçamentário tem como objetivo evidenciar os valores das receitas e despesas previstas e fixadas, em confronto com as efetivamente arrecadadas e realizadas no exercício, bem como demonstrar o resultado orçamentário do exercício. A seguir, demonstramos em síntese, as receitas previstas e arrecadadas, por categoria econômica e as despesas fixadas e realizadas, por tipo de crédito e suas respectivas diferenças. TÍTULOS PREVISÃO ARRECADAÇÃO DIFERENÇA Receitas Correntes , , ,39 Receitas de Capital , , ,61 Receitas Correntes Intra-orçamentária , , ,75 Deduções da Receita ( ,00) ( ,52) ( ,48) - TOTAL DA RECEITA , , ,27 TÍTULOS FIXAÇÃO REALIZAÇÃO DIFERENÇA Créditos Orçamentários e Suplementares , , ,55 Créditos Especiais - TOTAL DA DESPESA , , ,55 Portanto, confrontando-se a Receita Arrecadada e a Despesa Realizada, apura-se o seguinte Resultado Orçamentário: Receita Arrecadada ,37 Despesa Realizada ,09 Superávit Orçamentário ,28 119
121 Diretoria de Gestão Contábil e Fiscal Conforme o disposto no artigo 103 e anexo 13 da Lei 4.320/64, "o Balanço Financeiro demonstrará as receitas e as despesas orçamentárias, bem como os recebimentos e os pagamentos de natureza extra-orçamentárias, conjugados com os saldos em espécie do exercício anterior, e as que se transferem para o exercício seguinte". Foi inscrito no final do ano de 2009 o valor de R$ ,05 (cento e oitenta e três milhões, setecentos e cinqüenta e seis mil, novecentos e cinqüenta e dois reais e cinco centavos), como restos a pagar processados, evidenciados nos ingressos extra-orçamentários, a título de compensação às despesas orçamentárias computadas pela sua realização (liquidação), no Balanço Financeiro consolidado. A seguir demonstramos, de forma resumida, o Balanço Financeiro de 2009, seguindo a estrutura demonstrada no SIAFEM. RECEITA VALOR Ingressos Orçamentários ,49 Receitas Correntes ,32 Receitas de Capital ,84 Receitas Correntes Intra-Orçamentárias ,73 Deduções da Receita ( ,52) Outros Ingressos ,12 Ingressos Extra Orçamentários ,07 Disponibilidade Inicial ,11 TOTAL ,67 DESPESA VALOR Dispêndios Orçamentários ,21 Despesas Correntes ,17 Despesas de Capital ,92 Outros Dispêndios ,12 Dispêndios Extra Orçamentários ,43 Disponibilidade Final ,03 TOTAL ,67 RESULTADO FINANCEIRO DO EXERCÍCIO POR TIPO DE ADMINISTRAÇÃO TÍTULOS DISPONIBILIDADE FINAL DISPONIBILIDADE INICIAL RESULTADO LÍQUIDO ADM.DIRETA E FUNDOS , , ,69 AUTARQUIAS , , ,59 FUNDAÇÕES , , ,27 EMPRESAS PÚBLICAS , , ,72 SOC ECON MISTA DEPENDENTES , , ,65 TOTAL , , ,92 120
122 Diretoria de Gestão Contábil e Fiscal CÓDIGO DO ÓRGÃO DEMONSTRATIVO DO RESULTADO FINANCEIRO POR TIPO DE ADMINISTRAÇÃO E ÓRGÃOS - EXERCÍCIO DENOMINAÇÃO INGRESSOS DISPÊNDIOS RESULTADO FINANCEIRO TOTAL ADMINISTRAÇÃO DIRETA , , ,16 01 ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA , , ,12 02 TRIBUNAL DE CONTAS DO ESTADO , , ,80 03 TRIBUNAL DE CONTAS DOS MUNICIPIOS , , ,66 04 TRIBUNAL DE JUSTICA DO ESTADO , , ,68 05 JUSTICA MILITAR DO ESTADO , , ,22 07 SEC EXEC DE DESENVOLVIMENTO URBANO E REGIONAL , , ,98 08 SECRETARIA DE ESPORTE E LAZER , , ,85 11 GABINETE DO GOVERNADOR , , ,18 12 MINISTERIO PUBLICO , , ,78 13 SECRETARIA DE ESTADO DE ADMINISTRACAO , , ,94 14 SECRETARIA DE ESTADO DA AGRICULTURA , , ,34 15 SECRETARIA DE ESTADO DA CULTURA , , ,73 16 SECRETARIA DE ESTADO DE EDUCACAO , , ,70 17 SECRETARIA DE ESTADO DA FAZENDA , , ,14 17 SEFA/ENCARGOS GERAIS , , ,61 17 SEFA/ UG FINANCEIRA , , ,99 18 SECRETARIA DE ESTADO DE JUSTICA , , ,72 19 SECRETARIA DE ESTADO DE PLANEJ,ORC E FINANC , , ,43 20 SECRETARIA DE ESTADO DE SAUDE PUBLICA , , ,13 21 SECRETARIA DE ESTADO DE SEGURANCA PUBLICA , , ,78 22 SECRETARIA DE ESTADO DE OBRAS PUBLICAS , , ,26 23 SECRETARIA DE ESTADO DE TRABALHO E PROMOCAO S , , ,43 24 SECRETARIA DE ESTADO DE INDUSTRIA COME 0,98 515,44-514,46 25 PROCURADORIA GERAL DO ESTADO , , ,49 26 POLICIA MILITAR DO ESTADO DO PARA , , ,29 27 SECRETARIA DE ESTADO DE MEIO AMBIENTE , , ,75 28 NÚCLEO DE GERENCIAMENTO DO PARÁ , , ,09 29 SECRETARIA DE ESTADO DE TRANSPORTES , , ,51 121
123 Diretoria de Gestão Contábil e Fiscal CÓDIGO DO ÓRGÃO DENOMINAÇÃO INGRESSOS DISPÊNDIOS RESULTADO FINANCEIRO 30 DEFENSORIA PUBLICA , , ,39 31 CORPO DE BOMBEIROS MILITAR , , ,49 32 GABINETE DO VICE-GOVERNADOR , , ,41 33 CONSULTORIA GERAL DO ESTADO , ,67-714,28 36 SECRETARIA DE ESTADO DE GOVERNO , , ,15 37 MINISTERIO PUBLICO DE CONTAS ESTADO DO PARA , , ,28 38 MINISTERIO PUBLICO JUNTO AO TRIB.DE CONTAS DOS MUNICIPIOS , , ,65 39 SECRETARIA EXTRAORDINÁRIA DE PROJETOS ESTRATÉGICOS , , ,57 40 POLICIA CIVIL DO ESTADO DO PARA , , ,89 41 SECRETARIA DE ESTADO DE INTEGRAÇÃO REGIONAL , , ,62 43 SECRETARIA DE ESTADO DE ASSIS.E DESENV.SOCIAL , , ,78 48 SECRETARIA DE ESTADO DE DESENVOLVIMENTO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA , , ,13 75 SECRETARIA DE ESTADO DE PESCA E AQUICULTURA , , ,76 76 COORD. DE COOPE. INTER. DESEN. SUSTENTAVEL , , ,39 77 SECRETARIA DE ESTADO DE COMUNICACAO , , ,35 TOTAL FUNDOS , , ,53 34 FUNDO DE DESENVOLVIMENTO ECONOMICO DO ESTADO , , ,13 44 FUNDO DE INVESTIMENTO DE SEGURANCA PUBLICA , , ,69 87 FUNDO DE DESENVOLVIMENTO ECONOMICO DO ESTADO , , ,81 88 FUNDO DE SAUDE DOS SERVIDORES MILITARES , , ,24 89 FASSM - FUNDO ASSIST. SOC. SERV. MILITARES , , ,53 90 FES - FUNDO ESTADUAL DE SAÚDE , , ,87 TOTAL AUTARQUIAS , , ,59 06 INSTITUTO DE PREVIDENCIA DA ASSEMBLEIA LEGIS , , ,59 35 ACAO SOCIAL INTEGRADA AO PALACIO DO GOVERNO , , ,90 50 LOTERIA DO ESTADO DO PARA , , ,17 52 SUPERINTENDENCIA DO SISTEMA PENITENCIARIO DO ESTADO , , ,82 53 IMPRENSA OFICIAL DO ESTADO , , ,57 122
124 Diretoria de Gestão Contábil e Fiscal CÓDIGO DO ÓRGÃO DENOMINAÇÃO INGRESSOS DISPÊNDIOS RESULTADO FINANCEIRO 54 INST.PREV.ASSIST.DOS SERV.EST.DO PARÁ , , ,85 56 INSTITUTO DE TERRAS DO PARA , , ,91 59 INSTITUTO DE METROLOGIA DO PARA , , ,48 60 INSTITUTO DE DESENVOLVIMENTO ECONOMICO-SOCIAL , , ,95 66 DEPARTAMENTO DE TRANSITO DO ESTADO DO PARA , , ,18 71 HOSPITALTAL OPHIR LOYOLA , , ,82 72 JUNTA COMERCIAL DO ESTADO DO PARA , , ,35 74 UNIVERSIDADE DO ESTADO DO PARA , , ,00 79 INSTITUTO DE DESENVOLVIMENTO FLORESTAL , , ,23 80 AGENCIA EST. REGUL. E CONT. SERV. PUB. ARCON , , ,56 83 ESCOLA DE GOVERNO DO ESTADO DO PARA , , ,06 84 INSTITUTO DE GESTAO PREVID. DO EST. DO PARA , , ,55 85 CENTRO DE PERICIAS CIENTIFICAS RENATO CHAVES , , ,18 92 AGENCIA DE DEFESA AGROPECUARIA DO EST DO PARA , , ,16 TOTAL FUNDAÇÕES , , ,27 45 FUNDACAO DE TELECOMUNICACOES DO PARA , , ,79 46 FUNDACAO CULTURAL DO PARA TANCREDO NEVES , , ,60 47 FUNDACAO CARLOS GOMES , , ,42 49 FUNDACAO CURRO VELHO , , ,06 61 FUNDACAO SANTA CASA DE MISERICORDIA DO PARA , , ,00 62 CENTRO DE HEMOTERAPIA E HEMATOLOGIA DO PARA , , ,26 64 HOSPITAL DE CLINICAS GASPAR VIANA , , ,09 68 FUNDACAO DA CRIANCA E DO ADOLESCENTE DO PARA , , ,43 78 FUNDAÇÃO ESTADUAL DE AMPARO A PESQUISA , , ,72 82 INSTITUTO DE ARTES DO PARA , , ,62 TOTAL EMPRESAS PÚBLICAS , , ,72 55 PROCESSAMENTO DE DADOS DO ESTADO DO PARA , , ,95 57 EMPRESA DE ASSIST TECNICA E EXTENSAO RURAL , , ,16 86 COMPANHIA PORTOS HIDROVIAS DO ESTADO DO PARA , , ,51 TOTAL SOCIEDADES DE ECONOMIA MISTA , , ,65 123
125 Diretoria de Gestão Contábil e Fiscal CÓDIGO DO ÓRGÃO DENOMINAÇÃO INGRESSOS DISPÊNDIOS RESULTADO FINANCEIRO 58 CENTRAIS DE ABASTECIMENTO DO PARA S/A , , ,44 67 COMPANHIA DE HABITACAO DO ESTADO DO PARA , , ,98 70 COMPANHIA DE DESENVOLVIMENTO INDUSTRIAL DO PA , , ,17 73 COMPANHIA PARAENSE DE TURISMO , , ,58 81 EMPRESA DE NAVEGACAO DA AMAZONIA S/A , , ,36 TOTAL GERAL , , , Receita Arrecadada por Tipo de Administração e Categoria Econômica. Apresentamos o demonstrativo da receita arrecadada por categoria econômica, informado por tipo de administração e classificado em receitas, correntes e receitas de capital, deduzido da parcela da receita destinada a formação do FUNDEB. TIPOS DE ADMINISTRAÇÃO RECEITAS CORRENTES RECEITAS DE CAPITAL RECEITAS CORRENTES INTRA-ORÇAMENTÁRIAS DEDUÇÃO DA REC P/ FUNDEB TOTAL ADMINISTRAÇÃO DIRETA , , , ,59 AUTARQUIAS , , , ,62 FUNDAÇÕES , , ,39 EMPRESAS PÚBLICAS , ,52 SOCIEDADES DE ECONOMIA MISTA DEPENDENTES , ,52 TOTAL , , ,73 ( ,52) ,37 RECEITAS CORRENTES RECEITAS DE CAPITAL DEDUÇÃO DA REC P/ FUNDEB RECEITAS CORRENTES INTRA-ORÇAMENTÁRIAS ADMINISTRAÇÃO DIRETA AUTARQUIAS FUNDAÇÕES EMPRESAS PÚBLICAS SOCIEDADES DE ECONOMIA MISTA DEPENDENTES 124
126 Diretoria de Gestão Contábil e Fiscal 3.3 Receita Arrecadada por Fonte A receita arrecadada no exercício de 2009, deduzida da parcela da receita destinada a formação do FUNDEB, totalizou R$ ,37 (dez bilhões, quinhentos e quarenta e nove milhões, cinqüenta e oito mil, quinhentos e quinze reais e trinta e sete centavos), assim classificada por fonte e tipo de administração. RECEITA ARRECADADA POR FONTE E TIPO DE ADMINISTRAÇÃO TÍTULOS ADMINISTRAÇÃO DIRETA AUTARQUIAS FUNDAÇÕES EMPRESAS PÚBLICAS SOC.ECON.MISTA DEPENDENTES TOTAL % TRIBUTÁRIA , , ,25 47,57 CONTRIBUIÇÕES , , ,33 4,42 PATRIMONIAL , , , , , ,37 1,34 AGROPECUÁRIA , ,52 0,00 INDUSTRIAL , ,21 0,08 SERVIÇOS , , , , , ,93 2,75 TRANSF.CORRENTES , , , , , ,04 44,72 OUTR.REC.CORRENTES , , , , , ,90 1,92 OP.DE CRÉDITOS , ,93 4,85 ALIEN.DE BENS , , ,07 0,01 AMORT.DE EMPRÉSTIMOS , , ,53 0,01 TRANSF.DE CAPITAL , , , ,56 0,81 OUTR.REC.DE CAPITAL , ,75 0,13 DEDUÇÃO DA REC P/ FUNDEB ( ,52) ( ,52) 12,19 REC CORRENTES INTRA-ORC , ,50 3,60 TOTAL , , , , , ,37 100,00 125
127 Diretoria de Gestão Contábil e Fiscal AMORT.DE EMPRÉSTIMOS 0% TRANSF.DE CAPITAL 1% OUTR.REC.DE CAPITAL 0% DEDUÇÃO DA REC P/ FUNDEB 10% REC CORRENTES INTRA-ORC 3% ALIEN.DE BENS 0% TRIBUTÁRIA 37% OP.DE CRÉDITOS 4% OUTR.REC.CORRENTES 2% CONTRIBUIÇÕES 4% TRANSF.CORRENTES 36% SERVIÇOS 2% INDUSTRIAL 0% PATRIMONIAL 1% AGROPECUÁRIA 0% 126
128 Diretoria de Gestão Contábil e Fiscal A receita arrecadada no exercício de 2009, deduzida a parcela do FUNDEB, por tipo de orçamento, totalizou R$ ,37 sendo R$ ,88 correspondentes ao Orçamento Fiscal, e R$ ,49 da Seguridade Social, conforme demonstrativo a seguir. TÍTULOS FISCAL SEG.SOCIAL TOTAL % TRIBUTÁRIA , , ,25 47,57 CONTRIBUIÇÕES , , ,33 4,42 PATRIMONIAL , , ,37 1,34 AGROPECUÁRIA ,52 0, ,52 0,00 INDUSTRIAL ,21 0, ,21 0,08 SERVIÇOS , , ,93 2,75 TRANSF.CORRENTES , , ,04 44,72 OUTR.REC.CORRENTES , , ,67 1,91 OP.DE CRÉDITOS ,93 0, ,93 4,85 ALIEN.DE BENS ,07 0, ,07 0,01 AMORT.DE EMPRÉSTIMOS , , ,53 0,01 TRANSF.DE CAPITAL , , ,56 0,81 OUTRAS REC.CAPITAL ,75 0, ,75 0,13 RECEITA DE CONTRIBUIÇÃO INTRA-ORÇAMENTÁRIA , ,73 3,60 DEDUÇÃO DA REC P/ FUNDEF ( ,52) ( ,52) (12,19) TOTAL , , ,37 100,00 RECEITA P/TIPO DE ORÇAMENTO SEG.SOCIAL 8% FISCAL 92% 127
129 Diretoria de Gestão Contábil e Fiscal 3.4 Receita Própria Arrecadada. A receita própria no exercício totalizou R$ ,17 (cinco bilhões, quatrocentos e quarenta milhões, quatrocentos e vinte e cinco mil, vinte e quatro reais e dezessete centavos), englobando todas as receitas arrecadadas pelo setor governamental (Administração Direta, Autarquias, Fundações, Empresas Públicas e Sociedades de Economia Mista dependentes). No exercício de 2009 a contribuição do Estado para o FUNDEB, ficou evidenciada em conta redutora da receita tributária. No período de 2008 a 2009 a receita própria arrecadada cresceu 6,03% em valores correntes. A seguir demonstramos os itens que compõem a Receita Própria Arrecadada, em valores correntes, nos anos de 2006 a 2009, e suas respectivas performances. TÍTULOS % Tributária , , , ,25 7,14 ICMS , , , ,22 7,25 IPVA , , , ,02 16,93 ITCD , , , ,63 3,52 Taxas , , , ,91 9,31 IRRF , , , ,47 (1,05) Contribuições , , , ,33 14,08 Patrimonial , , , ,37 20,81 Agropecuária , , , ,52 (12,67) Industrial , , , ,21 3,17 Serviços , , , ,93 9,39 Outras Rec Correntes , , , ,67 73,90 Dívida Ativa , , , ,33 276,57 Diversas , , , ,34 27,93 Amort.de Empréstimos , , , ,53 (81,40) Alienação de Bens , , , ,07 (67,00) Outras Rec de Capital , ,75 (86,95) Ded p/ FUNDEB ( ,19) ( ,19) ( ,84) ( ,46) 19,76 Total da Receita , , , ,17 6,
130 Diretoria de Gestão Contábil e Fiscal Evolução da Receita Própria (RP) por Tipo de Administração MÊS ADM.DIRETA AUTARQUIAS FUNDAÇÕES EMPRESAS PÚBLICAS SOC ECON MISTA DEPEND TOTAL JAN , , , , , ,39 FEV , , , , , ,57 MAR , , , , , ,83 ABR , , , , , ,53 MAI , , , , , ,50 JUN , , , , , ,65 JUL , , , , , ,64 AGO , , , , , ,82 SET , , , , , ,94 OUT , , , , , ,71 NOV , , , , , ,15 DEZ , , , , , ,44 TOTAL , , , , , ,17 ADM.DIRETA AUTARQUIAS FUNDAÇÕES EMPRESAS PÚBLICAS SOC ECON MISTA DEPEND 13,53% 1,14% 0,21% 0,19% 84,92% OBS: A base de cálculo da RP é formada pelas Receitas Tributárias, Contribuição, Patrimonial, Agropecuária, Industrial, Serviços, Outras Receitas Correntes, Alienações de Bens, Amortização de Empréstimos, Outras Receitas de Capital e Dedução da Receita p/ o FUNDEB referente ao ICMS, IPVA e ITCD. 129
131 Diretoria de Gestão Contábil e Fiscal 3.5 Receitas Arrecadadas por Alíneas (ICMS, IPVA, IPI, FPE, Retorno do FUNDEB, Seguro Receita, Imposto sobre Transmissão Causa Mortis, Patrimonial, Taxas, Dívida Ativa e Operações de Crédito). A seguir demonstramos, mensalmente, o comportamento das principais receitas arrecadadas em suas origens, no período de 2006 a RECEITA C/ IMPOSTO S/ CIRCULAÇÃO DE MERCADORIAS E SERVIÇOS ICMS MÊS JAN , , , ,57 FEV , , , ,91 MAR , , , ,11 ABR , , , ,46 MAI , , , ,17 JUN , , , ,37 JUL , , , ,46 AGO , , , ,01 SET , , , ,97 OUT , , , ,23 NOV , , , ,95 DEZ , , , ,01 TOTAL , , , ,
132 Diretoria de Gestão Contábil e Fiscal RECEITA C/ IMPOSTO S/ PROPRIEDADE DE VEÍCULOS AUTOMOTORES IPVA MÊS JAN , , , , FEV , , , ,14 MAR , , , , ABR , , , ,98 MAI , , , , JUN , , , ,29 JUL , , , , AGO , , , ,32 SET , , , ,03 50 OUT , , , ,03 NOV , , , ,44 0 DEZ , , , , TOTAL , , , ,02 RECEITA C/ TRANSFERÊNCIAS DO IMPOSTO S/PRODUTOS INDUSTRIALIZADOS IPI MÊS JAN , , , ,49 FEV , , , ,23 MAR , , , ,45 ABR , , , ,52 MAI , , , ,28 JUN , , , ,11 JUL , , , ,70 AGO , , , ,27 SET , , , ,43 OUT , , , ,88 NOV , , , ,87 DEZ , , , ,61 TOTAL , , , ,
133 Diretoria de Gestão Contábil e Fiscal RECEITAS C/ TRANSFERÊNCIAS DO FUNDO DE PARTICIPAÇÃO DOS ESTADOS FPE MÊS JAN , , , ,99 FEV , , , ,34 MAR , , , ,47 ABR , , , ,63 MAI , , , ,76 JUN , , , ,38 JUL , , , ,61 AGO , , , ,73 SET , , , ,92 OUT , , , ,17 NOV , , , ,46 DEZ , , , ,73 TOTAL , , , ,19 MÊS AN , , , ,09 FEV , , , ,60 MAR , , , ,72 ABR , , , ,77 MAI , , , ,67 JUN , , , ,80 JUL , , , ,91 AGO , , , ,85 SET , , , ,28 OUT , , , ,71 NOV , , , ,59 DEZ , , , ,57 TOTAL , , , , RECEITAS TRANSFERIDAS C/ RETORNO DO FUNDEB
134 Diretoria de Gestão Contábil e Fiscal RECEITAS TRANSFERIDAS C/DESONERAÇÃO DAS EXPORTAÇÕES (SEGURO RECEITA) MÊS JAN , FEV , MAR , , ABR , ,56 MAI , , , JUN , , , , JUL , , , , AGO , , , , SET , , , , OUT , , , , NOV , , , ,56 DEZ , , , , TOTAL , , , , RECEITA COM IMPOSTO S/ TRANSM."C.MORTIS"E DOAÇÃO BENS/DIREITOS MÊS JAN , , , ,15 FEV , , , ,87 MAR , , , ,79 ABR , , , ,86 MAI , , , ,04 JUN , , , ,64 JUL , , , ,01 AGO , , , ,67 SET , , , ,10 OUT , , , ,89 NOV , , , ,03 DEZ , , , ,58 TOTAL , , , ,
135 Diretoria de Gestão Contábil e Fiscal RECEITAS PATRIMONIAIS MÊS JAN , , , ,45 FEV , , , , MAR , , , , ABR , , , ,68 MAI , , , , JUN , , , , JUL , , , ,38 AGO , , , , SET , , , , OUT , , , , NOV , , , ,27 DEZ , , , ,79 0 TOTAL , , , , RECEITA DE TAXAS MÊS JAN , , , , FEV , , , , MAR , , , , ABR , , , , MAI , , , , JUN , , , ,43 JUL , , , , AGO , , , , SET , , , , OUT , , , , NOV , , , ,14 0 DEZ , , , , TOTAL , , , ,91 134
136 Diretoria de Gestão Contábil e Fiscal RECEITA COM A DÍVIDA ATIVA TRIBUTÁRIA E NÃO TRIBUTÁRIA MÊS JAN , , , , FEV , , , ,43 MAR , , , , ABR , , , , MAI , , , , JUN , , , ,83 JUL , , , , AGO , , , , SET , , , , OUT , , , ,94 NOV , , , , DEZ , , , ,24 0 TOTAL , , , , CONVÊNIOS COM ÓRGÃOS FEDERAIS MÊS JAN , , , , FEV , , , ,38 MAR , , , , ABR , , , , MAI , , , ,33 JUN , , , , JUL , , , ,46 AGO , , , , SET , , , ,68 OUT , , , , NOV , , , ,93 0 DEZ , , , , TOTAL , , , ,35 135
137 Diretoria de Gestão Contábil e Fiscal OPERAÇÕES DE CRÉDITO INTERNAS E EXTERNAS MÊS JAN , , , ,53 FEV , , , ,17 MAR , , , ,69 ABR , , , ,34 MAI , , , ,11 JUN , , , ,39 JUL , , , ,73 AGO , , , ,21 SET , , , ,80 OUT , , , ,56 NOV , , , ,91 DEZ , , , ,83 TOTAL , , , ,
138 Diretoria de Gestão Contábil e Fiscal 3.6 Comparativo da Receita Própria Arrecadada - Período de 2005 a 2009 Atualização pelo IPCA - dezembro / 2009 ( Em R$ 1,00 ) TÍTULOS NOMINAL ATUALIZADO NOMINAL ATUALIZADO NOMINAL ATUALIZADO NOMINAL ATUALIZADO NOMINAL ATUALIZADO RECEITA PRÓPRIA RECEITA TRIBUTÁRIA ICMS IPVA ITCD Outras Receitas Tributárias RECEITAS DE CONTRIBUIÇÕES RECEITA PATRIMONIAL RECEITA AGROPECUÁRIA RECEITA INDUSTRIAL RECEITAS DE SERVIÇOS OUTRAS RECEITAS CORRENTES ALIENAÇÕES DE BENS AMORT. DE EMPRÉSTIMOS OUTRAS RECEITAS DE CAPITAL DED. P/ FUNDEF REC TRIBUTÁRIA ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) NOMINAL ATUALIZADO
139 Diretoria de Gestão Contábil e Fiscal 3.7 Comparativo da Receita Arrecadada por Fonte - Período de 2005 a 2009 Atualização pelo IPCA - dezembro / 2009 ( Em R$ 1,00 ) TÍTULOS NOMINAL ATUALIZADO NOMINAL ATUALIZADO NOMINAL ATUALIZADO NOMINAL ATUALIZADO NOMINAL ATUALIZADO Receita Tributária Receita de Contribuição Receita Patrimonial Receita Agropecuária Receita Industrial Receita de Serviços Transferências Correntes Outras Receitas Correntes Operações de Crédito Alienação de Bens Amortização de Empréstimos Transferências de Capital Outras Receitas de Capital , , , ,75 Receita Intra-Orçamentária Dedução da Receita p/ FUNDEF ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) TOTAL NOMINAL ATUALIZADO
140 Diretoria de Gestão Contábil e Fiscal 3.8 Despesa Realizada por Grupos de Natureza da Despesa e Modalidade de Licitação A despesa realizada no ano de 2009 totalizou R$ ,09 (dez bilhões, duzentos e dez milhões, seiscentos e dezoito mil, quatrocentos e dez reais e nove centavos), correspondendo às despesas correntes o valor de R$ ,17, e às despesas de capital R$ ,92. Apresentamos a seguir, o resumo da despesa por grupos de natureza de despesa e modalidade de licitação, nos exercícios 2005 a 2009, por percentuais de participação, e no exercício de 2009 por tipo de administração e orçamento. ESPECIFICAÇÃO 2005 % 2006 % 2007 % 2008 % 2009 % PESSOAL E ENCARGOS SOCIAIS ,96 40, ,74 33, ,39 40, ,24 37, ,50 38,21 JUROS E ENC.DA DÍVIDA ,44 2, ,19 1, ,68 1, ,01 1, ,95 1,39 OUT.DESP.CORRENTES ,54 41, ,52 47, ,45 48, ,99 47, ,72 47,87 INVESTIMENTOS ,88 12, ,36 13, ,07 6, ,55 9, ,65 8,10 INVERSÕES FINANCEIRAS ,91 1, ,27 1, ,62 1, ,96 1, ,04 1,91 AMORTIZAÇÂO DA DÍVIDA ,06 2, ,14 1, ,05 1, ,15 2, ,23 2,52 TOTAL ,79 100, ,22 100, ,26 100, ,90 100, ,09 100,00 PESSOAL E ENCARGOS SOCIAIS JUROS E ENC.DA DÍVIDA OUT.DESP.CORRENTES INVESTIMENTOS INVERSÕES FINANCEIRAS AMORTIZAÇÂO DA DÍVIDA 50% 45% 40% 35% 30% 25% 20% 15% 10% 5% 0%
141 Diretoria de Gestão Contábil e Fiscal Despesa Realizada por Grupos de Natureza de Despesa e Tipo de Administração ESPECIFICAÇÃO ADM DIRETA E FUNDOS AUTARQUIAS FUNDAÇÕES EMPRESA PÚBLICA SOC ECON MISTA DEPENDENTE TOTAL % PESSOAL E ENCARG SOCIAIS , , , , , ,50 38,21 JUROS E ENC.DA DÍVIDA , , ,95 1,39 OUT.DESP.CORRENTES , , , , , ,72 47,87 INVESTIMENTOS , , , , , ,65 8,10 INVERSÕES FINANCEIRAS , , , ,04 1,91 AMORTIZAÇÃO DA DÍVIDA , , , ,23 2,52 TOTAL , , , , , ,09 100,00 AUTARQUIAS 19% FUNDAÇÕES 3% EMPRESA PÚBLICA 1% SOC ECON MISTA DEPENDENTE 2% ADM DIRETA E FUNDOS 75% 140
142 Diretoria de Gestão Contábil e Fiscal Despesa Realizada por Grupos de Natureza de Despesa e Tipo de Orçamento GRUPOS DE NATUREZA DE DESPESA FISCAL SEG.SOCIAL TOTAL % PESSOAL E ENCARG SOCIAIS , , ,50 38,21 JUROS E ENC.DA DÍVIDA , ,95 1,39 OUT.DESP.CORRENTES , , ,72 47,87 INVESTIMENTOS , , ,65 8,10 INVERSÕES FINANCEIRAS , , ,04 1,91 AMORTIZAÇÃO DA DÍVIDA , ,23 2,52 TOTAL , , ,09 100,00 SEG.SOCIAL 28% FISCAL 72% 141
143 Diretoria de Gestão Contábil e Fiscal Despesa Realizada por Modalidade de Licitação e Tipo de Administração ESPECIFICAÇÃO ADM DIRETA E FUNDOS AUTARQUIAS FUNDAÇÕES EMPRESA PÚBLICA SOC ECON MISTA DEPENDENTE TOTAL % CONCURSO , , , , ,95 0,62 CONVITE , , , , , ,42 0,44 TOMADA DE PREÇO , , , , , ,12 1,07 CONCORRÊNCIA , , , , ,22 6,08 DISPENSA DE LICITAÇÃO , , , , , ,97 14,22 INEXIGÍVEL , , , , , ,35 2,23 SUPRIMENTO DE FUNDOS , , , , , ,45 0,10 PREGÃO , , , , , ,91 5,31 NÃO SE APLICA , , , , , ,70 69,91 TOTAL , , , , , ,09 100,00 CONCURSO 0,62% CONVITE 0,44% TOMADA DE PREÇO 1,07% CONCORRÊNCIA 6,08% DISPENSA DE LICITAÇÃO 14,22% INEXIGÍVEL 2,23% NÃO SE APLICA 69,91% PREGÃO 5,31% SUPRIMENTO DE FUNDOS 0,10% 142
144 Diretoria de Gestão Contábil e Fiscal 3.9 Despesa Realizada por Função de Estado Apresentamos a despesa realizada por Função de Estado nos exercícios de 2005 a 2009 e o percentual de participação em relação a despesa total no exercício de 2009 de forma consolidada e também por tipo de administração, segundo o que dispõe o orçamento aprovado para o exercício. Das 28 funções de governo, de acordo com a Portaria nº 42, de , do Ministério do Orçamento e Gestão, a Lei de Orçamento alocou recursos em 26, cabendo à Função Encargos Especiais a maior parte (16,67%). FUNÇÕES % LEGISLATIVA , , , , ,82 3,88 JUDICIÁRIA , , , , ,64 3,92 ESSENCIAL A JUSTIÇA , , , , ,93 4,30 ADMINISTRAÇÃO , , , , ,97 6,77 SEGURANÇA PÚBLICA , , , , ,94 9,22 ASSISTÊNCIA SOCIAL , , , , ,91 2,80 PREVIDÊNCIA SOCIAL , , , , ,57 12,63 SAÚDE , , , , ,47 12,13 TRABALHO , , , , ,27 1,07 EDUCAÇÃO , , , , ,34 14,98 CULTURA , , , , ,61 0,70 DIREITOS DA CIDADANIA , , , , ,38 0,21 URBANISMO , , , , ,26 0,57 HABITAÇÃO , , , , ,32 1,37 SANEAMENTO , , , , ,59 1,65 GESTÃO AMBIENTAL , , , , ,41 0,37 CIÊNCIA E TECNOLOGIA , , , , ,92 0,65 AGRICULTURA , , , , ,94 1,46 ORGANIZAÇÃO AGRÁRIA , , , , ,25 0,16 INDUSTRIA , , , , ,63 0,07 COMÉRCIO E SERVIÇOS , , , , ,67 0,27 COMUNICAÇÕES , , , , ,69 0,77 ENERGIA , , , , ,13 0,00 TRANSPORTE , , , , ,80 3,22 DESPORTO E LAZER , , , , ,17 0,14 ENCARGOS ESPECIAIS , , , , ,46 16,67 TOTAL , , , , ,09 100,00 143
145 Diretoria de Gestão Contábil e Fiscal Despesa Realizada por Funções Detalhadas por Tipo de Administração FUNÇÕES ADM DIRETA E FUNDOS AUTARQUIAS FUNDAÇÕES EMPRESA PÚBLICA SOC ECON MISTA DEPEND VALOR % ADMINISTRAÇÃO , , , , , ,97 6,77 AGRICULTURA , , , ,94 1,46 ASSISTÊNCIA SOCIAL , , , ,91 2,80 CIÊNCIA E TECNOLOGIA , , , , ,92 0,65 COMÉRCIO E SERVIÇOS 0, , , ,67 0,27 COMUNICAÇÕES , , ,69 0,77 CULTURA , , , ,61 0,70 DESPORTO E LAZER , , ,17 0,14 DIREITOS DA CIDADANIA , , ,38 0,21 EDUCAÇÃO , , , , ,34 14,98 ENCARGOS ESPECIAIS , , , , , ,46 16,67 ENERGIA 0, , ,13 0,00 ESSENCIAL A JUSTIÇA , , ,93 4,30 GESTÃO AMBIENTAL , , ,41 0,37 HABITAÇÃO , , , ,32 1,37 INDUSTRIA 0, , ,63 0,07 JUDICIÁRIA , ,64 3,92 LEGISLATIVA , , ,82 3,88 ORGANIZAÇÃO AGRARIA 0, , ,25 0,16 PREVIDÊNCIA SOCIAL , , ,57 12,63 SANEAMENTO , , , ,59 1,65 SAÚDE , , , ,47 12,13 SEGURANÇA PÚBLICA , , , ,94 9,22 TRABALHO , ,27 1,07 TRANSPORTE , , , ,80 3,22 URBANISMO , , ,26 0,57 TOTAL , , , , , ,09 100,00 144
146 Diretoria de Gestão Contábil e Fiscal 3.10 Despesa Realizada por Órgão Apresentamos as despesas realizadas nos exercícios de 2008 e 2009 por Órgão e tipo de administração, demonstrando o seu percentual de participação na despesa orçamentária total, conforme registrado no SIAFEM. CÓDIGO ESPECIFICAÇÃO 2008 % 2009 % TOTAL ADMINISTRAÇÃO DIRETA ,33 72, ,63 72, ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA DO ESTADO ,93 2, ,38 2, TRIBUNAL DE CONTAS DO ESTADO ,37 0, ,25 1, TRIBUNAL DE CONTAS DOS MUNICÍPIOS ,64 0, ,44 0, TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO ,52 4, ,14 4, JUSTIÇA MILITAR DO ESTADO ,70 0, ,52 0, SEC.DE ESTADO DE DESENV.URBANO E REGIONAL ,98 0, ,01 0, SEC.DE ESTADO DE ESPORTE E LAZER ,97 0, ,85 0, GABINETE DO GOVERNADOR ,04 0, ,19 0, MINISTÉRIO PÚBLICO ,76 2, ,61 2, SEC.DE ESTADO. DE ADMNISTRAÇÃO ,49 4, ,42 4, SEC.DE ESTADO DE AGRICULTURA ,95 0, ,20 0, SEC.DE ESTADO DE CULTURA ,76 0, ,52 0, SEC.DE ESTADO DE EDUCAÇÃO ,06 11, ,00 12, SECRETARIA DE ESTADO DA FAZENDA ,39 20, ,09 1, ENCARGOS GERAIS S/A SUPERV. DA SEFA 0, ,94 19, SEC.DE ESTADO DE JUSTIÇA E DIREITOS HUMANOS ,26 0, ,79 0, SEC.DE ESTADO DE ESTADO DE PLANEJ.ORÇ. E FINANÇAS ,88 0, ,50 0, SEC.DE ESTADO DE SAÚDE PÚBLICA ,16 6, ,65 5, SEC.DE ESTADO DE SEGURANÇA PÚBLICA ,54 0, ,88 0, SECRETARIA DE ESTADO DE OBRAS PUBLICAS ,97 0, ,32 0, SEC.DE ESTADO TRAB. EMPREGO E RENDA ,29 0, ,57 0, PROCURADORIA GERAL DO ESTADO ,55 0, ,81 0, POLÍCIA MILITAR DO ESTADO DO PARÁ ,94 4, ,84 3, SEC.DE ESTADO DE MEIO AMBIENTE ,14 0, ,99 0, NUCLEO DE GERENCIAMENTO DO PARA RURAL ,11 0, ,93 0, SECRETARIA DE ESTADO DE TRANSPORTES ,29 3, ,25 3, DEFENSORIA PÚBLICA ,77 0, ,90 0,71 145
147 Diretoria de Gestão Contábil e Fiscal CÓDIGO ESPECIFICAÇÃO 2008 % 2009 % CORPO DE BOMBEIROS MILITAR ,13 1, ,19 0, GABINETE DO VICE GOVERNADOR ,15 0, ,60 0, CONSULTORIA GERAL DO ESTADO ,94 0, ,59 0, SECRETARIA DE ESTADO DE GOVERNO ,45 0, ,74 0, MINISTÉRIO PÚBLICO DE CONTAS DO ESTADO DO PARÁ ,50 0, ,75 0, MINISTÉRIO PÚBLICO JUNTO AO TCM ,80 0, ,00 0, SECRETARIA DE ESTADO DE PROJETOS ESTRATÉGICOS ,55 0, ,87 0, POLÍCIA CIVIL DO ESTADO DO PARÁ ,10 2, ,56 1, SECRETARIA DE ESTADO DE INTEGRAÇÃO REGIONAL ,52 0, ,60 0, SECRETARIA DE ESTADO DE ASSISTENCIA E DESENVOLVIMENTO SOCIAL ,81 0, ,19 0, SECRETARIA DE ESTADO DESENVOLVIMENTO CIENCIA E TECNOLOGIA ,22 0, ,71 0, SECRETARIA DE ESTADO DE PESCA E AGRICULTURA ,01 0, ,53 0, COORD. DE COOPE.INTER.DESEN.SUSTNTÁVEL ,69 0, ,76 0, SECRETARIA DE ESTADO DE COMUNICAÇÃO ,00 0, ,55 0,61 TOTAL FUNDOS ,70 3, ,11 2, FUNDO DE DESENV.ECON. ESTADO DO PARÁ ,11 1, ,37 0, FUNDO DE INVEST. DE SEGURANÇA PÚBLICA ,83 0, ,57 0, FSSM - FUNDO DE SAÚDE DOS SERVIDORES MILITARES ,80 0, ,95 0, FASSM - FUNDO ASSIST. SOCIAL DOS SERVIDORES MILITARES ,25 0, ,38 0, FES - FUNDO ESTADUAL DE SAÚDE ,71 1, ,84 1,69 TOTAL AUTARQUIAS ,47 19, ,36 19, INSTITUTO DE PREV. DA ASS. LEGISLATIVA ,72 0, ,41 0, AÇÃO INTEGRADA AO PALÁCIO DO GOVERNO ,15 0, ,40 0, LOTERIA DO ESTADO DO PARÁ ,16 0, ,85 0, SUPERINTENDÊNCIA DO SISTEMA PENAL ,39 0, ,00 1, IMPRENSA OFICIAL DO ESTADO ,24 0, ,63 0, INSTITUTO DE PREV. E ASSIST.SERV. DO PARÁ ,70 1, ,92 1, INSTITUTO DE TERRAS DO PARÁ ,87 0, ,31 0, INSTITUTO DE METROLOGIA DO PARÁ ,07 0, ,04 0, INSTITUTO DE DESENVOLVIMENTO ECONOMICO-SOCIAL ,24 0, ,19 0, DEPARTAMENTO DE TRÂNSITO DO PARÁ ,41 1, ,17 1, HOSPITAL OPHIR LOYOLA ,25 1, ,00 1, JUNTA COMERCIAL DO ESTADO DO PARÁ ,85 0, ,67 0,08 146
148 Diretoria de Gestão Contábil e Fiscal CÓDIGO ESPECIFICAÇÃO 2008 % 2009 % UNIVERSIDADE DO ESTADO DO PARÁ ,78 1, ,51 1, INSTITUTO DE DESENVOLVIMENTO FLORESTAL ,55 0, ,17 0, AGÊNCIA EST.REG.E CONTROLE DE SERV.PÚBLICOS ,57 0, ,11 0, ESCOLA DE GOVERNO DO ESTADO DO PARA ,21 0, ,66 0, INSTITUTO DE GESTAO PREVID. DO EST. DO PARA ,36 11, ,97 11, CENTRO DE PERÍCIAS CIENTÍFICAS RENATO CHAVES ,02 0, ,07 0, AGÊNCIA DE DEFESA AGROPECUÁRIA DO EST DO PARA ,93 0, ,28 0,39 TOTAL FUNDAÇÕES ,44 3, ,82 3, FUNDAÇÃO DE TELECOMUNICAÇÕES DO PARÁ ,89 0, ,92 0, FUNDAÇÃO CULTURAL TANCREDO NEVES ,77 0, ,18 0, FUNDAÇÃO CARLOS GOMES ,39 0, ,45 0, FUNDAÇÃO CURRO VELHO ,31 0, ,82 0, FUNDAÇÃO SANTA CASA DE MISERICÓRDIA DO PARÁ ,53 0, ,32 1, CENTRO DE HEMOT. HEMATOLOGIA DO PARÁ ,41 0, ,80 0, FUNDAÇÃO PÚBLICA EST. HOSP. CLÍNICAS GASPAR VIANA ,03 0, ,26 0, FUNDAÇÃO DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE ,69 0, ,57 0, FUNDAÇÃO DE AMPARO A PESQUISA ESTADO DO PARA ,69 0, ,61 0, INSTITUTO DE ARTES DO PARÁ ,73 0, ,89 0,04 TOTAL EMPRESAS PÚBLICAS ,12 1, ,09 1, PROCESSAMENTO DE DADOS DO PARÁ-PRODEPA ,61 0, ,66 0, EMATER-EMPRESA ASSISTÊNCIA TÉCNICA E EXTENSÃO RURAL ,51 0, ,67 0, COMPANHIA PORTOS HIDROVIAS DO ESTADO DO PARA 0, ,76 0,03 TOTAL SOCIEDADES DE ECONOMIA MISTA ,84 1, ,08 1, CEASA-CENTRAL DE ABASTECIMENTO DO ESTADO DO PARÁ ,81 0, ,73 0, CIA DE HABITAÇÃO DO ESTADO DO PARÁ ,85 0, ,19 1, CDI-CIA DESENVOLVIMENTO INDUSTRIAL DO PARÁ ,32 0, ,98 0, PARATUR-CIA PARAENSE DE TURISMO ,15 0, ,27 0, EMPRESA DE NAVEGAÇÃO DA AMAZÔNIA S/A ,71 0, ,91 0,00 TOTAL GERAL ,90 100, ,09 100,00 147
149 Diretoria de Gestão Contábil e Fiscal 3.11 Comparativo da Despesa Realizada por Categoria de Gasto - Período de 2005 a 2009 (Em R$ 1,00) TÍTULOS NOMINAL ATUALIZADO NOMINAL ATUALIZADO NOMINAL ATUALIZADO NOMINAL ATUALIZADO NOMINAL ATUALIZADO DESPESAS CORRENTES Pessoal e Encargos Sociais Juros e Encargos da Dívida Outras Despesas Correntes DESPESAS DE CAPITAL Investimentos Inversões Financeiras Amortização da Dívida TOTAL NOMINAL ATUALIZADO
150 Diretoria de Gestão Contábil e Fiscal 3.12 Despesa Realizada por Poder As participações dos Poderes Executivo, Legislativo, Judiciário e Ministério Público, no cômputo da despesa realizada, estão evidenciadas no quadro e gráfico abaixo, nos anos de 2005 a No ano de 2009, observamos no gráfico, a média das despesas realizadas nos últimos cinco anos, tendo o Poder Executivo uma participação de 88,96%. PODERES 2005 % 2006 % 2007 % 2008 % 2009 % PODER EXECUTIVO ,72 89, ,82 89, ,58 88, ,96 88, ,59 88,96 PODER JUDICIÁRIO ,89 4, ,23 4, ,57 4, ,22 4, ,66 4,33 PODER LEGISLATIVO ,47 4, ,23 3, ,52 4, ,66 4, ,48 4,10 MINISTÉRIO PÚBLICO ,71 2, ,94 2, ,59 2, ,06 2, ,36 2,62 TOTAL ,79 100, ,22 100, ,26 100, ,90 100, ,09 100,00 MÉDIA DA DESPESA REALIZADA POR PODER NO PERÍODO 4,33% 4,10% 2,62% 88,96% PODER EXECUTIVO PODER JUDICIÁRIO PODER LEGISLATIVO MINISTÉRIO PÚBLICO 149
151 Diretoria de Gestão Contábil e Fiscal 3.13 Despesa Realizada com Pessoal e Encargos Sociais A Despesa com Pessoal e Encargos Sociais, no valor de R$ ,50, é um dos grupos mais representativo dentro das Despesas Correntes, com 38,21% da despesa total, segue no quadro abaixo a evolução dessa despesa nos últimos cinco anos e de forma mensal. MÊS 2005 % 2006 % 2007 % 2008 % 2009 % JANEIRO ,37 8, ,52 6, ,60 6, ,43 6, ,02 6,51 FEVEREIRO ,81 8, ,65 6, ,28 6, ,99 6, ,26 7,32 MARÇO ,00 8, ,12 7, ,23 6, ,65 7, ,16 7,49 ABRIL ,35 8, ,97 7, ,02 8, ,25 7, ,02 7,20 MAIO ,21 9, ,00 8, ,78 7, ,97 7, ,39 6,71 JUNHO ,42 9, ,90 8, ,99 8, ,47 8, ,56 8,96 JULHO ,77 6, ,42 7, ,99 7, ,15 7, ,05 7,81 AGOSTO ,74 7, ,41 7, ,27 8, ,47 7, ,08 8,17 SETEMBRO ,57 6, ,15 8, ,04 7, ,83 8, ,84 7,85 OUTUBRO ,05 6, ,15 8, ,65 8, ,55 7, ,53 7,95 NOVEMBRO ,50 7, ,98 7, ,47 7, ,03 7, ,00 8,22 DEZEMBRO ,17 13, ,47 15, ,07 15, ,45 16, ,59 15,81 TOTAL ,96 100, ,74 100, ,39 100, ,24 100, ,50 100,00 DESPESA REALIZADA COM PESSOAL E ENCARGOS SOCIAIS
152 Diretoria de Gestão Contábil e Fiscal 3.14 Despesa Realizada com Juros e Encargos da Dívida As Despesas com Juros e Encargos da Dívida, no ano de 2009, somaram R$ ,95, representando 1,39% da Despesa Total. Comparando-se com o ano anterior, houve um acréscimo de 9,57% em termos nominais. Esse acréscimo foi decorrente do ingresso de recursos em operações de crédito para as áreas de habitação, saneamento e pavimentação de rodovias, provocando assim um aumento no saldo devedor e conseqüentemente um maior pagamento de juros. MÊS 2005 % 2006 % 2007 % 2008 % 2009 % JANEIRO ,55 13, ,76 11, ,72 10, ,99 10, ,71 11,56 FEVEREIRO ,42 6, ,93 6, ,68 6, ,58 6, ,22 6,65 MARÇO ,95 7, ,17 7, ,10 8, ,21 8, ,35 8,04 ABRIL ,86 11, ,71 11, ,81 11, ,67 9, ,45 9,77 MAIO ,16 6, ,81 5, ,31 5, ,15 6, ,21 6,56 JUNHO ,32 6, ,36 6, ,02 7, ,07 8, ,43 6,59 JULHO ,72 11, ,07 11, ,74 10, ,29 10, ,64 10,15 AGOSTO ,67 6, ,15 6, ,94 6, ,20 6, ,39 6,67 SETEMBRO ,23 6, ,16 7, ,26 8, ,04 7, ,23 8,18 OUTUBRO ,22 11, ,97 12, ,96 10, ,75 10, ,34 8,51 NOVEMBRO ,01 6, ,93 6, ,25 5, ,94 7, ,22 10,75 DEZEMBRO ,33 6, ,17 7, ,89 7, ,12 6, ,76 6,57 TOTAL ,44 100, ,19 100, ,68 100, ,01 100, ,95 100,00 DESPESA REALIZADA COM JUROS E ENCRGOS DA DÍVIDA
153 Diretoria de Gestão Contábil e Fiscal 3.15 Despesa Realizada com Outras Despesas Correntes No grupo de despesa "Outras Despesas Correntes", foi executado em 2009 a soma de R$ ,72 representando 47,87% da Despesa Total. Neste grupo, está incluída a transferência constitucional e legal repassadas aos municípios, no exercício de 2009, conforme art. 158 da Constituição Federal, que somaram um total de R$ ,05, participando com 27,53% na composição do grupo. MÊS 2005 % 2006 % 2007 % 2008 % 2009 % JANEIRO ,96 4, ,39 5, ,04 5, ,11 4, ,53 5,47 FEVEREIRO ,54 5, ,98 6, ,56 6, ,53 6, ,98 6,86 MARÇO ,33 6, ,41 7, ,65 7, ,63 7, ,66 7,80 ABRIL ,02 5, ,66 7, ,73 7, ,01 7, ,49 7,23 MAIO ,39 6, ,52 8, ,08 8, ,82 7, ,05 7,13 JUNHO ,27 6, ,55 8, ,23 7, ,58 7, ,84 8,47 JULHO ,06 9, ,23 8, ,91 7, ,00 8, ,87 8,15 AGOSTO ,74 9, ,87 8, ,46 8, ,73 7, ,28 8,37 SETEMBRO ,32 9, ,41 8, ,90 8, ,48 8, ,66 7,98 OUTUBRO ,10 9, ,23 8, ,75 8, ,42 8, ,52 8,21 NOVEMBRO ,55 10, ,42 8, ,15 9, ,57 8, ,78 9,60 DEZEMBRO ,26 17, ,85 14, ,99 15, ,11 15, ,06 14,73 TOTAL ,54 100, ,52 100, ,45 100, ,99 100, ,72 100,00 DESPESA REALIZADA COM OUTRAS DESPESAS CORRENTES
154 Diretoria de Gestão Contábil e Fiscal Despesa Realizada com Investimentos MÊS 2005 % 2006 % 2007 % 2008 % 2009 % JANEIRO ,71 2, ,68 0, ,14 0, ,47 0, ,24 0,48 FEVEREIRO ,86 3, ,47 3, ,72 0, ,23 0, ,68 1,11 MARÇO ,06 4, ,66 6, ,32 1, ,11 4, ,96 4,05 ABRIL ,52 5, ,66 4, ,18 2, ,60 3, ,97 5,04 MAIO ,57 4, ,15 6, ,91 4, ,48 4, ,77 4,23 JUNHO ,56 6, ,06 8, ,57 4, ,95 7, ,20 5,77 JULHO ,10 6, ,45 7, ,21 4, ,65 7, ,08 8,70 AGOSTO ,00 7, ,83 8, ,00 5, ,33 6, ,02 8,88 SETEMBRO ,82 8, ,58 9, ,35 9, ,43 7, ,91 9,13 OUTUBRO ,74 6, ,48 9, ,25 8, ,25 9, ,34 10,61 NOVEMBRO ,95 11, ,45 11, ,84 15, ,78 10, ,33 8,48 DEZEMBRO ,99 31, ,89 23, ,58 41, ,27 36, ,15 33,52 TOTAL ,88 100, ,36 100, ,07 100, ,55 100, ,65 100,00 DESPESA REALIZADA COM INVESTIMENTOS
155 Diretoria de Gestão Contábil e Fiscal Despesa realizada com Inversões Financeiras As Despesas com Inversões Financeiras, no exercício de 2009, atingiu o montante de R$ ,04, representando 1,91% da Despesa Total Executada. Fazendo-se uma comparação com o ano anterior, identificamos um acréscimo de 23,96% em valores correntes. MÊS 2005 % 2006 % 2007 % 2008 % 2009 % JANEIRO ,54 4, ,71 4, ,23 1, ,06 7, ,27 9,25 FEVEREIRO ,44 5, ,23 7, ,16 7, ,45 5, ,33 5,73 MARÇO ,30 6, ,43 7, ,29 4, ,98 5, ,70 1,32 ABRIL ,93 15, ,86 11, ,28 8, ,36 11, ,82 12,73 MAIO ,80 6, ,60 9, ,88 10, ,23 4, ,47 3,04 JUNHO ,02 7, ,27 7, ,52 5, ,44 9, ,31 14,48 JULHO ,07 10, ,82 4, ,11 9, ,05 9, ,78 3,13 AGOSTO ,25 8, ,53 5, ,56 7, ,24 8, ,61 2,89 SETEMBRO ,01 7, ,02 8, ,38 8, ,72 7, ,82 7,42 OUTUBRO ,60 11, ,10 18, ,21 15, ,66 13, ,89 9,89 NOVEMBRO ,11 5, ,79 8, ,16 7, ,18 9, ,43 7,29 DEZEMBRO ,84 9, ,91 6, ,84 13, ,59 6, ,61 22,85 TOTAL ,91 100, ,27 100, ,62 100, ,96 100, ,04 100,00 Despesa realizada com Inversões Financeiras
156 Diretoria de Gestão Contábil e Fiscal 3.18.Despesa Realizada com Amortização da Dívida MÊS 2005 % 2006 % 2007 % 2008 % 2009 % JANEIRO ,84 14, ,67 12, ,08 14, ,24 8, ,95 12,95 FEVEREIRO ,87 5, ,65 4, ,39 5, ,79 4, ,92 7,09 MARÇO ,37 6, ,85 6, ,39 6, ,39 7, ,57 7,51 ABRIL ,01 14, ,64 12, ,42 10, ,19 9, ,61 9,53 MAIO ,42 4, ,22 5, ,30 5, ,78 6, ,14 6,61 JUNHO ,17 6, ,62 6, ,85 6, ,53 7, ,78 7,47 JULHO ,65 13, ,14 15, ,20 13, ,63 12, ,50 11,70 AGOSTO ,45 5, ,66 5, ,50 5, ,66 8, ,08 7,10 SETEMBRO ,26 6, ,09 6, ,56 7, ,07 8, ,09 7,16 OUTUBRO ,42 13, ,74 11, ,79 10, ,91 11, ,82 7,99 NOVEMBRO ,01 5, ,83 5, ,14 6, ,57 7, ,11 7,45 DEZEMBRO ,59 6, ,03 6, ,43 7, ,39 8, ,66 7,43 TOTAL ,06 100, ,14 100, ,05 100, ,15 100, ,23 100, Despesa Realizada com Amortização da Dívida
157 Diretoria de Gestão Contábil e Fiscal 4. Da Movimentação Patrimonial 4.1. Do Balanço Patrimonial e das Variações Patrimoniais O Balanço Patrimonial demonstra a situação econômica e financeira do patrimônio público, através de seus bens, direitos e obrigações, bem como o saldo patrimonial, num determinado momento. Em 2009, o Governo do Estado contabilizou um superávit financeiro de R$ ,04 (um bilhão, trezentos e dezesseis milhões, seiscentos e setenta e dois mil, cento e cinqüenta e oito reais e quatro centavos), que é o resultado positivo entre o ativo financeiro e o passivo financeiro, respeitando o grau de liquidez e exigibilidade das contas integrantes dos grupos supracitados, conforme dispõe a Lei Federal nº 4.320/64, Anexo 14, assim demonstrado: ATIVO RESULTADO PASSIVO FINANCEIRO FINANCEIRO FINANCEIRO , , ,04 A Demonstração das Variações Patrimoniais evidencia os efeitos ocorridos no Patrimônio do Estado, resultantes ou não da execução orçamentária, bem como o resultado patrimonial do exercício. Esta demonstração é apresentada, conforme o Anexo 15, da Lei 4.320/64. Em 2009, o Governo do Estado totalizou um Resultado Econômico positivo no valor de R$ ,92 (um bilhão, cento e cinco milhões, oitocentos e cinqüenta e cinco mil, seiscentos e sessenta e seis reais e noventa e dois centavos), que é resultante da diferença entre as variações Ativas e Passivas, conforme segue: VARIAÇÕES RESULTADO VARIAÇÕES PASSIVAS ATIVAS PATRIMONIAL , , ,92 156
158 Diretoria de Gestão Contábil e Fiscal CÓDIGO DO ÓRGÃO DENOMINAÇÃO ATIVO FINANCEIRO PASSIVO FINANCEIRO SUPERÁVIT FINANCEIRO TOTAL ADMINISTRAÇÃO DIRETA , , ,05 35,80 01 ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA , , ,00 1,10 02 TRIBUNAL DE CONTAS DO ESTADO , , ,70 1,14 03 TRIBUNAL DE CONTAS DOS MUNICIPIOS , , ,49 0,01 04 TRIBUNAL DE JUSTICA DO ESTADO , , ,88 10,55 05 JUSTICA MILITAR DO ESTADO , , ,51 0,03 07 SEC EXEC DE DESENVOLVIMENTO URBANO E REGIONAL , , ,66 1,11 08 SECRETARIA EXECUTIVA DE ESPORTE E LAZER , , ,36 0,28 11 GABINETE DO GOVERNADOR , , ,81 0,22 12 MINISTERIO PUBLICO , , ,18 1,45 13 SECRETARIA DE ESTADO DE ADMINISTRACAO , , ,35 0,53 14 SECRETARIA DE ESTADO DE AGRICULTURA , , ,19 0,38 15 SECRETARIA DE ESTADO DE CULTURA , , ,82 0,08 16 SECRETARIA DE ESTADO DE EDUCACAO , , ,85 4,84 17 SECRETARIA DE ESTADO DA FAZENDA , , ,88 0,02 17 SEFA/ENCARGOS GERAIS , , ,26 0,45 17 SEFA/ UG FINANCEIRA , ,30 ( ,00) (1,98) 18 SECRETARIA DE ESTADO DE JUSTICA E DIREITOS H , , ,67 0,40 19 SECRETARIA EXEC DE EST DE PLANEJ,ORC E FINANC , , ,70 0,03 20 SECRETARIA EXECUTIVA DE SAUDE PUBLICA , , ,44 1,99 21 SECRETARIA EXECUTIVA DE SEGURANCA PUBLICA , , ,69 2,11 22 SECRETARIA EXECUTIVA DE OBRAS PUBLICAS , , ,09 0,24 23 SECRETARIA DE ESTADO DE TRABALHO EMPREGO E R , , ,46 0,14 25 PROCURADORIA GERAL DO ESTADO , , ,82 0,59 26 POLICIA MILITAR DO ESTADO DO PARA , , ,54 0,23 27 SECRETARIA DE ESTADO DE MEIO AMBIENTE , , ,16 3,61 28 NUCLEO DE GERENCIAMENTO DO PARA RURAL , , ,25 0,06 29 SECRETARIA EXECUTIVA DE TRANSPORTES , , ,35 2,79 30 DEFENSORIA PUBLICA , , ,37 1,15 32 GABINETE DO VICE-GOVERNADOR , , ,13 0,00 33 CONSULTORIA GERAL DO ESTADO , , ,85 0,00 % 157
159 Diretoria de Gestão Contábil e Fiscal CÓDIGO DO ÓRGÃO DENOMINAÇÃO ATIVO FINANCEIRO PASSIVO FINANCEIRO 158 SUPERÁVIT FINANCEIRO 36 SECRETARIA DE ESTADO DE GOVERNO , , ,54 0,00 37 MINISTERIO PUBLICO DE CONTAS ESTADO DO PARA , , ,21 0,22 MINISTERIO PUBLICO JUNTO AO TRIB.DE CONTAS DOS , ,20 38 MUNICIPIOS ,15 0,58 39 SECRETARIA DE ESTADO DE PROJETOS ESTRATEGICOS , , ,07 0,88 40 POLICIA CIVIL DO ESTADO DO PARA , , ,07 0,02 41 SECRETARIA DE ESTADO DE INTEGRACAO REGIONAL , , ,07 0,02 43 SECRETARIA DE ESTAD DE ASSIST E DESENV SOCIAL , , ,27 0,17 48 SECRETARIA EST. DESENV. CIENCIA E TECNOLOGIA , , ,52 0,30 75 SECRETARIA ESTADO DE PESCA E AQUICULTURA , , ,15 0,01 76 COORD. DE COOPE. INTER. DESEN. SUSTENTAVEL , , ,75 0,00 77 SECRETARIA DE ESTADO DE COMUNICACAO , , ,96 0,01 TOTAL FUNDOS , , ,69 8,68 34 FUNDO DE DESENVOLVIMENTO ECONOMICO DO ESTADO , , ,03 0,51 44 FUNDO DE INVESTIMENTO DE SEGURANCA PUBLICA , , ,51 0,38 87 FUNDO ESTADUAL DE ASSISTENCIA SOCIAL , , ,08 0,04 88 FUNDO DE SAUDE DOS SERVIDORES MILITARES , , ,51 0,16 89 FASSM - FUNDO ASSIST. SOC. SERV. MILITARES , , ,85 0,70 90 FES - FUNDO ESTADUAL DE SAÚDE , , ,71 6,90 TOTAL AUTARQUIAS , , ,45 50,25 06 INST.PREV.DA ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA 7.208,03 61, ,18 0,00 35 ACAO INTEGRADA AO PALACIO DO GOVERNO , , ,31 0,01 50 LOTERIA DO ESTADO DO PARA , , ,87 0,00 52 SUPERINTENDENCIA DO SISTEMA PENITENCIARIO DO ESTADO , , ,16 0,18 53 IMPRENSA OFICIAL DO ESTADO , , ,34 0,52 54 INST.PREV.ASSIST.DOS SERV.EST.DO PARÁ , , ,28 1,83 56 INSTITUTO DE TERRAS DO PARA , , ,23 1,04 59 INSTITUTO DE METROLOGIA DO PARA , , ,74 0,05 60 INSTITUTO DE DESENVOLVIMENTO ECONOMICO-SOCIAL , , ,77 0,02 66 DEPARTAMENTO DE TRANSITO DO ESTADO DO PARA , , ,49 0,06 71 HOSPITAL OPHIR LOYOLA , , ,67 0,05 72 JUNTA COMERCIAL DO ESTADO DO PARA , , ,19 0,14 %
160 Diretoria de Gestão Contábil e Fiscal CÓDIGO DO ÓRGÃO DENOMINAÇÃO ATIVO FINANCEIRO PASSIVO FINANCEIRO SUPERÁVIT FINANCEIRO 74 UNIVERSIDADE DO ESTADO DO PARA , , ,69 0,91 79 INSTITUTO DE DESENVOLVIMENTO FLORESTAL , , ,98 0,16 80 AGENCIA EST. REGUL. E CONT. SERV. PUB. ARCON , , ,08 0,15 83 ESCOLA DE GOVERNO DO ESTADO DO PARA , , ,50 0,03 84 INSTITUTO DE GESTAO PREVID. DO EST. DO PARA , , ,14 45,05 85 CENTRO DE PERICIAS CIENTIFICAS RENATO CHAVES , , ,08 0,00 92 AGENCIA DE DEFESA AGROPECUARIA DO EST DO PARA , , ,75 0,06 TOTAL FUNDAÇÕES , , ,35 2,50 45 FUNDACAO DE TELECOMUNICACOES DO PARA , , ,39 0,01 46 FUNDACAO CULTURAL DO PARA TANCREDO NEVES , , ,13 0,02 47 FUNDACAO CARLOS GOMES , , ,36 0,01 49 FUNDACAO CURRO VELHO , , ,18 0,00 61 FUNDACAO SANTA CASA DE MISERICORDIA DO PARA , , ,00 0,18 62 CENTRO DE HEMOTERAPIA E HEMATOLOGIA DO PARA , , ,84 0,48 64 HOSPITAL DE CLINICAS GASPAR VIANA , , ,04 0,12 68 FUNDACAO DA CRIANCA E DO ADOLESCENTE DO PARA , , ,61 0,34 78 FUNDACAO DE AMPARO A PESQUISA ESTADO DO PARA , , ,02 1,33 82 INSTITUTO DE ARTES DO PARA , , ,78 0,00 TOTAL EMPRESAS PÚBLICAS , , ,80 0,80 55 PROCESSAMENTO DE DADOS DO ESTADO DO PARA , , ,08 0,24 57 EMPRESA DE ASSIST TECNICA E EXTENSAO RURAL , , ,92 0,55 86 COMPANHIA PORTOS HIDROVIAS DO ESTADO DO PARA , , ,80 0,01 TOTAL SOCIEDADES DE ECONOMIA MISTA , , ,70 1,97 58 CENTRAIS DE ABASTECIMENTO DO PARA S/A , , ,88 0,02 67 COMPANHIA DE HABITACAO DO ESTADO DO PARA , , ,26 1,10 70 COMPANHIA DE DESENVOLVIMENTO INDUSTRIAL DO PA , , ,36 0,71 73 COMPANHIA PARAENSE DE TURISMO , , ,81 0,11 81 EMPRESA DE NAVEGACAO DA AMAZONIA S/A , , ,39 0,03 TOTAL GERAL , , ,04 100,00 % 159
161 Diretoria de Gestão Contábil e Fiscal Dívida Ativa Tributária e Não Tributária A Dívida Ativa totalizou em 31 de dezembro de 2009 o valor de R$ ,05 (um bilhão, oitocentos e noventa e quatro milhões, duzentos e quarenta e cinco mil, seiscentos e vinte e quatro reais e cinco centavos), identificada no Ativo Realizável do Balanço Patrimonial, que corresponde aos créditos a longo prazo inscritos em favor do Governo do Estado do Pará, sendo de origem tributária (R$ ,94) e não tributária (R$ ,11). A seguir, demonstramos a evolução da Dívida Ativa nos últimos cinco anos de forma resumida, e a variação entre o exercício de 2008 em relação ao de 2009, conciliada com a Coordenadoria de Controle da Dívida Ativa da, responsável pela movimentação financeira do serviço da dívida ativa estadual. ESPECIFICAÇÃO ANOS Variação entre 2008 e 2009 SALDO ANTERIOR , , , , ,84 6% ( - ) Ajustes de Exerc.Anteriores ,47 ( + ) Inscrição , , , , ,18 100% ( + ) Correção Monetária , , , , ,78 392% ( - ) Recebimentos , , , , ,62 249% ( - ) Cancelamentos , , , , ,13 145% SALDO ATUAL , , , , ,05 12% 4.3. Dívida Flutuante A Dívida Flutuante do Governo do Estado do Pará em 31 de dezembro de 2009 totalizou R$ ,37 (quatrocentos e setenta e cinco milhões, oitocentos e trinta e três mil, quinhentos e setenta e nove reais e trinta e sete centavos), registrada no Passivo Financeiro do Balanço Patrimonial e compreende os Restos a Pagar, Consignações, Depósitos de Diversas Origens e Valores Diferidos. O quadro abaixo apresenta a evolução da Dívida Flutuante nos últimos cinco anos. 160
162 Diretoria de Gestão Contábil e Fiscal ESPECIFICAÇÃO ANOS Variação entre 2008 e 2009 Restos a Pagar Processados , , , , ,05-41% Consignações , , , , ,38 8% Depósitos de Diversas Origens , , , , ,22 719% Valores Diferidos , , , , ,72-39% TOTAL , , , , ,37-25% A em conjunto com a Secretaria de Estado de Planejamento, Orçamento e Finanças expediram a Portaria nº 0157 de 16 de novembro de 2009, estabeleceram procedimentos e normas sobre o encerramento do exercício. A Diretoria de Gestão Contábil e Fiscal procedeu, através do SIAFEM, a inscrição dos Restos a Pagar Processados, em obediência ao regime de competência do exercício, bem como procedeu à baixa contábil dos saldos remanescentes do ano anterior Dívida Fundada Interna A Dívida Fundada compreende os compromissos de exigibilidade superior a doze meses, contraídos para atender ao desequilíbrio orçamentário ou aos financiamentos de obras e serviços públicos. O Governo do Estado do Pará contabilizou como Dívida Fundada Interna em 31 de dezembro de 2009 o valor de R$ ,94 (dois bilhões, noventa milhões, duzentos e cinqüenta e nove mil, quatrocentos e quinze reais e noventa e quatro centavos), resultante de operações realizadas através de contratos e por consolidação de dívidas assumidas dentro do país. A seguir demonstramos de forma resumida a evolução da Dívida Fundada Interna nos últimos cinco anos, fazendo uma analise percentual da variação do exercício de 2009 em relação ao de ESPECIFICAÇÃO ANOS Variação entre e 2009 Saldo Anterior , , , , ,69 6% (+) Emissão , , , , ,47 405% (+/-) Incorp/Desincorp de Obrigações (21.842,64) (+/-) Atualizações ( ,30) , , , ,88-135% (-) Amortizações , , , , ,34 19% Saldo Atual , , , , ,94 12% 161
163 Diretoria de Gestão Contábil e Fiscal 4.5. Dívida Fundada Externa O Governo do Estado do Pará contraiu obrigações no exercício de 2009, resultantes de empréstimos fora do país, incorporando recursos oriundos de emissões e atualizações, em decorrência da desvalorização do dólar, houve um decréscimo em relação ao exercício de 2008 na ordem de -14%, totalizando o valor da Dívida Fundada Externa em R$ ,57 (trezentos e dez milhões, oitocentos e trinta e nove mil, seiscentos e vinte reais e cinqüenta e sete centavos), assim evidenciada abaixo, sendo demonstrada a Dívida Fundada Externa dos últimos cinco anos e sua variação entre o exercício de 2008 e ESPECIFICAÇÃO ANOS Variação entre e 2009 Saldo Anterior , , , , ,27 42% (+) Emissão , , , , ,46 46% (+/-) Atualizações ( ,30) ( ,12) ( ,45) ,86 ( ,22) -210% (-) Amortizações , , , , ,94 28% Saldo Atual , , , , ,57-14% 4.6. Inventário Geral dos Bens Móveis e Imóveis O valor registrado no SIAFEM, no Balanço Patrimonial do ano de 2009, ativo não financeiro, grupo permanente - Bens Móveis e Imóveis demonstra por órgão o montante de R$ ,01 (Quatro bilhões, seiscentos e noventa e um milhões, quinhentos e oitenta e quatro mil, duzentos e trinta e quatro reais e um centavo), que compreendem os valores de Bens Móveis e Imóveis em uso, onde destacamos: equipamentos e material permanente, terrenos, obras em andamento, construções e ampliações. A seguir quadro demonstrativo dos bens móveis e imóveis registrados no SIAFEM no ativo imobilizado por tipo de administração. 162
164 Diretoria de Gestão Contábil e Fiscal CÓDIGO ÓRGÃOS VALOR TOTAL ADMINISTRAÇÃO DIRETA ,34 01 ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA DO ESTADO ,71 02 TRIBUNAL DE CONTAS DO ESTADO ,08 03 TRIBUNAL DE CONTAS DOS MUNICÍPIOS ,59 04 TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO ,36 05 JUSTIÇA MILITAR DO ESTADO ,36 07 SECRETARIA EXECUTIVA DE DESENVOLVIMENTO URBANO E REGIONAL ,35 08 SECRETARIA EXECUTIVA DE ESPORTE E LAZER ,10 11 GABINETE DO GOVERNADOR ,96 12 MINISTÉRIO PÚBLICO ,46 13 SECRETARIA EXECUTIVA DE ADMINISTRAÇÃO ,51 14 SECRETARIA EXECUTIVA DE AGRICULTURA ,65 15 SECRETARIA EXECUTIVA DE CULTURA ,64 16 SECRETARIA EXECUTIVA DE EDUCAÇÃO ,23 17 SECRETARIA EXECUTIVA DA FAZENDA ,35 18 SECRETARIA EXECUTIVA DE JUSTIÇA E DIREITOS HUMANOS ,21 19 SECRETARIA EXECUTIVA DE PLANEJAMENTO ORÇAM. E FINANÇAS ,71 20 SECRETARIA EXECUTIVA DE SAÚDE PÚBLICA ,33 21 SECRETARIA EXECUTIVA DE SEGURANÇA PÚBLICA ,77 22 SECRETARIA EXECUTIVA DE OBRAS PÚBLICAS ,58 23 SECRETARIA EXECUTIVA DO TRABALHO EMPREGO E RENDA ,52 25 PROCURADORIA GERAL DO ESTADO ,56 26 POLÍCIA MILITAR DO ESTADO DO PARÁ ,73 27 SECRETARIA DE ESTADO DE CIÊNCIA, TECNOLOGIA E MEIO AMBIENTE ,44 28 NUCLEO DE GERENCIAMENTO DO PARA RURAL ,70 29 SECRETARIA DE ESTADO DE TRANSPORTE ,50 30 DEFENSORIA PÚBLICA ,32 31 CORPO DE BOMBEIROS MILITAR ,04 32 GABINETE DO VICE-GOVERNADOR ,53 33 CONSULTORIA GERAL DO ESTADO ,33 36 SECRETARIA DE ESTADO DE GOVERNO ,04 163
165 Diretoria de Gestão Contábil e Fiscal CÓDIGO ÓRGÃOS VALOR 37 MINISTÉRIO PÚBLICO JUNTO AO TRIBUNAL DE CONTAS DO ESTADO ,89 38 MINISTÉRIO PÚBLICO JUNTO AO TRIBUNAL DE CONTAS DOS MUNICÍPIOS ,95 39 SECRETARIA DE ESTADO DE PROJETOS ESTRATEGICOS ,99 40 POLÍCIA CIVIL DO ESTADO DO PARÁ ,52 41 SECRETARIA DE ESTADO DE INTEGRACAO REGIONAL ,14 43 SECRETARIA DE ESTAD DE ASSIST E DESENV SOCIAL ,10 48 SECRETARIA EST. DESENV. CIENCIA E TECNOLOGIA ,86 75 SECRETARIA ESTADO DE PESCA E AQUICULTURA ,38 76 COORD. DE COOPE. INTER. DESEN. SUSTENTAVEL ,85 77 SECRETARIA DE ESTADO DE COMUNICACAO ,00 TOTAL FUNDOS ,53 34 FDE-FUNDO DE DESENV. ECON. ESTADO ,68 44 FISP-FUNDO INV.SEGURANÇA PUBLICA ,54 87 FAS-FUNDO ESTADUAL DE ASSIST. SOCIAL ,92 88 FSSM-FUNDO DE SAUDE DOS SERV. MILITARES ,22 89 FASPM-FUNDO ASSIST.SOC DOS SERV. MILITARES ,17 TOTAL AUTARQUIAS ,05 6 IPALEP-INST. PREV.ASS.LEG ,15 35 ASIPAG-AÇÃO INTEG. PAL. GOVERNO ,48 50 LOTERIA DO ESTADO DO PARÁ ,73 52 SUPERINTENDÊNCIA DO SISTEMA PENITENCIÁRIO DO ESTADO DO PARÁ ,36 53 IMPRENSA OFICIAL DO ESTADO ,88 54 INSTITUTO DE ASSISTÊNCIA DOS SERVIDORES DO ESTADO DO PARÁ ,94 56 INSTITUTO DE TERRAS DO PARÁ ,34 59 IMEP-INST. MET. ESTADO DO PARÁ ,92 60 INSTITUTO DE DESENVOLVIMENTO ECONOMICO-SOCIAL ,73 66 DEPARTAMENTO DE TRÂNSITO DO ESTADO DO PARÁ ,51 71 HOSPITAL OFIR LOIOLA ,96 72 JUNTA COMERCIAL DO ESTADO DO PARÁ ,24 74 UNIVERSIDADE DO ESTADO DO PARÁ ,96 79 INSTITUTO DE DESENVOLVIMENTO FLORESTAL ,28 80 ARCON ,08 164
166 Diretoria de Gestão Contábil e Fiscal CÓDIGO ÓRGÃOS VALOR 83 EGPA-ESCOLA DE GOVERNO DO ESTADO DO PARÁ ,55 84 IGEPREV-INST. DE GESTÃO PREV. DO ESTADO DO PARÁ ,14 85 CENTRO DE PERÍCIAS CIENTÍFICAS RENATO CHAVES ,88 92 ADEPARÁ-AGENCIA DEFESA AGROP.EST. DO PARÁ ,92 TOTAL FUNDAÇÕES ,43 45 FUNDAÇÃO DE TELECOMUNICAÇÕES DO PARÁ ,74 46 FUNDAÇÃO CULTURAL DO PARÁ TANCREDO NEVES ,72 47 FUNDAÇÃO CARLOS GOMES ,85 49 FUNDAÇÃO CURRO VELHO ,08 61 FUNDAÇÃO SANTA CASA DE MISERICORDIA DO PARÁ ,25 62 CENTRO DE HEMOTERAPIA E HEMATOLOGIA DO PARÁ ,62 64 FHCGV-FUNDAÇÃO PÚBLICA ESTADUAL HOSP. DE CLÍNICAS GASPAR VIANA ,73 68 FUNDAÇÃO DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE DO PARÁ ,67 82 IAP-INST. ARTES PARA ,49 78 FUNDACAO DE AMPARO A PESQUISA ESTADO DO PARA ,28 TOTAL EMPRESAS PÚBLICAS ,45 55 PROCESSAMENT DE DADOS DO PARÁ- PRODEPA ,17 57 EMATER- EMPRESA DE ASSISTÊNCIA TÉCNICA E EXTENÇÃO RURAL ,23 86 COMPANHIA PORTOS HIDROVIAS DO ESTADO DO PARA ,05 TOTAL SOCIEDADES DE ECONOMIA MISTA ,21 58 CEASA- CENTRAL DE ABASTECIMENTO DO ESTADO DO PARÁ ( ,64) 67 COMPANHIA DE HABITAÇÃO DO ESTADO DO PARÁ - COHAB ,21 70 CDI- COMPANHIA DE DESENVOLVIMENTO INDUSTRIAL DO PARÁ ,82 73 PARATUR- CIA. PARAENSE DE TURISMO ,61 81 EMPRESA DE NAVEGAÇÃO DA AMAZÔNIA S/A ,21 TOTAL GERAL ,01 165
167 Diretoria de Gestão Contábil e Fiscal 5. Da Análise dos Balanços e Demonstração 5.1 Dos Balanços Gerais Em conformidade com o artigo 101 da Lei 4.320/64, apresentamos os números consolidados do exercício financeiro de 2008 do Governo do Estado do Pará por meio dos seguintes Balanços: Orçamentário, Financeiro, Patrimonial e o Demonstrativo das Variações Patrimoniais. Adotamos as técnicas de análise das demonstrações contábeis cuja finalidade principal é demonstrar, aos gestores públicos e a sociedade em geral, os resultados alcançados pelo ente em um determinado período. Para uma perfeita compreensão das análises dos balanços e demonstrativos passamos a explicar sobre conceitos e metodologias das principais técnicas que serão adotadas. Análise Vertical: Técnica de suma importância para avaliar a estrutura de composição de itens do balanço e sua evolução no tempo, consiste em estabelecer a participação (%) de cada item em relação ao total de seu grupo ou ao total geral. Análise Horizontal: Permite observar o crescimento de itens do balanço, ou demonstrações dele, resultantes através de vários períodos com o objetivo de caracterizar tendências. Indicadores Financeiros e Econômicos: Propiciam ao gestor público, informações adicionais de grande importância, possibilitando-o gerenciar com significativa margem de segurança as execuções orçamentárias, financeiras e patrimoniais e a obtenção de resultados. Ressaltamos que a análise foi baseada nos balanços e demonstrativos consolidados, formados pelos órgãos da Administração Direta e Fundos, das Autarquias, das Fundações, das Empresas Públicas e das Sociedades de Economia Mista Dependentes, integrantes dos Orçamentos Fiscal e da Seguridade Social. 5.2 Balanço Orçamentário O Balanço Orçamentário demonstra o resultado orçamentário do exercício, confrontando as receitas e despesas previstas com as realizadas, conforme o artigo nº 102 da Lei 4.320/64. Neste demonstrativo, as receitas estão dispostas por categoria econômica e origem, e as despesas por tipo de crédito, categoria econômica, grupo de despesa ou categoria de gastos. Demonstramos a seguir as análises: vertical, horizontal e de indicadores da execução orçamentária, referente ao Balanço Orçamentário Consolidado, correspondente aos exercícios de 2007, 2008 e 2009, abrangendo os órgãos da administração direta e indireta exceto BANPARÁ, COSANPA e GAS DO PARÁ, pois os mesmos integram o orçamento de investimentos das empresas não dependentes do Governo do Estado. 166
168 Diretoria de Gestão Contábil e Fiscal TABELA ANÁLISE VERTICAL DO BALANÇO ORÇAMENTÁRIO RECEITA RECEITA TÍTULOS PREVISÃO % EXECUÇÃO % DIFERENÇA RECEITAS CORRENTES , , RECEITA TRIBUTÁRIA , , RECEITA DE CONTRIBUIÇÕES , ,42 (31.792) RECEITA PATRIMONIAL , ,34 (53.673) RECEITA AGROPECUÁRIA 104 0, ,00 46 RECEITA INDUSTRIAL , , RECEITA DE SERVIÇOS , , TRANSFERÊNCIAS CORRENTES , , OUTRAS RECEITAS CORRENTES , , RECEITAS DE CAPITAL , , OPERAÇÕES DE CRÉDITO , , ALIENAÇÃO DE BENS , , AMORTIZAÇÕES DE EMPRÉSTIMOS , , TRANSFERÊNCIAS DE CAPITAL , , OUTRAS RECEITAS DE CAPITAL , ,13 (4.275) RECEITAS CORRENTES INTRA-ORCAMENTARIAS , , RECEITA DE CONTRIBIÇÃO INTRA-ORÇAMENTÁRIAS , , OUTRAS RECEITAS CORRENTES INTRA-ORÇAMENTÁRIAS 76 0, ,01 (647) DEDUÇÕES DA RECEITA ( ) -11,33 ( ) -12,19 (74.535) DEDUCAO PARA A FORMACAO DO FUNDEB ( ) -11,33 ( ) -12,19 (74.535) SUBTOTAL , , DÉFICIT CORRENTE DÉFICIT DE CAPITAL , TOTAL , ,
169 Diretoria de Gestão Contábil e Fiscal TABELA ANÁLISE VERTICAL DO BALANÇO ORÇAMENTÁRIO DESPESA DESPESA TÍTULOS FIXAÇÃO % EXECUÇÃO % DIFERENÇA CRÉDITOS ORÇAM.E SUPLEMENTARES , , DESPESAS CORRENTES , , PESSOAL E ENCARGOS SOCIAIS , , JUROS E ENCARGOS DA DÍVIDA , , OUTRAS DESPESAS CORRENTES , , DESPESAS DE CAPITAL , , INVESTIMENTOS , , INVERSÕES FINANCEIRAS , , AMORTIZAÇÃO DA DÍVIDA , , RESERVA DE CONTINGENCIA , SUBTOTAL , , SUPERÁVIT CORRENTE ,84 (2.695) SUPERÁVIT DE CAPITAL TOTAL , ,
170 Diretoria de Gestão Contábil e Fiscal FIGURA EXECUÇÃO PREVISÃO RECEITAS CORRENTES DESPESAS CORRENTES SUPERÁVIT CORRENTE RECEITAS DE CAPITAL DESPESAS DE CAPITAL DÉFICIT DE CAPITAL Nas tabelas 5.1 e 5.2, e ilustrado na figura 5.1, identificamos um superávit orçamentário de R$ 338,440 milhões, resultado da diferença positiva entre a insuficiência de arrecadação de R$ 1,460 bilhão e a economia orçamentária de R$ 1,799 bilhão. A realização da receita de R$ 10,549 bilhões demonstra um desempenho positivo em comparação com a execução da despesa de R$ 10,210 bilhões. Observamos também, que o superávit corrente de R$ 1,004 bilhão, foi utilizado como fonte de recursos para financiar o déficit de capital de R$ 666,401 milhões. A arrecadação da receita tributária de R$ 5,018 bilhões, em 2009, corresponde a um incremento real de 7,% em relação ao exercício de 2008 que foi de R$ 4,683 bilhões. O ICMS, como ocorreu em outros anos, é o imposto de maior arrecadação. O recolhimento dos impostos corresponde a quase a metade dos R$ 10,549 bilhões das receitas que entraram nos cofres estaduais, incluindo os repasses constitucionais, os quais o FPE é o de maior volume em recurso distribuído ao estado. O IRRF vem em segundo lugar como o tributo de maior arrecadação na receita tributária, seguido do IPVA. Fazendo uma análise da receita realizada, fica evidenciado que a rubrica Receita Tributária foi a de maior representatividade com 47,57% do total arrecadado, vindo em seguida as Transferências Correntes com 44,72%. A rubrica referente às Deduções da Receita registra as contribuições do Estado para a formação do FUNDEB Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação, no exercício de 2009, o valor da dedução foi de R$ 1,286 bilhões, representando 12,19% do total arrecadado, sendo R$ 700,422 milhões correspondentes às receitas tributárias, e R$ 585,701 milhões relativos às transferências correntes. 169
171 Diretoria de Gestão Contábil e Fiscal No ano de 2009, a rubrica Receitas Correntes Intraorçamentárias, que representam a contribuição patronal do ente para o regime próprio de previdência do servidor estadual, obteve de arrecadação o montante de R$ 379,980 milhões. As operações de créditos, referente à previsão inicial, obtiveram uma participação de 7,37% sobre a receita total, porém sua realização totalizou 4,85%, caracterizando que o Estado não utilizou todos os recursos de terceiros que foi previsto inicialmente para o financiamento de investimentos. A despesa com maior representatividade foi à rubrica Outras Despesas Correntes com 47,87%, seguida da despesa com Pessoal e TABELA 5.3 Receitas Receita Prevista ,00% Receita Arrecadada ,84% Insuficiência de Arrecadação ,16% FIGURA 5.2 Encargos Sociais com 38,21%. Os Investimentos somaram 8,10%, inferior em 54,22% do fixado inicialmente no montante de 15,05%. Nos gastos referentes às Amortizações da Dívida, que representaram 2,19% do total previsto, foram executados quase 2,50% a menos do previsto, mas com uma representatividade de 2,52% em relação ao total da despesa executada conforme se constata na tabela 5.2. Na tabela 5.3 e na figura 5.2 a seguir, comparamos a receita arrecadada, em relação à prevista, sendo que houve uma insuficiência de arrecadação de 12,16%, e 87,84% de realização em confronto a previsão de arrecadação Receita Prevista Receita Arrecadada Insuficiência de Arrecadação 170
172 Diretoria de Gestão Contábil e Fiscal A seguir, na tabela 5.4 e figura 5.3, evidenciamos a despesa fixada em relação à realizada, onde constatamos uma economia de dotação de 14,98%, e uma realização de 85,02%. TABELA 5.4 Despesas Despesa Fixada ,00% Despesa Realizada ,02% Economia Orçamentária ,98% FIGURA Despesa Fixada Despesa Realizada Economia Orçamentária 171
173 Diretoria de Gestão Contábil e Fiscal Ao compararmos a receita arrecadada com a despesa realizada, apurou-se um superávit de R$ 338,440 milhões, o qual representa 3,21% do total de receita arrecadada, enquanto que a despesa realizada representou 96,79% do total arrecadado, como pode ser constatado na tabela 5.5 e figura 5.4 a seguir. TABELA 5.5 Receitas e Despesas Receita Arrecadada ,00% Despesa Realizada ,79% Superávit da Execução Orçamentária ,21% FIGURA Receita Arrecadada Despesa Realizada Superávit da Execução Orçamentária 172
174 Diretoria de Gestão Contábil e Fiscal Com base nos dados das tabelas 5.6, 5.7 e 5.8 e figura 5.5 a seguir, podemos observar o desempenho dos principais itens do Balanço Orçamentário ao longo dos exercícios, considerando tanto em valores nominais como em valores constantes. O resultado orçamentário em 2009 teve um pequeno decréscimo em relação a 2008, mantendo o crescimento em relação ao exercício de Em R$ mil TABELA Análise Horizontal - Valores Nominais Título Receita Arrecadada Despesa Realizada Resultado Orçamentário Em R$ mil TABELA Atualização pelo IPCA - dezembro de 2009 Ano Coeficiente 1,1281 1,0674 1,0000 Receita Arrecadada Despesa Realizada Resultado Orçamentário Em R$ mil TABELA Comparação dos Resultados Orçamentários Atualizados - ano base 2007 Ano Receita Arrecadada 100,00% 116,24% 101,53% Despesa Realizada 100,00% 116,59% 101,97% Resultado Orçamentário 100,00% 107,59% 89,87% 173
175 Diretoria de Gestão Contábil e Fiscal FIGURA % 100% 100% 116%117% 108% 102% 102% 90% Receita Arrecadada Despesa Realizada Resultado Orçamentário TABELA Balanço Orçamentário - Indicadores Indicadores I -Equilíbrio Orçamentário Despesa Fixada ,00 1,00 Receita Prevista ,00 II - Execução da Receita Receita Executada ,94 0,88 Receita Prevista ,88 III - Grau de Realização da Despesa Despesa Fixada Despesa Realizada , , ,85 Economia Orçamentária , , ,15 IV - Resultado Orçamentário Déficit/Superávit ,039 0,036 Receita Total ,
176 Diretoria de Gestão Contábil e Fiscal Passaremos a analisar os indicadores orçamentários, conforme tabela 5.9. Esta análise propicia informações adicionais de grande importância aos gestores públicos, possibilitando gerenciar a execução e acompanhar os resultados com margem de segurança. I Equilíbrio Orçamentário Este indicador informa o perfeito equilíbrio entre a receita prevista e a despesa fixada, caso o resultado seja maior que 1,00 significa déficit de previsão, menor que 1,00 superávit de previsão e igual a 1,00 equilíbrio. II Execução da Receita Este indicador permite verificar o desempenho da receita executada em relação à prevista, ou seja, para cada 1,00 de receita prevista corresponde a 1,00 de receita arrecadada. O resultado sendo maior que 1,00, caracteriza excesso de arrecadação, menor que 1,00 significa insuficiência de arrecadação e igual a 1,00 equilíbrio. Na tabela 5.9 verificamos insuficiência de arrecadação em todos os exercícios, refletindo a dificuldade de se fazer projeções precisas da receita orçamentária devido as variáveis exógenas tais como: crescimento econômico, dólar e características regionais, isso tudo tem um impacto significativo sobre a evolução do total das receitas do Estado. No ano de 2009 a receita arrecadada, em relação à receita prevista, atingiu um índice de 0,88, mantendo o índice do ano anterior. III Grau de Realização da Despesa Demonstra a realização da despesa em relação ao total que foi fixado. Os três exercícios analisados apresentam economia orçamentária, passando de 10,12% em 2007 para 14,98% em IV Resultado Orçamentário Demonstra o desempenho do resultado orçamentário em relação à receita total. Os três exercícios apresentaram superávit orçamentário, este índice atingiu maior representatividade no ano de 2007 com 3,92%. As tabelas 5.10 e 5.11 e figuras 5.6 e 5.7, demonstram a previsão da receita e a fixação da despesa de forma detalhada, partindo dos créditos iniciais, créditos suplementares e suas respectivas receitas adicionais. O Excesso de arrecadação representa as receitas arrecadadas acima do que foi previsto dentro do exercício. O Superávit financeiro é o saldo de receitas arrecadadas no exercício anterior e utilizadas no exercício seguinte e as Operações de Crédito são os empréstimos tomados pelo Estado no mercado financeiro interno e externo. 175
177 Diretoria de Gestão Contábil e Fiscal TABELA Análise Vertical da Receita Orçamentária Descrição Total Análise Vertical % Previsão Atualizada ,59 Previsão Inicial da Receita ,00 Previsão Adicional da Receita ,59 Previsão Adicional por Excesso de Arrecadação ,10 Previsão Adicional por Superávit Financeiro ,67 Previsão Adicional por Operação de Crédito ,83 FIGURA Previsão Atualizada Previsão Adicional da Receita Previsão Adicional por Superávit Financeiro Previsão Inicial da Receita Previsão Adicional por Excesso de Arrecadação Previsão Adicional por Operação de Crédito 176
178 Diretoria de Gestão Contábil e Fiscal TABELA Análise Vertical da Despesa Orçamentária Descrição Total Análise Vertical % Dotação Atualizada ,09 Dotação Inicial-Lei Orçamentária Anual ,00 Total dos Créditos Adicionais ,00 Dotação Suplementar ,09 Excesso de Arrecadação Tesouro ,46 Excesso de Arrecadação não Tesouro ,21 Excesso de Arrecadação Convênio ,43 Superávit Financeiro Tesouro ,73 Superávit Financeiro não Tesouro ,94 Operação de Crédito ,83 Anulação Total Parcial Dotação ,50 Dotação Cancelada ( ) (14,50) FIGURA 5.7 FIGURA PERCENTUAL DOS CRÉDITOS ADICIONAIS SUPLEMENTARES Excesso de Arrecadação Tesouro 6% Anulação Total Parcial Dotação 57% Excesso de Arrecadação não Tesouro 1% Operação de Crédito 19% Excesso de Arrecadação Convênio 2% Superávit Financeiro Tesouro 11% Superávit Financeiro não Tesouro 4% 177
179 Diretoria de Gestão Contábil e Fiscal A figura 5.7 apresenta a composição dos créditos adicionais (suplementares) e o percentual que cada fonte representa em relação ao seu total. Entre as fontes de créditos adicionais suplementares, não considerando a anulação total ou parcial de dotação, a que mais se destacou foi a Operação de Crédito, que obteve uma participação de 45%, seguido do Superávit Financeiro Tesouro com uma participação de 26% em relação ao total suplementado. O Excesso de Arrecadação não Tesouro foi o que obteve menor participação dentro dos créditos adicionais abertos no exercício, com um percentual de 2% em relação ao total de créditos adicionais abertos. 5.3 Balanço Financeiro Estabelecido pelo artigo 103 da Lei nº 4.320/64, compreende os valores de receitas e despesas orçamentárias e extra-orçamentárias movimentadas pelos órgãos ou entidades que compõem a Administração Pública Estadual integrante dos Orçamentos Fiscal e da Seguridade Social, conjugando-se as entradas com o saldo disponível proveniente do exercício anterior e as saídas com o saldo disponível que vai para o exercício seguinte. Demonstramos nas tabelas 5.12 e 5.13 a análise vertical e a apuração dos indicadores de realização financeira, referentes ao Balanço Financeiro Consolidado correspondente aos exercícios de 2007, 2008 e 2009 abrangendo os órgãos da administração direta e indireta. Na tabela 5.12 verificamos que, nos três exercícios em análise, o total das receitas foi maior que o total das despesas ocasionando superávit financeiro. TABELA Análise Vertical do Balanço Financeiro Em R$ mil Títulos 2007 % 2008 % 2009 % Disponível do exercício anterior , , ,83 (+) Receitas , , ,17 Orçamentárias , , ,71 Extra-Orçamentárias , , ,45 Subtotal , , ,00 (-) Despesas , , ,71 Orçamentárias , , ,67 Extra-Orçamentárias , , ,04 Saldo para Exercício Seguinte , , ,29 178
180 Diretoria de Gestão Contábil e Fiscal TABELA Balanço Financeiro - Indicadores Indicadores I - Execução Orçamentária Corrente Receitas Correntes ,13 1,16 Despesas Correntes II - Execução Orçamentária Geral Receita Orçamentária ,04 1,04 Despesa Orçamentária III - Execução Financeira Receita Total ,03 1,02 Despesa Total IV - Quociente Financeiro Execução Receita Orçamentária ,07 1,07 Despesa Orçamentária Paga V - Saldos Financeiros Saldo Exerc.Seguinte ,39 1,53 Saldo Exerc.Anterior VI - Execução Extra-Orçamentária Receita Extra-Orçamentária ,01 1,00 Despesa Extra-Orçamentária Em R$ mil 1,11 1,03 1,00 1,05 1,08 0,95 I Execução Orçamentária Corrente Nos três exercícios os números demonstram um superávit corrente, ou seja, para cada R$ 1,00 de despesas correntes foram arrecadadas em média R$ 1,13 de receitas correntes, caso o indicador fosse menor que 1,00 configura insuficiência de recursos para o pagamento dos compromissos. II Execução Orçamentária Geral Os números demonstram equilíbrio na execução orçamentária nos três exercícios entre a execução das receitas e despesas correntes e de capital, ou seja, para cada R$ 1,00 de despesas correntes e de capital existem em média R$ 1,04 de receitas correntes e de capital para sua cobertura. 179
181 Diretoria de Gestão Contábil e Fiscal III Execução Financeira Os números demonstram um equilíbrio na execução das receitas e despesas orçamentárias e extra-orçamentárias no período, ou seja, para cada R$ 1,00 de despesa total existe em média R$ 1,02 de receita total. O ano de 2007 foi o de melhor desempenho tendo para cada R$ 1,00 de despesa R$ 1,03 de receita. IV - Quociente Financeiro de Execução Os números demonstram, nos três períodos, superávit orçamentário e financeiro, foi considerada, para as despesas, neste quociente a adoção do regime de caixa. V - Saldos Financeiros Os números indicam que nos três exercício os recebimentos foram superiores aos pagamentos resultando em superávit. O exercício de 2007 foi o que obteve o melhor desempenho com Saldo para o Exercício Seguinte de 238% em relação ao Saldo do Exercício Anterior. VI - Execução Extra-Orçamentária Os números demonstram um equilíbrio no ano de 2007 e 2008 entre os ingressos e dispêndios extra-orçamentários influenciando positivamente no pagamento da dívida flutuante proveniente do exercício anterior. No ano de 2009 a receita extra-orçamentária foi 4,94% menor que a despesa extra-orçamentária. 5.4 Balanço Patrimonial No Balanço Patrimonial Consolidado do Governo do Estado encerrado em encontram-se demonstradas de forma estática a situação dos bens, direitos e obrigações representadas pelos grupos do ativo financeiro, ativo não financeiro, ativo compensado, passivo financeiro, passivo não financeiro e passivo compensado, evidenciando ao final o saldo patrimonial do exercício conforme determina a Lei 4.320/64 em seu artigo 105. Demonstramos nas tabelas 5.14, 5.15, 5.16 e 5.17, e figura 5.8 as análises: vertical, horizontal e a apuração dos indicadores de evolução patrimonial referentes ao Balanço Patrimonial Consolidado correspondente aos exercícios de 2007, 2008 e 2009, abrangendo os órgãos da administração direta e indireta. A tabela 5.14 demonstra a análise vertical do balanço patrimonial dos três últimos exercícios, verifica-se que o ativo financeiro em relação ao ativo total cresceu em 2009, influenciado principalmente pelos Investimentos do RPPS. Os Créditos em Circulação, também, tiveram crescimento em A conta valores diferidos demonstra o montante de repasses a receber do tesouro estadual apresentando um decréscimo no ano de O ativo não financeiro e o Ativo Real, em relação ao Ativo Total vem apresentando uma redução nos anos de 2008 e A Dívida Ativa, que havia reduzido em 2008, teve um pequeno acréscimo em 2009 na ordem de 0,22%. O ativo permanente aumentou em 2009 no seu valor nominal, mas em sua representatividade teve uma redução de 0,72%, em relação ao ativo total, passando para 52,76%. Em 2009 visualiza-se um decréscimo no Passivo Financeiro e Passivo não Financeiro em relação ao seu total, sendo que a conta de Restos a Pagar Processados foi a que teve maior redução. Vale ressaltar que a conta valores diferidos, não interfere no resultado do superávit financeiro, pois sua contrapartida contábil encontra-se também registrado no ativo financeiro, demonstrando os valores que a unidade gestora financeira tem a repassar aos órgãos referentes às fontes de recursos do tesouro. 180
182 Diretoria de Gestão Contábil e Fiscal Na Dívida Fundada Interna no exercício de 2009, houve um acréscimo na ordem de R$ ,25 em relação ao ano de 2008, devido principalmente à entrada de recursos provenientes de operações de créditos via Caixa Econômica Federal - CEF, para aplicação em saneamento, e também junto ao Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social BNDES para aplicação em rodovias sendo que essa totalizou R$ ,00, além desses houve a liberação pelo Banco do Brasil por meio da linha de financiamento programa de Estabilização Financeira o Valor de R$ ,00, devendo-se considerar no cômputo do saldo final as atualizações dos saldos contratuais. A divida externa, no exercício de 2009 apresentou um decréscimo sobre o saldo de 2008, apesar da entrada de recursos externos no valor de R$ ,46. Este cenário foi influenciado pela queda na taxa do dólar que em 2008 fechou em R$ 2,3370 contra R$ 1,7412 no exercício de O saldo das obrigações legais e tributárias, na sua maioria, corresponde ao parcelamento de débito junto à Previdência Social e a Receita Federal (REFIS), referente a débitos assumidos pelo Governo do Estado e pelas empresas COHAB, CEASA, e PRODEPA, apresentou expressiva redução no valor de R$ ,87, no exercício de 2009 com relação a 2008, influenciado pela amortização da divida e principalmente pela baixa de débitos decorrente da Súmula Vinculante nº 8 do Supremo Tribunal Federal editado em O patrimônio líquido vem apresentando um crescimento nominal nos exercícios de 2008 e 2009, e em 2009 teve um crescimento de 5,50% em relação a 2008, devido principalmente, a trajetória positiva do Ativo Financeiro e Ativo não Financeiro nos exercícios de 2008 e 2009 em contrapartida com os decréscimos do Passivo Financeiro e Passivo não Financeiro nos mesmos exercícios demonstrado na tabela
183 Diretoria de Gestão Contábil e Fiscal TABELA Análise Vertical do Balanço Patrimonial Em R$ mil Grupos 2007 % 2008 % 2009 % Ativo Financeiro , , ,99 Disponível , , ,74 Créditos em Circulação , , ,27 Valores Diferidos , , ,62 Investimentos do RPPS , , ,37 Ativo não Financeiro , , ,88 Circulante , , ,44 Realizável a Longo Prazo , , ,67 Dívida Ativa , , ,96 Outros Valores , , ,71 Permanente , , ,76 Ativo Real , , ,87 Compensado , , ,13 Total , , ,00 Passivo Financeiro , , ,51 Depósitos , , ,15 Restos a Pagar Processados , , ,74 Valores Diferidos , , ,62 Passivo não Financeiro , , ,83 Dívida Fundada Interna , , ,82 Dívida Fundada Externa , , ,95 Obrigações Legais e Tributárias , , ,18 Outros Valores , , ,73 Prov.Matem.previdenciárias , , ,15 Passivo Real , , ,34 Patrimônio Líquido , , ,53 Compensado , , ,13 Total , , ,00 182
184 Diretoria de Gestão Contábil e Fiscal A tabela 5.15 faz uma Analise Horizontal do Balanço Patrimonial tendo como base o ano de 2007, onde podemos constatar que o ativo financeiro, apresentou um acréscimo de 62% em 2008, e 81% em 2009, devido principalmente à influência do disponível. Os investimentos do regime próprio de previdência social apresentaram, também, crescimentos significativos nos dois últimos exercícios em relação a 2007, devido ao regime de capitalização referente aos novos servidores contratados. O ativo não financeiro apresentou crescimento em 2009 em todos os seus grupos com destaque para o Circulante e Ativo Permanente. O passivo financeiro apresentou crescimento nos dois últimos exercícios em relação a Em 2009 o crescimento do Passivo financeiro foi de 32% em relação a 2007, sendo menor que 2008 que foi de 75%. O passivo não financeiro apresentou o mesmo comportamento que o Passivo Financeiro, tendo um crescimento menor em 2009, que foi de 4%, que o de 2008, que foi de 6%, em relação a A divida fundada interna obteve crescimento em 2008 e 2009, porém, a divida fundada externa teve um decréscimo em relação a 2008 de 20%. Tendo como base o exercício de 2007, verifica-se que o patrimônio líquido vem apresentando desempenho positivo nos exercícios subseqüentes. Os principais fatores que contribuíram para este aumento foram os acréscimos ocorridos no ativo financeiro e não financeiro, serem proporcionalmente maior que o ocorrido no passivo financeiro e não-financeiro. 183
185 Diretoria de Gestão Contábil e Fiscal TABELA Análise Horizontal do Balanço Patrimonial - ano base 2007 Em R$ mil Grupos % 2008% 2009% Ativo Financeiro Disponível Créditos em Circulação Valores Diferidos Investimentos do RPPS Ativo não Financeiro Circulante Realizável a Longo Prazo Dívida Ativa Outros Valores Permanente Ativo Real Compensado Total Passivo Financeiro Depósitos Restos a Pagar Processados Valores Diferidos Passivo não Financeiro Dívida Fundada Interna Dívida Fundada Externa Obrigações Legais e Tributárias Outras Obrigações Prov.Matem.previdenciárias Passivo Real Patrimônio Líquido Compensado Total
186 Diretoria de Gestão Contábil e Fiscal TABELA Análise Horizontal do Patrimônio Líquido - ano base 2007 Em R$ mil Títulos Patrimônio Líquido Evolução em % ,03 43,
187 Diretoria de Gestão Contábil e Fiscal TABELA Balanço Patrimonial - Indicadores Indicadores Em R$ mil I - Liquidez Corrente Ativo financeiro , , ,32 Passivo Financeiro II - Liquidez Geral Ativo financeiro + Circ.Não Financeiro + R.L.P , , ,22 Passivo Financeiro + Passivo Não Financeiro III - Situação Não Financeira Ativo Não Financeiro , , ,69 Passivo Não Financeiro IV - Dívidas a Curto Prazo/ Passivo Total Dívida Flutuante , , ,09 Passivo Financeiro + Passivo Não Financeiro V - Restos a Pagar/Disponibilidades Restos a Pagar , , ,18 Disponibilidades I Liquidez Corrente Os números demonstram que o Estado apresenta boa capacidade de pagamento em curto prazo, ou seja, os valores do ativo financeiro (disponível e créditos em circulação) são superiores aos do passivo financeiro (depósitos e restos a pagar processados). No exercício de 2007, para cada R$ 1,00 de dívida flutuante, existem R$ 3,96 de recursos financeiros disponíveis para sua cobertura, em 2008 este valor é de R$ 3,77. Em 2009 verificamos que a liquidez corrente teve seu melhor desempenho devido o ativo financeiro ter crescido e o passivo financeiro reduzido, passando a capacidade de pagamento em curto prazo para R$ 5,32. Nos três últimos exercícios, o Estado apresentou superávit financeiro, ou seja, situação financeira positiva, resultante da diferença entre o ativo financeiro e o passivo financeiro, sendo esta, uma das principais fontes para a abertura de créditos adicionais. II Liquidez Geral O resultado deste indicador demonstra a capacidade de pagamento do Estado em longo prazo, considerando todos os valores que serão convertidos em moeda (ativo financeiro, circulante não financeiro e realizável em longo prazo), em confronto com a dívida flutuante e dívida fundada (passivo financeiro e passivo não financeiro). 186
188 Diretoria de Gestão Contábil e Fiscal Analisando os quocientes apurados nos três exercícios, verificamos que a capacidade de honra seus compromissos a longo prazo vem melhorando nos dois últimos exercícios, visto que os indicadores apresentam-se acima de 1,00, nos exercícios de 2008 e 2009, ou seja, para cada R$ 1,00 de dívida flutuante e fundada, dispõese de R$ 1,02 e R$ 1,22, apesar de em 2007 o quociente ser de 0,91, é fundamental esclarecer que as dívidas fundadas internas e externas encontram-se devidamente registradas pelos seus valores atualizados ao término de cada exercício, sendo, que o compromisso de amortização do valor principal, assim como os pagamentos dos juros, possuem dotação orçamentária anual específica, estando de acordo com o que determina a Lei de Responsabilidade Fiscal, ou seja, dentro do limite definido por resolução do Senado Federal, que fixa o endividamento dos Estados em até 2 (duas) vezes a receita corrente líquida. III Situação Não Financeira O resultado indica que o Estado possui situação positiva, no que se refere ao confronto do ativo não financeiro com o passivo não financeiro, representados por bens, créditos e valores. Tendo como base o exercício de 2007, observa-se que houve um crescimento linear nos indicadores, passando de 2,33 em 2007, para 2,40 em 2008 e 2,69 em 2009, devido principalmente ao desempenho positivo do ativo permanente em contrapartida o passivo não financeiro obteve em 2009 acréscimos e decréscimos. IV Participação das Dívidas a Curto Prazo / Passivo Total O resultado indica que da dívida total apurada em 2007, 2008 e 2009, o valor a ser pago em curto prazo corresponde respectivamente a: 7%, 11% e 9%, o que demonstra capacidade de pagamento a curto prazo. V Restos a Pagar / Disponibilidades O resultado indica que do total dos restos a pagar apurados em 2007, 2008 e 2009, em relação às disponibilidades, correspondem respectivamente a: 28%, 32% e 18%, demonstrando que o Estado possui recursos financeiros suficientes para saldar seus compromissos inscritos em restos a pagar processados. 5.5 Demonstração das Variações Patrimoniais O Demonstrativo das Variações Patrimoniais demonstra todas as modificações positivas ou negativas, ocorridas no decorrer do exercício no patrimônio do Estado, decorrente ou não da execução orçamentária, e ao final indica o resultado econômico. Demonstramos nas tabelas 5.18, 5.19 e 5.20, e figura 5.9 as análises: vertical e horizontal referente à Demonstração das Variações Patrimoniais Consolidadas, correspondente aos exercícios de 2007, 2008 e 2009, abrangendo os órgãos da administração direta e indireta. Examinando na tabela 5.18, que demonstra as variações ativas e passivas ocorridas no Patrimônio do Estado durante os exercícios supracitados, observa-se, que as variações ativas, resultantes da execução orçamentária, representaram os valores mais expressivos, contribuindo com 92,27% em relação ao valor total, sendo que as receitas orçamentárias representaram 80,79%, destacando-se as receitas correntes com uma participação de 76,09%, em seguida, aparecem as mutações ativas, representadas pelas aquisições de bens e direitos e amortização da dívida, que tiveram uma participação de 11,48%, devendo ser observado que o exercício de 2008, em relação a 2007, as mutações ativas tiveram um crescimento de 2,05%, e em 2009 houve uma redução de 0,57% confrontando com Na amortização da dívida fundada, os dois exercícios subseqüentes tiveram crescimento na 187
189 Diretoria de Gestão Contábil e Fiscal ordem de 0,51% em 2008, e em 2009 de 0,62%, em relação a As variações ativas independentes da execução orçamentária, representada pelas incorporações de bens e direitos e desincorporações de obrigações, apresentaram decréscimo de 1,62% em 2008, e um acréscimo de 4,01% em As variações passivas resultantes da execução orçamentária apresentaram um acréscimo de 0,15% em 2009 em relação a 2008, e em 2008 em relação a 2007 um decréscimo de 0,55%, sendo que as participações nos três exercícios representaram em media 82,86% comparadas ao valor total, destacando-se as despesas correntes com participação em 2009 de 68,40%, vindo em seguida as de capital com 9,80% e as mutações passivas que representaram 4,58% do total geral. As variações independentes da execução orçamentária apresentaram, nos exercícios de 2008 e 2009, em relação a 2007, oscilações decorrentes das desincorporações de bens e direitos e incorporações de obrigações. TABELA Análise Vertical das Variações Patrimoniais Grupos 2007 % 2008 % 2009 % 188 Em R$ mil Variações Ativas Resultantes da Exec.Orçamentária , , ,27 Receitas Orçamentárias , , ,79 Receitas Correntes , , ,09 Receitas de Capital , , ,70 Mutações Ativas , , ,48 Aquisições de Bens e Direitos , , ,51 Amortização da Dívida , , ,97 Independentes da Exec. Orçamentária , , ,73 Incorporações de Bens e Direitos , , ,63 Desincorporações de Obrigações , , ,10 Subtotal , , ,00
190 Diretoria de Gestão Contábil e Fiscal Grupos 2007 % 2008 % 2009 % Variações Passivas Resultantes da Exec. Orçamentária , , ,78 Despesas Orçamentárias , , ,20 Despesas Correntes , , ,40 Despesas de Capital , , ,80 Mutações Passivas , , ,58 Alienações de Bens e Direitos , , ,66 Constituição de Dívidas , , ,92 Independentes da Exec. Orçamentária , , ,75 Desincorporações de Bens e Direitos , , ,07 Incorporações de Obrigações , , ,68 Subtotal , , ,53 Resultado Patrimonial , , ,47 Total , , ,00 Quanto à análise horizontal das variações patrimoniais, observamos, na tabela 5.19, que as variações ativas resultantes da execução orçamentária apresentaram um crescimento em relação ao ano base 2007, influenciado por quase todas as contas, as receitas correntes cresceram 20% em 2008 e 28% em As receitas de capital tiveram o maior crescimento, 152% em 2008, e 316% em Nas Mutações Ativas houve acréscimo de 49% em 2008, e 60% em 2009, em relação a As variações ativas independentes da execução orçamentária tiveram um decréscimo de 14%, em 2008 e um acréscimo de 102% em 2009, em relação ao exercício de 2007, sendo influenciadas pelas Incorporações de Bens e Direitos e as Desincorporações de obrigações. As variações passivas resultantes da execução orçamentária apresentaram crescimento em relação ao ano base de 2007, destacandose as despesas orçamentárias que aumentaram em 23% em 2008 e 34% em As mutações passivas reduziram 2% em 2008 e tiveram um crescimento de 249% em 2009, influenciadas principalmente pela constituição de dívidas em contratos que tiveram acréscimo de 372% em As variações passivas independentes da execução orçamentária tiveram um crescimento de 40% em 2008 e de 31% em
191 Diretoria de Gestão Contábil e Fiscal TABELA Análise Horizontal das Variações Patrimoniais Grupos % 2008 % Em R$ mil 2009 % Variações Ativas Resultantes da Exec.Orçamentária Receitas Orçamentárias Receitas Correntes Receitas de Capital Mutações Ativas Aquisições de Bens e Direitos Amortização da Dívida Independentes da Exec. Orçamentária Incorporações de Bens e Direitos Desincorporações de Obrigações Subtotal Grupos Variações Passivas Resultantes da Exec. Orçamentária Despesas Orçamentárias Despesas Correntes Despesas de Capital Mutações Passivas Alienações de Bens e Direitos Constituição de Dívidas Independentes da Exec. Orçamentária Desincorporações de Bens e Direitos Incorporações de Obrigações Subtotal Resultado Patrimonial Total % 2008 % 2009 % 190
192 Diretoria de Gestão Contábil e Fiscal TABELA Análise Horizontal do Resultado Patrimonial - ano base 2007 Em R$ mil Títulos Resultado Patrimonial Evolução em % 100,00 112,38 157,34 FIGURA 5.9 -Análise Horizontal do Resultado Patrimonial - ano base
193 Diretoria de Gestão Contábil e Fiscal 5.6 Análise da Gestão Orçamentária e Financeira por meio de Coeficientes. Analisaremos, a seguir, coeficientes de gestão orçamentária e financeira sob diversas óticas. Esta análise permite a obtenção de informações adicionais de grande importância junto aos gestores públicos e também para os diversos segmentos da sociedade que utilizam esta peça, Balanço Geral do Estado BGE, como fonte de pesquisa e informação, e para auxiliar no processo de tomada de decisão, possibilitando gerenciar com efetividade a execução dos recursos disponíveis. a) CEO Coeficiente de Execução Orçamentária. Metodologia: Razão entre a receita total arrecadada em relação à despesa total realizada. Objetivo: Mensurar o nível do resultado do orçamento. Comentário:. Mesmo diante da crise e seus reflexos negativos nas finanças pública brasileira, o Tesouro Estadual registrou, em 2009, coeficiente de 103,31, pouco inferior ao registrado no exercício de 2008 que foi de 103,76. É importante mencionar que em termos de recursos financeiros o resultado de 2009, R$ 338 milhões, ficou próximo da média dos anos de 2007 e 2008 e superior a 2006, quando ocorreu um resultado orçamentário de apenas R$ 6,4 milhões, fato que só foi possível pela antecipação de receitas do FPE e IPI na ordem de R$ 59,3 milhões de janeiro/2007 para dezembro de Tabela Coeficiente de Execução Orçamentária R$ Milhares Ano CEO 102,48 100,09 104,07 103,76 103,31 Receita Arrecadada Despesa Realizada Resultado Orçamentário ,48 100,09 Figura ,07 103, Receita Total/Despesa Total 103,31 192
194 Diretoria de Gestão Contábil e Fiscal b) CECOR Coeficiente de Execução Corrente. Metodologia: Razão entre o montante da receita corrente arrecadada e despesa corrente realizada. Objetivo: Mensurar o nível de recursos correntes disponíveis para utilização em gastos de capital. Comentário:. Mesmo com o decréscimo do FPE, com o crescimento real do ICMS e a racionalização dos gastos foi possível, em 2009, o direcionamento de 11,25% recursos para gastos de capital, cerca de R$ 1 bilhão de reais. Tabela Coeficiente de Execução Corrente R$ Milhares Ano CECOR 120,57 116,25 112,77 115,75 111,25 Receita Corrente Despesa Corrente Figura 5.11 c) CICONV Coeficiente de Execução de Investimentos com Recursos de Convênios. Metodologia: Razão entre o montante de recursos de convênios recebidos em relação ao capital sobre investimentos. Objetivo: Mensurar qual o patamar de investimentos foi efetivado com recursos de convênios de capital. Comentário: Mesmo com a contenção de gastos da União, o Pará ainda conseguiu executar convênios com o Governo Federal, destinados a investimentos na ordem de R$ 85,5 milhões, inferior em 28,44% a 2008, porém bem superior aos montantes registrados no triênio 2005/2007. Tabela Coeficiente de Execução de Investimentos com Recursos de Convênios R$ Milhares Ano CICONV 1,77 0,68 1,23 13,00 10,33 Recursos de Convênios Investimentos Figura ,57 13,00 10,33 116,25 115,75 112,77 111,25 1,77 0,68 1, Receita Corrente/Despesa Corrente Recursos de Convênio/Investimentos 193
195 Diretoria de Gestão Contábil e Fiscal d) CSDIV Coeficiente do Serviço da Dívida Pública. Metodologia: Razão entre o total do serviço da dívida pública estadual sobre a receita corrente líquida - RCL. Objetivo: Mensurar o nível do serviço da dívida pública comparada com a RCL. Comentário: Em função da crise financeira, a receita corrente líquida que vinha registrando um crescimento acima de 12% até 2008, em 2009 apresentou elevação de 5,40% em relação ao ano anterior, apesar disso os recursos destinados ao pagamento do serviço da dívida pública ficaram nesse ano em torno de 5% da RCL, muito inferior ao acordado no Programa de Refinanciamento e Ajuste Fiscal do Estado - PAF, que é 11,5%, ou seja, demonstrando que o Tesouro do Estado está em perfeita condições de dobrar o seu estoque de dívida sem ultrapassar o limite imposto pela Lei e com o PAF, assinado junto ao Tesouro Nacional. Figura ,19 4,99 4,55 4,17 3, Serviço da Dívida/RCL Tabela Coeficiente do Serviço da Dívida Pública R$ Milhares Ano CSDIV 5,19 4,17 3,95 4,55 4,99 Serviço da Dívida RCL e) CENDIV Coeficiente de Endividamento. Metodologia: Razão entre o estoque bruto da dívida em relação à receita corrente líquida - RCL. Objetivo: Mensurar o grau de endividamento público. Comentário: O Tesouro Estadual é um dos poucos estados brasileiros que não acumula nem atraso, nem acúmulo de resíduos da dívida pública; esse é um dos elementos que fazem com que o coeficiente de endividamento demonstre que em 2009, o nível de endividamento do Estado vem decrescendo sequenciadamente, alcançando nesse exercício, mesmo contraindo novas operações de crédito, cerca de 65% do registrado em
196 Diretoria de Gestão Contábil e Fiscal Tabela Coeficiente de Endividamento R$ Milhares Ano CENDIV 52,054 48,123 41,783 36,783 34,406 Dívida Consolidada RCL ,05 48,12 Figura ,78 36, Dívida Consolidada/RCL 34,41 f) CARRI Coeficiente de Autonomia de Gastos das Receitas Resultantes de Impostos. Metodologia: Razão entre a receita resultante de impostos exclusive, as transferências constitucionais e legais, sobre o total das receitas resultante de impostos. Objetivo: Mensurar qual o nível de recursos para livre aplicação e / ou rigidez de execução orçamentária. Comentário: Um dos pontos marcantes na Federação Brasileira é a vinculação dos gastos às receitas, principalmente àquelas oriundas de impostos; se por um lado tais vinculações garantem gastos a determinadas áreas, de outro, não limita a flexibilidade do gestor de direcionar recursos para áreas como: segurança pública, transporte, habitação e etc. No Pará, em 2009, a cada real recebido de imposto, apenas 39,51% é de livre aplicação, pouco superior ao registrado em 2008 e inferior ao ano de A transferência de recursos do Tesouro Estadual para os Outros Poderes, foi o item de vinculação que apresentou no período o maior crescimento, cerca 107 %, saindo de R$ 521 em 2005 para pouco mais de R$ 1 bilhão de reais, o que foi ocasionado pela alteração da base de cálculo e da ampliação dos percentuais vinculados; as demais vinculações seguiram dentro do limite da variação das receitas resultante de impostos. 195
197 Diretoria de Gestão Contábil e Fiscal Tabela Coeficiente de Autonomia de Gastos das Receitas Resultantes de Impostos R$ Milhares Ano CARRI 42,83 41,89 41,58 39,18 39,51 Receita de Impostos Despesa com Educação Despesa com Saúde Repasse aos Poderes Transferências aos Municípios Receita Líquida de Impostos Figura 5.15 g) CIOC Coeficiente de Execução de Investimentos com Operações de Crédito. Metodologia: Razão entre os recursos de operações de crédito e investimentos. Objetivo: Com o decréscimo das transferências federais, FPE e IPI, e o recebimento dos recursos do PEF Programa Emergencial de Financiamento, os recursos de operações de crédito direcionados para investimentos foram de R$ 511 milhões; bem superior ao nível apresentado em 2008, quando o nível desse coeficiente foi de 14,51; entretanto o fortalecimento da estrutura fiscal vem permitindo ao estado decréscimos no seu nível de endividamento, como evidenciado nos coeficientes endividamento e de pagamentos dos serviços da dívida, 5,24 e 5,25 e além disso, o cumprimento, nos últimos três anos, das metas fiscais, tanto do Programa de Ajuste Fiscal como dos limites impostos pela Lei Complementar nº 101 LRF, ratificam o equilíbrio fiscal do Estado do Pará. 42,83 41,89 41,58 39,18 39,51 Tabela Coeficiente de Execução de Investimentos com Operações de Crédito R$ Milhares Ano CIOC 3,49 24,41 22,06 14,51 61,84 Operações de Crédito Investimentos Receita Líquida de Impostos/Receita de Impostos 196
198 Diretoria de Gestão Contábil e Fiscal Figura ,84 Tabela Coeficiente de Gastos com Pessoal R$ Milhares Ano CGP 41,36 41,63 44,53 40,82 41,69 Pessoal e Encargos Sociais Despesa Total Figura ,41 22,06 14,51 3,49 44, Operações de Crédito/Investimentos 41,36 41,63 40,82 41,69 h) CGP Coeficiente de Gastos com Pessoal. Metodologia: Razão entre a despesa de pessoal do executivo bruta e a despesa total do Estado. Objetivo: Mensurar quanto da despesa total foi aplicado na despesa de pessoal incluindo os encargos. Comentário: As informações desse coeficiente demonstram que ao longo de cinco anos, o nível de gastos de pessoal não alterou muito seu perfil; em 2005 essa relação era de 41,36 e em 2009 ocorreu uma discreta elevação, registrando 41,69; o que é justificado pela recomposição parcial das perdas salariais do funcionalismo publico estadual, tanto que em 2007, foi registrado 44,53; entretanto, a forma responsável na gestão dos gastos vem possibilitando essa recomposição, sem contudo, ultrapassar o limite prudencial da LRF e do Programa de Ajuste Fiscal do Estado Despesa de Pessoal/Despesas Totais i) CMP Coeficiente de Custeio da Máquina Pública. Metodologia: Razão entre o total de custeio, excluindo transferências. Constitucionais, transferências aos municípios, inativos e pensionistas e bolsa trabalho e a despesa total. Objetivo: Mensurar quanto da despesa total foi aplicado em custeio. Comentário: Mesmo com ampliação e interiorização de áreas fundamentais, como segurança pública, educação, saúde e etc. O nível do coeficiente de custeio da máquina pública registrou em 197
199 Diretoria de Gestão Contábil e Fiscal 2009, 19,57, superior em 1,32 ao registrado em 2005 que apresentou 18,25 da despesa total do Estado. Tabela Coeficiente de Custeio da Máquina Pública R$ Milhares Ano CMP 18,25 18,55 19,44 19,16 19,57 Total de Custeio Despesa Total Figura ,25 18,55 19,44 19,16 19, O esforço de arrecadação própria, principalmente no que diz respeito à tributária e o crescimento em menor magnitude das receitas transferidas foi o principal elemento para o crescimento desse coeficiente. É importante ressaltar que dentre as transferências, os recursos que apresentaram crescimento foram àqueles que são vinculados como a complementação ao FUNDEB, com 43,9%, convênios, 86,02% e SUS 43,55%, os principais itens, FPE e IPI, como foi dito acima registraram queda em relação a Tabela Coeficiente de Dependência R$ Milhares Ano CDEP 131,42 140,95 137,18 121,87 127,86 Receita Própria Receitas de Transferências Figura ,95 137,18 Total de Custeio/Despesa Total j) CDEP Coeficiente de Dependência. Metodologia: Razão entre a receita própria e as receitas de transferências corrente e de capita. Objetivo: Mensurar a proporção entre a receita própria e a receita de transferência. Comentário:. Em 2009 as receitas próprias superaram as transferidas em 27,86% superior em 6 pontos ao registrado em 131,42 127,86 121, Receita Própria/Receita de Transferências 198
200 Diretoria de Contabilidade e Gestão Fiscal 6. Da Análise dos Resultados e Avaliação Fiscal do Governo do Estado do Pará 6.1 Apresentação A análise dos resultados fiscais, por meio do Relatório Resumido da Execução Orçamentária - RREO e Relatório de Gestão Fiscal - RGF, referentes ao exercício financeiro de 2009, com base nos dispositivos previstos na Lei Complementar nº Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF), tem como objetivo: a) demonstrar sistematicamente o ingresso das receitas, a execução das despesas e o resultado orçamentário; b) aferir o cumprimento dos limites constitucionais e legais, com destaque para o comportamento das despesas próprias com saúde, manutenção e desenvolvimento do ensino, pessoal e encargos sociais; c) demonstrar os resultados primário e nominal; d) evidenciar a situação financeira; e) demonstrar o nível de endividamento do Governo do Estado do Pará. Outra análise é da avaliação fiscal do Governo do Estado, que teve como base às metas anuais e compromissos assumidos junto a Secretaria do Tesouro Nacional STN, e as regras estabelecidas no Programa de Ajuste Fiscal - PAF para o exercício financeiro de 2009 em comparação com os anos anteriores. Os demonstrativos e resultados, analisados tiveram como base os registros contábeis pelos órgãos e entidades da Administração Pública Estadual, integrantes dos Orçamentos Fiscais e da Seguridade Social no Sistema Integrado de Administração Financeira para Estados e Municípios SIAFEM. 6.2 Lei de Responsabilidade Fiscal A Lei de Responsabilidade Fiscal LRF estabelece normas de finanças públicas voltadas para a gestão responsável dos recursos públicos, com amparo nos preceitos constitucionais sobre finanças públicas (Capítulo II, Título VI da Constituição Federal), por meio de ações planejadas e transparentes, possibilitando prevenir riscos e corrigir desvios que possam afetar o equilíbrio das contas públicas. Estão sujeitos a essas normas todos os órgãos da Administração Direta, Fundos, Autarquias, Fundações e Empresas Estatais Dependentes dos Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário, e Ministério Público, das esferas federal, estadual e municipal. Um dos principais aspectos a ser ressaltado na LRF é o acompanhamento e controle exercido pela sociedade da gestão fiscal do ente público, através do acesso a relatórios e demonstrativos disponibilizados nos meios de comunicação oficial do governo e na Internet. A assinatura do Contrato de Refinanciamento e Ajuste Fiscal junto ao Governo Federal, em março de 1998, cujo ponto central é o cumprimento de metas fiscais, como elementos norteadores do planejamento e execução dos recursos públicos, facilitou o cumprimento das normas impostas pela Lei Complementar nº 101/2000, tanto que no horizonte temporal de uma década, apenas no exercício de 2006, a meta de resultado primário não foi alcançada, tanto no Programa de Ajuste Fiscal, quanto à registrada na Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO), o que foi recuperado nos anos seguintes e o Estado do Pará continua com forte estrutura fiscal, tendo o equilíbrio das contas públicas como elemento fundamental para o alcance de níveis maiores de desenvolvimento social e econômico. 199
201 Diretoria de Contabilidade e Gestão Fiscal 6.3 Receitas Orçamentárias A receita total do Governo do Estado do Pará, conforme consta na Tabela 6.1, alcançou em 2009 o montante de R$ 10,549 bilhões, valor superior em 9,04% da arrecadação de R$ 9,674 bilhões registrada no exercício de 2008, excluindo as receitas intraorçamentárias e adotando o mesmo critério de calculo, o valor será superior em 8,28%. Na composição da receita de 2009, desconsiderando os efeitos da dedução do FUNDEB, a receita própria, somou um montante de R$ 5,440 bilhões, e participou com 51,57% em relação à receita total. Neste contexto, a arrecadação da receita tributária liquida (R$ 4,318 bilhões) foi a mais significativa, notadamente a originária de impostos, que com uma realização liquida de R$ 4,227 bilhões, contribuiu com 40,07% para a formação da receita total, constituindo-se, portanto, numa das mais importante fonte de recursos do Governo do Estado do Pará. As demais receitas próprias, não tributárias, tiveram uma participação de 10,64% na receita total do Estado do Pará totalizaram R$ 1,122 bilhões em 2009, representando um crescimento de R$ 90 milhões em relação ao ano de A receita patrimonial alcançou o patamar de R$ 140,898 milhões em 2009, representando um adicional de R$ 24,272 milhões em relação ao exercício de 2008, que obteve uma receita patrimonial de R$ 116,626 milhões. Esse crescimento foi resultante da remuneração dos depósitos bancários e investimentos no mercado financeiro realizados pelos órgãos da Administração Direta e Indireta e pelos Fundos Estaduais, bem como da remuneração das receitas auferidas pelo Regime Próprio de Previdência do Servidor, aplicados em suas carteiras de investimentos. A receita da dívida ativa teve uma dotação inicial de R$ 44,022 milhões ao final do exercício e a sua arrecadação foi de R$ 80,671 milhões, isto significa que ocorreu um excesso de arrecadação de R$ 36,649 milhões nessa rubrica, o que representa 83,25% de variação positiva em relação ao que foi previsto para o exercício de Com menor participação relativa sobre a receita total do Estado, no patamar de 39,97%, as receitas transferidas liquidas atingiram R$ bilhões, evidenciando um crescimento de 2,18% em relação aos recursos que ingressaram em As transferências intergovernamentais, constituídas em sua maioria pelos repasses constitucionais e legais, em 2009, registraram uma variação negativa de 0,78% em relação ao ano de 2008, este fato é bem diferente do que aconteceu nos anos anteriores, quando esse item de receita mostrava sempre um crescimento real, isso ocorreu em decorrência da queda no volume das transferências registradas no ano de 2009 em relação a O Fundo de Participação dos Estados - FPE, principal item de participação nas receitas da União para os Estados, apresentou um declínio de 5,31%, representando, em termos financeiros, uma perda de R$ 155 milhões. Com uma participação na composição da receita total do Estado de 2,31%, as receitas provenientes de convênios merecem destaque, pois apresentaram significativo crescimento em 2009, superior a 22,73%, correspondendo a um acréscimo na ordem de R$ 49,110 milhões em relação aos recursos transferidos em
202 Diretoria de Contabilidade e Gestão Fiscal Por fim, outro componente da receita estadual que também obteve um crescimento expressivo em 2009, foram os recursos de financiamentos contratados pelo Governo do Estado junto às instituições financeiras, mais conhecido como Operações de Créditos. Essas operações de crédito foram realizadas para aplicação nas áreas de habitação, saneamento e pavimentação de rodovias, assim como, em financiamento por parte do Banco do Brasil por meio da linha de credito denominada Programa de Estabilização Financeira - PEF para socorrer os Estados em virtude da crise financeira mundial. De uma realização de R$ 133,379 milhões em 2008 passou para R$ 511,640 milhões no exercício de 2009, o que equivale a um crescimento de 283,60%. ESPECIFICAÇÃO TABELA 6.1 RECEITA REALIZADA (1) PREVISTA ADICIONAL ATUALIZADA REALIZADA (2) VARIAÇÃO % (2/1) R$ MILHARES PARTICIP AÇÃO % RECEITAS PRÓPRIAS ,44 53,61 RECEITAS CORRENTES ,41 53,47 RECEITAS DE CAPITAL ,28 0,14 RECEITAS TRANSFERIDAS ,41 41,93 OPERACOES DE CREDITO ,60 4,47 SUTOTAL I ,69 100,00 DEDUÇÃO PARA FORMAÇÃO DO FUNDEB ,06 SUBTOTAL II ,28 RECEITAS CORRENTES / INTRAORÇAMENTÁRIAS ,29 TOTAL GERAL ,04 201
203 Diretoria de Contabilidade e Gestão Fiscal 6.4 Despesa Orçamentária Com relação às despesas realizadas no período de janeiro a dezembro de 2009, conforme verificado na tabela 6.2 e no gráfico 6.1, os gastos realizados somaram um montante de R$ 10,211 bilhões, resultando num superávit orçamentário de R$ milhões, e fazendo uma comparação com a execução ocorrida no exercício de 2008, verificamos um aumento no percentual da despesa realizada na ordem de 8,84%. Quanto às despesas correntes, desconsiderando os efeitos das despesas intraorçamentárias, no período de 2008 a 2009, o tesouro estadual, despendeu recursos na ordem de R$ 8,550 bilhões, o que resulta numa variação de 10,39% superior aos gastos correntes do ano de 2008 em relação a 2009, ressaltamos que a rubrica mais significativa foi Outras Despesa Correntes, que se apresentou superior em 9,71% em comparação ao ano de 2008, destacamos, ainda, as despesas efetuadas com juros e encargos da dívida que aumentaram cerca de 9,57%, isso foi ocasionado, principalmente, pela crise financeira mundial que provocou elevações dos indicadores financeiros que remuneram a dívida pública estadual. Quanto às despesas de capital, o tesouro estadual despendeu em 2009, o montante de R$ milhões. Demonstramos ainda que as despesas intraorçamentárias, em 2009, registraram um montante realizado de R$ 380 milhões, valor superior ao exercício de 2008 num percentual de 10,14%. TABELA 6.2 R$ Milhares BALANÇO ORÇAMENTÁRIO - DESPESAS % Dotação Inicial ,99 Créditos Adicionais ,39 Dotação Atualizada ,77 Despesas Empenhadas ,72 Despesas Liquidadas ,84 Superávit Orçamentário ,07 202
204 Diretoria de Contabilidade e Gestão Fiscal GRÁFICO 6.1 -DESPESAS REALIZADAS 2008/ Despesa Corrente Despesa de Capital Desp Intra-Orçam 6.5 Previdência Social O Demonstrativo das Receitas e Despesas Previdenciárias do Regime Próprio dos Servidores Públicos tem a finalidade de assegurar a transparência nas informações das receitas e despesas previdenciárias do Estado. O Regime Próprio de Previdência do Estado do Pará foi instituído em 11 de janeiro de 2002 através da Lei Complementar de nº 39, atualizada pela Lei Complementar nº 44/03, Lei Complementar nº 49/05 e posteriormente pela Lei Complementar 051/2006, com a missão de assegurar o direito relativo à previdência aos servidores públicos efetivos estaduais, aos militares, e seus dependentes, abrangendo os Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário, Autarquias e Fundações Estaduais, o Ministério Público Estadual, o Ministério Publico junto aos Tribunais de Contas do Estado e dos Municípios, os Magistrados, os Conselheiros dos Tribunais de Contas do Estado e dos Municípios, os Membros do Ministério Público Estadual, os membros do Ministério Público 203
205 Diretoria de Contabilidade e Gestão Fiscal junto aos Tribunais de Contas do Estado e dos Municípios, os aposentados, os militares ativos ou da reserva remunerada e os reformados, objetivando assegurar o gozo dos benefícios nela previstos. Em 2003, com a Lei Complementar nº 44, foi criado o Instituto de Gestão Previdenciária do Estado do Pará IGEPREV, autarquia estadual com personalidade jurídica de direito público, que sob a orientação do Conselho Estadual de Previdência, responsabiliza-se pela gestão do processo de concessão, custeio e pagamento dos benefícios previdenciários bem como gerencia o Fundo Financeiro de Previdência do Estado do Pará - FINANPREV e o Fundo Previdenciário do Estado do Para FUNPREV, este último criado em 2006, retroagindo a O sistema de previdência estadual adotou dois regimes financeiros para o financiamento dos benefícios previdenciários. Através da segregação da massa de segurados, adotou para os servidores que ingressaram até o regime financeiro de repartição simples, cuja arrecadação da receita e pagamento dos benefícios são registrados, contabilmente, no fundo de natureza contábil FINANPREV e para os servidores que ingressaram após , o regime de capitalização, cujos recursos ficam registrados no FUNPREV, igualmente de natureza contábil. Fundo Previdenciário do Estado do Pará - FUNPREV Vinculado ao IGEPREV, o FUNPREV, foi criado em 2006 através da Lei Complementar nº 39 tem como missão arrecadar, fiscalizar e administrar os recursos financeiros e outros ativos, a fim de prover recursos para garantir os benefícios previstos pelo regime estadual aos servidores efetivos que ingressaram após Fundo de natureza contábil, em regime financeiro de capitalização, onde os recursos arrecadados são aplicados segundo as condições de segurança, rentabilidade, solvência, liquidez e transparência, estabelecidas pelo Conselho Monetário Nacional conforme a Resolução nº de do Banco Central do Brasil - BCB. Em 2006 foi iniciado estudo dos produtos oferecidos no mercado financeiro de renda fixa para melhor alocação dos recursos previdenciários. Com a aprovação da proposta de investimento encaminhada aos membros do Comitê de Investimento, foi transferido em agosto de 2006 o valor de R$ 88 milhões para nove (9) fundos de investimentos em seis instituições bancárias. O Patrimônio Liquido do FUNPREV atingiu a marca em o montante de R$ 64 milhões, em 2008 R$ 207 milhões e 2009 R$ 438 milhões. Atualmente estão sendo desenvolvidos estudos de novos fundos para diversificação dos recursos bem como na busca da melhor relação risco x retorno. Receita Previdenciária - FUNPREV A receita do Fundo tem a sua origem assegurada pelas contribuições do Estado, suas Autarquias e Fundações e dos servidores que ingressaram após , as dotações previstas na LOA e os créditos adicionais, produto da alienação de bens que lhe forem destinados, rendimentos de seu patrimônio, recursos de convênios, contratos, acordos ou ajustes de prestação de serviços, recursos de operações de crédito, compensação previdenciária com o RGPS e as doações, legados e rendas extraordinárias ou eventuais, bem como pelos aportes repassados pelo governo do Estado para
206 Diretoria de Contabilidade e Gestão Fiscal cobertura de eventuais insuficiências financeiras que venham a ocorrer. Com a aprovação da Lei Complementar nº 49, publicada em , foram definidas as alterações nas taxas de contribuição dos segurados ativos bem como a redução da contribuição patronal. Atualmente as taxas de contribuições em vigor são de 11% para segurados ativos e 11% para o patronal dos servidores. Fundo Financeiro de Previdência do Estado do Pará - FINANPREV O FINANPREV, instituído através da Lei Complementar nº 051/2006, vinculado ao IGEPREV, fundo de natureza contábil. É responsável pelo provimento de recursos para pagamento dos benefícios concedidos e a conceder aos servidores efetivos que ingressaram antes de Regime financeiro de repartição simples, onde o pagamento dos benefícios é financiado pelos recursos arrecadados dos servidores vinculados a este regime e complementado por aportes do tesouro estadual. Este regime extinguir-se-á com o término do estoque existente de servidores ativos, inativos e pensionistas vinculados ao mesmo. Receita Previdenciária - FINANPREV A receita do Fundo tem a sua origem assegurada pelas contribuições do Estado, através dos seus poderes, suas Autarquias e Fundações e dos servidores que ingressaram antes , as dotações previstas na LOA e os créditos adicionais, produto da alienação de bens que lhe forem destinados, rendimentos de seu patrimônio, recursos de convênios, contratos, acordos ou ajustes de 205 prestação de serviços, recursos de operações de crédito e as doações, legados e rendas extraordinárias ou eventuais, bem como pelos aportes repassados pelo governo do Estado para cobertura de eventuais insuficiências financeiras que venham a ocorrer. Constituem ainda, receita do FINANPREV as contribuições de servidores cedidos e segurados deste regime. As contribuições dos segurados, patronal e aportes para cobertura de insuficiências financeiras do Poder Executivo Estadual foram repassadas mensalmente em 2007 ao FINANPREV, através da Secretaria de Planejamento, Orçamento e Finanças e Secretaria de Estado da Fazenda, a partir de 2008 passarão a ser repassadas pela Secretaria Executiva de Estado da Fazenda (Contribuição dos Segurados) e Secretaria Executiva de Administração (Contribuição Patronal). Quanto aos órgãos do Poder Legislativo, Poder Judiciário e Ministério Público, os recolhimentos das contribuições dos segurados, da parte Patronal e aportes complementares são por estes realizados diretamente ao FINANPREV. As taxas de contribuição deste plano, aprovadas através da Lei Complementar nº 49/2005, estão assim definidas. Taxas de contribuição: a) Segurados ativos - 11%; b) Segurados inativos e pensionistas civis - 11% sobre o que ultrapassar o salário de Contribuição definido pelo RGPS; e c) Patronal ativo (civil e militar) e inativo (civil) - 18%. Os valores das receitas e despesas do RPPS conforme a tabela 6.3., tomando como base o exercício de 2007, observa-se um crescimento nas receitas arrecadadas dos segurados civis em 2008 e 2009 na ordem de 30,74% e 46,65%, respectivamente, enquanto que as contribuições dos militares apresentaram um acréscimo de 23,52% e 41,50%, no mesmo parâmetro de análise as contribuições Patronais referentes aos servidores civis aumentaram 20,64% e
207 Diretoria de Contabilidade e Gestão Fiscal 34,33% e os militares queda de 0,06% e crescimento de 32,05%. Este incremento deveu-se, principalmente ao ingresso de novos servidores efetivos no quadro funcional do Estado, na ordem de em 2007, em 2008 e em 2009, além dos reajustes salariais e aplicações financeiras. Considerando que as informações de receita e despesa são demonstradas de forma consolidada, em cumprimento a Portaria STN nº 575, de 30 de agosto de 2007, vale ressaltar que toda receita arrecadada em função dos novos servidores foi capitalizada, por pertencer ao FUNPREV, fundo de regime financeiro de capitalização, para cobertura dos benefícios dos servidores que ingressaram após , os quais se encontram em atividade. Sendo assim, a participação governamental na manutenção do regime de repartição simples, representado pelos repasses para a cobertura de déficit, contabilizados no FINANPREV, fundo em extinção, vem aumentando progressivamente. A evolução das receitas de contribuições dos Segurados e Patronal do FINANPREV no ano de 2009 em relação a 2008 foi de 4,82% em decorrência de variações salariais e ingresso na Inatividade dos Servidores ativos, enquanto o aumento no aporte para cobertura de déficit foi na ordem de 12,36% também decorrente de variações salariais e aumento do quantitativo de Inativos e Pensionistas vinculados ao Fundo, sendo que para cada Real de Contribuições dos Segurados e Patronal gastos no financiamento das Despesas com Inativos e Pensionistas em 2009, o Governo do Estado complementa com R$ 1,63, com dependência de aportes na ordem de 61,23%, tendência que vem se repetindo desde Outra receita a destacar é a patrimonial que evoluiu em 153,79% no ano de 2009 em relação a 2007 e 81,24% no ano de 2008 em relação a 2007, isso ocorreu em decorrência dos 206 rendimentos de aplicação dos recursos previdenciários em fundos de renda fixa e variável, bem como em Títulos Públicos Federais, em observância a Resolução do Banco Central nº de O resultado previdenciário vem apresentando, no período 2007 a 2009, desempenho positivo, em função do sistema de capitalização dos recursos das contribuições dos servidores, vinculado ao FUNPREV. Equilíbrio Atuarial Conforme parâmetros e diretrizes previstos na Lei nº de 27 de novembro de 1998, Portaria MPAS nº de 5 de fevereiro de 1999, o plano de custeio dos benefícios previdenciários vem sendo avaliado anualmente através de projeções atuariais, com a finalidade de garantir o equilíbrio financeiro e atuarial do regime.
208 Diretoria de Contabilidade e Gestão Fiscal TABELA 6.3 RECEITAS E DESPESAS PREVIDENCIÁRIAS DO RPPS (em R$ Milhares) RECEITAS PREVIDENCIÁRIAS RECEITAS PREVIDENCIÁRIAS - (EXCETO INTRA-ORÇAMENTÁRIAS) /2007 % 2008/2007 % RECEITAS CORRENTES ,83 25,53 Receitas de Contribuições ,08 29,94 Pessoal Civil ,65 30,74 Pessoal Militar ,50 23,52 Receita Patrimonial ,79 81,24 Outras receitas Correntes ,25-96,60 RECEITAS PREVIDENCIÁRIAS - (INTRA-ORÇAMENTÁRIAS) ,03 17,89 RECEITAS CORRENTES ,03 17,89 Receitas de Contribuições ,03 17,89 Pessoal Civil ,33 20,64 Pessoal Militar ,05-0,06 REPASSES PARA COBERTURA DE DÉFICIT FINANCEIRO-RPPS ,94 12,97 OUTROS APORTES AO RPPS ,59 835,87 TOTAL DAS RECEITAS PREVIDENCIÁRIAS (I) ,85 24, / /2007 DESPESAS PREVIDENCIÁRIAS % % DESPESAS PREVIDENCIÁRIAS - (EXCETO INTRA-ORÇAMENTÁRIAS) ADMINISTRAÇÃO ,43-24,11 Despesas Correntes ,25-23,63 Despesa de Capital ,97-92,84 PREVIDÊNCIA SOCIAL ,33 11,36 Pessoal Civil ,10 11,36 Pessoal Militar ,99 12,99 Outras despesas Previdenciárias TOTAL DAS DESPESAS PREVIDENCIÁRIAS (II) ,03 9,96 RESULTADO PREVIDENCIÁRIO (III)=(I-II) ,28 280,21 DISPONIBILIDADES FINANCEIRAS E INVESTIMENTOS DO RPPS ,44 78,16 FONTE:SIAFEM/BO
209 Diretoria de Contabilidade e Gestão Fiscal 6.6 Resultado Primário Esse indicador fiscal é responsável pela medição da capacidade do setor público em honrar os seus compromissos relativos aos juros e amortizações da dívida. Na análise do resultado primário, conforme demonstrado a tabela 6.4, em 2009, observamos um bom desempenho entre a meta do resultado primário fixado no anexo de metas fiscais da Lei de Diretrizes Orçamentárias - LDO para o exercício de 2009 de R$ milhões, e o resultado efetivamente alcançado que foi de R$ milhões, portanto R$ milhões foi o montante que superou a meta prevista. DEMONSTRATIVO DO RESULTADO PRIMÁRIO RECEITAS FISCAIS TABELA 6.4 Observamos um crescimento de R$ 548,247 milhões nas receitas fiscais líquidas e nas despesas fiscais, também, ocorreu um crescimento de R$ 775,773 milhões. As despesas fiscais de capital reduziram em 4,96%, assim como as receitas fiscais de capital que reduziram 56,30%. Os saldos de exercícios anteriores, que representam os valores de créditos orçamentários abertos por conta do superávit financeiro apurado em balanços anteriores, obtiveram um aumento de 30,55%, isto significa que foram autorizados créditos orçamentários adicionais por superávit financeiro, neste exercício, para atender sobra de saldos financeiros do ano de R$ Milhares RECEITAS REALIZADAS RECEITAS FISCAIS CORRENTES (I) RECEITAS FISCAIS DE CAPITAL (II) RECEITA FISCAIS LÍQUIDAS (III) = (I+II) DESPESAS FISCAIS DESPESAS REALIZADAS DESPESAS FISCAIS CORRENTES (IV) DESPESAS FISCAIS DE CAPITAL (V) DESPESAS FISCAIS LÍQUIDAS (VI) = (IV+V) RESULTADO PRIMÁRIO (VII) = (III-VI) SALDOS DE EXERCÍCIOS ANTERIORES DISCRIMINAÇÃO DA META FISCAL META DE RESULTADO PRIMÁRIO FIXADA NO ANEXO DE METAS FISCAIS DA LDO P/ EXERCÍCIOS DE 2008 E 2009 FONTE: SIAFEM - Sistema Integrado de Administração Financeira para Estados e Municípios
210 Diretoria de Contabilidade e Gestão Fiscal 6.7 Resultado Nominal O objetivo da apuração do Resultado Nominal é medir a evolução da Dívida Fiscal Líquida, ou seja, mensurar a variação do estoque da dívida entre dois exercícios. O saldo da dívida fiscal líquida corresponde ao saldo da dívida consolidada líquida somada às receitas de privatizações, deduzidos os passivos reconhecidos, decorrentes de déficits ocorridos em exercícios anteriores. A dívida consolidada teve um decréscimo de 1,41% entre os anos de 2008 e 2009, passando de R$ 2,791 bilhões para R$ 2,752 bilhões, demonstrando que os pagamentos do principal e da atualização monetária ou cambial da dívida pública interna e externa, contratual ou imobiliária foram superiores aos novos empréstimos contraídos junto a entidades estatais ou particulares internas ou externas, conforme pode ser verificado na tabela 6.5. A dívida fiscal líquida do Estado em 2009 apresentou um decréscimo no seu estoque na ordem de R$ 20,931 milhões, obtido pela diferença entre o saldo do estoque da dívida em 31/12/2008 no montante de R$ 1,578 bilhão e o saldo em 31/12/2009 no total de R$ 1,557 bilhão, o que representa, em percentual, um decréscimo de 1,33%. O resultado nominal apurado até dezembro de 2009, sofreu forte influência dos valores relativos ao ativo disponível que registrou um crescimento no valor de R$ 57,486 milhões em relação a dezembro de 2008, conforme pode ser constatado na tabela 6.5, o que em percentual representa uma variação de 6,10%. A variação positiva dos haveres financeiros em 209,14% foi compensada pelos restos a pagar processados que apresentou um decréscimo de 39,64% em relação ao exercício anterior. O crescimento do ativo disponível foi, principalmente, devido ao ingresso dos recursos das novas operações de crédito realizadas nas áreas de habitação, saneamento e pavimentação de rodovias assim como o financiamento junto ao Banco do Brasil com a linha de credito Programa de Estabilização Financeira PEF. Ressaltamos que a meta de resultado nominal fixada na Lei de Diretrizes Orçamentárias para 2009 foi estabelecida no montante de R$ A dívida consolidada líquida previdenciária é evidenciada de forma separada em função da composição e das peculiaridades do patrimônio do RPPS, no quadro 6.5, identificamos uma variação positiva de 111,66% entre os anos de 2008 e Passou de um saldo em 2008 de R$ 223,341 bilhões para R$ 472,724 milhões em
211 Diretoria de Contabilidade e Gestão Fiscal TABELA 6.5 DEMONSTRATIVO DO RESULTADO NOMINAL ESPECIFICAÇÃO JANEIRO A DEZEMBRO SALDO % DÍVIDA CONSOLIDADA (I) ,41 DEDUÇÕES (II) ,47 Ativo Disponível ,10 Haveres Financeiros ,14 (-) Restos a Pagar Processados ,64 DÍVIDA CONSOLIDADA LÍQUIDA ,03 PASSIVOS RECONHECIDOS ,09 DÍVIDA FISCAL LÍQUIDA ,33 RESULTADO NOMINAL (20.931) -239,12 DISCRIMINAÇÃO DA META FISCAL VALOR META DE RESULTADO NOMINAL FIXADA NO ANEXO DE METAS FISCAIS DA LDO P/ O EXERCÍCIO DE REFERÊNCIA ,36 REGIME PREVIDENCIÁRIO ESPECIFICAÇÃO SALDO % DÍVIDA CONSOLIDADA PREVIDENCIÁRIA ,44 DEDUÇÕES ,43 DÍVIDA FISCAL LÍQUIDA PREVIDENCIÁRIA ( ) ( ) 111,66 FONTE: SIAFEM - Sistema Integrado de Administração Financeira para Estados e Municípios 210
212 Diretoria de Contabilidade e Gestão Fiscal 6.8 Pessoal e Encargos Sociais As despesas com pessoal são as mais representativas dos gastos realizados por isso são as que mais despertam as atenções. A preocupação gerada diante do excesso de despesas com pessoal já incentivou outras leis, como a Lei Camata, e é objeto de maior detalhamento por meio da LRF. O demonstrativo da despesa com pessoal e encargos sociais tem como objetivo evidenciar a transparência com gastos de pessoal de cada um dos poderes e órgãos da administração pública direta, indireta e empresas estatais dependentes, bem como verificar o seu posicionamento em relação aos limites prudencial e máximo consolidado, bem como do Poder Executivo exigidos pela LRF que são de 57% e 60% e 46,17% e 48,60%, respectivamente. O total da despesa com pessoal para fins de apuração do limite do Estado totalizou em 2009 um montante de R$ 4,397 bilhões, superior em 11,77% da despesa realizada em 2008 que registrou um gasto total de R$ 3,934 bilhões, significando para o TABELA 6.6 DESPESA COM PESSOAL CONSOLIDADO 2008 tesouro estadual despesas adicionais aproximadas de R$ 464 milhões, conforme pode ser observado na tabela 6.6. O total da despesa com pessoal do Governo do Estado do Pará representou 54,98% da receita corrente líquida, portanto, bem abaixo do limite prudencial estabelecido pela Lei de Responsabilidade Fiscal que é de 57%, equivalendo a R$ 4,558 bilhões, e do limite máximo de 60% no montante de R$ 4,798 bilhões. Quanto aos gastos com pessoal do Poder Executivo, os recursos despendidos em 2009, foram de R$ 3,643 bilhões, representando 45,56% da receita corrente líquida, ou seja, também, abaixo do limite prudencial para o Executivo que é de 46,17%, que em termos de recursos financeiros representa R$ 3,692 bilhões e do limite máximo de 60% no montante de R$ 3,887 bilhões. Comparando a evolução entre os anos de 2008 e 2009, o Poder Executivo obteve um adicional de R$ 372 milhões, gerando uma variação percentual de 11,37%. % SOBRE RCL 2009 % SOBRE RCL R$ milhares % DE VARIAÇÃO TOTAL DA DESPESA COM PESSOAL PARA FINS DE APURAÇÃO DO LIMITE - TPD , ,98 11,77 LIMITE MÁXIMO (incisos I, II e III, art. 20 da LRF) ,40 LIMITE PRUDENCIAL (parágrafo único do art. 22 da LRF) ,40 DESPESA COM PESSOAL DO PODER EXECUTIVO 2008 % SOBRE RCL 2009 % SOBRE RCL % DE VARIAÇÃO TOTAL DA DESPESA COM PESSOAL PARA FINS DE APURAÇÃO DO LIMITE - TPD , ,56 11,37 RECEITA CORRENTE LÍQUIDA RCL ,40 LIMITE MÁXIMO (incisos I, II e III, art. 20 da LRF) , ,6 5,40 LIMITE PRUDENCIAL (parágrafo único do art. 22 da LRF) , ,17 5,40 FONTE: Sistema Integrado de Administração Financeira para Estados e Municípios 211
213 Diretoria de Contabilidade e Gestão Fiscal 6.9 Gastos com Saúde No exercício financeiro de 2009, foi aplicado pelo Estado nas despesas próprias com ações e serviços públicos de saúde o montante de R$ 812,381 milhões. No ano de 2008 foi gasto o total de R$ 818,341 milhões, ambos acima do limite constitucional. O limite Constitucional mínimo estabelecido para as despesas próprias com ações e serviços públicos de saúde é de 12% sobre a receita líquida de impostos e transferências constitucionais e legais RLITCL. No exercício de 2009, o Governo do Estado do Pará aplicou 12,06% sobre a RLITCL, que nesse ano alcançou o montante de R$ milhões, tendo, assim, cumprindo o limite Constitucional, conforme pode ser constatado no gráfico 6.2. Analisando os gastos totais na função saúde por grupo de natureza de despesa, verificamos que os dispêndios correntes de R$ 1,193 milhões que representaram 93,92% do total gasto, enquanto as despesas de capital absorveram 6,08%. É importante salientar que foi gasto em investimentos o total de R$ 45,899 milhões enquanto que em pessoal e custeio foi de R$ 1,193 bilhão, perfazendo um total de gasto na função saúde de R$ 1,239 bilhão. GRÁFICO COMPARATIVO DE DESPESA REALIZADA COM SAÚDE 2008/2009- JAN a DEZ 12,39% 12,40% 12,30% 12,20% 12,10% 12,00% 12,00% 12,06% ,00% 11,90% 11,80% META REALIZADA 212
214 Diretoria de Contabilidade e Gestão Fiscal 6.10 Gastos com Educação No exercício de 2009 o Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação FUNDEB, criado através da Lei /2007, com a modificação na base de cálculo do fundo, a alíquota incidente sobre os impostos (ICMS, FPE, IPI e a Desoneração das Exportações) vinculados ao FUNDEB passaram para 20%. No período de janeiro a dezembro desse ano, as despesas com Manutenção e Desenvolvimento de Ensino, que são consideradas como obrigatórias para efeito de cumprimento de limite constitucional somaram R$ 1,757 bilhão, correspondendo a 26,09% das receitas resultantes de impostos que totalizaram em R$ 6,735 bilhões. Em 2009, o total das despesas com a função educação totalizaram R$ 1,530 bilhão. O total da receita destinada à formação do FUNDEB foi de R$ 1,286 bilhões e as receitas recebidas do FUNDEB incluídas as transferências de recursos e a complementação somam um total de R$ 976 milhões o que totalizou um resultado líquido das transferências de R$ 310 milhões. No FUNDEB as perdas líquidas do Governo Estadual reduziram em R$ 49 milhões, passando de R$ 350 milhões em 2008 para R$ 309 milhões em GRÁFICO Despesas com a Manutenção e Desenvolvimento do Ensino 26,06% 25,00%
215 Diretoria de Contabilidade e Gestão Fiscal 6.11 Dívida Consolidada Líquida O Demonstrativo da Dívida Consolidada Líquida DCL abrange todos os poderes do Estado. O detalhamento, a forma e a metodologia de sua apuração visam aferir se esta sendo cumprido o limite de endividamento de que trata a Lei de Responsabilidade Fiscal, bem como, outras informações relevantes. A Dívida Consolidada é o montante total apurado, sem duplicidade, das obrigações financeiras assumidas decorrentes de contratos e convênios e da realização de operações de crédito, para amortização em prazo superior a doze meses, conforme determina a LRF no seu artigo de nº 29. No Estado do Pará a DCL apresentou um saldo em estoque de R$ 1,907 bilhões em 2009, representando um decréscimo de R$ 236,519 milhões em relação ao ano anterior que apresentou um montante de R$ 2,144 bilhões. Analisando o comportamento em percentual do estoque da dívida consolidada líquida em relação a RCL, observamos que o mesmo foi de 23,85%, ou seja, inferior em 4,41% quando comparando com o ano de 2008 que era de 28,26%. Desse modo o Estado cumpre com o limite máximo definido pelo Senado Federal, para o endividamento dos Estados, isto é, o valor do estoque da dívida não pode ser superior a duas vezes o valor da Receita Corrente Líquida, ou seja, o Estado pode alcançar o total de R$ 15,994 bilhões (200% da RCL), o que dá uma margem de endividamento de R$ 14,087 bilhões, conforme se verifica na tabela 6.7. TABELA 6.7 DEMONSTRATIVO DA DÍVIDA CONSOLIDADA LÍQUIDA R$ milhares ESPECIFICAÇÃO % DÍVIDA CONSOLIDADA LÍQUIDA ,03 % da DCL sobre a RCL (III / RCL) 28,26 23,85 LIMITE DEFINIDO POR RESOLUÇÃO DO SENADO FEDERAL - 200,00% ,63 214
216 Diretoria de Contabilidade e Gestão Fiscal 6.12 Garantias e Contragarantias de valores Esse demonstrativo abrange as garantias e contragarantias de valores, prestadas a terceiros, de cada ente da respectiva esfera de governo. O mesmo serve para mostrar as garantias e contragarantias, correspondentes e decorrentes das operações de crédito, e verificar os limites de que trata a LRF. As garantias de valores, ou seja, os avais ou fianças em operações de créditos prestadas pelo Estado, totalizaram em 2009 o montante de R$ 90,263 milhões, representando 1,13% da Receita Corrente Líquida, este percentual, é inferior ao limite estabelecido pelo Senado Federal de 22% da RCL. A tabela 6.8 demonstra que entre os anos de 2008 e 2009, apresentou uma redução de 32,10% no total das garantias prestadas pelo Governo do Estado. TABELA 6.8 DEMONSTRATIVO DAS GARANTIAS DE VALORES R$ milhares GARANTIAS CONCEDIDAS % TOTAL DAS GARANTIAS ,10 % do TOTAL DAS GARANTIAS sobre a RCL 1,75 1,13 LIMITE DEFINIDO POR RESOLUÇÃO DO SENADO FEDERAL - 22,00% ,39 215
217 Diretoria de Contabilidade e Gestão Fiscal 6.13 Operações de Crédito As Operações de Créditos correspondem aos compromissos financeiros assumidos em razão de abertura de crédito, emissão e aceite de título, aquisição financiada de bens, recebimento antecipado de valores provenientes de venda de bens e serviços e outras operações dentro dos respectivos limites estabelecidos na LRF, abrangendo as operações internas e externas, inclusive por antecipação de receita Estadual. O montante das operações de créditos captadas pelo Tesouro Estadual em 2009, no volume de R$ 511,640 milhões, encontra-se abaixo do limite definido pela Resolução nº 43, de 21 de dezembro de 2001, do Senado Federal, que limita as operações internas e externas no montante global, em um exercício, não superior a 16% da receita corrente líquida o que representa o total de R$ 1,279 bilhão. A tabela 6.9 evidencia que 2009 a captação de recursos em operações de créditos foi superior a 283% em relação ao exercício anterior quando ingressou no Tesouro Estadual cerca de R$ 133,379 milhões. TABELA 6.9 DEMONSTRATIVO DAS OPERAÇÕES DE CRÉDITO R$ milhares OPERAÇÕES DE CRÉDITO % OPERAÇÕES DE CRÉDITO INTERNAS E EXTERNAS ,60 POR ANTECIPAÇÃO DA RECEITA (II) % DAS OPERAÇÕES DE CRÉDITO EXTERNAS E INTERNAS SOBRE A RCL (I/RCL) 1,76 6,40 LIMITE DEFINIDO P/ SENADO FEDERAL PARA OP. DE CRÉDITO EXTERNAS E INTERNAS - 16,00% ,40 LIMITE DEFINIDO P/ SENADO FEDERAL PARA OP. DE CRÉDITO POR ANTECIPAÇÃO DA RECEITA - 7,00% ,40 FONTE: Sistema Integrado de Administração Financeira para Estados e Municípios Nota: Os limites definidos pela resolução nº 43, de , do Senado Federal estabelecem: 1- Para as operações internas e externas, o montante global em um exercício financeiro não poderá ser superior a 16% da receita corrente líquida; 2- Para operações de crédito por antecipação da receita orçamentária não exceder a 7% da RCL. 216
218 Diretoria de Contabilidade e Gestão Fiscal 6.14 Demonstrativo da Disponibilidade de Caixa e Restos a Pagar Este demonstrativo visa assegurar a transparência da disponibilidade financeira e verificar a parcela comprometida para a inscrição em Restos a Pagar de despesas não liquidadas. O saldo da disponibilidade de caixa frente às obrigações financeiras de curto prazo do Poder Executivo, dos Outros Poderes e do Regime Previdenciário, no período de 2006 a 2009 vem tendo desempenho positivo. Em 2009 houve um acréscimo na disponibilidade financeira quando comparado com o exercício anterior na ordem de 34,91%. Ainda no exercício, o saldo da disponibilidade financeira, deduzido o do regime previdenciário no valor de R$ milhões, apresentou um aumento em relação a 2008 de R$ milhões. TABELA 6.10 DEMONSTRATIVO DA EVOLUÇÃO DA DISPONIBILIDADE DE CAIXA 217 Analisando somente o Poder Executivo, em 2009, verifica-se que o mesmo possui capacidade de honrar com seus compromissos de curto prazo no montante de R$ 451,520 milhões, restando um saldo de R$ 524,798 milhões. No período de 2006/2009 o Estado vem apresentando superávit financeiro. O melhor desempenho da suficiência financeira é verificado no exercício de 2009, alcançado em função do aumento da receita, que deduzido o saldo pertencente ao FUNPREV contabilizou R$ 593 milhões, em decorrência do acréscimo na suficiência financeira na ordem de 15,30% para o Poder Executivo e 29,14% para os Outros Poderes. R$ Milhares Discriminação / / /2008 (%) (%) (%) Ativo Disponibilidade Financeira Executivo ,07 38,96 27,13 Disponibilidade Financeira - Outros Poderes ,76 134,15 21,20 Disponibilidade Financeira - Regime Previdenciário ,38 78,16 57,42 Total do Ativo Disponível (I) ,45 57,65 34,91 Passivo Obrigações Financeiras Executivo ,41 57,48 44,33 Obrigações Financeiras - Outros Poderes ,79 141,90-20,43 Obrigações Financeiras - Regime Previdenciário ,92 337,03-90,53 Total das Obrigações Financeiras (II) ,80 65,30 35,10 Suficiência Financeira Executivo ,63 28,56 15,30 Suficiência Financeira - Outros Poderes ,33 132,73 29,14 Suficiência Financeira - Regime Previdenciário ,56 75,33 61,45 Suficiência Financeira - Deduzido a Previdência ,84 44,96 18,80 Total da Suficiência Financeira (III) = (I) - (II) ,79 55,07 34,84 OBS: Foram excluídos do total do Ativo e Passivo Financeiro os efeitos da rubrica: "Valores Diferidos".
219 Diretoria de Contabilidade e Gestão Fiscal TABELA 6.11 DEMONSTRATIVO DOS RESTOS A PAGAR X DISPONIBILIDADE FINANCEIRA POR FONTE DE RECURSOS R$ milhares Restos a pagar Processados Inscritos Suficiência Financeira após Restos a Pagar Processados Código Destinação de recursos Regime Regime Poder Outros Poder Outros Previdenci Total Previdenciár Executivo Poderes Executivo Poderes ário io Total 101 RECURSOS ORDINARIOS ( ) ( ) 103 FES - RECURSOS ORDINARIOS RECUR.PROV.DE TRANSF.CONVENIOS E OUTROS. DIRE RECURSOS PROPRIOS DO FUNDO DE REAPARELHAMENTO FES - SUS/ FUNDO A FUNDO RECUR.PROP.FUNDO FINAN.PREV.EST.PARA-SERVIDOR RECURSOS PROVENIENT DE TRANSF DA UNIAO-CIDE RECURS.PROVENI.TRANSF. CONVENIOS E OUTROS RECURSOS PROPRIOS DIRETAMENTE ARRECADADOS PELA 261 ADM. INDIRETA RECURSOS ORDINARIOS-SUPERAVIT FINANCEIRO (35.527) RECURSOS PROPRIOS DO FUNDO DE REAPARELHAMENTO- 318 SUPERAVIT FINANCEIRO RECURS.PROVENI.TRANSF. CONVENIOS E OUTROS SUPERAVIT FINANCEIRO (1) (1) RECURSOS PROPRIOS ARRECADADOS ADM INDIRETA- 661 SUPERAVIT FINANCEIRO OUTRAS FONTES DE RECURSOS TOTAL Este demonstrativo visa assegurar a transparência da inscrição de restos a pagar e da suficiência financeira por destinação de recursos. Na inscrição, deve-se observar que os recursos legalmente destinados ou vinculados à finalidade específica serão utilizados, exclusivamente, para atender ao objeto de sua vinculação. Na determinação da disponibilidade de caixa serão considerados os encargos e despesas compromissadas a pagar até o final do exercício. Não existiu no encerramento do exercício financeiro de 2009, valores empenhados e não liquidados, ou seja, a figura de Restos a Pagar não Processados. 218
220 Diretoria de Contabilidade e Gestão Fiscal 6.15 Avaliação Fiscal do Governo do Estado do Pará Apresentação e Metodologia: Ao amparo da Lei 9.496/97 e da Resolução do Senado Federal 112/98, o Estado do Pará assinou, em 30 de março de 1998, junto à União, o Programa de Reestruturação e Ajuste Fiscal, no qual o Governo Federal assumiu e refinanciou diversas dívidas financeiras do Estado, com alongamento de prazo e redução de encargos financeiros incidentes. Em contrapartida a esses benefícios, o Estado se comprometeu a manter adimplemento da dívida refinanciada e cumprir metas fiscais acordadas anualmente entre o Governo do Estado e a Secretaria do Tesouro Nacional - STN. O referido Programa de Ajuste é revisado anualmente, e contempla seis metas fiscais: Principais: Relação Dívida Financeira / Receita Líquida Real - RLR; Resultado Primário; Acessórias: Relação Despesa com Pessoal / Receita Corrente Líquida - RCL; Receitas de Arrecadação Própria; Relação Investimentos / Receita Líquida Real - RLR; Reforma do Estado, Ajuste Patrimonial e Alienação de Ativos. Ainda sob o amparo da Lei 9.496/97 e do Quarto Termo Aditivo ao Contrato de Refinanciamento, ficou estabelecido que, caso o Estado cumpra as duas metas principais e numa eventualidade, não cumpra as metas acessórias, o referido Ente Federativo não sofrerá as penalidades previstas na Lei em tela, que é do pagamento adicional do serviço da dívida, por meta não cumprida 219 durante seis meses, no montante de 0,25% da receita líquida real, além disso, haverá impedimento da contratação de novas operações de créditos, contados a partir da notificação da Secretaria do Tesouro Nacional. A análise, ainda que sucinta, das condições fiscais do Estado, segue metodologia acordada com a Secretaria do Tesouro Nacional, aplicada a todos os Entes da Federação que repactuaram suas dívidas junto ao Governo Federal. Para melhor entendimento é importante destacar que a metodologia adotada inclui outros pontos, sendo os mais importantes: O critério de apuração das receitas e das despesas segue àqueles estabelecidos no art. 34 e 35 da Lei 4.320/64; As metas são estabelecidas a preços correntes; No tocante a atraso / deficiências, valor negativo indica que o Ente registrou superávit orçamentário, e positivo, indica que ocorreu um déficit orçamentário e que o mesmo necessita de recursos adicionais para fechar suas contas em situação de equilíbrio fiscal. Entretanto, apesar de metodologia própria, as metas de resultado primário, e gastos com pessoal tem certa semelhança com os parâmetros da Lei Complementar nº 101, de 04 maio de 2000, o que permitiu ao Estado não ter grandes problemas para se adequar aos preceitos dessa Lei de Responsabilidade Fiscal Situação Fiscal do Estado do Pará Em 2009, o Programa de Reestruturação e Ajuste Fiscal do Estado do Pará PAF, acordado com a União, completou onze anos. Ao longo desse período foram criados sólidos fundamentos de uma gestão pública responsável e o entendimento de que essa premissa é uma das principais variáveis para o alcance de níveis mais elevados de desenvolvimento econômico e social do Estado.
221 Diretoria de Contabilidade e Gestão Fiscal Assim, esses dois elementos foram fundamentais para o enfrentamento da crise financeira mundial, que afetou tanto o setor privado nacional, como também todas as esferas governamentais brasileira, provocando desaceleração das atividades econômicas e conseqüente diminuição do volume de recursos dos tributos diretamente arrecadados pelos entes federados. Do lado do Governo Federal, a quem cabe a condução das políticas macroeconômicas, um dos elementos de atenuação dos efeitos negativos da crise, foi a implementação de desonerações tributárias em várias atividades econômicas e em diversos tributos, com destaque para o imposto de renda e produtos industrializados; impostos que são base de cálculo para as transferências constitucionais tanto para estados, através do Fundo de Participação dos Estados - FPE como para os municípios Fundo de Participação dos Municípios FPM. Quanto ao FPE, os estados das regiões norte e nordeste foram os mais afetados pela dedução tributária, pois na repartição nacional, 77,83% são destinadas a essas áreas geográficas, que somado ao fraco desempenho da arrecadação própria em função desaquecimento da economia, impuseram a esses entes, fortes contenções de gastos e/ou busca de operações de crédito emergenciais que evitassem a paralisação de obras iniciadas em Resultado Primário e Situação Financeira 2007 a 009 TABELA 6.12 Discriminação Receita Líquida Despesas Não Financeiras Resultado Primário (1-2) Atraso/deficiência Financeira (260) (344) (343) Fonte: Programa de Ajuste Fiscal do Estado 220 exercícios anteriores. Uma dessas alternativas foi à busca e utilização do Programa Emergencial de Financiamento PEF, que disponibilizou para os Estados, na primeira versão, R$ 4 bilhões, para compensar as perdas financeiras com a queda do Fundo de Participação dos Estados. Ao Pará o PEF disponibilizou R$ 244 milhões e foram fundamentais para o Tesouro Estadual, de um lado para executar projetos prioritários, e de outro para a manutenção da trajetória de equilíbrio das contas públicas, conseguidas desde a assinatura do contrato de refinanciamento e ajuste fiscal em março de 1998, uma vez que os recursos do tesouro em função do decréscimo do volume das transferências e do discreto desempenho das receitas próprias. A despeito da crise financeira mundial e seus reflexos negativos nas finanças públicas, em 2009, o Tesouro Estadual encerrou o exercício com uma suficiência financeira na ordem de R$ 343 milhões e resultado primário de R$ 176 milhões, oriundo da diferença entre receita líquida e despesas não financeiras na ordem de R$ milhões e R$ milhões, respectivamente. Os indicadores mostrados na tabela 6.12 demonstram que o Tesouro Estadual tem gerado resultados primários suficientes para pagamentos dos serviços da dívida pública e registrados superávits orçamentário-financeiros, que ratificam a solidez financeira do Pará. R$ milhões
222 Diretoria de Contabilidade e Gestão Fiscal Se analisado pela ótica da dívida pública, o nível de endividamento muito aquém da estabelecido pela Lei nº 9.496, que é da igualdade entre estoque da dívida e receita líquida real RLR, o Pará encerrou o exercício de 2009, com um montante de endividamento de R$ 2,784 bilhões, para uma receita líquida real de R$ 7,387 bilhões, registrando assim um coeficiente de endividamento de 0,37, é importante salientar que, hoje, o grau de endividamento do estado representa a metade do nível de comprometimento de 10 anos atrás, demonstrando que, mesmo o Estado captando recursos no mercado financeiro, o crescimento seqüenciado das receitas e o pagamento integral dos juros e amortizações contratuais vem produzindo um decréscimo nesse indicador fiscal. Gráfico Relação Estoque da Dívida / RLR 2000 a ,8 0,79 0,73 0,69 0,69 0,66 0,7 0,6 0,5 0,4 0,56 0,50 0,44 0,39 0,38 0,3 0,2 0,
223 Diretoria de Contabilidade e Gestão Fiscal Quanto ao nível de pagamento o estado do Pará também se encontra numa situação fiscal confortável, em 2009, o comprometimento com pagamento do serviço da dívida, registrou 4,54%, da receita líquida real - RLR, ilustrado no gráfico 6.5, pouco superior ao nível do exercício anterior, ocasionado muito mais pelo discreto crescimento da RLR, do que pelo crescimento do estoque da dívida e conseqüente desembolso para pagamento de juros e amortização da dívida pública estadual; é importante salientar que o limite estabelecido no Contrato de Refinanciamento é de 11,5% da RLR. Gráfico Serviço da Dívida / RLR 9,00 8,14 8,00 7,00 6,17 5,46 6,00 5,00 4,50 4,33 4,44 4,21 4,41 4,16 4,54 4,00 3,00 2,00 1,00 0, Fonte: Programa de Ajuste Fiscal 222
224 Diretoria de Contabilidade e Gestão Fiscal Assim, se o Pará utilizasse os limites máximos exigidos no Programa de Reestruturação e Ajuste Fiscal, ainda teria a captar em operações de crédito R$ 4,6 bilhões de reais com plenas condições de pagamento o que demonstra mais uma vez, a eficiência da gestão pública estadual. Em 2009, ingressaram no Tesouro Estadual, exclusive as receitas financeiras, um montante de receita bruta de R$ 9,9 bilhões, superior em 2,79% em relação ao exercício de 2008, desse montante R$ 4,4 bilhões foram de recursos transferidos pela União ao Estado e R$ 5,5 bilhões gerados pela arrecadação própria do Estado. Quanto aos recursos transferidos, o volume registrado, nesse exercício, foi inferior em 0,78% quando comparado ao ano anterior; bem diferente do desempenho de anos anteriores quando esse item de receita registrava crescimentos reais consideráveis; 2008 em relação a 2007 ocorreram crescimento real de 16,65%. O principal fator para a queda do volume de transferências registrado em 2009 com relação a 2008 foi o decréscimo do Fundo de Participação dos Estados FPE, que apresentou um declínio de 5,31%, representando em termos financeiros uma perda de R$ 155 milhões, sendo que, se comparado ao projetado no Programa, essa perda alcança R$ 163 milhões, como que vem dando resultados positivos, com ênfase no mês de novembro quando citado acima a desoneração tributária implementada pela União e o desaquecimento da economia foram os elementos que causaram o desempenho negativo da principal transferência do Governo Federal ao Estado. O resultado das transferências, no exercício de 2009, só não foi pior porque as demais transferências, a exceção do imposto sobre produtos industrializados, compensou parte dessas perdas; entretanto grande parte dessas transferências refere-se a recursos vinculados, de 223 que são exemplos, a complementação da União ao Fundo de Manutenção do Ensino Básico, do Sistema Único de Saúde e dos convênios, os quais têm gastos legalmente destinados. As perdas das transferências foram compensadas pelo bom desempenho das receitas próprias do Estado, principalmente no que tange às receitas tributárias onde a arrecadação do imposto sobre circulação de mercadoria ICMS que mesmo com a desaceleração da economia alcançou o montante de R$ 4,4 bilhões, registrando um crescimento real de 5,36% em relação ao exercício de Vários elementos contribuíram para que a arrecadação desse tributo tivesse esse desempenho, dentre os quais se destaca a execução de projetos de fiscalização e arrecadação e fiscalização, ingressaram no tesouro estadual recursos adicionais em torno de R$ 180 milhões. Ainda dentro da execução de projetos que visam à elevação das receitas tributárias, o programa refinanciamento da dívida ativa, inclusive com a implementação, em conjunto com a Procuradoria Geral do Estado PGE, da central de cobrança produziram em 2009, excelentes resultados. Nesse exercício foram recuperados cerca de R$ 80,7 milhões, 277% a mais quando comparado ao volume recuperado em Mesmo com o desaquecimento da economia, as facilidades de financiamento e a desoneração do imposto sobre produtos industrializados sobre veículos, houve um aumento nos níveis de venda, seguido de elevação na arrecadação do imposto sobre veículos automotores IPVA, que em 2009 foi de R$ 211 milhões, registrando um crescimento real de 14,85% em relação a 2008.
225 Diretoria de Contabilidade e Gestão Fiscal TABELA 6.13 ESTADA DO PARÁ RECEITA BRUTA95 Discriminação IGP.DI médio (R$ milhões) Participação % 08/07 09/ Variação Anual % I - RECEITA BRUTA ,00 100,00 100,00 10,06 2,79 Receitas de Transferências ,04 46,67 45,05 16,65 (0,78) FPE ,50 30,20 27,81 12,65 (5,31) Outras ,53 16,47 17,23 24,75 7,52 Receitas Próprias ,96 53,33 54,95 4,88 5,92 Receita Tributária ,21 46,20 47,54 3,31 5,79 ICMS ,35 43,37 44,45 2,99 5,36 IPVA ,87 1,90 2,12 11,78 14,85 ITCM ,06 0,06 0,06 10,86 2,18 Taxas ,94 0,87 0,91 2,18 7,41 Outras ,75 7,13 7,41 16,33 6,79 Fonte: Programa de Ajuste Fiscal - PAF Diante da instabilidade de ingresso de recursos, foi necessário, em 2009, redefinir e redimensionar projetos prioritários do Governo Estadual, que visassem alcançar a equalização entre receitas e despesas a um determinado nível, que, de um lado permitisse ao tesouro estadual apresentar um resultado primário não só capaz de suportar o pagamento do serviço da dívida, e de outro manter a execução dessas prioridades, sem, contudo, causar engessamento da máquina governamental que prejudicasse sobremaneira a prestação de serviços à população Em 2009, do total de despesas financeiras, no montante de R$ 8,5 bilhões, cerca de R$ 4,4 bilhões, foram destinados ao pagamento de pessoal, que quando relacionado ao ano anterior registrou crescimento de 10,34%; dois fatores vêm sendo determinantes para a dinâmica positiva dos gastos com pessoal, o primeiro diz respeito elevação do salário mínimo acima dos níveis de inflação, e outra, a disposição do governo em recuperar parte das perdas salariais de anos, anteriores. 224 Dentro desse item de gastos deve-se dar ênfase aos relacionados a inativos e pensionistas, em 2009, as despesas globais foram de R$ 1,28 bilhões de reais, sendo que desse total, R$ 702 milhões de reais foram custeado pelo Fundo Previdenciário do Estado do Pará FINANPREV, que é responsável em prover o financiamento dos inativos e pensionistas que ingressaram no serviço público estadual, gerando uma insuficiência previdenciária de R$ 585 milhões, os quais foram custeados com recursos do tesouro estadual. Mesmo com esse crescimento, a participação dos gastos de pessoal em relação às despesas não financeiras foi de 51,82%, 1,62% superior à participação do ano passado, porém inferior aos 55,77% registrado no ano de Quanto ao custeio da máquina pública estadual, em 2009, foram gastos cerca de R$ 3,0 bilhões, apresentando um crescimento real de 8,04% em relação ao ano anterior, e consumindo 35,86% do
226 Diretoria de Contabilidade e Gestão Fiscal total das despesas não financeiras; no triênio 2007/2009, essa participação foi de 35,32%, sendo que no triênio anterior essa relação era em torno de 31%; alguns elementos vêm sendo determinantes para a essa elevação, como por exemplo, a ampliação de órgãos para o interior do estado, fato que anteriormente era restrito a região metropolitana de Belém e alguns outros municípios de maior porte, nesse contexto estão inseridos os hospitais regionais de Santarém, Altamira, Conceição do Araguaia, que foram inaugurados a partir de 2007, e sua efetiva capacidade vem se dando ao longo desses dois últimos anos. TABELA 6.14 ESTADO DO PARÁ - DESPESAS a 2009 IGP.DI médio R$ milhões Discriminação Participação % 08/07 09/ Variação Anual % DESPESAS NÃO FINANCEIRAS ,00 100,00 100,00 11,06 6,88 PESSOAL ,77 50,20 51,82 (0,03) 10,34 OCC ,23 49,80 48,18 25,03 3,39 Investimentos ,77 11,76 9,73 68,16 (11,57) Inversões ,40 1,89 2,30 49,39 30,11 O D C ,62 35,48 35,86 13,80 8,04 Sentenças Judiciais ,44 0,67 0,28 70,62 (55,24) Fonte: Programa de Ajuste Fiscal - PAF Os investimentos registraram em 2009, gastos de R$ 827 milhões inferior em 11,57% ao montante investido em 2008, o principal fator para esse decréscimo, está relacionado principalmente à dificuldade de ingresso de recursos tanto tesouro como de operações de crédito. Nesse sentido o Programa Emergencial de Financiamento PEF, na ordem de R$ 244 milhões, foram 225 determinantes para que diversas obras tivessem atraso em suas execuções, sendo que as funções de transporte, com gastos em torno de R$ 295 milhões, e habitação com R$ 122 milhões foram as que mais receberam recursos financeiros. A primeira está relacionada não só com os investimentos em abertura e recuperação de estradas no interior do estado, como
227 Diretoria de Contabilidade e Gestão Fiscal também à execução do projeto Ação Metrópole, que visa dar mobilidade dentro da região metropolitana de Belém; já na habitação os gastos em investimentos estão vinculados, em grande parte, às obras do Programa de Aceleração do Crescimento PAC para fins habitacionais. No último triênio foram gastos em inversões financeiras, cerca de R$ 446 milhões, volumes expressivos desses recursos, principalmente em 2009, dizem respeito a desapropriações de áreas para saneamento e habitação vinculados aos projetos do PAC e às áreas do município de Marabá, que estão sendo destinadas à implantação do pólo siderúrgico e do porto daquele município. Os elementos expostos acima demonstram de maneira clara que o Estado do Pará, possui uma boa infra-estrutura financeira, capaz não só de continuar com sua trajetória de equilíbrio fiscal, como também de captar recursos de operações de crédito para juntamente com os recursos do tesouro, dinamizar o desenvolvimento econômico e social do Estado. É importante salientar que, fora dos indicadores fiscais que mostram essa solidez, o estado acumula um discreto volume de precatórios, no montante de cerca de R$ 176 milhões homologados na Procuradoria Geral do Estado e no Instituto de Previdência, para pagamento até 2013, representando apenas 2,18% da receita corrente líquida estimada para 2010, cuja adesão, em março de 2010, pelo regime especial de 15 anos, dará não só segurança jurídica ao estado, como também permitirá amenização de pressões sobre o fluxo de caixa mensal AVALIAÇÃO DO CUMPRIMENTO DAS METAS E COMPROMISSOS DO PROGRAMA DE REESTRUTURAÇÃO E AJUSTE FISCAL DO PARÁ Avaliação Econômica e Financeira do Estado do Pará Mesmo antes da edição da Lei de Responsabilidade Fiscal, em 2000, o Estado do Pará vinha trabalhando como elemento norteador de gestão pública, o estabelecimento anual de metas e compromissos a serem cumpridos pelo Tesouro Estadual no sentido de manter o equilíbrio das contas públicas. Tais metas e compromissos estão contidos no Programa de Ajuste Fiscal do Estado do Pará, firmado entre o Governo do Estado do Pará e a Secretaria do Tesouro Nacional, em 30 de março de 1998, como parte integrante do Contrato de Renegociação da Dívida do Estado com o Governo Federal. A despeito das oscilações econômicas, que refletem diretamente no volume da arrecadação de tributos vinculados, o Governo do Estado vem conduzindo sua política fiscal com êxito, tanto que, desde a assinatura, jamais sofreu qualquer apenamento por parte da Secretaria do Tesouro Nacional por não ter cumprido as metas acordadas. No quadro e nas análises, a seguir, demonstra-se que o Estado do Pará cumpriu todas as metas e compromissos assumidos no Programa de Reestruturação e Ajuste Fiscal para o exercício de
228 Diretoria de Contabilidade e Gestão Fiscal 227 PAF - Indicadores Fiscais do Governo do Estado do Pará (Metas ou Compromissos) Exercícios 2007 a 2009 Metas Discriminação Relação Dívida Meta 1,00 1,00 1,00 Financeira / RLR Realizado 0,44 0,39 0,37 2 Resultado Primário R$ Meta milhões Realizado Despesas com Meta Funcionalismo Público / RCL % Realizado 52,28 52,14 51,02 4 Receitas de Arrecadação Meta Própria R$ milhões Realizado Reforma do Estado, Ajuste Patrimonial e Alienação de Ativos Meta Realizado a) Manter o SISTN atualizado; b) Manter estrutura técnico-institucional de acompanhamento do PAF; c) Encaminhamento à STN de relatório da execução do PAF exercício anterior; d) Limitação da ODC a 37,29% da RLR; e) Concluir liquidação da ENASA e da CDI; f) Concluir às atualizações do patromônio imobiliário da Estado; g) Elaboração de relatório anual de acompanhamento dos investimentos de operações de créditos relativos a complementaridade do PAC. Os itens (a), (b) e (c) foram cumpridos integralmente. (d) 39,45% da RLR; (e) a ENASA não foi liquidada em virtude de pendências trabalhistas e por não depender exclusivamente do Poder Executivo; CDI, reversão do processo de liquidação; No item (f) estando pendente apenas 20% da atualização do patrimônio localizado em municípios mais distantes da capital (g) não houve necessidade de em função de não captação de recursos para o PAC. a) Manter o SISTN atualizado; b) Manter estrutura técnicoinstitucional de acompanhamento do PAF; c) Construir estrutura técnico-institucional de acompanhamento das empresas estatais dependentes; d) Encaminhamento à STN de relatório da execução do PAF exercício anterior; e) Criação de Câmara de Custeio; f) Concluir liquidação da ENASA; g) Dar andamento às atualizações do patromônio imobiliário da Estado. Todos os itens foram cumpridos. a) Limitação das outras despesas correntes aos percentuais da RLR de 40,82% em 2009, 40,31% em 2010 e 41,55% em 2011; b) Constituir estrutura técnico-institucional de acompanhamento de empresas estatais dependentes; c) Manter estrutura técnicoinstitucional de acompanhamento do PAF; d) Dar andamento às atualizações físicas, econômicas, contábeis e legais do patrimônio imobiliário do Estado; e) Manter o SISTN atualizado; f) Encaminhamento à STN de relatório da execução do PAF exercício anterior e as perspectivas para o triênio seguinte, contendo análise detalhada do cumprimento ou descumprimento de cada meta ou compromisso, bem como as ações executadas. O item (a) 41,13% da RLR, quanto aos demais todos foram cumpridos. Despesas de Meta 13,07 16,71 13,29 Investimentos / RLR % Realizado 8,45 12,91 11,16
229 Diretoria de Contabilidade e Gestão Fiscal META 1 RELAÇÃO DÍVIDA FINANCEIRA / RECEITA LÍQUIDA REAL No que diz respeito à dívida pública, o grau de endividamento estadual vem apresentando declínios anuais seqüenciados, saindo de 0,79 em 2000, para 0,37 em Dessa forma como o estoque da dívida em 2009 alcançou R$ 2,784 bilhões e a Receita Líquida Real RLR registrou nesse exercício R$ 7,387 bilhões; como o programa de reestruturação e ajuste fiscal, prevê como meta, para o nível de endividamento, a igualdade entre o estoque da dívida e a RLR, o Estado, nesse caso, cumpriu a meta 1 do programa. META 2 RESULTADO PRIMÁRIO O Estado do Pará comprometeu-se junto a Secretaria do Tesouro Nacional, a implementar esforços fiscais, que possibilitassem, no exercício de 2009, alcançar um resultado primário de R$ 151 milhões, resultado da diferença entre receitas não financeiras de R$ 8,609 bilhões e despesas não financeiras, na ordem de R$ 8,458 bilhões. O resultado final do exercício de 2009 demonstrou que o Estado obteve receita bruta de R$ 8,665 bilhões e uma despesa bruta de R$ 8,488 bilhões, registrando assim um superávit primário de R$ 176 milhões, ou seja, superior ao acordado para este exercício. Esse resultado foi possível principalmente pelo esforço do Tesouro Estadual, em implementar ações que permitissem a elevação das receitas sob sua responsabilidade, em especial as receitas tributárias, e também, pela forma responsável com que conduziu a gestão dos gastos públicos, adequando-o ao fluxo de entrada de recursos. Dessa forma, o Tesouro Estadual cumpriu a meta acordada para o exercício de META 3 DESPESA COM PESSOAL /RECEITA CORRENTE LÍQUIDA O Programa de ajuste Fiscal de 2009/2011 previa que no ano de 2009, o total de gastos de pessoal deveria consumir cerca de 50,90% da receita corrente líquida RCL, e na possibilidade de não alcançar esse patamar, o Estado se comprometeu em não ultrapassar o limite de 60% dessa receita, conforme estabelecido na Lei 9.496/97. Ao encerrar o exercício, o Estado despendeu recursos para pagamento de pessoal, na ordem de R$ 4,401 bilhões, superior em 16,67% em relação ao montante gasto nessa mesma rubrica no ano de 2008, e comprometendo 51,02% da receita corrente líquida de Entre os fatores que concorreram de forma direta para o crescimento de gastos com pessoal, dois se destacam: o primeiro foi à elevação do salário mínimo na ordem de 9,68%, e como grande parte do funcionalismo público tem seu salário direta ou indiretamente vinculado ao salário mínimo, esse fato impactou de forma decisiva nos recursos direcionados para pagamento de pessoal, o segundo foi pela necessidade de recuperação de parte das perdas reais do salário do funcionalismo público estadual. Entretanto mesmo a presença dessas variáveis, os gastos com pessoal continuaram sob controle tanto que, a sua relação com a receita corrente líquida ficou bem abaixo do limite estabelecido pela Lei 9.496/97 cumprindo o acordado no Programa de Ajuste. META 4 RECEITAS DE ARRECADAÇÃO PRÓPRIA Mesmo com a crise financeira e as perdas tributárias decorrentes das desonerações o que ocasionaram uma queda nas receitas transferidas, o crescimento da arrecadação de recursos próprios foi um dos principais elementos para a manutenção do equilíbrio fiscal do Estado do Pará, 228
230 Diretoria de Contabilidade e Gestão Fiscal alcançando em 2009, o montante de R$ 5,465 bilhões, superior em 7,8% em relação ao ano anterior e 3,6% sobre a meta acordada. Como a arrecadação do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), participa com quase 80% da receita própria, o seu bom desempenho, mesmo em um ano de crise, foi fundamental para que os recursos próprios ultrapassem a meta acordada. Nesse sentido, vem sendo fundamental a modernização da gestão fazendária, envolvendo: as melhorias e aperfeiçoamento dos processos de arrecadação e fiscalização, a facilitação de acesso dos contribuintes aos serviços disponibilizados pela Secretaria da Fazenda, a busca da integração do fisco estadual com os fiscos de Estados vizinhos, e por fim os investimentos em tecnologia de informação que dão suporte e agilidade nas ações fazendárias. A meta de arrecadação própria estabelecida para o exercício de 2009, era de R$ 5,275 bilhões e ao final do exercício foram registrados R$ 5,465 bilhões, a referida meta foi alcançada. META 5 REFORMA DO ESTADO, AJUSTE PATRIMONIAL E ALIENAÇÃO DE ATIVOS Quanto a meta 5, os compromissos assumidos para o exercício de 2009 eram: 1-Limitar as outras despesas correntes aos percentuais da RLR de 40,82%; 2-Constituir estrutura técnico-institucional de acompanhamento de empresas estatais dependentes; 3-Manter estrutura técnico-institucional de acompanhamento do Programa, com a participação de integrantes das Secretarias da Fazenda, de Planejamento e de Administração, conforme Portaria SEGES n 08/2001, de 12 de setembro de 2001, publicada no Diário Oficial do Estado, em 17 de setembro de 2001; 4-Dar andamento às atualizações físicas, econômicas, contábeis e legais do patrimônio imobiliário do Estado. 5-Manter atualizado o Sistema de Coleta de Dados Contábeis SISTN, na Caixa Econômica Federal, de acordo com os normativos vigentes; e 6-Encaminhar à STN, até o dia 31 de maio de cada ano, Relatório sobre a execução do Programa de Reestruturação e Ajuste Fiscal do Estado relativo ao exercício anterior e sobre as perspectivas para o triênio seguinte (Relatório do Programa), contendo análise detalhada do cumprimento ou descumprimento de cada meta ou compromisso, bem como as ações executadas. Com exceção do item (1), onde as despesas correntes comprometeram 41,13% da RCL, ocasionado principalmente pela ampliação dos serviços de saúde, educação etc; os demais itens foram cumpridos na sua integralidade. META 6 - DESPESAS COM INVESTIMENTOS No exercício de 2009, os recursos financeiros direcionados aos investimentos foram na ordem de R$ 827 milhões, 15,14% inferior aos R$ 978 milhões acordados no Programa de Reestruturação para este exercício. A crise econômica e financeira desse exercício impactou na execução dos investimentos de duas formas: primeiro pela dificuldade de captação de recursos no mercado financeiro e segundo pela carência de recursos próprios e transferidos para esse fim, ocasionando assim um decréscimo de investimentos, em relação ao ano passado de 10,01%; A meta acordada no Programa era 13,29% da receita liquida real e foram realizados 11,165% dessa receita, cumprindo assim o estabelecido para esse exercício. 229
231 Diretoria de Contabilidade e Gestão Fiscal 6.16 Dez Anos da Lei de Responsabilidade Fiscal no Governo do Estado do Pará Apresentação A Lei Complementar nº 101 Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF), de 4 de maio de 2000, completa, em 4 de maio de 2010, dez anos de vigência. Ela é uma importante ferramenta gerencial a serviço da administração pública, que inovou as finanças públicas do País ao impor metas e limites à gestão das receitas e despesas orçamentárias. A LRF estabelece regras, limites e diversos mecanismos de correção de desvios, com trajetórias, prazos, formas de adequação e sanções institucionais, no caso do seu descumprimento. Esta Lei teve como objetivo primordial regular o disposto no capítulo II do título VI da Constituição Federal, mais precisamente nos arts. 163 a 169, dispondo sobre os princípios básicos fundamentais para uma ação planejada e eficaz relativa às normas gerais de finanças públicas. O conteúdo da LRF apresenta diversos dispositivos que tratam da escrituração, da consolidação e da prestação de contas. Determina, por exemplo, que receitas, despesas e disponibilidades da previdência sejam separadas das do Tesouro do ente, sendo proibido o financiamento dos Estados e Municípios com recursos da Previdência Social, outra situação é a adoção de sistema de custos na Administração Pública para avaliação da gestão orçamentária, financeira e patrimonial. A totalidade da LRF é objeto de fiscalização pelos Tribunais de Contas, pelos membros do Legislativo e pelo Ministério Público. Assim, pode-se dizer que a LRF criou um sistema de controle institucional múltiplo, permitindo que todos os Poderes estejam sujeitos igualmente ao cumprimento de regras e à fiscalização. Após a edição da LRF, a Secretaria do Tesouro Nacional - STN, na qualidade de órgão central do Sistema de Contabilidade Federal, vem buscando os meios normativos para atender ao disposto no parágrafo 2º do artigo 50 da LRF, que trata dos procedimentos de consolidação das contas da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios. Inicialmente, foram padronizados os modelos do Relatório Resumido da Execução Orçamentária RREO e do Relatório de Gestão Fiscal - RGF, por meio das Portarias da STN nºs. 469, para a União, 470, para o Distrito Federal e os Estados e 471, para os Municípios, datadas de 21 de setembro de Posteriormente, foram editadas diversas portarias estabelecendo normas gerais para consolidação das contas públicas. No decorrer desses dez anos, as montagens dos relatórios (RREO e RGF) passaram por diversas evoluções, modificações e aperfeiçoamentos, conforme segue: a) Portarias (STN) nºs 559 e 560, de 14/12/2001, que instituíram os primeiros Manuais de Elaboração do RGF e RREO; b) Portarias (STN) nºs 516 e 517, de 14/10/2002, que aprovaram a 2ª edição dos Manuais de Elaboração do RGF e RREO; c) Portarias (STN) nºs 440 e 441, de 27/08/2003, que aprovaram a 3ª edição dos Manuais de Elaboração do RGF e RREO; d) Portarias (STN) nºs 470 e 471, de 31/08/2004, que aprovaram a 4ª edição dos Manuais de Elaboração do Anexo de Riscos Fiscais, do RGF, do Anexo de Metas Fiscais e do RREO; e) Portarias (STN) nºs 586 e 587, de 29/08/2005, que aprovaram a 5ª edição dos Manuais de Elaboração do Anexo de Riscos Fiscais, do RGF, do Anexo de Metas Fiscais e do RREO; 230
232 Diretoria de Contabilidade e Gestão Fiscal f) Portarias (STN) nºs 632 e 633, de 30/08/2006, que aprovaram a 6ª edição dos Manuais de Elaboração do Anexo de Riscos Fiscais, do RGF, do Anexo de Metas Fiscais e do RREO; g) Portarias (STN) nºs 574 e 575, de 30/08/2007, que aprovaram a 7ª edição dos Manuais de Elaboração do Anexo de Riscos Fiscais, do RGF, do Anexo de Metas Fiscais e do RREO; h) Portaria (STN) nº 577, de 15/10/2008, que aprovou a 1ª edição do Manual Técnico de Demonstrativos Fiscais; i) Portaria (STN) nº 462, de 05/08/2009, que aprovou a 2ª edição do Manual de Demonstrativos Fiscais. O Governo do Estado do Pará, por meio da Secretaria de Estado da Fazenda, órgão responsável pelo encaminhamento das contas do governo, em conseqüência dos dez anos de aprovação da LRF, inseriu neste Balanço Geral do Estado exercício financeiro de 2009, os principais demonstrativos contidos no Relatório Resumido de Execução Orçamentária (RREO) e Relatório de Gestão Fiscal (RGF) exigidos pela LRF. Para a elaboração dos relatórios (RREO e RGF), estabelecemos como período de referencia os anos de 2000 a Na elaboração desses relatórios procedemos algumas adaptações, a primeira é no sentido de proporcionar a sua visualização de forma simplificada e condensada, em seguida é para possibilitar a coerência e compatibilidade entre os valores informados nos respectivos anos, e, por fim, em decorrência das sucessivas modificações e aperfeiçoamentos impostos pela Secretaria do Tesouro Nacional STN ao longo desses dez anos. Para se ter uma idéia das modificações introduzidas, os relatórios existentes em 2009 possuem um grau de detalhamento maior do que os adotados em 2000, além de inclusões de novas linhas e colunas. Os valores disponibilizados nos relatórios são apresentados a preços correntes (nominais) e constantes (atualizados), a finalidade é proporcionar uma visão ampla dos números apresentados nos últimos dez anos a preços de dezembro de Adotamos como indexador o Índice de Preços ao Consumidor Amplo IPCA, para o período de 2000 a Consideramos para a realização dos cálculos os seguintes índices (fatores de multiplicação): ANOS Índices - IPCA a ,8444 1,7263 1,5918 1,3876 1,3017 ANOS Índices - IPCA a ,2187 1,1691 1,1281 1,0674 1,0000 Nosso objetivo é apresentar a evolução das contas públicas do Governo do Estado do Pará a partir do exercício de 2000, buscando identificar os possíveis efeitos da LRF sobre a gestão pública nos últimos dez anos. Os dados apresentados têm por fonte de informação os demonstrativos fiscais publicados pelo Governo do Estado, por exigência da LRF, e a base de dados do Sistema Integrado de Administração Financeira para os Estados e Municípios - SIAFEM. Esta iniciativa tem como finalidade principal funcionar como uma ferramenta gerencial a serviço da administração pública e promover transparência nas informações fiscais para a sociedade em geral. Passaremos em seguida a informar, demonstrar e analisar, resumidamente, a situação fiscal do Governo do Estado do Pará nos dez anos da LRF, adotando os relatórios exigidos (RREO e RGF) como base no encadeamento seqüencial dos assuntos, seguindo os 231
233 Diretoria de Contabilidade e Gestão Fiscal conceitos estabelecidos no Manual Técnico de Demonstrativos Fiscais, 1ª edição, volumes II e III Relatório Resumido da Execução Orçamentária - RREO O RREO é exigido pela Constituição da República Federativa do Brasil, de 5 de outubro de 1988, que estabelece em seu artigo 165, parágrafo 3º, que o Poder Executivo o publicará, até trinta dias após o encerramento de cada bimestre. O objetivo dessa periodicidade é permitir que, cada vez mais, a sociedade, por meio dos diversos órgãos de controle, conheça, acompanhe e analise o desempenho da execução orçamentária do Governo Estadual. O RREO e seus demonstrativos abrangerão os órgãos da Administração Direta, dos Poderes e entidades da Administração Indireta, constituídas pelas autarquias, fundações, fundos especiais, empresas públicas e sociedades de economia mista que recebem recursos dos Orçamentos Fiscal e da Seguridade Social, inclusive sob a forma de subvenções para pagamento de pessoal ou de custeio em geral ou de capital, excluídos, no último caso, aqueles provenientes de aumento de participação acionária. O RREO é elaborado e publicado pelo Poder Executivo do Estado. Passaremos a evidenciar e discriminar cada um dos principais demonstrativos previstos no RREO. RREO, com publicação até trinta dias após o encerramento de cada bimestre. No Balanço Orçamentário do Governo do Estado do Pará, as receitas arrecadadas foram superiores a despesas realizadas em todos os anos. Todos os resultados orçamentários apontam em direção do superávit orçamentário. O melhor desempenho foi em 2008 e o pior em As deduções da receita iniciaram antes de 2000 com a criação do Fundo Nacional de Desenvolvimento do Ensino Fundamental FUNDEF que atualmente foi transformado em Fundo de manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais de Educação FUNDEB. As receitas e despesas intra-orçamentárias iniciaram a partir de 2007, com a finalidade de evidenciar a dupla contagem de registros. A Seguir apresentamos, nas tabelas 6.15 e 6.16, o balanço orçamentário do Governo do Estado do Pará, em valores a preços correntes e constantes. I - Balanço Orçamentário O Balanço Orçamentário, definido na Lei nº 4.320, de 31 de março de 1964, demonstrará as receitas e despesas previstas em confronto com as realizadas. Esse balanço também está previsto na Lei de Responsabilidade Fiscal LRF, porém de forma mais detalhada e com periodicidade de publicação bimestral. Integra o 232
234 Diretoria de Contabilidade e Gestão Fiscal RELATÓRIO RESUMIDO DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA BALANÇO ORÇAMENTÁRIO ORÇAMENTOS FISCAL E DA SEGURIDADE SOCIAL PERÍODO DE REFERÊNCIA: 2000 A 2009 Tabela 6.15 Valores a Preços Correntes Valores em R$ Milhares TÍTULOS ANOS RECEITAS RECEITAS CORRENTES Receita Tributária Receita de Contribuições Receita Patrimonial Receita Agropecuária Receita Industrial Receita de Serviços Transferências Correntes Outras Receitas Correntes RECEITAS DE CAPITAL Operações de Crédito Alienação de Bens Amortizações de Empréstimos Transferências de Capital Outras Receitas de Capital DEDUCOES DA RECEITA RECEITAS CORRENTES INTRA-ORCAMENTARIAS SALDO DE EXERCÍCIOS ANTERIORES DESPESAS DESPESAS CORRENTES Pessoal e Encargos Sociais Juros e Encargos da Dívida Outras Transferências Correntes Outras Despesas Correntes DESPESAS DE CAPITAL Investimentos Inversões Financeiras Amortização e Refinanciamento da Dívida Outras Transferências de Capital DESPESAS (INTRA-ORÇAMENTÁRIAS) SUPERÁVIT / DEFICIT
235 Diretoria de Contabilidade e Gestão Fiscal Tabela 6.16 Valores a Preços Constantes - dezembro / IPCA Valores em R$ Milhares TÍTULOS ANOS RECEITAS RECEITAS CORRENTES Receita Tributária Receita de Contribuições Receita Patrimonial Receita Agropecuária Receita Industrial Receita de Serviços Transferências Correntes Outras Receitas Correntes RECEITAS DE CAPITAL Operações de Crédito Alienação de Bens Amortizações de Empréstimos Transferências de Capital Outras Receitas de Capital DEDUCOES DA RECEITA RECEITAS CORRENTES INTRA-ORCAMENTARIAS SALDO DE EXERCÍCIOS ANTERIORES DESPESAS DESPESAS CORRENTES Pessoal e Encargos Sociais Juros e Encargos da Dívida Outras Transferências Correntes Outras Despesas Correntes DESPESAS DE CAPITAL Investimentos Inversões Financeiras Amortização da Dívida Outras Transferências de Capital DESPESAS (INTRA-ORÇAMENTÁRIAS) SUPERÁVIT / DEFICIT
236 Diretoria de Contabilidade e Gestão Fiscal II Demonstrativo da Execução das Despesas por Função / Subfunção O Demonstrativo da Execução das Despesas por Função / Subfunção integra o RREO, sua publicação é até trinta dias após o encerramento de cada bimestre. A função expressa o maior nível de agregação das ações da administração pública, nas diversas áreas de despesa que competem ao setor público. A subfunção representa uma partição da função, visando a agregar determinado subconjunto de despesa do setor público. As subfunções poderão ser combinadas com funções diferentes daquelas a que estejam vinculadas. Este demonstrativo deverá conter cada função, detalhada por subfunções, cuja combinação pode ser típica, que representa subfunções diretamente ligadas à função, e atípicas, quando a subfunção de uma determinada função é utilizada por outra. Na elaboração deste demonstrativo, o Governo do Estado, observou a Portaria nº 42, de 14 de abril de 1999, do Ministério de Orçamento e Gestão, que atualiza a discriminação da despesa por função e subfunção e determina que se aplique aos orçamentos dos entes, a estrutura em nível de funções e subfunções. Esse procedimento visa à harmonização da prestação de contas e dos relatórios e demonstrativos, conforme artigo 67, inciso III, da LRF, deixando para o Estado estabelecer, em ato próprio, sua estrutura de programas, códigos e identificação, respeitados os conceitos e determinações da Portaria nº 42/1999. No Demonstrativo da Execução das Despesas por Função / Subfunção do Governo do Estado do Pará, optamos em demonstrar apenas as funções excluindo as subfunções, esta decisão visa racionalizar e condensar o demonstrativo, reduzindo as suas dimensões com a finalidade de facilitar a sua visualização e análise. As funções com maior índice de execução da despesa em todos os anos, em ordem crescente, são: Encargos Especiais; Educação; Previdência Social; Saúde; Segurança Pública. As funções com menor índice de execução da despesa, se apresentam na seguinte ordem: Energia; Industria; Desporto e Lazer; Organização Agrária; Direitos da Cidadania. A função com maior variação entre os anos de 2000 a 2009, em valores a preço constante, foi a Habitação. A Seguir apresentamos, nas tabelas 6.17 e 6.18, o Demonstrativo da Execução das Despesas por Função do Governo do Estado do Pará, em valores a preços correntes e constantes. 235
237 Diretoria de Contabilidade e Gestão Fiscal RELATÓRIO RESUMIDO DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA DEMONSTRATIVO DA EXECUÇÃO DAS DESPESAS POR FUNÇÃO ORÇAMENTOS FISCAL E DA SEGURIDADE SOCIAL PERÍODO DE REFERENCIA: 2000 A 2009 Tabela 6.17 Valores a Preços Correntes Valores em R$ Milhares TÍTULOS ANOS Legislativa Judiciária Essencial a Justiça Administração Segurança Publica Assistência Social Previdência Social Saúde Trabalho Educação Cultura Direitos da Cidadania Urbanismo Habitação Saneamento Gestão Ambiental Ciência e Tecnologia Agricultura Organização Agrária Industria Comercio e Serviços Comunicações Energia Transporte Desporto e Lazer Encargos Especiais TOTAL
238 Diretoria de Contabilidade e Gestão Fiscal Tabela 6.18 Valores a Preços Constantes - dezembro / IPCA Valores em R$ Milhares TÍTULOS ANOS Legislativa Judiciária Essencial a Justiça Administração Segurança Publica Assistência Social Previdência Social Saúde Trabalho Educação Cultura Direitos da Cidadania Urbanismo Habitação Saneamento Gestão Ambiental Ciência e Tecnologia Agricultura Organização Agrária Industria Comercio e Serviços Comunicações Energia Transporte Desporto e Lazer Encargos Especiais TOTAL
239 Diretoria de Contabilidade e Gestão Fiscal III Demonstrativo da Receita Corrente Líquida Este demonstrativo apresenta a apuração da Receita Corrente Líquida RCL no mês em referência, sua evolução nos últimos doze meses e a previsão de seu desempenho no exercício. Esse demonstrativo integra o RREO e sua publicação ocorre até trinta dias após o encerramento de cada bimestre. O principal objetivo da RCL é servir de parâmetro para o montante da reserva de contingência e para os limites da despesa total com pessoal, da dívida consolidada líquida, das operações de crédito, do serviço da dívida, das operações de crédito por antecipação de receita orçamentária e das garantias do ente da Federação. Os limites foram estabelecidos em parte pela LRF, em parte por Resoluções do Senado Federal. Conforme a LRF, a RCL é o somatório das receitas tributárias, de contribuições, patrimoniais, agropecuárias, industriais, de serviços, transferências correntes e outras receitas correntes do ente da Federação, deduzidas no caso do Estado: a) as parcelas entregues aos Municípios, por determinação constitucional ou legal; b) a contribuição dos servidores para o custeio do seu sistema de previdência; c) as receitas provenientes da compensação financeira dos diversos regimes de previdência; d) deduções de receita para formação do FUNDEB. Nos Estados e Municípios serão também computados os valores pagos e recebidos em decorrência do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação FUNDEB, estabelecido no art. 60, do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias da Constituição. No Demonstrativo da Receita Corrente Líquida do Governo do Estado do Pará, são informados os saldos efetivamente realizados até 31 de dezembro de cada ano. A partir do exercício financeiro de 2007 foram procedidas as exclusões das receitas intra-orçamentárias conforme orientação do Manual Técnico de Demonstrativos Fiscais da STN. A RCL no Estado do Pará teve uma trajetória evolutiva positiva se observamos o demonstrativo a preços correntes, no entanto, a preços constantes, verificamos oscilações nos anos de 2003 e 2009, este movimento coincide com a mesma oscilação observada na rubrica Transferências Correntes (recursos transferidos da União para o Estado). O ano de 2008 foi o que apresentou melhor desempenho, se observarmos a preços constantes, evidenciou uma RCL na ordem de R$ 8,099 bilhões. O pior desempenho foi em 2000 com uma RCL de R$ 4,267 bilhões. Em seguida passamos a apresentar, nas tabelas 6.19 e 6.20, o Demonstrativo da Receita Corrente Líquida do Governo do Estado, em valores a preços correntes e constantes. 238
240 Diretoria de Contabilidade e Gestão Fiscal Valores a Preços Correntes TÍTULOS RELATÓRIO RESUMIDO DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA DEMONSTRATIVO DA RECEITA CORRENTE LÍQUIDA ORÇAMENTOS FISCAL E DA SEGURIDADE SOCIAL PERÍODO DE REFERÊNCIA: 2000 A 2009 Tabela 6.19 ANOS Valores em R$ Milhares I - RECEITAS CORRENTES Receita Tributária ICMS IPVA Outras Receita de Contribuições Receita Patrimonial Receita Agropecuária Receita Industrial Receita Serviços Transferências Correntes Cota-Parte do FPE Transferências da LC. 87/ Transferência do FUNDEF Outras Transferências Demais Receitas Correntes II - DEDUÇÕES Transferências Constitucionais Contrib.Plano Seg.Soc.Servidor Dedução para o FUNDEF / FUNDEB III - RECEITA CORRENTE LÍQUIDA (I - II)
241 Diretoria de Contabilidade e Gestão Fiscal Valores a Preços Constantes - dezembro / IPCA TÍTULOS Tabela 6.20 ANOS Valores em R$ Milhares I - RECEITAS CORRENTES Receita Tributária ICMS IPVA Outras Receita de Contribuições Receita Patrimonial Receita Agropecuária Receita Industrial Receita Serviços Transferências Correntes Cota-Parte do FPE Transferências da LC. 87/ Transferência do FUNDEF Outras Transferências Demais Receitas Correntes II - DEDUÇÕES Transferências Constitucionais Contrib.Plano Seg.Soc.Servidor Dedução para o FUNDEF/ FUNDEB III - RECEITA CORRENTE LÍQUIDA (I - II)
242 Diretoria de Contabilidade e Gestão Fiscal IV Demonstrativo das Receitas e Despesas Previdenciárias do Regime Próprio de Previdência dos Servidores Este demonstrativo tem a finalidade de assegurar a transparência das receitas e despesas previdenciárias do Regime Próprio de Previdência dos Servidores RPPS (exclusivo dos servidores públicos e constituído em cada ente da Federação), que o ente da Federação mantiver ou vier a instituir e integra o RREO, o qual é publicado até trinta dias após o encerramento de cada bimestre. A institucionalização do RPPS implica em estabelecer contabilidade própria para permitir e conhecer, a qualquer momento, a situação econômica, financeira e orçamentária do patrimônio, que é propriedade dos beneficiários da previdência. Independentemente do formato administrativo que assuma no âmbito do ente, seja autarquia, fundação ou fundo previdenciário, o RPPS deverá observar todas as regras previstas nas normas gerais de previdência, ter caráter contributivo, ser organizado com base em normas de contabilidade e atuária que preservem seu equilíbrio financeiro e atuarial, em conformidade com o Plano de Contas Aplicado aos RPPS, publicado pelo Ministério da Previdência Social e adotar os procedimentos necessários ao controle da despesa com pessoal previsto na LRF, inclusive quanto ao registro e evidenciação das receitas e despesas de cada um dos Poderes ou órgãos. O equilíbrio financeiro e atuarial da previdência deve ser observado, por meio de contribuição dos segurados, ativos e inativos, da contribuição patronal do ente da Federação e outros aportes. No Demonstrativo das receitas e despesas previdenciárias do Regime Próprio de Previdência dos Servidores RPPS do Governo do Estado do Pará, são informados os valores realizados das receitas e despesas previdenciárias até 31 de dezembro de cada ano. No âmbito do Governo do Estado o seu regime de previdência foi instituído por meio da Lei Complementar Estadual nº 39, de 09 de janeiro de A gestão dos benefícios previdenciários do Regime de Previdência Estadual e do Fundo Financeiro de Previdência do Estado do Pará encontra-se a cargo do Instituto de Gestão Previdenciária do Estado do Pará IGEPREV, criado pela Lei Complementar nº 044, de 23 de janeiro de 2003, é uma Autarquia dotada de personalidade jurídica de direito público, com sede e foro em Belém - Pará, com patrimônio e receitas próprias, gestão administrativa, técnica, patrimonial e financeira descentralizada. No Demonstrativo das receitas e despesas do RPPS do Estado do Pará, observamos que a partir de 2004, com o pleno funcionamento do IGEPREV, o sistema previdenciário passou a ter uma consistência entre os valores das receitas e despesas previdenciárias. Analisando a preços constantes, nos últimos cinco anos, verificamos uma média de déficits previdenciários estadual no montante de R$ 586,846 milhões, e a média de aporte de recursos financeiros do tesouro estadual injetado na previdência, no mesmo período, foi de R$ 724,838 milhões. Em seguida evidenciamos, nas tabelas 6.21 e 6.22, o Demonstrativo das receitas e despesas previdenciárias do Regime Próprio de Previdência dos Servidores RPPS do Governo do Estado do Pará, em valores a preços correntes e constantes. 241
243 Diretoria de Contabilidade e Gestão Fiscal RELATÓRIO RESUMIDO DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA DEMONSTRATIVO DAS RECEITAS E DESPESAS PREVIDENCIÁRIAS DO REGIME PRÓPRIO DE PREVIDÊNCIA DOS SERVIDORES ORÇAMENTOS FISCAL E DA SEGURIDADE SOCIAL PERÍODO DE REFERÊNCIA: 2000 A 2009 Tabela 6.21 Valores a Preços Correntes Valores em R$ Milhares Receitas Previdenciárias TÍTULOS ANOS Receita de Contribuição Servidor Pessoal Civil Pessoal Militar Contribuição Patronal Pessoal Civil Pessoal Militar Receitas Patrimoniais Outras Receitas Correntes Receita de capital TOTAL DAS RECEITAS PREVIDENCIÁRIAS (I) Despesas Previdenciárias Administração Geral Despesas Correntes Despesas Capital Previdência Social Pessoal Civil Pessoal Militar Outras Despesas Previdenciários TOTAL DAS DESPESAS PREVIDENCIÁRIAS (II) III - RESULTADO PREVIDENCIÁRIO (I - II) (1.358) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) APORTES DE RECURSOS P/ O RPPS
244 Diretoria de Contabilidade e Gestão Fiscal Valores a Preços Constantes - dezembro / IPCA Receitas Previdenciárias TÍTULOS Tabela 6.22 Valores em R$ Milhares ANOS Receita de Contribuição Servidor Pessoal Civil Pessoal Militar Contribuição Patronal Pessoal Civil Pessoal Militar Receitas Patrimoniais Outras Receitas Correntes Receita de capital TOTAL DAS RECEITAS PREVIDENCIÁRIAS (I) Despesas Previdenciárias Administração Geral Despesas Correntes Despesas Capital Previdência Social Pessoal Civil Pessoal Militar Outras Despesas Previdenciários TOTAL DAS DESPESAS PREVIDENCIÁRIAS (II) III - RESULTADO PREVIDENCIÁRIO (I - II) (2.504) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) APORTES DE RECURSOS P/ O RPPS
245 Diretoria de Contabilidade e Gestão Fiscal V Demonstrativo do Resultado Primário O resultado primário representa a diferença entre as receitas e as despesas primárias. Sua apuração fornece uma melhor avaliação do impacto da política fiscal em execução pelo ente da Federação. Superávits primários, que são direcionados para o pagamento de serviços da dívida, contribuem para a redução do estoque total da dívida líquida. Em contrapartida, déficits primários indicam a parcela do aumento da dívida, resultante do financiamento de gastos não-financeiros que ultrapassam as receitas não-financeiras. Esse demonstrativo integra o RREO e sua publicação ocorre até trinta dias após o encerramento de cada bimestre. Se verificado, ao final de um bimestre, que a realização da receita poderá não comportar o cumprimento das metas de resultado primário ou nominal estabelecidas no Anexo de Metas Fiscais, os Poderes e o Ministério Público promoverão, por ato próprio e nos montantes necessários, nos trinta dias subseqüentes, limitação de empenho e movimentação financeira, segundo os critérios fixados pela Lei de Diretrizes Orçamentárias. Para fins de apuração do Resultado Primário, deverão ser computadas todas as receitas e despesas, incluindo as intraorçamentárias. No Demonstrativo do Resultado Primário Governo do Estado do Pará, as receitas e despesas primárias, são evidenciadas pelos seus respectivos saldos realizados até 31 de dezembro de cada ano. Além de computar todas as receitas e despesas, inclusive as intraorçamentárias, neste demonstrativo, efetuamos a dedução do FUNDEF / FUNDEB diretamente na linha da receita que originou a dedução, no caso de receitas do âmbito estadual é deduzida das Receitas Tributárias, e no caso das receitas transferidas da União as Transferências Correntes. O Resultado Primário positivo do Governo do Estado do Pará, observado na maioria dos anos, indica uma arrecadação de receitas maior do que os gastos realizados. Este excedente poderá ser destinado ao pagamento da dívida pública reduzindo o seu estoque. No Demonstrativo do Resultado Primário do Estado do Pará, nos últimos dez anos, verificamos que foram cumpridas a maioria das metas estabelecidas nas LDO s, com exceção do ano de 2006, que, mesmo com a antecipação de receitas do FPE e do IPI de janeiro de 2007 para dezembro desse ano, o tesouro fechou o exercício com déficit primário de R$ 60,6 milhões, quando a meta na LDO era de um superávit de R$ 75,5 milhões. O melhor desempenho de resultado primário foi o ano de 2008 que apresentou um superávit de R$ 471,855 milhões a preços constantes. Em seguida apresentamos, nas tabelas 6.23 e 6.24, o Demonstrativo do Resultado Primário do Governo do Estado do Pará, em valores a preços correntes e constantes. 244
246 Diretoria de Contabilidade e Gestão Fiscal RELATÓRIO RESUMIDO DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA DEMONSTRATIVO DO RESULTADO PRIMÁRIO ORÇAMENTOS FISCAL E DA SEGURIDADE SOCIAL PERÍODO DE REFERENCIA: 2000 A 2009 Tabela 6.23 Valores a Preços Correntes Valores em R$ Milhares TÍTULOS ANOS RECEITAS PRIMÁRIAS CORRENTES (I) Receita Tributária (Valor líq., deduzido da cont. ao FUNDEB) Receita de Contribuição Receita Patrimonial Líquida Transferências Correntes (Valor líq., deduzido da cont. ao FUNDEB) Demais Receitas Correntes RECEITAS DE CAPITAL (II) Operações de Crédito (III) Amortização de Empréstimos (IV) Alienação de Ativos (V) Transferências de Capital Outras Receitas de Capital RECEITAS PRIMÁRIAS DE CAPITAL (VI) = (II - III - IV - V) RECEITA PRIMÁRIA TOTAL (VII) = (I + VI) DESPESAS CORRENTES (VIII) Pessoal e Encargos Sociais Juros e Encargos da Dívida (IX) Outras Despesas Correntes DESPESAS PRIMÁRIAS CORRENTES (X) = (VIII - IX) DESPESAS DE CAPITAL (XI) Investimentos Inversões Financeiras Concessão de Empréstimos (XII) Aquisição de Título de Capital já Integralizado (XIII) 113 Demais Inversões Financeiras Amortização da Dívida (XIV) DESPESAS PRIMÁRIAS DE CAPITAL (XV) = (XI - XII - XIII - XIV) RESERVA DE CONTINGÊNCIA (XVI) RESERVA DO RPPS (XVII) DESPESA PRIMÁRIA TOTAL (XVIII) = (X+XV+XVI+XVII) RESULTADO PRIMÁRIO (XIX) = (VII - XVIII) (60.639) META DE RESULTADO PRIMÁRIO FIXADA NO ANEXO DE METAS FISCAIS DA LDO PARA O EXERCÍCIO DE REFERÊNCIA
247 Diretoria de Contabilidade e Gestão Fiscal Tabela 6.24 Valores a Preços Constantes - dezembro / IPCA Valores em R$ Milhares TÍTULOS ANOS RECEITAS PRIMÁRIAS CORRENTES (I) Receita Tributária (Valor líq., deduzido da cont. ao FUNDEB) Receita de Contribuição Receita Patrimonial Líquida Transferências Correntes (Valor líq., deduzido da cont. ao FUNDEB) Demais Receitas Correntes RECEITAS DE CAPITAL (II) Operações de Crédito (III) Amortização de Empréstimos (IV) Alienação de Ativos (V) Transferências de Capital Outras Receitas de Capital RECEITAS PRIMÁRIAS DE CAPITAL (VI) = (II - III - IV - V) RECEITA PRIMÁRIA TOTAL (VII) = (I + VI) DESPESAS CORRENTES (VIII) Pessoal e Encargos Sociais Juros e Encargos da Dívida (IX) Outras Despesas Correntes DESPESAS PRIMÁRIAS CORRENTES (X) = (VIII - IX) DESPESAS DE CAPITAL (XI) Investimentos Inversões Financeiras Concessão de Empréstimos (XII) Aquisição de Título de Capital já Integralizado (XIII) 113 Demais Inversões Financeiras Amortização da Dívida (XIV) DESPESAS PRIMÁRIAS DE CAPITAL (XV) = (XI - XII - XIII - XIV) RESERVA DE CONTINGÊNCIA (XVI) RESERVA DO RPPS (XVII) DESPESA PRIMÁRIA TOTAL (XVIII) = (X+XV+XVI+XVII) RESULTADO PRIMÁRIO (XIX) = (VII - XVIII) (70.893) META DE RESULTADO PRIMÁRIO FIXADA NO ANEXO DE METAS FISCAIS DA LDO PARA O EXERCÍCIO DE REFERÊNCIA
248 Diretoria de Contabilidade e Gestão Fiscal VI Demonstrativo do Resultado Nominal O objetivo da apuração do Resultado Nominal é medir a evolução da Dívida Fiscal Líquida. No bimestre, o resultado nominal representa a diferença entre o saldo da dívida fiscal líquida ao final do bimestre de referência e o saldo ao final do bimestre anterior. No exercício, o resultado nominal representa a diferença entre o saldo da dívida fiscal líquida acumulada até o final do bimestre de referência e o saldo em 31 de dezembro do exercício anterior ao de referência. Esse demonstrativo integra o RREO e sua publicação deve ocorrer até trinta dias após o encerramento de cada bimestre. O saldo da dívida fiscal líquida corresponde, ao saldo da dívida consolidada líquida somado às receitas de privatização, deduzidos os passivos reconhecidos, decorrentes de déficits ocorridos em exercícios anteriores. A dívida consolidada líquida corresponde ao saldo da dívida consolidada, deduzida do Ativo Disponível e dos Haveres Financeiros, líquidos dos Restos a Pagar Processados, conforme estabelece o art. 42 da LRF, em seu parágrafo único: "Na determinação da disponibilidade de caixa serão considerados os encargos e despesas compromissadas a pagar até o final do exercício". Eventuais garantias concedidas, bem como suas contragarantias, não são consideradas na dívida fiscal líquida. O estoque de precatórios anteriores a 5 de maio de 2000 também não compõe a dívida fiscal líquida. Se verificado, ao final de um bimestre, que a realização da receita poderá não comportar o cumprimento das metas de resultado primário ou nominal estabelecidas no Anexo de Metas Fiscais, os Poderes e o Ministério Público promoverão, por ato próprio e nos montantes necessários, nos trinta dias subseqüentes, limitação de empenho e movimentação financeira, segundo os critérios fixados pela Lei de Diretrizes Orçamentárias. No Demonstrativo do Resultado Nominal Governo do Estado do Pará, observa-se que a dívida consolidada, a preços constantes, registrou no final do exercício de 2009, o estoque de R$ 2,751 bilhões, inferior em R$ 213,282 milhões ao montante verificado no início da década, que era de R$ 2,964 bilhões; diante disso o coeficiente de endividamento do Estado está entre cinco mais baixos da Federação Brasileira. Em 2000 a relação dívida consolidada versus receita corrente líquida - RCL era de 0,69 e o endividamento líquido era de 0,57; em 2009 esses mesmos coeficientes registraram 0,34 e 0,24, ou seja, o menor grau de endividamento da série apresentada. È importante salientar que o limite estabelecido pela Lei Complementar nº 101, é de duas vezes a RCL, assim, por esse indicador, o Estado ainda poderia captar no mercado financeiro cerca de R$ 13,242 bilhões. No Demonstrativo do Resultado Nominal Governo do Estado do Pará relativo aos anos de 2005 a 2009 foram excluídos os valores referentes ao regime previdenciário do Estado (RPPS). Em seguida apresentamos, nas tabelas 6.25 e 6.26, o Demonstrativo do Resultado Nominal Governo do Estado do Pará, em valores a preços correntes e constantes. 247
249 Diretoria de Contabilidade e Gestão Fiscal RELATÓRIO RESUMIDO DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA DEMONSTRATIVO DO RESULTADO NOMINAL ORÇAMENTOS FISCAL E DA SEGURIDADE SOCIAL PERÍODO DE REFERENCIA: 2000 A 2009 Tabela 6.25 Valores a Preços Correntes Valores em R$ Milhares TÍTULOS ANOS DÍVIDA CONSOLIDADA (I) DEDUÇÕES (II) Ativo Disponível Haveres Financeiros (-) Restos a Pagar Processados DÍVIDA CONSOLIDADA LÍQUIDA (III)=(I-II) RECEITA DE PRIVATIZAÇÕES (IV) PASSIVOS RECONHECIDOS (V) DÍVIDA FISCAL LÍQUIDA (VI) = (III+IV-V) RESULTADO NOMINAL ( ) (34.411) ( ) ( ) (20.931) META DE RESULTADO NOMINAL FIXADA NO ANEXO DE METAS FISCAIS DA LDO P/ O EXERCÍCIO DE REFERÊNCIA VII - RECEITA CORRENTE LÍQUIDA VIII -ENDIVIDAMENTO CONSOLIDADO (I/VII) 0,69 0,64 0,72 0,66 0,65 0,52 0,48 0,42 0,37 0,34 IX -ENDIVIDAMENTO LÍQUIDO (III/VII) 0,57 0,50 0,67 0,61 0,61 0,46 0,44 0,35 0,28 0,24 Tabela 6.26 Valores a Preços Constantes - dezembro / IPCA Valores em R$ Milhares TÍTULOS ANOS DÍVIDA CONSOLIDADA (I) DEDUÇÕES (II) Ativo Disponível Haveres Financeiros (-) Restos a Pagar Processados DÍVIDA CONSOLIDADA LÍQUIDA (III)=(I-II) RECEITA DE PRIVATIZAÇÕES (IV) PASSIVOS RECONHECIDOS (V) DÍVIDA FISCAL LÍQUIDA (VI) = (III+IV-V) RESULTADO NOMINAL ( ) (44.793) ( ) ( ) (20.931) META DE RESULTADO NOMINAL FIXADA NO ANEXO DE METAS FISCAIS DA LDO P/ O EXERCÍCIO DE REFERÊNCIA VII - RECEITA CORRENTE LÍQUIDA VIII -ENDIVIDAMENTO CONSOLIDADO (I/VII) 0,69 0,64 0,72 0,66 0,65 0,52 0,48 0,42 0,37 0,34 IX -ENDIVIDAMENTO LÍQUIDO (III/VII) 0,57 0,50 0,67 0,61 0,61 0,46 0,44 0,35 0,28 0,24 248
250 Diretoria de Contabilidade e Gestão Fiscal VII Demonstrativo das Receitas de Operações de Crédito e Despesa de Capital O Demonstrativo das Receitas de Operações de Crédito e Despesas de Capital apresenta as receitas de operações de crédito comparadas com as despesas de capital líquidas, com a finalidade de demonstrar o cumprimento da Regra de Ouro, ou seja, a vedação constitucional da realização de receitas das operações de crédito excedentes ao montante das despesas de capital, ressalvadas as autorizadas mediante créditos suplementares ou especiais com finalidade precisa, aprovados pelo Poder Legislativo por maioria absoluta. Os recursos de operações de crédito serão considerados pelo total ingressado no exercício financeiro. Esse demonstrativo integra o RREO referente ao último bimestre do exercício e deverá ser publicado até trinta dias após o encerramento do exercício. Das despesas de capital serão deduzidas as realizadas sob a forma de empréstimo ou financiamento a contribuinte, com o intuito de promover incentivo fiscal, tendo por base tributo de competência do ente da Federação, se resultar na diminuição, direta ou indireta, do ônus do ente. Para fins da verificação do cumprimento da Regra de Ouro, deverão ser computadas todas as receitas e despesas, incluindo as intra-orçamentárias. Contudo, nesse demonstrativo, não é necessário segregar as receitas e despesas intra-orçamentárias das outras receitas e despesas. Especificam-se as operações de crédito relativas às receitas e às aplicações nas despesas de capital, não se computando aquelas que gerarem dupla contagem, deduzidas as restrições definidas em lei. No Demonstrativo das Receitas de Operações de Crédito e Despesa de Capital do Governo do Estado do Pará, as receitas de operações de crédito e despesas de capital, são evidenciadas pelos seus respectivos saldos anuais realizados até 31 de dezembro. O ano de maior resultado de apuração da regra de ouro, a preços constantes, foi 2008 (R$ 1,236 bilhões), ou seja, de utilização de receitas correntes para financiar despesas de capital. Já o ano de menor resultado foi 2007 (R$ 687,073 milhões). A seguir apresentamos, nas tabelas 6.27 e 6.28, o Demonstrativo das Receitas de Operações de Crédito e Despesa de Capital do Governo do Estado do Pará, em valores a preços correntes e constantes. 249
251 Diretoria de Contabilidade e Gestão Fiscal RELATÓRIO RESUMIDO DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA DEMONSTRATIVO DAS RECEITAS DE OPERAÇÕES DE CRÉDITO E DESPESA DE CAPITAL PERÍODO DE REFERENCIA: 2000 A 2009 Tabela 6.27 Valores a Preços Correntes Valores em R$ Milhares TÍTULOS ANOS RECEITAS DE OPERAÇÕES DE CRÉDITO (I) DESPESAS DE CAPITAL (-) INCENTIVOS FISCAIS A CONTRIBUINTE (-) INCENTIVOS FISCAIS A CONTRIBUINTE POR INSTITUIÇÕES FINANCEIRAS DESPESAS DE CAPITAL LÍQUIDA (II) RESULTADO PARA APURAÇÃO DA REGRA DE OURO (III) = (I - II) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) Tabela 6.28 Valores a Preços Constantes - dezembro / IPCA Valores em R$ Milhares TÍTULOS ANOS RECEITAS DE OPERAÇÕES DE CRÉDITO (I) DESPESAS DE CAPITAL (-) INCENTIVOS FISCAIS A CONTRIBUINTE (-) INCENTIVOS FISCAIS A CONTRIBUINTE POR INSTITUIÇÕES FINANCEIRAS DESPESAS DE CAPITAL LÍQUIDA (II) RESULTADO PARA APURAÇÃO DA REGRA DE OURO (III) = (I - II) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) 250
252 Diretoria de Contabilidade e Gestão Fiscal VII Demonstrativo das Receitas e Despesas com a Manutenção e Desenvolvimento do Ensino - MDE O Demonstrativo das Receitas e Despesas com Manutenção e Desenvolvimento do Ensino MDE apresenta os recursos públicos destinados à educação provenientes da receita resultante de impostos e das receitas vinculadas ao ensino, as despesas com a MDE por vinculação de receita, os acréscimos ou decréscimos nas transferências do Fundo Nacional de Desenvolvimento do Ensino Fundamental FUNDEF que atualmente foi transformado em Fundo de manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais de Educação FUNDEB, o cumprimento dos limites constitucionais e outras informações para controle financeiro. A apresentação deste demonstrativo está prevista no ordenamento jurídico. O art. 72 da Lei nº 9.394/96, Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional LDB prevê a publicação nos relatórios expressos na Constituição. O art. 165 da Constituição determina a publicação até trinta dias após o encerramento de cada bimestre do RREO. Adicionalmente, o art. 52 da LRF, reafirma o prazo de publicação e informa a sua abrangência. Também constitui fator determinante para a elaboração do demonstrativo, o disposto no art. 25, 1º, inciso IV, alínea b, da LRF, que determina, como condição para o recebimento de Transferências Voluntárias por parte do ente da Federação, o cumprimento dos limites constitucionais relativos à educação e à saúde. A União aplicará, anualmente, em MDE, nunca menos de dezoito por cento, e os Estados, o Distrito Federal e os Municípios vinte e cinco por cento, no mínimo, da receita resultante de impostos, compreendida a proveniente de transferências. Portanto, a observação quanto ao cumprimento do limite mínimo é anual. A distribuição dos recursos e de responsabilidades entre o Distrito Federal, os Estados e seus Municípios é assegurada mediante a criação, no âmbito de cada Estado e do Distrito Federal, do FUNDEB, que anteriormente era denominado FUNDEF, de natureza contábil. Proporção não inferior a 60% (sessenta por cento) desses fundos será destinada ao pagamento dos profissionais do magistério da educação fundamental e básica em efetivo exercício. Os fundos de cada Estado e do Distrito Federal serão constituídos por 20% (vinte por cento) das seguintes receitas: a) produto da arrecadação do imposto sobre transmissão causa mortis e doações ITCD; b) produto da arrecadação do imposto sobre operações relativas à circulação de mercadorias e prestação de serviços ICMS (inclusive o valor recebido a título de transferências financeiras da Lei Complementar nº 87, de 13 de setembro de 1996, que dispõe sobre ICMS); c) produto da arrecadação do imposto sobre a propriedade de veículos automotores IPVA; d) parcela do produto da arrecadação do imposto que a União eventualmente instituir no exercício da sua competência tributária residual destinada ao Distrito Federal e aos Estados; e) parcela do produto da arrecadação do imposto sobre a propriedade territorial rural ITR destinada aos Municípios; f) parcelas do produto da arrecadação do imposto sobre rendas e proventos de qualquer natureza IR e do imposto sobre produtos industrializados IPI devidas ao Fundo de Participação dos 251
253 Diretoria de Contabilidade e Gestão Fiscal Estados e do Distrito Federal FPE e ao Fundo de Participação dos Municípios FPM; g) parcela do IPI devida aos Estados e ao Distrito Federal proporcionalmente às respectivas exportações de produtos industrializados; e h) receitas da dívida ativa tributária relativa aos impostos acima mencionados, bem como juros e multas eventualmente incidentes. Os recursos serão distribuídos entre cada Estado, seus Municípios e o Distrito Federal, proporcionalmente ao número de alunos das diversas etapas e modalidades da educação básica presencial, matriculados nas respectivas redes, nos respectivos âmbitos de atuação. De acordo com a Portaria STN / SOF nº 2, de 8 de agosto de 2007, que aprova a 4ª edição do Manual de Procedimentos das Receitas Públicas, os valores relativos aos recursos que compõem a base de cálculo referente à formação de cada FUNDEB deverão ser registrados em contas contábeis retificadoras de cada uma das receitas orçamentárias, criadas especificamente para esse fim. Não poderá ser deduzida da base de cálculo das receitas, para fins de apuração dos percentuais de aplicação em Manutenção e Desenvolvimento do Ensino, qualquer parcela de receita vinculada ao Fundo de Combate à Pobreza, ou qualquer outra parcela de receita vinculada a fundo ou despesa. A União complementará os recursos de cada FUNDEB, sempre que, em cada Estado e no Distrito Federal, o valor por aluno não alcançar o mínimo definido nacionalmente. No Demonstrativo das Receitas e Despesas com Manutenção e Desenvolvimento do Ensino MDE do Governo do Estado do Pará, as receitas resultantes de impostos, as despesas vinculadas ao ensino e os resultados líquidos do FUNDEF / FUNDEB, são evidenciados pelos seus saldos anuais de realização até 31 de dezembro de cada exercício. No Governo do Estado do Pará o ano em que se apurou a maior despesa vinculada ao ensino, somada a perda no FUNDEB, a preços constantes, foi 2008 (R$ 1,762 bilhões), neste mesmo ano, a receita resultante de impostos teve, também, o melhor desempenho (R$ 7,050 bilhões). O ano 2000 foi quem apresentou os menores resultados, com uma despesa vinculada de R$ 1,100 bilhões e receita resultante de R$ 3,793 bilhões, no entanto, este mesmo ano apresentou o maior percentual de realização do limite constitucional 29,02%. Foi em 2006 que o resultado líquido do FUNDEF / FUNDEB apresentou a maior perda (R$ 526,126 milhões). A seguir apresentamos, nas tabelas 6.29 e 6.30, o Demonstrativo das Receitas e Despesas com Manutenção e Desenvolvimento do Ensino MDE do Governo do Estado do Pará, em valores a preços correntes e constantes. 252
254 Diretoria de Contabilidade e Gestão Fiscal RELATÓRIO RESUMIDO DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA DEMONSTRATIVO DAS RECEITAS E DESPESAS COM MANUTENÇÃO E DESENVOLVIMENTO DO ENSINO - MDE ORÇAMENTOS FISCAL E DA SEGURIDADE SOCIAL PERÍODO DE REFERÊNCIA: 2000 A 2009 Tabela 6.29 Valores a Preços Correntes Valores em R$ Milhares TÍTULOS ANOS RECEITA RESULTANTE DE IMPOSTOS Receitas de Impostos Receitas de Transferências Constitucionais e Legais (-) Transferências Constitucionais RECEITAS VINCULADAS AO ENSINO (III) TOTAL DAS RECEITAS DESPESAS COM MANUTENÇÃO E DESENVOLVIMENTO DO ENSINO POR VINCULAÇÃO DESPESAS VINCULADAS AS RECEITAS RESULTANTES DE IMPOSTOS DESPESAS VINCULADAS AO FUNDEF / FUNDEB Remuneração dos Profissionais do Magistério Outras Despesas no Ensino TOTAL DAS DESPESAS COM O ENSINO PERDA NAS TRANSFERÊNCIAS DO FUNDEF / FUNDEB COMPENSAÇÃO DE RESTOS A PAGAR CANCELADOS TOTAL CONSIDERADO P/ FINS LIMITE CONSTITUCIONAL PARTICIPAÇÃO DAS DESPESAS COM O ENSINO NAS RECEITAS CORRESPONDENTES (%) DESPESAS COM MANUTENÇÃO E DESENVOLVIMENTO DO ENSINO EM RELAÇÃO ÀS RECEITAS RESULTANTES DE IMPOSTOS - LIMITE CONSTITUCIONAL 25% 29,02 28,88 27,84 25,00 25,14 25,07 25,22 25,04 25,00 26,09 253
255 Diretoria de Contabilidade e Gestão Fiscal Tabela 6.30 Valores a Preços Constantes - dezembro / IPCA Valores em R$ Milhares TÍTULOS ANOS RECEITA RESULTANTE DE IMPOSTOS Receitas de Impostos Receitas de Transferências Constitucionais e Legais (-) Transferências Constitucionais RECEITAS VINCULADAS AO ENSINO (III) TOTAL DAS RECEITAS DESPESAS COM MANUTENÇÃO E DESENVOLVIMENTO DO ENSINO POR VINCULAÇÃO DESPESAS VINCULADAS AS RECEITAS RESULTANTES DE IMPOSTOS DESPESAS VINCULADAS AO FUNDEF / FUNDEB Remuneração dos Profissionais do Magistério Outras Despesas no Ensino TOTAL DAS DESPESAS COM O ENSINO PERDA NAS TRANSFERÊNCIAS DO FUNDEF / FUNDEB COMPENSAÇÃO DE RESTOS A PAGAR CANCELADOS TOTAL CONSIDERADO P/ FINS LIMITE CONSTITUCIONAL PARTICIPAÇÃO DAS DESPESAS COM O ENSINO NAS RECEITAS CORRESPONDENTES (%) DESPESAS COM MANUTENÇÃO E DESENVOLVIMENTO DO ENSINO EM RELAÇÃO ÀS RECEITAS RESULTANTES DE IMPOSTOS - LIMITE CONSTITUCIONAL 25% 29,02 28,88 27,84 25,00 25,14 25,03 25,22 25,04 25,00 26,09 254
256 Diretoria de Contabilidade e Gestão Fiscal VII Demonstrativo da Receita de Impostos Líquida e das Despesas Próprias com Ações e Serviços de Saúde O Demonstrativo da Receita de Impostos Líquida das Despesas Próprias com Ações e Serviços Públicos de Saúde, aplicado aos Estados, a o Distrito Federal e aos Municípios, apresenta a receita de impostos líquida e as transferências constitucionais e legais; as despesas com saúde por grupo de natureza da despesa e por subfunção; as transferências de recursos do Sistema Único de Saúde SUS, provenientes de outros entes federados, e a participação das despesas com saúde na receita de impostos líquida e transferências constitucionais e legais, com a finalidade de demonstrar o cumprimento da aplicação dos recursos mínimos, nas ações e serviços públicos de saúde de acesso universal, previstos na Constituição. Esse demonstrativo deve ser apresentado, tendo em vista a necessidade de apuração devida ao disposto no 2º, do artigo 198, da Constituição, o qual determina que a União, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios terão, anualmente, aplicações mínimas de recursos públicos em ações e serviços públicos de saúde. Os limites mínimos estão estabelecidos no artigo 77, do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias ADCT. Também constitui fator determinante para a elaboração do demonstrativo, o disposto no artigo 25, 1º, inciso IV, alínea b, da LRF, que determina como condição para o recebimento de Transferências Voluntárias por parte do ente da Federação, o cumprimento dos limites constitucionais relativos à educação e à saúde. A parcela dos impostos transferidas pelos Estados aos respectivos Municípios, referente à repartição do ICMS, IPI Exportação e IPVA, deverá ser deduzida da base de cálculo da receita para efeito de apuração do cumprimento dos limites mínimos constitucionalmente estabelecidos. Esse demonstrativo integra o RREO para verificação do cumprimento do disposto na LRF e deverá ser publicado até trinta dias após o encerramento do 3º e 6º bimestres. No Demonstrativo da Receita de Impostos Líquida das Despesas Próprias com Ações e Serviços Públicos de Saúde do Governo do Estado do Pará, as receitas resultantes de impostos e as despesas com saúde, são evidenciadas pelos seus montantes anuais de realização até 31 de dezembro de cada exercício. Não apresentamos os valores do ano de 2000, em conseqüência da efetiva entrada em vigor da Emenda Constitucional nº 29, de 13/09/2000, que estabelece os recursos mínimos para o financiamento das ações e serviços públicos de saúde, a qual se deu somente a partir de Os percentuais mínimos considerados para fins de limites constitucionais, nos anos de 2001 a 2003, foram respectivamente: 8%; 9%; e 10%. No Estado do Pará o ano em que apresentou a maior despesa com ações e serviços públicos de saúde, a preços constantes, foi 2008 (R$ 875,205 milhões), neste mesmo ano, a receita resultante de impostos teve, também, o melhor desempenho (R$ 7,050 bilhões). O ano 2001 foi quem apresentou os menores resultados, com uma despesa de R$ 375,697 milhões e receita resultante de R$ 4,230 bilhões. A seguir apresentamos, nas tabelas 6.31 e 6.32, o Demonstrativo da Receita de Impostos Líquida das Despesas Próprias com Ações e Serviços Públicos de Saúde do Governo do Estado do Pará, em valores a preços correntes e constantes. 255
257 Diretoria de Contabilidade e Gestão Fiscal RELATÓRIO RESUMIDO DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA DEMONSTRATIVO DA RECEITA DE IMPOSTOS LÍQUIDA E DAS DESPESAS PRÓPRIAS COM AÇÕES E SERVIÇOS DE SAÚDE ORÇAMENTOS FISCAL E DA SEGURIDADE SOCIAL PERÍODO DE REFERENCIA: 2000 A 2009 Tabela 6.31 Valores a Preços Correntes Valores em R$ Milhares TÍTULOS ANOS RECEITA RESULTANTE DE IMPOSTOS Receitas de Impostos Receitas de Transferências Constitucionais e Legais (-) Transferências Constitucionais TOTAL DESPESAS PRÓPRIAS COM AÇÕES E SERV. PÚBLICOS DE SAÚDE DESPESAS COM SAÚDE (-) DESPESAS COM INATIVOS E PENSIONISTAS (-) DESPESAS CUSTEADAS COM OUTROS RECURSOS DESTINADOS À SAÚDE (-) DESP.C/SAUDE QUE NÃO CARACTERIZA ACESSO UNIVERSAL PELO TCE/PA (+) DESP.C/SAUDE AMORTIZ. DÍVIDA SAÚDE NA FUNCÃO "ENCARGOS ESPECIAIS" (-) R P INSCR NO EXERC S/ DISPONIB FINANC DE RECURSOS PRÓPRIOS VINCULADOS¹ (+) REPASSES PREV. CONT. PATRONAL DOS SERV. DA AREA DA SAÚDE QUE CARACT. ACESSO UNIVERSAL TOTAL DAS DESP PRÓP C/ AÇÕES E SERVIÇOS PÚBLICOS DE SAÚDE COMPENSAÇÃO DE RESTOS A PAGAR CANCELADOS TOTAL DAS DESP CONSIDERADAS C/ A SAÚDE PARTICIPAÇÃO DAS DESPESAS COM A SAÚDE NAS RECEITAS CORRESPONDENTES (%) TOTAL CONSIDERADO P/ FINS LIMITE CONSTITUCIONAL -12% 8,88 9,54 10,31 12,05 12,42 12,19 12,02 12,39 12,06 256
258 Diretoria de Contabilidade e Gestão Fiscal Tabela 6.32 Valores a Preços Constantes - dezembro / IPCA Valores em R$ Milhares TÍTULOS ANOS RECEITA RESULTANTE DE IMPOSTOS Receitas de Impostos Receitas de Transferências Constitucionais e Legais (-) Transferências Constitucionais TOTAL DESPESAS PRÓPRIAS COM AÇÕES E SERV. PÚBLICOS DE SAÚDE DESPESAS COM SAÚDE (-) DESPESAS COM INATIVOS E PENSIONISTAS (-) DESPESAS CUSTEADAS COM OUTROS RECURSOS DESTINADOS À SAÚDE (-) DESP.C/SAUDE QUE NÃO CARACTERIZA ACESSO UNIVERSAL PELO TCE/PA (+) DESP.C/SAUDE AMORTIZ. DÍVIDA SAÚDE NA FUNCÃO "ENCARGOS ESPECIAIS" (-) R P INSCR NO EXERC S/ DISPONIB FINANC DE RECURSOS PRÓPRIOS VINCULADOS¹ (+) REPASSES PREV. CONT. PATRONAL DOS SERV. DA AREA DA SAÚDE QUE CARACT. ACESSO UNIVERSAL TOTAL DAS DESP PRÓP C/ AÇÕES E SERVIÇOS PÚBLICOS DE SAÚDE COMPENSAÇÃO DE RESTOS A PAGAR CANCELADOS TOTAL DAS DESP CONSIDERADAS C/ A SAÚDE PARTICIPAÇÃO DAS DESPESAS COM A SAÚDE NAS RECEITAS CORRESPONDENTES (%) TOTAL CONSIDERADO P/ FINS LIMITE CONSTITUCIONAL -12% 8,88 9,54 10,31 12,05 12,42 12,19 12,02 12,39 12,06 257
259 Diretoria de Contabilidade e Gestão Fiscal Relatório de Gestão Fiscal - RGF A LRF estabelece que ao final de cada quadrimestre será emitido Relatório de Gestão Fiscal pelos titulares dos Poderes e órgãos. Estão obrigados a emitir o Relatório de Gestão Fiscal a União, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios, estando compreendido, na esfera estadual, o Poder Legislativo (incluído o Tribunal de Contas do Estado), o Poder Judiciário, o Poder Executivo e o Ministério Público dos Estados. Para fins de emissão do Relatório de Gestão Fiscal, no caso específico dos Estados, entende-se como órgão: a) o Ministério Público; b) a Assembléia Legislativa e os Tribunais de Contas do Poder Legislativo Estadual; c) Tribunal de Contas do Município, quando houver; e d) o Tribunal de Justiça dos Estados. O Relatório de Gestão Fiscal dos Poderes e órgãos abrange administração direta, autarquias, fundações, fundos, empresas públicas e sociedades de economia mista, incluindo os recursos próprios, consignados nos orçamentos fiscal e da seguridade social, para manutenção de suas atividades, excetuadas aquelas empresas que recebem recursos exclusivamente para aumento de capital oriundos de investimentos do respectivo ente. A LRF determina que o relatório deverá ser publicado e disponibilizado ao acesso público, inclusive em meios eletrônicos, até trinta dias após o encerramento de cada quadrimestre correspondente. I Demonstrativo da Despesa com Pessoal O Demonstrativo da Despesa com Pessoal é parte integrante do RGF e visa à transparência da despesa com pessoal de cada um dos Poderes e órgãos com autonomia administrativo-orçamentáriofinanceira conferida na forma da Constituição, notadamente quanto à adequação aos limites de que trata a LRF. Deverá ser elaborado pelos Poderes e órgãos com poder de autogoverno, tais como o Poder Executivo, os órgãos dos Poderes Legislativo e Judiciário, o Tribunal de Contas e o Ministério Público. Esse demonstrativo deverá compor também o Relatório de Gestão Fiscal Consolidado, a ser elaborado e publicado pelo Poder Executivo até 30 dias após a divulgação do relatório do último quadrimestre do exercício. A LRF determina que o RGF deverá ser emitido quadrimestralmente e disponibilizado ao acesso público, inclusive em meios eletrônicos, até trinta dias após o encerramento do quadrimestre correspondente. A despesa total com pessoal compreende o somatório dos gastos do ente da Federação com ativos, inativos e pensionistas, deduzidos (não computadas) apenas as seguintes despesas com pessoal, desde que tenham sido inicialmente consideradas: a) indenizações por Demissão e com Programas de Incentivos à Demissão Voluntária; b) decorrentes de decisão judicial da competência de período anterior ao da apuração; c) demais despesas da competência de período anterior ao da apuração Despesas de Exercícios Anteriores; e 258
260 Diretoria de Contabilidade e Gestão Fiscal d) com inativos, considerando-se também os pensionistas, ainda que por intermédio de fundo específico, custeadas com recursos vinculados. Não poderão ser deduzidos: a) as despesas com pessoal inativo e pensionista, custeadas com recursos não vinculados; b) os valores transferidos a outro ente da Federação para fins da compensação financeira de que trata o 9º do art. 201 da Constituição, uma vez que esses valores não são computados como despesas de pessoal. Em contrapartida, os valores recebidos decorrentes dessa transferência poderão ser deduzidos pelo ente recebedor quando utilizados para o pagamento de inativos e pensionistas; c) o Imposto de Renda Retido na Fonte, o qual faz parte da remuneração dos servidores. A despesa com pessoal ativo, inativo e pensionista de cada um dos Poderes e órgãos com autonomia administrativoorçamentário-financeira, em cada período de apuração, não poderá exceder os limites percentuais da Receita Corrente Líquida RCL previstos na LRF. A Lei de Diretrizes Orçamentárias de cada ente não tem poderes para estabelecer limites superiores aos estatuídos pela lei complementar prevista constitucionalmente como o instrumento para fazê-lo. Assim, na hipótese de descumprimento, o respectivo Poder ou órgão terá o prazo de até dois quadrimestres para a adoção de medidas saneadoras visando à recondução ao limite. O não cumprimento dos limites e a falta de medidas saneadoras, nos prazos e condições estabelecidos em lei, podem sujeitar o titular do Poder ou órgão às punições previstas em Lei. No Demonstrativo da Despesa com Pessoal do Governo do Estado do Pará, as despesas líquidas de pessoal, estão demonstradas pelos seus saldos de realização até 31 de dezembro de cada exercício. Nos valores relativos as despesas líquidas de pessoal, em todos os Poderes, não foi computada a dedução do Imposto de Renda Retido na Fonte IRRF, conforme definição dada na Resolução TCE / PA nº , de 14/08/2003. Também, conforme Resolução TCE / PA nº , de 10/12/2009, a partir do exercício de 2009, o Ministério Público de Contas e o Ministério Público junto ao Tribunal de Contas dos Municípios passaram a integrar o Poder Legislativo estadual, e os percentuais para limites de gastos com pessoal sobre a RCL são os seguintes: Poder Executivo (48,60%); Poder Judiciário (6%); Poder Legislativo (3,40%); e Ministério Público Estadual (2%). No governo do Estado do Pará o ano que apresentou maior percentual de despesa com pessoal consolidado em relação a RCL foi 2007 (55,29%), no Poder Executivo o mesmo fato ocorreu em 2007 (45,89%), já no Poder Legislativo e Ministério Público foi em 2000 (4,17% e 2,72%) e no Poder Judiciário foi em 2001 (4,63%). O ano de 2009, a preços constantes, foi o que apresentou maior despesa liquida com pessoal (R$ 4,396 bilhões). A seguir apresentamos, nas tabelas 6.33 e 6.34, o Demonstrativo da Despesa com Pessoal do Governo do Estado do Pará, em valores a preços correntes e constantes. 259
261 Diretoria de Contabilidade e Gestão Fiscal Valores a Preços Correntes DESPESAS DE PESSOAL RELATÓRIO DE GESTÃO FISCAL DEMONSTRATIVO DA DESPESA COM PESSOAL PERÍODO DE REFERÊNCIA: 2000 A 2009 Tabela TOTAL % TOTAL % TOTAL % TOTAL % TOTAL % TOTAL % TOTAL % TOTAL % TOTAL % TOTAL % PODER EXECUTIVO DESPESA LÍQUIDA DE PESSOAL (I) , , , , , , , , , ,56 PODER LEGISLATIVO DESPESA LÍQUIDA DE PESSOAL (II) , , , , , , , , , ,55 PODER JUDICIÁRIO DESPESA LÍQUIDA DE PESSOAL (III) , , , , , , , , , ,91 MINISTÉRIO PÚBLICO DESPESA LÍQUIDA DE PESSOAL (IV) , , , , , , , , , ,96 DESPESA LÍQUIDA TOTAL (I+II+III+IV) , , , , , , , , , ,98 RECEITA CORRENTE LÍQUIDA - RCL LIMITE PRUDENCIAL (57%) LIMITE LEGAL (60%) Valores a Preços Constantes - dezembro / IPCA DESPESAS DE PESSOAL Tabela TOTAL % TOTAL % TOTAL % TOTAL % TOTAL % TOTAL % TOTAL % TOTAL % TOTAL % TOTAL % PODER EXECUTIVO DESPESA LÍQUIDA DE PESSOAL (I) , , , , , , , , , ,56 PODER LEGISLATIVO DESPESA LÍQUIDA DE PESSOAL (II) , , , , , , , , , ,55 PODER JUDICIÁRIO DESPESA LÍQUIDA DE PESSOAL (III) , , , , , , , , , ,91 MINISTÉRIO PÚBLICO DESPESA LÍQUIDA DE PESSOAL (IV) , , , , , , , , , ,96 DESPESA LÍQUIDA TOTAL (I+II+III+IV) , , , , , , , , , ,98 RECEITA CORRENTE LÍQUIDA - RCL LIMITE PRUDENCIAL (57%) LIMITE LEGAL (60%)
262 Diretoria de Contabilidade e Gestão Fiscal II Demonstrativo da Dívida Consolida Líquida - DCL O DCL compõe apenas o RGF do Poder Executivo e abrange todos os Poderes da União, dos Estados, Distrito Federal e dos Municípios. A LRF determina que o RGF deverá ser emitido quadrimestralmente e disponibilizado ao acesso público, inclusive em meios eletrônicos, até trinta dias após o encerramento do período a que corresponder. O detalhamento, a forma e a metodologia de apuração da DCL visam assegurar a transparência das obrigações contraídas pelos entes da Federação e verificar os limites de endividamento de que trata a lei e outras informações relevantes. Para assegurar a transparência da gestão fiscal e a prevenção de riscos preconizados na LRF, são ainda evidenciadas, neste demonstrativo, outras obrigações do ente que causam impacto em sua situação econômico-financeira. Muito embora essas obrigações, tais como os precatórios anteriores a 05/05/2000 e as insuficiências financeiras, não estejam incluídas no conceito de dívida consolidada segundo os critérios estabelecidos na legislação vigente, foram incorporados no presente demonstrativo. Outro aspecto relevante tratado nesse demonstrativo diz respeito ao critério para apuração das disponibilidades financeiras para efeito de cálculo da Dívida Consolidada Líquida. Neste caso, devem ser deduzidos, do somatório do Ativo Disponível e Haveres Financeiros, os valores inscritos em Restos a Pagar Processados, conforme estabelece o art. 42 da LRF, em seu parágrafo único. A Dívida Consolidada DC ou fundada é o montante total, apurado sem duplicidade, das obrigações financeiras do ente da Federação, assumidas em virtude de leis, contratos, convênios ou tratados e da realização de operações de crédito, para amortização em prazo superior a doze meses, nos termos do art. 29 da LRF. Para todos os fins, o conceito de endividamento utilizado na apuração dos respectivos limites, com base na Receita Corrente Líquida, deverá ser o da Dívida Consolidada Líquida. O não cumprimento dos limites e a falta de medidas saneadoras, nos prazos e condições estabelecidos em lei, podem sujeitar o titular do Poder ou órgão às punições previstas em Lei. Os limites de endividamento são os estabelecidos pela Resolução nº 40/2001 do Senado Federal. Os entes que ultrapassarem os respectivos limites de endividamento, ao final de um quadrimestre, deverão retornar a esse limite até o término dos três quadrimestres seguintes, eliminando o excedente em pelo menos 25% no primeiro período. No Demonstrativo da Divida Consolidada Líquida do Governo do Estado do Pará, o estoque da dívida consolidada e respectivas deduções, estão evidenciadas pelos seus saldos acumulados até 31 de dezembro de cada exercício financeiro. Na DCL relativa aos anos de 2005 a 2009 foram excluídos os valores referentes ao regime previdenciário do Estado (RPPS). No Governo do Estado do Pará o ano que apresentou maior percentual de DC e DCL em relação a RCL foi 2002 (71,91% e 66,72%). O ano de 2002, a preços constantes, foi o que apresentou maior estoque de DC (R$ 3,668 bilhões) e DCL (R$ 3,403 bilhões), e o menor estoque ocorreu em 2009 (R$ 2,751 bilhões) de DC e (R$ 1,907 bilhão) de DCL. A seguir apresentamos, nas tabelas 6.35 e 6.36, o Demonstrativo da Divida Consolidada Líquida do Governo do Estado do Pará, em valores a preços correntes e constantes. 261
263 Diretoria de Contabilidade e Gestão Fiscal Valores a Preços Correntes RELATÓRIO DE GESTÃO FISCAL DEMONSTRATIVO DA DÍVIDA CONSOLIDADE LÍQUIDA ORÇAMENTOS FISCAL E DA SEGURIDADE SOCIAL PERÍODO DE REFERENCIA: 2000 A 2009 Tabela 6.35 Valores em R$ Milhares ESPECIFICAÇÃO ANOS DÍVIDA CONSOLIDADA (I) DEDUÇÕES (II) Ativo Disponível Haveres Financeiros (-) Restos a Pagar DÍVIDA CONSOLIDADA LÍQUIDA (DCL) (III) = (I - II) RECEITA CORRENTE LÍQUIDA - RCL % da DC sobre a RCL ( I / RCL ) 69,48 64,47 71,91 65,57 64,88 52,05 48,12 41,78 36,78 34,41 % da DCL sobre a RCL ( III / RCL ) 56,81 50,38 66,72 60,55 60,96 46,00 43,58 34,51 28,26 23,85 LIMITE DEFINIDO POR RESOLUÇÃO DO SENADO FEDERAL - 200,00% sobre a RCL Tabela 6.36 Valores a Preços Constantes - dezembro / IPCA Valores em R$ Milhares ESPECIFICAÇÃO ANOS DÍVIDA CONSOLIDADA (I) DEDUÇÕES (II) Ativo Disponível Haveres Financeiros (-) Restos a Pagar DÍVIDA CONSOLIDADA LÍQUIDA (DCL) (III) = (I - II) RECEITA CORRENTE LÍQUIDA - RCL % da DC sobre a RCL ( I / RCL ) 69,48 64,47 71,91 65,57 64,88 52,05 48,12 41,78 36,78 34,41 % da DCL sobre a RCL ( III / RCL ) 56,81 50,38 66,72 60,55 60,96 46,00 43,58 34,51 28,26 23,85 LIMITE DEFINIDO POR RESOLUÇÃO DO SENADO FEDERAL - 200,00% sobre a RCL
264 Diretoria de Contabilidade e Gestão Fiscal III Demonstrativo das Garantias e Contragarantias de Valores O Demonstrativo das Garantias e Contragarantias de Valores compõe apenas o RGF do Poder Executivo e abrange as Garantias e Contragarantias de Valores, prestadas a terceiros, de cada ente da respectiva esfera de governo Federal, Estadual ou Municipal. O mesmo deverá ser emitido quadrimestralmente até trinta dias após o encerramento do período a que corresponder. Este demonstrativo visa a assegurar a transparência das garantias oferecidas a terceiros por ente da Federação e verificar os limites de que trata a LRF, bem como das contragarantias vinculadas, decorrentes das operações de crédito internas e externas. Concessão de garantia é o compromisso de adimplência de obrigação financeira ou contratual assumida por ente da Federação ou entidade a ele vinculada. Os entes poderão conceder garantia em operações de crédito internas ou externas, observado o disposto na LRF e nas Resoluções do Senado nº 40 e 43, de 2001, e nº 48, de 2007, e suas alterações posteriores. A garantia estará condicionada ao oferecimento de contragarantia, em valor igual ou superior ao da garantia a ser concedida, e à adimplência da entidade que a pleitear, relativamente a suas obrigações junto ao garantidor e às entidades por este controladas. No caso de operação de crédito junto a organismo financeiro internacional ou a instituição federal de crédito e fomento para o repasse de recursos externos, a União só prestará garantia a ente que atenda, além da contragarantia citada anteriormente, as exigências legais para o recebimento de transferências voluntárias. É nula a garantia concedida acima dos limites fixados pelo Senado Federal. Quando honrarem dívida de outro ente, em razão de garantia prestada, a União e os Estados poderão condicionar as transferências constitucionais ao ressarcimento daquele pagamento. O ente da Federação, cuja dívida tiver sido honrada pela União ou por Estado, em decorrência de garantia prestada em operação de crédito, terá suspenso o acesso a novos créditos ou financiamentos até a total liquidação da mencionada dívida. O não cumprimento dos limites e a falta de medidas saneadoras, nos prazos e condições estabelecidos em lei, podem sujeitar o titular do Poder ou órgão às punições citadas em normas legais. No Demonstrativo das Garantias e Contragarantias de Valores do Governo do Estado do Pará, os valores dos beneficiários de garantias informados, estão evidenciados pelos seus saldos até 31 de dezembro de cada ano. A partir do exercício de 2002, a Companhia de Habitação do Estado do Pará COHAB, passou a integrar os orçamentos fiscal e da seguridade social, com isso ela passou a ser considerada empresa estatal dependente deixando de constar no demonstrativo. No Governo do Estado do Pará o ano que apresentou maior percentual de garantias concedidas em relação a RCL foi o de 2000 (14,10%), e o de menor percentual foi 2009 (1,13%). A seguir apresentamos, nas tabelas 6.37 e 6.38, o Demonstrativo das Garantias e Contragarantias de Valores do Governo do Estado do Pará, em valores a preços correntes e constantes. 263
265 Diretoria de Contabilidade e Gestão Fiscal GOVERNO DO ESTADO DO PARÁ RELATÓRIO DE GESTÃO FISCAL DEMONSTRATIVO DAS GARANTIAS E CONTRAGARANTIAS DE VALORES ORÇAMENTOS FISCAL E DA SEGURIDADE SOCIAL PERÍODO DE REFERENCIA: 2000 A 2009 Tabela 6.37 Valores a Preços Correntes Valores em R$ Milhares GARANTIAS CONCEDIDAS BENEFICIÁRIOS COSANPA - Companhia de Saneamento do Pará COHAB - Companhia de Habitação do Pará REDE CELPA - Centrais Elétricas do Pará TOTAL GARANTIAS CONCEDIDAS RECEITA CORRENTE LÍQUIDA - RCL % do TOTAL DAS GARANTIAS sobre a RCL 14,10 13,33 10,49 7,52 5,44 3,63 2,60 1,76 1,75 1,13 LIMITE DEFINIDO POR RESOLUÇÃO DO SENADO FEDERAL - 22,00% Tabela 6.38 Valores a Preços Constantes - dezembro / IPCA Valores em R$ Milhares GARANTIAS CONCEDIDAS BENEFICIÁRIOS COSANPA - Companhia de Saneamento do Pará COHAB - Companhia de Habitação do Pará REDE CELPA - Centrais Elétricas do Pará TOTAL GARANTIAS CONCEDIDAS RECEITA CORRENTE LÍQUIDA - RCL % do TOTAL DAS GARANTIAS sobre a RCL 14,10 13,33 10,49 7,52 5,44 3,63 2,60 1,76 1,75 1,13 LIMITE DEFINIDO POR RESOLUÇÃO DO SENADO FEDERAL - 22,00%
266 Diretoria de Contabilidade e Gestão Fiscal IV Demonstrativo das Operações de Crédito O Demonstrativo das Operações de Crédito compõe apenas o RGF do Poder Executivo e abrange as operações de crédito internas e externas, inclusive por antecipação da receita, de cada ente da respectiva esfera de governo (Federal, Estadual ou Municipal). O mesmo deverá ser emitido quadrimestralmente, até trinta dias após o encerramento do período a que corresponder. Este demonstrativo visa a assegurar a transparência das operações de crédito efetuadas pelo ente da Federação, discriminando-as em face de sua relevância à luz da legislação aplicável, e a verificar os limites de que trata a LRF e as Resoluções do Senado Federal. A LRF define de forma exemplificativa o conceito de operação de crédito, que corresponde ao compromisso financeiro assumido em razão de mútuo, abertura de crédito, emissão e aceite de título, aquisição financiada de bens, recebimento antecipado de valores provenientes da venda a termo de bens e serviços, arrendamento mercantil e outras operações assemelhadas, inclusive com o uso de derivativos financeiros. Dentre as características comuns a todas as operações de crédito, destacam-se: a) o fato de envolverem sempre o reconhecimento, por parte do setor público, de um passivo real ou potencial que equivale a um aumento do endividamento público com reflexos para o montante da dívida consolidada do ente; b) a assunção de risco de não adimplemento de obrigações que, em geral, materializa-se na forma de cobrança de juros explícitos ou implícitos, deságio e demais encargos financeiros, os quais se somarão ao valor original da dívida; e c) o diferimento no tempo, uma vez que, em regra, as operações de crédito envolvem o recebimento de recursos financeiros, bens, ou prestação de serviços, os quais terão como contrapartida a incorporação de uma dívida a ser quitada em momento futuro. Este demonstrativo abrange toda e qualquer operação de crédito realizada pelos entes da Federação, independentemente de envolverem ou não o ingresso de receitas orçamentárias nos cofres públicos. Constatando-se infração às vedações impostas pelo Senado Federal, e enquanto não promovido o cancelamento ou amortização total do débito, as dívidas serão consideradas vencidas para efeito de apuração de limites e a entidade mutuária ficará impedida de realizar operações de crédito. No Demonstrativo das Operações de Crédito do Governo do Estado do Pará, os valores das operações de crédito, são apresentados pelos seus valores realizados até 31 de dezembro de cada ano. Em todos os anos foi cumprido o limite de 16% definido por resolução do Senado Federal. No Governo do Estado do Pará o ano que apresentou maior percentual de captação de operações de crédito em relação a RCL foi o de 2009 (6,40%), e o de menor percentual foi 2005 (0,50%). O maior valor de ingresso de operações de credito, em valores a preços constantes, foi no ano de 2009 (R$ 511,640 milhões), o menor ingresso ocorreu em 2004 (R$ 26,904 milhões). A seguir apresentamos, nas tabelas 6.39 e 6.40, o Demonstrativo das Operações de Crédito do Governo do Estado do Pará, em valores a preços correntes e constantes. 265
267 Diretoria de Contabilidade e Gestão Fiscal Valores a Preços Correntes ESPECIFICACÃO RELATÓRIO DE GESTÃO FISCAL DEMONSTRATIVO DAS OPERAÇÕES DE CRÉDITO ORÇAMENTOS FISCAL E DA SEGURIDADE SOCIAL PERÍODO DE REFERENCIA: 2000 A 2009 Tabela 6.39 Valores em R$ Milhares ANOS OPERAÇÕES DE CRÉDITO Internas Externas RECEITA CORRENTE LÍQUIDA TOTAL CONSIDERADO PARA FINS DA APURAÇÃO DO CUMPRIMENTO DO LIMITE 2,73 1,12 0,63 1,00 0,51 0,50 4,15 1,73 1,76 6,40 LIMITE DEFINIDO POR RESOLUÇÃO DO SENADO FEDERAL - 16,00% Valores a Preços Constantes - dezembro / IPCA ESPECIFICACÃO Tabela 6.40 Valores em R$ Milhares ANOS OPERAÇÕES DE CRÉDITO Internas Externas RECEITA CORRENTE LÍQUIDA TOTAL CONSIDERADO PARA FINS DA APURAÇÃO DO CUMPRIMENTO DO LIMITE 2,73 1,12 0,63 1,00 0,51 0,50 4,15 1,73 1,76 6,40 LIMITE DEFINIDO POR RESOLUÇÃO DO SENADO FEDERAL - 16,00%
268 Diretoria de Contabilidade e Gestão Fiscal V Demonstrativo da Disponibilidade de Caixa O Demonstrativo da Disponibilidade de Caixa é parte integrante do Relatório de Gestão Fiscal e a sua elaboração ocorre somente no último quadrimestre pelos Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário e pelo Ministério Público. Esse demonstrativo deverá compor também o Relatório de Gestão Fiscal Consolidado, a ser elaborado e publicado pelo Poder Executivo até 30 dias após a divulgação do relatório do último quadrimestre do exercício. Este demonstrativo visa a assegurar a transparência da disponibilidade financeira e apurar a parcela comprometida para inscrição em Restos a Pagar de despesas não liquidadas, cujo limite é a suficiência financeira. Na inscrição deve-se observar que os recursos legalmente vinculados à finalidade específica serão utilizados exclusivamente para atender ao objeto de sua vinculação. As disponibilidades de caixa da União serão depositadas no Banco Central; as dos Estados, do Distrito Federal, dos Municípios e dos órgãos ou entidades do Poder Público e das empresas por ele controladas, em instituições financeiras oficiais, ressalvados os casos previstos em lei. As disponibilidades de caixa dos regimes de previdência social (geral e próprio dos servidores públicos), ainda que vinculadas a fundos específicos previstos na Constituição, ficarão depositadas em conta separada das demais disponibilidades de cada ente e aplicadas nas condições de mercado, com observância à legislação vigente e aos limites e condições de proteção e prudência financeira. É vedada a aplicação das disponibilidades referidas no parágrafo anterior em: a) títulos da dívida pública estadual e municipal, bem como em ações e outros papéis relativos às empresas controladas pelo respectivo ente da Federação; b) empréstimos, de qualquer natureza, aos segurados e ao Poder Público, inclusive às suas empresas controladas. O não cumprimento dos limites e a falta de medidas saneadoras, nos prazos e condições estabelecidos em lei, podem sujeitar o titular do Poder ou órgão às punições citadas em normas legais. No Demonstrativo da Disponibilidade de Caixa do Governo do Estado do Pará, os valores dos ativos e passivos financeiros, são evidenciados pelos seus saldos até 31 de dezembro de cada exercício. Este demonstrativo consolida todos os valores, inclusive, os referentes ao regime previdenciário do Estado (RPPS). No Governo do Estado do Pará o ano que apresentou maior saldo de disponibilidade financeira, a preços constantes, foi o de 2009 (R$ 1,792 bilhão), e o de menor saldo foi 2000 (R$ 540,596 milhões). No lado da obrigação financeira, o ano de maior saldo foi 2005 (R$ 693,169 milhões) e o de menor saldo foi 2006 (R$ 278,089 milhões). Em relação à suficiência financeira, o ano de maior valor foi 2009 (R$ 1,316 bilhão) e o de menor valor foi 2003 (R$ 183,895 milhões). A seguir apresentamos, nas tabelas 6.41 e 6.42, o Demonstrativo da Disponibilidade de Caixa do Governo do Estado do Pará, em valores a preços correntes e constantes. 267
269 Diretoria de Contabilidade e Gestão Fiscal Valores a Preços Correntes TÍTULOS RELATORIO DE GESTÃO FISCAL DEMONSTRATIVO DA DISPONIBILIDADE DE CAIXA ORÇAMENTOS FISCAL E DA SEGURIDADE SOCIAL PERÍODO DE REFERENCIA: 2000 A 2009 Tabela 6.41 ANOS Valores em R$ Milhares ATIVO DISPONIBILIDADE FINANCEIRA Caixa Bancos Aplicações Financeiras Outras Disponibilidades Financeiras INSUFICIÊNCIA ANTES DA INSCRIÇÃO EM RESTOS A PAGAR NÃO PROCESSADOS TOTAL DO ATIVO PASSIVO OBRIGAÇÕES FINANCEIRAS Depósitos Restos a Pagar Processados Outras Obrigações Financeiras SUFICIÊNCIA ANTES DA INSCRIÇÃO EM RESTOS A PAGAR NÃO PROCESSADOS TOTAL DO PASSIVO
270 Diretoria de Contabilidade e Gestão Fiscal Valores a Preços Constantes - dezembro / IPCA TÍTULOS Tabela 6.42 ANOS Valores em R$ Milhares ATIVO DISPONIBILIDADE FINANCEIRA Caixa Bancos Aplicações Financeiras Outras Disponibilidades Financeiras INSUFICIÊNCIA ANTES DA INSCRIÇÃO EM RESTOS A PAGAR NÃO PROCESSADOS TOTAL DO ATIVO PASSIVO OBRIGAÇÕES FINANCEIRAS Depósitos Restos a Pagar Processados Outras Obrigações Financeiras SUFICIÊNCIA ANTES DA INSCRIÇÃO EM RESTOS A PAGAR NÃO PROCESSADOS TOTAL DO PASSIVO
271 Diretoria de Contabilidade e Gestão Fiscal VI Demonstrativo dos Restos a Pagar O Demonstrativo dos Restos a Pagar é parte integrante do Relatório de Gestão Fiscal e sua elaboração ocorre somente no último quadrimestre do exercício financeiro em vigor pelos Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário e pelo Ministério Público. Esse demonstrativo deverá compor também o Relatório de Gestão Fiscal Consolidado, a ser elaborado e publicado pelo Poder Executivo até 30 dias após a divulgação do relatório do último quadrimestre do exercício. Este demonstrativo visa a assegurar a transparência da inscrição em Restos a Pagar de despesas não liquidadas. Na inscrição deve-se observar que os recursos legalmente destinados ou vinculados à finalidade específica serão utilizados exclusivamente para atender ao objeto de sua vinculação. Na determinação da disponibilidade de caixa serão considerados os encargos e despesas compromissadas a pagar até o final do exercício. O demonstrativo evidenciará a inscrição em Restos a Pagar das despesas: a) liquidadas e não pagas (processadas); b) empenhadas e não liquidadas (não processadas); c) não inscritas por falta de disponibilidade de caixa e cujos empenhos foram cancelados. No demonstrativo serão evidenciados, também, os restos a pagar de exercícios anteriores. É vedado ao titular do Poder ou órgão, nos últimos dois quadrimestres do seu mandato, contrair obrigação de despesa que não possa ser cumprida integralmente dentro desse período, ou que tenha parcelas a serem pagas no exercício seguinte sem que haja suficiente disponibilidade de caixa para este efeito. O não cumprimento dos limites e a falta de medidas saneadoras, nos prazos e condições estabelecidos em lei, podem sujeitar o titular do Poder ou órgão às punições citadas em normas legais. No Demonstrativo dos Restos a Pagar do Governo do Estado do Pará, os montantes de restos a pagar por administração direta e indireta, e suficiência financeira, são apresentados pelos seus saldos até 31 de dezembro de cada exercício. Neste demonstrativo estão consolidadas todas as quantias, inclusive, as referentes ao regime previdenciário do Estado (RPPS). No Estado do Pará o ano que apresentou maior saldo de restos a pagar, a preços constantes, foi o de 2001 (R$ 392,757 milhões). Em relação à suficiência financeira, o ano de maior valor foi 2009 (R$ 1,316 bilhão) e o de menor valor foi 2003 (R$ 183,895 milhões). A seguir apresentamos, nas tabelas 6.43 e 6.44, o Demonstrativo da Disponibilidade de Caixa do Governo do Estado do Pará, em valores a preços correntes e constantes. 270
272 Diretoria de Contabilidade e Gestão Fiscal Valores a Preços Correntes RESTOS A PAGAR INSCRITOS PROCESSADOS RELATÓRIO DE GESTÃO FISCAL DEMONSTRATIVO DOS RESTOS A PAGAR ORÇAMENTO FISCAL E DA SEGURIDADE SOCIAL PERÍODO DE REFERENCIA: 2000 A 2009 Tabela 6.43 ANOS Valores em R$ Milhares ADMINISTRAÇÃO DIRETA ADMINISTRAÇÃO INDIRETA TOTAL SUFICIÊNCIA ANTES DA INSCRIÇÃO EM RESTOS A PAGAR NÃO PROCESSADOS Valores a Preços Constantes - dezembro / IPCA RESTOS A PAGAR INSCRITOS PROCESSADOS Tabela 6.44 ANOS Valores em R$ Milhares ADMINISTRAÇÃO DIRETA ADMINISTRAÇÃO INDIRETA TOTAL SUFICIÊNCIA ANTES DA INSCRIÇÃO EM RESTOS A PAGAR NÃO PROCESSADOS
273 Diretoria de Contabilidade e Gestão Fiscal Considerações Finais Nas análises realizadas e nos demonstrativos apresentados, referentes ao Relatório Resumido de Execução Orçamentária RREO e o Relatório de Gestão Fiscal RGF, exigidos na Lei Complementar nº 101 Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF), de 4 de maio de 2000, mostram que o Governo do Estado do Pará, nesses últimos dez anos de vigência desta Lei, vem buscando, permanentemente, o seu engajamento no processo de ajuste das contas públicas, patrocinado por esta LRF. No Estado do Pará e nas demais esferas de governo, a aceitação da Lei Fiscal como elemento norteador das finanças públicas, vem ocorrendo, não em função do medo das penalidades (principalmente das sanções fiscais), mas fundamentalmente pelo reconhecimento de que a aplicação da LRF representa uma ferramenta gerencial e bastante valiosa para o gestor público, e, ainda, como fonte de informação e acompanhamento das finanças públicas do governo por parte da sociedade organizada. Após dez anos da aprovação da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF), podemos afirmar que houve uma inovação nas finanças públicas, não só no Estado do Pará, mas, principalmente em todo o País ao impor metas e limites à gestão das receitas e despesas orçamentárias. Atualmente todas as esferas de governo estão direcionando esforços na busca da formulação de uma nova legislação que contribua para melhorar ainda mais a qualidade do gasto público. Encontra-se em discussão, envolvendo todas as esferas de governo, a nova lei de finanças públicas que deve modernizar a regulamentação do planejamento fiscal e do processo orçamentário, com a introdução de normas mais flexíveis e focadas em metas, de acordo com as novas práticas de contabilidade aplicada ao setor público rumo à convergência às normas internacionais de contabilidade do setor público. O Governo Federal também quer corrigir algumas falhas da LRF, fortalecendo os princípios do equilíbrio fiscal e do controle do endividamento. No Senado Federal, já tramitam, pelo menos, três projetos de lei que tratam da nova lei de finanças públicas. Um desses projetos, que conta com maior apoio do Ministério da Fazenda, é denominado Lei de Qualidade Fiscal LQF, este projeto de lei supre as necessidades não alcançadas pela LRF, especificamente, no âmbito da efetividade dos gastos fiscais, e vem reforçar os instrumentos de planejamento governamentais. A LRF não será suprimida pela LQF, mas serão irmãs e caminharão juntas para o alcance da efetividade dos gastos públicos. Para esse alcance, a LQF objetiva a integração das fases do ciclo orçamentário, inclusive com o reforço da área contábil como elemento otimizador das informações fiscais a serem prestadas. A LQF visa, ainda, ao fortalecimento do planejamento como pressuposto para a execução orçamentário-financeira. Resta, com isso, buscar a simplificação da normatização, dos procedimentos e da divulgação dos números, tanto na aplicação da LRF como no projeto de lei (LQF), para atender principalmente as necessidades dos pequenos municípios, como estimular a participação popular no acompanhamento da gestão dos dinheiros públicos. 272
274 Diretoria de Gestão Contábil e Fiscal 7. Indicadores de Gestão 7.1 Despesa com Pessoal X Receita Corrente Líquida O Governo do Estado do Pará cumpriu o disposto na Lei Complementar nº 101 de 04 de maio de 2000, que regulamentou o artigo 169 da Constituição Federal e que define os limites de gastos com Pessoal e Encargos Sociais para os Estados em até 60% da Receita Corrente Líquida arrecadada no exercício. A seguir, demonstramos a base de cálculo que indica o percentual total aplicado no Estado no exercício de ESPECIFICAÇÃO VALORES % DA DESP.S/RCL LIMITE PRUDENCIAL LIMITE LEGAL Receitas Correntes ,32 (-)Transferências Constitucionais e Legais ,35 (-)Contrib. Plano Seguridade Social do Servidor ,56 (-)Dedução de Receita para Formação do FUNDEB ,52 Receita Corrente Líquida ,89 100,00% 100,00% 100,00% Despesa com Pessoal Ativo, Inativo e Pensionistas ,31 Outras Desp.Pess.Decorr.Contr.Terceirização (art. 18 1º da LRF) ,90 (-) Indenização por Demissão e Incentivos à Demissão Voluntária ,14 (-) Decorrentes de Decisão Judicial ,26 (-) Despesas de Exercícios Anteriores ,63 (-) Inativos com Recursos Vinculados ,61 Despesa com Pessoal para Fins de Apuração do Limite ,57 54,98% 57,00% 60,00% 273
275 Diretoria de Gestão Contábil e Fiscal 100,00% 54,98% Receita Corrente Líquida O comportamento das Despesas com Pessoal e Encargos Sociais, confrontando-se com a Receita Corrente Líquida arrecadada no período de 2005 a 2009, demonstra o perfeito equilíbrio das contas públicas do Governo do Estado do Pará, relacionada à aplicação da Lei Complementar nº. 101 de 04 de maio de 2000 (Lei de Responsabilidade Fiscal), que Despesa com Pessoal para Fins de Apuração do Limite regulamentou o artigo 169 da Constituição Federal e que define os limites de gastos com Pessoal e Encargos Sociais nos Estados em até 60% da Receita Corrente Líquida arrecadada, demonstramos no gráfico abaixo, o desempenho da Despesa com Pessoal, no período supracitado. 53,57% 55,29% 54,98% 51,84% 50,36%
276 Diretoria de Gestão Contábil e Fiscal Despesa com Pessoal X Receita Corrente Líquida por Poderes Demonstramos, a seguir, a Despesa com Pessoal do Governo do Estado do Pará, discriminada por Poderes e Órgãos, conforme conceito previsto na LRF e normatizada pela STN/MF. Os valores foram extraídos diretamente da base de dados do SIAFEM. No levantamento dos valores, o Poder Executivo, não aplica a Resolução nº / TCE/PA que trata da exclusão do IRRF sobre a Folha de Pagamento na apuração da base de cálculo da despesa com pessoal, no entanto, para efeito de evidenciação demonstramos abaixo as duas formas, não deduzindo ou deduzindo da base de cálculo o IRRF. DESPESA DE PESSOAL CONCEITO LRF (NORMATIZADO PELA STN/MF), não deduzindo o IRRF Dez/08 Dez/09 Poder R$ % RCL R$ % RCL Limite Prudencial / LRF (%) Limite Máximo / LRF (%) Todos os Poderes ,72 51, ,57 54,98 57,00 60,00 Executivo ,00 43, ,98 45,56 46,17 48,60 Legislativo ,88 3, ,45 3,55 3,23 3,40 Judiciário ,64 3, ,08 3,91 5,70 6,00 Ministério Público ,20 2, ,06 1,96 1,90 2,00 RCL , ,89 DESPESA DE PESSOAL CONCEITO LRF (NORMATIZADO PELA STN/MF), Deduzindo o IRRF Poder Dez/08 Dez/09 R$ % RCL R$ % RCL Limite Prudencial / LRF (%) Limite Máximo / LRF (%) Todos os Poderes ,38 47, ,81 51,47 57,00 60,00 Executivo ,70 40, ,94 43,33 46,17 48,60 Legislativo ,08 2, ,39 3,12 3,23 3,40 Judiciário ,17 3, ,71 3,41 5,70 6,00 Ministério Público ,43 1, ,77 1,62 1,90 2,00 RCL , ,89
277 Diretoria de Gestão Contábil e Fiscal Poder / Órgãos DESPESA DE PESSOAL CONCEITO LRF (NORMATIZADO PELA STN/MF) Dez / 09 (não Deduzido o IRRF) % RCL Dez / 09 (Deduzido o IRRF) % RCL Limite Prudencial / LRF (%) Limite Máximo / LRF (%) Todos os Poderes ,57 54, ,84 51,47 57,00 60,00 Executivo ,98 45, ,94 43,33 46,17 48,60 Legislativo ,45 3, ,42 3,12 3,23 3,40 Assembléia Legislativa do Estado do Pará - ALEPA ,36 1, ,08 1,46 1,61 1,69 Instituto de Previdência da Assembléia Legislativa - IPALEP ,22 0, ,76 0,00 0,01 0,01 Tribunal de Contas do Estado - TCE ,64 0, ,99 0,82 0,99 1,05 Tribunal de Contas dos Municípios - TCM ,63 0, ,42 0,60 0,62 0,65 Ministério Público de Contas ,17 0, ,68 0,16 0,20 0,20 Ministério público Junto ao TCM ,43 0, ,49 0,08 0,08 0,08 Judiciário ,08 3, ,71 3,41 5,70 6,00 Tribunal de Justiça do Estado - TJE ,03 3, ,62 3,38 5,63 5,92 Justiça Militar do Estado - JME ,05 0, ,09 0,03 0,07 0,08 Ministério Público ,06 1, ,77 1,62 1,90 2,00 Ministério Público - MP ,06 1, ,77 1,62 1,90 2,00 RCL , Receitas e Despesas com Manutenção e Desenvolvimento do Ensino Demonstrativo das Receitas e Despesas com Manutenção e Desenvolvimento do Ensino apresenta os recursos públicos destinados à educação proveniente da receita resultante de impostos, transferências constitucionais e legais e transferências multigovernamentais do FUNDEB, as despesas com a manutenção e desenvolvimento do ensino por vinculação de receita, as perdas ou ganhos nas transferências do FUNDEB. O Governo do Estado do Pará aplicou na Manutenção e Desenvolvimento do Ensino no exercício de 2009 o valor total de R$ ,46 (um bilhão, setecentos e cinqüenta e sete milhões, duzentos e dezenove mil, seiscentos e noventa e quatro reais e quarenta e seis centavos), correspondente a 26,09 % da Receita Resultante de Impostos conforme preceitua a Lei nº 9.394, art Anexo X, de 20 de dezembro de 1996, que trata das Diretrizes e Bases da Educação Nacional - LDB, tendo sido igualmente observado o art. 212 da Constituição Federal e o art. 283 da Constituição Estadual, que estabelece o percentual mínimo de 25% para os gastos com Educação. Assim como, foi observado na ADCT, art. 60, II; e Lei nº , de 2007, art. 22 que trata da aplicação mínima de 60% dos recursos com MDE será destinado ao pagamento dos profissionais do magistério da educação básica em efetivo exercício. 276
278 Diretoria de Gestão Contábil e Fiscal RECEITAS RECEITA RESULTANTE DE IMPOSTOS E DE TRANSFERÊNCIAS CONSTITUCIONAIS E LEGAIS (I) DEMONSTRATIVO DAS RECEITAS E DESPESAS COM MANUTENÇÃO E DESENVOLVIMENTO DO ENSINO RECEITAS REALIZADAS DESPESAS DESPESAS LIQUIDADAS ,53 DESPESAS VINCULADAS ÀS RECEITAS RESULTANTES DE IMPOSTOS (IV) ,36 Impostos ,20 Despesas com Ensino Fundamental e Médio ,21 Multas, Juros de Mora e Dívida Ativa dos Impostos ,82 Outras Despesas ,15 Receitas de Transferências Constitucionais e Legais ,31 DESPESAS VINCULADAS AO FUNDEB, NO ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO(V) ,56 (-) Transferências Constitucionais ,80 Pagamento dos Profissionais do Magistério do ensino fundamental e médio ,23 PARCELA CONTRIB DO ESTADO P/ A FORM. DO FUNDEB (II) ,52 Outras Despesas no Ensino Fundamental e Médio ,33 Parcela do ICMS/IPVA/ITCD ,46 TOTAL DAS DESPESAS VINCULADAS (VI)=(IV+V) ,92 Parcela das Transferencias ,06 PERDA NAS TRANSFERÊNCIAS DO FUNDEB (VII)=(II-III) ,42 RETORNO E COMPLEMENTAÇÃO DO FUNDEB (III) ,10 RESTOS A PAGAR CANCELADOS EM 2009 (VIII) ,88 Transferências de Recursos do FUNDEB - Retorno ,20 Complementação da União ,19 TOTAL DAS DESPESAS CONSIDERADAS P/FINS DE LIMITE CONSTITUCIONAL (IX)=(VI+VII-VIII) ,46 Aplicação Financeira do FUNDEB - Retorno ,71 TABELA DE CUMPRIMENTO DOS LIMITES CONSTITUCIONAIS % 25% Receita Resul Impostos na Manut e Desenv do Ensino [IX/I] 26,09 60% do FUNDEB na Remun do Magistério Ensino Fundamental e Médio(VIII/III) 95,59 Da receita líquida de impostos, no exercício financeiro de 2009, o Governo do Estado do Pará aplicou 26,09% na manutenção e desenvolvimento do ensino. Fazendo-se uma comparação com o ano de 2008, chega-se a um crescimento nominal de 11,71%. É importante salientar que foi repassado pelo Estado para a conta do FUNDEB, em 2009, o montante de R$ ,52. Deste valor houve um retorno de R$ ,91 ( Transferência do FUNDEB Retorno e Aplicação Financeira do FUNDEB Retorno). A diferença de R$ ,61 que é o resultado entre o que o Estado contribuiu para o FUNDEB menos o que a União transferiu a título de Retorno representa a transferência que o Estado fez para os Municípios, em decorrência da municipalização do ensino, promovida pelo Governo Federal, o que não deixa de representar uma aplicação em educação com recursos do Estado. O Governo do Estado do Pará, ao longo dos anos, vem priorizando o gasto com educação, como também observando ao artigo 212 da Constituição Federal, que prevê a aplicação de no mínimo de 25% da receita líquida de impostos, conforme verificamos na tabela e no gráfico a seguir. 277
279 Diretoria de Gestão Contábil e Fiscal DEMONSTRATIVO DA DESPESA COM EDUCAÇÃO X RECEITA LÍQUIDA DE IMPOSTOS ANO RECEITA LÍQUIDA DE IMPOSTOS DESPESA COM EDUCAÇÃO REALIZAÇÃO % , ,70 25, , ,56 25, , ,97 25, , ,48 25, , ,46 26,09 RECEITA LÍQUIDA DE IMPOSTOS DESPESA COM EDUCAÇÃO Receita Líquida de Impostos e das Despesas Próprias com Saúde O Demonstrativo da Receita Líquida e das Despesas Próprias com Saúde aplicada aos Estados, apresenta a receita líquida de impostos, as despesas com saúde, as deduções de despesas que não caracterizam com saúde propriamente dita ou custeadas com outros recursos e a participação destas na receita líquida de impostos, com a finalidade de demonstrar o cumprimento da aplicação dos recursos mínimos, nas ações e serviços públicos de saúde de acesso universal, previstos na Constituição Federal, alterada pela Emenda Constitucional nº 29. O Governo do Estado do Pará aplicou em Despesas Próprias com Saúde no exercício de 2009 o valor total de R$ ,23 correspondente a 12,06 % da Receita Líquida de Impostos conforme preceitua o ADCT - Ato das Disposições Constitucionais Transitórias, art. 77, que trata dos recursos mínimos aplicados nas ações e serviços públicos de saúde para União, Estados, Distrito Federal e Municípios. 278
280 Diretoria de Gestão Contábil e Fiscal DEMONSTRATIVO DA RECEITA LÍQUIDA E DAS DESPESAS PRÓPRIAS COM SAÚDE RECEITAS RECEITAS REALIZADAS RECEITA LÍQUIDA DE IMPOSTOS E TRANSFERÊNCIAS CONSTITUCIONAIS E LEGAIS (I) ,53 Impostos ,20 Multas, Juros de Mora e Dívida Ativa dos Impostos ,82 Receitas de Transferências Constitucionais e Legais ,31 (-) Transferências Constitucionais ,80 DESPESAS DESPESAS LIQUIDADAS DESPESAS COM SAUDE ,47 (-) DESPESAS CUSTEADAS COM OUTROS RECURSOS DESTINADOS À SAÚDE ,40 (-) DESPESAS PRÓPRIAS COM SAÚDE QUE NÃO CARACTERIZAM ACESSO UNIVERSAL CONFORME ENTENDIMENTO DO TCE/PA ,58 (+) DESP.C/SAUDE AMORTIZ. DÍVIDA SAÚDE NA FUNCÃO "ENCARGOS ESPECIAIS" ,34 TOTAL DAS DESPESAS PRÓPRIAS COM AÇÕES E SERVIÇOS PÚBLICOS DE SAÚDE (II) ,83 CONTROLE DE RESTOS A PAGAR INSCRITOS EM EXERCÍCIOS ANTERIORES VINCULADOS À SAÚDE RESTOS A PAGAR Inscritos em 31 de Cancelados em 2009 dezembro de 2008 RESTOS A PAGAR DE DESPESAS PRÓPRIAS COM AÇÕES E SERVIÇOS PÚBLICOS DE SAÚDE , ,60 (h) % DE PARTICIPAÇÃO DAS DESPESAS COM AÇÕES E SERVIÇOS PÚBLICOS DE SAÚDE NA RECEITA LÍQUIDA DE IMPOSTOS E TRANSFERÊNCIAS CONSTITUCIONAIS E LEGAIS - LIMITE CONSTITUCIONAL 12% [(II-III) / I] 12,06 Da receita líquida de impostos, no exercício financeiro de 2009, o Governo do Estado do Pará aplicou 12,06% nas despesas próprias com a saúde. Comparando-se esta despesa com o ano anterior, neste exercício, houve um decréscimo nominal de 2, 66%. 279
281 Diretoria de Gestão Contábil e Fiscal Destaca-se, no quadro abaixo, que, no exercício de 2009, o Pará aplicou 12,06% da receita resultante de impostos e transferências, nas ações e serviços públicos de saúde, conforme disposto na E.C. nº 29, de 13 de setembro de 2000, que estabelece os recursos mínimos aplicados nas ações e serviços públicos de saúde, no caso dos estados, serão de no mínimo 12% da receita liquida resultante de impostos e transferências. DEMONSTRATIVO DAS DESPESAS PRÓPRIAS COM SAÚDE X RECEITA LÍQUIDA DE IMPOSTOS ANO RECEITA LÍQUIDA DE IMPOSTOS DESPESA COM SAÚDE % APLICADO % MIMIMO A APLICAR , ,07 12,42 12, , ,71 12,19 12, , ,43 12,02 12, , ,59 12,39 12, , ,23 12,06 12,00 RECEITA LÍQUIDA DE IMPOSTOS DESPESA COM SAÚDE
282 Diretoria de Gestão Contábil e Fiscal 7.4 Gastos com Publicidade x Créditos Autorizados O Governo do Estado do Pará cumpriu o disposto no parágrafo 2º do art.22 da Constituição Estadual que estabelece: a despesa com publicidade de cada Poder não excederá a 1% da respectiva dotação orçamentária. A seguir, demonstramos os gastos realizados, no exercício de 2009, em cada Poder e seus respectivos percentuais de aplicação. CÓDIGO ESPECIFICAÇÃO CRÉDITOS AUTORIZADOS DESPESA REALIZADA APLICAÇÃO (%) DOTAÇÃO AUTORIZADA APLICAÇÃO (%) TOTAL GERAL , ,20 0, ,76 0,52 PODER LEGISLATIVO , ,98 0, ,50 0, ASSEMBLEIA LEGISLATIVA DO ESTADO Implementação de Ações de Publicidade , , TRIBUNAL DE CONTAS DO ESTADO Publicidade Institucional , , TRIBUNAL DE CONTAS DOS MUNICIPÍOS Implementação de Ações de Publicidade 7.762, ,50 PODER JUDICIÁRIO , ,00 0, ,00 0, TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO - FRJ Implementação de Ações de Publicidade , ,00 MINISTÉRIO PÚBLICO ,60 0,00 0,00 0,00 0,00 Implementação de Ações de Publicidade PODER EXECUTIVO , ,22 0, ,26 0,55 ADMINISTRAÇÃO DIRETA , , SECRETARIA DE PLANEJAMENTO ORÇ. E FINANÇAS Implementação de Ações de Publicidade , , SECRETARIA DE ESTADO DE COMUNICAÇÃO Implementação de Ações de Publicidade 0, , Implementação de Ações de Publicidade , , Implementação de Ações de Publicidade , , Implementação de Ações de Comunicação Institucional , , Implementação de Ações de Publicidade , , FUNDO ESTADUAL DE SAUDE Implementação de Ações de Publicidade ,46 281
283 Diretoria de Gestão Contábil e Fiscal CÓDIGO ESPECIFICAÇÃO CRÉDITOS AUTORIZADOS DESPESA REALIZADA APLICAÇÃO (%) DOTAÇÃO AUTORIZADA APLICAÇÃO (%) ADMINISTRAÇÃO INDIRETA , ,26 AUTARQUIAS , , AÇÃO SOCIAL INTEGRADA AO PALACIO DO GOVERNO Implementação de Ações de Publicidade , IMPRENSA OFICIAL Implementação de Ações de Publicidade INSTITUTO DE ASSSIST DOS SERV DO EST DO PARA Implementação de Ações de Publicidade , INSTITUTO DE DESENVOLVIMENTO ECONOMICO-SOCIAL Implementação de Ações de Publicidade DEPARTAMENTO DE TRANSITO DO ESTADO DO PARÁ Implementação de Ações de Publicidade , , UEPA Implementação de Ações de Publicidade , , ARCON Implementação de Ações de Publicidade , AGENCIA DE DEFESA AGROPECUARIA DO EST DO PARA Implementação de Ações de Publicidade 7.829, ,00 EMPRESA PÚBLICA 3.977, , PRODEPA Implementação de Ações de Publicidade 3.977, ,00 FUNDAÇÃO , , FUNDAÇÃO DE TELECOMUNICAÇÕES DO PARÁ Implementação de Ações de Publicidade , , FUNDAÇÃO CARLOS GOMES Implementação de Ações de Publicidade 7.262, , FUNDAÇÃO CURRO VELHO Implementação de Ações de Publicidade , ,00 ECONOMIA MISTA , , COMPANHIA DE HABITAÇAO DO ESTADO DO PARA Implementação de Ações de Publicidade , ,86 282
284 Diretoria de Gestão Contábil e Fiscal 7.5 Recolhimento do PASEP Em relação aos encargos com o PASEP, no exercício de 2009, o Poder Executivo estadual recolheu à União o valor total de R$ ,87. A base de cálculo do recolhimento do PASEP dos órgãos da administração direta do Estado, no exercício 2009, corresponde a um por cento (1%) sobre o valor mensal das receitas correntes arrecadadas e das transferências de capital recebidas, excluídas das transferências constitucionais e legais efetivadas, assim como, as transferências financeiras aos órgãos da administração indireta e outros poderes por serem responsáveis pelo seu próprio recolhimento. A partir do exercício de 2001, por recomendação do TCE e orientação da Secretaria da Receita Federal, o Governo do Estado efetua o recolhimento do PASEP, de forma centralizada, através do CNPJ, do Governo do Estado. No exercício de 2009 foi recolhido a maior o montante de R$ ,48, devido alteração definida pela Secretaria da Receita Federal SRF através da Solução de Divergência nº. 02, de 10/02/2009, que passou a não deduzir o FUNDEB da base de cálculo do PASEP (1%) do valor transferido pela União a título de Fundo de Participação dos Estados - FPE, a partir de abril/2009. O valor recolhido a maior será compensado em A seguir, demonstramos a posição em 31 de dezembro de DISCRIMINAÇÃO VALORES RECEITA CORRENTE ADMINISTRAÇÃO DIRETA ,51 RECEITA DE TRANSFERÊNCIA. DE CAPITAL ADMNISTRAÇÃO DIRETA ,36 SUBTOTAL (I) ,87 ( - ) TRANSFERÊNCIAS AOS MUNICÍPIOS ,35 ( - ) TRANSFERÊNCIAS FINANCEIRAS PARA A ADMINISTRAÇÃO INDIRETA ,00 ( - ) TRANSFERÊNCIAS A OUTROS PODERES ,48 ( = ) SUBTOTAL (II) ,83 BASE DE CÁLCULO (III) = (I)-(II) ,04 PASEP A RECOLHER (IV) = (III)*1% ,39 PASEP RECOLHIDO (V) ,87 PASEP RETIDO NA FONTE SOBRE AS RECEITAS DE TRANSFERÊNCIA DA UNIÃO ,51 PASEP RECOLHIDO REFERENTE ÀS RECEITAS PRÓPRIAS DO ESTADO ,36 DIFERENÇA RECOLHIDA A MAIOR A SER COMPENSADA (VI) = (V-IV) ,48 283
285 Diretoria de Gestão Contábil e Fiscal 7.6 Transferências Constitucionais aos Municípios ITENS VALORES BASE CÁLCULO CONSTITUCIONAL VALOR ARRECADADOS (%) TRANSFERIDO DIFERENÇA ICMS ,22 DÍVIDA ATIVA ICMS ,15 MULTA E JUROS DE MORA ICMS ,14 MULT.E JRS DIV.ATIV DO ICMS ,18 TOTAL ICMS , , , ,17 0,00 IPVA ,76 IPVA-PARCELAMENTO ,53 IPVA-CORR.MONET ,01 ANTECIPAÇÃO DO IPVA ,04 AUTO DE INFRAÇÃO IPVA ,68 DÍVIDA ATIVA IPVA ,06 MULTA E JUROS DE MORA IPVA ,17 MULT.E JRS DIV.ATIV DO IPVA ,09 TOTAL IPVA , , , ,17 0,00 COTA PARTE IPI CORREN ,84 COTA PARTE IPI CAPITAL TOTAL IPI , , , ,46 0,00 COTA PARTE DA CIDE ,18 TOTAL CIDE , , , ,55 0,00 TOTAL , , , ,35 0,00 NOTA EXPLICATIVA: Nos valores das transferências constitucionais aos municípios, obedecendo ao disposto nos artigos 158 da Constituição Federal e 225 da Constituição Estadual, incidem as seguintes alíquotas sobre os valores brutos arrecadados: O ICMS e o IPI são de 25%; O IPVA é de 50%. Na Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico-CIDE, instituída pela Lei de 19 de dezembro de 2001, também é transferido para os municípios 25% sobre o total que ingressa no Estado. 284
286 Diretoria de Gestão Contábil e Fiscal BASE CÁLCULO TRANSFERIDO 7.7. Recursos Destinados ao FUNDEB Constituem fontes de recursos do FUNDEB, no âmbito do Governo Estadual, conforme definido na Lei Federal nº , de 20 de junho de 2007 e pelo Decreto nº 028, de 28 de fevereiro de 2007: a) 20% das parcelas do ICMS arrecadado, deduzido das transferências aos municípios; b)20%do Fundo de Participação dos Estados - FPE; c)20% do IPI recebido como transferência da União, deduzido das transferências aos municípios; d)20% do IPVA, deduzido das transferências aos municípios; e)20% do ITCD; e f)20% da transferência oriunda da desoneração fiscal (Lei Complementar nº 87/96). A seguir apresentamos demonstrativos e gráficos das deduções das receitas arrecadadas em favor do FUNDEB, da contribuição Estadual, do resultado líquido apurado das contribuições Estaduais, retorno, complemento da União e das origens e aplicações dos recursos. 285
287 Diretoria de Gestão Contábil e Fiscal Demonstrativo das Deduções das Receitas Arrecadadas para o FUNDEB MÊS ICMS FPE IPI IPVA ITCD DESONERAÇÃO TOTAL JAN , , ,66 0,00 0, , ,51 FEV , , , , , , ,38 MAR , , , , , , ,83 ABR , , , , , , ,66 MAI , , , , , , ,38 JUN , , , ,57 0, , ,99 JUL , , , , , , ,45 AGO , , , , , , ,30 SET , , , , , , ,49 OUT , , , , , , ,78 NOV , , , , , , ,91 DEZ , , , , , , ,84 TOTAL , , , , , , , ICMS FPE IPI IPVA ITCD DESONERAÇÃO 286
288 Diretoria de Gestão Contábil e Fiscal Demonstrativo da Contribuição para o FUNDEB DESCRIÇÕES BASE DE CÁLCULO LEGAL(%) CONTRI. DO ESTADO DIFERENÇA ICMS , , ,10 0,00 ITCD , , ,93 0,00 IPVA , , ,43 0,00 FPE , , ,84 0,00 IPI , , ,48 0,00 DESONERAÇÃO DAS EXPORTAÇÕES , , ,74 0,00 TOTAL , , ,52 0,00 ICMS ITCD IPVA FPE IPI DESONERAÇÃO DAS EXPORTAÇÕES IPI 2% DESONERAÇÃO DAS EXPORTAÇÕES 1% FPE 43% ICMS 52% IPVA 2% ITCD 0% 287
289 Diretoria de Gestão Contábil e Fiscal Demonstrativo do Resultado Líquido da Contribuição para o FUNDEB A B C D=(-A+B+C) RUBRICA CONTRIB.ESTADO RETORNO FUNDEB COMP.UNIÃO RES.LIQ. P/FUNDEB ICMS , ,21 ( ,89) ITCD , ,10 ( ,83) IPVA , ,83 ( ,60) FPE , ,66 ( ,18) IPI , ,51 ( ,97) DESONERAÇÃO EXPORTAÇÃO , ,94 ( ,80) REM DEP BAN RECURSOS VINC - FUNDEB , ,71 COMPLEMENTAÇÃO DA UNIÃO , ,19 IMP.S.PROD.INDUST.MUNICÍPIOS , ,55 DES.EXPORTAÇÕES MUNICÍPIOS , ,18 ICMS MUNICÍPIOS , ,92 FUNDO PART.MUNICÍPIOS , ,07 IPVA MUNICÍPIOS , ,32 ITR , ,91 TOTAL , , ,19 ( ,42) ( ) CONTRIB.ESTADO RETORNO FUNDEB COMP.UNIÃO RES.LIQ. P/FUNDEB 288
290 Diretoria de Gestão Contábil e Fiscal 7.8. Comparativo da Receita Total Arrecadada X Despesa Total Executada MÊS RECEITA ARRECADADA DESPESA EXECUTADA RESULTADO TOTAL JAN , , ,59 FEV , , ,01 MAR , , ,45 ABR , , ,61 MAI , , ,03 JUN , , ,70 JUL , ,92 ( ,92) AGO , , ,87 SET , , ,94 OUT , , ,61 NOV , , ,66 DEZ , ,83 ( ,27) TOTAL , , ,28 RESULTADO ORÇAMENTÁRIO DO EXERCÍCIO RECEITA ARRECADADA DESPESA EXECUTADA RESULTADO TOTAL
291 Diretoria de Gestão Contábil e Fiscal 8. Empresas e Sociedades de Economia Mista 8.1 Orçamento de Investimentos das Empresas Controladas O Orçamento de Investimentos das Empresas não dependentes: Companhia de Saneamento do Pará - COSANPA, Banco do Estado do Pará S/A BANPARA e Companhia de Gás do Pará - GASPARÁ nas quais o Estado, direta ou indiretamente, detém a maioria do capital social com direito a voto, foi aprovado para o exercício financeiro de 2009 pela Lei nº , de 31 de dezembro 2008, no valor de R$ ,00 (duzentos e quinze milhões, quatrocentos e noventa e cinco mil, setecentos e cinqüenta e um reais), sendo R$ ,00 (duzentos e um milhões, duzentos e noventa e um mil e trezentos e cinqüenta e um reais) para a COSANPA, R$ ,00 (treze milhões, quinhentos e quatro mil e quatrocentos reais) para o BANPARÁ e R$ ,00(setecentos mil) para a COMPANHIA DE GÁS DO PARÁ. ESPECIFICAÇÃO VALORES TESOURO ,00 RECURSOS PRÓPRIOS ,00 TOTAL , Situação Patrimonial do Exercício O Balanço Patrimonial e as Demonstrações Financeiras das Empresas Públicas e Sociedades de Economia Mista Controladas não dependentes foram elaborados com fundamento na Lei Federal nº 6.404/76, que estabelece os procedimentos legais para a aplicação dos recursos nas citadas Sociedades. O valor da participação acionária do Governo do Estado nas Empresas Controladas, em 31 de dezembro de 2009 totalizou R$ ,65 (oitocentos e sessenta e cinco milhões, oitocentos e noventa e nove mil, novecentos e sessenta e um reais e sessenta e cinco centavos), que corresponde ao total da participação do estado nas empresas controladas, sendo R$ ,37 de participação integralizada e R$ ,28 de participação a integralizar evidenciados no Balanço Patrimonial das Empresas Banco do Estado do Pará BANPARÁ, Cia. de Saneamento do Pará COSANPA e Companhia de Gás do Pará GASPARÁ no grupo do Patrimônio Líquido e no Ativo Permanente subgrupo Investimentos no Balanço Patrimonial Consolidado do Balanço Geral do Estado BGE/2009, respectivamente. A seguir demonstramos sinteticamente a situação patrimonial das empresas controladas. 290
292 Diretoria de Gestão Contábil e Fiscal ATIVO ENTIDADES CIRCULANTE REALIZÁVEL A LONGO PRAZO PERMANENTE TOTAL GÁS DO PARÁ , , , ,61 BANPARÁ , , , ,00 COSANPA , , , ,89 TOTAL , , , ,50 PASSIVO ENTIDADES CIRCULANTE EXIGÍVEL A PATRIMÔNIO LONGO PRAZO LÍQUIDO TOTAL GÁS DO PARÁ , , ,61 BANPARÁ , , ,00 COSANPA , , , ,89 TOTAL , , , , Demonstrativo dos Resultados do Exercício Apresentamos, de forma resumida, a Demonstração dos Resultados da Gestão Econômica e Financeira das Empresas Controladas no exercício de ENTIDADES RECEITA OPERACIONAL OUTRAS RECEITAS DESPESA OPERACIONAL OUTRAS DESPESAS RESULTADO DO EXERCÍCIO GAS DO PARÁ 7.892, ,99 ( ,96) BANPARÁ , , ,00 ( ,00) ,00 COSANPA , , ,05 ( ,70) ,98 TOTAL , , ,04 ( ,70) ,02 291
293 Diretoria de Gestão Contábil e Fiscal 8.4 Outras Participações Societárias O Governo do Estado do Pará registrou em seu Balanço Patrimonial, encerrado em 31 de dezembro de 2009, o valor de R$ ,24 (cinco milhões, nove mil, novecentos e sessenta reais e vinte e quatro centavos),decorrente da participação em outros investimentos, a seguir demonstrado: ESPECIFICAÇÃO VALORES TELE NORTE LESTE PARTICIPAÇÕES S/A ,66 TELEMAR NORTE LESTE S/A ,58 TOTAL ,24 292
294 Diretoria de Gestão Contábil e Fiscal Balanço Geral do Estado do Exercício de Conclusão A (SEFA), com o apoio da Empresa Pública de Processamento de Dados do Estado do Pará (PRODEPA), ambas as gestoras do Sistema Integrado de Administração Financeira para Estados e Municípios (SIAFEM), a primeira respondendo pelo ambiente operacional, a segunda pelo ambiente de desenvolvimento, buscam sempre, a cada exercício, dentro de suas áreas de atuação, aprimorar o sistema, com a finalidade de aperfeiçoar, desenvolver ou criar novas rotinas de trabalho, relatórios e consultas. O SIAFEM encontra-se plenamente consolidado, funcionando em todos os órgãos públicos do Governo do Estado do Pará, que integram os Orçamentos Fiscal e da Seguridade Social, constituídos pelo poderes: Executivo, Legislativo, Judiciário e Ministério Público, abrangendo 84 órgãos, 135 Unidades Gestoras e usuários, tendo sido processado neste exercício documentos, integrando-se com outros sistemas de gestão, tais como SIMAS e GP-PARÁ, além de possuir o Business Objects BO, extrator de dados do SIAFEM que possibilitou a elaboração de relatórios gerenciais que subsidiaram esse trabalho, contribuindo desta forma para a melhor evidenciação e uniformidade das contas públicas. Conforme evidenciado nas peças contábeis e demonstrativos que compõem a Prestação de Contas da Governadora do Estado do Pará, em especial, por conta da apresentação de forma detalhada deste Relatório Técnico Contábil, demonstramos desta forma, através dos números, comentários e análises, as origens e aplicações dos recursos públicos, movimentados pelo Estado, no exercício de 2009, nesse momento, submetido para exame e parecer prévio do Tribunal de Contas do Estado. Belém, 31 de dezembro de SÍLVIO GOMES DA COSTA Gerente da Célula de Contabilidade CRC - PA nº ROSANA MARIA DA MOTTA ALCANTARA Gerente da Célula Fiscal 293
295 Diretoria de Gestão Contábil e Fiscal Balanço Geral do Estado do Exercício de
296 Auditoria Geral do Estado Relatório de Controle Interno RELATÓRIO DE CONTROLE INTERNO 2009
297 Auditoria Geral do Estado Relatório de Controle Interno
298 Auditoria Geral do Estado Relatório de Controle Interno SINOPSE DO RELATÓRIO DE CONTROLE INTERNO 1- Apresentação Fls. 2- Atuação da Auditoria Geral do Estado Recomendações e Determinações do Tribunal de Contas do Estado do Pará Considerações Finais...305
299 Auditoria Geral do Estado Relatório de Controle Interno 1- Apresentação Em atenção ao disposto no art. 122 do Ato nº 24 de 08/03/1994, publicado no D.O.E. de e alterações introduzidas nos Atos nº 26 e 28 de 27/06/1996 e 12/12/1996, respectivamente, que dispõe sobre o Regimento Interno do Tribunal de Contas do Estado do Pará, apresentamos o Relatório de Controle Interno referente ao exercício de 2009, contendo as atividades desenvolvidas pela Auditoria Geral do Estado AGE no ano de referência. A Auditoria Geral do Estado tem como finalidade precípua à realização de auditorias, fiscalização e avaliação de gestão no âmbito do Poder Executivo Estadual, bem como o acompanhamento da execução orçamentária, financeira, patrimonial, administrativa e contábil, ou qualquer ato que resulte em receita e despesa para o Poder Público Estadual, com o objetivo de garantir o cumprimento das diretrizes e o atingimento dos objetivos e das metas estabelecidas no Plano Plurianual, na Lei de Diretrizes Orçamentárias - LDO e na Lei Orçamentária Anual LOA, formulando e propondo ações preventivas e corretivas, em face dos problemas identificados. Além do registro das atividades desenvolvidas pela AGE no cumprimento de sua missão institucional definida na Lei nº 6.176, de 29 de dezembro de 1998 e modificações posteriores, o presente relatório é um documento de objetivos prioritariamente técnicos, visando demonstrar a existência e atuação de um sistema de controle interno capaz de fornecer ao controle externo subsídios de segurança quanto à avaliação prévia das contas do Poder Executivo Estadual. Com isto, a Auditoria Geral do Estado presta contas da sua missão, com a esperança de que sirva como instrumento de acompanhamento da gestão governamental. 2- Atuação da Auditoria Geral do Estado. A AGE, na consecução de sua missão constitucional, atua fiscalizando a regular aplicação dos recursos públicos Estaduais, verificando o atendimento dos princípios da legalidade, da economicidade e da legitimidade nos atos administrativos que importam em despesa e receita para o Estado. Como estratégia, a AGE tem buscado o fortalecimento do Controle Interno, por meio das seguintes ações: 2.1- Ação Fiscalizadora No ano de 2009, a AGE, realizou um total de 104 ações de controle em 95% dos Órgãos/Entidades estaduais, entre as quais destacamos: Auditorias; Acompanhamentos; Fiscalizações; Notas Técnicas; e Solicitação de Ação Corretiva Imediata (SACI). Nessas ações foram avaliados os controles internos, e as gestões orçamentário-financeira, patrimonial, administrativa e contábil dos órgãos e entidades auditados, que resultaram nos seguintes documentos: ANO RELATÓRIOS DE AUDITORIAS E FISCALIZAÇÕES NOTAS TÉCNICAS SACI
300 Auditoria Geral do Estado Relatório de Controle Interno 2.2- Ação Orientativa Por meio de sua Assessoria Técnica, a AGE orienta os Órgãos e Entidades do Poder Executivo Estadual respondendo consultas via e emitindo Manifestações sobre temas controversos, com vistas a melhorar a gestão dos recursos públicos e dar mais celeridade e segurança aos procedimentos administrativos. ANO MANIFESTAÇÕES S RESPONDIDOS Ação Preventiva Visando melhorar os controles internos da gestão e prevenir falhas que resultam em ressalvas pelo órgão de controle externo a partir do exercício de 2008, a AGE, além da capacitação dos Agentes Públicos de Controle, passou a oferecer cursos específicos a servidores das áreas administrativa e financeira. Em 2009 foram ministrados os seguintes treinamentos: A AGE também faz visitas técnicas aos órgãos e Entidades do Poder Executivo Estadual com o objetivo de orientar os servidores, especialmente na área de licitações e contratos, buscando agir de forma preventiva. Como exemplo desta ação em 2009 foram realizadas palestras na Secretaria de Estado de Justiça e Direitos Humanos - SEJUDH e Defensoria Pública do Estado. Além disso, em suas auditorias e fiscalizações, este Órgão Central do Sistema de Controle Interno do Poder Executivo Estadual acompanha, mediante procedimento específico definido nas ordens de serviço, o cumprimento das determinações expedidas pelo Egrégio Tribunal de Contas do Estado aos diversos órgãos e entidades. Essa atuação preventiva está trazendo resultados positivos para a gestão administrativa. Tal fato foi confirmado por este Tribunal de Contas, que fez constar no Sumário Executivo sobre as contas do Governo do Estado o papel fundamental que a AGE vem desempenhando no atendimento das recomendações daquele órgão de controle externo. DESCRIÇÃO Execução Orçamentária e Financeira (11 a 13/02/09) Treinamento de Registro de Conformidades SIAFEM (28 à 29/04/09) Execução Orçamentária e Financeira (18 à 20/08/09) QUANT. PARTICIPANTES PÚBLICO ALVO 83 APC s e DAF 131 APC s 95 APC s e DAF 2.4- Ação Normativa A AGE tem buscado aperfeiçoar os mecanismos de controle, incentivando a normatização de matérias no âmbito do poder executivo estadual. Em 2009 é fruto do trabalho da AGE, em conjunto com Procuradoria Geral do Estado e do IDESP a elaboração do projeto de lei que altera o Mapa de Exclusão Social (PL Nº 361/2009). Também é resultado de iniciativa desta Auditoria Geral a edição do Decreto Estadual Nº 2.094, de 22 de janeiro de 299
301 Auditoria Geral do Estado Relatório de Controle Interno 2010, que regulamenta os procedimentos para apresentação da declaração de bens rendes no âmbito do poder executivo estadual. No presente exercício, a AGE encaminhou ao Gabinete da Governadoria proposta de Decreto para regulamentação das transferências voluntárias de recursos mediante convênios, objetivando suprir a lacuna normativa, bem como atender à recomendação desse TCE Ação Capacitadora A AGE iniciou em novembro de 2009, o "Curso de Especialização em Gestão Pública, com ênfase em Auditoria e Controladoria", visando o fortalecimento dos órgãos da administração pública direta do Poder Executivo no seu papel de monitoramento, controle e transparência dos gastos públicos. O Curso de Especialização é custeado com recursos do Programa Nacional de Apoio à Modernização da Gestão e do Planejamento dos Estados e do Distrito Federal - PNAGE/PA, mediante convênio entre o Governo do Estado e o Banco Interamericano de Desenvolvimento - BID. O curso destina-se à capacitação dos Auditores de Finanças e Controle e demais servidores públicos ocupantes de cargos efetivos de nível superior, com vistas a formar quadro de pessoal especializado para exercer atividades de Controle Interno. Foram ofertadas 40 vagas, sendo 10 para servidores da AGE e 30 para os demais órgãos da Administração Estadual, totalizando 24 instituições beneficiadas. 3- Recomendações do TCE Referente à Prestação de Contas do Governo do Estado Exercício de 2008 O Plenário do Tribunal de Contas do Estado do Pará, no uso de suas atribuições constitucionais, legais e regimentais, em sessão extraordinária de 20 de maio de 2009, aprovou por meio da Resolução Nº , o Projeto de Parecer Prévio apresentado pelo Excelentíssimo Senhor Conselheiro Cipriano Sabino de Oliveira Junior, contendo as seguintes recomendações, as quais foram objetos de providências por parte dos Órgãos e Entidades do Poder Executivo Estadual, conforme informações a seguir. Diante das recomendações efetuadas pelo TCE quanto às Contas do Governo do Estado do exercício 2008, a Auditoria Geral do Estado emitiu comunicações e realizou reuniões com as Secretarias de Estado e os demais Órgãos e Entidades, com o intuito de garantir o atendimento das recomendações de cada um dos entes envolvidos. Ressalta-se ainda que as recomendações exaradas pela Corte de Contas foram objeto de ação de controle durante o exercício de Sobre as recomendações apresentamos as seguintes providências: I - Que as unidades gestoras integrantes da Administração Pública Estadual realizem, de forma completa e tempestiva, a manutenção do Sistema GP Pará, instrumento responsável pelo gerenciamento dos programas de Governo do Estado do Pará; Providência: A SEPOF, órgão competente para monitorar o Sistema GP Pará, que é o mecanismo utilizado para avaliação dos programas constante no PPA , tem adotado medidas, no sentido, de 300
302 Auditoria Geral do Estado Relatório de Controle Interno não somente fazer sanções, e sim, atuar de forma pedagógica (treinamentos, palestras, sensibilização), orientando os gestores com o objetivo de informar e esclarecer sobre a importância das informações estarem atualizadas e completas, para possibilitar o monitoramento e a avaliação dos programas de governo, fornecendo de forma tempestiva subsídios necessários para a tomada de decisão, além de contribuir para o aprendizado organizacional das instituições e das equipes gerenciais das atividades de planejamento e orçamento. Neste contexto e para garantir a manutenção do Sistema GP Pará de forma completa e tempestiva, foi inserido no texto da LDO para os exercícios de 2009 e 2010 (art. 47), a adoção de medidas restritivas por parte Junta de Coordenação Orçamentária e Financeira de Governo, nos casos de descumprimento da obrigatoriedade de alimentação do GP Pará. II - Que, independentemente da conclusão dos Projetos Integração da Gestão Imobiliária e Reordenamento do Patrimônio Imobiliário, em implementação pela SEAD, visando atender aos princípios e técnicas contábeis amplamente disseminados e às Normas Brasileiras de Contabilidade, todas as unidades integrantes da Administração Pública Estadual utilizem os procedimentos descritos na Nota Técnica nº 002/2006, de , emitida pela DICONF/SEPOF, cujo conteúdo trata de informações gerais sobre inventário, avaliação, reavaliação, depreciação e registros contábeis relativos aos bens móveis e imóveis do Governo do Estado do Pará, com o objetivo de espelhar a adequada composição patrimonial das entidades no respectivo Balanço Patrimonial. Providência: A AGE em conjunto com a Secretaria de Estado de Administração SEAD emitiram ofício circular conjunto, notificando todos os órgãos e entidades sobre a recomendação do TCE, determinando a imediata elaboração do inventário dos bens móveis, devidamente registrados no SISPAT. III - Que sejam adotadas as medidas necessárias à conclusão dos projetos Integração da Gestão Imobiliária e Reordenamento do Patrimônio Público, visando a realização do inventário patrimonial atualizado do Estado do Pará; Providência: O Projeto de Reordenamento do Patrimônio Imobiliário encontra-se com 80% das ações realizadas, faltando a conclusão de cerca de 450 imóveis da mesorregião sudoeste do Estado. No Plano Plurianual PPA, da SEAD, estão previstos, para os anos de 2010 e 2011, R$ ,00 para a conclusão do projeto. O Sistema de Controle de Bens Imóveis SIMOV, sistema de gerenciamento adquirido através de cooperação técnica com o Governo do Estado da Bahia, está sendo customizado às realidades e necessidades do Estado do Pará. Já se encontram cadastrados no sistema todos os imóveis levantados até o momento, totalizando aproximadamente imóveis. No dia 15 de Junho de 2009, foi adquirido um servidor para hospedar o SIMOV e disponibilizá-lo em rede para todos os órgãos e entes da Administração Estadual. A SEAD e a PRODEPA estão discutindo questões técnicas para a hospedagem do servidor nesta empresa pública. 301
303 Auditoria Geral do Estado Relatório de Controle Interno IV - Que seja incluída nos contratos firmados com auditores independentes cláusula sobre a manifestação destes acerca do alcance dos objetivos e metas estabelecidos nos contratos de gestão firmados com as organizações sociais; Providência: Todas as Secretarias de Estado responsáveis pelos contratos de gestão celebrados com as Organizações Sociais - OS IGAMA, Via Amazônia, Pará 2000, Fábrica Esperança, Pró-Saúde, IDESMA, OSS e ACEPA aditaram seus termos, incluindo cláusula sobre a necessidade de manifestação da Auditoria Independente a respeito do atingimento de metas pela OS. V - Apesar das diversas medidas adotadas visando o combate à evasão e à sonegação, no intuito de reduzir o estoque da Dívida Ativa, bem como a recuperação dos créditos inscritos, da otimização e do aperfeiçoamento da cobrança da Dívida Ativa Estadual, se faz necessário ainda que sejam implantadas novas medidas e, agregadas às existentes, para que o Estado recupere seus créditos de forma mais célere e superior ao crescimento da Dívida Ativa; Providência: Além das medidas adotadas no ano de 2008, a SEFA, inaugurou a Central de Conciliação da Dívida Ativa, uma ação em parceria com a Procuradoria Geral do Estado PGE. Além disso, a SEFA, deu continuidade ao Programa de Regularização Fiscal das Empresas no Estado do Pará (Regular), que permite o parcelamento de débitos tributários do Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias (ICM) e do Imposto sobre Operações Real ativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestação de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação (ICMS) até 31 de dezembro de 2007, inscritos ou não em dívida ativa, com redução de até 95% das multas e de até 80% dos demais encargos. Estas medidas permitiram um incremento na arrecadação da dívida ativa estadual na ordem de 249% quando comparamos a variação entre os anos de 2008 e 2009, passou de uma arrecadação de R$ 24,162 milhões para R$ 84,243 milhões, isso representa um crescimento de R$ 60,081 milhões. VI - Que seja repactuado o Contrato de Gestão firmado com o Instituto de Gemas e Jóias da Amazônia (IGAMA), no sentido de atualizar as metas pertinentes ao alcance gradual da autonomia financeira dessa organização social; Providência: De acordo com informações da Secretaria de Estado de Desenvolvimento, Ciência e Tecnologia - SEDECT, o IGAMA tem processado a captação de recursos e fortalecido os seus canais de arrecadação através da formalização de convênios com instituições parceiras, formação de parceria com processamento de valores econômicos e fomento na arrecadação de recursos próprios focados no objeto do contrato de gestão firmado. No ano de 2007, o montante de recursos financeiros próprios e captados pelo IGAMA correspondeu a 9,89% do montante de recursos repassados pelo Governo do Estado. Em 2008, o montante de recursos financeiros próprios e captados correspondeu ao percentual de 41,30% dos recursos repassados pelo Estado, registrando um crescimento de 629,64% em relação a Já em 2009, o montante arrecadado pelo IGAMA correspondeu a 65,32% 302
304 Auditoria Geral do Estado Relatório de Controle Interno do valor recebido do Governo do Pará, gerando um aumento de 61,96% em relação ao ano anterior. VII - Que seja apresentada memória de cálculo que possibilite a validação do resultado prestado junto ao Demonstrativo da Margem de Expansão das Despesas Obrigatórias de Caráter Continuado, previsto no inciso V do 2 do art. 4 da Lei Complementar n 101/2000; Providência: A SEPOF viabilizou a memória de cálculo por meio da Lei Estadual nº 7.291, de 27 de julho de 2009, que estabelece as Diretrizes Orçamentárias para o exercício de VIII - Considerando a fase de implantação do IDESP, que o Governo do Estado cumpra o que dispõe a Lei nº 6.836/06, incluindo, no rol das atividades atribuídas à missão institucional dessa Autarquia, a efetiva coleta direta ou indireta dos dados e a elaboração dos indicadores, de forma que reflitam tempestivamente o Quadro de Exclusão Social do Estado, adequando-se ao disposto pela lei supra; IX - Que o Governo do Estado, em cumprimento ao que determina o art. 4º da Lei nº 6.838/06, não deixe de inserir no PPA as disposições referentes ao Mapa da Exclusão Social, estipulando metas e descrevendo ações a serem desenvolvidas durante o período de vigência do referido instrumento de planejamento; X - Que o Governo do Estado comprove o cumprimento do art. 5º da Lei nº 6.836/06, encaminhando, junto com a Prestação de Contas, cópia do Anexo de Metas Sociais integrante da proposta de lei orçamentária anual, apresentada ao Poder Legislativo; Providência: Objetivando sanar definitivamente as pendências relacionadas ao Mapa de Exclusão Social, o IDESP, como órgão gestor do Sistema de Informações Estadual, em conjunto com as Secretarias de Governo, Planejamento e Fazenda, desenvolveu proposta de alteração dos Indicadores do Mapa, encaminhada à Assembléia Legislativa via mensagem Nº 060/09-GG, de 08/12/2009, que deu origem ao Projeto de Lei PL Nº 361/2009, do qual o relator é o deputado estadual Arnaldo Jordy. Esta proposta prevê alteração na lei do Mapa de Exclusão Social, com a inclusão de novos indicadores que sejam exeqüíveis para o cálculo da realidade do Estado, a partir das informações disponibilizadas pelos órgãos geradores das variáveis, dentro do exercício. Dito de outra forma, a intenção do Poder Executivo é colocar à disposição, dos parlamentares e da sociedade em geral uma nova concepção de indicadores que realmente possam ser mensurados, em tempo hábil, a situação sócio-econômica da população paraense. XI - Que novas medidas sejam implantadas e agregadas às existentes, no sentido de reduzir o grau de dependência financeira do Regime Próprio de Previdência dos Servidores (RPPS) em relação ao tesouro estadual; Providência: O IGEPREV apresentou propostas de ações possíveis a serem efetivadas no sentido de reduzir o grau de dependência financeira do FINANPREV em relação ao Tesouro estadual: a) Utilização da Taxa de Administração; 303
305 Auditoria Geral do Estado Relatório de Controle Interno b) Recadastramento dos servidores ativos, inativos e pensionistas; c) Renegociação das dívidas das Prefeituras; d) Compensação Previdenciária - COMPREV; e e) Auditoria da Folha de Pagamento. XII - Que o Poder Executivo Estadual normatize, nos moldes adotados pelo Poder Executivo Federal, critérios e regras a serem observados a quando das transferências voluntárias, destinadas à execução descentralizada dos Programas de Trabalho de responsabilidade da Administração Pública, tanto aos Municípios como ao setor privado; Providência: A AGE desenvolveu e encaminhou minuta de Decreto, estabelecendo critérios para as transferências voluntárias, a qual está sendo revisada pela Consultoria Geral do Estado, com previsão para publicação no mês de junho de XIII - Que as Atas de Reuniões das Assembléias Gerais Extraordinárias, as quais deliberaram pela extinção das empresas estatais dependentes (COPAGRO, FRIMAPA e PARAMINÉRIOS), sejam, de forma integral, devidamente registradas na Junta Comercial do Estado (JUCEPA), em atendimento às normas legais que regem a matéria; Providência: As Atas de Reuniões das Assembléias Gerais Extraordinárias das referidas empresas estatais extintas (COPAGRO, FRIMAPA e PARAMINÉRIOS) foram registradas na JUCEPA, conforme pode ser constatado a seguir: a) Companhia de Mineração do Pará (PARAMINÉRIOS) arquivada em 02 de março de 2010; b) Companhia Paraense de Mecanização, Industrialização e Comercialização Agropecuária (COPAGRO) arquivada em 05 de março de c) Frigoríficos e Matadores do Pará S / A (FRIMAPA) arquivada em 05 de março de XIV - Que o Governo do Estado estabeleça critérios para a destinação de recursos a instituições privadas sem fins lucrativos, definindo regras para as entidades recebedoras de recursos públicos e para os órgãos concedentes, no que tange ao controle interno; Providência: A recomendação foi parcialmente viabilizada por meio da Lei Estadual nº 7.291/ LDO 2010, em seus artigos 20 e 21. Os demais critérios serão normatizados por meio de Decreto regulamentando as transferências voluntárias no âmbito do Poder Executivo Estadual, que está em fase de revisão pela Consultoria Geral do Estado. XV - Que os setores responsáveis pela contabilidade das Empresas Estatais Dependentes do Estado do Pará se adequem à legislação vigente, de forma a atender tanto as disposições contidas na Lei nº 6.404/76, quanto, especialmente, as disposições contidas na Lei nº 4.320/64, dada a relação de dependência mantida com o Erário Estadual; Providência: A SEFA e SEPOF publicaram a Portaria Conjunta nº 0157, de 16 de novembro de 2009, que estabelece em seu artigo 31, a obrigatoriedade de compatibilidade entre os números apresentados nos respectivos balanços. Além da Portaria Conjunta, a SEFA publicou a Instrução Normativa Nº 0038, de 23 de dezembro de 304
306 Auditoria Geral do Estado Relatório de Controle Interno 2009, que aborda, no item 2.9.1, a consistência dos números dos balanços e informa que as Empresas Estatais obedecerão aos mesmos prazos dos demais órgãos estaduais. Os normativos foram amplamente divulgados para todos os órgãos e entidades da Administração Estadual, inclusive por meio da Reunião Técnica para tratar das Normas e Procedimentos para encerramento do Exercício Financeiro de Além disso, a AGE vem promovendo a cobrança desta adequabilidade nas auditorias realizadas nas Empresas Estatais Dependentes. XVI - Que o Poder Executivo efetue a publicação da remuneração do pessoal ativo, inativo e dos pensionistas, de acordo com o dispositivo constante na Lei de Diretrizes Orçamentárias. Providência: As informações relacionadas ao demonstrativo dos órgãos do Poder Executivo, sob a responsabilidade da Secretaria de Estado de Administração (SEAD) estão sendo publicadas bimestralmente no Diário Oficial do Estado. 4- Considerações Finais O Relatório de Controle Interno demonstra as ações executadas e desenvolvidas pelo Governo do Estado do Pará no âmbito do controle interno estadual, compreendendo aspectos das atividades desenvolvidas pela Auditoria Geral do Estado no exercício de 2009 e as providências adotadas para atender as recomendações emanadas da análise das contas procedidas pelo TCE. As demonstrações contábeis apresentadas pela Diretoria de Contabilidade e Gestão Fiscal da estão em conformidade com os preceitos estabelecidos na Lei Federal nº 4.320/64. Os demonstrativos apresentados nos parâmetros definidos pela Lei Complementar nº 101/2000, também conhecida por Lei de Responsabilidade Fiscal LRF se encontram em conformidade com os ditames legais. A análise dos atos e fatos administrativos registrados no SIAFEM, de forma integrada, obedeceu aos princípios e normas contábeis geralmente aceitos, não encontramos, na extensão dos exames realizados, nenhum ato ou fato que comprometa a consistência e fidedignidade dos relatórios analisados nem os princípios da legalidade e legitimidade que regem a Administração Pública, opinamos que as Contas do Governo do Estado do Pará, de responsabilidade da Excelentíssima Senhora Governadora Ana Júlia Carepa, referentes ao exercício de 2009, estão em condições de serem submetidas à apreciação do Tribunal de Contas do Estado. Os trabalhos foram realizados, na extensão alcançada, com base no Sistema Integrado de Administração Financeira para os Estados e Municípios, sistema esse que demonstra tempestivamente a execução das contas, analisadas sob o aspecto do controle interno de natureza contábil e sob a ótica da gestão fiscal, observado o rigoroso cumprimento das obrigações constitucionais e legais, desta forma, somos de parecer favorável pela regularidade das contas do exercício de
307 Auditoria Geral do Estado Relatório de Controle Interno Belém, 25 de março de 2010 É o Relatório, Equipe de assessoria técnica ASTEC / AGE. De acordo, TEREZA REGINA CORDOVIL CORRÊA Auditora Geral do Estado do Pará 306
308 BALANÇO GERAL 2. BALANÇOS E DEMONSTRATIVOS (Leis Federais nº 4.320/64 e nº 6.404/76) 2009
309
310 DEMONSTRATIVO CONSOLIDADO DE CRÉDITOS AUTORIZADOS - ORÇAMENTÁRIOS E ADICIONAIS - EXERCÍCIO 2009 CÓDIGO ÓRGÃOS CRÉDITOS AUTORIZADOS % TOTAL DA ADMINISTRAÇÃO DIRETA ,52 64,69 01 ASSEMBLEIA LEGISLATIVA DO ESTADO ,62 1,95 02 TRIBUNAL DE CONTAS DO ESTADO ,82 0,73 03 TRIBUNAL DE CONTAS DOS MUNICIPIOS ,75 0,63 04 TRIBUNAL DE JUSTICA DO ESTADO ,00 4,08 05 JUSTICA MILITAR DO ESTADO ,00 0,03 06 SECRETARIA DE ESTADO DE DESENV. URBANO E REG ,93 1,26 07 SECRETARIA DE ESTADO DE ESPORTE E LAZER ,51 0,14 11 GABINETE DO GOVERNADOR ,29 0,69 12 MINISTERIO PUBLICO ,75 1,87 13 SECRETARIA DE ESTADO DE ADMINISTRACAO ,73 2,20 14 SECRETARIA DE ESTADO DE AGRICULTURA ,30 0,51 15 SECRETARIA DE ESTADO DE CULTURA ,58 0,50 16 SECRETARIA DE ESTADO DE EDUCACAO ,27 11,85 17 SECRETARIA DE ESTADO DA FAZENDA ,80 18,10 18 SECRETARIA DE ESTADO DE JUSTICA E DIREITOS H ,00 0,20 19 SECRETARIA DE ESTADO DE PLANEJAMENTO ORC.FIN ,87 0,13 20 SECRETARIA DE ESTADO DE SAUDE PUBLICA 0 0,00 21 SECRETARIA DE ESTADO DE SEGURANCA PUBLICA ,01 0,63 22 SECRETARIA DE ESTADO DE OBRAS PUBLICAS ,45 0,19 23 SECRETARIA DE ESTADO DE TRABALHO EMPREGO E R ,90 0,78 25 PROCURADORIA GERAL DO ESTADO ,20 0,71 26 POLICIA MILITAR DO ESTADO DO PARA ,67 3,42 27 SECRETARIA DE ESTADO DE MEIO AMBIENTE ,18 0,57 28 NUCLEO DE GERENCIAMENTO DO PARA RURAL ,85 0,18 29 SECRETARIA DE ESTADO DE TRANSPORTES ,71 5,20 30 DEFENSORIA PUBLICA ,02 0,72 31 CORPO DE BOMBEIROS MILITAR ,28 0,78 32 GABINETE DO VICE-GOVERNADOR ,00 0,02 309
311 CÓDIGO ÓRGÃOS CRÉDITOS AUTORIZADOS % 33 CONSULTORIA GERAL DO ESTADO ,00 0,01 36 SECRETARIA DE ESTADO DE GOVERNO ,65 0,07 37 MINISTERIO PUBLICO DE CONTAS ESTADO DO PARA ,00 0,16 38 MINISTERIO PUBLICO JUNTO AO TRIB. CONTAS MUN ,85 0,15 39 SECRETARIA DE ESTADO DE PROJETOS ESTRATEGICOS ,64 1,36 40 POLICIA CIVIL DO ESTADO DO PARA ,83 1,63 41 SECRETARIA DE ESTADO DE INTEGRACAO REGIONAL ,21 0,18 43 SECRETARIA DE ESTADO DE ASSIS.E DESENV.SOCIAL ,80 0,20 48 SECRETARIA DE EST.DESENV.CIENCIA E TECNOLOGIA ,59 0,89 75 SECRETARIA DE ESTADO DE PESCA E AQUICULTURA ,40 0,06 76 COORD. DE COOPE. INTER. DESEN. SUSTENTAVEL ,51 0,01 77 SECRETARIA DE ESTADO DE COMUNICACAO ,55 0,53 99 RESERVA DE CONTIGENCIA ,00 1,36 TOTAL FUNDOS ,10 11,31 34 FUNDO DE DESENVOLVIMENTO ECONOMICO DO ESTADO ,41 0,27 42 FUNDO ESTADUAL DE HABITACAO DE INTERES.SOCIAL ,00 0,22 44 FUNDO DE INVESTIMENTO DE SEGURANCA PUBLICA ,34 0,14 87 FUNDO ESTADUAL DE ASSISTENCIA SOCIAL ,97 0,32 88 FUNDO DE SAUDE DOS SERVIDORES MILITARES ,00 0,04 89 FUNDO DE ASSIT. SOCIAL DOS SERV. MILITARES ,00 0,15 90 FUNDO ESTADUAL DE SAUDE ,38 10,16 TOTAL FUNDAÇÕES ,14 2,33 45 FUNDACAO DE TELECOMUNICACOES DO PARA ,03 0,28 46 FUNDACAO CULTURAL DO PARA TANCREDO NEVES ,36 0,12 47 FUNDACAO CARLOS GOMES ,14 0,04 49 FUNDACAO CURRO VELHO ,89 0,05 61 FUNDACAO SANTA CASA DE MISERICORDIA DO PARA ,10 0,66 62 CENTRO DE HEMOTERAPIA E HEMATOLOGIA DO PARA ,00 0,19 64 FUNDACAO HOSPITAL DE CLINICAS GASPAR VIANA ,00 0,17 68 FUNDACAO DA CRIANCA E DO ADOLESCENTE DO PARA ,32 0,44 78 FUNDACAO DE AMPARO A PESQUISA ESTADO DO PARA ,11 0,33 82 INSTITUTO DE ARTES DO PARA ,19 0,03 310
312 CÓDIGO ÓRGÃOS CRÉDITOS AUTORIZADOS % TOTAL AUTARQUIAS ,76 18,29 06 INSTITUTO DE PREVIDENCIA DA ASSEMBLEIA LEGIS ,00 0,06 35 ACAO SOCIAL INTEGRADA AO PALACIO DO GOVERNO ,25 0,10 50 LOTERIA DO ESTADO DO PARA ,00 0,01 52 SUPERINT.DO SIST.PENITENCIARIO DO EST.DO PARA ,18 1,07 53 IMPRENSA OFICIAL DO ESTADO DO PARA ,00 0,08 54 INSTITUTO DE ASSIT.DOS SERV. DO EST. DO PARA ,50 1,77 56 INSTITUTO DE TERRAS DO PARA ,15 0,25 59 INSTITUTO DE METROLOGIA DO PARA ,00 0,05 60 INSTITUTO DE DESENVOLVIMENTO ECONOMICO-SOCIAL ,60 0,04 66 DEPARTAMENTO DE TRANSITO DO ESTADO DO PARA ,61 1,41 71 HOSPITAL OPHIR LOYOLA ,79 0,29 72 JUNTA COMERCIAL DO ESTADO DO PARA ,00 0,08 74 UNIVERSIDADE DO ESTADO DO PARA ,00 1,22 79 INSTITUTO DE DESENVOLVIMENTO FLORESTAL ,39 0,06 80 AGENCIA REG. CONT. E SERV. PUB. EST. PARA ,00 0,10 83 ESCOLA DE GOVERNO DO ESTADO DO PARA ,00 0,06 84 INSTITUTO DE GESTAO PREVID. DO EST. DO PARA ,28 10,94 85 CENTRO DE PERICIAS CIENTIFICAS RENATO CHAVES ,39 0,32 92 AGENCIA DE DEFESA AGROPECUARIA DO EST.DO PARA ,62 0,37 TOTAL EMPRESAS PÚBLICAS ,61 1,56 55 PROCESSAMENTO DE DADOS DO ESTADO DO PARA ,90 0,46 57 EMPRESA DE ASSIST.TECNICA E EXTENSAO RURAL ,27 0,67 86 COMPANHIA PORTOS HIDROVIAS DO ESTADO DO PARA ,44 0,43 TOTAL SOCIEDADES DE ECONOMIA MISTA ,51 1,82 58 CENTRAIS DE ABASTECIMENTO DO PARA S/A ,75 0,05 67 COMPANHIA DE HABITACAO DO ESTADO DO PARA ,42 1,54 70 COMPANHIA DE DESENVOLVIMENTO INDUSTRIAL PARA ,44 0,06 73 COMPANHIA PARAENSE DE TURISMO ,50 0,17 81 EMPRESA DE NAVEGACAO DA AMAZONIA S/A ,40 0,01 TOTAL GERAL ,64 100,00 311
313 312 DEMONSTRAÇÃO DA RECEITA E DESPESA SEGUNDO AS CATEGORIAS ECONÔMICAS 2009 ANEXO 1 RECEITA DESPESA R$ % R$ % R$ % R$ % RECEITAS CORRENTES DESPESAS CORRENTES RECEITAS TRIBUTÁRIAS ,25 47,57 PESSOAL E ENCARGOS SOCIAIS ,50 36,98 RECEITA DE CONTRIBUIÇÕES ,33 4,42 JUROS E ENCARGOS DA DÍVIDA ,95 1,35 RECEITA PATRIMONIAL ,37 1,34 OUTRAS DESPESAS CORRENTES ,72 46, ,17 84,66 RECEITA AGROPECUÁRIA ,52 0,00 RECEITA INDUSTRIAL ,21 0,08 RECEITA DE SERVIÇOS ,93 2,75 TRANSFERÊNCIAS CORRENTES ,04 44,72 OUTRAS RECEITAS CORRENTES ,67 1,91 REC. CORRENTES INTRA-ORÇAMENTÁRIA RECEITA DE CONTRIBUICOES ,50 3,60 RECEITA DE SERVICOS 0,00 OUTRAS RECEITAS CORRENTES ,23 0,01 DEDUÇÃO DA RECEITA DED P/FUNDEF REC TRIBUTÁRIA ( ,46) (6,64) DED P/FUNDEF REC TRANSF CORRENTES ( ,06) (5,55) ,53 94,19 SUPERÁVIT DO ORÇAMENTO CORRENTE ,36 9,53 TOTAL ,53 94,19 TOTAL ,53 94,19 SUPERÁVIT DO ORÇAMENTO CORRENTE ,36 9,53 RECEITAS DE CAPITAL DESPESAS DE CAPITAL OPERAÇÕES DE CRÉDITO ,93 4,85 INVESTIMENTOS ,65 7,84 ALIENAÇÃO DE BENS ,07 0,01 INVERSÕES FINANCEIRAS ,04 1,85 AMORTIZAÇÃO DE EMPRÉSTIMOS ,53 0,01 AMORTIZAÇÃO DA DÍVIDA ,23 2, ,92 12,13 TRANSFERÊNCIAS DE CAPITAL ,56 0,81 OUTRAS RECEITAS DE CAPITAL ,75 0, ,84 5,81 SUPERÁVIT ,28 3,21 TOTAL ,20 15,34 TOTAL ,20 15,34 RESUMO RECEITA % DESPESA % RECEITAS E DESPESAS CORRENTES ,53 94, ,17 84,66 RECEITAS E DESPESAS DE CAPITAL ,84 5, ,92 12,13 SUPERÁVIT/DÉFICIT 0, ,28 3,21 TOTAIS ,37 100, ,37 100,00
314 BALANÇO ORÇAMENTÁRIO CONSOLIDADO 2009 ANEXO 12 RECEITA TÍTULOS PREVISÃO EXECUÇÃO DIFERENÇA RECEITAS CORRENTES , , ,39 RECEITA TRIBUTÁRIA , , ,94 RECEITA DE CONTRIBUIÇÕES , ,33 ( ,95) RECEITA PATRIMONIAL , ,37 ( ,54) RECEITA AGROPECUÁRIA , , ,48 RECEITA INDUSTRIAL , , ,79 RECEITA DE SERVIÇOS , , ,83 TRANSFERÊNCIAS CORRENTES , , ,44 OUTRAS RECEITAS CORRENTES , , ,40 RECEITAS DE CAPITAL , , ,61 OPERAÇÕES DE CRÉDITO , , ,52 ALIENAÇÃO DE BENS , , ,93 AMORTIZAÇÕES DE EMPRÉSTIMOS , , ,47 TRANSFERÊNCIAS DE CAPITAL , , ,44 OUTRAS RECEITAS DE CAPITAL , ,75 ( ,75) RECEITAS CORRENTES INTRA-ORCAMENTÁRIAS , , ,75 RECEITA DE CONTRIBIÇÃO INTRA-ORÇAMENTÁRIAS , , ,98 OUTRAS RECEITAS CORRENTES INTRA-ORÇAMENTÁRIAS , ,23 ( ,23) DEDUÇÕES DA RECEITA ( ,00) ( ,52) ( ,48) DEDUCOES PARA A FORMACAO DO FUNDEB ( ,00) ( ,52) ( ,48) SUBTOTAL , , ,27 DÉFICIT CORRENTE DÉFICIT DE CAPITAL , , ,74 TOTAL , , ,01 313
315 BALANÇO ORÇAMENTÁRIO CONSOLIDADO 2009 ANEXO 12 DESPESA TÍTULOS FIXAÇÃO EXECUÇÃO DIFERENÇA CRÉDITOS ORÇAM.E SUPLEMENTARES , , ,55 DESPESAS CORRENTES , , ,20 PESSOAL E ENCARGOS SOCIAIS , , ,50 JUROS E ENCARGOS DA DÍVIDA , , ,32 OUTRAS DESPESAS CORRENTES , , ,38 DESPESAS DE CAPITAL , , ,35 INVESTIMENTOS , , ,48 INVERSÕES FINANCEIRAS , , ,24 AMORTIZAÇÃO E REFINANCIAMENTO , , ,63 RESERVA DE CONTINGENCIA , ,00 RESERVA DE CONTINGENCIA , ,00 SUBTOTAL , , ,55 SUPERÁVIT CORRENTE , ,36 ( ,54) SUPERÁVIT DE CAPITAL TOTAL , , ,01 314
316 BALANÇO ORÇAMENTÁRIO ADMINISTRAÇÃO DIRETA E FUNDOS 2009 ANEXO 12 RECEITA TÍTULOS PREVISÃO EXECUÇÃO DIFERENÇA RECEITAS CORRENTES , , ,13 RECEITA TRIBUTÁRIA , , ,30 RECEITA DE CONTRIBUIÇÕES , ,12 ( ,12) RECEITA PATRIMONIAL , ,78 ( ,95) RECEITA DE SERVIÇOS , , ,18 TRANSFERÊNCIAS CORRENTES , , ,81 OUTRAS RECEITAS CORRENTES , , ,91 RECEITAS DE CAPITAL , , ,37 OPERAÇÕES DE CRÉDITO , , ,52 ALIENAÇÃO DE BENS , , ,00 AMORTIZAÇÕES DE EMPRÉSTIMOS , , ,96 TRANSFERÊNCIAS DE CAPITAL , , ,64 OUTRAS RECEITAS DE CAPITAL , ,75 ( ,75) DEDUÇÕES DA RECEITA ( ,00) ( ,52) ( ,48) DEDUCOES PARA A FORMACAO DO FUNDEB ( ,00) ( ,52) ( ,48) SUBTOTAL , , ,02 DÉFICIT CORRENTE DÉFICIT DE CAPITAL , , ,36 TOTAL , , ,38 315
317 BALANÇO ORÇAMENTÁRIO ADMINISTRAÇÃO DIRETA E FUNDOS 2009 ANEXO 12 DESPESA TÍTULOS FIXAÇÃO EXECUÇÃO DIFERENÇA CRÉDITOS ORÇAM.E SUPLEMENTARES , , ,88 DESPESAS CORRENTES , , ,15 PESSOAL E ENCARGOS SOCIAIS , , ,97 JUROS E ENCARGOS DA DÍVIDA , , ,61 OUTRAS DESPESAS CORRENTES , , ,57 DESPESAS DE CAPITAL , , ,73 INVESTIMENTOS , , ,63 INVERSÕES FINANCEIRAS , , ,80 AMORTIZACAO E REFINANCIAMENTO , , ,30 RESERVA DE CONTINGENCIA , ,00 RESERVA DE CONTINGENCIA , ,00 SUBTOTAL , , ,88 SUPERÁVIT CORRENTE , ,54 ( ,50) SUPERÁVIT DE CAPITAL TOTAL , , ,38 316
318 BALANÇO ORÇAMENTÁRIO AUTARQUIAS 2009 ANEXO 12 RECEITA TÍTULOS PREVISÃO EXECUÇÃO DIFERENÇA RECEITAS CORRENTES , , ,28 RECEITA TRIBUTÁRIA , , ,64 RECEITA DE CONTRIBUIÇÕES , ,21 ( ,83) RECEITA PATRIMONIAL , ,37 ( ,37) RECEITA AGROPECUÁRIA , , ,48 RECEITA INDUSTRIAL , , ,79 RECEITA DE SERVIÇOS , , ,19 TRANSFERÊNCIAS CORRENTES , , ,97 OUTRAS RECEITAS CORRENTES , , ,41 RECEITAS DE CAPITAL , , ,68 ALIENAÇÃO DE BENS , , ,93 AMORTIZAÇÕES DE EMPRÉSTIMOS , , ,51 TRANSFERÊNCIAS DE CAPITAL , , ,24 OUTRAS RECEITAS DE CAPITAL , ,00 RECEITAS CORRENTES INTRA-ORCAMENTÁRIAS , , ,75 RECEITAS DE CONTRIBUIÇÕES , , ,98 OUTRAS RECEITAS CORRENTES , ,23 ( ,23) SUBTOTAL , , ,71 DÉFICIT CORRENTE , , ,25 DÉFICIT DE CAPITAL , , ,44 TOTAL , , ,40 317
319 BALANÇO ORÇAMENTÁRIO AUTARQUIAS 2009 ANEXO 12 DESPESA TÍTULOS FIXAÇÃO EXECUÇÃO DIFERENÇA CRÉDITOS ORÇAM.E SUPLEMENTARES , , ,40 DESPESAS CORRENTES , , ,28 PESSOAL E ENCARGOS SOCIAIS , ,21 ( ,89) OUTRAS DESPESAS CORRENTES , , ,17 DESPESAS DE CAPITAL , , ,12 INVESTIMENTOS , , ,12 INVERSÕES FINANCEIRAS , , ,00 SUBTOTAL , , ,40 SUPERÁVIT CORRENTE SUPERÁVIT DE CAPITAL TOTAL , , ,40 318
320 BALANÇO ORÇAMENTÁRIO FUNDAÇÕES 2009 ANEXO 12 RECEITA TÍTULOS PREVISÃO EXECUÇÃO DIFERENÇA RECEITAS CORRENTES , , ,61 RECEITA PATRIMONIAL , ,57 ( ,57) RECEITA DE SERVIÇOS , , ,66 TRANSFERÊNCIAS CORRENTES , ,05 ( ,05) OUTRAS RECEITAS CORRENTES , , ,57 RECEITAS DE CAPITAL , , ,56 OPERACOES DE CREDITO , ,00 ALIENACAO DE BENS , ,00 TRANSFERÊNCIAS DE CAPITAL , , ,56 SUBTOTAL , , ,17 DÉFICIT CORRENTE , ,17 ( ,09) DÉFICIT DE CAPITAL , , ,24 TOTAL , ,82 ( ,68) 319
321 BALANÇO ORÇAMENTÁRIO FUNDAÇÕES 2009 ANEXO 12 DESPESA TÍTULOS FIXAÇÃO EXECUÇÃO DIFERENÇA CRÉDITOS ORÇAM.E SUPLEMENTARES , ,82 ( ,68) DESPESAS CORRENTES , ,12 ( ,48) PESSOAL E ENCARGOS SOCIAIS , ,61 ( ,31) OUTRAS DESPESAS CORRENTES , ,51 ( ,17) DESPESAS DE CAPITAL , , ,80 INVESTIMENTOS , , ,80 INVERSÕES FINANCEIRAS , ,00 SUBTOTAL , ,82 ( ,68) SUPERÁVIT CORRENTE SUPERÁVIT DE CAPITAL TOTAL , ,82 ( ,68) 320
322 BALANÇO ORÇAMENTÁRIO EMPRESAS PÚBLICAS 2009 ANEXO 12 RECEITA TÍTULOS PREVISÃO EXECUÇÃO DIFERENÇA RECEITAS CORRENTES , , ,13 RECEITA PATRIMONIAL ,76 ( ,76) RECEITA DE SERVIÇOS , ,74 ( ,85) TRANSFERÊNCIAS CORRENTES , , ,49 OUTRAS RECEITAS CORRENTES , , ,25 RECEITAS DE CAPITAL , ,00 TRANSFERENCIAS DE CAPITAL , ,00 SUBTOTAL , , ,13 DÉFICIT CORRENTE , , ,93 DÉFICIT DE CAPITAL , , ,46 TOTAL , , ,52 DESPESA TÍTULOS FIXAÇÃO EXECUÇÃO DIFERENÇA CRÉDITOS ORÇAM.E SUPLEMENTARES , , ,52 DESPESAS CORRENTES , , ,06 PESSOAL E ENCARGOS SOCIAIS , , ,36 OUTRAS DESPESAS CORRENTES , , ,70 DESPESAS DE CAPITAL , , ,46 INVESTIMENTOS , , ,46 INVERSOES FINANCEIRAS , ,00 AMORTIZACAO E REFINANCIAMENTO , ,00 - SUBTOTAL , , ,52 SUPERÁVIT CORRENTE SUPERÁVIT DE CAPITAL TOTAL , , ,52 321
323 BALANÇO ORÇAMENTÁRIO SOCIEDADE DE ECONOMIA MISTA DEPENDENTES 2009 ANEXO 12 RECEITA TÍTULOS PREVISÃO EXECUÇÃO DIFERENÇA RECEITAS CORRENTES , , ,24 RECEITA PATRIMONIAL , , ,11 RECEITA DE SERVIÇOS , ,35 ( ,35) TRANSFERÊNCIAS CORRENTES , , ,22 OUTRAS RECEITAS CORRENTES , , ,26 RECEITAS DE CAPITAL , ,00 OPERACOES DE CREDITO , ,00 TRANSFERÊNCIAS DE CAPITAL , ,00 SUBTOTAL , , ,24 DÉFICIT CORRENTE ,04 ( ,04) DÉFICIT DE CAPITAL , ,52 ( ,76) TOTAL , , ,44 322
324 BALANÇO ORÇAMENTÁRIO SOCIEDADE DE ECONOMIA MISTA DEPENDENTES 2009 ANEXO 12 DESPESA TÍTULOS FIXAÇÃO EXECUÇÃO DIFERENÇA CRÉDITOS ORÇAM.E SUPLEMENTARES , , ,43 DESPESAS CORRENTES , , ,19 PESSOAL E ENCARGOS SOCIAIS , , ,37 JUROS E ENCARGOS DA DÍVIDA , , ,71 OUTRAS DESPESAS CORRENTES , , ,11 DESPESAS DE CAPITAL , , ,24 INVESTIMENTOS , , ,47 INVERSÕES FINANCEIRAS , , ,44 AMORTIZAÇÃO DA DÍVIDA , , ,33 SUBTOTAL , , ,43 SUPERÁVIT CORRENTE , ,01 SUPERÁVIT DE CAPITAL TOTAL , , ,44 323
325 324 BALANÇO ORÇAMENTÁRIO CONSOLIDADO 2009 ANEXO 12 (CONSIDERANDO AS MOVIMENTAÇÕES DE CRÉDITOS ORÇAM.-DESTAQUES E PROVISÕES) RECEITA TÍTULOS PREVISÃO EXECUÇÃO DIFERENÇA RECEITAS CORRENTES , , ,39 RECEITA TRIBUTÁRIA , , ,94 RECEITA DE CONTRIBUIÇÕES , ,33 ( ,95) RECEITA PATRIMONIAL , ,37 ( ,54) RECEITA AGROPECUÁRIA , , ,48 RECEITA INDUSTRIAL , , ,79 RECEITA DE SERVIÇOS , , ,83 TRANSFERÊNCIAS CORRENTES , , ,44 OUTRAS RECEITAS CORRENTES , , ,40 RECEITAS DE CAPITAL , , ,61 OPERAÇÕES DE CRÉDITO , , ,52 ALIENAÇÃO DE BENS , , ,93 AMORTIZAÇÕES DE EMPRÉSTIMOS , , ,47 TRANSFERÊNCIAS DE CAPITAL , , ,44 OUTRAS RECEITAS DE CAPITAL , ,75 ( ,75) RECEITAS CORRENTES INTRA-ORCAMENTÁRIAS , , ,75 RECEITA DE CONTRIBUIÇÕES , , ,98 OUTRAS RECEITAS CORRENTES , ,23 ( ,23) DEDUÇÕES DA RECEITA ( ,00) ( ,52) ( ,48) DEDUCOES PARA A FORMACAO DO FUNDEB ( ,00) ( ,52) ( ,48) SUBTOTAL , , ,27 DÉFICIT CORRENTE DÉFICIT DE CAPITAL , , ,74 TOTAL , , ,01 NOTA: Balanço Orçamentário elaborado levando em consideração os efeitos das movimentações de créditos (destaques e provisões).
326 BALANÇO ORÇAMENTÁRIO CONSOLIDADO 2009 ANEXO 12 (CONSIDERANDO AS MOVIMENTAÇÕES DE CRÉDITOS ORÇAM.-DESTAQUES E PROVISÕES) DESPESA TÍTULOS FIXAÇÃO EXECUÇÃO DIFERENÇA CRÉDITOS ORÇAM.E SUPLEMENTARES , , ,55 DESPESAS CORRENTES , , ,20 PESSOAL E ENCARGOS SOCIAIS , , ,50 JUROS E ENCARGOS DA DÍVIDA , , ,32 OUTRAS DESPESAS CORRENTES , , ,38 DESPESAS DE CAPITAL , , ,35 INVESTIMENTOS , , ,48 INVERSÕES FINANCEIRAS , , ,24 AMORTIZAÇÃO E REFINANCIAMENTO , , ,63 RESERVA DE CONTINGENCIA , ,00 RESERVA DE CONTINGENCIA , ,00 SUBTOTAL , , ,55 SUPERÁVIT CORRENTE , ,36 ( ,54) SUPERÁVIT DE CAPITAL TOTAL , , ,01 NOTA: Balanço Orçamentário elaborado levando em consideração os efeitos das movimentações de créditos (destaques e provisões). 325
327 BALANÇO ORÇAMENTÁRIO ADMINISTRAÇÃO DIRETA E FUNDOS 2009 ANEXO 12 (CONSIDERANDO AS MOVIMENTAÇÕES DE CRÉDITOS ORÇAM.-DESTAQUES E PROVISÕES) RECEITA TÍTULOS PREVISÃO EXECUÇÃO DIFERENÇA RECEITAS CORRENTES , , ,13 RECEITA TRIBUTÁRIA , , ,30 RECEITA DE CONTRIBUIÇÕES , ,12 ( ,12) RECEITA PATRIMONIAL , ,78 ( ,95) RECEITA DE SERVIÇOS , , ,18 TRANSFERÊNCIAS CORRENTES , , ,81 OUTRAS RECEITAS CORRENTES , , ,91 RECEITAS DE CAPITAL , , ,37 OPERAÇÕES DE CRÉDITO , , ,52 ALIENAÇÃO DE BENS , , ,00 AMORTIZAÇÕES DE EMPRÉSTIMOS , , ,96 TRANSFERÊNCIAS DE CAPITAL , , ,64 OUTRAS RECEITAS DE CAPITAL , ,75 ( ,75) DEDUÇÕES DA RECEITA ( ,00) ( ,52) ( ,48) DEDUCOES PARA A FORMACAO DO FUNDEB ( ,00) ( ,52) ( ,48) SUBTOTAL , , ,02 DÉFICIT CORRENTE DÉFICIT DE CAPITAL , , ,47 TOTAL , , ,49 NOTA: Balanço Orçamentário elaborado levando em consideração os efeitos das movimentações de créditos (destaques e provisões). 326
328 BALANÇO ORÇAMENTÁRIO ADMINISTRAÇÃO DIRETA E FUNDOS 2009 ANEXO 12 (CONSIDERANDO AS MOVIMENTAÇÕES DE CRÉDITOS ORÇAM.-DESTAQUES E PROVISÕES) DESPESA TÍTULOS FIXAÇÃO EXECUÇÃO DIFERENÇA CRÉDITOS ORÇAM.E SUPLEMENTARES , , ,36 DESPESAS CORRENTES , , ,52 PESSOAL E ENCARGOS SOCIAIS , , ,65 JUROS E ENCARGOS DA DÍVIDA , , ,61 OUTRAS DESPESAS CORRENTES , , ,26 DESPESAS DE CAPITAL , , ,84 INVESTIMENTOS , , ,74 INVERSÕES FINANCEIRAS , , ,80 AMORTIZACAO E REFINANCIAMENTO , , ,30 RESERVA DE CONTINGENCIA , ,00 RESERVA DE CONTINGENCIA , ,00 SUBTOTAL , , ,36 SUPERÁVIT CORRENTE , , ,13 SUPERÁVIT DE CAPITAL TOTAL , , ,49 NOTA: Balanço Orçamentário elaborado levando em consideração os efeitos das movimentações de créditos (destaques e provisões). 327
329 BALANÇO ORÇAMENTÁRIO AUTARQUIAS 2009 ANEXO 12 (CONSIDERANDO AS MOVIMENTAÇÕES DE CRÉDITOS ORÇAM.-DESTAQUES E PROVISÕES) RECEITA TÍTULOS PREVISÃO EXECUÇÃO DIFERENÇA RECEITAS CORRENTES , , ,28 RECEITA TRIBUTÁRIA , , ,64 RECEITA DE CONTRIBUIÇÕES , ,21 ( ,83) RECEITA PATRIMONIAL , ,37 ( ,37) RECEITA AGROPECUÁRIA , , ,48 RECEITA INDUSTRIAL , , ,79 RECEITA DE SERVIÇOS , , ,19 TRANSFERÊNCIAS CORRENTES , , ,97 OUTRAS RECEITAS CORRENTES , , ,41 RECEITAS DE CAPITAL , , ,68 ALIENAÇÃO DE BENS , , ,93 AMORTIZAÇÕES DE EMPRÉSTIMOS , , ,51 TRANSFERÊNCIAS DE CAPITAL , , ,24 OUTRAS RECEITAS DE CAPITAL , ,00 RECEITAS CORRENTES INTRA-ORCAMENTÁRIAS , , ,78 RECEITAS CORRENTES INTRA-ORCAMENTÁRIAS , , ,98 OUTRAS RECEITAS CORRENTES , ,20 ( ,20) SUBTOTAL , , ,74 DÉFICIT CORRENTE , , ,09 DÉFICIT DE CAPITAL , , ,97 TOTAL , , ,80 NOTA: Balanço Orçamentário elaborado levando em consideração os efeitos das movimentações de créditos (destaques e provisões). 328
330 BALANÇO ORÇAMENTÁRIO AUTARQUIAS 2009 ANEXO 12 (CONSIDERANDO AS MOVIMENTAÇÕES DE CRÉDITOS ORÇAM.-DESTAQUES E PROVISÕES) DESPESA TÍTULOS FIXAÇÃO EXECUÇÃO DIFERENÇA CRÉDITOS ORÇAM.E SUPLEMENTARES , , ,80 DESPESAS CORRENTES , , ,15 PESSOAL E ENCARGOS SOCIAIS , , ,95 OUTRAS DESPESAS CORRENTES , , ,20 DESPESAS DE CAPITAL , , ,65 INVESTIMENTOS , , ,65 INVERSÕES FINANCEIRAS , , ,00 SUBTOTAL , , ,80 SUPERÁVIT CORRENTE SUPERÁVIT DE CAPITAL TOTAL , , ,80 NOTA: Balanço Orçamentário elaborado levando em consideração os efeitos das movimentações de créditos (destaques e provisões). 329
331 BALANÇO ORÇAMENTÁRIO FUNDAÇÕES 2009 ANEXO 12 (CONSIDERANDO AS MOVIMENTAÇÕES DE CRÉDITOS ORÇAM.-DESTAQUES E PROVISÕES) RECEITA TÍTULOS PREVISÃO EXECUÇÃO DIFERENÇA RECEITAS CORRENTES , , ,61 RECEITA PATRIMONIAL , ,57 ( ,57) RECEITA DE SERVIÇOS , , ,66 TRANSFERÊNCIAS CORRENTES , ,05 ( ,05) OUTRAS RECEITAS CORRENTES , , ,57 RECEITAS DE CAPITAL , , ,56 OPERACOES DE CREDITO , ,00 ALIENACAO DE BENS , ,00 TRANSFERÊNCIAS DE CAPITAL , , ,56 SUBTOTAL , , ,17 DÉFICIT CORRENTE , , ,49 DÉFICIT DE CAPITAL , , ,12 TOTAL , , ,78 NOTA: Balanço Orçamentário elaborado levando em consideração os efeitos das movimentações de créditos (destaques e provisões). 330
332 BALANÇO ORÇAMENTÁRIO FUNDAÇÕES 2009 ANEXO 12 (CONSIDERANDO AS MOVIMENTAÇÕES DE CRÉDITOS ORÇAM.-DESTAQUES E PROVISÕES) DESPESA TÍTULOS FIXAÇÃO EXECUÇÃO DIFERENÇA CRÉDITOS ORÇAM.E SUPLEMENTARES , , ,78 DESPESAS CORRENTES , , ,10 PESSOAL E ENCARGOS SOCIAIS , , ,17 OUTRAS DESPESAS CORRENTES , , ,93 DESPESAS DE CAPITAL , , ,68 INVESTIMENTOS , , ,68 SUBTOTAL , , ,78 SUPERÁVIT CORRENTE SUPERÁVIT DE CAPITAL TOTAL , , ,78 NOTA: Balanço Orçamentário elaborado levando em consideração os efeitos das movimentações de créditos (destaques e provisões). 331
333 BALANÇO ORÇAMENTÁRIO EMPRESAS PÚBLICAS 2009 ANEXO 12 (CONSIDERANDO AS MOVIMENTAÇÕES DE CRÉDITOS ORÇAM.-DESTAQUES E PROVISÕES) RECEITA TÍTULOS PREVISÃO EXECUÇÃO DIFERENÇA RECEITAS CORRENTES , , ,13 RECEITA PATRIMONIAL ,76 ( ,76) RECEITA DE SERVIÇOS , ,74 ( ,85) TRANSFERÊNCIAS CORRENTES , , ,49 OUTRAS RECEITAS CORRENTES , , ,25 RECEITAS DE CAPITAL , ,00 TRANSFERENCIAS DE CAPITAL , ,00 SUBTOTAL , , ,13 DÉFICIT CORRENTE , , ,79 DÉFICIT DE CAPITAL , , ,03 TOTAL , , ,95 NOTA: Balanço Orçamentário elaborado levando em consideração os efeitos das movimentações de créditos (destaques e provisões). 332
334 BALANÇO ORÇAMENTÁRIO EMPRESAS PÚBLICAS 2009 ANEXO 12 (CONSIDERANDO AS MOVIMENTAÇÕES DE CRÉDITOS ORÇAM.-DESTAQUES E PROVISÕES) DESPESA TÍTULOS FIXAÇÃO EXECUÇÃO DIFERENÇA CRÉDITOS ORÇAM.E SUPLEMENTARES , , ,95 DESPESAS CORRENTES , , ,92 PESSOAL E ENCARGOS SOCIAIS , , ,36 OUTRAS DESPESAS CORRENTES , , ,56 DESPESAS DE CAPITAL , , ,03 INVESTIMENTOS , , ,03 AMORTIZACAO E REFINANCIAMENTO , ,00 - SUBTOTAL , , ,95 SUPERÁVIT CORRENTE SUPERÁVIT DE CAPITAL TOTAL , , ,95 NOTA: Balanço Orçamentário elaborado levando em consideração os efeitos das movimentações de créditos (destaques e provisões). 333
335 BALANÇO ORÇAMENTÁRIO SOCIEDADE DE ECONOMIA MISTA DEPENDENTES 2009 ANEXO 12 (CONSIDERANDO AS MOVIMENTAÇÕES DE CRÉDITOS ORÇAM.-DESTAQUES E PROVISÕES) RECEITA TÍTULOS PREVISÃO EXECUÇÃO DIFERENÇA RECEITAS CORRENTES , , ,24 RECEITA PATRIMONIAL , , ,11 RECEITA DE SERVIÇOS , ,35 ( ,35) TRANSFERÊNCIAS CORRENTES , , ,22 OUTRAS RECEITAS CORRENTES , , ,26 RECEITAS DE CAPITAL , ,00 OPERACOES DE CREDITO , ,00 TRANSFERÊNCIAS DE CAPITAL , ,20 SUBTOTAL , , ,24 DÉFICIT CORRENTE ,04 ( ,04) DÉFICIT DE CAPITAL , ,52 ( ,85) TOTAL , , ,35 NOTA: Balanço Orçamentário elaborado levando em consideração os efeitos das movimentações de créditos (destaques e provisões). 334
336 BALANÇO ORÇAMENTÁRIO SOCIEDADE DE ECONOMIA MISTA DEPENDENTES 2009 ANEXO 12 (CONSIDERANDO AS MOVIMENTAÇÕES DE CRÉDITOS ORÇAM.-DESTAQUES E PROVISÕES) DESPESA TÍTULOS FIXAÇÃO EXECUÇÃO DIFERENÇA CRÉDITOS ORÇAM.E SUPLEMENTARES , , ,66 DESPESAS CORRENTES , , ,51 PESSOAL E ENCARGOS SOCIAIS , , ,37 JUROS E ENCARGOS DA DÍVIDA , , ,71 OUTRAS DESPESAS CORRENTES , , ,43 DESPESAS DE CAPITAL , , ,15 INVESTIMENTOS , , ,38 INVERSÕES FINANCEIRAS , , ,44 AMORTIZAÇÃO DA DÍVIDA , , ,33 SUBTOTAL , , ,66 SUPERÁVIT CORRENTE , ,69 SUPERÁVIT DE CAPITAL TOTAL , , ,35 NOTA: Balanço Orçamentário elaborado levando em consideração os efeitos das movimentações de créditos (destaques e provisões). 335
337 BALANÇO FINANCEIRO CONSOLIDADO ANEXO 13 RECEITA TÍTULOS R$ R$ INGRESSOS ORÇAMENTÁRIOS , ,04 RECEITAS ORÇAMENTÁRIAS , ,79 RECEITAS CORRENTES , ,10 RECEITAS TRIBUTÁRIAS , ,29 RECEITAS DE CONTRIBUIÇÕES , ,04 RECEITA PATRIMONIAL , ,69 RECEITA AGROPECUÁRIA , ,03 RECEITA INDUSTRIAL , ,51 RECEITA DE SERVIÇOS , ,49 TRANSFERÊNCIAS CORRENTES , ,50 OUTRAS RECEITAS CORRENTES , ,55 RECEITAS DE CAPITAL , ,04 OPERAÇÕES DE CRÉDITO , ,30 ALIENAÇÃO DE BENS , ,59 AMORTIZAÇÕES DE EMPRÉSTIMOS , ,04 TRANSFERÊNCIAS DE CAPITAL , ,18 OUTRAS RECEITAS DE CAPITAL , ,93 RECEITAS CORRENTES INTRA-ORÇAMENTÁRIAS , ,81 RECEITA DE CONTRIBUIÇÕES , ,88 RECEITA DE SERVICOS ,00 OUTRAS RECEITAS CORRENTES , ,93 DEDUÇÕES DA RECEITA ( ,52) ( ,16) INTERFERÊNCIAS ATIVAS , ,25 TRANSFERÊNCIAS FINANCEIRAS RECEBIDAS , ,25 REPASSE RECEBIDO , ,50 SUB-REPASSE RECEBIDO , ,42 REPASSE DIFERIDO , ,93 REPASSES PREVIDENCIARIOS RECEBIDOS PELO RPPS , ,40 336
338 RECEITA TÍTULOS R$ R$ INGRESSOS EXTRA-ORÇAMENTÁRIOS , ,78 CONSIGNAÇÕES , ,93 DEPÓSITOS DE DIVERSAS ORIGENS , ,48 RESTOS A PAGAR , ,67 OUTROS CREDITOS , ,13 INCORP/DESINCORP.DE SALDO FINANCEIRO ,96 DESINCORPORAÇÃO DE OBRIGAÇÕES RESTOS A PAGAR CANCELADO , ,42 ORDENS DE TRANSFERÊNCIAS RECEBIDAS , ,39 OUTRAS TRANSFERÊNCIAS FINANCEIRAS , ,66 DESINCORPORAÇÃO DE RETENÇÕES , ,21 OUTRAS DESINCORPORACOES DE OBRIGACOES , ,32 RECEITAS PENDENTES , ,84 VALORES DIFERIDOS , ,41 INVESTIMENTOS DOS REGIMES PROPRIOS DE PREVIDENCIA , ,80 CRÉDITOS TRIBUTÁRIOS , ,06 CRÉDITOS DIVERSOS A RECEBER , ,69 RECURSOS ESPECIAIS A RECEBER , ,59 ADIANTAMENTOS CONCEDIDOS , ,34 DEPÓSITOS REALIZÁVEIS A CURTO PRAZO , ,54 INCORPORAÇÃO DE DIREITOS , ,30 SALDO DO EXERCÍCIO ANTERIOR , ,67 DISPONÍVEL , ,79 REDE ARRECADADORA , ,88 TOTAL GERAL , ,49, 337
339 BALANÇO FINANCEIRO CONSOLIDADO ANEXO 13 DESPESA TÍTULOS R$ R$ DISPENDIOS ORÇAMENTÁRIOS , ,15 DESPESAS ORÇAMENTÁRIAS , ,90 LEGISLATIVA , ,33 JUDICIÁRIA , ,97 ESSENCIAL A JUSTIÇA , ,69 ADMINISTRAÇÃO , ,81 SEGURANÇA PÚBLICA , ,86 ASSISTÊNCIA SOCIAL , ,42 PREVIDÊNCIA SOCIAL , ,42 SAÚDE , ,51 TRABALHO , ,41 EDUCAÇÃO , ,42 CULTURA , ,29 DIREITOS DA CIDADANIA , ,50 URBANISMO , ,04 HABITAÇÃO , ,81 SANEAMENTO , ,73 GESTÃO AMBIENTAL , ,79 CIÊNCIA E TECNOLOGIA , ,02 AGRICULTURA , ,65 ORGANIZAÇÃO AGRÁRIA , ,25 COMÉRCIO E SERVIÇOS , ,83 COMUNICAÇOES , ,35 TRANSPORTE , ,15 INDUSTRIA , ,24 DESPORTO E LAZER , ,35 ENERGIA , ,48 ENCARGOS ESPECIAIS , ,58 INTERFERÊNCIAS PASSIVAS , ,25 338
340 DESPESA TÍTULOS R$ R$ TRANSFERÊNCIAS FINANCEIRAS CONCEDIDAS , ,25 REPASSE CONCEDIDO , ,50 SUB-REPASSE CONCEDIDO , ,42 REPASSE DIFERIDO , ,93 REPASSES PREVIDENCIARIOS CONCEDIDOS AO RPPS , ,40 DISPÊNDIOS EXTRA-ORÇAMENTÁRIOS , ,23 CONSIGNAÇÕES , ,57 DEPÓSITOS DE DIVERSAS ORIGENS , ,30 RESTOS A PAGAR , ,67 OUTROS CREDITOS , ,13 ORDENS DE TRANSFERENCIAS CONCEDIDAS , ,39 OUTRAS TRANSFERENCIAS FINANCEIRAS , ,66 INCORPORAÇÃO DE RETENÇÕES , ,61 OUTRAS DESINCORPORACOES DE OBRIGACOES , ,32 RECEITAS PENDENTES , ,84 VALORES DIFERIDOS , ,41 INVESTIMENTOS DOS REGIMES PROPRIOS DE PREVIDENCIA , ,32 CREDITOS TRIBUTARIOS , ,11 CRÉDITOS DIVERSOS A RECEBER , ,72 RECURSOS ESPECIAIS A RECEBER , ,17 ADIANTAMENTOS CONCEDIDOS , ,18 DEPÓSITOS REALIZÁVEIS A CURTO PRAZO , ,46 VALORES DE EXERCÍCIOS ANTERIORES , ,91 BAIXA DE DIREITOS , ,46 SALDO PARA O EXERCÍCIO SEGUINTE , ,11 DISPONÍVEL , ,85 REDE ARRECADADORA , ,26 TOTAL GERAL , ,49 339
341 BALANÇO FINANCEIRO ADMINISTRAÇÃO DIRETA E FUNDOS ANEXO 13 RECEITA TÍTULOS R$ R$ INGRESSOS ORÇAMENTÁRIOS , ,70 RECEITAS ORÇAMENTÁRIAS , ,33 RECEITAS CORRENTES , ,96 RECEITAS TRIBUTÁRIAS , ,75 RECEITAS DE CONTRIBUIÇÕES , ,52 RECEITA PATRIMONIAL , ,66 RECEITA DE SERVIÇOS , ,14 TRANSFERÊNCIAS CORRENTES , ,22 OUTRAS RECEITAS CORRENTES , ,67 RECEITAS DE CAPITAL , ,60 OPERAÇÕES DE CRÉDITO , ,30 ALIENAÇÃO DE BENS , ,47 AMORTIZAÇÕES DE EMPRÉSTIMOS , ,79 TRANSFERÊNCIAS DE CAPITAL , ,11 OUTRAS RECEITAS DE CAPITAL , ,93 RECEITAS CORRENTES INTRA-ORCAMENTARIAS ,93 OUTRAS RESTITUICOES ,93 DEDUÇÕES DA RECEITA ,52 ( ,16) INTERFERÊNCIAS ATIVAS , ,37 TRANSFERÊNCIAS FINANCEIRAS RECEBIDAS , ,37 REPASSE RECEBIDO , ,56 SUB-REPASSE RECEBIDO , ,42 REPASSE DIFERIDO , ,39 INGRESSOS EXTRA-ORÇAMENTÁRIOS , ,41 CONSIGNAÇÕES , ,71 DEPÓSITOS DE DIVERSAS ORIGENS , ,81 340
342 RECEITA TÍTULOS R$ R$ RESTOS A PAGAR , ,82 DESINCORP.DE OBRIG.REST.A PAGAR CANCELADO , ,74 ORDENS DE TRANSFERÊNCIAS RECEBIDAS , ,30 OUTRAS TRANSFERÊNCIAS FINANCEIRAS , ,10 DESINCORPORAÇÃO DE RETENÇÕES , ,84 OUTRAS DESINCORPORACOES DE OBRIGACOES , ,32 RECEITAS PENDENTES , ,84 VALORES DIFERIDOS , ,32 CRÉDITOS DIVERSOS A RECEBER , ,78 RECURSOS ESPECIAIS A RECEBER , ,59 ADIANTAMENTOS CONCEDIDOS , ,93 DEPÓSITOS REALIZÁVEIS A CURTO PRAZO , ,01 INCORPORAÇÃO DE DIREITOS , ,30 SALDO DO EXERCÍCIO ANTERIOR , ,52 DISPONÍVEL , ,91 REDE ARRECADADORA , ,61 TOTAL GERAL , ,63 341
343 BALANÇO FINANCEIRO ADMINISTRAÇÃO DIRETA E FUNDOS ANEXO 13 DESPESA TÍTULOS R$ R$ DISPENDIOS ORÇAMENTÁRIOS , ,15 DESPESAS ORÇAMENTÁRIAS , ,03 LEGISLATIVA , ,33 JUDICIÁRIA , ,97 ESSENCIAL A JUSTIÇA , ,51 ADMINISTRAÇÃO , ,95 SEGURANÇA PÚBLICA , ,27 ASSISTÊNCIA SOCIAL , ,73 PREVIDÊNCIA SOCIAL , ,34 SAÚDE , ,11 TRABALHO , ,41 EDUCAÇÃO , ,92 CULTURA , ,03 DIREITOS DA CIDADANIA , ,83 URBANISMO , ,04 HABITAÇÃO , ,40 SANEAMENTO , ,73 GESTÃO AMBIENTAL , ,80 CIÊNCIA E TECNOLOGIA , ,22 AGRICULTURA , ,80 COMÉRCIO E SERVIÇOS ,86 COMUNICAÇOES , ,46 TRANSPORTE , ,15 DESPORTO E LAZER , ,44 ORGANIZACAO AGRARIA ,00 ENCARGOS ESPECIAIS , ,73 INTERFERÊNCIAS PASSIVAS , ,12 TRANSFERÊNCIAS FINANCEIRAS CONCEDIDAS , ,12 342
344 DESPESA TÍTULOS R$ R$ REPASSE CONCEDIDO , ,37 SUB-REPASSE CONCEDIDO , ,42 REPASSE DIFERIDO , ,93 REPASSES PREVIDENCIARIOS CONCEDIDOS AO RPPS , ,40 DISPÊNDIOS EXTRA-ORÇAMENTÁRIOS , ,92 CONSIGNAÇÕES , ,10 DEPÓSITOS DE DIVERSAS ORIGENS , ,83 RESTOS A PAGAR , ,84 ORDENS DE TRANSFERÊNCIAS CONCEDIDAS , ,42 OUTRAS TRANSFERÊNCIAS FINANCEIRAS , ,66 INCORPORAÇÃO DE RETENÇÕES , ,48 OUTRAS DESINCORPORACOES DE OBRIGACOES , ,56 RECEITAS PENDENTES , ,84 VALORES DIFERIDOS , ,35 CRÉDITOS DIVERSOS A RECEBER , ,32 RECURSOS ESPECIAIS A RECEBER ,00 7,10 ADIANTAMENTOS CONCEDIDOS , ,06 DEPÓSITOS REALIZÁVEIS A CURTO PRAZO , ,85 VALORES DE EXERCÍCIOS ANTERIORES , ,97 BAIXA DE DIREITOS , ,54 SALDO PARA O EXERCÍCIO SEGUINTE , ,56 DISPONÍVEL , ,57 REDE ARRECADADORA , ,99 TOTAL GERAL , ,63 343
345 BALANÇO FINANCEIRO AUTARQUIAS ANEXO 13 RECEITA TÍTULOS R$ R$ INGRESSOS ORÇAMENTÁRIOS , ,57 RECEITAS ORÇAMENTÁRIAS , ,00 RECEITAS CORRENTES , ,75 RECEITAS TRIBUTÁRIAS , ,54 RECEITAS DE CONTRIBUIÇÕES , ,52 RECEITA PATRIMONIAL , ,60 RECEITA AGROPECUÁRIA , ,03 RECEITA INDUSTRIAL , ,51 RECEITA DE SERVIÇOS , ,97 TRANSFERÊNCIAS CORRENTES , ,67 OUTRAS RECEITAS CORRENTES , ,91 RECEITAS DE CAPITAL , ,37 ALIENAÇÃO DE BENS , ,12 AMORTIZAÇÕES DE EMPRÉSTIMOS , ,25 TRANSFERÊNCIAS DE CAPITAL , ,00 RECEITAS CORRENTES INTRA-ORÇAMENTÁRIAS , ,88 RECEITA DE CONTRIBUIÇÃO INTRA-ORÇAMENTÁRIA , ,88 OUTRAS RECEITAS CORRENTES ,23 INTERFERÊNCIAS ATIVAS , ,57 TRANSFERÊNCIAS FINANCEIRAS RECEBIDAS , ,57 REPASSE RECEBIDO , ,37 SUB-REPASSE RECEBIDO ,81 REPASSE DIFERIDO , ,80 REPASSES PREVIDENCIARIOS RECEBIDOS PELO RPPS , ,40 INGRESSOS EXTRA-ORÇAMENTÁRIOS , ,61 CONSIGNAÇÕES , ,93 DEPÓSITOS DE DIVERSAS ORIGENS , ,99 344
346 RECEITA TÍTULOS R$ R$ RESTOS A PAGAR , ,22 OUTROS CREDITOS , ,13 DESINCORPORAÇÃO DE OBRIGAÇÕES RESTOS A PAGAR CANCELADO , ,25 ORDENS DE TRANSFERÊNCIAS RECEBIDAS , ,47 DESINCORPORAÇÃO DE RETENÇÕES , ,05 OUTRAS DESINCORPORACOES DE OBRIGACOES ,13 VALORES DIFERIDOS , ,46 INVESTIMENTOS DOS REGIM PROP DE PREVIDENCIA , ,80 CRÉDITOS DIVERSOS A RECEBER , ,59 RECURSOS ESPECIAIS A RECEBER ,16 ADIANTAMENTOS CONCEDIDOS , ,41 DEPÓSITOS REALIZÁVEIS A CURTO PRAZO , ,31 SALDO DO EXERCÍCIO ANTERIOR , ,08 DISPONÍVEL , ,08 REDE ARRECADADORA , ,00 TOTAL GERAL , ,26 345
347 BALANÇO FINANCEIRO AUTARQUIAS ANEXO 13 DESPESA TÍTULOS R$ R$ DISPENDIOS ORÇAMENTÁRIOS , ,84 DESPESAS ORÇAMENTÁRIAS , ,47 ESSENCIAL A JUSTIÇA , ,18 ADMINISTRAÇÃO , ,92 SEGURANÇA PÚBLICA , ,59 ASSISTÊNCIA SOCIAL , ,81 PREVIDÊNCIA SOCIAL , ,08 SAÚDE , ,62 EDUCAÇÃO , ,32 DIREITOS DA CIDADANIA , ,73 GESTÃO AMBIENTAL , ,99 CIÊNCIA E TECNOLOGIA 3.400, ,00 AGRICULTURA , ,05 ENCARGOS ESPECIAIS ,96 ORGANIZAÇÃO AGRÁRIA , ,25 INDÚSTRIA , ,24 SANEAMENTO ,50 CULTURA ,75 COMÉRCIO E SERVIÇOS , ,01 ENERGIA , ,48 URBANISMO ,83 TRANSPORTE , ,29 DESPORTO E LAZER , ,91 INTERFERÊNCIAS PASSIVAS , ,37 TRANSFERÊNCIAS FINANCEIRAS CONCEDIDAS , ,37 REPASSE CONCEDIDO , ,37 SUB-REPASSE CONCEDIDO ,81 DISPÊNDIOS EXTRA-ORÇAMENTÁRIOS , ,41 346
348 DESPESA TÍTULOS R$ R$ CONSIGNAÇÕES , ,51 DEPÓSITOS DE DIVERSAS ORIGENS , ,07 RESTOS A PAGAR , ,26 OUTROS CREDITOS , ,13 ORDENS DE TRANSFERÊNCIAS CONCEDIDAS , ,48 INCORPORAÇÃO DE RETENÇÕES 9.181, ,28 OUTRAS DESINCORPORACOES DE OBRIGACOES , ,39 VALORES DIFERIDOS , ,46 INVESTIMENTOS DOS REGIM PROP DE PREVIDENCIA , ,32 CRÉDITOS DIVERSOS A RECEBER , ,80 RECURSOS ESPECIAIS A RECEBER ,16 ADIANTAMENTOS CONCEDIDOS , ,12 DEPÓSITOS REALIZÁVEIS A CURTO PRAZO , ,31 VALORES DE EXERCÍCIOS ANTERIORES , ,12 SALDO PARA O EXERCÍCIO SEGUINTE , ,01 DISPONÍVEL , ,01 REDE ARRECADADORA , ,00 TOTAL GERAL , ,26 347
349 BALANÇO FINANCEIRO FUNDAÇÕES ANEXO 13 RECEITA TÍTULOS R$ R$ INGRESSOS ORÇAMENTÁRIOS , ,63 RECEITAS ORÇAMENTÁRIAS , ,64 RECEITAS CORRENTES , ,77 RECEITA PATRIMONIAL , ,29 RECEITA DE SERVIÇOS , ,00 TRANSFERÊNCIAS CORRENTES , ,59 OUTRAS RECEITAS CORRENTES , ,89 RECEITAS DE CAPITAL , ,87 TRANSFERÊNCIAS DE CAPITAL , ,87 INTERFERÊNCIAS ATIVAS , ,99 TRANSFERÊNCIAS FINANCEIRAS RECEBIDAS , ,99 REPASSE RECEBIDO , ,77 REPASSE DIFERIDO , ,22 INGRESSOS EXTRA-ORÇAMENTÁRIOS , ,60 CONSIGNAÇÕES , ,71 DEPÓSITOS DE DIVERSAS ORIGENS ,50 RESTOS A PAGAR , ,31 DESINCORPORAÇÃO DE OBRIGAÇÕES RESTOS A PAGAR CANCELADO , ,44 ORDENS DE TRANSFERENCIAS RECEBIDAS , ,32 OUTRAS TRANSFERENCIAS FINANCEIRAS , ,56 DESINCORPORAÇÃO DE RETENÇÕES 142,26 295,17 VALORES DIFERIDOS , ,02 CRÉDITOS DIVERSOS A RECEBER , ,35 RECURSOS ESPECIAIS A RECEBER ,91 ADIANTAMENTOS CONCEDIDOS ,11 DEPÓSITOS REALIZÁVEIS A CURTO PRAZO , ,22 SALDO DO EXERCÍCIO ANTERIOR , ,01 DISPONÍVEL , ,01 TOTAL GERAL , ,24 348
350 BALANÇO FINANCEIRO FUNDAÇÕES ANEXO 13 DESPESA TÍTULOS R$ R$ DISPENDIOS ORÇAMENTÁRIOS , ,44 DESPESAS ORÇAMENTÁRIAS , ,44 ADMINISTRAÇÃO ,03 ASSISTÊNCIA SOCIAL , ,88 SAÚDE , ,78 HABITAÇÃO ,28 EDUCAÇÃO , ,18 SEGURANÇA PÚBLICA ,00 CULTURA , ,26 LEGISLATIVA ,49 DIREITOS DA CIDADANIA ,94 CIÊNCIA E TECNOLOGIA ,64 ENCARGOS ESPECIAIS , ,51 COMUNICAÇOES , ,89 INTERFERÊNCIAS PASSIVAS ,68 0,00 TRANSFERÊNCIAS FINANCEIRAS CONCEDIDAS ,68 0,00 REPASSE CONCEDIDO ,68 DISPÊNDIOS EXTRA-ORÇAMENTÁRIOS , ,55 CONSIGNAÇÕES , ,22 DEPÓSITOS DE DIVERSAS ORIGENS ,69 RESTOS A PAGAR , ,56 ORDENS DE TRANSFERÊNCIAS CONCEDIDAS ,00 59,82 INCORPORAÇÃO DE RETENÇÕES 5.421, ,85 OUTRAS DESINCORPORACOES DE OBRIGACOES , ,37 VALORES DIFERIDOS , ,74 CRÉDITOS DIVERSOS A RECEBER , ,35 ADIANTAMENTOS CONCEDIDOS ,11 RECURSOS ESPECIAIS A RECEBER ,91 DEPÓSITOS REALIZÁVEIS A CURTO PRAZO , ,22 349
351 DESPESA TÍTULOS R$ R$ VALORES DE EXERCÍCIOS ANTERIORES , ,82 BAIXA DE DIREITOS ,79 SALDO PARA O EXERCÍCIO SEGUINTE , ,25 DISPONÍVEL , ,25 TOTAL GERAL , ,24 350
352 BALANÇO FINANCEIRO EMPRESAS PÚBLICAS 2009 ANEXO 13 RECEITA TÍTULOS R$ R$ INGRESSOS ORÇAMENTÁRIOS , ,65 RECEITAS ORÇAMENTÁRIAS , ,67 RECEITAS CORRENTES , ,67 RECEITA PATRIMONIAL , ,66 RECEITA DE SERVIÇOS , ,26 TRANSFERÊNCIAS CORRENTES , ,34 OUTRAS RECEITAS CORRENTES , ,41 RECEITAS CORRENTES INTRA-ORCAMENTARIAS ,00 RECEITA DE SERVICOS ,00 INTERFERÊNCIAS ATIVAS , ,98 TRANSFERÊNCIAS FINANCEIRAS RECEBIDAS , ,98 REPASSE RECEBIDO , ,73 REPASSE DIFERIDO , ,25 INGRESSOS EXTRA-ORÇAMENTÁRIOS , ,17 CONSIGNAÇÕES , ,45 DEPÓSITOS DE DIVERSAS ORIGENS , ,25 RESTOS A PAGAR , ,62 INCORP/DESINCORP.DE SALDO FINANCEIRO ,96 DESINCORP.DE OBRIG.REST.A PAGAR CANCELADO ,38 895,06 OUTRAS TRANSFERÊNCIAS FINANCEIRAS ,00 RECEITAS PENDENTES 1.073,48 200,00 VALORES DIFERIDOS , ,95 CRÉDITOS TRIBUTÁRIOS , ,06 CRÉDITOS DIVERSOS A RECEBER , ,92 DEPÓSITOS REALIZÁVEIS A CURTO PRAZO , ,86 SALDO DO EXERCÍCIO ANTERIOR , ,82 DISPONÍVEL , ,82 TOTAL GERAL , ,64 351
353 BALANÇO FINANCEIRO EMPRESAS PÚBLICAS 2009 ANEXO 13 DESPESA TÍTULOS R$ R$ DISPENDIOS ORÇAMENTÁRIOS , ,12 DESPESAS ORÇAMENTÁRIAS , ,12 ADMINISTRAÇÃO , ,32 AGRICULTURA , ,80 CIENCIA E TECNOLOGIA ,29 EDUCAÇÃO ,40 TRANSPORTE ,76 ENCARGOS ESPECIAIS , ,71 DISPÊNDIOS EXTRA-ORÇAMENTÁRIOS , ,44 CONSIGNAÇÕES , ,16 DEPÓSITOS DE DIVERSAS ORIGENS 900, ,53 RESTOS A PAGAR , ,21 OUTRAS TRANSFERENCIAS FINANCEIRAS ,00 OUTRAS DESINCORPORAÇÕES DE OBRIGAÇÕES ,37 RECEITAS PENDENTES 1.073,48 200,00 VALORES DIFERIDOS , ,37 CRÉDITOS TRIBUTÁRIOS , ,11 CRÉDITOS DIVERSOS A RECEBER , ,20 DEPÓSITOS REALIZÁVEIS A CURTO PRAZO , ,94 BAIXA DE DIREITOS ,92 SALDO PARA O EXERCÍCIO SEGUINTE , ,08 DISPONÍVEL , ,08 TOTAL GERAL , ,64 352
354 BALANÇO FINANCEIRO SOCIEDADE DE ECONOMIA MISTA DEPENDENTES ANEXO 13 RECEITA TÍTULOS R$ R$ INGRESSOS ORÇAMENTÁRIOS , ,49 RECEITAS ORÇAMENTÁRIAS , ,15 RECEITAS CORRENTES , ,95 RECEITA PATRIMONIAL , ,48 RECEITA DE SERVIÇOS , ,12 TRANSFERÊNCIAS CORRENTES , ,68 OUTRAS RECEITAS CORRENTES ,50 369,67 RECEITAS DE CAPITAL ,20 TRANSFERENCIAS DE CAPITAL ,20 INTERFERÊNCIAS ATIVAS , ,34 TRANSFERÊNCIAS FINANCEIRAS RECEBIDAS , ,34 REPASSE RECEBIDO , ,07 REPASSE DIFERIDO , ,27 INGRESSOS EXTRA-ORÇAMENTÁRIOS , ,99 CONSIGNAÇÕES , ,13 DEPÓSITOS DE DIVERSAS ORIGENS , ,93 RESTOS A PAGAR , ,70 DESINCORP.DE OBRIG.REST.A PAGAR CANCELADO , ,93 ORDENS DE TRANSFERENCIAS RECEBIDAS ,30 DESINCORPORAÇÃO DE RETENÇÕES 261,15 VALORES DIFERIDOS , ,66 CRÉDITOS DIVERSOS A RECEBER , ,05 DEPÓSITOS REALIZÁVEIS A CURTO PRAZO , ,14 SALDO DO EXERCÍCIO ANTERIOR , ,24 DISPONÍVEL , ,97 REDE ARRECADADORA 3.383, ,27 TOTAL GERAL , ,72 353
355 BALANÇO FINANCEIRO SOCIEDADE DE ECONOMIA MISTA DEPENDENTES ANEXO 13 DESPESA TÍTULOS R$ R$ DISPENDIOS ORÇAMENTÁRIOS , ,60 DESPESAS ORÇAMENTÁRIAS , ,84 ADMINISTRAÇÃO , ,62 CIENCIA E TECNOLOGIA , ,00 HABITAÇÃO , ,41 COMÉRCIO E SERVIÇOS , ,96 SANEAMENTO , ,71 ENCARGOS ESPECIAIS , ,14 INTERFERÊNCIAS PASSIVAS , ,76 TRANSFERÊNCIAS FINANCEIRAS CONCEDIDAS , ,76 REPASSE CONCEDIDO , ,76 DISPÊNDIOS EXTRA-ORÇAMENTÁRIOS , ,91 CONSIGNAÇÕES , ,58 DEPÓSITOS DE DIVERSAS ORIGENS , ,18 RESTOS A PAGAR , ,80 INCORPORACAO DE RETENCOES 3.460,74 ORDENS DE TRANSFERÊNCIAS CONCEDIDAS ,67 OUTRAS DESINCORPORACOES DE OBRIGACOES ,98 VALORES DIFERIDOS , ,49 CRÉDITOS DIVERSOS A RECEBER , ,05 DEPÓSITOS REALIZÁVEIS A CURTO PRAZO , ,14 VALORES DE EXERCÍCIOS ANTERIORES , ,00 SALDO PARA O EXERCÍCIO SEGUINTE , ,21 DISPONÍVEL , ,94 REDE ARRECADADORA 3.383, ,27 TOTAL GERAL , ,72 354
356 BALANÇO PATRIMONIAL CONSOLIDADO ANEXO 14 ATIVO TÍTULOS R$ R$ ATIVO FINANCEIRO , ,55 DISPONÍVEL , ,85 CAIXA , ,85 BANCOS CONTA MOVIMENTO , ,67 APLICAÇÕES FINANCEIRAS , ,33 CRÉDITOS EM CIRCULAÇÃO , ,76 REDE ARRECADADORA , ,26 CREDITOS TRIBUTÁRIOS , ,83 RECURSOS ESPECIAIS A RECEBER , ,65 CRÉDITOS DIVERSOS A RECEBER , ,06 ADIANTAMENTOS CONCEDIDOS 2.155, ,80 VALORES EM TRANSITO REALIZAVEIS , ,16 VALORES PENDENTES A CURTO PRAZO , ,87 VALORES DIFERIDOS , ,87 INVESTIMENTOS DOS REGIMES PROPRIOS DE PREVIDÊNCIA , ,07 INVESTIMENTOS EM SEGMENTO DE RENDA FIXA , ,07 TITULOS DE RESPONSABILIDADE DO TESOURO - POS-FIXADOS , ,40 FUNDOS DE INVESTIMENTOS , ,67 INVESTIMENTOS EM SEGMENTOS DE RENDA VARIAVEL ,78 FUNDO DE ACOES ,78 ATIVO PERMANENTE , ,50 CREDITOS EM CIRCULAÇÃO , ,06 FORNECIMENTOS A RECEBER , ,14 CRÉDITOS PARCELADOS , ,77 DIVERSOS RESPONSÁVEIS , ,87 EMPRÉSTIMO E FINANCIAMENTOS , ,28 BENS E VALORES EM CIRCULAÇÃO , ,35 ESTOQUES , ,18 TÍTULOS E VALORES , ,17 VALORES PENDENTES A CURTO PRAZO , ,05 DESPESAS A REGULARIZAR , ,05 DEPÓSITOS REALIZÁVEIS A LONGO PRAZO , ,15 355
357 ATIVO TÍTULOS R$ R$ DEPÓSITOS COMPULSÓRIOS , ,93 RECURSOS VINCULADOS , ,22 CRÉDITOS REALIZÁVEIS A LONGO PRAZO , ,15 CRÉDITOS DA UNIÃO, ESTADOS E MUNICÍPIOS , ,84 DÍVIDA ATIVA , ,84 EMPRÉSTIMOS E FINANCIAMENTOS , ,02 OUTROS CRÉDITOS A RECEBER , ,29 INVESTIMENTOS , ,14 PARTICIPAÇÕES SOCIETÁRIAS , ,60 OUTROS INVESTIMENTOS 1.180, ,54 IMOBILIZADO , ,23 BENS MÓVEIS E IMÓVEIS , ,14 BENS INTANGÍVEIS , ,77 DEPRECIAÇÕES, AMORTIZAÇÕES E EXAUSTÕES ( ,44) ( ,68) DIFERIDO , ,37 OUTROS DIFERIMENTOS , ,60 AMORTIZAÇÕES (2.835,23) (2.835,23) ATIVO COMPENSADO , ,77 COMPENSAÇÕES ATIVAS DIVERSAS , ,77 RESPONSABILIDADE POR TÍTULOS E VALORES , ,36 GARANTIAS DE VALORES , ,50 DIREITOS E OBRIGAÇÕES , ,91 TOTAL , ,82 356
358 BALANÇO PATRIMONIAL CONSOLIDADO ANEXO 14 PASSIVO TÍTULOS R$ R$ PASSIVO FINANCEIRO , ,39 DEPÓSITOS , ,85 CONSIGNAÇÕES , ,30 DEPÓSITOS DE DIVERSAS ORIGENS , ,55 OBRIGAÇÕES EM CIRCULAÇÃO , ,67 OBRIGAÇÕES A PAGAR , ,67 RESTOS A PAGAR PROCESSADOS , ,67 VALORES PENDENTES A CURTO PRAZO , ,87 VALORES DIFERIDOS , ,87 PASSIVO PERMANENTE , ,56 OBRIGAÇÕES EM CIRCULAÇÃO , ,25 OBRIGAÇÕES A PAGAR , ,25 PROVISÕES , ,57 PRECATORIOS A PAGAR ,96 OUTRAS OBRIGAÇÕES A CURTO PRAZO , ,68 OBRIGAÇÕES EXIGÍVEIS A LONGO PRAZO , ,58 OPERAÇÕES DE CRÉDITO - INTERNA , ,69 EM CONTRATOS , ,69 OPERAÇÕES DE CRÉDITO - EXTERNA , ,27 EM CONTRATOS , ,27 OBRIGAÇÕES LEGAIS E TRIBUTÁRIAS , ,69 OUTRAS OBRIGAÇÕES A PAGAR , ,93 PROVISÕES MATEMÁTICAS PREVIDENCIÁRIAS , ,73 PROVISÕES PARA BENEFÍCIOS CONCEDIDOS , ,74 PROVISÕES PARA BENEFÍCIOS A CONCEDER , ,65 RESERVAS A AMORTIZAR ( ,66) SERVICO PASSADO ( ,66) SALDO PATRIMONIAL , ,10 PATRIMÔNIO , ,07 RESERVAS , ,94 RESERVAS DE CAPITAL , ,48 357
359 PASSIVO TÍTULOS R$ R$ RESERVAS DE REAVALIAÇÃO , ,94 RESERVAS DE LUCROS , ,52 RESULTADO ACUMULADO ( ,32) ( ,32) DÉFICIT OU SUPERÁVIT DO EXERCÍCIO , ,41 PASSIVO COMPENSADO , ,77 COMPENSAÇÕES PASSIVAS DIVERSAS , ,77 TÍTULOS E VALORES SOB RESPONSABILIDADES , ,36 VALORES EM GARANTIAS , ,50 DIREITOS E OBRIGAÇÕES , ,91 TOTAL , ,82 358
360 BALANÇO PATRIMONIAL ADMINISTRAÇÃO DIRETA E FUNDOS 2009 ANEXO 14 ATIVO TÍTULOS R$ R$ ATIVO FINANCEIRO , ,76 DISPONÍVEL , ,57 BANCOS CONTA MOVIMENTO , ,61 APLICAÇÕES FINANCEIRAS , ,96 CRÉDITOS EM CIRCULAÇÃO , ,82 REDE ARRECADADORA , ,99 CREDITOS TRIBUTARIOS 40,60 40,60 RECURSOS ESPECIAIS A RECEBER , ,58 CRÉDITOS DIVERSOS A RECEBER , ,36 ADIANTAMENTOS CONCEDIDOS ,13 VALORES EM TRANSITO REALIZAVEIS , ,16 VALORES PENDENTES A CURTO PRAZO , ,37 VALORES DIFERIDOS , ,37 ATIVO PERMANENTE , ,81 CREDITOS EM CIRCULAÇÃO , ,86 FORNECIMENTOS A RECEBER , ,31 DIVERSOS RESPONSÁVEIS , ,58 EMPRÉSTIMO E FINANCIAMENTOS , ,97 BENS E VALORES EM CIRCULAÇÃO , ,79 ESTOQUES , ,23 TÍTULOS E VALORES , ,56 DEPOSITOS REALIZAVEIS A LONGO PRAZO , ,32 RECURSOS VINCULADOS , ,32 CRÉDITOS REALIZÁVEIS A LONGO PRAZO , ,80 CRÉDITOS DA UNIÃO, ESTADOS E MUNICÍPIOS , ,84 DÍVIDA ATIVA , ,84 EMPRÉSTIMOS E FINANCIAMENTOS , ,02 OUTROS CREDITOS A RECEBER 3.671,94 INVESTIMENTOS , ,63 PARTICIPAÇÕES SOCIETÁRIAS , ,63 359
361 ATIVO TÍTULOS R$ R$ IMOBILIZADO , ,41 BENS MÓVEIS E IMÓVEIS , ,26 BENS INTANGÍVEIS 9.488, ,15 ATIVO COMPENSADO , ,64 COMPENSAÇÕES ATIVAS DIVERSAS , ,64 RESPONSABILIDADE POR TÍTULOS E VALORES , ,19 GARANTIAS DE VALORES , ,20 DIREITOS E OBRIGAÇÕES , ,25 TOTAL , ,21 360
362 BALANÇO PATRIMONIAL ADMINISTRAÇÃO DIRETA E FUNDOS 2009 ANEXO 14 PASSIVO TÍTULOS R$ R$ PASSIVO FINANCEIRO , ,72 DEPÓSITOS , ,03 CONSIGNAÇÕES , ,56 DEPÓSITOS DE DIVERSAS ORIGENS , ,47 OBRIGAÇÕES EM CIRCULAÇÃO , ,82 OBRIGAÇÕES A PAGAR , ,82 RESTOS A PAGAR PROCESSADOS , ,82 VALORES PENDENTES A CURTO PRAZO , ,87 VALORES DIFERIDOS , ,87 PASSIVO PERMANENTE , ,24 OBRIGACOES EM CIRCULACAO ,96 OBRIGACOES A PAGAR ,96 PRECATORIOS A PAGAR ,96 OBRIGAÇÕES EXIGÍVEIS A LONGO PRAZO , ,24 OPERAÇÕES DE CRÉDITO - INTERNA , ,71 EM CONTRATOS , ,71 OPERAÇÕES DE CRÉDITO - EXTERNA , ,27 EM CONTRATOS , ,27 OBRIGAÇÕES LEGAIS E TRIBUTÁRIAS , ,26 SALDO PATRIMONIAL , ,61 PATRIMÔNIO , ,90 DÉFICIT OU SUPERÁVIT DO EXERCÍCIO , ,71 PASSIVO COMPENSADO , ,64 COMPENSAÇÕES PASSIVAS DIVERSAS , ,64 TÍTULOS E VALORES SOB RESPONSABILIDADES , ,19 VALORES EM GARANTIAS , ,20 DIREITOS E OBRIGAÇÕES , ,25 TOTAL , ,21 361
363 BALANÇO PATRIMONIAL AUTARQUIAS 2009 ANEXO 14 ATIVO TÍTULOS R$ R$ ATIVO FINANCEIRO , ,01 DISPONÍVEL , ,01 CAIXA 3.800, ,29 BANCOS CONTA MOVIMENTO , ,37 APLICAÇÕES FINANCEIRAS , ,35 CRÉDITOS EM CIRCULAÇÃO , ,77 REDE ARRECADADORA , ,00 RECURSOS ESPECIAIS A RECEBER ,16 CRÉDITOS DIVERSOS A RECEBER , ,02 ADIANTAMENTOS CONCEDIDOS ,59 VALORES PENDENTES A CURTO PRAZO , ,16 VALORES DIFERIDOS , ,16 INVESTIMENTOS DOS REGIMES PROP. DE PREVIDÊNCIA , ,07 INVESTIMENTOS EM SEGMENTO DE RENDA FIXA , ,07 TITULOS DE RESP. DO TESOURO - POS-FIXADOS , ,40 FUNDOS DE INVESTIMENTOS , ,67 INVESTIMENTOS EM SEGMENTOS DE RENDA VARIAVEL ,78 FUNDO DE ACOES ,78 ATIVO PERMANENTE , ,99 CREDITOS EM CIRCULAÇÃO , ,24 FORNECIMENTOS A RECEBER , ,05 DIVERSOS RESPONSÁVEIS , ,88 EMPRÉSTIMO E FINANCIAMENTOS , ,31 BENS E VALORES EM CIRCULAÇÃO , ,54 ESTOQUES , ,02 TÍTULOS E VALORES , ,52 DEPOSITOS REALIZAVEIS A LONGO PRAZO , ,36 RECURSOS VINCULADOS , ,36 362
364 ATIVO TÍTULOS R$ R$ CREDITOS REALIZAVEIS A LONGO PRAZO , ,00 OUTROS CREDITOS A RECEBER , ,00 INVESTIMENTOS , ,65 PARTICIPAÇÕES SOCIETÁRIAS , ,65 IMOBILIZADO , ,20 BENS MÓVEIS E IMÓVEIS , ,33 DEPRECIAÇÕES ( ,98) ( ,13) ATIVO COMPENSADO , ,74 COMPENSAÇÕES ATIVAS DIVERSAS , ,74 RESPONSABILIDADE POR TITULOS E VALORES , ,05 GARANTIAS DE VALORES , ,30 DIREITOS E OBRIGAÇÕES , ,39 TOTAL , ,74 363
365 BALANÇO PATRIMONIAL AUTARQUIAS 2009 ANEXO 14 PASSIVO TÍTULOS R$ R$ PASSIVO FINANCEIRO , ,40 DEPÓSITOS , ,18 CONSIGNAÇÕES , ,18 DEPÓSITOS DE DIVERSAS ORIGENS , ,00 OBRIGAÇÕES EM CIRCULAÇÃO , ,22 OBRIGAÇÕES A PAGAR , ,22 RESTOS A PAGAR PROCESSADOS , ,22 PASSIVO PERMANENTE , ,73 PROVISÕES MATEMATICAS PREVIDENCIÁRIAS , ,73 PROVISÕES PARA BENEFICIOS CONCEDIDOS , ,74 PROVISÕES PARA BENEFICIOS A CONCEDER , ,65 RESERVAS A AMORTIZAR ( ,66) SERVIÇO PASSADO ( ,66) SALDO PATRIMONIAL , ,87 PATRIMÔNIO , ,01 DÉFICIT OU SUPERÁVIT DO EXERCÍCIO , ,86 PASSIVO COMPENSADO , ,74 COMPENSAÇÕES PASSIVAS DIVERSAS , ,74 TITULOS E VALORES SOB RESPONSABILIDADES , ,05 VALORES EM GARANTIAS , ,30 DIREITOS E OBRIGAÇÕES , ,39 TOTAL , ,74 364
366 BALANÇO PATRIMONIAL FUNDAÇÕES ANEXO 14 ATIVO TÍTULOS R$ R$ ATIVO FINANCEIRO , ,83 DISPONÍVEL , ,25 CAIXA 120, ,00 BANCOS CONTA MOVIMENTO , ,55 APLICAÇÕES FINANCEIRAS , ,70 CREDITOS EM CIRCULACAO ,91 RECURSOS ESPECIAIS A RECEBER ,91 VALORES PENDENTES A CURTO PRAZO , ,67 VALORES DIFERIDOS , ,67 ATIVO PERMANENTE , ,68 CREDITOS EM CIRCULAÇÃO , ,38 FORNECIMENTOS A RECEBER , ,68 DIVERSOS RESPONSÁVEIS , ,70 BENS E VALORES EM CIRCULAÇÃO , ,79 ESTOQUES , ,79 IMOBILIZADO , ,51 BENS MÓVEIS E IMÓVEIS , ,51 ATIVO COMPENSADO , ,63 COMPENSAÇÕES ATIVAS DIVERSAS , ,63 RESPONSABILIDADE POR TÍTULOS E VALORES , ,12 DIREITOS E OBRIGAÇÕES , ,51 TOTAL , ,14 365
367 BALANÇO PATRIMONIAL FUNDAÇÕES ANEXO 14 PASSIVO TÍTULOS R$ R$ PASSIVO FINANCEIRO , ,55 DEPÓSITOS , ,24 CONSIGNAÇÕES , ,24 OBRIGAÇÕES EM CIRCULAÇÃO , ,31 OBRIGAÇÕES A PAGAR , ,31 RESTOS A PAGAR PROCESSADOS , ,31 SALDO PATRIMONIAL , ,96 PATRIMÔNIO , ,65 DÉFICIT OU SUPERÁVIT DO EXERCÍCIO , ,31 PASSIVO COMPENSADO , ,63 COMPENSAÇÕES PASSIVAS DIVERSAS , ,63 TÍTULOS E VALORES SOB RESPONSABILIDADES , ,12 DIREITOS E OBRIGAÇÕES , ,51 TOTAL , ,14 366
368 BALANÇO PATRIMONIAL EMPRESAS PÚBLICAS 2009 ANEXO 14 ATIVO TÍTULOS R$ R$ ATIVO FINANCEIRO , ,67 DISPONÍVEL , ,08 CAIXA 1.901, ,76 BANCOS CONTA MOVIMENTO , ,07 APLICAÇÕES FINANCEIRAS , ,25 CRÉDITOS EM CIRCULAÇÃO , ,59 CREDITOS TRIBUTÁRIOS , ,23 CREDITOS DIVERSOS A RECEBER , ,28 ADIANTAMENTOS CONCEDIDOS 2.155, ,08 VALORES PENDENTES A CURTO PRAZO , ,00 VALORES DIFERIDOS , ,00 ATIVO PERMANENTE , ,52 CREDITOS EM CIRCULAÇÃO , ,62 FORNECIMENTOS A RECEBER , ,05 CRÉDITOS PARCELADOS , ,71 DIVERSOS RESPONSÁVEIS , ,86 BENS E VALORES EM CIRCULAÇÃO , ,67 ESTOQUES , ,67 VALORES PENDENTES A CURTO PRAZO , ,05 DESPESAS A REGULARIZAR , ,05 DEPÓSITOS REALIZÁVEIS A LONGO PRAZO , ,47 DEPÓSITOS COMPULSÓRIOS , ,93 RECURSOS VINCULADOS ,54 CRÉDITOS REALIZÁVEIS A LONGO PRAZO , ,31 OUTROS CRÉDITOS A RECEBER , ,31 INVESTIMENTOS , ,85 PARTICIPAÇÕES SOCIETÁRIAS , ,85 IMOBILIZADO , ,55 367
369 ATIVO TÍTULOS R$ R$ BENS MÓVEIS E IMÓVEIS , ,86 DEPRECIAÇÕES, AMORTIZAÇÕES E EXAUSTÕES ( ,39) ( ,31) DIFERIDO ,07 OUTROS DIFERIMENTOS ,07 ATIVO COMPENSADO , ,97 COMPENSAÇÕES ATIVAS DIVERSAS , ,97 RESPONSABILIDADE POR TITULOS E VALORES ,12 DIREITOS E OBRIGAÇÕES , ,97 TOTAL , ,16 368
370 BALANÇO PATRIMONIAL EMPRESAS PÚBLICAS 2009 ANEXO 14 PASSIVO TÍTULOS R$ R$ PASSIVO FINANCEIRO , ,07 DEPÓSITOS , ,45 CONSIGNAÇÕES , ,26 DEPÓSITOS DE DIVERSAS ORIGENS , ,19 OBRIGAÇÕES EM CIRCULAÇÃO , ,62 OBRIGAÇÕES A PAGAR , ,62 RESTOS A PAGAR PROCESSADOS , ,62 PASSIVO PERMANENTE , ,91 OBRIGAÇÕES EM CIRCULAÇÃO , ,66 OBRIGAÇÕES A PAGAR , ,66 PROVISÕES , ,69 OUTRAS OBRIGAÇÕES A CURTO PRAZO , ,97 OBRIGAÇÕES EXIGÍVEIS A LONGO PRAZO , ,25 OBRIGAÇÕES LEGAIS E TRIBUTÁRIAS , ,25 SALDO PATRIMONIAL , ,21 PATRIMÔNIO , ,98 RESERVAS , ,41 RESERVAS DE CAPITAL , ,11 RESERVAS DE LUCROS , ,30 RESULTADO ACUMULADO ( ,43) ( ,43) DÉFICIT OU SUPERÁVIT DO EXERCÍCIO ( ,75) ,25 PASSIVO COMPENSADO , ,97 COMPENSAÇÕES PASSIVAS DIVERSAS , ,97 TITULOS E VALORES SOB RESPONSABILIDADES ,12 DIREITOS E OBRIGAÇÕES , ,97 TOTAL , ,16 369
371 BALANÇO PATRIMONIAL SOCIEDADE DE ECONOMIA MISTA DEPENDENTE ANEXO 14 ATIVO TÍTULOS R$ R$ ATIVO FINANCEIRO , ,28 DISPONÍVEL , ,94 CAIXA , ,80 BANCOS CONTA MOVIMENTO , ,07 APLICAÇÕES FINANCEIRAS , ,07 CRÉDITOS EM CIRCULAÇÃO , ,67 REDE ARRECADADORA 3.383, ,27 CRÉDITOS DIVERSOS A RECEBER , ,40 VALORES PENDENTES A CURTO PRAZO , ,67 VALORES DIFERIDOS , ,67 ATIVO PERMANENTE , ,50 CREDITOS EM CIRCULAÇÃO , ,96 FORNECIMENTOS A RECEBER , ,05 CRÉDITOS PARCELADOS , ,06 DIVERSOS RESPONSÁVEIS , ,85 BENS E VALORES EM CIRCULAÇÃO , ,56 ESTOQUES , ,47 TÍTULOS E VALORES , ,09 VALORES PENDENTES A CURTO PRAZO 4.201, ,00 DESPESAS A REGULARIZAR 4.201, ,00 CRÉDITOS REALIZÁVEIS A LONGO PRAZO , ,04 OUTROS CRÉDITOS A RECEBER , ,04 INVESTIMENTOS , ,01 PARTICIPAÇÕES SOCIETÁRIAS , ,47 OUTROS INVESTIMENTOS 1.180, ,54 IMOBILIZADO , ,56 BENS MÓVEIS E IMÓVEIS , ,18 BENS INTANGÍVEIS , ,62 DEPRECIAÇÕES, AMORTIZAÇÕES E EXAUSTÕES ( ,07) ( ,24) 370
372 ATIVO TÍTULOS R$ R$ DIFERIDO 6.682, ,37 OUTROS DIFERIMENTOS 9.517, ,60 AMORTIZAÇÕES (2.835,23) (2.835,23) ATIVO COMPENSADO , ,79 COMPENSAÇÕES ATIVAS DIVERSAS , ,79 RESPONSABILIDADE POR TITULOS E VALORES 994,57 DIREITOS E OBRIGAÇÕES , ,79 TOTAL , ,57 371
373 BALANÇO PATRIMONIAL SOCIEDADE DE ECONOMIA MISTA DEPENDENTE ANEXO 14 PASSIVO TÍTULOS R$ R$ PASSIVO FINANCEIRO , ,65 DEPÓSITOS , ,95 CONSIGNAÇÕES , ,06 DEPÓSITOS DE DIVERSAS ORIGENS , ,89 OBRIGAÇÕES EM CIRCULAÇÃO , ,70 OBRIGAÇÕES A PAGAR , ,70 RESTOS A PAGAR PROCESSADOS , ,70 PASSIVO PERMANENTE , ,68 OBRIGAÇÕES EM CIRCULAÇÃO , ,59 OBRIGAÇÕES A PAGAR , ,59 PROVISÕES , ,88 OUTRAS OBRIGACOES A CURTO PRAZO , ,71 OBRIGAÇÕES EXIGÍVEIS A LONGO PRAZO , ,09 OPERAÇÕES DE CRÉDITO - INTERNA , ,98 EM CONTRATOS , ,98 OBRIGAÇÕES LEGAIS E TRIBUTÁRIAS , ,18 OUTRAS OBRIGAÇÕES A PAGAR , ,93 SALDO PATRIMONIAL , ,45 PATRIMÔNIO , ,53 RESERVAS , ,53 RESERVAS DE CAPITAL , ,37 RESERVA DE REAVALIAÇÃO , ,94 RESERVAS DE LUCROS , ,22 RESULTADO ACUMULADO ( ,89) ( ,89) DÉFICIT OU SUPERÁVIT DO EXERCÍCIO , ,28 PASSIVO COMPENSADO , ,79 COMPENSAÇÕES PASSIVAS DIVERSAS , ,79 TITULOS E VALORES SOB RESPONSABILIDADES 994,57 DIREITOS E OBRIGAÇÕES , ,79 TOTAL , ,57 372
374 DEMONSTRATIVO DAS VARIAÇÕES PATRIMONIAIS CONSOLIDADO ANEXO 15 VARIAÇÕES ATIVAS TÍTULOS R$ R$ RESULTANTE DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA , ,77 RECEITAS ORÇAMENTÁRIAS , ,79 RECEITAS CORRENTES , ,10 RECEITA TRIBUTÁRIA , ,29 RECEITA DE CONTRIBUIÇÕES , ,04 RECEITA PATRIMONIAL , ,69 RECEITA AGROPECUÁRIA , ,03 RECEITA INDUSTRIAL , ,51 RECEITA DE SERVIÇOS , ,49 TRANSFERÊNCIAS CORRENTES , ,50 OUTRAS RECEITAS CORRENTES , ,55 RECEITAS DE CAPITAL , ,04 OPERAÇÕES DE CRÉDITO , ,30 ALIENAÇÕES DE BENS , ,59 AMORTIZAÇÕES DE EMPRÉSTIMOS , ,04 TRANSFERÊNCIAS DE CAPITAL , ,18 OUTRAS RECEITAS DE CAPITAL , ,93 RECEITAS CORRENTES INTRA-ORÇAMENTÁRIAS , ,81 RECEITA DE CONTRIBUICOES , ,88 RECEITA DE SERVICOS ,00 OUTRAS RECEITAS CORRENTES , ,93 DEDUÇÕES DA RECEITA ( ,52) ( ,16) INTERFERÊNCIAS ATIVAS , ,25 TRANSFERÊNCIAS FINANCERAS RECEBIDAS , ,25 REPASSE RECEBIDO , ,50 SUB-REPASSE RECEBIDO , ,42 REPASSE DIFERIDO , ,93 REPASSES PREVIDENCIÁRIOS RECEBIDOS PELO RPPS , ,40 MUTAÇÕES ATIVAS , ,73 AQUISIÇÕES DE BENS E DIREITOS , ,58 AQUISIÇÕES DE BENS IMÓVEIS , ,19 AQUISIÇÕES DE BENS MÓVEIS , ,76 373
375 VARIAÇÕES ATIVAS TÍTULOS R$ R$ AQUISIÇÕES DE TÍTULOS E VALORES , ,14 EMPRÉSTIMOS E FINANCIAMENTOS , ,00 DEPÓSITOS JUDICIAIS ,65 CUSTOS DE BENS E SERVIÇOS , ,84 AMORTIZAÇÃO DA DÍVIDA , ,15 AMORTIZAÇÃO DA DÍVIDA EM CONTRATOS , ,09 OUTRAS AMORTIZAÇÕES , ,06 INDEPENDENTES DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA , ,79 INTERFERÊNCIAS ATIVAS , ,97 TRANSFERÊNCIAS FINANCEIRAS RECEBIDAS , ,39 ORDENS DE TRANSFERÊNCIAS RECEBIDAS , ,39 CORRESPONDÊNCIAS OPERACIONAIS ATIVAS , ,66 CORRESPONDENCIA DE DÉBITOS INTERNOS , ,66 MOVIMENTO DE FUNDOS PROPRIOS ,00 TRANSFERÊNCIA DE BENS E VALORES , ,92 TRANSFERÊNCIA DE BENS MÓVEIS RECEBIDOS , ,83 TRANSFERENCIA DE BENS IMOVEIS RECEBIDOS , ,12 TRANSFERÊNCIA DE TÍTULOS E VALORES RECEBIDOS , ,03 TRANSFERENCIA DE BENS DE ESTOQUE RECEBIDOS ,94 ACRÉSCIMOS PATRIMONIAIS , ,82 INCORPORAÇÕES DE BENS E DIREITOS , ,69 INCORPORAÇÕES DE BENS IMÓVEIS , ,30 INCORPORAÇÕES DE BENS MÓVEIS , ,80 INCORPORAÇÕES DE TÍTULOS E VALORES , ,06 INCORPORAÇÕES DE DIREITOS , ,62 REAVALIACOES DE BENS,TITULOS E VALORES , ,07 AJUSTES DE CRÉDITOS , ,84 DESINCORPORAÇÕES DE OBRIGAÇÕES , ,13 OBRIGAÇÕES DE EXERCÍCIOS ANTERIORES , ,98 AJUSTES PASSIVOS , ,75 OUTRAS DESINCORPORPORAÇÕES DE OBRIGAÇÕES , ,40 TOTAL , ,56 374
376 DEMONSTRATIVO DAS VARIAÇÕES PATRIMONIAIS CONSOLIDADO ANEXO 15 VARIAÇÕES PASSIVAS TÍTULOS R$ R$ RESULTANTE DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA , ,64 DESPESAS ORÇAMENTÁRIAS , ,90 DESPESAS CORRENTES , ,24 PESSOAL E ENCARGOS SOCIAIS , ,24 JUROS E ENCARGOS DA DÍVIDA , ,01 OUTRAS DESPESAS CORRENTES , ,99 DESPESAS DE CAPITAL , ,66 INVESTIMENTOS , ,55 INVERSÕES FINANCEIRAS , ,96 AMORTIZAÇÃO DA DÍVIDA , ,15 INTERFERÊNCIAS PASSIVAS , ,25 TRANSFERÊNCIAS FINANCEIRAS CONCEDIDAS , ,25 REPASSE CONCEDIDO , ,50 SUB-REPASSE CONCEDIDO , ,42 REPASSE DIFERIDO , ,93 REPASSE PREVIDENCIÁRIO CONCEDIDO PELO RPPS , ,40 MUTAÇÕES PASSIVAS , ,49 ALIENAÇÕES DE BENS E DIREITOS , ,19 ALIENAÇÕES DE BENS IMÓVEIS , ,59 ALIENAÇÕES DE BENS MÓVEIS , ,00 LIQUIDAÇÃO DE CRÉDITOS , ,60 CONSTITUIÇÃO DE DÍVIDAS , ,30 OPERAÇÕES DE CRÉDITO - EM CONTRATOS , ,30 INDEPENDENTE DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA , ,51 INTERFERÊNCIAS PASSIVAS , ,97 TRANSFERÊNCIAS FINANCEIRAS CONCEDIDAS , ,39 ORDENS DE TRANSFERÊNCIAS CONCEDIDAS , ,39 CORRESPONDÊNCIAS OPERACIONAIS PASSIVAS , ,66 CORRESPONDÊNCIA DE CRÉDITOS INTERNOS , ,66 MOVIMENTO DE FUNDOS PROPRIOS ,00 TRANSFERÊNCIA DE BENS E VALORES , ,92 375
377 VARIAÇÕES PASSIVAS TÍTULOS R$ R$ TRANSFERÊNCIA DE BENS MÓVEIS CONCEDIDOS , ,83 TRANSFERENCIA DE BENS IMOVEIS CONCEDIDOS , ,12 TRANSFERÊNCIA DE TÍTULOS E VALORES CONCEDIDOS , ,03 TRANSFERENCIA DE BENS DE ESTOQUE CONCEDIDOS ,94 DECRÉSCIMOS PATRIMONIAIS , ,54 DESINCORPORAÇÕES DE BENS E DIREITOS , ,86 DESINCORPORAÇÕES DE BENS IMÓVEIS , ,63 DESINCORPORAÇÕES DE BENS MÓVEIS , ,21 DESINCORPORAÇÕES DE TÍTULOS E VALORES , ,56 DESINCORPORAÇÕES DE DIREITOS , ,94 DESVALORIZACAO DE BENS ,29 DESVALORIZACAO DE TITULOS E VALORES , ,40 DEPRECIAÇÃO,AMORTIZAÇÃO E EXAUSTÃO , ,12 INCORPORAÇÕES DE OBRIGAÇÕES , ,68 OBRIGACOES DE EXERCICIOS ANTERIORES ,03 AJUSTES PASSIVOS , ,20 OUTRAS INCORPORAÇÕES DE OBRIGAÇÕES , ,45 RESULTADO PATRIMONIAL , ,41 RESULTADO PATRIMONIAL , ,41 RESULTADO PATRIMONIAL , ,41 TOTAL , ,56 376
378 DEMONSTRATIVO DAS VARIAÇÕES PATRIMONIAIS ADMINISTRAÇÃO DIRETA E FUNDOS 2009 ANEXO 15 VARIAÇÕES ATIVAS TÍTULOS R$ R$ RESULTANTE DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA , ,48 RECEITAS ORÇAMENTÁRIAS , ,33 RECEITAS CORRENTES , ,96 RECEITA TRIBUTÁRIA , ,75 RECEITA DE CONTRIBUIÇÕES , ,52 RECEITA PATRIMONIAL , ,66 RECEITA DE SERVIÇOS , ,14 TRANSFERÊNCIAS CORRENTES , ,22 OUTRAS RECEITAS CORRENTES , ,67 RECEITAS DE CAPITAL , ,60 OPERAÇÕES DE CRÉDITO , ,30 ALIENAÇÕES DE BENS , ,47 AMORTIZAÇÕES DE EMPRÉSTIMOS , ,79 TRANSFERÊNCIAS DE CAPITAL , ,11 OUTRAS RECEITAS DE CAPITAL , ,93 RECEITAS CORRENTES INTRA-ORCAMENTARIAS ,93 OUTRAS RECEITAS CORRENTES ,93 DEDUÇÕES DA RECEITA ( ,52) ( ,16) INTERFERÊNCIAS ATIVAS , ,37 TRANSFERÊNCIAS FINANCERAS RECEBIDAS , ,37 REPASSE RECEBIDO , ,56 SUB-REPASSE RECEBIDO , ,42 REPASSE DIFERIDO , ,39 MUTAÇÕES ATIVAS , ,78 AQUISIÇÕES DE BENS E DIREITOS , ,03 AQUISIÇÕES DE BENS IMÓVEIS , ,19 AQUISIÇÕES DE BENS MÓVEIS , ,31 AQUISIÇÕES DE TÍTULOS E VALORES , ,14 EMPRÉSTIMOS E FINANCIAMENTOS , ,00 DEPÓSITOS JUDICIAIS ,65 CUSTOS DE BENS E SERVIÇOS , ,74 377
379 VARIAÇÕES ATIVAS TÍTULOS R$ R$ AMORTIZAÇÃO DA DÍVIDA , ,75 AMORTIZAÇÃO DA DÍVIDA EM CONTRATOS , ,14 OUTRAS AMORTIZAÇÕES , ,61 INDEPENDENTES DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA , ,42 INTERFERÊNCIAS ATIVAS , ,32 TRANSFERÊNCIAS FINANCEIRAS RECEBIDAS , ,30 ORDENS DE TRANSFERÊNCIAS RECEBIDAS , ,30 CORRESPONDÊNCIAS OPERACIONAIS ATIVAS , ,10 CORRESPONDENCIA DE DÉBITOS INTERNOS , ,10 TRANSFERÊNCIA DE BENS E VALORES , ,92 TRANSFERÊNCIA DE BENS MÓVEIS RECEBIDOS , ,83 TRANSFERENCIA DE BENS IMOVEIS RECEBIDOS , ,12 TRANSFERÊNCIA DE TÍTULOS E VALORES RECEBIDOS , ,03 TRANSFERENCIA DE BENS DE ESTOQUE RECEBIDOS ,94 ACRÉSCIMOS PATRIMONIAIS , ,10 INCORPORAÇÕES DE BENS E DIREITOS , ,94 INCORPORAÇÕES DE BENS MÓVEIS , ,71 INCORPORAÇÕES DE TÍTULOS E VALORES , ,06 INCORPORAÇÕES DE DIREITOS , ,79 REAVALIACOES DE BENS,TITULOS E VALORES , ,07 AJUSTES DE CREDITOS , ,31 DESINCORPORAÇÕES DE OBRIGAÇÕES , ,16 OBRIGAÇÕES DE EXERCÍCIOS ANTERIORES , ,67 AJUSTES PASSIVOS , ,45 OUTRAS DESINCORPORPORAÇÕES DE OBRIGAÇÕES , ,04 TOTAL , ,90 378
380 DEMONSTRATIVO DAS VARIAÇÕES PATRIMONIAIS ADMINISTRAÇÃO DIRETA E FUNDOS 2009 ANEXO 15 VARIAÇÕES PASSIVAS TÍTULOS R$ R$ RESULTANTE DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA , ,27 DESPESAS ORÇAMENTÁRIAS , ,03 DESPESAS CORRENTES , ,99 PESSOAL E ENCARGOS SOCIAIS , ,93 JUROS E ENCARGOS DA DÍVIDA , ,42 OUTRAS DESPESAS CORRENTES , ,64 DESPESAS DE CAPITAL , ,04 INVESTIMENTOS , ,33 INVERSÕES FINANCEIRAS , ,96 AMORTIZAÇÃO DA DÍVIDA , ,75 INTERFERÊNCIAS PASSIVAS , ,12 TRANSFERÊNCIAS FINANCEIRAS CONCEDIDAS , ,12 REPASSE CONCEDIDO , ,37 SUB-REPASSE CONCEDIDO , ,42 REPASSE DIFERIDO , ,93 REPASSE PREVIDENCIÁRIO CONCEDIDO PELO RPPS , ,40 MUTAÇÕES PASSIVAS , ,12 ALIENAÇÕES DE BENS E DIREITOS , ,82 ALIENACOES DE BENS IMOVEIS ,47 ALIENAÇÕES DE BENS MÓVEIS , ,00 LIQUIDAÇÃO DE CRÉDITOS , ,35 CONSTITUIÇÃO DE DÍVIDAS , ,30 OPERAÇÕES DE CRÉDITO - EM CONTRATOS , ,30 INDEPENDENTE DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA , ,92 INTERFERÊNCIAS PASSIVAS , ,43 TRANSFERÊNCIAS FINANCEIRAS CONCEDIDAS , ,42 ORDENS DE TRANSFERÊNCIAS CONCEDIDAS , ,42 CORRESPONDÊNCIAS OPERACIONAIS PASSIVAS , ,66 CORRESPONDÊNCIA DE CRÉDITOS INTERNOS , ,66 TRANSFERÊNCIA DE BENS E VALORES , ,35 TRANSFERÊNCIA DE BENS MÓVEIS CONCEDIDOS , ,83 379
381 VARIAÇÕES PASSIVAS TÍTULOS R$ R$ TRANSFERENCIA DE BENS IMOVEIS CONCEDIDOS , ,55 TRANSFERÊNCIA DE TÍTULOS E VALORES CONCEDIDOS , ,03 TRANSFERENCIA DE BENS DE ESTOQUE CONCEDIDOS ,94 DECRÉSCIMOS PATRIMONIAIS , ,49 DESINCORPORAÇÕES DE BENS E DIREITOS , ,61 DESINCORPORAÇÕES DE BENS IMÓVEIS , ,16 DESINCORPORAÇÕES DE BENS MÓVEIS , ,77 DESINCORPORAÇÕES DE TÍTULOS E VALORES , ,56 DESINCORPORAÇÕES DE DIREITOS , ,72 DESVALORIZACAO DE BENS ,29 DESVALORIZACAO DE TITULOS E VALORES , ,40 INCORPORAÇÕES DE OBRIGAÇÕES , ,88 AJUSTES PASSIVOS , ,99 OUTRAS INCORPORAÇÕES DE OBRIGAÇÕES , ,89 RESULTADO PATRIMONIAL , ,71 RESULTADO PATRIMONIAL , ,71 RESULTADO PATRIMONIAL , ,71 TOTAL , ,90 380
382 DEMONSTRATIVO DAS VARIAÇÕES PATRIMONIAIS AUTARQUIAS ANEXO 15 VARIAÇÕES ATIVAS TÍTULOS R$ R$ RESULTANTE DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA , ,41 RECEITAS ORÇAMENTÁRIAS , ,00 RECEITAS CORRENTES , ,75 RECEITA TRIBUTÁRIA , ,54 RECEITA DE CONTRIBUIÇÕES , ,52 RECEITA PATRIMONIAL , ,60 RECEITA AGROPECUÁRIA , ,03 RECEITA INDUSTRIAL , ,51 RECEITA DE SERVIÇOS , ,97 TRANSFERÊNCIAS CORRENTES , ,67 OUTRAS RECEITAS CORRENTES , ,91 RECEITAS DE CAPITAL , ,37 ALIENAÇÕES DE BENS , ,12 AMORTIZAÇÕES DE EMPRÉSTIMOS , ,25 TRANSFERÊNCIAS DE CAPITAL , ,00 RECEITAS CORRENTES INTRA-ORÇAMENTÁRIAS , ,88 RECEITA DE CONTRIBUIÇÕES , ,88 OUTRAS RECEITAS CORRENTES ,23 INTERFERÊNCIAS ATIVAS , ,57 TRANSFERÊNCIAS FINANCERAS RECEBIDAS , ,57 REPASSE RECEBIDO , ,37 SUB-REPASSE RECEBIDO ,81 REPASSE DIFERIDO , ,80 REPASSES PREVIDENCIARIOS RECEBIDOS PELO RPPS , ,40 MUTAÇÕES ATIVAS , ,84 AQUISIÇÕES DE BENS E DIREITOS , ,84 AQUISIÇÕES DE BENS MÓVEIS , ,46 EMPRÉSTIMOS E FINANCIAMENTOS , ,00 CUSTOS DE BENS E SERVIÇOS , ,38 INDEPENDENTES DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA , ,15 381
383 VARIAÇÕES PASSIVAS TÍTULOS R$ R$ INTERFERÊNCIAS ATIVAS , ,47 TRANSFERÊNCIAS FINANCEIRAS RECEBIDAS , ,47 ORDENS DE TRANSFERÊNCIAS RECEBIDAS , ,47 ACRÉSCIMOS PATRIMONIAIS , ,68 INCORPORAÇÕES DE BENS E DIREITOS , ,38 INCORPORAÇÕES DE BENS IMÓVEIS , ,30 INCORPORAÇÕES DE BENS MÓVEIS , ,87 INCORPORAÇÕES DE DIREITOS , ,21 AJUSTES DE CREDITOS ,67 DESINCORPORAÇÕES DE OBRIGAÇÕES , ,30 OBRIGAÇÕES DE EXERCÍCIOS ANTERIORES , ,25 OUTRAS DESINCORPORPORAÇÕES DE OBRIGAÇÕES , ,05 TOTAL , ,56 382
384 383 DEMONSTRATIVO DAS VARIAÇÕES PATRIMONIAIS AUTARQUIAS ANEXO 15 VARIAÇÕES PASSIVAS TÍTULOS R$ R$ RESULTANTE DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA , ,21 DESPESAS ORÇAMENTÁRIAS , ,47 DESPESAS CORRENTES , ,90 PESSOAL E ENCARGOS SOCIAIS , ,61 OUTRAS DESPESAS CORRENTES , ,29 DESPESAS DE CAPITAL , ,57 INVESTIMENTOS , ,57 INVERSÕES FINANCEIRAS , ,00 INTERFERÊNCIAS PASSIVAS , ,37 TRANSFERÊNCIAS FINANCEIRAS CONCEDIDAS , ,37 REPASSE CONCEDIDO , ,37 SUB-REPASSE CONCEDIDO ,81 MUTAÇÕES PASSIVAS , ,37 ALIENAÇÕES DE BENS E DIREITOS , ,37 ALIENAÇÕES DE BENS IMÓVEIS , ,12 LIQUIDAÇÃO DE CRÉDITOS , ,25 INDEPENDENTE DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA , ,49 INTERFERÊNCIAS PASSIVAS , ,48 TRANSFERÊNCIAS FINANCEIRAS CONCEDIDAS , ,48 ORDENS DE TRANSFERÊNCIAS CONCEDIDAS , ,48 DECRÉSCIMOS PATRIMONIAIS , ,01 DESINCORPORAÇÕES DE BENS E DIREITOS , ,09 DESINCORPORAÇÕES DE BENS IMÓVEIS , ,90 DESINCORPORAÇÕES DE BENS MÓVEIS , ,15 DESINCORPORAÇÕES DE DIREITOS , ,04 DEPRECIAÇÃO, AMORTIZAÇÃO E EXAUSTÃO ,52 INCORPORAÇÕES DE OBRIGAÇÕES , ,92 OUTRAS INCORPORAÇÕES DE OBRIGAÇÕES , ,92 RESULTADO PATRIMONIAL , ,86 RESULTADO PATRIMONIAL , ,86 RESULTADO PATRIMONIAL , ,86 TOTAL , ,56
385 DEMONSTRATIVO DAS VARIAÇÕES PATRIMONIAIS FUNDAÇÕES ANEXO 15 VARIAÇÕES ATIVAS TÍTULOS R$ R$ RESULTANTE DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA , ,13 RECEITAS ORÇAMENTÁRIAS , ,64 RECEITAS CORRENTES , ,77 RECEITA PATRIMONIAL , ,29 RECEITA DE SERVIÇOS , ,00 TRANSFERÊNCIAS CORRENTES , ,59 OUTRAS RECEITAS CORRENTES , ,89 RECEITAS DE CAPITAL , ,87 TRANSFERÊNCIAS DE CAPITAL , ,87 INTERFERÊNCIAS ATIVAS , ,99 TRANSFERÊNCIAS FINANCERAS RECEBIDAS , ,99 REPASSE RECEBIDO , ,77 REPASSE DIFERIDO , ,22 MUTAÇÕES ATIVAS , ,50 AQUISIÇÕES DE BENS E DIREITOS , ,50 AQUISIÇÕES DE BENS MÓVEIS , ,31 CUSTOS DE BENS E SERVIÇOS , ,19 INDEPENDENTES DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA , ,15 INTERFERÊNCIAS ATIVAS , ,88 TRANSFERÊNCIAS FINANCEIRAS RECEBIDAS , ,32 ORDENS DE TRANSFERÊNCIAS RECEBIDAS , ,32 CORRESPONDÊNCIAS OPERACIONAIS ATIVAS , ,56 CORRESPONDÊNCIAS DE DÉBITOS INTERNOS , ,56 TRANSFERENCIA DE BENS E VALORES 4.347,00 TRANSFERENCIA DE BENS MOVEIS RECEBIDOS 4.347,00 ACRÉSCIMOS PATRIMONIAIS , ,27 384
386 VARIAÇÕES ATIVAS TÍTULOS R$ R$ INCORPORAÇÕES DE BENS E DIREITOS , ,66 INCORPORACOES DE BENS MOVEIS , ,81 INCORPORAÇÕES DE DIREITOS , ,85 DESINCORPORAÇÕES DE OBRIGAÇÕES , ,61 OBRIGAÇÕES DE EXERCÍCIOS ANTERIORES , ,44 OUTRAS DESINCORPORPORAÇÕES DE OBRIGAÇÕES 142,26 295,17 TOTAL , ,28 385
387 DEMONSTRATIVO DAS VARIAÇÕES PATRIMONIAIS FUNDAÇÕES ANEXO 15 VARIAÇÕES PASSIVAS TÍTULOS R$ R$ RESULTANTE DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA , ,44 DESPESAS ORÇAMENTÁRIAS , ,44 DESPESAS CORRENTES , ,48 PESSOAL E ENCARGOS SOCIAIS , ,50 OUTRAS DESPESAS CORRENTES , ,98 DESPESAS DE CAPITAL , ,96 INVESTIMENTOS , ,96 INTERFERÊNCIAS PASSIVAS ,68 0,00 TRANSFERÊNCIAS FINANCEIRAS CONCEDIDAS ,68 0,00 REPASSE CONCEDIDO ,68 INDEPENDENTE DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA , ,53 INTERFERÊNCIAS PASSIVAS ,00 59,82 TRANSFERÊNCIAS FINANCEIRAS CONCEDIDAS ,00 59,82 ORDENS DE TRANSFERÊNCIAS CONCEDIDAS ,00 59,82 DECRÉSCIMOS PATRIMONIAIS , ,71 DESINCORPORAÇÕES DE BENS E DIREITOS , ,67 DESINCORPORAÇÕES DE BENS IMÓVEIS , ,08 DESINCORPORAÇÕES DE BENS MÓVEIS , ,70 DESINCORPORAÇÕES DE DIREITOS , ,89 INCORPORAÇÕES DE OBRIGAÇÕES , ,04 OUTRAS INCORPORAÇÕES DE OBRIGAÇÕES , ,04 RESULTADO PATRIMONIAL , ,31 RESULTADO PATRIMONIAL , ,31 RESULTADO PATRIMONIAL , ,31 TOTAL , ,28 386
388 DEMONSTRATIVO DAS VARIAÇÕES PATRIMONIAIS EMPRESAS PÚBLICAS 2009 ANEXO 15 VARIAÇÕES ATIVAS TÍTULOS R$ R$ RESULTANTE DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA , ,24 RECEITAS ORÇAMENTÁRIAS , ,67 RECEITAS CORRENTES , ,67 RECEITA PATRIMONIAL , ,66 RECEITA DE SERVIÇOS , ,26 TRANSFERÊNCIAS CORRENTES , ,34 OUTRAS RECEITAS CORRENTES , ,41 RECEITAS CORRENTES INTRA-ORCAMENTARIAS ,00 RECEITA DE SERVICOS ,00 INTERFERÊNCIAS ATIVAS , ,98 TRANSFERÊNCIAS FINANCERAS RECEBIDAS , ,98 REPASSE RECEBIDO , ,73 REPASSE DIFERIDO , ,25 MUTAÇÕES ATIVAS , ,59 AQUISIÇÕES DE BENS E DIREITOS , ,19 AQUISIÇÕES DE BENS MÓVEIS , ,81 CUSTOS DE BENS E SERVIÇOS , ,38 AMORTIZAÇÃO DA DÍVIDA , ,40 OUTRAS AMORTIZAÇÕES , ,40 INDEPENDENTES DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA , ,34 INTERFERÊNCIAS ATIVAS , ,00 CORRESPONDÊNCIAS OPERACIONAIS ATIVAS , ,00 CORRESPONDÊNCIAS DE DÉBITOS INTERNOS ,00 MOVIMENTO DE FUNDOS PROPRIOS ,00 ACRÉSCIMOS PATRIMONIAIS , ,34 INCORPORAÇÕES DE BENS E DIREITOS , ,52 387
389 VARIAÇÕES ATIVAS TÍTULOS R$ R$ INCORPORACOES DE BENS MOVEIS , ,95 INCORPORACOES DE DIREITOS , ,69 AJUSTES DE CRÉDITOS , ,88 DESINCORPORAÇÕES DE OBRIGAÇÕES , ,82 OBRIGAÇÕES DE EXERCÍCIOS ANTERIORES , ,00 OUTRAS DESINCORPORAÇÕES DE OBRIGAÇÕES , ,82 TOTAL , ,58 388
390 DEMONSTRATIVO DAS VARIAÇÕES PATRIMONIAIS EMPRESAS PÚBLICAS 2009 ANEXO 15 VARIAÇÕES PASSIVAS TÍTULOS R$ R$ RESULTANTE DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA , ,12 DESPESAS ORÇAMENTÁRIAS , ,12 DESPESAS CORRENTES , ,84 PESSOAL E ENCARGOS SOCIAIS , ,55 OUTRAS DESPESAS CORRENTES , ,29 DESPESAS DE CAPITAL , ,28 INVESTIMENTOS , ,88 AMORTIZACAO DA DIVIDA , ,40 INDEPENDENTE DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA , ,21 INTERFERENCIAS PASSIVAS , ,00 CORRESPONDENCIAS OPERACIONAIS PASSIVAS , ,00 CORRESPONDENCIAS DE CRÉDITOS INTERNOS ,00 MOVIMENTO DE FUNDOS PROPRIOS ,00 DECRÉSCIMOS PATRIMONIAIS , ,21 DESINCORPORAÇÕES DE BENS E DIREITOS , ,51 DESINCORPORACOES DE BENS IMOVEIS ,05 DESINCORPORAÇÕES DE BENS MÓVEIS , ,10 DESINCORPORAÇÕES DE DIREITOS , ,29 DEPRECIAÇÃO, AMORTIZAÇÃO E EXAUSTÃO , ,12 INCORPORAÇÕES DE OBRIGAÇÕES , ,70 OBRIGACOES DE EXERCICIOS ANTERIORES ,10 OUTRAS INCORPORAÇÕES DE OBRIGAÇÕES , ,60 RESULTADO PATRIMONIAL ( ,75) ,25 RESULTADO PATRIMONIAL ( ,75) ,25 RESULTADO PATRIMONIAL ( ,75) ,25 TOTAL , ,58 389
391 DEMONSTRATIVO DAS VARIAÇÕES PATRIMONIAIS SOCIEDADE DE ECONOMIA MISTA DEPENDENTES 2009 ANEXO 15 VARIAÇÕES ATIVAS TÍTULOS R$ R$ RESULTANTE DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA , ,51 RECEITAS ORÇAMENTÁRIAS , ,15 RECEITAS CORRENTES , ,95 RECEITA PATRIMONIAL , ,48 RECEITA DE SERVIÇOS , ,12 TRANSFERÊNCIAS CORRENTES , ,68 OUTRAS RECEITAS CORRENTES ,50 369,67 RECEITAS DE CAPITAL ,20 TRANSFERENCIAS DE CAPITAL ,20 INTERFERÊNCIAS ATIVAS , ,34 TRANSFERÊNCIAS FINANCERAS RECEBIDAS , ,34 REPASSE RECEBIDO , ,07 REPASSE DIFERIDO , ,27 MUTAÇÕES ATIVAS , ,02 AQUISIÇÕES DE BENS E DIREITOS , ,02 AQUISIÇÕES DE BENS MÓVEIS , ,87 CUSTOS DE BENS E SERVIÇOS , ,15 AMORTIZAÇÃO DA DÍVIDA , ,00 AMORTIZAÇÃO DA DÍVIDA EM CONTRATOS , ,95 OUTRAS AMORTIZAÇÕES , ,05 INDEPENDENTES DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA , ,73 INTERFERENCIAS ATIVAS ,30 TRANSFERENCIAS FINANCEIRAS RECEBIDAS ,30 ORDENS DE TRANSFERENCIAS RECEBIDAS ,30 TRANSFERENCIA DE BENS E VALORES ,00 TRANSFERENCIA DE BENS MOVEIS RECEBIDOS ,00 ACRESCIMOS PATRIMONIAIS , ,43 INCORPORAÇÕES DE BENS E DIREITOS , ,19 390
392 VARIAÇÕES ATIVAS TÍTULOS R$ R$ INCORPORACOES DE BENS IMOVEIS ,71 INCORPORACOES DE BENS MOVEIS , ,46 INCORPORAÇÕES DE DIREITOS , ,08 AJUSTES DE CRÉDITOS ,65 DESINCORPORAÇÕES DE OBRIGAÇÕES , ,24 OBRIGAÇÕES DE EXERCÍCIOS ANTERIORES , ,62 AJUSTES PASSIVOS ,30 OUTRAS DESINCORPORPORAÇÕES DE OBRIGAÇÕES ,32 TOTAL , ,24 391
393 EMONSTRATIVO DAS VARIAÇÕES PATRIMONIAIS SOCIEDADE DE ECONOMIA MISTA DEPENDENTES 2009 ANEXO 15 VARIAÇÕES PASSIVAS TÍTULOS R$ R$ RESULTANTE DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA , ,60 DESPESAS ORÇAMENTÁRIAS , ,84 DESPESAS CORRENTES , ,03 PESSOAL E ENCARGOS SOCIAIS , ,65 JUROS E ENCARGOS DA DÍVIDA , ,59 OUTRAS DESPESAS CORRENTES , ,79 DESPESAS DE CAPITAL , ,81 INVESTIMENTOS , ,81 INVERSOES FINANCEIRAS ,56 AMORTIZAÇÃO DA DÍVIDA , ,00 INTERFERÊNCIAS PASSIVAS , ,76 TRANSFERÊNCIAS FINANCEIRAS CONCEDIDAS , ,76 REPASSE CONCEDIDO , ,76 INDEPENDENTE DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA , ,36 INTERFERÊNCIAS PASSIVAS ,24 TRANSFERENCIAS FINANCEIRAS CONCEDIDAS ,67 ORDENS DE TRANSFERENCIAS CONCEDIDAS ,67 TRANSFERENCIA DE BENS E VALORES ,57 TRANSFERENCIA DE BENS IMOVEIS CONCEDIDOS ,57 DECRÉSCIMOS PATRIMONIAIS , ,12 DESINCORPORAÇÕES DE BENS E DIREITOS , ,98 DESINCORPORACOES DE BENS IMOVEIS , ,49 DESINCORPORAÇÕES DE BENS MÓVEIS , ,49 DESINCORPORAÇÕES DE DIREITOS , ,00 DEPRECIACAO, AMORTIZACAO E EXAUSTAO ,83 INCORPORAÇÕES DE OBRIGAÇÕES , ,14 392
394 VARIAÇÕES PASSIVAS TÍTULOS R$ R$ OBRIGACOES DE EXERCICIOS ANTERIORES ,93 AJUSTES PASSIVOS , ,21 OUTRAS INCORPORAÇÕES DE OBRIGAÇÕES , ,00 RESULTADO PATRIMONIAL , ,28 RESULTADO PATRIMONIAL , ,28 RESULTADO PATRIMONIAL , ,28 TOTAL , ,24 393
395 DEMONSTRATIVO DE RESTOS A PAGAR PROCESSADOS POR ÓRGÃOS EXERCÍCIO CÓDIGO DO ÓRGÃO DENOMINAÇÃO VALOR (R$) % TOTAL ADMINISTRAÇÃO DIRETA ,70 76,04 02 TRIBUNAL DE CONTAS DO ESTADO ,75 0, TRIBUNAL DE CONTAS DOS MUNICIPIOS ,00 0, TRIBUNAL DE JUSTICA DO ESTADO ,49 9, JUSTICA MILITAR DO ESTADO 3.616,84 0, SECRETARIA DE ESTADO DE DESENV. URBANO E REG ,91 0, SECRETARIA DE ESTADO DE ESPORTE E LAZER ,13 0, GABINETE DO GOVERNADOR ,51 1, MINISTERIO PUBLICO ,40 0, SECRETARIA DE ESTADO DE ADMINISTRACAO ,72 12, SECRETARIA DE ESTADO DE AGRICULTURA ,55 4, SECRETARIA DE ESTADO DE CULTURA ,86 2, SECRETARIA DE ESTADO DE EDUCACAO ,29 6, SECRETARIA DE ESTADO DA FAZENDA ,21 17, SECRETARIA DE ESTADO DE JUSTICA E DIREITOS H ,89 0, SECRETARIA DE ESTADO DE PLANEJAMENTO ORC.FIN ,80 0, SECRETARIA DE ESTADO DE SAUDE PUBLICA ,77 3, SECRETARIA DE ESTADO DE SEGURANCA PUBLICA ,85 1, SECRETARIA DE ESTADO DE OBRAS PUBLICAS ,55 0, SECRETARIA DE ESTADO DE TRABALHO EMPREGO E R ,69 2, PROCURADORIA GERAL DO ESTADO ,50 0, POLICIA MILITAR DO ESTADO DO PARA ,16 1, SECRETARIA DE ESTADO DE MEIO AMBIENTE ,81 0, NUCLEO DE GERENCIAMENTO DO PARA RURAL ,65 0, SECRETARIA DE ESTADO DE TRANSPORTES ,12 2, DEFENSORIA PUBLICA ,49 0, CORPO DE BOMBEIROS MILITAR ,44 1, GABINETE DO VICE-GOVERNADOR ,70 0, CONSULTORIA GERAL DO ESTADO 402 0,
396 CÓDIGO DO ÓRGÃO DENOMINAÇÃO VALOR (R$) % 36 SECRETARIA DE ESTADO DE GOVERNO ,42 0, MINISTERIO PUBLICO DE CONTAS ESTADO DO PARA ,37 0, MINISTERIO PUBLICO JUNTO AO TRIB. CONTAS MUN ,00 0, SECRETARIA DE ESTADO DE PROJETOS ESTRATEGICOS ,22 0, POLICIA CIVIL DO ESTADO DO PARA ,80 0, SECRETARIA DE ESTADO DE INTEGRACAO REGIONAL ,78 0, SECRETARIA DE ESTADO DE ASSIS.E DESENV.SOCIAL ,37 0, SECRETARIA DE EST.DESENV.CIENCIA E TECNOLOGIA ,20 0, SECRETARIA DE ESTADO DE PESCA E AQUICULTURA ,70 0, SECRETARIA DE ESTADO DE COMUNICACAO ,76 1,401 TOTAL FUNDOS ,00 0,12 34 FUNDO DE DESENVOLVIMENTO ECONOMICO DO ESTADO 1.740,52 0,00 44 FUNDO DE INVESTIMENTO DE SEGURANCA PUBLICA ,53 0,08 88 FUNDO DE SAUDE DOS SERVIDORES MILITARES ,95 0,046 TOTAL AUTARQUIAS ,18 13,85 35 ACAO SOCIAL INTEGRADA AO PALACIO DO GOVERNO ,00 0, LOTERIA DO ESTADO DO PARA 1.759,73 0, SUPERINT.DO SIST.PENITENCIARIO DO EST.DO PARA ,67 0, IMPRENSA OFICIAL DO ESTADO DO PARA ,00 0, INSTITUTO DE ASSIT.DOS SERV. DO EST. DO PARA ,10 0, INSTITUTO DE TERRAS DO PARA ,43 0, INSTITUTO DE METROLOGIA DO PARA ,61 0, INSTITUTO DE DESENVOLVIMENTO ECONOMICO-SOCIAL 6.490,09 0, DEPARTAMENTO DE TRANSITO DO ESTADO DO PARA ,10 3, HOSPITAL OPHIR LOYOLA ,08 2, JUNTA COMERCIAL DO ESTADO DO PARA ,51 0, UNIVERSIDADE DO ESTADO DO PARA ,57 4, INSTITUTO DE DESENVOLVIMENTO FLORESTAL ,54 0, AGENCIA REG. CONT. E SERV. PUB. EST. PARA ,20 0, ESCOLA DE GOVERNO DO ESTADO DO PARA ,27 0, INSTITUTO DE GESTAO PREVID. DO EST. DO PARA ,81 0,
397 CÓDIGO DO ÓRGÃO DENOMINAÇÃO VALOR (R$) % 85 CENTRO DE PERICIAS CIENTIFICAS RENATO CHAVES ,79 0, AGENCIA DE DEFESA AGROPECUARIA DO EST.DO PARA ,68 0,473 TOTAL FUNDAÇÕES ,51 7,27 45 FUNDACAO DE TELECOMUNICACOES DO PARA ,10 0, FUNDACAO CULTURAL DO PARA TANCREDO NEVES ,11 0, FUNDACAO CURRO VELHO ,72 0, FUNDACAO SANTA CASA DE MISERICORDIA DO PARA ,44 0, CENTRO DE HEMOTERAPIA E HEMATOLOGIA DO PARA ,84 0, FUNDACAO HOSPITAL DE CLINICAS GASPAR VIANA ,09 0, FUNDACAO DA CRIANCA E DO ADOLESCENTE DO PARA ,82 0, FUNDACAO DE AMPARO A PESQUISA ESTADO DO PARA ,86 4, INSTITUTO DE ARTES DO PARA ,53 0,043 TOTAL EMPRESAS PÚBLICAS ,98 2,13 55 PROCESSAMENTO DE DADOS DO ESTADO DO PARA ,65 1, EMPRESA DE ASSIST.TECNICA E EXTENSAO RURAL ,26 0, COMPANHIA PORTOS HIDROVIAS DO ESTADO DO PARA 1.358,07 0,001 TOTAL SOCIEDADES DE ECONOMIA MISTA ,68 0,59 58 CENTRAIS DE ABASTECIMENTO DO PARA S/A ,02 0, COMPANHIA DE HABITACAO DO ESTADO DO PARA ,76 0, COMPANHIA DE DESENVOLVIMENTO INDUSTRIAL PARA ,27 0, COMPANHIA PARAENSE DE TURISMO ,63 0,032 TOTAL GERAL ,05 100,00 396
398 DEMONSTRATIVO DE RESTOS A PAGAR PROCESSADOS ACUMULADOS POR UG, GRUPO DE NATUREZA DA DESPESA E FONTE DE RECURSOS EXERCÍCIO-2009 FONTE DESCRIÇÃO PESSOAL E ENCARGOS SOCIAIS OUTRAS DESPESAS CORRENTES 397 INVESTIMENTOS INVERSÕES AMORTIZAÇÃO TOTAL TOTAL GERAL , , , , , ,05 TOTAL DA ADMINISTRACAO DIRETA , , , , ,70 TRIBUNAL DE CONTAS DO ESTADO , , , , RECURSOS ORDINARIOS , , , , RECURSOS ORDINARIOS , , , ,05 PROMOEX-TCE/PROG.MODERN.SIST.CONTROLE EXTERNO , , RECURSOS ORDINARIOS-CONTRAPART ESTADUAL 7.338, ,17 TRIBUNAL DE CONTAS DOS MUNICIPIOS , , RECUR.PROV.DE TRANSF.CONVENIOS E OUTROS , ,00 TRIBUNAL DE JUSTICA DO ESTADO , , , , , RECURSOS ORDINARIOS , , , , , RECURSOS ORDINARIOS , , ,67 TRIBUNAL DE JUSTICA DO ESTADO - FRJ , , , REC.PROP. DO FUNDO DE REAPARELH.DO JUDICIARIO , , , REC.PROP. DO FUNDO DE REAPARELH.DO JUDICIARIO , ,88 JUSTICA MILITAR DO ESTADO , , RECURSOS ORDINARIOS 3.616, ,84 SECRETARIA DE ESTADO DE DESENV. URBANO E REG , , , , RECURSOS ORDINARIOS , , , RECUR.PROV.DE TRANSF.CONVENIOS E OUTROS , , , OPERACOES DE CREDITO EXTERNAS , , RECURSOS TESOURO VINC.FDE-CONTRAP ESTADUAL 6.069, , , RECURSOS ORDINARIOS-CONTRAPART ESTADUAL , ,25 SECRETARIA DE ESTADO DE ESPORTE E LAZER 0, , , RECURSOS ORDINARIOS 0, , , RECUR.PROV.DE TRANSF.CONVENIOS E OUTROS , , RECURSOS DO FUNDO ESTADUAL DE ESPORTE E LAZER , ,67 SEEL - EOP - ADM. ESTADIO OLIMPICO DO PARA , , RECURSOS DO FUNDO ESTADUAL DE ESPORTE E LAZER 4.454, ,54 GABINETE DO GOVERNADOR - CASA CIVIL , , , ,86
399 FONTE DESCRIÇÃO PESSOAL E ENCARGOS SOCIAIS OUTRAS DESPESAS CORRENTES 398 INVESTIMENTOS INVERSÕES AMORTIZAÇÃO TOTAL 0101 RECURSOS ORDINARIOS , , , , RECUR.PROV.DE TRANSF.CONVENIOS E OUTROS , , RECUR.PROV.DE TRANSF.CONVENIOS E OUTROS , , RECURSOS ORDINARIOS-CONTRAPART ESTADUAL , ,16 AUDITORIA GERAL DO ESTADO 14, , , RECURSOS ORDINARIOS 14, , ,65 MINISTERIO PUBLICO , , , RECURSOS ORDINARIOS 4.448, , , RECEITA PATRIMONIAL - OUTROS PODERES , , REC.PROP.DO FUNDO DE REAPARELH.DO MIN.PUBLICO , ,00 SECRETARIA DE ESTADO DE ADMINISTRACAO , , , RECURSOS ORDINARIOS , , ,70 ENCARGOS GERAIS SOB A SUPERVISAO DA SEAD ,02 1, , RECURSOS ORDINARIOS ,94 1, , FES- RECURSOS ORDINARIOS , , REC.DO FUND.DE MANT.E DESV.ENSINO BASI.FUNDEB , ,96 SECRETARIA DE ESTADO DE AGRICULTURA 7, , , , RECURSOS ORDINARIOS 7, , , , RECUR.PROV.DE TRANSF.CONVENIOS E OUTROS , , , RECURSOS DO TESOURO VINCULADO AO FUNDO RURAL , , , RECURSOS ORDINARIOS-CONTRAPART ESTADUAL 4.523, , ,33 SECRETARIA DE ESTADO DE CULTURA , , , RECURSOS ORDINARIOS , , RECUR.PROV.DE TRANSF.CONVENIOS E OUTROS , , , REC.DO FUNDO EST. DE PROM.DAS ATIV. CULTURAIS 6.692, , RECURSOS ORDINARIOS-CONTRAPART ESTADUAL , , ,00 NUCLEO GERENCIAMENTO INTEG.CULTURAL DO PARA - 580, , RECURSOS ORDINARIOS 580,00 580,00 SECRETARIA DE ESTADO DE EDUCACAO , , , , RECURSOS ORDINARIOS , , , , QUOTA PARTE DO SALARIO EDUCACAO QT. ESTADUAL , , QUOTA PARTE DO SALARIO EDUCACAO QT. FEDERAL , , RECUR.PROV.DE TRANSF.CONVENIOS E OUTROS , , ,93
400 FONTE DESCRIÇÃO PESSOAL E ENCARGOS SOCIAIS OUTRAS DESPESAS CORRENTES INVESTIMENTOS INVERSÕES AMORTIZAÇÃO TOTAL 0127 APLIC. NO MERC.FINANC. SAL.EDUC./QUOTA ESTAD , , REC.DO FUND.DE MANT.E DESV.ENSINO BASI.FUNDEB , , , , RECURSOS PROV.TRANSF.UNIAO-PROGR.RECOMECO 133,14 133, QUOTA PARTE DO SALARIO EDUCACAO QT. ESTADUAL , ,31 SECRETARIA DE ESTADO DA FAZENDA , , , , RECURSOS ORDINARIOS , , , , TAXAS DE SERVICOS FAZENDARIOS , ,06 ENCARGOS GERAIS S/A SUPERV. DA SEFA , , , RECURSOS ORDINARIOS , , , FES- RECURSOS ORDINARIOS , ,56 SECRETARIA DE ESTADO DE JUSTICA E DIREITOS H , , , RECURSOS ORDINARIOS 1.304, , , RECUR.PROV.DE TRANSF.CONVENIOS E OUTROS , ,92 SECRETARIA DE ESTADO DE PLANEJAMENTO ORC.FIN , , , RECURSOS ORDINARIOS , , ,80 SECRETARIA DE ESTADO DE SAUDE PUBLICA 652, , , , FES- RECURSOS ORDINARIOS 652, , , , SUS/SERVICOS PRODUZIDOS 1.120, , , SUS/CONVENIOS , , , FES - SUS/ FUNDO A FUNDO , , , FES - SUS/ FUNDO A FUNDO , ,82 11 REGIONAL DE PROTECAO SOCIAL - MARABA , , , FES- RECURSOS ORDINARIOS , , , FES - SUS/ FUNDO A FUNDO , , FES - SUS/ FUNDO A FUNDO 5.098, ,50 09 REGIONAL DE PROTECAO SOCIAL - SANTAREM , , FES- RECURSOS ORDINARIOS , , SUS/SERVICOS PRODUZIDOS , , FES - SUS/ FUNDO A FUNDO , , FES - SUS/ FUNDO A FUNDO , ,69 03 REGIONAL DE PROTECAO SOCIAL - CASTANHAL , , FES - SUS/ FUNDO A FUNDO 3.465, ,00 01 REGIONAL DE PROTECAO SOCIAL - BELEM , , , ,56 399
401 FONTE DESCRIÇÃO PESSOAL E ENCARGOS SOCIAIS OUTRAS DESPESAS CORRENTES INVESTIMENTOS INVERSÕES AMORTIZAÇÃO TOTAL 0103 FES- RECURSOS ORDINARIOS , , , SUS/SERVICOS PRODUZIDOS , , , FES - SUS/ FUNDO A FUNDO , , ,74 12 REGIONAL DE PROTECAO SOCIAL -CONC.ARAGUAIA , , FES- RECURSOS ORDINARIOS , , FES - SUS/ FUNDO A FUNDO , , FES - SUS/ FUNDO A FUNDO 173,25 173,25 02 REGIONAL DE PROTECAO SOCIAL - SANTA IZABEL , , , FES - SUS/ FUNDO A FUNDO 9.083, , , FES - SUS/ FUNDO A FUNDO 0,20 0,20 04 REGIONAL DE PROTECAO SOCIAL - CAPANEMA ,00 0, , FES- RECURSOS ORDINARIOS 8.785,00 0, , FES - SUS/ FUNDO A FUNDO 3.671, ,00 10 REGIONAL DE PROTECAO SOCIAL - ALTAMIRA , , FES- RECURSOS ORDINARIOS 0,02 0, FES - SUS/ FUNDO A FUNDO 1.212, ,76 06 REGIONAL DE PROTECAO SOCIAL - BARCARENA - 405, , FES- RECURSOS ORDINARIOS 405,00 405,00 08 REGIONAL DE PROTECAO SOCIAL - BREVES ,87 0, , FES- RECURSOS ORDINARIOS ,51 0, , FES - SUS/ FUNDO A FUNDO 9.782, ,36 13 REGIONAL DE PROTECAO SOCIAL - CAMETA , , FES- RECURSOS ORDINARIOS , , FES - SUS/ FUNDO A FUNDO 8.731, ,98 07 REGIONAL DE PROTECAO SOCIAL - R.DAS ILHAS , , FES- RECURSOS ORDINARIOS 1.584, , FES - SUS/ FUNDO A FUNDO 2,00 2, FES - SUS/ FUNDO A FUNDO 434,48 434,48 05 REGIONAL DE PROTECAO SOCIAL-S.MIGUEL GUAMA , , , FES- RECURSOS ORDINARIOS 188,00 188, FES - SUS/ FUNDO A FUNDO , , ,85 HOSPITAL ABELARDO SANTOS 1.422, , , FES- RECURSOS ORDINARIOS 503,00 503,00 400
402 FONTE DESCRIÇÃO PESSOAL E ENCARGOS SOCIAIS OUTRAS DESPESAS CORRENTES INVESTIMENTOS INVERSÕES AMORTIZAÇÃO TOTAL 0132 SUS/SERVICOS PRODUZIDOS 1.422, , ,87 HOSPITAL REGIONAL DE CAMETA 250, , , , FES- RECURSOS ORDINARIOS , , , SUS/SERVICOS PRODUZIDOS 250, , ,17 HOSPITAL REGIONAL DE CONCEICAO DO ARAGUAIA 587, , , FES- RECURSOS ORDINARIOS , , SUS/SERVICOS PRODUZIDOS 587, , ,55 HOSPITAL REGIONAL DE SALINOPOLIS , , , FES- RECURSOS ORDINARIOS , , , SUS/SERVICOS PRODUZIDOS 7.086, ,00 HOSPITAL REGIONAL DE TUCURUI , , , FES- RECURSOS ORDINARIOS , , SUS/SERVICOS PRODUZIDOS , ,56 LABORATORIO CENTRAL , , , FES- RECURSOS ORDINARIOS 1.889, , SUS/SERVICOS PRODUZIDOS , , FES - SUS/ FUNDO A FUNDO , , ,16 SECRETARIA DE ESTADO DE SEGURANCA PUBLICA , , , RECURSOS ORDINARIOS , , RECUR.PROV.DE TRANSF.CONVENIOS E OUTROS , , , RECUR.PROV.DE TRANSF.CONVENIOS E OUTROS , , , RECURSOS ORDINARIOS-CONTRAPART ESTADUAL 4.061, ,48 SECRETARIA DE ESTADO DE OBRAS PUBLICAS 42, , , , RECURSOS ORDINARIOS 42, , , FES- RECURSOS ORDINARIOS 1.359, , ROYALTIE HIDRICO , ,45 SECRETARIA DE ESTADO DE TRABALHO EMPREGO E R , , , , RECURSOS ORDINARIOS , , , , RECUR.PROV.DE TRANSF.CONVENIOS E OUTROS , ,14 PROCURADORIA GERAL DO ESTADO , , RECURSOS ORDINARIOS 3.403, ,50 ENCARGOS GERAIS SOB A SUPERVISAO DA PGE , , , RECURSOS ORDINARIOS 2.790, , ,00 401
403 FONTE DESCRIÇÃO PESSOAL E ENCARGOS SOCIAIS OUTRAS DESPESAS CORRENTES INVESTIMENTOS INVERSÕES AMORTIZAÇÃO TOTAL POLICIA MILITAR DO ESTADO DO PARA 7.589, , , , RECURSOS ORDINARIOS 7.589, , , RECURSOS ORDINARIOS-CONTRAPART ESTADUAL , ,34 SECRETARIA DE ESTADO DE MEIO AMBIENTE 879, , RECURSOS ORDINARIOS 879,47 879,47 SEMA - FEMA - FUND ESTAD DE MEIO AMBIENTE , , REC. PROP. DO FUNDO EST. DE MEIO AMBIENTE , , REC. PROP. DO FUNDO EST. DE MEIO AMBIENTE , ,68 NUCLEO DE GERENCIAMENTO DO PARA RURAL , , , OPERACOES DE CREDITO EXTERNAS 4.881, , RECURSOS ORDINARIOS-CONTRAPART ESTADUAL , , ,25 SECRETARIA DE ESTADO DE TRANSPORTES , , , RECURSOS ORDINARIOS , , RECUR.PROV.DE TRANSF.CONVENIOS E OUTROS , , OPERACOES DE CREDITO INTERNAS , , OPERACOES DE CREDITO EXTERNAS , , RECURSOS PROVENIENT DE TRANSF DA UNIAO-CIDE , , REC.PROP.DIRETAMENTE ARREC.PELO ORG.ADM.INDIR , , RECURSOS PROVENIENT DE TRANSF DA UNIAO-CIDE , , REC.PROP.DIRETAMENTE ARREC.PELO ORG.ADM.INDIR , ,68 DEFENSORIA PUBLICA 775, , , , RECURSOS ORDINARIOS 775, , , , RECURSOS ORDINARIOS 4.123, , ,41 CORPO DE BOMBEIROS MILITAR DO PARA , , , RECURSOS ORDINARIOS , , , FES- RECURSOS ORDINARIOS , , RECUR.PROV.DE TRANSF.CONVENIOS E OUTROS. 432,00 432,00 ENCARGOS GERAIS SOB A SUP. CORPO DE BOMBEIROS , , RECURSOS ORDINARIOS , ,61 GABINETE DO VICE-GOVERNADOR 1.268, , , RECURSOS ORDINARIOS 1.268, , ,70 CONSULTORIA GERAL DO ESTADO 402, , RECURSOS ORDINARIOS 402,00 402,00 402
404 FONTE DESCRIÇÃO PESSOAL E ENCARGOS SOCIAIS OUTRAS DESPESAS CORRENTES INVESTIMENTOS INVERSÕES AMORTIZAÇÃO TOTAL PROGRAMA DE MICROCRED SOLIDARIO DA GOV.PARA , , RECURSOS ORDINARIOS 1.740, ,52 SECRETARIA DE ESTADO DE GOVERNO 9.863, , , , RECURSOS ORDINARIOS 9.863, , , ,42 MINISTERIO PUBLICO DE CONTAS ESTADO DO PARA , , , , RECURSOS ORDINARIOS , , , , RECURSOS ORDINARIOS , , ,78 M. P./TRIB. DE CONTAS DOS MUNICIPIOS , , RECURSOS ORDINARIOS , ,00 SECRETARIA DE ESTADO DE PROJETOS ESTRATEGICOS - 404, , RECURSOS ORDINARIOS 404,93 404,93 NUCLEO GERENCIAMENTO TRANSPORTE METROPOLITANO - 41, , , RECURSOS ORDINARIOS 41,80 41, OPERACOES DE CREDITO INTERNAS , ,49 POLICIA CIVIL DO ESTADO DO PARA , , RECURSOS ORDINARIOS , ,80 SECRETARIA DE ESTADO DE INTEGRACAO REGIONAL 33, , , RECURSOS ORDINARIOS 33, , ,78 SECRETARIA DE ESTADO DE ASSIS.E DESENV.SOCIAL , , , , RECURSOS ORDINARIOS , , , FUNDO ESTAD.ASSISTENCIA SOCIAL-REC ORDINARIOS , , REC.DO FUNDO EST. DE ASSISTENCIA SOCIAL , , , REC.DO FUNDO EST. DE ASSISTENCIA SOCIAL , ,76 FUNDO DE INVESTIMENTO DE SEGURANCA PUBLICA , , , REC.PROP.DO FUNDO DE INVEST. DE SEG. PUBLICA , , ,53 SECRETARIA ESTADO DESENV.CIENCIA E TECNOLOGIA , , , RECURSOS ORDINARIOS , , , RECUR.PROV.DE TRANSF.CONVENIOS E OUTROS , ,68 SECRETARIA DE ESTADO DE PESCA E AQUICULTURA , , , RECURSOS ORDINARIOS , , , RECURSOS DO TESOURO VINCULADO AO FUNDO RURAL , ,00 403
405 FONTE DESCRIÇÃO PESSOAL E ENCARGOS SOCIAIS OUTRAS DESPESAS CORRENTES INVESTIMENTOS INVERSÕES AMORTIZAÇÃO TOTAL SECRETARIA DE ESTADO DE COMUNICACAO 3.408, , , RECURSOS ORDINARIOS 3.408, , ,76 FUNDO DE SAUDE DOS SERVIDORES MILITARES , , , RECURSOS ORDINARIOS , , REC.PROPRIOS DO FUNDO DE SAUDE SERV. MILITAR , , , REC.PROPRIOS DO FUNDO DE SAUDE SERV. MILITAR 7.065, ,11 TOTAL DAS AUTARQUIAS , , , ,18 ACAO SOCIAL INTEGRADA AO PALACIO DO GOVERNO , , RECURSOS ORDINARIOS , ,00 LOTERIA DO ESTADO DO PARA 55, , , RECURSOS ORDINARIOS 55, , , REC.PROP.DIRETAMENTE ARREC.PELO ORG.ADM.INDIR 417,93 417,93 SUPERINT DO SIST PENITENCIARIO DO EST DO PARA , , , RECURSOS ORDINARIOS , , FES- RECURSOS ORDINARIOS , , RECUR.PROV.DE TRANSF.CONVENIOS E OUTROS , , REC.PROVEN.TRANSFERENC.CONVENIOS E OUTROS , , , REC.PROP.DIRETAMENTE ARREC.PELO ORG.ADM.INDIR , , REC.PROV.DO LABOR PRISIONAL 465,00 465,00 IMPRENSA OFICIAL DO ESTADO DO PARA , , REC.PROP.DIRETAMENTE ARREC.PELO ORG.ADM.INDIR , ,00 INSTITUTO DE ASSIST DOS SERV DO EST DO PARA 9.979, , , , RECURSOS ORDINARIOS , , REC.PROP.DIRETAMENTE ARREC.PELO ORG.ADM.INDIR 9.979, , , ,77 INSTITUTO DE TERRAS DO PARA , , OPERACOES DE CREDITO EXTERNAS 5.200, , RECURSOS DO TESOURO VINCULADO AO FUNDO RURAL 8.347, , REC.PROVEN.TRANSFERENC.CONVENIOS E OUTROS , , REC.PROP.DIRETAMENTE ARREC.PELO ORG.ADM.INDIR 1.250, , REC.PROP.DIRETAMENTE ARREC.PELO ORG.ADM.INDIR , ,99 INSTITUTO DE METROLOGIA DO PARA , , , REC.PROVEN.TRANSFERENC.CONVENIOS E OUTROS , , ,61 404
406 FONTE DESCRIÇÃO PESSOAL E ENCARGOS SOCIAIS OUTRAS DESPESAS CORRENTES INVESTIMENTOS INVERSÕES AMORTIZAÇÃO TOTAL INSTITUTO DE DESENVOLVIMENTO ECONOMICO-SOCIAL , , RECURSOS ORDINARIOS 6.490, ,09 DEPARTAMENTO DE TRANSITO DO ESTADO DO PARA , , , , REC.PROP.DIRETAMENTE ARREC.PELO ORG.ADM.INDIR , , , ,10 HOSPITAL OPHIR LOYOLA , , , FES- RECURSOS ORDINARIOS , , , SUS/SERVICOS PRODUZIDOS , , REC.PROP.DIRETAMENTE ARREC.PELO ORG.ADM.INDIR 6.043, , SUS/SERVICOS PRODUZIDOS , , , SUS/SERVICOS PRODUZIDOS 980,00 980,00 JUNTA COMERCIAL DO ESTADO DO PARA 2.616, , , REC.PROP.DIRETAMENTE ARREC.PELO ORG.ADM.INDIR 2.616, , ,51 UNIVERSIDADE DO ESTADO DO PARA , , , , RECURSOS ORDINARIOS , , , , SUS/SERVICOS PRODUZIDOS , , REC.PROVEN.TRANSFERENC.CONVENIOS E OUTROS , , , REC.PROP.DIRETAMENTE ARREC.PELO ORG.ADM.INDIR , , , SUS/SERVICOS PRODUZIDOS , , REC.PROP.DIRETAMENTE ARREC.PELO ORG.ADM.INDIR , ,25 INSTITUTO DE DES.FLORESTAL DO ESTADO DO PARA , , , RECURSOS ORDINARIOS 5.133, , , REC. PROP. DO FUNDO EST. DE MEIO AMBIENTE 950,00 950, REC.PROP.DIRETAMENTE ARREC.PELO ORG.ADM.INDIR 5.740,79 474, ,34 AGENCIA REG.CONTROLE SERV.PUB. ESTADO PARA 5.475, , , RECURSOS ORDINARIOS 5.475,80 458, , REC.PROP.DIRETAMENTE ARREC.PELO ORG.ADM.INDIR 7.983, ,29 ESCOLA DE GOVERNO DO ESTADO DO PARA , , , , RECURSOS ORDINARIOS , , , , REC.PROP.DIRETAMENTE ARREC.PELO ORG.ADM.INDIR 440,00 440,00 INSTITUTO DE GESTAO PREVID. DO EST. DO PARA , , RECURSOS ORDINARIOS , ,14 FUNDO FINAN. DE PREVIDENCIA DO ESTADO DO PARA - 886, ,67 405
407 FONTE DESCRIÇÃO PESSOAL E ENCARGOS SOCIAIS OUTRAS DESPESAS CORRENTES INVESTIMENTOS INVERSÕES AMORTIZAÇÃO TOTAL 0154 RECUR.PROPR.FUNDO FINANC.PREVID.EST.PARA 886,67 886,67 CENTRO DE PERICIAS CIENTIFICAS RENATO CHAVES , , , , RECURSOS ORDINARIOS , , , , REC.PROP.DIRETAMENTE ARREC.PELO ORG.ADM.INDIR 4.363, , REC.PROP.DIRETAMENTE ARREC.PELO ORG.ADM.INDIR 952,50 952,50 AGENCIA DE DEFESA AGROPECUARIA DO EST DO PARA 6.721, , , , RECURSOS ORDINARIOS 3.317, , , RECURSOS DO TESOURO VINCULADO AO FUNDO RURAL 3.404, , , REC.PROVEN.TRANSFERENC.CONVENIOS E OUTROS , , REC.PROP.DIRETAMENTE ARREC.PELO ORG.ADM.INDIR , , , REC.PROVEN.TRANSFERENC.CONVENIOS E OUTROS , ,11 TOTAL DAS SOC. ECON.MISTA DEPENDENTE , , , , ,68 CENTRAIS DE ABASTECIMENTO DO PARA S/A , , , , RECURSOS ORDINARIOS , , , REC.PROP.DIRETAMENTE ARREC.PELO ORG.ADM.INDIR , , ,80 COMPANHIA DE HABITACAO DO ESTADO DO PARA , , , , , RECURSOS ORDINARIOS , , , , , RECURSOS DO TESOURO VINCULADO AO FEHIS 3.465, , REC.PROVEN.TRANSFERENC.CONVENIOS E OUTROS 5.933, , , REC.PROP.DIRETAMENTE ARREC.PELO ORG.ADM.INDIR , ,17 COMPANHIA DE DESENVOLVIMENTO INDUSTRIAL DO PA ,28 600, , , RECURSOS ORDINARIOS , , REC.PROP.DIRETAMENTE ARREC.PELO ORG.ADM.INDIR 600,00 600, REC.PROP.DIRETAMENTE ARREC.PELO ORG.ADM.INDIR , ,99 COMPANHIA PARAENSE DE TURISMO , , , RECURSOS ORDINARIOS , , ,63 TOTAL DAS EMPRESAS PUBLICAS , , , , ,98 PROCESSAMENTO DE DADOS DO ESTADO DO PARA , , , , , RECURSOS ORDINARIOS , , , , REC.PROP.DIRETAMENTE ARREC.PELO ORG.ADM.INDIR 2.587, , , REC.PROP.DIRETAMENTE ARREC.PELO ORG.ADM.INDIR , , ,07 EMPRESA DE ASSIST. TECNICA E EXTENSAO RURAL 2.119, , , , RECURSOS ORDINARIOS 2.119, , , ,84 406
408 FONTE DESCRIÇÃO PESSOAL E ENCARGOS SOCIAIS OUTRAS DESPESAS CORRENTES INVESTIMENTOS INVERSÕES AMORTIZAÇÃO TOTAL 0146 RECURSOS DO TESOURO VINCULADO AO FUNDO RURAL , , REC.PROVEN.TRANSFERENC.CONVENIOS E OUTROS , ,20 COMPANHIA PORTOS HIDROVIAS DO ESTADO DO PARA 9, , , RECURSOS ORDINARIOS 9,32 9, REC.PROP.DIRETAMENTE ARREC.PELO ORG.ADM.INDIR 1.348, ,75 TOTAL DAS FUNDACÕES , , , ,51 FUNDACAO DE TELECOMUNICACOES DO PARA 8.984, , , , RECURSOS ORDINARIOS 8.984, , , OPERACOES DE CREDITO INTERNAS , , REC.PROP.DIRETAMENTE ARREC.PELO ORG.ADM.INDIR 2.578, ,49 FUNDACAO CULTURAL DO PARA TANCREDO NEVES , , , , RECURSOS ORDINARIOS , , , REC.PROP.DIRETAMENTE ARREC.PELO ORG.ADM.INDIR , ,16 FUNDACAO CURRO VELHO , , RECURSOS ORDINARIOS , ,72 FUNDACAO SANTA CASA DE MISERICORDIA DO PARA , , , , FES- RECURSOS ORDINARIOS , , , , REC.PROVEN.TRANSFERENC.CONVENIOS E OUTROS 6.835, , , SUS/SERVICOS PRODUZIDOS 1.000, , RECURSOS ORDINARIOS , , SUS/SERVICOS PRODUZIDOS 543,60 543,60 CENTRO DE HEMOTERAPIA E HEMATOLOGIA DO PARA , , FES- RECURSOS ORDINARIOS 355,20 355, SUS/SERVICOS PRODUZIDOS 4.950, , REC.PROP.DIRETAMENTE ARREC.PELO ORG.ADM.INDIR , , SUS/SERVICOS PRODUZIDOS 1.246, , REC.PROP.DIRETAMENTE ARREC.PELO ORG.ADM.INDIR 5.106, ,00 FUNDACAO HOSPITAL CLINICAS GASPAR VIANA , , , , FES- RECURSOS ORDINARIOS 9.911, , , SUS/SERVICOS PRODUZIDOS , , REC.PROP.DIRETAMENTE ARREC.PELO ORG.ADM.INDIR 5.579, , SUS/SERVICOS PRODUZIDOS , , , ,04 FUNDACAO DA CRIANCA E DO ADOLESCENTE DO PARA 9.365, , , ,82 407
409 FONTE DESCRIÇÃO PESSOAL E ENCARGOS SOCIAIS OUTRAS DESPESAS CORRENTES INVESTIMENTOS INVERSÕES AMORTIZAÇÃO TOTAL 0101 RECURSOS ORDINARIOS 9.365, , , , RECURSO TEZOURO VINC.FUND.CRIAN.ADOLESCENTE 1.824, , REC.PROVEN.TRANSFERENC.CONVENIOS E OUTROS , , REC.PROP.DIRETAMENTE ARREC.PELO ORG.ADM.INDIR 1.788, , , REC.PROVEN.TRANSFERENC.CONVENIOS E OUTROS , , ,80 FUNDACAO DE AMPARO A PESQUISA ESTADO DO PARA ,86 955, , RECURSOS ORDINARIOS 7.745, , REC. DO TESOURO VINCULADOS AO FUNTEC ,94 955, , REC.PROVEN.TRANSFERENC.CONVENIOS E OUTROS , , REC. DO TESOURO VINCULADOS AO FUNTEC , ,82 INSTITUTO DE ARTES DO PARA , , , RECURSOS ORDINARIOS , , ,53 408
410 DEMONSTRATIVO DE RESTOS A PAGAR PROCESSADOS ACUMULADOS POR FONTE DE RECURSOS EXERCÍCIO FONTE DESCRIÇÃO PESSOAL E ENCARGOS SOCIAIS OUTRAS DESPESAS CORRENTES INVESTIMENTOS INVERSÕES AMORTIZAÇÕES TOTAL TOTAL GERAL P/ FONTE DE RECURSOS , , , , , , RECURSOS ORDINARIOS , , , , , , FES- RECURSOS ORDINARIOS , , , , QUOTA PARTE DO SALARIO EDUCACAO QT. ESTADUAL , , QUOTA PARTE DO SALARIO EDUCACAO QT. FEDERAL , , RECUR.PROV.DE TRANSF.CONVENIOS E OUTROS , , , FUNDO ESTAD.ASSISTENCIA SOCIAL-REC ORDINARIOS , , RECURSOS DO TESOURO VINCULADO AO FEHIS 3.465, , RECEITA PATRIMONIAL - OUTROS PODERES , , REC. PROP. DO FUNDO EST. DE MEIO AMBIENTE , , REC.DO FUNDO EST. DE PROM.DAS ATIV. CULTURAIS 6.692, , REC.PROP. DO FUNDO DE REAPARELH.DO JUDICIARIO , , , REC. DO TESOURO VINCULADOS AO FUNTEC , , ROYALTIE HIDRICO , , APLIC. NO MERC.FINANC. SAL.EDUC./QUOTA ESTAD , , OPERACOES DE CREDITO INTERNAS , , OPERACOES DE CREDITO EXTERNAS , , , SUS/SERVICOS PRODUZIDOS , , , , SUS/CONVENIOS , , , REC.DO FUNDO EST. DE ASSISTENCIA SOCIAL , , , REC.PROP.DO FUNDO DE INVEST. DE SEG. PUBLICA , , , REC.DO FUND.DE MANT.E DESV.ENSINO BASI.FUNDEB , , , , TAXAS DE SERVICOS FAZENDARIOS , , RECURSOS DO FUNDO ESTADUAL DE ESPORTE E LAZER , , RECURSOS DO TESOURO VINCULADO AO FUNDO RURAL 3.404, , , , RECURSO TEZOURO VINC.FUND.CRIAN.ADOLESCENTE 1.824, , FES - SUS/ FUNDO A FUNDO , , ,05 409
411 FONTE DESCRIÇÃO PESSOAL E ENCARGOS SOCIAIS OUTRAS DESPESAS CORRENTES INVESTIMENTOS INVERSÕES AMORTIZAÇÕES TOTAL 0150 REC.PROPRIOS DO FUNDO DE SAUDE SERV. MILITAR , , , RECURSOS PROV.TRANSF.UNIAO-PROGR.RECOMECO 133,14 133, RECUR.PROPR.FUNDO FINANC.PREVID.EST.PARA 886,67 886, RECURSOS PROVENIENT DE TRANSF DA UNIAO-CIDE , , REC.PROVEN.TRANSFERENC.CONVENIOS E OUTROS , , , REC.PROP.DIRETAMENTE ARREC.PELO ORG.ADM.INDIR , , , , , REC.PROV.DO LABOR PRISIONAL , SUS/SERVICOS PRODUZIDOS , , , , RECURSOS ORDINARIOS , , , , QUOTA PARTE DO SALARIO EDUCACAO QT. ESTADUAL , , RECUR.PROV.DE TRANSF.CONVENIOS E OUTROS , , , REC. PROP. DO FUNDO EST. DE MEIO AMBIENTE , , REC.PROP. DO FUNDO DE REAPARELH.DO JUDICIARIO , , REC.PROP.DO FUNDO DE REAPARELH.DO MIN.PUBLICO , , REC.DO FUNDO EST. DE ASSISTENCIA SOCIAL , , FES - SUS/ FUNDO A FUNDO , , REC.PROPRIOS DO FUNDO DE SAUDE SERV. MILITAR 7.065, , RECURSOS PROVENIENT DE TRANSF DA UNIAO-CIDE , , REC.PROVEN.TRANSFERENC.CONVENIOS E OUTROS , , , REC.PROP.DIRETAMENTE ARREC.PELO ORG.ADM.INDIR , , , SUS/SERVICOS PRODUZIDOS 1.523, , RECURSOS ORDINARIOS-CONTRAPART ESTADUAL , , , RECURSOS TESOURO VINC.FDE-CONTRAP ESTADUAL 6.069, , , RECURSOS ORDINARIOS-CONTRAPART ESTADUAL , , RECURSOS ORDINARIOS-CONTRAPART ESTADUAL , , , REC. DO TESOURO VINCULADOS AO FUNTEC , ,82 410
412 DEMONSTRAÇÃO DA DÍVIDA FLUTUANTE - EXERCÍCIO 2009 ANEXO 17 TÍTULOS SALDO DO EXERCÍCIO ANTERIOR (R$) MOVIMENTO NO EXERCÍCIO INSCRIÇÃO BAIXA SALDO PARA O EXERCÍCIO SEGUINTE (R$) RESTOS A PAGAR PROCESSADOS EXERCÍCIO , ,67 0,00 EXERCÍCIO , ,05 SUBTOTAL , , , ,05 DEPÓSITOS CONSIGNAÇÕES , , , ,38 DEPÓSITOS DE DIVERSAS ORIGENS , , , ,22 VALORES PENDENTES A CURTO PRAZO VALORES DIFERIDOS , , , ,72 SUBTOTAL , , , ,32 TOTAL GERAL , , , ,37 411
413 DEMONSTRAÇÃO DA DÍVIDA ATIVA ESTADUAL - EXERCÍCIO 2009 RECEBIMENTOS NO EXERCÍCIO Tipo Saldo Anterior em Inscrição Atualização Monetária Multas e Juros de Mora Principal Corrigido Multas e Juros de Mora Total Recebido Cancelamento Saldo em (a) (b) (c) (d) (e) (f) (g) = (e+f) (h) (i) = (a+b+c+d-g-h) Receita Tributária , , , , , , , , ,94 Subtotal , , , , , , , , ,94 Receita não Tributária , , , , , , , , ,11 Subtotal , , , , , , , , ,11 Total , , , , , , , , ,05 DEMONSTRATIVO DAS AÇÕES AJUIZADAS DA DÍVIDA ATIVA 2007 / PGE Anos Quantidade de Ações Ajuizadas Valor Total das Ações Ajuizadas (R$) , , ,96 FONTE: Coordenadoria de Controle e Cobrança da Dívida Ativa da Diretoria de Arrecadação e Informação Fazendária junto a Secretaria Executiva da Fazenda - SEFA e SIAFEM. NOTA: O significativo valor lançado na coluna cancelamento (R$ ,27), constante na linha Receita Tributária, foi motivado por equivoco no preenchimento do GNRE (Guia Nacional de Recolhimento) pelo contribuinte Petrobrás S.A., no montante de R$ ,82. A Petrobrás S.A., ao proceder o recolhimento do ICMS de junho de 2007, informou outro mês indevidamente, com isso, o sistema de arrecadação do Estado, tratou como pendente o mês junho de 2007 e inscreveu em divida ativa. A SEFA, após identificar o problema, orientou a Petrobrás S.A. a solicitar a baixa da dívida por cancelamento tendo em vista que o tributo foi recolhido. 412
414 CÓD DEMONSTRAÇÃO DA DÍVIDA FUNDADA INTERNA - EXERCÍCIO 2009 ANEXO 16 CREDOR SALDO ANTERIOR EMISSÃO DESINCORPORAÇÃO AMORTIZAÇÃO ATUALIZAÇÃO SALDO ATUAL (a) (b) (c) (d) (e) (f) = (a)+(b)-(c)- (d)+(e) CEF/ADUTORA ÁGUA PRETA-SABAG , , , , BANCO DO BRASIL-LEI 8.727/93-GEP , , , , CEF - CESSÃO DE DÍVIDAS , , , , BANCO DO BRASIL-REF.DIV.EXT-LEI 7.976/89-ESTOQUE , ,06 ( ,99) 0, BANCO DO BRASIL-CONF.DÍVIDA-LEI 7.976/ , , ,00 0, BANCO DO BRASIL-REF.MÉDIO E LONGO PRAZOS-DMLP/GEP , ,42 ( ,66) , CEF-PRÓ-MORADIA - CDP , , , , CEF-PRÓ-MORADIA - CDP , , , , CEF-PRÓ-SANEAR - CANAL DO JACARÉ , , , , CEF-PRÓ-SANEAR - CASTANHAL , , , , CEF-PRÓ-SANEAMENTO 7o. E 8o. SETORES , , , , CEF - PNAFE , ,55 ( ,43) , BANCO DO BRASIL-LEI 8.727/93 ( ASSUNÇÃO)-BANPARÁ , , , , CEF-PRÓ-MOR.- INF. EST. CONJ. RAIMUNDO GASPAR , , , , CEF-PRÓ-MOR.- INF. EST. CONJ. CAMPOS ELISEOS , , , , CEF-PRÓ-MOR.- INF. EST. CONJ. BELA VISTA , , , , CEF-PRÓ-MOR.- INF. EST. CONJ. VERDEJANTES , , , , CEF-PRÓ-MOR.- LOTEAMENTO MARITUBA , , , , CEF-PRÓ-MOR.- URBAN. CONJ. CARNEIRINHO , , , , CEF-PRÓ-MOR.- CONJ. BELA MANOELA I E II , , , , CEF-PRÓ-MOR.-COMUNIDADE NOVA JERUSALÉM , , , , CEF-PRÓ-MOR.- URBAN. LOT. TENONÉ , , , , BASA ASSUNÇÃO/RURAL-BANPARÁ , , , , CEF ( ASSUNÇÃO)-CURA RECON , , , , MINISTERIO DA ECONOMIA/FAZENDA/LEI 9.496/ , ,34 ( ,86) , MINIST DA ECONOMIA / FAZENDA / SANEAMENTO 9.496/ , ,13 ( ,04) ,67 413
415 CÓD CREDOR SALDO ANTERIOR 414 EMISSÃO DESINCORPORAÇÃO AMORTIZAÇÃO ATUALIZAÇÃO SALDO ATUAL (a) (b) (c) (d) (e) (f) = (a)+(b)-(c)- (d)+(e) BANCO DO BRASIL/FUNDEF , ,72-0, EMGEA , , , , CEF/PRÓ-MORADIA RESIDENCIAL RARACURI I , , , , CEF/PRÓ-MORADIA RESIDENCIAL STA. BÁRBARA , , , , CEF/PRO MORADIA RESIDENCIAL BEM-TE-VI , ,49 669, , CEF/PRÓ-MORADIA RESIDENCIAL JARDIM DOS MUTUNS , , , , CEF/PRÓ-MORADIA RESIDENCIAL TENONÉ II , , , , , CEF/PRÓ-SANEAMENTO ABASTECIMENTO DE AGUA RIO GUAMÁ , , , , , CEF/PRÓ-SANEAMENTO ABASTECIMENTO DE AGUA SANTARÉM , , , , , CEF/PRÓ-SANEAMENTO ABASTECIMENTO DE AGUA MARABÁ , , , , , CEF/PRÓ-SANEAMENTO ESGOTAMENTO SANITÁRIO BELÉM , ,56 448, , CEF/PRÓ-SANEAMENTO ABASTECIMENTO DE AGUA BELÉM , , , , , CEF/PRÓ-SANEAMENTO ABASTECIMENTO DE AGUA CASTANHAL , , , , CEF/PRÓ-SANEAMENTO ETA ÁGUA BOLONHA , , , , , CEF/PRÓ-SANEAMENTO DESENVOLVIMENTO INSTITUCIONAL , , , , , BNDS- RODOVIAS , , , , , BNDS- HOSPITAIS , , , , BNDS-RODOVIAS II , , , , , CEF/SANEAMENTO ÁGUA BELÉM I I I , , , , CEF/SANEAMENTO DESENVOLVIMENTO INSTITUCIONAL I I I , , , , , CEF/SANEAMENTO ÁGUA BELÉM I I , , ,39 413, , CEF/SANEAMENTO DESENVOLVIMENTO INSTITUCIONAL I I , , , , , CEF/SANEAMENTO ÁGUA ANANINDEUA , , , , , CEF/SANEAMENTO DES. INSTITUCIONAL ANANINDEUA I I , , ,57 804, , CEF/SANEAMENTO ÁGUA MARITUBA , ,94 855,73 295, , CEF/SANEAMENTO DESENV. INSTITUCIONAL MARITUBA I I , ,17 868,06 253, , CEF/SANEAMENTO ÁGUA CASTANHAL , , , , , CEF/SANEAMENTO DESENV. INSTITUCIONAL CASTANHAL I I 4.682,35 90,87 33, , CEF/SANEAMENTO DESENV. INSTITUCIONAL SANTARÉM I I ,79 262,15 96, , CEF/SANEAMENTO ÁGUA SANTARÉM , , ,30 575, ,85
416 CÓD CREDOR SALDO ANTERIOR 415 EMISSÃO DESINCORPORAÇÃO AMORTIZAÇÃO ATUALIZAÇÃO SALDO ATUAL (a) (b) (c) (d) (e) (f) = (a)+(b)-(c)- (d)+(e) CEF/SANEAMENTO ÁGUA MARABÁ , , , , CEF/SANEAMENTO DESENV. INSTITUCIONAL MARABÁ I I , , , , , CEF/SANEAMENTO ÁGUA ALTAMIRA , , , , , CEF/SANEAMENTO DESENVOLV. INSTITUCIONAL ALTAMIRA I I 9.364,70 181,74 66, , CEF/PAC 1 EEE ÁREA CENTRAL DO U.N.A ,74 957, , CEF/PAC 1 ESGOTAMENTO PREDIAIS , , , , CEF/PAC 1 ÁGUA SANTARÉM , , , , CEF/PAC 1 ÁGUA ETA PAAR , , , , CEF/PAC 1 ÁGUA MARABÁ , , , , CEF/PAC 1 ESGOTAMENTO SANITÁRIO MARABÁ , , , , CEF/PAC 1 ÁGUA ETA SABIÁ , , , , CEF/PAC 1 ÁGUA ETA UIRAPURU , , , , CEF/PAC 1 ÁGUA ETA COQUEIRO , , , , CEF/PAC 1 ÁGUA ANANINDEUA CENTRO , , , , CEF/PAC 1 ÁGUA ETA CORDEIRO DE FARIAS , , , , CEF/PAC 1 ÁGUA CASTANHAL , , , , BNDES-PMAE , , , , CEF/PAC 1 ETE BENGUÍ COQUEIRO , ,07 269, , CEF/PAC 1 ESGOTAMENTO SANITÁRIO CASTANHAL , ,35 404, , CEF/PAC 1 BACIA DO TUCUNDUBA , , , , CEF/PAC 1 ÁGUA ETA SIDERAL , , , , CEF/PAC 3 PRÓ-MORADIA RESIDENCIAL LIBERDADE I I , , , , CEF/SANEAMENTO PARA TODOS-NOVA ESPERANÇA DO PIRIÁ ,60 160, , BB/PEF-BNDS , , BB -TRANSPORTE METROLITANO , , , CEF/PAC-AGUA MARABÁ , , , CEF/PAC III-BREVES ,34 3, , CEF/PAC III -SOURE ,06 2, , CEF/PAC III -ARUARA 7.072,70 1, , CEF/PAC-ORIXIMINÁ ,22 3, ,56
417 CÓD CREDOR SALDO ANTERIOR EMISSÃO DESINCORPORAÇÃO AMORTIZAÇÃO ATUALIZAÇÃO SALDO ATUAL (a) (b) (c) (d) (e) (f) = (a)+(b)-(c)- (d)+(e) CEF/PAC-ESTUDOS E PROJETOS ALTAMIRA ,60 5, ,48 TOTAL DA ADMINISTRAÇÃO DIRETA , ,47 0, ,07 ( ,54) ,57 CÓD CREDOR DEMONSTRAÇÃO DA DÍVIDA FUNDADA INTERNA SOB GESTÃO DA SOCIEDADE DE ECONOMIA MISTA SALDO EMISSÃO DESINCORPORAÇÃO AMORTIZAÇÃO ATUALIZAÇÃO SALDO ATUAL ANTERIOR (a) (b) (c) (d) (e) (f) = (a)+(b)-(c)- (d)+(e) BANCO DO BRASIL/ COHAB LEI 8.727/ , , , ,37 TOTAL SOCIEDADE DE ECONOMIA MISTA , , , ,37 TOTAL GERAL , ,47 0, ,34 ( ,88) ,94 416
418 DEMONSTRAÇÃO DA DÍVIDA FUNDADA EXTERNA - EXERCÍCIO 2009 ANEXO 16 CÓD. CREDOR QUANTIDADE (US$) SALDO ANTERIOR (R$) EMISSÃO (R$) AMORTIZAÇÃO (R$) ATUALIZAÇÃO (R$) SALDO ATUAL (R$) (a) (b) (c) (d) (f)=(a)+(b)-( c )+(d) 1053 BCO. INTERAMER. DE DESEN.-BID 649/OC -BR , , ,52 ( ,56) , BCO. INTERAMER. DE DESEN.-BID 869/SF -BR , , ,00 ( ,00) , BCO. INTERAMER. DE DESENV-PARÁ URBE 1404-OC , , , ,42 ( ,86) , MCC S.p.A-CAPITALIA GRUPPO BANCARIO , , ,19 ( ,73) , BIRD-PROGRAMA PARÁ RURAL , , ,00 ( ,91) , CAF-CORPORAÇÃO ANDINA DE FOMENTO , , , ,58 TOTAL , , , ,94 ( ,22) ,57 OBS: Taxa do Dolar em = R$ 1,
419 DEMONSTRAÇÃO DA DÍVIDA COM PARCELAMENTO DE OBRIGAÇÕES LEGAIS E TRIBUTÁRIAS - EXERCÍCIO 2009 DISCRIMINAÇÃO SALDO ANTERIOR AMORTIZAÇÃO ATUALIZAÇÃO SALDO ATUAL (a) (b) (c) (d) = (a)-(b)+(c) TRIBUTOS FEDERAIS , , ,26 REFIS / PRODEPA , , ,98 REFIS / CEASA , , ,28 TRIBUTOS MUNICIPAIS , ,16 ISS/PRODEPA , ,16 CONTRIBUIÇÕES SOCIAIS , ,34 ( ,36) ,41 PREVIDENCIÁRIAS , ,99 ( ,79) ,89 INSS / COHAB , , ,50 INSS / GOVERNO DO ESTADO , ,04 ( ,79) ,39 PASEP , , , ,96 PASEP / GOVERNO DO ESTADO , , , ,96 OUTRAS CONTRIBUIÇÕES SOCIAIS , , ,56 SME / SIST. MANUT. ENS. FUND. / PRODEPA , , ,56 TOTAL GERAL , ,95 ( ,36) ,83 418
420 BALANÇO PATRIMONIAL CONSOLIDADO DAS EMPRESAS PÚBLICAS E SOCIEDADES DE ECONOMIA MISTA NÃO DEPENDENTES - EXERCÍCIO 2009 ATIVO TÍTULOS R$ R$ CIRCULANTE , ,23 CAIXA , ,00 BANCOS CONTA MOVIMENTO , ,78 APLICAÇÕES NO MERCADO ABERTO ,39 TITULOS E VALORES MOBILIÁRIOS , ,00 RELAÇÕES INTERFINANCEIRAS , ,00 RECURSOS A RECEBER , ,00 DUPLICATAS A RECEBER , ,00 ESTOQUES , ,00 OUTROS VAL. REALIZ. A CURTO PRAZO , ,06 REALIZÁVEL A LONGO PRAZO , ,00 DEPÓSITOS , ,00 OUTROS CRÉDITOS , ,00 PERMANENTE , ,69 INVESTIMENTOS , ,00 PARTICIPAÇÕES SOCIETÁRIAS , ,00 IMOBILIZADO , ,59 CUSTO CORRIGIDO , ,00 (-) DEPRECIAÇÃO ACUMULADA , ,41 DIFERIDO , ,10 TOTAL , ,92 419
421 BALANÇO PATRIMONIAL CONSOLIDADO DAS EMPRESAS PÚBLICAS E SOCIEDADES DE ECONOMIA MISTA NÃO DEPENDENTES - EXERCÍCIO 2009 PASSIVO TÍTULOS R$ R$ CIRCULANTE , ,89 FORNECEDORES , ,09 TRIBUTOS E ENC.SOCIAIS A PAGAR , ,04 DEPÓSITOS , ,00 RELAÇÕES INTERFINANCEIRAS , ,00 RELAÇÕES INTERDEPENDENTES , ,00 OBRIGAÇÕES POR EMPRÉSTIMOS , ,00 PROVISÕES , ,00 OUTRAS CONTAS A PAGAR , ,76 EXIGÍVEL A LONGO PRAZO , ,00 EMPRÉSTIMOS E FINANCIAMENTOS , ,00 OUTROS VAL.EXIGÍVEIS A LONGO PRAZO , ,00 PATRIMÔNIO LÍQUIDO , ,03 CAPITAL SOCIAL , ,03 RESERVA DE CAPITAL , ,00 RESERVAS DE REAVALIAÇÃO , ,00 RESERVAS DE LUCROS , ,00 LUCROS OU PREJUÍZOS ACUMULADOS ( ,98) ( ,00) TOTAL , ,92 420
422 DEMONSTRAÇÃO DAS PARTICIPAÇÕES SOCIETÁRIAS - EXERCÍCIO 2009 PARTICIPAÇÕES SOCIETÁRIAS DA ADMINISTRAÇÃO DIRETA NAS EMPRESAS CONTROLADAS AVALIADAS PELO MÉTODO DA EQUIVALÊNCIA PATRIMONIAL C.G.C. NOME PATRIMÔNIO LÍQUIDO (R$) PARTICIPAÇÃO DO ESTADO (%) TOTAL DA PARTICIPAÇÃO INTEGRALIZADA (R$) TOTAL DA PARTICIPAÇÃO A INTEGRALIZAR (R$) TOTAL DA PARTICIPAÇÃO NAS EMPRESAS CONTROLADAS (R$) Banco do Estado do Pará - BANPARÁ ,00 99, , , Cia de Saneamento do Pará - COSANPA ,75 99, , , , Companhia de Gás do Pará - GÁS DO PARÁ ,08 25, , , ,66 TOTAL (I) , , , ,65 PARTICIPAÇÕES SOCIETÁRIAS DA ADMINISTRAÇÃO DIRETA EM OUTROS INVESTIMENTOS C.G.C. NOME TOTAL DA PARTICIPAÇÃO EM OUTROS INVESTIMENTOS (R$) Tele Norte Leste Participações S.A , Telemar Norte Leste S/A RJ ,58 TOTAL (II) ,24 TOTAL DAS PARTICIPAÇÕES SOCIETÁRIAS DA ADMINISTRAÇÃO DIRETA (III = I + II) ,89 INVESTIMENTOS SOB GESTÃO DAS ENTIDADES DA ADMINISTRAÇÃO INDIRETA.¹ CÓDIGO DO ÓRGÃO NOME TOTAL DA PARTICIPAÇÃO INTEGRALIZADAS (R$) Centrais de Abastecimento do Estado do Pará - CEASA 3.317, Companhia de Desenvolvimento Industrial do Pará - CDI , Companhia de Habitação do Estado do Pará - COHAB , Companhia Paraense de Turismo - PARATUR 260,09 421
423 PARTICIPAÇÕES SOCIETÁRIAS DA ADMINISTRAÇÃO DIRETA NAS EMPRESAS CONTROLADAS AVALIADAS PELO MÉTODO DA EQUIVALÊNCIA PATRIMONIAL C.G.C. NOME PATRIMÔNIO LÍQUIDO (R$) PARTICIPAÇÃO DO ESTADO (%) TOTAL DA PARTICIPAÇÃO INTEGRALIZADA (R$) TOTAL DA PARTICIPAÇÃO A INTEGRALIZAR (R$) TOTAL DA PARTICIPAÇÃO NAS EMPRESAS CONTROLADAS (R$) Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural - EMATER , Instituto de Terras do Pará - ITERPA , Processamento de Dados do Estado do Pará - PRODEPA ,85 TOTAL DAS PARTICIPAÇÕES SOCIETÁRIAS DAS ENTIDADES DA ADMINISTRAÇÃO INDIRETA (IV) ,97 TOTAL GERAL DAS PARTICIPAÇÕES SOCIETÁRIAS (V = III + IV) ,86 ¹ Demonstra os investimentos registrados por cada entidade da Administração Indireta nos seus Balanços Patrimoniais. 422
424
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