CARTA DO DIRETOR-EXECUTIVO

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1 International Coffee Organization Organización Internacional del Café Organização Internacional do Café Organisation Internationale du Café P CARTA DO DIRETOR-EXECUTIVO RELATÓRIO SOBRE O MERCADO CAFEEIRO Agosto de 2008 Os preços da maioria das commodities sofreram correções baixistas consideráveis em agosto, mas os do café resistiram, e o preço indicativo composto da OIC só caiu ligeiramente, passando de 132,78 centavos de dólar dos EUA por libra-peso em julho para 131,14 centavos. Apesar da recente apreciação do dólar dos EUA em relação a outras moedas importantes, a firmeza dos preços do café se manteve, refletindo a importância dos fatores fundamentais, em contraste com a dos fatores ligados puramente aos movimentos especulativos. No mercado cafeeiro, o fator predominante continua a ser um equilíbrio apertado entre a oferta e a demanda. A CONAB divulgou uma estimativa revisada da safra brasileira de 2008/09, que, segundo a entidade, alcançará 45,85 milhões de sacas, das quais de 35,27 milhões de Arábica e 10,58 milhões de Robusta. Com esse volume, a produção brasileira do ano-safra de 2008/09 será a maior que se registra desde 2002/03, quando o país produziu 48,48 milhões de sacas. Apesar disso, o fluxo das exportações brasileiras provavelmente será restringido por uma combinação de circunstâncias como o esvaziamento dos estoques iniciais do ano-safra de 2008/09, a necessidade de pôr à parte café para exportação em 2009/10 (o ano de baixa produção do ciclo bienal) e o programa de apoio ao produtor conhecido como Pepro. Também é provável que o consumo interno brasileiro absorva mais de 18 milhões de sacas em 2008/09. Revisei minha estimativa da produção mundial no ano-safra de 2008/09 para cerca de 131 milhões de sacas, em vista da nova estimativa brasileira e de outras informações recebidas há pouco. Em julho as exportações de todos os Membros exportadores somaram 8 milhões de sacas, contra 8,5 milhões em junho. O total exportado nos sete primeiros meses do ano civil de 2008 caiu 2,8% em relação ao mesmo período de De forma semelhante, o total exportado nos dez primeiros meses do ano cafeeiro de 2007/08 (outubro de 2007 julho de 2008) caiu 4,2% em relação ao total exportado no mesmo período do ano cafeeiro de 2006/07, passando de 82,8 para 79,3 milhões de sacas. Essa redução do fluxo das exportações tem ajudado a manter o equilíbrio entre a oferta e a demanda. O mês de agosto e o início de setembro foram marcados pela chegada de furacões no Caribe, que afetaram Cuba, o Haiti e outros países da região. Há notícias de grande número de vítimas e de danos à infra-estrutura econômica. O impacto sobre a cafeicultura ainda está sendo avaliado.

2 2 Carta do Diretor-Executivo Agosto de 2008 Evolução dos preços Gráfico 1: Preço indicativo composto diário 1 o de agosto de 2007 a 11 de set. de 2008 A média mensal do preço indicativo composto da OIC caiu ligeiramente, passando de ,78 centavos de dólar dos EUA por libra-peso em julho a 131,14 centavos em agosto (quadro 1). O gráfico 1 mostra a evolução do preço indicativo composto diário a partir de 1 o de agosto de Os gráficos 2 a 5 mostram a evolução dos preços indicativos diários dos quatro grupos de café a partir de 2 de junho de A queda de preços mais pronunciada foi de 2,32% no grupo dos Robustas Sep 15-Oct 09-Nov 04-Dec 29-Dec 23-Jan 17-Feb 13-Mar 07-Apr 02-May 27-May Sep Gráfico 2: dos Suaves Colombianos Gráfico 3: dos Outros Suaves ` Gráfico 4: dos Naturais Brasileiros Gráfico 5: dos Robustas

3 Carta do Diretor-Executivo Agosto de Quadro 1: da OIC e de futuros (centavos de dólar dos EUA por libra peso) Agosto de 2008 ICO Colombian Other Brazilian New composite Milds Milds Naturals Robustas York* London* Holiday ust September October November December January February March April May e y ust annual averages % change between -08 and % change between -08 and % change between -08 and 2007 average volatility (%) Jan Feb Mar Apr May *Médias da 2 a e 3 a posições

4 4 Carta do Diretor-Executivo Agosto de 2008 Quadro 2: Produção em países exportadores selecionados Crop year % change commencing &2006 TOTAL Africa Cameroon Côte d'ivoire Ethiopia Kenya Tanzania Uganda Others Arabicas Robustas Asia & Oceania India Indonesia Papua New Guinea Thailand Vietnam Others Arabicas Robustas Mexico & Central America Costa Rica El Salvador Guatemala Honduras Mexico Nicaragua Others Arabicas Robustas South America Brazil Colombia Ecuador Others Arabicas Robustas TOTAL Colombian Milds Other Milds Brazilian Naturals Robustas Arabicas Robustas TOTAL Colombian Milds Other Milds Brazilian Naturals Robustas Arabicas Robustas Em milhares de sacas Fatores fundamentais do mercado Em agosto a CONAB revisou sua estimativa da safra de 2008/09 para 45,85 milhões de sacas. Esse volume representa um pequeno aumento (+0,67%) em relação ao divulgado na estimativa anterior, em maio de A produção do ano-safra de 2008/09 será a maior que o Brasil registra desde 2002/03, quando sua produção alcançou 48,48 milhões de sacas. O ano-safra de 2008/09 é de alta no ciclo produtivo bienal do país, e para 2009/10 prevê-se uma produção muito menor. Certa cautela será necessária no planejamento dos compromissos de exportação para 2008 e Minha estimativa da produção mundial no ano-safra de 2008/09 agora é de aproximadamente 131 milhões de sacas. Com respeito ao ano-safra de 2007/08, a cifra de 118,2 milhões de sacas atribuída à produção mundial mantém-se inalterada. Esse volume representa uma queda de 6,5% em relação a 2006/07 (quadro 2). Em julho o volume das exportações totalizou 7,97 milhões de sacas, representando uma queda de 5,76% em relação a 8,46 milhões de sacas em junho de 2008 (quadro 3). Nos sete primeiros meses do ano civil de 2008 as exportações totalizaram 57,6 milhões de sacas, contra 59,3 milhões no mesmo período de 2007, representando uma queda de 2,81% (quadro 4). Quadro 3: Volume total das exportações de todas as formas de café, por mês (Abril a julho de 2008) Apr May TOTAL Colombian Milds Other Milds Brazilian Naturals Robustas Arabicas Robustas Em milhões de sacas

5 Carta do Diretor-Executivo Agosto de Quadro 4: Volume total das exportações de todas as formas de café (Janeiro a julho de 2007 e de 2008) Country of origin % change TOTAL Colombian Milds Other Milds Brazilian Naturals Robustas Angola Benin 0 0 Bolivia Brazil Burundi Cameroon Central African Republic Colombia Congo, Dem. Rep. of Congo, Rep. of 0 0 Costa Rica Côte d'ivoire Cuba Dominican Republic Ecuador El Salvador Ethiopia Gabon Ghana Guatemala Guinea Haiti Honduras India Indonesia Jamaica Kenya Madagascar Malawi Mexico Nicaragua Nigeria Panama Papua New Guinea Paraguay Peru Philippines Rwanda Sierra Leone Sri Lanka Tanzania Thailand Togo Trinidad and Tobago Uganda Venezuela Vietnam Zambia Zimbabwe Em milhares de sacas Nos dez primeiros meses do ano cafeeiro de 2007/08 (outubro de 2007 a julho de 2008) o volume total das exportações foi de 79,34 milhões de sacas, contra 82,83 milhões no mesmo período do ano cafeeiro de 2006/07, representando uma queda de 4,21% (quadro 5). Quadro 5: Volume total das exportações de todas as formas de café (Outubro a julho de 2006/07 e de 2007/08) 2006/ /08 % TOTAL Colombian Milds Other Milds Brazilian Naturals Robustas Arabicas Robustas Em milhões de sacas Estima-se que no ano civil de 2007 o valor das exportações foi de US$12,7 bilhões, por um volume total exportado de 96 milhões de sacas, em comparação com US$10,8 bilhões por 92 milhões de sacas em Estima-se preliminarmente que no ano civil de 2007 o consumo mundial girou em torno de 124,7 milhões de sacas, ante 121,1 milhões em 2006, tendo aumentado 2,93% (gráfico 6 e quadro 6). Se as atuais taxas de crescimento se mantiverem, o consumo mundial pode aumentar para cerca de 128 milhões de sacas em Gráfico 6: million bags Consumo mundial * calendar year Importing Countries Producing Countries

6 6 Carta do Diretor-Executivo Agosto de 2008 Quadro 6: Consumo mundial * Os quadros 7 e 8 mostram o consumo per capita numa seleção de países exportadores e importadores. O quadro 9 mostra os preços de varejo numa seleção WORLD TOTAL Producing Countries Brazil Mexico Indonesia Ethiopia Colombia India Philippines Vietnam Venezuela Others de países importadores. Em vista da firmeza dos preços do café verde, por um lado, e da inflação causada por aumentos dos custos energéticos, por outro, é provável que os preços de varejo continuem a subir na maioria dos países importadores. Quadro 7: Consumo per capita em países exportadores selecionados Importing Countries European Community Germany Italy France Spain United Kingdom Netherlands Poland Sweden Belgium Finland Greece Others USA Japan Other Importing Countries Russian Federation Canada Algeria Korea, Republic of Ukraine Australia Others * Preliminar Em milhares de sacas Brazil Costa Rica Honduras Dominican Republic Haiti Nicaragua El Salvador Colombia Venezuela Madagascar Guatemala Ethiopia Panama Cuba Mexico Côte d'ivoire Philippines Ecuador Vietnam Indonesia Em quilogramas

7 Carta do Diretor-Executivo Agosto de Quadro 8: Consumo per capita em países importadores selecionados Quadro 9: Preços de varejo do café torrado em países importadores selecionados Algeria Australia Canada European Community Austria Belgium Bulgaria Cyprus Czech Republic Denmark Estonia Finland France Germany Greece Hungary Ireland Italy Latvia Lithuania Luxembourg Malta Netherlands Poland Portugal Romania Slovakia Slovenia Spain Sweden United Kingdom Japan Korea, Republic of Norway Russian Federation Switzerland Ukraine USA Em quilogramas European Community December % change &2006 Austria % Belgium % Cyprus % Denmark % Finland % France % Germany % Italy % Latvia % Luxembourg % Malta 1/ % Netherlands Poland % Portugal % Slovakia % Slovenia % Spain % Sweden % United Kingdom 1/ % Japan % Norway % Switzerland USA % Em centavos de dólar dos EUA por libra-peso 1/ Café solúvel Em conclusão, convém notar que, apesar da alentada produção total do ano-safra de 2008/09, os preços continuam firmes graças ao crescimento do consumo e a circunstâncias que restringem o fluxo das exportações. Será importante acompanhar a evolução das taxas de câmbio do dólar dos EUA nos próximos meses. Se a tendência recente da apreciação do dólar se mantiver, a pressão sobre os custos de produção e da manutenção das lavouras diminuirá no médio prazo.

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