Spam e Fraudes por
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- Teresa Lameira Palma
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1 Spam e Fraudes por Iniciativas de Combate no Brasil e no Mundo Cristine Hoepers Klaus Steding-Jessen CERT.br / NIC.br / CGI.br Danton Nunes InterNexo Minitrilha 3: Spam e Fraudes por Agenda Parte 1 (1 hora) CERT.br Indicadores do problema no Brasil Iniciativas de combate no Brasil e no mundo Parte 2 (3 horas) Danton Nunes - colaborador do CGI.br Tutorial sobre novas tecnologias e técnicas de mitigação Material desta trilha estará disponível em: 1
2 O Problema no Brasil Estatísticas de Notificações de Incidentes ao CERT.br 2
3 Evolução dos Tipos de Ataques Fraudes: Fraudes: Evolução dos Tipos de Ataques (cont) o Trimestre: 2 o Trimestre: Fraudes: Fraudes:
4 Evolução dos Tipos de Ataques (cont) o Trimestre: Fraudes: Totais da categoria Fraude: 2004: : : (até setembro) Características: Spams Em nome das mais variadas instituições e com tópicos diversos Com links para códigos maliciosos (cavalos de tróia) Monitoram acessos a sites Coletam: contas, senhas, números de cartões de crédito, credenciais de sites de comércio eletrônico e de sites de relacionamentos, entre outros Evolução dos Tipos de Ataques (cont) Spams são enviados usando proxies abertos para prover anonimato Normalmente em máquinas de usuários finais em redes de banda larga Máquinas infectadas por bots Uso do proxy é bem sucedido É possível o envio direto de mensagens via porta 25 na maior parte das redes (entrega direta) 4
5 Tratamento de Incidentes Envolvendo Fraudes Estatísticas de 01/04/2005 a 26/09/2006 Categoria Domínios que estavam hospedando trojans Contatos únicos para os domínios Extensões usadas pelos arquivos de trojans Nomes de arquivos utilizados pelos trojans Nomes de máquinas (hosts) envolvidas Endereços IP únicos Países para os quais estavam alocados os IPs s de notificação enviados pelo CERT.br URLs únicas encontradas no período Assinaturas de antivírus (agrupadas) Assinaturas de antivírus (com variantes) Número
6 Assinaturas Mais Comuns Fonte das assinaturas: Kaspersky Lab. Extensões Mais Comuns 6
7 Países de Alocação dos IPs Eficiência dos Antivírus: 06/04/2005 a 26/09/2006 Empresa de Antivírus Vendor A Vendor B Vendor C Vendor D Vendor E Vendor F Vendor G Vendor H Vendor I Vendor K Vendor L Vendor N Vendor O Vendor P Vendor Q Vendor T Vendor Z Exemplares testados Exemplares não detectados Exemplares detectados Taxa de detecção (%) 88,06 81,97 69,62 68,71 66,64 66,60 59,91 56,36 50,71 39,37 32,59 29,08 28,70 27,98 27,73 22,31 9,04 Apenas 2 fabricantes com taxa de detecção acima de 80% ~70% dos fabricantes com menos de 40% de taxa de detecção 7
8 Taxa de Detecção: 11/04/2005 a 24/09/2006 Exemplares enviados: 11/04/2005 a 24/09/2006 8
9 Indicadores do CGI.br Parceria com o IBGE e IBOPE/NetRatings Pesquisas TIC Domicílios e TIC Empresas 2005, realizadas para o CGI.br, pelo Instituto Ipsos Opinion Objetivos: Produzir e divulgar com periodicidade indicadores oficiais sobre penetração e uso da Internet; Fornecer subsídios para a elaboração de políticas públicas que garantam o acesso às TICs no Brasil; Acompanhar, monitorar e avaliar o impacto sócio econômico das TICs; Permitir a comparabilidade da realidade brasileira com outros países. Proporção de Indivíduos que Acessaram a Internet, de qualquer Local Percentual sobre o total da população brasileira (8540 domicílios entrevistados) Percentual < 3 meses 24,41 Entre 3 e 6 meses 2,65 Entre 6 e 12 meses 2, meses 2,93 Nunca usou 67,76 TIC Domícilios F1 - Problemas de Segurança Encontrados Usando a Internet Percentual sobre o total de usuários Internet Vírus (com Virus (com Abuso de Nenhum acesso não danos em Informação Fraude autorizado) SW ou HW) pessoal Total 40,99 19,64 7,13 1,67 0,94 Outro 1,10 Não lembra 0,24 F2 - Medidas de Segurança Tomadas com Relação ao Computador Percentual sobre o total de usuários Internet que possuem computador Total Antivírus 69,76 Firewall Pessoal 19,33 Software Anti-spyware 22,09 F3 - Freqüência de Atualização do Antivírus Percentual sobre o total de usuários Internet que possuem computador Total Diária 21,11 Semanal 27,01 Mensal 17,37 Trimestral 3,47 Não atualizou 31,03 9
10 TIC Empresas E1 - Problemas de Segurança Encontrados Percentual sobre o total de empresas com acesso à Internet Vírus Total 50,34 Worms ou Bots 17,44 Trojans Acesso externo Acesso interno não autorizado não autorizado 31,13 10,89 7,61 DoS 6,25 Desfiguração de Servidor Web 11,20 E2 - Medidas de Segurança Adotadas Percentual sobre o total de empresas com acesso à Internet Total Software Antivírus Antispyware 95,72 59,46 SSL, Autenticação Firewall HTTPs para usuários internos 54,11 49,48 42,33 Autenticação para usuários externos 21,12 IDS 29,21 Backup 69,62 Backup offsite 38,33 Programa de Treinamento para Funcionários 19,69 E3 - Freqüência de Atualização do Antivírus Percentual sobre o total de empresas com acesso à Internet Total Diária 41,68 Semanal 30,02 Mensal 12,34 Trimestral 5,11 Semestral/Anual 2,11 Não atualizou 8,74 Iniciativas de Combate no Brasil 10
11 Atribuições do CGI.br Entre as diversas atribuições e responsabilidades definidas no Decreto Presidencial nº 4.829, destacam-se: a proposição de normas e procedimentos relativos à regulamentação das atividades na Internet; a recomendação de padrões e procedimentos técnicos operacionais para a internet no Brasil; o estabelecimento de diretrizes estratégicas relacionadas ao uso e desenvolvimento da internet no Brasil; a promoção de estudos e padrões técnicos para a segurança das redes e serviços no país; a coordenação da atribuição de endereços internet (IPs) e do registro de nomes de domínios usando <.br>; a coleta, organização e disseminação de informações sobre os serviços internet, incluindo indicadores e estatísticas. Comitê Gestor da Internet no Brasil 1 Ministério da Ciência e Tecnologia (Coordenação) 2 Ministério das Comunicações 3 Casa Civil da Presidência da República 4 Ministério da Defesa 5 Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior 6 Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão 7 Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) 8 Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico 9 Fórum Nacional de Secretários Estaduais para Assuntos de C&T 10 Representante de Notório Saber em assuntos de Internet 11 provedores de acesso e conteúdo 12 provedores de infra-estrutura de telecomunicações 13 indústria de bens de informática, telecomunicações e software 14 segmento das empresas usuárias de Internet representantes do terceiro setor representantes da comunidade científica e tecnológica 11
12 Comissão de Trabalho Anti-Spam - CT-Spam Criada em 14/01/2005 Para propor uma estratégia nacional visando combater o problema e articular um conjunto de ações que possa mobilizar os diversos atores relevantes envolvidos no tratamento desse problema. Representantes das seguintes instituições: CGI.br, NIC.br, CERT.br, Anatel, Ministério da Ciência e Tecnologia, USP e UFRJ Objetivos: Recomendar procedimentos tecnológicos para combate ao Spam Disponibilizar informações sobre Spam para os diferentes atores Recomendar códigos de conduta para empresas, usuários e administradores de rede Recomendar projetos de lei para o poder legislativo Promover articulação internacional sobre o tema Ações do CT-Spam Produção do documento Tecnologias e políticas para o combate ao Spam seminário com representantes de teles e provedores para discutir o documento discussão no grupo CBC-1 da Anatel Produção do Relatório Análise Técnica sobre Legislações Anti-Spam Apresentado no seminário Rio Info e encaminhado à Comissão de Ciência e Tecnologia da Câmara dos Deputados Participação nos fóruns internacionais para discussão do tema OECD, ITU, APWG e MAAWG 12
13 Ações do CT-Spam (cont) Site Área geral Dicas de filtragem e proteção voltadas para usuários de Internet Conceitos, origens, tipos de spam, glossário, etc Área para administradores de redes Dicas de filtragem e proteção voltadas para administradores de redes Descrição de novas tecnologias como SPF, DKIM, Greylisting, etc 13
14 14
15 Iniciativas de Combate Internacionais MAAWG - Messaging Anti-Abuse Working Group (...) to bring the messaging industry together to work collaboratively and successfully address forms of messaging abuse such as messaging spam, virus attacks, denial-of-service attacks, and other forms of abuse. Fonte: 15
16 Documentos do MAAWG MAAWG Recommendation - Managing Port25 Important Considerations for Implementers of SPF and/or Sender ID Outros documentos: BIAC-MAAWG Best Practices Expansion Document em conjunto com o Business and Industry Advisory Comittee da OECD (Organisation for Economic Co-operation and Development) Anti-Phishing Best Practices for ISPs and Mailbox Providers em conjunto com o Anti-Phishing Working Group (APWG) Metrics Report - June Metrics Report - March 2006 Code of Conduct OECD Task Force on Spam To support the development of an inclusive and coherent answer to the spam issue, the OECD, has launched an Anti-Spam Toolkit. Element I - Anti-Spam Regulation Element II - Enforcement Element III - Industry-Driven initiatives Element IV - Anti-Spam Technologies Element V - Education and Awareness Element VI - Co-operative Partnerships against spam Element VII - Spam Measurement Element VIII - Global Co-operation & Concluding remarks Fonte: 16
17 StopSpamAlliance The StopSpamAlliance is a joint initiative to gather information and resources on combating spam. Iniciativa conjunta: APEC - Asia-Pacific Economic Cooperation EU CNSA - European Union Contact Network of Spam Authorities ITU - International Telecommunication Union London Action Plan - international spam enforcement network OECD - Organisation for Economic Co-operation and Development Seoul-Melbourne Anti-Spam group Fonte: Referências Adicionais Material desta trilha Antispam.br Indicadores do CGI.br Livro da Cartilha de Segurança para Internet 17
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