1. INTRODUÇÃO TEÓRICA
|
|
|
- Mônica Alencastre da Cunha
- 10 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 12 1. INTRODUÇÃO TEÓRICA 1.1 OBJETIVOS A popularização da tecnologia, bem como a crescente necessidade de sistemas confiáveis, incrementam a utilização de soft-starters. Ar-condicionados, refrigeração industrial e compressores são exemplos que utilizam esse equipamento, principalmente quando ligados a fontes de alimentação não-confiáveis ou fracas. Soft-starters são utilizados basicamente para partidas de motores de indução CA (corrente alternada) tipo gaiola, em substituição aos métodos estrela-triângulo, chave compensadora ou partida direta. Tem a vantagem de não provocar trancos no sistema, limitar a corrente de partida, evitar picos de corrente e ainda incorporar parada suave e proteções. Estas chaves contribuem para a redução dos esforços sobre acoplamentos e dispositivos de transmissão durante as partidas e para o aumento da vida útil do motor e equipamentos mecânicos da máquina acionada, devido à eliminação de choques mecânicos. Também contribui para a economia de energia, sendo muito utilizada em sistemas de refrigeração e em bombeamento. A aplicação de microprocessadores se expande vertiginosamente com o passar do tempo. Uma das causas da grande expansão do uso de microprocessadores é o seu custo reduzido. Com o passar dos dias descobrem-se novas aplicações. O seu manuseio já se encontra bastante facilitado, fazendo com que novos equipamentos sejam desenvolvidos sem grande esforço. Os microprocessadores atuais são versáteis e consomem pouca energia. Dessa forma pode-se desenvolver equipamentos de pequeno porte com baixo custo operacional. Estes equipamentos podem substituir a mão de obra humana muitas vezes utilizada em tarefas repetitivas. Por esses motivos, o circuito de controle de um softstarter usa um microcontroladores / microprocessadores. 1.2 CARACTERÍSTICAS Nos processos modernos de partida do motor de indução, são usados softstarters que, através de comando microprocessado, controlam tiristores que ajustam a tensão enviada ao estator do motor. Desta forma, consegue-se, de um lado, aliviar o
2 13 acionamento dos altos conjugados de aceleração do motor de indução e, de outro, proteger a rede elétrica das correntes de partida elevadas. As chaves de partida estática são chaves microprocessadas, projetadas para acelerar (ou desacelerar) e proteger motores elétricos de indução trifásicos. Através do ajuste do ângulo de disparo de tiristores, controla-se a tensão aplicada ao motor. Com o ajuste correto das variáveis, o torque e a corrente são ajustados às necessidades da carga, ou seja, a corrente exigida será a mínima necessária para acelerar a carga, sem mudanças de freqüência. Algumas características e vantagens das chaves soft-starters são: Ajuste da tensão de partida por um tempo pré-definido; Pulso de tensão na partida para cargas com alto conjugado de partida; Redução rápida de tensão a um nível ajustável, (redução de choques hidráulicos em sistemas de bombeamento); Proteção contra falta de fase, sobre-corrente e subcorrente, etc. Os motores assíncronos trifásicos de rotor em gaiola apresentam picos de corrente e de conjugados indesejáveis quando em partida direta. Para facilitar a partida são usados vários métodos, como chave estrela-triângulo, chave compensadora, etc. Estes métodos conseguem uma redução na corrente de partida, porém a comutação é por degraus de tensão. Entretanto, nenhum se compara com o método de partida suave (que utiliza o soft-starter). A figura 1 a seguir mostra o comparativo de corrente entre os métodos mais usuais de partida: Figura 1 Comparativo entre métodos de partida
3 PRINCÍPIO DE FUNCIONAMENTO O soft-starter é um equipamento eletrônico capaz de controlar a potência do motor no instante da partida, bem como sua frenagem. Ao contrário dos sistemas elétricos convencionais utilizados para essa função (partida com autotransformador, chave estrela-triângulo, etc.). Seu princípio de funcionamento baseia-se em componentes estáticos: tiristores. O esquema genérico de um soft-starter é mostrado na figura 2 abaixo: Figura 2 Esquema de um soft-starter implementado com 6 tiristores para acionar um motor de indução trifásico (MIT) Através do ângulo de condução dos tiristores, a tensão na partida é reduzida, diminuindo os picos de corrente gerados pela inércia da carga mecânica. Um dos requisitos do soft-starter é controlar a potência do motor, sem entretanto alterar sua freqüência (velocidade de rotação). Para que isso ocorra, o controle de disparo dos SCRs (tiristores) atua em dois pontos: controle por tensão zero e controle de corrente zero. O circuito de controle deve temporizar os pulsos de disparo a partir do último valor de zero da forma de onda, tanto da tensão como da corrente. O sensor pode ser um transformador de corrente que pode ser instalado em uma única fase (nesse caso, o sistema mede somente o ponto de cruzamento de uma fase), ou um para cada fase.
4 15 O objetivo do projeto é simular uma chave soft-starter que um diagrama de blocos semelhante ao mostrado na figura 3. Ela ilustra o funcionamento interno de um soft-starter, dando detalhes de todos seus blocos componentes. Figura 3 Diagrama de blocos de um soft-starter No circuito de potência, a tensão da rede é controlada através de 6 tiristores, que possibilitam a variação do ângulo de condução das tensões que alimentam o motor.
5 16 Para alimentação eletrônica interna, utiliza-se uma fonte linear com várias tensões, alimentada independente da potência. O cartão de controle contém os circuitos responsáveis pelo comando, monitoração e proteção dos componentes de potência. Esse cartão possui também circuitos de comando e sinalização a serem utilizados pelo usuário de acordo com sua aplicação, como saídas à relé. Para que a partida do motor ocorra de modo suave, o usuário deve parametrizar a tensão inicial (V p ) de modo que ela assuma o menos valor possível suficiente para iniciar o movimento da carga. A partir daí, a tensão subirá linearmente segundo um tempo também parametrizado (t r ) até atingir o valor nominal. Isso é mostrado na figura 4: Figura 4 Curva de aceleração de um MIT usando soft-starter Na frenagem, a tensão deve ser reduzida instantaneamente a um valor ajustável (V t ), que deve ser parametrizado no nível em que o motor inicia a redução da rotação. A partir desse ponto, a tensão diminui linearmente (rampa ajustável (t r )) até a tensão final V z, quando o motor parar de girar. Nesse instante, a tensão é desligada. Veja a figura seguinte:
6 17 Figura 5 Curva de desaceleração de um MIT usando soft-starter Além da tensão, o soft-starter também tem circuitos de controle de corrente. Ela é conservada num valor ajustável por um determinado intervalo de tempo. Esse recurso permite que cargas de alta inércia sejam aceleradas com a menor corrente possível, além de limitar a corrente máxima para partidas de motores em fontes limitadas (barramento não-infinito). Alguns fabricantes projetam seus soft-starters para controlar apenas duas fases (R e S, por exemplo), utilizando a terceira como referência. Essa técnica, que é mostrada na figura 6, simplifica o circuito de controle e, conseqüentemente, barateia o produto.
7 18 Figura 6 Soft-starter com apenas duas fases controladas 1.4 RECURSOS DE UM SOFT-STARTER Os soft-starters existentes no mercado (fabricados pela WEG, SIEMENS e outras) são equipados com interfaces homem-máquina, ou painel de LEDs para informar o status do sistema. Quanto aos recursos que um soft-starter deve ter, os mais importantes são: 1. proteção do motor; 2. sensibilidade à seqüência de fase; 3. plug-in; 4. circuitos de economia de energia. A seguir, fazemos uma breve descrição de cada tópico acima.
8 Proteção do motor A figura 7 apresenta a curva típica de sobre-corrente de um soft-starter: Figura 7 Curva típica de sobre-corrente de um soft-starter Podemos notar que ela determina interrupções e bloqueios em caso de falta de fase ou falha do tiristor. Normalmente, esses equipamentos também possuem relés eletrônicos de sobrecarga. Durante o tempo de operação (t r ), um relé eletrônico de carga entra em operação quando necessário. O dispositivo pode ser configurado para dar proteção tanto para sobrecorrentes (I oc ) quanto para sub-correntes (I uc ). Quando possível, utilizar para partidas de motores chaves soft-starter que possibilitem o ajuste do torque do motor às necessidades do torque da carga, de modo que a corrente absorvida será a mínima necessária para acelerar a carga. Veja a figura 8, que ilustra a limitação de corrente quando usamos softstarter: Figura 8 Limitação de corrente em um soft-starter
9 Sensibilidade à seqüência de fase Os soft-starters podem ser configurados para operarem somente se a seqüência de fase estiver correta. Esse recurso assegura a proteção, principalmente mecânica, para cargas que não podem girar em sentido contrário (bombas, por exemplo). Quando há a necessidade de reversão, podemos fazê-los com contatores externos ao soft-starter Plug-in O plug-in é um conjunto de facilidades que podem ser disponibilizadas no soft-starter através de um módulo extra, ou através de parâmetros, como relé eletrônico, frenagem CC ou AC, dupla rampa de aceleração para motores de duas velocidades e realimentação de velocidade para aceleração independente das flutuações de carga Economia de energia A maioria dos soft-starters modernos tem um circuito de economia de energia. Essa facilidade reduz a tensão aplicada para motores a vazio, diminuindo as perdas no entreferro, que são a maior parcela de perda nos motores com baixas cargas. Uma economia significante pode ser experimentada para motores que operam com cargas de até 50% da potência do motor. Entretanto, essa função gera correntes harmônicas indesejáveis na rede, devido a abertura do ângulo de condução para diminuição da tensão. A figura a seguir ilustra isso: Figura 9 Economia de energia usando um soft-starter Cabe lembrar, entretanto, que o soft-starter não melhora o fator de potência, e também gera harmônicos, como qualquer outro dispositivo de acionamento estático.
10 APLICAÇÕES Os soft-starters podem ser utilizados nas mais diversas aplicações. Suas principais são em: Bombas centrífugas (saneamento, irrigação, petróleo); Ventiladores, exaustores e sopradores; Compressores de ar e refrigeração; Misturadores e aeradores; Britadores e moedores; Picadores de madeira; Refinadores de papel; Fornos rotativos; Serras e plainas (madeira); Moinhos (bolas e martelo); Transportadores de carga: Correias; Monovias; Escadas rolantes; Esteiras de bagagens em aeroportos; Linhas de engarrafamento. Porém, três delas são clássicas: bombas, compressores e ventiladores. Daremos, em seguida, uma pequena descrição de cada uma dessas aplicações Bombas Nessa aplicação, a rampa de tensão iguala as curvas do motor e de carga. A rampa de saída do soft-starter adequa a curva de torque do motor sobre a da bomba. Nesse caso, a corrente de partida é reduzida para aproximadamente 2,5 vezes a corrente nominal. A rampa de desaceleração diminui sensivelmente o choque hidráulico. Essa é a razão, aliás, das empresas de saneamento especificarem soft-starters com potências superiores a 10kW. Uma das facilidades que torna ainda mais interessante a utilização desse equipamento no acionamento de bombas é o recurso kick-start. O kick-start é um pulso
11 22 de tensão rápido e de grande amplitude aplicado no instante da partida. Isso ajuda a vencer a inércia de partida quando há a presença de sólidos na bomba (sujeira). Figura 10 Pulso kick-start usado na partida de cargas com alto atrito inicial Compressores O soft-starter reduz a manutenção e permite que compressores críticos sejam desligados quando não forem necessários. Por outro lado, evita que eles sejam desligados no funcionamento normal devido a fontes de alimentação muito fracas Ventiladores Os ventiladores, assim como as bombas, exigem um torque proporcional à velocidade, porém, também têm grande inércia. Geralmente, o limite de corrente é utilizado para estender o tempo de rampa, enquanto a inércia é vencida. 1.6 CUIDADOS A seguir apresentamos alguns tópicos com respeito à instalação de um softstarter em geral: Os soft-starters podem ser fixados à chapa de montagem por quatro parafusos da mesma forma que contatores convencionais. Os mesmos devem ser usados em instalação abrigada, sendo relativamente imunes ao ambiente agressivo, já que a única parte móvel é representada pelos ventiladores, nos modelos maiores.
12 23 Os soft-starters muito grandes, que utilizam tiristores de discos, devem também ser relativamente protegidos de pó condutor ou que se torne condutor por acúmulo de umidade. Os soft-starters com ou sem ventilador incorporado, geram uma quantia de calor, o qual deve ser extraído do painel, pois caso contrário haveria um acúmulo de calor, elevando muito a temperatura interna do painel, fazendo com que atue a proteção de temperatura. Deve-se portanto, utilizar ventiladores com filtro de poeira e venezianas no painel. O ventilador mencionado no item acima deve ser adequado para trocar o ar do painel e manter o mesmo a temperaturas adequadas de operação. Evite enfileirar demais os soft-starters, de modo que o ar mais aquecido que sai de um seja o ar que vai ser sugado pelo ventilador do outro. Os soft-starters a partir de 75 A possuem ventilador incorporado. Os ventiladores ligam somente quando a temperatura do dissipador atingir 50 graus centígrados. Caso a temperatura do dissipador ultrapassar 80 graus, a saída de potência será bloqueada, só voltando a funcionar quando a temperatura cair. Nem sempre é possível utilizar um soft-starter. A seguir, damos uma lista dos pontos mais críticos: Refrigeração: deve-se instalar o dispositivo sempre verticalmente, com a ventilação para cima. A perda de calor aproximada é de 3,6 W/A de corrente circulante. Tipo de motor: não deve ser utilizado para partida de motores em anel. Fator de potência: não se deve colocar capacitores na saída do softstarter a fim de se corrigir o fator de potência. Torque alto em velocidade zero: elevadores e guindastes necessitam de torque máximo a velocidade zero no instante da partida. Nesse caso, a utilização do softstarter não é aconselhável. Qualquer chave soft-starter deverá ser protegida por fusíveis ultra-rápidos, levando em conta os valores i².t dos tiristores e dos fusíveis, sendo que os valores i².t dos fusíveis deverá ser 20% menor que dos tiristores.
13 24 2. ESTUDO DE UMA CHAVE SOFT-STARTER As principais características que uma boa chave soft-starter deve ter são funções de: proteção, sinalização e ajustes. Essas funções e características são bastante desejáveis e estão presentes em todas chaves produzidas industrialmente. Qualquer chave soft-starter apresenta as seguintes vantagens em relação aos equipamentos de partida de motor tradicionais. Dentre as mais importantes, temos: Reduz a corrente de partida; Partida suave que reduz os trancos e golpes no sistema mecânico. Como foi dito anteriormente, o soft-starter é um módulo eletrônico tiristorizado, para partida suave de motores de indução trifásicos. O módulo substitui os tradicionais Estrela-Triângulo e Chave Compensadora. O mesmo inicia a transferência gradual de energia para o motor, iniciando assim, suavemente a aceleração do mesmo, reduzindo os trancos e golpes nos componentes mecânicos e sobrecarga na rede elétrica durante a partida. O sistema de controle possui ajuste da corrente de partida, que evita a subida excessiva da mesma. O método utilizado é o de incremento linear do ângulo de condução do tiristor, em ligação antiparalelo, nas três fases, resultando em aumento suave da tensão no estator do motor. Com o crescimento da tensão, aumenta também o torque, até que vencido o conjugado da carga, o motor inicia a girar, sendo que em seguida é limitada a corrente de partida máxima permissível. 2.1 FUNÇÕES PRINCIPAIS Diversas funções podem ser selecionadas em chaves deslizantes frontalmente ao módulo de comando. Estas são explicadas logo a seguir Seleção de ajuste local da rampa de aceleração Este ajuste se refere ao ajuste da corrente limitada na partida do motor. Permite suavizar a subida de corrente no motor, de zero até a corrente de partida. Esta suavização visa evitar trancos no motor e na carga. Ela não é responsável direta pelo tempo de partida efetiva do motor.
14 25 O tempo de partida é, por outro lado, dependente do nível de corrente de partida e da carga. Este ajuste de Rampa de Aceleração deve ser sempre o menor possível, para suavizar a partida e não prolongar demais o início de giro do motor, otimizando a operação. Este ajuste é especialmente importante em motores com pouca carga ou sem carga, os quais, devido a tendência de rápida aceleração, tendem a oscilarem. Se o motor estiver com carga baixa, logo após alguns segundos, o mesmo já estará na rotação nominal, e a rampa de tensão ainda estará subindo. Em outros casos, com carga pesada, o motor só ronca durante uma parte da rampa, só iniciando a girar assim que a tensão ultrapassa o ponto em que forneça o torque necessário a carga. Isto também é normal. Este ajuste é o principal, sendo diretamente responsável pelo tempo de partida do motor. Quanto mais alta a corrente admissível, mais rápida será a partida. Esta corrente poderá atingir até 4 vezes a corrente nominal do motor, conforme o caso. Após a subida inicial, suave da corrente, a mesma permanecerá no nível ajustado até o final de partida. Uma partida ótima é percebida até pelo ouvido, já que existe uma aceleração progressiva, bem perceptível e ao mesmo tempo suave. Para motores sem carga, também para evitar instabilidade, este nível deve ser alto, já que, de qualquer modo, o motor sem carga acelera rápido. Deste modo, pode-se perceber que para motores sem carga perde-se um pouco a vantagem da limitação de corrente Seleção de ajuste remoto Esta função é utilizada para partida de dois ou mais motores de potências diferentes com o mesmo soft-starter. Deste modo, cada motor terá a partida ideal, se um dispositivo externo como contatores auxiliares ou CLP selecionar a corrente de partida para cada caso Seleção de parada por corrente ou por rotação Em caso de seleção de parada suave e comando de parada suave no botão correspondente, o soft-starter inicia a parada do motor obedecendo à rampa de parada ajustada, por corrente ou por rotação do motor. Nos dois casos, a rotação diminui em rampa, sendo que no segundo caso a precisão é maior pois a corrente fica livre para aumentar ou diminuir, compensando a carga.
15 26 A diferença é bastante perceptível, sendo que por rotação, a rampa de parada obedece melhor a ajustada e pretendida. Nos dois casos o efeito é melhor que a parada por diminuição de voltagem simplesmente, como usada pela maioria dos concorrentes, o que provoca parada abrupta do motor abaixo de determinada tensão, não obedecendo a rampa ajustada. A rampa de parada é útil em casos onde a parada brusca é prejudicial mecanicamente. Isso pode acontecer em bombas de recalque, para evitar golpe de aríete, e em motores com redutores de alta relação, que, ao parar instantaneamente, ocasiona problemas devido a massas de alta inércia acoplados no lado de baixa rotação do redutor. A mesma é efetuada obedecendo esta rampa, ou por diminuição gradual da corrente ou por diminuição gradual da velocidade deixando a corrente livre para variar até o valor de 5 vezes a corrente nominal Função Energy Saver Esta função diminui a tensão no motor quando a carga for abaixo da nominal do motor, sendo é útil em casos em que o motor possui partida pesada mas a carga diminui após a partida, como ocorre em uma grande porcentagem das aplicações. Esta função equivale a diminuir a potência do motor proporcionalmente a carga, economizando energia e melhorando o fator de potência. Em caso de picos de carga a liberação da tensão total é automática, voltando ao regime de economia após o pico de carga Função detecção de cavitação Esta proteção é utilizada principalmente para bombas, detectando a diminuição drástica da corrente do motor, o que significa que a bomba não está escorvada ou seja, está com ar no sistema Função de frenagem Esta função permite a parada com frenagem por injeção de corrente CC igual a aproximadamente duas vezes a nominal do motor. Só é ativa em caso de Parada Normal (Full Stop). O tempo de injeção de corrente CC é ajustável de 2 a 15 segundos e deve ser ajustada para o valor ideal, durante o StartUp, de modo que a frenagem seja interrompida logo após a parada efetiva do motor.
16 Função Booster Esta função permite que para cargas com muita inércia ou atrito o softstarter injete inicialmente por um período de 0 a 2 segundos, ajustável, uma corrente de 5 vezes a nominal do motor, retomando em seguida a rampa de partida ajustada. Só deve ser usado onde absolutamente necessário e pelo menor tempo que surta o efeito desejado, para evitar sobrecorrentes desnecessárias na instalação. A figura seguinte ilustra soft-starters fabricados pela WEG. Note os bornes disponíveis para a ligação entre o soft-starter e as três fases da rede e do motor. Figura 11 Ilustração de soft-starters fabricados pela WEG 2.2 PROTEÇÕES Para que se possa proteger o soft-starter de qualquer distúrbio ou falha, há a necessidade de que se faça o estudo das suas proteções necessárias. Estas são listadas nos sub-tópicos a seguir Falta de Fase Detecta falha e falta de fase na entrada do mesmo. Quando atuada, acende o led correspondente, comuta o relé de falha e inibe-se o disparo dos tiristores. Sinaliza se ocorrer tanto falta de fase na entrada como na saída, como também falha interna que ocasione falta de corrente em uma das fases. Em caso de motor sem carga, desacoplado, tanto no método de supervisão de tensão como no de corrente esta proteção pode não atuar, já que num caso o motor
17 28 gera tensão nominal na fase faltante (sem carga) e no outro caso a corrente é muito baixa e a detecção é feita por comparação entre as fases. Não ocasiona problemas pois o motor logicamente não vai operar com carga zero ou desacoplado. Deve-se tomar cuidado durante testes com o motor desacoplado Curto-Circuito Atua caso ocorra uma corrente instantânea de valor 8 vezes a nominal do soft-starter. Neste caso, acende o LED correspondente, inibe-se os disparos e comuta-se o relê de indicação de falha. Esta proteção não dispensa o uso de fusíveis ultra-rápidos para proteção dos tiristores, já que as condições de curto-circuito variam, dependendo da impedância da rede, podendo atingir valores elevados de corrente. Neste caso, o fusível pode atuar primeiro, protegendo mais adequadamente os tiristores. Sinaliza se detectados níveis instantâneos de corrente acima de 8 vezes a corrente nominal. Esta proteção não dispensa o uso de fusíveis ultra-rápidos, já que dependendo da impedância do sistema e do nível da corrente de curto-circuito, os fusíveis podem abrir primeiro, protegendo mais adequadamente os tiristores. Além disto em caso de falha geral do equipamento os fusíveis garantem a proteção adequada Sobre-Corrente Esta proteção é ajustável, de 70 a 120% da corrente nominal. Atua após 10 segundos de sobrecarga, acendendo o LED correspondente, comutando o relé de falha e inibindo-se o disparo dos tiristores. Essa função, que deve estar presente em toda chave soft-starter, sinaliza a ocorrência de sobrecarga acima dos níveis ajustados Sobre-Temperatura Uma chave bem projetada possui um sensor térmico nos dissipadores de calor dos tiristores. Caso ocorra elevação da temperatura, ocorrerá a indicação da falha no LED vermelho correspondente, inibição do disparo dos tiristores, e a comutação do relé de indicação de falha.
18 SINALIZAÇÕES POR LEDS Qualquer chave soft-starter produzida industrialmente tem um grande número de sinalizações, feitas através de leds. Essas sinalizações têm, no geral, a função de informar ao usuário a respeito do funcionamento da chave. Elas são citadas logo a seguir, e damos uma breve explicação sobre cada uma: Pronto para a partida: Significa que o motor não está em regime de partida, nem em fim de partida e nem em rampa de parada e neste caso pode ser comandada a partida. Rampa: sinaliza a ocorrência das rampas de partida e parada. Rotação nominal: sinaliza somente se a rampa de partida terminou e a corrente do motor caiu para níveis nominais, indicando que o mesmo partiu. Comanda também a entrada do contator de By Pass quando utilizado. Frenagem: Sinaliza enquanto o motor está em processo de frenagem por injeção de corrente contínua. Booster: Sinaliza durante processo de injeção de alta corrente no inicio de partida, caso esta função esteja selecionada. 2.4 BY PASS By Pass é a função de um contator em paralelo com o soft-starter, que no final da partida, comandado pelo próprio sinal de Rotação nominal, fecha ficando em paralelo com os tiristores, assumindo a corrente nominal do motor. Na hora da parada por Soft Stop, o contator abre sem faiscamento, pois os tiristores assumem a corrente do motor, sem interrupção e inicia-se a rampa de parada, com a interrupção da corrente final pala passagem pelo zero, portanto sem faiscamento. No caso de parada Full Stop, uma pequena temporização no soft-starter permite que o contator abra primeiro, sem faiscamento e logo após os tiristores interrompem a corrente pela passagem pelo zero de corrente, portanto também sem faiscamento. O contator de By Pass, apresenta, portanto, durabilidade muito grande pois não apresenta faiscamento nos contatos no na abertura e no fechamento. Ele possui as vantagens:
19 30 Não necessita refrigeração no painel para poucas partidas. O painel pode ser totalmente fechado em muitos casos, mantendo o equipamento limpo. Não apresenta perdas e aquecimento após a partida. As proteções continuam ativas. O contator utilizado não participa da partida e da parada, não apresentando faiscamentos e desgaste prematuro. Pode ser mais econômico. 2.5 EXEMPLO DE APLICAÇÃO A dinâmica inerente dos motores de indução resulta em reduções quadráticas do torque e da aceleração disponíveis, quando reduções lineares na tensão aplicada são impostas no enrolamento do motor, conforme relação abaixo: T d = 2 V V max * T max onde: T d = Torque disponível T max = Torque máximo a tensão nominal V = Tensão aplicada V max = Tensão nominal na chave soft-starter Considerando que o soft-starter é fundamentalmente um dispositivo regulador de corrente aplicada (tensão aplicada no motor é continuamente ajustada pela ponte tiristorizada para manter o nível de corrente), podemos modificar a equação anterior para uma relação de torque-corrente. Considerando que as reduções da tensão aplicada no motor refletem reduções no pico de corrente, uma substituição direta pode ser feita. Veja: T d = 2 I I max * T max onde: T d = Torque máximo a tensão nominal
20 31 T max = Torque máximo a tensão nominal I = Valor do limite de corrente I max = Corrente máxima a tensão nominal Obviamente corrente e torque variam durante o ciclo de aceleração de um motor de indução. Para calcular com precisão o torque disponível de um motor específico, através do seu ciclo de aceleração, é necessário dispor da curva correntetorque versus velocidade do motor. Considerando que essa informação não é sempre um valor específico de limite de corrente, pode ser calculado usando os dados de corrente relativos ao torque no motor na condição de rotor bloqueado. T d = I I rb 2 * T rb onde: T d = Torque disponível T rb = Torque com rotor bloqueado I = Valor limite de corrente
IECETEC. Acionamentos elétricos AULA 16 SOFT START
AULA 16 SOFT START 1- Introdução Soft-starters são utilizados basicamente para partidas de motores de indução CA (corrente alternada) tipo gaiola, em substituição aos métodos estrela-triângulo, chave compensadora
Aplicação de soft-start e conversores de freqüência no acionamento de motores assíncronos
Aplicação de soft-start e conversores de freqüência no acionamento de motores assíncronos João Batista de Oliveira, Luciano Antônio de Oliveira, Luiz Octávio Mattos dos Reis, Ronaldo Rossi Universidade
ACIONAMENTOS ELETRÔNICOS (INVERSOR DE FREQUÊNCIA)
ACIONAMENTOS ELETRÔNICOS (INVERSOR DE FREQUÊNCIA) 1. Introdução 1.1 Inversor de Frequência A necessidade de aumento de produção e diminuição de custos faz surgir uma grande infinidade de equipamentos desenvolvidos
PROGRAMAÇÃO FÁCIL DO. Micro Master. Midi Master
1 PROGRAMAÇÃO FÁCIL DO Micro Master E Midi Master Preparado por ASI 1 PS 2 1. PARAMETRIZAÇÃO BÁSICA INICIAL...3 1.1 AJUSTES INICIAIS DO APARELHO...3 1.2 AJUSTE DE TEMPOS DE ACELERAÇÃO E DESACELERAÇÃO...3
Benefícios. Redução acentuada dos esforços sobre os acoplamentos e. dispositivos de transmissão (redutores, polias, engrenagens,
Soft-Starter Benefícios Redução acentuada dos esforços sobre os acoplamentos e dispositivos de transmissão (redutores, polias, engrenagens, Soft-Starters são chaves de partida estática, projetadas para
Conhecer as características de conjugado mecânico
H4- Conhecer as características da velocidade síncrona e do escorregamento em um motor trifásico; H5- Conhecer as características do fator de potência de um motor de indução; Conhecer as características
MOTORES ELÉTRICOS Princípios e fundamentos
MOTORES ELÉTRICOS Princípios e fundamentos 1 Classificação 2 3 Estator O estator do motor e também constituido por um núcleo ferromagnético laminado, nas cavas do qual são colocados os enrolamentos alimentados
Equipamentos Elétricos e Eletrônicos de Potência Ltda.
Equipamentos Elétricos e Eletrônicos de Potência Ltda. Confiança e economia na qualidade da energia. Recomendações para a aplicação de capacitores em sistemas de potência Antes de iniciar a instalação,
Figura 1 - Diagrama de Bloco de um Inversor Típico
Guia de Aplicação de Partida Suave e Inversores CA Walter J Lukitsch PE Gary Woltersdorf John Streicher Allen-Bradley Company Milwaukee, WI Resumo: Normalmente, existem várias opções para partidas de motores.
Motores Síncronos ADRIELLE C SANTANA
Motores Síncronos ADRIELLE C SANTANA Motores Síncronos Possuem velocidade fixa e são utilizados para grandes cargas, (em função do seu alto custo que faz com que ele não seja viável para aparelhos menores)
PARTIDA DIRETA PARTIDA ESTRELA-TRI PARTIDA COMPENSADORA STARTERS PARTIDA COM SOFT-STARTERS DIAGRAMA TRIFILAR DIAGRAMA DE COMANDO L3 L F1,2,3 FT1 FT1
1 2 3 4 PARTIDA DIRETA PARTIDA ESTRELA-TRI TRIÂGULO PARTIDA COPESADORA PARTIDA CO SOFT-STARTERS STARTERS Início L1 L2 L3 L 95 96 S1 13 14 DIAGRAA TRIFILAR DIAGRAA DE COADO Chaves 1-7 L1 L2 L3 L 95 96 S1
Contatores Contatores são dispositivos de manobra mecânica, eletromagneticamente, construídos para uma elevada freguência de operação.
Contatores Contatores são dispositivos de manobra mecânica, eletromagneticamente, construídos para uma elevada freguência de operação. De acordo com a potência (carga), o contator é um dispositivo de comando
Nobreak. 160 e 300 kva. senoidal on-line trifásico PERFIL PROTEÇÕES
Nobreak senoidal on-line trifásico dupla convers o 60 a 300 kva 60 kva de 80 a 120 kva 160 e 300 kva PERFIL Os nobreaks on-line de dupla conversão da linha Gran Triphases foram desenvolvidos com o que
CAPÍTULO 2 - TIPOS DE MÁQUINAS ASSÍNCRONAS TRIFÁSICAS
CAPÍTULO 2 - TIPOS DE MÁQUINAS ASSÍNCRONAS TRIFÁSICAS 2.1 INTRODUÇÃO O objetivo do presente trabalho é estudar o funcionamento em regime permanente e em regime dinâmico da Máquina Assíncrona Trifásica
*OBS: Chave estrela-triângulo: tensão de partida limitada a 58% da tensão nominal.
1 Laboratório Instalações Elétricas Industriais Professor: Marcio Luiz Magri Kimpara PATIDA COMPENADOA AUTOMÁTICA Introdução Assim como a chave estrela-triângulo, a partida compensadora tem a finalidade
Soft Starters SIRIUS A proteção inteligente para motores, cargas e rede
Linha Solution Linha Plus Linha Master www.siemens.com.br/softstarters Soft Starters SIRIUS A proteção inteligente para motores, cargas e rede As soft starters Siemens protegem sua máquina e instalação
Boletim Te cnico. Tema: BT002 Fontes para lâmpadas UV
Boletim Te cnico Tema: BT002 Fontes para lâmpadas UV As fontes para lâmpadas ultravioleta são os circuitos de potência responsáveis pela alimentação das lâmpadas de média pressão. São também conhecidas
PROTEÇÃO CONTRA SOBRE CORRENTES
9 PROTEÇÃO CONTRA SOBRE CORRENTES 9.1 INTRODUÇÃO O aumento da temperatura nos condutores de uma instalação elétrica, devido a circulação de corrente (efeito Joule), projetada para o funcionamento normal,
Manual de Instruções. C o n t r o l a d o r D i f e r e n c i a l para P i s c i n a. Rev. B
Manual de Instruções C o n t r o l a d o r D i f e r e n c i a l para P i s c i n a Rev. B 1. Descrição Índice 1.Descrição... pág 1 2.Dados Técnicos... pág 2 3.Instalação... pág 3 4.Ajuste e Operação...
Funções de Posicionamento para Controle de Eixos
Funções de Posicionamento para Controle de Eixos Resumo Atualmente muitos Controladores Programáveis (CPs) classificados como de pequeno porte possuem, integrados em um único invólucro, uma densidade significativa
Inversores de Freqüência na Refrigeração Industrial
ersores de Freqüência na Refrigeração Industrial Os inversores de freqüência possuem um vasto campo de aplicações dentro da área de refrigeração industrial. São utilizados nas bombas de pressurização,
Motores de Indução ADRIELLE DE CARVALHO SANTANA
ADRIELLE DE CARVALHO SANTANA Motores CA Os motores CA são classificados em: -> Motores Síncronos; -> Motores Assíncronos (Motor de Indução) O motor de indução é o motor CA mais usado, por causa de sua
DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA ELÉTRICA DEE CURSO DE ENGENHARIA ELÉTRICA
LABORATÓRIO 9: Acionamento de Motores Assíncronos Trifásicos e Monofásicos Objetivo: Verificar alguns tipos de acionamento de motores elétricos de indução trifásicos e monofásicos. Teoria: Os motores elétricos,
RECUPERAÇÃO DE ENERGIA
FRENAGEM RECUPERAÇÃO DE ENERGIA Em certos trabalhos efetuados por motores elétricos, há ocasiões em que o motor deixa de ser necessário e há energia de sobra a qual poderá, porventura ser aproveitada.
SSW-05 Micro Soft-starter
Motores Automação Energia Tintas Micro Soft-starter g Compacto g Digital - DSP g Fácil operação g Elevado rendimento g By-pass incorporado REPLACE ME BY A PICTURE! Soft-Starters são chaves de partida estática,
Laboratório de Conversão Eletromecânica de Energia B
Laboratório de Conversão Eletromecânica de Energia B Prof a. Katia C. de Almeida 1 Obtenção Experimental dos Parâmetros do Circuito Equivalente do Motor de Indução Monofásico 1.1 Introdução 1.1.1 Motores
Os fusíveis NH e Diazed são dotados de características de limitação de corrente. Assim, para
5 Proteção e Coordenação Dimensionamento da Proteção 36 Fusível NH Zonasde Atuação 224 A Fusível NH Zonasde Atuação 355 A 5 Proteção e Coordenação Dimensionamento da Proteção 37 5 Proteção e Coordenação
Teoria Princípio do Capacitor
Teoria Princípio do Capacitor Um capacitor consiste de dois pratos eletrodos isolados de cada lado por um dielétrico médio. As características de um capacitor são dependentes da capacitância e da tensão.
13 - INSTALAÇÕES DE FORÇA MOTRIZ
Instalações Elétricas Professor Luiz Henrique Alves Pazzini 104 13.1 - Introdução 13 - INSTALAÇÕES DE FORÇA MOTRIZ Existem três configurações básicas para alimentação de motores que operam em condições
Manual de Instruções. C o n t r o l a d o r D i f e r e n c i a l T e m p o r i z a d o. Rev. C
Manual de Instruções C o n t r o l a d o r D i f e r e n c i a l T e m p o r i z a d o Rev. C 1. Descrição Índice 1.Descrição...pág 1 2.Dados Técnicos...pág 3 3.Instalação...pág 4 4.Ajuste e Operação...pág
UPS. Unidades de Alimentação Ininterrupta
UPS Uma UPS é um dispositivo que, quando em funcionamento correcto, ajuda a garantir que a alimentação dos equipamentos que estão a ela ligados, não sejam perturbados, fornecendo energia, através de uma
Miguel C. Branchtein, Delegacia Regional do Trabalho no Rio Grande do Sul
DETERMINAÇÃO DE CONDIÇÃO DE ACIONAMENTO DE FREIO DE EMERGÊNCIA TIPO "VIGA FLUTUANTE" DE ELEVADOR DE OBRAS EM CASO DE QUEDA DA CABINE SEM RUPTURA DO CABO Miguel C. Branchtein, Delegacia Regional do Trabalho
Eletrônicos PAE. Componente Curricular: Práticas de Acionamentos. 5.ª Prática Inversor de Frequência Vetorial da WEG CFW-08
1 Componente Curricular: Práticas de Acionamentos Eletrônicos PAE 5.ª Prática Inversor de Frequência Vetorial da WEG CFW-08 OBJETIVO: 1) Efetuar a programação por meio de comandos de parametrização para
Eletrotécnica Geral. Lista de Exercícios 2
ESCOLA POLITÉCNICA DA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO PEA - Departamento de Engenharia de Energia e Automação Elétricas Eletrotécnica Geral Lista de Exercícios 2 1. Condutores e Dispositivos de Proteção 2. Fornecimento
GREENLOAD CARGA ELETRÔNICA REGENERATIVA TRIFÁSICA
Informações Técnicas GREENLOAD CARGA ELETRÔNICA REGENERATIVA TRIFÁSICA Informações Gerais A Carga Eletrônica Regenerativa Trifásica da Schneider permite a injeção de energia na rede elétrica proveniente
2. DISPOSITIVOS DE COMANDO E CHAVES DE PARTIDA
2. DISPOSITIVOS DE COMANDO E CHAVES DE PARTIDA A instalação de máquinas diversas requer uma grande gama de dispositivos que possibilitem o perfeito funcionamento, de preferência o mais automatizado possível,
Os motores de CA podem ser monofásicos ou polifásicos. Nesta unidade, estudaremos os motores monofásicos alimentados por uma única fase de CA.
Motores elétricos Os motores de CA podem ser monofásicos ou polifásicos. Nesta unidade, estudaremos os motores monofásicos alimentados por uma única fase de CA. Para melhor entender o funcionamento desse
CONVERSORES E CONTROLADORES DE FASE. Circuitos de retificação monofásicos
CONVERSORES E CONTROLADORES DE FASE Um conversor é um equipamento utilizado para converter potência alternada em potência contínua. Num conversor simples, que usa somente diodos retificadores, a tensão
Escola de Educação Profissional SENAI Visconde de Mauá
Escola de Educação Profissional SENAI Visconde de Mauá Automação Industrial Porto Alegre, Maio de 2014 Revisão: A Prof Vander Campos Conhecer os princípios básicos do inversor de frequência; Saber interpretar
SSW05 Plus Micro Soft-Starter. Motores Automação Energia Transmissão & Distribuição Tintas
SSW05 Plus Micro Soft-Starter Motores Automação Energia Transmissão & Distribuição Tintas www.weg.net SSW05 Plus - Micro Soft-Starters Soft-starters são chaves de partida estática, projetadas para a aceleração,
GERADORES MECÂNICOS DE ENERGIA ELÉTRICA
GERADORES MECÂNICOS DE ENERGIA ELÉTRICA Todo dispositivo cuja finalidade é produzir energia elétrica à custa de energia mecânica constitui uma máquina geradora de energia elétrica. O funcionamento do
Afinal, o que Gerenciamento de Energia tem a ver com Automação Industrial?
Afinal, o que Gerenciamento de Energia tem a ver com Automação Industrial? Por Murilo Riet Correa* Da forma como vamos mostrar aqui (com controlador inteligente) tem tudo a ver com automação industrial.
LINHA VOLT/X-POWER. Catalogo Produto 600 700 1200 1400VA. Engetron Engenharia Eletrônica Ind. e Com. Ltda
Catalogo Produto LINHA VOLT/X-POWER 600 700 1200 1400VA Engetron Engenharia Eletrônica Ind. e Com. Ltda Atendimento ao consumidor: (31) 3359-5800 Web: www.engetron.com.br As informações contidas neste
Levantamento da Característica de Magnetização do Gerador de Corrente Contínua
Experiência IV Levantamento da Característica de Magnetização do Gerador de Corrente Contínua 1. Introdução A máquina de corrente contínua de fabricação ANEL que será usada nesta experiência é a mostrada
Estabilizada de. PdP. Autor: Luís Fernando Patsko Nível: Intermediário Criação: 22/02/2006 Última versão: 18/12/2006
TUTORIAL Fonte Estabilizada de 5 Volts Autor: Luís Fernando Patsko Nível: Intermediário Criação: 22/02/2006 Última versão: 18/12/2006 PdP Pesquisa e Desenvolvimento de Produtos http://www.maxwellbohr.com.br
Sistemas de Força Motriz
Sistemas de Força Motriz Introdução; Os Dados de Placa; Rendimentos e Perdas; Motor de Alto Rendimento; Partidas de Motores; Técnicas de Variação de Velocidade; Exemplos; Dicas CONSUMO DE ENERGIA POR RAMO
BOLETIM DE GARANTIA. (N o 05 / 2013) LED do TIMER pisca frequência de 1Hz / segundo. LED do TIMER pisca freqüência de 1Hz / segundo.
BOLETIM DE GARANTIA (N o 05 / 2013) Código de erro do Cassete e Piso-Teto No. TIPO DESCRIÇÃO Flash Blink Código Nota 1 Falha 2 Falha 3 Falha 4 Falha 5 Falha 6 Falha Placa acusa erro no sensor de temperatura
Monitor de Rede Elétrica Som Maior Pro. Manual do Usuário Versão 3.9f
Monitor de Rede Elétrica Som Maior Pro Manual do Usuário Versão 3.9f 2 ÍNDICE PÁG. 1 APRESENTAÇÃO...03 2 DESCRIÇÃO DO EQUIPAMENTO...04 2.1 ROTINA INICIAL DE AVALIAÇÃO DA REDE ELÉTRICA...04 2.2 TROCA DE
Linha. Booster. Soluções em Bombeamento
Linha Booster Booster ESTAÇÃO PRESSURIZADORA TIPO BOOSTER MOVÉL As Estações Pressurizadoras IMBIL do tipo Booster Móvel são utilizadas nos segmentos de Saneamento, Empresas Estaduais, Municipais, SAAEs,
Benefícios. Redução acentuada dos esforços sobre os acoplamentos e. dispositivos de transmissão (redutores, polias, engrenagens,
Soft-Starter Benefícios Redução acentuada dos esforços sobre os acoplamentos e dispositivos de transmissão (redutores, polias, engrenagens, Soft-Starters são chaves de partida estática, projetadas para
Hera Indústria de Equipamentos Eletrônicos LTDA. Manual de Instalação e Operação. Discadora por Celular HERA HR2048.
Discadora por Celular HERA HR2048 Manual do Usuário Índice: Paginas: 1. Introdução 03 1.1 Visão Geral 03 2. Características 04 3. Funcionamento 04, 05 e 06 3.1 Mensagens 06 e 07 4. Instalação da Discadora
Associação Paralelo Ativo e Passivo Vantagens e Benefícios
Associação Paralelo Ativo e Passivo Vantagens e Benefícios Departamento de Pesquisa e Desenvolvimento - CP Eletrônica S.A. Rua da Várzea 379 CEP:91040-600 - Porto Alegre RS - Brasil Fone: (51)21312407
UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA COLÉGIO TÉCNICO INDUSTRIAL DE SANTA MARIA Curso de Eletrotécnica
UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA COLÉGIO TÉCNICO INDUSTRIAL DE SANTA MARIA Curso de Eletrotécnica Apostila de Automação Industrial Elaborada pelo Professor M.Eng. Rodrigo Cardozo Fuentes Prof. Rodrigo
Descrição do Produto. Dados para Compra. Itens Integrantes. Código do Produto
Descrição do Produto A Série Energy da Altus traz uma solução confiável para um dos pontos mais críticos em uma aplicação industrial: o fornecimento de alimentação para todos os dispositivos do sistema
Principais funções de movimento em analisadores médicos.
Movimento em analisadores médicos Menor, mais rápido, mais forte. Como os motores em miniatura estão ajudando os equipamentos de diagnóstico a avançar. Os diagnósticos médicos fazem parte da vida cotidiana
Hardware Básico. Refrigeração. Professor: Wanderson Dantas
Hardware Básico Refrigeração Professor: Wanderson Dantas Ventoinhas Ventoinhas são pequenos ventiladores que melhoram o fluxo de ar dentro do computador, trazendo ar frio para dentro do computador e removendo
Nomes: Augusto, Gabriel Vaz e Monique.
Nomes: Augusto, Gabriel Vaz e Monique. O filtro de linha é um elemento de proteção para equipamentos eletrônicos. Ele atenua as impurezas da rede elétrica que causam interferências eletromagnéticas (EMI)
PLANILHA DE PROPOSTA
0001 012186 INVERSOR DE FREQUENCIA 144 AMPERES / 220 VCA Inversor de freqüência para aplicação em motor elétrico trifásico com corrente nominal de serviço 140A, tensão nominal 220V, temperatura de funcionamento
WWW.RENOVAVEIS.TECNOPT.COM
Como funciona um aerogerador Componentes de um aerogerador Gôndola:contém os componentes chaves do aerogerador. Pás do rotor:captura o vento e transmite sua potência até o cubo que está acoplado ao eixo
A Chave de partida compensadora é um dos métodos utilizados para reduzir a corrente de partida de motores trifásicos.
INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE SANTA CATARINA Campus Araranguá Curso: Eletromecânica Disciplina: Instalações Elétricas Local: Laboratório de Eletrotécnica Professor: Giovani Batista
CO Miconic BX VVVF A Modernização definitiva à sua disposição. Modernização Schindler
CO Miconic BX VVVF A Modernização definitiva à sua disposição. Modernização Schindler A solução mais completa do mercado. Os elevadores projetados há alguns anos não contavam com dispositivos para evitar
Partida do Motor de Indução Trifásico
Partida do Motor de Indução Trifásico 1.Introdução Os motores elétricos durante solicitam da rede de alimentação uma corrente elevada na partida. Essa corrente é da ordem de 6 a 10 vezes a sua corrente
Como funciona o Reed-Switches (MEC089)
Como funciona o Reed-Switches (MEC089) Escrito por Newton C. Braga Um componente de grande utilidade que pode ser usado como sensor em muitas aplicações mecatrônicas, robóticas e de automação é o reed-switch
SENSORES INDUTIVOS E CAPACITIVOS. Instrumentação - Profs. Isaac Silva - Filipi Viana - Felipe Dalla Vecchia 2013
INSTRUMENTAÇÃO SENSORES INDUTIVOS E CAPACITIVOS Jocarli Alencastro Instrumentação - Profs. Isaac Silva - Filipi Viana - Felipe Dalla Vecchia 2013 Introdução Os sensores indutivos e capacitivos foram desenvolvidos
FAPERJ & PIUES/PUC-Rio FÍSICA E MATEMÁTICA DO ENSINO MÉDIO APLICADAS A SISTEMAS DE ENGENHARIA
FAPERJ & PIUES/PUC-Rio FÍSICA E MATEMÁTICA DO ENSINO MÉDIO APLICADAS A SISTEMAS DE ENGENHARIA 1) INTRODUÇÃO Rio de Janeiro, 05 de Maio de 2015. A equipe desenvolvedora deste projeto conta com: - Prof.
Central de Alarme de Oito Zonas
Central de Alarme de Oito Zonas R02 ÍNDICE CARACTERÍSTICAS GERAIS:... 3 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS:... 3 CONHECENDO A CENTRAL:... 4 COMO A CENTRAL FUNCIONA:... 4 COMO APAGAR A MEMÓRIA DA CENTRAL:... 4 COMO
Capítulo 11 MOTORES ELÉTRICOS DE CORRENTE CONTÍNUA E UNIVERSAL. Introdução
Capítulo 11 MOTORES ELÉTRICOS DE CORRENTE CONTÍNUA E UNIVERSAL Esta aula apresenta o princípio de funcionamento dos motores elétricos de corrente contínua, o papel do comutador, as características e relações
EXCEDENTE REATIVO (EFEITOS NAS REDES E INSTALAÇÕES)
EXCEDENTE REATIVO (EFEITOS NAS REDES E INSTALAÇÕES) Baixos valores de fator de potência são decorrentes de quantidades elevadas de energia reativa. Essa condição resulta em aumento na corrente total que
Leandro N.Alem 1351/53 -(1871)- Dock Sud Buenos Aires - Argentina T.E.:4201-5316 / 4222-9821 FAX:4222-9821 Web:www.ingecozs.com MANUAL DE OPERAÇÃO
Leandro N.Alem 1351/53 -(1871)- Dock Sud Buenos Aires - Argentina T.E.:4201-5316 / 4222-9821 FAX:4222-9821 Web:www.ingecozs.com MANUAL DE OPERAÇÃO ÍNDICE Especificações... 3 INSTALAÇÃO... 3 Operação...
MANUAL DE INSTRUÇÕES EFA72C35-A/00
Histórico N. Doc. Revisão Data Descrição Aprovado 601165 A 24/01/14 Inicial Faria Executado: Edson N. da cópia: 01 Página 1 de 7 SUMÁRIO 1- INTRODUÇÃO 2- CARACTERÍSTICAS ELÉTRICAS E MECÂNICAS 2.1 - Entrada
GE Digital Energy Power Quality. Energy Commander TM. Conjunto de Manobra em Paralelo
GE Digital Energy Power Quality Energy Commander TM Conjunto de Manobra em Paralelo 2 Energy Commander TM Conjunto de Manobra em Paralelo Conjuntos de Manobra em Paralelo A ligação em paralelo é uma operação,
dv dt Fig.19 Pulso de tensão típico nos terminais do motor
INFLUÊNCIA DO INVERSOR NO SISTEMA DE ISOLAMENTO DO MOTOR Os inversores de freqüência modernos utilizam transistores (atualmente IGBTs) de potência cujos os chaveamentos (khz) são muito elevados. Para atingirem
GUIA DE APLICAÇÃO DE CAPACITORES BT
GUIA DE APLICAÇÃO DE Neste guia você tem um resumo detalhado dos aspectos mais importantes sobre aplicação de capacitores de baixa tensão para correção do fator de potência. Apresentando desde conceitos
T-530. Características. Características técnicas TELE ALARME MICROPROCESSADO. Aplicação
12 T-530 TELE ALARME MICROPROCESSADO Aplicação Equipamento desenvolvido a fim de realizar automaticamente discagens telefônicas para aviso de alarme. Podendo ser implementado praticamente à todos os sistema
A metodologia proposta pela WEG para realizar este tipo de ação será apresentada a seguir.
Eficiência Energética Buaiz Alimentos 1 CARACTERÍSTICAS DA EMPRESA Nome fantasia: Buaiz Alimentos Ramo de atividade: Alimentício Localização: Vitória / ES Estrutura tarifária: Horo-sazonal Azul A4 Demanda
MOTORES ELÉTRICOS. Princípios e fundamentos. Eng. Agríc. Luciano Vieira
Universidade Estadual de Maringá Departamento de Engenharia Agrícola Campus do Arenito MOTORES ELÉTRICOS Princípios e fundamentos Eng. Agríc. Luciano Vieira CLASSIFICAÇÃO Classificação dos motores de
Técnico em Eletrotécnica
Técnico em Eletrotécnica Caderno de Questões Prova Objetiva 2015 01 Em uma corrente elétrica, o deslocamento dos elétrons para produzir a corrente se deve ao seguinte fator: a) fluxo dos elétrons b) forças
FACILITY TOP HÍBRIDA. Manual Técnico MANUAL TÉCNICO AUTOMATIZADOR PARA PORTÕES DESLIZANTES MONDIALE. P19165 - Rev. 1
MANUAL TÉCNICO AUTOMATIZADOR PARA PORTÕES DESLIZANTES P19165 - Rev. 1 MONDIALE 1 ÍNDICE DIAGRAMA DE CONEXÕES...4 Principais características... 5 Funções do led SN...5 Entrada PARA Trava...6 botões (+)
Material de Apoio INJEÇÃO ELETRÔNICA DE COMBUSTÍVEL BOSCH. Programa Especial - Injeção Eletrônica LE-Jetronic
INJEÇÃO ELETRÔNICA DE COMBUSTÍVEL BOSCH A necessidade de se reduzir o consumo de combustível dos automóveis, bem como de se manter a emissão de poluentes pelos gases de escape dentro de limites, colocou
PERGUNTAS E RESPOSTAS
O que é um Servomotor? O servomotor é uma máquina síncrona composta por uma parte fixa (o estator) e outra móvel (o rotor). O estator é bombinado como no motor elétrico convencional, porém, apesar de utilizar
Sistemas de Accionamento Electromecânico
Sistemas de Accionamento Electromecânico Comando e protecção de motores Introdução SISTEMAS de ACCIONAMENTO ELECTROMECÂNICO, O que são? Sistemas capazes de converter energia eléctrica em energia mecânica
Super Boia Eletronica
Super Boia Eletronica funcionamento, ajuste e operação Manual Técnico www.bombac.com.br Industria Brasileira Super Boia Eletronica As vantagens DURABILIDADE: A Super Boia Eletronica funciona com contatos
M A N U A L D E I N S T A L A Ç Ã O E O P E R A Ç Ã O
M A N U A L D E I N S T A L A Ç Ã O E O P E R A Ç Ã O Peak and Hold 4A/1A - ver.2.00 1 Apresentação A Pandoo Performance Parts apresenta o Pandoo Peak and Hold 4A/1A, um módulo gerenciador de corrente
POWERTRANS ELETRÔNICA INDUSTRIAL LTDA MANUAL DE INSTALAÇÃO, OPERAÇÃO E PARAMETRIZAÇÃO DO SOFT STARTER
MANUAL DE INSTALAÇÃO, OPERAÇÃO E PARAMETRIZAÇÃO DO SOFT STARTER SOFT STARTER - NUM. SÉRIE... - POTÊNCIA... - TENSÃO AC DE BARRAMENTO... - TENSÃO AUXILIAR... Cliente: Projeto: Conv. Resp: Olaia Arq:.MANUAL_SOFTmP.doc
O acelerador eletrônico
O acelerador eletrônico Os sistemas drive by wire ("guiado/controlado por fio") vão tomando espaço de mecanismos e sistemas hidráulicos complexos. Com o lançamento do motor fire 1.3 16 V, a fiat esbanja
HUMITECH 1. DESCRIÇÃO
PARA RESFRIAMENTO EVAPORATIVO TEMPER UMIDADE 1. DESCRIÇÃO Controlador microprocessado de alta performance, o Humitech aplica-se em conjunto a sistemas de resfriamento evaporativo para conforto térmico
Motor de Indução de Corrente Alternada
Notas Técnicas Motores NT-1 Motor de Indução de Corrente Alternada Introdução O motor de indução ou assíncrono de corrente alternada tem sido o motor preferido da indústria desde o principio do uso da
Escola de Educação Profissional SENAI Visconde de Mauá
Escola de Educação Profissional SENAI Visconde de Mauá Automação Industrial Porto Alegre, Novembro de 2014 Revisão: A Prof Vander Campos Conhecer os principais conceitos e aplicações dos Servoacionamentos;
Autor: Luís Fernando Patsko Nível: Intermediário Criação: 22/02/2006 Última versão: 18/12/2006. PdP. Pesquisa e Desenvolvimento de Produtos
TUTORIAL Montagem da Ponte H Autor: Luís Fernando Patsko Nível: Intermediário Criação: 22/02/2006 Última versão: 18/12/2006 PdP Pesquisa e Desenvolvimento de Produtos http://www.maxwellbohr.com.br [email protected]
Manual do instalador Box Output AC Rev. 0.01.000. Figura 01 Apresentação do Box Output AC.
Pág. 1/10 Apresentação Equipamento para acionamento de cargas em corrente alternada 110/220V. Comunicação com outros dispositivos por rede CAN. 6 entradas digitais para acionamento local ou remoto. 6 entradas/saídas
DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA ELÉTRICA DEE CURSO DE ENGENHARIA ELÉTRICA
LABORATÓRIO 6: Máquina Síncrona em Barramento Infinito Objetivo: Verificar, experimentalmente, como é feita a ligação de um gerador síncrono no barramento infinito. Teoria: As necessidades de energia elétrica
TRABALHO LABORATORIAL Nº 3
ESCOLA SUPERIOR NÁUTICA INFANTE D. HENRIQUE DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA MARÍTIMA M422 - SISTEMAS E INSTALAÇÕES ELÉCTRICAS DE NAVIOS TRABALHO LABORATORIAL Nº 3 ENSAIO DE UMA MÁQUINA ASSÍNCRONA TRIFÁSICA
1.3 Conectando a rede de alimentação das válvulas solenóides
1.3 Conectando a rede de alimentação das válvulas solenóides CONTROLE DE FLUSHING AUTOMÁTICO LCF 12 Modo Periódico e Horário www.lubing.com.br (19) 3583-6929 DESCALVADO SP 1. Instalação O equipamento deve
Controle universal para motor de passo
Controle universal para motor de passo No projeto de automatismos industriais, robótica ou ainda com finalidades didáticas, um controle de motor de passo é um ponto crítico que deve ser enfrentado pelo
Conheça o 4017 (ART062)
1 de 11 20/02/2013 18:14 Conheça o 4017 (ART062) Este artigo não é novo, mas sua atualidade se manterá por muito tempo, o que jusitifica o fato dele ser um dos mais acessados desse site. De fato, o circuito
Controle do motor de indução
CONTROLE Fundação Universidade DO MOTOR DE Federal de Mato Grosso do Sul 1 Acionamentos Eletrônicos de Motores Controle do motor de indução Prof. Márcio Kimpara Prof. João Onofre. P. Pinto FAENG Faculdade
PROGRAMAÇÃO EM LINGUAGEM LADDER LINGUAGEM DE RELÉS
1 PROGRAMAÇÃO EM LINGUAGEM LADDER LINGUAGEM DE RELÉS INTRODUÇÃO O processamento interno do CLP é digital e pode-se, assim, aplicar os conceitos de lógica digital para compreen8 der as técnicas e as linguagens
POWERTRANS ELETRÔNICA INDUSTRIAL Manual Técnico de Instalação e Operação POWERBLOCK MASTER MONOFÁSICO
POWERTRANS Eletrônica Industrial Ltda. Rua Ribeiro do Amaral, 83 Ipiranga SP - Fone/Fax: (11) 2063-9001 E-mail: [email protected] Site: www.powertrans.com.br Manual Técnico de Instalação e Operação
A tampa de proteção KS-100 é um ítem opcional altamente recomendável. 3-32 Vcc ou 90-280 Vca (especificar)
MANUAL DE INSTRUÇÕES CONSIDERAÇÕES PARA INSTALAÇÃO Atenção: Material não passível de garantia. Evite utilizá-lo sem dissipador. Sempre utilizar pasta térmica entre o relé e o dissipador, ou placa de montagem;
