PARECER N.º 48/CITE/2004
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- Eliana Salvado Fonseca
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1 PARECER N.º 48/CITE/2004 Assunto: Parecer prévio ao despedimento de trabalhadora grávida, nos termos do artigo 51.º do Código do Trabalho e do artigo 98.º da Lei n.º 35/04, de 29 de Julho Processo n.º 51/2004 I OBJECTO 1. A Óptica..., Lda, tendo decido instaurar um processo disciplinar a uma trabalhadora, remeteu ao IDICT de... o processo constituído apenas pela nota de culpa, tendo chegado a esta Comissão no dia 6 de Agosto do corrente. Oficiada no sentido de apresentar as partes processuais em falta, através de advogado constituído, apresentou vários documentos, faltando, porém a resposta à nota de culpa ou prova de que a trabalhadora tendo recebido a nota de culpa a ela não respondeu. 2. Faltando ao processo um elemento essencial como é a defesa da trabalhadora, a CITE deliberou, por unanimidade dos membros presentes na reunião de 20 de Agosto de 2004, opor-se ao despedimento da trabalhadora. 3. Apesar de ter recebido cópia do Parecer n.º 44/CITE/2004, a empresa decidiu remeter, de novo, o processo de despedimento ao qual juntou os documentos em falta. 4. Da nota de culpa enviada, incompleta porque apenas enviaram a cópia de uma só lauda (completada mais tarde a solicitação destes Serviços), constam as seguintes acusações, por ordem da articulação: a) O gerente, Sr..., encontrou uns óculos de sol no lixo, coisa nada habitual, que não pertenciam à Óptica e dentro de um saco/pacote de transporte de lentes Essilor; b) Conclui que estavam escondidos no caixote do lixo; c) Em 2 de Junho p.p., a arguida faltou por doença da filha tendo informado a empresa (mas não apresentou, como era hábito, atestado médico); d) Em 3 de Junho p.p., o gerente reuniu as trabalhadoras para as questionar acerca do sucedido e perguntou-lhes porque é que estavam os óculos escondidos no lixo dentro do saco que ele próprio havia lá posto;
2 e) A arguida disse que havia sido ela a pedido dum cliente que comprara uns óculos novos; f) Perguntada porque os tinha escondido, a arguida não respondeu; g) Nem as outras funcionárias. Mais tarde, à hora do almoço, informaram de tudo o gerente; h) Em sede de inquérito, as funcionárias disseram que no dia anterior, 1 de Junho, viram a ora arguida tirar da prateleira uns óculos de sol da Colecção Ferragamo e, em troca, para não se notar a falta de uns óculos na prateleira, colocou uns velhos na mesma ; i) Nesse mesmo dia, à hora do almoço, a ora arguida esperou, num local próximo da Óptica, que as funcionárias da Óptica saíssem para almoçar, e pressionou-as dizendo-lhes para não contarem a verdade (o que já tinha acontecido anteriormente); j) Face ao circunstancialismo descrito e atendendo aos antecedentes da arguida que anos a fio não tinha autorização para mexer na caixa, pois sempre que o fazia desapareciam avultadas quantias de dinheiro da mesma, existiu uma quebra de confiança entre entidade patronal e a ora arguida ; k) A empresa, pessoalmente e através do advogado, tentou ouvir a arguida no âmbito do processo disciplinar o que sempre recusou; l) Tendo trabalhado no dia 3 de Junho, no dia 4, uma cliente da Óptica entregou um atestado médico, datado de 3 de Junho; m) Do artigo 15.º ao artigo 27.º da nota de culpa a empresa discorre sobre atestados médicos, declarações médicas de gravidez, etc. sejam distorcidas da realidade insinuando falsidades, afirma não pactuar com condutas criminosas e vai apresentar queixa-crime junto do MP contra a trabalhadora e médicos que lhe passaram as declarações ; n) Conclui referindo que o comportamento da trabalhadora determinou prejuízos graves para a sua entidade patronal, constituindo justa causa de despedimento, pois violou o disposto nas seguintes disposições legais: alíneas b), c), e), e f) do n.º 3 do artigo 396.º do Código de Trabalho. Faz ainda menção ao n.º 7 do artigo 229.º do CT sobre o intuito fraudulento da declaração médica. 5. A arguida, na sua defesa, refere: i. As acusações são falsas, não têm qualquer fundamento e visam possibilitar à empresa a rescisão do contrato de trabalho sem o pagamento de qualquer indemnização e possibilitar a contratação de novas funcionárias com contratos a
3 regerem-se pela nova lei do trabalho pelo que impugna desde já toda a matéria de facto e de direito vertida na nota de culpa ; ii. No dia 31 de Maio p.p., informou o gerente da gravidez; No dia 1 de Junho p.p., um cliente, após a compra de uns novos óculos de sol, pediu que colocassem os velhos no caixote do lixo (como descrito no artigo 8.º da nota de culpa); iii. Isto foi feito à frente de todos porque, em seu entender, ficaria mal à imagem do estabelecimento que fossem vistos óculos deitados no lixo... caso existisse uma inspecção não teriam como justificar a existência de uns óculos escuros não inventariados/facturados... ; iv. E ao contrário do alegado nos artigos 8.º e 9.º (nc) efectivamente respondeu que aí os tinha colocado conforme solicitação do cliente ; No dia 2 de Junho não foi trabalhar porque sua filha estava doente e o gerente sabiao porque foi ele quem atendeu o telefone do Infantário a comunicar a doença; v. E, no dia 3, por ter sido impedida de trabalhar, não pode entregar a justificação médica; vi. Tendo-lhe ocasionado uma quebra de tensão arterial a necessitar de imediato socorro, porque grávida de 35 anos de idade, e originado a incapacidade para o trabalho, datado desse dia 3; vii. Esta actuação da empresa é quase réplica de outras anteriormente proferidas com outra funcionária que se demitiu em Outubro/2003; viii. Quanto à questão de ter faltado dinheiro na caixa registadora, tal foi esclarecido, com razão atribuída à arguida, com pedido de desculpas apresentado pela empresa e aceites, mas com a condição de não tocar mais na caixa registadora, admitido pela empresa, vão decorridos já 5 anos; ix. As actuais colegas foram recentemente admitidas, à excepção de uma, de resto amiga, pelo que não podiam ter sido intimidadas, como referido nos artigos 13.º e 14.º; x. Questiona pelos prejuízos graves para a empresa, visto os óculos não pertencerem ao estabelecimento, quem descobriu os óculos no lixo, se o patrão ou empregadas, que óculos Ferragamo foram retirados, porque é que andaram a revolver o lixo e como é que se encontra casualmente uma coisa bem escondida; xi. Após consulta do processo,... declarou ter sido ela a encontrar os óculos, dentro de um saco Essilor fechado com fita-cola; xii. A... viu a arguida colocar os óculos no lixo; xiii. Como se pode afirmar que algo foi escondido se foi feito à frente dos outros? ;
4 xiv. Refere ainda que a empresa violou vários princípios: colaboração, lealdade e boa fé (artigos 120.º, 122.º, 33.º e 34.º do Código do Trabalho); xv. Conclui pelo arquivamento do processo e requer junção aos autos dos documentos e objectos probatórios, audição das testemunhas arroladas, saber se está suspensa ou não e que o processo seja remetido à CITE artigo 51.º do CT; xvi. Arrola como testemunhas,... e as colegas que prestaram declarações para esclarecimentos adicionais às suas declarações iniciais; xvii.trabalha na empresa há 12 anos, sempre exerceu o cargo com a máxima confiança e sem qualquer conflito e sempre se mostrou disponível para trabalhar aos sábados e épocas de maior movimento... nunca tendo recebido qualquer pagamento por horas extraordinárias. 6. A empresa ouviu, em 8 de Junho, as trabalhadoras...,... e... A primeira, disse que viu colocar uns óculos no caixote do lixo e mais tarde que a arguida, em tom ameaçador, a tentou convencer de nada dizer à gerência pois tinha medo de perder o emprego. A segunda, viu a arguida tirar uns óculos de sol, no dia 1 de Junho que esta a pressionou para nada dizer com medo de ficar sem emprego. A terceira, que tinha visto uns óculos de sol dentro de um saco Essilor, fechado com fita-cola, que lhe pareceu estarem escondidos. 7. A empresa, em cumprimento do solicitado pela arguida, notificou a testemunha desta,..., por carta registada com aviso de recepção, mas a carta foi devolvida e a testemunha não foi ouvida. 8. Quanto às trabalhadoras que haviam sido ouvidas antes, a Instrutora do processo entendeu que das supramencionadas testemunhas não iria acrescentar nada ao presente processo disciplinar.... Assim, é tal diligência probatória indeferida. 9. Como também o foi, por serem manifestamente dilatórias e impertinentes, as provas documentais requeridas (mapas de trabalhadores da empresa nos últimos 3 anos - para prova das alegadas ameaças ou pressão e intimidação infringidas pela arguida aos colegas, prova da falta dos óculos subtraídos). II ENQUADRAMENTO JURÍDICO 10. Deste factualismo, duas questões se levantam:
5 Uma, a prática de infracção(ões), sua gravidade e culpabilidade que torne impossível a subsistência da relação laboral; A outra, em sede probatória, a total averiguação dos factos praticados. 11. Quanto à primeira, não restam dúvidas de que, efectivamente, a arguida colocou no lixo os óculos e à vista de todos ou, pelo menos, da colega... Desconhece-se o valor do óculos Ferragamo e não se sabe do paradeiro dos outros, velhos, colocados na prateleira (artigo 11.º da nc). Por outro lado, afirma-se que a arguida exerceu pressão sobre as colegas para não revelarem o sucedido (a exemplo do acontecido em anos anteriores). E em relação à alegada proibição de mexer na caixa registadora, facto, pelos vistos, ocorrido há 5 anos e retirada de avultadas quantias é surpreendente que se fale nisso aqui, prescritas que estão as hipotéticas infracções. 12. Quanto à prova. Os óculos eram usados, pertenciam ao cliente que adquiriu uns novos e pediu para os deitar ao lixo. Com efeito, afigura-se pertinente ouvir as testemunhas sobre o facto do cliente e da compra e rejeição dos óculos, confirmando ou desmentindo a razão do lançamento para o lixo de tais óculos e quem efectivamente os encontrou. Igualmente, se considera importante saber do paradeiro dos óculos que substituíram, na prateleira, os Ferragamo furtados. Como também se considera importante saber há quanto tempo trabalham na empresa as trabalhadoras pressionadas. 13. Perante estas circunstâncias, ouvir as testemunhas trabalhadoras arroladas e a junção dos mapas pretendidos, não se trataria de patente dilação ou impertinência, como a empresa invoca. Julga-se estarmos, pois, sob a alçada da alínea b) do n.º 2 do artigo 430.º do CT. 14. Ora, faltando estes, por assim dizer, esclarecimentos, não se está seguro de que haja sido praticada infracção e grave (para além da possível invalidade). E mesmo que houvesse sido praticada, sem elementos valorativos daquela gravidade, não se pode aferir da crise ocorrida nas relações de trabalho (atente-se ao disposto no artigo 367.º do CT), uma pena expulsiva poderia traduzir-se numa discriminação em função do sexo, na medida em que se trata de uma trabalhadora grávida. III CONCLUSÃO
6 15. Assim, considera-se que a entidade empregadora não ilidiu a presunção do n.º 2 do artigo 51.º do Código do Trabalho, pelo que a CITE emite parecer desfavorável ao despedimento da trabalhadora grávida... APROVADO POR UNANIMIDADE DOS MEMBROS DA CITE PRESENTES NA REUNIÃO DE 7 DE OUTUBRO DE 2004
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