MANEJO FLORESTAL E FLUXO LICENCIATÓRIO
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- Mirella Álvaro Sá
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1 04/10/2010 MANEJO FLORESTAL E FLUXO LICENCIATÓRIO CÓDIGO FLORESTAL ESTADUAL LEI 9.519/92 Art. 1º - As florestas nativas e as Art. demais formas de vegetação natural existente no território estadual, reconhecidas de utilidade às terras que revestem, são consideradas bens de interesse comum a todos os habitantes do Estado, Estado, que exercendo exercendo--se os direitos com as limitações que a legislação em geral e, especialmente, esta Lei estabelecem estabelecem.. 1
2 CÓDIGO FLORESTAL ESTADUAL LEI 9.519/92 Art. 6º - As florestas nativas e demais formas de vegetação natural de seu interior são consideradas bens de interesse comum, sendo proibido o corte e a destruição parcial ou total dessas formações sem autorização prévia do órgão florestal competente. ATIVIDADES REFERENTES AO USO DOS RECURSOS NATURAIS, INERENTES AO MANEJO FLORESTAL. LICENCIAMENTO MUNICIPAL ATIVIDADES CARACTERÍSTICAS DA ATIVIDADE PORTE ESTÁGIO SUCESSIONAL (Conforme Resolução CONAMA 33/94) Manejo para uso alternativo do solo Supressão de vegetação nativa em estágio inicial para uso agropecuário em propriedades rurais Exploração de produtos e subprodutos florestais Outras modalidades de manejo Ampliação ou instalação de obras, empreendimentos e atividades em geral de utilidade pública ou interesse social consideradas de impacto local, pela legislação vigente. Supressão de vegetação nativa em estágio médio para uso agropecuário Área de manejo de até 80 % da área da propriedade, no limite máximo de 100 hectares. Área de manejo até 2 hectares restrito a pequenos produtores rurais, com propriedades até 50 hectares. Exploração eventual de árvores nativas para uso na Exploração de até 20 metros propriedade cúbicos de toras no período de 3 (três) anos (exceto as árvores com restrições legais). Corte de árvores nativas comprovadamente plantadas Aproveitamento de matéria-prima de árvores nativas atingidas por fenômenos naturais atípicos, mediante projeto de recuperação das áreas degradadas. Manejo de árvores nativas por danos continuados ao patrimônio ou causando risco de acidentes INICIAL Observação: Os Termos de Referência específicos, instituídos para cada atividade e em conformidade com a legislação pertinente, serão disponibilizados no site da SEMA. Todo Todo Todo Manejo de vegetação para a implantação ou Área da obra, empreendimento ampliação de obras ou atividades modificadoras do ou atividades até 5 hectares. meio ambiente, consideradas de utilidade pública ou interesse social. Loteamentos e edificações em Manejo de vegetação para implantação de áreas urbanas loteamentos e edificações. Área do empreendimento até 5 hectares. MÉDIO INICIAL/MÉDIO/AVANÇADO INICIAL/MÉDIO/AVANÇADO INICIAL/MÉDIO/AVANÇADO 2
3 CONCEITO PEQUENO PRODUTOR RURAL: Aquele que, residindo na zona rural, detenha a posse de gleba rural não superior a 50 hectares, explorando-a mediante o trabalho pessoal e de sua família, admitida a ajuda eventual de terceiros, bem como as posses coletivas de terra considerando-se a fração individual não superior a 50 hectares, cuja renda bruta seja proveniente de atividades ou usos agrícolas, pecuários ou silviculturais ou do extrativismo rural em 80% (oitenta por cento) no mínimo; 1. Supressão de vegetação nativa em estágio inicial de regeneração natural ou de formação florestal pura para uso agropecuário. Estágio Inicial de Regeneração (Res. CONAMA 033/94) Vegetação sucessora com fisionomia herbácea/arbustiva, apresentando altura média da formação até 03 (três) metros e Diâmetro a a Altura do Peito (DAP), menor ou igual a 08 (oito) centímetros, podendo eventualmente apresentar dispersos na formação, indivíduos de porte arbóreo; 3
4 1. Supressão de vegetação nativa em estágio inicial de regeneração natural ou de formação florestal pura para uso agropecuário. O corte poderá ser autorizado para vegetação sucessora formada por espécies nativas que constituem agrupamentos densos e puros, isto é aquela composta por espécies pioneiras que apresenta abundância relativa superior a 80% (MARICÁS, VASSOURAS, TIMBÓS, BRACATINGA, AROEIRAS, ESPINILHO). 1. Supressão de vegetação nativa em estágio inicial de regeneração natural ou de formação florestal pura para uso agropecuário. Restrições e condicionantes: Salvaguardar as APP s, de reserva legal e florestal. Proibido o corte raso com declividade superior a 25º. Preservação de exemplares imunes ao corte e ameaçadas de extinção. A propriedade deverá apresentar as APP s devidamente conservadas. Manutenção de, no mínimo, 20% da área total do imóvel como área de reserva legal. 4
5 1. Supressão de vegetação nativa em estágio inicial de regeneração natural ou de formação florestal pura para uso agropecuário. Medidas de mitigação e compensação: REPOSIÇÃO FLORESTAL OBRIGATÓRIA: 10 mudas por m st de lenha obtida, sendo o mínimo de 100 mudas. As áreas selecionadas para a reposição florestal deverão ter características semelhantes à de manejo. Poderão ser utilizadas, na compensação, espécies exóticas na proporção de 50%. 1. Supressão de vegetação nativa em estágio inicial de regeneração natural ou de formação florestal pura para uso agropecuário. PROPRIEDADES 25 ha ISENTAS DE TAXAS ISENTA DE RESPONSABILIDADE TÉCNICA 5
6 DOCUMENTOS NECESSÁRIOS: Requerimento em formulário próprio. Mapa, se existente, ou croqui da propriedade, indicando a localização da área de manejo com coordenadas. Cópia da matrícula do imóvel atualizada em 90 dias ou comprovante de posse. Pagamento de taxas para propriedades > 25 ha. Inventário fitossociológico da área de manejo. Levantamento volumétrico da vegetação a ser suprimida. ART, pela elaboração do laudo técnico e reposição obrigatória para propriedades > 25 ha. TRANSPORTE DA MATÉRIA PRIMA FLORESTAL O transporte regular da matéria-prima florestal resultante do manejo, até um consumidor cadastrado, somente deverá ser realizado pelo SISTEMA DOF informatizado, com emissão de um Documento de Origem Florestal DOF via internet e respectiva nota fiscal por carga. O PROPRIETÁRIO DEVERÁ POSSUIR CADASTRO TÉCNICO FEDERAL: - CATEGORIA: Uso de recursos naturais. - ATIVIDADE: Exploração econômica da madeira, lenha e subprodutos florestais. 6
7 COLETA DE LENHA SECA DE ÁRVORES NATIVAS PARA CONSUMO PRÓPRIO NA PEQUENA PROPRIEDADE OU POSSE RURAL. Independe de autorização. Exploração eventual de lenha, sem propósito comercial, para consumo doméstico. Coleta de 20 estéreos de lenha seca por ano. CONDIÇÃO Comunicação formal ao Órgão Ambiental. 3. Exploração eventual de árvores nativas para uso na propriedade Definição: Manejo para exploração eventual, sem propósito comercial, de exemplares nativos em áreas cobertas por vegetação secundária nos estágios médio e avançado de regeneração e ao corte de árvores nativas isoladas, num volume total de 20m³ a cada 3 anos, com assistência direta do Órgão Ambiental. EXCLUSIVA para pequenos produtores rurais. 7
8 3. Exploração eventual de árvores nativas para uso na propriedade Restrições e condicionantes: Licenciamento prévio do Órgão Ambiental competente. Prioridade para árvores caídas, isoladas ou danificadas por fenômenos naturais. Aproveitamento da matéria- prima para consumo na propriedade. Manutenção de, no mínimo, 8 (oito) espécimes por hectare de matrizes porta-sementes. Proibição de corte de exemplares situados em APP. 3. Exploração eventual de árvores nativas para uso na propriedade Restrições e condicionantes: Manutenção de árvores imunes ao corte. Proibição de exploração de espécies florestais incluídas nas listas oficiais de espécies da flora ameaçadas de extinção nacional e estadual. Identificação das árvores a serem manejadas com plaquetas numeradas. Necessidade de Documento de Origem Florestal- DOF no caso de transporte, com os volumes liberados por espécie florestal. 8
9 3. Exploração eventual de árvores nativas para uso na propriedade DOCUMENTOS NECESSÁRIOS: Requerimento em formulário próprio. Mapa, se existente, ou croqui da propriedade, com indicação da localização aproximada das árvores propostas para corte. Observação: Ficarão sob responsabilidade dos técnicos do órgão ambiental competente os dados de volume individual e total por espécie, previamente identificadas e numeradas, bem como a indicação das coordenadas geográficas ou UTM/DATUM SAD 69 dos indivíduos a serem licenciados. 3. Exploração eventual de árvores nativas para uso na propriedade DOCUMENTOS NECESSÁRIOS: Cópia da matrícula do imóvel atualizada em 90 dias ou comprovante de posse. Cópia do CPF do proprietário ou posseiro. Pagamento de taxas. Observação: Isento de taxas para até 2 árvores em propriedade até 25 hectares. 9
10 4. Supressão de vegetação nativa em estágio médio de regeneração natural CONDIÇÕES: ESTA MODALIDADE DE LICENCIAMENTO FLORESTAL É EXCLUSIVA PARA PEQUENOS PRODUTORES RURAIS E POPULAÇÕES TRADICIONAIS, QUANDO IMPRESCINDÍVEL À SUBSISTÊNCIA FAMILIAR, NO LIMITE MÁXIMO DE 2 (DOIS) HECTARES, CONFORME LEGISLAÇÃO VIGENTE. PROPRIEDADES 25 ha. ISENTAS DE TAXAS 4. Supressão de vegetação nativa em estágio médio de regeneração natural Restrições e condicionantes: Licenciamento prévio do Órgão Ambiental competente. Salvaguardar as APP s, de reserva legal e florestal. Proibido o corte raso com declividade superior a 25º Preservação de exemplares imunes ao corte e ameaçadas de extinção. A propriedade deverá apresentar as APP s devidamente conservadas. Área de Reserva Legal averbada. 10
11 4. Supressão de vegetação nativa em estágio médio de regeneração natural DOCUMENTOS NECESSÁRIOS: Requerimento em formulário próprio. Mapa, ou croqui da propriedade, indicando a localização da área de manejo com coordenadas. Cópia da matrícula do imóvel atualizada em 90 dias ou comprovante de posse. Pagamento de taxas para propriedades > 25 ha. Inventário fitossociológico da área a ser manejada, determinando os estágios da vegetação nativa, conforme Res. do CONAMA nº. 33/94, caracterizando a fitofisionomia vegetal elaborado com metodologia e suficiência amostral adequadas. 4. Supressão de vegetação nativa em estágio médio de regeneração natural Levantamento qualitativo e quantitativo da vegetação proposta para supressão Estimativa do volume da matéria-prima (lenha) florestal a ser gerada pela supressão. Levantamento individual das espécies de árvores consideradas imunes ao corte e ameaçadas de extinção. Metodologias de coleta e análise dos dados de campo. ART, referente ao inventário fitossociológico, do mapeamento e de projeto e execução das compensações ambientais. 11
12 5. Corte e aproveitamento de matéria-prima de árvores nativas danificadas por fenômenos naturais CONDIÇÃO OBRIGATÓRIA Execução de projeto de recuperação das áreas atingidas, com plantios e manutenções de árvores nativas das mesmas espécies da região, com aproveitamento do volume de matéria-prima florestal correspondente às árvores danificadas (caídas, quebradas ou descopadas) 5. Corte e aproveitamento de matéria-prima de árvores nativas danificadas por fenômenos naturais Projeto de Recuperação da Floresta Atingida. Coletivo - (encaminhado pela Prefeitura). Individual Restrições e condicionantes: O licenciamento fica definido como volume total contido na fração contínua da floresta onde ocorreu o dano por ação eólica 12
13 5. Corte e aproveitamento de matéria-prima de árvores nativas danificadas por fenômenos naturais Restrições e condicionantes: A matéria-prima florestal resultante do manejo da floresta degradada deverá ser estaleirada fora da floresta. Não devem ser licenciadas as árvores caídas que causarem impacto à vegetação circundante, bem como as situadas em APP s. Os dados atinentes à recuperação e caracterização da vegetação poderão ser apresentados posteriormente à emissão de Alvará. Restrições e condicionantes: Declaração de Calamidade Pública ou Situação de Emergência Municipal. Apresentação de dados individuais por propriedade. Não causar grandes impactos na floresta Não poderão ser licenciadas: as espécies imunes ao corte, localizadas em APP ou arroladas na Lista Oficial de Espécies Ameaçadas de Extinção Poderão ser licenciadas para desobstrução de cursos d água. Anotação de Responsabilidade Técnica ART de profissional habilitado de elaboração e execução do Projeto de recuperação da(s) área(s) degradada(s). 13
14 5. Corte e aproveitamento de matéria-prima de árvores nativas danificadas por fenômenos naturais Medidas de Mitigação e Compensação: Recuperação da área degradada, através de reflorestamento, condução da regeneração natural, adensamento e/ou enriquecimento da vegetação remanescente.. A recuperação dos estoques extraídos: adoção de práticas de condução da regeneração natural, enriquecimento e adensamento. 6. Corte de árvores nativas comprovadamente plantadas Exploração de volumes que 50 m 3 - (Isento ART) Exploração de volumes > que 50 m 3 Propriedades < 25 ha. (Isento de Taxas) Inventário Florestal: Os povoamentos deverão apresentar espaçamentos definidos Amostra de, no mínimo, 2 (duas) unidades de 400 m 2 /ha. OBS: O sub-bosque presente poderá ser licenciado 14
15 6. Corte de árvores nativas comprovadamente plantadas Restrições e condicionantes: Caso a floresta se localize em zona de amortecimento, faz-se necessário anuência da direção da DUC. Comprovação de plantio CIFPEN Declaração do proprietário quanto à vínculos a outros compromissos legais. Poderá ser solicitado o resgate de flora. Proibição de corte em APP s. 6.Corte de plantadas árvores nativas comprovadamente LEVANTAMENTO DENDROMÉTRICO DAS ÁRVORES REQUERIDAS PARA CORTE: Nº Nome da espécie/ Nome científico: DADOS DENDROMÉTRICOS INDIVIDUAIS DAP (em metros): Comprimento (em metros) Volume de TORAS (em m³) Volume de LENHA (em mst) OBS: PARA VOLUMES SUPERIORES A 50 M3, DESCREVER A METODOLOGIA DE AMOSTRAGEM UTILIZADA PARA O LEVANTAMENTO VOLUMÉTRICO. 15
16 TRANSPORTE DA MATÉRIA- PRIMA FLORESTAL O transporte regular da matéria-prima florestal resultante do manejo, até um consumidor cadastrado, somente deverá ser realizado pelo SISTEMA DOF informatizado, com emissão de um Documento de Origem Florestal DOF via internet e respectiva nota fiscal por carga. O PROPRIETÁRIO DEVERÁ POSSUIR CADASTRO TÉCNICO FEDERAL: - CATEGORIA: Uso de recursos naturais. - ATIVIDADE: Exploração econômica da madeira, lenha e subprodutos florestais. 7. Autorização para supressão, transplantes de espécies imunes. podas ou CÓDIGO FLORESTAL ESTADUAL LEI 9.519/92 ART FICA PROIBIDO, EM TODO O ESTADO, O CORTE DE: I - ESPÉCIES NATIVAS DE FIGUEIRA DO GÊNERO FICUS E DE CORTICEIRAS DO GÊNERO ERYTHRINA; II - EXEMPLARES DE ALGARROBOS (PROSOPIS NIGRA) E INHANDUVA (PROSOPIS AFFINIS). 16
17 7. Autorização para supressão, transplantes de espécies imunes. podas ou TRANSPLANTE Deverão ser obedecidos os critérios e exigências técnicas sobre a possibilidade do transplante e sua sobrevivência. Indicação do local do transplante com coordenadas. Descrição da metodologia de transplante. ART de profissional habilitado de elaboração do Laudo Técnico e assistência técnica para o manejo 7. Autorização para supressão, transplantes de espécies imunes. podas ou PODAS Descrição da metodologia de podas. Tratamentos fitossanitários indicados. ART de profissional habilitado de elaboração do Laudo Técnico e assistência técnica para o manejo. 17
18 7. Autorização para supressão, transplantes de espécies imunes. SUPRESSÃO podas ou Somente por inviabilidade de transplante, quando a medida for imprescindível à execução de obras de utilidade pública, sem alternativa locacional menos impactante. Apresentar cópia de Declaração de Utilidade Pública ou de Interesse Social para a obra, emitida pelo Poder Executivo Estadual. ART de profissional habilitado de elaboração do Laudo Técnico. FORMULÁRIO PARA ALVARÁ DE SUPRESSÃO DE VEGETAÇÃO NATIVA EM ESTÁGIO INICIAL DE REGENERAÇÃO NATURAL OU DE FORMAÇÃO FLORESTAL PURA PARA USO AGROPECUÁRIO R E Q U E R I M E N T O Ao Departamento de Florestas e Áreas Protegidas - DEFAP, O requerente, PROPRIETÁRIO DO IMÓVEL, abaixo identificado: Nome Completo / Razão Social *: CPF/CNPJ n.º*: Requer ALVARÁ DE LICENCIAMENTO DE SERVIÇOS FLORESTAIS para SUPRESSÃO DE VEGETAÇÃO NATIVA EM ESTÁGIO INICIAL DE REGENERAÇÃO NATURAL OU DE FORMAÇÃO FLORESTAL PURA PARA USO AGROPECUÁRIO, em área de sua propriedade, tendo como base os dados abaixo informados. Declaro, para os devidos fins, que a vegetação requerida para corte e supressão não se situa em áreas consideradas de preservação permanente e área de reserva legal; que não possuo débitos oriundos de infrações ambientais e de reposição florestal junto aos órgãos ambientais competentes e que o manejo, caso aprovado, respeitará o estabelecido no Alvará de Licenciamento de Serviços Florestais, incluindo manutenção das áreas de importância ecológica protegidas de RESERVA LEGAL e de PRESERVAÇÃO PERMANENTE, conforme legislação vigente. Nestes termos, Pede deferimento., de de Assinatura do Proprietário ou Representante Legal do(s) proprietário(s) requerente(s) Nome Completo Legível CPF 18
19 FORMULÁRIO PARA ALVARÁ DE SUPRESSÃO DE VEGETAÇÃO NATIVA EM ESTÁGIO INICIAL DE REGENERAÇÃO NATURAL OU DE FORMAÇÃO FLORESTAL PURA PARA USO AGROPECUÁRIO ORIENTAÇÃO PARA O PREENCHIMENTO DESTE FORMULÁRIO: DEFAP A) Todos os campos do formulário deverão ser preenchidos. B) Apresentar toda a documentação solicitada no Anexo I. C) O órgão florestal poderá solicitar estudos complementares e documentação adicional quando julgar necessário. IDENTIFICAÇÃO DO PROPRIETÁRIO(S) DO IMÓVEL: Nome Completo / Razão Social *: CPF/ CNPJ *nº: End.: Rua/Av *: n *: Bairro *: CEP *: Município *: Telefone *: ( ) FAX *: ( ) End. p/ correspondência: Rua / Av *: n *: Bairro *: CEP *: Município *: Contato - Nome *: Cargo *: Telefone p/ contato*: ( ) FAX: ( ) REPRESENTANTE LEGAL (SE HOUVER): Nome Completo / Razão Social *: CPF *nº: End.: Rua/Av *: n *: Bairro *: CEP *: Município *: Telefone *: ( ) FAX *: ( ) End. p/ correspondência: Rua / Av *: n *: Bairro *: CEP *: Município *: IDENTIFICAÇÃO DA PROPRIEDADE: 3.1. Dados da propriedade (exceto quanto área pública ou servidão): Denominação do imóvel INCRA Nº da Matrícula no Cartório de Registro de Imóveis Comarca do Município de Área total registrada Distrito/ Localidade/ Linha ou Endereço Município 3.2. Roteiro de acesso: percurso a partir da sede do município ou pontos de referência de fácil localização, com indicação das distâncias em quilômetros até o local FORMULÁRIO PARA ALVARÁ DE SUPRESSÃO DE VEGETAÇÃO NATIVA EM ESTÁGIO INICIAL DE REGENERAÇÃO NATURAL OU DE FORMAÇÃO FLORESTAL PURA PARA USO AGROPECUÁRIO DEFAP 3.3. Quanto às coordenadas geográficas: As coordenadas geográficas deverão ser obtidas com Receptor GPS, com as seguintes configurações: Formato das coordenadas geográficas: em graus decimais, com, no mínimo, 5 (cinco) casas após o ponto no sistema geodésico (Datum) SAD-69. Informamos que as coordenadas geográficas, no Rio Grande do Sul, variam de -26 a -34 para Lat e de -49 a -58 para Long. Exemplo de leitura: Somente graus (dd.dddddº) Lat. (φ) Observação: As coordenadas deverão indicar ponto localizado dentro da área de manejo. Coordenadas geográficas (Lat/Long) no Sistema Geodésico, SAD-69 em graus decimais (hd,ddddddº) Lat. -. Long (λ) -. (φ) 3.4. Quanto à existência de licenciamento florestal na propriedade - (...) Primeiro licenciamento florestal na propriedade (...) Já realizou outro licenciamento florestal na propriedade DADOS DA ÁREA DE MANEJO E DA VEGETAÇÃO A SER SUPRIMIDA: 4.1. Quanto à vegetação a ser manejada - MARCAR com (X): (...) Supressão de sub-bosque de florestas plantadas (...) Formação florestal pura (...) Vegetação em estágio inicial de regeneração (...) Outras: especificar 4.2. Área Total Proposta para Supressão: HECTARES 4.3. Nome das principais espécies vegetais existentes : 4.4. Altura Média da Vegetação: METROS 4.5. Volume Total Aproximado de LENHA ESTÉREO(S) 19
20 4.6. Quanto à justificativa para o manejo - MARCAR com (X): (...) Implantação de lavoura com cultivos anuais (...) Implantação de fruticultura (...) Uso para atividade de pecuária (pastagens nativas) (...) Outras: especificar FORMULÁRIO PARA ALVARÁ DE SUPRESSÃO DE VEGETAÇÃO NATIVA EM ESTÁGIO INICIAL DE REGENERAÇÃO NATURAL OU DE FORMAÇÃO FLORESTAL PURA PARA USO AGROPECUÁRIO QUANTO AO DESTINO DA MATÉRIA-PRIMA FLORESTAL (LENHA) - MARCAR COM (X): DEFAP (...) Consumo próprio na propriedade (...) Transporte para um destinatário cadastrado NESSE CASO, APÓS O CORTE, DEVERÁ SER INFORMADO VOLUME TOTAL DE LENHA GERADO, PARA HOMOLOGAÇÃO DO AUTEX NO SISTEMA DOF, POR PARTE DO ÓRGÃO LICENCIADOR, CONFORME LEGISLAÇÃO VIGENTE O TRANSPORTE REGULAR DAS TORAS E LENHA DE ÁRVORES NATIVAS LICENCIADAS, ATÉ UM CONSUMIDOR/BENEFICIADOR CADASTRADO, SOMENTE DEVERÁ SER REALIZADO PELO SISTEMA DOF INFORMATIZADO, COM EMISSÃO DE UM DOCUMENTO DE ORIGEM FLORESTAL DOF VIA INTERNET E RESPECTIVA NOTA FISCAL POR CARGA. O PROPRIETÁRIO DEVERÁ POSSUIR CADASTRO TÉCNICO FEDERAL - CTF: - CATEGORIA: Uso de recursos naturais - ATIVIDADE: Exploração econômica da madeira, lenha e subprodutos florestais MEDIDAS PROPOSTAS DE COMPENSAÇÃO FLORESTAL - MARCAR COM (X): (...) (...) Restauração de áreas de preservação permanente, através de adensamento, enriquecimento, condução de regeneração natural ou reflorestamento Plantio e manutenção de mudas de árvores nativas da região, conforme o alvará de licenciamento Informar a área beneficiada em hectares: indicar o local do plantio: (...) Isolamento das áreas em processo de regeneração natural com cercas aramadas, visando evitar o acesso de animais domésticos. (...) Outras medidas: especificar: FORMULÁRIO PARA ALVARÁ DE SUPRESSÃO DE VEGETAÇÃO NATIVA EM ESTÁGIO INICIAL DE REGENERAÇÃO NATURAL OU DE FORMAÇÃO FLORESTAL PURA PARA USO AGROPECUÁRIO DEFAP CRONOGRAMA DE EXECUÇÃO DO PROJETO OBSERVAÇÕES DO RESPONSÁVEL TÉCNICO IDENTIFICAÇÃO DO RESPONSÁVEL TÉCNICO ( isento para imóveis até 25 hectares ). Nome Completo: CPF nº Nº Registro Profissional : Profissão: ART de projeto e execução nº: End.: Rua/Av: n : Bairro: CEP *: Município *: Telefone: ( ) Fax: ( ) Telefone Celular: ( ) Nome da empresa: CNPJ Nº Registro da Empresa: 20
21 ANEXO I Esta folha deve ser entregue no setor de triagem junto com os demais documentos abaixo listados. 1 Requerimento preenchido conforme página inicial deste formulário. C 2 Cópia do Cartão do CNPJ/CPF do proprietário, do empreendedor e do representante legal, quando houver. Guia de Arrecadação GA original, comprovante do recolhimento da Taxa ao FUNDEFLOR (código 184), no valor constante na Lei de Taxas de Serviços Diversos, emitida pelo site da Secretaria da Fazenda (link: Guia de Arrecadação Demais Códigos da Receita) Observação: Isento para imóveis até 25 hectares. Anotação de Responsabilidade Técnica ART de profissional habilitado referente ao inventário fitossociológico da 4 área a ser manejada, do mapeamento e de projeto e execução das compensações ambientais. Inventário Florestal -Laudo técnico de avaliação da área, com data e assinatura do responsável técnico, contendo as seguintes informações: Área total da propriedade (em ha). Área total a ser manejada(em ha). Inventário fitossociológico da área a ser manejada, determinando os estágios de regeneração 5 (sucessionais) da vegetação nativa, conforme Resolução do CONAMA nº 33/94, caracterizando a fitofisionomia vegetal elaborado com metodologia e suficiência amostral adequadas. Levantamento qualitativo e quantitativo da vegetação proposta para supressão Estimativa do volume da matéria-prima (lenha) florestal a ser gerada pela supressão. Levantamento individual das espécies de árvores consideradas imunes ao corte e ameaçadas de extinção. Metodologias de coleta e análise dos dados de campo. Mapeamento: Mapa, se existente, ou croqui da propriedade, com localização da área de manejo proposto para a supressão 6 (com coordenadas geográficas dos vértices da área objeto de supressão de vegetação - latitude/longitude em grau, minutos e segundos ou UTM/DATUM SAD 69), com data e assinatura do responsável técnico. 7 Fotografias ilustrativas da vegetação a ser manejada, quando possível. 8 9 Cópia da Certidão da Matrícula do imóvel, atualizada em até 90 dias, no Registro de Imóveis. Observações: Nos casos de Posse a Justo Título e Posse por Simples Ocupação, o requerente deverá apresentar como comprovante da posse do imóvel: Cópia do Certificado de Cadastro de Imóvel Rural CCIR do INCRA e comprovante de pagamento do último ITR (ano anterior). Em caso de inexistência de um dos documentos, deverá ser apresentado Declaração de Posse expedida pela Prefeitura Municipal, conforme Instrução Normativa DEFAP/SEMA Nº 02/2006. Proposta para delimitação da área de Reserva Legal, conforme legislação vigente. OBSERVAÇÃO: MANUTENÇÃO DE, NO MÍNIMO, 20% DA ÁREA TOTAL DO IMÓVEL COMO ÁREA DE RESERVA LEGAL, ONDE NÃO É PERMITIDA A SUPRESSÃO DE VEGETAÇÃO NATIVA POR CORTE RASO E USO COM LAVOURAS ANUAIS, CONFORME LEGISLAÇÃO VIGENTE. Ao Departamento de Florestas e Áreas Protegidas - DEFAP, COMUNICAÇÃO DE COLETA DE LENHA SECA DE ÁRVORES NATIVAS PARA CONSUMO PRÓPRIO NA PEQUENA PROPRIEDADE OU POSSE RURAL DEFAP O PROPRIETÁRIO DO IMÓVEL, abaixo identificado: Nome Completo *: CPF *nº.: End.: Rua/Av. *: n *: Bairro *: CEP *: Município *: Telefone *: ( ) FAX *: ( ) Comunica ao órgão ambiental competente, A COLETA DE LENHA SECA DE ÁRVORES NATIVAS PARA USO DOMÉSTICO, SEM PROPÓSITO COMERCIAL DIRETO OU INDIRETO, em área de sua propriedade, tendo como base os dados abaixo informados: Dados da propriedade (exceto quanto área pública ou servidão): Denominação do imóvel (INCRA) Nº. da Matrícula no Cartório de Registro de Imóveis Comarca do Município de Área total registrada Distrito/ Localidade/ Linha ou Endereço Município Roteiro de acesso: percurso a partir da sede do município ou pontos de referência de fácil localização, com indicação das distâncias em quilômetros até a propriedade. Volume de Lenha Coletada: Local de Depósito Final da Lenha ESTÉREOS Carimbo do Órgão Ambiental Competente: Nestes termos, pede deferimento., de de Assinatura do Proprietário ou Representante Legal do(s) proprietário(s) requerente(s) Nome Completo Legível CPF RECEBIDO EM: ESTE COMUNICADO TERÁ VALIDADE DE 1 (UM) ANO A PARTIR DA DATA DO PROTOCOLO 21
22 DEPARTAMENTO DE FLORESTAS ÁREAS PROTEGIDAS Fone DLF: (51)
FORMULÁRIOS PARA AUTORIZAÇÃO DE RECUPERAÇÃO OU RESTAURAÇÃO DE ÁREAS PROTEGIDAS COM SUPRESSÃO DE ESPÉCIES EXÓTICAS
CONDIÇÃO OBRIGATÓRIA EXECUÇÃO DE PROJETO DE RECUPERAÇÃO DAS ÁREAS CONSIDERADAS DE PRESERVAÇÃO PERMANENTE ATINGIDAS COM PLANTIOS E MANUTENÇÃO DE ÁRVORES NATIVAS DA REGIÃO E/OU CONDUÇÃO DA REGENERAÇÃO NATURAL,
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