TRATAMENTOS TÉRMICOS E TERMO - QUÍMICOS
|
|
|
- Salvador Sacramento Beltrão
- 10 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 TRATAMENTOS TÉRMICOS E TERMO - QUÍMICOS
2 Tratamentos térmicos e termo-químicos Recozimento Normalização Têmpera Revenimento Cementação Nitretação
3 Tratamentos Térmicos Operações de aquecimento de um material a uma dada temperatura e esfriamento após certo tempo, em condições controladas, com a finalidade de dar ao material propriedades especiais. São executados por alteração da velocidade de esfriamento e da temperatura de aquecimento ou da temperatura a que são esfriados ou de ambos.
4 Possibilidade de Tratamento Devido a: Térmico Recristalização Modificação de fase
5 Recristalização Ocorre para os materiais e ligas a diferentes temperaturas. Deve apresentar um mínimo de encruamento e ser aquecido à temperatura adequada.
6 Modificação de fase Ocorre em muitas ligas metálicas com a temperatura, no estado sólido.
7 Ligas que podem ser tratadas - I Ligas com eutetóide e modificação de fase Ferro-Carbono Cobre-Alumínio Cobre-Estanho
8 Ligas que podem ser tratadas - II Ligas com modificação de solubilidade Ferro-Carbono Alumínio-Cobre Cobre-Prata Cobre-Cromo
9 Curvas TTT - construção
10 Curva TTT - exemplo
11 Fatores que influenciam as curvas TTT Composição química Em geral, com o aumento do teor de carbono, a curva desloca-se para a direita (com exceção do Co, os elementos de liga agem como o carbono) Tamanho de grão Quanto maior o tamanho de grão, mais demorada será a transformação total da austenita, deslocando a curva para a direita
12 Influência da composição química
13 Tamanho de grão austenítico O material com granulação grosseira apresenta em geral propriedades inferiores às do mesmo material com granulação fina, à temperatura ambiente. É determinado por comparação direta ao microscópio metalográfico
14 Fatores de influência no TT Velocidade de aquecimento Temperatura de tratamento Encharque Velocidade de esfriamento Atmosfera do forno
15 Curvas de esfriamento contínuo São as curvas onde se obtém as estruturas finais dos materiais tratados termicamente
16 Recozimento I Finalidade regularizar a estrutura bruta de fusão, possibilitando maior homogeneidade aos materiais fundidos. regularizar as estruturas de materiais deformados a frio, regularizando ou eliminando tensões existentes
17 Recozimento II Finalidade regularizar a estrutura proveniente de tratamentos térmicos anteriores remover tensões devidas a irregularidades no resfriamento de diferentes partes de peças eliminação de impurezas gasosas
18 Recozimento III Método aquecimento do material até uma temperatura acima da sua zona crítica, mantendo-o nessa temperatura para homogeneização e resfriando lentamente.
19 Recozimento IV
20 Recozimento V Tempo de permanência (encharque) aços carbono: ~ 20 min. por centímetro de espessura. aços liga: ~ 30 min. por centímetro de espessura.
21 Recozimento VI Resfriamento lento, no interior do forno desligado, de preferência. quanto menor o teor de carbono, mais rápido pode ser efetuado o resfriamento (retirado do forno e mergulhado em areia, cinza, cal) ou em ar parado. velocidade de ~50ºC por hora
22 Recozimento VII Cuidados no recozimento controle do tempo de aquecimento controle de tempo e temperatura de tratamento apoio das peças no forno controle da atmosfera do forno
23 Recozimento VIII Aplicações peças fundidas peças encruadas
24 Recozimento IX
25 Normalização I Finalidade uniformizar e refinar a granulação. é obtida uma melhor homogeneização do que o recozimento pois a temperatura de tratamento é mais alta. a granulação mais fina é conseguida no resfriamento mais rápido.
26 Normalização II Método aquecimento de um aço a temperaturas acima da sua zona crítica, mantendo-o nessa temperatura para homogeneização e resfriamento ao ar.
27 Normalização III Aplicações peças fundidas peças forjadas peças de grandes dimensões
28 Normalização IV
29 Têmpera - I Objetivos: Aumentar a dureza Aumentar a resistência mecânica Conseqüências: Diminuição da ductilidade Aumento da fragilidade Aumento da resistência ao desgaste
30 Têmpera - II Método: Aquecimento a temperatura acima da zona crítica Manutenção à temperatura de tratamento para homogeneização Resfriamento brusco - fator mais importante, que influenciará nas propriedades finais do material - de forma a obter-se estrutura martensítica
31 Têmpera - III Aquecimento Aços hipoeutetóides: A temperatura deve, para cada caso, estar acima da linha de transformação completa (austenitização plena) - somente aços com %C > 0,4 Aços eutetóides e hiperutetóides A temperatura deve estar acima de 723 o C (+50 o C)
32 Têmpera - IV
33 Têmpera - V O tempo de homogeneização deve ser o suficiente para a completa austenitização do material. O tratamento deve ser realizado em atmosfera controlada para evitar-se a descarbonetação superficial, muito prejudicial ao material
34 Têmpera - VI Resfriamento O mais rápido possível, desde que não interfira ou prejudique o material ou a peça (velocidade crítica de resfriamento) É realizado em meios tais como: água óleo salmoura
35 Têmpera - VII Meio de resfriamento Intensidade relativa Água a 20 o C 1,0 Água a 40 o C 0,7 Água a 80 o C 0,2 Solução de 10% 3,0 Solução de 50% 2,0 Óleo mineral 20~200 o C 0,3
36 Têmpera - VIII Temperabilidade Capacidade do material ser endurecido a certa profundidade Endurecibilidade Susceptibilidade do material desenvolver estrutura martensítica
37 Têmpera - IX Ensaio de Temperabilidade Jominy Consiste em temperar pela base, por meio de jato de água, em dispositivo apropriado, um corpo de prova padrão; após o tratamento térmico, medições de dureza são realizadas ao longo do comprimento (verificando-se a diminuição da dureza ao longo do comprimento).
38 Têmpera - X Corpo de prova do ensaio Jominy
39 Têmpera - XI
40 Têmpera - XII CP Jominy preparado para as medições de dureza
41 Têmpera - XIII Ensaio de endurecibilidade Grosmann Consiste em submeter à têmpera diversos corpos de prova, do mesmo material, porém de diâmetros diferentes, submetendo-os a análise metalográfica (ou ensaios de dureza) com a finalidade de determinar o diâmetro crítico. Diâmetro crítico: é aquele que não apresenta o centro sem estar temperado (critério de 50%)
42 Têmpera - XIV Têmpera superficial: realizada somente na superfície de peças acabadas (ou com pequeno sobremetal) Objetivo: Aumento da dureza superficial, mantendo um núcleo dúctil
43 Revenido - I Consiste no tratamento térmico após a têmpera, a temperaturas inferiores às críticas, seguido de resfriamento lento, efetivando alívio de tensões Objetivo: Minimizar os efeitos das altas durezas (alta fragilidade) Homogeneização da estrutura martensítica
44 Revenido - II Temperatura de tratamento: entre 100 o C e 650 o C Tempo de permanência: Parâmetro importante pois dele (e da velocidade de resfriamento) dependerá as propriedades finais do material Resfriamento: Normalmente realizado em óleo
45 Revenido - III Fragilidade Alguns aços apresentam após o revenimento, certa fragilidade, principalmente quando a temperatura de tratamento é da ordem de 270 o C A correção deste tipo de problema pode ser feita por sub-resfriamento ou por duplo revenimento
46 Cementação - I Tratamento termo-químico que consiste em aumentar-se o teor de carbono na superfície do material, mantendo-se um núcleo dúctil Consiste no aquecimento e manutenção do material a altas temperaturas, em atmosfera rica em carbono (meio sólido, líquido ou gasoso), ocorrendo a difusão do carbono da superfície para o centro da peça
47 Cementação - II Materiais para cementação Aços com teor de carbono até 0,2%, podendo o material possuir na sua composição Mn,, Al, V, Si, Ni e Cr (esses últimos com a finalidade de facilitar a têmpera) Temperatura de tratamento Entre 850 o C e 1000 o C
48 Cementação - III Profundidade de cementação Varia com a temperatura de tratamento e o tempo de permanência a essa temperatura entre 0,01 até no máximo 3,0mm Cementação parcial Uma cobertura de cobre depositado eletroliticamente possibilita a cementação das partes não cobertas
49 Cementação - IV Profundidade da camada cementada em função do tempo de permanência 920 Termperatura, [ºC] ,5 1 1,5 2 2,5 3 3,5 2h 3h 4h 5h Profundidade, [mm]
50 Cementação - V Resfriamento Em geral, as peças são resfriadas ao ar Tratamentos posteriores Normalização Têmpera (de acordo com a constituição da parte periférica)
51 Cementação - V O controle da profundidade é em geral realizado com corpos de prova colocados junto às peças (de mesmo material das mesmas), que são retirados de tempos em tempos para confirmação Processo dispendioso pois o consumo de energia e mão de obra é alto
52 Nitretação - I Objetiva o endurecimento superficial de aços por absorção de nitrogênio É realizado em fornos com atmosfera controlada, rica em Nitrogênio (em geral NH 3 )
53 Vantagens Nitretação - II A temperatura de tratamento é inferior à da cementação As peças apresentam-se nas dimensões e acabamento finais Desvantagens O tempo de permanência é grande A espessura da camada cementada é muito pequena
54 Nitretação - III Tempo, [h] Espessura, [mm] 10 0,1 25 0,2 40 0,3 50 0,4 Influência do tempo de nitretação para um aço ao cromo 65 0,5 96 0,8
55 Nitretação - IV Aços para nitretação São utilizados aços com teores de carbono entre 0,13 e 0,40%, podendo ter adições de alumínio (essencial), cromo, silício, tungstênio e vanádio. Tratamentos térmicos anteriores Têmpera e revenido
56 Nitretação - V Nitretação parcial As partes das peças que não se queira tratar são cobertas por estanho ou liga estanho-chumbo (80-20) Podem ser cobertas com cobre (com espessuras entre 0,01 e 0,02mm) Controle da camada nitretada Semelhante ao controle de camada cementada
CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE SÃO PAULO CEFET-SP. Tecnologia Mecânica
CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE SÃO PAULO CEFET-SP Tecnologia Mecânica Tratamentos térmicos e termo-químicos Recozimento Normalização Têmpera Revenimento Cementação Nitretação Tratamentos Térmicos
Tratamentos térmicos. 1. Introdução
Universidade Estadual do Norte Fluminense Centro de Ciências e Tecnologias Agropecuárias Laboratório de Engenharia Agrícola EAG 3204 Mecânica Aplicada * Tratamentos térmicos 1. Introdução O tratamento
TECNOLOGIA MECÂNICA. Aula 08. Tratamentos Térmicos das Ligas Ferrosas (Parte 2) Tratamentos Termo-Físicos e Termo-Químicos
Aula 08 Tratamentos Térmicos das Ligas Ferrosas (Parte 2) e Termo-Químicos Prof. Me. Dario de Almeida Jané Tratamentos Térmicos Parte 2 - Introdução - - Recozimento - Normalização - Têmpera - Revenido
UNIVERSIDADE SALGADO DE OLIVEIRA Campus RECIFE. Curso: Engenharia de Produção Disciplina: Materiais para Produção Industrial
UNIVERSIDADE SALGADO DE OLIVEIRA Campus RECIFE Curso: Disciplina: Aula 5 Tratamento Térmico Tratamento Térmico O tratamento térmico pode ser definido de forma simples como um processo de aquecimento e/ou
TECNOLOGIA DOS MATERIAIS
TECNOLOGIA DOS MATERIAIS Aula 7: Tratamentos em Metais Térmicos Termoquímicos CEPEP - Escola Técnica Prof.: Transformações - Curva C Curva TTT Tempo Temperatura Transformação Bainita Quando um aço carbono
AÇOS. Construção Mecânica
AÇOS Construção Mecânica SÃO CERCA DE 10.000 TONELADAS EM AÇOS E METAIS A PRONTA ENTREGA GGD 10 Composição Química C Mn Si Cr Al P S 0,17 0,24 0,18 0,23 0, 0,60 0,60 0,90 0, máx 0,15 0, ----- --- 0, 0,
Instituto de Ciências Exatas e Tecnologia (ICET)
Instituto de Ciências Exatas e Tecnologia (ICET) Tratamentos Térmicos Ciência dos Materiais Prof. Alcindo Danilo Oliveira Mendes 340.261-4 EP6P01 2009 2 Sumário SUMÁRIO...2 1. INTRODUÇÃO...3 1.1 TÊMPERA...6
1. Difusão. A difusão só ocorre quando houver gradiente de: Concentração; Potencial; Pressão.
1. Difusão Com frequência, materiais de todos os tipos são tratados termicamente para melhorar as suas propriedades. Os fenômenos que ocorrem durante um tratamento térmico envolvem quase sempre difusão
AÇOS ESTRUTURAIS. Fabio Domingos Pannoni, M.Sc., Ph.D. 1
ESTRUTURAIS Fabio Domingos Pannoni, M.Sc., Ph.D. 1 INTRODUÇÃO Dentre os materiais encontrados no nosso dia-a-dia, muitos são reconhecidos como sendo metais, embora, em quase sua totalidade, eles sejam,
TRATAMENTOS TÉRMICOS DOS AÇOS.
TRATAMENTOS TÉRMICOS DOS AÇOS. 1.Curvas de transformação contínua para os aços. as curvas ttt (tempo-temperatura-transformação) dos aços eram obtidas antigamente pelo método metalográfico. hoje em dia
Os tratamentos termoquímicos. micos
Os tratamentos termoquímicos micos Os tratamentos termoquímicos micos Turma 6821 Arthur Galvão, Fábio F Borges, Israel Lima e Vitor Alex Tratamentos Termoquímicos? micos? são os tratamentos que visam o
Materiais Aço Inox /Aço Carbono
Materiais Aço Inox /Aço Carbono DEFINIÇÕES DOS AÇOS Aço Carbono: Uma liga ferrosa em que o carbono é o principal elemento de liga. Aço Inoxidável: Uma liga de aço altamente resistente a corrosão em uma
Tratamento Térmico. Profa. Dra. Daniela Becker
Tratamento Térmico Profa. Dra. Daniela Becker Diagrama de equilíbrio Fe-C Fe 3 C, Fe e grafita (carbono na forma lamelar) Ligas de aços 0 a 2,11 % de C Ligas de Ferros Fundidos acima de 2,11% a 6,7% de
CAMPUS REGIONAL DE RESENDE ENGENHARIA DE PRODUÇÃO ÊNFASE EM PRODUÇÃO MECÂNICA
UERJ CAMPUS REGIONAL DE RESENDE ENGENHARIA DE PRODUÇÃO ÊNFASE EM PRODUÇÃO MECÂNICA CAPÍTULO 8: AÇOS PARA CONSTRUÇÃO MECÂNICA DEPARTAMENTO DE MECÂNICA MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO MECÂNICA IV PROF. ALEXANDRE
AULA 6: MATERIAIS METÁLICOS
UNIVERSIDADE ESTADUAL DE FEIRA DE SANTANA CURSO DE ENGENHARIA CIVIL DEPARTAMENTO DE TECNOLOGIA MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO I E (TEC 156) AULA 6: MATERIAIS METÁLICOS Profª. Cintia Maria Ariani Fontes 1 MATERIAIS
TRATAMENTOS TÉRMICOS DOS AÇOS
Tratamentos térmicos dos aços 1 TRATAMENTOS TÉRMICOS DOS AÇOS Os tratamentos térmicos empregados em metais ou ligas metálicas, são definidos como qualquer conjunto de operações de aquecimento e resfriamento,
endurecíveis por precipitação.
Introdução Tipos de Aços Inoxidáveis Aço inoxidável é o nome dado à família de aços resistentes à corrosão e ao calor contendo no mínimo 10,5% de cromo. Enquanto há uma variedade de aços carbono estrutural
ENSAIO DE DUREZA EM-641
ENSAIO DE DUREZA DEFINIÇÃO: O ensaio de dureza consiste na aplicação de uma carga na superfície do material empregando um penetrador padronizado, produzindo uma marca superficial ou impressão. É amplamente
Tratamentos Térmicos [7]
[7] Finalidade dos tratamentos térmicos: ajuste das propriedades mecânicas através de alterações da microestrutura do material. alívio de tensões controle da dureza e resistência mecânica usinabilidade
Tratamentos térmicos dos aços
Tratamentos térmicos dos aços Recozimento Aquecimento a Trec., seguido de arrefecimento lento Rec. relaxação de tensões Rec. esferoizidação Rec. completo Normalização Rec. após deformação plástica Têmpera
CAMPUS REGIONAL DE RESENDE ENGENHARIA DE PRODUÇ ÃO ÊNFASE EM PRODUÇ ÃO MECÂNICA
UERJ CAMPUS REGIONAL DE RESENDE ENGENHARIA DE PRODUÇ ÃO ÊNFASE EM PRODUÇ ÃO MECÂNICA CAPÍTULO 6: TRATAMENTOS TÉRMICOS E TERMOQUÍMICOS DEPARTAMENTO DE MECÂNICA E ENERGIA MATERIAIS DE CONSTRUÇ ÃO MECÂNCA
UM ENSAIO DO PROCESSO DE RECOZIMENTO PLENO
UM ENSAIO DO PROCESSO DE RECOZIMENTO PLENO Anderson Fanchiotti da Silva, Deyvson Martins Fanti, Diego Serra, Everton Moreira Chaves, Fabiano Botassoli, Hedylani N. F. Corsini, Patrik Mantovani de Oliveira,
Tratamento térmico. A.S.D Oliveira
Tratamento térmico Porque fazer Tratamentos Térmicos? Modificação de propriedades sem alterar composição química, pela modificação da microestrutura Sites de interesse: www.infomet.com.br www.cimm.com.br
Escola Politécnica de Pernambuco Departamento de Ensino Básico PROGRAMA
PROGRAMA Disciplina: MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO MECÂNICA Código: MECN0039 Carga Horária Semestral: 45 HORAS Número de Créditos: TEÓRICOS: 00; PRÁTICOS: 03; TOTAL: 03 Pré-Requisito: MECN0004 CIÊNCIA DOS MATERIAIS
AISI 420 Tratamento Térmico e Propriedades. InTec 012. 1. Introdução
1. Introdução Este texto tem por objetivo discutir importantes aspectos da seleção de temperaturas de têmpera e revenimento das diferentes marcas para o aço AISI 420 em função das propriedades mecânicas
Soldadura do cobre e suas ligas
Soldadura do cobre e suas ligas As principais ligas são os latões (Cu-Zn) e os bronze-alum alumínios (Cu-Al) A maior dificuldade que surge na soldadura dos cobres está relacionada com a presença de óxido
Previsão da vida em fadiga de aços inoxidáveis dúplex SAF 2205 e SAF 2507.
Projeto de iniciação científica Previsão da vida em fadiga de aços inoxidáveis dúplex SAF 2205 e SAF 2507. Relatório final. Bolsista: Gustavo H. B. Donato e-mail:[email protected] Orientador: Prof.
Prof. Casteletti. MRG Medidas e Representações Gráficas
MRG Medidas e Representações Gráficas Classificação e características dos materiais Escolha do material X Produto Avaliar o material: -suas qualidades mecânicas; -custo. Página 133 Classificação e características
Mecânica Tratamentos Térmicos
CPM - Programa de Certificação de Pessoal de Manutenção Mecânica Tratamentos Térmicos SENAI Departamento Regional do Espírito Santo 3 Tratamentos Térmicos - Mecânica SENAI - ES, 1997 Trabalho realizado
Tubos Redondos 11 22070781
1 Tubos Redondos 11 22070781 Bitola (D) Bitola (D) Espessura Teórico Bitola (D) Bitola (D) Espessura Teórico Bitola (D) Bitola (D) Espessura Teórico Bitola (D) Bitola (D) Espessura Teórico da parede barra
Conformação dos Metais Prof.: Marcelo Lucas P. Machado
Conformação dos Metais Prof.: Marcelo Lucas P. Machado INTRODUÇÃO Extrusão - processo no qual um tarugo de metal é reduzido em sua seção transversal quando forçado a fluir através do orifício de uma matriz,
Características do processo
SOLDAGEM POR OXIGÁS Processo de soldagem que utiliza o calor gerado por uma chama de um gás combustível e o oxigênio para fundir o metal-base e o metal de adição A temperatura obtida através da chama é
Aula 17 Projetos de Melhorias
Projetos de Melhorias de Equipamentos e Instalações: A competitividade crescente dos últimos anos do desenvolvimento industrial foi marcada pela grande evolução dos processos produtivos das indústrias.
Classificação dos materiais. Profa. Daniela Becker
Classificação dos materiais Profa. Daniela Becker Classificação dos materiais A classificação tradicional dos materiais é geralmente baseada na estrutura atômica e química destes. Classificação dos materiais
REDUÇÃO NO CONSUMO DE HIDROGÊNIO EM FORNOS DE RECOZIMENTO TIPO SINO UTILIZANDO A CURVA DE DESTILAÇÃO DO ÓLEO DE LAMINAÇÃO.
REDUÇÃO NO CONSUMO DE HIDROGÊNIO EM FORNOS DE RECOZIMENTO TIPO SINO UTILIZANDO A CURVA DE DESTILAÇÃO DO ÓLEO DE LAMINAÇÃO. Fernando Kawata Julia Ferrari Pompeo Ricardo Alves Almeida Carlos Roberto Gianini
USO DA INDUÇÃO ELETROMAGNÉTICA NO TRATAMENTO TÉRMICO DE FERRAMENTAS DE PENETRAÇÃO DE SOLOS: AUMENTO DO DESEMPENHO OPERACIONAL E DA DE DURABILIDADE
USO DA INDUÇÃO ELETROMAGNÉTICA NO TRATAMENTO TÉRMICO DE FERRAMENTAS DE PENETRAÇÃO DE SOLOS: AUMENTO DO DESEMPENHO OPERACIONAL E DA DE DURABILIDADE Ramos, Daniela Magalhães 1 Ferreira, Carlos Roberto 2
PROCESSOS DE FABRICAÇÃO PROCESSOS DE CONFORMAÇÃO MECÂNICA
PROCESSOS DE FABRICAÇÃO PROCESSOS DE CONFORMAÇÃO MECÂNICA 1 Forjamento Ferreiro - Uma das profissões mais antigas do mundo. Hoje em dia, o martelo e a bigorna foram substituídos por máquinas e matrizes
Termopares: calibração por comparação com instrumento padrão
Termopares: calibração por comparação com instrumento padrão Os termopares são dispositivos elétricos utilizados na medição de temperatura. Foram descobertos por acaso em 1822, quando o físico Thomas Seebeck
2. REVISÃO BIBLIOGRÁFICA
33 2. REVISÃO BIBLIOGRÁFICA 2.1.AÇOS Os aços são definidos como ligas de ferro-carbono, contendo geralmente 0.008% até aproximadamente 2,11% de carbono, e outros elementos resultantes de seu processo de
OTIMIZAÇÃO DE PARÂMETROS DE SOLDA POR DEPOSIÇÃO SUPERFICIALPOR FRICÇÃO EM LIGA DE ALUMÍNIO AL 7075
OTIMIZAÇÃO DE PARÂMETROS DE SOLDA POR DEPOSIÇÃO SUPERFICIALPOR FRICÇÃO EM LIGA DE ALUMÍNIO AL 7075 Autores: Gabriel Alvisio Wolfart; Ghisana Fedrigo;.Mario Wolfart Junior Apresentador por trabalho: Gabriel
Processo de Forjamento
Processo de Forjamento Histórico A conformação foi o primeiro método para a obtenção de formas úteis. Fabricação artesanal de espadas por martelamento (forjamento). Histórico Observava-se que as lâminas
TTT 2012 - VI Conferência Brasileira sobre Temas de Tratamento Térmico 17 a 20 de Junho de 2012, Atibaia, SP, Brasil
ESTUDO COMPARATIVO ENTRE O TRATAMENTO TÉRMICO A VÁCUO E O TRATAMENTO TÉRMICO POR BRASAGEM REALIZADO EM AÇO INOXIDÁVEL M340 APLICADO A INSTRUMENTAIS CIRÚRGICOS R. L. Ciuccio 1, V. Pastoukhov 2, M.D.D. NEVES
Estudo Da Potencialidade De Redução Do Teor De Cromo Em Moinhos Do Tipo Rolo Sobre Pista Da Termoelétrica Jorge Lacerda
1 Estudo Da Potencialidade De Redução Do Teor De Cromo Em Moinhos Do Tipo Rolo Sobre Pista Da Termoelétrica Jorge Lacerda P. Ortega, UFSC; P. Bernardini, UFSC e L.A, Torres, TRACTEBEL Resumo- O presente
Disciplina CIÊNCIA DOS MATERIAIS A. Marinho Jr. Materiais polifásicos - Processamentos térmicos
Tópico 7E Materiais polifásicos - Processamentos térmicos Introdução Já vimos que a deformação plástica de um metal decorre da movimentação interna de discordâncias, fazendo com que planos cristalinos
GLOSSÁRIO DE TRATAMENTOS TÉRMICOS E TERMOQUÍMICOS
1 NITRAMET TRATAMENTO DE METAIS LTDA PABX: 11 2192 3350 [email protected] GLOSSÁRIO DE TRATAMENTOS TÉRMICOS E TERMOQUÍMICOS Austêmpera Tratamento isotérmico composto de aquecimento até a temperatura
O FORNO A VÁCUO TIPOS E TENDÊNCIA 1
O FORNO A VÁCUO TIPOS E TENDÊNCIA 1 João Carmo Vendramim 2 Marco Antonio Manz 3 Thomas Heiliger 4 RESUMO O tratamento térmico de ligas ferrosas de média e alta liga já utiliza há muitos anos a tecnologia
PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO RIO GRANDE DO SUL FACULDADE DE ENGENHARIA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA MECÂNICA E MECATRÔNICA DIOGO PANDOLFO
PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO RIO GRANDE DO SUL FACULDADE DE ENGENHARIA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA MECÂNICA E MECATRÔNICA DIOGO PANDOLFO ESTUDO DA TENACIDADE AO IMPACTO DE UM AÇO SAE 1020 SUBMETIDO
Evolução da fração volumétrica de ferrita durante a formação de fase sigma do aço SAF 2205.
Projeto de iniciação científica Evolução da fração volumétrica de ferrita durante a formação de fase sigma do aço SAF 2205. Relatório Final Bolsista: RODRIGO DI PIETRO GERZELY e-mail: [email protected]
CORTE DOS METAIS. Prof.Valmir Gonçalves Carriço Página 1
CORTE DOS METAIS INTRODUÇÃO: Na indústria de conformação de chapas, a palavra cortar não é usada para descrever processos, exceto para cortes brutos ou envolvendo cortes de chapas sobrepostas. Mas, mesmo
TRATAMENTO TÉRMICO E TERMOQUÍMICO LIGAS FERRO-CARBONO. (Baseado na norma ABNT - NBR 8653 de Novembro de 1984)
TRATAMENTO TÉRMICO E TERMOQUÍMICO LIGAS FERRO-CARBONO (Baseado na norma ABNT - NBR 8653 de Novembro de 1984) ALÍVIO DE TENSÕES (STRESS RELIEVING) Recozimento sucrítico visando a eliminação de tensões internas
Discussão sobre os processos de goivagem e a utilização de suporte de solda
Discussão sobre os processos de goivagem e a utilização de suporte de solda Liz F Castro Neto [email protected] Dênis de Almeida Costa [email protected] 1. Resumo Na soldagem de união, a
24/10/2015. Materias de Construção. Metais. José Carlos G. Mocito email:[email protected]. Metais. Os átomos se encontram coesos pela ligação metálica.
Materiais de Construção Metais José Carlos G. Mocito email:[email protected] 1 Metais Os átomos se encontram coesos pela ligação metálica. 2 1 Propriedades Mecânicas Resistência à rotura Deformabilidade
2.4-Aços inoxidáveis dúplex:
N (Nitrogênio): Juntamente com o cromo e molibdênio, é usado para dar maior resistência à corrosão. Adições de nitrogênio (0,1% a 0,3%) aumentam significativamente a resistência à corrosão por pite. Estudos
TÊMPERA SUPERFICIAL POR INDUÇÃO E POR CHAMA - ASPECTOS PRÁTICOS -
TÊMPERA SUPERFICIAL POR INDUÇÃO E POR CHAMA - ASPECTOS PRÁTICOS - Através da têmpera por indução e por chama consegue-se um efeito similar ao do tratamento de cementação e têmpera, quando se compara a
Prova de Química Resolvida Segunda Etapa Vestibular UFMG 2011 Professor Rondinelle Gomes Pereira
QUESTÃO 01 Neste quadro, apresentam-se as concentrações aproximadas dos íons mais abundantes em uma amostra de água típica dos oceanos e em uma amostra de água do Mar Morto: 1. Assinalando com um X a quadrícula
Soldabilidade de Metais. Soldagem II
Soldabilidade de Metais Soldagem II Soldagem de Ligas Metálicas A American Welding Society (AWS) define soldabilidade como a capacidade de um material ser soldado nas condições de fabricação impostas por
Equipe de Química QUÍMICA
Aluno (a): Série: 3ª Turma: TUTORIAL 11R Ensino Médio Equipe de Química Data: QUÍMICA SOLUÇÕES As misturas podem ser homogêneas ou heterogêneas. As misturas homogêneas possuem uma fase distinta. As misturas
COLETÂNEA DE INFORMAÇÕES TÉCNICAS AÇO INOXIDÁVEL. Resistência à corrosão dos aços inoxidáveis
COLETÂNEA DE INFORMAÇÕES TÉCNICAS AÇO INOXIDÁVEL Resistência à corrosão dos aços inoxidáveis Formas localizadas de corrosão Os aços carbono sofrem de corrosão generalizada, onde grandes áreas da superfície
Aços Inoxidáveis AÇOS INOXIDÁVEIS
AÇOS INOXIDÁVEIS Aços Inoxidáveis 1 A corrosão dos aços carbono e dos aços baixa-liga é caracterizada pela presença de uma camada de oxidação permeável. Em um meio corrosivo, estes aços sofrem oxidação
TM229 Introdução aos Materiais ENSAIOS MECÂNICOS Prof. Adriano Scheid Capítulos 6 e 8 - Callister
TM229 Introdução aos Materiais ENSAIOS MECÂNICOS Prof. Adriano Scheid Capítulos 6 e 8 - Callister Introdução: Propriedades mecânicas indicam o comportamento dos materiais quando sujeitos a esforços de
Universidade Paulista Unip
Elementos de Produção de Ar Comprimido Compressores Definição Universidade Paulista Unip Compressores são máquinas destinadas a elevar a pressão de um certo volume de ar, admitido nas condições atmosféricas,
NOVOLAC AR 170 Revestimento de alto desempenho Novolac, resistente a ácido sulfúrico 98%.
NOVOLAC AR 170 Revestimento de alto desempenho Novolac, resistente a ácido sulfúrico 98%. Descrição do Produto NOVOLAC AR 170 é um sistema novolac, 100% sólidos, com resistência a ácido sulfúrico 98% e
Propriedades Mecânicas. Prof. Hamilton M. Viana
Propriedades Mecânicas Prof. Hamilton M. Viana Propriedades Mecânicas Propriedades Mecânicas Definem a resposta do material à aplicação de forças (solicitação mecânica). Força (tensão) Deformação Principais
ESTRUTURAS METÁLICAS
1 ESTRUTURAS METÁLICAS José Alberto Bittencourt Goulart e-mail: [email protected] Maio/2014 Sorocaba/SP Desde o século XVIII, quando se iniciou a utilização de estruturas metálicas na construção
UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ CENTRO DE TECNOLOGIA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA MECÂNICA E PRODUÇÃO MESTRADO EM ENGENHARIA E CIÊNCIA DE MATERIAIS
UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ CENTRO DE TECNOLOGIA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA MECÂNICA E PRODUÇÃO MESTRADO EM ENGENHARIA E CIÊNCIA DE MATERIAIS SOLDAGEM DO AÇO ABNT 4140 SEM TRATAMENTO TÉRMICO POSTERIOR
- CAPÍTULO 2 MATERIAIS CONDUTORES
MATERIAIS ELÉTRICOS Prof. Rodrigo Rimoldi - CAPÍTULO 2 MATERIAIS CONDUTORES (Aula 6) Metais Mercúrio (Hg) Metais Único metal líquido à temperatura ambiente; Resistividade relativamente elevada (95 10-8
ENSAIO DE DUREZA EM-641
ENSAIO DE DUREZA DEFINIÇÃO: Dureza é a resistência à deformação permanente Aplicação de uma carga na superfície da peça com um penetrador padronizado Características da marca de impressão (área ou profundidade)
Normas Adotadas no Laboratório de Microbiologia
Normas Adotadas no Laboratório de Microbiologia As aulas práticas de microbiologia têm como objetivo ensinar ao estudante os princípios e os métodos utilizados em um laboratório de microbiologia. Nessas
Ensaios Mecânicos de Materiais. Aula 12 Ensaio de Impacto. Prof. MSc. Luiz Eduardo Miranda J. Rodrigues
Ensaios Mecânicos de Materiais Aula 12 Ensaio de Impacto Tópicos Abordados Nesta Aula Ensaio de Impacto. Propriedades Avaliadas do Ensaio. Tipos de Corpos de Prova. Definições O ensaio de impacto se caracteriza
PROCESSOS DE FABRICAÇÃO PROCESSOS DE CONFORMAÇÃO MECÂNICA
PROCESSOS DE FABRICAÇÃO PROCESSOS DE CONFORMAÇÃO MECÂNICA 19/08/2008 1 CONFORMAÇÃO MECÂNICA Em um ambiente industrial, a conformação mecânica é qualquer operação durante a qual se aplicam esforços mecânicos
Informativo Técnico Nr. 209 Nitretação a Plasma comparada à Nitretação a Gás
Informativo Técnico Nr. 209 Nitretação a Plasma comparada à Nitretação a Gás A alternativa para melhoria na qualidade e redução de custos Conteúdo 1.0 NITRETAÇÃO À GÁS 1.1 Desenvolvimento do Processo de
PREDIAL AQUATHERM CATÁLOGO TÉCNICO
PREDIAL AQUATHERM CATÁLOGO TÉCNICO Qualidade Confiança Tradição Inovação Tecnologia ÍNDICE Por que a TIGRE escolheu o Sistema Aquatherm para o Brasil? 05 Características técnicas 06 Instruções de instalação
Dosagem de Concreto INTRODUÇÃO OBJETIVO. Materiais Naturais e Artificiais
Dosagem de Concreto INTRODUÇÃO Atualmente, no Brasil, são produzidos cerca de 20 milhões de m3 de concreto/ano em Centrais de Concreto, denominadas Empresas de Serviços de Concretagem. Uma economia de
Tabela 1 - conteúdo de umidade em alguns alimentos:
UMIDADE EM ALIMENTOS Umidade, ou teor de água, de um alimento constitui-se em um dos mais importantes e mais avaliados índices em alimentos. É de grande importância econômica por refletir o teor de sólidos
AULA 11 FORMAÇÃO, TIPOS E GEOMETRIAS DE CAVACO
AULA 11 FORMAÇÃO, TIPOS E GEOMETRIAS DE CAVACO 83 11. VARIÁVEIS DEPENDENTES DE SAÍDA: FORMAÇÃO, TIPOS E GEOMETRIAS DE CAVACO. 11.1. Generalidades Nas operações de usinagem que utilizam corte contínuo
Balanço de Massa e Energia Aula 5
Balanço de Massa e Energia Aula 5 Solubilidade, Saturação e Cristalização. Solubilidade: A solubilidade de um sólido (soluto) em uma solução é a quantidade máxima desta substância que pode ser dissolvida
ANÁLISE DIMENSIONAL DE ESTRUTURA PARA SILOS EM PERFIS DIVERSOS
ANÁLISE DIMENSIONAL DE ESTRUTURA PARA SILOS EM PERFIS DIVERSOS RESUMO Jorge Luíz Laureano; Marcio Vito UNESC- Universidade do Extremo Sul Catarinense [email protected] ; [email protected] O
Estes sensores são constituídos por um reservatório, onde num dos lados está localizada uma fonte de raios gama (emissor) e do lado oposto um
Existem vários instrumentos de medição de nível que se baseiam na tendência que um determinado material tem de reflectir ou absorver radiação. Para medições de nível contínuas, os tipos mais comuns de
Fundamentos Equipamentos Consumíveis Técnica operatória Aplicações Industriais. Definição e princípio de operação:
Fundamentos Equipamentos Consumíveis Técnica operatória Aplicações Industriais Fundamentos Definição e princípio de operação: A soldagem a arco com eletrodo de tungstênio e proteção gasosa (Gas Tungsten
Fabricação do Ferro Gusa e do Aço
Fabricação do Ferro Gusa e do Aço -Química -Fabricação -Ecologia -Política do meio ambiente IFBA Turma: 6821 Equipe: Danilo Peixoto, Davi Madureira, Nelson Bispo e Nicole Penha Ferro Gusa História Propriedades
UERJ CRR FAT Disciplina ENSAIOS DE MATERIAIS A. Marinho Jr
Tópico 05 ENSAIOS MECÂNICOS - DUREZA Parte A - Dureza Brinell Introdução A dureza de um material é uma propriedade difícil de definir, que tem diversos significados dependendo da experiência da pessoa
Breve introdução sobre o processo de extração mecânica de óleo e produção de farelo de soja
Breve introdução sobre o processo de extração mecânica de óleo e produção de farelo de soja O farelo integral ou semi integral obtido através do processo de extrusão vem ganhando cada vez mais espaço em
CATÁLOGO DE PRODUTOS E SERVIÇOS
CATÁLOGO DE PRODUTOS E SERVIÇOS EMPRESA A Jet Tek possui equipamentos de avançada tecnologia para serviços de corte que exijam qualidade, precisão e rapidez. Segmentos Como prestadora de serviços de alta
Soldagem de manutenção II
A UU L AL A Soldagem de manutenção II A recuperação de falhas por soldagem inclui o conhecimento dos materiais a serem recuperados e o conhecimento dos materiais e equipamentos de soldagem, bem como o
USINAGEM. Prof. Fernando Penteado.
USINAGEM 1 USINAGEM Usinagem é um processo onde a peça é obtida através da retirada de cavacos (aparas de metal) de uma peça bruta, através de ferramentas adequadas. A usinagem confere à peça uma precisão
CAPÍTULO 21 ENSAIOS DE RETORTAGEM DESTILAÇÃO DE MERCÚRIO
CAPÍTULO 21 ENSAIOS DE RETORTAGEM DESTILAÇÃO DE MERCÚRIO Paulo Fernando Almeida Braga Engenheiro Químico/UFRRJ, Mestre em Engenharia Mineral/EPUSP Pesquisador do CETEM/MCT Ramón Veras Veloso de Araújo
Notas de Aula - Ensaio de Dureza
Notas de Aula - Ensaio de Dureza Disciplina: Ensaios de Materiais // Engenharia Mecânica - UEM 1 de abril de 2008 1 Introdução A dureza é a propriedade mecânica de um material apresentar resistência ao
Física. Questão 1. Questão 2. Avaliação: Aluno: Data: Ano: Turma: Professor:
Avaliação: Aluno: Data: Ano: Turma: Professor: Física Questão 1 (Unirio 2000) Um aluno pegou um fina placa metálica e nela recortou um disco de raio r. Em seguida, fez um anel também de raio r com um fio
Trabalho Prático N o :. Técnica Operatória da Soldagem SMAW
Trabalho Prático N o :. Técnica Operatória da Soldagem SMAW 1. Objetivos: Familiarizar-se com o arranjo e a operação do equipamento utilizado na soldagem manual com eletrodos revestidos. Familiarizar-se
Classificação de arames Porcentagem
1. Introdução Barras, arames e fios de aço são produtos de secção transversal uniforme, com diâmetros variáveis desde 0,02 mm até 20 mm ou mais. As barras, obtidas por laminação a quente, dão origem ao
Curso de Engenharia de Produção. Processos de Fabricação
Curso de Engenharia de Produção Processos de Fabricação Forjamento: O forjamento, um processo de conformação mecânica em que o material é deformado por martelamentoou prensagem, é empregado para a fabricação
Jato suave e concentrado; Chuveiro com chave seletora para ajuste da temperatura (4 temperaturas); Inovação tecnológica;
1 1. INFORMAÇÕES GERAIS Função O Chuveiro tem como função principal fornecer água com vazão adequada à higiene pessoal. Aplicação Utilizado para higiene pessoal em banheiros ou áreas externas como piscinas.
Retificação: conceitos e equipamentos
Retificação: conceitos e equipamentos A UU L AL A Até a aula anterior, você estudou várias operações de usinagem executadas em fresadora, furadeira, torno, entre outras. A partir desta aula, vamos estudar
SOLDAGEM DOS METAIS CAPÍTULO 2 SOLDAGEM POR OXI-GÁS
9 CAPÍTULO 2 SOLDAGEM POR OXI-GÁS 10 SOLDAGEM POR OXI-GÁS (SOLDA A GÁS) A soldagem por oxi-gás é um processo de soldagem por fusão, no qual a união entre os metais é conseguida através da aplicação do
TECNOLOGIA DE ALIMENTOS
TECNOLOGIA DE ALIMENTOS NUTRIÇÃO UNIC Profª Andressa Menegaz Conservação por irradiação A irradiação pode servir para: -destruir os microrganismos; -retardar a germinação de certos legumes; -destruir os
Construções Metálicas I AULA 1 - Introdução
Universidade Federal de Ouro Preto Escola de Minas Ouro Preto - MG Construções Metálicas I AULA 1 - Introdução Definições e histórico O aço e o ferro fundido são ligas de ferro e carbono, com outros elementos
DIAGRAMAS DE FASE. Prof. Rubens Caram
DIAGRAMAS DE FASE Prof. Rubens Caram 1 CONCEITOS GERAIS DIAGRAMAS DE FASES: REPRESENTAÇÃO GRÁFICA DAS FASES PRESENTES EM UM SISTEMA MATERIAL DE ACORDO COM AS CONDIÇÕES DE PRESSÃO, TEMPERATURA E COMPOSIÇÃO
Modelo TS-243 ESCOVA GIRATÓRIA ARGAN OIL + ION MANUAL DE INSTRUÇÕES
Modelo TS-243 ESCOVA GIRATÓRIA ARGAN OIL + ION MANUAL DE INSTRUÇÕES PRECAUÇÕES IMPORTANTES As instruções de segurança devem sempre ser seguidas para reduzir riscos. É importante ler com cuidado todas as
TESTES REFERENTES A PARTE 1 DA APOSTILA FUNDAMENTOS DA CORROSÃO INDIQUE SE AS AFIRMAÇÕES A SEGUIR ESTÃO CERTAS OU ERRADAS
TESTES REFERENTES A PARTE 1 DA APOSTILA FUNDAMENTOS DA CORROSÃO INDIQUE SE AS AFIRMAÇÕES A SEGUIR ESTÃO CERTAS OU ERRADAS 1) Numa célula eletroquímica a solução tem que ser um eletrólito, mas os eletrodos
