DIS DIRETORIA DE DISTRIBUIÇÃO
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- Nelson de Santarém
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1 COPEL DIS DIRETORIA DE DISTRIBUIÇÃO SEO SUPERINTENDÊNCIA DE ENGENHARIA DE OPERAÇÃO E MANUTENÇÃO DPMA DEPARTAMENTO DE PROCEDIMENTOS DE MANUTENÇÃO E AUTOMAÇÃO DA DISTRIBUIÇÃO DOPD DEPARTAMENTO DE OPERAÇÃO DA DISTRIBUIÇÃO MANUAL DE INSTRUÇÕES TÉCNICAS PASTA : INSTRUMENTOS, FERRAMENTAS E EQUIPAMENTOS DE TRABALHO TÍTULO : FERRAMENTAS DE REDES DE DISTRIBUIÇÃO MÓDULO : CONJUNTO DE ATERRAMENTO TEMPORÁRIO PARA REDES DE DISTRIBUIÇÃO DE BAIXA E MÉDIA TENSÃO Órgão emissor : SEO/DPMA/DOPD Número:
2 /44 ÍNDICE ÍNDICE OBJETIVO ÂMBITO DE APLICAÇÃO GLOSSÁRIO INTRODUÇÃO EQUIPAMENTOS BASTÃO DE ATERRAMENTO DE BAIXA TENSÃO CONJUNTO DE ATERRAMENTO TEMPORÁRIO DE REDE SECUNDÁRIA ISOLADA CONJUNTO DE ATERRAMENTO TEMPORÁRIO DE MÉDIA TENSÃO TIPO SELA DETECTOR DE TENSÃO DE MÉDIA TENSÃO DETECTOR DE TENSÃO DE BAIXA TENSÃO PROCEDIMENTOS TESTE DE AUSÊNCIA DE TENSÃO CONJUNTO DE ATERRAMENTO TEMPORÁRIO INSTALAÇÃO DA HASTE DO ATERRAMENTO SELA INSTALAÇÃO DA SELA ATERRAMENTO TIPO BASTÃO PARA REDE DE BAIXA TENSÃO ESTRUTURAS S1 E S ESTRUTURAS S3 E S4 COM ABERTURA DE TOPO ATERRAMENTO DE RSI PARA REDE DE BAIXA TENSÃO ESTRUTURAS S1 E S ESTRUTURAS S3 E S4 COM ABERTURA DE TOPO ESTRUTURA R ATERRAMENTO DE REDE DE MÉDIA TENSÃO ESTRUTURA N ESTRUTURA N ESTRUTURA N4...20
3 / ESTRUTURA N4 COM ABERTURA DE TOPO ESTRUTURA C1 COM ESTRIBO DE ESPERA ATERRAMENTO DE BAIXA E MÉDIA TENSÃO ESTRUTURA N1S1 BT COM ATERRAMENTO TIPO BASTÃO ESTRUTURA N1S1 BT COM ATERRAMENTO DE RSI ESTRUTURA C1R1 COM ESTRIBO DE ESPERA ESTRUTURA N1S4 BT COM ATERRAMENTO TIPO BASTÃO ESTRUTURA N1S4 BT COM ATERRAMENTO DE RSI ESTRUTURA N3S3 BT COM ATERRAMENTO TIPO BASTÃO ESTRUTURA N3S3 BT COM ATERRAMENTO DE RSI EXEMPLOS DE ATERRAMENTO DE MÉDIA TENSÃO ESTRUTURA COM ESTAI ESTRUTURA N3 COM ESTAI ESTRUTURA N4 COM ESTAIS ESTRUTURA N4 COM ABERTURA DE TOPO E ESTAIS ESTRUTURA N3S3 COM ESTAI DE MT E BT BT COM ATERRAMENTO TIPO BASTÃO ESTRUTURA N3S3 COM ESTAI DE MT E BT BT COM ATERRAMENTO DE RSI ATERRAMENTO POR CONFINAMENTO EMENDA DE CONDUTORES NO SOLO DISPOSIÇÕES GERAIS INFORMAÇÕES ADICIONAIS ENSAIO LACTEC/COPEL ACONDICIONAMENTO MANUTENÇÃO REFERÊNCIAS QUADRO DE REVISÕES DO DOCUMENTO APROVAÇÃO...43
4 /44 1. OBJETIVO Orientar os profissionais que atuam em redes de distribuição de média tensão convencional, isolada ou compacta e de baixa tensão convencional ou isolada, quanto ao uso de conjuntos de aterramento temporários tipo sela, tipo bastão e tipo RSI. 2. ÂMBITO DE APLICAÇÃO As orientações contidas neste MIT aplicam-se aos profissionais envolvidos em trabalhos em redes de distribuição com tensão igual ou inferior a 34,5 kv. 3. GLOSSÁRIO BASTÃO DE ATERRAMENTO DE BAIXA TENSÃO Equipamento de segurança utilizado para proteção do homem nos trabalhos em redes de baixa tensão convencionais desenergizadas. Destina-se basicamente ao curto-circuitamento e aterramento da rede de baixa tensão, evitando riscos ao operador na eventualidade de energizações acidentais. CONFINAMENTO Método de aterramento temporário em redes de distribuição, com instalação de conjuntos de aterramento em todos os pontos adjacentes aos locais dos trabalhos. CONJUNTO DE ATERRAMENTO TEMPORÁRIO DE MÉDIA TENSÃO TIPO SELA Equipamento de segurança utilizado para proteção do homem nos trabalhos em redes desenergizadas. Destina-se basicamente ao curto-circuitamento e aterramento da rede de distribuição até 34,5 kv, com o intuito de diminuir o risco ao trabalhador na eventualidade de energizações acidentais. CONJUNTO DE ATERRAMENTO TEMPORÁRIO DE REDE SECUNDÁRIA ISOLADA Equipamento de segurança utilizado para proteção do homem nos trabalhos em redes de baixa tensão isoladas desenergizadas. Destina-se basicamente ao curtocircuitamento e aterramento da rede de baixa tensão, evitando riscos ao operador na eventualidade de energizações acidentais. DETECTOR DE TENSÃO Aparelho portátil destinado a efetuar testes de ausência de tensão nas redes de distribuição de média e baixa tensão.
5 /44 EQUIPOTENCIALIZAÇÃO Ato de tomar-se medidas para fazer com que dois ou mais corpos condutores de eletricidade possuam a menor diferença de potencial elétrico entre eles. GSST GESTÃO DE SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO Programa de padronização de procedimentos que tem por objetivo o cumprimento das normas de segurança e saúde no trabalho. INTERDIÇÃO DA INSTALAÇÃO Conjunto de manobras que tem por objetivo isolar parte do sistema de distribuição de qualquer fonte de tensão, através de seccionadoras ou outros dispositivos interruptores de energia. LOCAL DOS TRABALHOS Área de atuação de equipe de construção, manutenção ou restabelecimento de emergência, em um determinado trecho da rede de distribuição. NR-10 NORMA REGULAMENTADORA Norma regulamentadora do Ministério do Trabalho que estabelece os requisitos e condições mínimas objetivando a implementação de medidas de controle e sistemas preventivos, de forma a garantir a segurança e a saúde dos trabalhadores que, direta ou indiretamente, interajam em instalações elétricas e serviços com eletricidade. PONTO DE TRABALHO Espaço de uma estrutura ou ponto de rede onde os trabalhadores se posicionam ou fazem contato na realização dos trabalhos. TENSÃO DE PASSO Diferença de potencial entre os dois pés de uma pessoa, no instante em que esteja passando pelo solo uma corrente elétrica. TENSÃO DE TOQUE Diferença de potencial em que uma pessoa se encontra ao tocar em uma estrutura condutora no instante em que esteja passando uma corrente elétrica por esta estrutura.
6 /44 4. INTRODUÇÃO Este documento estabelece critérios e procedimentos que devem ser seguidos nas intervenções em redes de distribuição de baixa e média tensão quando da ocorrência de desligamentos programados ou não. As orientações visam garantir a segurança dos trabalhadores, com a minimização dos efeitos relativos a uma energização indevida no local de trabalho, que pode ocorrer devido a vários fatores. Dentre outros, podemos citar: a) Contato acidental com outros circuitos energizados; b) Falha de equipamento de isolamento elétrico; c) Manobra indevida; d) Tensões induzidas por linhas adjacentes; e) Fontes de alimentação de terceiros; f) Descargas atmosféricas. Basicamente, o que se pretende com o emprego do aterramento temporário é assegurar o mínimo de circulação de corrente pelo corpo do trabalhador e garantir uma rápida atuação do sistema de proteção em caso de energizamento indevido. Para se fazer o aterramento de um ponto, torna-se necessário uma conexão com a terra. Isto proporciona um caminho para que a corrente de curto-circuito seja desviada. Deve-se ainda, ter um valor muito baixo da resistência das conexões e dos cabos de aterramento. Ao longo da evolução, os aterramentos temporários sofreram uma série de alterações no que se refere à configuração, com vistas a seu aperfeiçoamento e consequente melhoria do grau de segurança, principalmente quanto aos valores de fluxo de corrente. Como exemplo, seguem as configurações e diagramas elétricos equivalentes de dois tipos de aterramento. O primeiro refere-se ao aterramento convencional, utilizado antigamente nas redes de distribuição das concessionárias de energia elétrica. O segundo representa o aterramento tipo sela, atualmente em uso pela Copel.
7 /44 a) Interligação das fases a um único cabo de descida para a terra (aterramento convencional): b) Interligação das fases a um único cabo de descida para terra, com um ponto intermediário de aterramento na estrutura, jumpeando a área de trabalho (aterramento tipo sela):
8 /44 Observando os exemplos, na configuração a a resistência de terra (RT) encontrase em paralelo com a resistência do homem (RH), enquanto que na configuração b a resistência do homem (RH) não está em paralelo com a resistência de terra (RT). Desta forma, podemos afirmar que o homem da configuração a está exposto a uma considerável diferença de potencial. E dependendo da intensidade do fluxo de corrente, bem como da resistência obtida através do trado de aterramento, a queda de tensão no local de trabalho poderá atingir níveis elevados, podendo consequentemente provocar um acidente de graves proporções. Na configuração b, o homem está em paralelo apenas com o jumper de aterramento, ficando exposto portanto a uma pequena diferença de potencial. Concluindo, no caso de um eventual fluxo de corrente, desde que o conjunto de aterramento temporário esteja bem dimensionado, o nível de corrente que circula pelo corpo humano será mínimo, o que vale dizer que neste caso, o homem está mais bem protegido. 5. EQUIPAMENTOS A descrição detalhada dos equipamentos encontra-se na especificação técnica, que deve ser consultada em caso de necessidade Bastão de Aterramento de Baixa 5.2. Conjunto de Aterramento Temporário de Rede Secundária Isolada
9 / Conjunto de Aterramento Temporário de Média Tipo Sela 5.4. Detector de de Média
10 / Detector de de Baixa 6. PROCEDIMENTOS 6.1. Teste de Ausência de O teste de ausência de tensão deve contemplar todos os pontos que serão aterrados ou onde haverá contato direto, incluindo todas as partes metálicas da estrutura. Pode ser executado do solo, com auxílio da vara telescópica utilizando luvas isolantes conforme o nível de tensão. A instalação do conjunto de aterramento temporário deve ser realizada imediatamente após o teste de ausência de tensão. Se ocorrer uma demora considerável entre o teste e a instalação, deverá ser repetido o teste de ausência de tensão, levando-se em consideração a possibilidade de energizamento indevido do ponto a ser aterrado. O teste do equipamento é obrigatório antes e após a execução do teste de ausência de tensão. Na baixa tensão, o teste pode ser executado utilizando o detector de tensão de BT, multímetro ou volt-amperímetro. Sempre que possível, testar o funcionamento do equipamento em um ponto energizado, observando o nível de tensão.
11 /44 NOTAS: Caso o equipamento apresente defeito, onde não seja possível atestar a confiabilidade na sua utilização, o mesmo deve ser substituído. Não sendo possível executar o teste de ausência de tensão, os trabalhos devem ser cancelados; Em redes de distribuição interditadas, localizadas próximas a outras fontes (linhas de transmissão, principalmente), pode ocorrer falsa presença de tensão quando da execução do teste nos condutores. Nestas situações, o responsável pelos trabalhos, após atestar que o equipamento de teste está em perfeitas condições e confiável, em conjunto com o COD, deve confirmar fisicamente que o trecho está interditado, inclusive eliminando todas as possibilidades de energizamento acidental (fontes alternativas, vazamentos, capacitores, interligações e outras). Após a confirmação de que de fato o trecho está interditado, e se mantendo a situação de falsa presença de tensão, preferencialmente as atividades deverão ser realizadas por equipe de Linha Viva. Caso não seja possível o uso dessa equipe, o aterramento temporário poderá ser executado, desde que o executor tome medidas para minimizar os efeitos de um possível curtocircuito. Como por exemplo, a utilização do método de aproximação do conjunto ao condutor antes de iniciar a conexão (aproximar o conjunto do condutor, lentamente de baixo para cima, de maneira que em caso de curto-circuito, o conjunto seja projetado para longe do condutor e não provoque lesões no executor). Para teste de ausência de tensão na BT em plano elevado, independente do equipamento utilizado, não é necessária a utilização da vara de manobra ou telescópica, sendo obrigatória a utilização da luva isolante de BT; 6.2. Conjunto de Aterramento Temporário O conjunto de aterramento temporário deve ser instalado sempre que for necessário realizar serviços em redes de distribuição primária ou secundária desenergizadas. É permitida a utilização do método de confinamento para situações em que haja substituição de postes, de condutores ou em que as condições de construção da rede não permitam a equipotencialização da estrutura. Nas demais situações, deve-se utilizar o aterramento em cada estrutura de trabalho para que os requisitos de equipotencialização sejam atendidos.
12 / da haste do aterramento sela A haste deve ser instalada o mais próximo possível do poste a ser trabalhado, procurando garantir a menor resistência de terra, devendo ser cravado no mínimo 60cm no solo. Não havendo possibilidade da instalação da haste no local do serviço, deve-se proceder o confinamento do local de trabalho. É permitido o uso da haste do tipo trado da sela Após conectar o grampo na haste, instalar a sela no poste a aproximadamente 1,5 m de altura. Nos postes tipo duplo T, a sela deve ser instalada de maneira que o dispositivo metálico de conexão do cabo tenha um bom contato com o poste (utilizar uma das quinas do poste).
13 / Aterramento tipo bastão para rede de baixa tensão Estruturas S1 e S4 a) Instalar haste do aterramento; a) Retirar aterramento sela do neutro da BT; b) Conectar grampo do aterramento na haste; b) Retirar aterramento bastão da BT; c) Instalar a sela no poste; c) Retirar a sela do poste; d) Testar BT; d) Desconectar o grampo do aterramento e) Instalar aterramento bastão na BT; da haste; f) Instalar aterramento sela no neutro da BT. e) Retirar haste do aterramento.
14 / Estruturas S3 e S4 com abertura de topo a) Instalar haste do aterramento; a) Retirar aterramento sela do neutro da BT; b) Conectar grampo do aterramento na haste; b) Retirar os aterramentos bastões das BTs; c) Instalar a sela no poste; c) Retirar a sela do poste; d) Testar BT (dos dois lados da estrutura); d) Desconectar o grampo do aterramento e) Instalar os aterramentos bastões nas BTs; da haste; f) Instalar aterramento sela no neutro da BT. e) Retirar haste do aterramento.
15 / Aterramento de RSI para rede de baixa tensão Estruturas S1 e S4 a) Instalar haste do aterramento; a) Retirar aterramento sela do neutro da BT; b) Conectar grampo do aterramento na haste; b) Retirar aterramento da BT; c) Instalar a sela no poste; c) Retirar a sela do poste; d) Testar BT; d) Desconectar o grampo do aterramento e) Instalar aterramento na BT; da haste; f) Instalar aterramento sela no neutro da BT. e) Retirar haste do aterramento.
16 / Estruturas S3 e S4 com abertura de topo a) Instalar haste do aterramento; a) Retirar aterramento sela do neutro da BT; b) Conectar grampo do aterramento na haste; b) Retirar os aterramentos das BTs; c) Instalar a sela no poste; c) Retirar a sela do poste; d) Testar BT (dos dois lados da estrutura); d) Desconectar o grampo do aterramento e) Instalar os aterramentos nas BTs; da haste; f) Instalar aterramento sela no neutro da BT. e) Retirar haste do aterramento.
17 / Estrutura R1 a) Instalar haste do aterramento; a) Retirar aterramento sela do neutro da BT; b) Conectar grampo do aterramento na haste; b) Retirar aterramento da BT; c) Instalar a sela no poste; c) Retirar a sela do poste; d) Testar BT; d) Desconectar o grampo do aterramento e) Instalar aterramento na BT; da haste; f) Instalar aterramento sela no neutro da BT. e) Retirar haste do aterramento. NOTA: Observar sempre que o condutor neutro deve estar interligado com cordoalha de estais de contra poste ou poste a poste. Interligar com jumper, se necessário.
18 / Aterramento de rede de média tensão Estrutura N1 a) Instalar haste do aterramento; a) Retirar aterramento da MT; b) Conectar grampo do aterramento na haste; b) Retirar a sela do poste; c) Instalar a sela no poste; c) Desconectar o grampo do aterramento d) Testar MT; da haste; e) Instalar aterramento na MT. d) Retirar haste do aterramento.
19 / Estrutura N3 a) Instalar haste do aterramento; a) Retirar aterramento da MT; b) Conectar grampo do aterramento na haste; b) Retirar a sela do poste; c) Instalar a sela no poste; c) Desconectar o grampo do aterramento d) Testar MT; da haste; e) Instalar aterramento na MT. d) Retirar haste do aterramento.
20 / Estrutura N4 a) Instalar haste do aterramento; a) Retirar aterramento da MT; b) Conectar grampo do aterramento na haste; b) Retirar a sela do poste; c) Instalar a sela no poste; c) Desconectar o grampo do aterramento d) Testar MT; da haste; e) Instalar aterramento na MT. d) Retirar haste do aterramento. NOTA: Se durante o trabalho for necessário abrir ou fechar o jumper em estrutura, deverão ser aterrados dos dois lados da cruzeta para garantir a equipotencialização do ponto do serviço. Nesse caso pode-se utilizar os jumpers de aterramento para conectar ambos os lados do encabeçamento da rede, sendo necessário o uso de apenas um conjunto de aterramento sela com os jumpers de aterramento.
21 / Estrutura N4 com abertura de topo a) Instalar haste do aterramento; a) Retirar os aterramentos das MTs; b) Conectar grampos dos aterramentos na haste; b) Retirar as selas do poste; c) Instalar as selas no poste; c) Desconectar os grampos dos d) Testar MT (os dois lados da estrutura); aterramentos da haste; e) Instalar os aterramentos nas MTs. d) Retirar haste do aterramento. NOTA: Para este tipo de estrutura pode-se utilizar jumper de aterramento, de forma a equipotencializar os dois lados do encabeçamento da rede, dispensando-se assim o uso de um dos dois aterramentos.
22 / Estrutura C1 com estribo de espera a) Instalar haste do aterramento; a) Retirar interligação da MT com o cabo b) Conectar grampo do aterramento na haste; Mensageiro; c) Instalar a sela no poste; b) Retirar o aterramento da MT; d) Testar MT e o cabo Mensageiro; c) Retirar a sela do poste; e) Instalar aterramento na MT; d) Desconectar o grampo do aterramento f) Interligar MT com o cabo Mensageiro. da haste; e) Retirar haste do aterramento NOTA: Caso a estrutura a ser trabalhada não possua pontos para a instalação do conjunto de aterramento, deverá ser utilizado o método do confinamento ou então as atividades deverão ser realizadas com procedimentos de Linha Viva.
23 / Aterramento de baixa e média tensão Estrutura N1S1 BT com aterramento tipo bastão a) Instalar haste do aterramento; a) Retirar aterramento da MT; b) Conectar grampo do aterramento na haste; b) Retirar grampo do aterramento sela do c) Instalar a sela no poste; neutro da BT; d) Testar BT; c) Retirar o aterramento da BT; e) Instalar aterramento na BT; d) Retirar a sela do poste; f) Instalar grampo do aterramento sela no neutro e) Desconectar o grampo do aterramento da BT;. da haste; g) Testar MT; f) Retirar haste do aterramento. h) Instalar aterramento na MT.
24 / Estrutura N1S1 BT com aterramento de RSI a) Instalar haste do aterramento; a) Retirar aterramento da MT; b) Conectar grampo do aterramento na haste; b) Retirar grampo do aterramento sela do c) Instalar a sela no poste; neutro da BT; d) Testar BT; c) Retirar o aterramento da BT; e) Instalar aterramento na BT; d) Retirar a sela do poste; f) Instalar grampo do aterramento sela no neutro e) Desconectar o grampo do aterramento da BT;. da haste; g) Testar MT; f) Retirar haste do aterramento. h) Instalar aterramento na MT.
25 / Estrutura C1R1 com estribo de espera a) Instalar haste do aterramento; a) Retirar interligação da MT com o cabo b) Conectar grampo do aterramento na haste; Mensageiro; c) Instalar a sela no poste; b) Retirar aterramento da MT; d) Testar BT; c) Retirar grampo de aterramento sela do e) Instalar aterramento na BT; neutro da BT; f) Instalar grampo do aterramento sela no neutro d) Retirar aterramento da BT; da BT;. e) Retirar a sela do poste; g) Testar MT; f) Desconectar o grampo do aterramento h) Instalar aterramento na MT; da haste; i) Interligar MT com o cabo Mensageiro. g) Retirar haste do aterramento.
26 / Estrutura N1S4 BT com aterramento tipo bastão a) Instalar haste do aterramento; a) Retirar aterramento da MT; b) Conectar grampo do aterramento na haste; b) Retirar grampo do aterramento sela do c) Instalar a sela no poste; neutro da BT; d) Testar BT; c) Retirar o aterramento da BT; e) Instalar aterramento na BT; d) Retirar a sela do poste; f) Instalar grampo do aterramento sela no neutro e) Desconectar o grampo do aterramento da BT;. da haste; g) Testar MT; f) Retirar haste do aterramento. h) Instalar aterramento na MT.
27 / Estrutura N1S4 BT com aterramento de RSI a) Instalar haste do aterramento; a) Retirar aterramento da MT; b) Conectar grampo do aterramento na haste; b) Retirar grampo do aterramento sela do c) Instalar a sela no poste; neutro da BT; d) Testar BT; c) Retirar o aterramento da BT; e) Instalar aterramento na BT; d) Retirar a sela do poste; f) Instalar grampo do aterramento sela no neutro e) Desconectar o grampo do aterramento da BT;. da haste; g) Testar MT; f) Retirar haste do aterramento. h) Instalar aterramento na MT.
28 / Estrutura N3S3 BT com aterramento tipo bastão a) Instalar haste do aterramento; a) Retirar aterramento da MT; b) Conectar grampo do aterramento na haste; b) Retirar grampo do aterramento sela do c) Instalar a sela no poste; neutro da BT; d) Testar BT; c) Retirar o aterramento da BT; e) Instalar aterramento na BT; d) Retirar a sela do poste; f) Instalar grampo do aterramento sela no neutro e) Desconectar o grampo do aterramento da BT;. da haste; g) Testar MT; f) Retirar haste do aterramento. h) Instalar aterramento na MT.
29 / Estrutura N3S3 BT com aterramento de RSI a) Instalar haste do aterramento; a) Retirar aterramento da MT; b) Conectar grampo do aterramento na haste; b) Retirar grampo do aterramento sela do c) Instalar a sela no poste; neutro da BT; d) Testar BT; c) Retirar o aterramento da BT; e) Instalar aterramento na BT; d) Retirar a sela do poste; f) Instalar grampo do aterramento sela no neutro e) Desconectar o grampo do aterramento da BT;. da haste; g) Testar MT; f) Retirar haste do aterramento. h) Instalar aterramento na MT.
30 / Exemplos de aterramento de média tensão estrutura com estai Estrutura N3 com estai a) Instalar haste do aterramento; a) Retirar interligação da MT com estai(s); b) Conectar grampo do aterramento na haste; b) Retirar aterramento da MT; c) Instalar a sela no poste; c) Retirar a sela do poste; d) Testar MT e estai (s); d) Desconectar o grampo do aterramento e) Instalar aterramento na MT; da haste; f) Interligar MT ao(s) estai(s). e) Retirar haste do aterramento..
31 / Estrutura N4 com estais a) Instalar haste do aterramento; a) Retirar interligação da MT com estais; b) Conectar grampo do aterramento na haste; b) Retirar aterramento da MT; c) Instalar a sela no poste; c) Retirar a sela do poste; d) Testar MT e estais; d) Desconectar o grampo do aterramento e) Instalar aterramento na MT; da haste; f) Interligar MT aos estais. e) Retirar haste do aterramento. NOTAS: Para os casos em que os estais estejam ancorados no mesmo parafuso passante, pode-se realizar o aterramento em apenas um dos lados do estai. Para estais seccionados (com isolador bastão polimérico) deve-se aterrar a parte superior do estai. Se durante o trabalho for necessário abrir o jumper da estrutura N4, deverá ser aterrado também o outro lado da estrutura para garantir a equipotencialização do ponto do serviço.
32 / Estrutura N4 com abertura de topo e estais a) Instalar haste do aterramento; a) Retirar interligação das MTs com os b) Conectar grampos dos aterramentos na haste; estais; c) Instalar as selas no poste; b) Retirar aterramentos das MTs; d) Testar MT (dos dois lados da estrutura) e estais; c) Retirar as selas do poste; e) Instalar aterramentos nas MTs; d) Desconectar os grampos dos f) Interligar MTs aos estais. Aterramentos da haste; e) Retirar haste do aterramento. NOTAS: Para os casos em que os estais estejam ancorados no mesmo parafuso passante, pode-se realizar o aterramento em apenas um dos lados do estai. Para estais seccionados (com isolador bastão polimérico), deve-se aterrar a parte superior do estai.
33 / Estrutura N3S3 com estai de MT e BT BT com aterramento tipo bastão a) Instalar haste do aterramento; a) Retirar aterramento da MT; b) Conectar grampo do aterramento na haste; b) Retirar interligação do neutro da BT com c) Instalar a sela no poste; estais; d) Testar BT; c) Retirar aterramento bastão da BT; e) Instalar aterramento bastão na BT; d) Retirar a sela do poste; f) Testar MT e estais; e) Desconectar o grampo do aterramento g) Interligar neutro da BT aos estais; da haste; h) Instalar aterramento na MT. f) Retirar haste do aterramento.
34 / Estrutura N3S3 com estai de MT e BT BT com aterramento de RSI a) Instalar haste do aterramento; a) Retirar aterramento da MT; b) Conectar grampo do aterramento na haste; b) Retirar interligação do neutro da BT com c) Instalar a sela no poste; estais; d) Testar BT; c) Retirar aterramento da BT; e) Instalar aterramento na BT; d) Retirar a sela do poste; f) Testar MT e estais; e) Desconectar o grampo do aterramento g) Interligar neutro da BT aos estais; da haste; h) Instalar aterramento na MT. f) Retirar haste do aterramento.
35 / Aterramento por Confinamento O método do aterrar a rede por confinamento consiste em cercar o(s) ponto(s) de trabalho, utilizando os conjuntos de aterramento. Esse método deverá ser aplicado quando a estrutura a ser trabalhada não permitir a instalação do conjunto de aterramento para equipotencializar o local do serviço, como por exemplo no caso de retensionamento de cabos, substituição de postes, etc. As figuras a seguir mostram exemplos de pontos confinados por conjuntos de aterramento tipo sela. Figura A
36 /44 Figura B Figura C
37 /44 Figura D 6.4. Emenda de condutores no solo Para trabalhos de emenda de condutores no solo, deverão ser instalados conjuntos de aterramento temporário nas estruturas adjacentes, de modo que o local da emenda dos condutores fique caracterizado como trecho confinado. É importante destacar que caso sejam desligadas as redes de BT e MT de um determinado trecho, onde somente uma dessas redes teve cabos rompidos, tanto a BT quanto a MT deverão ser aterradas com os conjuntos de aterramento temporário. Para casos de emendas de cabos na BT em que a rede de MT possa permanecer energizada, o aterramento temporário deverá ser instalado somente na rede de BT. As figuras a seguir mostram exemplo de confinamento do ponto a ser trabalhado, no caso do rompimento de condutores de MT no meio de um vão.
38 /44 Figura 1 Figura 2
39 /44 7. DISPOSIÇÕES GERAIS Para trabalhos em estrutura de derivação nas redes compactas, abrir os GLVs, conectar o aterramento na base da chave fusível e no cabo mensageiro; Se a BT for provida de condutor de controle de IP, o mesmo também deverá ser aterrado com utilização de jumper provisório; Quando a BT estiver energizada, somente é permitido trabalhos na MT desenergizada com acesso realizado em cesto aéreo, sendo obrigatória a instalação de lençóis isolantes na BT, evitando o toque do cabo de descida do aterramento com os condutores energizados. São vedados os demais métodos de acesso a MT com a BT energizada; Caso o estai (poste a poste ou contra poste) esteja interligado com o neutro da BT, não há necessidade de instalação de jumper do conjunto de aterramento; A instalação do conjunto de aterramento nos condutores de MT pode ser executada com auxílio da VTT Vara Telescópica Triangular ou Bastão Pega-tudo (Bastão de Linha Viva); Durante a instalação do conjunto de aterramento, a interligação do neutro com os estais de MT pode ser executada com a mão (ao contato). A interligação no conjunto pode ser no conector de BT ou no trapézio. O executor pode optar por interligar os estais com o conjunto após a instalação do trapézio nos condutores de MT, neste caso, utilizando VTT ou bastão pega-tudo. Ressalta-se que as conexões do aterramento devem ser feitas diretamente no cabo e nunca no suporte de transporte ou descanso do aterramento; Nos trabalhos em cabina, é permitido conectar o aterramento temporário na malha de aterramento, somente quando não for possível a instalação da haste do conjunto do aterramento temporário; Nas redes compactas, instalar aterramento no adaptador de estribo do transformador ou nos estribos de espera existentes a cada 300 metros e aterrar o cabo mensageiro, confinando a área de trabalho. Em caso de aterramento de rede compacta por confinamento, quando o trecho a ser confinado terminar em uma estrutura C3 e esta não possuir ponto para aterramento, deverá ser aterrado no(s) poste(s) adjacente(s) mais próximo(s) que antecede(m) o local do trabalho. Para casos de instalação de
40 /44 aterramento por confinamento não previstos nesse MIT, a equipe deve fazer a análise no local durante a APR; As conexões devem ser executadas sempre diretamente no condutor (fora da amarração); O profissional deve observar sempre a manutenção da equipotencialização no ponto de trabalho, inclusive nas situações de emenda de condutores no solo; Tanto o eletricista que está manuseando o aterramento temporário, quanto o auxiliar que está em solo, não devem tocar nos condutores do conjunto de aterramento e partes metálicas (conectores, haste ou trado e sela) durante a execução das conexões e desconexões nos condutores de MT; Nos trabalhos de retensionamento de condutores é dispensada a utilização de conjunto por estrutura, porém, o trecho deve estar confinado conforme orientações contidas neste documento. Após o tensionamento, deve-se instalar conjuntos nas estruturas para a realização das amarrações; De acordo com o fabricante, o aterramento sela não poderá ser reutilizado quando submetido a uma situação em que passe pelo mesmo uma corrente de curto-circuito; Para serviços em transformadores que não possuem rede de Baixa, como alguns casos rurais por exemplo, deve-se aterrar diretamente no barramento secundário desse transformador; Para os trabalhos na rede de Baixa, quando não houver o seccionamento de condutores, como o caso de substituição de postes, poderá ser aterrado apenas uma das estruturas adjacentes ou no vão adjacente, sem precisar executar necessariamente o confinamento do local do trabalho. Para as demais situação em que haja o seccionamento de condutor de BT, o conjunto de aterramento deverá ser instalado no método do confinamento, aterrando as estruturas ou vãos adjacentes mais próximos ao local do serviço. Desde Julho/2013 está proibido na Copel o uso do aterramento convencional nas redes de distribuição. Para os trabalhos nessas redes é permitida somente a utilização dos aterramentos tipo Sela, tipo Bastão (BT) e tipo RSI (BT).
41 /44 8. INFORMAÇÕES ADICIONAIS 8.1. Ensaio LACTEC/COPEL Em parceria com o Lactec, a Copel Distribuição realizou ensaios de curto-circuito em conjunto de aterramento temporário tipo sela, onde foram simuladas várias situações com variação de utilização do equipamento e exposição do trabalhador no caso de um energizamento acidental. Os resultados apresentados reforçam a utilização do modelo tipo sela e estão descritos no relatório LACTEC DVSE 4885/2009 de 01/12/ Acondicionamento Manter o equipamento preferencialmente em sacola, principalmente para o transporte Manutenção Realizar inspeção visual no equipamento, principalmente em suas conexões e cabos antes de ser utilizado. O equipamento deve ser retirado de operação em caso de qualquer dúvida com relação a sua integridade. Abrir conexões de cabos, realizar limpeza com escova de aço e refazer aperto; Lubrificar com desingripante as articulações do equipamento; Quando necessário, lavar com sabão neutro a sacola e o conjunto de aterramento Referências Este documento foi elaborado levando em consideração as seguintes publicações: NR-10 Norma Regulamentadora nº 10 do Ministério do Trabalho; Relatório de ensaio LACTEC DVSE 4885/2009 de 01/12/2009; Especificação técnica Conjunto de Aterramento Temporário para Redes de até 34,5 kv Tipo Sela e Conjunto de Aterramento Temporário para Rede Secundária Isolada; Manual Técnico de Aterramento e Curto-Circuitamento Temporário da Ritz do Brasil S.A.
42 /44 9. QUADRO DE REVISÕES DO DOCUMENTO Versão Início de Vigência Área Responsável 01 Abril / 2005 SED / DOMS - Início. Descrição 02 08/08/ 2007 SED / DOMS - Revisão /05/2013 SEO/DPOM - Reestruturação geral do MIT para atender os padrões da empresa; - Inclusão do texto referente a proibição de utilização do aterramento convencional após a data de publicação deste MIT. - No segundo parágrafo das NOTAS do item 6.1 foi acrescentado o texto...preferencialmente as atividades deverão ser realizadas por equipe de Linha Viva. Caso não seja possível o uso dessa equipe... ; - No item foi incluído o texto: É permitido o uso da haste do tipo trado. - Na NOTA do item foi inserida a frase Nesse caso pode-se utilizar jumper de aterramento, de forma a equipotencializar os dois lados do encabeçamento da rede, sendo necessário portanto o uso de apenas um conjunto de aterramento sela na estrutura /07/2014 SEO/DPMA - No item foi reescrito o texto atual da NOTA e excluído o texto antigo Se houver necessidade de desligamento programado envolvendo este tipo de estrutura e a mesma não possuir estribos de espera, uma equipe de Linha Viva deverá fazer a instalação dos estribos, antes da data prevista para o desligamento. - No item 6.3 foi inserido o primeiro parágrafo e atualizadas as quatro figuras; - Alterada a figura do item 6.4 e também o texto. - Excluída a frase Para trabalhos no espaço confinado, aterrar o cabo mensageiro para equipotencializar a estrutura do item 7, pois gerava dupla interpretação; - Alterado o texto A interligação do neutro com os estais de MT pode ser executada com a mão. A interligação no conjunto pode ser no conector de BT ou no trapézio. O executor pode optar por interligar os estais com o conjunto após a instalação do trapézio nos condutores de MT, neste caso, utilizando VTT ou bastão pega-tudo, do item 7, para o texto atual; - Incluído os textos do nono tópico e penúltimo tópico do item 7; - Reescrito o décimo segundo e o último apontamento do item 7.
43 / APROVAÇÃO Esta versão de MIT entra em vigor dia 26 de janeiro de Visto: Aprovado Julio Shigeaki Omori SEO/DPMA Marcelo Gonçalves dos Santos SEO/DOPD Pericles José Neri SEO
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