REGULAMENTO ESPECÍFICO DE CANOAGEM
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- Mônica Cruz
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1 REGULAMENTO ESPECÍFICO DE CANOAGEM
2 ÍNDICE 1. INTRODUÇÃO PARTICIPAÇÃO ESCALÕES ETÁRIOS COMPETIÇÕES/ENCONTROS ESCOLARES REGULAMENTO TÉCNICO ESPECÍFICO CASOS OMISSOS...12 DGIDC-GCDE Regulamento Específico de Canoagem 2
3 1. INTRODUÇÃO Este Regulamento Específico aplica-se a todas as competições de Canoagem realizadas no âmbito do Programa do Desporto Escolar, em conformidade com o estipulado no Regulamento Geral de Provas e Regras Oficiais em vigor. Pode ainda ser complementado pelo Regulamento de Prova da respectiva fase (Local, Regional e Nacional), a elaborar pela entidade organizadora. O Regulamento técnico rege-se pelas regras oficiais em vigor da Federação Portuguesa de Canoagem (FPC), com adaptação adequada das regras às condições de realização das Provas, ao plano de água, ao equipamento disponível e aos recursos humanos existentes. DGIDC-GCDE Regulamento Específico de Canoagem 3
4 2. PARTICIPAÇÃO No quadro competitivo das actividades do Programa do Desporto Escolar, as competições de Canoagem estão abertas a todos os grupos/equipas de canoagem dos estabelecimentos de educação e ensino, oficial ou particular, que adiram voluntariamente ao mesmo. 3. ESCALÕES ETÁRIOS De acordo com o Regulamento Geral de Provas no âmbito do Desporto Escolar, e embora não estando em conformidade com os escalões etários a nível de competições oficiais da FPC, os escalões etários são definidos em função do quadro que se segue: ESCALÕES INFANTIS A INFANTIS B ANO de NASCIMENTO 2009/2010 A - 99/2000 B - 97/98 ANO de NASCIMENTO 2010/2011 A /01 B - 98/99 ANO de NASCIMENTO 2011/2012 A /2002 B - 99/2000 ANO de NASCIMENTO 2012/2013 A /2003 B 2000/2001 INICIADOS 95/96 96/97 97/98 98/99 JUVENIS 93/94 94/95 95/96 96/97 JUNIORES 92 e anteriores 93 e anteriores 94 e anteriores 95 e anteriores SEXO Masc. Fem. Masc. Fem. Masc. Fem. Masc. Fem. 4. COMPETIÇÕES/ENCONTROS ESCOLARES 4.1. PROVAS Uma vez que nas escolas a constituição dos grupos/equipa de Desporto Escolar é muito diversificada, apresentando níveis técnicos e escalões etários variados, distinguimos dois níveis técnicos que são definidos de acordo com as capacidades dos alunos. DGIDC-GCDE Regulamento Específico de Canoagem 4
5 Pretende-se alargar ao máximo a participação dos alunos nos Encontros, pelo que o Programa de Provas dos Encontros deverá ser organizado de forma a incluir provas para os diferentes níveis técnicos Nível de Iniciação e aperfeiçoamento técnico Caracteriza-se por um nível de adaptação à modalidade e aperfeiçoamento técnico. As provas ou actividades para este nível são definidas pela escola organizadora do encontro, e deverão conter exercícios ao nível da técnica de remada, exercícios de propulsão, exercícios de equilíbrio, exercícios em embarcações de equipa. A título de exemplo, podem ser enquadrados neste nível passeios e descidas em embarcações mais estáveis, provas em embarcações de Iniciação, estafetas nos diferentes tipos de embarcações, jogos de Kayak Pólo, circuitos de habilidade com embarcações de Slalom, habilidades com embarcações de Kayaksurf, provas em embarcações de Kayak Mar, provas ou circuitos em Barcos Dragão Nível Avançado É caracterizado por um nível técnico avançado, em que as especialidades/provas definidas são aquelas que darão apuramento às Fases Regional e Nacional. As provas para todos os escalões/sexo são três de duas especialidades: - Prova de Circuito com 2000m; - Prova de Velocidade com 200m; - Prova de Slalom com 10 portas. 4.2 CLASSIFICAÇÕES Em cada competição/encontro, será efectuada uma classificação individual e poderá ser ainda efectuada uma classificação absoluta por escola Classificação Individual Nas provas de velocidade e circuito, a classificação é efectuada por ordem crescente do tempo obtido, pelos alunos, em cada prova/escalão/sexo. DGIDC-GCDE Regulamento Específico de Canoagem 5
6 Na prova de Slalom, a classificação é obtida por ordem crescente do tempo obtido, pelos alunos, acrescido das penalizações nas portas Classificação Absoluta por Escola Poderá ser ainda efectuada uma Classificação Absoluta por Escola, que distinguirá a melhor escola a nível absoluto. Esta será definida pelo somatório de pontos obtidos por todos os alunos pontuados (os dezoito melhores pontuam), em todas as provas/escalão/sexo. A classificação será determinada por ordem decrescente deste somatório, segundo o seguinte critério: Classificação/Pontuação 1º 33 Pontos 10º 9 Pontos 2º 27 Pontos 11º 8 Pontos 3º 21 Pontos 12º 7 Pontos 4º 15 Pontos 13º 6 Pontos 5º 14 Pontos 14º 5 Pontos 6º 13 Pontos 15º 4 Pontos 7º 12 Pontos 16º 3 Pontos 8º 11 Pontos 17º 2 Pontos 9º 10 Pontos 18º 1 Ponto 4.3 FASES ORGANIZATIVAS Fase Local A organização compete à Equipa de Apoio às Escolas Desporto Escolar (EAE), em colaboração com as escolas e os respectivos Coordenadores dos Clubes do Desporto Escolar. O calendário de provas deverá ser organizado de forma a permitir a participação a todos os alunos e de acordo com as características de cada EAE, sendo DGIDC-GCDE Regulamento Específico de Canoagem 6
7 aconselhável que este reúna provas para todos os níveis técnicos. No entanto, deverá ter-se sempre presente que as provas que dão apuramento à Fase Regional e consequente Fase Nacional são as definidas no nível Avançado. O quadro competitivo elaborado por cada EAE deverá conter no mínimo 3 momentos competitivos, e deve ser apresentado às escolas no início do ano lectivo, por forma a permitir aos Professores Responsáveis a elaboração e o ajuste do plano anual do grupo/equipa à realidade competitiva. O quadro competitivo deve atender a alguns factores, como o número de grupos/equipas existentes na EAE, as características/níveis dos mesmos, a progressão na aprendizagem ao longo do ano lectivo, e o espaço/tempo disponível para a realização da competição. Dada a existência de três provas distintas no nível avançado, estas podem ser organizadas uma em cada encontro ou a prova de circuito e velocidade num encontro e o Slalom noutro encontro. No final destes momentos competitivos, será efectuado o Ranking EAE de tempos por prova/escalão/sexo Fase Regional Na elaboração do calendário de provas, para a Fase Regional, dever-se-ão ter em conta as Provas do Campeonato Nacional, de forma a permitir aos alunos participantes antecipar as escolhas das provas onde pretendem participar. A forma de apuramento para os Campeonatos Regionais terá por base os seguintes critérios: - Os melhores resultados de cada EAE por prova/escalão etário/sexo; - Limite de quotas definido pela Direcção Regional de Educação (DRE), que deverá ter em conta o número de grupos/equipas e alunos existentes em cada EAE Fase Nacional A Fase Nacional destina-se a alunos Iniciados e Juvenis, masculinos e femininos, do Nível Avançado. O apuramento será efectuado através dos resultados obtidos nos DGIDC-GCDE Regulamento Específico de Canoagem 7
8 Campeonatos Regionais e tendo em conta a quota de participação definida pela Direcção-Geral de Inovação e de Desenvolvimento Curricular Gabinete Coordenador do Desporto Escolar (DGIDC-GCDE). 4.4 INSCRIÇÃO Cada aluno poderá participar nas três provas que constam no nível avançado, sendo obrigatória a participação, pelo menos, em duas das competições. A sua inscrição deve ser efectuada na ficha para o efeito e enviada para a EAE. Cada grupo/equipa deve apresentar um aluno/árbitro que assumirá as funções inerentes nas Competições/Encontros. 4.5 EQUIPAMENTO DESPORTIVO Os alunos participantes deverão ser portadores de equipamento desportivo adequado à prática da modalidade, nomeadamente colete (obrigatório em todas as actividades/encontros/provas), pagaias, capacete (provas de Slalom) e embarcação própria (se a organização do Encontro tiver material suficiente para a realização do evento, os grupos/equipas poderão ficar dispensados de levar embarcações). 4.6 PROGRAMA/HORÁRIO DAS COMPETIÇÕES/ENCONTROS O programa/horário é definido pela organização da Prova, tendo, no entanto, sempre em consideração que cada sessão de provas deverá contemplar os seguintes períodos: 1. Recepção aos participantes e entrega do Caderno de provas; 2. Período de preparação do material; 3. Reunião técnica com os professores dos grupos/equipas, equipa de arbitragem e organização; 4. Início e desenvolvimento das provas. 4.7 ACOMPANHAMENTO DOS ALUNOS Os Professores acompanhantes são os responsáveis pelo devido enquadramento e orientação dos alunos durante a realização das provas/encontros. DGIDC-GCDE Regulamento Específico de Canoagem 8
9 4.9 SECRETARIADO, ARBITRAGEM E CRONOMETRAGEM Secretariado Deverá ser nomeado um secretariado de prova para as seguintes funções: a) Envio do regulamento de competição para as escolas, que deverá conter: data do encontro, local, provas, ficha de inscrição; b) Recolha de inscrições; c) Tratamento das inscrições/programa de provas; d) Fornecimento de resultados Arbitragem e Cronometragem A entidade organizadora é responsável pela condução da prova, devendo, para o efeito, organizar a equipa de arbitragem com um mínimo de elementos que permita que a competição tenha o brilho, a honra e o desportivismo que merece. A constituição dos grupos/equipas participantes no Encontro deve conter um aluno/árbitro devidamente preparado, que assumirá funções na equipa de arbitragem, sob orientação da entidade organizadora Composição da equipa de arbitragem (n.º mínimo): 1 Juiz Árbitro Controla toda a equipa de arbitragem. 1 Árbitro de largada Dá início a cada prova. 2/3 Árbitros de Viragem ou de Porta (Slalom) Verificam a passagem dos atletas e as regras estabelecidas para a viragem. 1 Árbitro de percurso Verifica o cumprimento das regras durante o percurso. 1 / 2 Árbitros de chegada/cronometristas Registam a ordem de chegada e o tempo. 1 Elemento de Secretariado Verifica e organiza a lista de resultados. 1 Locutor Faz a locução, podendo auxiliar na chamada dos alunos. DGIDC-GCDE Regulamento Específico de Canoagem 9
10 4.10 PRÉMIOS Em cada encontro deverá ser reconhecida a participação dos alunos, professores e juízes através de um diploma de participação devidamente oficializado. Nas provas Locais, Regionais e Nacionais, serão entregues medalhas aos melhores alunos classificados, diplomas de mérito aos respectivos professores e será feita a distribuição de troféus às escolas melhor classificadas. 5. REGULAMENTO TÉCNICO ESPECÍFICO As regras em vigor regem-se pelos Regulamentos em vigor da Federação Portuguesa de Canoagem, nomeadamente no que diz respeito às provas de Fundo, Regatas em Linha e Slalom, pelo que este Regulamento faz referência a alguns pontos nas várias provas que necessitam de maior atenção. 5.1 Prova de Circuito Neste tipo de prova é aconselhável fazer um circuito de 1000m com duas voltas, num total de 2000 m de prova. A largada é realizada entre duas bóias e a chegada poderá ser feita no mesmo local. São sempre aconselháveis duas viragens com três bóias cada. A ordem de largada deve ser dos Infantis A para os Juvenis. As categorias devem estar separadas, ou seja, primeiro os Infantis e só após terem terminado todos é que se deve passar aos Iniciados. Bóias de viragem Largada e Chegada Bóias de viragem DGIDC-GCDE Regulamento Específico de Canoagem 10
11 1000m 5.2 Prova de Velocidade Esta prova é de 200m e deve ser delimitada por duas bóias na partida, afastadas o suficiente de forma a permitir o alinhamento de nove embarcações e duas bóias na chegada com a mesma largura. Durante o percurso, os atletas devem levar a sua embarcação em linha recta sem mudanças bruscas de trajectória. Chegada 200m Largada O Sistema a aplicar para apuramento, para a final com nove embarcações, é o seguinte: - Até 9 participantes Final Directa; - Entre 10 e 15 participantes duas Eliminatórias e uma semi-final (nas duas Eliminatórias, apuram-se 3 participantes para a Final e os restantes disputam uma semi-final onde se apuram mais 3 alunos para a respectiva Final); - Entre 16 e 27 Participantes três Eliminatórias (apuram-se 3 alunos em cada eliminatória para a Final) - Entre 28 e 54 participantes seis Eliminatórias e três semi-finais (apuram-se 4 alunos em cada eliminatória para a semi-final e nas semi-finais apuram-se 3 alunos em cada para a Final). 5.3 Prova de Slalom Esta prova deve realizar-se num percurso de águas calmas ou com uma ligeira corrente e com 10 Portas (ou bóias, no caso de não ser possível montar portas). Os DGIDC-GCDE Regulamento Específico de Canoagem 11
12 alunos devem sair do mais rápido para o mais lento com uma diferença de um minuto entre eles. A prova será disputada em duas mangas e o resultado final será o somatório das duas mangas. O resultado de cada manga é calculado pelo tempo obtido da prova, somando-se as penalizações nas portas: 1) Penalização nula, passagem sem falhas; 2) Penalização de 2 pontos (segundos), passagem correcta da porta, mas com toque numa ou nas duas barras; 3) Penalização de 50 pontos (segundos): toque na porta (quer numa ou nas duas barras) sem ter efectuado uma passagem correcta; toque intencional na porta, a fim de permitir a passagem; passagem da porta numa direcção diferente daquela indicada no plano de percurso. 6. CASOS OMISSOS Os casos omissos neste Regulamento Específico são analisados e resolvidos pelos Coordenadores do Desporto Escolar da EAE, da DRE e, em última instância, pela Direcção-Geral de Inovação e de Desenvolvimento Curricular Gabinete Coordenador do Desporto Escolar e da sua decisão não cabe recurso. DGIDC-GCDE Regulamento Específico de Canoagem 12
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