NULIDADES NO PROCESSO PENAL
|
|
|
- Edson Palhares
- 6 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 NULIDADES NO PROCESSO PENAL
2 ÍNDICE 1. TIPOS DE NULIDADES NO PROCESSO PENAL...4 Conceito de Nulidade...4 Espécies de Nulidades PRINCÍPIOS RELATIVOS ÁS NULIDADES...8 Princípio da Instrumentalidade das Formas...8 Princípio do Prejuízo...8 Princípio da Causalidade... 9 Princípio do Interesse NULIDADES EM ESPÉCIE Incompetência, Suspeição ou Suborno do Juiz (Art. 564, I do CPP) CONVALIDAÇÃO DOS ATOS PROCESSUAIS PELA PRECLUSÃO Princípio da Convalidação (ou Conservação) MEIOS PARA ALEGAR AS NULIDADES Concessões de Serviços Públicos e Direitos e Obrigações...23 Princípios...23 Direitos e Obrigações...24
3 1 TIPOS DE NULIDADES NO PROCESSO PENAL
4 1. Tipos de Nulidades no Processo Penal Conceito de Nulidade O processo penal, concebido como instrumento por meio do qual se dá a aplicação da Lei penal aos casos da vida real, tem objetivo bem definido: possibilitar uma reação a fatos considerados criminosos. Sem o instrumento processual, afinal, não há punição. A justça feita pelas próprias mãos é expressamente vedada pelo princípio nulla poena sine judicio. Podemos dizer então que, em última análise, o processo possui o condão de evitar que o responsável fique sem punição (impunitum non relinqui facinus) e que o inocente seja condenado (innocentum non codennari). Por conta da importância dos interesses e dos bens jurídicos intrínsecos à atividade processual, não se permite que fiquem a critério do magistrado os meios pelos quais a verdade deva ser descoberta, razão pela qual o ordenamento jurídico pátrio prevê a existência de um modelo legal, cuja inobservância consolida um risco para o objetivo do processo. Com o fim de evitar o desrespeito às fórmulas e procedimentos legais, criou-se uma consequência para a inobservância dessas formas: a possibilidade de invalidação do ato imperfeito, sanção essa conhecida no estudo do Direito como nulidade. Assim, a nulidade deve ser compreendida como um vício que impregna um ato processual, em razão de alguma inobservância da forma prevista em lei, e que é, por isto, tolhido. Os atos processuais impregnados de vício são considerados válidos até o momento em que a sua ineficácia seja declarada por órgão jurisdicional competente. Portanto, em direito processual, não tem aplicação o postulado segundo o qual o ato nulo não produz efeitos. Ele, em verdade, produz efeitos até que seja decretada a nulidade pelo juiz competente. Os atos viciados podem ser elencados de acordo com o seu grau de desconformidade com a legislação e com a repercussão do defeito para o processo. Assim, a nulidade pode ser classificada como: a) inexistência; b) nulidade absoluta; c) nulidade relativa; d) irregularidade. Espécies de Nulidades (A) INEXISTÊNCIA Apesar de o nosso ordenamento não fazer qualquer menção aos atos inexistentes, há consenso doutrinário de que, em certas hipóteses, tamanha é a desconformidade com a legislação que o ato deve ser imediatamente desconsiderado pelo ordenamento jurídico, sendo algo alienígena ao Direito. Nessas situações há, sob o ponto de vista jurídico, um não ato, pois ausente algum elemento que o direito considera essencial para que ele venha a existir e tenha validade. 4
5 Assim, a invalidação de ato inexistente não depende de pronunciamento do Poder Judiciário. Basta desconsiderar o ato que apenas aparenta existir para que se obedeça, então, à lei. Não é possível cogitar a convalidação do ato inexistente, daí por que a falta de arguição oportuna não gera nenhum efeito preclusivo. Não há sequer necessidade de arguição deste tipo de nulidade. A título de exemplos, possível imaginar os seguintes casos de atos inexistentes: sentença sem qualquer dispositivo legal indicado, uma audiência presidida pelo defensor ao invés de pelo juiz, sentenças e decisões proferidas e assinadas pelo escrivão, não pelo juiz, etc. (B) NULIDADE ABSOLUTA Quando o vício do ato viola diretamente uma norma (constitucional ou legal) que prestigie o interesse público, ou seja, que exista como defesa e proteção do indivíduo e da sociedade, é o caso de nulidade absoluta. Trata-se de situação em que a gravidade do ato viciado é flagrante e, em regra, manifesto o prejuízo que sua permanência acarreta para a efetividade do contraditório ou para a justiça da decisão; o vício atinge o próprio interesse público de correta aplicação do direito (Ada Pellegrini Grinover. As nulidades no processo penal, 12. ed., p. 21.) A nulidade absoluta pode, e deve, ser decretada de ofício pelo juiz ou pelo tribunal. Note-se que, embora uma sentença não fundamentada seja absolutamente nula, sua invalidade só poderá ser decretada pela instância superior, por ocasião da apreciação de recurso ou de ação de impugnação, mas, em nenhuma hipótese, pelo juízo prolator. O próprio magistrado, todavia, poderá decretar a invalidade de ato processual absolutamente nulo, desde que o faça antes da prolação da sentença. São exemplos de casos que incorrem em nulidade absoluta do ato: a realização de audiência sem a presença do defensor do acusado ou a tramitação de um processo em juízo que seja completamente incompetente para julgar a matéria. (C) NULIDADE RELATIVA A nulidade relativa ocorrerá diante de hipóteses de desrespeito a exigência estabelecida pela lei (norma infraconstitucional) do interesse das partes, mas não em desrespeito à ordem pública generalizadamente. Assim como acontece em relação à nulidade absoluta, sua invalidação depende de ato judicial que declare sua ocorrência, já que, como mencionado, a invalidade dos atos processuais não é automática. Para que seja reconhecida, é essencial que haja arguição em momento oportuno pelo interessado, pois, via de regra, não é possível que seja decretada de ofício pelo juiz, além de que se convalida se a parte prejudicada não se manifestar demonstrando o prejuízo a ela acarretado pelo ato. 5
6 A título exemplificativo, podemos pensar na seguinte hipótese de nulidade relativa: falta de intimação do acusado para audiência de inquirição de testemunhas, quando nela esteve presente o advogado constituído. Vê-se que há vício mas que este não é irremediável, pois o advogado do interessado recebeu a intimação por ele. (D) IRREGULARIDADE Denomina-se de irregularidade o vício que incorre da desobediência ao modelo legal que, no entanto, não tem qualquer prejudicialidade para o desenvolvimento do processo e, por conta disso, não enseja a ineficácia do ato. Trata-se de situação de desavença de alguma exigência formal sem verdadeira relevância para fins processuais. A título de exemplo, temos a prolação da sentença em prazo superior ao previsto em lei e em desobediência ao Princípio da Razoável Duração do Processo. De fato, a regra não foi observada, mas completamente descabido acreditar que a demora na prolação da sentença deva ensejar sua invalidade. Se o objetivo é a celeridade, tal medida andaria em evidente contrassenso. RESUMO ESQUEMATIZADO Atos Inexistentes Atos Absolutamente Nulos Atos Relativamente Nulos Atos Irregulares Sua ineficácia não depende de reconhecimento judicial Produzem efeitos até que haja reconhecimento judicial de sua ineficácia Produzem efeitos até que haja reconhecimento judicial de sua ineficácia Embora imperfeitos, não são passíveis de invalidação O vício pode ser Sua invalidade pode ser Sua invalidade pode ser reconhecido de ofício reconhecida de ofício reconhecida de ofício Jamais se convalidam Não se convalidam pela falta de arguição A falta de arguição oportuna acarreta a convalidação 6
7 OPS... Você está sem permissão para ver o conteúdo integral deste ebook. Que tal assinar um dos nossos planos? VER TODOS OS PLANOS
8 Nulidades do Processo Penal /trilhante /trilhante /trilhante
DIREITO PROCESSUAL PENAL
DIREITO PROCESSUAL PENAL Nulidades Prof. Gisela Esposel - Princípio do prejuízo: - Artigo 563 do CPP nenhum ato será declarado nulo, se da nulidade não resultar prejuízo para a acusação ou para a defesa
Conteúdo: Prisão Temporária: Contagem do Prazo; Rol de Crimes; Recurso do Indeferimento. Nulidades: Conceito; Espécies; Princípios.
Turma e Ano: Flex B (2014) Matéria / Aula: Processo Penal / Aula 10 Professor: Elisa Pittaro Conteúdo: Prisão Temporária: Contagem do Prazo; Rol de Crimes; Recurso do Indeferimento. Nulidades: Conceito;
Pós Penal e Processo Penal. Legale
Pós Penal e Processo Penal Legale NULIDADES Existem vários graus de vícios processuais: Irregularidade Nulidade Relativa Nulidade Absoluta Inexistência irregularidade: vício que não traz prejuízo nulidade
PAS DE NULLITÉ SANS GRIEF.
NULIDADES Natureza: 1 - Fernando Capez: é vício processual 2 - José Frederico Marques: é sanção 3 - Mirabete: é vício e sanção Sistemas: 1 Formalista: sempre que o ato não praticado pela forma determinada
Direito Processual Penal
Direito Processual Penal Nulidades Professor Joerberth Nunes www.acasadoconcurseiro.com.br Direito Processual Penal NULIDADES CÓDIGO DE PROCESSO PENAL TÍTULO I Das Nulidades Art. 563. Nenhum ato será
ATOS, TERMOS, PRAZOS E NULIDADES PROCESSUAIS. Prof. Renato Gama
ATOS, TERMOS, PRAZOS E NULIDADES PROCESSUAIS Prof. Renato Gama Classificação: Atos processuais Atos processuais postulatórios, de desenvolvimento, de instrução e de provimento. Atos da parte (art. 200
Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo. Sentença Penal. Gustavo Badaró aula de
Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo Sentença Penal Gustavo Badaró aula de 04.08.2015 1. Conceito PLANO DA AULA 2. Classificação e denominações 3. Elementos da sentença 4. Sentença penal absolutória
LÚCIO SANTORO DE CONSTANTINO Advogado criminalista. Professor de Direito
STJ00065953 LÚCIO SANTORO DE CONSTANTINO Advogado criminalista. Professor de Direito NULIDADES NO PROCESSO PENAL Editora Verbo Jurídico Porto Alegre, 2006 CATALOGAÇÃO NA FONTE Constantino, Lucio Santoro
CONTROLE DE CONSTITUCIONALIDADE
CONTROLE DE CONSTITUCIONALIDADE As normas elaboradas pelo Poder Constituinte Originário são colocadas acima de todas as outras manifestações de direito. A própria Constituição Federal determina um procedimento
UNIP 1º. SEM 2014 DISCIPLINA: PROCESSO CIVIL DE CONHECIMENTO PROFESSOR: VARCILY QUEIROZ BARROSO
UNIP 1º. SEM 2014 DISCIPLINA: PROCESSO CIVIL DE CONHECIMENTO PROFESSOR: VARCILY QUEIROZ BARROSO 1 AULA N. 04 2.3 DAS NULIDADES (art. 243 a 250) 2 INTRODUÇÃO NULIDADE DO ATO Ocorre quando o ato é praticado
DIREITO PROCESSUAL CIVIL. Princípios Processuais. Prof. Luiz Dellore
DIREITO PROCESSUAL CIVIL Princípios Processuais Prof. Luiz Dellore www.dellore.com Twitter: @dellore Facebook: Luiz Dellore II Instagram: @luizdellore LinkedIn: Luiz Dellore 1. NOVIDADES DO NCPC QUANTO
NULIDADES. É o vício do ato processual que o priva de seus efeitos.
É o vício do ato processual que o priva de seus efeitos. Os atos processuais, como todos os atos jurídicos, podem apresentar certos vícios que os tornem inválidos e ineficazes. No campo do processo civil,
PRISÕES CAUTELARES NO PROCESSO PENAL
PRISÕES CAUTELARES NO PROCESSO PENAL www.trilhante.com.br ÍNDICE 1. PRISÕES CAUTELARES NO PROCESSO PENAL...5 Noções Gerais... 5 Presunção de Inocência vs Prisão Cautelar... 5 2. HIPÓTESES DE PRISÃO EM
AS NULIDADES DO PROCESSO ADMINISTRATIVO DISCIPLINAR MILITAR. Fabrício Marinho da Costa¹, Douglas Luís de Oliveira 2
As nulidades do processo administrativo disciplinar Militar 659 AS NULIDADES DO PROCESSO ADMINISTRATIVO DISCIPLINAR MILITAR Fabrício Marinho da Costa¹, Douglas Luís de Oliveira 2 Resumo: O artigo científico
COLEÇÃO SINOPSES PARA CONCURSOS GUIA DE LEITURA DA COLEÇÃO AGRADECIMENTOS NOTA À 5ª EDIÇÃO APRESENTAÇÃO PREFÁCIO...
Sumário Sumário COLEÇÃO SINOPSES PARA CONCURSOS... 19 GUIA DE LEITURA DA COLEÇÃO... 21 AGRADECIMENTOS... 23 NOTA À 5ª EDIÇÃO... 25 APRESENTAÇÃO... 27 PREFÁCIO... 29 Capítulo I SUJEITOS NO PROCESSO PENAL...
RECURSOS NO PROCESSO CIVIL
RECURSOS NO PROCESSO CIVIL www.trilhante.com.br ÍNDICE 1. TEORIA GERAL DOS RECURSOS... 4 Regra Geral dos Recursos... 5 2. APELAÇÃO...9 3. AGRAVO DE INSTRUMENTO E AGRAVO INTERNO...11 Agravo Interno...13
O PRINCÍPIO DA PRIMAZIA DA RESOLUÇÃO DE MÉRITO NO NOVO CÓDIGO DE PROCESSO CIVIL E SUA APLICAÇÃO AO PROCESSO DO TRABALHO. José Alberto Couto Maciel
O PRINCÍPIO DA PRIMAZIA DA RESOLUÇÃO DE MÉRITO NO NOVO CÓDIGO DE PROCESSO CIVIL E SUA APLICAÇÃO AO PROCESSO DO TRABALHO José Alberto Couto Maciel Da Academia Nacional de Direito do Trabalho Quando a parte
PROF. JOSEVAL MARTINS VIANA PRINCÍPIOS FUNDAMENTAIS DO PROCESSO CIVIL
PRINCÍPIOS FUNDAMENTAIS DO PROCESSO CIVIL 1. Princípios fundamentais do processo civil Princípios fundamentais do processo civil são as bases que sustentam essa ciência. 2. Princípios gerais do processo
CRIMES CONTRA A ADMINISTRAÇÃO DA JUSTIÇA
CRIMES CONTRA A ADMINISTRAÇÃO DA JUSTIÇA www.trilhante.com.br 1. CRIMES CONTRA A ADMINISTRAÇÃO DA JUSTIÇA Estudaremos as ações voltadas contra o poder judiciário, as investigações e o andamento do processo.
SUMÁRIO. PREFÁCIO... vii NOTA DO AUTOR... ix CAPÍTULO I - A TEORIA GERAL DO PROCESSO... 1
SUMÁRIO PREFÁCIO... vii NOTA DO AUTOR... ix CAPÍTULO I - A TEORIA GERAL DO PROCESSO... 1 l. TEORIA GERAL DO PROCESSO: OBJETO E PRESSUPOSTO... 1 2. A TEORIA GERAL COMO TRONCO DOS DIFERENTES RAMOS DO PROCESSO...
Direito. Processual Penal. Princípios
Direito Processual Penal Princípios Princípios Princípios são os núcleos norteadores de um sistema. Os princípios orientam a interpretação das regras. Princípio do Contraditório Consiste na possibilidade
Capítulo I A TEORIA GERAL DO PROCESSO Capítulo II A UNIDADE PROCESSUAL... 41
SUMÁRIO Capítulo I A TEORIA GERAL DO PROCESSO... 29 1. Teoria Geral do Processo: objeto e pressuposto... 29 2. A Teoria Geral como tronco dos diferentes ramos do processo... 30 3. Ensino da disciplina...
TJ-SP. Escrevente Técnico Judiciário. Prof. Guilherme Rittel
TJ-SP Escrevente Técnico Judiciário Prof. Guilherme Rittel EDITAL DIREITO PROCESSUAL PENAL: Código de Processo Penal - com as alterações vigentes até a publicação do Edital - artigos 251 a 258; 261 a 267;
- Jurisdição - Competência é o limite dentro do qual juízes e tribunais exercem jurisdição.
Turma e Ano: Flex A (2014) Matéria / Aula: Processo Penal / Aula 09 Professor: Elisa Pittaro Conteúdo: Princípios da Jurisdição: Aderência. Competência: Natureza Jurídica; Competência Absoluta x Relativa;
O USO DE PROVAS ILICITAS EM PROCESSOS
O USO DE PROVAS ILICITAS EM PROCESSOS Gonçalves, Tuany Caroline¹ Magalhães, Taynara Cristina ² Oliveira, Ariane F.³ Introdução Este trabalho tem como objetivo apresentar o uso de Provas ilícitas nos processos
SUJEITOS NO PROCESSO PENAL...
Sumário CapítuloI SUJEITOS NO PROCESSO PENAL... 29 1. NOÇÕES GERAIS... 29 2. JUIZ... 30 2.1. Breves noções... 30 2.2. O papel do juiz moderno... 30 2.3. O princípio da identidade física do juiz (art. 399,
DIREITO PROCESSUAL CIVIL. Comunicação dos Atos Processuais. Professor Rafael Menezes
DIREITO PROCESSUAL CIVIL Comunicação dos Atos Processuais Professor Rafael Menezes Citações Intimações Cartas Tentativa Conceitual a) o ato pelo qual se chama a juízo o réu ou o interessado a fim de se
Capítulo II A UNIDADE PROCESSUAL Concepção dualista Concepção unitária Em abono da unidade... 40
SUMÁRIO Capítulo I A TEORIA GERAL DO PROCESSO... 25 1. Teoria Geral do Processo: objeto e pressuposto... 25 2. A Teoria Geral como tronco dos diferentes ramos do processo... 26 3. Ensino da disciplina...
QUESTÕES RESPOSTA DO RÉU #NCPC #AQUIÉMONSTER
QUESTÕES RESPOSTA DO RÉU #NCPC #AQUIÉMONSTER 01 Com referência ao processo, ao procedimento comum e à intervenção de terceiros, assinale a opção correta de acordo com o Código de Processo Civil (CPC).
DIREITO CONSTITUCIONAL
DIREITO CONSTITUCIONAL Direitos Individuais Direitos Constitucionais Penais e Garantias Const. do Processo Parte 3 Profª. Liz Rodrigues - A terceira modalidade de prisão extrapenal são as prisões militares.
PROGRAMA ESPECÍFICO TJ/CE PONTO 1. Direito Civil e Processual Civil
PROGRAMA ESPECÍFICO TJ/CE PONTO 1 Direito Civil e Processual Civil DIREITO CIVIL 1. Direito das relações de consumo: Reparação dos danos; Práticas comerciais. 2. Locação de imóveis urbanos: locação residencial.
SUMÁRIO. Capítulo 5 Inquérito policial (arts. 4º a 23 do cpp) 5.1 Conceito
SUMÁRIO Introdução Capítulo 1 PRINCÍPIOS INFORMADORES DO PROCESSO PENAL 1.1 Devido processo legal (due process of law) ou justo processo 1.2 Publicidade dos atos processuais 1.3 Presunção de inocência,
DICA 1. Observe atentamente a tabela abaixo que compara a divisão estrutural do CPC/73 e do CPC/15:
DICA 1 Observe atentamente a tabela abaixo que compara a divisão estrutural do CPC/73 e do CPC/15: Perceba como o Novo Código é bem mais detalhado em sua divisão e estruturação. Didaticamente tivemos uma
CENTRO DE ENSINO SUPERIOR DE JATAÍ - CESUT A s s o c i a ç ã o J a t a i e n s e d e E d u c a ç ã o
EMENTA - Sentença em Geral; - Sentença Absolutória; - Sentença Condenatória; - Publicação e Intimação de Sentença; - Coisa Julgada de Sentença; - Instrução Criminal dos Procedimentos Ordinário e Sumário;
ATOS PROCESSUAIS. 2 - Forma dos atos processuais - CPC, art. 188/211
Curso Escrevente SP Atos processuais Código de Processo Civil - dos Atos Processuais (Livro IV): da Forma, do Tempo e do Lugar dos Atos Processuais (Título I), da Comunicação dos Atos Processuais (Título
AULA 09 NULIDADES. 5) Sistemas de Nulidades do CPC.
Turma e Ano: Master A (2015) 06/04/2015 Matéria / Aula: Direito Processual Civil / Aula 09 Professor: Edward Carlyle Silva Monitor: Alexandre Paiol AULA 09 CONTEÚDO DA AULA: Nulidades: Invalidades; Vícios
Introdução - Prática Penal IV Revisão Criminal. Aula 1
Introdução - Prática Penal IV Revisão Criminal Aula 1 PRÁTICA PENAL IV CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Bibliografia da Ementa INTRODUÇÃO AO TEMA A revisão criminal é instrumento processual que pode ser utilizado
COMPETÊNCIA PROCESSUAL
COMPETÊNCIA PROCESSUAL www.trilhante.com.br ÍNDICE 1. JURISDIÇÃO E COMPETÊNCIA... 4 2. JURISDIÇÃO NACIONAL E INTERNACIONAL...6 Jurisdição Nacional Exclusiva...6 Jurisdição Nacional Concorrente...7 3. CRITÉRIOS
DIREITO PROCESSUAL PENAL
DIREITO PROCESSUAL PENAL Procedimento Penal Procedimento comum sumaríssimo - Lei nº 9.099 de 1995 - Lei dos Juizados Especiais Criminais JECRIM Parte 2 Prof. Gisela Esposel - Artigo 62 da lei 9099/95.
TJ - SP Exercício Processo Penal Exercício I Emerson Castelo Branco Copyright. Curso Agora Eu Passo - Todos os direitos reservados ao autor.
TJ - SP Exercício Processo Penal Exercício I Emerson Castelo Branco 2012 Copyright. Curso Agora Eu Passo - Todos os direitos reservados ao autor. 1-Normatiza o art. 274 do Código de Processo Penal: as
Da Formação, da Suspensão e da Extinção do Processo
Direito Processual Civil Da Formação, da Suspensão e da Extinção do Processo Da Formação do Processo Art. 312 Considera-se proposta a ação quando a petição inicial for protocolada, todavia, a propositura
Pós Penal e Processo Penal. Legale
Pós Penal e Processo Penal Legale Competência SÚMULAS SOBRE COMPETÊNCIA Súmula Vinculante 45 A competência constitucional do Tribunal do Júri prevalece sobre o foro por prerrogativa de função estabelecido
PROF. JOSEVAL MARTINS VIANA. Aula 06 Competência - Condições da Ação - Elementos da Ação
Aula 06 Competência - Condições da Ação - Elementos da Ação 1. Conceito de competência Capacidade é a maneira de se distribuir dentre os vários órgãos jurisdicionais, as atribuições relativas ao desempenho
DISCIPLINA: Processo Penal Curso Escrevente do TJ 2017 PROFESSORA: Joana D Arc Alves Trindade Testes de Fixação - Aulas 17 e
Questões de fixação 01. Nos termos do art. 257 do CPP cabe, ao Ministério Público, I. promover, privativamente, a ação penal pública, na forma estabelecida no CPP; II. buscar a condenação dos indiciados
Conteúdo: Ação Penal nos Crimes contra a Honra: Pedido de explicações, audiência de conciliação, exceção da verdade. Jurisdição: Conceito, Princípios.
Turma e Ano: Flex A (2014) Matéria / Aula: Processo Penal / Aula 08 Professor: Elisa Pittaro Conteúdo: Ação Penal nos Crimes contra a Honra: Pedido de explicações, audiência de conciliação, exceção da
Aula 17. Competência Internacional Parte II
Turma e Ano: Direito Processual Civil - NCPC (2016) Matéria / Aula: Competência Internacional (Parte II) / 17 Professor: Edward Carlyle Monitora: Laryssa Marques Aula 17 Competência Internacional Parte
Processo de Execução Guilherme Hartmann
Processo de Execução Guilherme Hartmann PRINCÍPIOS INFORMATIVOS DA EXECUÇÃO: Art. 139. O juiz dirigirá o processo conforme as disposições deste Código, incumbindo-lhe: (..) IV - determinar todas as medidas
Curso de Arbitragem 1 FRANCISCO JOSÉ CAHALI
Curso de Arbitragem 1 Curso de Arbitragem 10 SUMÁRIO APRESENTAÇÃO... 11 1. INTRODUÇÃO... 23 1.1 Introdução às alternativas adequadas de resolução de disputas... 25 1.2 Breve histórico... 30 1.3 Bibliografia
