ORIENTAÇÕES GERAIS - PRÁTICA PROFISSIONAL -
|
|
|
- Ronaldo di Castro
- 7 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 ORIENTAÇÕES GERAIS - PRÁTICA PROFISSIONAL - A Prática Profissional dos Cursos no âmbito da Diretoria de Ensino Superior das Licenciaturas é constituída das Atividades Acadêmico-Científico-Culturais (AACC), do Estágio Curricular Supervisionado (atividades na Instituição-campo com base no Plano de Atividades de Estágio - PAE -) e da Prática como componente curricular (atividades teórico-práticas no decorrer do curso). I. COMO FAZER SEU ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO O Estágio Curricular Supervisionado tem também como fundamentação legal, as normas prescritas pela Lei N.º /2008. Esclarecemos que temos Convênio firmado com a Secretaria Estadual de Educação do Estado do Rio de Janeiro - SEEDUC/RJ -, o qual define a possibilidade de realização de Estágio no 2.º segmento do Ensino Fundamental e em Cursos de Nível Médio, em lócus de Instituição de Ensino Pública no Estado do Rio de Janeiro. No entanto, a abertura de campo de estágio depende das possibilidades e interesse de cada Instituição parceira. Assim sendo, torna-se necessário o contato prévio do aluno com a Instituição-campo para, posteriormente, serem providenciados os encaminhamentos de documentações pertinentes, emitidos pelo Núcleo de Apoio à Prática Profissional - NAPP -. Se houver a opção do licenciando por estagiar em Instituições de outras Redes, os procedimentos são similares. Quanto às atividades para serem desenvolvidas no campo de estágio, a partir da segunda metade do Curso de Licenciatura, informa-se que as mesmas estão prescritas no Plano de Atividades de Estágio - PAE -, sob a orientação dos docentes da Prática como componente curricular. É importante que, todo licenciando, tenha conhecimento do referido Plano, para melhor organização do processo. Ressalva-se a importância em relação às orientações recebidas pelo docente, bem como aos registros das atividades realizadas no campo de estágio, através de fotos, vídeos, materiais alternativos, com o propósito apresentá-las no Relatório - objeto fim dos demonstrativos do processo de estágio em cada período do Curso -.
2 II. PROCEDIMENTOS Orienta-se ao licenciando-estagiário: Verificar a Instituição-campo onde deseja realizar seu Estágio Comparecer a Instituição-campo, após aceite da mesma, para verificação das turmas em que irá estagiar. Em caso afirmativo, o licenciado deverá comparecer ao Núcleo de Apoio à Prática Profissional (NAPP), portando: (a) nome da Instituição-campo, endereço completo com CEP, telefone e o CNPJ da mesma (b) nome completo do Diretor da Instituição-campo Receber pelo NAPP, a Carta de Apresentação e o Termo de Compromisso ou Termo Aditivo. Este em 3 (três) vias, devendo cada via ser rubricada nas primeiras páginas e assinada na última página pelo Representante Legal/Diretor Geral da Instituição Concedente, pelo representante da Dirlic/NAPP e pelo licenciando-estagiário. Uma das vias deve ficar na Instituição-campo; a segunda via deverá ser entregue no Núcleo de Apoio à Prática Profissional (NAPP), no prazo de 5 (cinco) dias; e a terceira via deverá ficar com o licenciando-estagiário, para anexar ao Relatório do período do Curso. IMPORTANTE: a devolução do Termo de Compromisso ou Termo Aditivo, devidamente assinado, é que oficializa a participação efetiva do licenciando no campo de Estágio. Renovar a cada período letivo, via Termo de Compromisso ou Termo Aditivo (no caso do licenciando- estagiário permanecer no mesmo campo de estágio), o compromisso do aluno com a Instituição Concedente, obedecendo ao período letivo do Curso de Licenciatura. Atentar para as orientações ao processo de Estágio, as quais estão disponíveis no site < bem como aos esclarecimentos necessários efetuados pelo NAPP e/ou pelo docente da Prática como componente curricular. Iniciar as atividades na Instituição-campo, após o devido autorizo pela Instituição Concedente com a concordância do Professor da turma e a emissão pelo NAPP dos documentos pertinentes. Trata-se de processo pedagógico, cooperativo e plural, em que os andamentos dos trabalhos do Professor-Supervisor e a aprendizagem do aluno sejam também priorizadas. Número de licenciando-estagiários por turma: máximo de 3 (três) numa mesma turma, ou de acordo com o posicionamento do Professor-Supervisor.
3 Registrar as atividades diárias do campo de estágio em Formulário próprio (vide o arquivo Formulários no site descrito anteriormente), de forma pormenorizada, com assinatura legível do Profissional-Supervisor, o qual tenha acompanhado e supervisionado as atividades do licenciandoestagiário, acrescida da matrícula ou carimbo, se tiver. Atentar para o preenchimento do Formulário de Registro das Atividades. Neste não pode conter rasuras. Anexar o Formulário de Registro das Atividades ao Relatório Final, juntamente com o Formulário de Avaliação do Professor da Instituição-campo. Apresentar o Relatório das Atividades desenvolvidas no campo de estágio, de acordo com a orientação do docente da Prática como componente curricular. III. AVALIAÇÃO DAS ATIVIDADES DE ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO O estagiário deve ser avaliado durante o desenvolvimento de suas atividades, tanto por parte do docente da Prática como componente curricular como por parte da Instituição-campo. Essa avaliação tem como parâmetro: (a) Interesse, participação, organização, criatividade, iniciativa, integração, pontualidade, responsabilidade; (b) aspectos didático-pedagógicos; (c) criatividade dos recursos didáticos; (d) interação teoria-prática, trabalho em equipe, conduta ético-profissional. OBSERVAÇÃO: nos horários das aulas de Prática como componente curricular orienta-se: Realização de diálogos a respeito das experiências desenvolvidas no campo de estágio, Orientações do Plano de Atividades de Estágio (PAE) e da confecção do Relatório (modelo sugerido neste site), numa interação permanente entre a teoria e a prática. Ao final de cada período, notas serão registradas e encaminhadas pelo docente de Prática como componente curricular à Coordenação do Registro Acadêmico Ensino Superior. O referido docente também encaminhará a carga horária de Estágio Curricular Supervisionado cumprida por cada licenciando ao Núcleo de Apoio à Prática Profissional (NAPP). IV. DÉBITO NA CARGA HORÁRIA DE ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO No caso do licenciando-estagiário cumprir, no mínimo, 75% (setenta e cinco por cento) das atividades estabelecidas no componente Estágio Curricular Supervisionado a cada
4 período letivo, a complementação poderá ser efetuada no período letivo subsequente. As atividades complementares (consideradas em débito) cumpridas pelo licenciandoestagiário, no período subsequente, deverão ser relatadas no Relatório Final do período em curso, com visto do professor de Prática como componente curricular. No Formulário de Resultado Final, entregue pelo Professor da Prática ao NAPP, deverá constar, as atividades não desenvolvidas pelo aluno e respectiva carga horária em débito, para que o professor de Prática Pedagógica ou Diálogos do período subsequente dê continuidade e orientação à complementação das atividades não realizadas no período anterior. V. ATIVIDADES DOCENTES NO CAMPO DE ESTÁGIO 5.1 O Plano de Aula (modelo sugerido neste site) deve ser elaborado sempre que se for ministrar aula ou desenvolver uma atividade no campo e, deve ser entregue ao avaliador presente antes do início da atividade. 5.2 As orientações pedagógicas, incluindo a elaboração do Plano de Aula, estarão a cargo dos professores de Prática como componente curricular nos espaços reservados nos horários das turmas. 5.3 Os Planos referentes às atividades desenvolvidas no campo, juntamente com o material utilizado na execução das atividades, deverão ser anexados ao Relatório Final do Período. 5.4 No 5.º Período, o estagiário desenvolve a etapa de observação, enfocando os Ambientes de Aprendizagem. No entanto, ao final do período deve ministrar duas aulas em turmas distintas no 2.º segmento do Ensino Fundamental da Instituição-campo, atendendo aos planejamentos elaborados pelo(s) professor(es) de cada turma (Professor-supervisor da Instituição- campo), conforme os prescritos no PAE. 5.5 As atividades do estagiário no campo, a partir do 6.º Período, são de coparticipação. As aulas deverão ser ministradas pelo estagiário em Curso de Nível Médio, atendendo ao planejamento elaborado pelo professor de cada turma (Professor-supervisor da Instituiçãocampo), conforme os prescritos no PAE. 5.6 Durante o Estágio serão desenvolvidos Projetos de aprendizagens, interdisciplinares ou integradores, como parte das ações propostas descritas no PAE, por período do Curso, sob a orientação do professor da Prática como componente curricular. Estes Projetos deverão ter a participação ativa e direta das Instituições-campo, possibilitando uma troca real e proveitosa entre alunos, licenciandos e os profissionais da educação. O IFFluminense campus Campos Centro dispõe do Laboratório Interdisciplinar de Formação de Educadores (LIFE), situado na sala 222 do bloco A, estando disponível para aos licenciandos e professores nestas ações.
5 5.7 O Professor da turma no campo de estágio deve avaliar o estagiário nas suas atividades em Formulário próprio (vide o arquivo FORMULÁRIOS no site estagio), entregue ao mesmo pelo aluno. Este Formulário deve ser anexado ao Relatório de cada Período de Curso. VI. ÉTICA NO CAMPO DE ESTÁGIO: Lembre-se: Na parceria instalada entre as Instituições proponente e concedente, a práxis educativa se dialoga, na perspectiva de trocas de experiências e oportunidade de ampliações de conhecimentos. A ética profissional e discrição são indispensáveis. Licenciando! Na Instituição-campo, você desenvolve atividades de futuro formador. Para tal, os quesitos segurança, discrição, organização, pontualidade, assiduidade... são fundamentais. Não tumultue o ambiente da aula com conversas ou outro comportamento não condizente com o trabalho docente. Enriqueça suas aulas, na medida do possível, com atividades multidisciplinares, interdisciplinares, com experiências, pesquisas, recursos diversos e interessantes para o aluno. Contribua com a Instituição-campo, proporcionando ambientes de aprendizagem colaborativos. A prática de pensar a prática é a melhor maneira de aprender a pensar certo. O pensamento que ilumina a prática é por ela iluminado tal como a prática que ilumina o pensamento é por ele iluminada. Paulo Freire
REGULAMENTO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO DOS CURSOS DE BACHARELADO E DE TECNOLOGIA TÍTULO I DA DEFINIÇÃO, OBJETIVOS, CARGA HORÁRIA E CAMPO DE ATUAÇÃO
REGULAMENTO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO DOS CURSOS DE BACHARELADO E DE TECNOLOGIA TÍTULO I DA DEFINIÇÃO, OBJETIVOS, CARGA HORÁRIA E CAMPO DE ATUAÇÃO CAPÍTULO I DA DEFINIÇÃO NESPE Art. 1 O Estágio Supervisionado
REGULAMENTO GERAL PARA REALIZAÇÃO DE ESTÁGIO NÃO-OBRIGATÓRIO EM ADMINISTRAÇÃO NA MODALIDADE A DISTÂNCIA EAD
REGULAMENTO GERAL PARA REALIZAÇÃO DE ESTÁGIO NÃO-OBRIGATÓRIO EM ADMINISTRAÇÃO NA MODALIDADE A DISTÂNCIA EAD O presente Regulamento tem o intuito de estabelecer normas gerais para cumprimento da Lei nº.
REGULAMENTO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO
MANTIDA PELA INSTITUIÇÃO PAULISTA DE ENSINO E CULTURA - IPEC REGULAMENTO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO CURSO: LICENCIATURA EM PEDAGOGIA TUPÃ SP 2016 LEGISLAÇÃO REGULAMENTO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO ESTÁGIO
Normativa Interna N 04/2018 CEPROD, de 21 de agosto de 2018.
Normativa Interna N 04/2018 CEPROD, de 21 de agosto de 2018. DISPÕE SOBRE AS NORMAS PARA ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO E EXTRACURRICULAR DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA DE PRODUÇÃO, DA UNIVERSIDADE
ESTÁGIOS MANUAL DO ALUNO
ESTÁGIOS MANUAL DO ALUNO 2019 ESTÁGIOS Manual do Aluno Apresentação Este manual visa esclarecer e orientar sobre as normas dos Estágios Curriculares Obrigatórios e Não Obrigatórios. A leitura deste material
REGULAMENTO DO ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO DOS CURSOS DE LICENCIATURA
Anexo à Resolução nº 06 de 16 de maio de 2011. REGULAMENTO DO ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO DOS CURSOS DE LICENCIATURA CAPÍTULO I DA NATUREZA E DAS FINALIDADES 2 CAPÍTULO II DAS COMPETÊNCIAS 2 CAPÍTULO
Os estágios deverão ser conduzidos obedecendo aos seguintes passos:
11/05/18 1- FLUXO DE ESTÁGIO Os estágios deverão ser conduzidos obedecendo aos seguintes passos: A) ENCAMINHAMENTO PARA OS ESTÁGIOS. A.1- A busca pelo estágio é de responsabilidade do aluno. Caso seja
INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA FLUMINENSE CAMPUS CAMPOS CENTRO LICENCIATURA EM... 5º PERÍODO NOME DO ESTAGIÁRIO
0 INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA FLUMINENSE CAMPUS CAMPOS CENTRO LICENCIATURA EM... 5º PERÍODO NOME DO ESTAGIÁRIO RELATÓRIO DE ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO I CAMPOS DOS GOYTACAZES
INSTRUÇÃO NORMATIVA DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO DO CURSO DE LICENCIATURA EM QUIMICA SECÃO I
INSTRUÇÃO NORMATIVA DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO DO CURSO DE LICENCIATURA EM QUIMICA SECÃO I DA DEFINIÇÃO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO Art. 1º - A Coordenação do Curso de Licenciatura em Química da UTFPR Campus
Licenciatura em Matemática MANUAL DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO
Licenciatura em Matemática MANUAL DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO 2012 APRESENTAÇÃO Este manual tem como objetivo principal auxiliar você a cumprir o estágio supervisionado obrigatório e as Atividades Complementares
UNIVERSIDADE PRESBITERIANA MACKENZIE CENTRO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E DA SAÚDE CURSO DE EDUCAÇÃO FÍSICA. Programa de Estágio Supervisionado Obrigatório
UNIVERSIDADE PRESBITERIANA MACKENZIE CENTRO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E DA SAÚDE CURSO DE EDUCAÇÃO FÍSICA Programa de Estágio Supervisionado Obrigatório Curso de Licenciatura em Educação Física Ingressantes
PLANO DE ATIVIDADES DE ESTÁGIO (PAE) ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO
CURSOS DE LICENCIATURAS PLANO DE ATIVIDADES DE ESTÁGIO (PAE) ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO 2017.2 5º. PERÍODO Diálogos com a Escola-Campo I / Prática Pedagógica V Observação do Campo de Estágio (com
Relatório de Pendências
Instituto Monitor Relatório impresso em: 16/07/2015 Hora: 16:45 Relatório de Pendências O preenchimento do seu Relatório de Estágio foi realizado com sucesso. Antes de enviar ou entregar o Relatório para
ESTÁGIO SUPERVISIONADO MANUAL DO ESTAGIÁRIO MARÇO/2018
ESTÁGIO SUPERVISIONADO MANUAL DO ESTAGIÁRIO MARÇO/2018 Este Manual do Estagiário tem o objetivo de oferecer aos alunos a orientação específica e informações necessárias para melhor compreensão e consequente
NÚCLEO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO DA FACHUSC FACULDADE DE CIENCIAS HUMANAS DO SERTÃO CENTRAL REGULAMENTO
DA FACHUSC FACULDADE DE CIENCIAS HUMANAS DO SERTÃO CENTRAL REGULAMENTO O Núcleo de Estágio Supervisionado é um órgão de assessoramento das coordenações de curso, é um núcleo de apoio didático-pedagógico
Licenciatura em Ciências Exatas Revisão 3 REGULAMENTO DE ESTÁGIO NÃO OBRIGATÓRIO
REGULAMENTO DE ESTÁGIO NÃO OBRIGATÓRIO O Projeto Pedagógico do Curso de Licenciatura em Ciências Exatas do Setor Palotina da UFPR prevê a realização de estágios nas modalidades de estágio obrigatório e
MANUAL DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO DA FORMAÇÃO PEDAGÓGICA 30 de agosto de 2017
MANUAL DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO DA FORMAÇÃO PEDAGÓGICA 30 de agosto de 2017 Documentos base: (A) Resolução Conselho Nacional de Educação/Conselho Pleno 2/2015. Diário Oficial da União, Brasília, 2 de
REGULAMENTO DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO LICENCIATURA EM LETRAS
REGULAMENTO DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO LICENCIATURA EM LETRAS TÍTULO l ESTÁGIO CAPÍTULO I PRINCÍPIOS E DIRETRIZES Art. 1 A Prática de Ensino e Estágio Supervisionado desenvolver-se-á de acordo com as normas
REGULAMENTO DE ESTÁGIO DO CURSO DE PEDAGOGIA
DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO CURSO DE LICENCIATURA EM PEDAGOGIA MODALIDADE PRESENCIAL REGULAMENTO DE ESTÁGIO DO CURSO DE PEDAGOGIA LAVRAS, 2017 CAPÍTULO I Da natureza Art. 1.ºO Estágio Curricular Supervisionado
REGULAMENTO DE ESTÁGIO
REGULAMENTO DE ESTÁGIO CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA Junho - 2014 SUMÁRIO 1 DIRETRIZES PARA O ESTÁGIO SUPERVISIONADO 2 DISPENSA DE ESTÁGIO 3 ATRIBUIÇÕES DO RESPONSÁVEL PELA ORIENTAÇÃO DE ESTÁGIO 4 PERFIL
ORIENTAÇÕES PARA REALIZAÇÃO DE ESTÁGIO CURRICULAR OBRIGATÓRIO NA UFERSA PARA ESTUDANTES DE OUTRAS INSTITUIÇÕES DE ENSINO
UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DO SEMI-ÁRIDO UFERSA PRÓ-REITORIA DE GESTÃO DE PESSOAS PROGEPE DIVISÃO DE DESENVOLVIMENTO DE PESSOAL DDP SEÇÃO DE RECRUTAMENTO E SELEÇÃO ORIENTAÇÕES PARA REALIZAÇÃO DE ESTÁGIO
REGULAMENTO GERAL DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES PARA OS CURSOS DE GRADUAÇÃO DA FACULDADE DA INDÚSTRIA IEL
REGULAMENTO GERAL DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES PARA OS CURSOS DE GRADUAÇÃO DA FACULDADE DA INDÚSTRIA IEL CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES Art. 1 As Atividades Complementares são componentes da
DIRETRIZES PARA A REALIZAÇÃO DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO 1 DOS CURSOS DE LICENCIATURA
DIRETRIZES PARA A REALIZAÇÃO DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO 1 DOS CURSOS DE LICENCIATURA Considerando a importância de garantir unidade de princípios e ações no processo de desenvolvimento dos estágios supervisionados
REGIMENTO INTERNO DE ESTAGIO CURSO DE GRADUAÇÃO EM HISTORIA LICENCIATURA DA UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA JÚLIO DE MESQUITA FILHO
REGIMENTO INTERNO DE ESTAGIO CURSO DE GRADUAÇÃO EM HISTORIA LICENCIATURA DA UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA JÚLIO DE MESQUITA FILHO Dispõe sobre o cumprimento da carga horária de Estágio Supervisionado
PROGRAMA VIVÊNCIA PROFISSIONAL : REGULAMENTO DA PRÁTICA PROFISSIONAL / ESTÁGIO. Escola SENAI Anchieta
PROGRAMA VIVÊNCIA PROFISSIONAL : REGULAMENTO DA PRÁTICA PROFISSIONAL / ESTÁGIO Escola SENAI Anchieta Sumário Página 01 Prática Profissional / Estágio 03 02 Da carga horária da Prática Profissional / Estágio
FACULDADES INTEGRADAS DE RIBEIRÃO PIRES
FACULDADES INTEGRADAS DE RIBEIRÃO PIRES CURSO DEMATEMÁTICA - LICENCIATURA Versão 2016.1 Manual de Estágio Supervisionado Ribeirão Pires Prezado acadêmico Este manual destina-se a orientar o aluno de Licenciatura
UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA CENTRO DE CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADAS CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM GESTÃO PÚBLICA
UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA CENTRO DE CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADAS CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM GESTÃO PÚBLICA RESOLUÇÃO CSTGP Nº 02/2015 Regulamenta o Estágio Supervisionado obrigatório do Curso
Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial Departamento Regional de São Paulo. Escola SENAI Suíço-Brasileira Paulo Ernesto Tolle
Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial Departamento Regional de São Paulo Escola SENAI Suíço-Brasileira Paulo Ernesto Tolle Regulamento do Estágio de Complementação Educacional - Vivência Profissional
UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA JÚLIO DE MESQUITA FILHO Campus de Rio Claro Seção Técnica Acadêmica
Normas e Procedimentos aprovados pela CPE em: - 16ª reunião extraordinária e 48ª reunião ordinária, realizadas em 30-9-09 e 28-10-09, respectivamente. Foram feitas alterações, sendo aprovadas pela CPE
MANUAL DE ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO
1 MANUAL DE ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO ENGENHARIA DE CONTROLE E AUTOMAÇÃO BETIM MG 2 Este manual tem como objetivo orientar e auxiliar o aluno na compreensão das atividades, normas e diretrizes
REGULAMENTO DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO DOS CURSOS TÉCNICOS DE NÍVEL MÉDIO E TECNOLÓGICOS DE NÍVEL SUPERIOR
REGULAMENTO DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO DOS CURSOS TÉCNICOS DE NÍVEL MÉDIO E TECNOLÓGICOS DE NÍVEL SUPERIOR Canoas, RS 2012 CAPÍTULO I DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO Art. 1º - O Estágio Supervisionado dos alunos
Parecer Criação: RESOLUÇÃO Nº257/CONSEA
Parecer Criação: RESOLUÇÃO Nº257/CONSEA-03.01.2010 EMENTA DE DISCIPLINAS DISCIPLINA: Estágios Supervisionado - Créditos: 5 CH: 100 PRÉ REQUISITO: PEG 30061 e PEG 30065 Ementa: Os estágios que compõem a
MANUAL E REGULAMENTO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO OBRIGATÓRIO FACULDADE DE AMERICANA - CURSOS TÉCNICOS
MANUAL E REGULAMENTO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO OBRIGATÓRIO FACULDADE DE AMERICANA - CURSOS TÉCNICOS 1. CONSIDERAÇÕES SOBRE O ESTÁGIO SUPERVISONADO O estágio supervisionado tem por objetivo propiciar a
ORIENTAÇÕES PARA CELEBRAÇÃO DE ACORDO DE COOPERAÇÃO E TERMOS DE COMPROMISSO PARA ESTÁGIO DOS CURSOS DE BACHARELADO E LICENCIATURA DA UNEMAT
ORIENTAÇÕES PARA CELEBRAÇÃO DE ACORDO DE COOPERAÇÃO E TERMOS DE COMPROMISSO PARA ESTÁGIO DOS CURSOS DE BACHARELADO E LICENCIATURA DA UNEMAT ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO DOS CURSOS DE BACHARELADO DOCUMENTOS
REGULAMENTO DE ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO DO CURSO DE PEDAGOGIA LICENCIATURA CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES E FINALIDADES
REGULAMENTO DE ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO DO CURSO DE PEDAGOGIA LICENCIATURA CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES E FINALIDADES Art. 1º Este regulamento tem por finalidade, fixar as normas técnico-operativas,
REGULAMENTO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO DO CURSO DE LICENCIATURA EM FÍSICA CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES
REGULAMENTO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO DO CURSO DE LICENCIATURA EM FÍSICA CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES Art. 1º O presente instrumento dispõe sobre as normas e procedimentos a serem observados
DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES
DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES O Curso de Educação Física - Licenciatura - objetiva a formação pedagógica, ao contemplar uma visão geral da educação e dos processos formativos dos educandos. Adequar-se-á
ESCOLA SENAI CONDE ALEXANDRE SICILIANO
GUIA DE ESTÁGIO ESCOLA SENAI CONDE ALEXANDRE SICILIANO Área Profissional: INDÚSTRIA Habilitação: Técnico em Plástico Técnico em Eletroeletrônica ÍNDICE INTRODUÇÃO... 2 DOCUMENTAÇÃO NECESSÁRIA PARA REALIZAÇÃO
REGULAMENTO DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO DOS CURSOS DE GRADUAÇÃO DO UGB PARTE I - DOS ASPECTOS GERAIS DO ESTÁGIO CAPÍTULO I DA CARACTERIZAÇÃO DO ESTÁGIO
REGULAMENTO DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO DOS CURSOS DE GRADUAÇÃO DO UGB PARTE I - DOS ASPECTOS GERAIS DO ESTÁGIO CAPÍTULO I DA CARACTERIZAÇÃO DO ESTÁGIO Art. 1º - Este regulamento tem por finalidade, fixar
ANEXO B - ESTÁGIO SUPERVISIONADO I, II e III E PRÁTICA DE ENSINO
ANEXO B - ESTÁGIO SUPERVISIONADO I, II e III E PRÁTICA DE ENSINO TÍTULO l ESTÁGIO CAPÍTULO 1 PRINCÍPIOS E DIRETRIZES Art. 1 O Estágio Supervisionado I, II e III, disciplinas pedagógicas integrantes dos
GUIA DE ESTÁGIO VIVÊNCIA PROFISSIONAL ESCOLA SENAI DE VALINHOS CFP 5.64
GUIA DE ESTÁGIO VIVÊNCIA PROFISSIONAL ESCOLA DE VALINHOS Área Profissional: INDÚSTRIA Habilitação: Técnico em Eletromecânica Técnico em Eletroeletrônica ÍNDICE INTRODUÇÃO... 2 DOCUMENTAÇÃO NECESSÁRIA PARA
NORMATIVA DE AVALIAÇÃO NOS CURSOS TÉCNICOS DE NÍVEL MÉDIO DO IF CATARINENSE CÂMPUS ARAQUARI CAPÍTULO I DA ORGANIZAÇÃO DO ENSINO
NORMATIVA DE AVALIAÇÃO NOS CURSOS TÉCNICOS DE NÍVEL MÉDIO DO IF CATARINENSE CÂMPUS ARAQUARI Estabelece e regulamenta o processo de avaliação nos Cursos Técnicos de Nível Médio nas formas Integrado e Subsequente
PROGRAMA DE MONITORIA UNIP. A UNIP oferece ao aluno a oportunidade de iniciar-se na função docente através do exercício de Monitorias.
PROGRAMA DE MONITORIA UNIP A UNIP oferece ao aluno a oportunidade de iniciar-se na função docente através do exercício de Monitorias. 1. Regulamento do Programa de Monitoria 1.1 O que é Monitoria A UNIP
REGULAMENTO DE ESTÁGIO
REGULAMENTO DE ESTÁGIO CURSOS TÉCNICOS 1 SUMÁRIO 3 DIRETRIZES PARA O ESTÁGIO SUPERVISIONADO 4 ATRIBUIÇÕES DO RESPONSÁVEL PELA ORIENTAÇÃO DE ESTÁGIO 4 PERFIL DE CONCLUSÃO DE CURSO 4 CAPTAÇÃO DE VAGAS 5
ESTÁGIO. O que é necessário para iniciar um estágio?
ESTÁGIO Estágio é uma atividade acadêmica, definido como o ato educativo escolar supervisionado, desenvolvido no ambiente de trabalho, que visa à preparação do educando para o trabalho profissional. O
NORMATIZAÇÃO DE ESTÁGIO DOS CURSOS DE LICENCIATURA
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO SUL DE MINAS GERAIS NORMATIZAÇÃO DE ESTÁGIO DOS CURSOS DE LICENCIATURA outubro/2010
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO INSTITUTO FEDERAL SUL-RIO-GRANDENSE CÂMPUS PASSO FUNDO CURSO DE ENGENHARIA MECÂNICA REGULAMENTO GERAL DE ESTÁGIO CAPÍTULO I
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO INSTITUTO FEDERAL SUL-RIO-GRANDENSE CÂMPUS PASSO FUNDO CURSO DE ENGENHARIA MECÂNICA REGULAMENTO GERAL DE ESTÁGIO Fixa normas para as Atividades de Estágio Obrigatório no Curso de
DISPOSIÇÕES GERAIS DO SUPERVISOR DE ESTÁGIO
REGULAMENTO DO ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO PARA O CURSO DE GRADUAÇÃO EM HISTÓRIA HABILITAÇÃO LICENCIATURA - MODALIDADE PRESENCIAL - CAMPUS DE IVAIPORÃ (CRV) DISPOSIÇÕES GERAIS Art. 1º O Estágio Curricular
ESTÁGIO. O que é necessário para iniciar um estágio?
ESTÁGIO Estágio é uma atividade acadêmica, definido como o ato educativo escolar supervisionado, desenvolvido no ambiente de trabalho, que visa à preparação do educando para o trabalho profissional. O
