Disposições da Lei 8.159/91 Parte 2
|
|
|
- Norma de Paiva
- 7 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 Disposições da Lei 8.159/91 Parte 2 Vamos aos artigos! Art Consideram-se arquivos privados os conjuntos de documentos produzidos ou recebidos por pessoas físicas ou jurídicas, em decorrência de suas atividades. Art Os arquivos privados podem ser identificados pelo Poder Público como de interesse público e social, desde que sejam considerados como conjuntos de fontes relevantes para a história e desenvolvimento científico nacional. Art Os arquivos privados identificados como de interesse público e social não poderão ser alienados com dispersão ou perda da unidade documental, nem transferidos para o exterior. Parágrafo único - Na alienação desses arquivos o Poder Público exercerá preferência na aquisição. Art O acesso aos documentos de arquivos privados identificados como de interesse público e social poderá ser franqueado mediante autorização de seu proprietário ou possuidor. Art Os arquivos privados identificados como de interesse público e social poderão ser depositados a título revogável, ou doados a instituições arquivísticas públicas. Art Os registros civis de arquivos de entidades religiosas produzidos anteriormente à vigência do Código Civil ficam identificados como de interesse público e social. Não vejo problema em identificar o conceito de arquivos privados: são documentos produzidos por pessoas privadas (física ou jurídica). O importante é perceber que os documentos privados podem ser identificados pelo Poder Público como de interesse público e social. Para que isso aconteça é necessário que sejam considerados como conjuntos de fontes relevantes para a história e desenvolvimento científico nacional. Vale registrar que a declaração de interesse público e social de arquivos privados é efetivada por decreto do Presidente da República, no qual deve conter uma justificativa para tal ato. 1
2 Após os arquivos privados serem identificados como de interesse público, eles passam a ter um tratamento diferente, conforme artigos acima destacados. Vale uma leitura atenta, notadamente no que se refere à eventual alienação de arquivos privados identificados como de interesse público e social, no qual o Poder Público exercerá preferência na aquisição. Art Compete ao Arquivo Nacional a gestão e o recolhimento dos documentos produzidos e recebidos pelo Poder Executivo Federal, bem como preservar e facultar o acesso aos documentos sob sua guarda, e acompanhar e implementar a política nacional de arquivos. Parágrafo único - Para o pleno exercício de suas funções, o Arquivo Nacional poderá criar unidades regionais. Art Competem aos arquivos do Poder Legislativo Federal a gestão e o recolhimento dos documentos produzidos e recebidos pelo Poder Legislativo Federal no exercício das suas funções, bem como preservar e facultar o acesso aos documentos sob sua guarda. Art Competem aos arquivos do Poder Judiciário Federal a gestão e o recolhimento dos documentos produzidos e recebidos pelo Poder Judiciário Federal no exercício de suas funções, tramitados em juízo e oriundos de cartórios e secretarias, bem como preservar e facultar o acesso aos documentos sob sua guarda. É comum o equívoco de achar que o Arquivo Nacional é responsável pelo recolhimento dos arquivos de todos os Poderes e de todas as esferas governamentais. O Arquivo Nacional tem sua competência restrita ao Poder Executivo Federal, ok? Da leitura dos arts. 19 e 20, depreende-se que o recolhimento e tratamento dos documentos aquivísticos dos Poderes Legislativo e Judiciário são de competência desses respectivos Poderes. É bom ressaltar que os artigos 22 ao 24 foram revogados pela Lei /11 (Lei de Acesso à Informação LAI). Nesse sentido, a denominada Lei de Acesso à Informação passou a estabelece categorias de sigilo para documentos, conforme seu art. 24, abaixo transcrito. Art. 24. A informação em poder dos órgãos e entidades públicas, observado o seu teor e em razão de sua imprescindibilidade à segurança da sociedade ou do Estado, poderá ser classificada como ultrassecreta, secreta ou reservada. 2
3 1 o Os prazos máximos de restrição de acesso à informação, conforme a classificação prevista no caput, vigoram a partir da data de sua produção e são os seguintes: I - ultrassecreta: 25 (vinte e cinco) anos; II - secreta: 15 (quinze) anos; e III - reservada: 5 (cinco) anos. Art Ficará sujeito à responsabilidade penal, civil e administrativa, na forma da legislação em vigor, aquele que desfigurar ou destruir documentos de valor permanente ou considerado como de interesse público e social. Art Fica criado o Conselho Nacional de Arquivos (CONARQ), órgão vinculado ao Arquivo Nacional, que definirá a política nacional de arquivos, como órgão central de um Sistema Nacional de Arquivos (SINAR). 1º - O Conselho Nacional de Arquivos será presidido pelo Diretor-Geral do Arquivo Nacional e integrado por representantes de instituições arquivísticas e acadêmicas, públicas e privadas. 2º - A estrutura e funcionamento do conselho criado neste artigo serão estabelecidos em regulamento. Observe que a proteção legal não se limita apenas a documentos de valor permanente, mas também, aqueles considerados como de interesse público e social. Nesse sentido, aquele que desfigurar ou destruir esses documentos ficará sujeito à responsabilidade penal, civil e administrativa. Vale ressaltar, ainda, que ao CONARQ, órgão vinculado ao Arquivo Nacional, compete definir a política nacional de arquivos. Além disso, o CONARQ é o órgão central do Sistema Nacional de Arquivos (SINAR). É isso! Vamos aos exercícios! 3
4 1. (CESPE/SEDF/2017) Com base na legislação arquivística, julgue o próximo item. A Lei n.º 8.159/1991 estabelece categorias de sigilo para documentos. Gabarito: errado. De início, vale registrar que o capítulo 5 - DO ACESSO E DO SIGILO DOS DOCUMENTOS PÚBLICOS da Lei nº 8.159/91 foi integralmente revogado pela Lei /11. Nesse sentido, a denominada Lei de Acesso à Informação (Lei /11) passou a estabelece categorias de sigilo para documentos, conforme seu art. 24, abaixo transcrito. Art. 24. A informação em poder dos órgãos e entidades públicas, observado o seu teor e em razão de sua imprescindibilidade à segurança da sociedade ou do Estado, poderá ser classificada como ultrassecreta, secreta ou reservada. 1 o Os prazos máximos de restrição de acesso à informação, conforme a classificação prevista no caput, vigoram a partir da data de sua produção e são os seguintes: I - ultrassecreta: 25 (vinte e cinco) anos; II - secreta: 15 (quinze) anos; e III - reservada: 5 (cinco) anos. Grifei Portanto, as categorias de sigilo para documentos (ultrassecreta, secreta e reservada) é estabelecida pela Lei /11, denominada Lei de Acesso à Informação. Fique atento aos prazos, pois são muito explorados pelos examinadores. 2. (Instituto AOCP/Pref. Angra dos Reis/2015) Assinale a alternativa que apresenta os termos que completa a definição de gestão de documentos, na respectiva ordem, de acordo com a Lei Nacional de Arquivos. Gestão de documentos é o conjunto de procedimentos e operações técnicas referente à sua produção, tramitação, uso, avaliação e arquivamento em fase e, visando a sua eliminação ou recolhimento para guarda. a) corrente / intermediária / permanente b) corrente / posterior / definitiva c) intermediária / permanente / corrente d) permanente / inicial / corrente e) permanente / passageira / definitiva Gabarito: A 4
5 Questão bem tranquila! É bom lembrar que a gestão de documentos somente ocorre nas fases corrente e intermediária (nestas fases os documentos possuem valor administrativo). A questão abordou o conteúdo do art. 3º da Lei 8.159/91. Nos termos do citado art. 3º da Lei 8.159/1991, considera-se gestão de documentos o conjunto de procedimentos e operações técnicas referentes à sua produção, tramitação, uso, avaliação e arquivamento em fase corrente e intermediária, visando a sua eliminação ou recolhimento para guarda permanente. 3. (CESPE/MPOG/2015) A respeito das políticas públicas de arquivo, julgue o item a seguir. A cessação de atividades de instituições públicas e de caráter público implica o recolhimento de sua documentação ao Ministério da Justiça ou ao Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão. Gabarito: errado Nos termos do parágrafo 2º do art. 7º da Lei 8.159/1991, a cessação de atividades de instituições públicas e de caráter público implica o recolhimento de sua documentação à instituição arquivística pública ou a sua transferência à instituição sucessora. No caso do Poder Executivo Federal é o Arquivo Nacional. 4. (CESPE/MPOG/2015) A respeito das políticas públicas de arquivo, julgue o item a seguir. Os documentos públicos, de acordo com a Lei de Arquivos, podem ser identificados como especiais ou nato digitais. Gabarito: errado Os documentos públicos são identificados como correntes, intermediários e permanentes, conforme art. 8º da Lei 8.159/ (CESPE/FUB/2015) Com relação à Política Nacional de Arquivos Públicos e Privados, Os documentos públicos incluem os conjuntos de documentos produzidos e recebidos por instituições de caráter público e por entidades privadas encarregadas da gestão de serviços públicos no exercício de suas atividades. Gabarito: certo 5
6 O parágrafo 1º e caput do art. 7º da Lei 8.159/1991 dispõem sobre o que são considerados arquivos públicos, a saber: 1 - Conjuntos de documentos produzidos e recebidos, no exercício de suas atividades, por órgãos públicos; 2 - Conjuntos de documentos produzidos e recebidos por instituições de caráter público. 3 - Conjuntos de documentos produzidos e recebidos por entidades privadas encarregadas da gestão de serviços públicos no exercício de suas atividades. A questão abordou os itens 2 e 3 acima. Portanto, gabarito certo. 6. (CESPE/FUB/2015) Com relação à Política Nacional de Arquivos Públicos e Privados, Os documentos considerados de valor permanente são prescritíveis e alienáveis. Gabarito: errado. Documentos do arquivo permanentes possuem valor histórico. Nos termos do art. 10 da Lei 8.159/1991 são inalienáveis e imprescritíveis. 7. (CESPE/FUB/2015) Com relação à Política Nacional de Arquivos Públicos e Privados, A eliminação de documentos de arquivo acumulados pela administração pública federal somente poderá ocorrer com a autorização do Arquivo Nacional. Gabarito: certo Toda eliminação de documentos arquivísticos deve, preliminarmente, ser autorizada pela instituição arquivística pública que no caso do Poder Executivo Federal é o Arquivo Nacional. 8. (CESPE/FUB/2015) Com relação à Política Nacional de Arquivos Públicos e Privados, O órgão que define a Política Nacional de Arquivos Públicos e Privados é o Conselho Nacional de Arquivos. Gabarito: certo O CONARQ é o órgão central do SINAR e a ele compete definir a política nacional de arquivos, conforme art. 26 da Lei 8.159/
7 9. (ESAF/MF/2012) Identifique, entre as opções a seguir, quem elabora a política arquivística brasileira. a) O Sistema Nacional de Arquivos. b) O Sistema de Gestão de Documentos e Arquivos. c) O Sistema de Serviços Gerais. d) O Conselho Nacional de Arquivos. e) O Arquivo Nacional. Gabarito: D Essa ficou fácil! Nos termos do art. 26 da Lei 8.159/1991, ao CONARQ compete definir a política nacional de arquivos. 10. (ESAF/ANA/2009) A definição do conceito de gestão de documentos encontrada na Lei n , de 8 de janeiro de 1991, não menciona a seguinte operação técnica: a) Criação. b) Avaliação. c) Preservação. d) Tramitação. e) Uso Gabarito: C Nos termos do art. 3º da Lei 8.159/1991, considera-se gestão de documentos o conjunto de procedimentos e operações técnicas referentes à sua produção (criação), tramitação, uso, avaliação e arquivamento em fase corrente e intermediária, visando a sua eliminação ou recolhimento para guarda permanente. É só lembrar-se do mnemônico PATUA, ok? Ficaremos por aqui. Bons estudos! 7
ÉLVIS MIRANDA ARQUIVOLOGIA
ÉLVIS MIRANDA ARQUIVOLOGIA (CESPE-UNB/SEE-DF/2017) Documentos informáticos, filmográficos e sonoros são modalidades de classificação quanto à natureza do assunto. Classificação quanto ao gênero: Escritos
ARQUIVOLOGIA. Legislação Arquivística. Decreto nº 4.073/02 - Regulamenta a Política Nacional de Arquivos Parte 2. Prof.
ARQUIVOLOGIA Legislação Arquivística Decreto nº 4.073/02 - Regulamenta a Parte 2 Prof. Antonio Botão 2o Para efeito do disposto neste artigo, as empresas, antes de concluído o processo de desestatização,
2.14 Noções de arquivologia Arquivística: princípios e conceitos Legislação arquivística Gestão de documentos
2.14 Noções de arquivologia. 2.14.1 Arquivística: princípios e conceitos. 2.14.2 Legislação arquivística. 2.14.3 Gestão de documentos. 2.14.4 Protocolos: recebimento, registro, distribuição, tramitação
Praticando Arquivologia
Praticando Arquivologia 1. (CESPE/SEDF/2017) Em relação aos conceitos e princípios da arquivística, julgue o item a seguir. De acordo com a teoria das três idades, arquivos podem ser correntes, intermediários
REGIMENTO INTERNO DO ARQUIVO GERAL DO CEFET-RJ
SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA CELSO SUCKOW DA FONSECA DEPARTAMENTO DE ADMINISTRAÇÃO REGIMENTO INTERNO DO ARQUIVO GERAL DO CEFET-RJ CAPÍTULO I DOS
ARQUIVOLOGIA. Legislação Arquivística. Resoluções do CONARQ Parte 6. Prof. Antonio Botão
ARQUIVOLOGIA Legislação Arquivística Parte 6 Prof. Antonio Botão CASA CIVIL ARQUIVO NACIONAL CONSELHO NACIONAL DE ARQUIVOS RESOLUÇÃO Nº 19, DE 28 DE OUTUBRO DE 2003 Dispõe sobre os documentos públicos
ARQUIVOLOGIA. Legislação Arquivística. Decreto nº 4.915/03 SIGA. Prof. Antonio Botão
ARQUIVOLOGIA Legislação Arquivística Prof. Antonio Botão Dispõe sobre o Sistema de Gestão de Documentos de Arquivo - SIGA, da administração pública federal, e dá outras providências O PRESIDENTE DA REPÚBLICA,
ARQUIVOLOGIA. Legislação Arquivística. Resoluções do CONARQ Parte 8. Prof. Antonio Botão
ARQUIVOLOGIA Legislação Arquivística Parte 8 Prof. Antonio Botão CASA CIVIL SECRETARIA-EXECUTIVA ARQUIVO NACIONAL CONSELHO NACIONAL DE ARQUIVOS RESOLUÇÃO Nº 23, DE 16 DE JUNHO DE 2006 Dispõe sobre a adoção
COMENTÁRIOS DO PROFESSOR ELVIS MIRANDA [ARQUIVOLOGIA] - TÉCNICO
COMENTÁRIOS DO PROFESSOR ELVIS MIRANDA [ARQUIVOLOGIA] - TÉCNICO 81. (Cespe-UnB SEE-DF/2017) De Acordo com a teoria das três idades, arquivos podem ser correntes, intermediários ou permanentes. COMENTÁRIO:
8) TABELA DE TEMPORALIDADE E PLANO DE DESTINAÇÃO
8) TABELA DE TEMPORALIDADE E PLANO DE DESTINAÇÃO A tabela de temporalidade é um instrumento arquivístico resultante da avaliação dos documentos. Ela tem por objetivos definir os prazos de guarda (tempo
ARQUIVOLOGIA. Legislação Arquivística. Resoluções do CONARQ. Prof. Antonio Botão
ARQUIVOLOGIA Legislação Arquivística Resoluções do CONARQ Prof. Antonio Botão ARQUIVO NACIONAL CONSELHO NACIONAL DE ARQUIVOS RESOLUÇÃO Nº 1, DE 18 DE OUTUBRO DE 1995 Dispõe sobre a necessidade da adoção
SUMÁRIO CAPÍTULO I CONCEITOS FUNDAMENTAIS...
SUMÁRIO CAPÍTULO I CONCEITOS FUNDAMENTAIS... 23 1.1. Introdução à arquivologia... 23 1.1.1. Evolução da comunicação e suportes da informação... 23 1.1.2. Arquivo... 24 1.1.2.1. Conceitos... 25 1.1.2.2.
PARECER CREMEC N º 14/ /05/07
PARECER CREMEC N º 14/2007 14/05/07 PROCESSO-CONSULTA: Protocolo CREMEC Nº 5.313/04 INTERESSADO: DIRETORIA DO HOSPITAL SÃO JOSÉ ASSUNTO: TEMPO DE GUARDA E MICROFILMAGEM DE PRONTUÁRIOS MÉDICOS PARECERISTAS:
ELVIS MIRANDA NOÇÕES DE ARQUIVOLOGIA
ELVIS MIRANDA NOÇÕES DE ARQUIVOLOGIA CONCEITOS BÁSICOS DE ARQUIVOLOGIA REVISÃO DE VÉSPERA (FEPESE/CELESC/2016) Em arquivologia, qual termo é utilizado como referência para designar onde a informação é
05/05/2017 ÉLVIS MIRANDA ARQUIVOLOGIA ARQUIVO E SUA DOCUMENTAÇÃO
ÉLVIS MIRANDA ARQUIVOLOGIA ARQUIVO E SUA DOCUMENTAÇÃO 1 CONCEITOS BÁSICOS ARQUIVO É o conjunto de documentos acumulados por uma pessoa física ou jurídica ao longo de sua existência e que comprovam as suas
ARQUIVOLOGIA. Legislação Arquivística. Decreto nº 4.073/02 - Regulamenta a Política Nacional de Arquivos. Prof. Antonio Botão
ARQUIVOLOGIA Legislação Arquivística Prof. Antonio Botão Regulamenta a Lei no 8.159, de 8 de janeiro de 1991, que dispõe sobre a política nacional de arquivos públicos e privados. O PRESIDENTE DA REPÚBLICA,
RESOLUÇÃO Nº 13/2016 CONSUNI
CONSELHO UNIVERSITÁRIO RESOLUÇÃO Nº 13/2016 CONSUNI Estabelece a Política de Gestão de Documentos Arquivísticos da Universidade Federal da Fronteira Sul. O Conselho Universitário (CONSUNI) da Universidade
CASA CIVIL ARQUIVO NACIONAL CONSELHO NACIONAL DE ARQUIVOS RESOLUÇÃO Nº 24, DE 3 DE AGOSTO DE 2006
Resolução nº 24, de 3 de agosto de 2006 CASA CIVIL ARQUIVO NACIONAL CONSELHO NACIONAL DE ARQUIVOS RESOLUÇÃO Nº 24, DE 3 DE AGOSTO DE 2006 Estabelece diretrizes para a transferência e recolhimento de documentos
ARQUIVOLOGIA. Legislação Arquivística. Decreto nº 4.073/2002. Prof. Antonio Botão
ARQUIVOLOGIA Legislação Arquivística Decreto nº 4.073/2002 Prof. Antonio Botão Regulamenta a Lei no 8.159, de 8 de janeiro de 1991, que dispõe sobre a política nacional de arquivos públicos e privados.
Política Institucional de Gestão
Política Institucional de Gestão Documental Última Atualização em: 12.07.2011 Data de Impressão: 08-11-2011 Página: 1/6 Introdução De acordo com a Lei nº 8.159, de 08 de janeiro de 1991, a gestão de documentos
Gerenciamento Total da Informação
Presidência da República Subchefia para Assuntos Jurídicos LEI N o 8.159, DE 8 DE JANEIRO DE 1991. Regulamento Dispõe sobre a política nacional de arquivos públicos e privados e dá outras providências.
LEI Nº 8.159, DE 8 DE JANEIRO DE 1991. O PRESIDENTE DA REPÚBLICA, faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte lei:
LEI Nº 8.159, DE 8 DE JANEIRO DE 1991 Dispõe sobre a Política Nacional de Arquivos Públicos e Privados e dá outras providências. O PRESIDENTE DA REPÚBLICA, faço saber que o Congresso Nacional decreta e
ARQUIVOLOGIA. Legislação Arquivística. Resoluções do CONARQ Parte 7. Prof. Antonio Botão
ARQUIVOLOGIA Legislação Arquivística Parte 7 Prof. Antonio Botão ARQUIVO NACIONAL CONSELHO NACIONAL DE ARQUIVOS RESOLUÇÃO Nº 21, DE 4 DE AGOSTO DE 2004 Dispõe sobre o uso da subclasse 080 - Pessoal Militar
Arquivologia. Arquivologia Professora Ana Claudia Dias
Arquivologia Professora Ana Claudia Dias Arquivologia História - Inicio na Grécia - arché / archeon - Marilena Leite Paes - Origem Latina - archivum - Ramiz Galvão Lei 8.159 de 8 de Janeiro de 1991 Decreto
APRESENTAÇÃO DA COLEÇÃO APRESENTAÇÃO ABREVIATURAS CAPÍTULO I CONCEITOS FUNDAMENTAIS...
SUMÁRIO S AGRADECIMENTOS... 7 APRESENTAÇÃO DA COLEÇÃO... 15 APRESENTAÇÃO... 17 ABREVIATURAS... 19 CAPÍTULO I CONCEITOS FUNDAMENTAIS... 21 1.1. Introdução à arquivologia... 21 1.1.1. Evolução da comunicação
SUMÁRIO SUMÁRIO APRESENTAÇÃO DA COLEÇÃO... 9 APRESENTAÇÃO ABREVIATURAS... 19
SUMÁRIO SUMÁRIO APRESENTAÇÃO DA COLEÇÃO... 9 APRESENTAÇÃO... 11 ABREVIATURAS... 19 CAPÍTULO I CONCEITOS FUNDAMENTAIS... 21 1.1. Introdução à Arquivologia... 21 1.1.1. Evolução da Comunicação e Suportes
REGISTRO DE IMÓVEIS brasileiro
Modernização do REGISTRO DE IMÓVEIS brasileiro Sérgio Jacomino Modernização do Registro de Imóveis brasileiro e-folivm comissão especial para a gestão documental do Foro Extrajudicial e-ri - Registro Eletrônico
PROGRAMA DE GESTÃO DE
PRÓ-REITORIA DE ADMINISTRAÇÃO E FINANÇAS PROGRAMA DE GESTÃO DE DOCUMENTOS E TRATAMENTO DO ARQUIVO PERMANENTE DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALFENAS ALFENAS-MG 2013 REITOR Prof. Paulo Márcio de Faria e Silva
FACULDADE ALDETE MARIA ALVES Instituição Ituramense de Ensino Superior
REGULAMENTO DA POLÍTICA DE MANUTENÇÃO E GUARDA DO ACERVO ACADÊMICO DA FACULDADE ALDETE MARIA ALVES - FAMA 1 Regulamenta a Política para Manutenção e Guarda do Acervo Acadêmico da Faculdade Aldete Maria
REGULAMENTO DA POLÍTICA DE MANUTENÇÃO E GUARDA DO ACERVO ACADÊMICO DA IES. Capítulo I Do objetivo
A Diretoria Geral no uso de suas atribuições legais TORNA PÚBLICO o Regulamento da Política de Manutenção e Guarda do Acervo da Faculdade Ortodoxa, aprovado pelo Órgão Competente, como se segue: REGULAMENTO
ALEXSSANDER AUGUSTO DIREITO PROCESSUAL CIVIL
ALEXSSANDER AUGUSTO DIREITO PROCESSUAL CIVIL CICLO VITAL DOS DOCUMENTOS (TEORIA DAS TRÊS IDADES) 3 CICLO VITAL DOS DOCUMENTOS 4 CICLO VITAL DOS DOCUMENTOS 1ª IDADE 2ª IDADE 3ª IDADE 5 (CESPE-UNB/SEE-DF)
ARQUIVOLOGIA. Conceitos Fundamentais. Tesauros e Terminologia Arquivística. Prof. Antonio Botão
ARQUIVOLOGIA Conceitos Fundamentais Tesauros e Terminologia Arquivística Prof. Antonio Botão Tesauro(s) Repertório alfabético de termos utilizados em indexação e na classificação de documentos; Vocabulário
Secretaria Especial de Tecnologia e Informação INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 001/SETI. De 30 de julho de 2012
Tecnologia e Informação INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 001/SETI De 30 de julho de 2012 Dispõe sobre o estabelecimento da Política de Gestão de Documentos da Universidade Federal da UFFS O SECRETÁRIO ESPECIAL DE
Noções de Arquivologia
Noções de Arquivologia Prof. Vinícius Mitto Navarro Bacharel em Arquivologia (UFRGS) Pós em Gestão em Arquivos (UFSM) Mestrando em Patrimônio Documental (UFSM) [email protected] 1 Teoria das Três
Organização de Documentos
Organização de Documentos Gestão de Documentos Professor Marcelo Camacho www.pontodosconcursos.com.br www.pontodosconcursos.com.br Professor Marcelo Camacho 1 Olá, pessoal! Estou aqui para estudar com
O impacto da Lei de Acesso sob a ótica arquivística no âmbito da UNIRIO.
O impacto da Lei de Acesso sob a ótica arquivística no âmbito da UNIRIO. COSTA, Sonia; CARVALHO, Priscila Freitas de; FRANÇA, Patrícia Machado Goulart; MOREIRA, Luciane Alves; NOGUEIRA, Rafael de Castro;
Redação Oficial, Protocolo e Arquivamento AULA 11. Temas: Conceitos de Arquivamento
Redação Oficial, Protocolo e Arquivamento AULA 11 Temas: Conceitos de Arquivamento Até agora, estudamos sobre a forma correta de produzir e tramitar os documentos gerados em nosso dia-a-dia. A partir desta
Administração Financeira e Orçamentária - AFO. Professor: José Wesley
Administração Financeira e Orçamentária - AFO Professor: José Wesley Os créditos suplementares e especiais exigem a indicação da fonte de recursos. Já os créditos extraordinários não exigem a indicação
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE LAVRAS CONSELHO UNIVERSITÁRIO
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE LAVRAS CONSELHO UNIVERSITÁRIO RESOLUÇÃO CUNI Nº 025, DE 8 DE MAIO DE 2012 O CONSELHO UNIVERSITÁRIO DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE LAVRAS, no uso de suas atribuições
REVISÃO DO CONTEÚDO A PARTIR DE QUESTÕES - GABARITO
REVISÃO DO CONTEÚDO A PARTIR DE QUESTÕES - GABARITO 1 - CERTO: Este é o conceito geral de documento. 2 - ERRADO: O documento de arquivo pode ser registrado em qualquer suporte, inclusive o papel, isto
ARQUIVOLOGIA PARA CONCURSOS
OS: 0079/7/16-Gil ARQUIVOLOGIA PARA CONCURSOS MÓDULO 1 Prof. Heron Lemos Gabaritando a UFC 1 CONCURSO: GABARITANDO A UFC ASSUNTO: QUESTÕES DIVERSAS 01. (IFPE 2016 - Auxiliar administrativo) Considerando
QUESTÕES SOBRE NOÇÕES DE ARQUIVOLOGIA
1- (UFRGS:2008) Os arquivos setoriais: A) São mantidos longe dos produtores; B) Possuem documentos que após 5 anos podem ser eliminados ou recolhidos. C) Possuem documentos correntes. D) São passivos de
ARQUIVOLOGIA - GESTÃO DA INFORMAÇÃO E GESTÃO DE DOCUMENTOS. Prof. Antonio Victor Botão
ARQUIVOLOGIA - GESTÃO DA INFORMAÇÃO E GESTÃO DE DOCUMENTOS Prof. Antonio Victor Botão GESTÃO DE INFORMAÇÃO INFORMAÇÃO E DOCUMENTO termos polissêmicos = vários significados de acordo com a área que os utiliza.
Noções de Protocolo e Arquivo (Técnico Legislativo Câmara dos Deputados) Aula Demonstrativa Prof. Renato Fenili
AULA DEMONSTRATIVA Prezado(a) amigo(a), É chegada a hora de nos dedicarmos ao tão esperado concurso para Técnico Legislativo da Câmara dos Deputados. Meu nome é Renato Ribeiro Fenili, sou natural de São
APOSTILA DE NOÇÕES DE TÉCNICAS DE ARQUIVO
Edited by Foxit PDF Editor Copyright (c) by Foxit Software Company, 2004-2007 For Evaluation Only. APOSTILA DE NOÇÕES DE TÉCNICAS DE ARQUIVO Conteúdo: 1. Legislação brasileira e conceitos fundamentais.
PROVIMENTO CONJUNTO Nº 05 /2015. Regulamenta o teletrabalho (home office) no âmbito do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo.
PROVIMENTO CONJUNTO Nº 05 /2015 Regulamenta o teletrabalho (home office) no âmbito do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo. O PRESIDENTE DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA, Desembargador JOSÉ RENATO NALINI,
Aula 00. Lincoln Barros. ARQUIVOLOGIA Aula Demonstrativa Professor: Lincoln Barros. Prof.
Aula 00 ARQUIVOLOGIA Aula Demonstrativa Professor: Lincoln Barros www.pontodosconcursos.com.br 1 Aula 00 Aula Demonstrativa Aula Conteúdo Programático Data 00 Noções de Arquivologia: conceitos fundamentais
Aspectos Jurídicos do Arquivamento Eletrônico de Documentos. José Henrique Barbosa Moreira Lima Neto
Aspectos Jurídicos do Arquivamento Eletrônico de Documentos José Henrique Barbosa Moreira Lima Neto Lei 8.159/91 Art. 2º Consideram-se arquivos, para os fins desta lei, os conjuntos de documentos produzidos
REVISÃO DO CONTEÚDO A PARTIR DE QUESTÕES. 1 - Documento é a informação registrada em um suporte.
REVISÃO DO CONTEÚDO A PARTIR DE QUESTÕES 1 - Documento é a informação registrada em um suporte. 2 - Documento de arquivo é aquele registrado apenas no suporte papel. 3 - O arquivo é formado pela coleção
