EXEMPLAR DE ASSINANTE DA IMPRENSA NACIONAL

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1 Ano CL o - 80 Brasília -, quinta-feira, 28 de abril de umário ÁA Atos do oder Legislativo... 1 Atos do Congresso acional Atos do enado ederal Atos do oder xecutivo residência da epública inistério da Agricultura, ecuária e Abastecimento inistério da Ciência, ecnologia e novação inistério da Cultura inistério da efesa inistério da ducação inistério da azenda inistério da ntegração acional inistério da Justiça inistério da aúde inistério das Cidades inistério das Comunicações inistério de inas e nergia inistério do esenvolvimento Agrário inistério do esenvolvimento, ndústria e Comércio xterior inistério do lanejamento, rçamento e estão inistério do rabalho e revidência ocial inistério dos ransportes inistério úblico da nião ribunal de Contas da nião oder Judiciário ntidades de iscalização do xercício das rofissões Liberais Atos do oder Legislativo ÓÃ: inistério da Agricultura, ecuária e Abastecimento A: inistério da Agricultura, ecuária e Abastecimento AX AA ABALH ( ALCAÇÃ ) ecurso de odas as ontes $ 1,00 L o , 27 ABL 2016 Abre crédito extraordinário, em favor dos inistérios da Agricultura, ecuária e Abastecimento, da aúde, da Cultura, do sporte, da efesa, da ntegração acional e do urismo; das ecretarias de Aviação Civil e de ortos da residência da epública; e de ransferências a stados, istrito ederal e unicípios, no valor de $ ,00 (um bilhão, trezentos e dezoito milhões, seiscentos e trinta e nove mil, trezentos e trinta reais), para os fins que especifica. A A A ÚBLCA aço saber que o Congresso acional decreta e eu sanciono a seguinte Lei: Art. 1 o ica aberto crédito extraordinário, em favor dos inistérios da Agricultura, ecuária e Abastecimento, da aúde, da Cultura, do sporte, da efesa, da ntegração acional e do urismo; das ecretarias de Aviação Civil e de ortos da residência da epública; e de ransferências a stados, istrito ederal e unicípios, no valor de $ ,00 (um bilhão, trezentos e dezoito milhões, seiscentos e trinta e nove mil, trezentos e trinta reais), na forma dos Anexos,, e V. Art. 2 o sta Lei entra em vigor na data de sua publicação. Brasília, 27 de abril de 2016; 195 o da ndependência e 128 o da epública. XLA AA A A ACAL 2014 Agropecuária ustentável, Abastecimento e Comercialização ZV omento ao etor Agropecuário ZV 0032 ( V A ) ( V A ) ( V A ) ZV 6500 omento ao etor Agropecuário - acional () AL - CAL AL - A 0 AL - AL LA rancisco aetani José duardo Cardozo VA L ste documento pode ser verificado no endereço eletrônico pelo código ocumento assinado digitalmente conforme n o - nfraestrutura de Chaves úblicas Brasileira - C-Brasil.

2 º 80, quinta-feira, 28 de abril de 2016 ÓÃ: inistério da aúde A: undo acional de aúde AX AA ABALH ( ALCAÇÃ ) ecurso de odas as ontes $ 1, Aperfeiçoamento do istema Único de aúde () Y anutenção e uncionamento do rograma armácia opular do Brasil pelo istema de Copagamento Y 6500 anutenção e uncionamento do rograma armácia opular do Brasil pelo istema de Co-pagamento - acional () struturação de nidades de Atenção specializada em aúde ( V A ) ( V A ) ( V A ) struturação de nidades de Atenção specializada em aúde - acional () AL - CAL 0 AL - A AL - AL VA L CCALZAÇÃ BA C ÓÃ: inistério da Cultura A: inistério da Cultura AX AA ABALH ( ALCAÇÃ ) ecurso de odas as ontes $ 1,00 VA L 2027 Cultura: reservação, romoção e Acesso Z romoção e omento à Cultura Brasileira Z 6500 romoção e omento à Cultura Brasileira - o unicípio de sasco - () ro j e t o s mplantação, nstalação e odernização de spaços e quipamentos Culturais mplantação, nstalação e odernização de spaços e quipamentos Culturais - o unicípio de Arroio dos atos - () mplantação, nstalação e odernização de spaços e quipamentos Culturais - o unicípio de ão rancisco de Assis - () mplantação, nstalação e odernização de spaços e quipamentos Culturais - o unicípio de ona rancisca - () AL - CAL AL - A 0 AL - AL ÓÃ: inistério do sporte A: inistério do sporte AX AA ABALH ( ALCAÇÃ ) ecurso de odas as ontes $ 1,00 VA L 2035 sporte e randes ventos sportivos ro j e t o s mplantação e odernização de nfraestrutura para sporte ducacional, ecreativo e de Lazer ( V A ) ( V A ) ( V A ) mplantação e odernização de nfraestrutura para sporte ducacional, ecreativo e de Lazer - acional () rograma de estão e anutenção do inistério do sporte ublicidade de tilidade ública ublicidade de tilidade ública - acional () AL - CAL AL - A 0 AL - AL ste documento pode ser verificado no endereço eletrônico pelo código ocumento assinado digitalmente conforme n o - nfraestrutura de Chaves úblicas Brasileira - C-Brasil.

3 º 80, quinta-feira, 28 de abril de ÓÃ: inistério da efesa A: inistério da efesa AX AA ABALH ( ALCAÇÃ ) ecurso de odas as ontes $ 1, olítica acional de efesa J Apoio das orças Armadas no Combate ao Aedes Aegypti J 6500 Apoio das orças Armadas no Combate ao Aedes Aegypti - acional () ro j e t o s mplementação de nfraestrutura Básica nos unicípios da egião do Calha orte mplementação de nfraestrutura Básica nos unicípios da egião do Calha orte - acional (Crédito xtraordinário) AL - CAL AL - A 0 AL - AL VA L ÓÃ: inistério da ntegração acional A: inistério da ntegração acional AX AA ABALH ( ALCAÇÃ ) ecurso de odas as ontes $ 1,00 VA L 2029 esenvolvimento egional, erritorial ustentável e conomia olidária ro j e t o s K66 Apoio a rojetos de esenvolvimento ustentável Local ntegrado K ( V A ) ( V A ) ( V A ) K Apoio a rojetos de esenvolvimento ustentável Local ntegrado - acional () estão de iscos e esposta a esastres Apoio a bras reventivas de esastres Apoio a bras reventivas de esastres - acional () ferta de Água ro j e t o s ntegração do io ão rancisco com as Bacias do ordeste etentrional (ixo Leste) ntegração do io ão rancisco com as Bacias do ordeste etentrional (ixo Leste) - a egião ordeste () ntegração do io ão rancisco com as Bacias dos ios Jaguaribe, iranhas-açu e Apodi (ixo orte) ntegração do io ão rancisco com as Bacias dos ios Jaguaribe, iranhas-açu e Apodi (ixo orte) - a egião ordeste () AL - CAL AL - A 0 AL - AL ÓÃ: inistério da ntegração acional A: Companhia de esenvolvimento dos Vales do ão rancisco e do arnaíba - CVA AX AA ABALH ( ALCAÇÃ ) ecurso de odas as ontes $ 1,00 VA L 2029 esenvolvimento egional, erritorial ustentável e conomia olidária ro j e t o s K66 Apoio a rojetos de esenvolvimento ustentável Local ntegrado K Apoio a rojetos de esenvolvimento ustentável Local ntegrado - acional () AL - CAL AL - A 0 AL - AL ÓÃ: inistério da ntegração acional A: uperintendência do esenvolvimento da Amazônia AX AA ABALH ( ALCAÇÃ ) ecurso de odas as ontes $ 1,00 VA L 2029 esenvolvimento egional, erritorial ustentável e conomia olidária romoção de nvestimentos em nfraestrutura conômica romoção de nvestimentos em nfraestrutura conômica - acional () AL - CAL AL - A 0 AL - AL XLA AA A A ACAL ÓÃ: inistério da ntegração acional A: epartamento acional de bras Contra as ecas - C AX AA ABALH ( ALCAÇÃ ) ecurso de odas as ontes $ 1, ferta de Água ro j e t o s mplantação de bras de nfraestrutura Hídrica mplantação de bras de nfraestrutura Hídrica - acional () AL - CAL AL - A 0 AL - AL VA L ste documento pode ser verificado no endereço eletrônico pelo código ocumento assinado digitalmente conforme n o - nfraestrutura de Chaves úblicas Brasileira - C-Brasil.

4 º 80, quinta-feira, 28 de abril de 2016 ÓÃ: inistério da ntegração acional A: uperintendência do esenvolvimento do Centro-este - C AX AA ABALH ( ALCAÇÃ ) ecurso de odas as ontes $ 1, esenvolvimento egional, erritorial ustentável e conomia olidária romoção de nvestimentos em nfraestrutura conômica romoção de nvestimentos em nfraestrutura conômica - acional () AL - CAL AL - A 0 AL - AL VA L ÓÃ: inistério do urismo A: inistério do urismo AX AA ABALH ( ALCAÇÃ ) ecurso de odas as ontes $ 1, u r i s m o ro j e t o s V0 Apoio a rojetos de nfraestrutura urística V ( V A ) ( V A ) ( V A ) V Apoio a rojetos de nfraestrutura urística - acional () AL - CAL AL - A 0 AL - AL VA L CCALZAÇÃ BA C ÓÃ: ransferências a stados, istrito ederal e unicípios A: ecursos sob upervisão do inistério da azenda AX AA ABALH ( ALCAÇÃ ) ecurso de odas as ontes $ 1,00 VA L 0903 perações speciais: ransferências Constitucionais e as ecorrentes de Legislação specífica perações speciais B ransferência a stados, istrito ederal e unicípios para Compensação da senção do C aos stados xportadores - (art. 91 AC) B 6500 ransferência a stados, istrito ederal e unicípios para Compensação da senção do C aos stados xportadores - (art. 91 AC) - acional () AL - CAL AL - A 0 AL - AL ÓÃ: inistério da Agricultura, ecuária e Abastecimento A: Companhia acional de Abastecimento - CAB AX AA ABALH ( CACLA ) ecurso de odas as ontes $ 1,00 VA L 2014 Agropecuária ustentável, Abastecimento e Comercialização ro j e t o s Ampliação e elhoria da Capacidade Armazenadora da CAB Ampliação e elhoria da Capacidade Armazenadora da CAB - acional AL - CAL AL - A 0 AL - AL ÓÃ: inistério da azenda A: inistério da azenda AX AA ABALH ( CACLA ) ecurso de odas as ontes $ 1,00 VA L 2110 rograma de estão e anutenção do inistério da azenda Administração da nidade Administração da nidade - acional AL - CAL AL - A 0 AL - AL ÓÃ: inistério da aúde A: undo acional de aúde AX AA ABALH ( CACLA ) ecurso de odas as ontes $ 1, Aperfeiçoamento do istema Único de aúde () ro j e t o s L5 Construção e Ampliação de nidades Básicas de aúde - B L Construção e Ampliação de nidades Básicas de aúde - B - acional AL - CAL 0 AL - A AL - AL VA L ste documento pode ser verificado no endereço eletrônico pelo código ocumento assinado digitalmente conforme n o - nfraestrutura de Chaves úblicas Brasileira - C-Brasil.

5 º 80, quinta-feira, 28 de abril de ÓÃ: inistério da Cultura A: inistério da Cultura AX AA ABALH ( CACLA ) ecurso de odas as ontes $ 1, Cultura: reservação, romoção e Acesso W reservação, igitalização e ifusão de Acervos Audiovisuais na Cinemateca Brasileira W 0001 reservação, igitalização e ifusão de Acervos Audiovisuais na Cinemateca Brasileira - acional AL - CAL AL - A 0 AL - AL VA L ÓÃ: inistério do sporte A: inistério do sporte AX AA ABALH ( CACLA ) ecurso de odas as ontes $ 1, sporte e randes ventos sportivos J Apoio ao esenvolvimento do utebol asculino e eminino e efesa dos ireitos do orcedor J 0001 Apoio ao esenvolvimento do utebol asculino e eminino e efesa dos ireitos do orcedor - acional JQ ealização e Apoio a ventos de sporte, Lazer e nclusão ocial JQ 0001 ealização e Apoio a ventos de sporte, Lazer e nclusão ocial - acional YA reparação de Atletas e Capacitação de ecursos Humanos para o sporte de Alto endimento YA 0001 reparação de Atletas e Capacitação de ecursos Humanos para o sporte de Alto endimento - acional Z mplementação e esenvolvimento da olítica acional de Controle de opagem Z 0001 mplementação e esenvolvimento da olítica acional de Controle de opagem - acional perações speciais HW Concessão de Bolsa a Atletas HW 0001 Concessão de Bolsa a Atletas - acional rograma de estão e anutenção do inistério do sporte Administração da nidade Administração da nidade - acional AL - CAL AL - A 0 AL - AL ÓÃ: inistério da efesa A: inistério da efesa AX AA ABALH ( CACLA ) ecurso de odas as ontes $ 1,00 VA L 2108 rograma de estão e anutenção do inistério da efesa Administração da nidade Administração da nidade - acional AL - CAL AL - A 0 AL - AL ÓÃ: inistério da efesa A: Comando do xército AX AA ABALH ( CACLA ) ecurso de odas as ontes $ 1,00 VA L 2058 olítica acional de efesa X anutenção dos istemas de Comando e Controle do xército X 0001 anutenção dos istemas de Comando e Controle do xército - acional XJ esenvolvimento ecnológico do xército XJ 0001 esenvolvimento ecnológico do xército - acional XK Logística ilitar errestre XK 0001 Logística ilitar errestre - acional Aquisição e odernização dos eios de ngenharia do xército Aquisição e odernização dos eios de ngenharia do xército - acional egistro e iscalização de rodutos Controlados egistro e iscalização de rodutos Controlados - acional ro j e t o s odernização peracional do xército Brasileiro odernização peracional do xército Brasileiro - acional XLA AA A A ACAL VA L ste documento pode ser verificado no endereço eletrônico pelo código ocumento assinado digitalmente conforme n o - nfraestrutura de Chaves úblicas Brasileira - C-Brasil.

6 º 80, quinta-feira, 28 de abril de mplantação do istema de Aviação do xército mplantação do istema de Aviação do xército - acional AL - CAL AL - A 0 AL - AL ÓÃ: inistério da efesa A: Comando da arinha AX AA ABALH ( CACLA ) ecurso de odas as ontes $ 1, olítica acional de efesa ro j e t o s mplantação de staleiro e Base aval para Construção e anutenção de ubmarinos Convencionais e ucleares mplantação de staleiro e Base aval para Construção e anutenção de ubmarinos Convencionais e ucleares - acional AL - CAL AL - A 0 AL - AL VA L CCALZAÇÃ BA C ÓÃ: inistério da ntegração acional A: inistério da ntegração acional AX AA ABALH ( CACLA ) ecurso de odas as ontes $ 1,00 VA L 2051 ferta de Água ro j e t o s Construção do Canal Adutor Vertente Litorânea com 112,5 km no stado da araíba Construção do Canal Adutor Vertente Litorânea com 112,5 km no stado da araíba - o stado da araíba AL - CAL AL - A 0 AL - AL ÓÃ: inistério do urismo A: inistério do urismo AX AA ABALH ( CACLA ) ecurso de odas as ontes $ 1,00 VA L 2076 u r i s m o ( V A ) ro j e t o s V0 Apoio a rojetos de nfraestrutura urística ( V A ) V ( V A ) ( V A ) ( V A ) AL - CAL ( V A ) AL - A 0 AL - AL ( V A ) ÓÃ: inistério do esenvolvimento ocial e Combate à ome A: inistério do esenvolvimento ocial e Combate à ome AX AA ABALH ( CACLA ) ecurso de odas as ontes $ 1,00 VA L 2019 Bolsa amília ransferência de enda iretamente às amílias em Condição de obreza e xtrema obreza (Lei nº , de 2004) ransferência de enda iretamente às amílias em Condição de obreza e xtrema obreza (Lei nº , de 2004) - a egião ordeste ransferência de enda iretamente às amílias em Condição de obreza e xtrema obreza (Lei nº , de 2004) - a egião udeste ransferência de enda iretamente às amílias em Condição de obreza e xtrema obreza (Lei nº , de 2004) - a egião ul ransferência de enda iretamente às amílias em Condição de obreza e xtrema obreza (Lei nº , de 2004) - a egião Centro-este AL - CAL 0 AL - A AL - AL ÓÃ: inistério das Cidades A: inistério das Cidades AX AA ABALH ( CACLA ) ecurso de odas as ontes $ 1, oradia igna perações speciais A ntegralização de Cotas ao undo de Arrendamento esidencial - A A 0001 ntegralização de Cotas ao undo de Arrendamento esidencial - A - acional AL - CAL AL - A 0 AL - AL VA L ste documento pode ser verificado no endereço eletrônico pelo código ocumento assinado digitalmente conforme n o - nfraestrutura de Chaves úblicas Brasileira - C-Brasil.

7 º 80, quinta-feira, 28 de abril de AX AA ABALH ecurso de odas as ontes $ 1,00 QA Í ÇÃ 26- ransporte AL AL QA Í BÇÃ 781- ransporte Aéreo ransporte Hidroviário AL AL QA Í ÇÃ/BÇÃ 26- ransporte ransporte Aéreo ransporte Hidroviário AL AL QA Í AA Aviação Civil ransporte arítimo AL AL QA Í ÓÃ ecretaria de Aviação Civil ecretaria de ortos AL AL QA Í A 495- ecursos do rçamento de nvestimento AL AL ÓÃ: ecretaria de Aviação Civil AX AA ABALH ecurso de odas as ontes $ 1,00 QA Í ÇÃ 26 - ransporte AL AL QA Í BÇÃ ransporte Aéreo AL AL QA Í ÇÃ/BÇÃ 26 - ransporte ransporte Aéreo AL AL QA Í AA Aviação Civil AL AL QA Í A ÇAÁA mpresa Brasileira de nfraestrutura Aeroportuária - A AL AL QA Í A ecursos do rçamento de nvestimento AL AL ÓÃ: ecretaria de Aviação Civil A: mpresa Brasileira de nfraestrutura Aeroportuária - A AX AA ABALH ecurso de odas as ontes $ 1,00 QA Í ÇÃ 26 - ransporte AL AL XLA AA A A ACAL QA Í BÇÃ ransporte Aéreo AL AL QA Í ÇÃ/BÇÃ 26 - ransporte ransporte Aéreo AL AL QA Í AA Aviação Civil AL AL QA Í A ecursos do rçamento de nvestimento AL AL ÓÃ: ecretaria de Aviação Civil A: mpresa Brasileira de nfraestrutura Aeroportuária - A AX AA ABALH ecurso de odas as ontes $ 1, Aviação Civil ro j e t o s H34 Adequação do Aeroporto nternacional de Campinas - Viracopos () H Adequação do Aeroporto nternacional de Campinas - Viracopos () - o stado de ão aulo V AL - V VA L ste documento pode ser verificado no endereço eletrônico pelo código ocumento assinado digitalmente conforme n o - nfraestrutura de Chaves úblicas Brasileira - C-Brasil.

8 º 80, quinta-feira, 28 de abril de 2016 ÓÃ: ecretaria de ortos AX AA ABALH ecurso de odas as ontes $ 1,00 QA Í ÇÃ 26 - ransporte AL AL QA Í BÇÃ ransporte Hidroviário AL AL QA Í ÇÃ/BÇÃ 26 - ransporte ransporte Hidroviário AL AL QA Í AA ransporte arítimo AL AL QA Í A ÇAÁA Companhia ocas do spírito anto - CA Companhia das ocas do stado da Bahia - CBA Companhia ocas do stado de ão aulo - C Companhia ocas do io rande do orte - C AL AL QA Í A ecursos do rçamento de nvestimento AL AL CCALZAÇÃ BA C ÓÃ: ecretaria de ortos A: Companhia ocas do spírito anto - CA AX AA ABALH ecurso de odas as ontes $ 1,00 QA Í ÇÃ 26 - ransporte AL AL QA Í BÇÃ ransporte Hidroviário AL AL QA Í ÇÃ/BÇÃ 26 - ransporte ransporte Hidroviário AL AL QA Í AA ransporte arítimo AL AL QA Í A ecursos do rçamento de nvestimento AL AL ÓÃ: ecretaria de ortos A: Companhia ocas do spírito anto - CA AX AA ABALH ecurso de odas as ontes $ 1,00 VA L 2074 ransporte arítimo ro j e t o s KL mplantação de istema de Apoio ao erenciamento da nfraestrutura ortuária KL 0032 mplantação de istema de Apoio ao erenciamento da nfraestrutura ortuária - o stado do spírito anto mplantação realizada (percentual de execução física): 1 4-V AL - V ÓÃ: ecretaria de ortos A: Companhia das ocas do stado da Bahia - CBA AX AA ABALH ecurso de odas as ontes $ 1,00 QA Í ÇÃ 26 - ransporte AL AL QA Í BÇÃ ransporte Hidroviário AL AL QA Í ÇÃ/BÇÃ 26 - ransporte ransporte Hidroviário AL AL QA Í AA ransporte arítimo AL AL QA Í A ecursos do rçamento de nvestimento AL AL ste documento pode ser verificado no endereço eletrônico pelo código ocumento assinado digitalmente conforme n o - nfraestrutura de Chaves úblicas Brasileira - C-Brasil.

9 º 80, quinta-feira, 28 de abril de ÓÃ: ecretaria de ortos A: Companhia das ocas do stado da Bahia - CBA AX AA ABALH ecurso de odas as ontes $ 1, ransporte arítimo ro j e t o s LL mplantação de erminal arítimo de assageiros, no orto de alvador (BA) LL 0029 mplantação de erminal arítimo de assageiros, no orto de alvador (BA) - o stado da Bahia V J Adequação de nstalações de Acostagem, de ovimentação e Armazenagem de Cargas, no orto de Aratu (BA) J 0029 Adequação de nstalações de Acostagem, de ovimentação e Armazenagem de Cargas, no orto de Aratu (BA) - o stado da Bahia V AL - V VA L ÓÃ: ecretaria de ortos A: Companhia ocas do stado de ão aulo - C AX AA ABALH ecurso de odas as ontes $ 1,00 QA Í ÇÃ 26 - ransporte AL AL QA Í BÇÃ ransporte Hidroviário AL AL QA Í ÇÃ/BÇÃ 26 - ransporte ransporte Hidroviário AL AL QA Í AA ransporte arítimo AL AL QA Í A ecursos do rçamento de nvestimento AL AL ÓÃ: ecretaria de ortos A: Companhia ocas do stado de ão aulo - C AX AA ABALH ecurso de odas as ontes $ 1,00 VA L 2074 ransporte arítimo ro j e t o s L Adequação do Cais para erminal de assageiros, no orto de antos () L 0035 Adequação do Cais para erminal de assageiros, no orto de antos () - o stado de ão aulo bra executada (percentual de execução física): 5 4-V AL - V ÓÃ: ecretaria de ortos A: Companhia ocas do io rande do orte - C AX AA ABALH ecurso de odas as ontes $ 1,00 QA Í ÇÃ 26 - ransporte AL AL QA Í BÇÃ ransporte Hidroviário AL AL QA Í ÇÃ/BÇÃ 26 - ransporte ransporte Hidroviário AL AL XLA AA A A ACAL QA Í AA ransporte arítimo AL AL QA Í A ecursos do rçamento de nvestimento AL AL ÓÃ: ecretaria de ortos A: Companhia ocas do io rande do orte - C AX AA ABALH ecurso de odas as ontes $ 1, ransporte arítimo H studos para o lanejamento do etor ortuário H 0001 studos para o lanejamento do etor ortuário - acional studo realizado (unidade): 2 4-V ro j e t o s L mplantação de erminal arítimo de assageiros, no orto de atal () L 0024 mplantação de erminal arítimo de assageiros, no orto de atal () - o stado do io rande do orte bra executada (percentual de execução física): 3 4-V AL - V VA L ste documento pode ser verificado no endereço eletrônico pelo código ocumento assinado digitalmente conforme n o - nfraestrutura de Chaves úblicas Brasileira - C-Brasil.

10 º 80, quinta-feira, 28 de abril de 2016 AX V AA ABALH (CACLA) ecurso de odas as ontes $ 1,00 QA Í ÇÃ 26- ransporte AL AL QA Í BÇÃ 122- Administração eral ransporte Aéreo ransporte Hidroviário AL AL QA Í ÇÃ/BÇÃ 26- ransporte Administração eral ransporte Aéreo ransporte Hidroviário AL AL QA Í AA rograma de estão e anutenção de nfraestrutura de mpresas statais ederais Aviação Civil ransporte arítimo AL AL QA Í ÓÃ ecretaria de Aviação Civil ecretaria de ortos AL AL QA Í A 495- ecursos do rçamento de nvestimento AL AL ÓÃ: ecretaria de Aviação Civil AX V AA ABALH (CACLA) ecurso de odas as ontes $ 1,00 QA Í ÇÃ 26 - ransporte AL AL QA Í BÇÃ ransporte Aéreo AL AL QA Í ÇÃ/BÇÃ 26 - ransporte ransporte Aéreo AL AL QA Í AA Aviação Civil AL AL QA Í A ÇAÁA mpresa Brasileira de nfraestrutura Aeroportuária - A AL AL QA Í A ecursos do rçamento de nvestimento AL AL CCALZAÇÃ BA C ÓÃ: ecretaria de Aviação Civil A: mpresa Brasileira de nfraestrutura Aeroportuária - A AX V AA ABALH (CACLA) ecurso de odas as ontes $ 1,00 QA Í ÇÃ 26 - ransporte AL AL QA Í BÇÃ ransporte Aéreo AL AL QA Í ÇÃ/BÇÃ 26 - ransporte ransporte Aéreo AL AL QA Í AA Aviação Civil AL AL QA Í A ecursos do rçamento de nvestimento AL AL ÓÃ: ecretaria de Aviação Civil A: mpresa Brasileira de nfraestrutura Aeroportuária - A AX V AA ABALH (CACLA) ecurso de odas as ontes $ 1, Aviação Civil ro j e t o s L Adequação da nfraestrutura Aeroportuária L 0001 Adequação da nfraestrutura Aeroportuária - acional V AL - V VA L ste documento pode ser verificado no endereço eletrônico pelo código ocumento assinado digitalmente conforme n o - nfraestrutura de Chaves úblicas Brasileira - C-Brasil.

11 º 80, quinta-feira, 28 de abril de ÓÃ: ecretaria de ortos AX V AA ABALH (CACLA) ecurso de odas as ontes $ 1,00 QA Í ÇÃ 26 - ransporte AL AL QA Í BÇÃ Administração eral ransporte Hidroviário AL AL QA Í ÇÃ/BÇÃ 26 - ransporte Administração eral ransporte Hidroviário AL AL QA Í AA rograma de estão e anutenção de nfraestrutura de mpresas statais ederais ransporte arítimo AL AL QA Í A ÇAÁA Companhia ocas do spírito anto - CA Companhia das ocas do stado da Bahia - CBA Companhia ocas do stado de ão aulo - C Companhia ocas do io rande do orte - C AL AL QA Í A ecursos do rçamento de nvestimento AL AL ÓÃ: ecretaria de ortos A: Companhia ocas do spírito anto - CA AX V AA ABALH (CACLA) ecurso de odas as ontes $ 1,00 QA Í ÇÃ 26 - ransporte AL AL QA Í BÇÃ ransporte Hidroviário AL AL QA Í ÇÃ/BÇÃ 26 - ransporte ransporte Hidroviário AL AL QA Í AA ransporte arítimo AL AL QA Í A ecursos do rçamento de nvestimento AL AL ÓÃ: ecretaria de ortos A: Companhia ocas do spírito anto - CA AX V AA ABALH (CACLA) ecurso de odas as ontes $ 1,00 VA L 2074 ransporte arítimo ro j e t o s Adequação de nstalações de Circulação no orto de Vitória () Adequação de nstalações de Circulação no orto de Vitória () - o stado do spírito anto bra executada (percentual de execução física): 1 4-V AL - V XLA AA A A ACAL ÓÃ: ecretaria de ortos A: Companhia das ocas do stado da Bahia - CBA AX V AA ABALH (CACLA) ecurso de odas as ontes $ 1,00 QA Í ÇÃ 26 - ransporte AL AL QA Í BÇÃ Administração eral ransporte Hidroviário AL AL QA Í ÇÃ/BÇÃ 26 - ransporte Administração eral ransporte Hidroviário AL AL QA Í AA rograma de estão e anutenção de nfraestrutura de mpresas statais ederais ransporte arítimo AL AL QA Í A ecursos do rçamento de nvestimento AL AL ste documento pode ser verificado no endereço eletrônico pelo código ocumento assinado digitalmente conforme n o - nfraestrutura de Chaves úblicas Brasileira - C-Brasil.

12 º 80, quinta-feira, 28 de abril de 2016 ÓÃ: ecretaria de ortos A: Companhia das ocas do stado da Bahia - CBA AX V AA ABALH (CACLA) ecurso de odas as ontes $ 1, rograma de estão e anutenção de nfraestrutura de mpresas statais ederais anutenção e Adequação de Bens óveis, Veículos, áquinas e quipamentos anutenção e Adequação de Bens óveis, Veículos, áquinas e quipamentos - o stado da Bahia V ransporte arítimo ro j e t o s L Adequação de nstalações de Circulação no orto de Aratu (BA) L 0029 Adequação de nstalações de Circulação no orto de Aratu (BA) - o stado da Bahia V Q Adequação de nstalações de roteção à Atracação e peração de avios, no orto de Aratu (BA) Q 0029 Adequação de nstalações de roteção à Atracação e peração de avios, no orto de Aratu (BA) - o stado da Bahia V AL - V VA L CCALZAÇÃ BA C ÓÃ: ecretaria de ortos A: Companhia ocas do stado de ão aulo - C AX V AA ABALH (CACLA) ecurso de odas as ontes $ 1,00 QA Í ÇÃ 26 - ransporte AL AL QA Í BÇÃ ransporte Hidroviário AL AL QA Í ÇÃ/BÇÃ 26 - ransporte ransporte Hidroviário AL AL QA Í AA ransporte arítimo AL AL QA Í A ecursos do rçamento de nvestimento AL AL ÓÃ: ecretaria de ortos A: Companhia ocas do stado de ão aulo - C AX V AA ABALH (CACLA) ecurso de odas as ontes $ 1,00 VA L 2074 ransporte arítimo ro j e t o s J eforço do íer de Acostagem no erminal da Alamoa, no orto de antos () J 0035 eforço do íer de Acostagem no erminal da Alamoa, no orto de antos () - o stado de ão aulo bra executada (percentual de execução física): 3 4-V K eforço dos Berços de Atracação da lha de Barnabé, no orto de antos () K 0035 eforço dos Berços de Atracação da lha de Barnabé, no orto de antos () - o stado de ão aulo bra executada (percentual de execução física): 21 4-V AL - V ÓÃ: ecretaria de ortos A: Companhia ocas do io rande do orte - C AX V AA ABALH (CACLA) ecurso de odas as ontes $ 1,00 QA Í ÇÃ 26 - ransporte AL AL QA Í BÇÃ ransporte Hidroviário AL AL QA Í ÇÃ/BÇÃ 26 - ransporte ransporte Hidroviário AL AL QA Í AA ransporte arítimo AL AL QA Í A ecursos do rçamento de nvestimento AL AL ÓÃ: ecretaria de ortos A: Companhia ocas do io rande do orte - C AX V AA ABALH (CACLA) ecurso de odas as ontes $ 1, ransporte arítimo ro j e t o s H Adequação de nstalações erais e de uprimentos, no orto de atal () H 0024 Adequação de nstalações erais e de uprimentos, no orto de atal () - o stado do io rande do orte bra executada (percentual de execução física): 1 4-V AL - V VA L ste documento pode ser verificado no endereço eletrônico pelo código ocumento assinado digitalmente conforme n o - nfraestrutura de Chaves úblicas Brasileira - C-Brasil.

13 º 80, quinta-feira, 28 de abril de Atos do Congresso acional A A A C ACAL o - 1, 2016 A A C ACAL, conforme o disposto no art. 151 do egimento Comum, cumpre o art. 402 do egimento nterno do enado ederal, primeiro subsidiário nos casos omissos do egimento Comum, e faz publicar o texto do egimento Comum do Congresso acional devidamente consolidado, com as modificações provenientes das esoluções nº 1, 2 e 3, de C, e aquelas correções que, sem modificação de mérito, alteram a ordenação das matérias e fazem correções de redação.. Congresso acional, 2 de fevereiro de 2016 enador enan Calheiros residente eputado Waldir aranhão 1º Vice-residente enador omero Jucá 2º Vice-residente enador Zeze errella 2º ecretário eputada ara abrilli 3ª ecretária enadora Ângela ortela 4ª ecretária Atos do enado ederal aço saber que o enado ederal aprovou, e eu, enan Calheiros, residente, nos termos do art. 48, inciso XXV, do egimento nterno, promulgo a seguinte LÇÃ o - 16, 2016 eabre o prazo estabelecido no art. 4º da esolução do enado ederal nº 22, de 8 de agosto de 2014, a fim de possibilitar ao stado do araná contratar a operação de crédito externo nela prevista. enado ederal resolve: Art. 1º É reaberto em 540 (quinhentos e quarenta) dias, contados a partir da publicação desta esolução, o prazo estabelecido no art. 4º da esolução do enado ederal nº 22, de 8 de agosto de Art. 2º A operação de crédito externo de que trata a esolução do enado ederal nº 22, de 8 de agosto de 2014, deverá ser realizada apenas após a verificação de que os requisitos previstos na esolução do enado ederal nº 43, de 2001, e na esolução do enado ederal nº 48, de 2007, continuam atendidos no momento da contração. Art. 3º sta esolução entra em vigor na data de sua publicação. enado ederal, em 27 de abril de 2016 enador A CALH residente do enado ederal XLA AA A A ACAL aço saber que o enado ederal aprovou, e eu, enan Calheiros, residente, nos termos do art. 48, inciso XXV, do egimento nterno, promulgo a seguinte LÇÃ o - 17, 2016 Autoriza o unicípio de anaus - A a contratar operação de crédito externo, com garantia da nião, com o Banco nternacional para econstrução e esenvolvimento (Bird), no valor de até $ ,00 (cento e cinquenta milhões de dólares dos stados nidos da América). enado ederal resolve: Art. 1º É o unicípio de anaus - A autorizado a contratar operação de crédito externo, com garantia da nião, com o Banco nternacional para econstrução e esenvolvimento (Bird), no valor de até $ ,00 (cento e cinquenta milhões de dólares dos stados nidos da América). ste documento pode ser verificado no endereço eletrônico pelo código arágrafo único. s recursos da operação de crédito de que trata o caput destinam-se ao financiamento parcial do "rograma de Consolidação do quilíbrio iscal para a elhoria da restação de erviços úblicos do unicípio de anaus (roconfis/anaus)". Art. 2º A operação de crédito referida no art. 1º deverá ser realizada nas seguintes condições: - devedor: unicípio de anaus - A; - credor: Banco nternacional para econstrução e esenvolvimento (Bird); - garantidor: epública ederativa do Brasil; V - valor: até $ ,00 (cento e cinquenta milhões de dólares dos stados nidos da América); V - desembolso: $ ,00 (cento e cinquenta milhões de dólares dos stados nidos da América), equivalentes a $ ,00 (quinhentos e oitenta e cinco milhões, setecentos e vinte mil reais), sendo que o banco disponibilizará esses recursos em uma única tranche e o ente os resgatará em 2 (duas) parcelas anuais, sendo $ ,00 (oitenta e dois milhões e quinhentos mil dólares dos stados nidos da América) em 2016, equivalentes a $ ,00 (trezentos e vinte e dois milhões, cento e quarenta e seis mil reais), e $ ,00 (sessenta e sete milhões e quinhentos mil dólares dos stados nidos da América) em 2017, equivalentes a $ ,00 (duzentos e sessenta e três milhões, quinhentos e setenta e quatro mil reais), convertidos à taxa de câmbio de 3,9048, de 31 de dezembro de 2015; V - modalidade: empréstimo na modalidade de apoio às políticas públicas, denominada evelopment olicy Loan (L); V - opções de conversão: é facultado ao mutuário, com a anuência do fiador, exercer a opção de mudança da moeda do empréstimo e da base da taxa de juros e estipular limites sobre taxa variável ou taxa de referência, aplicáveis a todo ou a parte do montante principal do empréstimo sacado ou não sacado; V - prazo de amortização: 228 (duzentos e vinte e oito) meses; X - prazo de carência: 60 (sessenta) meses contados a partir da data de aprovação do empréstimo pela diretoria do Bird; X - prazo total: 288 (duzentos e oitenta e oito) meses; X - juros: Libor de 6 (seis) meses para o dólar dos stados nidos da América, acrescidos de margem variável a ser definida pelo Bird e de atualização cambial da moeda do financiamento; X - atualização monetária: variação cambial; X - demais encargos e comissões: taxa inicial de 0,25% (vinte e cinco centésimos por cento) do valor do empréstimo e taxa de compromisso de 0,25% a.a. (vinte e cinco centésimos por cento ao ano) sobre o saldo do empréstimo não sacado. arágrafo único. As datas de pagamento do principal, dos encargos financeiros e dos desembolsos previstos poderão ser alteradas em função da data de assinatura do contrato de empréstimo. Art. 3º É a nião autorizada a conceder garantia ao unicípio de anaus - A na contratação da operação de crédito externo referida nesta esolução. 1º exercício da autorização prevista no caput é condicionado a que o unicípio de anaus - A celebre contrato com a nião para a concessão de contragarantias, sob a forma de vinculação das receitas de que tratam os arts. 156, 158 e 159, todos da Constituição ederal, e de outras garantias em direito admitidas, podendo o overno ederal requerer as transferências de recursos necessários para cobertura dos compromissos honrados diretamente das contas centralizadoras da arrecadação do unicípio ou das transferências federais. 2º reviamente à assinatura do contrato, o inistério da azenda verificará e atestará a adimplência do unicípio de anaus - A quanto aos pagamentos e às prestações de contas de que trata o art. 10 da esolução do enado ederal nº 48, de 2007, bem como o cumprimento das condições prévias ao primeiro desembolso. Art. 4º prazo máximo para o exercício da presente autorização é de 540 (quinhentos e quarenta) dias, contado a partir da entrada em vigor desta esolução. Art. 5º sta esolução entra em vigor na data de sua publicação. enado ederal, em 27 de abril de 2016 enador A CALH residente do enado ederal aço saber que o enado ederal aprovou, e eu, enan Calheiros, residente, nos termos do art. 48, inciso XXV, do egimento nterno, promulgo a seguinte LÇÃ o - 18, 2016 Autoriza o stado da Bahia a contratar operação de crédito externo, com garantia da nião, com o Banco nternacional para econstrução e esenvolvimento (Bird), no valor total de até $ ,00 (duzentos milhões de dólares dos stados nidos da América). enado ederal resolve: Art. 1º É o stado da Bahia autorizado a contratar operação de crédito externo, com garantia da nião, com o Banco nternacional para econstrução e esenvolvimento (Bird), no valor total de até $ ,00 (duzentos milhões de dólares dos stados nidos da América). arágrafo único. s recursos advindos da operação de crédito externo referida no caput destinam-se ao financiamento parcial do "rograma de estauração e anutenção de odovias staduais da Bahia (remar 2-2ª tapa)". Art. 2º A operação de crédito referida no art. 1º deverá ser realizada nas seguintes condições: - devedor: stado da Bahia; - credor: Banco nternacional para econstrução e esenvolvimento (Bird); - garantidor: epública ederativa do Brasil; V - valor: até $ ,00 (duzentos milhões de dólares dos stados nidos da América); V - modalidade: empréstimo com margem variável (variable spread loan); V - prazo de desembolso: até 4 (quatro) anos, contado a partir da entrada em vigor do contrato; V - amortização: 61 (sessenta e uma) prestações semestrais e consecutivas; V - juros: exigidos semestralmente, calculados com base na Libor semestral para dólar dos stados nidos da América, acrescidos de margem (spread) de 0,85% (oitenta e cinco centésimos por cento), podendo ser cobrada, adicionalmente, sobretaxa de 0,50% a.a. (cinquenta centésimo por cento ao ano) sobre o montante não amortizado do empréstimo durante o período em que o Brasil permanecer acima do teto de exposição junto ao Bird; X - comissão de compromisso: 0,25% a.a. (vinte e cinco centésimos por cento ao ano), calculados sobre o saldo não desembolsado do empréstimo; X - comissão de financiamento: 0,25% (vinte e cinco centésimos por cento) sobre o valor do empréstimo. 1º As datas de pagamento do principal, dos encargos financeiros e dos desembolsos previstos poderão ser alteradas em função da data de assinatura do contrato de financiamento. 2º É permitido ao mutuário, já devidamente autorizado por esta esolução, solicitar ao Bird uma conversão de moeda ou uma conversão de taxa de juros em qualquer momento durante a vigência do contrato. Art. 3º É a nião autorizada a conceder garantia ao stado da Bahia na operação de crédito externo de que trata esta esolução. 1º A autorização prevista no caput é condicionada a que o stado da Bahia celebre contrato com a nião para a concessão de contragarantias, sob a forma de vinculação das receitas previstas nos arts. 155, 157 e 159, nos termos do art. 167, 4º, todos da Constituição ederal, e de outras garantias em direito admitidas, podendo o overno ederal reter os recursos necessários para a cobertura dos compromissos honrados diretamente das contas centralizadoras da arrecadação do stado da Bahia ou das transferências federais. 2º reviamente à assinatura do contrato, o inistério da azenda verificará e atestará a adimplência do stado da Bahia quanto aos pagamentos e às prestações de contas de que trata o art. 10 da esolução do enado ederal nº 48, de 2007, bem como o cumprimento das condições prévias ao primeiro desembolso. Art. 4º prazo máximo para o exercício da presente autorização é de 540 (quinhentos e quarenta) dias, contado a partir da entrada em vigor desta esolução. Art. 5º sta esolução entra em vigor na data de sua publicação. enado ederal, em 27 de abril de 2016 enador A CALH residente do enado ederal aço saber que o enado ederal aprovou, e eu, enan Calheiros, residente, nos termos do art. 48, inciso XXV, do egimento nterno, promulgo a seguinte LÇÃ o - 19, 2016 Autoriza o unicípio de iterói - J a contratar operação de crédito externo, com garantia da epública ederativa do Brasil, com a Corporação Andina de omento (CA), no valor de até $ ,00 (cem milhões de dólares dos stados nidos da América). enado ederal resolve: Art. 1º É o unicípio de iterói - J autorizado a contratar operação de crédito externo, com garantia da epública ederativa do Brasil, com a Corporação Andina de omento (CA), no valor de até $ ,00 (cem milhões de dólares dos stados nidos da América) Ṗarágrafo único. s recursos da operação destinam-se ao "rograma egião ceânica ustentável (-ustentável)". Art. 2º A operação de crédito de que trata o art. 1º deverá ser realizada nas seguintes condições: - devedor: unicípio de iterói - J; - credor: Corporação Andina de omento (CA); - garantidor: epública ederativa do Brasil; V - valor: até $ ,00 (cem milhões de dólares dos stados nidos da América); V - desembolso: 4 (quatro) anos, contados a partir da data de assinatura do contrato; V - carência: 54 (cinquenta e quatro) meses, contados a partir da data de assinatura do contrato; V - amortização: 16 (dezesseis) parcelas semestrais consecutivas e, preferencialmente, iguais; V - juros: pagos semestralmente, calculados sobre o saldo devedor do empréstimo, a taxa anual variável baseada na Libor para operações de 6 (seis) meses, mais margem, sendo parte da taxa de juros financiada pelo credor, nos termos contratuais; X - comissão de compromisso: 0,35% a.a. (trinta e cinco centésimos por cento ao ano), calculados sobre o saldo não desembolsado do empréstimo; ocumento assinado digitalmente conforme n o - nfraestrutura de Chaves úblicas Brasileira - C-Brasil.

14 º 80, quinta-feira, 28 de abril de 2016 X - comissão de financiamento: 0,65% (sessenta e cinco centésimos por cento), calculados sobre o valor total do empréstimo; X - gastos de avaliação: $ ,00 (cinquenta mil dólares dos stados nidos da América), no momento do primeiro desembolso do empréstimo. arágrafo único. As datas de pagamento do principal, dos encargos financeiros e dos desembolsos previstos poderão ser alteradas em função da data de assinatura do contrato de empréstimo. Art. 3º É a epública ederativa do Brasil autorizada a conceder garantia ao unicípio de iterói - J na operação de crédito externo de que trata esta esolução. arágrafo único. A autorização prevista no caput é condicionada a que: - o unicípio de iterói - J celebre contrato com a nião para a concessão de contragarantias, por meio de vinculação da participação do unicípio na arrecadação da nião de que trata o art. 159 e das receitas próprias do unicípio a que se referem os arts. 156 e 158, todos da Constituição ederal, assim como de outras garantias em direito admitidas; - seja comprovada a situação de adimplência das obrigações do unicípio de iterói - J e de suas entidades controladas perante a nião; - seja comprovado o cumprimento das condições prévias ao primeiro desembolso. Art. 4º prazo máximo para o exercício da presente autorização é de 540 (quinhentos e quarenta) dias, contado a partir da entrada em vigor desta esolução. Art. 5º sta esolução entra em vigor na data de sua publicação. CCALZAÇÃ BA C enado ederal, em 27 de abril de 2016 enador A CALH residente do enado ederal aço saber que o enado ederal aprovou, e eu, enan Calheiros, residente, nos termos do art. 48, inciso XXV, do egimento nterno, promulgo a seguinte LÇÃ o - 20, 2016 Autoriza a epública ederativa do Brasil a contratar operação de crédito externo, no valor de até $ ,00 (trinta e dois milhões, quatrocentos e oitenta mil dólares dos stados nidos da América), com o Banco nternacional para econstrução e esenvolvimento (Bird), para financiamento parcial do "rojeto de egularização Ambiental de móveis urais no Bioma Cerrado (rojeto CA-)". enado ederal resolve: Art. 1º É a epública ederativa do Brasil autorizada a contratar operação de crédito externo, no valor de até $ ,00 (trinta e dois milhões, quatrocentos e oitenta mil dólares dos stados nidos da América), com o Banco nternacional para econstrução e esenvolvimento (Bird). 1º s recursos da operação de crédito a que se refere o caput destinam-se ao financiamento parcial do "rojeto de egularização Ambiental de móveis urais no Bioma Cerrado (rojeto CA-)". 2º reviamente à assinatura do contrato, o inistério da azenda verificará e atestará o cumprimento das condições prévias ao primeiro desembolso. Art. 2º As condições financeiras básicas da operação de crédito referida no art. 1º são as seguintes: - devedor: epública ederativa do Brasil; - credor: Banco nternacional para econstrução e esenvolvimento (Bird), atuando como entidade implementadora do rograma de nvestimento lorestal (orest nvestment rogram - ), com recursos do undo stratégico do Clima (trategic Climate und - C); - valor total: até $ ,00 (trinta e dois milhões, quatrocentos e oitenta mil dólares dos stados nidos da América); V - modalidade: empréstimo em termos concessionais do /C; V - período de desembolso: de 2015 a 2019, de acordo com cronograma previsto pelo inistério do eio Ambiente; V - carência: 10 (dez) anos, sendo que a primeira amortização está prevista para ocorrer em 15 de dezembro de 2025 e a última em 15 de junho de 2055; V - amortização do saldo devedor: 60 (sessenta) parcelas semestrais e consecutivas, sendo as 20 (vinte) primeiras no valor de 1% (um por cento) do montante total do empréstimo e as 40 (quarenta) seguintes no valor de 2% (dois por cento) do montante total do empréstimo, pagas em 15 de junho e em 15 de dezembro de cada ano; V - juros aplicáveis: não há cobrança de taxa de juros, por tratar-se de empréstimo em termos concessionais do /C; ste documento pode ser verificado no endereço eletrônico pelo código X - taxa de serviço: 0,25% a.a. (vinte e cinco centésimos por cento ao ano) sobre o saldo devedor, devida em 15 de junho e em 15 de dezembro de cada ano, calculada utilizando padrão internacional 30/360 e paga ao Bird. arágrafo único. As datas de pagamento do principal, dos encargos financeiros e dos desembolsos previstos poderão ser alteradas em função da data de assinatura do contrato de empréstimo. Art. 3º prazo máximo para o exercício da presente autorização é de 540 (quinhentos e quarenta) dias, contado a partir da entrada em vigor desta esolução. Art. 4º sta esolução entra em vigor na data de sua publicação.. C o 8.721, 27 ABL 2016 ispõe sobre a execução do ctogésimo Quarto rotocolo Adicional ao Acordo de Complementação conômica n o 18 (84A- AC18), firmado entre a epública ederativa do Brasil, a epública Argentina, a epública do araguai e a epública riental do ruguai, em 28 de fevereiro de A A A ÚBLCA, no uso da atribuição que lhe confere o art. 84, caput, inciso V, da Constituição, e Considerando que o ratado de ontevidéu de 1980, que criou a Associação Latino-Americana de ntegração - Aladi, firmado pela epública ederativa do Brasil em 12 de agosto de 1980 e promulgado pelo ecreto n o , de 23 de março de 1982, prevê a modalidade de Acordo de Complementação conômica; Considerando que os lenipotenciários da epública ederativa do Brasil, da epública Argentina, da epública do araguai e da epública riental do ruguai, com base no ratado de ontevidéu de 1980, firmaram em 29 de novembro de 1991, em ontevidéu, o Acordo de Complementação conômica n o 18, promulgado pelo ecreto n o 550, de 27 de maio de 1992; e Considerando que os lenipotenciários da epública ederativa do Brasil, da epública Argentina, da epública do araguai e da epública riental do ruguai, com base no ratado de ontevidéu de 1980, firmaram, em 28 de fevereiro de 2011, em ontevidéu, o ctogésimo Quarto rotocolo Adicional ao Acordo de Complementação conômica n o 18, CA: enado ederal, em 27 de abril de 2016 enador A CALH residente do enado ederal Atos do oder xecutivo Art. 1 o ctogésimo Quarto rotocolo Adicional ao Acordo de Complementação conômica n o 18, entre a epública ederativa do Brasil, a epública Argentina, a epública do araguai e a epública riental do ruguai, de 28 de fevereiro de 2011, anexo a este ecreto, será executado e cumprido integralmente em seus termos. Art. 2 o ste ecreto entra em vigor na data de sua publicação. Brasília, 27 de abril de 2016; 195º da ndependência e 128º da epública. LA auro Luiz ecker Vieira elson Barbosa Armando onteiro AC CLAÇÃ CÔCA o - 18 CLBA AA, BAL, AAA A ctogésimo Quarto rotocolo Adicional s lenipotenciários da epública Argentina, da epública ederativa do Brasil, da epública do araguai e da epública riental do ruguai, acreditados por seus respectivos overnos segundo poderes outorgados em boa e devida forma, depositados oportunamente na ecretaria-eral da Associação Latino-Americana de ntegração (ALA), VA o écimo itavo rotocolo Adicional ao AC-18 e a esolução C º 43/03, CVÊ : Artigo 1 - ncorporar ao Acordo de Complementação conômica 18 a iretriz º 05/10 da Comissão de Comércio do CL relativa à "Adequação dos requisitos específicos de origem", que consta como anexo e integra o presente rotocolo. Artigo 2º - presente rotocolo entrará em vigor trinta dias após a notificação da ecretaria-eral da ALA aos países signatários de que recebeu a comunicação da ecretaria do CL informando a incorporação da norma CL e de seu correspondente rotocolo Adicional aos ordenamentos jurídicos dos quatro stados artes do CL. A ecretaria-eral da ALA deverá efetuar tal notificação, na medida do possível, no mesmo dia em que receba a comunicação da ecretaria do CL. Artigo 3 - ma vez em vigor, o presente rotocolo modificará o Anexo ao exagésimo egundo rotocolo Adicional ao AC 18 - Anexo da iretriz CC º 10/07 -, e o Anexo ao eptuagésimo étimo rotocolo Adicional ao AC 18 - Apêndice da ecisão CC º 01/09 -. A ecretaria-eral da ALA será depositária do presente rotocolo, do qual enviará cópias devidamente autenticadas aos overnos dos países signatários e à ecretaria do CL. É Q, os respectivos lenipotenciários assinam o presente rotocolo na cidade de ontevidéu, aos 28 dias do mês de fevereiro de dois mil e onze, em um original nos idiomas português e espanhol, sendo ambos os textos igualmente válidos. (a.:) elo overno da epública Argentina: aniel aimondi; elo overno da epública ederativa do Brasil: egis ercy Arslanian; elo overno da epública do araguai: milio iménez ranco; elo overno da epública riental do ruguai: onzalo odríguez igena. AX CL/CC/ º 05/10 AQAÇÃ Q CÍC VA: ratado de Assunção, o rotocolo de uro reto, as ecisões º 08/03 e 01/09 do Conselho do ercado Comum.e as esoluções º 19/09, 21/09 e 39/09 do rupo ercado Comum. CA: Que o egime de rigem CL faculta à Comissão de Comércio do CL modificar tal egime por meio de iretrizes. Que é necessário adequar os requisitos específicos de origem do egime de rigem do CL às modificações na omenclatura Comum do CL. Que conforme estabelecido no Artigo 2º da ecisão CC º 08/03, "enquanto uma norma que revogue uma ou mais normas anteriores não entre em vigência de acordo com o Artigo 40 do rotocolo de uro reto, continuarão vigentes as normas anteriores que pretendam ser revogadas, sempre que tiverem sido incorporadas pelos quatro stados artes". Que em função disso, é conveniente adotar medidas transitórias com vistas a agilizar a entrada em vigência dos requisitos de origem para facilitar a operação comercial entre os stados artes. A CÃ CÉC CL AVA A Z: Art. 1º - odifica-se o Apêndice da ecisão CC º 01/09, em suas versões em espanhol e português, que consta como Anexo e faz parte da presente iretriz. Art. 2º - Até a ecisão CC º 01/09 entrar em vigência, as modificações estabelecidas no Artigo 1º aplicar-se-ão ao Anexo da iretriz CC º 10/07. Art. 3º - olicita-se aos stados artes que instruam suas respectivas epresentações junto à Associação Latino-americana de ntegração (ALA) a protocolizar a presente iretriz no marco do Acordo de Complementação conômica º 18, nos termos estabelecidos na esolução C º 43/03. Art. 4º - s stados artes deverão incorporar a presente iretriz a seus respectivos ordenamentos jurídicos antes de 01/X/2010. CX CC - ontevidéu, 14/V/10. ocumento assinado digitalmente conforme n o - nfraestrutura de Chaves úblicas Brasileira - C-Brasil.

15 º 80, quinta-feira, 28 de abril de AX a) ncorporar à lista: C2007 Q udança de posição tarifária e 60% de valor agregado regional udança de posição tarifária e 60% de valor agregado regional udança de posição tarifária e 60% de valor agregado regional udança de posição tarifária e 60% de valor agregado regional (1) udança de posição tarifária e 60% de valor agregado regional udança de posição tarifária e 60% de valor agregado regional udança de posição tarifária e 60% de valor agregado regional udança de posição tarifária e 60% de valor agregado regional udança de posição tarifária e 60% de valor agregado regional udança de posição tarifária e 60% de valor agregado regional udança de posição tarifária e 60% de valor agregado regional udança de posição tarifária e 60% de valor agregado regional udança de posição tarifária e 60% de valor agregado regional udança de posição tarifária e 60% de valor agregado regional udança de posição tarifária e 60% de valor agregado regional udança de posição tarifária e 60% de valor agregado regional udança de posição tarifária e 60% de valor agregado regional udança de posição tarifária e 60% de valor agregado regional udança de posição tarifária e 60% de valor agregado regional udança de posição tarifária e 60% de valor agregado regional udança de posição tarifária e 60% de valor agregado regional udança de posição tarifária e 60% de valor agregado regional % de valor agregado regional b) liminar da lista: C2007 Q udança de posição tarifária e 60% de valor agregado regional udança de posição tarifária e 60% de valor agregado regional udança de posição tarifária e 60% de valor agregado regional udança de posição tarifária e 60% de valor agregado regional udança de posição tarifária e 60% de valor agregado regional (1) xceto o produto definido como "premesclas que contenham vitaminas com suporte de substâncias orgânicas nutritivas e/ou de substâncias inorgânicas especificamente elaboradas para serem agregadas à ração animal completa". C o , 27 ABL 2016 Aprova a strutura egimental e o Quadro emonstrativo dos cargos em comissão e das funções de confiança da uperintendência de eguros rivados -. A A A ÚBLCA, no uso da atribuição que lhe confere o art. 84, caput, inciso V, alínea "a", da Constituição, CA: Art. 1º icam aprovados a strutura egimental e o Quadro emonstrativo dos cargos em comissão e das funções de confiança da uperintendência de eguros rivados -, na forma dos Anexos e. Art. 2º icam remanejados, na forma do Anexo, da - para a ecretaria de estão do inistério do lanejamento, rçamento e estão, os seguintes cargos em comissão do rupo- ireção e Assessoramento uperiores - A: - dezoito A 101.2; XLA AA A A ACAL - quatro A 101.1; - um A 102.3; e V - um A Art. 3º s apostilamentos decorrentes das alterações promovidas na strutura egimental da deverão ocorrer na data de entrada em vigor deste ecreto. arágrafo único. uperintendente da fará publicar no iário ficial da nião, no prazo de trinta dias, contado da data de entrada em vigor deste ecreto, relação nominal dos titulares dos cargos em comissão e das funções de confiança a que se refere o Anexo, que indicará, inclusive, o número de cargos e funções vagas, suas denominações e seus níveis. Art. 4º s ocupantes dos cargos em comissão que deixam de existir na strutura egimental da por força deste ecreto ficam automaticamente exonerados. Art. 5º uperintendente da deverá editar regimento interno para detalhar as unidades administrativas integrantes da strutura egimental da autarquia, suas competências e as atribuições de seus dirigentes, no prazo de noventa dias, contado da data de entrada em vigor deste ecreto. ste documento pode ser verificado no endereço eletrônico pelo código Art. 6º ste ecreto entra em vigor vinte e um dias após a data de sua publicação. Art. 7º ica revogado o ecreto nº 7.049, de 23 de dezembro de Brasília, 27 de abril de 2016; 195º da ndependência e 128º da epública. LA elson Barbosa rancisco aetani AX A AL A ÊCA VA - CAÍL a atureza e inalidade Art. 1º A uperintendência de eguros rivados -, autarquia especial vinculada ao inistério da azenda, com sede e foro no io de Janeiro e jurisdição em todo território nacional, tem por finalidade, na qualidade de executora da política traçada pelo Conselho acional de eguros rivados - C, exercer as atribuições definidas no ecreto-lei nº 73, de 21 de novembro de 1966, no ecreto-lei nº 261, de 28 de fevereiro de 1967, na Lei Complementar nº 109, de 29 de maio de 2001, na Lei Complementar nº 126, de 15 de janeiro de 2007, e nos demais atos normativos aplicáveis. CAÍL A AZAÇÃ CÊCA eção a estrutura organizacional Art. 2 o A tem a seguinte estrutura organizacional: - órgãos de assistência direta e imediata ao uperintendente: a) abinete; e b) ecretaria-eral; - órgãos seccionais: a) Auditoria nterna; b) Corregedoria; c) rocuradoria ederal; e d) iretoria de Administração; - órgãos específicos singulares: a) iretoria de rganização do istema de eguros rivados; b) iretoria de upervisão de Conduta; e c) iretoria de upervisão de olvência; V - órgãos descentralizados: scritórios de epresentação; e V - órgão colegiado: Conselho iretor. eção a direção e nomeação Art. 3 o A será dirigida pelo Conselho iretor, cujos integrantes serão nomeados pelo residente da epública, mediante indicação do inistro de stado da azenda. 1 o Conselho iretor será formado pelo uperintendente da e pelos titulares da iretoria de Administração e dos órgãos específicos singulares. 2 o A nomeação do rocurador-chefe será precedida de indicação do Advogado-eral da nião, na forma do disposto no 3º do art. 12 da Lei nº , de 2 de julho de o A nomeação e a exoneração do Auditor-Chefe serão submetidas, pelo uperintendente da, à aprovação da Controladoria-eral da nião. 4 o s demais cargos em comissão e funções de confiança serão providos na forma da legislação pertinente. eção o funcionamento do Conselho iretor Art. 4 o Conselho iretor se reunirá, ordinariamente, uma vez por semana e, extraordinariamente, a qualquer momento, por convocação de qualquer de seus membros, tendo presentes, no mínimo, o uperintendente e dois iretores. 1 o As deliberações do Conselho iretor serão tomadas por maioria simples e caberá, a cada membro, um voto e, ao uperintendente, o voto de qualidade. 2 o articipam das reuniões do Conselho iretor, sem direito a voto, o Chefe da ecretaria-eral, o rocurador-chefe, o Chefe de abinete e, quando necessário, representante de qualquer outra unidade a que se referir o assunto objeto de deliberação. 3 o Conselho iretor poderá convocar, para assessorá-lo em suas decisões, qualquer servidor e consultar especialistas e representantes de outras instituições. 4 o as reuniões do Conselho iretor serão lavradas atas específicas, nas quais constará, quando for o caso, sua forma de divulgação. CAÍL A CÊCA ÓÃ eção os órgãos de assistência direta e imediata ao uperintendente Art. 5 o Ao abinete compete: - assistir o uperintendente da em sua representação administrativa, política e social; - analisar reclamações formais apresentadas pelo público sobre o funcionamento administrativo da ; - coordenar o planejamento e a elaboração da pauta de despachos e audiências do uperintendente da ; e V - exercer outras atribuições que lhe forem cometidas pelo uperintendente da. Art. 6 o À ecretaria-eral compete: - coordenar a política de comunicação interna e externa da ; - coordenar o relacionamento da com órgãos e organismos nacionais e internacionais; - coordenar as atividades relacionadas ao planejamento estratégico; e V - exercer outras atribuições que lhe forem cometidas pelo uperintendente da. ocumento assinado digitalmente conforme n o - nfraestrutura de Chaves úblicas Brasileira - C-Brasil.

16 º 80, quinta-feira, 28 de abril de 2016 eção os órgãos seccionais Art. 7 o À Auditoria nterna compete: - realizar auditorias nos sistemas contábil, financeiro, de execução orçamentária, de pessoal e demais sistemas administrativos da ; - realizar auditorias nos sistemas, processos e rotinas da ; e - propor ao Conselho iretor a adoção de medidas necessárias ao aperfeiçoamento do funcionamento das unidades administrativas da. Art. 8 o À Corregedoria compete analisar a pertinência de denúncias relativas à atuação dos dirigentes e servidores da e promover a instauração de sindicâncias e processos administrativos disciplinares. Art. 9 o À rocuradoria ederal junto à, órgão de execução da rocuradoria-eral ederal, compete: CCALZAÇÃ BA C - representar judicial e extrajudicialmente a, observadas as normas estabelecidas pela rocuradoria-eral ederal; - orientar a execução da representação judicial da, quando sob a responsabilidade dos demais órgãos de execução da rocuradoria-eral ederal; - exercer as atividades de consultoria e assessoramento jurídicos no âmbito da, aplicando, no que couber, o disposto no art. 11 da Lei Complementar n o 73, de 10 de fevereiro de 1993; V - auxiliar os demais órgãos de execução da rocuradoria- eral ederal na apuração da liquidez e certeza de créditos, de qualquer natureza, inerentes às atividades da, para inscrição em dívida ativa e cobrança; V - zelar pela observância da Constituição, das leis e dos atos emanados pelos poderes públicos, sob a orientação normativa da Advocacia-eral da nião e da rocuradoria-eral ederal; e V - encaminhar à Advocacia-eral da nião ou à rocuradoria-eral ederal, conforme o caso, pedido de apuração de falta funcional praticada por seus membros. Art. 10. À iretoria de Administração compete planejar, organizar, coordenar e controlar a execução das atividades inerentes aos sistemas federais de planejamento e orçamento, de administração financeira, de contabilidade, de recursos humanos, de serviços gerais, de administração dos recursos da informação e informática, de gestão de documentos e arquivos e de organização e inovação institucional. eção os órgãos específicos singulares Art. 11. À iretoria de rganização do istema de eguros rivados compete: - administrar os processos de autorização e cadastramento das sociedades e entidades supervisionadas; - acompanhar os processos de liquidações ordinárias e extrajudiciais e coordenar seus programas de trabalho; - analisar e instruir os processos administrativos sancionadores para julgamento, nos termos da legislação e regulamentação vigentes; e V - aplicar o regime repressivo. Art. 12. À iretoria de upervisão de Conduta compete: - monitorar e fiscalizar os produtos e as operações de seguros, resseguros, previdência aberta complementar e capitalização; - fiscalizar corretores e autorreguladoras; - zelar pela higidez das relações de consumo; V - avaliar as práticas de mercado, incluída a prevenção à lavagem de dinheiro; e V - aplicar o regime repressivo. Art. 13. À iretoria de upervisão de olvência compete monitorar e fiscalizar a higidez econômica-financeira dos mercados de seguros, resseguros, previdência complementar aberta e capitalização, por meio do acompanhamento das operações e do funcionamento das sociedades e entidades supervisionadas, e em relação à governança, à gestão e aos controles internos, e aplicar regime repressivo. eção V os órgãos descentralizados Art. 14. Aos scritórios de epresentação compete representar a e adotar medidas e executar funções que lhe sejam atribuídas. arágrafo único. Ao scritório de epresentação no istrito ederal compete, além do disposto no caput, realizar atividades de apoio à sede e aos demais scritórios de epresentação e assessorar o abinete, inclusive nos assuntos afetos ao oder Legislativo. eção V o órgão colegiado Art. 15. Ao Conselho iretor compete: - fixar a política geral da ; - exercer as competências legais e regulamentares pertinentes; - cumprir e fazer cumprir as suas deliberações e as do C; V - aprovar as minutas de resolução que serão objeto de voto apresentado pelo representante da no C; e V - fixar as diretrizes e planejar as atividades inerentes à, com vistas à ordenação e à supervisão dos mercados segurador, ressegurador, de previdência complementar aberta e de capitalização e das sociedades e entidades supervisionadas. CAÍL V A ABÇÕ eção o uperintendente da Art. 16. Ao uperintendente da incumbe: - planejar, dirigir, coordenar e controlar as atividades da -, em estreita consonância com as diretrizes traçadas pelo C; - representar a ; e - convocar e presidir as reuniões do Conselho iretor. eção os demais irigentes Art. 17. Aos iretores e aos demais dirigentes incumbe planejar, dirigir, supervisionar, coordenar e orientar a execução e a avaliação das atividades de suas áreas de competência e exercer outras atribuições que lhes forem designadas pelo uperintendente da. CAÍL V AÔ C AC Art. 18. ntegram o patrimônio da os bens e direitos de sua propriedade, os que venha a adquirir ou, ainda, os que lhe forem doados. arágrafo único. s bens e direitos a que se refere o caput deverão ser utilizados exclusivamente no cumprimento das finalidades da. Art. 19. Constituem os recursos financeiros da : - as dotações orçamentárias que lhe forem consignadas no orçamento da nião; - as receitas provenientes da arrecadação da taxa de fiscalização das sociedades e entidades supervisionadas, na forma da legislação específica, e da cobrança de multas previstas em lei ou em instruções do C e da ; e - outras receitas eventuais, resultantes de suas atividades. AX a) QA AV CA CÃ A ÇÕ C- AÇA A ÊCA VA - : A o CA- AÇÃ A/ /ÇÃ CA/ÇÃ 1 uperintendente AB 1 Chefe Coordenador Assessor écnico Assistente écnico C A A - A L 1 Chefe Coordenação 3 Coordenador erviço 1 Chefe AA A 1 Auditor-Chefe CA 1 Corregedor CAA AL 1 rocurador-chefe Coordenação 4 Coordenador erviço 1 Chefe A AA- 1 iretor ÇÃ 1 Assessor écnico erviço 1 Chefe ste documento pode ser verificado no endereço eletrônico pelo código Coordenação-eral de Administração 1 Coordenador-eral e inanças Coordenação 8 Coordenador ivisão 6 Chefe erviço 1 Chefe eção 1 Chefe -1 Coordenação-eral de ecnologia da 1 Coordenador-eral nformação Coordenação 4 Coordenador eção 1 Chefe -1 A AZAÇÃ 1 iretor A - VA 1 Assessor écnico erviço 1 Chefe Coordenação-eral de Autorizações e 1 Coordenador-eral Liquidações Coordenação 6 Coordenador Coordenação-eral de Julgamentos 1 Coordenador-eral Coordenação 2 Coordenador A VÃ 1 iretor C A 1 Assessor écnico erviço 1 Chefe ocumento assinado digitalmente conforme n o - nfraestrutura de Chaves úblicas Brasileira - C-Brasil.

17 º 80, quinta-feira, 28 de abril de Coordenação-eral de iscalização 1 Coordenador-eral de Conduta Coordenação 5 Coordenador eção 2 Chefe -1 Coordenação-eral de onitoramento 1 Coordenador-eral de Conduta Coordenação 3 Coordenador ivisão 3 Chefe A VÃ 1 iretor LV Ê C A 1 Assessor écnico erviço 1 Chefe Coordenação-eral de iscalização 1 Coordenador-eral rudencial Coordenação 3 Coordenador Coordenação-eral de onitoramento 1 Coordenador-eral rudencial Coordenação 4 Coordenador ivisão 2 Chefe scritório de epresentação em ão 1 Coordenador aulo ivisão 4 Chefe scritório de epresentação no io 1 Chefe rande do ul erviço 1 Chefe scritório de epresentação no istrito 1 Coordenador ederal ivisão 1 Chefe C o , 27 ABL 2016 Altera o ecreto nº 6.889, de 29 de junho 2009, que dispõe sobre o Conselho de articipação em fundos garantidores de risco de crédito para micro, pequenas e médias empresas. A A A ÚBLCA, no uso das atribuições que lhe confere o art. 84, caput, incisos V e V, alínea "a", da Constituição, e tendo em vista o disposto no art. 10 da Lei nº , de 11 de novembro de 2009, CA: Art. 1º ecreto nº 6.889, de 29 de junho de 2009, passa a vigorar com as seguintes alterações: "CAÍL CLH ACAÇÃ AA C CÉ AA C, QA ÉA A AÇÕ CÉ C A V... XLA AA A A ACAL Art. 1º Conselho de articipação em fundos garantidores de risco de crédito para micro, pequenas e médias empresas e em operações de crédito educativo tem por finalidade orientar a atuação da nião nas assembleias de cotistas dos fundos garantidores de risco de crédito para micro, pequenas e médias empresas e em operações de crédito educativo." () "Art. 3º examinar propostas de alteração nos estatutos de fundos garantidores de risco de crédito para micro, pequenas e médias empresas e em operações de crédito educativo, antes de sua aprovação pela assembleia de cotistas, e emitir orientação quanto ao aceite ou não da alteração; - avaliar as diretrizes e condições gerais de operação dos fundos garantidores de risco de crédito para micro, pequenas e médias empresas e em operações de crédito educativo; V - acompanhar o equilíbrio econômico-financeiro dos fundos garantidores de risco de crédito para micro, pequenas e médias empresas e em operações de crédito educativo e sua situação atuarial; ste documento pode ser verificado no endereço eletrônico pelo código V - acompanhar o desempenho dos fundos garantidores de risco de crédito para micro, pequenas e médias empresas e em operações de crédito educativo a partir dos relatórios elaborados pelos administradores; V - examinar os relatórios de auditorias interna e externa dos fundos garantidores de risco de crédito para micro, pequenas e médias empresas e em operações de crédito educativo;... V - propor, por meio de orientações, medidas que visem à boa condução das operações executadas pelos fundos garantidores de risco de crédito para micro, pequenas e médias empresas e em operações de crédito educativo." () "Art. 6º º funcionamento da Câmara Consultiva écnica será objeto de portaria interministerial do inistério da azenda, do inistério do lanejamento, rçamento e estão e da Casa Civil da residência da epública. 4º Cabe ao inistro de stado da azenda designar os membros da Câmara Consultiva écnica, indicados pelos titulares dos órgãos referidos no 1º." () b) QA C CA CÃ A ÇÕ C- AÇA A : Art. 2º ste ecreto entra em vigor na data de sua publicação. Brasília, 27 de abril de 2016; 195º da ndependência e 128º da epública. CÓ A-Á AÇÃ AAL AÇÃ VA Q. VAL AL Q. VAL AL ,27 1 6,27 1 6, , , , , , , , , , , , , , ,00 8 8, , , , ,00 3 3,00 2 2,00 BAL , ,30-1 0,20 4 0,80 4 0,80 BAL 2 4 0,80 4 0,80 A L , ,10 AX AJA CA CÓ A-Á A / A / Q. Q. A , ,86 A ,00 4 4,00 A ,10 1 2,10 A ,00 1 1,00 A L 24 29,96 LA elson Barbosa rancisco aetani C o , 27 ABL 2016 nstitui o rograma de roteção aos efensores de ireitos Humanos e cria o seu Conselho eliberativo, no âmbito do inistério das ulheres, da gualdade acial, da Juventude e dos ireitos Humanos. A A A ÚBLCA, no uso da atribuição que lhe confere o art. 84, caput, inciso V, alínea "a", da Constituição, e tendo em vista o disposto no art. 5º, 1 o e 2 o, da Constituição, CA: Art. 1º ica instituído o rograma de roteção aos efensores de ireitos Humanos - H, no âmbito da ecretaria special de ireitos Humanos do inistério das ulheres, da gualdade acial, da Juventude e dos ireitos Humanos, com a finalidade de articular medidas para a proteção de pessoas ameaçadas em decorrência de sua atuação na defesa dos direitos humanos. Art. 2º H será executado, prioritariamente, por meio de cooperação, firmada, voluntariamente, entre a nião, os stados e o istrito ederal, com o objetivo de articular medidas que visem à proteção do defensor de direitos humanos para: - proteger sua integridade pessoal; e - assegurar a manutenção de sua atuação na defesa dos direitos humanos. arágrafo único. oderão ser celebrados acordos de cooperação técnica, convênios, ajustes ou termos de parceria com os stados, o istrito ederal e com entidades e instituições públicas e privadas visando a execução do H. Art. 3º ica criado o Conselho eliberativo do H, no âmbito da ecretaria special de ireitos Humanos do inistério das ulheres, da gualdade acial, da Juventude e dos ireitos Humanos, com a finalidade de coordenar o H em âmbito federal. 1º Compete ao Conselho eliberativo do HH: - formular, monitorar e avaliar as ações do H; - definir estratégias de articulação com os demais oderes da nião e com os stados, o istrito ederal e os unicípios para execução do H; - deliberar sobre ingresso no H do defensor de direitos humanos ameaçado; e V - deliberar sobre desligamento do H do defensor de direitos humanos ameaçado. 2º Conselho eliberativo do H será composto por: - dois representantes da ecretaria special de ireitos Humanos do inistério das ulheres, da gualdade acial, da Juventude e dos ireitos Humanos, sendo um deles o coordenador; e - um representante da ecretaria acional de egurança ública do inistério da Justiça. 3º oderão ser convidados a integrar o Conselho eliberativo do H um representante do inistério úblico ederal e um representante do oder Judiciário. ocumento assinado digitalmente conforme n o - nfraestrutura de Chaves úblicas Brasileira - C-Brasil.

18 º 80, quinta-feira, 28 de abril de 2016 Art. 4º inistro de stado das ulheres, da gualdade acial, da Juventude e dos ireitos Humanos poderá expedir normas complementares para o cumprimento do disposto neste ecreto. Art. 5º inistério das ulheres, da gualdade acial, da Juventude e dos ireitos Humanos fornecerá o suporte técnico e administrativo para o funcionamento do Conselho eliberativo do H, por intermédio da ecretaria special de ireitos Humanos. Art. 6º ste ecreto entre em vigor na data de sua publicação. Brasília, 27 de abril de 2016; 195º da ndependência e 128º da epública. LA ilma Lino omes C o , 27 ABL 2016 nstitui a ede ntersetorial de eabilitação ntegral e dá outras providências. A A A ÚBLCA, no uso das atribuições que lhe conferem o art. 84, caput, inciso V e inciso V, alínea "a", da Constituição, e tendo em vista o disposto na Lei nº , de 6 de julho de 2015, CCALZAÇÃ BA C CA: Art. 1º ica instituída a ede ntersetorial de eabilitação ntegral, com vistas à integração e à articulação permanente entre serviços e ações das políticas de saúde, previdência social, trabalho, assistência social, educação, entre outras, em consonância com os pressupostos, diretrizes e objetivos da olítica acional de egurança e aúde no rabalho, instituída pelo ecreto nº 7.602, de 7 de novembro de 2011, e da Lei nº , de 6 de julho de Lei Brasileira de nclusão da essoa com eficiência. arágrafo único. ara os efeitos deste ecreto, considera-se reabilitação integral o conjunto de serviços e ações integradas de políticas públicas que combinem atenção e assistência integrais à saúde, à reabilitação profissional e à reinserção social, para o desenvolvimento de potencialidades, talentos, habilidades e aptidões físicas, cognitivas, sensoriais, psicossociais, atitudinais, profissionais e artísticas que contribuam para a conquista da autonomia da pessoa com deficiência e de sua participação social em igualdade de condições e oportunidades com as demais pessoas, de modo a propiciar a participação do indivíduo nos ambientes profissional, social, cultural e familiar. Art. 2º s serviços e as ações da ede ntersetorial de eabilitação ntegral deverão ser executados de forma descentralizada e integrada, observados a interdisciplinaridade, a participação da sociedade civil e o controle social. arágrafo único. s entes estaduais, municipais e distritais poderão aderir à ede ntersetorial de eabilitação ntegral. Art. 3º ão objetivos da ede ntersetorial de eabilitação ntegral: - estruturar, integrar, articular e ampliar as ações destinadas à reabilitação integral nos diversos serviços que compõem a ede, para a atenção à pessoa com restrição de funcionalidade e ao trabalhador em reabilitação profissional, em especial às pessoas com deficiência; - ampliar e fortalecer as políticas que compõem a reabilitação integral, de modo a ampliar a eficiência no uso dos recursos da ede; - capacitar, de forma continuada, os atores governamentais e não governamentais envolvidos nas ações destinadas à estruturação, à ampliação, ao fortalecimento e à execução dos serviços que compõem a ede; V - promover e ampliar as estratégias e ações de acolhimento, avaliação, reabilitação, inserção, reinserção ocupacional e participação social plena, no âmbito da ede; V - reconhecer competências e potencialidades e reduzir a invalidez laboral da pessoa com restrição de funcionalidade e do trabalhador em reabilitação profissional e prover os meios necessários para inserir ou reinserir na atividade laboral as pessoas e os trabalhadores citados; V - desenvolver ações integradas para eliminar ou minimizar as barreiras mencionadas no inciso V do caput do art. 3º da Lei nº , de 2015, existentes no território e nos ambientes de trabalho; V - garantir, promover e ampliar a participação e o controle social na elaboração das ações de reabilitação integral; e V - disseminar informações acerca da ede. Art. 4º A ede ntersetorial de eabilitação ntegral será organizada por ações estruturantes e imediatas. 1º As ações estruturantes da ede ntersetorial de eabilitação ntegral contemplam: - a ampliação da ede para o desenvolvimento de ações que combinem atenção e assistência integrais à saúde, à reabilitação profissional e à reinserção social; ste documento pode ser verificado no endereço eletrônico pelo código a realização de estudos e diagnóstico destinados ao desenvolvimento, ao monitoramento e ao gerenciamento da reabilitação integral que permita o aperfeiçoamento das políticas públicas para o desenvolvimento de potencialidades, talentos, habilidades e aptidões físicas, cognitivas, sensoriais, psicossociais, atitudinais, profissionais e artísticas que contribuam para a conquista da autonomia da pessoa com deficiência e de sua participação social em igualdade de condições e oportunidades com as demais pessoas, de modo a propiciar a participação do indivíduo nos ambientes profissional, social, cultural e familiar; - a capacitação permanente da ede; e V - o fortalecimento dos espaços de participação e controle social. 2º As ações imediatas da ede ntersetorial de eabilitação ntegral contemplam: - o estabelecimento de parcerias, acordos de cooperação técnica, convênios e outros instrumentos congêneres com órgãos e entidades públicas e privadas e organizações da sociedade civil; - o fortalecimento e a articulação das políticas de educação e profissionalização do cidadão; - a integração das ações de inspeção do trabalho com aquelas destinadas à reabilitação profissional, à inserção ou à reinserção profissional das pessoas com deficiência e à promoção e à assistência à saúde do trabalhador; e V - a consolidação de dados estatísticos, a construção e o compartilhamento de informações, inclusive de bancos de dados dos integrantes da ede. 3º compartilhamento de informações de que trata o inciso V do 2º deverá observar o disposto na Lei nº , de 18 de novembro de Art. 5º Ato conjunto dos inistros de stado da ducação, do esenvolvimento ocial e Combate à ome, do rabalho e revidência ocial, da aúde e das ulheres, da gualdade acial, da Juventude e dos ireitos Humanos regulamentará a estrutura e o funcionamento da ede ntersetorial de eabilitação ntegral no âmbito do overno federal. arágrafo único. ara a edição do ato a que se refere o caput, o nstituto acional do eguro ocial - será ouvido. Art. 6º ão instâncias de gestão da ede ntersetorial de eabilitação ntegral: - o Comitê estor; e - o Comitê Local. 1º As instâncias de gestão se reunirão: - ordinariamente, observado o calendário aprovado pelo respectivo Comitê; e - extraordinariamente, mediante convocação de seu coordenador. 2º A participação nas instâncias de gestão será considerada prestação de serviço público relevante, não remunerada. Art. 7º Comitê estor da ede ntersetorial de eabilitação ntegral será composto por um representante titular e um suplente, de cada um dos seguintes órgãos e entidades da administração pública federal: - nstituto acional do eguro ocial -, que o coordenará; - inistério da ducação; - inistério do esenvolvimento ocial e Combate à ome; V - inistério do rabalho e revidência ocial; V - inistério da aúde; e V - inistério das ulheres, da gualdade acial, da Juventude e dos ireitos Humanos. 1º Caberá ao prover o apoio técnico-administrativo e os meios necessários ao seu funcionamento. 2º oderão ser convidados para participar das reuniões representantes de órgãos e entidades da administração pública federal, dos stados, do istrito ederal e dos unicípios, dos oderes Judiciário e Legislativo, do inistério úblico, da efensoria ública e de entidades privadas, e especialistas. Art. 8º Compete ao Comitê estor da ede ntersetorial de eabilitação ntegral: - estimular a participação da nião, dos stados, do istrito ederal e dos unicípios visando à implementação da ede; - promover a articulação dos órgãos e entidades envolvidos na ede de modo a assegurar a implementação e a execução das ações; - elaborar plano de trabalho, com metas, indicadores e recursos necessários para sua operacionalização; V - acompanhar, avaliar e monitorar a ede; V - estabelecer diretrizes para a implementação e a organização dos Comitês Locais; e V - emitir relatório periódico com informações sobre as ações e os resultados obtidos. Art. 9º Comitê Local da ede ntersetorial de eabilitação ntegral será constituído preferencialmente por representantes de órgãos, inclusive os entes estaduais, municipais e distritais que tiverem aderido à ede, que sejam responsáveis pela execução local das políticas de saúde, previdência, trabalho, educação e assistência social, e representantes da sociedade civil, sob coordenação do. arágrafo único. Comitê Local da ede ntersetorial de eabilitação ntegral será instituído por ato específico, conforme regras de organização e funcionamento definidas pelo Comitê estor. Art. 10 Compete ao Comitê Local da ede ntersetorial de eabilitação ntegral: - estimular a adesão de serviços locais visando à implementação da ede; - promover a articulação dos serviços de modo a assegurar a execução de ações integradas que combinem atenção e assistência integrais à saúde, à reabilitação profissional e à reinserção social; - elaborar plano de trabalho, com metas, indicadores e recursos necessários para sua operacionalização em âmbito local; V - acompanhar, avaliar e monitorar a implementação local das ações e dos serviços que compõem a ede; e V - emitir relatórios periódicos com informações sobre as ações e os resultados obtidos em âmbito local e encaminhá-los ao Comitê estor. Art. 11. As despesas decorrentes da implementação da ede de eabilitação ntegral correrão à conta de dotações orçamentárias próprias dos órgãos e entidades nele representados. Art. 12. ste ecreto entra em vigor na data de sua publicação. Brasília, 27 de abril de 2016; 195 o da ndependência e 128 o da epública. LA iguel ossetto C o , 27 ABL 2016 egulamenta a Lei nº , de 31 de julho de 2014, para dispor sobre regras e procedimentos do regime jurídico das parcerias celebradas entre a administração pública federal e as organizações da sociedade civil. A A A ÚBLCA, no uso das atribuições que lhe confere o art. 84, caput, incisos V e V, alínea "a", da Constituição, e tendo em vista o disposto na Lei nº , de 31 de julho de 2014, CA: CAÍL ÇÕ A eção isposições preliminares Art. 1º ste ecreto dispõe sobre regras e procedimentos do regime jurídico das parcerias celebradas entre a administração pública federal e as organizações da sociedade civil de que trata a Lei nº , de 31 de julho de Art. 2º As parcerias entre a administração pública federal e as organizações da sociedade civil terão por objeto a execução de atividade ou projeto e deverão ser formalizadas por meio de: - termo de fomento ou termo de colaboração, quando envolver transferência de recurso financeiro; ou - acordo de cooperação, quando não envolver transferência de recurso financeiro. 1º termo de fomento será adotado para a consecução de planos de trabalhos cuja concepção seja das organizações da sociedade civil, com o objetivo de incentivar projetos desenvolvidos ou criados por essas organizações. 2º termo de colaboração será adotado para a consecução de planos de trabalho cuja concepção seja da administração pública federal, com o objetivo de executar projetos ou atividades parametrizadas pela administração pública federal. ocumento assinado digitalmente conforme n o - nfraestrutura de Chaves úblicas Brasileira - C-Brasil.

19 º 80, quinta-feira, 28 de abril de Art. 3º processamento das parcerias que envolvam transferência de recursos financeiros será realizado por meio da plataforma eletrônica do istema de estão de Convênios e Contratos de epasse - iconv ou de outra plataforma eletrônica única que venha a substituí-lo. 1º xcepcionalmente, plataforma eletrônica própria de órgão ou entidade da administração pública federal já em uso no momento da publicação deste ecreto poderá ser utilizada para processamento da parceria, conforme disposto em ato do inistro de stado do lanejamento, rçamento e estão, que disporá sobre sua integração com a plataforma única de que trata o caput. 2º As parcerias celebradas por empresas públicas e sociedades de economia mista prestadoras de serviço público poderão ser processadas em plataforma eletrônica própria. 3º processamento das parcerias realizadas no âmbito de programas de proteção a pessoas ameaçadas está dispensado da aplicação do disposto neste artigo. Art. 4º A administração pública federal adotará procedimentos para orientar e facilitar a realização de parcerias e estabelecerá, sempre que possível, critérios para definir objetos, metas, custos e indicadores de avaliação de resultados. 1º A ecretaria de overno da residência da epública publicará manuais que contemplem os procedimentos a serem observados em todas as fases da parceria, para orientar os gestores públicos e as organizações da sociedade civil, nos termos do 1º do art. 63 da Lei nº , de º A atualização dos manuais de que trata o 1º caberá ao inistério do lanejamento, rçamento e estão e será previamente submetida a consulta pública e divulgada na plataforma eletrônica, com a disponibilização de link pelos demais órgãos ou entidades públicas federais que realizam parcerias. 3º s órgãos e as entidades da administração pública federal poderão editar orientações complementares, de acordo com as especificidades dos programas e das políticas públicas setoriais. 4º As ações de comunicação afetas à operação da plataforma eletrônica serão coordenadas pelo inistério do lanejamento, rçamento e estão. eção o acordo de cooperação Art. 5º acordo de cooperação é instrumento por meio do qual são formalizadas as parcerias entre a administração pública federal e as organizações da sociedade civil para a consecução de finalidades de interesse público e recíproco que não envolvam a transferência de recursos financeiros. 1º acordo de cooperação poderá ser proposto pela administração pública federal ou pela organização da sociedade civil. 2º acordo de cooperação será firmado pelo inistro de stado ou pelo dirigente máximo da entidade da administração pública federal, permitida a delegação. 3º acordo de cooperação poderá ser prorrogado de acordo com o interesse público, hipótese que prescinde de prévia análise jurídica. Art. 6º ão aplicáveis ao acordo de cooperação as regras e os procedimentos dispostos no Capítulo, eção - isposições preliminares, e, no que couber, o disposto nos seguintes Capítulos: - Capítulo - o chamamento público; XLA AA A A ACAL - Capítulo - a celebração do instrumento de parceria, exceto quanto ao disposto no: a) art. 24; b) art. 25, caput, incisos V a V, e 1º; e c) art. 32; - Capítulo V - as sanções; V - Capítulo X - o procedimento de manifestação de interesse social; V - Capítulo X - a transparência e divulgação das ações; V - Capítulo X - o Conselho acional de omento e Colaboração; e V - Capítulo X - isposições finais. 1º As regras e os procedimentos dispostos nos demais Capítulos são aplicáveis somente a acordo de cooperação que envolva comodato, doação de bens ou outras formas de compartilhamento patrimonial e poderão ser afastadas quando a exigência for desproporcional à complexidade da parceria ou ao interesse público envolvido, mediante justificativa prévia. ste documento pode ser verificado no endereço eletrônico pelo código º órgão ou a entidade pública federal, para celebração de acordo de cooperação que não envolva comodato, doação de bens ou outras formas de compartilhamento patrimonial, poderá, mediante justificativa prévia e considerando a complexidade da parceria e o interesse público: - afastar as exigências previstas nos Capítulos e, especialmente aquelas dispostas nos art. 8º, art. 23 e art. 26 a art. 29; e - estabelecer procedimento de prestação de contas previsto no art. 63, 3º, da Lei nº , de 2014, ou sua dispensa. eção a capacitação Art. 7º s programas de capacitação de que trata o art. 7º da Lei nº , de 2014, priorizarão a formação conjunta dos agentes de que tratam os incisos a V do caput do referido art. 7º e poderão ser desenvolvidos por órgãos e entidades públicas federais, instituições de ensino, escolas de governo e organizações da sociedade civil. 1º s temas relativos à aplicação da Lei nº , de 2014, poderão ser incorporados aos planos de capacitação dos órgãos e das entidades públicas federais elaborados em conformidade com o disposto no ecreto nº 5.707, de 23 de fevereiro de º As ações de capacitação afetas à operação da plataforma eletrônica serão coordenadas pelo inistério do lanejamento, rçamento e estão. 3º s programas de capacitação deverão garantir acessibilidade às pessoas com deficiência, independentemente da modalidade, do tempo de duração e do material utilizado. CAÍL o chamamento público eção isposições gerais Art. 8º A seleção da organização da sociedade civil para celebrar parceria deverá ser realizada pela administração pública federal por meio de chamamento público, nos termos do art. 24 da Lei nº , de º chamamento público poderá selecionar mais de uma proposta, se houver previsão no edital. 2º chamamento público para celebração de parcerias executadas com recursos de fundos específicos, como o da criança e do adolescente, do idoso e de defesa de direitos difusos, entre outros, poderá ser realizado pelos respectivos conselhos gestores, conforme legislação específica, respeitadas as exigências da Lei nº , de 2014, e deste ecreto. 3º s termos de fomento ou de colaboração que envolvam recursos decorrentes de emendas parlamentares às leis orçamentárias anuais serão celebrados sem chamamento público, nos termos do art. 29 da Lei nº , de º s procedimentos e prazos para verificação de impedimentos técnicos nas emendas parlamentares de que trata o 3º serão definidos em ato do inistro de stado do lanejamento, rçamento e estão. 5º chamamento público poderá ser dispensado ou será considerado inexigível nas hipóteses previstas nos art. 30 e art. 31 da Lei nº , de 2014, mediante decisão fundamentada do administrador público federal, nos termos do art. 32 da referida Lei. Art. 9º edital de chamamento público especificará, no mínimo: - a programação orçamentária; - o objeto da parceria com indicação da política, do plano, do programa ou da ação correspondente; - a data, o prazo, as condições, o local e a forma de apresentação das propostas; V - as condições para interposição de recurso administrativo no âmbito do processo de seleção; V - o valor de referência para a realização do objeto, no termo de colaboração, ou o teto, no termo de fomento; V - a previsão de contrapartida em bens e serviços, se for o caso, observado o disposto no art. 12; V - a minuta do instrumento de parceria; V - as medidas de acessibilidade para pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida e idosos, de acordo com as características do objeto da parceria; e X - as datas e os critérios de seleção e julgamento das propostas, inclusive no que se refere à metodologia de pontuação e ao peso atribuído a cada um dos critérios estabelecidos, se for o caso. 1º os casos das parcerias com vigência plurianual ou firmadas em exercício financeiro seguinte ao da seleção, o órgão ou a entidade pública federal indicará a previsão dos créditos necessários para garantir a execução das parcerias nos orçamentos dos exercícios seguintes. 2º s critérios de julgamento de que trata o inciso X do caput deverão abranger, no mínimo, o grau de adequação da proposta: - aos objetivos da política, do plano, do programa ou da ação em que se insere a parceria; e - ao valor de referência ou teto constante do edital. 3º s critérios de julgamento não poderão se restringir ao valor apresentado para a proposta, observado o disposto no 5º do art. 27 da Lei nº , de º ara celebração de parcerias, poderão ser privilegiados critérios de julgamento como inovação e criatividade, conforme previsão no edital. 5º edital não exigirá, como condição para a celebração da parceria, que as organizações da sociedade civil possuam certificação ou titulação concedida pelo stado, exceto quando a exigência decorrer de previsão na legislação específica da política setorial. 6º edital poderá incluir cláusulas e condições específicas da execução da política, do plano, do programa ou da ação em que se insere a parceria e poderá estabelecer execução por público determinado, delimitação territorial, pontuação diferenciada, cotas, entre outros, visando, especialmente, aos seguintes objetivos: - redução nas desigualdades sociais e regionais; - promoção da igualdade de gênero, racial, de direitos de Lésbicas, ays, Bissexuais, ravestis e ransexuais - LB ou de direitos das pessoas com deficiência; - promoção de direitos de indígenas, de quilombolas e de povos e comunidades tradicionais; ou V - promoção de direitos de quaisquer populações em situação de vulnerabilidade social. 7º edital de chamamento público deverá conter dados e informações sobre a política, o plano, o programa ou a ação em que se insira a parceria para orientar a elaboração das metas e indicadores da proposta pela organização da sociedade civil. 8º órgão ou a entidade da administração pública federal deverá assegurar que o valor de referência ou o teto indicado no edital seja compatível com o objeto da parceria, o que pode ser realizado por qualquer meio que comprove a estimativa do valor especificado. 9º A parceria poderá se efetivar por meio da atuação em rede de que trata o Capítulo V, desde que haja disposição expressa no edital. Art. 10. chamamento público será amplamente divulgado no sítio eletrônico oficial do órgão ou da entidade pública federal e na plataforma eletrônica. arágrafo único. A administração pública federal disponibilizará, sempre que possível, meios adicionais de divulgação dos editais de chamamento público, especialmente nos casos de parcerias que envolvam indígenas, quilombolas, povos e comunidades tradicionais e outros grupos sociais sujeitos a restrições de acesso à informação pelos meios tradicionais de comunicação. Art. 11. prazo para a apresentação de propostas será de, no mínimo, trinta dias, contado da data de publicação do edital. Art. 12. É facultada a exigência justificada de contrapartida em bens e serviços, cuja expressão monetária será identificada no termo de fomento ou de colaboração, não podendo ser exigido o depósito do valor correspondente. arágrafo único. ão será exigida contrapartida quando o valor global da parceria for igual ou inferior a $ ,00 (seiscentos mil reais). eção a comissão de seleção Art. 13. órgão ou a entidade pública federal designará, em ato específico, os integrantes que comporão a comissão de seleção, a ser composta por pelo menos um servidor ocupante de cargo efetivo ou emprego permanente do quadro de pessoal da administração pública federal. 1º ara subsidiar seus trabalhos, a comissão de seleção poderá solicitar assessoramento técnico de especialista que não seja membro desse colegiado. 2º órgão ou a entidade pública federal poderá estabelecer uma ou mais comissões de seleção, observado o princípio da eficiência. ocumento assinado digitalmente conforme n o - nfraestrutura de Chaves úblicas Brasileira - C-Brasil.

20 º 80, quinta-feira, 28 de abril de º A seleção de parceria executada com recursos de fundo específico poderá ser realizada por comissão de seleção a ser constituída pelo respectivo conselho gestor, conforme legislação específica, respeitadas as exigências da Lei nº , de 2014, e deste ecreto. Art. 14. membro da comissão de seleção deverá se declarar impedido de participar do processo de seleção quando verificar que: - tenha participado, nos últimos cinco anos, como associado, cooperado, dirigente, conselheiro ou empregado de qualquer organização da sociedade civil participante do chamamento público; ou - sua atuação no processo de seleção configurar conflito de interesse, nos termos da Lei nº , de 16 de maio de º A declaração de impedimento de membro da comissão de seleção não obsta a continuidade do processo de seleção e a celebração de parceria entre a organização da sociedade civil e o órgão ou a entidade pública federal. 2º a hipótese do 1º, o membro impedido deverá ser imediatamente substituído, a fim de viabilizar a realização ou continuidade do processo de seleção. CCALZAÇÃ BA C eção o processo de seleção Art. 15. processo de seleção abrangerá a avaliação das propostas, a divulgação e a homologação dos resultados. Art. 16. A avaliação das propostas terá caráter eliminatório e classificatório. 1º As propostas serão classificadas de acordo com os critérios de julgamento estabelecidos no edital. 2º erá eliminada a organização da sociedade civil cuja proposta esteja em desacordo com os termos do edital ou que não contenha as seguintes informações: - a descrição da realidade objeto da parceria e o nexo com a atividade ou o projeto proposto; - as ações a serem executadas, as metas a serem atingidas e os indicadores que aferirão o cumprimento das metas; - os prazos para a execução das ações e para o cumprimento das metas; e V - o valor global. eção V a divulgação e da homologação de resultados Art. 17. órgão ou a entidade pública federal divulgará o resultado preliminar do processo de seleção no seu sítio eletrônico oficial e na plataforma eletrônica. Art. 18. As organizações da sociedade civil poderão apresentar recurso contra o resultado preliminar, no prazo de cinco dias, contado da publicação da decisão, ao colegiado que a proferiu. 1º s recursos que não forem reconsiderados pelo colegiado no prazo de cinco dias, contados do recebimento, deverão ser encaminhados à autoridade competente para decisão final. 2º s recursos serão apresentados por meio da plataforma eletrônica. 3 o caso de seleção realizada por conselho gestor de fundo, a competência para decisão final do recurso poderá observar regulamento próprio do conselho. 4º ão caberá novo recurso da decisão do recurso previsto neste artigo. Art. 19. Após o julgamento dos recursos ou o transcurso do prazo para interposição de recurso, o órgão ou a entidade pública federal deverá homologar e divulgar, no seu sítio eletrônico oficial e na plataforma eletrônica, as decisões recursais proferidas e o resultado definitivo do processo de seleção. CAÍL a celebração do instrumento de parceria eção o instrumento de parceria Art. 20. termo de fomento ou de colaboração ou o acordo de cooperação deverá conter as cláusulas essenciais previstas no art. 42 da Lei nº , de Art. 21. A cláusula de vigência de que trata o inciso V do caput do art. 42 da Lei nº , de 2014, deverá estabelecer prazo correspondente ao tempo necessário para a execução integral do objeto da parceria, passível de prorrogação, desde que o período total de vigência não exceda cinco anos. ste documento pode ser verificado no endereço eletrônico pelo código arágrafo único. os casos de celebração de termo de colaboração para execução de atividade, o prazo de que trata o caput, desde que tecnicamente justificado, poderá ser de até dez anos. Art. 22. Quando a execução da parceria resultar na produção de bem submetido ao regime jurídico relativo à propriedade intelectual, o termo ou acordo disporá, em cláusula específica, sobre sua titularidade e seu direito de uso, observado o interesse público e o disposto na Lei nº 9.610, de 19 de fevereiro de 1998, e na Lei nº 9.279, de 14 de maio de arágrafo único. A cláusula de que trata este artigo deverá dispor sobre o tempo e o prazo da licença, as modalidades de utilização e a indicação quanto ao alcance da licença, se unicamente para o território nacional ou também para outros territórios. Art. 23. A cláusula de definição da titularidade dos bens remanescentes adquiridos, produzidos ou transformados com recursos repassados pela administração pública federal após o fim da parceria, prevista no inciso X do caput do art. 42 da Lei nº , de 2014, poderá determinar a titularidade dos bens remanescentes: - para o órgão ou a entidade pública federal, quando necessários para assegurar a continuidade do objeto pactuado, seja por meio da celebração de nova parceria, seja pela execução direta do objeto pela administração pública federal; ou - para a organização da sociedade civil, quando os bens forem úteis à continuidade da execução de ações de interesse social pela organização. 1º a hipótese do inciso do caput, a organização da sociedade civil deverá, a partir da data da apresentação da prestação de contas final, disponibilizar os bens para a administração pública federal, que deverá retirá-los, no prazo de até noventa dias, após o qual a organização da sociedade civil não mais será responsável pelos bens. 2º A cláusula de determinação da titularidade dos bens remanescentes para o órgão ou a entidade pública federal formaliza a promessa de transferência da propriedade de que trata o art. 35, 5º, da Lei nº , de º a hipótese do inciso do caput, a cláusula de definição da titularidade dos bens remanescentes poderá prever que a organização da sociedade civil possa realizar doação a terceiros, inclusive beneficiários da política pública objeto da parceria, desde que demonstrada sua utilidade para realização ou continuidade de ações de interesse social. 4º a hipótese do inciso do caput, caso a prestação de contas final seja rejeitada, a titularidade dos bens remanescentes permanecerá com a organização da sociedade civil, observados os seguintes procedimentos: - não será exigido ressarcimento do valor relativo ao bem adquirido quando a motivação da rejeição não estiver relacionada ao seu uso ou aquisição; ou - o valor pelo qual o bem remanescente foi adquirido deverá ser computado no cálculo do dano ao erário a ser ressarcido, quando a motivação da rejeição estiver relacionada ao seu uso ou aquisição. 5º a hipótese de dissolução da organização da sociedade civil durante a vigência da parceria: - os bens remanescentes deverão ser retirados pela administração pública federal, no prazo de até noventa dias, contado da data de notificação da dissolução, quando a cláusula de que trata o caput determinar a titularidade disposta no inciso do caput; ou - o valor pelo qual os bens remanescentes foi adquirido deverá ser computado no cálculo do valor a ser ressarcido, quando a cláusula de que trata o caput determinar a titularidade disposta no inciso do caput. eção a celebração Art. 24. A celebração do termo de fomento ou do termo de colaboração depende da indicação expressa de prévia dotação orçamentária para execução da parceria. arágrafo único. A indicação dos créditos orçamentários e empenhos necessários à cobertura de cada parcela da despesa a ser transferida em exercício futuro deverá ser efetivada por meio de certidão de apostilamento do instrumento da parceria no exercício em que a despesa estiver consignada, nos termos do disposto no inciso do 1º do art. 43. Art. 25. ara a celebração da parceria, a administração pública federal convocará a organização da sociedade civil selecionada para, no prazo de quinze dias, apresentar o seu plano de trabalho, que deverá conter, no mínimo, os seguintes elementos: - a descrição da realidade objeto da parceria, devendo ser demonstrado o nexo com a atividade ou o projeto e com as metas a serem atingidas; - a forma de execução das ações, indicando, quando cabível, as que demandarão atuação em rede; - a descrição de metas quantitativas e mensuráveis a serem atingidas; V - a definição dos indicadores, documentos e outros meios a serem utilizados para a aferição do cumprimento das metas; V - a previsão de receitas e a estimativa de despesas a serem realizadas na execução das ações, incluindo os encargos sociais e trabalhistas e a discriminação dos custos indiretos necessários à execução do objeto; V - os valores a serem repassados mediante cronograma de desembolso; e V - as ações que demandarão pagamento em espécie, quando for o caso, na forma do art º A previsão de receitas e despesas de que trata o inciso V do caput deverá incluir os elementos indicativos da mensuração da compatibilidade dos custos apresentados com os preços praticados no mercado ou com outras parcerias da mesma natureza, tais como cotações, tabelas de preços de associações profissionais, publicações especializadas ou quaisquer outras fontes de informação disponíveis ao público. 2º omente será aprovado o plano de trabalho que estiver de acordo com as informações já apresentadas na proposta, observados os termos e as condições constantes no edital. 3º ara fins do disposto no 2º, a administração pública federal poderá solicitar a realização de ajustes no plano de trabalho, observados os termos e as condições da proposta e do edital. 4º prazo para realização de ajustes no plano de trabalho será de quinze dias, contado da data de recebimento da solicitação apresentada à organização da sociedade civil na forma do 3º. 5º A aprovação do plano de trabalho não gerará direito à celebração da parceria. Art. 26. Além da apresentação do plano de trabalho, a organização da sociedade civil selecionada, no prazo de que trata o caput do art. 25, deverá comprovar o cumprimento dos requisitos previstos no inciso do caput do art. 2º, nos incisos a V do caput do art. 33 e nos incisos a V do caput do art. 34 da Lei nº , de 2014, e a não ocorrência de hipóteses que incorram nas vedações de que trata o art. 39 da referida Lei, que serão verificados por meio da apresentação dos seguintes documentos: - cópia do estatuto registrado e suas alterações, em conformidade com as exigências previstas no art. 33 da Lei nº , de 2014; - comprovante de inscrição no Cadastro acional da essoa Jurídica - CJ, emitido no sítio eletrônico oficial da ecretaria da eceita ederal do Brasil, para demonstrar que a organização da sociedade civil existe há, no mínimo, três anos com cadastro ativo; - comprovantes de experiência prévia na realização do objeto da parceria ou de objeto de natureza semelhante de, no mínimo, um ano de capacidade técnica e operacional, podendo ser admitidos, sem prejuízo de outros: a) instrumentos de parceria firmados com órgãos e entidades da administração pública, organismos internacionais, empresas ou outras organizações da sociedade civil; b) relatórios de atividades com comprovação das ações desenvolvidas; c) publicações, pesquisas e outras formas de produção de conhecimento realizadas pela organização da sociedade civil ou a respeito dela; d) currículos profissionais de integrantes da organização da sociedade civil, sejam dirigentes, conselheiros, associados, cooperados, empregados, entre outros; e) declarações de experiência prévia e de capacidade técnica no desenvolvimento de atividades ou projetos relacionados ao objeto da parceria ou de natureza semelhante, emitidas por órgãos públicos, instituições de ensino, redes, organizações da sociedade civil, movimentos sociais, empresas públicas ou privadas, conselhos, comissões ou comitês de políticas públicas; ou f) prêmios de relevância recebidos no aís ou no exterior pela organização da sociedade civil; V - Certidão de ébitos elativos a Créditos ributários ederais e à ívida Ativa da nião; V - Certificado de egularidade do undo de arantia do empo de erviço - C/; ocumento assinado digitalmente conforme n o - nfraestrutura de Chaves úblicas Brasileira - C-Brasil.

21 º 80, quinta-feira, 28 de abril de V - Certidão egativa de ébitos rabalhistas - C; V - relação nominal atualizada dos dirigentes da organização da sociedade civil, conforme o estatuto, com endereço, telefone, endereço de correio eletrônico, número e órgão expedidor da carteira de identidade e número de registro no Cadastro de essoas ísicas - C de cada um deles; V - cópia de documento que comprove que a organização da sociedade civil funciona no endereço por ela declarado, como conta de consumo ou contrato de locação; X - declaração do representante legal da organização da sociedade civil com informação de que a organização e seus dirigentes não incorrem em quaisquer das vedações previstas no art. 39 da Lei nº , de 2014, as quais deverão estar descritas no documento; e X - declaração do representante legal da organização da sociedade civil sobre a existência de instalações e outras condições materiais da organização ou sobre a previsão de contratar ou adquirir com recursos da parceria. 1º A capacidade técnica e operacional da organização da sociedade civil independe da capacidade já instalada, admitida a contratação de profissionais, a aquisição de bens e equipamentos ou a realização de serviços de adequação de espaço físico para o cumprimento do objeto da parceria. 2º erão consideradas regulares, para fins de cumprimento do disposto dos incisos V a V do caput, as certidões positivas com efeito de negativas. 3º A critério da organização da sociedade civil, os documentos previstos nos incisos V e V do caput poderão ser substituídos pelo extrato emitido pelo erviço Auxiliar de nformações para ransferências Voluntárias - Cauc, quando disponibilizados pela ecretaria do esouro acional do inistério da azenda. 4º As organizações da sociedade civil ficarão dispensadas de reapresentar as certidões de que tratam os incisos V a V do caput que estiverem vencidas no momento da análise, desde que estejam disponíveis eletronicamente. 5º A organização da sociedade civil deverá comunicar alterações em seus atos societários e em seu quadro de dirigentes, quando houver. Art. 27. Além dos documentos relacionados no art. 26, a organização da sociedade civil, por meio de seu representante legal, deverá apresentar, no prazo de que trata o caput do art. 25, declaração de que: - não há, em seu quadro de dirigentes: a) membro de oder ou do inistério úblico ou dirigente de órgão ou entidade da administração pública federal; e b) cônjuge, companheiro ou parente em linha reta, colateral ou por afinidade, até o segundo grau, das pessoas mencionadas na alínea "a" deste inciso; - não contratará, para prestação de serviços, servidor ou empregado público, inclusive aquele que exerça cargo em comissão ou função de confiança, de órgão ou entidade da administração pública federal celebrante, ou seu cônjuge, companheiro ou parente em linha reta, colateral ou por afinidade, até o segundo grau, ressalvadas as hipóteses previstas em lei específica e na lei de diretrizes orçamentárias; e - não serão remunerados, a qualquer título, com os recursos repassados: XLA AA A A ACAL a) membro de oder ou do inistério úblico ou dirigente de órgão ou entidade da administração pública federal; b) servidor ou empregado público, inclusive aquele que exerça cargo em comissão ou função de confiança, de órgão ou entidade da administração pública federal celebrante, ou seu cônjuge, companheiro ou parente em linha reta, colateral ou por afinidade, até o segundo grau, ressalvadas as hipóteses previstas em lei específica e na lei de diretrizes orçamentárias; e c) pessoas naturais condenadas pela prática de crimes contra a administração pública ou contra o patrimônio público, de crimes eleitorais para os quais a lei comine pena privativa de liberdade, e de crimes de lavagem ou ocultação de bens, direitos e valores. 1º ara fins deste ecreto, entende-se por membro de oder o titular de cargo estrutural à organização política do aís que exerça atividade típica de governo, de forma remunerada, como residente da epública, overnadores, refeitos, e seus respectivos vices, inistros de stado, ecretários staduais e unicipais, enadores, eputados ederais, eputados staduais, Vereadores, membros do oder Judiciário e membros do inistério úblico. 2º ara fins deste ecreto, não são considerados membros de oder os integrantes de conselhos de direitos e de políticas públicas. ste documento pode ser verificado no endereço eletrônico pelo código Art. 28. Caso se verifique irregularidade formal nos documentos apresentados nos termos dos art. 26 e art. 27 ou quando as certidões referidas nos incisos V a V do caput do art. 26 estiverem com prazo de vigência expirado e novas certidões não estiverem disponíveis eletronicamente, a organização da sociedade civil será notificada para, no prazo de quinze dias, regularizar a documentação, sob pena de não celebração da parceria. Art. 29. o momento da verificação do cumprimento dos requisitos para a celebração de parcerias, a administração pública federal deverá consultar o Cadastro de ntidades rivadas em ins Lucrativos mpedidas - Cepim, o iconv, o istema ntegrado de Administração inanceira do overno ederal - iafi, istema de Cadastramento nificado de ornecedores - icaf e o Cadastro nformativo de Créditos não Quitados do etor úblico ederal - Cadin para verificar se há informação sobre ocorrência impeditiva à referida celebração. 1º ara fins de apuração do constante no inciso V do caput do art. 39 da Lei nº , de 2014, o gestor da parceria verificará a existência de contas rejeitadas em âmbito federal, estadual, distrital ou municipal que constem da plataforma eletrônica de que trata o art. 3º, cujas informações preponderarão sobre aquelas constantes no documento a que se refere o inciso X do caput do art. 26, se houver. 2º A plataforma eletrônica disponibilizará funcionalidade para que os stados, os unicípios e o istrito ederal, inclusive seus ribunais de Contas, informem acerca da rejeição de contas de parcerias por eles firmadas com organizações da sociedade civil. Art. 30. parecer de órgão técnico deverá se pronunciar a respeito dos itens enumerados no inciso V do caput do art. 35 da Lei nº , de arágrafo único. ara fins do disposto na alínea "c" do inciso V do caput do art. 35 da Lei nº , de 2014, o parecer analisará a compatibilidade entre os valores apresentados no plano de trabalho, conforme disposto no 1º do art. 25, e o valor de referência ou teto indicado no edital, conforme disposto no 8º do art. 9º. Art. 31. parecer jurídico será emitido pela Advocacia- eral da nião, pelos órgãos a ela vinculados ou pelo órgão jurídico da entidade da administração pública federal. 1º parecer de que trata o caput abrangerá: - análise da juridicidade das parcerias; e - consulta sobre dúvida específica apresentada pelo gestor da parceria ou por outra autoridade que se manifestar no processo. 2º A manifestação não abrangerá a análise de conteúdo técnico de documentos do processo. 3º A manifestação individual em cada processo será dispensada quando já houver parecer sobre minuta-padrão e em outras hipóteses definidas no ato de que trata o 4º. 4º Ato do Advogado-eral da nião disciplinará, no âmbito da nião e de suas autarquias e fundações públicas, o disposto neste artigo. Art. 32. s termos de fomento e de colaboração serão firmados pelo inistro de stado ou pelo dirigente máximo da entidade da administração pública federal, permitida a delegação, vedada a subdelegação. CAÍL V A XCÇÃ A ACA eção a liberação e da contabilização dos recursos Art. 33. A liberação de recursos obedecerá ao cronograma de desembolso que guardará consonância com as metas da parceria. 1º s recursos serão depositados em conta corrente específica, isenta de tarifa bancária, em instituição financeira pública, que poderá atuar como mandatária do órgão ou da entidade pública na execução e no monitoramento dos termos de fomento ou de colaboração. 2º s recursos serão automaticamente aplicados em cadernetas de poupança, fundo de aplicação financeira de curto prazo ou operação de mercado aberto lastreada em títulos da dívida pública, enquanto não empregados na sua finalidade. Art. 34. As liberações de parcelas serão retidas nas hipóteses previstas no art. 48 da Lei nº , de º A verificação das hipóteses de retenção previstas no art. 48 da Lei nº , de 2014, ocorrerá por meio de ações de monitoramento e avaliação, incluindo: - a verificação da existência de denúncias aceitas; - a análise das prestações de contas anuais, nos termos da alínea "b" do inciso do 4º do art. 61; - as medidas adotadas para atender a eventuais recomendações existentes dos órgãos de controle interno e externo; e V - a consulta aos cadastros e sistemas federais que permitam aferir a regularidade da parceria. 2º atraso injustificado no cumprimento de metas pactuadas no plano de trabalho configura inadimplemento de obrigação estabelecida no termo de fomento ou de colaboração, conforme disposto no inciso do caput do art. 48 da Lei nº , de º As parcerias com recursos depositados em conta corrente específica e não utilizados no prazo de trezentos e sessenta e cinco dias deverão ser rescindidas conforme previsto no inciso do 4º do art º disposto no 3º poderá ser excepcionado quando houver execução parcial do objeto, desde que previamente justificado pelo gestor da parceria e autorizado pelo inistro de stado ou pelo dirigente máximo da entidade da administração pública federal. Art. 35. s recursos da parceria geridos pelas organizações da sociedade civil, inclusive pelas executantes não celebrantes na atuação em rede, estão vinculados ao plano de trabalho e não caracterizam receita própria e nem pagamento por prestação de serviços e devem ser alocados nos seus registros contábeis conforme as ormas Brasileiras de Contabilidade. eção as compras e contratações e da realização de despesas e pagamentos Art. 36. As compras e contratações de bens e serviços pela organização da sociedade civil com recursos transferidos pela administração pública federal adotarão métodos usualmente utilizados pelo setor privado. 1º A execução das despesas relacionadas à parceria observará, nos termos de que trata o art. 45 da Lei nº , de 2014: - a responsabilidade exclusiva da organização da sociedade civil pelo gerenciamento administrativo e financeiro dos recursos recebidos, inclusive no que disser respeito às despesas de custeio, de investimento e de pessoal; e - a responsabilidade exclusiva da organização da sociedade civil pelo pagamento dos encargos trabalhistas, previdenciários, fiscais e comerciais relacionados à execução do objeto previsto no termo de fomento ou de colaboração, o que não implica responsabilidade solidária ou subsidiária da administração pública federal quanto à inadimplência da organização da sociedade civil em relação ao referido pagamento, aos ônus incidentes sobre o objeto da parceria ou aos danos decorrentes de restrição à sua execução. 2º A organização da sociedade civil deverá verificar a compatibilidade entre o valor previsto para realização da despesa, aprovado no plano de trabalho, e o valor efetivo da compra ou contratação. 3º e o valor efetivo da compra ou contratação for superior ao previsto no plano de trabalho, a organização da sociedade civil deverá assegurar a compatibilidade do valor efetivo com os novos preços praticados no mercado, inclusive para fins de elaboração de relatório de que trata o art. 56, quando for o caso. 4º erá facultada às organizações da sociedade civil a utilização do portal de compras disponibilizado pela administração pública federal. Art. 37. As organizações da sociedade civil deverão obter de seus fornecedores e prestadores de serviços notas, comprovantes fiscais ou recibos, com data, valor, nome e número de inscrição no CJ da organização da sociedade civil e do CJ ou C do fornecedor ou prestador de serviço, para fins de comprovação das despesas. 1º A organização da sociedade civil deverá registrar os dados referentes às despesas realizadas na plataforma eletrônica, sendo dispensada a inserção de notas, comprovantes fiscais ou recibos referentes às despesas. 2º As organizações da sociedade civil deverão manter a guarda dos documentos originais referidos no caput, conforme o disposto no art. 58. Art. 38. s pagamentos deverão ser realizados mediante transferência eletrônica sujeita à identificação do beneficiário final na plataforma eletrônica. 1º termo de fomento ou de colaboração poderá admitir a dispensa da exigência do caput e possibilitar a realização de pagamentos em espécie, após saque à conta bancária específica da parceria, na hipótese de impossibilidade de pagamento mediante transferência eletrônica, devidamente justificada pela organização da sociedade civil no plano de trabalho, que poderá estar relacionada, dentre outros motivos, com: ocumento assinado digitalmente conforme n o - nfraestrutura de Chaves úblicas Brasileira - C-Brasil.

22 º 80, quinta-feira, 28 de abril de o objeto da parceria; - a região onde se desenvolverão as ações da parceria; ou - a natureza dos serviços a serem prestados na execução da parceria. 2º s pagamentos em espécie estarão restritos ao limite individual de $ 1.800,00 (mil e oitocentos reais) por beneficiário, levando-se em conta toda a duração da parceria, ressalvada disposição específica nos termos do 3º. 3º Ato do inistro de stado ou do dirigente máximo da entidade da administração pública federal disporá sobre os critérios e limites para a autorização do pagamento em espécie. 4º s pagamentos realizados na forma do 1º não dispensam o registro do beneficiário final da despesa na plataforma eletrônica. Art. 39. s custos indiretos necessários à execução do objeto, de que trata o inciso do caput do art. 46 da Lei nº , de 2014, poderão incluir, entre outras despesas, aquelas com internet, transporte, aluguel, telefone, consumo de água e luz e remuneração de serviços contábeis e de assessoria jurídica. CCALZAÇÃ BA C Art. 40. A organização da sociedade civil somente poderá pagar despesa em data posterior ao término da execução do termo de fomento ou de colaboração quando o fato gerador da despesa tiver ocorrido durante sua vigência. Art. 41. ara os fins deste ecreto, considera-se equipe de trabalho o pessoal necessário à execução do objeto da parceria, que poderá incluir pessoas pertencentes ao quadro da organização da sociedade civil ou que vierem a ser contratadas, inclusive os dirigentes, desde que exerçam ação prevista no plano de trabalho aprovado, nos termos da legislação cível e trabalhista. arágrafo único. É vedado à administração pública federal praticar atos de ingerência na seleção e na contratação de pessoal pela organização da sociedade civil ou que direcionem o recrutamento de pessoas para trabalhar ou prestar serviços na referida organização. Art. 42. oderão ser pagas com recursos vinculados à parceria as despesas com remuneração da equipe de trabalho, inclusive de pessoal próprio da organização da sociedade civil, durante a vigência da parceria, podendo contemplar as despesas com pagamentos de impostos, contribuições sociais, undo de arantia do empo de erviço -, férias, décimo-terceiro salário, salários proporcionais, verbas rescisórias e demais encargos sociais e trabalhistas, desde que tais valores: - estejam previstos no plano de trabalho e sejam proporcionais ao tempo efetivamente dedicado à parceria; e - sejam compatíveis com o valor de mercado e observem os acordos e as convenções coletivas de trabalho e, em seu valor bruto e individual, o teto da remuneração do oder xecutivo federal. 1º os casos em que a remuneração for paga proporcionalmente com recursos da parceria, a organização da sociedade civil deverá inserir na plataforma eletrônica a memória de cálculo do rateio da despesa para fins de prestação de contas, nos termos do parágrafo único do art. 56, vedada a duplicidade ou a sobreposição de fontes de recursos no custeio de uma mesma parcela da despesa. 2º oderão ser pagas diárias referentes a deslocamento, hospedagem e alimentação, nos casos em que a execução do objeto da parceria assim o exigir, para a equipe de trabalho e para os prestadores de serviço voluntário, nos termos da Lei nº 9.608, de 18 de fevereiro de º pagamento das verbas rescisórias de que trata o caput, ainda que após o término da execução da parceria, será proporcional ao período de atuação do profissional na execução das metas previstas no plano de trabalho. 4º A organização da sociedade civil deverá dar ampla transparência, inclusive na plataforma eletrônica, aos valores pagos, de maneira individualizada, a título de remuneração de sua equipe de trabalho vinculada à execução do objeto e com recursos da parceria, juntamente à divulgação dos cargos e valores, na forma do art. 80. eção as alterações na parceria Art. 43. órgão ou a entidade da administração pública federal poderá autorizar ou propor a alteração do termo de fomento ou de colaboração ou do plano de trabalho, após, respectivamente, solicitação fundamentada da organização da sociedade civil ou sua anuência, desde que não haja alteração de seu objeto, da seguinte forma: - por termo aditivo à parceria para: a) ampliação de até trinta por cento do valor global; b) redução do valor global, sem limitação de montante; c) prorrogação da vigência, observados os limites do art. 21; ou d) alteração da destinação dos bens remanescentes; ou ste documento pode ser verificado no endereço eletrônico pelo código por certidão de apostilamento, nas demais hipóteses de alteração, tais como: a) utilização de rendimentos de aplicações financeiras ou de saldos porventura existentes antes do término da execução da parceria; b) ajustes da execução do objeto da parceria no plano de trabalho; ou c) remanejamento de recursos sem a alteração do valor global. 1º em prejuízo das alterações previstas no caput, a parceria deverá ser alterada por certidão de apostilamento, independentemente de anuência da organização da sociedade civil, para: - prorrogação da vigência, antes de seu término, quando o órgão ou a entidade da administração pública federal tiver dado causa ao atraso na liberação de recursos financeiros, ficando a prorrogação limitada ao exato período do atraso verificado; ou - indicação dos créditos orçamentários de exercícios futuros. 2º órgão ou a entidade pública deverá se manifestar sobre a solicitação de que trata o caput no prazo de trinta dias, contado da data de sua apresentação, ficando o prazo suspenso quando forem solicitados esclarecimentos à organização da sociedade civil. 3º o caso de término da execução da parceria antes da manifestação sobre a solicitação de alteração da destinação dos bens remanescentes, a custódia dos bens permanecerá sob a responsabilidade da organização da sociedade civil até a decisão do pedido. Art. 44. A manifestação jurídica da Advocacia-eral da nião, de seus órgãos vinculados ou do órgão jurídico da entidade da administração pública federal é dispensada nas hipóteses de que tratam a alínea "c" do inciso e o inciso do caput do art. 43 e os incisos e do 1º do art. 43, sem prejuízo de consulta sobre dúvida jurídica específica apresentada pelo gestor da parceria ou por outra autoridade que se manifeste no processo. CAÍL V A AAÇÃ Art. 45. A execução das parcerias pode se dar por atuação em rede de duas ou mais organizações da sociedade civil, a ser formalizada mediante assinatura de termo de atuação em rede. 1º A atuação em rede pode se efetivar pela realização de ações coincidentes, quando há identidade de intervenções, ou de ações diferentes e complementares à execução do objeto da parceria. 2º A rede deve ser composta por: - uma organização da sociedade civil celebrante da parceria com a administração pública federal, que ficará responsável pela rede e atuará como sua supervisora, mobilizadora e orientadora, podendo participar diretamente ou não da execução do objeto; e - uma ou mais organizações da sociedade civil executantes e não celebrantes da parceria com a administração pública federal, que deverão executar ações relacionadas ao objeto da parceria definidas em comum acordo com a organização da sociedade civil celebrante. 3º A atuação em rede não caracteriza subcontratação de serviços e nem descaracteriza a capacidade técnica e operacional da organização da sociedade civil celebrante. Art. 46. A atuação em rede será formalizada entre a organização da sociedade civil celebrante e cada uma das organizações da sociedade civil executantes e não celebrantes por meio de termo de atuação em rede. 1º termo de atuação em rede especificará direitos e obrigações recíprocas, e estabelecerá, no mínimo, as ações, as metas e os prazos que serão desenvolvidos pela organização da sociedade civil executante e não celebrante e o valor a ser repassado pela organização da sociedade civil celebrante. 2º A organização da sociedade civil celebrante deverá comunicar à administração pública federal a assinatura do termo de atuação em rede no prazo de até sessenta dias, contado da data de sua assinatura. 3º a hipótese de o termo de atuação em rede ser rescindido, a organização da sociedade civil celebrante deverá comunicar o fato à administração pública federal no prazo de quinze dias, contado da data da rescisão. 4º A organização da sociedade civil celebrante deverá assegurar, no momento da celebração do termo de atuação em rede, a regularidade jurídica e fiscal da organização da sociedade civil executante e não celebrante, que será verificada por meio da apresentação dos seguintes documentos: - comprovante de inscrição no CJ, emitido no sítio eletrônico oficial da ecretaria da eceita ederal do Brasil; - cópia do estatuto e eventuais alterações registradas; - certidões previstas nos incisos V, V e V do caput do art. 26; e V - declaração do representante legal da organização da sociedade civil executante e não celebrante de que não possui impedimento no Cepim, no iconv, no iafi, no icaf e no Cadin. 5º ica vedada a participação em rede de organização da sociedade civil executante e não celebrante que tenha mantido relação jurídica com, no mínimo, um dos integrantes da comissão de seleção responsável pelo chamamento público que resultou na celebração da parceria. Art. 47. A organização da sociedade civil celebrante deverá comprovar à administração pública federal o cumprimento dos requisitos previstos no art. 35-A da Lei nº , de 2014, a serem verificados por meio da apresentação dos seguintes documentos: - comprovante de inscrição no CJ, emitido no sítio eletrônico oficial da ecretaria da eceita ederal do Brasil, para demonstrar que a organização da sociedade civil celebrante existe há, no mínimo, cinco anos com cadastro ativo; e - comprovantes de capacidade técnica e operacional para supervisionar e orientar a rede, sendo admitidos: a) declarações de organizações da sociedade civil que componham a rede de que a celebrante participe ou tenha participado; b) cartas de princípios, registros de reuniões ou eventos e outros documentos públicos de redes de que a celebrante participe ou tenha participado; ou c) relatórios de atividades com comprovação das ações desenvolvidas em rede de que a celebrante participe ou tenha participado. arágrafo único. A administração pública federal verificará se a organização da sociedade civil celebrante cumpre os requisitos previstos no caput no momento da celebração da parceria. Art. 48. A organização da sociedade civil celebrante da parceria é responsável pelos atos realizados pela rede. 1º ara fins do disposto no caput, os direitos e as obrigações da organização da sociedade civil celebrante perante a administração pública federal não poderão ser sub-rogados à organização da sociedade civil executante e não celebrante. 2º a hipótese de irregularidade ou desvio de finalidade na aplicação dos recursos da parceria, as organizações da sociedade civil executantes e não celebrantes responderão subsidiariamente até o limite do valor dos recursos recebidos ou pelo valor devido em razão de dano ao erário. 3º A administração pública federal avaliará e monitorará a organização da sociedade civil celebrante, que prestará informações sobre prazos, metas e ações executadas pelas organizações da sociedade civil executantes e não celebrantes. 4º As organizações da sociedade civil executantes e não celebrantes deverão apresentar informações sobre a execução das ações, dos prazos e das metas e documentos e comprovantes de despesas, inclusive com o pessoal contratado, necessários à prestação de contas pela organização da sociedade civil celebrante da parceria, conforme descrito no termo de atuação em rede e no inciso do parágrafo único do art. 35-A da Lei nº , de º ressarcimento ao erário realizado pela organização da sociedade civil celebrante não afasta o seu direito de regresso contra as organizações da sociedade civil executantes e não celebrantes. CAÍL V A A AVALAÇÃ eção a comissão de monitoramento e avaliação Art. 49. A comissão de monitoramento e avaliação é a instância administrativa colegiada responsável pelo monitoramento do conjunto de parcerias, pela proposta de aprimoramento dos procedimentos, pela padronização de objetos, custos e indicadores e pela produção de entendimentos voltados à priorização do controle de resultados, sendo de sua competência a avaliação e a homologação dos relatórios técnicos de monitoramento e avaliação. 1º órgão ou a entidade pública federal designará, em ato específico, os integrantes da comissão de monitoramento e avaliação, a ser constituída por pelo menos um servidor ocupante de cargo efetivo ou emprego permanente do quadro de pessoal da administração pública federal. 2º A comissão de monitoramento e avaliação poderá solicitar assessoramento técnico de especialista que não seja membro desse colegiado para subsidiar seus trabalhos. ocumento assinado digitalmente conforme n o - nfraestrutura de Chaves úblicas Brasileira - C-Brasil.

23 º 80, quinta-feira, 28 de abril de º órgão ou a entidade pública federal poderá estabelecer uma ou mais comissões de monitoramento e avaliação, observado o princípio da eficiência. 4º A comissão de monitoramento e avaliação se reunirá periodicamente a fim de avaliar a execução das parcerias por meio da análise das ações previstas na eção deste Capítulo. 5º monitoramento e a avaliação da parceria executada com recursos de fundo específico poderão ser realizados por comissão de monitoramento e avaliação a ser constituída pelo respectivo conselho gestor, conforme legislação específica, respeitadas as exigências da Lei nº , de 2014, e deste ecreto. Art. 50. membro da comissão de monitoramento e avaliação deverá se declarar impedido de participar do monitoramento e da avaliação da parceria quando verificar que: - tenha participado, nos últimos cinco anos, como associado, cooperado, dirigente, conselheiro ou empregado da organização da sociedade civil; - sua atuação no monitoramento e na avaliação configure conflito de interesse, nos termos da Lei nº , de 2013; ou - tenha participado da comissão de seleção da parceria. eção as ações e dos procedimentos Art. 51. As ações de monitoramento e avaliação terão caráter preventivo e saneador, objetivando a gestão adequada e regular das parcerias, e devem ser registradas na plataforma eletrônica. 1º As ações de que trata o caput contemplarão a análise das informações acerca do processamento da parceria constantes da plataforma eletrônica, incluída a possibilidade de consulta às movimentações da conta bancária específica da parceria, além da verificação, análise e manifestação sobre eventuais denúncias existentes relacionadas à parceria. 2º termo de fomento ou de colaboração deverá prever procedimentos de monitoramento e avaliação da execução de seu objeto a serem realizados pelo órgão ou pela entidade da administração pública federal. 3º As ações de monitoramento e avaliação poderão utilizar ferramentas tecnológicas de verificação do alcance de resultados, incluídas as redes sociais na internet, aplicativos e outros mecanismos de tecnologia da informação. 4º relatório técnico de monitoramento e avaliação de que trata o art. 59 da Lei nº , de 2014, será produzido na forma estabelecida pelo art. 60. Art. 52. órgão ou a entidade da administração pública federal deverá realizar visita técnica in loco para subsidiar o monitoramento da parceria, nas hipóteses em que esta for essencial para verificação do cumprimento do objeto da parceria e do alcance das metas. 1º órgão ou a entidade pública federal deverá notificar previamente a organização da sociedade civil, no prazo mínimo de três dias úteis anteriores à realização da visita técnica in loco. 2º empre que houver visita técnica in loco, o resultado será circunstanciado em relatório de visita técnica in loco, que será registrado na plataforma eletrônica e enviado à organização da sociedade civil para conhecimento, esclarecimentos e providências e poderá ensejar a revisão do relatório, a critério do órgão ou da entidade da administração pública federal. XLA AA A A ACAL 3º A visita técnica in loco não se confunde com as ações de fiscalização e auditoria realizadas pelo órgão ou pela entidade da administração pública federal, pelos órgãos de controle interno e pelo ribunal de Contas da nião. Art. 53. as parcerias com vigência superior a um ano, o órgão ou a entidade pública federal realizará, sempre que possível, pesquisa de satisfação. 1º A pesquisa de satisfação terá por base critérios objetivos de apuração da satisfação dos beneficiários e de apuração da possibilidade de melhorias das ações desenvolvidas pela organização da sociedade civil, visando a contribuir com o cumprimento dos objetivos pactuados e com a reorientação e o ajuste das metas e das ações definidas. 2º A pesquisa de satisfação poderá ser realizada diretamente pela administração pública federal, com metodologia presencial ou à distância, com apoio de terceiros, por delegação de competência ou por meio de parcerias com órgãos ou entidades aptas a auxiliar na realização da pesquisa. 3º a hipótese de realização da pesquisa de satisfação, a organização da sociedade civil poderá opinar sobre o conteúdo do questionário que será aplicado. ste documento pode ser verificado no endereço eletrônico pelo código º empre que houver pesquisa de satisfação, a sistematização será circunstanciada em documento que será enviado à organização da sociedade civil para conhecimento, esclarecimentos e eventuais providências. CAÍL V A AÇÃ CA eção isposições gerais Art. 54. A prestação de contas terá o objetivo de demonstrar e verificar resultados e deverá conter elementos que permitam avaliar a execução do objeto e o alcance das metas. arágrafo único. a hipótese de atuação em rede, caberá à organização da sociedade civil celebrante apresentar a prestação de contas, inclusive no que se refere às ações executadas pelas organizações da sociedade civil executantes e não celebrantes. Art. 55. ara fins de prestação de contas anual e final, a organização da sociedade civil deverá apresentar relatório de execução do objeto, na plataforma eletrônica, que conterá: - a demonstração do alcance das metas referentes ao período de que trata a prestação de contas; - a descrição das ações desenvolvidas para o cumprimento do objeto; - os documentos de comprovação do cumprimento do objeto, como listas de presença, fotos, vídeos, entre outros; e V - os documentos de comprovação do cumprimento da contrapartida, quando houver. 1º relatório de que trata o caput deverá, ainda, fornecer elementos para avaliação: - dos impactos econômicos ou sociais das ações desenvolvidas; - do grau de satisfação do público-alvo, que poderá ser indicado por meio de pesquisa de satisfação, declaração de entidade pública ou privada local e declaração do conselho de política pública setorial, entre outros; e - da possibilidade de sustentabilidade das ações após a conclusão do objeto. 2º As informações de que trata o 1º serão fornecidas por meio da apresentação de documentos e por outros meios previstos no plano de trabalho, conforme definido no inciso V do caput do art º órgão ou a entidade da administração pública federal poderá dispensar a observância do 1º deste artigo e da alínea "b" do inciso do caput do art. 61 quando a exigência for desproporcional à complexidade da parceria ou ao interesse público, mediante justificativa prévia. 4º A organização da sociedade civil deverá apresentar justificativa na hipótese de não cumprimento do alcance das metas. Art. 56. Quando a organização da sociedade civil não comprovar o alcance das metas ou quando houver evidência de existência de ato irregular, a administração pública federal exigirá a apresentação de relatório de execução financeira, que deverá conter: - a relação das receitas e despesas realizadas, inclusive rendimentos financeiros, que possibilitem a comprovação da observância do plano de trabalho; - o comprovante da devolução do saldo remanescente da conta bancária específica, quando houver; - o extrato da conta bancária específica; V - a memória de cálculo do rateio das despesas, quando for o caso; V - a relação de bens adquiridos, produzidos ou transformados, quando houver; e V - cópia simples das notas e dos comprovantes fiscais ou recibos, inclusive holerites, com data do documento, valor, dados da organização da sociedade civil e do fornecedor e indicação do produto ou serviço. arágrafo único. A memória de cálculo referida no inciso V do caput, a ser apresentada pela organização da sociedade civil, deverá conter a indicação do valor integral da despesa e o detalhamento da divisão de custos, especificando a fonte de custeio de cada fração, com identificação do número e do órgão ou entidade da parceria, vedada a duplicidade ou a sobreposição de fontes de recursos no custeio de uma mesma parcela da despesa. Art. 57. A análise do relatório de execução financeira de que trata o art. 56 será feita pela administração pública federal e contemplará: - o exame da conformidade das despesas, realizado pela verificação das despesas previstas e das despesas efetivamente realizadas, por item ou agrupamento de itens, conforme aprovado no plano de trabalho, observado o disposto no 3º do art. 36; e - a verificação da conciliação bancária, por meio da aferição da correlação entre as despesas constantes na relação de pagamentos e os débitos efetuados na conta corrente específica da parceria. Art. 58. As organizações da sociedade civil deverão manter a guarda dos documentos originais relativos à execução das parcerias pelo prazo de dez anos, contado do dia útil subsequente ao da apresentação da prestação de contas ou do decurso do prazo para a apresentação da prestação de contas. eção restação de contas anual Art. 59. as parcerias com vigência superior a um ano, a organização da sociedade civil deverá apresentar prestação de contas anual para fins de monitoramento do cumprimento das metas previstas no plano de trabalho. 1º A prestação de contas anual deverá ser apresentada no prazo de até trinta dias após o fim de cada exercício, conforme estabelecido no instrumento da parceria. 2º ara fins do disposto no 1º, considera-se exercício cada período de doze meses de duração da parceria, contado da primeira liberação de recursos para sua execução. 3º A prestação de contas anual consistirá na apresentação do elatório arcial de xecução do bjeto na plataforma eletrônica, que deverá observar o disposto no art º a hipótese de omissão no dever de prestação de contas anual, o gestor da parceria notificará a organização da sociedade civil para, no prazo de quinze dias, apresentar a prestação de contas. 5º e persistir a omissão de que trata o 4º, aplica-se o disposto no 2º do art. 70 da Lei nº , de Art. 60. A análise da prestação de contas anual será realizada por meio da produção de relatório técnico de monitoramento e avaliação quando a parceria for selecionada por amostragem, conforme ato do inistro de stado ou do dirigente máximo da entidade da administração pública federal, considerados os parâmetros a serem definidos pela Controladoria-eral da nião. 1º A análise prevista no caput também será realizada quando: - for identificado o descumprimento injustificado do alcance das metas da parceria no curso das ações de monitoramento e avaliação de que trata o art. 51; ou - for aceita denúncia de irregularidade na execução parcial do objeto, mediante juízo de admissibilidade realizado pelo gestor. 2º A prestação de contas anual será considerada regular quando, da análise do elatório arcial de xecução do bjeto, for constatado o alcance das metas da parceria. 3º a hipótese de não comprovação do alcance das metas ou quando houver evidência de existência de ato irregular, a administração pública federal notificará a organização da sociedade civil para apresentar, no prazo de até trinta dias, elatório arcial de xecução inanceira, que deverá observar o disposto no art. 56 e subsidiará a elaboração do relatório técnico de monitoramento e avaliação. Art. 61. relatório técnico de monitoramento e avaliação referido no art. 60 conterá: - os elementos dispostos no 1º do art. 59 da Lei nº , de 2014; e - o parecer técnico de análise da prestação de contas anual, que deverá: a) avaliar as metas já alcançadas e seus benefícios; e b) descrever os efeitos da parceria na realidade local referentes: 1. aos impactos econômicos ou sociais; 2. ao grau de satisfação do público-alvo; e 3. à possibilidade de sustentabilidade das ações após a conclusão do objeto. ocumento assinado digitalmente conforme n o - nfraestrutura de Chaves úblicas Brasileira - C-Brasil.

24 º 80, quinta-feira, 28 de abril de º a hipótese de o relatório técnico de monitoramento e avaliação evidenciar irregularidade ou inexecução parcial do objeto, o gestor da parceria notificará a organização da sociedade civil para, no prazo de trinta dias: - sanar a irregularidade; - cumprir a obrigação; ou - apresentar justificativa para impossibilidade de saneamento da irregularidade ou cumprimento da obrigação. 2º gestor avaliará o cumprimento do disposto no 1º e atualizará o relatório técnico de monitoramento e avaliação, conforme o caso. 3º erão glosados valores relacionados a metas descumpridas sem justificativa suficiente. 4º a hipótese do 2º, se persistir irregularidade ou inexecução parcial do objeto, o relatório técnico de monitoramento e avaliação: CCALZAÇÃ BA C - caso conclua pela continuidade da parceria, deverá determinar: a) a devolução dos recursos financeiros relacionados à irregularidade ou inexecução apurada ou à prestação de contas não apresentada; e b) a retenção das parcelas dos recursos, nos termos do art. 34; ou - caso conclua pela rescisão unilateral da parceria, deverá determinar: a) a devolução dos valores repassados relacionados à irregularidade ou inexecução apurada ou à prestação de contas não apresentada; e b) a instauração de tomada de contas especial, se não houver a devolução de que trata a alínea "a" no prazo determinado. 5º relatório técnico de monitoramento e avaliação será submetido à comissão de monitoramento e avaliação designada, na forma do art. 49, que o homologará, no prazo de até quarenta e cinco dias, contado de seu recebimento. 6º gestor da parceria deverá adotar as providências constantes do relatório técnico de monitoramento e avaliação homologado pela comissão de monitoramento e avaliação. 7º As sanções previstas no Capítulo V poderão ser aplicadas independentemente das providências adotadas de acordo com o 6º. eção a prestação de contas final Art. 62. As organizações da sociedade civil deverão apresentar a prestação de contas final por meio de elatório inal de xecução do bjeto, que deverá conter os elementos previstos no art. 55, o comprovante de devolução de eventual saldo remanescente de que trata o art. 52 da Lei nº , de 2014, e a previsão de reserva de recursos para pagamento das verbas rescisórias de que trata o 3º do art.42. arágrafo único. ica dispensada a apresentação dos documentos de que tratam os incisos e V do caput do art. 55 quando já constarem da plataforma eletrônica. Art. 63. A análise da prestação de contas final pela administração pública federal será formalizada por meio de parecer técnico conclusivo, a ser inserido na plataforma eletrônica, que deverá verificar o cumprimento do objeto e o alcance das metas previstas no plano de trabalho e considerará: - o elatório inal de xecução do bjeto; - os elatórios arciais de xecução do bjeto, para parcerias com duração superior a um ano; - relatório de visita técnica in loco, quando houver; e V - relatório técnico de monitoramento e avaliação, quando houver. arágrafo único. Além da análise do cumprimento do objeto e do alcance das metas previstas no plano de trabalho, o gestor da parceria, em seu parecer técnico, avaliará os efeitos da parceria, devendo mencionar os elementos de que trata o 1º do art. 55. Art. 64. a hipótese de a análise de que trata o art. 63 concluir que houve descumprimento de metas estabelecidas no plano de trabalho ou evidência de irregularidade, o gestor da parceria, antes da emissão do parecer técnico conclusivo, notificará a organização da sociedade civil para que apresente elatório inal de xecução inanceira, que deverá observar o disposto no art º ica dispensada a apresentação dos documentos de que tratam os incisos a V do caput do art. 56 quando já constarem da plataforma eletrônica. ste documento pode ser verificado no endereço eletrônico pelo código º A análise do relatório de que trata o caput deverá observar o disposto no art. 57. Art. 65. ara fins do disposto no art. 69 da Lei nº , de 2014, a organização da sociedade civil deverá apresentar: - o elatório inal de xecução do bjeto, no prazo de até trinta dias, contado do término da execução da parceria, conforme estabelecido no instrumento de parceria, prorrogável por até quinze dias, mediante justificativa e solicitação prévia da organização da sociedade civil; e - o elatório inal de xecução inanceira, no prazo de até sessenta dias, contado de sua notificação, conforme estabelecido no instrumento de parceria, prorrogável por até quinze dias, mediante justificativa e solicitação prévia da organização da sociedade civil. Art. 66. parecer técnico conclusivo da prestação de contas final embasará a decisão da autoridade competente e deverá concluir pela: - aprovação das contas; - aprovação das contas com ressalvas; ou - rejeição das contas. 1º A aprovação das contas ocorrerá quando constatado o cumprimento do objeto e das metas da parceria, conforme disposto neste ecreto. 2º A aprovação das contas com ressalvas ocorrerá quando, apesar de cumpridos o objeto e as metas da parceria, for constatada impropriedade ou qualquer outra falta de natureza formal que não resulte em dano ao erário. 3º A rejeição das contas ocorrerá nas seguintes hipóteses: - omissão no dever de prestar contas; - descumprimento injustificado do objeto e das metas estabelecidos no plano de trabalho; - dano ao erário decorrente de ato de gestão ilegítimo ou antieconômico; ou V - desfalque ou desvio de dinheiro, bens ou valores públicos. 4º A rejeição das contas não poderá ser fundamentada unicamente na avaliação de que trata o parágrafo único do art. 63. Art. 67. A decisão sobre a prestação de contas final caberá à autoridade responsável por celebrar a parceria ou ao agente a ela diretamente subordinado, vedada a subdelegação. arágrafo único. A organização da sociedade civil será notificada da decisão de que trata o caput e poderá: - apresentar recurso, no prazo de trinta dias, à autoridade que a proferiu, a qual, se não reconsiderar a decisão no prazo de trinta dias, encaminhará o recurso ao inistro de stado ou ao dirigente máximo da entidade da administração pública federal, para decisão final no prazo de trinta dias; ou - sanar a irregularidade ou cumprir a obrigação, no prazo de quarenta e cinco dias, prorrogável, no máximo, por igual período. Art. 68. xaurida a fase recursal, o órgão ou a entidade da administração pública federal deverá: - no caso de aprovação com ressalvas da prestação de contas, registrar na plataforma eletrônica as causas das ressalvas; e - no caso de rejeição da prestação de contas, notificar a organização da sociedade civil para que, no prazo de trinta dias: a) devolva os recursos financeiros relacionados com a irregularidade ou inexecução do objeto apurada ou com a prestação de contas não apresentada; ou b) solicite o ressarcimento ao erário por meio de ações compensatórias de interesse público, mediante a apresentação de novo plano de trabalho, nos termos do 2º do art. 72 da Lei nº , de º registro da aprovação com ressalvas da prestação de contas possui caráter preventivo e será considerado na eventual aplicação das sanções de que trata o Capítulo V. 2º A administração pública federal deverá se pronunciar sobre a solicitação de que trata a alínea "b" do inciso do caput no prazo de trinta dias. 3º A realização das ações compensatórias de interesse público não deverá ultrapassar a metade do prazo previsto para a execução da parceria. 4º Compete exclusivamente ao inistro de stado ou ao dirigente máximo da entidade da administração pública federal autorizar o ressarcimento de que trata a alínea "b" do inciso do caput. 5º s demais parâmetros para concessão do ressarcimento de que trata a alínea "b" do inciso do caput serão definidos em ato do inistro de stado ou do dirigente máximo da entidade da administração pública federal, observados os objetivos da política, do plano, do programa ou da ação em que a parceria esteja inserida. 6º a hipótese do inciso do caput, o não ressarcimento ao erário ensejará: - a instauração da tomada de contas especial, nos termos da legislação vigente; e - o registro da rejeição da prestação de contas e de suas causas na plataforma eletrônica e no iafi, enquanto perdurarem os motivos determinantes da rejeição. Art. 69. prazo de análise da prestação de contas final pela administração pública federal deverá ser fixado no instrumento da parceria e será de até cento e cinquenta dias, contado da data de recebimento do elatório inal de xecução do bjeto. 1º prazo de que trata o caput poderá ser prorrogado, justificadamente, por igual período, não podendo exceder o limite de trezentos dias. 2º transcurso do prazo definido no caput, e de sua eventual prorrogação, nos termos do 1º, sem que as contas tenham sido apreciadas: - não impede que a organização da sociedade civil participe de outros chamamentos públicos e celebre novas parcerias; e - não implica impossibilidade de sua apreciação em data posterior ou vedação a que se adotem medidas saneadoras, punitivas ou destinadas a ressarcir danos que possam ter sido causados aos cofres públicos. 3º e o transcurso do prazo definido no caput, e de sua eventual prorrogação, nos termos do 1º, se der por culpa exclusiva da administração pública federal, sem que se constate dolo da organização da sociedade civil ou de seus prepostos, não incidirão juros de mora sobre os débitos apurados no período entre o final do prazo e a data em que foi emitida a manifestação conclusiva pela administração pública federal, sem prejuízo da atualização monetária, que observará a variação anual do Índice acional de reços ao Consumidor Amplo - CA, calculado pela undação nstituto Brasileiro de eografia e statística - B. Art. 70. s débitos a serem restituídos pela organização da sociedade civil serão apurados mediante atualização monetária, acrescido de juros calculados da seguinte forma: - nos casos em que for constatado dolo da organização da sociedade civil ou de seus prepostos, os juros serão calculados a partir das datas de liberação dos recursos, sem subtração de eventual período de inércia da administração pública federal quanto ao prazo de que trata o 3º do art. 69; e - nos demais casos, os juros serão calculados a partir: a) do decurso do prazo estabelecido no ato de notificação da organização da sociedade civil ou de seus prepostos para restituição dos valores ocorrida no curso da execução da parceria; ou b) do término da execução da parceria, caso não tenha havido a notificação de que trata a alínea "a" deste inciso, com subtração de eventual período de inércia da administração pública federal quanto ao prazo de que trata o 3º do art. 69. arágrafo único. s débitos de que trata o caput observarão juros equivalentes à taxa referencial do istema special de Liquidação e de Custódia - elic para títulos federais, acumulada mensalmente, até o último dia do mês anterior ao do pagamento, e de um por cento no mês de pagamento. CAÍL V A AÇÕ Art. 71. Quando a execução da parceria estiver em desacordo com o plano de trabalho e com as normas da Lei nº , de 2014, e da legislação específica, a administração pública federal poderá aplicar à organização da sociedade civil as seguintes sanções: - advertência; - suspensão temporária; e - declaração de inidoneidade. 1º É facultada a defesa do interessado no prazo de dez dias, contado da data de abertura de vista dos autos processuais. 2º A sanção de advertência tem caráter preventivo e será aplicada quando verificadas impropriedades praticadas pela organização da sociedade civil no âmbito da parceria que não justifiquem a aplicação de penalidade mais grave. ocumento assinado digitalmente conforme n o - nfraestrutura de Chaves úblicas Brasileira - C-Brasil.

25 º 80, quinta-feira, 28 de abril de º A sanção de suspensão temporária será aplicada nos casos em que forem verificadas irregularidades na celebração, execução ou prestação de contas da parceria e não se justificar a imposição da penalidade mais grave, considerando-se a natureza e a gravidade da infração cometida, as peculiaridades do caso concreto, as circunstâncias agravantes ou atenuantes e os danos que dela provieram para a administração pública federal. 4º A sanção de suspensão temporária impede a organização da sociedade civil de participar de chamamento público e celebrar parcerias ou contratos com órgãos e entidades da administração pública federal por prazo não superior a dois anos. 5º A sanção de declaração de inidoneidade impede a organização da sociedade civil de participar de chamamento público e celebrar parcerias ou contratos com órgãos e entidades de todas as esferas de governo, enquanto perdurarem os motivos determinantes da punição ou até que seja promovida a reabilitação perante a autoridade que aplicou a penalidade, que ocorrerá quando a organização da sociedade civil ressarcir a administração pública federal pelos prejuízos resultantes, e após decorrido o prazo de dois anos da aplicação da sanção de declaração de inidoneidade. 6º A aplicação das sanções de suspensão temporária e de declaração de inidoneidade é de competência exclusiva de inistro de stado. Art. 72. a decisão administrativa que aplicar as sanções previstas nos incisos a do caput do art. 71 caberá recurso administrativo, no prazo de dez dias, contado da data de ciência da decisão. arágrafo único. o caso da competência exclusiva do inistro de stado prevista no 6º do art. 71, o recurso cabível é o pedido de reconsideração. Art. 73. a hipótese de aplicação de sanção de suspensão temporária ou de declaração de inidoneidade, a organização da sociedade civil deverá ser inscrita, cumulativamente, como inadimplente no iafi e no iconv, enquanto perdurarem os efeitos da punição ou até que seja promovida a reabilitação. Art. 74. rescrevem no prazo de cinco anos as ações punitivas da administração pública federal destinadas a aplicar as sanções previstas neste ecreto, contado da data de apresentação da prestação de contas ou do fim do prazo de noventa dias a partir do término da vigência da parceria, no caso de omissão no dever de prestar contas. arágrafo único. A prescrição será interrompida com a edição de ato administrativo destinado à apuração da infração. CAÍL X C AAÇÃ CAL Art. 75. As organizações da sociedade civil, os movimentos sociais e os cidadãos poderão apresentar proposta de abertura de rocedimento de anifestação de nteresse ocial - mis aos órgãos ou às entidades da administração pública federal para que seja avaliada a possibilidade de realização de chamamento público com objetivo de celebração de parceria. 1º mis tem por objetivo permitir a oitiva da sociedade sobre ações de interesse público e recíproco que não coincidam com projetos ou atividades que sejam objeto de chamamento público ou parceria em curso no âmbito do órgão ou da entidade da administração pública federal responsável pela política pública. 2º A realização de chamamento público ou a celebração de parceria não depende da realização do mis. Art. 76. A administração pública federal disponibilizará modelo de formulário para que as organizações da sociedade civil, os movimentos sociais e os cidadãos possam apresentar proposta de abertura de mis, que deverá atender aos seguintes requisitos: XLA AA A A ACAL - identificação do subscritor da proposta; - indicação do interesse público envolvido; e - diagnóstico da realidade a ser modificada, aprimorada ou desenvolvida e, quando possível, indicação da viabilidade, dos custos, dos benefícios e dos prazos de execução da ação pretendida. 1º A proposta de que trata o caput será encaminhada ao órgão ou à entidade da administração pública federal responsável pela política pública a que se referir. 2º s órgãos e as entidades da administração pública federal estabelecerão período para o recebimento de propostas que visem à instauração de mis, observado o mínimo de sessenta dias por ano. Art. 77. A avaliação da proposta de instauração de mis observará, no mínimo, as seguintes etapas: - análise de admissibilidade da proposta, com base nos requisitos previstos no art. 76; - decisão sobre a instauração ou não do mis, após verificada a conveniência e a oportunidade pelo órgão ou pela entidade da administração pública federal responsável; ste documento pode ser verificado no endereço eletrônico pelo código se instaurado o mis, oitiva da sociedade sobre o tema; e V - manifestação do órgão ou da entidade da administração pública federal responsável sobre a realização ou não do chamamento público proposto no mis. 1º A partir do recebimento da proposta de abertura do mis, apresentada de acordo com o art. 76, a administração pública federal terá o prazo de até seis meses para cumprir as etapas previstas no caput. 2º As propostas de instauração de mis serão divulgadas no sítio eletrônico oficial do órgão ou da entidade da administração pública federal responsável e em portal eletrônico único com esta finalidade. CAÍL X A AAÊCA VLAÇÃ A AÇÕ Art. 78. A administração pública federal e as organizações da sociedade civil deverão dar publicidade e promover a transparência das informações referentes à seleção e à execução das parcerias. arágrafo único. ão dispensadas do cumprimento do disposto no caput as parcerias realizadas no âmbito de programas de proteção a pessoas ameaçadas. Art. 79. órgão ou a entidade da administração pública federal divulgará informações referentes às parcerias celebradas com organizações da sociedade civil em dados abertos e acessíveis e deverá manter, no seu sítio eletrônico oficial e na plataforma eletrônica, a relação dos instrumentos de parcerias celebrados com seus planos de trabalho. Art. 80. As organizações da sociedade civil divulgarão nos seus sítios eletrônicos oficiais e em locais visíveis de suas sedes sociais e dos estabelecimentos em que exerçam suas ações, desde a celebração das parcerias até cento e oitenta dias após a apresentação da prestação de contas final, as informações de que tratam o art. 11 da Lei nº , de 2014, e o art. 63 do ecreto nº 7.724, de 16 de maio de arágrafo único. o caso de atuação em rede, caberá à organização da sociedade civil celebrante divulgar as informações de que trata o caput, inclusive quanto às organizações da sociedade civil não celebrantes e executantes em rede. Art. 81. apa das rganizações da ociedade Civil tem por finalidade dar transparência, reunir e publicizar informações sobre as organizações da sociedade civil e as parcerias celebradas com a administração pública federal a partir de bases de dados públicos. 1º nstituto de esquisa conômica Aplicada - pea será responsável pela gestão do apa das rganizações da ociedade Civil. 2º Compete aos órgãos e às entidades da administração pública federal enviar os dados necessários para a consecução dos objetivos do apa das rganizações da ociedade Civil. 3º apa das rganizações da ociedade Civil disponibilizará funcionalidades para reunir e publicizar informações sobre parcerias firmadas por stados, unicípios e o istrito ederal e informações complementares prestadas pelas organizações da sociedade civil. 4º ortal da ransparência, de que trata o ecreto nº 5.482, de 30 de junho de 2005, e o apa das rganizações da ociedade Civil deverão conter atalhos recíprocos para os respectivos sítios eletrônicos oficiais. Art. 82. A divulgação de campanhas publicitárias e programações desenvolvidas por organizações da sociedade civil nos termos do art. 14 da Lei nº , de 2014, observará as diretrizes e os objetivos dispostos no ecreto nº 6.555, de 8 de setembro de 2008, e as políticas, orientações e normas estabelecidas pela ecretaria de Comunicação ocial da residência da epública e por planos anuais elaborados pelos integrantes do istema de Comunicação do oder xecutivo ederal - icom. 1º s meios de comunicação pública federal de radiodifusão de sons e imagens e de sons poderão reservar em suas grades de programação espaço para veiculação de campanhas informativas e programações que promovam o acesso à informação das ações desenvolvidas pelas organizações da sociedade civil no âmbito das parcerias. 2º s recursos tecnológicos e a linguagem utilizados na divulgação das campanhas e programas deverão garantir acessibilidade às pessoas com deficiência. CAÍL X CLH ACAL CLABAÇÃ Art. 83. ica criado o Conselho acional de omento e Colaboração - Confoco, órgão colegiado paritário de natureza consultiva, integrante da estrutura do inistério do lanejamento, rçamento e estão, com a finalidade de divulgar boas práticas e de propor e apoiar políticas e ações voltadas ao fortalecimento das relações de parceria das organizações da sociedade civil com a administração pública federal. arágrafo único. Ao Confoco compete: - monitorar e avaliar a implementação da Lei nº , de 2014, e propor diretrizes e ações para sua efetivação; - identificar, sistematizar e divulgar boas práticas de fomento, de colaboração e de cooperação entre a administração pública federal e as organizações da sociedade civil; - propor, opinar e manter diálogo com organizações da sociedade civil sobre atos normativos; V - propor e apoiar a realização de processos formativos para qualificar as relações de parceria; V - estimular a participação social nas políticas de fomento, de colaboração e de cooperação; e V - aprovar seu regimento interno e eventuais alterações. Art. 84. Confoco terá a seguinte composição: - um representante titular e um representante suplente de cada um dos seguintes órgãos da administração pública federal: a) inistério do lanejamento, rçamento e estão, que o coordenará; b) inistério da Justiça; c) inistério da azenda; d) inistério da ducação; e) inistério da Cultura; f) inistério do esenvolvimento ocial e Combate à ome; g) inistério da aúde; h) inistério do esenvolvimento Agrário; i) inistério das ulheres, da gualdade acial, da Juventude e dos ireitos Humanos; j) ecretaria de overno da residência da epública; e k) Controladoria-eral da nião; e - onze representantes titulares e onze representantes suplentes de organizações da sociedade civil, redes e movimentos sociais de abrangência nacional. 1º s representantes de que trata o inciso do caput serão indicados pelo titular dos órgãos a que estiverem vinculados. 2º As organizações da sociedade civil, redes e movimentos sociais de que trata o inciso do caput serão escolhidos conforme procedimento estabelecido no regimento interno do Confoco, assegurada a publicidade na seleção. 3º A primeira seleção de que trata o 2º será definida em ato do inistro de stado do lanejamento, rçamento e estão, a ser editado no prazo de sessenta dias, contado da data de publicação deste ecreto. 4º s membros do Confoco serão designados em ato do inistro de stado do lanejamento, rçamento e estão. 5º Confoco poderá convidar, para participar de suas reuniões e atividades, especialistas e representantes de órgãos e entidades públicas e privadas, além de representantes de outros conselhos de políticas públicas. 6º A participação no Confoco é considerada prestação de serviço público relevante, não remunerado. Art. 85. Caberá ao inistério do lanejamento, rçamento e estão prover o apoio administrativo e os meios necessários à execução dos trabalhos do Confoco. arágrafo único. ara cumprimento de suas funções, o Confoco contará com recursos orçamentários e financeiros consignados no orçamento do inistério do lanejamento, rçamento e estão. ocumento assinado digitalmente conforme n o - nfraestrutura de Chaves úblicas Brasileira - C-Brasil.

26 º 80, quinta-feira, 28 de abril de 2016 CAÍL X ÇÕ A Art. 86. Aplica-se subsidiariamente o disposto na Lei nº 9.784, de 29 de janeiro de 1999, aos processos administrativos relativos às parcerias de que trata este ecreto. arágrafo único. A juízo da autoridade competente e a pedido da organização da sociedade civil, poderá ser realizada audiência para esclarecimento necessário à instrução do processo. Art. 87. ão constituem parceria, para fins do disposto neste ecreto, os patrocínios realizados para apoio financeiro concedido a projetos de iniciativa de terceiros com o objetivo de divulgar atuação, agregar valor à marca, gerar reconhecimento ou ampliar relacionamento do patrocinador com seus públicos de interesse. Art. 88. o âmbito da nião e de suas autarquias e fundações públicas, a prévia tentativa de conciliação e solução administrativa de dúvidas de natureza eminentemente jurídica relacionada à execução da parceria, prevista no inciso XV do caput do art. 42 da Lei nº , de 2014, caberá aos órgãos de consultoria e assessoramento jurídico, sob a coordenação e supervisão da Câmara de Conciliação e Arbitragem da Administração ederal - Ccaf, órgão da Advocacia-eral da nião. CCALZAÇÃ BA C 1º Antes de promover a tentativa de conciliação e solução administrativa, o órgão jurídico deverá consultar a Controladoria- eral da nião quanto à existência de processo de apuração de irregularidade concernente ao objeto da parceria. 2º É assegurada a prerrogativa de a organização da sociedade civil se fazer representar por advogado perante a administração pública federal, especialmente em procedimento voltado à conciliação e à solução administrativa de dúvidas decorrentes da execução da parceria. 3º Ato do Advogado-eral da nião disciplinará o disposto neste artigo. Art. 89. acesso ao icaf pelos demais entes federados, conforme previsto no parágrafo único do art. 80 da Lei nº , de 2014, se dará mediante a celebração de termo de adesão junto ao inistério do lanejamento, rçamento e estão. Art. 90. inistério de stado do lanejamento, rçamento e estão definirá, em sessenta dias contados da data de publicação deste ecreto, o prazo de adaptação do iconv ou de plataforma única que o substitua às regras dispostas neste ecreto. Art. 91. s convênios e instrumentos congêneres existentes na data de entrada em vigor da Lei nº , de 2014, permanecerão regidos pela legislação em vigor ao tempo de sua celebração, sem prejuízo da aplicação subsidiária da Lei nº , de 2014, e deste ecreto, naquilo em que for cabível, desde que em benefício do alcance do objeto da parceria. 1º s convênios e instrumentos congêneres de que trata o caput poderão ser prorrogados de ofício em caso de atraso na liberação dos recursos por parte da administração pública federal, hipótese em que a prorrogação corresponderá ao período equivalente ao atraso e será regida pela legislação em vigor ao tempo da celebração da parceria. 2º os termos do 2º do art. 83 da Lei nº , de 2014, os convênios e instrumentos congêneres com prazo indeterminado ou prorrogáveis por período superior ao inicialmente estabelecido serão, no prazo de um ano, contado da data de entrada em vigor da referida Lei, alternativamente: - substituídos por termo de fomento, de colaboração ou por acordo de cooperação, para adaptação ao disposto na referida Lei e neste ecreto, no caso de decisão do gestor pela continuidade da parceria; ou - rescindidos, justificada e unilateralmente, pela administração pública federal, com notificação à organização da sociedade civil parceria para as providências necessárias. 3º A administração pública federal poderá firmar termos aditivos de convênios e instrumentos congêneres prorrogáveis por período igual ou inferior ao inicialmente estabelecido, observada a legislação vigente ao tempo da sua celebração original e a aplicação subsidiária da Lei nº , de º ara a substituição de que trata o inciso do 2º, a organização da sociedade civil deverá apresentar os documentos previstos nos art. 26 e art. 27 deste ecreto, para fins de cumprimento dos art. 33, art. 34 e art. 39 da Lei nº , de º A prestação de contas das parcerias substituídas na forma do inciso do 2º observará o disposto na Lei nº , de 2014, e neste ecreto. 6º xcepcionalmente, a administração pública federal poderá firmar termo aditivo da parceria de que trata o 2º, a ser regida pela legislação em vigor ao tempo de sua celebração, desde que seja limitada sua vigência até 23 de janeiro de ste documento pode ser verificado no endereço eletrônico pelo código º ara atender ao disposto no caput, poderá haver aplicação da eção do Capítulo V deste ecreto para os convênios e instrumentos congêneres existentes na data da entrada em vigor da Lei nº , de 2014, que estejam em fase de execução de seu objeto ou que estejam em fase de análise de prestação de contas. Art. 92. ecreto nº 6.170, de 25 de julho de 2007, passa a vigorar com as seguintes alterações: "Art. 1º º disposto neste ecreto não se aplica aos termos de fomento e de colaboração e aos acordos de cooperação previstos na Lei nº , de 31 de julho de º As parcerias com organizações da sociedade civil celebradas por stado, istrito ederal ou unicípio com recursos decorrentes de convênio celebrado com a nião serão regidas pela Lei nº , de 2014, e pelas normas estaduais ou municipais." () Art. 93. ecreto nº 3.100, de 30 de junho de 1999, passa a vigorar com as seguintes alterações: "Art. 1º V - declaração de isenção do imposto de renda; V - inscrição no Cadastro eral de Contribuintes/Cadastro acional da essoa Jurídica - CC/CJ; e V - declaração de estar em regular funcionamento há, no mínimo, três anos, de acordo com as finalidades estatutárias." () "Art. 9 o... - a validade do certificado de qualificação expedida pelo inistério da Justiça, na forma do regulamento;..." () "Art relatório anual de execução de atividades, contendo especificamente relatório sobre a execução do objeto do ermo de arceria e comparativo entre as metas propostas e os resultados alcançados;... - extrato da execução física e financeira; V - demonstração de resultados do exercício; V - balanço patrimonial; V - demonstração das origens e das aplicações de recursos; V - demonstração das mutações do patrimônio social; V - notas explicativas das demonstrações contábeis, caso necessário; e X - parecer e relatório de auditoria, na hipótese do art. 19." () Art. 94. ste ecreto entra em vigor na data de sua publicação. Art. 95. icam revogados: - o ecreto n o , de 2 de maio de 1961; - o ecreto n o , de 4 de julho de 1967; e - o ecreto n o 3.415, de 19 de abril de Brasília, 27 de abril de 2016; 195º da ndependência e 128º da epública. LA rancisco aetani icardo Berzoini Luiz avarro C 27 ABL 2016 nstitui o Comitê do Cadastro acional de nclusão da essoa com eficiência e da Avaliação nificada da eficiência, no âmbito do inistério das ulheres, da gualdade acial, da Juventude e dos ireitos Humanos. A A A ÚBLCA, no uso da atribuição que lhe confere o art. 84, caput, inciso V e inciso V, alínea "a", da Constituição, e tendo em vista o disposto na Lei nº , de 6 de julho de 2015, CA: Art. 1º ica criado o Comitê do Cadastro acional de nclusão da essoa com eficiência - Cadastro-nclusão e da Avaliação nificada da eficiência, no âmbito do inistério das ulheres, da gualdade acial, da Juventude e dos ireitos Humanos, com a finalidade de criar instrumentos para a avaliação biopsicossocial da deficiência e estabelecer diretrizes e procedimentos relativos ao Cadastro-nclusão. arágrafo único. Cadastro-nclusão consiste no registro público eletrônico com a finalidade de coletar, processar, sistematizar e disseminar informações georreferenciadas que permitam a identificação e a caracterização socioeconômica da pessoa com deficiência, bem como das barreiras que impedem a realização de seus direitos. Art. 2º Compete ao Comitê do Cadastro-nclusão e da Avaliação nificada da eficiência: - criar instrumentos para a avaliação da deficiência; - estabelecer diretrizes, definir estratégias e adotar medidas para subsidiar a validação técnico-científica dos instrumentos de avaliação biopsicossocial da deficiência, com base no Índice de uncionalidade Brasileiro; - promover a multiprofissionalidade e a interdisciplinaridade na avaliação biopsicossocial da deficiência; V - articular a implantação da avaliação biopsicossocial da deficiência no âmbito da administração pública federal; V - coordenar e monitorar a implantação dos instrumentos de avaliação biopsicossocial da deficiência em cada órgão e entidade da administração pública federal competente, considerando as especificidades das avaliações setorialmente realizadas; V - disseminar informações sobre a implantação da avaliação biopsicossocial da deficiência e promover a participação das pessoas com deficiência; V - estabelecer diretrizes para a implantação do Cadastro- nclusão e acompanhar seus processos de consolidação e aperfeiçoamento; V - definir estratégias e adotar medidas visando a garantir a interoperabilidade entre registros administrativos e outras fontes de informação da administração pública federal sobre as pessoas com deficiência; X - definir procedimentos a serem adotados na administração pública federal que assegurem o sigilo das informações sobre as pessoas com deficiência no Cadastro-nclusão; X - articular junto a órgãos e entidades públicas, organismos internacionais e organizações da sociedade civil que desenvolvam pesquisas ou contem com registros e bases de dados sobre as pessoas com deficiência; e X - promover, por meio de parcerias, pesquisas científicas sobre a caracterização socioeconômica da pessoa com deficiência e as barreiras que impeçam a efetivação de seus direitos. Art. 3º Comitê do Cadastro-nclusão e da Avaliação nificada da eficiência será integrado por um representante, titular e suplente, de cada órgão e entidade a seguir: - ecretaria acional de romoção dos ireitos da essoa com eficiência, do inistério das ulheres, da gualdade acial, da Juventude e dos ireitos Humanos, que o coordenará; - inistério da azenda; - inistério dos ransportes; V - inistério da ducação; V - inistério da Cultura; V - inistério do rabalho e revidência ocial; V - inistério do esenvolvimento ocial e Combate à ome; V - inistério da aúde; X - inistério do lanejamento, rçamento e estão; X - inistério das Cidades; X - nstituto Brasileiro de eografia e statística - B; X - nstituto acional do eguro ocial - ; e X - Conselho acional dos ireitos da essoa com eficiência - Conade. 1º s membros do Comitê do Cadastro-nclusão e da Avaliação nificada da eficiência serão indicados pela autoridade máxima dos respectivos órgãos e entidades e designados em ato do ecretário special de ireitos Humanos. ocumento assinado digitalmente conforme n o - nfraestrutura de Chaves úblicas Brasileira - C-Brasil.

27 º 80, quinta-feira, 28 de abril de º A representação do Conade será realizada por seus membros representantes da sociedade civil indicados por seu residente e designados em ato do ecretário special de ireitos Humanos. Art. 4º Comitê do Cadastro-nclusão e da Avaliação nificada da eficiência poderá convidar representantes de outros órgãos e entidades, públicos e privados, e especialistas em assuntos afetos às suas competências. Art. 5º inistro de stado das ulheres, da gualdade acial, da Juventude e dos ireitos Humanos poderá expedir normas complementares para o cumprimento do disposto neste ecreto. Art. 6º inistério de stado das ulheres, da gualdade acial, da Juventude e dos ireitos Humanos fornecerá o suporte técnico e administrativo para o funcionamento do Comitê do Cadastro-nclusão e da Avaliação nificada da eficiência, por intermédio da ecretaria acional de romoção dos ireitos da essoa com eficiência. Art. 7º Comitê do Cadastro-nclusão e da Avaliação nificada da eficiência elaborará seu regimento interno, no prazo de noventa dias, contado da data de sua instalação, e o submeterá à aprovação do inistro de stado das ulheres, da gualdade acial, da Juventude e dos ireitos Humanos. arágrafo único. Comitê do Cadastro-nclusão e da Avaliação nificada da eficiência poderá instituir grupos de trabalho com atribuições específicas, nos termos de seu regimento interno. Art. 8º A participação no Comitê do Cadastro-nclusão e da Avaliação nificada da eficiência será considerada prestação de serviço público relevante, não remunerada. Art. 9º ste ecreto entra em vigor na data de sua publicação. Brasília, 27 de abril de 2016; 195º da ndependência e 128º da epública. LA ilma Lino omes. A residência da epública ACH A A A ÚBLCA o - 167, de 26 de abril de ncaminhamento ao upremo ribunal ederal de informações para instruir o julgamento do andado de egurança nº o - 173, de 26 de abril de ncaminhamento ao enado ederal, para apreciação, do nome do enhor AL CA CAA, inistro de rimeira Classe da Carreira de iplomata do inistério das elações xteriores, para exercer o cargo de mbaixador do Brasil na ova Zelândia e, cumulativamente, no stado ndependente de amoa, em uvalu, na epública de Kiribati e no eino de onga. o - 174, de 26 de abril de ncaminhamento ao enado ederal, para apreciação, do nome do enhor A L LA ALA, inistro de rimeira Classe da Carreira de iplomata do inistério das elações xteriores, para exercer o cargo de mbaixador do Brasil na ederação da ússia, e, cumulativamente, na epública do zbequistão, desde que obtido o agrément do governo desse país. o 175, de 27 de abril de enhor residente do enado ederal, Comunico a Vossa xcelência que, nos termos do 1 o do art. 66 da Constituição, decidi vetar parcialmente, por inconstitucionalidade, o rojeto de Lei de Conversão n o 5, de 2016 ( n o 709/15), que "Abre crédito extraordinário, em favor dos inistérios da Agricultura, ecuária e Abastecimento, da aúde, da Cultura, do sporte, da efesa, da ntegração acional e do urismo; das ecretarias de Aviação Civil e de ortos da residência da epública; e de ransferências a stados, istrito ederal e unicípios, no valor de $ ,00 (um bilhão, trezentos e dezoito milhões, seiscentos e trinta e nove mil, trezentos e trinta reais), para os fins que especifica". uvidos, o inistério do lanejamento, rçamento e estão e a Advocacia-eral da nião manifestaram-se pelo veto aos seguintes dispositivos: ubtítulo 0032 da ação 20ZV do programa 2014 subfunção 608 função 20 do Anexo - ALCAÇÃ, Órgão: 22000, nidade: " AÁCA A A / A Ç Ã / L C A L Z A / VA L ZV 0032 omento ao etor Agropecuário - o stado do spírito anto XLA AA A A ACAL ubtítulo 0032 da ação 8535 do programa 2015 subfunção 302 função 10 do Anexo - ALCAÇÃ, Órgão: 36000, nidade: " C- AL C- AL AÁCA A A / A Ç Ã / L C A L Z A / VA L struturação de nidades de Atenção specializada em aúde - o stado do spírito anto ubtítulo 0032 da ação 5450 do programa 2035 subfunção 812 função 27 do Anexo - ALCAÇÃ, Órgão: 51000, nidade: " C- AÁCA A A / A Ç Ã / L C A L Z A / VA L AL ste documento pode ser verificado no endereço eletrônico pelo código " " mplantação e odernização de nfraestrutura para sporte ducacional, ecreativo e de Lazer - o stado do spírito anto ubtítulo 0032 da ação 7K66 do programa 2029 subfunção 244 função 15 do Anexo - ALCAÇÃ, Órgão: 53000, nidade: " C- AÁCA A A / A Ç Ã / L C A L Z A / VA L AL K Apoio a rojetos de esenvolvimento ustentável Local ntegrado o stado do spírito anto ubtítulo 0032 da ação 10V0 do programa 2076 subfunção 695 função 23 do Anexo - ALCAÇÃ, Órgão: 54000, nidade: " AÁCA A A / A Ç Ã / L C A L Z A / VA L V Apoio a rojetos de nfraestrutura urística - o stado do spírito anto ubtítulo 6500 da ação 10V0 do programa 2076 subfunção 695 função 23 do Anexo - CACLA, Órgão: 54000, nidade: " C- AL C- AL AÁCA A A / A Ç Ã / L C A L Z A / VA L 2076 u r i s m o ro j e t o s V0 Apoio a rojetos de nfraestrutura urística V Apoio a rojetos de nfraestrutura urística - acional (Crédito xtraordinário) AL - CAL AL - A 0 AL - AL azões dos vetos "s dispositivos incorrem em vício de iniciativa, uma vez que afrontam o inciso do art. 63 da Constituição, que dispõe que não se admite aumento da despesa prevista 'nos projetos de iniciativa exclusiva do residente da epública', ressalvado o disposto no art. 166, 3 o e 4 o." ssas, enhor residente, as razões que me levaram a vetar os dispositivos acima mencionados do projeto em causa, as quais ora submeto à elevada apreciação dos enhores embros do Congresso acional. o - 176, de 27 de abril de ncaminhamento ao Congresso acional do texto do projeto de lei que "Altera o ecreto-lei nº 3.689, de 3 de outubro de Código de rocesso enal". ocumento assinado digitalmente conforme n o - nfraestrutura de Chaves úblicas Brasileira - C-Brasil. 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28 CAA CVL CÃ A AVALAÇÃ AÇÕ LÇÃ o - 2, 30 AÇ 2016 ispõe sobre a publicação do rol de informações desclassificadas, nos termos do art. 45, inciso, do ecreto nº 7.724, de 16 de maio de A CÃ A AVALAÇÃ AÇÕ, no exercício da competência que lhe atribui o inciso V do art. 47 do ecreto nº 7.724, de 16 de maio de 2012, resolve: Art. 1º rol das informações desclassificadas, ao qual se refere o art. 45, inciso, do ecreto nº 7.724, de 16 de maio de 2012, deverá apresentar, no mínimo, a descrição das seguintes informações: - dados que identifiquem o documento desclassificado, a exemplo do úmero Único de rotocolo -, do Código de ndexação de ocumento que contém nformação Classificada - CC, ou outro; 1 º 80, quinta-feira, 28 de abril de 2016 Art. 2º Caberá às autoridades elencadas no art. 27, incisos e, da Lei nº , de 2011, podendo se valer das Comissões ermanentes de Avaliação de ocumentos igilosos (CA) de que trata o art. 34 do ecreto 7.724, de 16 de maio de 2012, a revisão prévia de todas as informações classificadas em grau de sigilo s e c re t o e u l t r a s s e c re t o no âmbito dos órgãos e entidades do oder xecutivo federal, a fim de pronunciarem-se acerca da necessidade de desclassificação, reclassificação ou manutenção do grau de classificação das informações analisadas por meio de elatório de Avaliação de ocumentos igilosos. 1º ara a revisão prévia de que trata o caput, as autoridades de que trata o caput deverão considerar, pelo menos: - a existência de outra espécie de sigilo disciplinada em Lei a incidir sobre a informação classificada, tal como previsto no Anexo B da orma Complementar nº 20 da nstrução ormativa nº 1 do epartamento de egurança da nformação e Comunicações, de 15 de julho de 2014, situação em que deverá opinar por sua desclassificação, nos termos da Lei , de 18 de novembro de 2011; - existência de informação protegida nos termos do art. 31 da Lei nº , de 2011, situação em que deverá opinar por sua desclassificação; e - grau de sigilo ao qual o documento desclassificado ficou submetido; - breve resumo do documento desclassificado. Art. 2º s órgãos e entidades do oder xecutivo federal deverão manter em transparência ativa todas as listas anuais de desclassificação produzidas a partir da vigência desta esolução, em formato eletrônico aberto e não proprietário nos moldes em que tenham sido originalmente publicadas, conforme modelo anexo. Art. 3º Caberá à Controladoria-eral da nião o monitoramento da execução do disposto nesta esolução. - permanência, no tempo, das razões determinantes da classificação em grau de sigilo de que trata o art. 23 da Lei nº , de 2011, situação em que deverá opinar pela manutenção da classificação ou alteração de seu grau ou prazo de restrição de acesso. 2º elatório de Avaliação de ocumentos igilosos deverá ser encaminhado à Comissão ista de eavaliação de nformações, nos moldes e prazos previstos nos Anexos e desta esolução, respectivamente, e será classificado em grau de sigilo compatível com as informações que contiver. 3º o exercício da atribuição que lhe confere o inciso do art.47 do ecreto nº 7.724, de 2012, a Comissão ista de eavaliação de nformações (C) se manifestará, até o prazo estabelecido no art. 1º desta esolução, sobre aprovação, aprovação parcial ou rejeição do parecer opinativo do elatório de Avaliação de ocumentos igilosos. Art. 4º sta resolução entra em vigor a partir na data de sua publicação. 4º ara os fins previstos no 2º do presente, poderá a C requerer: Casa Civil da residência da epública residente inistério da Justiça inistério das elações xteriores inistério da efesa inistério da azenda inistério do lanejamento, rçamento e estão inistério das ulheres, da gualdade acial e dos ireitos Humanos Casa ilitar da residência da epública Advocacia-eral da nião Controladoria-eral da nião AX AÇÕ CLACAA - Art. 45 do ecreto 7.724, de 16 de maio de 2012 Í CLACAÇÃ: dd/mm/aaaa - dd/mm/aaaa CAÇÃ C A L BV C CCALZAÇÃ BA C - esclarecimentos adicionais sobre os documentos sujeitos à reavaliação; e - solicitar acesso à íntegra dos documentos sujeitos à avaliação, os quais deverão ser disponibilizados no prazo previsto na requisição. Art. 3º A revisão da classificação de informação no grau ultrassecreto ou secreto, ou da sua reavaliação, ocorrerá em reuniões especiais convocadas pela residência da C, a qual designará relatores para análise de conjuntos de informações previstas para as revisões em curso. 1º É vedado ao membro da C atuar como relator na revisão de informações do órgão ou entidade a que represente ou a que tenha vínculo funcional. 2º A C deliberará sobre as revisões de que trata esta esolução, informando aos órgãos e entidades do oder xecutivo federal interessados e publicando a ata da respectiva reunião. 3º s órgãos e entidades do oder xecutivo federal farão constar nos respectivos ermos de Classificação de nformação (Cs) os dados referentes à conclusão das revisões. 4º As reuniões previstas no caput não contarão para os prazos previstos nos arts. 15 e 19 da esolução C nº 1, de 21 de dezembro de Art. 4º nexistindo CA constituídas, os órgãos e entidades do oder xecutivo federal poderão se valer de comissão interna congênere ou de agente público determinado, observadas as normas de salvaguardas estabelecidas na Lei nº , de 2011, e em sua regulamentação. Art. 5º sta esolução entra em vigor na data de sua publicação. Casa Civil da residência da epública residente inistério da Justiça inistério das elações xteriores inistério da efesa inistério da azenda inistério do lanejamento, rçamento e estão inistério das ulheres, da gualdade acial e dos ireitos Humanos Casa ilitar da residência da epública Advocacia-eral da nião Controladoria-eral da nião LÇÃ o - 3, 30 AÇ 2016 ispõe sobre o procedimento de revisão de ofício de informação classificada em grau de sigilo secreto e ultrassecreto de que trata o art. 47, inciso, e art. 51 do ecreto nº 7.724, de 16 de maio de CAÇÃ C A L AX BV C AZÃ AA A AÇÃ L AC A A A ACAA A CLACAÇÃ A CÃ A AVALAÇÃ AÇÕ, no exercício das competências que lhe atribuem os incisos, e V do art.47 do ecreto nº 7.724, de 16 de maio de 2012, resolve: Art. 1º A revisão de ofício da classificação de informação no grau ultrassecreto ou secreto ocorrerá quadrienalmente no prazo previsto pelo art. 35, 3º, da Lei nº , de 18 de novembro de ste documento pode ser verificado no endereço eletrônico pelo código ocumento assinado digitalmente conforme n o - nfraestrutura de Chaves úblicas Brasileira - C-Brasil.

29 º 80, quinta-feira, 28 de abril de razo de envio Último dia útil de maio de 2016 Último dia útil de maio de 2016 Último dia útil de junho de 2016 Último dia útil de julho de 2016 Último dia útil de agosto de 2016 Último dia útil de setembro de 2016 Último dia útil de outubro de 2016 Último dia útil de novembro de 2016 Último dia útil de dezembro de 2016 Último dia útil de janeiro de 2017 AX AVCACA-AL A Ã CAA-AL AL CAÇÃ a ortaria nº 172/, de , publicada no iário ficial da nião de , eção 1, págs. 3/7, no Art. 20, onde se lê: "rocurador", leia-se "rocuradoria"; no Art. 21, arágrafo único, onde se lê: "rocurador" leia-se "rocuradoria", no Art. 22, onde se lê: "rocuradores", leia-se "rocuradorias", no Art. 23, V, onde se lê: "pelas", leia-se "pelo", no Art. 24, 2º, onde se lê: "ederal", leia-se: "ederais", e no art. 31, XV, onde se lê: "parágrafo único do art. 29", leia-se "parágrafo único do art. 30". elatórios sobre documentos secretos e ultrassecretos a serem encaminhados ocumentos ultrassecretos com vencimento de classificação no ano de 2016 e 2017 ocumentos secretos e ultrassecretos com vencimento de classificação no ano de 2018 ocumentos secretos e ultrassecretos com vencimento de classificação no ano de 2019 ocumentos secretos e ultrassecretos com vencimento de classificação no ano de 2020 ocumentos secretos e ultrassecretos com vencimento de classificação no ano de 2021 ocumentos secretos e ultrassecretos com vencimento de classificação no ano de 2022 ocumentos secretos e ultrassecretos com vencimento de classificação no ano de 2023 ocumentos secretos e ultrassecretos com vencimento de classificação no ano de 2024 ocumentos secretos e ultrassecretos com vencimento de classificação no ano de 2025 ocumentos secretos e ultrassecretos com vencimento de classificação no ano de 2026 A VA CLAA-AL A Ã CÃ 27 ABL 2016 rocesso nº / o exercício das atribuições a mim conferidas pela Lei nº , de 28 de maio de 2003, pelo ecreto nº 5.480, de 30 de junho de 2005, e pela Lei nº 8.666, de 21 de junho de 1993, adoto o elatório inal da Comissão de rocesso Administrativo de esponsabilização e as manifestações jurídicas da Assessoria Jurídica da Controladoria-eral da nião consubstanciadas no arecer nº 00005/2016/AJ- C/C-A e no arecer nº 00061/2016/AJ-C/C- A, como fundamentos deste ato, para, nos termos do art. 88, incisos e, c/c art. 87, inciso V e 3º, ambos da Lei nº 8.666, de 1993, CLAA A A da empresa JÚ A HAA /A (J), CJ nº / , pela prática de atos ilícitos visando a frustrar os objetivos da licitação; por pagar propina a agentes públicos, exercer influência indevida sobre esses agentes e deles receber tratamento diferenciado; e por ter-se utilizado de empresa de fachada para dissimular pagamentos. XLA AA A A ACAL LZ A AA AVA B LH inistro de stado Chefe da Controladoria-eral da nião CAA AVAÇÃ CVL AÊCA ACAL AVAÇÃ CVL CÃ o - 40, 26 ABL 2016 A A A AÊCA ACAL AVA- ÇÃ CVL - AAC, no exercício da competência que lhe foi outorgada pelo art. 11, inciso V, da Lei nº , de 27 de setembro de 2005, tendo em vista o disposto nos arts. 8º, inciso X, da mencionada Lei, e 14, inciso, da Lei nº , de 1º de outubro de 2009, e considerando o que consta do processo nº / , deliberado e aprovado na 10ª eunião eliberativa de iretoria, realizada em 26 de abril de 2016, decide: Art. 1º Autorizar, nos períodos compreendidos entre 20 e 23 de agosto de 2016 e entre 17 e 20 de setembro de 2016, a prestação dos serviços auxiliares ao transporte aéreo de movimentação e de proteção de bagagens despachadas pela mpresa Brasileira de Correios e elégrafos e pelo Comitê rganizador do Jogos io ste documento pode ser verificado no endereço eletrônico pelo código º A prestação dos serviços é restrita às bagagens: - já conciliadas e aceitas por um operador aéreo em balcão de despacho remoto de bagagens a ser disponibilizado na Vila dos Atletas dos Jogos límpicos e aralímpicos io 2016; e - apresentadas por passageiros portadores de contrato de transporte aéreo válido e com partida prevista para o Aeroporto nternacional do io de Janeiro/aleão - Antônio Carlos Jobim. 2º A prestação dos serviços auxiliares de que trata caput deve ser executada em consonância com os normativos da AAC. Art. 2º icam os operadores aéreos responsáveis perante à AAC e aos passageiros por quaisquer deficiências e danos causados pelas entidades de que trata o art. 1º desta ecisão. Último dia útil de fevereiro de 2017 ocumentos secretos e ultrassecretos com vencimento de classificação no ano de 2027 Último dia útil de março de 2017 ocumentos secretos e ultrassecretos com vencimento de classificação no ano de 2028 Último dia útil de abril de 2017 ocumentos secretos e ultrassecretos com vencimento de classificação no ano de 2029 Último dia útil de maio de 2017 ocumentos secretos e ultrassecretos com vencimento de classificação no ano de 2030 Último dia útil de junho de 2017 ocumentos secretos e ultrassecretos com vencimento de classificação no ano de 2031 Último dia útil de julho de 2017 ocumentos secretos e ultrassecretos com vencimento de classificação no ano de 2032 Último dia útil de agosto de 2017 ocumentos ultrassecretos com vencimento de classificação no ano de 2033 Último dia útil de setembro de 2017 ocumentos ultrassecretos com vencimento de classificação no ano de 2034 Último dia útil de outubro de 2017 ocumentos ultrassecretos com vencimento de classificação no ano de 2035 Último dia útil de novembro de 2017 ocumentos ultrassecretos com vencimento de classificação no ano de 2036 Último dia útil de dezembro de 2017 ocumentos ultrassecretos com vencimento de classificação no ano de 2037 Último dia útil de janeiro de 2018 ocumentos ultrassecretos com vencimento de classificação no ano de 2038 Último dia útil de fevereiro de 2018 ocumentos ultrassecretos com vencimento de classificação no ano de 2039 Último dia útil de março de 2018 ocumentos ultrassecretos com vencimento de classificação no ano de 2040 Último dia útil de abril de 2018 ocumentos ultrassecretos com vencimento de classificação no ano de 2041 Art. 3º sta ecisão entra em vigor na data de sua publicação. JÉ CA AA BLH QZ iretor-residente ÊCA AAVABLA ÊCA-AL AAVABLA CAA ÊCA HAA AÇÃ AA o , 27 ABL 2016 HAA AÇÃ, no uso das atribuições que lhe confere o art. 1º, inciso, da ortaria nº 969/A, de 16 de abril de 2014, tendo em vista o disposto no egulamento Brasileiro de Aviação Civil nº 145 (BAC nº 145), com fundamento na Lei nº 7565, de 19 de dezembro de 1986, e considerando o que consta do processo nº / , resolve: Art. 1º ornar pública a suspensão do Certificado de rganização de anutenção de nº /AAC, emitido em favor da oficina de manutenção de produto aeronáutico HA 3 - HAA, AVÕ, VÕ, CAÇÕ, VA A- A AÁC LA. Art. 2º inteiro teor do Certificado encontra-se disponível no sítio da AAC na rede mundial de computadores - endereço: w w w. a n a c. g o v. b r / c e r t i f i c a c a o / Av e r a l / A B a s e s. a s p. Art. 3º sta ortaria entra em vigor na data de sua publicação. A AÉC CA LH CLH A ACAL CAA XCVA A 27 ABL 2016 CH A CAA LA A ÊCA A ÚBLCA, na condição de CÁ-XCV CLH A ACAL (C), no uso da atribuição que lhe foi conferida por meio do parágrafo único do art. 16, da Lei nº , de 28 de maio de 2003; da esolução C nº 1, de 12 de maio de 1999 ( nº 90, eção 1, p. 8, de 13 de maio de 1999); e com base no disposto, especialmente, no art. 91, 1º, da Constituição de 1988; na Lei nº 8.183, de 11 de abril de 1991; na Lei nº 6.634, de 2 de maio de 1979; no ecreto nº 4.520, de 2002, resolve: o ar Assentimento révio à CAA XA- ÁA LAZAÇÃ ÁA A AAZÔA LAL - AL para proceder à regularização fundiária da área remanescente de ,7722 ha da leba catolin, localizada nos municípios de ontes e Lacerda e Vila Bela da antíssima rindade, na faixa de fronteira do estado de ato rosso, de propriedade da nião, matriculada sob o nº 3.647, junto ao egistro eral de móveis do Cartório do 1º fício da Comarca de ontes e Lacerda/, e sob nº 1.965, junto ao Cartório de Vila Bela da antíssima rindade/, com fundamento na Lei n o , de 25 de junho de 2009, e na ortaria A nº 52, de 25 de julho de 2012, condicionado ao registro do competente ato de Assentimento révio à margem da matrícula da gleba; de acordo com a conclusão do rocesso - 13/-A nº / ; o arecer écnico C- AL-/º 01/2015, de 28 de abril de 2015; o arecer nº 00003/2016/CJ-A/C/A, de 5 de janeiro de 2016; o fício nº 043/ AL/A, de 19 de fevereiro de 2016; e a ota - A nº 038/2016-, expedida com ressalvas. o ar Assentimento révio à empresa LVÃ A Ã LA., CJ n / , com sede na ua afael Bandeira eixeira, n o 654, bairro Vila Luiz Curvo, no município de onta orã/, para arquivar a écima erceira Alteração e Consolidação do Contrato ocial, de 10 de dezembro de 2014, na Junta Comercial do estado de ato rosso do ul, versando sobre: (i) o aumento do capital social de $ ,00 para $ ,00, mediante acréscimo de quotas; (ii) a alteração do objeto social da empresa; e (iii) a cessão e a transferência parcial de quotas do sócio Antonio Carlos oreira urqueto, C nº , para a sócia ingressante arcia eluffo Zahran, C n o ; de acordo com a instrução do rocesso C nº / , a ota écnica nº 1.146/2016/-C, de 28 de janeiro de 2016, a conclusão do fício nº 1.707/2016/-C, de 24 de fevereiro de 2016, e a ota - A nº 039/2016-, expedida com ressalva. o ar Assentimento révio à A CAACAAÍ CCAÇÃ LA., CJ n / , com sede na Avenida r. Zane, Quadra 4, etor 1 - Zona ndustrial, no município de Caracaraí/, para arquivar a erceira Alteração e Consolidação do Contrato ocial, de 12 de setembro de 2011, na Junta Comercial do estado de oraima, versando sobre: (i) a admissão de odolfo aciel Castro, C nº , na sociedade; (ii) a retirada do sócio José Antônio de Castro eto, C nº , que cede e transfere a totalidade de quotas para o sócio ingressante odolfo aciel Castro; (iii) a retirada do sócio odrigo aciel Castro, C nº , que cede e transfere 700 quotas para o sócio hiago Luiz aciel Castro, C nº , e 700 quotas para o sócio odolfo aciel Castro; (iv) a cessão e transferência de quotas do sócio odolfo aciel Castro para o sócio hiago Luiz aciel Castro; e (v) a delegação dos poderes de administração da empresa ao sócio ingressante; de acordo com a instrução do rocesso C nº / , a ota écnica nº 1.089/2016/-C, de 29 de janeiro de 2016, a conclusão do fício nº 1.627/2016/-C, de 24 de fevereiro de 2016, com instrução documental concluída em 9 de março de 2016, e a ota - A nº 040/2016-, expedida com ressalvas. o ar Assentimento révio à A AÇÃ, XAÇÃ QA AAÁ LA., CJ nº / , para lavrar minério de ouro em uma área de 1.000ha, situada no local denominado Lourenço, no município de Calçoene, na faixa de fronteira do estado do Amapá; de acordo com a instrução dos rocessos n os / e / , a conclusão do epartamento acional de ocumento assinado digitalmente conforme n o - nfraestrutura de Chaves úblicas Brasileira - C-Brasil.

30 º 80, quinta-feira, 28 de abril de 2016 rodução ineral, por meio do fício nº 041//, de 18 de março de 2016, com instrução documental concluída em 28 de março de 2016, e a ota - A nº 044/2016-, expedida com ressalvas. o ar Assentimento révio ao ACAL CLZAÇÃ A AÁA - CA para proceder a doação, com encargo, à refeitura unicipal de Lindoeste/, CJ nº / , do Lote nº 128, da leba n o 04, do imóvel denominado onçalves ias, com área de 2,4074 ha, situado no município de Lindoeste, na faixa de fronteira do estado do araná, o qual é parte de um todo maior registrado em nome do CA, sob matrícula n , p. 101, do Livro 3-B, junto ao Cartório de egistro de móveis do 1º fício da Comarca de Cascavel/; de acordo com a instrução do rocesso CA nº / , o espacho//ca//nº 904/2013, de 30 de setembro de 2013, a ota nº 0162/2015/CA/-CA-//A, de 22 de dezembro de 2015, o fício//ca/ nº 26/2016, de 29 de fevereiro de 2016, o fício nº 18/2016-A, de 9 de março de 2016, e a ota - A nº 045/2016-, expedida com ressalva. o ar Assentimento révio à C.. ALHA -, CJ nº / , com sede na Avenida raia do Amapá, amal do odo, km 2, nº 2065, bairro raia do Amapá, no município de io Branco/AC, para arquivar, na Junta Comercial do estado do Acre, a Alteração Contratual, de 30 de setembro de 2014, que versa sobre o aumento do capital social da empresa de $ ,00 para $ ,00; a modificação do objeto social, bem como a Alteração Contratual, de 28 de março de 2016, que também trata da alteração no objeto social, e ainda para pesquisar água mineral, em uma área de 49,98ha, no município de io Branco, na faixa de fronteira do referido estado; de acordo com a instrução dos rocessos n os / e / , a conclusão do epartamento acional de rodução ineral, por meio do fício nº 17//-2016, de 10 de fevereiro de 2016, recebido em 15 de fevereiro de 2016, com instrução documental concluída em 1º de abril de 2016 e a ota - A nº 046/2016-, expedida com ressalvas. CCALZAÇÃ BA C o ar Assentimento révio à CAA XA- ÁA LAZAÇÃ ÁA A AAZÔA LAL - AL para proceder à regularização fundiária da área remanescente de 1.946,5701 ha da leba emanso, localizada nos municípios de Cruzeiro do ul e uajará, na faixa de fronteira dos estados do Acre e do Amazonas, respectivamente, de propriedade do nstituto acional de Colonização e eforma Agrária - CA, matriculada sob o nº 411, fl. 11, Livro nº 02-C, junto ao egistro eral de móveis do Cartório do Judicial e Anexos da Comarca de pixuna/a, com fundamento na Lei n o , de 25 de junho de 2009, e na ortaria A nº 52, de 25 de julho de 2012, condicionado ao registro do competente ato de Assentimento révio à margem da matrícula da gleba; de acordo com a conclusão do rocesso - 14/AC-A nº / ; o arecer nº 03/2015/- CA/A-04, de 5 de novembro de 2015; o arecer nº 315/2016/CJ-A/C/A, de 1º de abril de 2016; o fício nº 078/ AL/A, de 4 de abril de 2016; e a ota-a nº 047/2016-, expedida com ressalvas. o ar Assentimento révio à AÇÕ BAL LA., CJ nº / , com sede na raça outor Augusto onçalves, n o 146, 6º andar, sala 601-C, bairro Centro, no município de taúna/, para estabelecer-se na faixa de fronteira do estado de ato rosso do ul, bem como pesquisar minério de ferro, em uma área de 5,91ha, no município de Corumbá, no referido estado; de acordo com a instrução dos rocessos n os / e / , a conclusão do epartamento acional de rodução ineral, por meio do fício nº 30//, de 2 de março de 2016, e a ota - A nº 048/2016-, expedida com ressalvas. o ar Assentimento révio à CAVA - AÇÃ A LACA - C-, cooperativa em formação, com sede provisória na ua anoel. ereira, nº 1.461, Centro, no município de ontes e Lacerda, estado de ato rosso, representada pelo Conselho de Administração, composto por: Antônio José antos Barboza, C n o ; José oureira arcia, C n o ; arlene acedo de iranda, C n o ; ariosan odrigues de ouza, C n o ; João rancisco da Cruz, C n o ; e Cleuza erreira achado, C n o , para arquivar seus atos constitutivos na Junta Comercial do estado de ato rosso; de acordo com a instrução do rocesso s/nº, sob nº / , a conclusão do epartamento acional de rodução ineral, por meio do fício nº 052//, de 18 de março de 2016, recebido em 23 de março de 2016, e a ota - A nº 049/ o ar Assentimento révio à empresa BA AL LA. -, CJ nº / , para arquivar na Junta Comercial do estado do araná: a) a itava Alteração e Consolidação do Contrato ocial, de 6 de junho de 2012, que versa sobre: (i) a alteração do objeto social; e (ii) o aumento do capital social, que passa de $ ,00 para $ ,00; b) a ona Alteração e Consolidação do Contrato ocial, de 10 de junho de 2013, que versa sobre a alteração do objeto social; c) a écima Alteração e Consolidação do Contrato ocial, de 20 de dezembro de 2013, que versa sobre: (i) a modificação na participação do capital social, em virtude da cessão e transferência de quotas do sócio falecido iomar Antonio al oss, C n o , para os seus herdeiros, da seguinte forma: quotas para a viúva meeira Ayda aria Viganó al oss, C n o ; quotas para o sócio ingressante Vlademir José al oss, C n o ; quotas para o sócio ingressante Luiz Carlos al oss, C n o ; e quotas para a sócia ingressante arilúcia al oss amara, C n o ; e (ii) a delegação dos poderes de administração ao sócio Luiz Carlos al oss; e d) a écima rimeira Alteração e Consolidação do Contrato ocial, de 1 o de junho de 2015, que versa sobre: (i) a alteração do objeto social; e (ii) a redução do capital social, que passa de $ ,00 para $ ,41; de acordo com a instrução do rocesso nº / , a conclusão do epartamento acional de rodução ineral, por meio do fício nº 18//, de 10 de fevereiro de 2016, com instrução documental concluída em 13 de abril de 2016, e a ota - A nº 051/ o ar Assentimento révio a H LVA HK BAA, C nº , para pesquisar minério de cobre em 4 (quatro) áreas distintas de: 999,77ha, 996,20ha, 999,67ha e 960,89ha, totalizando 3.956,53ha, no município de orto urtinho, na faixa de fronteira do estado de ato rosso do ul; de acordo com a instrução dos rocessos n os / , / , / e / , a conclusão do epartamento acional de rodução ineral, por meio do fício nº 27//, de 24 de fevereiro de 2016, recebido em 2 de março de 2016, e a ota - A nº 052/2016-, expedida com ressalva. o ar Assentimento révio a WL WLA VA- LA, C nº , para pesquisar água mineral, em uma área de 49,94ha, no município de uaíra, na faixa de fronteira do estado do araná; de acordo com a instrução do rocesso nº / ; a conclusão do epartamento acional de rodução ineral, por meio do fício nº 55//, de 31 de março de 2016, recebido em 5 de abril de 2016, e a ota - A nº 053/2016-, expedida com ressalva. o ar Assentimento révio à empresa Á AABÁ LA., CJ n / , para arquivar, na Junta Comercial do estado de ato rosso do ul, a egunda Alteração e Consolidação do Contrato ocial, de 8 de novembro de 2011, que versa sobre a mudança de sede da empresa para ua ílo de Araújo eitosa, n o 52, esidencial pessatto, bairro Alto aracaju, no município de aracaju, na faixa de fronteira do referido estado; de acordo com a instrução do rocesso C nº / , a ota écnica nº 4.640/2016/-C, de 3 de março de 2016, a conclusão do fício nº 6.754/2016/-C, de 8 de março de 2016, e a ota - A n o 054/2016-, expedida com ressalvas. o ar Assentimento révio à CAA XA- ÁA LAZAÇÃ ÁA A AAZÔA LAL - AL, vinculada ao inistério do esenvolvimento Agrário - A, para doação à refeitura unicipal de Corumbiara, CJ nº / , de imóvel denominado istrito de Alto uarajus, com área de 16,3041ha, registrado em nome da nião, sob matrícula nº 797, Livro 02-, junto ao 1 fício de egistro de móveis e Anexos de Vilhena/, inserida no interior do perímetro da leba anta Cruz, no município de Corumbiara, na faixa de fronteira do estado de ondônia, para fins de regularização fundiária urbana, com fundamento na Lei n o , de 2009, no ecreto nº 7.341, de 2010, e na ortaria A nº 52, de 2012, condicionado ao registro do competente ato de Assentimento révio à margem da matrícula da gleba, em atendimento ao disposto no Art. 6º, 1º da referida ortaria e na Lei nº 6.634, de 1979; de acordo com a instrução do rocesso CA nº / , as nformações n os 148 e 074/A-1/A, de 1º de dezembro de 2015 e 13 de abril de 2016, respectivamente, o arecer nº 00203/2016/CJ- A/C/A, de 8 de março de 2016, o fício n o 091/ AL/A, de 15 de abril de 2016, e a ota - A nº 055/2016-, expedida com ressalvas. AC A AA A ste documento pode ser verificado no endereço eletrônico pelo código ocumento assinado digitalmente conforme n o - nfraestrutura de Chaves úblicas Brasileira - C-Brasil.

31 º 80, quinta-feira, 28 de abril de inistério da Agricultura, ecuária e Abastecimento CAHA ACAL ABAC BALAÇ XLA AA A A ACAL ste documento pode ser verificado no endereço eletrônico pelo código ocumento assinado digitalmente conforme n o - nfraestrutura de Chaves úblicas Brasileira - C-Brasil.

32 º 80, quinta-feira, 28 de abril de 2016 CCALZAÇÃ BA C ste documento pode ser verificado no endereço eletrônico pelo código ocumento assinado digitalmente conforme n o - nfraestrutura de Chaves úblicas Brasileira - C-Brasil.

33 º 80, quinta-feira, 28 de abril de XLA AA A A ACAL ste documento pode ser verificado no endereço eletrônico pelo código ocumento assinado digitalmente conforme n o - nfraestrutura de Chaves úblicas Brasileira - C-Brasil.

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40 º 80, quinta-feira, 28 de abril de 2016 CCALZAÇÃ BA C ste documento pode ser verificado no endereço eletrônico pelo código ocumento assinado digitalmente conforme n o - nfraestrutura de Chaves úblicas Brasileira - C-Brasil.

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