DECRETO Nº , DE 10 DE MARÇO DE 2016.
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- Bárbara Domingos Dias
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1 DECRETO Nº , DE 10 DE MARÇO DE Regulamenta a Lei nº , de 11 de fevereiro de 2016, que permite às instituições conveniadas com o Município ou mantidas pelo Estado e cadastradas como beneficiárias da tarifa social no Departamento Municipal de Água e Esgotos (DMAE), quitar ou parcelar, com redução, seus débitos decorrentes da prestação dos serviços de abastecimento de água e remoção de esgotos, serviços complementares e multas por infrações. O PREFEITO MUNICIPAL DE PORTO ALEGRE, no uso das atribuições que lhe confere o artigo 94, incisos II e IV, da Lei Orgânica do Município, D E C R E T A: Art. 1º Os débitos das instituições cadastradas como beneficiárias da tarifa social no Departamento Municipal de Água e Esgotos (DMAE), com fulcro no art. 37, inciso III, da Lei Complementar nº 170, de 31 de dezembro de 1987, e na Lei nº 8.444, de 30 de dezembro de 1999, e conveniadas com o Município ou mantidas pelo Estado, decorrentes da prestação dos serviços de abastecimento de água e remoção de esgotos, serviços complementares e multas por infrações, poderão ser quitados ou parcelados com reduções. 1º As reduções de que trata o caput deste artigo serão de 100% (cem por cento) da multa, dos juros de mora e da correção monetária, e de 90% (noventa por cento) do valor histórico para pagamento à vista; com redução regressiva e linear de 0,39 (zero vírgula trinta e nove por cento) por parcela, até 19,80% (dezenove vírgula oitenta por cento) para pagamento parcelado em 180 (cento e oitenta) prestações mensais, observando-se o anexo deste Decreto. 2º As reduções aplicam-se aos débitos inscritos ou não como dívida ativa, mesmo em fase de execução fiscal já ajuizada, ou que tenham sido objeto de parcelamento anterior, não quitado integralmente, ainda que cancelado por falta de pagamento, com vencimento original até 30 de setembro de 2015 e não pagos até 11 de fevereiro de Art. 2º As instituições que não estiverem cadastradas como beneficiárias da tarifa social no DMAE, terão o prazo de 45 (quarenta e cinco) dias para o protocolo do requerimento e a regularização do cadastro, para posterior adesão às reduções dispostas no 1º, do art. 1º, deste Decreto.
2 Art. 3º A quitação ou parcelamento de débitos objeto de cobrança judicial deverão ser precedidos da autorização da Procuradoria Municipal Especializada Autárquica do DMAE (PMEDMAE-PGM), sendo necessário para tanto que: I seja comprovado o pagamento das custas processuais e dos honorários advocatícios fixados em juízo; e II seja efetivada a garantia da execução, nos termos dos artigos 9º e 11, da Lei Federal nº 6.830, de 22 de setembro de Parágrafo único. Fica dispensada de garantia a concessão do parcelamento dos créditos cujo montante seja igual ou inferior ao valor correspondente a (mil e seiscentos) Preços Básicos (PBs) residenciais. Art. 4º A quitação ou parcelamento de débitos, objeto de ação judicial movida contra o DMAE, ficam condicionados à desistência da ação e a renúncia a qualquer alegação de direito sobre os créditos que pretenda parcelar ou pagar, sendo necessário para tanto que: 1º O demandante protocolize petição requerendo a extinção do processo com resolução de mérito ou renunciando o pedido, nos termos do Código de Processo Civil. 2º A petição de desistência da ação ou renúncia do pedido deverá ser avalizada pela Procuradoria Municipal Especializada Autárquica do DMAE (PMEDMAE-PGM) e protocolizada no juízo competente. 3º A concessão do parcelamento ou quitação dos débitos deverá ser precedida da autorização da Procuradoria Municipal Especializada Autárquica do DMAE (PMEDMAE- PGM), após a apresentação do documento comprobatório de que trata o 2º deste artigo. 4º Ficam dispensados os honorários advocatícios em razão da extinção da ação na forma deste artigo. Art. 5º O Diretor-Geral do DMAE é competente para decidir sobre os requerimentos de adesão à quitação ou parcelamento com reduções de que trata o art. 1º deste Decreto. delegada. Parágrafo único. A competência de que trata o caput deste artigo poderá ser Art. 6º Os débitos deverão ser confessados de forma irretratável e irrevogável pelo responsável legal da instituição, por meio da assinatura de Termo de Confissão de Dívida e Requerimento de Parcelamento. 1º O signatário do Termo de Confissão de Dívida e Requerimento de Parcelamento deverá comprovar o poder de representação da instituição. 2
3 2º O Termo de Confissão de Dívida e Requerimento de Parcelamento poderá ser assinado por mandatário, mediante instrumento procuratório próprio, com poderes específicos para confessar o débito e requerer o parcelamento, que deverá ser anexado ao Termo. Art. 7º O débito objeto do Termo de Confissão de Dívida e Requerimento de Parcelamento, acrescido de todos os encargos legais previstos na Lei Complementar nº 170, de 31 de dezembro de 1987, será consolidado na data de adesão e, sobre esse, aplicadas as reduções de acordo com o número de parcelas que forem indicadas pelo devedor nos limites estabelecidos por este Decreto. 1º O débito poderá ser parcelado para pagamento em até 180 (cento e oitenta) parcelas mensais e sucessivas, não inferiores ao valor equivalente a 10 (dez) PBs da respectiva categoria de consumo, vigente na data de assinatura do Termo de Confissão de Dívida e Requerimento de Parcelamento. 2º O débito parcelado ficará sujeito à correção monetária anual, pela variação positiva do Índice Geral de Preços no Mercado (IGP-M), a partir da data de consolidação do débito. 3º O índice de correção monetária para atualização do débito será o do mês imediatamente anterior, quando não for conhecido o índice do mês em curso, e tal periodicidade será considerada para aplicação do reajuste anual do parcelamento. 4º A aplicação do reajuste será a partir da 13ª (décima terceira) parcela mensal e, assim, sucessivamente a cada 12 (doze) parcelas. 5º A falta de pagamento da prestação, na data de seu vencimento, acarretará a incidência de multa de 2% (dois por cento) e de juros de mora de 1% (um por cento) ao mês, sobre o seu valor atualizado mensalmente pelo IGP-M até o efetivo pagamento. Art. 8º A primeira parcela deverá ser paga no ato de assinatura do Termo de Confissão de Dívida e Requerimento de Parcelamento, e as demais parcelas até a data de vencimento da conta-consumo do respectivo mês. parcela. 1º O parcelamento será considerado efetivado pelo pagamento da primeira 2º O não pagamento da primeira parcela na data indicada implicará o cancelamento do parcelamento, mantendo-se, do seu Termo, somente os efeitos da confissão irretratável da dívida a que se refere. Art. 9º O parcelamento será revogado pela falta de pagamento de 3 (três) parcelas, consecutivas ou não. 3
4 1º Ocorrendo revogação do parcelamento serão restabelecidos os débitos originais não pagos, com a incidência dos ônus previstos no art. 50 da Lei Complementar nº 170, de 1987, a contar da data de vencimento original da obrigação, e o DMAE dará prosseguimento à cobrança administrativa ou judicial dos valores ainda devidos. 2º Os benefícios concedidos pela Lei nº , de 2016, relativamente às parcelas pagas, ficam mantidos após a revogação do parcelamento em relação ao valor pago. O valor remanescente será restabelecido na forma do 1º deste artigo. Art. 10. Este Decreto entra em vigor em 16 de março de 2016 e tem a vigência de 120 (cento e vinte dias). PREFEITURA MUNICIPAL DE PORTO ALEGRE, 10 de março de José Fortunati, Prefeito. Registre-se e publique-se. Urbano Schmitt, Secretário Municipal de Gestão. 4
5 ANEXO PERCENTUAL DE REDUÇÃO DO VALOR HISTÓRICO À vista 90% 61 66, , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , ,6 5
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