EXEMPLAR DE ASSINANTE DA IMPRENSA NACIONAL

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1 Ano CL o - 94 Brasília -, sexta-feira, 17 de maio de 2013 umário. ÁA Atos do oder Legislativo... 1 Atos do enado ederal... 3 Atos do oder xecutivo... 3 residência da epública inistério da Agricultura, ecuária e Abastecimento inistério da Ciência, ecnologia e novação inistério da Cultura inistério da efesa inistério da ducação inistério da azenda inistério da ntegração acional inistério da Justiça inistério da esca e Aquicultura inistério da revidência ocial inistério da aúde inistério das Comunicações inistério de inas e nergia inistério do esenvolvimento Agrário inistério do esenvolvimento, ndústria e Comércio xterior. 187 inistério do lanejamento, rçamento e estão inistério do rabalho e mprego Conselho acional do inistério úblico inistério úblico da nião ribunal de Contas da nião oder Judiciário ntidades de iscalização do xercício das rofissões Liberais Atos do oder Legislativo L o , 16 A 2013 Acrescenta 2 (dois) cargos em comissão no Quadro de essoal da ecretaria do ribunal de Contas da nião para provimento em abinete de Auditor do ribunal de Contas da nião e dá outras providências. XLA AA A A AC A A A ÚBLCA aço saber que o Congresso acional decreta e eu sanciono a seguinte Lei: Art. 1 o icam acrescidos ao Quadro de essoal da ecretaria do ribunal de Contas da nião 1 (um) cargo em comissão de ficial de abinete e 1 (um) cargo em comissão de Assistente para provimento no abinete do Auditor, cujo cargo foi criado pela Lei n o , de 3 de dezembro de 2008, observado o disposto no inciso V do art. 110 da Lei n o 8.443, de 16 de julho de 1992, com a redação dada pela Lei n o 9.165, de 19 de dezembro de ste documento pode ser verificado no endereço eletrônico pelo código Art. 2 o A criação dos 2 (dois) cargos comissionados previstos nesta Lei fica condicionada à sua expressa autorização em Anexo próprio da lei orçamentária anual, com a dotação suficiente para o seu efetivo provimento, nos termos do 1 o do art. 169 da Constituição ederal. Art. 3 o s titulares do cargo de Auditor de que trata o 4 o do art. 73 da Constituição ederal, os quais, nos termos do texto constitucional, substituem os inistros e exercem as demais atribuições da judicatura, presidindo processos e relatando-os com proposta de decisão, segundo o que dispõe o parágrafo único do art. 78 da Lei n o 8.443, de 16 de julho de 1992, também serão denominados inistros-ubstitutos. Art. 4 o sta Lei entra em vigor na data de sua publicação. Brasília, 16 de maio de 2013; 192 o da ndependência e 125 o da epública. LA iriam Belchior L o , 16 A 2013 Acrescenta o art. 391-A à Consolidação das Leis do rabalho - CL, aprovada pelo ecreto-lei n o 5.452, de 1 o de maio de 1943, para dispor sobre a estabilidade provisória da gestante, prevista na alínea b do inciso do art. 10 do Ato das isposições Constitucionais ransitórias. A A A ÚBLCA aço saber que o Congresso acional decreta e eu sanciono a seguinte Lei: Art. 1 o A Consolidação das Leis do rabalho - CL, aprovada pelo ecreto-lei n o 5.452, de 1 o de maio de 1943, passa a vigorar acrescida do seguinte art. 391-A: "Art. 391-A. A confirmação do estado de gravidez advindo no curso do contrato de trabalho, ainda que durante o prazo do aviso prévio trabalhado ou indenizado, garante à empregada gestante a estabilidade provisória prevista na alínea b do inciso do art. 10 do Ato das isposições Constitucionais ransitórias." Art. 2 o sta Lei entra em vigor na data de sua publicação. Brasília, 16 de maio de 2013; 192 o da ndependência e 125 o da epública. LA José duardo Cardozo anoel ias aria do osário unes uilherme Afif omingos L o , 16 A 2013 ispõe sobre o conflito de interesses no exercício de cargo ou emprego do oder xecutivo federal e impedimentos posteriores ao exercício do cargo ou emprego; e revoga dispositivos da Lei n o 9.986, de 18 de julho de 2000, e das edidas rovisórias n os , de 31 de agosto de 2001, e , de 4 de setembro de A A A ÚBLCA aço saber que o Congresso acional decreta e eu sanciono a seguinte Lei: CAÍL ÇÕ A Art. 1 o As situações que configuram conflito de interesses envolvendo ocupantes de cargo ou emprego no âmbito do oder xecutivo federal, os requisitos e restrições a ocupantes de cargo ou emprego que tenham acesso a informações privilegiadas, os impedimentos posteriores ao exercício do cargo ou emprego e as competências para fiscalização, avaliação e prevenção de conflitos de interesses regulam-se pelo disposto nesta Lei. Art. 2 o ubmetem-se ao regime desta Lei os ocupantes dos seguintes cargos e empregos: - de ministro de stado; - de natureza especial ou equivalentes; - de presidente, vice-presidente e diretor, ou equivalentes, de autarquias, fundações públicas, empresas públicas ou sociedades de economia mista; e V - do rupo-ireção e Assessoramento uperiores - A, níveis 6 e 5 ou equivalentes. arágrafo único. Além dos agentes públicos mencionados nos incisos a V, sujeitam-se ao disposto nesta Lei os ocupantes de cargos ou empregos cujo exercício proporcione acesso a informação privilegiada capaz de trazer vantagem econômica ou financeira para o agente público ou para terceiro, conforme definido em regulamento. Art. 3 o ara os fins desta Lei, considera-se: - conflito de interesses: a situação gerada pelo confronto entre interesses públicos e privados, que possa comprometer o interesse coletivo ou influenciar, de maneira imprópria, o desempenho da função pública; e - informação privilegiada: a que diz respeito a assuntos sigilosos ou aquela relevante ao processo de decisão no âmbito do oder xecutivo federal que tenha repercussão econômica ou financeira e que não seja de amplo conhecimento público. Art. 4 o ocupante de cargo ou emprego no oder xecutivo federal deve agir de modo a prevenir ou a impedir possível conflito de interesses e a resguardar informação privilegiada. 1 o o caso de dúvida sobre como prevenir ou impedir situações que configurem conflito de interesses, o agente público deverá consultar a Comissão de Ética ública, criada no âmbito do oder xecutivo federal, ou a Controladoria-eral da nião, conforme o disposto no parágrafo único do art. 8 o desta Lei. 2 o A ocorrência de conflito de interesses independe da existência de lesão ao patrimônio público, bem como do recebimento de qualquer vantagem ou ganho pelo agente público ou por terceiro. CAÍL A AÇÕ Q CA CL XCÍC CA Art. 5 o Configura conflito de interesses no exercício de cargo ou emprego no âmbito do oder xecutivo federal: - divulgar ou fazer uso de informação privilegiada, em proveito próprio ou de terceiro, obtida em razão das atividades exercidas; - exercer atividade que implique a prestação de serviços ou a manutenção de relação de negócio com pessoa física ou jurídica que tenha interesse em decisão do agente público ou de colegiado do qual este participe; - exercer, direta ou indiretamente, atividade que em razão da sua natureza seja incompatível com as atribuições do cargo ou emprego, considerando-se como tal, inclusive, a atividade desenvolvida em áreas ou matérias correlatas; ocumento assinado digitalmente conforme n o -

2 º 94, sexta-feira, 17 de maio de 2013 V - atuar, ainda que informalmente, como procurador, consultor, assessor ou intermediário de interesses privados nos órgãos ou entidades da administração pública direta ou indireta de qualquer dos oderes da nião, dos stados, do istrito ederal e dos unicípios; V - praticar ato em benefício de interesse de pessoa jurídica de que participe o agente público, seu cônjuge, companheiro ou parentes, consanguíneos ou afins, em linha reta ou colateral, até o terceiro grau, e que possa ser por ele beneficiada ou influir em seus atos de gestão; V - receber presente de quem tenha interesse em decisão do agente público ou de colegiado do qual este participe fora dos limites e condições estabelecidos em regulamento; e V - prestar serviços, ainda que eventuais, a empresa cuja atividade seja controlada, fiscalizada ou regulada pelo ente ao qual o agente público está vinculado. arágrafo único. As situações que configuram conflito de interesses estabelecidas neste artigo aplicam-se aos ocupantes dos cargos ou empregos mencionados no art. 2 o ainda que em gozo de licença ou em período de afastamento. CCALZAÇÃ BA C CAÍL A AÇÕ Q CA CL AÓ XCÍC CA Art. 6 o Configura conflito de interesses após o exercício de cargo ou emprego no âmbito do oder xecutivo federal: - a qualquer tempo, divulgar ou fazer uso de informação privilegiada obtida em razão das atividades exercidas; e - no período de 6 (seis) meses, contado da data da dispensa, exoneração, destituição, demissão ou aposentadoria, salvo quando expressamente autorizado, conforme o caso, pela Comissão de Ética ública ou pela Controladoria-eral da nião: a) prestar, direta ou indiretamente, qualquer tipo de serviço a pessoa física ou jurídica com quem tenha estabelecido relacionamento relevante em razão do exercício do cargo ou emprego; b) aceitar cargo de administrador ou conselheiro ou estabelecer vínculo profissional com pessoa física ou jurídica que desempenhe atividade relacionada à área de competência do cargo ou emprego ocupado; ste documento pode ser verificado no endereço eletrônico pelo código c) celebrar com órgãos ou entidades do oder xecutivo federal contratos de serviço, consultoria, assessoramento ou atividades similares, vinculados, ainda que indiretamente, ao órgão ou entidade em que tenha ocupado o cargo ou emprego; ou d) intervir, direta ou indiretamente, em favor de interesse privado perante órgão ou entidade em que haja ocupado cargo ou emprego ou com o qual tenha estabelecido relacionamento relevante em razão do exercício do cargo ou emprego. Art. 7 o ( V A ). CAÍL V A CALZAÇÃ A AVALAÇÃ CL Art. 8 o em prejuízo de suas competências institucionais, compete à Comissão de Ética ública, instituída no âmbito do oder xecutivo federal, e à Controladoria-eral da nião, conforme o caso: - estabelecer normas, procedimentos e mecanismos que objetivem prevenir ou impedir eventual conflito de interesses; - avaliar e fiscalizar a ocorrência de situações que configuram conflito de interesses e determinar medidas para a prevenção ou eliminação do conflito; - orientar e dirimir dúvidas e controvérsias acerca da interpretação das normas que regulam o conflito de interesses, inclusive as estabelecidas nesta Lei; V - manifestar-se sobre a existência ou não de conflito de interesses nas consultas a elas submetidas; V - autorizar o ocupante de cargo ou emprego no âmbito do oder xecutivo federal a exercer atividade privada, quando verificada a inexistência de conflito de interesses ou sua irrelevância; V - dispensar a quem haja ocupado cargo ou emprego no âmbito do oder xecutivo federal de cumprir o período de impedimento a que se refere o inciso do art. 6 o, quando verificada a inexistência de conflito de interesses ou sua irrelevância; V - dispor, em conjunto com o inistério do lanejamento, rçamento e estão, sobre a comunicação pelos ocupantes de cargo ou emprego no âmbito do oder xecutivo federal de alterações patrimoniais relevantes, exercício de atividade privada ou recebimento de propostas de trabalho, contrato ou negócio no setor privado; e V - fiscalizar a divulgação da agenda de compromissos públicos, conforme prevista no art. 11. arágrafo único. A Comissão de Ética ública atuará nos casos que envolvam os agentes públicos mencionados nos incisos a V do art. 2 o e a Controladoria-eral da nião, nos casos que envolvam os demais agentes, observado o disposto em regulamento. Art. 9 o s agentes públicos mencionados no art. 2 o desta Lei, inclusive aqueles que se encontram em gozo de licença ou em período de afastamento, deverão: - enviar à Comissão de Ética ública ou à Controladoria- eral da nião, conforme o caso, anualmente, declaração com informações sobre situação patrimonial, participações societárias, atividades econômicas ou profissionais e indicação sobre a existência de cônjuge, companheiro ou parente, por consanguinidade ou afinidade, em linha reta ou colateral, até o terceiro grau, no exercício de atividades que possam suscitar conflito de interesses; e - comunicar por escrito à Comissão de Ética ública ou à unidade de recursos humanos do órgão ou entidade respectivo, conforme o caso, o exercício de atividade privada ou o recebimento de propostas de trabalho que pretende aceitar, contrato ou negócio no setor privado, ainda que não vedadas pelas normas vigentes, estendendo-se esta obrigação ao período a que se refere o inciso do art. 6 o. arágrafo único. As unidades de recursos humanos, ao receber a comunicação de exercício de atividade privada ou de recebimento de propostas de trabalho, contrato ou negócio no setor privado, deverão informar ao servidor e à Controladoria-eral da nião as situações que suscitem potencial conflito de interesses entre a atividade pública e a atividade privada do agente. CAÍL V ÇÕ A Art. 10. As disposições contidas nos arts. 4 o e 5 o e no inciso do art. 6 o estendem-se a todos os agentes públicos no âmbito do oder xecutivo federal. Art. 11. s agentes públicos mencionados nos incisos a V do art. 2 o deverão, ainda, divulgar, diariamente, por meio da rede mundial de computadores - internet, sua agenda de compromissos públicos. Art. 12. agente público que praticar os atos previstos nos arts. 5 o e 6 o desta Lei incorre em improbidade administrativa, na forma do art. 11 da Lei n o 8.429, de 2 de junho de 1992, quando não caracterizada qualquer das condutas descritas nos arts. 9 o e 10 daquela Lei. arágrafo único. em prejuízo do disposto no caput e da aplicação das demais sanções cabíveis, fica o agente público que se encontrar em situação de conflito de interesses sujeito à aplicação da penalidade disciplinar de demissão, prevista no inciso do art. 127 e no art. 132 da Lei n o 8.112, de 11 de dezembro de 1990, ou medida equivalente. Art. 13. disposto nesta Lei não afasta a aplicabilidade da Lei n o 8.112, de 11 de dezembro de 1990, especialmente no que se refere à apuração das responsabilidades e possível aplicação de sanção em razão de prática de ato que configure conflito de interesses ou ato de improbidade nela previstos. Art. 14. (VA). Art. 15. (VA). Brasília, 16 de maio de 2013; 192 o da ndependência e 125 o da epública. LA iriam Belchior L o , 16 A 2013 Altera a Lei n o , de 24 de novembro de 2009, quanto à autorização para concessão de subvenção econômica em operações de financiamento destinadas a aquisição e produção de bens de capital e a inovação tecnológica e em projetos de infraestrutura logística direcionados a obras de rodovias e ferrovias objeto de concessão pelo overno federal; altera a Lei n o , de 22 de outubro de 2007, quanto à concessão de subvenção econômica em operações destinadas a financiamentos a diferentes setores da economia; altera a Lei n o , de 25 de maio de 2011, quanto à concessão de subvenção econômica em financiamentos destinados a beneficiários localizados em unicípios atingidos por desastres naturais; altera as Leis n os , de 15 de setembro de 2011, 9.718, de 27 de novembro de 1998, e , de 20 de julho de 2007; prorroga os prazos previstos nas Leis n os , de 11 de junho de 2010, e , de 27 de maio de A A A ÚBLCA aço saber que o Congresso acional decreta e eu sanciono a seguinte Lei: Art. 1 o A Lei n o , de 24 de novembro de 2009, passa a vigorar com as seguintes alterações: "Art. 1 o... - ao Banco acional de esenvolvimento conômico e ocial - B, destinadas: a) à aquisição, produção e arrendamento mercantil de bens de capital, incluídos componentes e serviços tecnológicos relacionados, e o capital de giro associado; à produção de bens de consumo para exportação; ao setor de energia elétrica; a estruturas para exportação de granéis líquidos; a projetos de engenharia; à inovação tecnológica; a projetos de investimento destinados à constituição de capacidade tecnológica e produtiva em setores de alta intensidade de conhecimento e engenharia; e, ainda, a projetos e equipamentos de reciclagem e tratamento ambientalmente adequados de resíduos; e b) a projetos de infraestrutura logística direcionados a obras de rodovias e ferrovias objeto de concessão pelo overno federal;... 1 o valor total dos financiamentos subvencionados pela nião é limitado ao montante de até $ ,00 (trezentos e doze bilhões de reais) A definição das garantias a serem prestadas nos financiamentos a que se refere o inciso do caput ficará a critério do B, e os encargos dos fundos garantidores de que trata o art. 7 o da Lei n o , de 11 de novembro de 2009, poderão ser incluídos no valor do financiamento nas operações contratadas a partir de 1 o de janeiro de (VA): - (VA); - tenham os mesmos beneficiários e condições estabelecidos pelo Conselho onetário acional para as linhas de crédito do B passíveis de subvenção. 12. (VA)." () ocumento assinado digitalmente conforme n o -

3 º 94, sexta-feira, 17 de maio de Art. 2 o art. 2 o da Lei n o , de 22 de outubro de 2007, passa a vigorar com a seguinte alteração: "Art. 2 o o A definição das garantias a serem prestadas nos financiamentos concedidos com recursos do B ficará a seu critério, e os encargos dos fundos garantidores de que trata o art. 7 o da Lei n o , de 11 de novembro de 2009, poderão ser incluídos no valor do financiamento nas operações contratadas a partir de 1 o de janeiro de 2010." () Art. 3 o art. 4 o da Lei n o , de 25 de maio de 2011, passa a vigorar com a seguinte alteração: "Art. 4 o o A definição das garantias a serem prestadas nos financiamentos a que se refere o caput ficará a critério do B-, e os encargos dos fundos garantidores de que trata o art. 7 o da Lei n o , de 11 de novembro de 2009, poderão ser incluídos no valor do financiamento nas operações contratadas a partir de 1 o de janeiro de 2010." () Art. 4 o ( V A ). Art. 5 o ( V A ). Art. 6 o ( V A ). Art. 7 o caput do art. 13 e o inciso do art. 14 da Lei n o 9.718, de 27 de novembro de 1998, passam a vigorar com a seguinte redação: "Art. 13. A pessoa jurídica cuja receita bruta total no anocalendário anterior tenha sido igual ou inferior a $ ,00 (setenta e oito milhões de reais) ou a $ ,00 (seis milhões e quinhentos mil reais) multiplicado pelo número de meses de atividade do ano-calendário anterior, quando inferior a 12 (doze) meses, poderá optar pelo regime de tributação com base no lucro presumido...." () "Art cuja receita total no ano-calendário anterior seja superior ao limite de $ ,00 (setenta e oito milhões de reais) ou proporcional ao número de meses do período, quando inferior a 12 (doze) meses;..." () Art. 8 o ( V A ). Art. 9 o sta Lei entra em vigor na data de sua publicação, excetuado o disposto no art. 7 o. arágrafo único. disposto no caput do art. 13 e no inciso do art. 14 da Lei n o 9.718, de 27 de novembro de 1998, na redação dada pelo art. 7 o desta Lei, passa a vigorar a partir de 1 o de janeiro do ano seguinte ao da publicação desta Lei. Art. 10. ica revogado o art. 1 o da edida rovisória n o 606, de 18 de fevereiro de Brasília, 16 de maio de 2013; 192 o da ndependência e 125 o da epública. LA uido antega Aloizio ercadante anoel ias ernando amata imentel dison Lobão iriam Belchior. XLA AA A A AC Atos do enado ederal aço saber que o enado ederal aprovou, e eu, enan Calheiros, residente, nos termos do art. 48, inciso XXV, do egimento nterno, promulgo a seguinte LÇÃ o - 17, 2013 nstitui o rupo arlamentar Brasil-inamarca e dá outras providências. enado ederal resolve: Art. 1º É instituído, como serviço de cooperação interparlamentar, o rupo arlamentar Brasil-inamarca, com a finalidade de incentivar e desenvolver as relações bilaterais entre seus oderes Legislativos. Art. 2º rupo arlamentar será integrado por membros do Congresso acional que a ele livremente aderirem. ste documento pode ser verificado no endereço eletrônico pelo código Art. 3º rupo arlamentar reger-se-á pelo seu regulamento interno ou, na falta deste, pela decisão da maioria absoluta de seus membros fundadores, respeitadas as disposições legais e regimentais em vigor. Art. 4º sta esolução entra em vigor na data de sua publicação. enado ederal, em 16 de maio de enador A CALH residente do enado ederal aço saber que o enado ederal aprovou, e eu, enan Calheiros, residente, nos termos do art. 48, inciso XXV, do egimento nterno, promulgo a seguinte LÇÃ o - 18, 2013 nstitui o rupo arlamentar Brasil-érvia e dá outras providências. enado ederal resolve: Art. 1º É instituído, como serviço de cooperação interparlamentar, o rupo arlamentar Brasil-érvia, com a finalidade de incentivar e desenvolver as relações bilaterais entre seus oderes Legislativos. Art. 2º rupo arlamentar será integrado por membros do Congresso acional que a ele livremente aderirem. Art. 3º rupo arlamentar reger-se-á pelo seu regulamento interno ou, na falta deste, pela decisão da maioria absoluta de seus membros fundadores, respeitadas as disposições legais e regimentais em vigor. Art. 4º sta esolução entra em vigor na data de sua publicação.. enado ederal, em 16 de maio de enador A CALH residente do enado ederal Atos do oder xecutivo C o , 16 A 2013 Altera o ecreto nº 6.759, de 5 de fevereiro de 2009, que regulamenta a administração das atividades aduaneiras, e a fiscalização, o controle e a tributação das operações de comércio exterior. A A A ÚBLCA, no uso da atribuição que lhe confere o art. 84, caput, inciso V, da Constituição, CA: Art. 1º s arts. 8º, 63, 71, 72, 73, 89, 90, 110, 185, 238, 251, 252, 282, 283, 290, 313, 328, 345, 358, 362, 363, 364, 373, 374, 383, 390, 393, 394, 395, 396, 405, 411, 458, 459, 461-A, 468, 512, 553, 562, 564, 566, 568, 570, 571, 574, 589, 590, 644, 645, 649, 658, 660, 661, 662, 663, 664, 665, 683, 689, 696, 702, 703, 710, 728, 734, 735, 741, 803, 806, 808, 809 e 816 do ecreto nº 6.759, de 5 de fevereiro de 2009, passam a vigorar com as seguintes alterações: "Art. 8º... arágrafo único. disposto no caput não se aplica: - à importação e à exportação de mercadorias conduzidas por linhas de transmissão ou por dutos, ligados ao exterior, observadas as regras de controle estabelecidas pela ecretaria da eceita ederal do Brasil; e - a outros casos estabelecidos em ato normativo da ecretaria da eceita ederal do Brasil." () "Art º volume que, ao ser descarregado, apresentar-se quebrado, com diferença de peso, com indícios de violação ou de qualquer modo avariado, deverá ser objeto de conserto e pesagem, fazendo-se, ato contínuo, a devida anotação no registro de d e s c a rg a, pelo depositário. 2º A autoridade aduaneira poderá determinar a aplicação de cautelas fiscais e o isolamento dos volumes em local próprio do recinto alfandegado, inclusive nos casos de extravio ou avaria." () "Art V - mercadoria estrangeira destruída, sob controle aduaneiro, sem ônus para a azenda acional, antes de desembaraçada (ecreto-lei nº 37, de 1966, art. 1º, 4º, inciso, com a redação dada pela Lei nº , de 2010, art. 40); e... 2º-A. A autoridade aduaneira poderá indeferir a solicitação da destruição a que se refere o inciso V do caput, com base em legislação específica...." () "Art º ara efeito de ocorrência do fato gerador, considera-se entrada no território aduaneiro a mercadoria que conste como importada e cujo extravio tenha sido verificado pela autoridade aduaneira (ecreto-lei nº 37, de 1966, art. 1º, 2º com a redação dada pelo ecreto-lei nº 2.472, de 1988, art. 1º).... 4º disposto no 3º não se aplica à hipótese de diferença percentual superior a um por cento." () "Art. 73. ara efeito de cálculo do imposto, considera-se ocorrido o fato gerador (ecreto-lei nº 37, de 1966, art. 23, caput e parágrafo único, este com a redação dada pela Lei nº , de 2010, art. 40): c) mercadoria constante de manifesto ou de outras declarações de efeito equivalente, cujo extravio tenha sido verificado pela autoridade aduaneira; ou..." () "Art. 89. o caso de avaria, o valor aduaneiro da mercadoria será reduzido proporcionalmente ao prejuízo, para efeito de cálculo do imposto, a pedido do interessado (ecreto-lei nº 37, de 1966, art. 25, caput, com a redação dada pela Lei nº , de 2010, art. 40)." () "Art arágrafo único às remessas postais internacionais e encomendas aéreas internacionais, quando aplicado o regime de tributação simplificada de que tratam os arts. 99 e 100 (ecreto-lei nº 1.804, de 3 de setembro de 1980, art. 1º, 2º); - aos bens conceituados como bagagem de viajante procedente do exterior, ou adquiridos em lojas francas de chegada, quando aplicado o regime de tributação especial de que tratam os arts. 101 e 102 (ecreto-lei nº 2.120, de 14 de maio de 1984, art. 2º); e - às mercadorias procedentes da epública do araguai, importadas por via terrestre, quando aplicado o regime de tributação unificada de que trata o art. 102-A (Lei nº , de 8 de janeiro de 2009, art. 10)." () "Art verificação de extravio ou de avaria (ecreto-lei nº 37, de 1966, art. 28, caput, inciso );..." () "Art º Quando se tratar de evento esportivo oficial promovido por órgão da administração pública direta ou com a participação do Comitê límpico Brasileiro - CB ou do Comitê araolímpico Brasileiro - CB, a relação a que se refere o caput será homologada pela entidade promotora do evento e encaminhada à autoridade aduaneira...." () "Art º ara efeito do disposto no caput, considera-se ocorrido o desembaraço aduaneiro da mercadoria que constar como importada e cujo extravio tenha sido verificado pela autoridade aduaneira, inclusive na hipótese de mercadoria sob regime suspensivo de tributação (Lei nº 4.502, de 1964, art. 2º, 3º com a redação dada pela Lei nº , de 2003, art. 80; e ecreto-lei nº 37, de 1966, arts. 1º, 4º, inciso, e 25, caput, ambos com a redação dada pela Lei nº , de 2010, art. 40)...." () ocumento assinado digitalmente conforme n o -

4 º 94, sexta-feira, 17 de maio de 2013 "Art º ara efeito de ocorrência do fato gerador, consideram-se entrados no território aduaneiro os bens que constem como tendo sido importados e cujo extravio tenha sido verificado pela autoridade aduaneira (Lei nº , de 2004, art. 3º, 1º)...." () "Art no dia do lançamento do correspondente crédito tributário, quando se tratar de bens constantes de manifesto ou de outras declarações de efeito equivalente, cujo extravio tenha sido verificado pela autoridade aduaneira; e..." () "Art º Conforme condições e prazo definidos em ato do oder xecutivo, desde que destinados às atividades de que tratam os incisos e do caput do art. 283, poderá também ser reduzida a zero a alíquota do imposto de importação incidente sobre máquinas, aparelhos, instrumentos, equipamentos, ferramentas computacionais (s o f t w a re ), para incorporação ao seu ativo imobilizado, e insumos, importados por pessoa jurídica beneficiária do A (Lei nº , de 2007, art. 3º, 5º com a redação dada pela Lei nº , de 11 de junho de 2010, art. 20)." () CCALZAÇÃ BA C "Art º disposto no inciso do caput alcança os dispositivos eletrônicos semicondutores, montados e encapsulados diretamente sob placa de circuito impresso - chip on board, classificada no código da abela de ncidência do mposto sobre rodutos ndustrializados, aprovada pelo ecreto n o 7.660, de 23 de dezembro de 2011 (Lei nº , de 2007, art. 2º, 5º, com a redação dada pela Lei nº , de 17 de setembro de 2012)." () "Art benefício de que trata o art. 286 poderá ser usufruído nas importações realizadas no período de cinco anos, contados da data da habilitação da pessoa jurídica titular do projeto de infraestrutura (Lei nº , de 2007, art. 5º, caput, com a redação dada pela Lei nº , de 2010, art. 21)." () "Art arágrafo único. A ecretaria da eceita ederal do Brasil poderá estender a aplicação das disposições do caput a outros regimes aduaneiros especiais e aplicados em áreas especiais." () "Art A aplicação do regime ficará condicionada à liberação por outros órgãos da administração pública, quando se tratar de mercadoria relacionada em ato normativo que disponha especificamente sobre requisitos para concessão de trânsito aduaneiro...." () "Art Quando a constatação de extravio ou avaria ocorrer no local de origem, a autoridade aduaneira poderá, não havendo inconveniente, permitir o trânsito aduaneiro da mercadoria avariada ou da partida com extravio, após a determinação da quantidade extraviada, observado o disposto no art º Caso o extravio ou avaria ocorram no percurso do trânsito, a autoridade aduaneira poderá, após comunicada na forma do parágrafo único do art. 340, autorizar o prosseguimento do trânsito até o local de destino, adotadas as cautelas fiscais cabíveis. 2º m qualquer caso, poderá ser autorizado o início ou prosseguimento do trânsito, dispensado o lançamento a que se refere o art. 660, na hipótese de o beneficiário do regime assumir espontaneamente o pagamento dos créditos decorrentes do extravio." () "Art importação sem cobertura cambial; e - adequação dos bens à finalidade para a qual foram importados." () "Art º ara a prorrogação a que se refere o 2º, será exigida a comprovação de que o beneficiário exerça, no exterior, atividade que lhe proporcione meios de subsistência." () "Art A aplicação do regime de admissão temporária ficará condicionada à (ecreto-lei nº 37, de 1966, art. 75, 1º): - utilização dos bens dentro do prazo fixado e exclusivamente nos fins previstos; - constituição das obrigações fiscais em termo de responsabilidade; e ste documento pode ser verificado no endereço eletrônico pelo código identificação dos bens. arágrafo único. A ecretaria da eceita ederal do Brasil disporá sobre a forma de identificação referida no inciso do caput." () "Art erá exigida garantia das obrigações fiscais constituídas no termo de responsabilidade, na forma do art arágrafo único. A ecretaria da eceita ederal do Brasil disporá sobre os casos em que poderá ser dispensada a garantia a que se refere o caput (ecreto-lei nº 37, de 1966, art. 75, 4º, com a redação dada pela Lei nº , de 2010, art. 40)." () "Art º ara os efeitos do disposto nesta eção, considera-se utilização econômica o emprego dos bens na prestação de serviços a terceiros ou na produção de outros bens destinados a venda...." () "Art regime será concedido pelo prazo previsto no contrato de arrendamento operacional, de aluguel ou de empréstimo, celebrado entre o importador e a pessoa estrangeira, prorrogável na medida da extensão do prazo estabelecido no contrato, observado o disposto no art arágrafo único. prazo máximo de vigência do regime de que trata o art. 373 será de cem meses." () "Art regime de drawback é considerado incentivo à exportação, e pode ser aplicado nas seguintes modalidades: - suspensão - permite a suspensão do pagamento do mposto de mportação, do mposto sobre rodutos ndustrializados, da Contribuição para o /A, da C, da Contribuição para o /A-mportação e da C-mportação, na importação, de forma combinada ou não com a aquisição no mercado interno, de mercadoria para emprego ou consumo na industrialização de produto a ser exportado (Lei nº , de 4 de junho de 2009, art. 12, caput); - isenção - permite a isenção do mposto de mportação e a redução a zero do mposto sobre rodutos ndustrializados, da Contribuição para o /A, da C, da Contribuição para o /A-mportação e da C-mportação, na importação, de forma combinada ou não com a aquisição no mercado interno, de mercadoria equivalente à empregada ou consumida na industrialização de produto exportado (Lei nº , de 2010, art. 31, caput); e - restituição - permite a restituição, total ou parcial, dos tributos pagos na importação de mercadoria exportada após beneficiamento, ou utilizada na fabricação, complementação ou acondicionamento de outra exportada (ecreto-lei nº 37, de 1966, art. 78, caput, inciso ). 1º ara os efeitos do disposto no inciso do caput, considera-se como equivalente a mercadoria nacional ou estrangeira da mesma espécie, qualidade e quantidade, daquela anteriormente adquirida no mercado interno ou importada sem fruição dos benefícios referidos no caput (Lei nº , de 2010, art. 31, 4º). 2º s tratamentos referidos nos incisos e do caput não alcançam as hipóteses previstas nos incisos V a X do caput do art. 3º da Lei nº , de 2002, nos incisos a X do caput do art. 3º da Lei nº , de 29 de dezembro de 2003, e nos incisos a V do caput do art. 15 da Lei nº , de 2004 (Lei nº , de 2009, art. 12, 1º, inciso ; e Lei nº , de 2010, art. 31, 2º). 3º Apenas a pessoa jurídica habilitada pela ecretaria de Comércio xterior poderá efetuar operações com os tratamentos indicados nos incisos e do caput (Lei nº , de 2009, art. 12, 2º, com a redação dada pela Lei nº , de 13 de outubro de 2009, art. 17). 4º A ecretaria da eceita ederal do Brasil e a ecretaria de Comércio xterior disciplinarão em ato conjunto o disposto nos incisos e do caput (Lei nº , de 2009, art. 12, 3º; e Lei nº , de 2010, art. 33)." () "Art a) devolução ao exterior;..." () "Art A concessão do regime, na modalidade de isenção, é de competência da ecretaria de Comércio xterior, devendo o interessado comprovar o atendimento dos requisitos e condições para utilização do regime." () "Art especificação e classificação fiscal na omenclatura Comum do ercosul das mercadorias a serem importadas ou adquiridas no mercado interno, com as quantidades e os valores respectivos, estabelecidos com base na mercadoria exportada; e - valor unitário da mercadoria importada ou adquirida no mercado interno, empregada ou consumida na industrialização de produto exportado, ou nas outras atividades permitidas ao amparo do regime...." () "Art º o caso de ato endereçado a determinada empresa, esta se obriga a comunicar à ecretaria de Comércio xterior as alterações no rendimento do processo de produção e no preço da mercadoria importada ou adquirida no mercado interno, que signifiquem modificações de mais de cinco por cento na quantidade e valor de cada material importado por unidade de produto exportado...." () "Art A ecretaria da eceita ederal do Brasil e a ecretaria de Comércio xterior estabelecerão, no âmbito de suas competências, atos normativos para a implementação do disposto nesta eção." () "Art º a hipótese do inciso do caput, o alfandegamento do recinto será declarado por período que alcance não mais que os trinta dias anteriores e os trinta dias posteriores aos fixados para início e término do evento, prazos estes que poderão, excepcionalmente, ser acrescidos de até sessenta dias, nos casos de congresso, mostra ou evento semelhante, mediante justificativa...." () "Art º a modalidade de regime comum, permite-se a armazenagem de mercadorias em recinto de uso público, com suspensão do pagamento dos impostos federais (ecreto-lei nº 1.455, de 1976, art. 10, caput, inciso, com a redação dada pela edida rovisória nº , de 2001, art. 69)...." () "Art º regime também se aplica às atividades de pesquisa e lavra de que trata a Lei nº , de 2010, e às atividades de exploração, avaliação, desenvolvimento e produção de que trata a Lei nº , de 2010 (Lei nº , de 2010, art. 6º; e Lei nº , de 2010, art. 61). 7º regime de admissão temporária poderá ser aplicado aos bens referidos no 1º ainda que o local de destino não esteja definido, desde que: - permaneçam sem uso até seu efetivo emprego nas atividades de pesquisa e de lavra das jazidas de petróleo e de gás natural; e - sejam importados pelas pessoas jurídicas a que se referem os incisos, -A e -B do 1º do art. 461-A." () "Art no caso dos seus incisos e, os bens deverão ser produzidos no aís e adquiridos por pessoa sediada no exterior, contra pagamento em moeda nacional ou estrangeira de livre conversibilidade, mediante cláusula de entrega, sob controle aduaneiro, no território aduaneiro; e..." () "Art. 461-A.... 1º... - detentora de concessão ou autorização, nos termos da Lei n o 9.478, de 6 de agosto de 1997, para exercer, no aís, as atividades de que trata o art. 458; -A - detentora de cessão, nos termos da Lei nº , de 2010; -B - contratada sob o regime de partilha de produção, nos termos da Lei nº , de 2010; e - contratada pela pessoa jurídica referida nos incisos, - A ou -B, em afretamento por tempo ou para a prestação de serviços destinados à execução das atividades objeto da concessão ou autorização, ou por suas subcontratadas. ocumento assinado digitalmente conforme n o -

5 º 94, sexta-feira, 17 de maio de º A habilitação será outorgada pelo prazo de duração do contrato de concessão, autorização, cessão, partilha de produção ou relacionado à prestação de serviços, conforme o caso, prorrogável na mesma medida do contrato...." () "Art º A exportação dos produtos admitidos no regime será efetuada em moeda nacional ou estrangeira de livre conversibilidade...." () "Art º s bens do setor de informática, industrializados na Zona ranca de anaus, quando internados em outras regiões do aís, estarão sujeitos ao pagamento do imposto de importação relativo a matérias-primas, produtos intermediários, materiais secundários e de embalagem, componentes e outros insumos, de origem estrangeira e nele empregados, conforme coeficiente de redução estabelecido no 1º, observadas as disposições do art. 2º da Lei nº 8.387, de 1991 (Lei nº 8.387, de 1991, art. 2º, com a redação dada pela Lei nº , de 11 de janeiro de 2001, art. 3º, pela Lei nº , de 22 de abril de 2003, art. 2º, pela Lei nº , de 30 de dezembro de 2004, art. 2º, pela Lei nº , de 2005, art. 128, e pela Lei nº , de 2010, art. 16)...." () "Art A declaração de importação será obrigatoriamente instruída com (ecreto-lei nº 37, de 1966, art. 46, caput, com a redação dada pelo ecreto-lei nº 2.472, de 1988, art. 2º):... - a via original da fatura comercial, assinada pelo exportador; e - o comprovante de pagamento dos tributos, se exigível. arágrafo único. oderão ser exigidos outros documentos instrutivos da declaração aduaneira em decorrência de acordos internacionais ou por força de lei, de regulamento ou de outro ato normativo." () "Art quantidade de vias em que deverá ser emitida e sua destinação; V - formas alternativas de assinatura; e V - dispensa de elementos descritos no art. 557, ou inclusão de outros elementos a serem indicados." () "Art arágrafo único. A fim de determinar o tipo e a amplitude do controle a ser efetuado na conferência aduaneira, serão adotados canais de seleção (orma elativa ao espacho Aduaneiro de ercadorias, Artigos 64 e 65, aprovada pela ecisão do Conselho do ercado Comum - CC nº 50, aprovada no âmbito do ercosul, de 2004, e internalizada pelo ecreto nº 6.870, de 2009)." () "Art A verificação da mercadoria, no curso da conferência aduaneira ou em outra ocasião, será realizada por Auditor-iscal da eceita ederal do Brasil, ou sob a sua supervisão, por Analista-ributário, na presença do viajante, do importador ou de seus representantes (ecreto-lei nº 37, de 1966, art. 50, caput, com a redação dada pela Lei nº , de 2010, art. 40)...." () XLA AA A A AC "Art a verificação da mercadoria, poderão ser adotados critérios de seleção e amostragem, conforme o estabelecido em ato normativo da ecretaria da eceita ederal do Brasil (ecreto-lei nº 37, de 1966, art. 50, caput, com a redação dada pela Lei nº , de 2010, art. 40)." () "Art º-A. Quando for constatado extravio ou avaria, a autoridade aduaneira poderá, não havendo inconveniente, permitir o prosseguimento do despacho da mercadoria avariada ou da partida com extravio, observado o disposto nos arts. 89 e º a hipótese de a exigência referir-se a crédito tributário ou a direito antidumping ou compensatório, o importador poderá efetuar o pagamento correspondente, independente de processo...." () "Art º ão será desembaraçada a mercadoria: ste documento pode ser verificado no endereço eletrônico pelo código cuja exigência de crédito tributário no curso da conferência aduaneira esteja pendente de atendimento, salvo nas hipóteses autorizadas pelo inistro de stado da azenda, mediante a prestação de garantia (ecreto-lei nº 37, de 1966, art. 51, 1º, com a redação dada pelo ecreto-lei nº 2.472, de 1988, art. 2º; e ecreto-lei nº 1.455, de 1976, art. 39); e - enquanto não apresentados os documentos referidos nos incisos a do caput do art " () "Art ão serão desembaraçadas mercadorias que sejam consideradas, pelos órgãos competentes, nocivas à saúde, ao meio ambiente ou à segurança pública, ou que descumpram controles sanitários, fitossanitários ou zoossanitários, ainda que em decorrência de avaria, devendo tais mercadorias ser obrigatoriamente devolvidas ao exterior ou, caso a legislação permita, destruídas, sob controle aduaneiro, às expensas do obrigado. 1º descumprimento da obrigação de que trata o caput será punido com a sanção administrativa de suspensão que trata a alínea "f" do inciso do caput do art º A obrigação de devolver ou destruir, nos termos deste artigo, aplica-se também a mercadorias para as quais não tenha havido registro de declaração de importação. 3º A obrigação a que se refere o caput é do: - importador; - transportador, se não identificado o importador; ou - depositário, se o transportador ou o importador não cumprir a obrigação no prazo de trinta dias da determinação efetuada pela autoridade aduaneira. 4º s procedimentos referidos neste artigo não prejudicam a aplicação do disposto no art. 636-A." () "Art arágrafo único. A fim de determinar o tipo e a amplitude do controle a ser efetuado na conferência aduaneira, serão adotados canais de seleção (orma elativa ao espacho Aduaneiro de ercadorias, Artigos 64 e 65, aprovada pela ecisão CC nº 50, de 2004, e internalizada pelo ecreto nº 6.870, de 2009)." () "Art A verificação da mercadoria, no curso da conferência aduaneira ou em outra ocasião, será realizada por Auditor-iscal da eceita ederal do Brasil, ou sob a sua supervisão, por Analista-ributário, na presença do viajante, do exportador ou de seus representantes (ecreto-lei nº 37, de 1966, art. 50, caput, com a redação dada pela Lei nº , de 2010, art. 40)...." () "Art da descarga, quando importados por órgãos da administração pública direta, de qualquer nível, ou suas autarquias, missões diplomáticas, repartições consulares ou representações de organismos internacionais, ou por seus funcionários, peritos, técnicos e consultores, estrangeiros; ou..." () "Art as hipóteses do art. 644, enquanto não consumada a destinação, a mercadoria poderá ser despachada ou desembaraçada, desde que indenizada previamente a azenda acional pelas despesas realizadas...." () "Art ara os fins deste ecreto, considera-se (ecreto- Lei nº 37, de 1966, art. 60, caput, com a redação dada pela Lei nº , de 2010, art. 40):... - extravio - toda e qualquer falta de mercadoria, ressalvados os casos de erro inequívoco ou comprovado de expedição; e..." () "Art A conferência final do manifesto de carga destinase a constatar extravio ou acréscimo de volume ou de mercadoria entrada no território aduaneiro, mediante confronto do manifesto com os registros, informatizados ou não, de descarga ou armazenamento (ecreto-lei nº 37, de 1966, art. 39, 1º)." () "Art s créditos relativos aos tributos e direitos correspondentes às mercadorias extraviadas na importação, inclusive multas, serão exigidos do responsável por meio de lançamento de ofício, formalizado em auto de infração, observado o disposto no ecreto nº , de 1972 (ecreto-lei nº 37, de 1966, art. 60, 1º, com a redação dada pela Lei nº , de 2010, art. 40). 1º ara os efeitos do disposto no caput, considera-se responsável (ecreto-lei nº 37, de 1966, art. 60, 2º, com a redação dada pela Lei nº , de 2010, art. 40): - o transportador, quando constatado o extravio até a conclusão da descarga da mercadoria no local ou recinto alfandegado, observado o disposto no art. 661; ou - o depositário, quando o extravio for constatado em mercadoria sob sua custódia, em momento posterior ao referido no inciso. 2º ica dispensado o lançamento de ofício de que trata o caput na hipótese de o importador ou de o responsável assumir espontaneamente o pagamento dos créditos (ecreto-lei nº 37, de 1966, art. 60, 3º, com a redação dada pela Lei nº , de 2010, art. 40)." () "Art ara efeitos fiscais, é responsável o transportador quando (ecreto-lei nº 37, de 1966, art. 41): - constatado que houve, após o embarque, substituição de mercadoria; - houver extravio de mercadoria em volume descarregado com indícios de violação; ou - o volume for descarregado com peso ou dimensão inferior ao constante no conhecimento de carga, no manifesto ou em documento de efeito equivalente." () "Art ara efeitos fiscais, o depositário responde por extravio de mercadoria sob sua custódia...." () "Art ara efeitos fiscais, as entidades da administração pública indireta e as empresas concessionárias ou permissionárias de serviço público, quando depositárias ou transportadoras, respondem por extravio de mercadoria sob sua custódia." () "Art A responsabilidade a que se refere o art. 660 pode ser excluída nas hipóteses de caso fortuito ou força maior. arágrafo único. ara os fins de que trata o caput, os protestos formados a bordo de navio ou de aeronave somente produzirão efeito se ratificados pela autoridade judiciária competente." () "Art º o cálculo de que trata este artigo, não será considerada isenção ou redução de imposto que beneficie a mercadoria extraviada." () "Art º A denúncia espontânea exclui a aplicação de multas de natureza tributária ou administrativa, com exceção das aplicáveis na hipótese de mercadoria sujeita a pena de perdimento (ecreto- Lei nº 37, de 1966, art. 102, 2º, com a redação dada pela Lei nº , de 2010, art. 40)...." () "Art º As infrações previstas no caput serão punidas com multa equivalente ao valor aduaneiro da mercadoria, na importação, ou ao preço constante da respectiva nota fiscal ou documento equivalente, na exportação, quando a mercadoria não for localizada, ou tiver sido consumida ou revendida, observados o rito e as competências estabelecidos no ecreto n o , de 1972 (ecreto-lei nº 1.455, de 1976, art. 23, 3º, com a redação dada pela Lei nº , de 2010, art. 41).... 3º-A. disposto no inciso V do caput inclui os casos de falsidade material ou ideológica. 3º-B. ara os efeitos do inciso V do caput, são necessários ao desembaraço aduaneiro, na importação, os documentos relacionados nos incisos a do caput do art " () "Art Aplica-se a pena de perdimento da mercadoria saída da Zona ranca de anaus sem autorização da autoridade aduaneira, quando necessária, por configurar crime de contrabando (ecreto-lei nº 288, de 1967, art. 39; e ecreto-lei nº 1.455, de 1976, art. 26)." () "Art c) pelo extravio de mercadoria;..." () "Art ocumento assinado digitalmente conforme n o -

6 º 94, sexta-feira, 17 de maio de º-A Verificando-se que a conduta praticada enseja a aplicação tanto de multa referida neste artigo quanto da pena de perdimento da mercadoria, aplica-se somente a pena de perdimento...." () "Art º-A A multa referida no caput não se aplica no curso do despacho aduaneiro, até o desembaraço da mercadoria...." () "Art de $ ,00 (dez mil reais): a) por desacato à autoridade aduaneira; ou b) por dia, pelo descumprimento de requisito estabelecido no art. 13-A ou pelo seu cumprimento fora do prazo fixado com base no art. 13-C; CCALZAÇÃ BA C V d) por dia, pelo descumprimento de requisito, condição ou norma operacional para habilitar-se ou utilizar regime aduaneiro especial ou aplicado em áreas especiais, ou para habilitar-se ou manter recintos nos quais tais regimes sejam aplicados, exceto os requisitos técnicos e operacionais referidos no art. 13-A; e) por dia, pelo descumprimento de requisito, condição ou norma operacional para executar atividades de movimentação e armazenagem de mercadorias sob controle aduaneiro, e serviços conexos, exceto os requisitos técnicos e operacionais referidos no art. 13-A; e... 2º recolhimento das multas previstas na alínea "b" do inciso do caput e nas alíneas "d", "e" e "f" do inciso V do caput não garante o direito a regular operação do regime ou do recinto, nem a execução da atividade, do serviço ou do procedimento concedidos a título precário (ecreto-lei nº 37, de 1966, art. 107, 1º, com a redação dada pela Lei nº , de 2003, art. 77; e Lei nº , de 2010, art. 38, parágrafo único).... 4º as hipóteses em que a conduta tipificada neste artigo ensejar também a imposição de sanção administrativa referida no art. 735 ou 735-C, a lavratura do auto de infração para exigência da multa será efetuada após a conclusão do processo relativo à aplicação da sanção administrativa, salvo para prevenir a decadência.... 7º ão prestada a informação de que trata o 5º nos prazos fixados no 6º, aplica-se a multa pela não localização, prevista neste artigo, e a multa constante da alínea "c" do inciso do caput do art º As multas previstas neste artigo não prejudicam a exigência dos tributos incidentes, a aplicação de outras penalidades cabíveis e a representação fiscal para fins penais, quando for o caso (ecreto-lei nº 37, de 1966, art. 107, 2ºcom a redação dada pela Lei nº , de 2003, art. 77; e Lei nº , de 2010, art. 38, parágrafo único)." () "Art multas referidas no 1º do art. 689, no inciso do caput do art. 717, e nos arts. 698, 703, 703-A, 704, 709, 710, 711, 712, 714, 715, 724, 728 e 731 (Lei nº , de 2003, art. 81; e Lei nº , de 2009, art. 16);..." () "Art i1) descumprimento de requisito, condição ou norma operacional para executar atividades de movimentação e armazenagem de mercadorias sob controle aduaneiro, e serviços conexos; i2) descumprimento de condição estabelecida para utilização de procedimento aduaneiro simplificado; e) realização, por despachante aduaneiro ou ajudante, em nome próprio ou de terceiro, de exportação ou importação de quaisquer mercadorias, exceto para uso próprio, ou exercício, por estes, de comércio interno de mercadorias estrangeiras; ste documento pode ser verificado no endereço eletrônico pelo código f) descumprimento, pelo importador, depositário ou transportador, da determinação efetuada pela autoridade aduaneira para destruir mercadoria ou devolvê-la ao exterior, nas hipóteses de que trata o art. 574; ou g) prática de qualquer outra conduta sancionada com suspensão de registro, licença, autorização, credenciamento ou habilitação, nos termos de legislação específica; ou d) prática de ato que embarace, dificulte ou impeça a ação da fiscalização aduaneira, inclusive a prestação dolosa de informação falsa ou o uso doloso de documento falso nas atividades relacionadas com o despacho aduaneiro;... 5º ara os fins do disposto na alínea "a" do inciso do caput, será considerado reincidente o infrator sancionado com advertência que, no período de cinco anos da data da aplicação definitiva da sanção, cometer nova infração pela mesma conduta já penalizada com advertência (Lei nº , de 2003, art. 76, 5º). 5º-A. A penalidade referida na alínea "f" do inciso do caput será aplicada pelo prazo de doze meses, cessando sua aplicação com a comprovação do embarque para o exterior ou da destruição, em conformidade com a determinação da autoridade aduaneira. 5º-B. urante o período de suspensão de que trata o 5º- A, a devolução da mercadoria ao exterior será realizada mediante habilitação restrita à operação.... 8º as hipóteses em que conduta tipificada nas alíneas "d", "e" ou "f" do inciso V do art. 728 ensejar também a imposição de sanção referida no caput, após a aplicação definitiva da sanção administrativa: - de advertência, se ainda não houver sido sanada a irregularidade: a) o infrator será notificado a saná-la, iniciando-se com sua ciência da notificação a contagem diária da multa a que se refere o art. 728; b) será lavrado novo auto de infração para aplicação da sanção administrativa de suspensão (Lei nº , de 2003, art. 76, caput, inciso, alínea "a"); e c) serão aplicadas restrições à operação no recinto, regime ou procedimento simplificado, de acordo com a gravidade da infração (ecreto-lei nº 37, de 1966, art. 107, 1º com a redação dada pela Lei nº , de 2003, art. 77); - de suspensão, se ainda não houver sido sanada a irregularidade, após o cumprimento da penalidade de suspensão: a) será lavrado auto de infração para aplicação da multa a que se refere o art. 728, de $ 1.000,00 (um mil reais) por dia, contando-se o período desde o primeiro dia útil subsequente à data da ciência da notificação a que se refere a alínea "a" do inciso até a data da lavratura do auto de infração; b) será lavrado auto de infração para aplicação da sanção administrativa correspondente (Lei nº , de 2003, art. 76, caput, inciso, alínea "a", e inciso, alínea "a"); e c) serão aplicadas, na hipótese de nova suspensão, restrições à operação no recinto, regime ou procedimento simplificado, de acordo com a gravidade da infração (ecreto-lei nº 37, de 1966, art. 107, 1º, com a redação dada pela Lei nº , de 2003, art. 77); ou... () "Art A representação fiscal para fins penais relativa aos crimes contra a ordem tributária será encaminhada ao inistério úblico após ter sido proferida a decisão final administrativa, no processo fiscal (Lei nº 9.430, de 1996, art. 83, caput com a redação dada pela Lei nº , de 2010, art. 43). arágrafo único. a hipótese de concessão de parcelamento do crédito tributário, a representação fiscal para fins penais somente será encaminhada ao inistério úblico após a exclusão da pessoa física ou jurídica do parcelamento (Lei nº 9.430, de 1996, art. 83, 1º, com a redação dada pela Lei nº , de 2011, art. 6º)." () "Art A destinação das mercadorias, se abandonadas, entregues à azenda acional ou objeto de pena de perdimento, será feita por (ecreto-lei nº 1.455, de 1976, art. 29, caput, com a redação dada pela Lei nº , de 2010, art. 41): - alienação, mediante: a) licitação; ou b) doação a entidades sem fins lucrativos; - incorporação ao patrimônio de órgão da Administração ública; - destruição; ou V - inutilização. 1º As mercadorias de que trata o caput poderão ser destinadas (ecreto-lei nº 1.455, de 1976, art. 29, 1º, com a redação dada pela Lei nº , de 2010, art. 41): - após decisão administrativa definitiva, ainda que relativas a processos de apreciação judicial, inclusive as que estiverem à disposição da Justiça como corpo de delito, produto ou objeto de crime, salvo determinação expressa em contrário, em cada caso, emanada de autoridade judiciária; ou - imediatamente após a formalização do procedimento administrativo-fiscal pertinente, antes mesmo do término do prazo definido no 1º do art. 774, quando se tratar de: a) semoventes, perecíveis, inflamáveis e explosivos ou outras mercadorias que exijam condições especiais de armazenamento; b) mercadorias deterioradas, danificadas, estragadas, com data de validade vencida, que não atendam exigências sanitárias ou agropecuárias, ou que estejam em desacordo com regulamentos ou normas técnicas, e que devam ser destruídas; ou c) cigarros e outros derivados do tabaco, apreendidos por infração fiscal sujeita a pena de perdimento, que devem ser destruídos (ecreto-lei nº 1.593, de 1977, art. 14, caput, com a redação dada pela Lei nº 9.822, de 23 de agosto de 1999, art. 1º). 2º produto da alienação de que trata a alínea "a" do inciso do caput terá a seguinte destinação (ecreto-lei nº 1.455, de 1976, art. 29, 5º, com a redação dada pela Lei nº , de 2010, art. 41): - sessenta por cento ao undo special de esenvolvimento e Aperfeiçoamento das Atividades de iscalização, instituído pelo ecreto-lei nº 1.437, de 17 de dezembro de 1975; e - quarenta por cento à seguridade social. 3º erão expedidos novos certificados de registro e licenciamento de veículos em favor de adquirente em licitação ou beneficiário da destinação de que trata este artigo, mediante a apresentação de cópia da decisão que aplica a pena de perdimento em favor da nião, ficando os veículos livres de multas, gravames, encargos, débitos fiscais e outras restrições financeiras e administrativas anteriores a tal decisão, não se aplicando ao caso o disposto nos arts. 124, 128 e 134 da Lei nº 9.503, de 23 de setembro de Código de rânsito Brasileiro (ecreto- Lei nº 1.455, de 1976, art. 29, 6º, com a redação dada pela Lei nº , de 2010, art. 41). 4º As multas, gravames, encargos e débitos fiscais a que se refere o 3º serão de responsabilidade do proprietário do veículo à época da prática da infração punida com o perdimento (ecreto-lei nº 1.455, de 1976, art. 29, 7º, com a redação dada pela Lei nº , de 2010, art. 41). 5º Cabe ao destinatário da alienação ou incorporação a responsabilidade pelo adequado consumo, utilização, industrialização ou comercialização das mercadorias, na forma da legislação pertinente, inclusive no que se refere ao cumprimento das normas de saúde pública, meio ambiente, segurança pública ou outras, cabendo-lhe observar eventuais exigências relativas a análises, inspeções, autorizações, certificações e outras previstas em normas ou regulamentos (ecreto-lei nº 1.455, de 1976, art. 29, 8º, com a redação dada pela Lei nº , de 2010, art. 41). 6º Aplica-se o disposto neste artigo a outras mercadorias que, por força da legislação vigente, possam ser destinadas, ainda que relativas a processos de apreciação judicial (ecreto-lei nº 1.455, de 1976, art. 29, 9º, com a redação dada pela Lei nº , de 2010, art. 41). 7º Compete ao inistro de stado da azenda estabelecer os critérios e as condições para cumprimento do disposto neste artigo e dispor sobre outras formas de destinação de mercadorias (ecreto-lei nº 1.455, de 1976, art. 29, 10, com a redação dada pela Lei nº , de 2010, art. 41). 8º ão haverá incidência de tributos federais sobre o valor da alienação, mediante licitação, das mercadorias de que trata este artigo (ecreto-lei nº 1.455, de 1976, art. 29, 12, com a redação dada pela Lei nº , de 2010, art. 41)." () "Art Compete ao inistro de stado da azenda autorizar a destinação de mercadorias (ecreto-lei nº 1.455, de 1976, art. 28, com a redação dada pela Lei nº , de 2010, art. 41): ocumento assinado digitalmente conforme n o -

7 º 94, sexta-feira, 17 de maio de abandonadas; - entregues à azenda acional; ou - objeto de pena de perdimento. arágrafo único. Compete à ecretaria da eceita ederal do Brasil: - a administração e destinação das mercadorias de que trata o caput (ecreto-lei nº 1.455, de 1976, art. 29, 11, com a redação dada pela Lei nº , de 2010, art. 41); e - a regulamentação da forma de destruição de cigarros e outros derivados do tabaco, apreendidos por infração fiscal sujeita a pena de perdimento, observada a legislação ambiental (ecreto-lei nº 1.593, de 1977, art. 14, 2º, com a redação dada pela Lei nº 9.822, de 1999, art. 1º)." () "Art º omente mediante cláusula expressa específica do mandato poderá o mandatário subscrever termo de responsabilidade em garantia do cumprimento de obrigação tributária, ou pedidos de restituição de indébito ou de compensação...." () "Art A - o mandatário de pessoa física residente no aís, nos casos de remessa postal internacional, ou bens de viajante; e..." () "Art As empresas de desenvolvimento ou produção de bens e serviços de informática e automação, que investirem em atividades de pesquisa e desenvolvimento em tecnologia da informação, farão jus, observada a legislação específica, aos benefícios fiscais de isenção e de redução do imposto sobre produtos industrializados (Lei nº 8.191, de 11 de junho de 1991, art. 1º; e Lei nº 8.248, de 23 de outubro de 1991, arts. 4º e 11, com a redação dada pela Lei nº , de 2001, arts. 1º e 2º; pela Lei nº , de 2003, art. 1º, pela Lei nº , de 2004, art. 1º, e pela Lei nº , de 2010, art. 15)...." () Art. 2º ecreto nº 6.759, de 2009, passa a vigorar acrescido dos arts. 13-A, 13-B, 13-C, 13-, 373-A, 386-A, 386-B, 393-A, 393-B, 402-A, 735-C, 803-A, 816-A, 816-B, 816-C e 816-: "Art. 13-A. Compete à ecretaria da eceita ederal do Brasil definir os requisitos técnicos e operacionais para o alfandegamento dos locais e recintos onde ocorram, sob controle aduaneiro, movimentação, armazenagem e despacho aduaneiro de mercadorias procedentes do exterior, ou a ele destinadas, inclusive sob regime aduaneiro especial, bagagem de viajantes procedentes do exterior, ou a ele destinados, e remessas postais internacionais (Lei nº , de 20 de dezembro de 2010, art. 34, caput). 1º a definição dos requisitos técnicos e operacionais de que trata o caput, a ecretaria da eceita ederal do Brasil deverá estabelecer (Lei nº , de 2010, art. 34, 1º): - segregação e proteção física da área do local ou recinto, inclusive entre as áreas de armazenagem de mercadorias ou bens para exportação, para importação ou para regime aduaneiro especial; - disponibilização de edifícios e instalações, aparelhos de informática, mobiliário e materiais para o exercício de suas atividades e, quando necessário, de outros órgãos ou agências da administração pública federal; XLA AA A A AC - disponibilização e manutenção de balanças e outros instrumentos necessários à fiscalização e ao controle aduaneiros; V - disponibilização e manutenção de instrumentos e aparelhos de inspeção não invasiva de cargas e veículos, como os aparelhos de raios X ou gama; V - disponibilização de edifícios e instalações, equipamentos, instrumentos e aparelhos especiais para a verificação de mercadorias frigorificadas, apresentadas em tanques ou recipientes que não devam ser abertos durante o transporte, produtos químicos, tóxicos e outras mercadorias que exijam cuidados especiais para seu transporte, manipulação ou armazenagem; e V - disponibilização de sistemas, com acesso remoto pela fiscalização aduaneira, para: a) vigilância eletrônica do recinto; e b) registro e controle: 1. de acesso de pessoas e veículos; e 2. das operações realizadas com mercadorias, inclusive seus estoques. ste documento pode ser verificado no endereço eletrônico pelo código º A utilização dos sistemas referidos no inciso V do 1º deverá ser supervisionada por Auditor-iscal da eceita ederal do Brasil e acompanhada por ele por ocasião da realização da conferência aduaneira (Lei nº , de 2010, art. 34, 2º). 3º A ecretaria da eceita ederal do Brasil poderá dispensar a implementação de requisito previsto no 1º, considerando as características específicas do local ou recinto (Lei nº , de 2010, art. 34, 3º)." () "Art. 13-B. A pessoa jurídica responsável pela administração do local ou recinto alfandegado, referido no art. 13-A, fica obrigada a observar os requisitos técnicos e operacionais definidos pela ecretaria da eceita ederal do Brasil (Lei nº , de 2010, art. 35)." () "Art. 13-C. disposto nos arts. 13-A e 13-B aplica-se também aos responsáveis que já exerciam a administração de locais e recintos alfandegados em 21 de dezembro de 2010 (Lei nº , de 2010, art. 36, caput)." () "Art A ecretaria da eceita ederal do Brasil, no âmbito de sua competência, disciplinará a aplicação do disposto nos arts. 13-A, 13-B, 13-C e 735-C (Lei nº , de 2010, art. 39)." () "Art. 373-A. tratamento administrativo aplicável na admissão de bens no regime de que trata o art. 373 será o mesmo exigido para uma operação de importação definitiva, salvo nos casos estabelecidos em ato normativo da ecretaria de Comércio xterior." () "Art. 386-A. tratamento referido no inciso do caput do art. 383 aplica-se também à importação, de forma combinada ou não com a aquisição no mercado interno: - de mercadorias para emprego em reparo, criação, cultivo ou atividade extrativista de produto a ser exportado (Lei nº , de 2009, art. 12, 1º, inciso ); e - por empresas denominadas fabricantes-intermediários, para industrialização de produto intermediário a ser diretamente fornecido a empresas industriais-exportadoras, para emprego ou consumo na industrialização de produto final destinado à exportação (Lei nº , de 2009, art. 12, 1º, inciso, com a redação dada pela Lei nº , de 13 de outubro de 2009, art. 17)." () "Art. 386-B. regime de drawback, na modalidade de suspensão, poderá ainda ser concedido à importação de matériasprimas, produtos intermediários e componentes destinados à fabricação, no aís, de máquinas e equipamentos a serem fornecidos no mercado interno, em decorrência de licitação internacional, contra pagamento em moeda conversível proveniente de financiamento concedido por instituição financeira internacional da qual o Brasil participe, ou por entidade governamental estrangeira ou, ainda, pelo Banco acional de esenvolvimento conômico e ocial com recursos captados no exterior (Lei nº 8.032, de 1990, art. 5º, com a redação dada pela Lei nº , de 12 de fevereiro de 2001, art. 5º). 1º ara fins de aplicação do disposto no caput, considerase licitação internacional aquela promovida tanto por pessoas jurídicas de direito público como por pessoas jurídicas de direito privado do setor público e do setor privado (Lei nº , de 2008, art. 3º, caput). 2º a licitação internacional de que trata o 1º, as pessoas jurídicas de direito público e as de direito privado do setor público deverão observar as normas e procedimentos previstos na legislação específica, e as pessoas jurídicas de direito privado do setor privado deverão observar as normas e procedimentos das entidades financiadoras (Lei nº , de 2008, art. 3º, 1º). 3 o a ausência de normas e procedimentos específicos das entidades financiadoras, referidas no 2º, as pessoas jurídicas de direito privado do setor privado observarão o disposto no ecreto nº 6.702, de 2008." () "Art. 393-A. beneficiário do drawback, na modalidade de isenção, poderá optar pela importação ou pela aquisição no mercado interno da mercadoria equivalente, de forma combinada ou não, considerada a quantidade total adquirida ou importada com pagamento de tributos (Lei nº , de 2010, art. 31, 3º)." () "Art. 393-B. drawback, na modalidade de isenção, aplicase também à importação, de forma combinada ou não com a aquisição no mercado interno, de mercadoria equivalente (Lei nº , de 2010, art. 31, 1º): - à empregada em reparo, criação, cultivo ou atividade extrativista de produto já exportado; e - para industrialização de produto intermediário fornecido diretamente a empresa industrial-exportadora e empregado ou consumido na industrialização de produto final já exportado." () "Art. 402-A. ara efeitos de adimplemento do compromisso de exportação no regime de drawback, na modalidade de suspensão, as mercadorias importadas ou adquiridas no mercado interno com suspensão do pagamento dos tributos incidentes podem ser substituídas por outras mercadorias equivalentes, conforme definição constante do 1º do art. 383, importadas ou adquiridas sem suspensão do pagamento dos tributos incidentes (Lei nº , de 2008, art. 17, caput, com a redação dada pela Lei nº , de 2010, art. 32). 1º disposto no caput aplica-se também ao regime de drawback na modalidade de isenção (Lei nº , de 2008, art. 17, 1º, com a redação dada pela Lei nº , de 2010, art. 32). 2º A aplicação do disposto neste artigo fica condicionada à edição de ato normativo específico conjunto da ecretaria da eceita ederal do Brasil e da ecretaria de Comércio xterior (Lei nº , de 2008, art. 17, 2º, com a redação dada pela Lei nº , de 2010, art. 32)." () "Art. 735-C. A pessoa jurídica de que tratam os arts. 13-B e 13-C, responsável pela administração de local ou recinto alfandegado, fica sujeita, observados a forma, o rito e as competências estabelecidos nos arts. 735, 782 e 783, à aplicação da sanção de (Lei nº , de 2010, art. 37, caput): - advertência, na hipótese de descumprimento de requisito técnico ou operacional para o alfandegamento, definido com fundamento no art. 13-A; e - suspensão das atividades de movimentação, armazenagem e despacho aduaneiro de mercadorias sob controle aduaneiro, referidas no caput do art. 13-A, na hipótese de reincidência em conduta já punida com advertência, até a constatação pela autoridade aduaneira do cumprimento do requisito ou da obrigação estabelecida. 1º ara os fins do disposto no inciso do caput, será considerado reincidente o infrator que, no período de trezentos e sessenta e cinco dias, contados da data da aplicação da sanção, cometer nova infração pela mesma conduta já penalizada com advertência (Lei nº , de 2010, art. 37, parágrafo único). 2º as hipóteses em que conduta tipificada na alínea "b" do inciso do caput do art. 728 ensejar também a imposição de sanção referida no caput, após a aplicação definitiva da sanção administrativa: - de advertência, se ainda não houver sido sanada a irregularidade: a) o infrator será notificado a saná-la, iniciando-se com sua ciência da notificação a contagem diária da multa a que se refere o art. 728 (Lei nº , de 2010, art. 37, caput, inciso ); b) será lavrado novo auto de infração para aplicação da sanção administrativa de suspensão (Lei nº , de 2010, art. 37, caput, inciso ); e c) serão aplicadas restrições à operação no local ou recinto alfandegado, de acordo com a gravidade da infração (Lei nº , de 2010, art. 38, parágrafo único); e - de suspensão, se ainda não houver sido sanada a irregularidade, será lavrado auto de infração para aplicação da multa a que se refere o art. 728, de $ ,00 (dez mil reais) por dia, contando-se o período desde o primeiro dia útil subsequente à data da ciência da notificação a que se refere a alínea "a" do inciso até a data da lavratura do auto de infração. 3º Aplica-se somente a sanção administrativa prevista neste artigo quando a conduta praticada pelo infrator se enquadrar também no disposto no art. 735." () "Art. 803-A. a hipótese de decisão administrativa ou judicial que determine a restituição de mercadorias que houverem sido destinadas, será devida indenização ao interessado, com recursos do undo special de esenvolvimento e Aperfeiçoamento das Atividades de iscalização, tendo por base o valor declarado para efeito de cálculo do imposto de importação ou de exportação (ecreto-lei nº 1.455, de 1976, art. 30, caput, com a redação dada pela Lei nº , de 2010, art. 41). 1º erá considerado como base o valor constante do procedimento fiscal correspondente nos casos em que (ecreto-lei nº 1.455, de 1976, art. 30, 1º, com a redação dada pela Lei nº , de 2010, art. 41): - não houver declaração de importação ou de exportação; - a base de cálculo do imposto de importação ou de exportação apurada for inferior ao valor referido no caput; ou - em virtude de depreciação, o valor da mercadoria apreendida em posse do interessado for inferior ao referido no caput. 2º Ao valor da indenização será aplicada a taxa de juros prevista no 4º do art. 39 da Lei nº 9.250, de 26 de dezembro de 1995, tendo como termo inicial a data da apreensão (ecreto-lei nº 1.455, de 1976, art. 30, 2º, com a redação dada pela Lei nº , de 2010, art. 41)." () ocumento assinado digitalmente conforme n o -

8 º 94, sexta-feira, 17 de maio de 2013 "Art. 816-A. ica concedida, nos termos, limites e condições estabelecidos na legislação específica, isenção de tributos federais incidentes nas importações de bens ou mercadorias para uso ou consumo exclusivo na organização e realização da Copa das Confederações ifa 2013, da Copa do undo ifa 2014, e das atividades relacionadas a organização e realização desses eventos, tais como (Lei nº , de 2010, art. 2º, caput, incisos V e V; e art. 3º, caput): - alimentos, suprimentos médicos, inclusive produtos farmacêuticos, combustível e materiais de escritório; - troféus, medalhas, placas, estatuetas, distintivos, flâmulas, bandeiras e outros objetos comemorativos; - material promocional, impressos, folhetos e outros bens com finalidade semelhante, a serem distribuídos gratuitamente ou utilizados nesses eventos; V - bens dos tipos e em quantidades normalmente consumidos em atividades esportivas da mesma magnitude; e V - outros bens não duráveis, assim considerados aqueles cuja vida útil seja de até um ano. CCALZAÇÃ BA C arágrafo único. A isenção de que trata este artigo abrange os seguintes impostos, contribuições e taxas (Lei nº , de 2010, art. 3º, 1º): - mposto sobre rodutos ndustrializados incidente na importação; - mposto de mportação; - Contribuição para o /A-mportação; V - C-mportação; V - axa de utilização do iscomex; V - axa de utilização do ercante; V - Adicional ao rete para enovação da arinha ercante; e V - C-combustíveis." () "Art. 816-B. A isenção de que trata o art. 816-A não se aplica à importação de bens e equipamentos duráveis para os eventos, que podem ser admitidos no regime aduaneiro especial de admissão temporária, com suspensão do pagamento dos tributos incidentes sobre a importação (Lei nº , de 2010, art. 4º, caput). 1º regime de admissão temporária se aplica, entre outros bens duráveis relacionados na legislação específica, aos equipamentos (Lei nº , de 2010, art. 4º, 1º): - técnicos esportivos; - técnicos de gravação e transmissão de sons e imagens; - médicos; e V - técnicos de escritório. 2º a hipótese prevista no caput, será concedida suspensão total do pagamento de tributos federais incidentes sobre a importação, inclusive no caso de bens admitidos temporariamente no aís para utilização econômica, observados os requisitos e as condições estabelecidos na legislação específica (Lei nº , de 2010, art. 4º, 2º). 3º erá dispensada a apresentação de garantias dos tributos suspensos, observados os requisitos e as condições estabelecidos pela ecretaria da eceita ederal do Brasil (Lei nº , de 2010, art. 4º, 3º). 4º A suspensão de que trata este artigo poderá ser convertida em isenção, observados os termos, limites e condições estabelecidos na legislação específica (Lei nº , de 2010, art. 5º). 5º oderá ainda ser concedida isenção dos tributos incidentes na importação a bens duráveis de valor unitário igual ou inferior a $ 5.000,00 (cinco mil reais), nos termos, limites e condições estabelecidos na legislação específica (Lei nº , de 2010, art. 3º, 4º)." () "Art. 816-C. egime special de ributação para Construção, Ampliação, eforma ou odernização de stádios de utebol - CA permite, nos termos da legislação específica, a suspensão dos seguintes tributos incidentes sobre a importação de máquinas, aparelhos, instrumentos e equipamentos, novos, e de materiais de construção, destinados à construção, ampliação, reforma ou modernização de estádios de futebol com utilização prevista nas partidas oficiais da Copa das Confederações ifa 2013 e da Copa do undo ifa 2014 (Lei nº , de 2010, arts. 18, caput; 19, caput; e 28, caput): ste documento pode ser verificado no endereço eletrônico pelo código Contribuição para o /A-mportação e C- mportação; - mposto sobre rodutos ndustrializados incidente na importação; e - mposto de mportação. 1º benefício aplica-se apenas às importações realizadas até 30 de junho de 2014 por pessoa jurídica beneficiária do CA, previamente habilitada ou coabilitada (Lei nº , de 2010, art. 21). 2º o caso do mposto de mportação, a suspensão se aplica somente a produtos sem similar nacional (Lei nº , de 2010, art. 19, 5º). 3º A suspensão converte-se em alíquota zero após a utilização ou incorporação do bem ou material de construção ao estádio de que trata o caput (Lei nº , de 2010, art. 19, 2º). 4º A pessoa jurídica que não utilizar ou incorporar o bem ou material de construção ao estádio de futebol de que trata o caput fica obrigada a recolher as contribuições e os impostos não pagos em decorrência da suspensão de que trata este artigo, acrescidos de juros e multa de mora, na forma da lei, contados a partir da data do registro da eclaração de mportação, na condição de contribuinte (Lei nº , de 2010, art. 19, 3º, inciso ). 5º ara efeitos deste artigo, equipara-se ao importador a pessoa jurídica adquirente de bens estrangeiros no caso de importação realizada por sua conta e ordem por intermédio de pessoa jurídica importadora (Lei nº , de 2010, art. 19, 4º)." () "Art A ecretaria da eceita ederal do Brasil disciplinará a execução do disposto nos arts. 816-A, 816-B e 816-C (Lei nº , de 2010, art. 28, parágrafo único). arágrafo único. A ecretaria da eceita ederal do Brasil poderá editar atos normativos específicos relativos ao tratamento tributário aplicável à bagagem dos viajantes que ingressarem no aís para participar dos eventos de que trata o art. 816-A (Lei nº , de 2010, art. 6º)." () Art. 3º A eção V do Capítulo do ítulo do Livro V do ecreto nº 6.759, de 2009, passa a vigorar com a seguinte redação: "eção V a Avaria e do xtravio no rânsito" () Art. 4º Capítulo do ítulo do Livro V do ecreto nº 6.759, de 2009, passa a vigorar acrescido da eção XV-A: "eção XV-A os esíduos ólidos e ejeitos Art. 636-A. É proibida a importação de resíduos sólidos perigosos e rejeitos, bem como de resíduos sólidos cujas características causem dano ao meio ambiente, à saúde pública e animal ou à sanidade vegetal, ainda que para tratamento, reforma, reuso, reutilização ou recuperação (Lei nº , de 2 de agosto de 2010, art. 49). 1º ara os efeitos deste artigo, entende-se por: - resíduos sólidos - material, substância, objeto ou bem descartado resultante de atividades humanas em sociedade, a cuja destinação final se procede, se propõe proceder ou se está obrigado a proceder, nos estados sólido ou semissólido, bem como gases contidos em recipientes e líquidos cujas particularidades tornem inviável o seu lançamento na rede pública de esgotos ou em corpos d'água, ou exijam para isso soluções técnica ou economicamente inviáveis em face da melhor tecnologia disponível (Lei nº , de 2010, art. 3º, caput, inciso XV); e - rejeitos - resíduos sólidos que, depois de esgotadas todas as possibilidades de tratamento e recuperação por processos tecnológicos disponíveis e economicamente viáveis, não apresentem outra possibilidade que não a disposição final ambientalmente adequada (Lei nº , de 2010, art. 3º, caput, inciso XV). 2º a devolução ao exterior de resíduos ou rejeitos devese observar, no que couber, o disposto na Convenção da Basileia sobre o controle de movimentos transfronteiriços de resíduos perigosos e seu depósito, aprovada pelo ecreto Legislativo nº 34, de 16 de junho de 1992, e promulgada pelo ecreto nº 875, de 19 de julho de 1993." () Art. 5º A eção V do Capítulo do ítulo do Livro V do ecreto nº 6.759, de 2009, passa a vigorar com a seguintes alterações: "eção V a esponsabilidade iscal pelo xtravio" () Art. 6º ste ecreto entra em vigor na data de sua publicação. Art. 7º icam revogados os seguintes dispositivos do ecreto nº 6.759, de 5 de fevereiro de 2009: - inciso X do caput do art. 201; - inciso do 3º do art. 210; - incisos V, V e parágrafo único do art. 358; V - incisos e do caput do art. 396; V- inciso V o caput do art. 553; V - 1 o e 2 o do art. 664; V - incisos e do 3 o do art. 665; V- incisos V e V do caput do art. 808; X - 1 o do art. 476; e X - arts. 138, 346 a 349, 384, 384-A, 385, 646, 650 a 657, 722, 791, 792, 804 e 805. Brasília, 16 de maio de 2013; 192º da ndependência e 125º da epública. LA uido antega C o 8.011, 16 A 2013 ispõe sobre a execução, no território nacional, da esolução 2094 (2013), de 7 de março de 2013, do Conselho de egurança das ações nidas que, entre outras disposições, reforça o regime de sanções aplicáveis à epública opular emocrática da Coreia e amplia a lista de indivíduos e entidades norte-coreanos sujeitos a proibições de viagens e a bloqueio de ativos. A A A ÚBLCA, no uso da atribuição que lhe confere o art. 84, caput, inciso V, da Constituição, tendo em vista o disposto no artigo 25 da Carta das ações nidas, promulgada pelo ecreto n o , de 22 de outubro de Considerando a adoção pelo Conselho de egurança das ações nidas, da esolução 2094 (2013), de 7 de março de 2013 que, entre outras disposições, reforça o regime de sanções aplicáveis à epública opular emocrática da Coreia e amplia a lista de indivíduos e entidades sujeitos a proibições de viagens e a bloqueio de ativos, CA: Art. 1 o A esolução 2094 (2013), adotada pelo Conselho de egurança das ações nidas em 7 de março de 2013, anexa a este ecreto, será executada e cumprida integramente em seus termos pelas autoridades brasileiras, no âmbito de suas atribuições. Art. 2 o ste ecreto entra em vigor na data de sua publicação. Brasília, 16 de maio de 2013; 192º da ndependência e 125º da epública. esolução 2094 (2013) LA Antonio de Aguiar atriota AX Adotada pelo Conselho de egurança em sua 6932ª sessão, realizada em 7 de março de 2013 Conselho de egurança, e c o rd a n d o suas resoluções pertinentes anteriores, inclusive as esoluções 825 (1993), 1540 (2004), 1695 (2006), 1718 (2006), 1874 (2009), 1887 (2009) e 2087 (2013), assim como as eclarações residenciais de 6 de outubro de 2006 (//2006/41), de 13 de abril de 2009 (//2009/7) e de 16 de abril de 2012 (//2012/13), eafirmando que a proliferação de armas nucleares, químicas e biológicas, assim como de seus sistemas vetores, constitui ameaça à paz e à segurança internacionais, ublinhando uma vez mais a importância de que a C dê resposta a outras preocupações humanitárias e de segurança da comunidade internacional, xpressando a mais grave preocupação com o teste nuclear conduzido pela epública opular emocrática da Coreia (a "C") em 12 de fevereiro de 2013 (hora local), em violação das esoluções 1718 (2006), 1874 (2009) e 2087 (2013), com o desafio que tal teste constitui para o ratado de ão-roliferação de Armas ucleares ("o ") e para os demais esforços internacionais que têm como objetivo fortalecer o regime de não proliferação de armas nucleares, nem como com o perigo que o teste representa para a paz e a estabilidade da região e além dela, reocupado com o abuso, por parte da C, dos privilégios e imunidades acordados sob a Convenção de Viena sobre elações iplomáticas e Consulares, ocumento assinado digitalmente conforme n o -

9 º 94, sexta-feira, 17 de maio de Acolhendo com satisfação a nova ecomendação 7 da orça- arefa de Ação inanceira (A) sobre sanções financeiras seletivas relacionadas à proliferação e instando os stados-membros a aplicarem a ota nterpretativa à ecomendação 7 da A e os documentos de orientação correlatos para a efetiva implementação das sanções financeiras seletivas relacionadas à proliferação, xpressando sua mais grave preocupação com o fato de que as atividades nucleares e relacionadas a mísseis balísticos em andamento na C elevaram ainda mais a tensão na região e além dela, e determinando que continua a existir clara ameaça à paz e à segurança internacionais, Atuando ao amparo do Capítulo V da Carta das ações nidas, e tomando medidas ao amparo do seu Artigo 41, 1. Condena, nos mais fortes termos, o teste nuclear conduzido pela C em 12 de fevereiro de 2013 (hora local) em violação e flagrante desrespeito às resoluções relevantes do Conselho; 2. ecide que a C não deve conduzir qualquer outro lançamento que utilize tecnologia de mísseis balísticos, testes nucleares, nem fazer qualquer outra provocação; 3. xige que a C reverta imediatamente o anúncio de sua decisão de retirar-se do ; 4. xige ainda que a C retorne o mais rápido possível ao e às salvaguardas da Agência nternacional de nergia Atômica (AA), tendo presentes os direitos e obrigações dos stados partes do e sublinha a necessidade de que todos os stados partes do continuem a cumprir com suas obrigações em relação ao ratado; 5. Condena todas as atividades nucleares em andamento na C, inclusive as de enriquecimento de urânio, nota que tais atividades são uma violação das esoluções 1718 (2006), 1874 (2009) e 2087 (2013), reafirma sua decisão de que a C abandone todas as armas nucleares e os programas nucleares existentes, de forma completa, verificável e irreversível, bem como cesse imediatamente todas as atividades correlatas e aja estritamente de acordo com as obrigações aplicáveis às partes ao amparo do e com os termos e condições do Acordo de alvaguardas da AA (AA CC/403); 6. eafirma sua decisão de que a C abandone todas as outras armas de destruição em massa existentes e os programas de mísseis balísticos de forma completa, verificável e irreversível; 7. eafirma que as medidas impostas no parágrafo 8 (c) da esolução 1718 (2006) aplicam-se aos itens proibidos nos parágrafos 8 (a) (i), 8 (a) (ii) da esolução 1718 (2006) e nos parágrafos 9 e 10 da esolução 1874 (2009), decide que as medidas impostas no parágrafo 8 (c) da esolução 1718 (2006) também se aplicam aos parágrafos 20 e 22 desta esolução, e nota que tais medidas aplicamse ainda a serviços de corretagem e a outros serviços de intermediação financeira, inclusive quando relacionados ao fornecimento, à manutenção ou ao uso de itens proibidos em outros stados ou o fornecimento, venda ou transferência para outros stados ou exportações de outros stados; 8. ecide ainda que as medidas especificadas no parágrafo 8 (d) da esolução 1718 (2006) aplicam-se também a indivíduos e entidades listados nos Anexos e a esta esolução e a quaisquer indivíduos e entidades que atuem em seu nome ou sob sua direção, bem como a entidades de sua propriedade ou sob seu controle, inclusive quando por meios ilícitos, e decide ainda que as medidas especificadas no parágrafo 8 (d) da esolução 1718 (2006) aplicamse a quaisquer indivíduos ou entidades que atuem em nome ou sob a direção de indivíduos e entidades que já tenham sido sancionados e a entidades de sua propriedade ou sob seu controle, inclusive quando por meios ilícitos; XLA AA A A AC 9. ecide que as medidas especificadas no parágrafo 8 (e) da esolução 1718 (2006) aplicam-se também aos indivíduos listados no Anexo a esta esolução e a quaisquer indivíduos que atuem em seu nome ou sob sua direção; 10. ecide que as medidas especificadas no parágrafo 8 (e) da esolução 1718 (2006), bem como as exceções estabelecidas no parágrafo 10 da esolução 1718 (2006) também se aplicam a qualquer indivíduo que um stado determine estar trabalhando em nome ou sob a direção de indivíduos ou entidades sancionados ou de indivíduos que colaborem para a evasão de sanções ou para a violação do disposto nas esoluções 1718 (2006), 1874 (2009), 2087 (2013), ou nesta esolução, e decide ainda que, se tal indivíduo for nacional da C, os stados deverão expulsá-lo de seus territórios para fins de sua repatriação à C, em conformidade com as disposições do direito nacional e internacional aplicáveis, a menos que a presença do indivíduo seja necessária para a execução de processo judicial ou exclusivamente por motivos médicos, de segurança ou humanitários, ressalvando-se que nenhuma das disposições deste parágrafo deverá impedir o trânsito dos representantes do overno da C à sede das ações nidas para realizar atividades relacionadas à ; ste documento pode ser verificado no endereço eletrônico pelo código ecide que os stados-membros devem, além de cumprir suas obrigações ao amparo dos parágrafos 8 (d) e (e) da esolução 1718 (2006), impedir a prestação de serviços financeiros ou a transferência para o seu território, através dele ou a partir dele, bem como para ou por seus nacionais, para entidades organizadas sob sua jurisdição (incluindo filiais no exterior) e para pessoas ou instituições financeiras em seu território, de quaisquer ativos financeiros ou de outro tipo e quaisquer recursos, inclusive grandes somas de dinheiro em espécie, que possam contribuir para o programa nuclear ou de mísseis balísticos da C, ou para outras atividades proibidas pelas esoluções 1718 (2006), 1874 (2009), 2087 (2013), ou por esta resolução, ou para a evasão de medidas impostas pelas esoluções 1718 (2006), 1874 (2009), 2087 (2013) ou por esta resolução, inclusive bloqueando quaisquer ativos e recursos financeiros ou de outro tipo relacionados a tais programas que se encontrem ou venham a se encontrar nos seus territórios, ou que estejam ou se tornem sujeitos à sua jurisdição, bem como exercendo vigilância mais estrita a fim de impedir tais transações de acordo com a respectiva legislação nacional. 12. Conclama os stados a tomar as medidas apropriadas para proibir a abertura, nos seus territórios, de novas filiais, subsidiárias ou escritórios de representação de bancos da C, e também conclama os stados a proibir os bancos da C de estabelecerem novas "joint ventures" e de adquirirem participação em bancos sob sua jurisdição ou manterem relacionamento de correspondente bancário com tais bancos, a fim de impedir a prestação de serviços financeiros, caso o stado em questão disponha de informações que deem bases razoáveis para acreditar que essas atividades possam contribuir para o programa nuclear ou de mísseis balísticos da C, ou para outras atividades proibidas pelas esoluções 1718 (2006), 1874 (2009), 2087 (2013), ou por esta resolução, ou para a evasão das medidas impostas pelas esoluções 1718 (2006), 1874 (2009), 2087 (2013), ou por esta resolução; 13. Conclama os stados a tomar as medidas apropriadas para proibir que instituições financeiras em seus territórios ou sob sua jurisdição abram escritórios de representação ou subsidiárias ou contas bancárias na C, caso disponham de informações que deem bases razoáveis para acreditar que tais serviços financeiros possam contribuir para o programa nuclear ou de mísseis balísticos da C, ou para outras atividades proibidas pelas esoluções 1718 (2006), 1874 (2009), 2087 (2013), ou por esta resolução; 14. xpressa preocupação com a possibilidade de que a transferência de grandes somas de dinheiro em espécie para a C possa ser utilizada para evadir as medidas impostas pelas esoluções 1718 (2006), 1874 (2009), 2087 (2013), ou por esta resolução e e s c l a re c e que todos os stados devem aplicar as medidas estabelecidas pelo parágrafo 11 desta resolução às transferências de dinheiro em espécie, inclusive aquelas realizadas por meio de serviços de transporte de divisas ("cash courier"), com origem ou destino na C, a fim de assegurar que tais transferências não contribuam para o programa nuclear ou de mísseis balísticos da C ou para outras atividades proibidas pelas esoluções 1718 (2006), 1874 (2009), 2087 (2013) ou por esta resolução, ou para a evasão de medidas impostas pelas esoluções 1718 (2006), 1874 (2009), 2087 (2013), ou por esta esolução; 15. ecide que os stados-membros não deverão fornecer apoio financeiro público ao comércio com a C (inclusive por meio da concessão de créditos à exportação, garantias ou seguro de exportação a seus cidadãos ou entidades envolvidos em tal comércio) quando tal apoio puder contribuir para o programa nuclear ou de mísseis balísticos da C, ou para outras atividades proibidas pelas esoluções 1718 (2006), 2087 (2013) ou por esta resolução ou para a evasão de medidas impostas pelas esoluções 1718 (2006), 1874 (2009), 2087 (2013) ou por esta resolução; 16. ecide que todos os stados inspecionarão toda carga que se encontre no seu território ou em trânsito por ele e que tenham como origem ou destino a C, ou que tenham sido negociadas ou facilitadas pela C, por seus nacionais ou por indivíduos ou entidades atuando em seu nome, caso o stado em questão disponha de informação que dê bases razoáveis para acreditar que a carga contenha itens cujo fornecimento, venda, transferência ou exportação seja proibido pelas esoluções 1718 (2006), 1874 (2009), 2087 (2013) ou por esta resolução, a fim de assegurar a estrita implementação destas disposições; 17. ecide que, se qualquer embarcação se recusar a permitir a realização de uma inspeção depois que esta tenha sido autorizada pelo stado de bandeira da embarcação, ou se qualquer embarcação com a bandeira da C recusar-se a ser inspecionada nos termos do parágrafo 12 da esolução 1874 (2009), todos os stados negarão autorização de entrada em seus portos a tal embarcação, a menos que a entrada seja necessária para fins de inspeção, em caso de emergência ou em caso de retorno para o seu porto de origem e decide ainda que qualquer stado ao qual uma embarcação tenha recusado inspeção deverá comunicar imediatamente o incidente ao Comitê; 18. Conclama os stados a não concederem permissão de decolagem, pouso e sobrevoo a qualquer aeronave suspeita, caso o stado em questão disponha de informações que deem bases razoáveis para acreditar que a aeronave contenha itens cujo fornecimento, venda, transferência ou exportação seja proibido pelas esoluções 1718 (2006), 1874 (2009), 2087 (2013) e por esta resolução, exceto em caso de pouso de emergência; 19. olicita a todos os stados que transmitam ao Comitê qualquer informação disponível sobre a transferência de aeronaves ou embarcações da C a outras empresas que possa visar a evasão de sanções ou a violação do disposto nas esoluções 1718 (2006), 1874 (2009), 2087 (2013), ou nesta esolução, inclusive mediante a mudança de nome ou o novo registro de aeronaves, embarcações ou navios, e solicita que o Comitê divulgue amplamente esta informação; 20. ecide que as medidas impostas nos parágrafos 8 (a) e 8 (b) da esolução 1718 (2006) aplicar-se-ão também aos itens, materiais, equipamentos, bens e tecnologia listados no Anexo a esta resolução; 21. nstrui o Comitê a revisar e atualizar os itens que figuram nas listas especificadas no parágrafo 5 (b) da esolução 2087 (2013) em um prazo máximo de até doze meses a partir da data de adoção desta resolução e, posteriormente, com periodicidade anual, e decide que, caso o Comitê não tenha tomado medidas para atualizar esta informação ao fim daquele prazo, o Conselho de egurança o fará dentro de mais trinta dias; 22. Conclama e autoriza a todos os stados a impedir o fornecimento, venda ou transferência, direta ou indireta, com origem ou destino na C ou seus nacionais, através de seus territórios ou por seus nacionais, ou utilizando suas aeronaves ou embarcações, independentemente de terem sido originados em seus territórios, de quaisquer itens que o stado determine que possam contribuir para o programa nuclear ou de mísseis balísticos da C, para atividades proibidas pelas esoluções 1718 (2006), 1874 (2009), 2087 (2013) ou por esta resolução ou para a evasão de medidas impostas pelas esoluções 1718 (2006), 1874 (2009), 2087 (2013) ou por esta resolução, e instrui o Comitê a emitir uma ota de Assistência à mplementação a respeito da implementação adequada desta disposição; 23. eafirma as medidas impostas no parágrafo 8 (a) (iii) da esolução 1718 (2006) a respeito de bens de luxo e e s c l a re c e que o termo "bens de luxo" inclui, mas não se limita aos itens especificados no Anexo V a esta esolução; 24. Conclama os stados a exercerem vigilância redobrada sobre o pessoal diplomático da C, a fim de impedir que tais indivíduos contribuam para o programa nuclear ou de mísseis balísticos da C ou para outras atividades proibidas pelas esoluções 1718 (2006), 1874 (2009), 2087 (2013), ou por esta resolução ou para a evasão das medidas impostas pelas esoluções 1718 (2006), 1874 (2009), 2087 (2013), ou por esta resolução; 25. Conclama todos os stados a informar ao Conselho de egurança dentro de noventa dias a contar da data de adoção desta esolução, e, posteriormente, quando o Comitê o solicitar, acerca das medidas concretas adotadas a fim de efetivamente implementar as disposições desta resolução, e solicita ao ainel de eritos estabelecido pela esolução 1874 (2009) que, em cooperação com outros grupos de monitoramento de sanções da, continue seus esforços para prestar assistência aos stados na preparação e submissão de tais relatórios dentro do prazo; 26. Conclama os stados a fornecerem informações que estejam à sua disposição a respeito do descumprimento das medidas impostas pelas esoluções 1718 (2006), 1874 (2009), 2087 (2013) ou por esta resolução; 27. nstrui o Comitê a responder efetivamente às violações das medidas impostas pelas esoluções 1718 (2006), 1874 (2009), 2087 (2013) e por esta esolução, instrui o Comitê a designar outros indivíduos e entidades sujeitos às medidas impostas pelas esoluções 1718 (2006), 1874 (2009), 2087 (2013) e por esta resolução e decide que o Comitê poderá aplicar a qualquer indivíduo as medidas previstas nos parágrafos 8 (d) e 8 (e) da esolução 1718 (2006), bem como aplicar a entidades as medidas previstas no parágrafo 8 (d) da esolução 1718 (2006), se tais indivíduos ou entidades tiverem contribuído para o programa nuclear ou de mísseis balísticos da C ou para outras atividades proibidas pelas esoluções 1718 (2006), 1874 (2009), 2087 (2013) ou por esta resolução ou para a evasão das medidas impostas pelas esoluções 1718 (2006), 1874 (2009), 2087 (2013) ou por esta resolução; 28. ecide que o mandato do Comitê, estabelecido no parágrafo 12 da esolução 1718 (2006), aplicar-se-á às medidas impostas pela esolução 1874 (2009) e por esta resolução; 29. e c o rd a a criação, conforme o parágrafo 26 da esolução 1874 (2009), de um ainel de eritos, sob a direção do Comitê, com o objetivo de desempenhar as tarefas previstas por aquele parágrafo, decide estender o mandato do ainel até 7 de abril de 2014, conforme renovado pela esolução 2050 (2012), decide ainda que este mandato aplicar-se-á às medidas impostas por esta resolução, expressa sua intenção de revisar o mandato e de tomar as medidas apropriadas a respeito de sua posterior extensão até doze meses após a adoção desta resolução, solicita ao ecretário-eral que crie um grupo de até oito peritos e que tome as medidas administrativas necessárias para este efeito, e solicita ao Comitê que ajuste o cronograma de apresentação de relatórios do ainel, em consulta com ele; ocumento assinado digitalmente conforme n o -

10 º 94, sexta-feira, 17 de maio de nfatiza a importância de que todos os stados, inclusive a C, tomem as medidas necessárias para assegurar que não caberá reclamação por parte de qualquer indivíduo ou entidade na C, nem de indivíduos ou entidades sancionados em conformidade com as esoluções 1718 (2006) e 1874 (2009) ou com esta resolução ou que estejam agindo por intermédio ou em benefício desses indivíduos ou entidades, em relação a qualquer contrato ou transação cuja execução se veja afetada pelas medidas adotadas por esta resolução ou por resoluções anteriores; 31. ublinha que as medidas impostas pelas esoluções 1718 (2006) e 1874 (2009), 2087 (2013) e por esta tesolução não têm a intenção de provocar consequências humanitárias adversas para a população civil da C; 32. nfatiza que todos os stados-membros devem cumprir as disposições dos parágrafos 8 (a) (iii) e 8 (d) da esolução 1718 (2006) sem prejuízo das atividades das missões diplomáticas na C, em conformidade com a Convenção de Viena sobre elações iplomáticas; 33. x p re s s a seu compromisso com uma solução pacífica, diplomática e política para a situação e acolhe com satisfação os esforços dos membros do Conselho, assim como de outros stados, para facilitar uma solução pacífica e abrangente por meio do diálogo, bem como para abster-se de qualquer atitude que possa agravar as tensões; CCALZAÇÃ BA C 34. eafirma seu apoio às Conversações Hexapartites, conclama as partes retomá-las, insta todos os participantes a intensificarem seus esforços para a completa e imediata implementação da eclaração Conjunta de 19 de setembro de 2005 emitida pela China, C, Japão, epública da Coreia, ederação ussa e stados nidos, com vistas a alcançar a desnuclearização verificável da enínsula Coreana de maneira pacífica e a manter a paz e a estabilidade na enínsula Coreana e no ordeste da Ásia; 35. eitera a importância de manter a paz e a estabilidade na enínsula Coreana e no ordeste da Ásia em geral; 36. Afirma que manterá as ações da C sob exame contínuo e que está disposto a fortalecer, modificar, suspender ou retirar as medidas adotadas, de acordo com as necessidades e à luz do cumprimento das obrigações internacionais da C e, a esse respeito, expressa sua determinação de adotar medidas significativas na eventualidade de um novo lançamento ou teste nuclear pela C; 37. ecide continuar ocupando-se ativamente da questão. Anexo à esolução roibição de viagem/ Bloqueio de ativos 1. Y' CH' A escrição: epresentante-chefe da Korea ining evelopment rading Corporation (K). A K foi sancionada pelo Comitê em abril de 2009 e é a principal comerciante de armas e a principal exportadora de artigos e equipamentos relacionados a mísseis balísticos e armas convencionais da C. 2. K CH''L-CHA escrição: Vice-epresentante-Chefe da Korea ining evelopment rading Corporation (K). A K foi sancionada pelo Comitê em abril de 2009 e é a principal comerciante de armas e a principal exportadora de artigos e equipamentos relacionados a mísseis balísticos e armas convencionais da C. 3. CH'-CH''L escrição: un Cho'ng-Ch'o'l é executivo da anchon Commercial Bank (CB). o exercício de sua função, ele facilitou as transações para o CB, que foi designado pelo Comitê em abril de 2009 como a principal entidade financeira da C responsável pelas vendas de armas convencionais, mísseis balísticos e artigos relacionados com a montagem e a fabricação de tais armas. Anexo à esolução Bloqueio de ativos 1) C ACAY AAL CC a) escrição: A econd Academy of atural ciences é um organização de nível nacional responsável pela pesquisa e pelo desenvolvimento dos sistemas de armas avançadas da C, inclusive de mísseis e, provavelmente, de armas nucleares. A econd Academy of atural ciences utiliza grande número de organizações subordinadas, incluindo a angun rading Corporation, a fim de obter tecnologia, equipamento e informação de outros países, para uso no programa de mísseis e, provavelmente, de armas nucleares da C. A angun rading Corporation foi sancionada pelo Comitê em julho de 2009 e é a principal responsável pela aquisição de produtos básicos e tecnologias para apoiar os programas de pesquisa e desenvolvimento em matéria de defesa da C, incluindo, mas não se limitando a programas e aquisições de armas de destruição em massa e sistemas vetores, incluindo materiais controlados ou proibidos pelos regimes de controle multilateral relevantes. ste documento pode ser verificado no endereço eletrônico pelo código b) ambém conhecida como: 2ª ACAY AAL CC; CH 2 CHAY KWAHAKW; ACAY A- AL CC; CHAY KWAHAK-W; A - ACAY; KKA KWAHAK-W; C ACA- Y AAL CC ACH ; A c) ndereço: yongyang, C 2) KA CLX Q C- A a) escrição: A Korea yonbong eneral Corporation é a empresa matriz da Korea Complex quipment mport Corporation. A Korea yonbong eneral Corporation foi sancionada pelo Comitê em abril de 2009 e é um conglomerado especializado em compras para as indústrias de defesa da C e no suporte às vendas militares daquele país. b) ndereço: akwon-dong, istrito de othonggang, yongyang, C Anexo à esolução tens, materiais, equipamentos, bens e tecnologia tens nucleares 1. Lubrificantes perfluorados odem ser utilizados para lubrificar rolamentos de bombas de vácuo e compressores. êm uma baixa pressão a vapor e são resistentes ao hexafluoreto de urânio (6), que é o composto de urânio gasoso utilizado no processo de centrifugação do gás, e são utilizados para bombear flúor. 2. Válvulas de fole seladas resistentes à corrosão pelo 6 odem ser utilizadas nas instalações de enriquecimento de urânio (tais como plantas de centrifugação de gás e de difusão gasosa), nas instalações que produzem hexafluoreto de urânio (6), o composto de urânio gasoso utilizado no processo de centrifugação a gás, nas instalações de fabricação de combustível e nas instalações em que se manipula trítio. tens de mísseis 1. Aços especiais resistentes à corrosão - limitados a aços resistentes ao Ácido ítrico Vermelho umegante nibido (A) ou ao ácido nítrico, como o aço inoxidável dúplex estabilizado com nitrogênio (-). 2. ateriais compósitos cerâmicos resistentes a ultra altas temperaturas em formas sólidas (blocos, cilindros, tubos ou lingotes) com qualquer das seguintes dimensões: a. Cilindros de diâmetro igual ou maior que 120 mm e de comprimento igual ou maior que 50 mm; b. ubos de diâmetro interno igual ou maior que 65 mm e espessura de parede igual ou maior que 25 mm; ou c. Blocos de 120 mm x 120 mm x 50 mm ou maior. 3. Válvulas pirotecnicamente ativadas. 4. quipamentos de medição e controle utilizáveis para túneis de vento (equilíbrio, medição da corrente térmica, controle de fluxo). 5. erclorato de sódio. Lista de armas químicas 1.Bombas a vácuo com uma taxa de fluxo máxima especificada pelo fabricante maior do que 1 m3/h (sob condições-padrão de temperatura e pressão), revestimentos (corpos de bombas), revestimentos pré-formados de corpos de bombas, impulsores, rotores e bicos de bomba de injeção designados para tais bombas, em que todas as superfícies entrem em contato direto com os produtos químicos em processamento sejam feitos de materiais controlados. Anexo V à esolução Bens de luxo 1. Joias: a. Joias com pérolas; b. emas; c. edras preciosas e semipreciosas (incluindo diamantes, safiras, rubis e esmeraldas); d. Joias de metais preciosos ou de outros metais folheados com metais preciosos. 2. tens de transporte, como se segue: a. ates; b. Automóveis (e veículos motores) de luxo: automóveis e outros veículos motores para transporte de pessoas (salvo transporte público), incluindo caminhonetes; c. Automóveis de corrida. C o , 16 A 2013 ispõe sobre a execução, no território nacional, da esolução 2095 (2013), de 14 de março de 2013, do Conselho de egurança das ações nidas que, entre outras disposições, altera o embargo de armas aplicável à Líbia. A A A ÚBLCA, no uso da atribuição que lhe confere o art. 84, caput, inciso V, da Constituição, tendo em vista o disposto no artigo 25 da Carta das ações nidas, promulgada pelo ecreto n o , de 22 de outubro de 1945, Considerando a adoção pelo Conselho de egurança das ações nidas, da esolução 2095 (2013), de 14 de março de 2013 que, entre outras disposições, altera o embargo de armas aplicável à Líbia, CA: Art. 1 o A esolução 2095 (2013), adotada pelo Conselho de egurança das ações nidas em 14 de março de 2013, anexa a este ecreto, será executada e cumprida integralmente em seus termos pelas autoridades brasileiras, no âmbito de sua atribuições. Art. 2 o ste ecreto entra em vigor na data de sua publicação. Brasília, 16 de maio de 2013; 192º da ndependência e 125º da epública. esolução 2095 (2013) LA Antonio de Aguiar atriota AX Adotada pelo Conselho de egurança na sua 6.934ª reunião, em 14 de março de 2013 Conselho de egurança, e c o rd a n d o suas esoluções 1970 (2011), de 26 de fevereiro de 2011, 1973 (2011) de 17 de março de 2011, 2009 (2011) de 16 de setembro de 2011, 2016 (2011) de 27 de outubro de 2011, 2017 (2011) de 31 de outubro de 2011, 2022 (2011) de 2 de dezembro de 2011, e 2040 de 12 de março (2012), eafirmando seu firme compromisso com a soberania, independência, integridade territorial e unidade nacional da Líbia, eafirmando suas esoluções 1674 (2006) e 1894 (2009) sobre proteção de civis em conflito armado, 1612 (2005), 1882 (2009), 1998 (2011) e 2068 (2012) sobre crianças e conflito armado, e 1325 (2000), 1820 (2008), 1888 (2009), 1889 (2009), e 1960 (2010) sobre mulheres, paz e segurança, endo a expectativa de um futuro para a Líbia baseado em reconciliação nacional, justiça, respeito aos direitos humanos e ao estado de direito, nfatizando a importância de promover a participação igual e integral de todos os setores da sociedade líbia, inclusive mulheres, jovens e comunidades minoritárias, no processo político na fase pósconflito, e c o rd a n d o sua decisão na esolução 1970 (2011) de submeter a situação na Líbia ao romotor do ribunal enal nternacional, e a importância da cooperação para assegurar que os responsáveis por violações dos direitos humanos e ao ireito nternacional Humanitário, inclusive ataques visando a civis, sejam responsabilizados, x p re s s a n d o profunda preocupação com os relatos de violência sexual durante o conflito na Líbia contra mulheres, homens e crianças, inclusive em prisões e centros de detenção, e o recrutamento e uso de crianças em situações de conflito armado, em contravenção ao ireito nternacional aplicável, x p re s s a n d o preocupação com a falta de processo judicial para os detidos relacionados ao conflito, muitos dos quais continuam presos fora da esfera de autoridade do stado; e e x p re s s a n d o profunda preocupação com relatos de violações dos direitos humanos e abusos em centros de detenção, e tomando nota das recentes ações do inistério de Justiça para tratar dessas questões, eiterando que o retorno voluntário, seguro e sustentável de refugiados e deslocados internos será um fator importante para a consolidação da paz na Líbia, x p re s s a n d o preocupação com a proliferação ilícita de todas as armas e material conexo de todos os tipos, em especial armas pesadas e leves, armas pequenas e mísseis terra-ar portáteis, da Líbia, na região e seu impacto negativo sobre a paz e segurança regional e internacional, e c o rd a n d o todos os stados-membros das obrigações contidas nas esoluções 1970 (2011) e 1973 (2011), conforme modificado em resoluções posteriores, em especial as obrigações relativas a armas e todo tipo de material relacionado, ocumento assinado digitalmente conforme n o -

11 º 94, sexta-feira, 17 de maio de xpressando preocupação com uma série crescente de incidentes de segurança, em particular no leste da Líbia e ao longo de suas fronteiras do sul, e c o rd a n d o a criação da issão de Apoio das ações nidas na Líbia (L) em 16 de setembro de 2011, e re a f i r m a n d o que as ações nidas deveriam liderar a coordenação dos esforços da comunidade internacional para apoiar, de acordo com os princípios de apropriação nacional e de responsabilidade nacional, o processo de transição conduzido pelos líbios e o processo de consolidação institucional com vistas a estabelecer uma Líbia pacífica, democrática, independente e unida, otando a importância de eleições críveis e de um processo de redação constitucional inclusivo para a transição democrática na Líbia, e reafirmando a disposição da L em fornecer assistência no processo, mediante solicitação do governo líbio, Apoiando a intenção do overno líbio de reforçar a segurança regional e acolhendo com satisfação, nesse contexto, o acordo entre Líbia, Chade, igéria e udão para tomar medidas no sentido de formar um comitê conjunto para tratar de questões relacionadas à segurança de fronteiras; e a reunião de 12 de janeiro de 2013 em hadames com os rimeiros-inistros da Líbia, unísia e Argélia, que acordaram medidas conjuntas para combater o crime organizado e os fluxos ilícitos, omando nota das prioridades do overno líbio para ajuda internacional nas áreas de reforma do setor de segurança, estado de direito e justiça transicional, e acolhendo com satisfação o apoio da L a esse respeito, inclusive nas reuniões convocadas pelo overno líbio com parceiros internacionais em Londres, em 17 de dezembro de 2012, e em aris, em 12 de fevereiro de 2013, omando nota do relatório do ecretário-eral sobre a - L (/2013/104), inclusive a recomendação de extensão por 12 meses do mandato da L, omando nota do relatório final do ainel de eritos apresentado ao amparo do parágrafo 10 (b) da esolução 2040 (2012) e das conclusões e recomendações nele contidas, Ciente de sua responsabilidade primária pela manutenção da paz e da segurança internacionais ao amparo da Carta das ações nidas, Atuando ao amparo do Capítulo V da Carta das ações nidas, 1. Acolhe com satisfação os desenvolvimentos positivos na Líbia, inclusive as eleições nacionais de 7 de julho de 2012, o estabelecimento do Congresso eral acional e a transferência pacífica de autoridade do Conselho acional de ransição para o primeiro governo de unidade nacional democraticamente constituído, que melhorará as perspectivas de um futuro democrático, pacífico e próspero para o seu povo; 2. xpressa sua expectativa de um processo de redação constitucional inclusivo e re i t e r a a necessidade de que o período de transição seja sustentado por um compromisso com a democracia, a boa governança, o estado de direito, a reconciliação nacional e o respeito aos direitos humanos e às liberdades fundamentais de todas as pessoas na Líbia; 3. Conclama o governo da Líbia a promover e proteger os direitos humanos, inclusive os de mulheres, crianças e pessoas pertencentes a grupos vulneráveis, a cumprir suas obrigações ao amparo do ireito nternacional, inclusive o ireito nternacional dos ireitos Humanos e o ireito nternacional Humanitário, e pede que aqueles responsáveis por violações graves de tais direitos, inclusive violência sexual, sejam responsabilizados de acordo com os padrões internacionais, insta todos os stados-membros a cooperarem estreitamente com as autoridades líbias em seus esforços para por fim à impunidade por essas violações; XLA AA A A AC 4. Conclama o overno líbio a continuar a cooperar plenamente com o ribunal enal nternacional e o rocurador e prestarlhes toda a assistência necessária, conforme exigido pela esolução 1970 (2011); 5. x p re s s a grave preocupação com os persistentes relatos de represálias, detenções arbitrárias sem o devido processo legal, detenções ilegais, tratamento inadequado, tortura e execuções extrajudiciais na Líbia e conclama o overno líbio a tomar todas as medidas necessárias para acelerar o processo judicial, transferir os detentos à autoridade do stado, e prevenir e investigar as violações e abusos dos direitos humanos, conclama à libertação imediata de todos os cidadãos estrangeiros detidos ilegalmente na Líbia e re s s a l t a a responsabilidade primordial do overno líbio pela proteção da população da Líbia, bem como dos cidadãos estrangeiros, incluindo os migrantes africanos; 6. ncoraja a Líbia e os stados vizinhos a estabelecerem em cooperação regional voltada à estabilização da situação na Líbia e para impedir que elementos do antigo regime líbio e grupos extremistas violentos utilizem os territórios desses stados para planejar, financiar ou realizar atos violentos ou outros atos ilícitos para desestabilizar a Líbia e os stados da região, e nota que tal cooperação seria benéfica para a estabilidade na região de ahel; andato das ações nidas ste documento pode ser verificado no endereço eletrônico pelo código ecide estender o mandato da issão de Apoio das ações nidas na Líbia (L) por período adicional de 12 meses, sob a liderança de epresentante special do ecretário-eral, e decide ainda que o mandato da L como uma missão política especial integrada, em plena conformidade com os princípios de apropriação nacional, deverá ser de auxiliar o overno líbio a definir as necessidades e prioridades nacionais em toda a Líbia, e combinar as necessidades e prioridades com as ofertas de assessoria estratégica e técnica, quando apropriado, e apoiar os esforços líbios para: (a) erir o processo de transição democrática, inclusive por meio de assessoria e assistência técnica ao processo eleitoral líbio e ao processo de preparação, elaboração e adoção de uma nova constituição líbia, bem como a assistência que melhore a capacidade institucional, a transparência e a prestação de contas, promova o apoderamento e a participação política de todos os segmentos da sociedade líbia, em particular de mulheres e minorias, inclusive no processo de redação constitucional, e apoie o desenvolvimento adicional da sociedade civil da Líbia; (b) romover o estado de direito e monitorar e proteger os direitos humanos, de acordo com as obrigações legais internacionais de Líbia, particularmente os de mulheres e pessoas pertencentes a grupos vulneráveis, tais como crianças, minorias e migrantes, inclusive por meio de auxílio ao overno líbio para assegurar o tratamento humanitário e o devido processo legal para detidos e para reformar e construir sistemas judiciário e prisional transparentes e responsáveis, apoiando o desenvolvimento e a implementação de uma estratégia abrangente de justiça transicional, e prestando assistência para a reconciliação nacional, bem como prestando apoio para assegurar a continuidade da identificação, separação e reintegração de crianças afetadas pelo conflito armado; (c) estaurar a segurança pública, inclusive por meio da prestação de assessoria e assistência estratégica e técnica apropriadas ao overno líbio para desenvolver instituições capazes e coordenação de segurança nacional eficaz, implementar uma política nacional coerente para a integração de ex-combatentes às forças nacionais de segurança líbias ou sua desmobilização e reintegração à vida civil, inclusive por meio de oportunidades de educação e emprego, e desenvolver instituições policiais e de segurança que sejam capazes, responsáveis, respeitosas dos direitos humanos, acessíveis e sensíveis aos interesses e às necessidades de mulheres e grupos vulneráveis; (d) Combater a proliferação ilícita de todas as armas e materiais conexos de todos os tipos, particularmente armas pesadas e leves, armas pequenas e mísseis terra-ar portáteis, inclusive por meio do desenvolvimento de uma estratégia coordenada na matéria, eliminar explosivos remanescentes de guerra, realizar programas de desminagem e eliminação de munições convencionais, proteger e gerenciar as fronteiras da Líbia e implementar convenções internacionais sobre armas e materiais químicos, biológicos e nucleares, em coordenação com as agências relevantes da rganização das ações nidas, com a rganização para roibição de Armas Químicas e com parceiros internacionais e regionais; (e) Coordenar a assistência internacional e capacitar o overno em todos os setores relevantes para as ações mencionadas nos parágrafos 7 (a) a (d), inclusive por meio do apoio a mecanismo adequado de coordenação do overno líbio; da assessoria ao overno líbio para ajudar a identificar as necessidades prioritárias para apoio internacional, com a participação de parceiros internacionais no que couber; da facilitação de assistência internacional ao overno líbio; e do estabelecimento de uma clara divisão de trabalho e de comunicação regular e frequente entre todos aqueles que prestam assistência à Líbia; 8. ncoraja a L a continuar a apoiar os esforços para promover a reconciliação nacional, diálogo político e processo político inclusivos, voltados à promoção de eleições livres, justas e confiáveis, da justiça transicional e do respeito aos direitos humanos em toda a Líbia; mbargo de Armas 9. ecide que o fornecimento de equipamento militar não letal usados exclusivamente para fins humanitários ou de proteção, assim como o fornecimento da respectiva assistência técnica ou treinamento, não mais requer a aprovação do Comitê, como anteriormente previsto no parágrafo 9 (a) da esolução 1970 (2011); 10. ecide que o fornecimento de equipamento militar não letal e o fornecimento de qualquer assistência técnica, treinamento ou assistência financeira, quando destinada exclusivamente para a segurança ou a assistência ao desarmamento para o overno líbio, não mais requer notificação ou ausência de decisão negativa pelo Comitê, como anteriormente previsto no parágrafo 13 (a) da esolução 2009 (2011); 11. xorta o overno líbio a promover maiores avanços no monitoramento de armas ou material conexo, fornecido, vendido ou transferido à Líbia, de acordo com o parágrafo 9 (c) da esolução 1970 (2011) ou parágrafo 13 (a) da esolução 2009 (2011), inclusive por meio do uso de certificados de usuário final, e re c o rd a os stados-membros e organizações regionais a prestarem assistência ao overno líbio para fortalecer a infraestrutura e os mecanismos atualmente em vigor para tal finalidade; 12. Condena as supostas persistentes violações das medidas constantes das esoluções 1970 (2011) e 1973 (2011), tal como modificadas em suas resoluções posteriores, e recorda o mandato do Comitê, conforme definido no parágrafo 24 da esolução 1970 (2011), para examinar e tomar as medidas apropriadas no que tange a informações relacionadas a supostas violações ou descumprimento dessas medidas; Bloqueio de Ativos 13. nstrui o Comitê, em consulta com o overno líbio, a revisar continuamente as medidas remanescentes entre aquelas impostas pelas esoluções 1970 (2011) e 1973 (2011), tal como modificadas pela esolução 2009 (2011) em relação à Libyan nvestment Authority (LA) e à Libyan Africa nvestment ortfolio (LA) e decide que o Comitê deverá, em consulta com o overno líbio, excluir essas entidades, logo que possível, para assegurar que os ativos estejam disponíveis ao povo da Líbia e em seu benefício; ainel de eritos 14. ecide estender e modificar o mandato do ainel de eritos, estabelecido pelo parágrafo 24 da esolução 1973 (2011) e modificado pela esolução 2040 (2012), por um período de treze meses, expressa sua intenção de revisar o mandato e tomar medidas apropriadas em relação à extensão adicional, no máximo doze meses após a adoção desta resolução, e decide que o ainel de eritos levará a cabo as seguintes tarefas: (a) Auxiliar o Comitê na implementação de seu mandato, como especificado no parágrafo 24 da esolução 1970 (2011); (b) Coletar, examinar e analisar informações dos stados, órgãos relevantes das ações nidas, organizações regionais e outras partes interessadas em relação à implementação das medidas adotadas nas esoluções 1970 (2011) e 1973 (2011) e modificadas pelas esoluções 2009 (2011) e 2040 (2012) e nesta resolução, particularmente no que diz respeito a incidentes de descumprimento; (c) ormular recomendações sobre ações que o Conselho, o Comitê, o overno líbio ou outros stados possam considerar para melhorar a implementação das medidas relevantes; (d) Apresentar ao Conselho um relatório provisório do seu trabalho no máximo 90 dias após a nomeação do ainel e um relatório final no máximo 60 dias antes do término do seu mandato com as suas conclusões e recomendações; 15. nsta todos os stados, órgãos relevantes das ações nidas, inclusive a L e outras partes interessadas a cooperarem plenamente com o Comitê e o ainel, particularmente por meio do fornecimento de qualquer informação à sua disposição sobre a implementação das medidas adotadas nas esoluções 1970 (2011) e 1973 (2011), modificadas pelas esoluções 2009 (2011) e 2040 (2012) e nesta resolução, particularmente incidentes de descumprimento; 16. ncoraja o ainel, sem prejuízo da responsabilidade da L de auxiliar o overno da Líbia a combater a proliferação ilícita de todas as armas e material conexo de todos os tipos, particularmente armas pesadas e leves, armas pequenas e mísseis terra-ar portáteis, e proteger e administrar as fronteiras da Líbia, para continuar e acelerar suas investigações relativas ao descumprimento de sanções, inclusive transferências ilícitas de armas e material conexo com destino e origem na Líbia e os bens de indivíduos sujeitos ao bloqueio de ativos estabelecido esoluções 1970 (2011) e 1973 (2011), modificado pelas esoluções 2009 (2011), 2040 (2012) e por esta resolução, e encoraja a L e o overno da Líbia a apoiarem o trabalho de investigação do ainel dentro da Líbia, inclusive por meio do compartilhamento de informações, da facilitação do trânsito e da concessão de acesso às instalações de armazenamento de armas, conforme apropriado; elatórios e revisão 17. x p re s s a a sua intenção de rever o mandato do Comitê no caso em que as medidas impostas nas esoluções 1970 (2011) e 1973 (2011) e modificadas pelas esoluções 2009 (2011), 2040 (2012) e por esta resolução sejam suspensas por decisão futura do Conselho de egurança; 18. olicita ao ecretário-eral que informe o Conselho de egurança sobre a implementação desta resolução, incluindo todos os elementos do mandato da L, a cada 90 dias; 19. ecide continuar ocupando-se ativamente questão. C o , 16 A 2013 ispõe sobre a execução, no território nacional, da esolução 2079 (2012), de 12 de dezembro de 2012, do Conselho de egurança das ações nidas que, entre outras disposições, renova por doze meses o regime de sanções aplicáveis à Libéria. A A A ÚBLCA, no uso da atribuição que lhe confere o art. 84, caput, inciso V, da Constituição, e tendo em vista o disposto no artigo 25 da Carta das ações nidas, promulgada pelo ecreto n o , de 22 de outubro de 1945, ocumento assinado digitalmente conforme n o -

12 º 94, sexta-feira, 17 de maio de 2013 Considerando a adoção pelo Conselho de egurança das ações nidas, da esolução 2079 (2012), de 12 de dezembro de 2012 que, entre outras disposições, renova por doze meses o regime de sanções aplicáveis à Libéria, CA: Art. 1 o A esolução 2079 (2012), adotada pelo Conselho de egurança das ações nidas em 12 de dezembro de 2012, anexa a este ecreto, será executada e cumprida integramente em seus termos pelas autoridades brasileiras, no âmbito de suas atribuições. Art. 2 o ste ecreto entra em vigor na data de sua publicação. Brasília, 16 de maio de 2013; 192º da ndependência e 125º da epública. esolução 2079 (2012) LA Antonio de Aguiar atriota AX CCALZAÇÃ BA C Conselho de egurança, ecordando suas resoluções e declarações presidenciais anteriores acerca da situação na Libéria e na África cidental, Acolhendo com satisfação o progresso realizado pelo overno da Libéria, desde janeiro de 2006, na reconstrução da Libéria para o benefício de todos os liberianos, com o apoio da comunidade internacional, ublinhando que o progresso da Libéria no setor madeireiro deve continuar com a implementação e aplicação efetivas da Lei acional de eforma lorestal promulgada em 5 de outubro de 2006 e outra nova legislação relativa à transparência das receitas (Lei da niciativa de ransparência das ndústrias xtrativas da Libéria) e resolução de direitos relativos à terra e à sua respectiva posse (Lei de ireitos Comunitários relativos a erras lorestais e Lei de Comissão de erras), ncorajando o overno da Libéria a reafirmar seu compromisso com o squema de Certificação do rocesso de Kimberley e a redobrar seus esforços para assegurar sua implementação efetiva e tomar todas as medidas possíveis para impedir o contrabando de diamantes brutos, ncorajando o overno da Libéria a melhorar o seu controle sobre o setor aurífero e adotar a legislação necessária neste sentido, particularmente nos escritórios regionais, e concentrar esforços no estabelecimento de uma governança efetiva do setor de produção de ouro, ublinhando a importância da issão das ações nidas na Libéria (L) na melhora da situação de segurança em toda a Libéria e no apoio ao overno para estabelecer sua autoridade em todo o país, particularmente em centros populacionais, áreas fronteiriças e regiões produtoras de diamante, ouro, madeira e outros recursos naturais, o m a n d o nota do relatório do ainel de eritos sobre a Libéria das ações nidas (/2012/901), ublinhando sua determinação em apoiar o overno da Libéria em seus esforços para atender às condições da esolução 1521 (2003), acolhendo com satisfação o envolvimento da Comissão de Consolidação da az e encorajando todos os atores interessados, inclusive doadores, a apoiarem o overno da Libéria em seus esforços, econhecendo a implementação das diretrizes do epartamento de perações de anutenção da az sobre cooperação e compartilhamento de informações entre as operações de manutenção da paz das ações nidas e os painéis de peritos dos Comitês de anções do Conselho de egurança, Conclamando todos os líderes da Libéria a promoverem reconciliação e diálogo inclusivo significativos para consolidar a paz e avançar o desenvolvimento democrático da Libéria, eterminando que, apesar de progresso significativo, a situação na Libéria continua a constituir ameaça à paz e segurança internacional na região, Atuando ao amparo do Capítulo V da Carta das ações nidas, 1. eafirma que as medidas impostas pelo parágrafo 1 da esolução 1532 (2004) permanecem em vigor, nota com grave preocupação a falta de progresso em relação à implementação das medidas financeiras impostas pelo parágrafo 1 da esolução 1532 (2004) e exige que o overno da Libéria envide todos os esforços necessários para cumprir as suas obrigações; 2. ecide, por um período de 12 meses, a partir da data de adoção desta resolução: a) enovar as medidas relativas a viagens impostas pelo parágrafo 4 da esolução 1521 (2003); ste documento pode ser verificado no endereço eletrônico pelo código b) enovar as medidas relativas a armas, previamente impostas pelo parágrafo 2 da esolução 1521 (2003) e modificadas pelos parágrafos 1 e 2 da esolução 1683 (2006), pelo parágrafo 1(b) da esolução 1731 (2006), pelos parágrafos 3, 4, 5 e 6 da esolução 1903 (2009) e pelo parágrafo 3 da esolução 1961 (2010); c) ever as medidas deste parágrafo e do parágrafo 1 acima à luz do progresso que seja alcançado na estabilização em todo o país, com o objetivo de eventualmente modificar ou encerrar todas ou parte das medidas do regime de sanções; e que tal revisão será realizada ao final do período supracitado de 12 meses, devendo uma revisão preliminar ser realizada até 30 de maio de 2013; 3. ecide também reexaminar qualquer das medidas acima por solicitação do overno da Libéria, quando o overno informar ao Conselho que as condições especificadas na esolução 1521 (2003) para o encerramento das medidas foram atendidas e fornecer ao Conselho as informações para justificar sua revisão; 4. nsta o overno da Libéria e stados relevantes, com a assistência do ainel de eritos, conforme necessário e sem atraso, a atualizar as razões disponíveis ao público para a inclusão de nomes nas listas de proibição de viagens e bloqueio de ativos; 5. ecide prorrogar o mandato do ainel de eritos nomeado de acordo com o parágrafo 9 da esolução 1903 (2009) por um período de 12 meses a partir da data da adoção desta resolução, com vistas a empreender as seguintes tarefas, em estreita colaboração com o overno da Libéria e o rupo de eritos relativo a Côte d'voire: a) ealizar duas missões de avaliação e de acompanhamento na Libéria e nos países vizinhos, a fim de investigar e preparar um relatório preliminar e um relatório final sobre a implementação, e quaisquer violações, das medidas relativas a armas, conforme alteradas pela esolução 1903 (2009), inclusive quaisquer informações relevantes para a designação, pelo Comitê, dos indivíduos descritos no parágrafo 4(a) da esolução 1521 (2003) e parágrafo 1 da esolução 1532 (2004), e inclusive a respeito das diversas fontes de financiamento, como recursos naturais, para o comércio ilícito de armas; b) Avaliar o impacto, eficácia e necessidade das medidas impostas pelo parágrafo 1 da esolução 1532 (2004), inclusive e principalmente com relação aos ativos do ex-residente Charles aylor; c) dentificar e fazer recomendações relativas a áreas nas quais a capacidade da Libéria e dos stados na região possa ser fortalecida de modo a facilitar a implementação das medidas impostas pelo parágrafo 4 da esolução 1521 (2003) e parágrafo 1 da esolução 1532 (2004); d) e acordo com o arcabouço jurídico em evolução da Libéria, avaliar em que medida as florestas e outros recursos naturais estão contribuindo para a paz, segurança e desenvolvimento e não para a instabilidade e em que medida a legislação pertinente (Lei acional de eforma lorestal, Lei de Comissão de erras, Lei de ireitos Comunitários relativos a erras de lorestas e Lei da niciativa de ransparência das ndústrias xtrativas da Libéria) e outros esforços de reforma estão contribuindo para essa transição e fazer recomendações sobre como os recursos naturais podem melhor contribuir para o progresso do país em direção à paz e à estabilidade sustentáveis; e) Cooperar ativamente com o squema de Certificação do rocesso de Kimberley, inclusive durante missão planejada para 2013, e avaliar o cumprimento pelo overno da Libéria de tal esquema; f) Apresentar um relatório preliminar ao Conselho por meio do Comitê até 1 de junho de 2013 e um relatório final ao Conselho por meio do Comitê até 1 de dezembro de 2013 sobre todas as questões listadas neste parágrafo e apresentar atualizações informais ao Comitê, conforme apropriado, antes dessas datas, especialmente sobre o progresso no setor florestal desde o encerramento da sanção imposta no parágrafo 10 da esolução 1521 (2003) em junho de 2006 e no setor de diamantes desde o encerramento da sanção imposta no parágrafo 6 da esolução 1521 (2003) em abril de 2007; g) Cooperar ativamente com outros painéis de peritos relevantes, particularmente aquele relativo a Côte d'voire, restabelecido pelo parágrafo 13 da esolução 1980 (2011); h) Auxiliar o Comitê na atualização das razões disponíveis ao público para a inclusão de nomes nas listas de proibição de viagens e bloqueio de ativos; 6. olicita o ecretário-eral a restabelecer o ainel de eritos e tomar as medidas financeiras e de segurança necessárias para apoiar o trabalho do ainel; 7. Conclama todos os stados e o overno da Libéria a cooperarem integralmente com o ainel de eritos em todos os aspectos do seu mandato; 8. e c o rd a que a responsabilidade pelo controle da circulação de armas pequenas dentro do território da Libéria e entre a Libéria e os países vizinhos é das autoridades governamentais relevantes de acordo com a Convenção da Comunidade conômica dos stados da África cidental sobre armas pequenas e armamento leve de 2006; 9. eafirma a necessidade de a L e a peração das ações nidas em Côte d'voire (C) coordenarem regularmente suas estratégias e operações nas áreas próximas à fronteira Libéria- Côte d'voire, a fim de contribuir para a segurança sub-regional; 10. Afirma a importância de que a L siga prestando assistência ao overno da Libéria, ao Comitê e ao ainel de eritos, dentro da sua capacidade e áreas de atuação, sem prejuízo ao seu mandato, e continue a realizar suas tarefas estabelecidas em resoluções anteriores, inclusive na esolução 1683 (2006); 11. Conclama o overno da Libéria a concluir a implementação das recomendações da equipe de revisão do rocesso de Kimberley de 2009 para fortalecer controles internos sobre mineração e exportação de diamantes, particularmente nos escritórios regionais, e concentrar seus esforços na melhoria da governança responsável e transparente dos recursos naturais; 12. ncoraja o rocesso de Kimberley a continuar a cooperar com o ainel de eritos e informar sobre os avanços referentes à implementação por parte da Libéria do squema de Certificação do rocesso de Kimberley; 13. ecide continuar ocupando-se ativamente da questão". C o , 16 A 2013 ispõe sobre a execução, no território nacional, da esolução 2083 (2012), de 17 de dezembro de 2012, do Conselho de egurança das ações nidas, que trata de sanções a indivíduos, grupos, iniciativas e entidades da Al-Qaeda e eventuais associados. A A A ÚBLCA, no uso da atribuição que lhe confere o art. 84, caput, inciso V, da Constituição, tendo em vista o disposto no artigo 25 da Carta das ações nidas, promulgada pelo ecreto nº , de 22 de outubro de 1945, e Considerando a adoção pelo Conselho de egurança das ações nidas, da esolução n o 2083 (2012), de 17 de dezembro de 2012, que trata de sanções a indivíduos, grupos, iniciativas e entidades da Al-Qaeda e eventuais associados, CA: Art. 1º A esolução 2083 (2012), adotada pelo Conselho de egurança das ações nidas em 17 de dezembro de 2012, anexa a este ecreto, será executada e cumprida integralmente em seus termos pelas autoridades brasileiras, no âmbito de suas atribuições. Art. 2º ste ecreto entra em vigor na data de sua publicação. Brasília, 16 de maio de 2013; 192º da ndependência e 125º da epública. esolução 2083 (2012) Conselho de egurança, LA Antonio de Aguiar atriota AX ecordando suas resoluções 1267 (1999), 1333 (2000), 1363 (2001), 1373 (2001), 1390 (2002), 1452 (2002), 1455 (2003), 1526 (2004), 1566 (2004), 1617 (2005), 1624 (2005), 1699 (2006), 1730 (2006), 1735 (2006), 1822 (2008), 1904 (2009), 1988 (2011), 1989 (2011) e as declarações relevantes de seu residente, eafirmando que o terrorismo em todas as suas formas e manifestações constitui uma das mais sérias ameaças à paz e à segurança e que quaisquer atos de terrorismo são criminosos e injustificáveis, independentemente de suas motivações, a qualquer tempo e cometidos por qualquer pessoa e reiterando sua inequívoca condenação da Al-Qaeda e de outros indivíduos, grupos, iniciativas e entidades a ela associados, por frequentes e múltiplos atos criminosos de terrorismo com o objetivo de causar a morte de civis inocentes e de outras vítimas, destruição de patrimônio e solapar a estabilidade, eafirmando que o terrorismo não pode e não deve ser associado a qualquer religião, nacionalidade ou civilização, ecordando a eclaração residencial do Conselho de egurança (//2012/17), de 4 de maio de 2012, sobre ameaças à paz e à segurança internacional causadas por atos terroristas, eafirmando a necessidade de combater por todos os meios, de acordo com a Carta das ações nidas e o direito internacional, inclusive as normas de direitos humanos, o direito dos refugiados e os direitos humanitários aplicáveis, ameaças à paz e à segurança internacionais decorrentes de atos terroristas, sublinhando, a esse respeito, o papel importante que as ações nidas desempenham na liderança e coordenação deste esforço, xpressando preocupação com o aumento nos incidentes de sequestro e tomada de reféns por grupos terroristas visando a arrecadar fundos ou concessões políticas e reiterando a necessidade permanente de que essa questão seja tratada, ocumento assinado digitalmente conforme n o -

13 º 94, sexta-feira, 17 de maio de ublinhando que o terrorismo somente pode ser derrotado por esforço persistente e abrangente envolvendo a participação ativa e a colaboração de todos os stados e organizações internacionais e regionais para impedir, deter, isolar e incapacitar a ameaça terrorista, nfatizando que as sanções são uma ferramenta importante na manutenção e restauração da paz e da segurança internacionais prevista na Carta das ações nidas e sublinhando, a esse respeito, a necessidade de vigorosa implementação das medidas do parágrafo 1 desta resolução como uma ferramenta significativa no combate à atividade terrorista, nstando todos os stados-membros a participarem ativamente da manutenção e atualização da lista criada de acordo com as esoluções 1267 (1999) e 1333 (2000) e 1989 (2011) ("Lista de anções à Al-Qaeda"), contribuindo com informações adicionais pertinentes para as fichas existentes, apresentando pedidos de exclusão de nomes da Lista, quando apropriado, e identificando e propondo, para inclusão na Lista, nomes de indivíduos, grupos, iniciativas e outras entidades que devem estar sujeitos às medidas mencionadas no parágrafo 1 desta resolução, ecordando ao Comitê estabelecido de acordo com as esoluções 1267 (1999) e 1989 (2011) (o "Comitê") a necessidade de remover com rapidez e caso a caso os indivíduos e entidades que não mais atendam aos critérios para integrar a Lista descrita nesta resolução, econhecendo os desafios, tanto legais quanto de outra índole, enfrentados pelos stados-membros na implementação das medidas determinadas no parágrafo 1 desta resolução; acolhendo com satisfação os aperfeiçoamentos aos procedimentos do Comitê e a qualidade da Lista de anções à Al-Qaeda e expressando sua intenção de continuar os esforços para garantir que os procedimentos sejam justos e claros, Acolhendo com satisfação o estabelecimento da uvidoria, de acordo com a esolução 1904 (2009), e a função que ela tem desempenhado desde o seu estabelecimento, notando o papel importante do uvidor no aperfeiçoamento da imparcialidade e transparência, recordando o firme compromisso do Conselho de egurança em assegurar que a uvidoria possa continuar a desempenhar o seu papel eficazmente, de acordo com o seu mandato, e recordando também a eclaração residencial do Conselho de egurança (//2011/5), de 28 de fevereiro de 2011, Acolhendo com satisfação os relatórios bianuais da uvidoria ao Conselho de egurança, incluindo os relatórios apresentados em 21 de janeiro de 2011, 22 de julho de 2011, 20 de janeiro de 2012 e 30 de julho de 2012, eiterando que as medidas mencionadas no parágrafo 1 desta resolução são de natureza preventiva e não dependem de critérios penais estabelecidos no direito interno, Acolhendo com satisfação a terceira revisão, em junho de 2012, da stratégia lobal das ações nidas contra o errorismo (A//60/288), de 08 de setembro de 2006 e a criação da orça- arefa de mplementação do Combate ao errorismo (C, da sigla em inglês) para assegurar a coordenação e a coerência gerais nos esforços de combate ao terrorismo do sistema das ações nidas; Acolhendo com satisfação a permanente cooperação entre o Comitê e a nterpol, o scritório das ações nidas sobre rogas e Crime, particularmente na assistência técnica e capacitação, e em todos os outros órgãos da e encorajando maior engajamento com a C para assegurar a coordenação e coerência gerais nos esforços de combate ao terrorismo do sistema das ações nidas, econhecendo a necessidade de tomar medidas para prevenir e reprimir o financiamento do terrorismo e de organizações terroristas, inclusive dos recursos decorrentes do crime organizado, dentre outros, a produção e o tráfico ilícitos de drogas e seus precursores químicos e a importância da cooperação internacional continuada para esse objetivo, XLA AA A A AC otando com preocupação a persistente ameaça apresentada à paz e à segurança internacionais pela Al-Qaeda e outros indivíduos, grupos, iniciativas e entidades a ela associados, reafirmando sua determinação em abordar todos os aspectos dessa ameaça, otando que, em alguns casos, determinados indivíduos, grupos, iniciativas e entidades que atendem aos critérios de inclusão na Lista estabelecidos no parágrafo 3 da esolução 1988 (2011) também podem atender aos critérios estabelecidos no parágrafo 4 desta resolução, edidas Atuando ao amparo do Capítulo V da Carta das ações nidas, 1. ecide que todos os stados adotarão as medidas anteriormente dispostas no parágrafo 8(c) da esolução 1333 (2000) e parágrafos 1 e 2 da esolução 1390 (2002), e parágrafos 1 e 4 da esolução 1989 (2011) em relação à Al-Qaeda e outros indivíduos, grupos, iniciativas e entidades a ela associados: ste documento pode ser verificado no endereço eletrônico pelo código (a) Bloquear sem demora os fundos e outros ativos financeiros ou recursos econômicos de tais indivíduos, grupos, iniciativas e entidades, inclusive fundos derivados de patrimônio de propriedade ou controle direto ou indireto deles ou de pessoas atuando em seu nome ou sob sua instrução e assegurar que nem estes, nem quaisquer outros fundos, ativos financeiros ou recursos econômicos sejam disponibilizados, direta ou indiretamente, em benefício de tais pessoas, por seus cidadãos ou por pessoas dentro de seu território; (b) mpedir a entrada em seus territórios ou o trânsito através deles de tais indivíduos, ressalvando-se que nada neste parágrafo obrigará qualquer stado a negar a entrada ou exigir a saída de seus territórios dos seus próprios nacionais e que este parágrafo não se aplicará quando a entrada ou trânsito for necessário para o andamento de um processo judicial ou quando o Comitê determinar, caso a caso, que a entrada ou trânsito é justificado; (c) mpedir o fornecimento, venda ou transferência direta ou indireta a tais indivíduos, grupos, iniciativas e entidades em seus territórios ou por seus nacionais fora de seus territórios ou utilizando embarcações ou aeronaves com sua bandeira, de armas e materiais correlatos de todos os tipos, inclusive armas e munições, veículos e equipamentos militares, equipamentos paramilitares e peças sobressalentes, bem como de assessoria, assistência ou treinamento técnico relativo a atividades militares; 2. eafirma que os atos ou atividades que indicam que um indivíduo, grupo, iniciativa ou empresa está associado à Al-Qaeda incluem: (a) A participação no financiamento, planejamento, facilitação, preparação ou perpetração de atos ou realização de atividades pela Al-Qaeda, em conjunto com ela, em seu nome ou em apoio a ela; (b) fornecimento, venda ou transferência de armas e materiais correlatos, (c) recrutamento em favor da Al-Qaeda ou apoio a seus atos e atividades, bem como àqueles de qualquer célula, entidade afiliada, grupo dissidente ou derivado da mesma; 3. Confirma que qualquer indivíduo, grupo, iniciativa ou entidade de propriedade ou sob controle, direto ou indireto da Al- Qaeda, ou que garanta apoio a indivíduo, grupo, iniciativa ou entidade a ela associado, inclusive os que constem da Lista de anções à Al-Qaeda, poderá ser sancionado; 4. Confirma que o disposto no parágrafo 1(a) acima se aplica a recursos financeiros e econômicos de todos os tipos, inclusive, entre outros, aqueles utilizados para o fornecimento de serviços de hospedagem na nternet ou serviços correlatos e para apoio à Al-Qaeda e outros indivíduos, grupos, iniciativas e entidades a ela associados; 5. ota que tais meios de financiamento ou apoio incluem, entre outros, o uso de recursos provenientes do crime, inclusive o cultivo, produção e tráfico ilícitos de entorpecentes e seus precursores; 6. Confirma também que o disposto no parágrafo 1 se aplica igualmente ao pagamento de resgates a indivíduos, grupos, iniciativas ou entidades constantes da Lista de anções à Al-Qaeda; 7. ecide que os stados-membros podem permitir a adição a contas bloqueadas ao amparo do parágrafo 1 acima de qualquer pagamento em favor de indivíduos, grupos, iniciativas ou entidades listados, desde que quaisquer desses pagamentos continuem sujeitos às disposições do parágrafo 1 acima e sejam igualmente bloqueados; 8. ncoraja os stados-membros a fazerem uso das disposições relativas às isenções às medidas do parágrafo 1(a) acima, previstas nos parágrafos 1e2 daesolução 1452 (2002), tal como emendada pela esolução 1735 (2006), e autoriza o onto ocal estabelecido na esolução 1730 (2006) a receber solicitações de isenção submetidas por indivíduos, grupos, iniciativas e entidades constantes da Lista de anções à Al-Qaeda ou em seu nome ou, ainda, por representante legal ou responsável pelo espólio de tal indivíduo, grupo, inciativa e entidade, para consideração do Comitê, conforme descrito no parágrafo 37 abaixo; 9. nstrui o Comitê a cooperar com os outros Comitês de anções do Conselho de egurança relevantes, particularmente aquele estabelecido de acordo com a esolução 1988 (2011); nclusão na Lista 10. ncoraja todos os stados-membros a apresentarem ao Comitê, para inclusão na Lista de anções à Al-Qaeda, nomes de indivíduos, grupos, iniciativas e entidades participando, de qualquer maneira, do financiamento ou apoio de atos ou atividades da Al- Qaeda e de outros indivíduos, grupos, iniciativas e entidades a ela associados, como descrito no parágrafo 2 da esolução 1617 (2005) e reafirmado no parágrafo 2 acima; 11. eafirma que, ao proporem nomes ao Comitê para inclusão na Lista de anções à Al-Qaeda, os stados-membros deverão atuar de acordo com o parágrafo 5 da esolução 1735 (2006) e parágrafo 12 da esolução 1822 (2008) e apresentar uma declaração com razões detalhadas para a listagem, e decide também que a declaração deverá ser disponibilizada, quando solicitada, excetuadas partes que um stado-membro indicar ao Comitê como confidenciais, e poderá ser utilizada para preparar o resumo narrativo de razões para inclusão na Lista descrito no parágrafo 14 abaixo; 12. ecide que os stados-membros que propuserem uma nova inclusão, bem como os stados-membros que tenham proposto nomes para inclusão na Lista de anções à Al-Qaeda antes da adoção desta resolução, deverão especificar se o Comitê ou o uvidor não pode revelar a identidade do stado propositor, 13. ecorda sua decisão de que os stados-membros, ao proporem nomes ao Comitê para inclusão na Lista de anções à Al- Qaeda, deverão utilizar o formulário padrão para esse fim e deverão apresentar ao Comitê o maior número possível de informações relevantes sobre o nome proposto, particularmente informações suficientes para permitir a identificação precisa e positiva de indivíduos, grupos, iniciativas e entidades e, na medida do possível, a informação exigida pela nterpol para emitir uma otificação special e instrui o Comitê a atualizar, quando necessário, o formulário padrão para inclusão na Lista, de acordo com as disposições desta resolução, e instrui também o rupo de onitoramento a informar ao Comitê as medidas adicionais que podem ser tomadas para melhorar as informações de identificação, assim como medidas para assegurar que as otificações speciais da nterpol- existam para todos os indivíduos, grupos, iniciativas e entidades listados; 14. Acolhe com satisfação os esforços feitos pelo Comitê, com a assistência do rupo de onitoramento e em coordenação com os stados propositores relevantes, para tornar acessível no sítio na internet do Comitê, ao mesmo tempo em que um nome é adicionado à Lista de anções à Al-Qaeda, um resumo narrativo das razões para a inclusão correspondente e instrui o Comitê, com a assistência do rupo de onitoramento e em coordenação com os stados propositores relevantes, que continuem os seus esforços para tornar acessíveis no sítio na internet do Comitê os resumos narrativos das razões para todas as inclusões na Lista; 15. ncoraja os stados-membros e as organizações e órgãos internacionais relevantes a informarem ao Comitê quaisquer decisões e medidas judiciais relevantes para que o Comitê possa considerá-los quando for rever a inclusão de nome pertinente ou atualizar um resumo narrativo das razões para inclusão; 16. Conclama todos os membros do Comitê e do rupo de onitoramento a compartilharem com o Comitê qualquer informação que eles venham a ter em relação a um pedido de inclusão na Lista da parte de um stado-membro, para que tal informação possa ajudar a deliberar sobre a decisão do Comitê sobre a proposta de inclusão e fornecer material adicional para o resumo narrativo de razões para inclusão descrito parágrafo 14; 17. eafirma que o ecretariado deverá, após a publicação e em até 3 dias úteis após um nome ser adicionado à Lista de anções à Al-Qaeda, notificar a issão ermanente do país ou países onde se acredita que o indivíduo ou entidade esteja localizado e, no caso de indivíduos, o país do qual o indivíduo é nacional (na medida em que essa informação seja conhecida) de acordo com o parágrafo 10 da esolução 1735 (2006), solicita o ecretariado a publicar no sítio na internet do Comitê todas as informações relevantes que seja pertinente publicar, inclusive o resumo narrativo das razões para inclusão na Lista, imediatamente após um nome ser adicionado à Lista de anções à Al-Qaeda e destaca a importância de disponibilizar o resumo narrativo de razões em todos os idiomas oficiais das ações nidas de maneira oportuna; 18. eafirma também que as disposições do parágrafo 17 da esolução 1822 (2008) relativas ao requerimento de que os stadosmembros tomem todas as medidas possíveis, de acordo com a legislação e as práticas nacionais, para notificar ou informar oportunamente o indivíduo ou entidade inserido na Lista acerca de sua designação e anexem a essa notificação o resumo narrativo das razões para inclusão na Lista, uma descrição dos efeitos da designação, como estabelecido nas resoluções relevantes, os procedimentos do Comitê para considerar as solicitações de exclusão da Lista, inclusive a possibilidade de apresentar tal pedido ao uvidor, de acordo com o parágrafo 21 da esolução 1989 (2011) e o Anexo a esta resolução, e as disposições da esolução 1452 (2002) em relação às isenções disponíveis; nclusão da Lista/uvidor 19. ecide prorrogar o mandato da uvidoria estabelecido pela esolução 1904 (2009), tal como refletido nos procedimentos descritos no Anexo a esta resolução, por um período de trinta meses a partir da data da adoção desta resolução, decide que o uvidor continuará recebendo pedidos de indivíduos, grupos, iniciativas ou entidades que desejam ser excluídos da Lista de anções à Al-Qaeda de uma maneira independente e imparcial, sem buscar ou receber instruções de qualquer governo; e decide que o uvidor deverá apresentar ao Comitê as observações e uma recomendação sobre a exclusão da Lista destes indivíduos, grupos, iniciativas ou entidades que tenham solicitado sua exclusão da Lista de anções à Al-Qaeda por meio da uvidoria, seja uma recomendação para manter o nome na Lista, seja uma recomendação de que o Comitê considere a possibilidade de exclusão da Lista; 20. ecorda que os stados continuarão obrigados a tomar as medidas descritas no parágrafo 1 desta resolução em relação a tal indivíduo, grupo, iniciativa ou entidade quando o uvidor recomendar, em seu relatório abrangente, a manutenção do nome na Lista em resposta a um pedido de exclusão da Lista nos termos do Anexo ; ocumento assinado digitalmente conforme n o -

14 º 94, sexta-feira, 17 de maio de ecorda que a obrigação de que os stados tomem as medidas descritas no parágrafo 1 desta resolução cessará em relação ao indivíduo, grupo, iniciativa ou entidade 60 dias após o Comitê concluir a consideração de um elatório Abrangente do uvidor, de acordo com o Anexo a esta resolução, inclusive o parágrafo 6(h) da mesma, que recomende a exclusão da Lista, a menos que o Comitê decida por consenso, antes do final deste período de 60 dias, que tal obrigação permanecerá em vigor em relação a esse indivíduo, grupo, iniciativa ou entidade; ressalvando-se que, nos casos em que não houver consenso, o residente deverá, se a tanto for solicitado por um membro do Comitê, apresentar a questão de exclusão da Lista de tal indivíduo, grupo, iniciativa ou entidade ao Conselho de egurança para que o órgão adote uma decisão a esse respeito dentro do período de 60 dias; e ressalvando-se também que, no caso dessa solicitação, a obrigação de que os stados tomem as medidas descritas no parágrafo 1 desta resolução se manterá por esse período em relação a tal indivíduo, grupo, iniciativa ou entidade, até que a questão seja decidida pelo Conselho de egurança; 22. olicita que o ecretário-eral continue a fortalecer a uvidoria por meio da concessão dos recursos necessários, inclusive para serviços de tradução, se couber, para assegurar permanentemente sua capacidade de cumprir seu mandato de maneira eficaz e oportuna; CCALZAÇÃ BA C 23. nsta enfaticamente os stados-membros a apresentarem todas as informações relevantes ao uvidor, inclusive qualquer informação confidencial relevante, quando apropriado, encoraja os stados-embros a fornecerem informações relevantes em tempo oportuno, acolhe com satisfação arranjos nacionais entre stados-embros e a uvidoria para facilitar o compartilhamento de informações confidenciais, encoraja a cooperação entre os stados-embros nesse sentido e confirma que o uvidor deve observar quaisquer restrições de confidencialidade impostas pelos stados-membros com relação à informação que forneçam; 24. olicita aos stados-membros e organizações e órgãos internacionais relevantes encorajarem os indivíduos e entidades que estejam considerando contestar ou já estejam contestando sua inclusão na Lista perante tribunais nacionais e regionais a buscarem a exclusão da Lista de anções à Al-Qaeda por meio da uvidoria; 25. oma nota dos padrões internacionais do rupo de Ação inanceira nternacional (A, na sigla em inglês) e, entre outros, das melhores práticas relativas a sanções financeiras seletivas, conforme referenciado no parágrafo 44 da presente resolução; 26. ecorda sua decisão de que, quando o stado propositor apresentar uma solicitação de exclusão da Lista, a obrigação de que os stados tomem as medidas descritas no parágrafo 1 desta resolução cessará em relação a tal indivíduo, grupo, iniciativa ou entidade após 60 dias, a menos que o Comitê decida, por consenso, antes do final deste período de 60 dias, que as medidas permanecerão vigentes em relação a tal indivíduo, grupo, iniciativa ou entidade; ressalvando-se que, nos casos em que não houver consenso, o residente deverá, se a tanto solicitado por um membro do Comitê, submeter a questão da exclusão da Lista de tal indivíduo, grupo, iniciativa ou entidade ao Conselho de egurança para uma decisão dentro de um período de 60 dias; e ressalvando-se também que, no caso dessa solicitação, a obrigação de que os stados tomem as medidas descritas no parágrafo 1 desta resolução por esse período em relação a tal indivíduo, grupo, iniciativa ou entidade até que a questão seja decidida pelo Conselho de egurança; 27. ecorda sua decisão de que, para fins de apresentação de uma solicitação de exclusão da Lista ao amparo do parágrafo 26, deve haver consenso entre todos os stados propositores, caso haja múltiplos stados propositores; e recorda também que os co-patrocinadores das solicitações de inclusão na Lista não serão considerados como stados propositores para os fins do parágrafo 26; 28. nsta enfaticamente os stados propositores a permitirem que o uvidor revele suas identidades como stados propositores aos indivíduos e entidades listados que tenham apresentado pedidos de exclusão da Lista ao uvidor; 29. nstrui o Comitê a continuar a trabalhar, de acordo com as suas diretrizes, com vistas a considerar as solicitações dos stadosmembros de exclusão da Lista de anções à Al-Qaeda dos indivíduos, grupos, iniciativas e entidades que alegadamente não cumpram mais os critérios estabelecidos nas resoluções relevantes e no parágrafo 2 da presente resolução. ais solicitações serão colocadas na agenda do Comitê mediante pedido de um membro do Comitê. nsta enfaticamente os stados-membros a apresentarem as razões para a apresentação de seus pedidos de exclusão da Lista; 30. ncoraja os stados a apresentarem pedidos de exclusão da Lista de indivíduos que sejam oficialmente confirmados como falecidos, particularmente quando não forem identificados ativos de sua propriedade, e de entidades para as quais haja relatos ou a confirmação de que deixaram de existir, e a tomarem todas as medidas razoáveis para assegurar que todos os ativos que pertenciam a tais indivíduos ou entidades não tenham sido ou não sejam transferidos ou distribuídos para outros indivíduos, grupos, iniciativas e entidades constantes da Lista de anções à Al-Qaeda; 31. ncoraja os stados-membros, quando, em razão da deslistagem, desbloquearem os ativos de um indivíduo falecido ou uma entidade para a qual haja relatos ou a confirmação de que deixou de existir e a recordar as obrigações estabelecidas na esolução 1373 (2001) e, particularmente, a impedir que os ativos desbloqueados sejam usados para fins de terrorismo; ste documento pode ser verificado no endereço eletrônico pelo código ecide que, antes de proceder ao desbloqueio de quaisquer ativos que tenham sido congelados como resultado da listagem de sama bin Laden, os stados-embros devem apresentar ao Comitê um pedido para desbloquear ativos e devem garantir ao Comitê que os ativos não serão transferidos, direta ou indiretamente, a indivíduo, grupo, iniciativa ou entidade listado ou de outra maneira usados para fins terroristas, de acordo com esolução 1373 (2001) do Conselho de egurança, decide também que tais ativos só poderão ser desbloqueados na ausência de objeção de membro do Comitê no prazo de 30 dias após o recebimento da solicitação e sublinha o caráter excepcional desta disposição, que não deve ser considerada como precedente; 33. Conclama o Comitê, ao considerar as solicitações de exclusão da lista, a dar a devida consideração às opiniões do(s) stado(s) propositor(es), stado(s) de residência, nacionalidade, localização ou no qual o indivíduo, grupo, iniciativa ou entidade tenha constituído empresa, bem como stados relevantes identificados pelo Comitê, instrui os membros do Comitê a apresentarem suas razões para objetar às solicitações de exclusão da Lista quando elas se oponham e conclama o Comitê a compartilhar suas razões com os stados-membros relevantes e tribunais e órgãos nacionais e regionais, quando apropriado; 34. ncoraja todos os stados-membros, inclusive stados propositores e stados de residência e nacionalidade, a apresentarem ao Comitê todas as informações relevantes para a revisão pelo Comitê dos pedidos de exclusão da Lista e a se reunirem com o Comitê, se solicitados, para apresentarem seus pontos de vista sobre os pedidos de exclusão da Lista e encoraja o Comitê, quando apropriado, a se reunir com os representantes de organizações e órgãos nacionais ou regionais que tenham informações relevantes sobre os pedidos de exclusão da Lista; 35. Confirma que o ecretariado deverá, dentro de três dias após um nome ser excluído da Lista de anções à Al-Qaeda, notificar a issão ermanente do(s) stado(s) de residência, nacionalidade, localização ou no qual o indivíduo, grupo, iniciativa ou entidade tenha constituído empresa (na medida em que essa informação seja conhecida) e decide que os stados que recebam tal notificação tomarão medidas, de acordo com legislação e práticas nacionais, para notificar ou informar oportunamente o indivíduo ou entidade relevante sobre a exclusão da Lista; senções 36. ecide que, nos casos em que o uvidor não possa entrevistar o requerente no seu stado de residência, o uvidor poderá solicitar, com a anuência do requerente, que o Comitê considere a concessão de uma isenção à restrição de viagens previstas no parágrafo 1(b) da presente resolução, com o único propósito de permitir ao requerente viajar para outro stado para ser entrevistado pelo uvidor, por um período não superior ao necessário para participar desta entrevista, desde que todos os stados de trânsito e de destino não se oponham à viagem, e também instrui o Comitê a notificar o uvidor da decisão do Comitê; 37. ecide que o ecanismo de onto ocal estabelecido na esolução 1730 (2006) poderá: (a) receber pedidos de indivíduos, grupos, iniciativas e entidades listados de isenção das medidas descritas no parágrafo 1(a) da presente resolução, conforme definido na esolução 1452 (2002), desde que o pedido tenha sido previamente submetido à consideração do stado de residência, e decide ainda que o onto ocal transmitirá esse pedido ao Comitê para uma decisão, instrui o Comitê a considerar tais pedidos, inclusive em consulta com o stado de residência e quaisquer outros stados relevantes e instrui também o Comitê, por meio do onto ocal, a notificar tais indivíduos, grupos, iniciativas e entidades da decisão do Comitê; (b) receber de pessoas listadas, para isenção de pedidos das medidas descritas no parágrafo 1(b) da presente resolução e transmitir tais pedidos ao Comitê para que determine, caso a caso, se a entrada ou o trânsito é justificado, instrui o Comitê a considerar tais pedidos em consulta com os stados de trânsito e de destino e com quaisquer outros stados relevantes, decide também que o Comitê só deve concordar com isenções às medidas descritas no parágrafo 1(b) da presente resolução com a anuência dos stados de trânsito e de destino e instrui também o Comitê, por meio do onto ocal, a notificar esses indivíduos da decisão do Comitê; evisão e anutenção da Lista de anções à Al-Qaeda 38. ncoraja todos os stados-membros, particularmente os stados propositores e os stados de residência ou nacionalidade, a apresentarem ao Comitê informações adicionais de identificação e outras, juntamente com a documentação de apoio, sobre os indivíduos, grupos, iniciativas e entidades listados, inclusive dados atualizados sobre o funcionamento das entidades, grupos, e iniciativas listados, os deslocamentos, encarceramento ou morte de indivíduos listados e outros eventos significativos, à medida que tais informações se tornem disponíveis; 39. olicita ao rupo de onitoramento circular ao Comitê, a cada seis meses, uma lista dos indivíduos e entidades da Lista de anções à Al-Qaeda para os quais não existam dados de identificação necessários para assegurar a implementação efetiva das medidas impostas a eles e instrui o Comitê a rever tal lista para decidir se permanece adequada; 40. eafirma que o rupo de onitoramento deve circular ao Comitê, a cada seis meses, uma lista dos indivíduos da Lista de sanções à Al-Qaeda supostamente falecidos, juntamente com uma avaliação de informações relevantes, tais como a certidão do óbito e, na medida do possível, a condição e localização dos ativos bloqueados e os nomes de quaisquer indivíduos ou entidades que estariam em posição de receber quaisquer ativos desbloqueados, instrui o Comitê a rever a lista e decidir se ela permanece adequada e conclama o Comitê a retirar os nomes de pessoas falecidas, quando informações confiáveis relativas ao óbito estejam disponíveis; 41. eafirma que o rupo de onitoramento deve circular ao Comitê, a cada seis meses, uma lista das entidades da Lista de anções à Al-Qaeda para os quais haja relatos ou a confirmação de que deixaram de existir, juntamente com uma avaliação de qualquer informação relevante, instrui o Comitê a rever tal lista para decidir se ela permanece adequada e conclama o Comitê a remover nomes de entidades quando informações confiáveis estiverem disponíveis; 42. nstrui também o Comitê, à luz da conclusão da revisão descrita no parágrafo 25 da esolução 1822 (2008), a realizar uma revisão anual de todos os nomes da Lista de anções à Al-Qaeda que não tenham sido revistos em três anos ou mais ("revisão trienal"). m tal revisão, os nomes relevantes serão circulados aos stados propositores e stados de residência, nacionalidade, localização ou no qual o indivíduo, grupo, iniciativa ou entidade tenha constituído empresa, quando conhecidos, de acordo com os procedimentos estabelecidos nas diretrizes do Comitê, para assegurar que a Lista de anções à Al-Qaeda esteja tão atualizada e precisa quanto possível por meio da identificação de nomes que não seja mais apropriado manter na lista e da confirmação daqueles que permanecem adequados, e nota que a consideração do Comitê de um pedido de exclusão da Lista após a data da adoção desta resolução, de acordo com os procedimentos estabelecidos no Anexo a esta resolução, deve ser considerada equivalente a uma revisão realizada ao amparo do parágrafo 26 da esolução 1822 (2008); mplementação das edidas 43. eitera a importância de todos os stados identificarem e, se necessário, estabelecerem procedimentos adequados para implementar integralmente todos os aspectos das medidas descritas no parágrafo 1 acima; e, recordando o parágrafo 7 da esolução 1617 (2005), insta enfaticamente todos os stados-membros a implementarem os padrões internacionais abrangentes reunidos nos documentos "orty ecommendations on oney Laundering" e "ine pecial ecommendations on errorist inancing" da A e encoraja os stados-membros a seguirem a orientação dada pela ecomendação 6 sobre sanções seletivas relativas ao terrorismo e ao seu financiamento; 44. nsta enfaticamente os stados-embros a aplicarem os elementos na ota nterpretativa da A à ecomendação 6 e a tomarem nota, entre outros elementos, das melhores práticas para a implementação eficaz de sanções financeiras seletivas relacionadas ao terrorismo e ao seu financiamento e toma nota da necessidade de que os stados contem com autoridades e procedimentos legais apropriados para aplicar e impor sanções financeiras seletivas independentemente de processo legal, adotem método de comprovação baseado em "fundamento razoável??" ou "base razoável", bem como tenham a capacidade de recolher ou solicitar o máximo de informação possível de todas as fontes relevantes; 45. nstrui o Comitê a continuar a assegurar a existência de procedimentos justos e claros para a inclusão de indivíduos e entidades na Lista de anções à Al-Qaeda e para sua exclusão, bem como para a concessão de isenções de acordo com a esolução 1452 (2002) e instrui o Comitê a manter essas diretrizes sob ativa revisão em apoio a esses objetivos; 46. nstrui o Comitê, prioritariamente, a revisar suas diretrizes relativas às disposições desta resolução, particularmente os parágrafos 8,10, 12, 13, 19, 22, 23, 32, 36, 37, 59, 60, 61 e 62; 47. ncoraja os stados-membros, inclusive por meio de suas issões ermanentes e organizações internacionais relevantes a reunirem-se com o Comitê para uma discussão profunda sobre quaisquer questões relevantes; 48. olicita o Comitê a informar ao Conselho as suas conclusões relativas aos esforços de implementação dos stados-membros e identificar e recomendar as medidas necessárias para aperfeiçoá-la; 49. nstrui o Comitê a identificar possíveis casos de descumprimento das medidas do disposto no parágrafo 1 acima e a determinar o curso de ação apropriado em cada caso e solicita o residente, em relatórios periódicos ao Conselho de acordo com o parágrafo 59 abaixo, a apresentar relatórios sobre o trabalho do Comitê nessa questão; 50. nsta todos os stados-membros, em sua implementação das medidas estabelecidas no parágrafo 1 acima, a assegurarem que passaportes e outros documentos de viagem fraudulentos, falsificados, roubados e perdidos sejam invalidados e retirados de circulação, de acordo com a legislação e as práticas nacionais, tão logo seja possível, e compartilharem informações sobre esses documentos com os outros stados-membros por meio do banco de dados da nterpol; ocumento assinado digitalmente conforme n o -

15 º 94, sexta-feira, 17 de maio de ncoraja os stados-membros a compartilharem com o setor privado, de acordo com sua legislação e práticas nacionais, as informações em seus bancos de dados nacionais relativas a documentos de identidade ou de viagem fraudulentos, falsificados, roubados e perdidos sujeitos às suas próprias jurisdições e, se uma parte listada for encontrada usando uma identidade falsa, inclusive para obter crédito ou documentos de viagem fraudulentos, a apresentar ao Comitê informações sobre esses casos; 52. ncoraja os stados-membros que emitem documentos de viagem para indivíduos listados a observarem, conforme apropriado, que o portador está sujeito à proibição de viagem e a procedimentos de isenção correspondentes; 53. Confirma que nenhum assunto deve ser deixado pendente perante o Comitê por um período superior a seis meses a menos que o Comitê determine, caso a caso, que circunstâncias extraordinárias exigem tempo adicional para consideração, de acordo com as diretrizes do Comitê; 54. ncoraja os stados propositores a informarem ao rupo de onitoramento se um tribunal ou outra autoridade judicial nacional tenha examinado o caso de um indivíduo e se quaisquer processos judiciais tenham sido instaurados e a incluir qualquer outra informação relevante quando apresentarem o formulário pertinente para inclusão na Lista; 55. olicita ao Comitê facilitar, por meio do rupo de onitoramento ou de agências especializadas da, a assistência à capacitação para a implementação de medidas, por solicitação dos stados-membros; Coordenação e ivulgação 56. eitera a necessidade de estreitar a cooperação entre o Comitê, o Comitê de Combate ao errorismo (CC, na sigla em inglês) e o Comitê estabelecido de acordo com a esolução 1540 (2004), bem como seus respectivos grupos de especialistas, inclusive, como apropriado, por meio de um maior compartilhamento de informações, coordenação de visitas aos países sob seus respectivos mandatos, da facilitação e monitoramento de assistência técnica, das relações com organizações e agências internacionais e regionais e de outras questões de relevância para todos os três Comitês, expressa sua intenção de orientar os Comitês em áreas de interesse comum para melhor coordenar seus esforços e facilitar essa cooperação e solicita que o ecretário-eral tome todas as providências necessárias para que os grupos compartilhem instalações tão logo seja possível; 57. ncoraja o rupo de onitoramento e o scritório das ações nidas sobre rogas e Crime a continuarem suas atividades conjuntas, em cooperação com a iretoria xecutiva de Combate ao errorismo (C, da sigla em inglês) e com os especialistas do Comitê 1540 para auxiliarem os stados-membros em seus esforços no cumprimento de suas obrigações decorrentes das resoluções relevantes, inclusive por meio da organização de workshops regionais e sub-regionais; 58. olicita o Comitê a considerar, onde e quando apropriado, visitas aos países selecionados pelo residente e/ou pelos membros do Comitê para aperfeiçoar a implementação completa e efetiva das medidas mencionadas no parágrafo 1 acima, visando a encorajar os stados a cumprirem integralmente esta resolução e as esoluções 1267 (1999), 1333 (2000), 1390 (2002), 1455 (2003), 1526 (2004), 1617 (2005), 1735 (2006), 1822 (2008) e 1904 (2009) e 1989 (2011); 59. olicita o Comitê a informar verbalmente, por meio de seu residente, no mínimo uma vez ao ano, ao Conselho sobre o estado do trabalho geral do Comitê e do rupo de onitoramento e, quando apropriado, em conjunto com os relatórios dos residentes do CC e do Comitê estabelecido de acordo com a esolução 1540 (2004), expressa a sua intenção de realizar consultas informais pelo menos uma vez ao ano, sobre o trabalho do Comitê, com base em relatórios do residente do Conselho e solicita também que o residente apresente informes periódicos a todos os stados-membros interessados; XLA AA A A AC rupo de onitoramento 60. ecide, para auxiliar o Comitê no cumprimento do seu mandato, bem como para auxiliar o uvidor, prorrogar o mandato do atual rupo de onitoramento, sediado em ova York e estabelecido de acordo com o parágrafo 7 da esolução 1526 (2004), e de seus membros por um período adicional de trinta meses, sob a direção do Comitê com as responsabilidades descritas no Anexo 1, e solicita o ecretário eral a tomar as medidas necessárias para esse fim; 61. nstrui o rupo de onitoramento a identificar, coletar informações, e manter o Comitê informado sobre casos e padrões de descumprimento das medidas impostas na presente resolução, bem como a facilitar, a pedido dos stados-embros, assistência em matéria de capacitação, solicita ao rupo de onitoramento trabalhar em estreita colaboração com o(s) stado(s) de residência, nacionalidade, localização ou no(s) qual(is) o idivíduo, iniciativa, grupo ou entidade tenha constituído empresa, com stados propositores e com outros stados relevantes e instrui também o rupo de onitoramento a formular recomendações ao Comitê sobre as medidas tomadas para tratar do descumprimento das medidas impostas na presente resolução; ste documento pode ser verificado no endereço eletrônico pelo código nstrui o Comitê, com a assistência do rupo de onitoramento, a realizar reuniões especiais sobre importantes tópicos temáticos ou regionais, assim como sobre os desafios em matéria de capacidade dos stados-embros, em consulta, quando apropriado, com o Comitê 1373 e sua iretoria xecutiva, com a C e com o rupo de Ação inanceira nternacional, para identificar e priorizar áreas para a prestação de assistência técnica, de forma a possibilitar a implementação mais eficaz das medidas impostas na presente esolução pelos stados-embros. evisões 63. ecide rever as medidas descritas no parágrafo 1 acima para considerar seu possível fortalecimento adicional em dezoito meses, ou antes disso, se necessário; 64. ecide continuar ocupando-se ativamente da questão. Anexo à esolução 2083 (2012) e acordo com o parágrafo 60 desta resolução, o rupo de onitoramento atuará sob a direção do Comitê e terá as seguintes responsabilidades: (a) Apresentar, por escrito, dois relatórios abrangentes e inde ao Comitê, o primeiro até 31 de Junho de 2013 e o segundo até 31 de ezembro de 2013, sobre a implementação pelos stados-membros das medidas mencionadas no parágrafo 1 desta resolução, inclusive com recomendações específicas para a melhor implementação das medidas e de eventuais novas medidas; (b) Auxiliar o uvidor no cumprimento do seu mandato, como especificado no Anexo a esta resolução, inclusive mediante o fornecimento de informações atualizadas sobre os indivíduos, grupos, iniciativas ou entidades que buscam a sua exclusão da Lista de anções à Al-Qaeda; (c) Auxiliar o Comitê a rever periodicamente os nomes que constem da Lista de anções à Al-Qaeda, inclusive mediante viagens e contatos com os stados-membros, com vistas a desenvolver o histórico do Comitê sobre fatos e circunstâncias relativos a uma inclusão na Lista; (d) Analisar os relatórios apresentados de acordo com o parágrafo 6 da esolução 1455 (2003), as listas de verificação apresentadas de acordo com o parágrafo 10 da esolução 1617 (2005) e outras informações apresentadas pelos stados-membros ao Comitê, como instruído pelo Comitê; (e) Auxiliar o Comitê no acompanhamento dos pedidos de informações aos stados-membros, inclusive no que diz respeito à implementação das medidas mencionadas no parágrafo 1 desta resolução; (f) Apresentar um programa de trabalho abrangente ao Comitê para que este o revise e aprove, conforme necessário, no qual o rupo de onitoramento descreva detalhadamente as atividades que visam ao cumprimento de suas responsabilidades, inclusive proposta de viagem, com base em estreita coordenação com o C e o grupo de especialistas do Comitê 1540 para evitar duplicação e reforçar s i n e rg i a s ; (g) rabalhar estreitamente e compartilhar informações com o C e com o grupo de especialistas do Comitê 1540 para identificar áreas de convergência e sobreposição e ajudar a facilitar a coordenação concreta, inclusive na área de relatoria, entre os três Comitês; (h) Apoiar e participar ativamente de todas as atividades relevantes ao amparo da stratégia lobal das ações nidas contra o errorismo, inclusive dentro da orça arefa de mplementação do Combate ao errorismo, estabelecida para assegurar a coordenação e a coerência gerais dos esforços de combate ao terrorismo do sistema das ações nidas e particularmente por meio de seus grupos de trabalho relevantes; (i) Colher informações, em nome do Comitê, em caso de descumprimento das medidas mencionadas no parágrafo 1 desta resolução, inclusive por meio da análise de informações coletadas pelos stados-membros e do diálogo com partes suspeitas de descumprimento de suas obrigações, assim como por meio da apresentação de estudos de caso, tanto por sua própria iniciativa quanto mediante solicitação do Comitê, para que este os examine; (j) Apresentar ao Comitê recomendações que poderiam ser usadas pelos stados-membros para auxiliá-los na implementação das medidas mencionadas no parágrafo 1 desta resolução e na preparação de propostas de inclusão na Lista de anções à Al-Qaeda; (k) Auxiliar o Comitê em sua consideração de propostas para inclusão de nomes na Lista, inclusive compilando e circulando ao Comitê informações relevantes para a inclusão proposta e preparando uma minuta de resumo narrativo, mencionado no parágrafo 14; (l) Levar ao conhecimento do Comitê circunstâncias novas ou dignas de nota que possam justificar uma exclusão da Lista, tais como informações públicas sobre o falecimento de um indivíduo; (m) anter consultas com os stados-membros antes da viagem a stados-membros selecionados, com base em seu programa de trabalho aprovado pelo Comitê; (n) Coordenar e cooperar com o ponto focal de combate ao terrorismo nacional ou órgão de coordenação semelhante no país da visita, quando apropriado; (o) stimular os stados-membros a apresentarem nomes e informações de identificação adicionais para inclusão na Lista de anções à Al-Qaeda, como instruído pelo Comitê; (p) Apresentar ao Comitê informações adicionais de identificação e outras informações para auxiliar o Comitê em seus esforços para manter a Lista de anções à Al-Qaeda tão atualizada e precisa quanto possível; (q) studar e relatar ao Comitê a natureza mutante da ameaça da Al-Qaeda e as melhores medidas para confrontá-la, inclusive por meio do desenvolvimento de um diálogo com estudiosos e órgãos acadêmicos relevantes, em consulta ao Comitê; (r) Coligir, avaliar, monitorar e relatar e fazer recomendações relativas à implementação das medidas, inclusive a implementação da medida do parágrafo 1(a) desta resolução no que se refere à prevenção do uso criminoso da nternet pela Al-Qaeda e por outros indivíduos, grupos, iniciativas e entidades a ela associados; realizar estudos de caso, se couber, e examinar em profundidade quaisquer outras questões relevantes determinadas pelo Comitê; (s) anter consultas junto aos stados-membros e outras organizações relevantes, inclusive o diálogo regular com os seus representantes em ova York e nas capitais, levando em consideração seus comentários, especialmente no que se refere a quaisquer questões que possam estar contidas nos relatórios do rupo de onitoramento, mencionados no parágrafo (a) deste Anexo; (t) anter consultas junto aos serviços de inteligência e segurança dos stados-membros, inclusive por meio de fóruns regionais, com o objetivo de facilitar o compartilhamento de informações e fortalecer a execução das medidas; (u) anter consultas junto aos representantes relevantes do setor privado, inclusive instituições financeiras, para tomar conhecimento da implementação prática do bloqueio de ativos e desenvolver recomendações para o fortalecimento dessa medida; (v) rabalhar com organizações internacionais e regionais relevantes para promover a conscientização sobre o cumprimento das medidas; (w) Auxiliar o Comitê a facilitar a assistência à capacitação para a implementação das medidas, mediante solicitação dos stadosmembros; (x) rabalhar com a nterpol e os stados-membros para obter fotografias dos indivíduos incluídos na Lista para possível inclusão nas otificações speciais da nterpol e trabalhar com a nterpol para assegurar que as otificações speciais da nterpol- existam para todos os indivíduos, grupos, iniciativas ou entidade listados; (y) Auxiliar outros órgãos subsidiários do Conselho de egurança e seus painéis especializados, mediante solicitação, no aperfeiçoamento de sua cooperação com a nterpol, como mencionado na esolução 1699 (2006) e trabalhar com o ecretariado para discutir medidas para padronizar o formato de todas as Listas de sanções da, de modo a facilitar a implementação pelas autoridades nacionais; (z) elatar ao Comitê, periodicamente ou quando o Comitê assim solicitar, por meio de informes orais e/ou escritos sobre o trabalho do rupo de onitoramento, inclusive suas visitas aos stados-membros e suas atividades; (aa) elatar periodicamente ao Comitê, conforme apropriado, acerca de ligações entre Al-Qaeda e indivíduos, grupos, iniciativas ou entidades passíveis de listagem nos termos do parágrafo 1 da resolução 2082 (2012) ou quaisquer outras resoluções pertinentes sobre sanções; e (bb) Qualquer outra responsabilidade que o Comitê determine. Anexo à esolução 2083 (2012) e acordo com o parágrafo 19 desta resolução, a uvidoria fica autorizada a realizar as seguintes tarefas imediatamente após o recebimento de um pedido de exclusão da Lista apresentado quer por indivíduo, grupo, iniciativa ou entidade constante da Lista de anções à Al Qaeda, ou em seu nome, quer pelo representante legal ou herdeiro de tal indivíduo, grupo, iniciativa ou entidade (o "solicitante"); Conselho recorda que os stados-membros não podem apresentar pedidos de exclusão da Lista em nome de um indivíduo, grupo, iniciativa ou entidade à uvidoria; ocumento assinado digitalmente conforme n o -

16 º 94, sexta-feira, 17 de maio de 2013 Coleta de nformações (quatro meses) 1. Após o recebimento de um pedido de exclusão da Lista, o uvidor deverá: (a) Acusar ao solicitante o recebimento do pedido de exclusão da Lista; (b) nformar ao solicitante o procedimento geral para processar os pedidos de exclusão da Lista; (c) esponder a perguntas específicas do solicitante sobre os procedimentos do Comitê; (d) nformar ao solicitante caso seu pedido deixe de atender adequadamente aos critérios originais de designação, como estabelecido no parágrafo 2 desta resolução, e devolvê-lo ao solicitante para sua consideração; e (e) Verificar se a solicitação é uma nova solicitação ou uma solicitação repetida e, neste último caso, em não havendo informação nova, devolvê-la ao solicitante para sua consideração; CCALZAÇÃ BA C 2. o caso dos pedidos de exclusão da Lista não devolvidos ao solicitante, o uvidor encaminhará imediatamente o pedido de exclusão da Lista aos membros do Comitê, designando o(s) stado(s), stado(s) de residência e nacionalidade ou no qual a empresa tenha sido constituída, órgãos relevantes da e quaisquer outros stados considerados relevantes pelo uvidor. uvidor pedirá a tais stados ou órgãos relevantes da que forneçam, dentro de quatro meses, qualquer informação adicional relevante para o pedido de exclusão da Lista. uvidor pode iniciar um diálogo com tais stados para determinar: (a) as opiniões de tais stados sobre se o pedido de exclusão da Lista deve ser concedido; e (b) as informações, questões ou pedidos de esclarecimento que tais stados gostariam que fossem comunicados aos solicitantes em relação ao pedido de exclusão da Lista, inclusive quaisquer informações ou medidas que poderiam ser tomadas por um solicitante para esclarecer o pedido de exclusão da Lista; 3. uvidor deverá também encaminhar imediatamente o pedido de exclusão da Lista ao rupo de onitoramento, que fornecerá ao uvidor, dentro de quatro meses: (a) odas as informações disponíveis ao rupo de onitoramento que sejam relevantes ao pedido de exclusão da Lista, inclusive decisões e processos judiciais, reportagens e informações que os stados ou organizações internacionais relevantes tenham anteriormente compartilhado com o Comitê ou com o rupo de onitoramento; (b) Avaliações factuais das informações fornecidas pelo solicitante que sejam relevantes para o pedido de exclusão da Lista; e (c) erguntas ou pedidos de esclarecimento que o rupo de onitoramento gostaria de fazer ao solicitante relativos ao pedido de exclusão da Lista; 4. Ao final desse período de quatro meses de coleta de informações, o uvidor deverá apresentar ao Comitê relato atualizado sobre o progresso atingido, inclusive detalhes relativos a quais países apresentaram informações e a quaisquer desafios significativos até então experimentados. uvidor pode prorrogar esse período uma vez por até dois meses, se avaliar que um tempo maior é necessário para a coleta de informações, dando a devida consideração aos pedidos de tempo adicional feitos pelos stados-membros para o fornecimento de informações; iálogo (dois meses) 5. Após a conclusão do período de coleta de informações, o uvidor, por um período de até dois meses, facilitará consultas, que poderão incluir diálogo com o solicitante. ando a devida consideração aos pedidos de prazo adicional, o uvidor poderá prorrogar esse período uma vez por até dois meses, se avaliar que um tempo maior é necessário para o compromisso e redação do elatório Abrangente descrito no parágrafo 7 abaixo. uvidor poderá reduzir esse prazo, se avaliar que é necessário menos tempo; 6. urante este período de compromisso, o uvidor: (a) oderá formular as perguntas ao solicitante ou solicitar informações ou esclarecimentos adicionais que possam ajudar a consideração, pelo Comitê, do pedido, inclusive quaisquer perguntas ou pedidos de informação recebidos dos stados relevantes, do Comitê e do rupo de onitoramento; ste documento pode ser verificado no endereço eletrônico pelo código (b) everá requerer do solicitante uma declaração assinada na qual o solicitante declara que não tem nenhuma associação com a Al-Qaeda ou com qualquer célula, entidade afiliada, grupo dissidente ou derivado da mesma e compromete-se a não se associar à Al-Qaeda no futuro; (c) everá reunir-se com o solicitante, na medida do possível; (d) ncaminhará as respostas do solicitante aos stados relevantes, ao Comitê e ao rupo de onitoramento e buscará obter do solicitante informação eventualmente faltante; (e) Coordenará com os stados, o Comitê e o rupo de onitoramento no que concerne a quaisquer consultas adicionais do solicitante ou respostas a este; (f) urante a fase de coleta de informações ou de diálogo, o uvidor poderá compartilhar com os stados relevantes informações apresentadas por outro stado, inclusive a posição de tal stado sobre o pedido de exclusão da Lista, se o stado que tiver apresentado a informação der seu consentimento; (g) o curso das fases de coleta de informações e de diálogo e na preparação do relatório, o uvidor não revelará nenhuma informação compartilhada em confidência por um stado sem o consentimento escrito expresso e formal de tal stado; e (h) urante a fase de diálogo, o uvidor considerará seriamente as opiniões dos stados propositores, bem como de outros stados-membros que oferecerem informações relevantes, particularmente os stados-membros mais afetados pelos atos ou associações que levarem à designação original; 7. Após o término do período de consultas descrito acima, o uvidor, com a ajuda do rupo de onitoramento, redigirá e apresentará ao Comitê um elatório Abrangente que irá, exclusivamente: (a) esumir e, se couber, especificar as fontes de todas as informações disponíveis ao uvidor que sejam relevantes para o pedido de exclusão da Lista. relatório respeitará os elementos confidenciais das comunicações dirigidas pelos stados-membros ao uvidor; (b) escrever as atividades do uvidor em relação a esse pedido de exclusão da Lista, inclusive seu diálogo com o solicitante; e (c) Com base em uma análise de todas as informações disponíveis ao uvidor e na recomendação do uvidor, exporá ao Comitê os principais argumentos relativos ao pedido de exclusão da Lista. A recomendação deverá informar a visão do uvidor no que se refere à listagem à época do exame do requerimento de exclusão da Lista. iscussão do Comitê 8. Após o Comitê ter tido 15 dias para revisar o elatório Abrangente em todos os idiomas oficiais das ações nidas, o residente do Comitê incluirá o pedido de exclusão da Lista na agenda do Comitê para consideração. 9. Quando o Comitê considerar o pedido de exclusão da Lista, o uvidor, auxiliado pelo rupo de onitoramento, se couber, apresentará pessoalmente o elatório Abrangente e responderá às perguntas dos membros do Comitê em relação ao pedido. 10. A consideração pelo Comitê do elatório Abrangente deverá ser concluída em, no máximo, 30 dias após a data na qual o elatório Abrangente tiver sido apresentado ao Comitê para sua revisão. 11. Após a conclusão, pelo Comitê, da análise do elatório Abragente, o uvidor poderá notificar todos os stados relevantes da recomendação. 12. os casos em que o uvidor recomendar a manutenção do nome na Lista, a obrigação para que os stados tomem as medidas estabelecidas no parágrafo 1 desta resolução cessará em relação a tal indivíduo, grupo, iniciativa ou entidade, a menos que um membro do Comitê apresente um pedido de exclusão da Lista, o qual o Comitê considerará segundo seus procedimentos de consenso habituais. 13. os casos em que o uvidor recomendar que o Comitê considere a exclusão da Lista, a obrigação de que os stados tomem as medidas estabelecidas no parágrafo 1 desta resolução cessará em relação a tal indivíduo, grupo, iniciativa ou entidade 60 dias após o Comitê concluir a consideração de um elatório Abrangente do uvidor, de acordo com este Anexo, inclusive o parágrafo 6 (h), a menos que o Comitê decida, por consenso, antes do final desse período de 60 dias, que a obrigação se manterá em relação a tal indivíduo, grupo, iniciativa ou entidade; ressalvando-se, que, nos casos em que não houver consenso, o residente deverá, mediante solicitação de um membro do Comitê, submeter a questão da exclusão da Lista de tal indivíduo, grupo, iniciativa ou entidade ao Conselho de egurança para uma decisão dentro do período de 60 dias; e ressalvando-se também que, no caso de tal solicitação, a obrigação de que os stados tomem as medidas estabelecidas no parágrafo 1 desta resolução se manterá em vigor por esse período em relação a tal indivíduo, grupo, iniciativa ou entidade até que a questão seja decidida pelo Conselho de egurança. 14. Após a decisão do Comitê de aceitar ou rejeitar o pedido de exclusão da Lista, o Comitê transmitirá sua decisão ao uvidor, devendo explicitar suas razões e prestar qualquer informação relevante adicional sobre sua decisão e um resumo narrativo atualizado das razões para a manutenção do nome na Lista, conforme caiba, para que o uvidor transmita ao solicitante. 15. Após o Comitê ter informado o uvidor de que o Comitê rejeitou um pedido de exclusão da Lista, o uvidor enviará ao solicitante, com cópia antecipada ao Comitê, dentro de 15 dias, uma carta que: (a) Comunicará a decisão do Comitê pela manutenção do nome na Lista; (b) escreverá, na medida do possível e de acordo com a redação do elatório Abrangente do uvidor, o processo e as informações factuais passíveis de publicação coletadas pelo uvidor; e (c) ncaminhará todas as informações do Comitê sobre a decisão ao uvidor, de acordo com o parágrafo 14 acima. 16. m todas as comunicações com o solicitante, o uvidor respeitará a confidencialidade das deliberações do Comitê e as comunicações confidenciais entre o uvidor e os stados-membros. 17. uvidor poderá notificar o solicitante, assim como stados relevantes que não sejam membros do Comitê, do estágio em que se encontra o processo. utras arefas da uvidoria 18. Além das tarefas especificadas acima, o uvidor deverá: (a) ivulgar informações passíveis de publicação sobre os procedimentos do Comitê, inclusive suas diretrizes, resenhas e outros documentos preparados pelo Comitê; (b) Quando o endereço for conhecido, notificar os indivíduos ou entidades sobre sua inclusão na Lista, após a ecretaria ter notificado oficialmente a issão ermanente do stado ou stados, de acordo com o parágrafo 17 desta resolução; e (c) Apresentar ao Conselho de egurança relatórios bienais resumindo as atividades do uvidor. C 16 A 2013 Abre aos rçamentos iscal e da eguridade ocial da nião, em favor de diversos órgãos dos oderes Legislativo, Judiciário e xecutivo, do inistério úblico da nião, do Conselho acional do inistério úblico e de ransferências a stados, istrito ederal e unicípios, crédito suplementar no valor de $ ,00, para reforço de dotações constantes da Lei rçamentária vigente. A A A ÚBLCA, no uso da atribuição que lhe confere o art. 84, caput, inciso V, da Constituição, e tendo em vista a autorização contida no art. 4º, caput, incisos V, alínea "c", V, alíneas "a" e "b", e XV, da Lei nº , de 4 de abril de 2013, e no 3º do art. 37 da Lei nº , de 17 de agosto de 2012, CA: Art. 1º ica aberto aos rçamentos iscal e da eguridade ocial da nião (Lei nº , de 4 de abril de 2013), em favor de diversos órgãos dos oderes Legislativo, Judiciário e xecutivo, do inistério úblico da nião, do Conselho acional do inistério úblico e de ransferências a stados, istrito ederal e unicípios, crédito suplementar no valor de $ ,00 (onze bilhões, trezentos e sessenta e oito milhões, trezentos e setenta e cinco mil, seiscentos e doze reais), para atender à programação constante do Anexo. Art. 2º s recursos necessários à abertura do crédito de que trata o art. 1º decorrem de anulação parcial de dotações orçamentárias, conforme indicado no Anexo. Art. 3º ste ecreto entra em vigor na data de sua publicação. Brasília, 16 de maio de 2013; 192º da ndependência e 125º da epública. LA iriam Belchior ocumento assinado digitalmente conforme n o -

17 º 94, sexta-feira, 17 de maio de ÓÃ: enado ederal A: enado ederal AX Crédito uplementar AA ABALH (LAÇÃ) ecurso de odas as ontes $ 1,00 C- AÁCA AA/AÇÃ/LCALZA/ Atuação Legislativa do enado ederal A V A agamento de essoal Ativo da nião agamento de essoal Ativo da nião - acional AÇÕ CA HB Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais HB 0001 Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais - acional AL - CAL AL - A 0 AL - AL ÓÃ: ribunal de Contas da nião A: ribunal de Contas da nião AX Crédito uplementar AA ABALH (LAÇÃ) ecurso de odas as ontes $ 1,00 AÁCA C- AA/AÇÃ/LCALZA/ Controle xterno A V A agamento de essoal Ativo da nião agamento de essoal Ativo da nião - acional AÇÕ CA HB Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais HB 0001 Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais - acional AL - CAL AL - A 0 AL - AL ÓÃ: upremo ribunal ederal A: upremo ribunal ederal AX Crédito uplementar AA ABALH (LAÇÃ) ecurso de odas as ontes $ 1,00 AÁCA C- AA/AÇÃ/LCALZA/ restação Jurisdicional do upremo ribunal ederal A V A agamento de essoal Ativo da nião agamento de essoal Ativo da nião - acional AÇÕ CA HB Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais XLA AA A A AC HB 0001 Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais - acional AL - CAL AL - A 0 AL - AL ÓÃ: uperior ribunal de Justiça A: uperior ribunal de Justiça AX Crédito uplementar AA ABALH (LAÇÃ) ecurso de odas as ontes $ 1,00 C- AÁCA AA/AÇÃ/LCALZA/ restação Jurisdicional no uperior ribunal de Justiça A V A agamento de essoal Ativo da nião agamento de essoal Ativo da nião - acional AÇÕ CA HB Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais HB 0001 Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais - acional AL - CAL AL - A 0 AL - AL ÓÃ: Justiça ederal A: Justiça ederal de rimeiro rau AX Crédito uplementar AA ABALH (LAÇÃ) ecurso de odas as ontes $ 1,00 C- AÁCA AA/AÇÃ/LCALZA/ perações speciais: utros ncargos speciais AÇÕ CA H7 Contribuição da nião para o Custeio do egime de revidência dos ervidores úblicos ederais decorrente do rovimento de Cargos e unções e eestruturação de Cargos e Carreiras e evisão de emunerações H Contribuição da nião para o Custeio do egime de revidência dos ervidores úblicos ederais decorrente do rovimento de Cargos e unções e eestruturação de Cargos e Carreiras e evisão de emunerações - acional C04 rovimento de Cargos e unções e eestruturação de Cargos, Carreiras e evisão de e- munerações - essoal Ativo C rovimento de Cargos e unções e eestruturação de Cargos, Carreiras e evisão de emunerações - essoal Ativo - acional AL - CAL AL - A 0 AL - AL ÓÃ: Justiça ilitar da nião A: Justiça ilitar da nião AX Crédito uplementar AA ABALH (LAÇÃ) ecurso de odas as ontes $ 1,00 C- AÁCA AA/AÇÃ/LCALZA/ restação Jurisdicional ilitar A V A Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados acional agamento de essoal Ativo da nião agamento de essoal Ativo da nião - acional AÇÕ CA HB Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais HB 0001 Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais - acional AL - CAL AL - A 0 AL - AL ÓÃ: Justiça leitoral A: ribunal uperior leitoral AX Crédito uplementar AA ABALH (LAÇÃ) ecurso de odas as ontes $ 1,00 C- AÁCA AA/AÇÃ/LCALZA/ perações speciais: utros ncargos speciais AÇÕ CA H7 Contribuição da nião para o Custeio do egime de revidência dos ervidores úblicos ederais decorrente do rovimento de Cargos e unções e eestruturação de Cargos e Carreiras e evisão de emunerações H Contribuição da nião para o Custeio do egime de revidência dos ervidores úblicos ederais decorrente do rovimento de Cargos e unções e eestruturação de Cargos e Carreiras e evisão de emunerações - acional C04 rovimento de Cargos e unções e eestruturação de Cargos, Carreiras e evisão de e- munerações - essoal Ativo C rovimento de Cargos e unções e eestruturação de Cargos, Carreiras e evisão de emu- nerações - essoal Ativo - acional AL - CAL AL - A 0 AL - AL ÓÃ: Justiça leitoral A: ribunal egional leitoral de ato rosso AX Crédito uplementar AA ABALH (LAÇÃ) ecurso de odas as ontes $ 1,00 C- AÁCA AA/AÇÃ/LCALZA/ estão do rocesso leitoral 200 A V A Auxílio-ransporte aos ervidores, mpregados 200 ste documento pode ser verificado no endereço eletrônico pelo código ocumento assinado digitalmente conforme n o -

18 º 94, sexta-feira, 17 de maio de Auxílio-ransporte aos ervidores, mpregados - acional AL - CAL 200 AL - A 0 AL - AL Assistência ré-scolar aos e dos ervidores, mpregados - o stado de oiás AL - CAL AL - A 0 AL - AL ÓÃ: Justiça leitoral A: ribunal egional leitoral do ará AX Crédito uplementar AA ABALH (LAÇÃ) ecurso de odas as ontes $ 1,00 C- AÁCA AA/AÇÃ/LCALZA/ estão do rocesso leitoral A V A Auxílio-ransporte aos ervidores, mpregados Auxílio-ransporte aos ervidores, mpregados - acional CCALZAÇÃ BA C AL - CAL AL - A 0 AL - AL ÓÃ: Justiça do rabalho A: ribunal egional do rabalho da 2a. egião - ão aulo AX Crédito uplementar AA ABALH (LAÇÃ) ecurso de odas as ontes $ 1,00 AÁCA C- AA/AÇÃ/LCALZA/ restação Jurisdicional rabalhista A V A Assistência ré-scolar aos e dos ervidores, mpregados Assistência ré-scolar aos e dos ervidores, mpregados - o stado de ão aulo AL - CAL AL - A 0 AL - AL ÓÃ: Justiça do rabalho A: ribunal egional do rabalho da 5a. egião - Bahia AX Crédito uplementar AA ABALH (LAÇÃ) ecurso de odas as ontes $ 1,00 AÁCA C- AA/AÇÃ/LCALZA/ restação Jurisdicional rabalhista A V A Auxílio-ransporte aos ervidores, mpregados Auxílio-ransporte aos ervidores, mpregados - o stado da Bahia AL - CAL AL - A 0 AL - AL ÓÃ: Justiça do rabalho Crédito uplementar AA ABALH (LAÇÃ) ecurso de odas as ontes $ 1,00 AÁCA A: ribunal egional do rabalho da 15a. egião - Campinas/ AX C- AA/AÇÃ/LCALZA/ restação Jurisdicional rabalhista A V A Auxílio-ransporte aos ervidores, mpregados Auxílio-ransporte aos ervidores, mpregados - o stado de ão aulo AL - CAL AL - A 0 AL - AL ÓÃ: Justiça do rabalho A: ribunal egional do rabalho da 18a. egião - oiás AX Crédito uplementar AA ABALH (LAÇÃ) ecurso de odas as ontes $ 1,00 C- AÁCA AA/AÇÃ/LCALZA/ restação Jurisdicional rabalhista A V A Assistência ré-scolar aos e dos ervidores, mpregados ÓÃ: Justiça do rabalho A: Conselho uperior da Justiça do rabalho AX Crédito uplementar AA ABALH (LAÇÃ) ecurso de odas as ontes $ 1,00 C- AÁCA AA/AÇÃ/LCALZA/ perações speciais: utros ncargos speciais AÇÕ CA H7 Contribuição da nião para o Custeio do egime de revidência dos ervidores úblicos ederais decorrente do rovimento de Cargos e unções e eestruturação de Cargos e Carreiras e evisão de emunerações H Contribuição da nião para o Custeio do egime de revidência dos ervidores úblicos ederais decorrente do rovimento de Cargos e unções e eestruturação de Cargos e Carreiras e evisão de emunerações - acional C04 rovimento de Cargos e unções e eestruturação de Cargos, Carreiras e evisão de e- munerações - essoal Ativo C rovimento de Cargos e unções e eestruturação de Cargos, Carreiras e evisão de emunerações - essoal Ativo - acional AL - CAL AL - A 0 AL - AL ÓÃ: Justiça do istrito ederal e dos erritórios A: ribunal de Justiça do istrito ederal AX Crédito uplementar AA ABALH (LAÇÃ) ecurso de odas as ontes $ 1,00 C- AÁCA AA/AÇÃ/LCALZA/ restação Jurisdicional no istrito ederal A V A Auxílio-ransporte aos ervidores, mpregados Auxílio-ransporte aos ervidores, mpregados o istrito ederal agamento de essoal Ativo da nião agamento de essoal Ativo da nião - acional AÇÕ CA HB Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais HB 0001 Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais - acional AL - CAL AL - A 0 AL - AL ÓÃ: Conselho acional de Justiça A: Conselho acional de Justiça AX Crédito uplementar AA ABALH (LAÇÃ) ecurso de odas as ontes $ 1,00 C- AÁCA AA/AÇÃ/LCALZA/ Controle da Atuação Administrativa e inanceira no oder Judiciário A V A Auxílio-ransporte aos ervidores, mpregados Auxílio-ransporte aos ervidores, mpregados - acional agamento de essoal Ativo da nião agamento de essoal Ativo da nião - acional AÇÕ CA HB Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais HB 0001 Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais - acional AL - CAL AL - A 0 AL - AL ÓÃ: residência da epública A: residência da epública AX Crédito uplementar AA ABALH (LAÇÃ) ecurso de odas as ontes $ 1,00 C- AÁCA AA/AÇÃ/LCALZA/ rograma de estão e anutenção da residência da epública A V A Assistência ré-scolar aos e dos ervidores, mpregados ste documento pode ser verificado no endereço eletrônico pelo código ocumento assinado digitalmente conforme n o -

19 º 94, sexta-feira, 17 de maio de ÓÃ: residência da epública A: Agência Brasileira de nteligência - AB AX Crédito uplementar AA ABALH (LAÇÃ) ecurso de odas as ontes $ 1, Assistência ré-scolar aos e dos ervidores, mpregados - acional Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados - acional agamento de essoal Ativo da nião agamento de essoal Ativo da nião - acional AL - CAL AL - A 0 AL - AL C- AÁCA AA/AÇÃ/LCALZA/ revidência de nativos e ensionistas da nião AÇÕ CA agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores - acional rograma de estão e anutenção da residência da epública A V A Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados - acional agamento de essoal Ativo da nião agamento de essoal Ativo da nião - acional AÇÕ CA HB Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais HB 0001 Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais - acional AL - CAL AL - A AL - AL ÓÃ: residência da epública A: nstituto acional de ecnologia da nformação - AX Crédito uplementar AA ABALH (LAÇÃ) ecurso de odas as ontes $ 1,00 C- AÁCA AA/AÇÃ/LCALZA/ rograma de estão e anutenção da residência da epública A V A Assistência édica e dontológica aos ervidores 1.100, mpregados, ilitares e seus e Assistência édica e dontológica aos ervidores, mpregados, ilitares e seus e - m Brasília Auxílio-ransporte aos ervidores, mpregados Auxílio-ransporte aos ervidores, mpregados - m Brasília Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados - m Brasília agamento de essoal Ativo da nião agamento de essoal Ativo da nião - m Brasília AÇÕ CA HB Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais HB 5664 Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais - m Brasília AL - CAL AL - A AL - AL XLA AA A A AC ÓÃ: residência da epública A: mpresa Brasil de Comunicação.A. - BC AX Crédito uplementar AA ABALH (LAÇÃ) ecurso de odas as ontes $ 1,00 C- AÁCA AA/AÇÃ/LCALZA/ rograma de estão e anutenção da residência da epública A V A Auxílio-ransporte aos ervidores, mpregados Auxílio-ransporte aos ervidores, mpregados - acional ÓÃ: residência da epública A: undo de mprensa acional AX Crédito uplementar AA ABALH (LAÇÃ) ecurso de odas as ontes $ 1, agamento de essoal Ativo da nião agamento de essoal Ativo da nião - acional AÇÕ CA Contribuição à revidência rivada Contribuição à revidência rivada - acional AL - CAL AL - A 0 AL - AL C- AÁCA AA/AÇÃ/LCALZA/ revidência de nativos e ensionistas da nião AÇÕ CA agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores - acional rograma de estão e anutenção da residência da epública A V A Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados - acional agamento de essoal Ativo da nião agamento de essoal Ativo da nião - acional AÇÕ CA HB Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais HB 0001 Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais - acional AL - CAL AL - A AL - AL ÓÃ: inistério da Agricultura, ecuária e Abastecimento A: inistério da Agricultura, ecuária e Abastecimento AX Crédito uplementar AA ABALH (LAÇÃ) ecurso de odas as ontes $ 1,00 C- AÁCA AA/AÇÃ/LCALZA/ revidência de nativos e ensionistas da nião AÇÕ CA agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores acional rograma de estão e anutenção do inistério da Agricultura, ecuária e Abastecimento A V A Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados - acional agamento de essoal Ativo da nião agamento de essoal Ativo da nião - acional AÇÕ CA HB Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais HB 0001 Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais - acional AL - CAL AL - A AL - AL ÓÃ: inistério da Agricultura, ecuária e Abastecimento A: mpresa Brasileira de esquisa Agropecuária - BA- A AX Crédito uplementar AA ABALH (LAÇÃ) ecurso de odas as ontes $ 1,00 C- AÁCA AA/AÇÃ/LCALZA/ rograma de estão e anutenção do inistério da Agricultura, ecuária e Abastecimento A V A agamento de essoal Ativo da nião agamento de essoal Ativo da nião - acional AÇÕ CA Contribuição à revidência rivada ste documento pode ser verificado no endereço eletrônico pelo código ocumento assinado digitalmente conforme n o -

20 º 94, sexta-feira, 17 de maio de Contribuição à revidência rivada - acional AL - CAL AL - A 0 AL - AL ÓÃ: inistério da Agricultura, ecuária e Abastecimento A: Companhia acional de Abastecimento - CAB AX Crédito uplementar AA ABALH (LAÇÃ) ecurso de odas as ontes $ 1,00 C- AÁCA AA/AÇÃ/LCALZA/- CCALZAÇÃ BA C 0901 perações speciais: Cumprimento de entenças Judiciais AÇÕ CA Cumprimento de entenças Judiciais evidas por mpresas statais Cumprimento de entenças Judiciais evidas por mpresas statais - acional rograma de estão e anutenção do inistério da Agricultura, ecuária e Abastecimento A V A agamento de essoal Ativo da nião agamento de essoal Ativo da nião - acional AÇÕ CA Contribuição à revidência rivada Contribuição à revidência rivada - acional AL - CAL AL - A 0 AL - AL ÓÃ: inistério da Ciência, ecnologia e novação A: inistério da Ciência, ecnologia e novação AX Crédito uplementar AA ABALH (LAÇÃ) ecurso de odas as ontes $ 1,00 C- AÁCA AA/AÇÃ/LCALZA/ revidência de nativos e ensionistas da nião AÇÕ CA agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores acional rograma de estão e anutenção do inistério da Ciência, ecnologia e novação A V A Assistência édica e dontológica aos ervidores , mpregados, ilitares e seus e Assistência édica e dontológica aos ervidores, mpregados, ilitares e seus e - acional Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados - acional agamento de essoal Ativo da nião agamento de essoal Ativo da nião - acional AÇÕ CA Contribuição à revidência rivada Contribuição à revidência rivada - acional AL - CAL AL - A AL - AL ÓÃ: inistério da Ciência, ecnologia e novação A: Conselho acional de esenvolvimento Científico e ecnológico AX Crédito uplementar AA ABALH (LAÇÃ) ecurso de odas as ontes $ 1,00 C- AÁCA AA/AÇÃ/LCALZA/ revidência de nativos e ensionistas da nião AÇÕ CA agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores acional rograma de estão e anutenção do inistério da Ciência, ecnologia e novação A V A Assistência édica e dontológica aos ervidores , mpregados, ilitares e seus e Assistência édica e dontológica aos ervidores, mpregados, ilitares e seus e - acional Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados - acional agamento de essoal Ativo da nião agamento de essoal Ativo da nião - acional AÇÕ CA HB Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais HB 0001 Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais - acional AL - CAL AL - A AL - AL ÓÃ: inistério da Ciência, ecnologia e novação A: Comissão acional de nergia uclear AX Crédito uplementar AA ABALH (LAÇÃ) ecurso de odas as ontes $ 1,00 C- AÁCA AA/AÇÃ/LCALZA/ revidência de nativos e ensionistas da nião AÇÕ CA agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores acional rograma de estão e anutenção do inistério da Ciência, ecnologia e novação A V A Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados - acional agamento de essoal Ativo da nião agamento de essoal Ativo da nião - acional AÇÕ CA HB Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais HB 0001 Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais - acional AL - CAL AL - A AL - AL ÓÃ: inistério da Ciência, ecnologia e novação A: Agência spacial Brasileira AX Crédito uplementar AA ABALH (LAÇÃ) ecurso de odas as ontes $ 1,00 C- AÁCA AA/AÇÃ/LCALZA/ revidência de nativos e ensionistas da nião AÇÕ CA agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores acional rograma de estão e anutenção do inistério da Ciência, ecnologia e novação A V A Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados - acional agamento de essoal Ativo da nião agamento de essoal Ativo da nião - acional AÇÕ CA HB Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais HB 0001 Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais - acional AL - CAL AL - A AL - AL ÓÃ: inistério da Ciência, ecnologia e novação A: ndústrias ucleares do Brasil.A. - B AX Crédito uplementar AA ABALH (LAÇÃ) ecurso de odas as ontes $ 1,00 C- AÁCA AA/AÇÃ/LCALZA/ perações speciais: Cumprimento de entenças Judiciais AÇÕ CA Cumprimento de entenças Judiciais evidas por mpresas statais Cumprimento de entenças Judiciais evidas por mpresas statais - acional rograma de estão e anutenção do inistério da Ciência, ecnologia e novação A V A agamento de essoal Ativo da nião agamento de essoal Ativo da nião - acional AÇÕ CA Contribuição à revidência rivada Contribuição à revidência rivada - acional AL - CAL AL - A 0 AL - AL ste documento pode ser verificado no endereço eletrônico pelo código ocumento assinado digitalmente conforme n o -

21 º 94, sexta-feira, 17 de maio de ÓÃ: inistério da Ciência, ecnologia e novação A: uclebrás quipamentos esados.a. - CL AX Crédito uplementar AA ABALH (LAÇÃ) ecurso de odas as ontes $ 1,00 C- AÁCA AA/AÇÃ/LCALZA/ rograma de estão e anutenção do inistério da Ciência, ecnologia e novação A V A agamento de essoal Ativo da nião AÇÕ CA Contribuição à revidência rivada Contribuição à revidência rivada - acional AL - CAL AL - A 0 AL - AL ÓÃ: inistério da Ciência, ecnologia e novação A: Centro acional de ecnologia letrônica Avançada -.A. - CC AX Crédito uplementar AA ABALH (LAÇÃ) ecurso de odas as ontes $ 1,00 AÁCA agamento de essoal Ativo da nião - acional C- AA/AÇÃ/LCALZA/ rograma de estão e anutenção do inistério da Ciência, ecnologia e novação A V A agamento de essoal Ativo da nião AL - CAL AL - A 0 AL - AL ÓÃ: inistério da azenda A: inistério da azenda AX Crédito uplementar AA ABALH (LAÇÃ) ecurso de odas as ontes $ 1,00 AÁCA agamento de essoal Ativo da nião - acional C- AA/AÇÃ/LCALZA/ revidência de nativos e ensionistas da nião AÇÕ CA agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores - acional rograma de estão e anutenção do inistério da azenda A V A Assistência édica e dontológica aos ervidores, mpregados, ilitares e seus e Assistência édica e dontológica aos ervidores, mpregados, ilitares e seus e - acional XLA AA A A AC Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados - acional agamento de essoal Ativo da nião AL - CAL AL - A AL - AL ÓÃ: inistério da azenda A: rocuradoria-eral da azenda acional AX Crédito uplementar AA ABALH (LAÇÃ) ecurso de odas as ontes $ 1, agamento de essoal Ativo da nião - acional C- AÁCA AA/AÇÃ/LCALZA/ rograma de estão e anutenção do inistério da azenda AÇÕ CA HB Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais HB 0001 Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais - acional AL - CAL AL - A 0 AL - AL ÓÃ: inistério da azenda A: Banco Central do Brasil AX Crédito uplementar AA ABALH (LAÇÃ) ecurso de odas as ontes $ 1,00 C- AÁCA AA/AÇÃ/LCALZA/ revidência de nativos e ensionistas da nião AÇÕ CA agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores - acional rograma de estão e anutenção do inistério da azenda A V A agamento de essoal Ativo da nião agamento de essoal Ativo da nião - acional AL - CAL AL - A AL - AL ÓÃ: inistério da azenda A: Comissão de Valores obiliários AX Crédito uplementar AA ABALH (LAÇÃ) ecurso de odas as ontes $ 1,00 C- AÁCA AA/AÇÃ/LCALZA/ revidência de nativos e ensionistas da nião AÇÕ CA agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores acional rograma de estão e anutenção do inistério da azenda A V A Assistência édica e dontológica aos ervidores , mpregados, ilitares e seus e Assistência édica e dontológica aos ervidores, mpregados, ilitares e seus e - acional Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados - acional agamento de essoal Ativo da nião agamento de essoal Ativo da nião - acional AL - CAL AL - A AL - AL ÓÃ: inistério da azenda A: uperintendência de eguros rivados AX Crédito uplementar AA ABALH (LAÇÃ) ecurso de odas as ontes $ 1,00 C- AÁCA AA/AÇÃ/LCALZA/ revidência de nativos e ensionistas da nião AÇÕ CA agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores acional rograma de estão e anutenção do inistério da azenda A V A Assistência ré-scolar aos e dos ervidores, mpregados Assistência ré-scolar aos e dos ervidores, mpregados - acional Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados - acional agamento de essoal Ativo da nião agamento de essoal Ativo da nião - acional AÇÕ CA HB Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais ste documento pode ser verificado no endereço eletrônico pelo código ocumento assinado digitalmente conforme n o -

22 º 94, sexta-feira, 17 de maio de HB 0001 Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais - acional AL - CAL AL - A AL - AL ÓÃ: inistério da ducação A: inistério da ducação AX Crédito uplementar AA ABALH (LAÇÃ) ecurso de odas as ontes $ 1,00 C- AÁCA AA/AÇÃ/LCALZA/ revidência de nativos e ensionistas da nião AÇÕ CA agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores - o istrito ederal rograma de estão e anutenção do inistério da ducação A V A Assistência édica e dontológica aos ervidores , mpregados, ilitares e seus e Assistência édica e dontológica aos ervidores, mpregados, ilitares e seus e - o istrito ederal agamento de essoal Ativo da nião agamento de essoal Ativo da nião - acional AÇÕ CA HB Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais HB 0001 Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais - acional AL - CAL AL - A AL - AL CCALZAÇÃ BA C ÓÃ: inistério da ducação A: nstituto acional de ducação de urdos AX Crédito uplementar AA ABALH (LAÇÃ) ecurso de odas as ontes $ 1,00 C- AÁCA AA/AÇÃ/LCALZA/ revidência de nativos e ensionistas da nião AÇÕ CA agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores o stado do io de Janeiro rograma de estão e anutenção do inistério da ducação A V A Assistência édica e dontológica aos ervidores , mpregados, ilitares e seus e Assistência édica e dontológica aos ervidores, mpregados, ilitares e seus e - o stado do io de Janeiro Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados - o stado do io de Janeiro agamento de essoal Ativo da nião agamento de essoal Ativo da nião - o stado do io de Janeiro AL - CAL AL - A AL - AL ÓÃ: inistério da ducação A: nstituto Benjamin Constant AX Crédito uplementar AA ABALH (LAÇÃ) ecurso de odas as ontes $ 1,00 C- AÁCA AA/AÇÃ/LCALZA/ revidência de nativos e ensionistas da nião AÇÕ CA agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores - o stado do io de Janeiro rograma de estão e anutenção do inistério da ducação A V A Assistência édica e dontológica aos ervidores , mpregados, ilitares e seus e Assistência édica e dontológica aos ervidores, mpregados, ilitares e seus e - o stado do io de Janeiro Assistência ré-scolar aos e dos 200 ervidores, mpregados Assistência ré-scolar aos e dos ervidores, mpregados - o stado do io de Janeiro Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados - o stado do io de Janeiro agamento de essoal Ativo da nião agamento de essoal Ativo da nião - o stado do io de Janeiro AL - CAL AL - A AL - AL ÓÃ: inistério da ducação A: Colégio edro AX Crédito uplementar AA ABALH (LAÇÃ) ecurso de odas as ontes $ 1,00 C- AÁCA AA/AÇÃ/LCALZA/ revidência de nativos e ensionistas da nião AÇÕ CA agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores - o stado do io de Janeiro rograma de estão e anutenção do inistério da ducação A V A Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados - o stado do io de Janeiro agamento de essoal Ativo da nião agamento de essoal Ativo da nião - o stado do io de Janeiro AÇÕ CA HB Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais HB 0001 Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais - acional AL - CAL AL - A AL - AL ÓÃ: inistério da ducação A: undação niversidade ederal do Vale do ão rancisco AX Crédito uplementar AA ABALH (LAÇÃ) ecurso de odas as ontes $ 1,00 C- AÁCA AA/AÇÃ/LCALZA/ revidência de nativos e ensionistas da nião AÇÕ CA agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores o stado de ernambuco rograma de estão e anutenção do inistério da ducação A V A Assistência édica e dontológica aos ervidores , mpregados, ilitares e seus e Assistência édica e dontológica aos ervidores, mpregados, ilitares e seus e - o stado de ernambuco Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados - o stado de ernambuco agamento de essoal Ativo da nião agamento de essoal Ativo da nião - o stado de ernambuco AÇÕ CA HB Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais HB 0001 Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais - acional AL - CAL AL - A AL - AL ÓÃ: inistério da ducação A: niversidade ederal de Alagoas AX Crédito uplementar AA ABALH (LAÇÃ) ecurso de odas as ontes $ 1,00 C- AÁCA AA/AÇÃ/LCALZA/ revidência de nativos e ensionistas da nião AÇÕ CA agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores - o stado de Alagoas ste documento pode ser verificado no endereço eletrônico pelo código ocumento assinado digitalmente conforme n o -

23 º 94, sexta-feira, 17 de maio de rograma de estão e anutenção do inistério da ducação A V A Assistência édica e dontológica aos ervidores , mpregados, ilitares e seus e Assistência édica e dontológica aos ervidores, mpregados, ilitares e seus e - o stado de Alagoas Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados - o stado de Alagoas agamento de essoal Ativo da nião agamento de essoal Ativo da nião - o stado de Alagoas AÇÕ CA HB Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais HB 0001 Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais - acional AL - CAL AL - A AL - AL ÓÃ: inistério da ducação A: niversidade ederal da Bahia AX Crédito uplementar AA ABALH (LAÇÃ) ecurso de odas as ontes $ 1,00 C- AÁCA AA/AÇÃ/LCALZA/ revidência de nativos e ensionistas da nião AÇÕ CA agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores o stado da Bahia rograma de estão e anutenção do inistério da ducação A V A Assistência édica e dontológica aos ervidores , mpregados, ilitares e seus e Assistência édica e dontológica aos ervidores, mpregados, ilitares e seus e - o stado da Bahia Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados - o stado da Bahia agamento de essoal Ativo da nião agamento de essoal Ativo da nião - o stado da Bahia AÇÕ CA HB Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais HB 0001 Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais - acional AL - CAL AL - A AL - AL ÓÃ: inistério da ducação A: niversidade ederal do Ceará AX Crédito uplementar AA ABALH (LAÇÃ) ecurso de odas as ontes $ 1,00 C- AÁCA AA/AÇÃ/LCALZA/ revidência de nativos e ensionistas da nião AÇÕ CA agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores o stado do Ceará rograma de estão e anutenção do inistério da ducação A V A Assistência édica e dontológica aos ervidores , mpregados, ilitares e seus e Assistência édica e dontológica aos ervidores, mpregados, ilitares e seus e - o stado do Ceará Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados - o stado do Ceará agamento de essoal Ativo da nião agamento de essoal Ativo da nião - o stado do Ceará AÇÕ CA HB Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais HB 0001 Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais - acional AL - CAL AL - A AL - AL ÓÃ: inistério da ducação A: niversidade ederal do spírito anto AX Crédito uplementar AA ABALH (LAÇÃ) ecurso de odas as ontes $ 1,00 XLA AA A A AC C- AÁCA AA/AÇÃ/LCALZA/ revidência de nativos e ensionistas da nião AÇÕ CA agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores - o stado do spírito anto rograma de estão e anutenção do inistério da ducação A V A Assistência édica e dontológica aos ervidores , mpregados, ilitares e seus e Assistência édica e dontológica aos ervidores, mpregados, ilitares e seus e - o stado do spírito anto Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados - o stado do spírito anto agamento de essoal Ativo da nião agamento de essoal Ativo da nião - o stado do spírito anto AÇÕ CA HB Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais HB 0001 Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais - acional AL - CAL AL - A AL - AL ÓÃ: inistério da ducação A: niversidade ederal de oiás AX Crédito uplementar AA ABALH (LAÇÃ) ecurso de odas as ontes $ 1,00 C- AÁCA AA/AÇÃ/LCALZA/ revidência de nativos e ensionistas da nião AÇÕ CA agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores o stado de oiás rograma de estão e anutenção do inistério da ducação A V A Assistência édica e dontológica aos ervidores , mpregados, ilitares e seus e Assistência édica e dontológica aos ervidores, mpregados, ilitares e seus e - o stado de oiás Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados - o stado de oiás agamento de essoal Ativo da nião agamento de essoal Ativo da nião - o stado de oiás AÇÕ CA HB Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais HB 0001 Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais - acional AL - CAL AL - A AL - AL ÓÃ: inistério da ducação A: niversidade ederal luminense AX Crédito uplementar AA ABALH (LAÇÃ) ecurso de odas as ontes $ 1,00 C- AÁCA AA/AÇÃ/LCALZA/ revidência de nativos e ensionistas da nião AÇÕ CA agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores - o stado do io de Janeiro ste documento pode ser verificado no endereço eletrônico pelo código ocumento assinado digitalmente conforme n o -

24 º 94, sexta-feira, 17 de maio de rograma de estão e anutenção do inistério da ducação A V A Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados - o stado do io de Janeiro agamento de essoal Ativo da nião agamento de essoal Ativo da nião - o stado do io de Janeiro AÇÕ CA HB Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais HB 0001 Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais - acional AL - CAL AL - A AL - AL CCALZAÇÃ BA C ÓÃ: inistério da ducação A: niversidade ederal de Juiz de ora AX Crédito uplementar AA ABALH (LAÇÃ) ecurso de odas as ontes $ 1,00 C- AÁCA AA/AÇÃ/LCALZA/ revidência de nativos e ensionistas da nião AÇÕ CA agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores o stado de inas erais rograma de estão e anutenção do inistério da ducação A V A Auxílio-ransporte aos ervidores, mpregados Auxílio-ransporte aos ervidores, mpregados - o stado de inas erais Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados - o stado de inas erais agamento de essoal Ativo da nião agamento de essoal Ativo da nião - o stado de inas erais AÇÕ CA HB Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais HB 0001 Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais - acional AL - CAL AL - A AL - AL ÓÃ: inistério da ducação A: niversidade ederal de inas erais AX Crédito uplementar AA ABALH (LAÇÃ) ecurso de odas as ontes $ 1,00 C- AÁCA AA/AÇÃ/LCALZA/ revidência de nativos e ensionistas da nião AÇÕ CA agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores o stado de inas erais rograma de estão e anutenção do inistério da ducação A V A Assistência édica e dontológica aos ervidores , mpregados, ilitares e seus e Assistência édica e dontológica aos ervidores, mpregados, ilitares e seus e - o stado de inas erais Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados - o stado de inas erais agamento de essoal Ativo da nião agamento de essoal Ativo da nião - o stado de inas erais AÇÕ CA HB Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais HB 0001 Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais - acional AL - CAL AL - A AL - AL ÓÃ: inistério da ducação A: niversidade ederal do ará AX Crédito uplementar AA ABALH (LAÇÃ) ecurso de odas as ontes $ 1,00 C- AÁCA AA/AÇÃ/LCALZA/ revidência de nativos e ensionistas da nião AÇÕ CA agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores - o stado do ará rograma de estão e anutenção do inistério da ducação A V A Assistência édica e dontológica aos ervidores , mpregados, ilitares e seus e Assistência édica e dontológica aos ervidores, mpregados, ilitares e seus e - o stado do ará Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados - o stado do ará agamento de essoal Ativo da nião agamento de essoal Ativo da nião - o stado do ará AÇÕ CA HB Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais HB 0001 Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais - acional AL - CAL AL - A AL - AL ÓÃ: inistério da ducação A: niversidade ederal da araíba AX Crédito uplementar AA ABALH (LAÇÃ) ecurso de odas as ontes $ 1,00 C- AÁCA AA/AÇÃ/LCALZA/ revidência de nativos e ensionistas da nião AÇÕ CA agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores o stado da araíba rograma de estão e anutenção do inistério da ducação A V A Assistência édica e dontológica aos ervidores , mpregados, ilitares e seus e Assistência édica e dontológica aos ervidores, mpregados, ilitares e seus e - o stado da araíba Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados - o stado da araíba agamento de essoal Ativo da nião agamento de essoal Ativo da nião - o stado da araíba AÇÕ CA HB Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais HB 0001 Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais - acional AL - CAL AL - A AL - AL ÓÃ: inistério da ducação A: niversidade ederal do araná AX Crédito uplementar AA ABALH (LAÇÃ) ecurso de odas as ontes $ 1,00 C- AÁCA AA/AÇÃ/LCALZA/ revidência de nativos e ensionistas da nião AÇÕ CA agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores - o stado do araná ste documento pode ser verificado no endereço eletrônico pelo código ocumento assinado digitalmente conforme n o -

25 º 94, sexta-feira, 17 de maio de rograma de estão e anutenção do inistério da ducação A V A Assistência édica e dontológica aos ervidores , mpregados, ilitares e seus e Assistência édica e dontológica aos ervidores, mpregados, ilitares e seus e - o stado do araná Assistência ré-scolar aos e dos ervidores, mpregados Assistência ré-scolar aos e dos ervidores, mpregados - o stado do araná Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados - o stado do araná agamento de essoal Ativo da nião agamento de essoal Ativo da nião - o stado do araná AÇÕ CA HB Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais HB 0001 Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais - acional AL - CAL AL - A AL - AL ÓÃ: inistério da ducação A: niversidade ederal de ernambuco AX Crédito uplementar AA ABALH (LAÇÃ) ecurso de odas as ontes $ 1,00 C- AÁCA AA/AÇÃ/LCALZA/ revidência de nativos e ensionistas da nião AÇÕ CA agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores o stado de ernambuco rograma de estão e anutenção do inistério da ducação A V A Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados - o stado de ernambuco agamento de essoal Ativo da nião agamento de essoal Ativo da nião - o stado de ernambuco AÇÕ CA HB Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais HB 0001 Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais - acional AL - CAL AL - A AL - AL ÓÃ: inistério da ducação A: niversidade ederal do io rande do orte AX Crédito uplementar AA ABALH (LAÇÃ) ecurso de odas as ontes $ 1,00 C- AÁCA AA/AÇÃ/LCALZA/ revidência de nativos e ensionistas da nião AÇÕ CA agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores o stado do io rande do orte rograma de estão e anutenção do inistério da ducação A V A Assistência édica e dontológica aos ervidores , mpregados, ilitares e seus e Assistência édica e dontológica aos ervidores, mpregados, ilitares e seus e - o stado do io rande do orte Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados - o stado do io rande do orte agamento de essoal Ativo da nião agamento de essoal Ativo da nião - o stado do io rande do orte AÇÕ CA HB Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais HB 0001 Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais - acional AL - CAL AL - A AL - AL ÓÃ: inistério da ducação A: niversidade ederal do io rande do ul AX Crédito uplementar AA ABALH (LAÇÃ) ecurso de odas as ontes $ 1,00 C- AÁCA AA/AÇÃ/LCALZA/ revidência de nativos e ensionistas da nião AÇÕ CA agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores - o stado do io rande do ul XLA AA A A AC rograma de estão e anutenção do inistério da ducação A V A Assistência édica e dontológica aos ervidores, mpregados, ilitares e seus e Assistência édica e dontológica aos ervidores, mpregados, ilitares e seus e - o stado do io rande do ul Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados - o stado do io rande do ul agamento de essoal Ativo da nião agamento de essoal Ativo da nião - o stado do io rande do ul AÇÕ CA HB Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais HB 0001 Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais - acional AL - CAL AL - A AL - AL ÓÃ: inistério da ducação A: niversidade ederal do io de Janeiro AX Crédito uplementar AA ABALH (LAÇÃ) ecurso de odas as ontes $ 1,00 C- AÁCA AA/AÇÃ/LCALZA/ revidência de nativos e ensionistas da nião AÇÕ CA agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores o stado do io de Janeiro rograma de estão e anutenção do inistério da ducação A V A Assistência édica e dontológica aos ervidores , mpregados, ilitares e seus e Assistência édica e dontológica aos ervidores, mpregados, ilitares e seus e - o stado do io de Janeiro Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados - o stado do io de Janeiro agamento de essoal Ativo da nião agamento de essoal Ativo da nião - o stado do io de Janeiro AÇÕ CA HB Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais HB 0001 Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais - acional AL - CAL AL - A AL - AL ÓÃ: inistério da ducação A: niversidade ederal de anta Catarina AX Crédito uplementar AA ABALH (LAÇÃ) ecurso de odas as ontes $ 1,00 C- AÁCA AA/AÇÃ/LCALZA/ revidência de nativos e ensionistas da nião AÇÕ CA agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores - o stado de anta Catarina ste documento pode ser verificado no endereço eletrônico pelo código ocumento assinado digitalmente conforme n o -

26 º 94, sexta-feira, 17 de maio de rograma de estão e anutenção do inistério da ducação A V A Assistência édica e dontológica aos ervidores , mpregados, ilitares e seus e Assistência édica e dontológica aos ervidores, mpregados, ilitares e seus e - o stado de anta Catarina Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados - o stado de anta Catarina agamento de essoal Ativo da nião agamento de essoal Ativo da nião - o stado de anta Catarina AÇÕ CA HB Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais HB 0001 Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais - acional AL - CAL AL - A AL - AL CCALZAÇÃ BA C ÓÃ: inistério da ducação A: niversidade ederal de anta aria AX Crédito uplementar AA ABALH (LAÇÃ) ecurso de odas as ontes $ 1,00 C- AÁCA AA/AÇÃ/LCALZA/ revidência de nativos e ensionistas da nião AÇÕ CA agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores o stado do io rande do ul rograma de estão e anutenção do inistério da ducação A V A Assistência édica e dontológica aos ervidores , mpregados, ilitares e seus e Assistência édica e dontológica aos ervidores, mpregados, ilitares e seus e - o stado do io rande do ul Auxílio-ransporte aos ervidores, mpregados Auxílio-ransporte aos ervidores, mpregados - o stado do io rande do ul Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados - o stado do io rande do ul agamento de essoal Ativo da nião agamento de essoal Ativo da nião - o stado do io rande do ul AÇÕ CA HB Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais HB 0001 Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais - acional AL - CAL AL - A AL - AL ÓÃ: inistério da ducação A: niversidade ederal ural de ernambuco AX Crédito uplementar AA ABALH (LAÇÃ) ecurso de odas as ontes $ 1,00 C- AÁCA AA/AÇÃ/LCALZA/ revidência de nativos e ensionistas da nião AÇÕ CA agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores - o stado de ernambuco rograma de estão e anutenção do inistério da ducação A V A Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados - o stado de ernambuco agamento de essoal Ativo da nião agamento de essoal Ativo da nião - o stado de ernambuco AÇÕ CA HB Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais HB 0001 Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais - acional AL - CAL AL - A AL - AL ÓÃ: inistério da ducação A: niversidade ederal ural do io de Janeiro AX Crédito uplementar AA ABALH (LAÇÃ) ecurso de odas as ontes $ 1,00 C- AÁCA AA/AÇÃ/LCALZA/ revidência de nativos e ensionistas da nião AÇÕ CA agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores - o stado do io de Janeiro rograma de estão e anutenção do inistério da ducação A V A Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados - o stado do io de Janeiro agamento de essoal Ativo da nião agamento de essoal Ativo da nião - o stado do io de Janeiro AL - CAL AL - A AL - AL ÓÃ: inistério da ducação A: undação niversidade ederal de oraima AX Crédito uplementar AA ABALH (LAÇÃ) ecurso de odas as ontes $ 1,00 C- AÁCA AA/AÇÃ/LCALZA/ revidência de nativos e ensionistas da nião AÇÕ CA agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores o stado de oraima rograma de estão e anutenção do inistério da ducação A V A Assistência édica e dontológica aos ervidores , mpregados, ilitares e seus e Assistência édica e dontológica aos ervidores, mpregados, ilitares e seus e - o stado de oraima Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados - o stado de oraima agamento de essoal Ativo da nião agamento de essoal Ativo da nião - o stado de oraima AÇÕ CA HB Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais HB 0001 Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais - acional AL - CAL AL - A AL - AL ÓÃ: inistério da ducação A: undação niversidade ederal do ocantins AX Crédito uplementar AA ABALH (LAÇÃ) ecurso de odas as ontes $ 1,00 C- AÁCA AA/AÇÃ/LCALZA/ revidência de nativos e ensionistas da nião AÇÕ CA agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores - o stado do ocantins rograma de estão e anutenção do inistério da ducação A V A Assistência ré-scolar aos e dos ervidores, mpregados Assistência ré-scolar aos e dos ervidores, mpregados - o stado do ocantins Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados ste documento pode ser verificado no endereço eletrônico pelo código ocumento assinado digitalmente conforme n o -

27 º 94, sexta-feira, 17 de maio de Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados - o stado do ocantins agamento de essoal Ativo da nião agamento de essoal Ativo da nião - o stado do ocantins AÇÕ CA HB Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais HB 0001 Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais - acional AL - CAL AL - A AL - AL ÓÃ: inistério da ducação A: niversidade ederal de Campina rande AX Crédito uplementar AA ABALH (LAÇÃ) ecurso de odas as ontes $ 1,00 C- AÁCA AA/AÇÃ/LCALZA/ revidência de nativos e ensionistas da nião AÇÕ CA agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores - o stado da araíba rograma de estão e anutenção do inistério da ducação A V A Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados - o stado da araíba agamento de essoal Ativo da nião agamento de essoal Ativo da nião - o stado da araíba AÇÕ CA HB Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais HB 0001 Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais - acional AL - CAL AL - A AL - AL ÓÃ: inistério da ducação A: niversidade ederal ural da Amazônia AX Crédito uplementar AA ABALH (LAÇÃ) ecurso de odas as ontes $ 1,00 C- AÁCA AA/AÇÃ/LCALZA/ revidência de nativos e ensionistas da nião AÇÕ CA agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores o stado do ará rograma de estão e anutenção do inistério da ducação A V A Assistência ré-scolar aos e dos ervidores, mpregados Assistência ré-scolar aos e dos ervidores, mpregados - o stado do ará Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados - o stado do ará agamento de essoal Ativo da nião agamento de essoal Ativo da nião - o stado do ará AÇÕ CA HB Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais HB 0001 Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais - acional AL - CAL AL - A AL - AL XLA AA A A AC ÓÃ: inistério da ducação A: niversidade ederal do riângulo ineiro AX Crédito uplementar AA ABALH (LAÇÃ) ecurso de odas as ontes $ 1,00 C- AÁCA AA/AÇÃ/LCALZA/ revidência de nativos e ensionistas da nião AÇÕ CA agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores - o stado de inas erais rograma de estão e anutenção do inistério da ducação A V A Assistência édica e dontológica aos ervidores , mpregados, ilitares e seus e Assistência édica e dontológica aos ervidores, mpregados, ilitares e seus e - o stado de inas erais Auxílio-ransporte aos ervidores, mpregados Auxílio-ransporte aos ervidores, mpregados - o stado de inas erais Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados - o stado de inas erais agamento de essoal Ativo da nião agamento de essoal Ativo da nião - o stado de inas erais AL - CAL AL - A AL - AL ÓÃ: inistério da ducação A: niversidade ederal do Vale do Jequitinhonha e ucuri AX Crédito uplementar AA ABALH (LAÇÃ) ecurso de odas as ontes $ 1,00 C- AÁCA AA/AÇÃ/LCALZA/ revidência de nativos e ensionistas da nião AÇÕ CA agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores o stado de inas erais rograma de estão e anutenção do inistério da ducação A V A Assistência ré-scolar aos e dos ervidores, mpregados Assistência ré-scolar aos e dos ervidores, mpregados - o stado de inas erais Auxílio-ransporte aos ervidores, mpregados Auxílio-ransporte aos ervidores, mpregados - o stado de inas erais Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados - o stado de inas erais agamento de essoal Ativo da nião agamento de essoal Ativo da nião - o stado de inas erais AÇÕ CA HB Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais HB 0001 Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais - acional AL - CAL AL - A AL - AL ÓÃ: inistério da ducação A: Centro ederal de ducação ecnológica Celso uckow da onseca AX Crédito uplementar AA ABALH (LAÇÃ) ecurso de odas as ontes $ 1,00 C- AÁCA AA/AÇÃ/LCALZA/ revidência de nativos e ensionistas da nião AÇÕ CA agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores o stado do io de Janeiro rograma de estão e anutenção do inistério da ducação A V A Assistência édica e dontológica aos ervidores , mpregados, ilitares e seus e Assistência édica e dontológica aos ervidores, mpregados, ilitares e seus e - o stado do io de Janeiro Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados - o stado do io de Janeiro agamento de essoal Ativo da nião ste documento pode ser verificado no endereço eletrônico pelo código ocumento assinado digitalmente conforme n o -

28 º 94, sexta-feira, 17 de maio de agamento de essoal Ativo da nião - o stado do io de Janeiro AL - CAL AL - A AL - AL ÓÃ: inistério da ducação A: Centro ederal de ducação ecnológica de inas erais AX Crédito uplementar AA ABALH (LAÇÃ) ecurso de odas as ontes $ 1,00 C- AÁCA AA/AÇÃ/LCALZA/ revidência de nativos e ensionistas da nião AÇÕ CA agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores - o stado de inas erais rograma de estão e anutenção do inistério da ducação A V A Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados - o stado de inas erais agamento de essoal Ativo da nião agamento de essoal Ativo da nião - o stado de inas erais AÇÕ CA HB Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais HB 0001 Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais - acional AL - CAL AL - A AL - AL CCALZAÇÃ BA C ÓÃ: inistério da ducação A: niversidade ecnológica ederal do araná AX Crédito uplementar AA ABALH (LAÇÃ) ecurso de odas as ontes $ 1,00 C- AÁCA AA/AÇÃ/LCALZA/ revidência de nativos e ensionistas da nião AÇÕ CA agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores o stado do araná rograma de estão e anutenção do inistério da ducação A V A Assistência édica e dontológica aos ervidores , mpregados, ilitares e seus e Assistência édica e dontológica aos ervidores, mpregados, ilitares e seus e - o stado do araná Assistência ré-scolar aos e dos ervidores, mpregados Assistência ré-scolar aos e dos ervidores, mpregados - o stado do araná Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados - o stado do araná agamento de essoal Ativo da nião agamento de essoal Ativo da nião - o stado do araná AÇÕ CA HB Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais HB 0001 Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais - acional AL - CAL AL - A AL - AL rograma de estão e anutenção do inistério da ducação A V A Assistência édica e dontológica aos ervidores , mpregados, ilitares e seus e Assistência édica e dontológica aos ervidores, mpregados, ilitares e seus e - o stado de inas erais Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados - o stado de inas erais agamento de essoal Ativo da nião agamento de essoal Ativo da nião - o stado de inas erais AÇÕ CA HB Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais HB 0001 Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais - acional AL - CAL AL - A AL - AL ÓÃ: inistério da ducação A: niversidade ederal de tajubá AX Crédito uplementar AA ABALH (LAÇÃ) ecurso de odas as ontes $ 1,00 C- AÁCA AA/AÇÃ/LCALZA/ revidência de nativos e ensionistas da nião AÇÕ CA agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores o stado de inas erais rograma de estão e anutenção do inistério da ducação A V A Assistência édica e dontológica aos ervidores , mpregados, ilitares e seus e Assistência édica e dontológica aos ervidores, mpregados, ilitares e seus e - o stado de inas erais agamento de essoal Ativo da nião agamento de essoal Ativo da nião - o stado de inas erais AL - CAL AL - A AL - AL ÓÃ: inistério da ducação A: niversidade ederal de ão aulo AX Crédito uplementar AA ABALH (LAÇÃ) ecurso de odas as ontes $ 1,00 C- AÁCA AA/AÇÃ/LCALZA/ revidência de nativos e ensionistas da nião AÇÕ CA agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores o stado de ão aulo rograma de estão e anutenção do inistério da ducação A V A agamento de essoal Ativo da nião agamento de essoal Ativo da nião - o stado de ão aulo AÇÕ CA HB Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais HB 0001 Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais - acional AL - CAL AL - A AL - AL ÓÃ: inistério da ducação A: niversidade ederal de Alfenas AX Crédito uplementar AA ABALH (LAÇÃ) ecurso de odas as ontes $ 1,00 C- AÁCA AA/AÇÃ/LCALZA/- ste documento pode ser verificado no endereço eletrônico pelo código revidência de nativos e ensionistas da nião AÇÕ CA agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores - o stado de inas erais ÓÃ: inistério da ducação A: niversidade ederal de Lavras AX Crédito uplementar AA ABALH (LAÇÃ) ecurso de odas as ontes $ 1,00 C- AÁCA AA/AÇÃ/LCALZA/- ocumento assinado digitalmente conforme n o revidência de nativos e ensionistas da nião AÇÕ CA agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores - o stado de inas erais

29 º 94, sexta-feira, 17 de maio de rograma de estão e anutenção do inistério da ducação A V A Assistência édica e dontológica aos ervidores , mpregados, ilitares e seus e Assistência édica e dontológica aos ervidores, mpregados, ilitares e seus e - o stado de inas erais Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados - o stado de inas erais agamento de essoal Ativo da nião agamento de essoal Ativo da nião - o stado de inas erais AÇÕ CA HB Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais HB 0001 Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais - acional AL - CAL AL - A AL - AL ÓÃ: inistério da ducação A: niversidade ederal ural do emi-árido AX Crédito uplementar AA ABALH (LAÇÃ) ecurso de odas as ontes $ 1,00 C- AÁCA AA/AÇÃ/LCALZA/ revidência de nativos e ensionistas da nião AÇÕ CA agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores o stado do io rande do orte rograma de estão e anutenção do inistério da ducação A V A Assistência édica e dontológica aos ervidores , mpregados, ilitares e seus e Assistência édica e dontológica aos ervidores, mpregados, ilitares e seus e - o stado do io rande do orte Assistência ré-scolar aos e dos ervidores, mpregados Assistência ré-scolar aos e dos ervidores, mpregados - o stado do io rande do orte Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados - o stado do io rande do orte agamento de essoal Ativo da nião agamento de essoal Ativo da nião - o stado do io rande do orte AÇÕ CA HB Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais HB 0001 Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais - acional AL - CAL AL - A AL - AL XLA AA A A AC ÓÃ: inistério da ducação A: undação niversidade ederal do ampa - AA AX Crédito uplementar AA ABALH (LAÇÃ) ecurso de odas as ontes $ 1,00 C- AÁCA AA/AÇÃ/LCALZA/ revidência de nativos e ensionistas da nião AÇÕ CA agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores - o stado do io rande do ul rograma de estão e anutenção do inistério da ducação A V A Assistência édica e dontológica aos ervidores , mpregados, ilitares e seus e Assistência édica e dontológica aos ervidores, mpregados, ilitares e seus e - o stado do io rande do ul Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados - o stado do io rande do ul agamento de essoal Ativo da nião agamento de essoal Ativo da nião - o stado do io rande do ul AÇÕ CA HB Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais HB 0001 Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais - acional AL - CAL AL - A AL - AL ÓÃ: inistério da ducação A: niversidade ederal da ntegração Latino Americana AX Crédito uplementar AA ABALH (LAÇÃ) ecurso de odas as ontes $ 1,00 AÁCA C- AA/AÇÃ/LCALZA/ rograma de estão e anutenção do inistério da ducação A V A Assistência édica e dontológica aos ervidores, mpregados, ilitares e seus e Assistência édica e dontológica aos ervidores, mpregados, ilitares e seus e - o stado do araná Assistência ré-scolar aos e dos ervidores, mpregados Assistência ré-scolar aos e dos ervidores, mpregados - o stado do araná Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados - o stado do araná agamento de essoal Ativo da nião agamento de essoal Ativo da nião - o stado do araná AÇÕ CA HB Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais HB 0001 Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais - acional AL - CAL AL - A AL - AL ÓÃ: inistério da ducação A: undação niversidade ederal de ondônia AX Crédito uplementar AA ABALH (LAÇÃ) ecurso de odas as ontes $ 1,00 AÁCA C- AA/AÇÃ/LCALZA/ revidência de nativos e ensionistas da nião AÇÕ CA agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores - o stado de ondônia rograma de estão e anutenção do inistério da ducação A V A Assistência ré-scolar aos e dos ervidores, mpregados Assistência ré-scolar aos e dos ervidores, mpregados - o stado de ondônia Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados - o stado de ondônia agamento de essoal Ativo da nião agamento de essoal Ativo da nião - o stado de ondônia AÇÕ CA HB Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais ste documento pode ser verificado no endereço eletrônico pelo código ocumento assinado digitalmente conforme n o -

30 º 94, sexta-feira, 17 de maio de HB 0001 Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais - acional AL - CAL AL - A AL - AL ÓÃ: inistério da ducação A: undação niversidade do io de Janeiro AX Crédito uplementar AA ABALH (LAÇÃ) ecurso de odas as ontes $ 1,00 C- AÁCA AA/AÇÃ/LCALZA/ revidência de nativos e ensionistas da nião AÇÕ CA agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores - o stado do io de Janeiro rograma de estão e anutenção do inistério da ducação A V A Assistência édica e dontológica aos ervidores, mpregados, ilitares e seus e CCALZAÇÃ BA C Assistência édica e dontológica aos ervidores, mpregados, ilitares e seus e - o stado do io de Janeiro Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados - o stado do io de Janeiro agamento de essoal Ativo da nião agamento de essoal Ativo da nião - o stado do io de Janeiro AÇÕ CA HB Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais HB 0001 Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais - acional AL - CAL AL - A AL - AL ÓÃ: inistério da ducação A: undação niversidade do Amazonas AX Crédito uplementar AA ABALH (LAÇÃ) ecurso de odas as ontes $ 1,00 C- AÁCA AA/AÇÃ/LCALZA/ revidência de nativos e ensionistas da nião AÇÕ CA agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores o stado do Amazonas rograma de estão e anutenção do inistério da ducação A V A Assistência édica e dontológica aos ervidores , mpregados, ilitares e seus e Assistência édica e dontológica aos ervidores, mpregados, ilitares e seus e - o stado do Amazonas Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados - o stado do Amazonas agamento de essoal Ativo da nião agamento de essoal Ativo da nião - o stado do Amazonas AÇÕ CA HB Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais HB 0001 Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais - acional AL - CAL AL - A AL - AL ÓÃ: inistério da ducação A: undação niversidade de Brasília AX Crédito uplementar AA ABALH (LAÇÃ) ecurso de odas as ontes $ 1,00 C- AÁCA AA/AÇÃ/LCALZA/ revidência de nativos e ensionistas da nião AÇÕ CA agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores - o istrito ederal rograma de estão e anutenção do inistério da ducação A V A Assistência édica e dontológica aos ervidores, mpregados, ilitares e seus e Assistência édica e dontológica aos ervidores, mpregados, ilitares e seus e - o istrito ederal Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados - o istrito ederal agamento de essoal Ativo da nião agamento de essoal Ativo da nião - o istrito ederal AÇÕ CA HB Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais HB 0001 Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais - acional AL - CAL AL - A AL - AL ÓÃ: inistério da ducação A: undação niversidade ederal do aranhão AX Crédito uplementar AA ABALH (LAÇÃ) ecurso de odas as ontes $ 1,00 C- AÁCA AA/AÇÃ/LCALZA/ revidência de nativos e ensionistas da nião AÇÕ CA agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores o stado do aranhão rograma de estão e anutenção do inistério da ducação A V A Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados - o stado do aranhão agamento de essoal Ativo da nião agamento de essoal Ativo da nião - o stado do aranhão AÇÕ CA HB Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais HB 0001 Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais - acional AL - CAL AL - A AL - AL ÓÃ: inistério da ducação A: undação niversidade ederal do io rande - AX Crédito uplementar AA ABALH (LAÇÃ) ecurso de odas as ontes $ 1,00 C- AÁCA AA/AÇÃ/LCALZA/ revidência de nativos e ensionistas da nião AÇÕ CA agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores o stado do io rande do ul rograma de estão e anutenção do inistério da ducação A V A Assistência édica e dontológica aos ervidores , mpregados, ilitares e seus e Assistência édica e dontológica aos ervidores, mpregados, ilitares e seus e - o stado do io rande do ul Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados - o stado do io rande do ul agamento de essoal Ativo da nião agamento de essoal Ativo da nião - o stado do io rande do ul AÇÕ CA HB Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais ste documento pode ser verificado no endereço eletrônico pelo código ocumento assinado digitalmente conforme n o -

31 º 94, sexta-feira, 17 de maio de HB 0001 Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais - acional AL - CAL AL - A AL - AL ÓÃ: inistério da ducação A: niversidade ederal de berlândia AX Crédito uplementar AA ABALH (LAÇÃ) ecurso de odas as ontes $ 1,00 C- AÁCA AA/AÇÃ/LCALZA/ revidência de nativos e ensionistas da nião AÇÕ CA agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores - o stado de inas erais rograma de estão e anutenção do inistério da ducação A V A Assistência édica e dontológica aos ervidores, mpregados, ilitares e seus e Assistência édica e dontológica aos ervidores, mpregados, ilitares e seus e - o stado de inas erais Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados - o stado de inas erais agamento de essoal Ativo da nião agamento de essoal Ativo da nião - o stado de inas erais AÇÕ CA HB Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais HB 0001 Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais - acional AL - CAL AL - A AL - AL ÓÃ: inistério da ducação A: undação niversidade ederal do Acre AX Crédito uplementar AA ABALH (LAÇÃ) ecurso de odas as ontes $ 1,00 AÁCA C- AA/AÇÃ/LCALZA/ revidência de nativos e ensionistas da nião AÇÕ CA agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores - o stado do Acre XLA AA A A AC 2109 rograma de estão e anutenção do inistério da ducação A V A Assistência édica e dontológica aos ervidores, mpregados, ilitares e seus e Assistência édica e dontológica aos ervidores, mpregados, ilitares e seus e - o stado do Acre Assistência ré-scolar aos e dos ervidores, mpregados Assistência ré-scolar aos e dos ervidores, mpregados - o stado do Acre Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados - o stado do Acre agamento de essoal Ativo da nião agamento de essoal Ativo da nião - o stado do Acre AÇÕ CA HB Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais HB 0001 Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais - acional AL - CAL AL - A AL - AL ÓÃ: inistério da ducação A: undação niversidade ederal de ato rosso AX Crédito uplementar AA ABALH (LAÇÃ) ecurso de odas as ontes $ 1,00 C- AÁCA AA/AÇÃ/LCALZA/ revidência de nativos e ensionistas da nião AÇÕ CA agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores - o stado de ato rosso perações speciais: Cumprimento de entenças Judiciais AÇÕ CA Cumprimento de ébitos Judiciais eriódicos Vi n c e n d o s Cumprimento de ébitos Judiciais eriódicos Vincendos - o stado de ato rosso rograma de estão e anutenção do inistério da ducação A V A Assistência édica e dontológica aos ervidores , mpregados, ilitares e seus e Assistência édica e dontológica aos ervidores, mpregados, ilitares e seus e - o stado de ato rosso Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados - o stado de ato rosso agamento de essoal Ativo da nião agamento de essoal Ativo da nião - o stado de ato rosso AL - CAL AL - A AL - AL ÓÃ: inistério da ducação A: undação niversidade ederal de uro reto AX Crédito uplementar AA ABALH (LAÇÃ) ecurso de odas as ontes $ 1,00 C- AÁCA AA/AÇÃ/LCALZA/ revidência de nativos e ensionistas da nião AÇÕ CA agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores o stado de inas erais rograma de estão e anutenção do inistério da ducação A V A Assistência édica e dontológica aos ervidores , mpregados, ilitares e seus e Assistência édica e dontológica aos ervidores, mpregados, ilitares e seus e - o stado de inas erais Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados - o stado de inas erais agamento de essoal Ativo da nião agamento de essoal Ativo da nião - o stado de inas erais AÇÕ CA HB Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais HB 0001 Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais - acional AL - CAL AL - A AL - AL ÓÃ: inistério da ducação A: undação niversidade ederal de elotas AX Crédito uplementar AA ABALH (LAÇÃ) ecurso de odas as ontes $ 1,00 C- AÁCA AA/AÇÃ/LCALZA/ revidência de nativos e ensionistas da nião AÇÕ CA agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores - o stado do io rande do ul ste documento pode ser verificado no endereço eletrônico pelo código ocumento assinado digitalmente conforme n o -

32 º 94, sexta-feira, 17 de maio de rograma de estão e anutenção do inistério da ducação A V A Assistência édica e dontológica aos ervidores , mpregados, ilitares e seus e Assistência édica e dontológica aos ervidores, mpregados, ilitares e seus e - o stado do io rande do ul Assistência ré-scolar aos e dos ervidores, mpregados Assistência ré-scolar aos e dos ervidores, mpregados - o stado do io rande do ul Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados - o stado do io rande do ul agamento de essoal Ativo da nião agamento de essoal Ativo da nião - o stado do io rande do ul AÇÕ CA HB Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais HB 0001 Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais - acional AL - CAL AL - A AL - AL CCALZAÇÃ BA C ÓÃ: inistério da ducação A: undação niversidade ederal do iauí AX Crédito uplementar AA ABALH (LAÇÃ) ecurso de odas as ontes $ 1,00 C- AÁCA AA/AÇÃ/LCALZA/ revidência de nativos e ensionistas da nião AÇÕ CA agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores o stado do iauí rograma de estão e anutenção do inistério da ducação A V A Assistência édica e dontológica aos ervidores , mpregados, ilitares e seus e Assistência édica e dontológica aos ervidores, mpregados, ilitares e seus e - o stado do iauí Auxílio-ransporte aos ervidores, mpregados Auxílio-ransporte aos ervidores, mpregados - o stado do iauí Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados - o stado do iauí agamento de essoal Ativo da nião agamento de essoal Ativo da nião - o stado do iauí AÇÕ CA HB Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais HB 0001 Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais - acional AL - CAL AL - A AL - AL ÓÃ: inistério da ducação A: undação niversidade ederal de ão Carlos AX Crédito uplementar AA ABALH (LAÇÃ) ecurso de odas as ontes $ 1,00 C- AÁCA AA/AÇÃ/LCALZA/ revidência de nativos e ensionistas da nião AÇÕ CA agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores - o stado de ão aulo rograma de estão e anutenção do inistério da ducação A V A Assistência édica e dontológica aos ervidores , mpregados, ilitares e seus e Assistência édica e dontológica aos ervidores, mpregados, ilitares e seus e - o stado de ão aulo Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados - o stado de ão aulo agamento de essoal Ativo da nião agamento de essoal Ativo da nião - o stado de ão aulo AÇÕ CA HB Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais HB 0001 Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais - acional AL - CAL AL - A AL - AL ÓÃ: inistério da ducação A: undação niversidade ederal de ergipe AX Crédito uplementar AA ABALH (LAÇÃ) ecurso de odas as ontes $ 1,00 AÁCA C- AA/AÇÃ/LCALZA/ revidência de nativos e ensionistas da nião AÇÕ CA agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores - o stado de ergipe rograma de estão e anutenção do inistério da ducação A V A Assistência édica e dontológica aos ervidores, mpregados, ilitares e seus e Assistência édica e dontológica aos ervidores, mpregados, ilitares e seus e - o stado de ergipe Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados - o stado de ergipe agamento de essoal Ativo da nião agamento de essoal Ativo da nião - o stado de ergipe AÇÕ CA HB Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais HB 0001 Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais - acional AL - CAL AL - A AL - AL ÓÃ: inistério da ducação A: undação niversidade ederal de Viçosa AX Crédito uplementar AA ABALH (LAÇÃ) ecurso de odas as ontes $ 1,00 AÁCA C- AA/AÇÃ/LCALZA/ revidência de nativos e ensionistas da nião AÇÕ CA agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores - o stado de inas erais rograma de estão e anutenção do inistério da ducação A V A Assistência édica e dontológica aos ervidores, mpregados, ilitares e seus e Assistência édica e dontológica aos ervidores, mpregados, ilitares e seus e - o stado de inas erais agamento de essoal Ativo da nião agamento de essoal Ativo da nião - o stado de inas erais AÇÕ CA HB Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais ste documento pode ser verificado no endereço eletrônico pelo código ocumento assinado digitalmente conforme n o -

33 º 94, sexta-feira, 17 de maio de HB 0001 Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais - acional AL - CAL AL - A AL - AL ÓÃ: inistério da ducação A: undação niversidade ederal de ato rosso do ul AX Crédito uplementar AA ABALH (LAÇÃ) ecurso de odas as ontes $ 1,00 C- AÁCA AA/AÇÃ/LCALZA/ revidência de nativos e ensionistas da nião AÇÕ CA agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores - o stado de ato rosso do ul rograma de estão e anutenção do inistério da ducação A V A Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados - o stado de ato rosso do ul agamento de essoal Ativo da nião agamento de essoal Ativo da nião - o stado de ato rosso do ul AÇÕ CA HB Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais HB 0001 Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais - acional AL - CAL AL - A AL - AL ÓÃ: inistério da ducação A: undação niversidade ederal de Ciências da aúde de orto Alegre AX Crédito uplementar AA ABALH (LAÇÃ) ecurso de odas as ontes $ 1,00 C- AÁCA AA/AÇÃ/LCALZA/ revidência de nativos e ensionistas da nião AÇÕ CA agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores o stado do io rande do ul rograma de estão e anutenção do inistério da ducação A V A Assistência édica e dontológica aos ervidores , mpregados, ilitares e seus e Assistência édica e dontológica aos ervidores, mpregados, ilitares e seus e - o stado do io rande do ul Assistência ré-scolar aos e dos ervidores, mpregados Assistência ré-scolar aos e dos ervidores, mpregados - o stado do io rande do ul Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados - o stado do io rande do ul agamento de essoal Ativo da nião agamento de essoal Ativo da nião - o stado do io rande do ul AÇÕ CA HB Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais HB 0001 Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais - acional AL - CAL AL - A AL - AL XLA AA A A AC ÓÃ: inistério da ducação A: undação niversidade ederal de ão João el ei AX Crédito uplementar AA ABALH (LAÇÃ) ecurso de odas as ontes $ 1,00 C- AÁCA AA/AÇÃ/LCALZA/ revidência de nativos e ensionistas da nião AÇÕ CA agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores - o stado de inas erais rograma de estão e anutenção do inistério da ducação A V A Assistência ré-scolar aos e dos ervidores, mpregados Assistência ré-scolar aos e dos ervidores, mpregados - o stado de inas erais Auxílio-ransporte aos ervidores, mpregados Auxílio-ransporte aos ervidores, mpregados - o stado de inas erais Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados - o stado de inas erais agamento de essoal Ativo da nião agamento de essoal Ativo da nião - o stado de inas erais AÇÕ CA HB Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais HB 0001 Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais - acional AL - CAL AL - A AL - AL ÓÃ: inistério da ducação A: undação niversidade ederal do Amapá AX Crédito uplementar AA ABALH (LAÇÃ) ecurso de odas as ontes $ 1,00 C- AÁCA AA/AÇÃ/LCALZA/ revidência de nativos e ensionistas da nião AÇÕ CA agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores o stado do Amapá rograma de estão e anutenção do inistério da ducação A V A Assistência édica e dontológica aos ervidores , mpregados, ilitares e seus e Assistência édica e dontológica aos ervidores, mpregados, ilitares e seus e - o stado do Amapá Assistência ré-scolar aos e dos ervidores, mpregados Assistência ré-scolar aos e dos ervidores, mpregados - o stado do Amapá Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados - o stado do Amapá agamento de essoal Ativo da nião agamento de essoal Ativo da nião - o stado do Amapá AÇÕ CA HB Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais HB 0001 Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais - acional AL - CAL AL - A AL - AL ÓÃ: inistério da ducação A: nstituto acional de studos e esquisas ducacionais Anísio eixeira AX Crédito uplementar AA ABALH (LAÇÃ) ecurso de odas as ontes $ 1,00 C- AÁCA AA/AÇÃ/LCALZA/ revidência de nativos e ensionistas da nião AÇÕ CA agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores - o istrito ederal rograma de estão e anutenção do inistério da ducação A V A Assistência édica e dontológica aos ervidores, mpregados, ilitares e seus e 400 ste documento pode ser verificado no endereço eletrônico pelo código ocumento assinado digitalmente conforme n o -

34 º 94, sexta-feira, 17 de maio de Assistência édica e dontológica aos ervidores, mpregados, ilitares e seus e - o istrito ederal Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados - o istrito ederal agamento de essoal Ativo da nião agamento de essoal Ativo da nião - o istrito ederal AL - CAL AL - A AL - AL ÓÃ: inistério da ducação A: undação Coordenação de Aperfeiçoamento de essoal de ível uperior - CA AX Crédito uplementar AA ABALH (LAÇÃ) ecurso de odas as ontes $ 1,00 C- AÁCA AA/AÇÃ/LCALZA/- CCALZAÇÃ BA C 0089 revidência de nativos e ensionistas da nião AÇÕ CA agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores - o istrito ederal rograma de estão e anutenção do inistério da ducação A V A agamento de essoal Ativo da nião agamento de essoal Ativo da nião - o istrito ederal AÇÕ CA HB Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais HB 0001 Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais - acional AL - CAL AL - A AL - AL ÓÃ: inistério da ducação A: undação Joaquim abuco AX Crédito uplementar AA ABALH (LAÇÃ) ecurso de odas as ontes $ 1,00 C- AÁCA AA/AÇÃ/LCALZA/ revidência de nativos e ensionistas da nião AÇÕ CA agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores o stado de ernambuco rograma de estão e anutenção do inistério da ducação A V A Assistência ré-scolar aos e dos ervidores, mpregados Assistência ré-scolar aos e dos ervidores, mpregados - o stado de ernambuco Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados - o stado de ernambuco agamento de essoal Ativo da nião agamento de essoal Ativo da nião - o stado de ernambuco AL - CAL AL - A AL - AL ÓÃ: inistério da ducação A: Hospital de Clínicas de orto Alegre - HCA AX Crédito uplementar AA ABALH (LAÇÃ) ecurso de odas as ontes $ 1,00 C- AÁCA AA/AÇÃ/LCALZA/ rograma de estão e anutenção do inistério da ducação A V A Auxílio-ransporte aos ervidores, mpregados Auxílio-ransporte aos ervidores, mpregados - o stado do io rande do ul agamento de essoal Ativo da nião agamento de essoal Ativo da nião - o stado do io rande do ul AÇÕ CA Contribuição à revidência rivada Contribuição à revidência rivada - o stado do io rande do ul AL - CAL 0 AL - A AL - AL ÓÃ: inistério da ducação A: undo acional de esenvolvimento da ducação AX Crédito uplementar AA ABALH (LAÇÃ) ecurso de odas as ontes $ 1,00 C- AÁCA AA/AÇÃ/LCALZA/ revidência de nativos e ensionistas da nião AÇÕ CA agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores - o istrito ederal rograma de estão e anutenção do inistério da ducação A V A Assistência édica e dontológica aos ervidores , mpregados, ilitares e seus e Assistência édica e dontológica aos ervidores, mpregados, ilitares e seus e - o istrito ederal agamento de essoal Ativo da nião agamento de essoal Ativo da nião - acional AÇÕ CA HB Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais HB 0001 Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais - acional AL - CAL AL - A AL - AL ÓÃ: inistério da ducação A: undação niversidade ederal da rande ourados AX Crédito uplementar AA ABALH (LAÇÃ) ecurso de odas as ontes $ 1,00 C- AÁCA AA/AÇÃ/LCALZA/ revidência de nativos e ensionistas da nião AÇÕ CA agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores o stado de ato rosso do ul rograma de estão e anutenção do inistério da ducação A V A Assistência édica e dontológica aos ervidores , mpregados, ilitares e seus e Assistência édica e dontológica aos ervidores, mpregados, ilitares e seus e - o stado de ato rosso do ul Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados - o stado de ato rosso do ul agamento de essoal Ativo da nião agamento de essoal Ativo da nião - o stado de ato rosso do ul AÇÕ CA HB Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais HB 0001 Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais - acional AL - CAL AL - A AL - AL ÓÃ: inistério da ducação A: niversidade ederal do ecôncavo da Bahia AX Crédito uplementar AA ABALH (LAÇÃ) ecurso de odas as ontes $ 1,00 C- AÁCA AA/AÇÃ/LCALZA/ revidência de nativos e ensionistas da nião AÇÕ CA agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores - o stado da Bahia rograma de estão e anutenção do inistério da ducação A V A Assistência édica e dontológica aos ervidores, mpregados, ilitares e seus e ste documento pode ser verificado no endereço eletrônico pelo código ocumento assinado digitalmente conforme n o -

35 º 94, sexta-feira, 17 de maio de Assistência édica e dontológica aos ervidores, mpregados, ilitares e seus e - o stado da Bahia Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados - o stado da Bahia agamento de essoal Ativo da nião agamento de essoal Ativo da nião - o stado da Bahia AÇÕ CA HB Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais HB 0001 Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais - acional AL - CAL AL - A AL - AL ÓÃ: inistério da ducação A: undação niversidade ederal do ABC AX Crédito uplementar AA ABALH (LAÇÃ) ecurso de odas as ontes $ 1,00 AÁCA C- AA/AÇÃ/LCALZA/ revidência de nativos e ensionistas da nião AÇÕ CA agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores - o stado de ão aulo rograma de estão e anutenção do inistério da ducação A V A Assistência édica e dontológica aos ervidores, mpregados, ilitares e seus e Assistência édica e dontológica aos ervidores, mpregados, ilitares e seus e - o stado de ão aulo Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados - o stado de ão aulo agamento de essoal Ativo da nião agamento de essoal Ativo da nião - o stado de ão aulo AÇÕ CA HB Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais HB 0001 Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais - acional AL - CAL AL - A AL - AL ÓÃ: inistério da ducação agamento de essoal Ativo da nião agamento de essoal Ativo da nião - o stado de Alagoas AL - CAL 0 AL - A AL - AL ÓÃ: inistério da ducação A: Complexo Hospitalar e de aúde da niversidade ederal da Bahia AX Crédito uplementar AA ABALH (LAÇÃ) ecurso de odas as ontes $ 1,00 XLA AA A A AC A: Hospital niversitário rof. Alberto Antunes AX Crédito uplementar AA ABALH (LAÇÃ) ecurso de odas as ontes $ 1,00 AÁCA C- AA/AÇÃ/LCALZA/ revidência de nativos e ensionistas da nião AÇÕ CA agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores - o stado de Alagoas rograma de estão e anutenção do inistério da ducação A V A Assistência édica e dontológica aos ervidores, mpregados, ilitares e seus e Assistência édica e dontológica aos ervidores, mpregados, ilitares e seus e - o stado de Alagoas Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados - o stado de Alagoas C- AÁCA AA/AÇÃ/LCALZA/ revidência de nativos e ensionistas da nião AÇÕ CA agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores - o stado da Bahia rograma de estão e anutenção do inistério da ducação A V A Assistência édica e dontológica aos ervidores , mpregados, ilitares e seus e Assistência édica e dontológica aos ervidores, mpregados, ilitares e seus e - o stado da Bahia agamento de essoal Ativo da nião agamento de essoal Ativo da nião - o stado da Bahia AL - CAL 0 AL - A AL - AL ÓÃ: inistério da ducação A: Hospital niversitário Valter Cantídio AX Crédito uplementar AA ABALH (LAÇÃ) ecurso de odas as ontes $ 1,00 C- AÁCA AA/AÇÃ/LCALZA/ revidência de nativos e ensionistas da nião AÇÕ CA agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores o stado do Ceará rograma de estão e anutenção do inistério da ducação A V A Assistência édica e dontológica aos ervidores , mpregados, ilitares e seus e Assistência édica e dontológica aos ervidores, mpregados, ilitares e seus e - o stado do Ceará agamento de essoal Ativo da nião agamento de essoal Ativo da nião - o stado do Ceará AL - CAL 0 AL - A AL - AL ÓÃ: inistério da ducação A: aternidade Assis Chateaubrian AX Crédito uplementar AA ABALH (LAÇÃ) ecurso de odas as ontes $ 1,00 C- AÁCA AA/AÇÃ/LCALZA/ revidência de nativos e ensionistas da nião AÇÕ CA agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores o stado do Ceará rograma de estão e anutenção do inistério da ducação A V A Assistência édica e dontológica aos ervidores , mpregados, ilitares e seus e Assistência édica e dontológica aos ervidores, mpregados, ilitares e seus e - o stado do Ceará Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados - o stado do Ceará agamento de essoal Ativo da nião agamento de essoal Ativo da nião - o stado do Ceará AÇÕ CA HB Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais ste documento pode ser verificado no endereço eletrônico pelo código ocumento assinado digitalmente conforme n o -

36 º 94, sexta-feira, 17 de maio de HB 0001 Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais - acional AL - CAL 0 AL - A AL - AL HB 0001 Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais - acional AL - CAL 0 AL - A AL - AL ÓÃ: inistério da ducação A: Hospital niversitário Cassiano Antônio orais AX Crédito uplementar AA ABALH (LAÇÃ) ecurso de odas as ontes $ 1,00 C- AÁCA AA/AÇÃ/LCALZA/ revidência de nativos e ensionistas da nião AÇÕ CA agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores - o stado do spírito anto rograma de estão e anutenção do inistério da ducação A V A Assistência ré-scolar aos e dos 100 ervidores, mpregados Assistência ré-scolar aos e dos ervidores, mpregados - o stado do spírito anto Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados - o stado do spírito anto agamento de essoal Ativo da nião agamento de essoal Ativo da nião - o stado do spírito anto AL - CAL 0 AL - A AL - AL CCALZAÇÃ BA C ÓÃ: inistério da ducação A: Hospital das Clínicas da niversidade ederal de oiás AX Crédito uplementar AA ABALH (LAÇÃ) ecurso de odas as ontes $ 1,00 C- AÁCA AA/AÇÃ/LCALZA/ revidência de nativos e ensionistas da nião AÇÕ CA agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores o stado de oiás rograma de estão e anutenção do inistério da ducação A V A Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados - o stado de oiás agamento de essoal Ativo da nião agamento de essoal Ativo da nião - o stado de oiás AÇÕ CA HB Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais HB 0001 Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais - acional AL - CAL 0 AL - A AL - AL ÓÃ: inistério da ducação A: Hospital niversitário Antonio edro AX Crédito uplementar AA ABALH (LAÇÃ) ecurso de odas as ontes $ 1,00 C- AÁCA AA/AÇÃ/LCALZA/ rograma de estão e anutenção do inistério da ducação A V A Auxílio-ransporte aos ervidores, mpregados Auxílio-ransporte aos ervidores, mpregados - o stado do io de Janeiro Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados - o stado do io de Janeiro agamento de essoal Ativo da nião agamento de essoal Ativo da nião - o stado do io de Janeiro AÇÕ CA HB Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais ÓÃ: inistério da ducação A: Hospital niversitário da niversidade ederal de Juiz de ora AX Crédito uplementar AA ABALH (LAÇÃ) ecurso de odas as ontes $ 1,00 C- AÁCA AA/AÇÃ/LCALZA/ revidência de nativos e ensionistas da nião AÇÕ CA agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores - o stado de inas erais rograma de estão e anutenção do inistério da ducação A V A Assistência ré-scolar aos e dos ervidores, mpregados Assistência ré-scolar aos e dos ervidores, mpregados - o stado de inas erais Auxílio-ransporte aos ervidores, mpregados Auxílio-ransporte aos ervidores, mpregados - o stado de inas erais Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados - o stado de inas erais agamento de essoal Ativo da nião agamento de essoal Ativo da nião - o stado de inas erais AL - CAL 0 AL - A AL - AL ÓÃ: inistério da ducação A: Hospital niversitário da niversidade ederal de inas erais AX Crédito uplementar AA ABALH (LAÇÃ) ecurso de odas as ontes $ 1,00 C- AÁCA AA/AÇÃ/LCALZA/ revidência de nativos e ensionistas da nião AÇÕ CA agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores o stado de inas erais rograma de estão e anutenção do inistério da ducação A V A Assistência édica e dontológica aos ervidores , mpregados, ilitares e seus e Assistência édica e dontológica aos ervidores, mpregados, ilitares e seus e - o stado de inas erais Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados - o stado de inas erais agamento de essoal Ativo da nião agamento de essoal Ativo da nião - o stado de inas erais AL - CAL 0 AL - A AL - AL ÓÃ: inistério da ducação A: Hospital niversitário João de Barros Barreto AX Crédito uplementar AA ABALH (LAÇÃ) ecurso de odas as ontes $ 1,00 C- AÁCA AA/AÇÃ/LCALZA/ revidência de nativos e ensionistas da nião AÇÕ CA agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores - o stado do ará rograma de estão e anutenção do inistério da ducação A V A Assistência ré-scolar aos e dos 500 ervidores, mpregados Assistência ré-scolar aos e dos ervidores, mpregados - o stado do ará ste documento pode ser verificado no endereço eletrônico pelo código ocumento assinado digitalmente conforme n o -

37 º 94, sexta-feira, 17 de maio de Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados - o stado do ará agamento de essoal Ativo da nião agamento de essoal Ativo da nião - o stado do ará AL - CAL 0 AL - A AL - AL ÓÃ: inistério da ducação A: Hospital niversitário Betina erro ouza AX Crédito uplementar AA ABALH (LAÇÃ) ecurso de odas as ontes $ 1,00 C- AÁCA AA/AÇÃ/LCALZA/ rograma de estão e anutenção do inistério da ducação A V A Assistência édica e dontológica aos ervidores , mpregados, ilitares e seus e Assistência édica e dontológica aos ervidores, mpregados, ilitares e seus e - o stado do ará Assistência ré-scolar aos e dos 500 ervidores, mpregados Assistência ré-scolar aos e dos ervidores, mpregados - o stado do ará Auxílio-ransporte aos ervidores, mpregados Auxílio-ransporte aos ervidores, mpregados - o stado do ará Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados - o stado do ará agamento de essoal Ativo da nião agamento de essoal Ativo da nião - o stado do ará AL - CAL 0 AL - A AL - AL ÓÃ: inistério da ducação A: Hospital niversitário Lauro Wanderley AX Crédito uplementar AA ABALH (LAÇÃ) ecurso de odas as ontes $ 1,00 C- AÁCA AA/AÇÃ/LCALZA/ revidência de nativos e ensionistas da nião AÇÕ CA agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores o stado da araíba rograma de estão e anutenção do inistério da ducação A V A Assistência édica e dontológica aos ervidores , mpregados, ilitares e seus e Assistência édica e dontológica aos ervidores, mpregados, ilitares e seus e - o stado da araíba Assistência ré-scolar aos e dos ervidores, mpregados Assistência ré-scolar aos e dos ervidores, mpregados - o stado da araíba Auxílio-ransporte aos ervidores, mpregados Auxílio-ransporte aos ervidores, mpregados - o stado da araíba Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados - o stado da araíba agamento de essoal Ativo da nião agamento de essoal Ativo da nião - o stado da araíba AÇÕ CA HB Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais HB 0001 Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais - acional AL - CAL 0 AL - A AL - AL ÓÃ: inistério da ducação A: Hospital de Clínicas da niversidade ederal do araná AX Crédito uplementar AA ABALH (LAÇÃ) ecurso de odas as ontes $ 1,00 XLA AA A A AC C- AÁCA AA/AÇÃ/LCALZA/ revidência de nativos e ensionistas da nião AÇÕ CA agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores - o stado do araná rograma de estão e anutenção do inistério da ducação A V A Assistência édica e dontológica aos ervidores , mpregados, ilitares e seus e Assistência édica e dontológica aos ervidores, mpregados, ilitares e seus e - o stado do araná Assistência ré-scolar aos e dos ervidores, mpregados Assistência ré-scolar aos e dos ervidores, mpregados - o stado do araná Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados - o stado do araná agamento de essoal Ativo da nião agamento de essoal Ativo da nião - o stado do araná AL - CAL 0 AL - A AL - AL ÓÃ: inistério da ducação A: Hospital das Clínicas da niversidade ederal de ernambuco AX Crédito uplementar AA ABALH (LAÇÃ) ecurso de odas as ontes $ 1,00 C- AÁCA AA/AÇÃ/LCALZA/ revidência de nativos e ensionistas da nião AÇÕ CA agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores o stado de ernambuco rograma de estão e anutenção do inistério da ducação A V A Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados - o stado de ernambuco agamento de essoal Ativo da nião agamento de essoal Ativo da nião - o stado de ernambuco AL - CAL 0 AL - A AL - AL ÓÃ: inistério da ducação A: Complexo Hospitalar e de aúde da niversidade ederal do io rande do orte AX Crédito uplementar AA ABALH (LAÇÃ) ecurso de odas as ontes $ 1,00 C- AÁCA AA/AÇÃ/LCALZA/ rograma de estão e anutenção do inistério da ducação A V A agamento de essoal Ativo da nião agamento de essoal Ativo da nião - o stado do io rande do orte AL - CAL 0 AL - A AL - AL ÓÃ: inistério da ducação A: Complexo Hospitalar e de aúde da niversidade ederal do io de Janeiro AX Crédito uplementar AA ABALH (LAÇÃ) ecurso de odas as ontes $ 1,00 C- AÁCA AA/AÇÃ/LCALZA/ revidência de nativos e ensionistas da nião AÇÕ CA agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores ste documento pode ser verificado no endereço eletrônico pelo código ocumento assinado digitalmente conforme n o -

38 º 94, sexta-feira, 17 de maio de agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores - o stado do io de Janeiro rograma de estão e anutenção do inistério da ducação A V A Assistência édica e dontológica aos ervidores , mpregados, ilitares e seus e Assistência édica e dontológica aos ervidores, mpregados, ilitares e seus e - o stado do io de Janeiro Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados - o stado do io de Janeiro agamento de essoal Ativo da nião agamento de essoal Ativo da nião - o stado do io de Janeiro AL - CAL 0 AL - A AL - AL CCALZAÇÃ BA C ÓÃ: inistério da ducação A: Hospital niversitário da niversidade ederal da rande ourados AX Crédito uplementar AA ABALH (LAÇÃ) ecurso de odas as ontes $ 1,00 C- AÁCA AA/AÇÃ/LCALZA/ revidência de nativos e ensionistas da nião AÇÕ CA agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores o stado de ato rosso do ul rograma de estão e anutenção do inistério da ducação A V A Assistência édica e dontológica aos ervidores , mpregados, ilitares e seus e Assistência édica e dontológica aos ervidores, mpregados, ilitares e seus e - o stado de ato rosso do ul Assistência ré-scolar aos e dos ervidores, mpregados Assistência ré-scolar aos e dos ervidores, mpregados - o stado de ato rosso do ul Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados - o stado de ato rosso do ul agamento de essoal Ativo da nião agamento de essoal Ativo da nião - o stado de ato rosso do ul AÇÕ CA HB Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais HB 0001 Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais - acional AL - CAL 0 AL - A AL - AL ÓÃ: inistério da ducação A: Hospital niversitário olydoro rnani de ão hiago AX Crédito uplementar AA ABALH (LAÇÃ) ecurso de odas as ontes $ 1,00 C- AÁCA AA/AÇÃ/LCALZA/ revidência de nativos e ensionistas da nião AÇÕ CA agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores - o stado de anta Catarina rograma de estão e anutenção do inistério da ducação A V A Assistência édica e dontológica aos ervidores , mpregados, ilitares e seus e Assistência édica e dontológica aos ervidores, mpregados, ilitares e seus e - o stado de anta Catarina Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados - o stado de anta Catarina agamento de essoal Ativo da nião agamento de essoal Ativo da nião - o stado de anta Catarina AL - CAL 0 AL - A AL - AL ÓÃ: inistério da ducação A: Hospital niversitário da niversidade ederal de anta aria AX Crédito uplementar AA ABALH (LAÇÃ) ecurso de odas as ontes $ 1,00 C- AÁCA AA/AÇÃ/LCALZA/ revidência de nativos e ensionistas da nião AÇÕ CA agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores - o stado do io rande do ul rograma de estão e anutenção do inistério da ducação A V A Assistência édica e dontológica aos ervidores , mpregados, ilitares e seus e Assistência édica e dontológica aos ervidores, mpregados, ilitares e seus e - o stado do io rande do ul Auxílio-ransporte aos ervidores, mpregados Auxílio-ransporte aos ervidores, mpregados - o stado do io rande do ul Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados - o stado do io rande do ul agamento de essoal Ativo da nião agamento de essoal Ativo da nião - o stado do io rande do ul AL - CAL 0 AL - A AL - AL ÓÃ: inistério da ducação A: Hospital niversitário Alcides Carneiro AX Crédito uplementar AA ABALH (LAÇÃ) ecurso de odas as ontes $ 1,00 C- AÁCA AA/AÇÃ/LCALZA/ revidência de nativos e ensionistas da nião AÇÕ CA agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores o stado da araíba rograma de estão e anutenção do inistério da ducação A V A Assistência édica e dontológica aos ervidores , mpregados, ilitares e seus e Assistência édica e dontológica aos ervidores, mpregados, ilitares e seus e - o stado da araíba Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados - o stado da araíba agamento de essoal Ativo da nião agamento de essoal Ativo da nião - o stado da araíba AÇÕ CA HB Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais HB 0001 Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais - acional AL - CAL 0 AL - A AL - AL ÓÃ: inistério da ducação A: Hospital niversitário da niversidade ederal do riângulo ineiro AX Crédito uplementar AA ABALH (LAÇÃ) ecurso de odas as ontes $ 1,00 C- AÁCA AA/AÇÃ/LCALZA/ rograma de estão e anutenção do inistério da ducação A V A Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados ste documento pode ser verificado no endereço eletrônico pelo código ocumento assinado digitalmente conforme n o -

39 º 94, sexta-feira, 17 de maio de Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados - o stado de inas erais agamento de essoal Ativo da nião agamento de essoal Ativo da nião - o stado de inas erais AL - CAL 0 AL - A AL - AL ÓÃ: inistério da ducação A: Hospital niversitário affree e uinle AX Crédito uplementar AA ABALH (LAÇÃ) ecurso de odas as ontes $ 1,00 C- AÁCA AA/AÇÃ/LCALZA/ revidência de nativos e ensionistas da nião AÇÕ CA agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores - o stado do io de Janeiro rograma de estão e anutenção do inistério da ducação A V A Assistência édica e dontológica aos ervidores , mpregados, ilitares e seus e Assistência édica e dontológica aos ervidores, mpregados, ilitares e seus e - o stado do io de Janeiro Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados - o stado do io de Janeiro agamento de essoal Ativo da nião agamento de essoal Ativo da nião - o stado do io de Janeiro AL - CAL 0 AL - A AL - AL ÓÃ: inistério da ducação A: Hospital etúlio Vargas AX Crédito uplementar AA ABALH (LAÇÃ) ecurso de odas as ontes $ 1,00 C- AÁCA AA/AÇÃ/LCALZA/ revidência de nativos e ensionistas da nião AÇÕ CA agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores o stado do Amazonas rograma de estão e anutenção do inistério da ducação A V A Assistência édica e dontológica aos ervidores , mpregados, ilitares e seus e Assistência édica e dontológica aos ervidores, mpregados, ilitares e seus e - o stado do Amazonas Assistência ré-scolar aos e dos ervidores, mpregados Assistência ré-scolar aos e dos ervidores, mpregados - o stado do Amazonas Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados - o stado do Amazonas agamento de essoal Ativo da nião agamento de essoal Ativo da nião - o stado do Amazonas AÇÕ CA HB Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais HB 0001 Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais - acional AL - CAL 0 AL - A AL - AL XLA AA A A AC ÓÃ: inistério da ducação A: Hospital niversitário de Brasília AX Crédito uplementar AA ABALH (LAÇÃ) ecurso de odas as ontes $ 1,00 C- AÁCA AA/AÇÃ/LCALZA/ rograma de estão e anutenção do inistério da ducação A V A Assistência édica e dontológica aos ervidores, mpregados, ilitares e seus e Assistência édica e dontológica aos ervidores, mpregados, ilitares e seus e - o istrito ederal Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados - o istrito ederal agamento de essoal Ativo da nião agamento de essoal Ativo da nião - o istrito ederal AÇÕ CA HB Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais HB 0001 Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais - acional AL - CAL 0 AL - A AL - AL ÓÃ: inistério da ducação A: Hospital niversitário da undação niversidade do aranhão AX Crédito uplementar AA ABALH (LAÇÃ) ecurso de odas as ontes $ 1,00 C- AÁCA AA/AÇÃ/LCALZA/ rograma de estão e anutenção do inistério da ducação A V A Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados - o stado do aranhão agamento de essoal Ativo da nião agamento de essoal Ativo da nião - o stado do aranhão AL - CAL 0 AL - A AL - AL ÓÃ: inistério da ducação A: Hospital niversitário iguel iet Junior AX Crédito uplementar AA ABALH (LAÇÃ) ecurso de odas as ontes $ 1,00 C- AÁCA AA/AÇÃ/LCALZA/ revidência de nativos e ensionistas da nião AÇÕ CA agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores o stado do io rande do ul rograma de estão e anutenção do inistério da ducação A V A Assistência édica e dontológica aos ervidores , mpregados, ilitares e seus e Assistência édica e dontológica aos ervidores, mpregados, ilitares e seus e - o stado do io rande do ul Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados - o stado do io rande do ul agamento de essoal Ativo da nião agamento de essoal Ativo da nião - o stado do io rande do ul AL - CAL 0 AL - A AL - AL ÓÃ: inistério da ducação A: Hospital das Clínicas da niversidade ederal de berlândia AX Crédito uplementar AA ABALH (LAÇÃ) ecurso de odas as ontes $ 1,00 C- AÁCA AA/AÇÃ/LCALZA/ revidência de nativos e ensionistas da nião AÇÕ CA agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores - o stado de inas erais ste documento pode ser verificado no endereço eletrônico pelo código ocumento assinado digitalmente conforme n o -

40 º 94, sexta-feira, 17 de maio de rograma de estão e anutenção do inistério da ducação A V A Assistência édica e dontológica aos ervidores , mpregados, ilitares e seus e Assistência édica e dontológica aos ervidores, mpregados, ilitares e seus e - o stado de inas erais Auxílio-ransporte aos ervidores, mpregados Auxílio-ransporte aos ervidores, mpregados - o stado de inas erais Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados - o stado de inas erais agamento de essoal Ativo da nião agamento de essoal Ativo da nião - o stado de inas erais AÇÕ CA HB Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais HB 0001 Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais - acional AL - CAL 0 AL - A AL - AL CCALZAÇÃ BA C ÓÃ: inistério da ducação A: Hospital Júlio uller AX Crédito uplementar AA ABALH (LAÇÃ) ecurso de odas as ontes $ 1,00 C- AÁCA AA/AÇÃ/LCALZA/ rograma de estão e anutenção do inistério da ducação A V A Assistência édica e dontológica aos ervidores , mpregados, ilitares e seus e Assistência édica e dontológica aos ervidores, mpregados, ilitares e seus e - o stado de ato rosso Assistência ré-scolar aos e dos ervidores, mpregados Assistência ré-scolar aos e dos ervidores, mpregados - o stado de ato rosso Auxílio-ransporte aos ervidores, mpregados Auxílio-ransporte aos ervidores, mpregados - o stado de ato rosso Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados - o stado de ato rosso agamento de essoal Ativo da nião agamento de essoal Ativo da nião - o stado de ato rosso AÇÕ CA HB Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais HB 0001 Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais - acional AL - CAL 0 AL - A AL - AL ÓÃ: inistério da ducação A: Hospital das Clínicas da undação niversidade ederal de elotas AX Crédito uplementar AA ABALH (LAÇÃ) ecurso de odas as ontes $ 1,00 C- AÁCA AA/AÇÃ/LCALZA/ rograma de estão e anutenção do inistério da ducação A V A Assistência édica e dontológica aos ervidores , mpregados, ilitares e seus e Assistência édica e dontológica aos ervidores, mpregados, ilitares e seus e - o stado do io rande do ul Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados - o stado do io rande do ul agamento de essoal Ativo da nião agamento de essoal Ativo da nião - o stado do io rande do ul AÇÕ CA HB Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais HB 0001 Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais - acional AL - CAL 0 AL - A AL - AL ÓÃ: inistério da ducação A: Hospital niversitário da undação niversidade ederal do iauí AX Crédito uplementar AA ABALH (LAÇÃ) ecurso de odas as ontes $ 1,00 C- AÁCA AA/AÇÃ/LCALZA/ revidência de nativos e ensionistas da nião AÇÕ CA agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores - o stado do iauí rograma de estão e anutenção do inistério da ducação A V A Assistência édica e dontológica aos ervidores , mpregados, ilitares e seus e Assistência édica e dontológica aos ervidores, mpregados, ilitares e seus e - o stado do iauí Assistência ré-scolar aos e dos ervidores, mpregados Assistência ré-scolar aos e dos ervidores, mpregados - o stado do iauí AL - CAL 0 AL - A AL - AL ÓÃ: inistério da ducação A: Hospital niversitário da undação niversidade ederal de ergipe AX Crédito uplementar AA ABALH (LAÇÃ) ecurso de odas as ontes $ 1,00 C- AÁCA AA/AÇÃ/LCALZA/ revidência de nativos e ensionistas da nião AÇÕ CA agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores o stado de ergipe rograma de estão e anutenção do inistério da ducação A V A Assistência édica e dontológica aos ervidores , mpregados, ilitares e seus e Assistência édica e dontológica aos ervidores, mpregados, ilitares e seus e - o stado de ergipe Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados - o stado de ergipe agamento de essoal Ativo da nião agamento de essoal Ativo da nião - o stado de ergipe AÇÕ CA HB Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais HB 0001 Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais - acional AL - CAL 0 AL - A AL - AL ÓÃ: inistério da ducação A: Hospital niversitário aria edrossian AX Crédito uplementar AA ABALH (LAÇÃ) ecurso de odas as ontes $ 1,00 C- AÁCA AA/AÇÃ/LCALZA/ rograma de estão e anutenção do inistério da ducação A V A Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados - o stado de ato rosso do ul agamento de essoal Ativo da nião agamento de essoal Ativo da nião - o stado de ato rosso do ul ste documento pode ser verificado no endereço eletrônico pelo código ocumento assinado digitalmente conforme n o -

41 º 94, sexta-feira, 17 de maio de AÇÕ CA HB Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais HB 0001 Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais - acional AL - CAL 0 AL - A AL - AL ÓÃ: inistério da ducação A: nstituto ederal de Alagoas AX Crédito uplementar AA ABALH (LAÇÃ) ecurso de odas as ontes $ 1,00 C- AÁCA AA/AÇÃ/LCALZA/ revidência de nativos e ensionistas da nião AÇÕ CA agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores - o stado de Alagoas rograma de estão e anutenção do inistério da ducação A V A Assistência édica e dontológica aos ervidores , mpregados, ilitares e seus e Assistência édica e dontológica aos ervidores, mpregados, ilitares e seus e - o stado de Alagoas Assistência ré-scolar aos e dos ervidores, mpregados Assistência ré-scolar aos e dos ervidores, mpregados - o stado de Alagoas Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados - o stado de Alagoas agamento de essoal Ativo da nião agamento de essoal Ativo da nião - o stado de Alagoas AÇÕ CA HB Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais HB 0001 Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais - acional AL - CAL AL - A AL - AL ÓÃ: inistério da ducação A: nstituto ederal do Amazonas AX Crédito uplementar AA ABALH (LAÇÃ) ecurso de odas as ontes $ 1,00 C- AÁCA AA/AÇÃ/LCALZA/ revidência de nativos e ensionistas da nião AÇÕ CA agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores o stado do Amazonas rograma de estão e anutenção do inistério da ducação A V A Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados - o stado do Amazonas agamento de essoal Ativo da nião agamento de essoal Ativo da nião - o stado do Amazonas AÇÕ CA HB Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais HB 0001 Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais - acional AL - CAL AL - A AL - AL XLA AA A A AC ÓÃ: inistério da ducação A: nstituto ederal Baiano AX Crédito uplementar AA ABALH (LAÇÃ) ecurso de odas as ontes $ 1,00 C- AÁCA AA/AÇÃ/LCALZA/ revidência de nativos e ensionistas da nião AÇÕ CA agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores - o stado da Bahia rograma de estão e anutenção do inistério da ducação A V A Assistência ré-scolar aos e dos ervidores, mpregados Assistência ré-scolar aos e dos ervidores, mpregados - o stado da Bahia Auxílio-ransporte aos ervidores, mpregados Auxílio-ransporte aos ervidores, mpregados - o stado da Bahia Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados - o stado da Bahia agamento de essoal Ativo da nião agamento de essoal Ativo da nião - o stado da Bahia AÇÕ CA HB Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais HB 0001 Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais - acional AL - CAL AL - A AL - AL ÓÃ: inistério da ducação A: nstituto ederal do Ceará AX Crédito uplementar AA ABALH (LAÇÃ) ecurso de odas as ontes $ 1,00 C- AÁCA AA/AÇÃ/LCALZA/ revidência de nativos e ensionistas da nião AÇÕ CA agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores o stado do Ceará rograma de estão e anutenção do inistério da ducação A V A Assistência édica e dontológica aos ervidores , mpregados, ilitares e seus e Assistência édica e dontológica aos ervidores, mpregados, ilitares e seus e - o stado do Ceará Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados - o stado do Ceará agamento de essoal Ativo da nião agamento de essoal Ativo da nião - o stado do Ceará AÇÕ CA HB Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais HB 0001 Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais - acional AL - CAL AL - A AL - AL ÓÃ: inistério da ducação A: nstituto ederal do spírito anto AX Crédito uplementar AA ABALH (LAÇÃ) ecurso de odas as ontes $ 1,00 C- AÁCA AA/AÇÃ/LCALZA/ revidência de nativos e ensionistas da nião AÇÕ CA agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores o stado do spírito anto rograma de estão e anutenção do inistério da ducação A V A Assistência édica e dontológica aos ervidores , mpregados, ilitares e seus e Assistência édica e dontológica aos ervidores, mpregados, ilitares e seus e - o stado do spírito anto Assistência ré-scolar aos e dos ervidores, mpregados Assistência ré-scolar aos e dos ervidores, mpregados - o stado do spírito anto ste documento pode ser verificado no endereço eletrônico pelo código ocumento assinado digitalmente conforme n o -

42 º 94, sexta-feira, 17 de maio de Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados - o stado do spírito anto agamento de essoal Ativo da nião agamento de essoal Ativo da nião - o stado do spírito anto AÇÕ CA HB Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais HB 0001 Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais - acional AL - CAL AL - A AL - AL ÓÃ: inistério da ducação A: nstituto ederal oiano AX Crédito uplementar AA ABALH (LAÇÃ) ecurso de odas as ontes $ 1,00 C- AÁCA AA/AÇÃ/LCALZA/ revidência de nativos e ensionistas da nião AÇÕ CA agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores o stado de oiás rograma de estão e anutenção do inistério da ducação A V A Assistência édica e dontológica aos ervidores , mpregados, ilitares e seus e Assistência édica e dontológica aos ervidores, mpregados, ilitares e seus e - o stado de oiás Assistência ré-scolar aos e dos ervidores, mpregados Assistência ré-scolar aos e dos ervidores, mpregados - o stado de oiás Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados - o stado de oiás agamento de essoal Ativo da nião agamento de essoal Ativo da nião - o stado de oiás AÇÕ CA HB Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais HB 0001 Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais - acional AL - CAL AL - A AL - AL CCALZAÇÃ BA C ÓÃ: inistério da ducação A: nstituto ederal do aranhão AX Crédito uplementar AA ABALH (LAÇÃ) ecurso de odas as ontes $ 1,00 C- AÁCA AA/AÇÃ/LCALZA/ revidência de nativos e ensionistas da nião AÇÕ CA agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores - o stado do aranhão rograma de estão e anutenção do inistério da ducação A V A Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados - o stado do aranhão agamento de essoal Ativo da nião agamento de essoal Ativo da nião - o stado do aranhão AÇÕ CA HB Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais HB 0001 Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais - acional AL - CAL AL - A AL - AL ÓÃ: inistério da ducação A: nstituto ederal de inas erais AX Crédito uplementar AA ABALH (LAÇÃ) ecurso de odas as ontes $ 1,00 C- AÁCA AA/AÇÃ/LCALZA/ revidência de nativos e ensionistas da nião AÇÕ CA agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores - o stado de inas erais rograma de estão e anutenção do inistério da ducação A V A Assistência édica e dontológica aos ervidores, mpregados, ilitares e seus e Assistência édica e dontológica aos ervidores, mpregados, ilitares e seus e - o stado de inas erais Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados - o stado de inas erais agamento de essoal Ativo da nião agamento de essoal Ativo da nião - o stado de inas erais AÇÕ CA HB Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais HB 0001 Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais - acional AL - CAL AL - A AL - AL ÓÃ: inistério da ducação A: nstituto ederal do orte de inas erais AX Crédito uplementar AA ABALH (LAÇÃ) ecurso de odas as ontes $ 1,00 AÁCA C- AA/AÇÃ/LCALZA/ revidência de nativos e ensionistas da nião AÇÕ CA agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores - o stado de inas erais rograma de estão e anutenção do inistério da ducação A V A Assistência édica e dontológica aos ervidores, mpregados, ilitares e seus e Assistência édica e dontológica aos ervidores, mpregados, ilitares e seus e - o stado de inas erais Assistência ré-scolar aos e dos ervidores, mpregados Assistência ré-scolar aos e dos ervidores, mpregados - o stado de inas erais Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados - o stado de inas erais agamento de essoal Ativo da nião agamento de essoal Ativo da nião - o stado de inas erais AÇÕ CA HB Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais ste documento pode ser verificado no endereço eletrônico pelo código ocumento assinado digitalmente conforme n o -

43 º 94, sexta-feira, 17 de maio de HB 0001 Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais - acional AL - CAL AL - A AL - AL HB 0001 Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais - acional AL - CAL AL - A AL - AL ÓÃ: inistério da ducação A: nstituto ederal do udeste de inas erais AX Crédito uplementar AA ABALH (LAÇÃ) ecurso de odas as ontes $ 1,00 C- AÁCA AA/AÇÃ/LCALZA/ revidência de nativos e ensionistas da nião AÇÕ CA agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores - o stado de inas erais rograma de estão e anutenção do inistério da ducação A V A Assistência édica e dontológica aos ervidores, mpregados, ilitares e seus e Assistência édica e dontológica aos ervidores, mpregados, ilitares e seus e - o stado de inas erais Assistência ré-scolar aos e dos ervidores, mpregados Assistência ré-scolar aos e dos ervidores, mpregados - o stado de inas erais Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados - o stado de inas erais agamento de essoal Ativo da nião agamento de essoal Ativo da nião - o stado de inas erais AÇÕ CA HB Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais HB 0001 Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais - acional AL - CAL AL - A AL - AL ÓÃ: inistério da ducação A: nstituto ederal do ul de inas erais AX Crédito uplementar AA ABALH (LAÇÃ) ecurso de odas as ontes $ 1,00 AÁCA C- AA/AÇÃ/LCALZA/ revidência de nativos e ensionistas da nião AÇÕ CA XLA AA A A AC agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores - o stado de inas erais rograma de estão e anutenção do inistério da ducação A V A Assistência édica e dontológica aos ervidores, mpregados, ilitares e seus e Assistência édica e dontológica aos ervidores, mpregados, ilitares e seus e - o stado de inas erais Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados - o stado de inas erais agamento de essoal Ativo da nião agamento de essoal Ativo da nião - o stado de inas erais AÇÕ CA HB Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais ÓÃ: inistério da ducação A: nstituto ederal do riangulo ineiro AX Crédito uplementar AA ABALH (LAÇÃ) ecurso de odas as ontes $ 1,00 C- AÁCA AA/AÇÃ/LCALZA/ revidência de nativos e ensionistas da nião AÇÕ CA agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores - o stado de inas erais rograma de estão e anutenção do inistério da ducação A V A Assistência ré-scolar aos e dos ervidores, mpregados Assistência ré-scolar aos e dos ervidores, mpregados - o stado de inas erais Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados - o stado de inas erais agamento de essoal Ativo da nião agamento de essoal Ativo da nião - o stado de inas erais AÇÕ CA HB Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais HB 0001 Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais - acional AL - CAL AL - A AL - AL ÓÃ: inistério da ducação A: nstituto ederal do ato rosso AX Crédito uplementar AA ABALH (LAÇÃ) ecurso de odas as ontes $ 1,00 AÁCA C- AA/AÇÃ/LCALZA/ revidência de nativos e ensionistas da nião AÇÕ CA agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores - o stado de ato rosso rograma de estão e anutenção do inistério da ducação A V A Assistência édica e dontológica aos ervidores, mpregados, ilitares e seus e Assistência édica e dontológica aos ervidores, mpregados, ilitares e seus e - o stado de ato rosso Assistência ré-scolar aos e dos ervidores, mpregados Assistência ré-scolar aos e dos ervidores, mpregados - o stado de ato rosso Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados - o stado de ato rosso agamento de essoal Ativo da nião agamento de essoal Ativo da nião - o stado de ato rosso AÇÕ CA ste documento pode ser verificado no endereço eletrônico pelo código ocumento assinado digitalmente conforme n o -

44 º 94, sexta-feira, 17 de maio de HB Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais HB 0001 Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais - acional AL - CAL AL - A AL - AL ÓÃ: inistério da ducação A: nstituto ederal do ato rosso do ul AX Crédito uplementar AA ABALH (LAÇÃ) ecurso de odas as ontes $ 1,00 C- AÁCA AA/AÇÃ/LCALZA/ rograma de estão e anutenção do inistério da ducação A V A Assistência édica e dontológica aos ervidores , mpregados, ilitares e seus e Assistência édica e dontológica aos ervidores, mpregados, ilitares e seus e - o stado de ato rosso do ul Assistência ré-scolar aos e dos ervidores, mpregados Assistência ré-scolar aos e dos ervidores, mpregados - o stado de ato rosso do ul Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados - o stado de ato rosso do ul agamento de essoal Ativo da nião agamento de essoal Ativo da nião - o stado de ato rosso do ul AÇÕ CA HB Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais HB 0001 Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais - acional AL - CAL AL - A AL - AL CCALZAÇÃ BA C ÓÃ: inistério da ducação A: nstituto ederal do ará AX Crédito uplementar AA ABALH (LAÇÃ) ecurso de odas as ontes $ 1,00 C- AÁCA AA/AÇÃ/LCALZA/ revidência de nativos e ensionistas da nião AÇÕ CA agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores o stado do ará rograma de estão e anutenção do inistério da ducação A V A Auxílio-ransporte aos ervidores, mpregados Auxílio-ransporte aos ervidores, mpregados - o stado do ará Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados - o stado do ará agamento de essoal Ativo da nião agamento de essoal Ativo da nião - o stado do ará AÇÕ CA HB Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais HB 0001 Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais - acional AL - CAL AL - A AL - AL ÓÃ: inistério da ducação A: nstituto ederal da araíba AX Crédito uplementar AA ABALH (LAÇÃ) ecurso de odas as ontes $ 1,00 C- AÁCA AA/AÇÃ/LCALZA/ revidência de nativos e ensionistas da nião AÇÕ CA agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores - o stado da araíba rograma de estão e anutenção do inistério da ducação A V A Assistência édica e dontológica aos ervidores , mpregados, ilitares e seus e Assistência édica e dontológica aos ervidores, mpregados, ilitares e seus e - o stado da araíba Assistência ré-scolar aos e dos ervidores, mpregados Assistência ré-scolar aos e dos ervidores, mpregados - o stado da araíba Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados - o stado da araíba agamento de essoal Ativo da nião agamento de essoal Ativo da nião - o stado da araíba AÇÕ CA HB Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais HB 0001 Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais - acional AL - CAL AL - A AL - AL ÓÃ: inistério da ducação A: nstituto ederal de ernambuco AX Crédito uplementar AA ABALH (LAÇÃ) ecurso de odas as ontes $ 1,00 C- AÁCA AA/AÇÃ/LCALZA/ revidência de nativos e ensionistas da nião AÇÕ CA agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores o stado de ernambuco rograma de estão e anutenção do inistério da ducação A V A Assistência édica e dontológica aos ervidores , mpregados, ilitares e seus e Assistência édica e dontológica aos ervidores, mpregados, ilitares e seus e - o stado de ernambuco Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados - o stado de ernambuco agamento de essoal Ativo da nião agamento de essoal Ativo da nião - o stado de ernambuco AÇÕ CA HB Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais HB 0001 Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais - acional AL - CAL AL - A AL - AL ÓÃ: inistério da ducação A: nstituto ederal do io rande do ul AX Crédito uplementar AA ABALH (LAÇÃ) ecurso de odas as ontes $ 1,00 C- AÁCA AA/AÇÃ/LCALZA/ revidência de nativos e ensionistas da nião AÇÕ CA agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores - o stado do io rande do ul rograma de estão e anutenção do inistério da ducação A V A Assistência édica e dontológica aos ervidores , mpregados, ilitares e seus e Assistência édica e dontológica aos ervidores, mpregados, ilitares e seus e - o stado do io rande do ul Assistência ré-scolar aos e dos ervidores, mpregados ste documento pode ser verificado no endereço eletrônico pelo código ocumento assinado digitalmente conforme n o -

45 º 94, sexta-feira, 17 de maio de Assistência ré-scolar aos e dos ervidores, mpregados - o stado do io rande do ul Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados - o stado do io rande do ul agamento de essoal Ativo da nião agamento de essoal Ativo da nião - o stado do io rande do ul AÇÕ CA HB Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais HB 0001 Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais - acional AL - CAL AL - A AL - AL ÓÃ: inistério da ducação A: nstituto ederal arroupilha AX Crédito uplementar AA ABALH (LAÇÃ) ecurso de odas as ontes $ 1,00 C- AÁCA AA/AÇÃ/LCALZA/ revidência de nativos e ensionistas da nião AÇÕ CA agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores o stado do io rande do ul rograma de estão e anutenção do inistério da ducação A V A Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados - o stado do io rande do ul agamento de essoal Ativo da nião agamento de essoal Ativo da nião - o stado do io rande do ul AÇÕ CA HB Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais HB 0001 Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais - acional AL - CAL AL - A AL - AL ÓÃ: inistério da ducação A: nstituto ederal de ondônia AX Crédito uplementar AA ABALH (LAÇÃ) ecurso de odas as ontes $ 1,00 C- AÁCA AA/AÇÃ/LCALZA/ revidência de nativos e ensionistas da nião AÇÕ CA agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores o stado de ondônia rograma de estão e anutenção do inistério da ducação A V A Assistência édica e dontológica aos ervidores , mpregados, ilitares e seus e Assistência édica e dontológica aos ervidores, mpregados, ilitares e seus e - o stado de ondônia Assistência ré-scolar aos e dos ervidores, mpregados Assistência ré-scolar aos e dos ervidores, mpregados - o stado de ondônia Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados - o stado de ondônia agamento de essoal Ativo da nião agamento de essoal Ativo da nião - o stado de ondônia AÇÕ CA HB Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais HB 0001 Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais - acional XLA AA A A AC AL - CAL AL - A AL - AL ÓÃ: inistério da ducação A: nstituto ederal Catarinense AX Crédito uplementar AA ABALH (LAÇÃ) ecurso de odas as ontes $ 1,00 C- AÁCA AA/AÇÃ/LCALZA/ revidência de nativos e ensionistas da nião AÇÕ CA agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores - o stado de anta Catarina rograma de estão e anutenção do inistério da ducação A V A Assistência édica e dontológica aos ervidores, mpregados, ilitares e seus e Assistência édica e dontológica aos ervidores, mpregados, ilitares e seus e - o stado de anta Catarina Assistência ré-scolar aos e dos ervidores, mpregados Assistência ré-scolar aos e dos ervidores, mpregados - o stado de anta Catarina Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados - o stado de anta Catarina agamento de essoal Ativo da nião agamento de essoal Ativo da nião - o stado de anta Catarina AÇÕ CA HB Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais HB 0001 Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais - acional AL - CAL AL - A AL - AL ÓÃ: inistério da ducação A: nstituto ederal de ergipe AX Crédito uplementar AA ABALH (LAÇÃ) ecurso de odas as ontes $ 1,00 AÁCA C- AA/AÇÃ/LCALZA/ revidência de nativos e ensionistas da nião AÇÕ CA agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores - o stado de ergipe rograma de estão e anutenção do inistério da ducação A V A Assistência édica e dontológica aos ervidores, mpregados, ilitares e seus e Assistência édica e dontológica aos ervidores, mpregados, ilitares e seus e - o stado de ergipe Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados - o stado de ergipe agamento de essoal Ativo da nião agamento de essoal Ativo da nião - o stado de ergipe AÇÕ CA HB Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais ste documento pode ser verificado no endereço eletrônico pelo código ocumento assinado digitalmente conforme n o -

46 º 94, sexta-feira, 17 de maio de HB 0001 Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais - acional AL - CAL AL - A AL - AL ÓÃ: inistério da ducação A: nstituto ederal do ocantins AX Crédito uplementar AA ABALH (LAÇÃ) ecurso de odas as ontes $ 1,00 C- AÁCA AA/AÇÃ/LCALZA/ rograma de estão e anutenção do inistério da ducação A V A Assistência édica e dontológica aos ervidores , mpregados, ilitares e seus e Assistência édica e dontológica aos ervidores, mpregados, ilitares e seus e - o stado do ocantins Assistência ré-scolar aos e dos ervidores, mpregados Assistência ré-scolar aos e dos ervidores, mpregados - o stado do ocantins Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados - o stado do ocantins agamento de essoal Ativo da nião agamento de essoal Ativo da nião - o stado do ocantins AÇÕ CA HB Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais HB 0001 Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais - acional AL - CAL AL - A AL - AL CCALZAÇÃ BA C ÓÃ: inistério da ducação A: nstituto ederal do Acre AX Crédito uplementar AA ABALH (LAÇÃ) ecurso de odas as ontes $ 1,00 C- AÁCA AA/AÇÃ/LCALZA/ rograma de estão e anutenção do inistério da ducação A V A Assistência édica e dontológica aos ervidores , mpregados, ilitares e seus e Assistência édica e dontológica aos ervidores, mpregados, ilitares e seus e - o stado do Acre Assistência ré-scolar aos e dos ervidores, mpregados Assistência ré-scolar aos e dos ervidores, mpregados - o stado do Acre Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados - o stado do Acre agamento de essoal Ativo da nião agamento de essoal Ativo da nião - o stado do Acre AÇÕ CA HB Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais HB 0001 Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais - acional AL - CAL AL - A AL - AL ÓÃ: inistério da ducação A: nstituto ederal do Amapá AX Crédito uplementar AA ABALH (LAÇÃ) ecurso de odas as ontes $ 1,00 C- AÁCA AA/AÇÃ/LCALZA/ rograma de estão e anutenção do inistério da ducação A V A Assistência édica e dontológica aos ervidores , mpregados, ilitares e seus e Assistência édica e dontológica aos ervidores, mpregados, ilitares e seus e - o stado do Amapá Assistência ré-scolar aos e dos ervidores, mpregados Assistência ré-scolar aos e dos ervidores, mpregados - o stado do Amapá Auxílio-ransporte aos ervidores, mpregados Auxílio-ransporte aos ervidores, mpregados - o stado do Amapá Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados - o stado do Amapá agamento de essoal Ativo da nião agamento de essoal Ativo da nião - o stado do Amapá AÇÕ CA HB Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais HB 0001 Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais - acional AL - CAL AL - A AL - AL ÓÃ: inistério da ducação A: nstituto ederal da Bahia AX Crédito uplementar AA ABALH (LAÇÃ) ecurso de odas as ontes $ 1,00 C- AÁCA AA/AÇÃ/LCALZA/ revidência de nativos e ensionistas da nião AÇÕ CA agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores o stado da Bahia rograma de estão e anutenção do inistério da ducação A V A Assistência édica e dontológica aos ervidores , mpregados, ilitares e seus e Assistência édica e dontológica aos ervidores, mpregados, ilitares e seus e - o stado da Bahia Assistência ré-scolar aos e dos ervidores, mpregados Assistência ré-scolar aos e dos ervidores, mpregados - o stado da Bahia Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados - o stado da Bahia agamento de essoal Ativo da nião agamento de essoal Ativo da nião - o stado da Bahia AÇÕ CA HB Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais HB 0001 Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais - acional AL - CAL AL - A AL - AL ÓÃ: inistério da ducação A: nstituto ederal de Brasília AX Crédito uplementar AA ABALH (LAÇÃ) ecurso de odas as ontes $ 1,00 C- AÁCA AA/AÇÃ/LCALZA/ rograma de estão e anutenção do inistério da ducação A V A Assistência édica e dontológica aos ervidores , mpregados, ilitares e seus e Assistência édica e dontológica aos ervidores, mpregados, ilitares e seus e - o istrito ederal Assistência ré-scolar aos e dos ervidores, mpregados Assistência ré-scolar aos e dos ervidores, mpregados - o istrito ederal Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados ste documento pode ser verificado no endereço eletrônico pelo código ocumento assinado digitalmente conforme n o -

47 º 94, sexta-feira, 17 de maio de Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados - o istrito ederal agamento de essoal Ativo da nião agamento de essoal Ativo da nião - o istrito ederal AÇÕ CA HB Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais HB 0001 Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais - acional AL - CAL AL - A AL - AL ÓÃ: inistério da ducação A: nstituto ederal de oiás AX Crédito uplementar AA ABALH (LAÇÃ) ecurso de odas as ontes $ 1,00 C- AÁCA AA/AÇÃ/LCALZA/ revidência de nativos e ensionistas da nião AÇÕ CA agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores o stado de oiás rograma de estão e anutenção do inistério da ducação A V A Assistência édica e dontológica aos ervidores , mpregados, ilitares e seus e Assistência édica e dontológica aos ervidores, mpregados, ilitares e seus e - o stado de oiás Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados - o stado de oiás agamento de essoal Ativo da nião agamento de essoal Ativo da nião - o stado de oiás AÇÕ CA HB Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais HB 0001 Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais - acional AL - CAL AL - A AL - AL ÓÃ: inistério da ducação A: nstituto ederal do ertão ernambucano AX Crédito uplementar AA ABALH (LAÇÃ) ecurso de odas as ontes $ 1,00 C- AÁCA AA/AÇÃ/LCALZA/ revidência de nativos e ensionistas da nião AÇÕ CA agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores o stado de ernambuco rograma de estão e anutenção do inistério da ducação A V A Assistência édica e dontológica aos ervidores , mpregados, ilitares e seus e Assistência édica e dontológica aos ervidores, mpregados, ilitares e seus e - o stado de ernambuco Assistência ré-scolar aos e dos ervidores, mpregados Assistência ré-scolar aos e dos ervidores, mpregados - o stado de ernambuco Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados - o stado de ernambuco agamento de essoal Ativo da nião agamento de essoal Ativo da nião - o stado de ernambuco AÇÕ CA HB Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais HB 0001 Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais - acional AL - CAL AL - A AL - AL ÓÃ: inistério da ducação A: nstituto ederal do iauí AX Crédito uplementar AA ABALH (LAÇÃ) ecurso de odas as ontes $ 1,00 XLA AA A A AC C- AÁCA AA/AÇÃ/LCALZA/ revidência de nativos e ensionistas da nião AÇÕ CA agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores - o stado do iauí rograma de estão e anutenção do inistério da ducação A V A Assistência édica e dontológica aos ervidores , mpregados, ilitares e seus e Assistência édica e dontológica aos ervidores, mpregados, ilitares e seus e - o stado do iauí Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados - o stado do iauí agamento de essoal Ativo da nião agamento de essoal Ativo da nião - o stado do iauí AÇÕ CA HB Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais HB 0001 Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais - acional AL - CAL AL - A AL - AL ÓÃ: inistério da ducação A: nstituto ederal do araná AX Crédito uplementar AA ABALH (LAÇÃ) ecurso de odas as ontes $ 1,00 C- AÁCA AA/AÇÃ/LCALZA/ revidência de nativos e ensionistas da nião AÇÕ CA agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores o stado do araná rograma de estão e anutenção do inistério da ducação A V A Assistência édica e dontológica aos ervidores , mpregados, ilitares e seus e Assistência édica e dontológica aos ervidores, mpregados, ilitares e seus e - o stado do araná Assistência ré-scolar aos e dos ervidores, mpregados Assistência ré-scolar aos e dos ervidores, mpregados - o stado do araná Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados - o stado do araná agamento de essoal Ativo da nião agamento de essoal Ativo da nião - o stado do araná AÇÕ CA HB Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais HB 0001 Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais - acional AL - CAL AL - A AL - AL ÓÃ: inistério da ducação A: nstituto ederal do io de Janeiro AX Crédito uplementar AA ABALH (LAÇÃ) ecurso de odas as ontes $ 1,00 C- AÁCA AA/AÇÃ/LCALZA/ revidência de nativos e ensionistas da nião AÇÕ CA agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores ste documento pode ser verificado no endereço eletrônico pelo código ocumento assinado digitalmente conforme n o -

48 º 94, sexta-feira, 17 de maio de agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores - o stado do io de Janeiro rograma de estão e anutenção do inistério da ducação A V A Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados - o stado do io de Janeiro agamento de essoal Ativo da nião agamento de essoal Ativo da nião - o stado do io de Janeiro AÇÕ CA HB Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais HB 0001 Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais - acional AL - CAL AL - A AL - AL CCALZAÇÃ BA C ÓÃ: inistério da ducação A: nstituto ederal luminense AX Crédito uplementar AA ABALH (LAÇÃ) ecurso de odas as ontes $ 1,00 C- AÁCA AA/AÇÃ/LCALZA/ revidência de nativos e ensionistas da nião AÇÕ CA agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores o stado do io de Janeiro rograma de estão e anutenção do inistério da ducação A V A Assistência édica e dontológica aos ervidores , mpregados, ilitares e seus e Assistência édica e dontológica aos ervidores, mpregados, ilitares e seus e - o stado do io de Janeiro Assistência ré-scolar aos e dos ervidores, mpregados Assistência ré-scolar aos e dos ervidores, mpregados - o stado do io de Janeiro Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados - o stado do io de Janeiro agamento de essoal Ativo da nião agamento de essoal Ativo da nião - o stado do io de Janeiro AÇÕ CA HB Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais HB 0001 Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais - acional AL - CAL AL - A AL - AL Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados - o stado do io rande do orte agamento de essoal Ativo da nião agamento de essoal Ativo da nião - o stado do io rande do orte AÇÕ CA HB Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais HB 0001 Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais - acional AL - CAL AL - A AL - AL ÓÃ: inistério da ducação A: nstituto ederal ul-rio-grandense AX Crédito uplementar AA ABALH (LAÇÃ) ecurso de odas as ontes $ 1,00 C- AÁCA AA/AÇÃ/LCALZA/ revidência de nativos e ensionistas da nião AÇÕ CA agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores o stado do io rande do ul rograma de estão e anutenção do inistério da ducação A V A Assistência édica e dontológica aos ervidores , mpregados, ilitares e seus e Assistência édica e dontológica aos ervidores, mpregados, ilitares e seus e - o stado do io rande do ul Assistência ré-scolar aos e dos ervidores, mpregados Assistência ré-scolar aos e dos ervidores, mpregados - o stado do io rande do ul Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados - o stado do io rande do ul agamento de essoal Ativo da nião agamento de essoal Ativo da nião - o stado do io rande do ul AÇÕ CA HB Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais HB 0001 Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais - acional AL - CAL AL - A AL - AL ÓÃ: inistério da ducação A: nstituto ederal do io rande do orte AX Crédito uplementar AA ABALH (LAÇÃ) ecurso de odas as ontes $ 1,00 C- AÁCA AA/AÇÃ/LCALZA/ revidência de nativos e ensionistas da nião AÇÕ CA agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores o stado do io rande do orte rograma de estão e anutenção do inistério da ducação A V A Assistência édica e dontológica aos ervidores , mpregados, ilitares e seus e Assistência édica e dontológica aos ervidores, mpregados, ilitares e seus e - o stado do io rande do orte Assistência ré-scolar aos e dos ervidores, mpregados Assistência ré-scolar aos e dos ervidores, mpregados - o stado do io rande do orte Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados ste documento pode ser verificado no endereço eletrônico pelo código ÓÃ: inistério da ducação A: nstituto ederal de oraima AX Crédito uplementar AA ABALH (LAÇÃ) ecurso de odas as ontes $ 1,00 C- AÁCA AA/AÇÃ/LCALZA/ revidência de nativos e ensionistas da nião AÇÕ CA agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores o stado de oraima rograma de estão e anutenção do inistério da ducação A V A Assistência édica e dontológica aos ervidores , mpregados, ilitares e seus e Assistência édica e dontológica aos ervidores, mpregados, ilitares e seus e - o stado de oraima Assistência ré-scolar aos e dos ervidores, mpregados Assistência ré-scolar aos e dos ervidores, mpregados - o stado de oraima Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados ocumento assinado digitalmente conforme n o -

49 º 94, sexta-feira, 17 de maio de Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados - o stado de oraima agamento de essoal Ativo da nião agamento de essoal Ativo da nião - o stado de oraima AL - CAL AL - A AL - AL ÓÃ: inistério da ducação A: nstituto ederal de anta Catarina AX Crédito uplementar AA ABALH (LAÇÃ) ecurso de odas as ontes $ 1,00 C- AÁCA AA/AÇÃ/LCALZA/ revidência de nativos e ensionistas da nião AÇÕ CA agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores - o stado de anta Catarina rograma de estão e anutenção do inistério da ducação A V A Assistência édica e dontológica aos ervidores , mpregados, ilitares e seus e Assistência édica e dontológica aos ervidores, mpregados, ilitares e seus e - o stado de anta Catarina Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados - o stado de anta Catarina agamento de essoal Ativo da nião agamento de essoal Ativo da nião - o stado de anta Catarina AÇÕ CA HB Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais HB 0001 Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais - acional AL - CAL AL - A AL - AL ÓÃ: inistério da ducação A: nstituto ederal de ão aulo AX Crédito uplementar AA ABALH (LAÇÃ) ecurso de odas as ontes $ 1,00 C- AÁCA AA/AÇÃ/LCALZA/ revidência de nativos e ensionistas da nião AÇÕ CA agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores o stado de ão aulo rograma de estão e anutenção do inistério da ducação A V A Assistência édica e dontológica aos ervidores , mpregados, ilitares e seus e Assistência édica e dontológica aos ervidores, mpregados, ilitares e seus e - o stado de ão aulo Assistência ré-scolar aos e dos ervidores, mpregados Assistência ré-scolar aos e dos ervidores, mpregados - o stado de ão aulo Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados - o stado de ão aulo agamento de essoal Ativo da nião agamento de essoal Ativo da nião - o stado de ão aulo AÇÕ CA HB Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais HB 0001 Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais - acional AL - CAL AL - A AL - AL Assistência édica e dontológica aos ervidores, mpregados, ilitares e seus e - o stado de anta Catarina Assistência ré-scolar aos e dos ervidores, mpregados Assistência ré-scolar aos e dos ervidores, mpregados - o stado de anta Catarina Auxílio-ransporte aos ervidores, mpregados Auxílio-ransporte aos ervidores, mpregados - o stado de anta Catarina Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados - o stado de anta Catarina agamento de essoal Ativo da nião agamento de essoal Ativo da nião - o stado de anta Catarina AÇÕ CA HB Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais HB 0001 Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais - acional AL - CAL AL - A AL - AL ÓÃ: inistério da ducação A: niversidade ederal do este do ará - A AX Crédito uplementar AA ABALH (LAÇÃ) ecurso de odas as ontes $ 1,00 C- AÁCA AA/AÇÃ/LCALZA/ revidência de nativos e ensionistas da nião AÇÕ CA agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores o stado do ará rograma de estão e anutenção do inistério da ducação A V A Assistência ré-scolar aos e dos ervidores, mpregados Assistência ré-scolar aos e dos ervidores, mpregados - o stado do ará Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados - o stado do ará agamento de essoal Ativo da nião agamento de essoal Ativo da nião - o stado do ará AÇÕ CA HB Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais HB 0001 Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais - acional AL - CAL AL - A AL - AL ÓÃ: inistério da ducação A: niversidade da ntegração nternacional da Lusofonia A f ro - B r a s i l e i r a AX Crédito uplementar AA ABALH (LAÇÃ) ecurso de odas as ontes $ 1,00 C- AÁCA AA/AÇÃ/LCALZA/ rograma de estão e anutenção do inistério da ducação A V A Assistência édica e dontológica aos ervidores , mpregados, ilitares e seus e Assistência édica e dontológica aos ervidores, mpregados, ilitares e seus e - o stado do Ceará Assistência ré-scolar aos e dos ervidores, mpregados Assistência ré-scolar aos e dos ervidores, mpregados - o stado do Ceará Auxílio-ransporte aos ervidores, mpregados Auxílio-ransporte aos ervidores, mpregados - o stado do Ceará Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados - o stado do Ceará agamento de essoal Ativo da nião XLA AA A A AC ÓÃ: inistério da ducação A: niversidade ederal da ronteira ul - AX Crédito uplementar AA ABALH (LAÇÃ) ecurso de odas as ontes $ 1,00 C- AÁCA AA/AÇÃ/LCALZA/ rograma de estão e anutenção do inistério da ducação A V A Assistência édica e dontológica aos ervidores, mpregados, ilitares e seus e ste documento pode ser verificado no endereço eletrônico pelo código ocumento assinado digitalmente conforme n o -

50 º 94, sexta-feira, 17 de maio de agamento de essoal Ativo da nião - o stado do Ceará AÇÕ CA HB Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais HB 0001 Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais - acional AL - CAL AL - A AL - AL ÓÃ: inistério da ducação A: Hospital e aternidade Victor erreira do Amaral AX Crédito uplementar AA ABALH (LAÇÃ) ecurso de odas as ontes $ 1,00 C- AÁCA AA/AÇÃ/LCALZA/ rograma de estão e anutenção do inistério da ducação A V A Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados - o stado do araná AL - CAL 0 AL - A AL - AL CCALZAÇÃ BA C ÓÃ: inistério da ducação A: Hospital niversitário da AX Crédito uplementar AA ABALH (LAÇÃ) ecurso de odas as ontes $ 1,00 C- AÁCA AA/AÇÃ/LCALZA/ rograma de estão e anutenção do inistério da ducação A V A Assistência édica e dontológica aos ervidores , mpregados, ilitares e seus e Assistência édica e dontológica aos ervidores, mpregados, ilitares e seus e - o stado de ão aulo agamento de essoal Ativo da nião agamento de essoal Ativo da nião - o stado de ão aulo AÇÕ CA HB Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais HB 0001 Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais - acional AL - CAL 0 AL - A AL - AL ÓÃ: inistério do esenvolvimento, ndústria e Comércio xterior A: inistério do esenvolvimento, ndústria e Comércio xterior AX Crédito uplementar AA ABALH (LAÇÃ) ecurso de odas as ontes $ 1,00 C- AÁCA AA/AÇÃ/LCALZA/ revidência de nativos e ensionistas da nião AÇÕ CA agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores acional rograma de estão e anutenção do inistério do esenvolvimento, ndústria e Comércio xterior A V A Assistência édica e dontológica aos ervidores , mpregados, ilitares e seus e Assistência édica e dontológica aos ervidores, mpregados, ilitares e seus e - acional Assistência ré-scolar aos e dos ervidores, mpregados Assistência ré-scolar aos e dos ervidores, mpregados - acional Auxílio-ransporte aos ervidores, mpregados Auxílio-ransporte aos ervidores, mpregados - acional Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados - acional agamento de essoal Ativo da nião agamento de essoal Ativo da nião - acional AÇÕ CA HB Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais HB 0001 Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais - acional AL - CAL AL - A AL - AL ÓÃ: inistério do esenvolvimento, ndústria e Comércio xterior A: nstituto acional de etrologia, ormalização e Qualidade ndustrial - nmetro AX Crédito uplementar AA ABALH (LAÇÃ) ecurso de odas as ontes $ 1,00 C- AÁCA AA/AÇÃ/LCALZA/ revidência de nativos e ensionistas da nião AÇÕ CA agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores - acional rograma de estão e anutenção do inistério do esenvolvimento, ndústria e Comércio xterior A V A Assistência édica e dontológica aos ervidores , mpregados, ilitares e seus e Assistência édica e dontológica aos ervidores, mpregados, ilitares e seus e - acional Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados - acional agamento de essoal Ativo da nião agamento de essoal Ativo da nião - acional AÇÕ CA HB Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais HB 0001 Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais - acional AL - CAL AL - A AL - AL ÓÃ: inistério do esenvolvimento, ndústria e Comércio xterior A: nstituto acional da ropriedade ndustrial - AX Crédito uplementar AA ABALH (LAÇÃ) ecurso de odas as ontes $ 1,00 C- AÁCA AA/AÇÃ/LCALZA/ revidência de nativos e ensionistas da nião AÇÕ CA agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores acional rograma de estão e anutenção do inistério do esenvolvimento, ndústria e Comércio xterior A V A Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados - acional agamento de essoal Ativo da nião agamento de essoal Ativo da nião - acional AÇÕ CA HB Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais HB 0001 Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais - acional AL - CAL AL - A AL - AL ÓÃ: inistério do esenvolvimento, ndústria e Comércio xterior A: uperintendência da Zona ranca de anaus - A- A AX Crédito uplementar AA ABALH (LAÇÃ) ecurso de odas as ontes $ 1,00 C- AÁCA AA/AÇÃ/LCALZA/ revidência de nativos e ensionistas da nião AÇÕ CA agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores - acional ste documento pode ser verificado no endereço eletrônico pelo código ocumento assinado digitalmente conforme n o -

51 º 94, sexta-feira, 17 de maio de rograma de estão e anutenção do inistério do esenvolvimento, ndústria e Comércio xterior A V A Assistência édica e dontológica aos ervidores , mpregados, ilitares e seus e Assistência édica e dontológica aos ervidores, mpregados, ilitares e seus e - acional Assistência ré-scolar aos e dos ervidores, mpregados Assistência ré-scolar aos e dos ervidores, mpregados - acional Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados - acional agamento de essoal Ativo da nião agamento de essoal Ativo da nião - acional AÇÕ CA HB Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais HB 0001 Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais - acional AL - CAL AL - A AL - AL ÓÃ: inistério da Justiça A: inistério da Justiça AX Crédito uplementar AA ABALH (LAÇÃ) ecurso de odas as ontes $ 1,00 C- AÁCA AA/AÇÃ/LCALZA/ revidência de nativos e ensionistas da nião AÇÕ CA agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores acional rograma de estão e anutenção do inistério da Justiça A V A Assistência ré-scolar aos e dos ervidores, mpregados Assistência ré-scolar aos e dos ervidores, mpregados - acional agamento de essoal Ativo da nião agamento de essoal Ativo da nião - acional AL - CAL AL - A AL - AL ÓÃ: inistério da Justiça A: Arquivo acional AX Crédito uplementar AA ABALH (LAÇÃ) ecurso de odas as ontes $ 1,00 C- AÁCA AA/AÇÃ/LCALZA/ revidência de nativos e ensionistas da nião AÇÕ CA agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores acional rograma de estão e anutenção do inistério da Justiça A V A Assistência édica e dontológica aos ervidores , mpregados, ilitares e seus e Assistência édica e dontológica aos ervidores, mpregados, ilitares e seus e - acional Assistência ré-scolar aos e dos ervidores, mpregados Assistência ré-scolar aos e dos ervidores, mpregados - acional Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados - acional agamento de essoal Ativo da nião agamento de essoal Ativo da nião - acional AÇÕ CA HB Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais HB 0001 Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais - acional AL - CAL AL - A AL - AL ÓÃ: inistério da Justiça A: epartamento de olícia odoviária ederal AX Crédito uplementar AA ABALH (LAÇÃ) ecurso de odas as ontes $ 1,00 XLA AA A A AC C- AÁCA AA/AÇÃ/LCALZA/ revidência de nativos e ensionistas da nião AÇÕ CA agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores - acional rograma de estão e anutenção do inistério da Justiça A V A Assistência édica e dontológica aos ervidores , mpregados, ilitares e seus e Assistência édica e dontológica aos ervidores, mpregados, ilitares e seus e - acional Auxílio-ransporte aos ervidores, mpregados Auxílio-ransporte aos ervidores, mpregados - acional Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados - acional agamento de essoal Ativo da nião agamento de essoal Ativo da nião - acional AÇÕ CA HB Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais HB 0001 Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais - acional AL - CAL AL - A AL - AL ÓÃ: inistério da Justiça A: epartamento de olícia ederal AX Crédito uplementar AA ABALH (LAÇÃ) ecurso de odas as ontes $ 1,00 C- AÁCA AA/AÇÃ/LCALZA/ revidência de nativos e ensionistas da nião AÇÕ CA agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores acional rograma de estão e anutenção do inistério da Justiça A V A Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados - acional agamento de essoal Ativo da nião agamento de essoal Ativo da nião - acional AÇÕ CA HB Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais HB 0001 Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais - acional AL - CAL AL - A AL - AL ÓÃ: inistério da Justiça A: efensoria ública da nião - AX Crédito uplementar AA ABALH (LAÇÃ) ecurso de odas as ontes $ 1,00 C- AÁCA AA/AÇÃ/LCALZA/ revidência de nativos e ensionistas da nião ste documento pode ser verificado no endereço eletrônico pelo código ocumento assinado digitalmente conforme n o -

52 º 94, sexta-feira, 17 de maio de 2013 AÇÕ CA agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores - acional rograma de estão e anutenção do inistério da Justiça A V A Assistência édica e dontológica aos ervidores , mpregados, ilitares e seus e Assistência édica e dontológica aos ervidores, mpregados, ilitares e seus e - acional Assistência ré-scolar aos e dos ervidores, mpregados Assistência ré-scolar aos e dos ervidores, mpregados - acional Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados - acional agamento de essoal Ativo da nião agamento de essoal Ativo da nião - acional AL - CAL AL - A AL - AL CCALZAÇÃ BA C ÓÃ: inistério da Justiça A: undação acional do Índio - A AX Crédito uplementar AA ABALH (LAÇÃ) ecurso de odas as ontes $ 1,00 C- AÁCA AA/AÇÃ/LCALZA/ revidência de nativos e ensionistas da nião AÇÕ CA agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores acional rograma de estão e anutenção do inistério da Justiça A V A Assistência ré-scolar aos e dos 700 ervidores, mpregados Assistência ré-scolar aos e dos ervidores, mpregados - acional agamento de essoal Ativo da nião agamento de essoal Ativo da nião - acional AÇÕ CA HB Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais HB 0001 Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais - acional AL - CAL AL - A AL - AL ÓÃ: inistério da Justiça A: Conselho Administrativo de efesa conômica AX Crédito uplementar AA ABALH (LAÇÃ) ecurso de odas as ontes $ 1,00 C- AÁCA AA/AÇÃ/LCALZA/ revidência de nativos e ensionistas da nião AÇÕ CA agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores - acional rograma de estão e anutenção do inistério da Justiça A V A Assistência édica e dontológica aos ervidores , mpregados, ilitares e seus e Assistência édica e dontológica aos ervidores, mpregados, ilitares e seus e - acional Auxílio-ransporte aos ervidores, mpregados Auxílio-ransporte aos ervidores, mpregados - acional Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados ÓÃ: inistério de inas e nergia A: inistério de inas e nergia AX Crédito uplementar AA ABALH (LAÇÃ) ecurso de odas as ontes $ 1, Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados - acional agamento de essoal Ativo da nião agamento de essoal Ativo da nião - acional AL - CAL AL - A AL - AL C- AÁCA AA/AÇÃ/LCALZA/ revidência de nativos e ensionistas da nião AÇÕ CA agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores - acional rograma de estão e anutenção do inistério de inas e nergia A V A Assistência édica e dontológica aos ervidores , mpregados, ilitares e seus e Assistência édica e dontológica aos ervidores, mpregados, ilitares e seus e - acional AL - CAL 0 AL - A AL - AL ÓÃ: inistério de inas e nergia A: Companhia de esquisa de ecursos inerais - C AX Crédito uplementar AA ABALH (LAÇÃ) ecurso de odas as ontes $ 1,00 C- AÁCA AA/AÇÃ/LCALZA/ rograma de estão e anutenção do inistério de inas e nergia A V A agamento de essoal Ativo da nião agamento de essoal Ativo da nião - acional AL - CAL AL - A 0 AL - AL ÓÃ: inistério de inas e nergia A: epartamento acional de rodução ineral - AX Crédito uplementar AA ABALH (LAÇÃ) ecurso de odas as ontes $ 1,00 C- AÁCA AA/AÇÃ/LCALZA/ rograma de estão e anutenção do inistério de inas e nergia A V A Assistência édica e dontológica aos ervidores , mpregados, ilitares e seus e Assistência édica e dontológica aos ervidores, mpregados, ilitares e seus e - acional Auxílio-ransporte aos ervidores, mpregados Auxílio-ransporte aos ervidores, mpregados - acional Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados - acional agamento de essoal Ativo da nião agamento de essoal Ativo da nião - acional AL - CAL AL - A AL - AL ÓÃ: inistério de inas e nergia A: Agência acional do etróleo, ás atural e Biocombustíveis - A AX Crédito uplementar AA ABALH (LAÇÃ) ecurso de odas as ontes $ 1,00 C- AÁCA AA/AÇÃ/LCALZA/ revidência de nativos e ensionistas da nião AÇÕ CA agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores - acional rograma de estão e anutenção do inistério de inas e nergia A V A Auxílio-ransporte aos ervidores, mpregados ste documento pode ser verificado no endereço eletrônico pelo código ocumento assinado digitalmente conforme n o -

53 º 94, sexta-feira, 17 de maio de Auxílio-ransporte aos ervidores, mpregados - acional Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados - acional AL - CAL AL - A AL - AL ÓÃ: inistério de inas e nergia A: Agência acional de nergia létrica - AL AX Crédito uplementar AA ABALH (LAÇÃ) ecurso de odas as ontes $ 1,00 C- AÁCA AA/AÇÃ/LCALZA/ revidência de nativos e ensionistas da nião AÇÕ CA agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores - acional rograma de estão e anutenção do inistério de inas e nergia A V A Assistência ré-scolar aos e dos ervidores, mpregados Assistência ré-scolar aos e dos ervidores, mpregados - acional Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados - acional agamento de essoal Ativo da nião AL - CAL AL - A AL - AL ÓÃ: inistério de inas e nergia A: mpresa de esquisa nergética - AX Crédito uplementar AA ABALH (LAÇÃ) ecurso de odas as ontes $ 1,00 AÁCA agamento de essoal Ativo da nião - acional C- AA/AÇÃ/LCALZA/ rograma de estão e anutenção do inistério de inas e nergia A V A Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados - acional AL - CAL AL - A 0 AL - AL ÓÃ: inistério da revidência ocial A: inistério da revidência ocial AX XLA AA A A AC Crédito uplementar AA ABALH (LAÇÃ) ecurso de odas as ontes $ 1,00 AÁCA C- AA/AÇÃ/LCALZA/ revidência de nativos e ensionistas da nião AÇÕ CA agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores - acional rograma de estão e anutenção do inistério da revidência ocial A V A Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados - acional agamento de essoal Ativo da nião agamento de essoal Ativo da nião - acional AÇÕ CA HB Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais HB 0001 Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais - acional AL - CAL 0 AL - A AL - AL ÓÃ: inistério da revidência ocial A: nstituto acional do eguro ocial AX Crédito uplementar AA ABALH (LAÇÃ) ecurso de odas as ontes $ 1,00 C- AÁCA AA/AÇÃ/LCALZA/ revidência de nativos e ensionistas da nião AÇÕ CA agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores - acional rograma de estão e anutenção do inistério da revidência ocial A V A Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados - acional agamento de essoal Ativo da nião agamento de essoal Ativo da nião - acional AÇÕ CA HB Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais HB 0001 Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais - acional AL - CAL 0 AL - A AL - AL ÓÃ: inistério da revidência ocial A: uperintendência acional de revidência Complementar AX Crédito uplementar AA ABALH (LAÇÃ) ecurso de odas as ontes $ 1,00 C- AÁCA AA/AÇÃ/LCALZA/ rograma de estão e anutenção do inistério da revidência ocial A V A Assistência édica e dontológica aos ervidores , mpregados, ilitares e seus e Assistência édica e dontológica aos ervidores, mpregados, ilitares e seus e - acional Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados - acional agamento de essoal Ativo da nião agamento de essoal Ativo da nião - acional AÇÕ CA HB Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais HB 0001 Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais - acional AL - CAL 0 AL - A AL - AL ÓÃ: inistério úblico da nião A: inistério úblico ederal AX Crédito uplementar AA ABALH (LAÇÃ) ecurso de odas as ontes $ 1,00 C- AÁCA AA/AÇÃ/LCALZA/ perações speciais: utros ncargos speciais AÇÕ CA H7 Contribuição da nião para o Custeio do egime de revidência dos ervidores úblicos ederais decorrente do rovimento de Cargos e unções e eestruturação de Cargos e Carreiras e evisão de emunerações H Contribuição da nião para o Custeio do egime de revidência dos ervidores úblicos ederais decorrente do rovimento de Cargos e unções e eestruturação de Cargos e Carreiras e evisão de emunerações - acional ste documento pode ser verificado no endereço eletrônico pelo código ocumento assinado digitalmente conforme n o -

54 º 94, sexta-feira, 17 de maio de C04 rovimento de Cargos e unções e eestruturação de Cargos, Carreiras e evisão de e- munerações - essoal Ativo C rovimento de Cargos e unções e eestruturação de Cargos, Carreiras e evisão de emunerações - essoal Ativo - acional AL - CAL AL - A 0 AL - AL AÇÕ CA HB Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais HB 0001 Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais - acional AL - CAL AL - A AL - AL ÓÃ: inistério úblico da nião A: inistério úblico do istrito ederal e dos erritórios AX Crédito uplementar AA ABALH (LAÇÃ) ecurso de odas as ontes $ 1,00 C- AÁCA AA/AÇÃ/LCALZA/ efesa da rdem Jurídica A V A Assistência ré-scolar aos e dos ervidores, mpregados Assistência ré-scolar aos e dos ervidores, mpregados - o istrito ederal AL - CAL AL - A 0 AL - AL CCALZAÇÃ BA C ÓÃ: inistério das elações xteriores A: inistério das elações xteriores AX Crédito uplementar AA ABALH (LAÇÃ) ecurso de odas as ontes $ 1,00 C- AÁCA AA/AÇÃ/LCALZA/ revidência de nativos e ensionistas da nião AÇÕ CA agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores acional rograma de estão e anutenção do inistério das elações xteriores A V A Assistência édica e dontológica aos ervidores 9.700, mpregados, ilitares e seus e Assistência édica e dontológica aos ervidores, mpregados, ilitares e seus e - acional agamento de essoal Ativo da nião agamento de essoal Ativo da nião - acional AÇÕ CA HB Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais HB 0001 Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais - acional AL - CAL AL - A AL - AL ÓÃ: inistério das elações xteriores A: undação Alexandre de usmão AX Crédito uplementar AA ABALH (LAÇÃ) ecurso de odas as ontes $ 1,00 C- AÁCA AA/AÇÃ/LCALZA/ revidência de nativos e ensionistas da nião AÇÕ CA agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores acional rograma de estão e anutenção do inistério das elações xteriores A V A Assistência édica e dontológica aos ervidores , mpregados, ilitares e seus e Assistência édica e dontológica aos ervidores, mpregados, ilitares e seus e - acional Assistência ré-scolar aos e dos ervidores, mpregados Assistência ré-scolar aos e dos ervidores, mpregados - acional Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados - acional agamento de essoal Ativo da nião agamento de essoal Ativo da nião - acional ÓÃ: inistério da aúde A: undação swaldo Cruz AX Crédito uplementar AA ABALH (LAÇÃ) ecurso de odas as ontes $ 1,00 C- AÁCA AA/AÇÃ/LCALZA/ revidência de nativos e ensionistas da nião AÇÕ CA agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores - acional rograma de estão e anutenção do inistério da aúde A V A Assistência édica e dontológica aos ervidores , mpregados, ilitares e seus e Assistência édica e dontológica aos ervidores, mpregados, ilitares e seus e - o stado do io de Janeiro Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados - acional agamento de essoal Ativo da nião agamento de essoal Ativo da nião - acional AÇÕ CA HB Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais HB 0001 Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais - acional AL - CAL 0 AL - A AL - AL ÓÃ: inistério da aúde A: Hospital ossa enhora da Conceição.A. - CC- ÇÃ AX Crédito uplementar AA ABALH (LAÇÃ) ecurso de odas as ontes $ 1,00 C- AÁCA AA/AÇÃ/LCALZA/ rograma de estão e anutenção do inistério da aúde A V A Assistência édica e dontológica aos ervidores , mpregados, ilitares e seus e Assistência édica e dontológica aos ervidores, mpregados, ilitares e seus e - o unicípio de orto Alegre Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados - o unicípio de orto Alegre agamento de essoal Ativo da nião agamento de essoal Ativo da nião - o unicípio de orto Alegre AÇÕ CA Contribuição à revidência rivada Contribuição à revidência rivada - o unicípio de orto Alegre AL - CAL 0 AL - A AL - AL ÓÃ: inistério da aúde A: undação acional de aúde AX Crédito uplementar AA ABALH (LAÇÃ) ecurso de odas as ontes $ 1,00 C- AÁCA AA/AÇÃ/LCALZA/ revidência de nativos e ensionistas da nião AÇÕ CA agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores - acional rograma de estão e anutenção do inistério da aúde A V A Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados ste documento pode ser verificado no endereço eletrônico pelo código ocumento assinado digitalmente conforme n o -

55 º 94, sexta-feira, 17 de maio de Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados - acional agamento de essoal Ativo da nião agamento de essoal Ativo da nião - acional AÇÕ CA HB Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais HB 0001 Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais - acional AL - CAL 0 AL - A AL - AL ÓÃ: inistério da aúde A: Agência acional de Vigilância anitária AX Crédito uplementar AA ABALH (LAÇÃ) ecurso de odas as ontes $ 1,00 C- AÁCA AA/AÇÃ/LCALZA/ revidência de nativos e ensionistas da nião AÇÕ CA agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores acional rograma de estão e anutenção do inistério da aúde A V A Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados - acional agamento de essoal Ativo da nião agamento de essoal Ativo da nião - acional AÇÕ CA HB Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais HB 0001 Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais - acional AL - CAL 0 AL - A AL - AL ÓÃ: inistério da aúde A: Agência acional de aúde uplementar AX Crédito uplementar AA ABALH (LAÇÃ) ecurso de odas as ontes $ 1,00 C- AÁCA AA/AÇÃ/LCALZA/ revidência de nativos e ensionistas da nião AÇÕ CA agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores acional rograma de estão e anutenção do inistério da aúde A V A Assistência édica e dontológica aos ervidores , mpregados, ilitares e seus e Assistência édica e dontológica aos ervidores, mpregados, ilitares e seus e - acional agamento de essoal Ativo da nião agamento de essoal Ativo da nião - acional AL - CAL 0 AL - A AL - AL XLA AA A A AC ÓÃ: inistério da aúde A: undo acional de aúde AX Crédito uplementar AA ABALH (LAÇÃ) ecurso de odas as ontes $ 1,00 C- AÁCA AA/AÇÃ/LCALZA/ revidência de nativos e ensionistas da nião AÇÕ CA agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores - acional rograma de estão e anutenção do inistério da aúde A V A agamento de essoal Ativo da nião ÓÃ: inistério do rabalho e mprego A: inistério do rabalho e mprego AX Crédito uplementar AA ABALH (LAÇÃ) ecurso de odas as ontes $ 1, agamento de essoal Ativo da nião - acional AL - CAL 0 AL - A AL - AL C- AÁCA AA/AÇÃ/LCALZA/ revidência de nativos e ensionistas da nião AÇÕ CA agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores - acional rograma de estão e anutenção do inistério do rabalho e mprego A V A Assistência édica e dontológica aos ervidores , mpregados, ilitares e seus e Assistência édica e dontológica aos ervidores, mpregados, ilitares e seus e - acional agamento de essoal Ativo da nião agamento de essoal Ativo da nião - acional AL - CAL AL - A AL - AL ÓÃ: inistério do rabalho e mprego A: undação Jorge uprat igueiredo de egurança e edicina do rabalho AX Crédito uplementar AA ABALH (LAÇÃ) ecurso de odas as ontes $ 1,00 C- AÁCA AA/AÇÃ/LCALZA/ revidência de nativos e ensionistas da nião AÇÕ CA agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores acional rograma de estão e anutenção do inistério do rabalho e mprego A V A Assistência édica e dontológica aos ervidores , mpregados, ilitares e seus e Assistência édica e dontológica aos ervidores, mpregados, ilitares e seus e - acional Assistência ré-scolar aos e dos ervidores, mpregados Assistência ré-scolar aos e dos ervidores, mpregados - acional agamento de essoal Ativo da nião agamento de essoal Ativo da nião - acional AÇÕ CA HB Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais HB 0001 Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais - acional AL - CAL AL - A AL - AL ÓÃ: inistério dos ransportes A: inistério dos ransportes AX Crédito uplementar AA ABALH (LAÇÃ) ecurso de odas as ontes $ 1,00 C- AÁCA AA/AÇÃ/LCALZA/ revidência de nativos e ensionistas da nião AÇÕ CA agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores - acional rograma de estão e anutenção do inistério dos ransportes A V A Assistência édica e dontológica aos ervidores, mpregados, ilitares e seus e ste documento pode ser verificado no endereço eletrônico pelo código ocumento assinado digitalmente conforme n o -

56 º 94, sexta-feira, 17 de maio de 2013 ÓÃ: inistério dos ransportes A: VALC - ngenharia, Construções e errovias.a. AX Crédito uplementar AA ABALH (LAÇÃ) ecurso de odas as ontes $ 1, Assistência édica e dontológica aos ervidores, mpregados, ilitares e seus e - acional Assistência ré-scolar aos e dos ervidores, mpregados Assistência ré-scolar aos e dos ervidores, mpregados - acional AL - CAL AL - A AL - AL C- AÁCA AA/AÇÃ/LCALZA/ HB 0001 Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais - acional AL - CAL AL - A AL - AL ÓÃ: inistério das Comunicações A: inistério das Comunicações AX Crédito uplementar AA ABALH (LAÇÃ) ecurso de odas as ontes $ 1,00 CCALZAÇÃ BA C C- AÁCA AA/AÇÃ/LCALZA/ revidência de nativos e ensionistas da nião AÇÕ CA agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores - acional rograma de estão e anutenção do inistério das Comunicações A V A Assistência édica e dontológica aos ervidores , mpregados, ilitares e seus e Assistência édica e dontológica aos ervidores, mpregados, ilitares e seus e - acional agamento de essoal Ativo da nião agamento de essoal Ativo da nião - acional AÇÕ CA HB Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais HB 0001 Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais - acional AL - CAL AL - A AL - AL perações speciais: Cumprimento de entenças Judiciais AÇÕ CA Cumprimento de entenças Judiciais evidas por mpresas statais Cumprimento de entenças Judiciais evidas por mpresas statais - acional rograma de estão e anutenção do inistério dos ransportes A V A agamento de essoal Ativo da nião agamento de essoal Ativo da nião - acional AÇÕ CA Contribuição à revidência rivada Contribuição à revidência rivada - acional AL - CAL AL - A 0 AL - AL ÓÃ: inistério dos ransportes A: Agência acional de ransportes errestres - A AX Crédito uplementar AA ABALH (LAÇÃ) ecurso de odas as ontes $ 1,00 C- AÁCA AA/AÇÃ/LCALZA/ revidência de nativos e ensionistas da nião AÇÕ CA agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores acional rograma de estão e anutenção do inistério dos ransportes A V A agamento de essoal Ativo da nião agamento de essoal Ativo da nião - acional AL - CAL AL - A AL - AL ÓÃ: inistério dos ransportes A: epartamento acional de nfra-strutura de ransportes - AX Crédito uplementar AA ABALH (LAÇÃ) ecurso de odas as ontes $ 1,00 C- AÁCA AA/AÇÃ/LCALZA/ revidência de nativos e ensionistas da nião AÇÕ CA agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores acional rograma de estão e anutenção do inistério dos ransportes A V A Assistência édica e dontológica aos ervidores , mpregados, ilitares e seus e Assistência édica e dontológica aos ervidores, mpregados, ilitares e seus e - acional Assistência ré-scolar aos e dos ervidores, mpregados Assistência ré-scolar aos e dos ervidores, mpregados - acional AÇÕ CA HB Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais ste documento pode ser verificado no endereço eletrônico pelo código ÓÃ: inistério das Comunicações A: Agência acional de elecomunicações - AAL AX Crédito uplementar AA ABALH (LAÇÃ) ecurso de odas as ontes $ 1,00 C- AÁCA AA/AÇÃ/LCALZA/ revidência de nativos e ensionistas da nião AÇÕ CA agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores acional rograma de estão e anutenção do inistério das Comunicações A V A Assistência édica e dontológica aos ervidores , mpregados, ilitares e seus e Assistência édica e dontológica aos ervidores, mpregados, ilitares e seus e - acional Auxílio-ransporte aos ervidores, mpregados Auxílio-ransporte aos ervidores, mpregados - acional Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados - acional AL - CAL AL - A AL - AL ÓÃ: inistério da Cultura A: inistério da Cultura AX Crédito uplementar AA ABALH (LAÇÃ) ecurso de odas as ontes $ 1,00 C- AÁCA AA/AÇÃ/LCALZA/- ocumento assinado digitalmente conforme n o revidência de nativos e ensionistas da nião AÇÕ CA agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores - acional rograma de estão e anutenção do inistério da Cultura A V A Assistência ré-scolar aos e dos ervidores, mpregados Assistência ré-scolar aos e dos ervidores, mpregados - acional Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados - acional

57 º 94, sexta-feira, 17 de maio de AÇÕ CA HB Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais HB 0001 Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais - acional AL - CAL AL - A AL - AL ÓÃ: inistério da Cultura A: undação Casa de ui Barbosa AX Crédito uplementar AA ABALH (LAÇÃ) ecurso de odas as ontes $ 1,00 C- AÁCA AA/AÇÃ/LCALZA/ revidência de nativos e ensionistas da nião AÇÕ CA agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores - o stado do io de Janeiro rograma de estão e anutenção do inistério da Cultura A V A Assistência édica e dontológica aos ervidores, mpregados, ilitares e seus e Assistência édica e dontológica aos ervidores, mpregados, ilitares e seus e - o stado do io de Janeiro Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados - o stado do io de Janeiro agamento de essoal Ativo da nião agamento de essoal Ativo da nião - o stado do io de Janeiro AÇÕ CA HB Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais HB 0001 Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais - acional AL - CAL AL - A AL - AL ÓÃ: inistério da Cultura A: undação Biblioteca acional - B AX Crédito uplementar AA ABALH (LAÇÃ) ecurso de odas as ontes $ 1,00 AÁCA C- AA/AÇÃ/LCALZA/ revidência de nativos e ensionistas da nião AÇÕ CA XLA AA A A AC agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores - o stado do io de Janeiro rograma de estão e anutenção do inistério da Cultura A V A Assistência ré-scolar aos e dos ervidores, mpregados Assistência ré-scolar aos e dos ervidores, mpregados - o stado do io de Janeiro Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados - o stado do io de Janeiro agamento de essoal Ativo da nião agamento de essoal Ativo da nião - acional AÇÕ CA HB Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais HB 0001 Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais - acional AL - CAL AL - A AL - AL ÓÃ: inistério da Cultura A: undação Cultural almares AX Crédito uplementar AA ABALH (LAÇÃ) ecurso de odas as ontes $ 1,00 C- AÁCA AA/AÇÃ/LCALZA/ revidência de nativos e ensionistas da nião AÇÕ CA agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores - acional rograma de estão e anutenção do inistério da Cultura A V A Assistência édica e dontológica aos ervidores 1.700, mpregados, ilitares e seus e Assistência édica e dontológica aos ervidores, mpregados, ilitares e seus e - acional Auxílio-ransporte aos ervidores, mpregados Auxílio-ransporte aos ervidores, mpregados - acional Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados - acional agamento de essoal Ativo da nião agamento de essoal Ativo da nião - acional AL - CAL AL - A AL - AL ÓÃ: inistério da Cultura A: nstituto do atrimônio Histórico e Artístico acional AX Crédito uplementar AA ABALH (LAÇÃ) ecurso de odas as ontes $ 1,00 C- AÁCA AA/AÇÃ/LCALZA/ revidência de nativos e ensionistas da nião AÇÕ CA agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores acional rograma de estão e anutenção do inistério da Cultura A V A Assistência ré-scolar aos e dos ervidores, mpregados Assistência ré-scolar aos e dos ervidores, mpregados - acional Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados - acional agamento de essoal Ativo da nião agamento de essoal Ativo da nião - acional AÇÕ CA HB Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais HB 0001 Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais - acional AL - CAL AL - A AL - AL ÓÃ: inistério da Cultura A: undação acional de Artes AX Crédito uplementar AA ABALH (LAÇÃ) ecurso de odas as ontes $ 1,00 C- AÁCA AA/AÇÃ/LCALZA/ revidência de nativos e ensionistas da nião AÇÕ CA agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores - acional rograma de estão e anutenção do inistério da Cultura A V A Assistência édica e dontológica aos ervidores, mpregados, ilitares e seus e ste documento pode ser verificado no endereço eletrônico pelo código ocumento assinado digitalmente conforme n o -

58 º 94, sexta-feira, 17 de maio de Assistência édica e dontológica aos ervidores, mpregados, ilitares e seus e - acional Assistência ré-scolar aos e dos ervidores, mpregados Assistência ré-scolar aos e dos ervidores, mpregados - acional Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados - acional agamento de essoal Ativo da nião agamento de essoal Ativo da nião - acional AÇÕ CA HB Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais CCALZAÇÃ BA C HB 0001 Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais - acional AL - CAL AL - A AL - AL ÓÃ: inistério da Cultura A: Agência acional do Cinema AX Crédito uplementar AA ABALH (LAÇÃ) ecurso de odas as ontes $ 1,00 AÁCA C- AA/AÇÃ/LCALZA/ rograma de estão e anutenção do inistério da Cultura A V A Assistência édica e dontológica aos ervidores, mpregados, ilitares e seus e Assistência édica e dontológica aos ervidores, mpregados, ilitares e seus e - acional Assistência ré-scolar aos e dos ervidores, mpregados Assistência ré-scolar aos e dos ervidores, mpregados - acional Auxílio-ransporte aos ervidores, mpregados Auxílio-ransporte aos ervidores, mpregados - acional Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados - acional AÇÕ CA HB Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais HB 0001 Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais - acional AL - CAL AL - A AL - AL ÓÃ: inistério da Cultura A: nstituto Brasileiro de useus AX Crédito uplementar AA ABALH (LAÇÃ) ecurso de odas as ontes $ 1,00 C- AÁCA AA/AÇÃ/LCALZA/ revidência de nativos e ensionistas da nião AÇÕ CA agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores - acional rograma de estão e anutenção do inistério da Cultura A V A Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados - acional agamento de essoal Ativo da nião AL - CAL AL - A AL - AL ÓÃ: inistério do eio Ambiente A: inistério do eio Ambiente AX Crédito uplementar AA ABALH (LAÇÃ) ecurso de odas as ontes $ 1, agamento de essoal Ativo da nião - acional C- AÁCA AA/AÇÃ/LCALZA/ revidência de nativos e ensionistas da nião AÇÕ CA agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores - acional rograma de estão e anutenção do inistério do eio Ambiente A V A Assistência édica e dontológica aos ervidores, mpregados, ilitares e seus e Assistência édica e dontológica aos ervidores, mpregados, ilitares e seus e - acional Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados - acional agamento de essoal Ativo da nião agamento de essoal Ativo da nião - acional AÇÕ CA HB Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais HB 0001 Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais - acional AL - CAL AL - A AL - AL ÓÃ: inistério do eio Ambiente A: erviço lorestal Brasileiro - B AX Crédito uplementar AA ABALH (LAÇÃ) ecurso de odas as ontes $ 1,00 AÁCA C- AA/AÇÃ/LCALZA/ rograma de estão e anutenção do inistério do eio Ambiente A V A Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados - acional AL - CAL AL - A 0 AL - AL ÓÃ: inistério do eio Ambiente A: nstituto Brasileiro do eio Ambiente e dos ecursos aturais enováveis - BAA AX Crédito uplementar AA ABALH (LAÇÃ) ecurso de odas as ontes $ 1,00 C- AÁCA AA/AÇÃ/LCALZA/ revidência de nativos e ensionistas da nião AÇÕ CA agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores - acional rograma de estão e anutenção do inistério do eio Ambiente A V A agamento de essoal Ativo da nião agamento de essoal Ativo da nião - acional AÇÕ CA HB Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais ste documento pode ser verificado no endereço eletrônico pelo código ocumento assinado digitalmente conforme n o -

59 º 94, sexta-feira, 17 de maio de HB 0001 Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais - acional AL - CAL AL - A AL - AL ÓÃ: inistério do eio Ambiente A: Agência acional de Águas - AA AX Crédito uplementar AA ABALH (LAÇÃ) ecurso de odas as ontes $ 1,00 C- AÁCA AA/AÇÃ/LCALZA/ revidência de nativos e ensionistas da nião AÇÕ CA agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores - acional rograma de estão e anutenção do inistério do eio Ambiente A V A Assistência ré-scolar aos e dos ervidores, mpregados Assistência ré-scolar aos e dos ervidores, mpregados - acional Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados - acional agamento de essoal Ativo da nião agamento de essoal Ativo da nião - acional AL - CAL AL - A AL - AL ÓÃ: inistério do eio Ambiente A: nstituto de esquisas Jardim Botânico do io de Janeiro - JBJ AX Crédito uplementar AA ABALH (LAÇÃ) ecurso de odas as ontes $ 1,00 C- AÁCA AA/AÇÃ/LCALZA/ revidência de nativos e ensionistas da nião AÇÕ CA agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores o stado do io de Janeiro rograma de estão e anutenção do inistério do eio Ambiente A V A Assistência édica e dontológica aos ervidores , mpregados, ilitares e seus e Assistência édica e dontológica aos ervidores, mpregados, ilitares e seus e - o stado do io de Janeiro Assistência ré-scolar aos e dos ervidores, mpregados Assistência ré-scolar aos e dos ervidores, mpregados - o stado do io de Janeiro Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados - o stado do io de Janeiro agamento de essoal Ativo da nião agamento de essoal Ativo da nião - acional AÇÕ CA HB Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais HB 0001 Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais - acional AL - CAL AL - A AL - AL XLA AA A A AC ÓÃ: inistério do eio Ambiente A: nstituto Chico endes de Conservação da Biodiversidade AX Crédito uplementar AA ABALH (LAÇÃ) ecurso de odas as ontes $ 1,00 C- AÁCA AA/AÇÃ/LCALZA/ revidência de nativos e ensionistas da nião AÇÕ CA agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores - acional rograma de estão e anutenção do inistério do eio Ambiente A V A Assistência édica e dontológica aos ervidores , mpregados, ilitares e seus e Assistência édica e dontológica aos ervidores, mpregados, ilitares e seus e - acional Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados - acional agamento de essoal Ativo da nião agamento de essoal Ativo da nião - acional AÇÕ CA HB Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais HB 0001 Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais - acional AL - CAL AL - A AL - AL ÓÃ: inistério do lanejamento, rçamento e estão A: inistério do lanejamento, rçamento e estão AX Crédito uplementar AA ABALH (LAÇÃ) ecurso de odas as ontes $ 1,00 C- AÁCA AA/AÇÃ/LCALZA/ revidência de nativos e ensionistas da nião AÇÕ CA agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores acional rograma de estão e anutenção do inistério do lanejamento, rçamento e estão A V A Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados - acional AÇÕ CA ndenização a Anistiados olíticos em restação Única ou em restação ensal, erma- nente e Continuada, nos termos da Lei nº , de ndenização a Anistiados olíticos em restação Única ou em restação ensal, ermanente e Continuada, nos termos da Lei nº , de acional C01 agamento de Valores etroativos a Anistiados olíticos nos termos da Lei nº , de 19/10/ C agamento de Valores etroativos a Anistiados olíticos nos termos da Lei nº , de 19/10/ acional AL - CAL AL - A AL - AL ÓÃ: inistério do lanejamento, rçamento e estão A: undação nstituto Brasileiro de eografia e statística AX Crédito uplementar AA ABALH (LAÇÃ) ecurso de odas as ontes $ 1,00 C- AÁCA AA/AÇÃ/LCALZA/ revidência de nativos e ensionistas da nião AÇÕ CA agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores acional rograma de estão e anutenção do inistério do lanejamento, rçamento e estão A V A Assistência édica e dontológica aos ervidores , mpregados, ilitares e seus e Assistência édica e dontológica aos ervidores, mpregados, ilitares e seus e - acional Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados - acional agamento de essoal Ativo da nião agamento de essoal Ativo da nião - acional AÇÕ CA HB Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais ste documento pode ser verificado no endereço eletrônico pelo código ocumento assinado digitalmente conforme n o -

60 º 94, sexta-feira, 17 de maio de HB 0001 Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais - acional AL - CAL AL - A AL - AL ÓÃ: inistério do lanejamento, rçamento e estão A: undação scola acional de Administração ública AX Crédito uplementar AA ABALH (LAÇÃ) ecurso de odas as ontes $ 1,00 C- AÁCA AA/AÇÃ/LCALZA/ revidência de nativos e ensionistas da nião AÇÕ CA agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores - acional rograma de estão e anutenção do inistério do lanejamento, rçamento e estão A V A Assistência édica e dontológica aos ervidores 2.800, mpregados, ilitares e seus e Assistência édica e dontológica aos ervidores, mpregados, ilitares e seus e - acional Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados - acional agamento de essoal Ativo da nião agamento de essoal Ativo da nião - acional AÇÕ CA HB Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais HB 0001 Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais - acional AL - CAL AL - A AL - AL CCALZAÇÃ BA C ÓÃ: inistério do esenvolvimento Agrário A: inistério do esenvolvimento Agrário AX Crédito uplementar AA ABALH (LAÇÃ) ecurso de odas as ontes $ 1,00 C- AÁCA AA/AÇÃ/LCALZA/ rograma de estão e anutenção do inistério do esenvolvimento Agrário A V A Assistência édica e dontológica aos ervidores , mpregados, ilitares e seus e Assistência édica e dontológica aos ervidores, mpregados, ilitares e seus e - acional Assistência ré-scolar aos e dos ervidores, mpregados Assistência ré-scolar aos e dos ervidores, mpregados - acional Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados - acional agamento de essoal Ativo da nião agamento de essoal Ativo da nião - acional AÇÕ CA HB Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais HB 0001 Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais - acional AL - CAL AL - A AL - AL ÓÃ: inistério do esenvolvimento Agrário A: nstituto acional de Colonização e eforma Agrária - CA AX Crédito uplementar AA ABALH (LAÇÃ) ecurso de odas as ontes $ 1,00 C- AÁCA AA/AÇÃ/LCALZA/ revidência de nativos e ensionistas da nião AÇÕ CA agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores - acional rograma de estão e anutenção do inistério do esenvolvimento Agrário A V A Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados - acional agamento de essoal Ativo da nião AL - CAL AL - A AL - AL ÓÃ: inistério do sporte A: inistério do sporte AX Crédito uplementar AA ABALH (LAÇÃ) ecurso de odas as ontes $ 1, agamento de essoal Ativo da nião - acional C- AÁCA AA/AÇÃ/LCALZA/ revidência de nativos e ensionistas da nião AÇÕ CA agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores - acional rograma de estão e anutenção do inistério do sporte A V A Assistência édica e dontológica aos ervidores, mpregados, ilitares e seus e Assistência édica e dontológica aos ervidores, mpregados, ilitares e seus e - acional Assistência ré-scolar aos e dos ervidores, mpregados Assistência ré-scolar aos e dos ervidores, mpregados - acional Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados - acional agamento de essoal Ativo da nião agamento de essoal Ativo da nião - acional AÇÕ CA HB Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais HB 0001 Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais - acional AL - CAL AL - A AL - AL ÓÃ: inistério da efesa A: inistério da efesa AX Crédito uplementar AA ABALH (LAÇÃ) ecurso de odas as ontes $ 1,00 C- AÁCA AA/AÇÃ/LCALZA/ revidência de nativos e ensionistas da nião AÇÕ CA agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores - acional rograma de estão e anutenção do inistério da efesa A V A Assistência ré-scolar aos e dos ervidores, mpregados Assistência ré-scolar aos e dos ervidores, mpregados - acional AÇÕ CA HB Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais ste documento pode ser verificado no endereço eletrônico pelo código ocumento assinado digitalmente conforme n o -

61 º 94, sexta-feira, 17 de maio de HB 0001 Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais - acional AL - CAL AL - A AL - AL ÓÃ: inistério da efesa A: Comando da Aeronáutica AX Crédito uplementar AA ABALH (LAÇÃ) ecurso de odas as ontes $ 1,00 C- AÁCA AA/AÇÃ/LCALZA/ revidência de nativos e ensionistas da nião AÇÕ CA agamento de Aposentadorias e ensões - ilitares das orças Armadas agamento de Aposentadorias e ensões - ilitares das orças Armadas - acional agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores - acional rograma de estão e anutenção do inistério da efesa A V A agamento de essoal Ativo ilitar das orças Armadas agamento de essoal Ativo ilitar das orças Armadas - acional AÇÕ CA ndenização a Anistiados olíticos em restação Única ou em restação ensal, erma- nente e Continuada, nos termos da Lei nº , de ndenização a Anistiados olíticos em restação Única ou em restação ensal, ermanente e Continuada, nos termos da Lei nº , de acional HB Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais HB 0001 Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais - acional C01 agamento de Valores etroativos a Anistiados olíticos nos termos da Lei nº , de 19/10/ C agamento de Valores etroativos a Anistiados olíticos nos termos da Lei nº , de 19/10/ acional AL - CAL AL - A AL - AL ÓÃ: inistério da efesa A: Comando do xército AX Crédito uplementar AA ABALH (LAÇÃ) ecurso de odas as ontes $ 1,00 C- AÁCA AA/AÇÃ/LCALZA/ revidência de nativos e ensionistas da nião AÇÕ CA agamento de Aposentadorias e ensões - ilitares das orças Armadas agamento de Aposentadorias e ensões - ilitares das orças Armadas - acional agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores acional rograma de estão e anutenção do inistério da efesa A V A agamento de essoal Ativo da nião agamento de essoal Ativo da nião - acional agamento de essoal Ativo ilitar das orças Armadas agamento de essoal Ativo ilitar das orças Armadas - acional AÇÕ CA ndenização a Anistiados olíticos em restação Única ou em restação ensal, erma- nente e Continuada, nos termos da Lei nº , de ndenização a Anistiados olíticos em restação Única ou em restação ensal, ermanente e Continuada, nos termos da Lei nº , de acional HB Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais HB 0001 Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais - acional C01 agamento de Valores etroativos a Anistiados olíticos nos termos da Lei nº , de 19/10/ C agamento de Valores etroativos a Anistiados olíticos nos termos da Lei nº , de 19/10/ acional AL - CAL AL - A AL - AL ÓÃ: inistério da efesa A: Comando da arinha AX Crédito uplementar AA ABALH (LAÇÃ) ecurso de odas as ontes $ 1,00 XLA AA A A AC C- AÁCA AA/AÇÃ/LCALZA/ revidência de nativos e ensionistas da nião AÇÕ CA agamento de Aposentadorias e ensões - ilitares das orças Armadas agamento de Aposentadorias e ensões - ilitares das orças Armadas - acional agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores - acional rograma de estão e anutenção do inistério da efesa A V A agamento de essoal Ativo da nião agamento de essoal Ativo da nião - acional agamento de essoal Ativo ilitar das orças Armadas agamento de essoal Ativo ilitar das orças Armadas - acional AÇÕ CA HB Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais HB 0001 Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais - acional AL - CAL AL - A AL - AL ÓÃ: inistério da efesa A: Caixa de inanciamento mobiliário da Aeronáutica AX Crédito uplementar AA ABALH (LAÇÃ) ecurso de odas as ontes $ 1,00 C- AÁCA AA/AÇÃ/LCALZA/ rograma de estão e anutenção do inistério da efesa A V A Auxílio-ransporte aos ervidores, mpregados Auxílio-ransporte aos ervidores, mpregados - acional Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados - acional agamento de essoal Ativo da nião agamento de essoal Ativo da nião - acional AL - CAL AL - A 0 AL - AL ÓÃ: inistério da efesa A: ndústria de aterial Bélico do Brasil - BL AX Crédito uplementar AA ABALH (LAÇÃ) ecurso de odas as ontes $ 1,00 C- AÁCA AA/AÇÃ/LCALZA/ rograma de estão e anutenção do inistério da efesa A V A agamento de essoal Ativo da nião agamento de essoal Ativo da nião - acional AL - CAL AL - A 0 AL - AL ÓÃ: inistério da efesa A: undação sório AX Crédito uplementar AA ABALH (LAÇÃ) ecurso de odas as ontes $ 1,00 C- AÁCA AA/AÇÃ/LCALZA/ revidência de nativos e ensionistas da nião AÇÕ CA agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores ste documento pode ser verificado no endereço eletrônico pelo código ocumento assinado digitalmente conforme n o -

62 º 94, sexta-feira, 17 de maio de agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores - acional rograma de estão e anutenção do inistério da efesa A V A Assistência édica e dontológica aos ervidores , mpregados, ilitares e seus e Assistência édica e dontológica aos ervidores, mpregados, ilitares e seus e - acional Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados - acional agamento de essoal Ativo da nião agamento de essoal Ativo da nião - acional AÇÕ CA HB Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais HB 0001 Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais - acional AL - CAL AL - A AL - AL CCALZAÇÃ BA C ÓÃ: inistério da efesa A: Caixa de Construções de Casas para o essoal da arinha - CCC AX Crédito uplementar AA ABALH (LAÇÃ) ecurso de odas as ontes $ 1,00 C- AÁCA AA/AÇÃ/LCALZA/ revidência de nativos e ensionistas da nião AÇÕ CA agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores acional rograma de estão e anutenção do inistério da efesa A V A Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados - acional agamento de essoal Ativo da nião agamento de essoal Ativo da nião - acional AÇÕ CA HB Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais HB 0001 Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais - acional AL - CAL AL - A AL - AL ÓÃ: inistério da efesa A: undo de Administração do Hospital das orças Armadas AX Crédito uplementar AA ABALH (LAÇÃ) ecurso de odas as ontes $ 1,00 AÁCA C- AA/AÇÃ/LCALZA/ revidência de nativos e ensionistas da nião AÇÕ CA agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores - acional rograma de estão e anutenção do inistério da efesa A V A Assistência ré-scolar aos e dos ervidores, mpregados Assistência ré-scolar aos e dos ervidores, mpregados - acional agamento de essoal Ativo da nião agamento de essoal Ativo da nião - acional AÇÕ CA HB Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais HB 0001 Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais - acional AL - CAL 0 AL - A AL - AL ÓÃ: inistério da ntegração acional A: inistério da ntegração acional AX Crédito uplementar AA ABALH (LAÇÃ) ecurso de odas as ontes $ 1,00 C- AÁCA AA/AÇÃ/LCALZA/ revidência de nativos e ensionistas da nião AÇÕ CA agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores - acional AL - CAL 0 AL - A AL - AL ÓÃ: inistério da ntegração acional A: Companhia de esenvolvimento dos Vales do ão rancisco e do arnaíba - CVA AX Crédito uplementar AA ABALH (LAÇÃ) ecurso de odas as ontes $ 1,00 C- AÁCA AA/AÇÃ/LCALZA/ rograma de estão e anutenção do inistério da ntegração acional A V A Assistência ré-scolar aos e dos ervidores, mpregados Assistência ré-scolar aos e dos ervidores, mpregados - acional agamento de essoal Ativo da nião agamento de essoal Ativo da nião - acional AÇÕ CA Contribuição à revidência rivada Contribuição à revidência rivada - acional AL - CAL AL - A 0 AL - AL ÓÃ: inistério da ntegração acional A: uperintendência do esenvolvimento da Amazônia AX Crédito uplementar AA ABALH (LAÇÃ) ecurso de odas as ontes $ 1,00 C- AÁCA AA/AÇÃ/LCALZA/ revidência de nativos e ensionistas da nião AÇÕ CA agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores acional rograma de estão e anutenção do inistério da ntegração acional A V A Auxílio-ransporte aos ervidores, mpregados Auxílio-ransporte aos ervidores, mpregados - acional Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados - acional agamento de essoal Ativo da nião agamento de essoal Ativo da nião - acional AÇÕ CA HB Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais HB 0001 Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais - acional AL - CAL AL - A AL - AL ÓÃ: inistério da ntegração acional A: uperintendência do esenvolvimento do ordeste AX Crédito uplementar AA ABALH (LAÇÃ) ecurso de odas as ontes $ 1,00 C- AÁCA AA/AÇÃ/LCALZA/ revidência de nativos e ensionistas da nião AÇÕ CA agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores - acional ste documento pode ser verificado no endereço eletrônico pelo código ocumento assinado digitalmente conforme n o -

63 º 94, sexta-feira, 17 de maio de rograma de estão e anutenção do inistério da ntegração acional A V A Assistência édica e dontológica aos ervidores , mpregados, ilitares e seus e Assistência édica e dontológica aos ervidores, mpregados, ilitares e seus e - acional Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados - acional agamento de essoal Ativo da nião agamento de essoal Ativo da nião - acional AÇÕ CA HB Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais HB 0001 Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais - acional AL - CAL AL - A AL - AL ÓÃ: inistério da ntegração acional A: epartamento acional de bras Contra as ecas - C AX Crédito uplementar AA ABALH (LAÇÃ) ecurso de odas as ontes $ 1,00 C- AÁCA AA/AÇÃ/LCALZA/ revidência de nativos e ensionistas da nião AÇÕ CA agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores acional rograma de estão e anutenção do inistério da ntegração acional A V A agamento de essoal Ativo da nião agamento de essoal Ativo da nião - acional AÇÕ CA HB Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais HB 0001 Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais - acional AL - CAL AL - A AL - AL ÓÃ: inistério da ntegração acional A: uperintendência de esenvolvimento do Centro-este - C AX Crédito uplementar AA ABALH (LAÇÃ) ecurso de odas as ontes $ 1,00 C- AÁCA AA/AÇÃ/LCALZA/ rograma de estão e anutenção do inistério da ntegração acional A V A Assistência édica e dontológica aos ervidores , mpregados, ilitares e seus e Assistência édica e dontológica aos ervidores, mpregados, ilitares e seus e - acional Assistência ré-scolar aos e dos ervidores, mpregados Assistência ré-scolar aos e dos ervidores, mpregados - acional Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados - acional agamento de essoal Ativo da nião agamento de essoal Ativo da nião - acional AÇÕ CA HB Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais HB 0001 Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais - acional AL - CAL AL - A AL - AL ÓÃ: inistério do urismo A: inistério do urismo AX Crédito uplementar AA ABALH (LAÇÃ) ecurso de odas as ontes $ 1,00 XLA AA A A AC C- AÁCA AA/AÇÃ/LCALZA/ rograma de estão e anutenção do inistério do urismo A V A Assistência édica e dontológica aos ervidores , mpregados, ilitares e seus e Assistência édica e dontológica aos ervidores, mpregados, ilitares e seus e - acional agamento de essoal Ativo da nião agamento de essoal Ativo da nião - acional AÇÕ CA HB Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais HB 0001 Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais - acional AL - CAL AL - A AL - AL ÓÃ: inistério do urismo A: BA - nstituto Brasileiro de urismo AX Crédito uplementar AA ABALH (LAÇÃ) ecurso de odas as ontes $ 1,00 C- AÁCA AA/AÇÃ/LCALZA/ revidência de nativos e ensionistas da nião AÇÕ CA agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores acional rograma de estão e anutenção do inistério do urismo A V A Assistência édica e dontológica aos ervidores , mpregados, ilitares e seus e Assistência édica e dontológica aos ervidores, mpregados, ilitares e seus e - acional Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados - acional agamento de essoal Ativo da nião agamento de essoal Ativo da nião - acional AL - CAL AL - A AL - AL ÓÃ: inistério do esenvolvimento ocial e Combate à ome A: inistério do esenvolvimento ocial e Combate à ome AX Crédito uplementar AA ABALH (LAÇÃ) ecurso de odas as ontes $ 1,00 C- AÁCA AA/AÇÃ/LCALZA/ rograma de estão e anutenção do inistério do esenvolvimento ocial e Combate à ome A V A Assistência édica e dontológica aos ervidores , mpregados, ilitares e seus e Assistência édica e dontológica aos ervidores, mpregados, ilitares e seus e - acional Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados - acional agamento de essoal Ativo da nião agamento de essoal Ativo da nião - acional AÇÕ CA HB Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais ste documento pode ser verificado no endereço eletrônico pelo código ocumento assinado digitalmente conforme n o -

64 º 94, sexta-feira, 17 de maio de HB 0001 Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais - acional AL - CAL 0 AL - A AL - AL ÓÃ: inistério das Cidades A: mpresa de rens rbanos de orto Alegre.A. - - B AX Crédito uplementar AA ABALH (LAÇÃ) ecurso de odas as ontes $ 1,00 C- AÁCA AA/AÇÃ/LCALZA/- CCALZAÇÃ BA C 2116 rograma de estão e anutenção do inistério das Cidades A V A agamento de essoal Ativo da nião agamento de essoal Ativo da nião - acional AÇÕ CA Contribuição à revidência rivada Contribuição à revidência rivada - o stado do io rande do ul AL - CAL AL - A 0 AL - AL ÓÃ: inistério das Cidades A: Companhia Brasileira de rens rbanos - CB AX Crédito uplementar AA ABALH (LAÇÃ) ecurso de odas as ontes $ 1,00 C- AÁCA AA/AÇÃ/LCALZA/ rograma de estão e anutenção do inistério das Cidades A V A agamento de essoal Ativo da nião agamento de essoal Ativo da nião - acional AÇÕ CA Contribuição à revidência rivada Contribuição à revidência rivada - acional AL - CAL AL - A 0 AL - AL ÓÃ: inistério da esca e Aquicultura A: inistério da esca e Aquicultura AX Crédito uplementar AA ABALH (LAÇÃ) ecurso de odas as ontes $ 1,00 C- AÁCA AA/AÇÃ/LCALZA/ rograma de estão e anutenção do inistério da esca e Aquicultura A V A Assistência ré-scolar aos e dos ervidores, mpregados Assistência ré-scolar aos e dos ervidores, mpregados - acional Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados - acional agamento de essoal Ativo da nião agamento de essoal Ativo da nião - acional AÇÕ CA HB Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais HB 0001 Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais - acional AL - CAL AL - A 0 AL - AL ÓÃ: Conselho acional do inistério úblico A: Conselho acional do inistério úblico AX Crédito uplementar AA ABALH (LAÇÃ) ecurso de odas as ontes $ 1,00 C- AÁCA AA/AÇÃ/LCALZA/ Controle da Atuação e ortalecimento nstitucional do inistério úblico A V A agamento de essoal Ativo da nião agamento de essoal Ativo da nião - m Brasília AÇÕ CA HB Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais HB 5664 Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais - m Brasília AL - CAL AL - A 0 AL - AL ÓÃ: abinete da Vice-residência da epública A: abinete da Vice-residência da epública AX Crédito uplementar AA ABALH (LAÇÃ) ecurso de odas as ontes $ 1,00 C- AÁCA AA/AÇÃ/LCALZA/ rograma de estão e anutenção da residência da epública A V A Assistência ré-scolar aos e dos ervidores, mpregados Assistência ré-scolar aos e dos ervidores, mpregados - acional Auxílio-ransporte aos ervidores, mpregados Auxílio-ransporte aos ervidores, mpregados - acional Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados - acional agamento de essoal Ativo da nião AL - CAL AL - A 0 AL - AL ÓÃ: ecretaria de Assuntos stratégicos A: nstituto de esquisa conômica Aplicada AX Crédito uplementar AA ABALH (LAÇÃ) ecurso de odas as ontes $ 1,00 AÁCA agamento de essoal Ativo da nião - acional C- AA/AÇÃ/LCALZA/ revidência de nativos e ensionistas da nião AÇÕ CA agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores - acional rograma de estão e anutenção da residência da epública A V A Assistência édica e dontológica aos ervidores, mpregados, ilitares e seus e Assistência édica e dontológica aos ervidores, mpregados, ilitares e seus e - acional Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados - acional agamento de essoal Ativo da nião AL - CAL AL - A AL - AL ÓÃ: ecretaria de Aviacao Civil A: ecretaria de Aviação Civil AX Crédito uplementar AA ABALH (LAÇÃ) ecurso de odas as ontes $ 1, agamento de essoal Ativo da nião - acional C- AÁCA AA/AÇÃ/LCALZA/ rograma de estão e anutenção da residência da epública A V A Assistência édica e dontológica aos ervidores, mpregados, ilitares e seus e Assistência édica e dontológica aos ervidores, mpregados, ilitares e seus e - acional Assistência ré-scolar aos e dos ervidores, mpregados ste documento pode ser verificado no endereço eletrônico pelo código ocumento assinado digitalmente conforme n o -

65 º 94, sexta-feira, 17 de maio de ÓÃ: ecretaria de Aviacao Civil A: Agência acional de Aviação Civil - AAC AX Crédito uplementar AA ABALH (LAÇÃ) ecurso de odas as ontes $ 1, Assistência ré-scolar aos e dos ervidores, mpregados - acional AL - CAL AL - A AL - AL C- AÁCA AA/AÇÃ/LCALZA/ revidência de nativos e ensionistas da nião AÇÕ CA agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores - acional AL - CAL 0 AL - A AL - AL ÓÃ: Advocacia-eral da nião A: Advocacia-eral da nião AX Crédito uplementar AA ABALH (LAÇÃ) ecurso de odas as ontes $ 1,00 C- AÁCA AA/AÇÃ/LCALZA/ revidência de nativos e ensionistas da nião AÇÕ CA agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores acional rograma de estão e anutenção da residência da epública A V A Assistência édica e dontológica aos ervidores , mpregados, ilitares e seus e Assistência édica e dontológica aos ervidores, mpregados, ilitares e seus e - acional Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados - acional agamento de essoal Ativo da nião agamento de essoal Ativo da nião - acional AL - CAL AL - A AL - AL ÓÃ: ecretaria de ireitos Humanos A: ecretaria de ireitos Humanos AX Crédito uplementar AA ABALH (LAÇÃ) ecurso de odas as ontes $ 1,00 C- AÁCA AA/AÇÃ/LCALZA/ rograma de estão e anutenção da ecretaria de ireitos Humanos A V A Assistência ré-scolar aos e dos ervidores, mpregados Assistência ré-scolar aos e dos ervidores, mpregados - acional AL - CAL AL - A 0 AL - AL XLA AA A A AC ÓÃ: ecretaria de olíticas para as ulheres A: ecretaria de olíticas para as ulheres AX Crédito uplementar AA ABALH (LAÇÃ) ecurso de odas as ontes $ 1,00 C- AÁCA AA/AÇÃ/LCALZA/ rograma de estão e anutenção da ecretaria de olíticas para as ul h e re s A V A Assistência édica e dontológica aos ervidores 6.100, mpregados, ilitares e seus e Assistência édica e dontológica aos ervidores, mpregados, ilitares e seus e - acional Assistência ré-scolar aos e dos ervidores, mpregados Assistência ré-scolar aos e dos ervidores, mpregados - acional agamento de essoal Ativo da nião ÓÃ: Controladoria-eral da nião A: Controladoria-eral da nião AX Crédito uplementar AA ABALH (LAÇÃ) ecurso de odas as ontes $ 1, agamento de essoal Ativo da nião - acional AL - CAL AL - A AL - AL C- AÁCA AA/AÇÃ/LCALZA/ revidência de nativos e ensionistas da nião AÇÕ CA agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores - acional rograma de estão e anutenção da residência da epública A V A Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados - acional agamento de essoal Ativo da nião agamento de essoal Ativo da nião - acional AÇÕ CA HB Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais HB 0001 Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais - acional AL - CAL AL - A AL - AL ÓÃ: ecretaria de olíticas de romoção da gualdade acial A: ecretaria de olíticas de romoção da gualdade acial AX Crédito uplementar AA ABALH (LAÇÃ) ecurso de odas as ontes $ 1,00 C- AÁCA AA/AÇÃ/LCALZA/ rograma de estão e anutenção da ecretaria de olíticas de romoção da gualdade acial A V A Assistência édica e dontológica aos ervidores 2.400, mpregados, ilitares e seus e Assistência édica e dontológica aos ervidores, mpregados, ilitares e seus e - acional Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados - acional agamento de essoal Ativo da nião agamento de essoal Ativo da nião - acional AL - CAL AL - A AL - AL ÓÃ: ecretaria de ortos A: ecretaria de ortos AX Crédito uplementar AA ABALH (LAÇÃ) ecurso de odas as ontes $ 1,00 C- AÁCA AA/AÇÃ/LCALZA/ rograma de estão e anutenção da residência da epública A V A agamento de essoal Ativo da nião agamento de essoal Ativo da nião - acional AL - CAL AL - A 0 AL - AL ÓÃ: ecretaria de ortos A: Agência acional de ransportes Aquaviários AX Crédito uplementar AA ABALH (LAÇÃ) ecurso de odas as ontes $ 1,00 C- AÁCA AA/AÇÃ/LCALZA/ revidência de nativos e ensionistas da nião AÇÕ CA agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores - acional ste documento pode ser verificado no endereço eletrônico pelo código ocumento assinado digitalmente conforme n o -

66 º 94, sexta-feira, 17 de maio de rograma de estão e anutenção da residência da epública A V A Assistência édica e dontológica aos ervidores , mpregados, ilitares e seus e Assistência édica e dontológica aos ervidores, mpregados, ilitares e seus e - acional Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados - acional agamento de essoal Ativo da nião agamento de essoal Ativo da nião - acional AL - CAL AL - A AL - AL ÓÃ: ransferências a stados, istrito ederal e unicípios A: ecursos sob upervisão do inistério da azenda AX Crédito uplementar AA ABALH (LAÇÃ) ecurso de odas as ontes $ 1,00 C- AÁCA AA/AÇÃ/LCALZA/ revidência de nativos e ensionistas da nião AÇÕ CA agamento de essoal nativo e ensionistas dos xtintos stados e erritórios agamento de essoal nativo e ensionistas dos xtintos stados e erritórios - o stado de ondônia agamento de essoal nativo e ensionistas dos xtintos stados e erritórios - o stado do Acre agamento de essoal nativo e ensionistas dos xtintos stados e erritórios - o stado de oraima agamento de essoal nativo e ensionistas dos xtintos stados e erritórios - o stado do Amapá rograma de estão e anutenção do inistério da azenda A V A Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados - o stado de oraima agamento de essoal Ativo da nião agamento de essoal Ativo da nião - o stado de oraima agamento de essoal Ativo da nião - o stado do Amapá AÇÕ CA HB Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais HB 0014 Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações dos ervidores úblicos ederais - o stado de oraima AL - CAL AL - A AL - AL ÓÃ: inistério do lanejamento, rçamento e estão A: inistério do lanejamento, rçamento e estão AX Crédito uplementar AA ABALH (CACLA) ecurso de odas as ontes $ 1,00 C- AÁCA AA/AÇÃ/LCALZA/ perações speciais: Cumprimento de entenças Judiciais AÇÕ CA Cumprimento de entenças Judiciais evidas por mpresas statais Cumprimento de entenças Judiciais evidas por mpresas statais - acional CCALZAÇÃ BA C perações speciais: utros ncargos speciais AÇÕ CA Concessão de Benefícios aos ervidores, mpregados e eus e Concessão de Benefícios aos ervidores, mpregados e eus e - acional Z agamento de essoal decorrente de ngressos de mpregados, de lanos de Cargos e mpregos, de Acordos Coletivos/issídios, de lanos de esligamento Voluntário e de Anistiados de que trata a Lei nº 8.878/94 - mpresas statais Z 0001 agamento de essoal decorrente de ngressos de mpregados, de lanos de Cargos e mpregos, de Acordos Coletivos/issídios, de lanos de esligamento Voluntário e de Anistiados de que trata a Lei nº 8.878/94 - mpresas statais - acional rograma de estão e anutenção do inistério do lanejamento, rçamento e estão A V A agamento de essoal Ativo da nião agamento de essoal Ativo da nião - acional AL - CAL AL - A 0 AL - AL ÓÃ: eserva de Contingência A: eserva de Contingência AX Crédito uplementar AA ABALH (CACLA) ecurso de odas as ontes $ 1,00 C- AÁCA AA/AÇÃ/LCALZA/ eserva de Contingência AÇÕ CA Z00 eserva de Contingência - inanceira Z eserva de Contingência - inanceira - eserva de Contingência - ecursos para atendimento do art. 169, 1º, inciso da Constituição ederal AL - CAL AL - A 0 AL - AL C 16 A 2013 Autoriza a alienação de ações do B-Brasil e, pela nião, para o BB eguros articipações.a e a integralização de cotas dos fundos garantidores de que tratam os arts. 27 e 32 da Lei nº , de 30 de agosto de A A A ÚBLCA, no uso da atribuição que lhe confere o art. 84, caput, inciso V, alínea "a", da Constituição, e tendo em vista o disposto no art. 6º, caput, inciso, alínea "b" da Lei nº 9.491, de 9 de setembro de 1997, no art. 1º, caput, inciso, da Lei nº , de 10 de janeiro de 2011, e nas esoluções C nº 3, de 7 de abril de 2011, e C nº 3, de 16 de janeiro de 2013, do Conselho acional de esestatização, C A: Art. 1º ica a nião autorizada a alienar duzentas e doze mil, quatrocentas e vinte e uma ações ordinárias representativas do capital social do B-Brasil esseguros.a. - B-Brasil e ao BB eguros articipações.a., uma vez atendidas as condições estabelecidas no inciso do caput e no 1º do art. 1º da Lei nº , de 10 de janeiro de ste documento pode ser verificado no endereço eletrônico pelo código Art. 2º ica autorizada, a critério do inistro de stado da azenda, a integralização de cotas dos fundos garantidores de que tratam os arts. 27 e 32 da Lei nº , de 30 de agosto de 2012, mediante a transferência de ações ordinárias de emissão do B- Brasil e, excedentes ao necessário para a participação da nião no grupo de controle por acordo de votos. Art. 3º ste ecreto entra em vigor na data de sua publicação. Brasília, 16 de maio de 2013; 192º da ndependência e 125º da epública. LA uido antega É A LAÇÕ X C 16 A 2013 A A A ÚBLCA, no uso da atribuição que lhe confere o art. 84, caput, inciso XX, da Constituição, e na qualidade de rã-estra da rdem de io Branco, resolve V no Quadro rdinário da rdem de io Branco os seguintes iplomatas: A A Ã-CZ: mbaixador HAL A CHA VAA; mbaixador CLA C A AA; e mbaixadora LAA ZAB; A A A CAL: inistra A BAHL; e inistro HAL AC B; A A CA: Conselheiro LÍ LH AC A LVA; e Conselheira HLA AA AAA; A no Quadro rdinário da rdem de io Branco os seguintes iplomatas: A Ã-CZ: inistro B CL; A A CAL: inistra VA CA ALVAZ; inistro B ZA BAL A A CA; inistro CHL ALAA ; e inistro JÉ A A; A CA: Conselheira ÁCA AA A CAVALCA A; Conselheiro L A A; Conselheiro AA LVA CC; e Conselheiro ÁV ABL CAVALH A B; ocumento assinado digitalmente conforme n o -

67 º 94, sexta-feira, 17 de maio de A CAL: rimeiro ecretário H A AA; rimeira ecretária LVA BW; rimeiro ecretário CL AA AÇA; rimeiro ecretário BAZ A CA BAACHY ; e rimeiro ecretário Á AV ; A CAVAL: egundo ecretário JA KAYAK; e egunda ecretária CLAA AA BA BLL; V no Quadro uplementar da rdem de io Branco: A A Ã-CZ: HQ A ALV, residente da Câmara dos eputados; inistro JAQ B BABA, residente do upremo ribunal ederal; AC A A, inistro de stado da Ciência, ecnologia e novação; inistra CA LÚCA A CHA, inistra do upremo ribunal ederal e residenta do ribunal uperior leitoral; inistro Q CA LWAWK, Vice-residente do upremo ribunal ederal; e inistro JÃ A B A, residente do ribunal de Contas da nião; A no Quadro uplementar da rdem de io Branco: A Ã-CZ: LB JÉ VAA, inistro de stado do esenvolvimento Agrário; A VLL B B, inistro de stado das Cidades; LA CCC LVA, inistra de stado Chefe da ecretaria de olíticas para as ulheres da residência da epública; CA VA CH, overnador do stado da araíba; Almirante de squadra CAL A A, Chefe de Assuntos stratégicos do stado-aior Conjunto das orças Armadas; Almirante de squadra WL BABA A, ecretário de Ciência, ecnologia e novação da arinha; Almirante de squadra A BACLA LAL A, Comandante em Chefe da squadra; Almirante de squadra L L ÖB, Comandante do 1 o istrito aval; eneral de xército AA A JÚ, Chefe de Logística do inistério da efesa; eneral de xército JÃ CAL VLLA, Comandante de perações errestres do xército Brasileiro; eneral de xército JÃ ACC A, Comandante ilitar do este; enente-brigadeiro do Ar C L Ô, iretor-eral do epartamento de nsino da Aeronáutica; e enente-brigadeiro do Ar AAL LH, iretor- eral do epartamento de Controle do spaço Aéreo; XLA AA A A AC A A CAL: A HA CYL, eputado e embro da Assembleia acional da epública rancesa; inistro ZAVACK, inistro do upremo ribunal ederal; enador CA AÇ, residente da Comissão de elações xteriores e de efesa acional do enado ederal; eputada ÉA ALA, 1ª Vice-residente da Comissão de elações xteriores e de efesa acional da Câmara dos eputados; ajor-brigadeiro do Ar A ACHA LVA, Vice-Chefe do stado aior da Aeronáutica; ÁCA L, ecretária-xecutiva do inistério da Justiça; CAL A ABA, ecretário-xecutivo do inistério da revidência ocial; VA AA CLLA AL CHAV, ecretária-xecutiva do inistério do lanejamento, rçamento e estão; e ACC AA, ecretário-xecutivo do inistério do eio Ambiente; ste documento pode ser verificado no endereço eletrônico pelo código A CA: A AQ, Cônsul Honorário do Brasil em eshawar, aquistão; CLV BL, residente da iat Automóveis e do rupo iat/chrysler para América Latina; J- HY, Cônsul Honorária do Brasil em Busan, Coreia do ul; JÃ A, residente da Companhia da otícia - C; JL HA LVA KLH, iretor do epartamento de ecursos Hídricos do inistério do eio Ambiente; AA ÍLA LBA ACHC, residenta do Conselho acional de egurança Alimentar e utricional - Consea; A LA Z, residente do Conselho da undação Centro de studos Brasileiros - CB em Buenos Aires, Argentina; AA VA, Chefe de abinete da Vice-residência da epública; e HZ AKA, residente do wata hinkin Bank; A CAL: AA LLA A, Curador, editor e escritor; ALA L CA LVA, Atleta paraolímpico; AA V, rofessora de português do epartamento de Línguas odernas da lorida nternational niversity -, em iami, stados nidos da América; CAL AÉC AA, Jornalista; ajor ALL ACH BA, Ajudante de rdens da residenta da epública; Z Y, iretora de elações nternacionais da Coordenação de Aperfeiçoamento de essoal de ível uperior - CA; LA LVA CAAHÊ, Jornalista; LZABH AA A, Bibliotecária; elegada ÁA ZLA BAAL, Adida da olícia ederal junto à mbaixada do Brasil em aramaribo, uriname; JZ LV, úsico e empresário cultural; LA, Cantora; LAA BAA AAA, Jornalista; Capitão de Corveta LZ A A J, Ajudante de rdens da residenta da epública; AC VAA CA, ator e dramaturgo; Capitã de ar e uerra ACA B, Chefe da Ajudância de rdens da residência da epública; AA AL A, Jornalista; AAH ABLL CABAL Z, Judoca paraolímpica; É L ALA A, Jornalista; e ajor VAL ALKB BLHW J, Ajudante de rdens da residenta da epública; A CAVAL Capitã ALAA AYAA ZA, Ajudante de rdens da residenta da epública; CC a edalha da rdem de io Branco aos seguintes cidadãos brasileiros: uboficial ALXA LVA, ilitar do C2/AB, Assessoria de Cerimonial e ransportes; CALA, mpresária; e A A A A, Chefe da equipe de serviços gerais e limpeza do inistério das elações xteriores; CC a edalha da rdem de io Branco aos seguintes funcionários do inistério das elações xteriores: A L AA LA, ficial de Chancelaria; HÉL AAÚJ LB, ficial de Chancelaria; CÉLA L BBBA, ficial de Chancelaria; AL A, ficial de Chancelaria; VCA, ficial de Chancelaria; AA AQL BA B, ficial de Chancelaria; LÚCA A A A B, ficial de Chancelaria; e JAQ Í LH, Agente de Vigilância; CC a edalha da rdem de io Branco aos seguintes funcionários locais de issões iplomáticas brasileiras no exterior: KHA KA, Auxiliar Administrativo da mbaixada do Brasil em ova elhi, Índia; e ALXAA LKAVA VLKVA, Auxiliar de Apoio na mbaixada do Brasil em oscou, ússia. Brasília, 16 de maio de 2013; 192º da ndependência e 125º da epública. LA Antonio de Aguiar atriota C 16 A 2013 A A A ÚBLCA, no uso da atribuição que lhe confere o art. 84, caput, inciso XX, da Constituição, e na qualidade de rã-estra da rdem de io Branco, resolve V no Quadro rdinário da rdem de io Branco, os seguintes diplomatas: A A Ã-CZ: mbaixadora LA AA CH; e mbaixador HQ A LVA AHA ; A A A CAL: inistro L Ó LH; e A A CA: Conselheiro AL CHÔA B LH; A no Quadro rdinário da rdem de io Branco, os seguintes diplomatas: A Ã-CZ: inistra LAA A CA LVA LA e inistro A CACH 'LVA; A CA: Conselheiro AL CHA CYA; e A CAL: rimeiro ecretário LX BA BAA AA; rimeiro ecretário AL BAA A; e rimeiro ecretário ÔL LH A A V; V no Quadro uplementar da rdem de io Branco, ao grau de Comendador, H ZA, atriz, fundadora do eatro xperimental egro; A no Quadro uplementar da rdem de io Branco: A CA: AAA BABA, residenta do nstituto eira reta; AA ALA A LVA, iretora-xecutiva da Bitável e c n o l o g i a ; Y HQ LVA, ecretário-xecutivo Adjunto do inistério da azenda; LAV A LVA, ócio-undador da Bitável ecnologia; L, residente do rupo inesso Agropastoril Ltda; ZAL A A LVA, Vice-eitor da niversidade de trathmore, em airóbi, Quênia; C ÁCA A LVA K (C BA- A), bailarina clássica, precursora da dança afro-brasileira; LA L, eitora da niversidade da ntegração nternacional da Lusofonia Afro-Brasileira; KAZAA LA-ZA, residenta da Comissão da nião Africana; AL H, iretor de xportação da mpresa Laticínios irolez; AL LL, ecretário da ducação uperior do inistério da ducação; e AAA LACA AZ, ecretária de Comércio xterior do inistério do esenvolvimento, ndústria e Comércio xterior; A CAL: AA JÚ, Assessor special da ecretaria- xecutiva da Casa Civil da residência da epública; ocumento assinado digitalmente conforme n o -

68 º 94, sexta-feira, 17 de maio de 2013 AA AA ÇALV, scritora; A A A A LH, músico e poeta; CLA A, Assessora special do abinete da ecretaria do overno unicipal de ão aulo; AL AL H, iretor do epartamento de egociações nternacionais do inistério de esenvolvimento, ndústria e Comércio xterior; A JÉ CAA A, músico; A BCK J., Chefe do Laboratório de V igital da niversidade ackenzie; Coronel Y HÍ CHA, colaborador do projeto do Centro de reinamento de ficiais na uiné-bissau; JÉ LZ BLL L, écnico da mpresa Brasileira de esquisa Agropecuária - BAA em oçambique e Coordenador-eral do rograma AVAA; JLA L A, Assessor special da ecretaria xecutiva da Casa Civil da residência da epública; KABL AA, rofessor itular do epartamento de Antropologia da niversidade de ão aulo; LLA L HÁZ, rofessora e esquisadora do epartamento de História da niversidade de ão aulo; LÚCA HLA ZA, Assessora special da Câmara de Comércio xterior - Camex; AÁLA ÇA A (A'ÁLA), Cantora e compositora;, Consultor da ecretaria acional de ducação a istância do inistério da ducação; L CABAL CA, ecretário Adjunto da ecretaria de Assuntos nternacionais do inistério da azenda; HA CAVALCA CA, Analista de nteligência Comercial do úcleo África e riente édio da nidade de nteligência Comercial e Competitiva da Apex Brasil; e A ABAÉ, úsico malinês; CCALZAÇÃ BA C A CAVAL: BAZ L, Cantor, compositor e pesquisador da cultura afro-brasileira; e LA, úsico; CC a nsígnia da rdem de io Branco ao A-A; A no Quadro uplementar da rdem de io Branco, a título póstumo, as seguintes personalidades brasileiras: A A CAL: enador ABA AC, olítico, ativista, dramaturgo e pesquisador; A CAL: ZÓZ BLBL, cineasta. Brasília, 16 de maio de 2013; 192º da ndependência e 125º da epública. LA Antonio de Aguiar atriota CAÇÃ C o , 15 A 2013 (ublicado no iário ficial de 16 de maio de 2013, eção 1) a página 5, 1ª coluna, nas assinaturas, leia-se: LA, Antonio de Aguiar atriota e uido antega.. ACH A A A ÚBLCA A residência da epública o - 184, de 16 de maio de Comunica ao Congresso acional que a edida rovisória nº 613, de 7 de maio de 2013, foi retificada no iário ficial da nião de 16 de maio de o - 185, de 16 de maio de ncaminhamento ao upremo ribunal ederal de informações para instruir o julgamento da Ação ireta de nconstitucionalidade nº o - 186, de 16 de maio de estituição ao Congresso acional de autógrafos do projeto de lei que, sancionado, se transforma na Lei nº , de 16 de maio de ste documento pode ser verificado no endereço eletrônico pelo código o - 187, de 16 de maio de estituição ao Congresso acional de autógrafos do projeto de lei que, sancionado, se transforma na Lei nº , de 16 de maio de o - 188, de 16 de maio de enhor residente do enado ederal, Comunico a Vossa xcelência que, nos termos do 1 o do art. 66 da Constituição, decidi vetar parcialmente, por contrariedade ao interesse público, o rojeto de Lei n o 26, de 2012 (n o 7.528/06 na Câmara dos eputados), que "ispõe sobre o conflito de interesses no exercício de cargo ou emprego do oder xecutivo federal e impedimentos posteriores ao exercício do cargo ou emprego; e revoga dispositivos da Lei n o 9.986, de 18 de julho de 2000, e das edidas rovisórias n os , de 31 de agosto de 2001, e , de 4 de setembro de 2001". uvido, o inistério do lanejamento, rçamento e estão manifestou-se pelo veto aos seguintes dispositivos: Arts. 7º e 15 "Art. 7 o urante o período de impedimento de que trata o inciso do art. 6 o, não será devida por órgão ou entidade do oder xecutivo federal qualquer remuneração compensatória. 1 o s agentes públicos referidos nos incisos a V do art. 2 o não ocupantes de cargos efetivos poderão ser autorizados pela Comissão de Ética ública a receber valor equivalente ao da remuneração do cargo, quando caracterizada, a juízo da Comissão, a impossibilidade do exercício de atividade não conflitante com o desempenho das atribuições do cargo ou emprego por eles ocupado. 2 o pagamento de que trata o 1 o será de responsabilidade do órgão ou entidade ao qual o agente público se encontrava vinculado. 3 o s agentes que sejam servidores públicos ocupantes de cargos de provimento efetivo ou emprego público, se não tiverem assumido outro cargo ou se aposentado, reassumirão o exercício do cargo ou emprego de origem. 4 o A autorização referida no 1 o será concedida mediante requerimento do agente público, que deverá ser apreciado pela Comissão no prazo de até 30 (trinta) dias, com efeitos financeiros, em caso de deferimento, a contar da data do pedido." "Art. 15. icam revogados o art. 8 o da Lei n o 9.986, de 18 de julho de 2000, o art. 16 da edida rovisória n o , de 31 de agosto de 2001, e os arts. 6 o e 7 o da edida rovisória n o , de 4 de setembro de 2001." azões dos vetos "A vedação de que o oder xecutivo remunere o ex-ocupante de cargo ou emprego público durante o período de seis meses, no qual as restrições impostas pela lei podem vir a impedi-lo de trabalhar, não é razoável e pode levar a um desinteresse futuro na ocupação de funções públicas." Art. 14 "Art. 14. sta Lei entra em vigor na data de sua publicação." azões do veto "A lei inova substancialmente em relação à legislação atual e a vigência imediata não permite que os órgãos se adaptem adequadamente para sua implementação. veto faz com que o ato entre em vigor em quarenta e cinco dias, nos termos do art. 1 o do ecreto-lei n o 4.657, de 4 de setembro de Lei de ntrodução às normas do ireito Brasileiro." ssas, enhor residente, as razões que me levaram a vetar os dispositivos acima mencionados do projeto em causa, as quais ora submeto à elevada apreciação dos enhores embros do Congresso acional. o - 189, de 16 de maio de enhor residente do enado ederal, Comunico a Vossa xcelência que, nos termos do 1 o do art. 66 da Constituição, decidi vetar parcialmente, por contrariedade ao interesse público, o rojeto de Lei de Conversão n o 5, de 2013 ( n o 594/12), que "Altera a Lei n o , de 24 de novembro de 2009, quanto à autorização para concessão de subvenção econômica em operações de financiamento destinadas a aquisição e produção de bens de capital e a inovação tecnológica e em projetos de infraestrutura logística direcionados a obras de rodovias e ferrovias objeto de concessão pelo overno federal; altera a Lei n o , de 22 de outubro de 2007, quanto à concessão de subvenção econômica em operações destinadas a financiamentos a diferentes setores da economia; altera a Lei n o , de 25 de maio de 2011, quanto à concessão de subvenção econômica em financiamentos destinados a beneficiários localizados em unicípios atingidos por desastres naturais; altera as Leis n os , de 15 de setembro de 2011, 9.718, de 27 de novembro de 1998, e , de 20 de julho de 2007; prorroga os prazos previstos nas Leis n os , de 11 de junho de 2010, e , de 27 de maio de 2009". uvidos, os inistérios da azenda, do lanejamento, rçamento e estão e do esenvolvimento, ndústria e Comércio xterior manifestaram-se pelo veto aos seguintes dispositivos: 11 e seu inciso e 12 do art. 1 o Lei n o , de 24 de novembro de 2009, alterados pelo art. 1 o do projeto de lei de conversão " 11. ica a nião autorizada a subvencionar, na forma e no limite dispostos neste artigo, operações de financiamento que componham carteiras adquiridas pelo B de outras instituições financeiras, desde que tais operações: - tenham a mesma destinação prevista na alínea a do inciso do caput;" " 12. o montante adicional de recursos subvencionados a serem concedidos pelo Banco acional de esenvolvimento conômico e ocial - B, resultante da aplicação do disposto neste artigo, no mínimo 40% (quarenta por cento) deverá ser repassado às micro, pequenas e médias empresas." azões dos vetos "A redação dada ao 11 do art. 1 o da Lei n o , de 2012, limita a ação do rograma de ustentação do nvestimento -, já que a alteração promovida pela edida rovisória n o 600, de 28 de dezembro de 2012, ampliou a capilaridade do rograma. Além disso, não há necessidade de fixação de percentual mínimo de repasse de recursos em função do porte das empresas, uma vez que atualmente não existe demanda reprimida por recursos por parte das micro, pequenas e médias empresas. al medida teria como único efeito a redução da concessão de financiamento às demais empresas." s inistérios da azenda e do lanejamento, rçamento e estão opinaram, ainda, pelo veto ao dispositivo a seguir transcrito: Art. 4 o "Art. 4 o icam prorrogados até 31 de dezembro de 2013 os prazos previstos no 18 do art. 65 da Lei n o , de 11 de junho de 2010, e os prazos previstos no 12 do art. 1 o e no art. 7 o da Lei n o , de 27 de maio de o A existência de parcelamentos em curso nos termos das Leis n os , de 11 de junho de 2010, e , de 27 de maio de 2009, não impede o pagamento ou parcelamento de outros débitos, obedecidos o prazo mencionado no caput e as regras e condições fixadas nas referidas Leis, hipótese em que os procedimentos de consolidação e cobrança serão formalizados em processo administrativo autônomo. 2 o A extensão dos prazos de que trata o caput não se aplica às pessoas físicas e jurídicas que tenham tido o parcelamento rescindido após 1 o de janeiro de 2013, nos termos, respectivamente: - do 9 o do art. 1 o da Lei n o , de 27 de maio de 2009; - do 9 o do art. 65 da Lei n o , de 11 de junho de 2010." azões do veto "A reabertura de prazo do efis privilegiaria a inadimplência e implicaria em iniquidade com aqueles que aderiram ao rograma e mantiveram-se regulares em relação ao montante parcelado e ao pagamento dos débitos correntes. Além disso, a medida cria a expectativa de que haja periodicamente a instituição de parcelamento especial, estimulando o inadimplemento de obrigações tributárias." s inistérios da azenda, do lanejamento, rçamento e estão e de inas e nergia opinaram pelo veto ao seguinte dispositivo: Art. 5 o "Art. 5 o ica a nião autorizada a equalizar parte do custo de produção referente à safra 2011/2012 das unidades industriais produtoras de etanol que desenvolvam suas atividades nas áreas de atuação da uperintendência do esenvolvimento do ordeste - e da uperintendência do esenvolvimento da Amazônia - A. 1 o A equalização de que trata o caput será de $ 0,40 (quarenta centavos de real) por litro de etanol, produzido e comercializado na referida safra 2011/2012, concedida diretamente aos produtores de etanol ou por meio de suas cooperativas de comercialização ou sindicatos representativos da classe legalmente constituídos e devidamente registrados no inistério do rabalho e mprego. 2 o inistério da azenda e a Agência acional do etróleo, ás atural e Biocombustíveis - A estabelecerão em conjunto as condições operacionais para o pagamento, o controle e a fiscalização da concessão da equalização de que trata este artigo. ocumento assinado digitalmente conforme n o -

69 º 94, sexta-feira, 17 de maio de o A aplicação irregular ou o desvio dos recursos provenientes da equalização de que trata este artigo sujeitará o infrator à devolução, em dobro, do valor recebido, atualizado monetariamente, sem prejuízo das demais penalidades previstas em lei." azões do veto "A adoção da subvenção atenderia indiscriminadamente aos produtores da região, inclusive aqueles que obtiveram lucro no período. Além disso, o inistério da azenda anunciou recentemente medidas que incentivam a produção do setor de forma mais eficiente. or fim, a subvenção de que trata o dispositivo não está acompanhada da devida previsão de impacto financeiro e consequente indicação da origem dos recursos que financiarão essas despesas, em desconformidade com a Lei de esponsabilidade iscal." uvidos, também, os inistérios da ducação e do lanejamento, rçamento e estão manifestaram-se pelo veto ao seguinte dispositivo: Art. 6 o "Art. 6 o 1 o do art. 4 o da Lei n o , de 15 de setembro de 2011, passa a vigorar com a seguinte alteração: 'Art. 4 o... 1 o s eventuais saldos de recursos financeiros remanescentes na data da prestação de contas poderão ser utilizados para ressarcir o ente beneficiário que já houver feito gastos com recursos próprios ou poderão ser reprogramados para utilização em período subsequente, inclusive para objeto diverso do inicialmente estipulado, mantendo o objetivo original do plano de que trata esta Lei, nos termos definidos pelo Conselho eliberativo do....' ()" azões do veto "A utilização de recursos para outros objetos não aprovados anteriormente deve ser feita mediante análise específica, garantindo o monitoramento das ações e de sua execução financeira. Além disso, as transferências de recursos vêm sendo feitas tempestivamente, não se justificando a utilização destes para ressarcimento de gastos realizados previamente." s inistérios da azenda, do lanejamento, rçamento e estão e do rabalho e mprego opinaram, ainda, pelo veto ao dispositivo a seguir transcrito: Art. 8 o "Art. 8 o caput do art. 1 o da Lei n o , de 20 de junho de 2007, passa a vigorar com a seguinte alteração: 'Art. 1 o ica criado o undo de nvestimento do undo de arantia do empo de erviço - -, caracterizado pela aplicação de recursos do, destinado a investimentos em empreendimentos dos setores de aeroportos, armazéns e logísticas, hotelaria, energia, rodovia, ferrovia, hidrovia, porto e saneamento, de acordo com as diretrizes, critérios e condições que dispuser o Conselho Curador do....' ()" azões do veto "s empreendimentos adicionados relativos aos setores de armazéns e logística já são contemplados por investimentos do undo de arantia do empo de erviço na forma de investimentos em terminais e armazéns de cargas complementares aos empreendimentos nos setores de rodovia, ferrovia, porto e hidrovia. Além disso, a proposta amplia o foco de aplicação do -, colocando em risco investimentos nos setores previstos originalmente na Lei n o , de 20 de junho de 2007." XLA AA A A AC ssas, enhor residente, as razões que me levaram a vetar os dispositivos acima mencionados do projeto em causa, as quais ora submeto à elevada apreciação dos enhores embros do Congresso acional. o - 190, de 16 de maio de ncaminhamento ao enado ederal, para apreciação, do nome do enhor L ALA, inistro de egunda Classe da Carreira de iplomata do inistério das elações xteriores, para exercer o cargo de mbaixador do Brasil junto à epública Cooperativista da uiana. C A A - A L CAA CL ÇÃ AVA o - 1, 16 A 2013 CÁ CL, no uso das atribuições que lhe conferem o art. 1º da ortaria / nº 334, de 21 de novembro de 2012, tendo em vista o disposto no art. 2º, 3º do ecreto nº 5.480, de 30/6/2005, bem como o inciso X do art. 21 do Anexo do ecreto nº 7.688, de 2/3/2012, e ainda o art. 3º da ortaria C// nº 13, de 21/12/2012 e o art. 2º, caput, e parágrafo único, incisos V, V, V, X e X, da Lei nº 9.784, de 29 de janeiro de 1999; ste documento pode ser verificado no endereço eletrônico pelo código Considerando que a lei deve ser interpretada em harmonia com os princípios constitucionais da eficiência, interesse público, economicidade, proporcionalidade e razoabilidade, por meio da racionalização dos procedimentos administrativos; Considerando a necessidade de adoção de mecanismos preventivos e corretivos em situações de menor potencial ofensivo, resolve: Art. 1º ermo de Ajustamento de Conduta (AC) é o instrumento por meio do qual o servidor interessado declara estar ciente da irregularidade a que deu causa, culposa ou dolosamente, comprometendo-se a ajustar sua conduta em observância aos deveres e proibições previstas na legislação vigente. Art. 2º s órgãos e entidades vinculadas à residência da epública e à Vice-residência da epública, que estejam sob a supervisão, para fins de correição, da ecretaria de Controle nterno da residência da epública poderão, de ofício ou a pedido do interessado, nos casos de infração disciplinar de menor potencial ofensivo, firmar AC, desde que atendidos os requisitos previstos neste normativo. 1 ara os fins deste normativo, considera-se infração disciplinar de menor potencial ofensivo a inobservância aos deveres funcionais previstos no art. 116 da Lei nº 8.112/90, ou outros de natureza similar previstos em lei, regulamento ou norma interna, bem como a transgressão das proibições constantes dos incisos a V e XX, do art. 117 da Lei n 8.112/90. 2 ão serão consideradas infrações disciplinares de menor potencial ofensivo, os seguintes casos: - condutas relacionadas a licitações, execução de contratos administrativos ou transferências voluntárias; - condutas que justifiquem a imposição de sanção superior à de advertência, de acordo com o que prevê os arts. 128, 129 e 130 da Lei n 8.112/90; - existência de prejuízo ao erário; V - extravios ou danos a bem público, nos casos em que caiba a solução por meio de ermo Circunstanciado Administrativo; V - fatos que estiverem sendo apurados por meio de inquérito policial, inquérito civil, ação penal ou ação civil; V - concurso de infrações administrativas; e V - fatos acerca dos quais haja condenação perante o ribunal de Contas da nião - C. 3 quipara-se à inexistência de prejuízo ao erário aquele cujo valor seja igual ou inferior ao limite estabelecido como de licitação dispensável, nos termos do art. 24, inciso, da Lei nº 8.666, de 21 de junho de 1993, desde que promovido o ressarcimento pelo agente responsável. Art. 5 ão poderá ser firmado AC com o servidor que, nos últimos cinco anos, tenha sido apenado disciplinarmente ou gozado do benefício estabelecido por este normativo pela prática da mesma infração. Art. 6 AC será aplicado pela autoridade competente para instauração de procedimentos disciplinares. Art. 7 m sindicâncias e processos disciplinares em curso, presentes os requisitos prescritos nesta norma, e antes do indiciamento, a respectiva comissão poderá propor à autoridade competente o ajustamento de conduta como medida alternativa à continuidade da apuração e eventual aplicação da penalidade. Art. 8 ma vez firmado pelas partes, o AC será arquivado nos assentamentos funcionais do servidor, sendo que o seu descumprimento não poderá ser considerado como agravantes na análise de infrações futuras. arágrafo único. AC terá seu registro cancelado, após o decurso de 5 (cinco) anos, se o servidor não houver, nesse período, praticado nova infração disciplinar. Art. 9 Compete aos órgãos e entidades vinculadas à residência da epública e Vice-residência da epública: - autuar processo e manter registro atualizado da tramitação e resultado dos termos de ajustamento de conduta instituídos; - encaminhar dados consolidados e sistematizados, relativos ao andamento e aos resultados dos termos de ajustamento de conduta por elas formalizados, à ecretaria de Controle nterno semestralmente, ou quando solicitados. Art. 10. AC firmado sem os requisitos do presente normativo será declarado nulo, devendo ser instaurado imediatamente o procedimento disciplinar cabível. 1 A autoridade que conceder irregularmente o benefício deste normativo poderá ser responsabilizada na forma do Capítulo V do ítulo V da Lei n 8.112/90 2 s ermos de Ajustamento de Conduta poderão ser reexaminados, a qualquer tempo, pela ecretaria de Controle nterno, que poderá determinar a sua anulação e a instauração do competente procedimento administrativo disciplinar. Art. 11. AC será lavrado nos termos do modelo de formulário aprovado por este normativo. Art. 12. sta nstrução ormativa entra em vigor na data de sua publicação. J CLH L AC ÊCA A ÚBLCA AJA CA 1. Aos...(data),...(local), perante o... (autoridade competente), compareceu o servidor... (nome), matrícula nº..., lotado no serviço de..., doravante denominado simplesmente CÁ, para celebrar o presente ermo de Ajustamento de Conduta à vista das considerações que seguem. 2. Considerando que chegou ao conhecimento da... (autoridade competente), por intermédio do (espécie e número do documento oficial, ou referência à denúncia ou representação), conforme consta dos autos do processo n..., notícia de que...(narrar sinteticamente os fatos). 3. É firmado e aceito o presente AJA CA, regulado pelas seguintes cláusulas: Cláusula rimeira. Compromissário declara reconhecer a inadequação da sua conduta, compreendendo com isso a ciência do fato irregular acima descrito, e compromete-se a abster-se de praticá-la. Cláusula egunda. Compromissário compromete-se a ler e a cumprir o elenco de deveres e proibições a que está sujeito enquanto servidor público, bem como o Código de Ética e demais normativos legais e regulamentares sobre a matéria, inclusive regulamentações internas da... (especifica unidade). Cláusula erceira. Compromissário assume o dever de doravante, em situação similar, agir dentro das cautelas e formalidades exigidas pela disciplina e pela ética e, em caso de dúvida, aconselhar-se com os seus superiores hierárquicos. 4. Após a homologação do presente Compromisso, determina-se o arquivamento do expediente na pasta funcional no setor responsável. A AA CÁ C a rg o C a rg o AVCACA-AL A Ã CAA-AL AL AA o - 284, 2 A 2013 Acrescenta o 8º ao artigo 1º da ortaria nº 915, de 16 de setembro de CA-AL AL, no uso da atribuição que lhe conferem os incisos e V do 2º do art. 11 da Lei nº , de 2 de julho de 2002 e a ortaria A nº 990, de 16 de julho de 2009, e Considerando o disposto no espacho nº 100/2013/J/- C//A aprovado pelo enhor Advogado-eral da nião exarado no rocesso Administrativo nº / , resolve: Art. 1º Acresce o 8º ao art. 1º da ortaria nº 915, de 16 de setembro de 2009: "Art 1º º As delegações de competências previstas na ortaria A/A nº 1, de 12 de março de 2009, e na ortaria A/A nº 90, de 17 de março de 2009, referem-se, exclusivamente, aos acordos ou transações a ser realizados nas ações judiciais que tenham por objeto matéria específica de atividade fim das respectivas autarquias." (). Art. 2º sta ortaria entra em vigor na data de sua publicação. ACL QA A ocumento assinado digitalmente conforme n o -

70 CAA AÊCA AC A A Q AV Á ACÓÃ o A A Q C: / arte: BABK ACAÇÕ /A. menta: rata o presente Acórdão do exame do recurso administrativo requerido pela empresa Brasbunker articipações /A, CJ º / , contra a decisão da uperintendência de avegação arítima e de Apoio -, desta Agência, que não acatou o bloqueio oferecido pela recorrente, nos termos do processo em referência. Acórdão: Vistos, relatados e discutidos os presentes autos, na conformidade do voto objeto da Ata da 338ª eunião rdinária da iretoria Colegiada, realizada em 25 de abril de 2013, acordam os iretores da Agência acional de ransportes Aquaviários-AAQ, pelo conhecimento do recurso administrativo formulado pela empresa Brasbunker articipações /A e, no mérito, A-LH provimento, com a determinação de que se promova nova circularização limitando-se o prazo de mobilização em 180 (cento e oitenta) dias, tornando-se sem efeito o resultado obtido nos procedimentos de circularização de nº 135/2013, 136/2013, 138/2013 e 139/2013, realizados pela etrobras /A, com vistas a preservar o espírito da legislação de regência. A iretoria ainda determinou que a promova a imediata proposta de alteração dos instrumentos normativos correspondentes, fixando critérios objetivos para o horizonte temporal relativo ao "razo de obilização" para as embarcações objeto de procedimento de circularização. articiparam da reunião o iretor-eral ubstituto, edro Brito, o iretor, elator, ário ovia, o iretor ernando José de ádua Costa onseca, a rocuradora- eral ubstituta, Lisbete omes Araújo, e o ecretário-eral, Joelson eves iranda. Brasília-, 25 de abril de ste documento pode ser verificado no endereço eletrônico pelo código º 94, sexta-feira, 17 de maio de 2013 CCALZAÇÃ BA C B AC iretor-eral ubstituto Á VA iretor - elator A JÉ ÁA CA CA iretor ÊCA CALZAÇÃ CAÇÃ A A AAVA A ACH m de 9 de maio de 2013 rocesso nº / o CALZAÇÃ C- AÇÃ A A AAVA - A A AÊCA AC A AQA- VÁ - AAQ, no uso das atribuições que lhe são conferidas pelo egimento nterno desta Agência e, considerando análise dos fatos apurados, consignados no elatório inal, em decorrência do contido no referido rocesso Administrativo Contencioso implificado, instaurado em 17 de julho de 2012 pela rdem de erviço nº 0004/2012-, decide:. or não acolher o ecurso Administrativo impetrado pela empresa Á ALAZA -, CJ: / , que não trouxe novidades, nem tão pouco, compatibilidade com mérito em discussão, mantendo a penalidade aplicada de AVÊCA, pelo cometimento das infrações previstas nos incisos, XV e XV, do art. 23, da esolução nº AAQ.. ste espacho entra em vigor na data de sua publicação no iário ficial da nião. m 14 de maio de 2013 rocesso nº / o CALZAÇÃ C- AÇÃ A A AAVA - A A AÊCA AC A AQA- VÁ - AAQ, no uso das atribuições que lhe são conferidas pelo egimento nterno desta Agência e, considerando análise dos fatos apurados, consignados no elatório inal, em decorrência do contido no referido rocesso Administrativo Contencioso implificado, instaurado em 27 de abril de 2012 pela rdem de erviço nº 0011/2012-AL, decide:. or não conhecer o ecurso interposto pela - ÊCA A - contra a decisão desta C, posto que o processo encontra-se com trânsito em julgado e já ter sido oportunizado o direito de defesa da ré, ao tempo que se mantém integralmente a decisão exarada no espacho nº 09/ C, publicado em 24 de agosto de ste espacho entra em vigor na data de sua publicação no iário ficial da nião. B LVA H CAA A AÉC AA o - 21, 16 A 2013 A CH A CAA A AÉC A ÊCA A - ÚBLCA, interino, no uso de suas atribuições que lhe confere o inciso V do parágrafo único do art. 87 da Constituição, resolve Art. 1 o icam revogadas a ortaria AB/A n o 4, de 31 de julho de 2008, e a ortaria AB/A n o 11, de 27 de agosto de Art. 2 o sta ortaria entra em vigor na data de sua publicação. ACL C CAA AVAÇÃ CVL AÊCA AC AVAÇÃ CVL ÊCA AA A Á A AA o , 15 A 2013 Aprova a nstrução uplementar nº , evisão A. AA A- ÁA B A AÊCA AC AVAÇÃ CVL, no uso de suas atribuições outorgadas pelo Art. 41 do egimento nterno da AAC, aprovado pela esolução nº 110, de 15 de setembro de 2009, com alterações posteriores, pelo Art. 14 da esolução nº 30, de 30 de maio de 2008, com a redação que lhe foi dada pelo Art. 2º da esolução nº 162, de 20 de julho de 2010, e pelo Art. 18-A da esolução nº 30, incluído pela esolução nº 162 em seu Art. 3º, e considerando o disposto nos parágrafos e do BAC 108, e as responsabilidades estabelecidas no rograma acional de egurança da Aviação Civil Contra Atos de nterferência lícita (AVC) - ecreto nº 7.168, de 05 de maio de 2010, e tendo em vista o que consta no rocesso nº , resolve: Art. 1º Aprovar a nstrução uplementar nº , evisão A, intitulada "rograma de egurança do perador Aéreo (A)", que descreve procedimentos de segurança, de contingência e de comunicação aceitos pela AAC para o cumprimento dos requisitos contidos no egulamento Brasileiro da Aviação Civil nº 108, intitulado "egurança da Aviação Civil contra Atos de nterferência lícita - perador Aéreo". 1º A nstrução uplementar de que trata este artigo contém informação classificada como sigilosa, de grau de sigilo reservado, nos termos da Lei nº , de 18 de novembro de 2011, do ecreto nº 7.724, de 16 de maio de 2012, e da nstrução ormativa nº 70, de 30 de abril de º acesso, a divulgação e o tratamento da informação sigilosa ficarão restritos às pessoas com necessidade de conhecê-la, observados os procedimentos estabelecidos em regulamentação específica sobre a matéria. 3º ncluem-se entre as pessoas com necessidade de conhecimento da informação sigilosa: - representantes designados de operadores aéreos; - representantes designados de operadores de aeródromos; e - representantes designados de centros de instrução AVC. 4º As partes não classificadas como sigilosas da nstrução uplementar de que trata este artigo encontram-se publicadas no Boletim de essoal e erviço - B desta Agência (endereço eletrônico e igualmente disponíveis em sua página "Legislação" (endereço eletrônico na rede mundial de computadores. Art. 2º operador aéreo que, de acordo com as disposições do BAC 108, necessite apresentar um A à AAC, deverá fazêlo, em prazo não superior a 60 (sessenta) dias a partir da entrada em vigor desta ortaria. 1º programa de segurança de empresa aérea aprovado pela AAC e em vigor será considerado válido para efeitos da regularização do operador aéreo junto à AAC até a efetiva aprovação da primeira versão do A, desde que o operador aéreo atenda o prazo inicial de entrega do A estabelecido nesta ortaria e os demais prazos indicados em outras solicitações da AAC. 1 2º Conforme diretrizes estabelecidas no AVC, o operador aéreo deve aplicar os procedimentos preventivos de segurança previstos no A, realizando a transição, sem solução de continuidade, dos programas de segurança em vigor. Art. 3º sta ortaria entra em vigor em 30 (trinta) dias a contar de sua publicação. LA BZCZWK ÊCA AÇA AC AA o , 16 A 2013 Aprova a nstrução uplementar nº , evisão A. AÇA A- C A AÊCA AC AVAÇÃ CVL - AAC, no uso da atribuição que lhe foi conferida pelo art. 18-A da esolução nº 30, de 21 de maio de 2008, incluído pela esolução nº 162, de 20 de julho de 2010, e considerando o que consta do processo nº / , resolve: Art. 1º Aprovar, nos termos do Anexo desta ortaria, a nstrução uplementar nº , evisão A ( nº A), intitulada "rocedimentos para elaboração e utilização de anual de rocedimentos peracionais adronizados ()". arágrafo único. A nstrução de que trata este artigo encontrase publicada no Boletim de essoal e erviço - B desta Agência (endereço eletrônico e igualmente disponível em sua página "Legislação" (endereço eletrônico na rede mundial de computadores. Art. 2º sta ortaria entra em vigor na data de sua publicação. WA WLLA ZA A ÊCA AL AVAÇÃ AL AA 16 A 2013 AL AVAÇÃ AL, no uso das atribuições outorgadas pelo inciso X do artigo 8º da Lei , de 27 de setembro de 2005; tendo em vista o que consta do inciso X do artigo 48 do egimento nterno da Agência acional de Aviação Civil, aprovado pela esolução n 110, de 15 de setembro de 2009, com as alterações posteriores; e considerando o disposto na ortaria 2.449/, de 16 de dezembro de 2011, publicada no Boletim de essoal e erviço de 16 de dezembro de 2011, resolve: o Homologar o Curso de iloto rivado Avião - (A), parte prática, pelo período de 05 (cinco) anos, da scola de Aviação Civil, no io de Janeiro - J; rocesso nº / ; e o Homologar os cursos de iloto Comercial Avião/, iloto Comercial Helicóptero e Voo por nstrumentos, parte teórica, desenvolvidos na modalidade de ducação a istância, pelo período de 5 (cinco) anos, da AC.C scola de Aviação Civil Ltda., em olândia - ; rocesso nº / inteiro teor das ortarias acima encontra-se disponível no sítio da AAC na rede mundial de computadores - endereço h t t p : / / w w w. a n a c. g o v. b r. AL CA QA A LVA ÊCA VLÂCA AÇÕ AVAÇÃ AL AA o , 16 A 2013 a suspensão do Certificado de Homologação de mpresa de ransporte Aéreo. VLÂCA AÇÕ AVAÇÃ AL B, no uso de suas atribuições outorgadas pela ortaria º 925, de 10 de maio de 2012, nos termos dispostos no egulamento Brasileiro de Aviação Civil - BAC Certificação; peradores egulares e ão-egulares, e com fundamento na Lei nº 7.565, de 19 de dezembro de 1986, que dispõe o Código Brasileiro de Aeronáutica, resolve: Art. 1º - atificar a suspensão, cautelar, do Certificado de Homologação de mpresa de ransporte Aéreo (CHA) n o CZ-01-01, emitido em 28 de setembro de 2006, em favor de Aerotop áxi Aéreo Ltda, determinada nos termos da decisão proferida no processo administrativo n.º / e em virtude das não conformidades listadas no /2013/VA- ///C, datado de 10/05/2013 e por não atender a eção (d) do BAC 119, comunicada à interessada em 14 de maio de 2013 por meio do 121 n.º 23/2013/VA/A/. CA BCHAA LAL ocumento assinado digitalmente conforme n o -

71 º 94, sexta-feira, 17 de maio de inistério da Agricultura, ecuária e Abastecimento CAA VLV ACÁ CAV VÇ AC ÇÃ CLVA CÃ o - 25, 15 A 2013 Coordenador do erviço acional de roteção de Cultivares, em cumprimento ao disposto no 7 do art. 18 da Lei n 9.456/97 e pelo ecreto n 2.366/97, os pedidos de proteção de cultivar das espécies relacionadas. ÉC AÇÃ A CL C L VA lycine max (L.) err /2012 lycine max (L.) err. B ertúlia /2009 lycine max (L.) err. B ordilha / 2011 lycine max (L.) err. etuno /2007 lycine max (L.) err / 2011 lycine max (L.) err /2010 lycine max (L.) err /2010 lycine max (L.) err. C /2012 lycine max (L.) err. C /2012 lycine max (L.) err. C /2012 lycine max (L.) err /2012 Lolium L. otro / 2011 ica aberto o prazo de 60 (sessenta) dias para recurso, contados da publicação desta.. ABÍC AAA A inistério da Ciência, ecnologia e novação AÊCA ACAL BALA LÇÃ o - 1-C, 15 A 2013 A AÊCA ACAL BAL- A, no uso das atribuições que lhe confere o Artigo 3º da Lei 8.854, de 10 de fevereiro de 1994 e tendo em vista o disposto no artigo 10 do Conselho uperior da AB, resolve: 1. Aprovar, ad-referendum, as bases operacionais do rograma CAVA, (objetivos, metas, estrutura de gestão, metodologia de acompanhamento e avaliação), conforme consubstanciadas no ocumento Base em Anexo. 2. sta resolução revoga a esolução nº 39 - C, de 19 de abril de 1999, publicada no iário ficial de 22 de abril de 1999, e a ortaria nº 33 - AB, de 20 de setembro de 2006, publicada no de 22 de setembro de sta esolução entrará em vigor na data de sua publicação. JÉ A BAA CLH AX AÊCA ACAL BALA - AB AA CAVA C BA 1. bjetivo rograma icrogravidade tem por objetivo colocar ambientes de microgravidade à disposição da comunidade técnico-científica brasileira, provendo meios de acesso e suporte técnico para a viabilização de experimentos nesses ambientes. 2. strutura operacional rograma icrogravidade tem uma estrutura operacional composta por: uma Comissão de Coordenação; uma erência; nstituições xecutoras; nstituições articipantes; e Assessores écnicos. 3. Comissão de Coordenação A Comissão de Coordenação do rograma icrogravidade - CC, é um colegiado de assessoramento à Agência spacial Brasileira, que tem como objetivo a coordenação geral do rograma Atribuições Cabe especificamente à Comissão de Coordenação:. aprovar a programação de atividades;. propor e aprovar issões;. apreciar propostas orçamentárias e detalhar a aplicação dos recursos disponibilizados; V. estabelecer procedimentos e diretrizes para execução do rograma; XLA AA A A AC ste documento pode ser verificado no endereço eletrônico pelo código V. aprovar Anúncios de portunidades para execução de experimentos; V. propor, apreciar e acompanhar ações cooperativas com instituições estrangeiras e internacionais; V. aprovar os experimentos para embarque em cada issão; V. efetuar gestões quanto a atuação das nstituições xecutoras; X. estabelecer grupos de trabalho "ad hoc" para apreciar temas específicos; X. acompanhar a realização das issões e analisar os resultados dos experimentos; e X. apreciar relatórios da erência do rograma, para encaminhamento à residência da AB Composição A Comissão de Coordenação será composta por um representante de cada uma das seguintes instituições: Agência spacial Brasileira - AB, que a presidirá; nstituto de Aeronáutica e spaço do epartamento de Ciência e ecnologia Aeroespacial - CA/A; e representantes dos cursos de engenharia aeroespaciais. s membros da Comissão de Coordenação serão designados pelo residente da AB, por anuência do irigente áximo das respectivas instituições. A critério das instituições que representam, os membros da Comissão de Coordenação poderão ter suplentes, que os substituirão em seus impedimentos. erente do rograma participará das reuniões da Comissão de Coordenação, secretariando-as, com direito à voz uncionamento. A Comissão de Coordenação se reunirá ordinariamente a cada semestre e extraordinariamente quando convocada por seu residente. As decisões da Comissão de Coordenação serão tomadas, sempre que possível, por consenso. Quando o consenso não for obtido, será por votação, cabendo ao seu residente o voto de desempate, e podendo seus membros justificarem seus votos. Caberá ao residente da Comissão de Coordenação convocar suas reuniões e representá-la frente ao residente da AB e às nstituições xecutoras e articipantes. Questões urgentes e objetivas poderão, caso não haja objeção de nenhum dos membros, ser decididas por consulta do residente, por mensagem eletrônica. 4. erência do rograma 4.1. esignação A erência do rograma será exercida por um erente, servidor da AB, designado pelo residente da AB Atribuições Caberá especificamente ao erente do rograma:. conduzir as atividades aprovadas, providenciando os procedimentos administrativos e legais para sua execução;. acompanhar a preparação dos voos e dos experimentos a serem embarcados, providenciando os insumos e apreciando as alterações solicitadas;. propor à Comissão de Coordenação a programação de atividades, bem como alterações na aprovada; V. elaborar propostas de Anúncio de portunidades; V. preparar, enviar convocatórias e acompanhar as decisões da Comissão de Coordenação; V. coordenar os preparativos de campanhas de lançamento de foguetes e embarque de experimentos em voos orbitais e suborbitais; V. sugerir projetos de dispositivos para a realização de experimentos em microgravidade; V. analisar e encaminhar à Comissão de Coordenação propostas de parcerias, e acompanhar as aprovadas; e X. elaborar relatórios de execução do rograma. 5. nstituições xecutoras rograma icrogravidade será desenvolvido cooperativamente pela Agência spacial Brasileira - AB; e pelo nstituto de Aeronáutica e spaço do epartamento de Ciência e ecnologia Aeroespacial - CA/A, denominadas "nstituições xecutoras"; e pelos cursos de engenharia aeroespaciais Atribuições Compete especificamente a nstituição xecutora:. à AB - coordenar a execução do rograma; relacionar-se com agências espaciais, bem como com instituições de fomento técnico-científico no que concerne às atividades do rograma, particularmente na disponibilização de ambientes de microgravidade; contratar a produção de dispositivos para realização de experimentos; financiar, ainda que parcialmente, o desenvolvimento de dispositivos e experimentos; e programar e acompanhar a realização de vôos, bem como analisar os resultados; definir critérios técnicos para o embarque de experimentos e acompanhar seu desenvolvimento;. aos cursos de engenharia aeroespaciais - propor critérios e metodologias para apreciação do mérito técnico-científico dos experimentos propostos, bem como para a análise de seus resultados;. ao CA/A - disponibilizar veículos para a realização dos experimentos; definir critérios técnicos para o embarque de experimentos e acompanhar seu desenvolvimento; relacionar-se com agências espaciais para estabelecer requisitos de embarque dos experimentos; e propor e acompanhar o desenvolvimento de dispositivos para realização dos experimentos; e analisar a execução dos experimentos. 6. nstituições articipantes ão denominadas "nstituições articipantes" as instituições que tenham experimentos aprovados para voo, ou responsáveis pelo desenvolvimento de projeto. 7. Assessores écnicos ão denominados "Assessores écnicos" especialistas pertencentes aos quadros das nstituições xecutoras, ou cedidos por instituições terceiras, para assessorarem, de forma permanente ou temporal, a Comissão de Coordenação ou a erência do rograma. 8. xecução do rograma A execução do rograma icrogravidade é realizada por meio de issões, rojetos de dispositivos e de xperimentos selecionados por meio de Anúncios de portunidades. 8.1 issões issões são voos específicos destinados à realização de experimentos de microgravidade. 8.2 rojetos de dispositivos rojetos de dispositivos são ações com o objetivo de realizar desenvolvimentos destinados a realização de experimentos em microgravidade. 8.3 xperimentos xperimentos são processos físicos, químicos e biológicos aprovados para realização em determinada issão, por meio de dispositivos adequados, submetidos aos efeitos da microgravidade. 9. eleção dos xperimentos A seleção dos experimentos será realizada segundo procedimentos de análise técnico-científica, entre propostas recebidas em decorrência de Anúncio de portunidades. 9.1 Anúncio de portunidades - A Anúncio de portunidades é um edital publicado e amplamente divulgado, no qual são estabelecidas as condições para apresentação de propostas de xperimentos para voo em issões específicas. o Anúncio de portunidades devem constar, obrigatoriamente, as seguintes informações:. descrição da(s) issão(ões) à(s) qual(is) se refere o A;. detalhamento dos recursos que serão disponíveis para a realização dos experimentos, dos requisitos técnicos e restrições, das regras e calendários para recepção das propostas, para seleção para inclusão na(s) issão(ões), para desenvolvimento dos experimentos, e para embarque e voo;. possibilidades de financiamentos, indicando limites, regras, insumos permitidos e contrapartidas exigidas; V. exigências, tais como de treinamento, cumprimento de regras de segurança e de calendários estabelecidos, de apresentação de relatórios e demais documentação a respeito do experimento, bem como de assinatura de ermo de esponsabilidade pela nstituição roponente; e V. critérios de avaliação das propostas. s As deverão ser amplamente divulgados, inclusive na página da AB na nternet, com uma antecedência mínima de 60 (sessenta) dias da data limite para o recebimento das propostas, e não poderão ser alterados em prazo inferior a 30 (trinta) dias dessa data. 9.2 nstituições roponentes - omente poderão apresentar propostas para a realização de experimentos instituições brasileiras de pesquisa e ensino superior, isoladamente, em consórcio, ou associadas. esse último caso, poderão ser incluídas instituições estrangeiras, mas sem possibilidade de financiamento pelo rograma. ssas instituições são denominadas "nstituições roponentes". 9.3 erente de xperimento As nstituições roponentes deverão designar um nvestigador rincipal para o experimento proposto, que deverá, obrigatória e oficialmente, pertencer a seu quadro funcional. o caso da proposta ser aprovada, o nvestigador rincipal será o erente do xperimento, com o qual se relacionará a erência do rograma. 9.4 ropostas As propostas deverão ser apresentadas por uma nstituição roponente, como definida no item 9.2 e cada proposta deve se referir a um único experimento, podendo, entretanto, uma mesma nstituição roponente apresentar mais de uma proposta. As propostas deverão seguir, rigorosamente, o estabelecido no A e conter, obrigatoriamente, os seguintes dados:. objeto do experimento e resultados esperados;. descrição e concepção preliminar do experimento;. equipe participante do experimento, especificando atribuições, qualificações e relacionamento com a nstituição roponente; V. designação do nvestigador rincipal; V. infra-estrutura disponível na nstituição roponente para desenvolvimento do experimento; ocumento assinado digitalmente conforme n o -

72 º 94, sexta-feira, 17 de maio de 2013 V. necessidade de financiamento para preparação do experimento para embarque, especificando os insumos necessários (equipamento e material permanente, material de consumo, passagens e diárias e serviços de terceiros etc...), justificando suas necessidades, não sendo aceitas quaisquer solicitações para pagamento de pessoal, direta ou indiretamente, vinculado à nstituição roponente, nem destinados à participação em congressos, simpósios ou quaisquer outros eventos abertos; e V. declaração de ter conhecimento dos termos do A e deste ocumento Base e de estar de acordo com os mesmos. As propostas deverão, unicamente, serem enviadas à AB por meio eletrônico para endereço constante no A. 9.5 rocesso de eleção processo de seleção das propostas recebidas será realizado em duas etapas, a primeira eliminatória e a segunda classificatória, e será realizado pela erência do rograma com a participação de Assessores écnicos.. rimeira tapa - esta tapa, eliminatória, será analisado o enquadramento das propostas ao A, primordialmente quanto à viabilidade técnica de realização do experimento nas condições do ambiente de microgravidade disponíveis na issão (tecnologia envolvida, adequação à infra-estrutura disponível a bordo, e requisitos de segurança), capacidade humana e técnica para desenvolver o experimento nos prazos estabelecidos, e possibilidade de atendimento ao financiamento solicitado. elação das propostas recebidas, indicando ter sido aprovada ou não, e com breve justificativa da decisão será encaminhada à Comissão de Coordenação para ratificação.. egunda tapa - esta tapa, classificatória, as propostas aprovadas serão ordenadas, de acordo com o mérito científico do experimento, capacidade da nstituição roponente de desenvolver o experimento proposto, nível de qualificação da equipe e disponibilidade orçamentária em face aos recursos solicitados. esta tapa poderão ser mantidos contatos entre a erência do rograma e a nstituição roponente, inclusive realizadas visitas técnicas. elação dos experimentos aprovados, em ordem classificatória, será encaminhada à Comissão de Coordenação para aprovação. 9.6 Aprovação A aprovação dos experimentos a serem embarcados em uma issão específica, será feita pela Comissão de Coordenação, tendo como base a proposta encaminhada pela erência do rograma. As nstituições roponentes que tiverem experimentos aprovados, serão denominadas "nstituições articipantes" e o "nvestigador rincipal", denominado "erente de xperimento" 10 xecução dos experimentos desenvolvimento dos experimentos, bem como seu embarque e voo, serão executados de forma descentralizada, sob a supervisão do erente do rograma. s erentes de xperimentos assinarão um ermo de Compromisso relativo ao experimento, no qual declararão concordar com as condições estabelecidas para o desenvolvimento e demais condições operacionais. 11 Acompanhamento A erência do rograma deverá acompanhar, com a participação de Assessores écnicos, o desenvolvimento dos experimentos, preparativos para o vôo, embarque dos experimentos, realização do voo e análise de resultados, informando à Comissão de Coordenação qualquer obstáculo identificado. Como componentes do processo de acompanhamento, poderão ser solicitados aos erentes de xperimentos relatórios de andamento, bem como realizadas visitas técnicas às nstituições articipantes. Anualmente, será realizado um ncontro entre os embros da Comissão de Coordenação, erência do rograma, erentes de xperimentos e Assessores écnicos, para apresentação de resultados alcançados e análise da execução do rograma, salientando-se os obstáculos encontrados e sugestões para seu aperfeiçoamento. 12 ivulgação A divulgação das ações e resultados do rograma é de responsabilidade da AB, segundo diretrizes estabelecidas pela Comissão de Coordenação e executada por meio da Coordenação de Comunicação ocial da AB. ntretanto, as demais "nstituições xecutoras" e "nstituições articipantes" poderão realizar ações de divulgação do rograma e de seus resultados, coordenadamente com a erência do rograma. 13 ropriedade ntelectual o caso dos experimentos realizados gerarem objetos passíveis de direitos relativos à propriedade intelectual, será aplicada a seguinte regra: "As vantagens auferidas com a exploração de produtos e processos desenvolvidos em decorrência de experimentos realizados em voo patrocinado pelo rograma icrogravidade, e que sejam passíveis de patenteamento ou de registro, segundo as Leis 9.279/96 e 9.610/98, bem como os demais instrumentos normativos que definam a forma e as condições dessas vantagens, pertencerão, em partes iguais à AB e à nstituição articipante, assegurada a participação aos responsáveis pelo desenvolvimento dos experimentos, até o limite de um terço do valor das vantagens, comprovadamente auferidas, podendo a AB, por decisão de seu Conselho uperior, e atendimento ao interesse coletivo, renunciar ao direito que lhe couber em favor da respectiva nstituição articipante, visando fomentar à geração de patentes nacionais na área espacial, sendo sempre resguardada a titularidade das criações intelectuais." 14 lano de Ação CCALZAÇÃ BA C ste documento pode ser verificado no endereço eletrônico pelo código Anualmente, a erência do rograma elaborará um lano de Ação para o rograma, detelhando as ações a serem executadas e o respectivo cronograma, o qual será submetido à Comissão de Coordenação. 15 ituações não previstas. As situações não previstas no presente ocumento serão encaminhadas pelo residente da Comissão de Coordenação para serem apreciadas pelo residente da AB. CÃ ÉCCA AC BAÇA XA AC ÉCC º 3.611/2013 residente da Comissão écnica acional de Biossegurança - CBio, no uso de suas atribuições e de acordo com o artigo 14, inciso XX, da Lei /05 e do Art. 5º, inciso XX do ecreto 5.591/05, torna público que na 162ª eunião rdinária ocorrida em 16/05/2013, a CBio apreciou e emitiu parecer técnico para o seguinte processo: rocesso nº: / equerente: Ceres ementes do Brasil Ltda CJ: / ndereço: ua Bernardino de Campos 98-14º. Andar - araíso - Assunto: Alteração da Comissão nterna de Biossegurança - CBio ecisão: A CBio, após análise de alteração de CBio, concluiu pelo. A nova composição da CBio da instituição passa a ser: aulo B. Lavrik (residente); José arcelo unes da ocha, Jefferson Henrique omes alvino; ábio Anklan rank, Amir José Klein Werle. o âmbito das competências do art. 14 da Lei /05, a CBio considerou que a nova composição possui experiência para considerar a legislação pertinente que visa garantir a biossegurança do meio ambiente, agricultura, saúde humana e animal. A CBio esclarece que este extrato não exime a requerente do cumprimento das demais legislações vigentes no país, aplicáveis ao objeto do requerimento. A íntegra deste arecer écnico consta do processo arquivado na CBio. nformações complementares ou solicitações de maiores informações sobre o processo acima listado deverão ser encaminhadas por escrito à ecretaria xecutiva da CBio. LÁV A LH XA AC ÉCC º 3.612/2013 residente da Comissão écnica acional de Biossegurança - CBio, no uso de suas atribuições e de acordo com o artigo 14, inciso XX, da Lei /05 e do Art. 5º, inciso XX do ecreto 5.591/05, torna público que na 162ª eunião ordinária, realizada em 16 de maio de 2013, a CBio apreciou e emitiu parecer técnico para o seguinte processo: rocesso nº / equerente: robiom ecnologia - esquisa e esenvolvimento xperimental em Ciências ísicas e aturias Ltda. róton: 54197/12 CQB: 339/2012 ndereço: ua adre omingos iovanini, prédio 05 entrada pela ua Latino Coelho. arque aquaral. C: C a m p i n a s /. Assunto: olicitação de xtensão de CQB para instalações atividades com s da classe de risco biológico em Larga escala. xtrato révio: 3464/2013, ublicado no.. o. 12, 17 de janeiro de ecisão: : A CBio, após apreciação do processo de solicitação de arecer écnico para extensão de Certificado de Qualidade de Biossegurança, conclui pelo deferimento nos termos deste parecer técnico. A responsável legal pela robiom ecnologia - esquisa e esenvolvimento xperimental em Ciências ísicas e aturais Ltda, ra. racema de liveira orais, solicita à CBio parecer técnico para extensão do Certificado de Qualidade em Biossegurança (CQB) para as instalações dos laboratórios da empresa para as atividades de pesquisa em regime de contenção, transporte, descarte, armazenamento de organismos geneticamente modificados do grupo em larga escala. As instalações a serem credenciadas estão localizadas no seguinte endereço: rédio da undação André osello, ua adre omingos iovanini, prédio 05 entrada pela ua Latino Coelho. arque aquaral. C: Campinas/. organismo a ser manuseado pela empresa nestas instalações são algas da espécie rothoteca moriformis, geneticamente modificada com genes da Chlamydomonas reinhardtii, accharomyces cerevisiae e Chlorella vulgaris. responsável pela unidade operativa será o r. odrigo de liveira oraes e este declara que as instalações contam com salas e equipamentos úteis em nível de biossegurança adequado às atividades propostas. processo descreve as condições de biossegurança das áreas a serem cadastradas, as medidas de biossegurança propostas para o laboratório e a qualificação da equipe de pesquisadores envolvida no projeto, bem como a declaração formal do responsável assegurando que as condições descritas no processo são apropriadas à realização dos projetos propostos. o âmbito das competências conferidas pela Lei /05, e regulamentadas pelo ecreto 5.591/2005, a Comissão considerou que os protocolos experimentais e as demais medidas de biossegurança propostas atendem às normas da CBio e à legislação pertinente que visam garantir a biossegurança do meio ambiente, agricultura, saúde humana e animal. A CBio esclarece que este extrato não exime a requerente do cumprimento das demais legislações vigentes no país, aplicáveis ao objeto do requerimento. A íntegra deste arecer écnico consta do processo arquivado na CBio. nformações complementares ou solicitações de maiores informações sobre o processo acima listado deverão ser encaminhadas por escrito à ecretaria xecutiva da CBio. LÁV A LH XA AC ÉCC º 3.613/2013 residente da Comissão écnica acional de Biossegurança - CBio, no uso de suas atribuições e de acordo com o artigo 14, inciso XX, da Lei /05 e do Art. 5º, inciso XX do ecreto 5.591/05, torna público que na 162ª eunião ordinária, realizada em 16 de maio de 2013, a CBio apreciou e emitiu parecer técnico para o seguinte processo: rocesso nº: / equerente: V Brasil - esquisa e esenvolvimento Ltda. CJ: / róton: 49809/12 ndereço: Alameda Araguaia, º andar - Alphaville ndustrial - Barueri - - C Assunto: olicitação de parecer para concessão de Certificado de Qualidade em Biossegurança para Laboratórios da instituição. xtrato révio: 3127/2012, ublicado no.. o. 246, 21 de dezembro de ecisão: CQB concedido: 358/2013 : A CBio, após apreciação da solicitação de arecer écnico para concessão de Certificado de Qualidade de Biossegurança, conclui pelo deferimento nos termos deste parecer técnico. esponsável Legal pela empresa V Brasil - esquisa e esenvolvimento Ltda., r. ilson Zaramela Boeta, solicita à CBio parecer técnico para concessão de Certificado de Qualidade em Biossegurança para instalações com nível de biossegurança B-1 para desenvolver atividades de pesquisa em regime de contenção, transporte, avaliação de produto, descarte, armazenamento e detecção com organismos geneticamente modificados da classe de risco. As instalações a serem credenciadas no CQB são denominadas: Laboratório geral de análises e fermentação e Laboratório de microbiologia, localizadas no endereço: Alameda Araguaia, º andar - Alphaville ndustrial - Barueri - - C , sob a responsabilidade do r. ernando egato. s organismos a serem manipulados nessas instalações são linhagens comerciais da levedura accharomyces cerevisiae. responsável técnico declara que os laboratórios dispõem de infraestrutura adequada e pessoal técnico capaz de gerir o risco associado à atividade proposta. processo descreve as condições de biossegurança das áreas a serem cadastradas, as medidas de biossegurança propostas para o laboratório e a qualificação da equipe de pesquisadores envolvida no projeto, bem como a declaração formal do responsável assegurando que as condições descritas no processo são apropriadas à realização dos projetos propostos. o âmbito das competências conferidas pela Lei /05, e regulamentadas pelo ecreto 5.591/2005, a Comissão considerou que os protocolos experimentais e as demais medidas de biossegurança propostas atendem às normas da CBio e à legislação pertinente que visam garantir a biossegurança do meio ambiente, agricultura, saúde humana e animal. A CBio esclarece que este extrato não exime a requerente do cumprimento das demais legislações vigentes no país, aplicáveis ao objeto do requerimento. A íntegra deste arecer écnico consta do processo arquivado na CBio. nformações complementares ou solicitações de maiores informações sobre o processo acima listado deverão ser encaminhadas por escrito à ecretaria xecutiva da CBio. LÁV A LH ACH m 16 de maio de 2013 residente da Comissão écnica acional de Biossegurança - CBio, no uso de suas atribuições e de acordo com o artigo 14, inciso XX, da Lei /05 e do Art. 5º, inciso XX do ecreto 5.591/05, torna público, após decisão ocorrida na 162ª eunião rdinária da CBio em 16/05/2013, foi deferido, a pedido da interessada, o cancelamento do processo de Liberação lanejada no meio ambiente / LÁV A LH ocumento assinado digitalmente conforme n o -

73 XLA AA A A AC AL AL AÇÃ CLAL ALA AA º 66, 16 A 2013 nstitui Comitê estor do arque emorial Quilombo dos almares e dá outras providências A AÇÃ CLAL ALA-, no uso das atribuições que lhe confere o art. 18,, do ecreto n.º 6.853, de 15 de maio de 2009, publicado no iário ficial da nião de 18 de maio de 2009 e; Considerando a necessidade de implantação de medidas de controle, monitoramento fiscalização no âmbito do arque emorial Quilombo dos almares-q; Considerando que o efetivo funcionamento do Comitê estor é indispensável para desenvolvimento de atividades contínuas e permanentes no arque emorial Quilombo dos almares, de maneira a conferir máxima efetividade ao sentido cultural e histórico do Q; Considerando que a erra da Barriga está inscrita no Livro de ombamento Arqueológico, tnográfico e aisagístico do nstituto do atrimônio Histórico e Artístico acional - HA; ste documento pode ser verificado no endereço eletrônico pelo código º 94, sexta-feira, 17 de maio de Considerando o disposto do art. 216, 1º e 5º da Constituição ederal de 1988 e o Art. 1º do ecreto-lei n.º 25/1937; CAA AVAL inistério da Cultura Considerando que o ecreto n.º , de 21 de março de AA o -. 41, 13 A declarou a erra da Barriga, em união dos almares, como onumento acional, resolve: CÁ AVAL É AÊCA AC CA Art. 1º - Constituir o Comitê estor do arque emorial A CLA, no uso das atribuições legais que lhe confere a ortaria 952 de 21 de dezembro de 2012, e em cumprimento ao AA o - 26, 14 A 2013 Quilombo dos almares(q), coordenado pela undação Cultural disposto na Lei 8.313, de 23 de dezembro de 1991, ecreto nº 5.761, almares com as seguintes finalidades: de 27 de abril de 2006, edida rovisória nº , de 06 de - A AÊCA AC -Acompanhar, fiscalizar e propor atividades para o Q. setembro de 2001, resolve: CA - AC, no uso das atribuições que lhe conferem os -onitorar os processos de implantação e implementação Art. 1º Aprovar os projetos audiovisuais, relacionados no incisos e X do art. 13 do anexo do ecreto n o , de 07 de de atividades no Q. anexo, para os quais os proponentes ficam autorizados a captar fevereiro de 2002 e o disposto nos incisos e, do art. 14 do -ropor estratégias para articulação de programas e ações recursos, mediante doações ou patrocínios, nos termos do Art. 18 da egimento nterno da AC e, considerando o disposto na Lei n.º do overno ederal, stadual e unicipal para o Q. Lei nº 8.313, de 23 de dezembro de 1991, com a redação dada pelo , de 23 de março de 2012; o ecreto n.º 7.729, de 25 de maio V-laborar o egimento nterno do Q, definindo quais Art. 53, alínea f, da edida rovisória nº , de 06 de setembro de 2012; a nstrução ormativa n.º 103, de 26 de junho de 2012; e a atividades poderão ser desenvolvidas no Q. de decisão da iretoria Colegiada em sua 484ª eunião, de 14/05/2013, V-Aprovar plano de uso sustentável de preservação ambiental do Q. anexo, para os quais os proponentes ficam autorizados a captar Art. 2º Aprovar os projetos audiovisuais, relacionados no resolve: Art. 1º Credenciar o projeto odernização - aximovie - Art. 2º Compete ao Comitê estor do Q, previamente: recursos, mediante doações ou patrocínios, nos termos do Art. 26 da aximovie Cinemas L, apresentado pela empresa aximovie -Aprovar a realização de eventos culturais e esportivos no Lei nº 8.313, de 23 de dezembro de Cinemas L, inscrita no CJ/ sob o n o / , interior do Q. Art. 3º sta ortaria entra em vigor na data de sua publicação. com vistas à sua habilitação ao egime special de ributação para -Aprovar a veiculação de material publicitário. esenvolvimento da Atividade de xibição Cinematográfica - - -Aprovar a realização de filmagens ou fotografias para fins C, junto à ecretaria da eceita ederal do Brasil, nos termos do publicitários ou comerciais. LL A LVA LH parágrafo único do art. 1º da nstrução ormativa AC n o - 103, V-Autorizar a comercialização de produto(s) no interior do de 26 de junho de 2012, enquadrando-o na categoria - Q. AX ZAÇÃ AALZAÇÃ CLÓCA CLX V-Autorizar a montagem de barracas ou acampamentos no C A Á C. interior do Q úsica na Alma Art. 2º objeto do projeto credenciado refere-se à modernização ou atualização tecnológica do complexo de duas salas, V-Autorizar o uso de autofalantes ou aparelhos para amplificação de som, excetuados rádios e gravadores portáteis, desde CJ/C: Agueda aria Amaral ereira localizado na raça orto ocha,134, 2º andar, Centro, , que seja audível pelos usuários do Q até 10(dez) metros de rocesso: /20-13 Cabo rio, J. Art. 3º erá de inteira responsabilidade da empresa credenciada a adoção de todas as medidas necessárias à habilitação do distância do Q e no interior deste. - ão aulo arágrafo Único. ão serão admitidos eventos de grande Valor do Apoio $: ,12 razo de Captação: 17/05/2013 a 31/12/2013 projeto junto à ecretaria da eceita ederal do Brasil, nos termos da porte, incluindo com montagem de palco, ou evento que possa causar rodução de um documentário de 30 minutos, que pretende revelar a nstrução ormativa n o da ecretaria da eceita ederal do impacto relevante no interior do Q. musicalidade do povo Cubano através de pequenos relatos de seus Brasil, de 21 de setembro de Art. 3º - Compete ao residente do Comitê estor do habitantes e a interdependência entre o ritmo e alma deste povo. Art. 4º sta ortaria entra em vigor na data de sua publicação. -epresentar o Comitê em reunião externa; 35 filmes LA Q: erpétua -Convocar os membros para reunião ordinária ou extraordinária, podendo para tanto, valer-se de meios eletrônicos para a rocesso: /20-13 CJ/C: / AL AL comunicação desde que seja registrado o recebimento pelo membro. - ão aulo AA o - 27, 14 A efinir a pauta das reuniões e dirigir a reunião do Comitê Valor do Apoio $: ,00 e s t o r. razo de Captação: 17/05/2013 a 31/12/ A AÊCA AC V-Criar comissões ou grupo de trabalho para o desenvolvimento de atividades específicas. live action com animação, sobre as lembranças da vida e da esposa rodução de um curta metragem de 8 minutos, mesclando filmagem CA, no uso das atribuições que lhe conferem os incisos e X do art. 13 do anexo do ecreto n o , de 07 de fevereiro V-ealizar outras atividades que sejam necessárias para o falecida de um homem já idoso e sem esperanças. de 2002 e o disposto nos incisos e, do art. 14 do egimento melhor funcionamento do Q ias de inerva nterno da AC e, considerando o disposto na Lei n.º , de Art. 4 - Comitê estor do Q será composto por 35 filmes LA 23 de março de 2012; o ecreto n.º 7.729, de 25 de maio de 2012; a representantes das seguintes instituições e entidades: CJ/C: / nstrução ormativa n.º 103, de 26 de junho de 2012; e a decisão da -ois representantes da undação Cultural almares; rocesso: /20-13 iretoria Colegiada em sua 484ª eunião, de 14 / 05 /2013, resolve: -m representante da refeitura de nião dos almares; Valor do Apoio $: ,00 -m representante do overno do stado de Alagoas; - ão aulo Art. 1º Credenciar o projeto Cine ult 3d remium - Cultura V-rês representantes da sociedade civil. razo de Captação: 17/05/2013 a 31/12/2013 ara odos, apresentado pela empresa ultiplicando alentos, CJ 1º - Cada instituição ou entidade indicará oficialmente dois rodução de um média metragem de 20 minutos, uma comédia farsesca que aborda de maneira irônica o preconceito de uma pequena n o / , com vistas à sua habilitação ao egime special de ributação para esenvolvimento da Atividade de xibição representantes para participar do Comitê estor, sendo um titular e um suplente, sendo que os representantes da sociedade civil serão cidade fictícia. Cinematográfica - C, junto à ecretaria da eceita ederal do Brasil, nos termos do parágrafo único do art. 1º da nstrução ormativa AC n o - escolhidos em fórum especifico para este fim, devendo a convocação ntre ós ois, A Arte de arrar a emória 103, de 26 de junho de 2012, enquadrando-o na ser realizada com 20(vinte)dias de antecedência pela undação Cultural almares. AVVA - VC CA CAACA categoria ZAÇÃ AALZAÇÃ CLÓ- VACA LA CJ/C: / CA CLX XBÇÃ CAÁCA. 2º - s membros suplentes do Comitê estor serão convocados para participar de todas as reuniões ordinárias e extraor- rocesso: /20-13 Art. 2º objeto do projeto credenciado refere-se à modernização de duas salas de cinema, no hopping iassi, localizado à dinárias, sendo-lhes assegurado o direito de manifestação. A - Belém Valor do Apoio $: ,00 ua Henrique Lage, n o , anta Barbara, , Criciúma, Art. 5º A undação Cultural almares publicará ortaria com razo de Captação: 17/05/2013 a 19/12/2013 C. a designação dos membros do Comitê estor bem como do seu rodução de um documentário de 15 minutos, sobre o processo de Art. 3º erá de inteira responsabilidade da empresa credenciada a adoção de todas as medidas necessárias à habilitação do Art. 6º- Comitê estor se reunirá ordinariamente, semes- jornada cheia de romance, filosofia de vida e sensibilidade humana. residente e substituto. criação do enredo do livro "ntre ós ois", de zis egreiro, uma projeto junto à ecretaria da eceita ederal do Brasil, nos termos da tralmente, no quinto dia útil, independentemente de prévia comunicação e extraordinariamente sempre que necessário. m estão e rojetos Culturais º estival de Cinema de ramado nstrução ormativa n o da ecretaria da eceita ederal do Brasil, de 21 de setembro de arágrafo Único. As reuniões serão convocadas pelo seu CJ/C: / Art. 4º sta ortaria entra em vigor na data de sua publicação. dos almares no stado de Alagoas. - ovo Hamburgo residente e realizar-se-ão preferencialmente no unicípio de nião rocesso: /20-13 Art.7º - Comitê estor poderá ter sua composição am- Valor do Apoio $: ,60 pliada de modo a contemplar a participação de instituições públicas e privadas com capacidade de contribuir para o funcionamento do Q. Art. 8º - evogam-se as ortarias n o - 17, de 10 de fevereiro de 2009, ortaria nº13, de 30 de janeiro de 2009 e a ortaria nº41, de 21 de maio de Art. 9º- sta ortaria entra em vigor na data de sua publicação. JÉ HL A ALA AÇÃ AC A AA o - 192, 16 A 2013 residente da undação acional de Artes - unarte, no uso das atribuições que lhe confere o inciso V artigo 14 do statuto aprovado pelo ecreto n de 07/04/2004, publicado no de 08/04/2004, resolve instituir o rêmio unarte de eatro yriam uniz/2013. edital está disponível na página eletrônica da unarte: w w w. f u n a r t e. g o v. b r A A razo de Captação: 17/05/2013 a 31/12/2013 ealização da 41ª edição do festival, de 09 a 17/08/2013, no município de ramado, io rande do ul ALAVA AC - AL A A A CC BigBonsai roduções Artisticas Culturais e Cinematográficas LA CJ/C: / rocesso: / ão aulo Valor do Apoio $: ,00 razo de Captação: 17/05/2013 a 31/12/2013 rodução de um documentário de 52 minutos, sobre o encontro de dois poetas brasileiros cujas carreiras também se ligam à música, Arnaldo Antunes e Antônio Cicero ecanto lavio oberto Jacuniak tankoski CJ/C: rocesso: / Antonina Valor do Apoio $: ,00 razo de Captação: 17/05/2013 a 31/12/2013 rodução de um documentário de 30 minutos, que pretende registrar as ações cotidianas do senhor otta, morador do interior paranaense, em sua lida diária, atentando para o entorno, onde a natureza silvestre é quem marca o compasso. ocumento assinado digitalmente conforme n o -

74 º 94, sexta-feira, 17 de maio de inédoque rederico onseca Leal CJ/C: rocesso: / ão aulo Valor do Apoio $: ,77 razo de Captação: 17/05/2013 a 31/12/2013 rodução de um curta metragem de 15 minutos, sobre uma jovem escritora em crise criativa que entra em contato com a personificação de sua consciência, que tenta ajudá-la a vencer seu bloqueio Banquete Humberto de Campos ezende CJ/C: rocesso: / itápolis Valor do Apoio $: ,38 razo de Captação: 17/05/2013 a 31/12/2013 rodução de um média metragem de 40 minutos, que conta a história de inas erais através da comida Clara Claudia atricia Lima inheiro CJ/C: rocesso: / ão aulo Valor do Apoio $: ,00 razo de Captação: 17/05/2013 a 15/12/2013 rodução de um curta metragem de 10 minutos, que trata dos conflitos vividos pela personagem principal, a jovem Clara JL BLH - ocumentário CVC ditora, ilmes e rojetos Culturais CJ/C: / rocesso: / ão aulo Valor do Apoio $: ,00 razo de Captação: 17/05/2013 a 30/11/2013 rodução de um documentário de 65 minutos, sobre a vida e a arte do futebol do jogador Julio Botelho, jogador dos times brasileiros ortuguesa e almeiras, e do iorentina da tália, com depoimentos de jornalistas, jogadores, amigos e familiares inos arcos lávio Hinke CJ/C: rocesso: / Curitiba Valor do Apoio $: ,39 razo de Captação: 17/05/2013 a 31/12/2013 rodução de um curta metragem de animação 3 de 9 minutos, voltado ao público infantil, a ser realizado na cidade de Curitiba Congado - História e cultura no cenário mineiro AZ Cultura rojetos Culturais e uristicos LA - CJ/C: / rocesso: / tabira Valor do Apoio $: ,00 razo de Captação: 17/05/2013 a 30/12/2013 rodução de um média metragem de 20 minutos, sobre a importância do Congado na identidade brasileira C X VV VV A A ÁA A? AL ABL BAAL CJ/C: rocesso: / ão aulo Valor do Apoio $: ,00 razo de Captação: 17/05/2013 a 01/10/2013 rodução de um curta metragem de 15 minutos, onde dois personagens se encontram numa situação de catarse para verbalizar sobre o sentido da vida contemporânea e or ra edir audade: documentário sobre as rmãs alvão edro Vieira de Lima CJ/C: rocesso: / ão aulo Valor do Apoio $: ,00 razo de Captação: 17/05/2013 a 31/12/2013 rodução de um documentário de 25 minutos, sobre a trajetória da dupla de música sertaneja rmãs alvão, hoje, As alvão ochilão B Criações CJ/C: / rocesso: / ão aulo Valor do Apoio $: ,00 razo de Captação: 17/05/2013 a 31/12/2013 rodução de um média metragem de 52 minutos, sobre aventuras de mochileiros pelo udeste do Brasil o. VAL BAÍLA CA BA- L nstituto Alvorada Brasil de Arte, Cultura, Comunicação e Cidadania - Alvorada Cultural CJ/C: / rocesso: / Brasília Valor do Apoio $: ,22 razo de Captação: 17/05/2013 a 31/12/2013 ealização da 46ª edição do festival, de 17 a 24/09/2013, com as mostras competitivas de curtas e longas documentários, curtas e longas ficção e curtas de animação, mostra Brasília, estivalzinho, seminários, debates, oficinas, homenagens e lançamentos de livros e dvds emônio e as argaridas onaldo dos Anjos CJ/C: rocesso: /20-13 C - lorianópolis Valor do Apoio $: ,60 razo de Captação: 17/05/2013 a 31/12/2013 rodução de um curta metragem de 13 minutos, fechando uma trilogia iniciada em 2003 focando adaptações para o audiovisual da literatura produzida por escritores nascidos em anta Catarina rojeto emórias de um Homem ó Wellington arwin da ilva CJ/C: rocesso: / ão Bernardo do Campo Valor do Apoio $: ,00 razo de Captação: 17/05/2013 a 31/08/2013 rodução de um curta metragem de 12 minutos, sobre um personagem que é levado a uma vida de busca material, acúmulo financeiro e sucesso, esquecendo coisas elementares da vida, como sua própria família. AX AÇÃ CLAL - CL- A CALA ZA AL CJ/C: rocesso: / Curitiba Valor do Apoio $: ,00 razo de Captação: 17/05/2013 a 31/12/2013 esenvolver um terminal de informação cultural multimídia touch screen interativo que será disponibilizado em 10 espaços públicos da Cidade de Curitiba/, de forma a gerar interatividade e despertar o interesse da população nas atrações e programações culturais da cidade L BAL CL VÂC XA ACHA CJ/C: rocesso: / berlândia Valor do Apoio $: ,00 razo de Captação: 17/05/2013 a 31/12/2013 rodução de 25 programas de 26 minutos cada, dividido em 02 blocos de 13 minutos, com veiculação semanal, sobre lugares que pouca gente tem acesso e que são de grande beleza, sobre personagens que contam histórias e falam de saberes e fazeres da cultura popular que estão em vias de desaparecimento Jogo igital sobre Achamento do Brasil Hallen Alfredo ischter CJ/C: rocesso: / Vitória Valor do Apoio $: ,00 razo de Captação: 17/05/2013 a 31/12/2013 rodução de jogo digital sobre o Achamento do Brasil, ilustrando aspectos culturais de forma interdisciplinar, para as plataformas móveis Android e ihone, além de Web. s objetivos do jogo refletirão os desafios enfrentados pelos portugueses CLX (Vídeos evistas, Cadastro Artístico egional, ite e Agenda Cultural) arlei erezinha erreira CJ/C: rocesso: / Caxias do ul Valor do Apoio $: ,00 razo de Captação: 17/05/2013 a 31/12/2013 rodução de 40 Vídeos-evistas de 60 minutos cada, para divulgação e promoção de produtos e eventos culturais da serra gaúcha. erão divididas em 05 blocos temáticos. CCALZAÇÃ BA C AA o - 44, 16 A 2013 CÁ AVAL, no uso de suas atribuições e tendo em vista o disposto na ortaria nº 149, de 20 de dezembro de 2011, publicada no iário ficial da nião de 22 de dezembro de 2011, eção 1, pág. 20, bem como no dital de Apoio À rodução de bras Audiovisuais Cinematográficas néditas, de icção, de Baixo rçamento nº 01, de 21 de dezembro de 2011, publicado no de 23 de dezembro de 2011, eção 3, págs. 81 a 83 e na ortaria nº 23, de 15 de março de 2013, publicada no iário ficial da nião de 18 de março de 2013, eção 2, pág. 7, que institui a Comissão de eleção, resolve: Art. 1. ornar pública a relação dos projetos classificados para a etapa de eleção e dos nãoclassificados, conforme Anexos e a esta ortaria, nos termos do subitem Art. 2º - prazo para interposição de recurso é de 05 dias úteis e deverá ser realizado por meio do endereço eletrônico [email protected]. Art. 3º. sta ortaria entra em vigor na data de sua publicação. AX LL A LVA LH CLACA 1 nscrição ítulo Concorrente egião Categoria ota Ó, LÁ BA- CAV LCAA A J ão streante CHA CVCA LA Ã Ó HÁ A ACA L LA ão streante H Q A- A HA AAA A A AVAL LA.- L streante CA BAX Á- A CÉC VÇ CAÇÃ ÇÃ BA C - AA LA streante BÁ BALC ÇÕ LA B - streante CLA ( AL- A CA B Ó ) LA CA LÍA L A. C - ão streante Ê-Ê- A.. BZZ - AVA L streante Ê 2 nscrição ítulo Concorrente egião Categoria ota B JA A LÕ LA. - ão streante VLA AA CA- A LA L LA ão streante A AA CA L LA J streante ste documento pode ser verificado no endereço eletrônico pelo código A A CAAC B - streante CLLA CA L LA. C L ão streante A LÍQ CABCLA ÇÕ CA- A streante ÁCA AÍCA 3 nscrição ítulo Concorrente egião Categoria ota VAL B! VA ÇÕ AÍCA AVA LA - ão streante V Z- 44 streante B LV L A LA. streante A LA Y L J streante YKA CAVAL CÃ ÇÃ L- BA - streante A A AA L LA. L ão streante A A LZ AQALA ÇÕ CLA L A C streante AX Ã-CLACA 1 nscrição ítulo Concorrente egião Categoria ota BAQ CA C CAA- CA, V A LA ão streante LH A KA ÇÕ CLA LA L streante L A- J ALXA BA - streante A VAVLA L A- ACC ÇÕ AÍCA CAÁCA LA J ão streante LA VJA V ÍA AL LA. J streante A ALA JA- A KL ÇÕ LA. streante A JH WAL A ÇÕ LA L ão streante WAY Z A A LA- ão streante VZH ABZZA L LA ão streante A AB AA AÇA / A- C - streante A ÇÕ AÍCA AA L LA J streante ocumento assinado digitalmente conforme n o

75 º 94, sexta-feira, 17 de maio de CABÇA A- C L Çà AV- AL LA BA - streante ABA CZA ÇÕ AÍ- J ão streante CA LA JÚ A A ÇÕ AÍCA L A. J ão streante CL KA L ÇÕ streante AA AÍCA LA QA V- à AA QA ÇÕ LA L streante A CÂA-C- A LQ L LA ão streante A LA A- AA Çà L C- C - streante A AÁC LA QA ÁA CAABA L LA streante AZA BA 400 L - VÇ - ÇÕ LA. C streante H LV A-A L ÇÕ J streante AÍCA LA ÓA LAA VZA ÇÕ AÍ- J streante A JV - QCA CA LA Jà AA L LA streante A AZ ÇÕ CAÁ- CA LA- ão streante A ALA Q - AA ÇÕ CAÁ- C - CA A J ão streante V VL L ÇÕ C L streante ÚL - Ê. CC streante VLH - L ÇÕ AÍCA L- ão streante A A L A LA ão streante H, LH 2 ÇÕ LA J ão streante A à A.. CA VÍ LA ão streante É AA AA É VÁ- B ÇÕ LA. ão streante VL Q A A CAAAA L LA - L ão streante Á ÇÕ LA. L streante A AA YA L L streante KWAAY B- VV ÇÕ CLA streante CA A A AL L A AX L A LA. J streante A AB Á ÇÕ AVA L A J ão streante A CAA- L LA. A streante A A AÇà ÇÕ A- streante H ÍCA LA Á VA- V&A ÇÕ CA- ÁCA LA. streante V J ACA LA ão streante A CAA AQ CA A AL A LA J ão streante C A- CA à ÇÕ AÍCA CAÁCA LA. C ão streante VAA AA AA- LABAÓ CC CAÇà ão streante Z A LA LA H CAJ L ÇÕ AÍ- CA LA J streante CAA A CAA ALA - C ão streante à ÍCLA V/ BALACBAC CA & - CA A ÇÕ CAÁ- J streante C CA LA CB AC L LA C L streante CL JL CC V- Ç LA C - ão streante JAC (C HKAA Çà A- J streante JAC) LA A à VAL BJ AY C V - streante Và L ÇÕ AÍ- CA LA. J ão streante AÉ CA. AZZ streante nscrição ítulo Concorrente egião Categoria ota CA; CA ZV A - ÇÕ LA - ão streante à KA CCAÇÕ streante A A A CAA CAÇà CA A J ão streante L A CVA J CAA Z CLAL / LA ão streante BA CAACA L L- streante A Q Q VCÊ JA AC L LA streante Ô AAC L LA ão streante C ALA LA LA C - streante BB C - Ó CALA ÇÕ AVA streante à A L A AC Çà AÍCA CL- AL LA streante BBÊ LYA- L BAL LA ão streante A A L  C A ALC L LA J ão streante BLLÉ AC L LA streante AAA L J streante QA HA LA AL ÇÕ AÍ- CA CAÁCA LA streante XLA AA A A AC LÍA ZA LA ACAHA C - ão streante CABAÉ A - ZLA C L CA VÍ C streante CA A AAC ÇÕ LA C ão streante A C - C 7 L LA-. - streante à AVA V A 3 H ÇÕ AÍCA L A J ão streante A- B A CA VÍ- BA - streante LHAÇ LA CACH - VAL ÇÕ LÍA J streante A - CÇ L A V B LA LCKHA L LA. L ão streante ACAC KAHA L ÇÕ streante A AÍCA LA LAA CV L LA J streante ACHA LB 108 A L L A. streante L V- V ÇÕ AÍCA LA. J streante AAA Jà ZA- CAA LV LA. L ão streante C A CA- CAA CAACA streante XA AA L A VCÊ V C VJ AA L BAL LA J streante B, C, A- QL CA. AZZ ão streante LA AÁ ALZA Çà AVAL C L streante L A ALÉ CÚ ÇÕ LA ão streante BL CHAA AAL B AAZZA L streante ACAB 1973 Z K L LA.- ão streante BA-A AVA L LA. L streante A AA, - LA L & V ÇÕ J streante A AA AÍCA LA CLCHÊ LA AL C L streante ACA VCAL ÇÕ ACA streante L A AÁ CÉ AZL AVL ÇÕ AV- A CLA LA. C - streante LAH ALXA A. CAVALH A- ão streante VAL B Q A- CÂ&A LA. J ão streante AÍ A A Q J- AVA BLA LAA ÇÕ LA. J ão streante A BÁ L LA. J streante Í CAL - A VA A- Çà CÉCA L ÇÕ L- A. J ão streante HLL W AVA ÇÕ A LA J streante Ç LA- CAVA CA & ÍA - A L streante A CL CCAÇà LA ão streante ACA A V V, ÇÕ AÍ- CA. LA. - J streante QA Z K L LA.- ão streante É CZA A Çà L C- Á LA ão streante A V- V CAVAL AH AVAL L- A streante ALÁ - A BAL ÇÕ AÍ- C ão streante A CA LA AHC V ÇÕ AÍ- L ão streante CA LA. 3 nscrição ítulo Concorrente egião Categoria ota AL A BZ C ÇÕ L ão streante LA A L ÇÕ A- J ão streante C CA LA AA AL ÇÕ CA- streante ÁCA BLZ KA L ÇÕ streante AÍCA LA AC - V C C L LA C - streante C A CABA A ÇÕ ACA LA ão streante LHA A VA CA BAL AL - CÓ- LAJA - AVA LA J ão streante LA A HL A L LA. streante A VA AÍC L LA streante A AA K BAB A B- A L LA. streante CÉ QCA 1 LA ão streante A A Q - A LHA CAAHLA ÇÕ AÍ- CA LA J streante A VA A à CHA LA. L ão streante B CAVAL- LÔ J LA C streante H LA- L A LHA A A XCÇà A A ÇÕ AÍCA LA ão streante QA A A LX ÇÕ CA- L streante ÁCA LA C- à CAL A streante A C A B A A CAA à AL A BLA L - Çà CA streante L A L A LA streante LH - LA AL L V L- J streante A A L HL LA. (HAVYB- K) streante ste documento pode ser verificado no endereço eletrônico pelo código ocumento assinado digitalmente conforme n o -

76 º 94, sexta-feira, 17 de maio de A ACHA AL LA J ão streante L CA VÍ LA - KA L streante A AXÃ H ACLL J ão streante A É - BA VA L CAÇÕ - ão streante A, A ÇÕ LA CAA É CAA CLA ACC CHA ão streante A K A ÇÕ LA. J ão streante VA CACH LÃ L LA. ão streante , H C 400 L - VÇ - C streante L ÇÕ LA BB LA L & V ÇÕ AÍCA LA J ão streante C LC L ÇÕ AÍCA C - ão streante L A ACC A AÇA XV A C LA. L ão streante AJÚ AAYA ÇÕ CLA LA streante AAA CHCLA- AH AK - L streante CHBAA (A VA BA..C. LA. - BA C VÍ- J streante ) LH C AÁ ÇÕ C- AÁCA LA C L streante CAAL A L J ão streante AÉ AVAA L ÇÕ L- C streante A A CAA A LA Z L ÇÕ LA BA - streante C HA JAB L J streante A ALA CA CA AÁ CCAÇÃ L A. J ão streante A AZL LZ ÇÕ CAÁCA C - ão streante L A H C- A V Z CA LA. J streante ÇÃ À Ú- CA A AÊ L LA. J ão streante B \'AZLA ÇÕ AÍ- CA LA J streante A A BLZA AJA CA LA. J ão streante AAZ - - J C LA J streante A AAZÔA: L A LZ A CAA- A A CAXA A A W7 ACA ÇÕ LA L ão streante WL - AL- A ALA ÇÕ AÍ- J streante B CA LA B V - L- BA L LA streante ÇÃ JAZ- JL CC V- C - streante L Ç LA A ÉA- AC ÇÕ C- A VÍ LA J ão streante CLACAA CAA A CAAA A VA CLAL AA o - 17, 17 A 2013 ispõe sobre a divulgação da lista das propostas classificadas e desclassificadas no dital de ivulgação.º 01 de 15 de outubro de Ê CLA - ÍA 4.a ÇÃ A K-. CÁ A CAAA A VA CLAL-B no uso de suas atribuições legais que lhes são conferidas pelo Art. 13 do ecreto nº 7.743, de 31 de maio de 2012 e com base no art. 21 do Anexo à ortaria inc nº 29, de 21 de maio de 2009 e item 12.1 do dital de ivulgação.º 01 de 15 de outubro de Ê CLA ÍA 4 a - ÇÃ A K, publicado no iário ficial da nião de 16 de outubro de 2012, eção 3, páginas 17 e 19, resolve: Art. 1º ivulgar os membros da Comissão de Avaliação e eleção de acordo com o item 10.1: arcos Avilques Campos (A); arciano odrigues (AL); onia ru de ousa ilva antos (CAB); Bonifácio José (-A); denilson ebastião (A); iriam Kazaizokairo (AL); Adão erreira Benites (AY A); Joana uda Barbosa (A- L); ildo endes (AL); Luciene ohl (A/B); Ana aria rujó Bravo Villalba (CC/inC); eide artins iqueira (A); Alice Haibara de liveira (AL); Julia de Abreu (AL); ernanda Caldeira indlinger (AL); Aline Camila omão esquita (CC/inC), Ana ita de liveira (HA) Art. 2º atificar as decisões da Comissão de eleção e Avaliação, reunida entre os dias 04 a 06 de maio de 2013, em conformidade com o item 7 e seus subitens. arágrafo único - s estados que tiveram direito a apenas um projeto de acordo com o percentual dos projetos inscritos, teve selecionado o projeto melhor pontuado. Art. 3º ivulgar, com base no item 12 do dital, a relação das propostas classificadas e desclassificadas. Art. 4º stabelecer o prazo de até 5 (cinco) dias corridos após a publicação do resultado desta fase, para apresentação de recurso pelos proponentes, de acordo com o item 12.3 do dital, em formulário devidamente preenchido, com apresentação de justificativa, cujo modelo estará disponível no sítio da Arpinsul e do inistério da Cultura. CCALZAÇÃ BA C.º Classificaçãção. nscri- roposta roponente: Comunidade / rganização epresentante unicípio egião ota Categoria inal AC - CAA $ 20.00, ncontro de roca de aberes entre as estras Aldeia ão Joaquim - Centro de emoria aria alva ateus Jordão AC orte ,00 Artesãs rojeto: oke xuká koi hovimatí Associação Katukina do Campinas - AKAC ernando osa da ilva Cruzeiro do ul AC orte , estival Katxa awá (força dos legumes) ovo atal, Bari, Canafista, ova ortaleza e Boa sperança zelia ales Jordão AC orte 35, , eira de comida tradicional Hunikui atalina Comunidade ãe aria erairaki (erra Arioso boa), ovo araíso, Beira io, Central, Boa nião, Jose vanildo da ilva ernandes eijó AC orte 31, ,00 ovo Lugar, ova Aliança, Belo onte, upunha, aredão, ova Vida, orada ova, Boca rota, ova linda, ormoso e Aldeia do urus e arauacá ukun Beya Keyutima - enovação das ossas 19 aldeias das terras indígenas Huni Kuin de arauacá Judite Carlos da ilva a r a u a c á AC orte ,00 r a d i ç õ e s trilho Hunikui na valorização da ducação própria Associação dos rodutores e Criadores Kaxinawá da raia do Carapanã - AKA José Benedito erreira a r a u a c á AC orte 24, , Ao nosso interesse pelo resgate cultural Aldeia ovo ecreio, Aldeia orada ova, Aldeia ova Aliança, Aldeia ova rujós, Aldeia ova Armando Augusto Kaxinawá anta osa do urus AC orte ,00 ortaleza f. e valorização e rganização dos rofessores ndígenas do Acre - AC Lucas Artur Brasil anchineri io Branco AC orte ,00 sensibilização dos costumes e preser. difusão das línguas indígenas loresta agrada Associação do ovimento dos Agentes Agroflorestais do Acre - AAAAC Josias ereira Kaxinawa io Branco AC orte 20, ,00 AC - CAA $ 15.00, Batismo radicional ixpu ima ovo atal, Bari, Canafista, ova ortaleza e Boa esperança zelia ales Jordão AC orte 39, , Xacu Yuxibu Hunikuin - ficina de Cerâmica Hunikuin Aldeia ovo uturo osevanir ateus de Lima a r a u a c á AC orte 38, , Centro amakey - Valorização das medicinas e do Aldeia utum aulo Luis Yawanawá a r a u a c á AC orte 37, ,00 artesanato Yawanawá inturas anchineri - Yonawlu xtrema, Lago ovo, anta Cruz, eri, Jatobá, Laranjeira, Cumaru, erra Alta ariana ouza amarra anchineri Assis Brasil AC orte , hubuã Huni Kui Aldeia Central - Baixo io nvira Valdo ernandes Barbosa Kaxinawa eijó AC orte 36, , xirin: Batismo do avião Al. Anfitriã:. Joaq.Centro de em. (. Jordão) Conv.: Astro Luminoso, B. Vista, ovo atal, 3 svaldo anduca ateus Kaxinawá Jordão AC orte ,00 azendas, az do enhor, Lago Lindo (. Jordão)/orto ico (. urus) rojeto xana ana Aldeia orto ico Jovelino onato Lopes Kaxinawá anta osa do urus AC orte , usicas, Cantos, anças - Beya Xina Bena rganização dos Agricultores Kaxinawá na erra ndígenas Colônia 27 - AKA 27 Assis omes da ilva Kaxinawá a r a u a c á AC orte , ncontro de ajeres Hunikuin Aldeia ovo uturo rancisco de Assis ateus de Lima a r a u a c á AC orte 35, , Construindo a cultura que temos Aldeia ão rancisco ui unes Barbosa Kaxinawá eijó AC orte , ub. o livro a culinária Aldeia oz do ilo rancisca liveira de Lima Costa io Branco AC orte ,00 hawadawa Ass. Ao uso e ao manejo dos sist. rodutivos, da floresta e do rio ncontro com a rujós Viva Hunikui: e volta às i Katukina/Kaxinawá: Aldeia ovo uturo/upunha (ru Xinã Bena); arová, Belo onte, orada lisomar de Lima Barbosa Kaxinawa eijó AC orte ,00 Viva, ova linda, Boca da rota e ormoso raízes: a união e a r. e todos anchioneri de Comunidade ndígena anchineri nça intada Cirlene ouza aia Xapuri AC orte 32, ,00 Xapuri/uso da Ayahuasca ãbu aya ru - rabalho de Artesanato das ulheret Aldeia Vida ova, Aldeia loria de eus ernando Henrique Kaxinawa arechal hauma- AC orte 32, ,00 u rg o esenhando osso aber Associação anxinerine Ywptowaka ebastião Alves odrigues anchinery Assis Brasil AC orte 32, , Yine hikale - As Cores dos Cantos do ovo do xtrema, Lago ovo, anta Cruz, eri, Jatobá, Laranjeira, Cumaru, erra Alta... amoadate Lucas Artur Brasil anchineri Assis Brasil AC orte ,00 nharé (anxineru) fic. Artesanato do povo arubo do Alto io Comunidade Kapyvanaway ebastião rancisco de liveira Cruzeiro do ul AC orte ,00 tuí, Aldeia Kapyvanaway ama my arubo ortalecendo a rujó rujós Hunikui Aldeia Boa Vista ou Beru aepa Kaya José ilson Kaxinawá de Lima a r a u a c á AC orte 30, ,00 ste documento pode ser verificado no endereço eletrônico pelo código ocumento assinado digitalmente conforme n o -

77 º 94, sexta-feira, 17 de maio de essignificação do Kamaty Aldeia Cajueiro aimundo inheiro Cândido io Branco AC orte , C. Kuntamanã - esquisa e ortalecimento dos Associação ócio Cultural e Ambiental Kuntamanã - ACAK Jose lavio Araujo do ascimento arechal hauma- AC orte 29, ,00 - Haru Kuntanawa t u rg o Conhecimentos radicionais do ovo Kuntanawa ncontro culturais de batismo - ixpo ima Aldeia Vigilante, Aldeia Boa orte, Aldeia Boa Vista, Aldeia ão Vicente, Aldeia ovo uturo anoel Jocenir de aula abóia a r a u a c á AC orte 28, , elhorar o espaço físico (hubuã) rupo Yura habawaki - garapé do Caucho rancisco das Chagas einaldo a r a u a c á AC orte 28, ,00 ereira Kaxinawá in Bena- ovo olhar aldeias Cruzeirinho, Japinim e Jacobina. João Carlos da ilva Júnior. haumaturgo AC orte , enascer ntercultural - imbuyá saká Yuwánapa (for. e pajé) Valorização da ficina de Artes oyanawa (aiá Vi p u k i ) onte de ntercâmbio e conhecimento tradicionais Luz da loresta Aldeias ovo Acordo, oz do ilo, aimundo do Vale e as comunidades atinxã, Bom uturo, az e anto Antônio aimundo Agnaldo Cazuza Lima Cruzeiro do ul AC orte ,00 Aldeia piranga e Aldeia Barão osileide erreira de Lima ancio Lima AC orte 25, ,00 Aldeia Boa Vista Auricélio ateus Kaxinawa a r a u a c á AC orte , ok? xiriti (ossa úsica) Aldeia Varinawa arcelino osa da ilva Katuquina Cruzeiro do ul AC orte 23, , ukê Xikare yamãiti munuti - esgate, Aldeia ova Vida José Luiz Yauanawa eijó AC orte 23, ,00 fortalecimento e valorização da cultura e tradição shanenawa V - estival Hunikui da erra ndígenas garapé do Caucho Associação dos rodutores e Agro-xtrativista Hunikui do Caucho - AAHC Valmar rancisco oreira de Araujo a r a u a c á AC orte , ntercambio Cultural Hunikui Henenxia anakai etxanaya (Aldeia Boca do rota) Antônio Carlos Alberto unes eijó AC orte 20, , Construção de viveiro, como rujós viva - au Kui Aldeia Vigilante e Aldeia ão Vicente Valdecir ergio da ilva Kaxinawa a r a u a c á AC orte ,00 Bana esquisa cultura tradicional noke koi Aldeia amaúma Leonardo osa da ilva Katukina Cruzeiro do ul AC orte , fina de Arte ficio, Hiramiwati Aldeia Vigilante e Aldeia ão Vicente Adelson aula aulino a r a u a c á AC orte 17, , f. e Kene e rodução de Art., hawanawa Jaminawa Bom uturo Jose Wandres Lima da ilva arechal hauma- AC orte 16, ,00 Arara e Valorização do t u rg o meio ambiente. ustentabilidade das Culturas ndígenas do Brasil Aurora de sperança do Lago Jiboia Aldeia Lago Jibóia anoel rujó ales Kaxinawá Jordão AC orte 15, ,00 ALAA - CAA $ , Vivência e Valorização da Cultura Koiupanká: itos do raiá Aldeia oçado, Baixa resca e Baixa do alo aria Jane ouza da ilva nhapi AL , emória Cultural dos Artesanatos Kariri-Xocó Associação dos rodutores Jovens indígenas Kariri-Xocó Antonio Correia ilitão orto eal do Colégio AL 31, , ossos praias, fortalecimento e garantia K Associação dos Jovens ndígenas katokinn oseli erreira da ilva ariconha AL , Cultura Circular Associação Comunitária ndígena Bonsucesso Kariri-Xoc - ACB - KX Claudemir antos orto eal do Colégio AL , obyran brilho do amanhã rupo ndígena zubucuá vanildo erreira ibeiro orto eal do Colégio AL , esgatando e einserindo os oços Jeripankós na erra ndígena uricuri árcia do ascimento ilva ariconha AL ,00 Celebração dos ituais Criação da Casa do Kariri (Batê eyiñhà) Kariri-Xocó aria abriela eitosa ibeiro orto eal do Colégio AL , ossa Cultura ossa Vida Associação ndígena do rupo Wpyra wpirá (AW) Kawyanã Alves de ouza almeira dos Índios AL , ma luz no fim do túnel para as nossas culturas e Karuazú aria Aparecida dos antos ariconha AL 24, ,00 tradições Karuazu ortalecido tnia Karuazu dvaldo oares de Araújo ariconha AL 24, , ficina Cultural Kariri Xocó Kariri-Xocó (ambém conhecidos como Caboclos, pelos não índios) dnaldo Justino dos antos orto eal do Colégio AL , reservação do ritual e da memória do povo Aconã Aconã birajara araiva r a i p u AL , esgate da Cultura Caxagó Caxagó vanildo dos antos orto eal do Colégio AL , esgate Cultural na lantação e ustentabilidade Coletiva Aldeia Karapotó erra ova Antônio José ilho ão ebastião AL 19, ,00 AAZA - CAA $ , econstrução e uso da maloca, símbolo da cultura ederação das rganizações ndígenas do io egro - Almerinda amos de Lima ão abriel da Cachoeira A ,00 e movimento indígena urus ndígena: ovos ricos em cultura e sabedoria ederação das rganizações e Comunidades ndígenas do édio urus - C José aimundo ereira Lima Lábrea A ,00 milenar rojeto Warumã: estimulando a produção artesanal, AA - Associação ndígena ateré-awé do rio Andirá Aldamir da Costa ouza arintins A 35, ,00 incentivando as práticas e costumes tradicionais do povo ateré- awé de forma sustentável esgate e evitalização da língua indígena ariana Yawisa, aphaka, erikuana, Ãpiakuli, Bayawali e Kerekere rancisco Junior aia Brito auaretê A , spaço tnomuseológico sáço - ura do atuaz rganização dos rofessores ndígenas ura / Alcilei Vale eto Autazes A 29, , ocando, dançando e cantando a nossa música indígenchoeira Comunidade de aracuá, Vila ova (io iquié) e atapí (Baixo io aupés) Armando da ilva enezes ão abriel da Ca- A 25, , Val. s conhecimentos trad. - Cult.: Artes,produção Comunidade unuí Cachoeira; ão José; Warirambá; Vista Alegre e anta osa aniel Benjamim da ilva ão abriel da Ca- A ,00 material e art., choeira patrimônio cultural nas escolas e comunidades Baniwa Construção e com. a política e fortalecimento da Comunidade nça garapé, uadalupe, orro de Acutivaia Alexandre Azevedo ezende ão abriel da Cachoeira A ,00 identidade uyuka das comunidades ducação e processos próprios de transmissão de ACA uyuca lauton amos orais Amaturá A 24, ,00 conhecimentos Vivendo as modernidades tec., conserv. As identidades onte anto e ão rancisco Xavier racildo oraes Arcanjo ão aulo de li- A ,00 culturais vença aloca Casa de conhecimento em ão abriel da Comunidade tacoatiara-irim, rujós, Aparecida e Vila Amazônino oisés Luiz da ilva ão abriel da Cachoeira A 23, ,00 Cachoeira xeryekra (flatua de taboca) Conselho eral do ovo Hexkaryana - CH Caio Kurisa hamundá A 23, , º ACA. o Alto olimões odas as comunidades indígenas da esorregião do alto olimões Alzira azário de ouza a b a t i n g a A , evitalização da língua ikuna/bairro anta telvina Comunidade Yo'i ru uüügü Adair austino auricio Amaturá A , estival da Cultura ndígena ura Aldeias antaleão, erra ndígena do rincheira, urutinga, uapenu, Capivara, atal, ão eliz, no Claudio ereira ura Autazes A ,00 Cuia, Jauari, Josefa, adre, Josefa iguel, uratuba, Limão, onciano, aracuuba rojeto ururi necü Vila ova sperança, Cigana Branca, iranha, Laguinho, ão omingos azareno Belém arcos a b a t i n g a A , botawa 2013 A - Associação do ovo ndígena enharin-rogita osinho enharin Humaitá/anicoré A , erritorialização e educação escolar indígena diferenciada Aldeia Kuanã Joilson da ilva aulino anaus A ,00 do, povo indígenas Karapanã, Baré rojeto "emorial da A": Associação das ulheres ndígenas ateré awé-a ônia da ilva Vilacio anaus A ,00 Centro de referência documental para conservar o acervo histórico de A AAZA - CAA $ , evitalização da cultura Kanamari na aldeia lecheira Aldeia lecheira arohen Luzia Kanamari irunepé A , ortalecimento Cultural por meio da realização do Camicuã, Centrin, Catispero e raia ova rancisco onçalves de Lima Boca do Acre A ,00 V Kenyry Ainvorisin ëti Aldeia Boa Vista, aronal e azaré elly Barbosa uarte ollis Atalaia do orte A ,00 XLA AA A A AC ste documento pode ser verificado no endereço eletrônico pelo código ocumento assinado digitalmente conforme n o -

78 º 94, sexta-feira, 17 de maio de upikari ãkiri: resgate da língua e artesanato do Aldeia Copaíba arcilio Batalha da ilva Lábrea A ,00 ovo Apurinã evitalizar para não esquecer Comunidade Yamado Julia Luiza aschoal ão abriel da Cachoeira A 35, , Valorização e fortalecimento da identidade cultural ão elipe, uadalupe e orro de Cutivaia João ernandes rado Barbosa ão abriel da Cachoeira A 32, ,00 dos povos Yeba asã A criação dos ogareiros no io urus abazinho, anto Antonio, ão João, aquarizinho Joabe Aidem ereira a p a u á A 31, , Canto Cultural atsés AAJA - Associação dos atsés do Alto Jaquirana ilson ayuruna Atalaia do orte A 29, , Añuro ekatikawese: bem viver com a cultura opori Bua (ão José ), Bote uri Bua (ão José ) ario Alves Azevedo ão abriel da Cachoeira A ,00 indígena ukano Wapolliota yty Wawayané Werekena - Valorizando Campinas e Vila ova ené duardo Woroya ão abriel da Ca- A 26, ,00 a língua Werekena choeira esgate da Cultura aumari Aldeia ndígena stirão Alves odrigues de Lima aumari Lábrea A , Yü'üpataü Aldeia Barreira da issão do eio aimundo Boaventura e f é A 24, , Wa i y u r i p a ü ' ü Aldeia Barreira da issão de Cima ilvio Almeida Bastos e f é A 23, , aga e meetchi'u - língua boa Comunidade Éware Carlos unes eres ilho Anamã A , Varaja Kabadanihi aumari - artesanato aumari Aldeia anta ita Kelly Cruz de Lima Lábrea A , Cartilha Índices lantas edicinais arubo - apiri aronal, orada ova aulo ollis Barbosa da ilva Atalaia do orte A ,00 anõsho nin rao Yosia Botawa: A festa da celebração Associação do ovo ndígena Jiahui lda iarroi Humaitá A 21, , ducação e processos próprios de transmissão de AKA - CAWA José vilazio de Andrade dos Amaturá A ,00 conhecimentos antos evitalização da Cultura Apurinã Associação da Comunidade dos Agricultores ndígenas do Caititu - ACAC Luis ogueira de Assis Lábrea A , rupo Avivamento Vila Betânia (ecürane) Jodilson Costodio nácio anto Antonio do A 20, ,00 çá Cura natural - Catálogo de medicamentos tradicionais Belém do olimões João arente ortes a b a t i n g a A 20, ,00 icuna er?na'ã Comunidade lha do Camaleão utemberg Custodio Beruri A 20, , Hokoo Hoteesee - lantas edicinais da egião Comunidade Yauwira (arraia) aísa slei utra endes ão abriel da Cachoeira A 20, , ocumentário Kocama AKC - Associação dos oradores Kocama da Cidade abatinga Acacio Vasquis erreira a b a t i n g a A 20, , Bom te tambor e chocalho de Avaí - utuga muriaçu Valdir Araújo endes a b a t i n g a A ,00 ü'arure'ga awa inã awë: romoção e divulgação da arte do Aldeia Boa Vista aria Anita ascimento antos Atalaia do orte A ,00 povo arubo. arubo Construção da Casa de oça ova de Belém do Belém do olimões azareno anoel ricino a b a t i n g a A ,00 olimões Curando com remédios tradicionais amília Apolinário e parentes osineide Brazão Apolinário ão abriel da Cachoeira A 19, , ança ukano Cabucuri ossa enhora do Livramento Antonio arques odré anaus A 19, , rojeto úsica Cultural ndígena ikuna Belém do olimões Alvaro abelo aldanha a b a t i n g a A , ntercâmbio Cultural entre os Apurinãs da Aldeia Aldeia Camapã Leôncio iguel de Lima Boca do Acre A ,00 Camapã K124 da B317 e Huni Kuin da Colônia Wawaçu Vida e Cultura Aldeia utirão oberto amasceno de Araujo Autazes A , ywy Wato ayrurap: uma experiência indígena Comunidade ahu-apé Hellington de ouza ogueira randuba A 18, ,00 de teatro eribhi, oramu - ñanuru darashe anto Antonio (Bayape); aracajá (Yaikahiro); ão rancisco (htãtiha); ão João Batista (Waruserakochoeira rlando assa oura ão abriel da Ca- A 18, , Apicultura - radição arintintin vida doce a aoni Aldeia raíra e Aldeia upunha valdo arintintin Humaitá A 18, , rupo de ulheres lutando para fortalecimento iladélfia sabel rancisco ernandes Benjamin Constant A ,00 Cultural úsicas, cantos e danças Aldeia Beija-flor Barnabe Campos ampaio io reto da va A , rupo de prevenção povo indígena - o futuro sem Comunidade aracuúba noch Vale eto Autazes A ,00 violência e drogas edicina ndígena AC - KA Hosano Lucas nacio Amaturá A 17, , ri piata wepe uka - Casa comunitária Comunidade ndígena Kocama de ão alvador dson Carvalho Januário anto Antonio do A 17, ,00 çá yumbuesaraita amuraki - rabalho dos alunos ossa enhora da Assunção iguel Carlos iloto ão abriel da Cachoeira A 17, , estival Cultural unduruku Laranjal varisto dos antos eis ova linda A 17, , Construindo e resgatando valores étnicos Aldeia 'apyrehyt uzy erreira de ouza anaus A , iracema Cultural Associação de xpressão atural do grupo Bayaroá/ ABA Justino elchior ena anaus A , uracüpata'ü Aldeia Barreira da issão de Cima anoel ibeiro da ilva e f é A , Jahaki ida arabani kabadani, paha hiki pamoari Aldeia orada ova iago aumari Lábrea A ,00 kahojai kaimoni (a importância do trabalho do ajé e a importância da água para a cultura aumari) Construindo o rojeto olítico edagógico do nsino édio resencial ndígena ura rganização dos rofessores ndígenas ura / Alcilei Vale eto Autazes A , a'mãpia ki'ti (otícia dos Jovens) - Adolescentes ederação das rganizações ndígenas do io egro - Almerinda amos de Lima (arianachoeira ão abriel da Ca- A ,00 e Jovens. ndígenas das Comunidades lha de uraka (Camanaus), ancredo eves e ercês ducação, um olhar sobre o nosso futuro. Aldeia Aldeia ahu-apé João da ilva reitas randuba A ,00 ahu-apé Valorização de alimentos e remédios tradicionais Associação dos rodutores Agroextrativistas da Comunidade ovo araíso - A A C rancisco Jacinto de Almeida Lábrea A ,00 do povo Apurinã emana da gestão participativa, reciclagem e artesanato Comunidades mariaçú 1 e mariaçú 2 Josilene do Carmo de ouza a b a t i n g a A ,00 indígena da etnia ikuna - A Jogos e Brincadeiras Bom astor zino Benedito edro Amaturá A , orü naranhã tchitaü - lantio de Laranja Comunidade Vila Betânia nésimo oque leutério anto Antônio do A ,00 cá esgate do artesanato Kokama da AKC Aldeia Kocama Luiz erreira José de ouza erreira a b a t i n g a A , rojeto loja de artesanato - AAA Associação de ulheres ndígenas Adelina idelis amos a b a t i n g a A , articipação dos indígenas do garapé reto no A - Associação do ovo ndígena enharin-rogita osinho enharin ovo Aripuanã/ A ,00 botawa 2013 Humaitá Kunã: farmácia de medicina tradicional da aldeia Aldeia ahu-apé Zelinda da ilva reitas randuba A ,00 ahu-apé i'risê Basasê (Bebidas tradicionais e anças indígenas) Associação das ulheres ndígenas do Alto io egro - AA eolinda reitas rado anaus A ,00 AAÁ - CAA $ , ortalecendo e Valorizando as sculturas alikur 39 aldeias das s de iapoque: erra ndígena açá, alibi, Juminã riscila Barbosa de reitas iapoque A , rojeto de evitalização de Cerâmica Wayana Associação dos ovos ndígenas Waiana Apalai - AWA Cecília Awaeko Apalai acapá A 28, ,00 Aparai ortalecimento das ráticas Artesanais asculinas i r i y ó AKAX - Associação dos ovos ndígenas iriyó, Kaxuyana, xikuyana emétrio Amisipa iriyó acapá A , Bõ Lavi - ransmissão dos conhecimentos das 39 aldeias das s de iapoque: erra ndígena açá, alibi, Juminã arcia aria dos antos liveira iapoque A ,00 mulheres indígenas de iapoque sobre medicina tradicional Centro comunitário-cultural edra da nça AKAX - Associação dos ovos ndígenas iriyó, Kaxuyana, xikuyana emétrio Amisipa iriyó acapá A 23, , rodução de vídeo-documentários em lingua iriyó AKAX - Associação dos ovos ndígenas iriyó, Kaxuyana, xikuyana emétrio Amisipa iriyó acapá A , ducação em aúde: vídeos educacionais em língua iriyó AKAX - Associação dos ovos ndígenas iriyó, Kaxuyana, xikuyana emétrio Amisipa iriyó acapá A 18, ,00 CCALZAÇÃ BA C ste documento pode ser verificado no endereço eletrônico pelo código ocumento assinado digitalmente conforme n o -

79 º 94, sexta-feira, 17 de maio de AAÁ - CAA $ , rojeto urupere enuru: conhecimento das culturas Associação dos ovos ndígenas Waiana Apalai - AWA Cecília Awaeko Apalai acapá A 36, ,00 tradicionais Wayana e Aparai ma pesquisa coletiva de jovens e de Associação Wajãpi erra, Ambiente e Cultura - Awatac oseno Waiapi acapá A ,00 sábios Wajãpi sobre o começo do mundo rojeto ortalecendo o Artesanato Wayana e Apalai Associação dos ovos ndígenas Waiana Apalai - AWA Cecília Awaeko Apalai acapá A 29, , emana Cultural anta zabel laucia dos antos aipoque A 26, , Wïwato: aprendendo os valores através da dança Aldeia Boca do arapi iakui ora iriyó acapá A , ivulgação do artesanato Wajãpi Associação Wajãpi erra, Ambiente e Cultura - Awatac oseno Waiapi acapá A , istema olar para ini Centro de ormação e Associação Wajãpi erra, Ambiente e Cultura - Awatac oseno Waiapi acapá A 19, ,00 ocumentação Wajãpi BAHA - CAA $ , evitalização da língua dos upinambá do Caramuru eserva ndígena Caramuru Catarina araguaçu Luzineth uniz ataxo au-brasil BA 28, , esignificação do idioma Kipeá Kiriri Aldeia Cajazeira, Aldeia Lagoa rande, Aldeia egredo, Aldeia Araças, Aldeia Baixa da Cangalha, ernival dos antos Banzaê BA ,00 Aldeia Canta alo, Aldeia baixa do Juá, Aldeia Alta da Boa Vista rotegendo e preservando nossas fontes Associação ndígena ankararé Aldeia onta 'Água Cleriston João Xavier lória BA , rojeto filme documentário ataxó Hã-hã-hãe aulo osa itiar Vieira au Brasil BA ,00 "Acessibilidade Cultural aos indígenas speciais" BAHA - CAA $ , Aragwaksã eserva ataxó da Jaqueira divaldo Alves Carvalho orto eguro BA 30, , oça Comunitária au erro nalvo de Jesus antos Banzaê BA 30, , YAAYA HYWAÃ - Cantando na ireção Comunidade ndígena ataxó Aldeia Velha ariceia eirelles uedes orto eguro BA ,00 de Jesus 4 82 úsica, canto e dança eforma agrária - comunidade de Benfica Luciene Beatriz Jesus da ilva liveira Angical BA , emória Viva - ustentabilidade da tradição indígena ataxó Aldeia ataxó Coroa Vermelha Vilma atos oares antos anta Cruz Cabrália BA , º eminário ocioambiental dos Índios upinambá Associação Cultural e Ambientalista dos Índios upinambá de livença Antônio José de ouza do Ama- lheus BA ,00 de livença ral Ye pakahê ataxó ikô upã xitá (A cultura ataxó Associação da Comunidade ndígena ataxó da Aldeia Barra Velha Alessandro antos da Cruz orto eguro BA 24, ,00 através da pintura) ankararé odelas Baixa do enedo, eio de obrevivência Aldeia ankararé de odelas Baixa do enedo osineide aria da Conceição odelas BA , a f i q u e c h a l h a r Comunidade ndígena ulni-ô da Vitória da Conquista Clevani lorentino de liveira Vitória da Conquista BA 23, , X A CLA KABÉ Aldeia ndígena assacará Cirila antos onçalves uclides da Cunha BA , spaço cultural para desenvolver e estimular práticas culturais ataxo Hã-hã-hãe odrigo uniz Lima au Brasil BA 22, , xposição otográfica: emória e vida Aldeia Coroa Vermelha, Aldeia ova Coroa, Aldeia Arueira, Aldeia Agricultura, Juerana e eserva da ndiara erreira dos assos anta Cruz Cabrália BA ,00 Jaqueira dos povos indígenas da Bahia evitalização do oró - ituais agrados ankararé Associação ndígena ankararé da Comunidade da Aldeia errota aria Vicentina antos ilva lória BA , uxá das argens do io ão rancisco erra rrigada Comunidade ndígena uxá das argens do io ão rancisco rancisco Carlos antos da ilva odelas BA ,00 para lantar orça da nião Atikum Luciene Beatriz Jesus da ilva Angical BA ,00 liveira CAÁ - CAA $ , ulheres ndígenas em Atividades de beneficiamento Aldeia Viração aria Cleonice ereira dos an- a m b o r i l C 28, ,00 da produção familiar, na aldeia Viração tos useu ndígena remembé - Capacitação de o unicípio de tarema - Almofala, Barro Vermelho, Lameirão, anã, raia, Camboa da Lama, angue rancisco arques do ascimen- ortaleza C 25, ,00 Agentes ndígenas de esponsabilidade Cultural Alto, Aningás do ulato, Cabeça de Boi, assagem to asa, Curral do eixe, rubu, Ba vista, Bateideira, Batedeira, raia do Caboré, Camundongo. o unicípi A arte e o artesanato do ovo otyguara e abajara da Aldeia Vila ova Aldeia Vila ova rancisca Ângela ereira da ilva onsenhor abosa C 24, , evitalização da Cultura otiguara da Aldeia undo ovo Conselho do ovo ndígena otiguara da erra das atas aria José ascimento onsenhor abosa C 23, , useu otigatapuia da erra das atas ovo otiguara de undo ovo aria das raças ereira da ilva onsenhor abosa C , rojeto Cultura é Vida, Vida é Cultura ovos otyguara do spírito anto e assagem arinete aciel da Luz onsenhor abosa C 20, , ustentabilidade e recuperação de nossas tradições Aldeia Boa Vista Jamila de ouza lva otyguara onsenhor abosa C 19, , evitalização da Cultura otiguara de Queimadas Queimadas rancisco ibeiro do ascimento onsenhor abosa C 18, ,00 ouza CAÁ - CAA $ , onto de memória: useu ndígena Kanindé - formação, Comunidade ndígena ernandes uzenalson da ilva antos Aratuba C ,00 pesquisa e garantia das ações em patrimônio e memória Artesanato abajara lho `Água dos Canutos ebastião Vieira da ilva onsenhor abosa C 25, , radição e emória dos Índios remembé de Conselho dos Índios remembé de Queimadas - CQ aria irtilene dos antos Acaraú C ,00 Queimadas ádio apera Aldeamento remembé de Almofala aimundo udes dos antos tarema C 24, , Arte e Cultura abajara lho `Água dos Canutos ebastião Vieira da ilva onsenhor abosa C 24, , abores e aberes dos Índios remembé Conselho dos Índios remembé do Córrego das elhas - CC André ales eto atias Acaraú C 24, , apeba: ovo que dança, povo que canta. ovo Associação das Comunidades dos Índios apeba de caucaia - ACA João Cassimiro do ascimento Caucaia C ,00 que produz e vive cultura eto useu ndígena Jenipapo Kanindé Associação das ulheres ndígenas Jenipapo Kanindé - AJK aria aimunda Alves da Conceição Aquiraz C , ficina do Barro Conselho ndígena remembé de Almofala - CA José Vicente dos antos tarema C 23, , emória dos rituais sagrados na construção da Aldeia Jacinto rancisco eodosio do ascimento onsenhor abosa C ,00 indetidade dos otyguaras do semiárido rojeto de resgate e valorização dos Associação das ulheres ndígenas itaguary - A aria Leonarda ilva arcelino aracanaú C ,00 saberes tradicionais das parteiras itaguary ecendo as edes da radição Conselho ndígena remembé de Almofala - CA José Vicente dos antos tarema C 22, , reservação dos costumes no mundo da tecnologia Aldeia ítio rivanda ereira dos antos a m b o r i l C 20, , Jovens lutando pela memória viva de nossa dentidade Aldeia Viração José irmino dos antos a m b o r i l C 20, , ortalecimento da Cultura e Étnico do ovo abajara Aldeia idélis aria Lira de ousa Araújo Quiterianópolis C ,00 de Quiterianópolis AL - CAA $ , ncontro nacional da rede social do projeto vidas Coletivo de estudantes indígenas do projeto vidas paralelas da nb dneide aria da ilva Brasília C 34, ,00 paralelas indígenas e oficinas de formação em cultura digital nas aldeias ncontro acional de ajés coletivo de estudantes indígenas do projeto vidas paralelas da nb Joanice onçalves dos santos Brasília C 25, ,00 AL - CAA $ , alti-lya (toré do milho)/ Comunidade apuya/ulni-ô Counidade apuya/ ulni-ô Albani orres da Hora Veríssimo Brasília C ,00 achado do antuário apuya dos ajés emana ndígena da niversidade de Brasília Karipuna Hauni upinambá onteiro Brasília C 25, ,00 Í A - CAA $ , rojeto da etxai eko ka'agwuy - ossa saúde vem do mato Aldeia Boa sperança Antônio Carvalho Wera Kwaray Aracruz 37, ,00 XLA AA A A AC ste documento pode ser verificado no endereço eletrônico pelo código ocumento assinado digitalmente conforme n o -

80 º 94, sexta-feira, 17 de maio de ortalecimento e Aparelhamento do Centro Cultural Associação ndígena uarani Boapy indo arcelo liveira da ilva Aracruz ,00 atatin Ywareté eu ovo inha Língua - etama, Xenheenga Aldeia au Brasil Wesley ibeiro Vieira Aracruz , Casa da emória uarani Aldeia uarani de lho d'água, ekoa Ywúporã oberto Carlos ilveira Coqueiral de Aracruz 33, , useu udja Kweny Aldeia iraquê-açu osana da ilva Aracruz , ortalecimento dos Cantos e Cultura radicional uarani Aldeia Boapy indó (rês almeiras) Cacique elson Carvalho dos antos Aracruz , Casa de Cultura Aitupaíra Aldeia rajá Alexandre da Conceição Cabidelli Aracruz ,00 Loureno Vicente rojeto da Aldeia emática e reservação do eio Comunidade uarani do io iraquê-açu edro da ilva Aracruz 20, ,00 Ambiente ortalecimento da Cultura uarani Á - CAA $ , Casa de farinha arly apuia Carretão aria de Jesus Chaves apuia ubiataba C ,00 AAHÃ - CAA $ , Ka`Aiwar Wazemono`ngaw - ncontro dos oradores 137 aldeias nos municípios de Arame, Amarante do maranhão e Bom Jesus das elvas Antoninho rovidência uajajara Arame A 41, ,00 da ata Wy`ty-cãtê - a grande festa do povo Krikati Aldeias Arraias, Campo Alegre, aiz, ecanto dos Cocais e ão José Arthur Junior ilhomem ontes Altos A , esta de õõhyh`pry Aldeia overnador, Aldeia iachinho, Aldeia ubiácea, Aldeia Água Viva, Aldeia onte Alegre, Aldeia oberto oreira Amarante do ara- A 24, ,00 ova nhão Artesanato ndígena: uma revelação da força cultural Colônia, ardinha, Beira io Jarcilene ereira odrigues Barra do Corda A ,00 de um povo Língua ndígena Aldeia içarra reta / Aldeia uaja / Aldeia Januária / Aldeia Areão / Aldeia ovo laneta aniel Viana uajajara Bom Jardim A 20, ,00 AAHÃ - CAA $ , nsino e Catalogação das cantigas amkokamekra Aldeia scalvado rancisquinho ephot Canela ernando alcão A , uruti Wy Y Hara ( ovo do Buriti Cupú) Aldeia ova Viana José Viana uajajara Amarante do aranhão A 40, , Clareando a mente do povo Krenjê para o amor, igualdade e paz Campo ão rancisco onys Araujo da ilva imbiras Barra do Corda A 32, , esgate da Cultura Comunidade Leite ami antana da ilva Jenipapo dos Vieiras A , Artesanato ndígena: esgate da emória do ovo Aldeia ruaçu inara Costa de ousa Barra do Corda A 12, ,00 i c u n a A A - CAA $ , ensando no Amanhã, Valorizando a Cultura dos Aldeia Vargens, Barreiro reto, umaré, umaré, umaré, Custódio e Caatinguinha Alípio erreira Cruz ão João das missões 37, ,00 ossos Antepassado e revenindo a Alimentação do osso uturo eaprendendo a língua Akwê Aldeia ancharia, Aldeia Caitito, Aldeia Cabeça 'anta, Aldeia urado dos atos e Aldeia urado dos eginaldo omes de liveira ão João das issões ,00 eios Jogar e Brincar à oda Antiga Capão do Zezinho edro Anilton aria artinho de Campos 33, , emória e atrimônio Cultural Huminixã Aldeia umaré, e elza onçalves Alkmim ão João das issões 33, , esgatando a Cultura ndígena do riângulo ineiro A - ovimento dos ndígenas ão Aldeados do riângulo ineiro e Alto aranaíba Cláudio carparo ilva tuiutaba , êtsõny - Kwã: egistrando o passado, fortalecendo Aldeia Cinta Vermelha Jundiba Antonio Cesar da Conceição Braz Araçuaí 30, ,00 o futuro! ortalecimento da khá-kahab: Casa de aúde, Cura e Harmonia Aldeia Cinta Vermelha Jundiba Antônio César da Conceição Braz Araçuaí 30, , Casa de Cultura evitalizando os Conhecimentos Aldeia Brejo ata ome e Aldeia mbaúba Jair Cavalcante Barbosa ão João das issões 24, ,00 Xacriabá A A - CAA $ , Bacumuxá - Árvore agrada etirinho acari Alves erreira Carmésia 41, , Kõmãyxop - Cantos Xamânicos axakali - Aldeia aravilha - Apné Hitup Xexka' oninho axakali Bertópolis 40, ,00?km?'?n ortalecimento, Valorização e esgate da Aldeia umaré aiane onçalves Alkmim ão João das missões 40, ,00 edicina ndígena Xacriabá Cozinha radicional Aldeia umaré Luzineide reire ds Cruz ilva ão João das issões 36, , esgate da alimentação e tradição Caxixó Capão do Zezinho dileusa rancisca da ilva erreirpos artinho de Cam , rodução de Cerâmica Xacriabá: Xacriabá da Aldeia ancharia / enda der ossidônio de ouza ão João das issões ,00 resgatando e fortalecendoa identidade do povo useu Cacique jalma Capão do Zezinho Jaciara abrina erreira artinho de Campos 35, , Casa do Artesanato ndígena Kaxixó Capão do Zezinho layson Humberto erreira artinho de Campos 35, , e modo que é... nsinamentos de cacique jalmpos Capão do Zezinho Jaciara abrina erreira artinho de Cam- 35, , ivulgando os Conhecimentos Xacriabá Aldeia Brejo ata ome Zezuel omes de Araújo ão João das issões 35, , Kunox Yixua uknõg Aldeia Verde uely axakali Ladainha , esgate da edicina radicional Caxixó Capão do Zezinho Altair eodoro da ilva artinho de Campos 34, , atakox - povo - Lagarta - spírito Aldeia aravilha e Cachoeira eginaldo axacali anta Helena de 34, ,00 inas esgates Vitais Comunidade Canaã atricia urta Loyola ontes Claros 34, , Arte, produção material e artesanato iacho dos Buritis, orges, lhos d'água, indaíbas, edrinhas, oções e tacarambizinho ilvia Helena da ota ão João das issões 34, , Cabana de ventos Culturais Xacriabá Aldeia iachinho stelita de ouza uimarães ilvsões ão João das is- 34, , edicina radicional Aldeia Caatinguinha Vicente Barbosa os antos tacarambi 34, , Cultura Viva aisagem da atureza Aldeia edra edonda milio Lopes de liveira ão João das issões 33, , rojeto Artesanato e Cultura ndígena iacho do Brejo Adailton Cavalcante Bizerra ão João das issões 33, , Aprendendo e nsinando com o osso Cotidiano Aldeia umaré Cilene Araújo antos omes ão João das issões 33, , Horta rrigada na Cultura da Alimentação radicional Aldeia undinho layson Humberto erreira artinho Campos 33, ,00 Caxixó Yãy xex axpuknôg. intura iferente Aldeia Verde sael axakali Ladainha , Casa da Cultura onto de Consagração Xacriabá Aldeia iachão dilene ourado do Leite ão João das issões 32, , spaço Cultural Xacriabá Aldeia ancharia Júlio César Lopes de liveira ão João das issões 32, , Centro Cultural Comunitário Aldeia erra reta ilson omes de liveira ão João das issões , onto de Cultura Índio na isada: Aldeia izimeiro Brejo antana Leivan ota do antos tacarambi ,00 somando as diferenças para superar as indiferenças niciativa da Cultura de Hoje e o uturo do Amanhsões Aldeia umaré usébio erreira de liveira ão João das is- 31, , Construção de Artesanato, Conhecimento ndígena Aldeia iachinho aria ereira omes de liveira ão João das issões , rojeto cyê Xucuru Kariri Aldeia Xucuru Kariri, azenda Boa Vista Cacique José átiro do ascimento Caldas 30, , Avanço na Cultura Xacriabá Aldeia mbaúba Claudinei omes arias ão João das issões 30, , Casa de Cultura do ronco asceu o Broto Aldeia edra edonda José Lopes da ilva ão João das issões 30, , ortalecimento da Cerâmica radicional Xacriabá Aldeia rata antilia erreira de ouza ão João das issões 30, , ikay xiká (é da edra) etirinho ary erreira Alves Carmésia ,00 CCALZAÇÃ BA C ste documento pode ser verificado no endereço eletrônico pelo código ocumento assinado digitalmente conforme n o -

81 º 94, sexta-feira, 17 de maio de esgatando a Cultura de ossos Antepassados Capão do Zezinho onilda Balbina de ilva liveira artinho de Campos , esgate e ortalecimento da língua Xacriabá Aldeia Brejo ata ome anilson inheiro de Abreu ão João das issões , akhé irawê (Cultura agrada) etirinho Victor ibeiro de liveira Carmésia 29, , Casa de Cultura Vivendo osso Costume Xacriabá Aldeia lhos d'agua andra rancisca de liveira ão João das issões 29, , onto de Cultura Aldeia Brejo ata ome ario Lopo de liveira ão João das issões 29, , ortalecimento das ráticas Aldeia umaré elzuita Araujo de Andrade ereirsões ão João das is- 28, , Casa de Cultura iacho do Brejo iacho do Brejo dilson Alves de Barros ão João das issões , Criação de alinha Caipira na Alimentação radicional Conselho Comunidade ndígena Kaxixó - CCK layson Humberto erreira artinho de Cam ,00 da Culinária Caxixó pos A L - CAA $ , ortalecimento e evitalização da cultura erena rganização dos professores indígenas terena da terra indígena aunay/ipegue - Ho'unevo hikaxotihiko linéia Luis aes Jordão Aquidauana C 35, ,00 através da terenoe confecção de materiais didáticos interdisciplinar na língua terena etomada idiática ós por nós mesmos através AC - Associação Cultural de ealizadores ndígenas ilmar alache Campo grande C ,00 das novas mídias 3 92 Kipa'e (dança da ema) Aldeias Bananal, pegue e Colônia ova Cezar rancelino ialho Aquidauana C 29, , utras formas de expressão própria da cultura indígenno Bananal ozenilda onçalves. ranceli- Aquidauana C , emoria Viva uarani Kaiowá aldeia uapoy, mais conhecido como aldeia amambai smael orel Amambai C , Koexókexoti Hôe Aldeias: Bananal, Colônia ova, pegue, Lagoinha, Água Branca, orrinho e mbirussú edro Venancio Aquidauana C 19, , Jornal impresso - a voz indígena Aldeia arçal de ouza, arci ibeiro, arsila do Amaral e Água Bonita idney orais de Albuquerque Campo rande C , Kixoku Ko'ipovoyea uti "ossa forma de vestir" Associação dos oradores da Comunidade ndígena Água Bonita liseu Lili Campo grande C , ntegração e Valorização da Cultura ndígena erenriti ociedade sportiva ndígena erena ber eginaldo Vitorino ois rmãos do Bu- C , Óvoku âmoko - Casa de arinha Aldeias: Bananal, Colônia ova, pegue, Lagoinha, Água Branca, orrinho e mbirussú ilson rança ias Aquidauana C 18, , Jovens ndígenas - uturo de um povo eserva ndígena de ourados aria de Lourdes Beldide Alcantara ourados C , lantio de lavoura de mandioca ALAAL -Associação de rodução Leitera e Agrícola da Aldeia Lalima ito de ouza iranda C ,00 A L - CAA $ , rojeto ygusu (Casa rande de eza) erra ndígena akwara Valdelice Verón Juti C , ga ysy no uayviry: Casa de eza e Aldeia uayviry Valmir onçalves Cabreira Aral oreira C ,00 ortalecimento Cultural Kaiowa/ ai avyterã ga ysy no Kurusu Ambá: Aldeia Kurusu Ambá smarth artins Coronel apucaia C ,00 ortalecimento e Continuidade Cultural dos Kaiowa/ ai avyterã anejo e revitalização das práticas de artesanato Associação ndígena erena do município de Aquidauana - AA auro aes Aquidauana C 33, ,00 da cultura indígena erena 5 85 rojeto faié em ronteiras Associação Hankrägani de rodutores faié ilvano de oraes de ouza Brasilândia C 32, , rojeto uaté de ortalecimento Cultural Aldeias Jaguapiru e Bororó Vanderlei artins ontes ourados C 31, , ga ysy Jerokyha": Casa de eza Kaiowa/ ai asso iraju Carlito de liveira ourados C 30, ,00 avyterã no asso iraju rojeto edicina radicional das rvas uarani Aldeia Jaguapiru dite artins ourados C 29, , rojeto nião dos povos uarani 'bya, Kaiowa Aldeia Bororó e Jaguapiru riscila aciel uarte Lopes ourados C ,00 e erena ngosu nhanderu adimiro Aldeia Jaguapiru Adimiro Arce ourados C , m defesa da oralidade Aldeia Bororó João achado ourados C , ga ysy - Casa de eza Kaiowa / ai avyterã Aldeia ta'y figeninha Hirto ourados C ,00 no taý rodução de medicamentos indígenas Aldeias: Jaraguá, Bananal, Colônia ova, pegue, Lagoinha, Água Branca, orrinho e mbirussú aximo Alexandre Aquidauana C , rojeto boý Aldeia Jaguapiru e Bororó emostenes Locario ernandes ourados C 27, , encontro de integração e revitalização cultural Hanaiti Yomomo Alexandro da ilva ouza ioaque C 26, ,00 na aldeia brejão (jogos tradicionais, língua materna, artesanatos, músicas e danças eio ambiente e sustentabilidade das Cult. nd. Bananal aniele Luiz de ouza Aquidauana C , rojeto ngosu tajeguaka Aldeia Jaguapiru Jorge da ilva ourados C 24, , Arquitetura indígena - oca Aldeia orrinho lorêncio da ilva Aquidauana C 24, rojeto Jakairá (milho mais tradicional dos uarani) Centro rganizacional da Cultura radicional da tnia Kaiowa de ourados etúlio Juca ourados C , Araporã ekove Aldeia Bororó Cesar ernandes iquerme Benites ourados C 23, , tá Jeguaka aldeia Jaguapiru das regiões do ardinha e Lacuy Jorge da ilva ourados C 22, , eio ambiente e sustentabilidade: açude mbirussu ilson rancisco Aquidauana C 22, , Kixoku oxeokono ne kipae " aneiras de tocar a Associação dos oradores da comunidade indígena Agua bonita liseu Lili Campo grande C 22, ,00 flauta" Yokone Kopenoti e as novas tecnologias Associação dos Acadêmicos ndígenas de ilvana ias de ouza de Albuquerque Campo rande C 20, , ká oty endy- spaço que Brilha Aldeias Jaguapiru e Bororó arilda uarte da ilva ourados C , Valorização das práticas sustentáveis de Bananal iguel Jordão Aquidauana C ,00 alimentação utilizadas na cultura erena rojeto sperança das ulheres ndígenas Associação de ulheres ndígenas de ourados - A Lenir aiva lores arcia ourados C , Korikóti Kaná Úti Aldeinha d Angel rança Almeida Anastácio C 17, , rilhando Caminhos: o eserva ndígena de ourados, Comunidade Amambaí da egião do Cone-ul do ato rosso do ul atiane artins omes ourados C ,00 (uarani/kaiowá) aber ao mpoderamento Acadêmico e Índigena ro vitalização da cultura e memória erena. Aldeias: Bananal, Colônia ova, pegue, Lagoinha, Água Branca, orrinho e mbirussú Celma rancelino ialho Aquidauana C , âti Aldeia Bananal Cezar rancelino ialho Aquidauana C ,00 A - CAA $ , racajá para todos os índios do Xingu Aldeia yrená Kanawayuri Leandro arcello Canarana C 37, ,00 Kamaiura emória viva ambikwara Aldeia ovo Horizonte; três Jacus; ovo ncantado; Vale do io Buriti; Caititu; uarantã e as aldeias aria erezinha ilveira ambiquara apezal C ,00 Central; Branca; 13 de maio; Auxiliadora; utum e Camararé do municipio de Comodoro chuarsch Hina Kuravoti (lantas que Curam) ioysch Haukina Benedito antana de Campos orto spiridião C , rojeto História dos ovos ebêngôkre, anará e nstituto aoni opni etyktire Colider C 34, ,00 a p a y ú n a A aíz das magens Aldeia ossa enhora uadalupe Aldeia Cristo ei Aldeia ova iamantina Aldeia ossa enhora João omulo airébéwe Aptsi'ré Barra do arças C ,00 das graças Aldeia ão rancisco 6 72 rojeto de documentação de língua indígena Karajguaia Aldeia anta sabel do orro Hatawaki Karaja ão elix do Ara- C 33, , Yudja me lã`ã`ã be e`useha? y?mïti? seha (esgate Associação Yarikayu Karin Juruna ão José do Xingu C 33, ,00 e Valorização de sporte e Brincadeiras radicionais Yu d j a ) Aparecimento dos Brancos: A história que queremos Kuhikugu (Kuikuro), Akuku (Kalapalo), agihü otomo (atipu) e mieinaku (ehinaku). utua ehinaku Canarana C ,00 contar useu comunitário dos povos indígenas nstituto aoni dson Araceli antini Colider C 32, ,00 Kayapó, apajuna, rumai, Yudja e anará ad berewa Ki a?n, que significa: A(Vamos)+) Aldeias: aquaral, ivisa, Areião (mam garey), lor da elva, Cachoeirinha, lor do rado, ineiro, Amadeu Cinta Larga Aripuanã C 31, ,00 aralelo 10, Capim, Bananal, ajano/ BWÁ(cantar a vida, as historias)+k(estado de fazer no XLA AA A A AC ste documento pode ser verificado no endereço eletrônico pelo código ocumento assinado digitalmente conforme n o -

82 º 94, sexta-feira, 17 de maio de 2013 presente)+a?(minha gente/pessoal Wa'wededzé - ossa medicina indígena zub'adze; ão rancisco ; ossa enhora Auxiliadora; ão arcos; Coração de Jesus; om omero eia lessia ewe'a sebabate Barra do arças C 31, , ahako to - estre do Arco Aldeia patse com participação da Aldeia Lahatua akumã Kuikuro Canarana C 29, , Wãrãhobo, Bo Wedepró Aldeia ro'órãpe isele êtsiwatsihu sipré Barra do arças C 29, , A revitalização do povo mutina, através da úsicpá rganização das ulheres ndígenas - AKÁ aria Alice de ouza Cupudune- Cuiabá C , ntercâmbio AA (Arco ris) Aldeia Aturua e povo Waura do Xingu Welinton Kayalaby Apauaca aranatinga C 28, , ortalecimento do Artesanato das AKÁ de rganização de ulheres ndígenas - AKÁ aria Alice de. Cupudunepá Cuiabá C 28, , ortalecimento e reativação da Aldeia Bakutapô Comunidade Bakutapô der Apodonepá unes de liveira Barra do Bugres C , anhore up'tabi ão arcos lorentino Wamri apo Xavante Barra do arças C 27, , Culinária indígena namáti - erena namaty oko'e, Limão Verde e Buriti do Joilson Leite orres eixoto de Azevedo C 27, , ovo erena - onto de Cultura Kopenoty Aldeia Kopenoty e Aldeia Limão Verde e Buriti do Joilson Leite orres eixoto de Azevedo C 25, , erena - Culinária ndígena uri uku de ato rosso uri uku ateus Alcântara ondon eixoto de Azevedo C , Kisêdjê Karo me gere hihwêt Associação ndígena Kisêdjê Kamikia entotxi rumai Kisedjê Canarana C 23, ,00 tá: rodutora audiovisual indígena do povo Kisêdjê A - CAA $ , evitalização das práticas culturais do Kadoety akuenra agno Amaldo da ilva aranatinga C 40, , Yaõkwa, Lerohi e Kateoko Aldeia Halataikwa aliyamase nawene Juína C 39, , enire Bij'ôk (esta das ulheres) Aldeia etuktire Bekangaranhy etuktire Colíder C 39, , úsicas da festa de corte de cabelos das moças Kremoro ekreranti etuktire eixoto de Azevedo C , Cartilha da lingua tradicional Apiaká Aldeia ayrowi e ontal dos Apiaká ainon anhum athê Colíder C , ikbaktsa akibazik baba - s cantos e edra Bonita, Aldeia Velha, anta ita, eringal 01 e Aldeia Bacaval icolau Apytsae ikbaktsa Juina C ,00 músicas verdadeiro do povo ikbaktsa Casa de adolescentes Hö Associação de roteção ocial ndígena e ecuperação cológica Caetano serenhi'ru Barra do arças C , evitalização da Cultura Boe - Bororo de eri - rojeto quipe eri re José odrigues Boyadowu eneral Carneiro C 38, ,00 re da aiz, planta e Cultura: ntercâmbio de raízes e sementes Aldeia araíso Benedito arcia nizoka ,00 das roças tradicionais, aldeia araíso, povo aresí, ança de Yukapkatan (ovo grande) Associação ndígena arupá A Ana Angelica de ouza da ilva Aripuanã C ,00 Arara Arte do Artesanato Chiquitano - Aldeia Central nofre arava amos orto speridião C , aiz, planta e Cultura: ntercâmbio de raízes e Aldeia araíso Benedito arcia nizoka angará da erra C 36, ,00 sementes das roças tradicionais, aldeia araíso, povo aresí, lantando futuro: Cultuvo da Castanha do Brasil Aldeia ayrob Agnes ernandes rança Juara C ,00 com base da alimentação Apiaká Arte do artesanato Chiquitano - Associação rodutiva ndígena Chiquitano aria Cleonice de atima Cesario orto spiridião C ,00 up Arte, rodução material e artesanato nstituto unduruku Valdenildo al Juara C , Artesanato de Haliti Aldeia Bacaval Zeferino Koloizomae Campo ovo dos C 35, ,00 arecis Artesanato anoki Aldeia Asa Branca, erdiz e ecanto do Alipio aria de átima ããsi Brasnorte C 35, , ovo Juruna do akaya - Arquitetura Aldeia akaya Akan Juruna Colíder C 34, , Abelhas ativas ahôa Aldeia ahoa Ângela aria Zunizakae Campo ovo dos C 34, ,00 arecis ortalecimento de produção e comercialização Aldeia mutina; Central; Amajunepá; Bakutapó; Bakalana, Cachueirinha Luciana Calomezoré Barra do Bugres C ,00 de artesanatos ndígena mutina emente ativa iorsch Haukina emente ativa Benedito antana de Campos orto speridião C , ny Bydedyynana rituekokemy (esgatando a cultura Aldeia anta zabel do orro, envolvendo jovens das aldeias: Wrebiá, JK, Wataú Luiz lavio ywanaru ão élix do Ara- C 33, ,00 ny) guaia Valorizando o conhecimento das mulheres iaraçu ayalu Kokometi Waura xucarramãe Colider C ,00 Kayapó: pinturas corporais e cantos ança Lele Heve de namaty oko'e; uripuku, Kuxonety oko'e e Kopenoty ziel Borobó ondon eixoto de Azevedo C , rojeto sol (xixi) de abril aldeia aturua duardo aiawai Koni awanre aranatinga C , a r y k a t o Associação kaika arepy - A Xaopokoi apirape Confresa C , evitalização das práticas culturais do ovo Karajá nstituto eribre eire iwaki Luciara C , Valorização da dança tradicional do povo Chiquitano Aldeia Central José Antonio arava amos orto speridião C 32, , Yamore - Vale do apagaio Vale do apagaio; acre ; tiariti; e Bacaval osinha dos antos Zomoizokaero apezal C 32, , ortalecimento de cultura tradicional comunidade indigenas yudja, que moram proximo da aldeia piaraçu-. matudjo metuktire ão José do Xingu C , rojeto de resgates culturais sobre Aldeia ão omingos Jacó abiore Karaja ão elix do Araguaia C ,00 grafismos ou pinturas corporais Zap atúú (Casa Comprida) Aldeia iip Xi i, arque do Aripuana Junior Cinta Larga unduruku Juina C , apotó anhãridzé Aldeia são rancisco - Wededze Lindaura Wa'utomo'aba seredadze Barra do arças C , HAL na Culinária ndígena Aldeia ahoa Ângela aria Zunizakae Campo ovo dos C ,00 arecis evitalização de alimentos tradicionais na cultura Bakairí Aldeia ahodu eginaldo kaura Xerente aranatinga C ,00 CCALZAÇÃ BA C do ety da comunidade Bakairi da Aldeia Cabeceira Coordenação ndígena apaguia - C Josias utumanga ereira aranatinga C ,00 Azul Casa de Cultura "serewa'ubudu" Xavante de ova sperança Xisto serenhi'ru serenhimi'rami Barra do arças C 31, , ovo Apiaká - Culinária ndígena racajá Aldeia ayrob Agnes ernandes rança Juara C 31, , Caititu anoki Associação ndígena X Ademil amexi rantxe apezal C 31, , Hipekuluta Aldeia Yawalapiti Anuiá Yawalapiti Canarana C , esgate das casas tradicionais do povo anoki Aldeia aredão; ecanto do Alípio e erdiz arcelino apiocu Brasnorte C , Heranekisu (Hera fruta do buriti; ekisu pé do Aldeia ovo Horizonte e Aldeia rês Jacu Cleide Adriana da ilva erena apezal C ,00 buriti) esta de Aruanã nstituto KHAWA - K Célio Kawina javari Luciara C , Kamayurá araká (nosso canto Kamayurá) Comunidade Kamayurá Auakamu Kamayurá Canarana C 30, , Wauja ohatakoja taku upapitsana - (quer dizer) Comunidade yulaga Arapawa Waurá aucha do orte C 30, ,00 icionário Linguístico-Cultural Waurá evitalização da língua materna erena - - uri puku uri uku icael uri ondon eixoto de Azevedo C 30, , emy Biô - esta do Homem Kremoro Weneti apayuna Colider C , ALÜ (gravar os cantos e guardar) Aldeia Barranco Queimado taliko kalapalo Canarana C , Kayapó: osso passado e presente Kremoro Bepnoit Bepkukrati etuktire Colider C , ntercâmbio Cultural Kayabi -Juara/Kayabi X- Aldeia atuí e aldeia iauarun do Xingu do municipio de ão Jose do Xingu atias rancisco Jurucatu Juara C 29, , emi'o Kato (Comida boa e saudável) Associação do ovo ndígena apirapé da Aldeia yryxitawa - AA paraxowi arcelino apirapé Confresa C 29, , Kore (flecha sagrada) Associação ndígena Himerese Luiz Correia da ilva erena apezal C 29, , Xema'eãwã pe mi ma'e ma'e apaãga arakwaãp Associação ovo ndígena da ação nida apirapé ael Xakoiapari apirapé anta erezinha C 29, ,00 apyãwa mõ - resgate de nosso saber rodução de Cará da Aldeia ova sperança Aldeia ova sperança João obias Wahone serenhimi'rami Barra do arças C , lantas medicinais usadas pelos índios Cinta Larga Associação do ovo ndígena Cinta Larga YA Joãozinho Cinta Larga Juína C , ukyt Kiray, o sabor do sal Associação ndígena do ovo Aweti Waranaku Aweti Canarana C , anaka akulatain - esgate da Associação ndígena ulukai (A) aikir alatakuma Waura Canarana C ,00 cerâmica tracidional Wauja arãiwatsihöiba Aldeia Belém árcio serehité sererãi're Canarana C , ovo Kayabi - Culinária ndígena atuí Aldeia atuí atias rancisco Jurucatu Juara C , 'ridi ahöimanadzé anta Cruz tenza'itipré José serenhomo Xavante Canarana C 27, , emi aré Janejemujap - Aprendendo a fazer a comida Aldeia Kwaruja Wisio Kaiabi Canarana C 27, ,00 ste documento pode ser verificado no endereço eletrônico pelo código ocumento assinado digitalmente conforme n o -

83 º 94, sexta-feira, 17 de maio de ortalecendo o nosso saber (Kiuntuli onho'onwado) Aldeia ova Canãa dson de liveira antos Kulewara obres C 27, , du tâdo aru Xuahuru - roteção do olho d'água Aldeia ainkum dil Apacano aranatinga C 27, , ovo Kurã Kãdãkerã Aldeia Aturua arlene Kaiore aranatinga C 27, , iwede Hoibari Aldeia Abare'u elarim sere'u'ra Buta'awe Barra do arças C , Culinária Apiaká "acaco cozido no leite da Castanha Aldeias ayrowi e ontal dos Apiaká arleson Kamassuri Apiaká Colíder C ,00 do ará" raça de dança dos Kurâ Bakairi gu tâ Jucimar paikire ondon aranatinga C ,00 AÁ - CAA $ , roduzindo esgate Associação xtrativista do io Kabitutu Wuyxaxima - AK Aldilo Amancio Caetano Kaba Jacareacanga A 28, ,00 unduruku eira ebengôkre de sementes tradicionais Associação loresta rotegida (A) ro uturua u c u m ã A , Arte unduruku Aldeia Katõ e mais 17 aldeias unduruku do Alto apajós Humberto Caitano Kaba unduruku Jacareacanga A ,00 AÁ - CAA $ , nsino da língua enetehara entre os embé da AA-Associação do rupo embé das Aldeias ede e tuaçu dnaldo embé anta Luzia A 40, ,00 Aldeia ede, tuaçu, inoá e pydhõ - ará ãnh-kô Aldeia Bakajá Katendjyre Xikrin Anapu A 39, , reservação da ança do arasoy issão ão rancisco lavio Kaba unduruku Jacareacanga A , Wuirá 'haw - ortalecendo o nosso povo, Aldeias: ta utyr, rasqueira, awari, Zawaru'u, ãoedro, Aldeia irá, Aldeia Jacaré, Aldeia arapé edro ilson de ousa Costa Belém A ,00 nossa luta e nossa identidade enetehar Kamoimaýry Aldeia Bakajá Katendjo Kayapo Anapu A 35, , Kayrakrô Aldeia Bakajá grenhngri Xikrin Anapu A , rodução emorial ebegokre Associação Comunitária ndigena apiête - AC Kagroti Kayapó ovo rogresso A 26, , pakakôk tinrin kaxuwa (língua falada e revitalizadacantins Associação ndígena e empapytarkatê Akrãtikatêjê ildivaldo da Costa Valdenilson Bom Jesus do o- A 21, , Kapran okô, pinturas indígenas de Apexti Aldeia Apexti okrã Kayapó ão élix do Xingu A , ekwatuwa Kyikatêjê pa Jarkwa Kôt avião Kyikatejê ikparti Kokaproti Bom Jesus do ocantins A ,00 Kakôk (Jovem fortalecendo a linguagem Kyikatêjê AAÍBA - CAA $ , Centro de ormação Cultural e useu otiguara Aldeia Jaraguá anielson odrigues da ilva io into B 24, ,00 AAÍBA - CAA $ , ortalecendo nossa arte e nosso ritual Associação dos Artesãos indígenas otiguara - AAB jalma omingos Junior Baía da raição B 30, , ermanecer orte e Viva a ossa Cultura É - Associação Cultural ndígena otiguara Valdelúcia de Araújo Cassiano Baía da raição B , É A CAAA Aldeia ão rancisco, sendo que outras estão inseridas que são: anta aria ilda austino Batista Baia da raição B ,00 ita, Laranjeira, racoeira, Cumaru, Lagoa do ato, alego, orte, ão iguel Cinema nas Aldeias Aldeia ramataia otiguara Luciano agno Correa de liveira arcação B ,00 ABC - CAA $ , XHA - lano de recuperação de erreiros Comunidade ulni-ô da Aldeia central (urbana) e Comunidade ulni-ô de Xixiakhlá Jailson Correa aca Águas Belas ,00 ulni-ô Zabumba o om dos Antepassados Vibrando Hoje Aldeia alhador, Aldeia errota, Aldeia Quiridalho aria do ocorro rança de iqueira Buíque , Casa de Cultura Brejo dos adres, aco dos Barros, Bem Querer de Cima, Caxiado, Jurandi anoel reire Jatobá 23, ,00 Caldeirão, ito 1 e ito 2, orcego, Carrapateira, opera, spinheiro, Agreste rojeto Cataioba. Arte, produção material e artesanato Associação ndígena dos rodutores urais da Aldeia da Lagoinha xpedito Vicente Costa algueiro , ede da AA Associação ndígena dos rodutores Agrícolas de oço da edra (AA) aimunda Jeane Cecília algueiro 15, ,00 ABC - CAA $ , Cantando e dançando ao om dos Búzios ankararu Aldeia Brejo dos adres eize atiana Andrade Cruz a c a r a t u 33, , oantes Cantados pelos mais Velhos onta da Várzea, au erro rosso, ina rande, Quiridalho, anta osa, errota, Areia rossa (Aldeias aria do ocorro reire antos Buíque ,00 do ovo Kapinawá) Jovens Índios: ortalecendo a dentidade Associação.J... K. rupo Jovens ndígenas azário Kambiwá andra ilva de Carvalho bimirim ,00 Étnica do ovo Kambiwá através da Arte e Cultura edicina radicional ndígena ulni-ô ulni-ô José rancisco de á Águas Belas 28, , ustentabilidade Alimentar da Cultura e radição Comunidade do orcego ita de Cássia dos antos Jatobá 28, ,00 ankararu radição, Cultura e ustentabilidade Xixiaklá imone Alves dos antos Águas Belas 28, , inha dança, minha pisada ankararu Comunidade Lagoinha, undo ovo, iancó, Logradouro birajara ernandes Barbosa etrolândia , Ya k t o w a scola ndígena Bilíngue Antônio José oreira arilena Araújo de á Águas Belas 27, , rojeto ai upã Bem Querer de Cima, aco dos Barros, Brejo dos adres, Jitó apera, Carrapateira, Caldeirão, Caxiado, aria osimar de liveira Jatobá 26, ,00 Bem Querer de Baixo, errinha, acaco, spinheiro econtando nossa história através das artes Aldeias orto Apolonio ales, lha da apera e lha de ão elix dna Bezerra ajeu roco 25, , Jovens nidos fortalecendo a luta de seu povo Caatinga rande, Caatinguinha, iacho undo, Camaleão, Lama, aria lenilda elfino dos antos Cabrobó ,00 através da arte edenção, Cajueiro, Lagoa Branca, mbuzeiro, abonete, Jatobazeiro, ortões aracá aiz ncantado Bem querer de cima eandisson amos Andrade Jatobá 24, , Ação owá-ulniô - esenvolvimento Cultural e ócio ducativo rupo owá ulni-ô da Aldeia ndígena ulni-ô José Henrique ibeiro de á Águas Belas 24, , Cinema tinerante - Xukuru do rorubá Associação da Comunidade ndígena Xukuru uilherme Araújo arinho agalhães esqueira , História e radição ankará Aldeia Jardim e Aldeia Amarrapé - Comunidade ndígena ankará vanilza dos antos ilva Carnaubeira da enha 22, , esgate da Zabumba e do ífano no ovo Kapinawá ina rande, onta da Várzea, au erro rosso (Aldeia ede do ovo Kapinawá) aria Beserra da ilva Buíque 22, , ortalecimento de estas Culturais do ovo ankaiwka Associação ndígena dos rodutores urais da Comunidade ndígena ankaiwka aria rancisca da ilva Araújo Jatobá 22, , ortalecendo a relação dos jovens indígenas nião da Juventude ankararu Lafaete José da ilva a c a r a t u 21, ,00 ankararu e o seu território/ eminários Culturais Bernadino Ciriaco da Luz Área ndígena ruká (lha de Assunção) Celio dos antos Cabrobó , ducação ulni-ô na ídia Aldeamento ndígena ulni-ô João aulo ibeiro (professor) Águas Belas ,00 AÍ - CAA $ , evilalização Cultural e Concluimento de bra Associação ndígenas tacoatiara rancisco das Chagas ias ereira iripiri 15, ,00 AAÁ - CAA $ , eira de sementes crioulas indígenas ymãu Associação de oradores do osto ndígena inhalzinho eginaldo Aparecido Alves o m a z i n a , lantas edicinais Aldeia asso Liso e Aldeia almeirinha Alcir de ouza Chopinzinho 29, , eko hemoingo: ortalecimento da cultura e luta Associação ndígena ekone boguatá nácio artins uaíra ,00 Ava uarani a kósin ag (os filhos da terra) erra ndígena almas e aldeia vila nova uarani Claudecir Viri almas 26, , ossos povos, nossas tradições universitários indígenas de curitiba andro lória Curitiba 25, , aízes e Culturas ndígenas Barreiro, Água Branca, errinha e ete Cedro e sede ede Ywyporã e ede ede (cf. formulário) Augusto Caetano vupuru ayakan a m a r a n a ,00 aje AAÁ - CAA $ , rupo de Canto e ança ope?r Comunidade ndígena asso Liso Valfride Carneiro Cipriano Chopinzinho , ostra de Cultura ndígena Kaingang erra ndígena almas Claudecir Viri almas , Vejen há (Alimentação audável) Associação de ais, estres e uncionários - A da scola stadual ndígena itótu - Altemiro Alves de liveira Clevelândia 32, , obrevivendo Culturalmente na cidade Kakané orã oisés da ilva Curitiba 30, , Kanhgág ág e (Vida de Índio) Associação de ais, estres e uncionários - A da scola stadual ndígena itótu - iriam Joseli Kenpry aciel Clevelândia 28, , Construção e eativação da Casa de eza (opy) Aldeia uarani almirinha Antoninho Karai elane Chopinzinho , borai orã Canto agrado Kuaray Haxa ivelino abriel de Castro uaraqueçaba 27, , ia do?m? ococa enato ereira rtigueira 27, , Kre (Balaio) osto ndígena vaí rlando Borges invaia aringá 27, , Jae Xauka handereko Jurua Kuerype Assentamento Abapan Vanderson oberto Benitez Castro ,00 XLA AA A A AC ste documento pode ser verificado no endereço eletrônico pelo código ocumento assinado digitalmente conforme n o -

84 º 94, sexta-feira, 17 de maio de reservar a história da memória kaingang Kakanã orã Caciporé José Correia de Lima Curitiba 25, , Kanhgág ág jagfy (m favor da cultura indígena) Associação de ais, estres e uncionários - A da scola stadual ndígena itótu - Adair odrigues Clevelândia 25, , ncontros interculturais 2013 Kakane orã de curitiba enise alvador de Almeida Curitiba , handewa uarani loy Jacintho anta Amélia , Kanhinnhir ki vãnh kagrãnh (Brincando mais também Associação de ais, estres e uncionários - A da scola stadual ndígena itótu - iguel Alves Clevelândia 22, ,00 aprendemos) Centro de ormação de Atletas Auinã: preparando uarani handewa sias amos Arnaud ampaio anta Amélia ,00 cidadãos ilme da cultura kaingang Aldeia indígena Água Branca e Aldeia ede da Apucaraninha eremias Kaingang Campolim Londrina 17, ,00 JA - CAA $ , Aldeia ekoa bo'yty - Aldeia das ementes de ortas Abertas Aldeia uarani de Camboinhas e Aldeia ekoa hu'poty lor do Campo Amarildo Karay irim Yapua unes de liveira iterói J 32, ,00 JA - CAA $ , hemongarai: Karai opita va e kuéry omboaty haguã Aldeia Araponga Augustinho da ilva arati J , * rojeto Aldeia tatim erra ndígena uarani ACA - Associação Comunitária ndígena uarani vanildes ereira da ilva araty J 36, ,00 arati irim * rojeto uarani bya - Aldeia ndígena uarani araty irim taxim onaldo ariano odrigues araty J ,00 bya awe ebiaporã: trabalho artesanal uarani io equeno, ekoa Jahapety emécio artine araty J 32, , rupo uri, Busca das origens e tradições uri Carmel arias uri e merson io de Janeiro J ,00 onsalves uri Jexara'u enonderã - onhar pro uturo Associação Comunitária indígena uarani Bracuhy Aldo ernandes ibeiro Angra dos eis J , * rojeto Aldeia ndígena uarani taxim - uarani Aldeia tatim onaldo ariano odrigues araty J 29, ,00 bya Centro de eferência das Culturas dos ovos ndígenas Centro Cultural ndígena aracanã. Carmel uri e ichael Baré. io de Janeiro J 20, ,00 riginários. A - CAA $ , JVÕ AAÚ "tilizando abedoria" - Associação Comunitária Amarelão aria voneide Campos da ilva João Câmara ,00 espertando o índio nas escolas do io rande do orte A - CAA $ , Õpuop ma`â kipuop` orapke tupari ema ema êre Aldeias: rindade, Colorado, Cajui, ova sperança aul at'awre upari Alta loresta , A língua txapakura viva na história Aldeia Lage ovo Arão Wao Hara roram Xijiein uajará-irim 27, , eira das tnias ondonienses ociedade Amigos do Xadrez Veranes arintintin orto Velho , uwit arat, ungue arara igia - Alimentos e Associação do ovo ndígena Zoró Alfredo ep Kiat Zoró Ji-araná ,00 Vida audavel struturação da Associação ndígena Arara Associação ndigena Arara rancisco das Chagas aulo odrigues Cacoal ,00 Arara ranja de frangos Associação ndigena Arara rancisco das Chagas aulo odrigues Cacoal ,00 Arara A - CAA $ , etomando o território tradicional Aldeia Juma andei Juma orto Velho 35, , esta dos uerreiros Aldeia icardo ranco José Augusto Canoé uajará-irim , Ca oc Wa ana (esta da Chixa) Aldeia anto André alomão ro ao' uajara irim 33, , Ka wa yim ma (pedir ou cobrar um favor) Aldeia Lage Velho rancisco ro Waram uajará-irim , Construção de uma 'oca' Associação ndigena Arara rancisco das Chagas.. Arara Cacoal , úsicas, cantos, danças e rituais do ovo Arara Associação Karo ajgap edro Agamenon Arara Ji-araná , esta do ohv Akae Associação Zavídjaj iguhr Josias Cebirop da ilva Ji araná , ª ança Cinta Larga com etuktire Comunidades ndígenas Cinta Larga: Kabã, Kakin, ã aria Beleza Cinta Larga Cacoal 28, , Valorização da Cultura aterial jeoromitxi Associação ndígena Baía das nças André Jaboti uajará-irim 28, , aoni etuktire - uito obrigado - ondônia Karitiana Comunidade ndígena Akot ytim'adnipa ernando Antônio Karitiana orto Velho 27, ,00 - Agradece eira Cultural abgirey Associação nstituto lorestal Yabner agbir do povo ndígena aiter uruí João Lawad uruí Cacoal 25, , rojeto de coturismo aiter urui Associação etareilá do ovo ndígena uruí Almir arayamoga uruí Cacoal 24, , xtração do óleo da copaíba Associação ndígena Arara rancisco das Chagas aulo odrigues Cacoal 22, ,00 Arara ormatização da escrita da língua aiter uruí Associação âbgir do ovo ndígena aiter urui atanga urui Cacoal , rojeto de uma farinheira Associação ndígena Arara rancisco das Chagas.. Arara Cacoal 20, , rojeto Colheita da Castanha Associação ndígena Arara rancisco das Chagas.. Arara Cacoal ,00 AA - CAA $ , Casas e alocão Wapichana: Arquitetura tradicional C - Conselho ndígena de oraima ário icácio Bonfim ,00 e climatizado rojeto Jacitara erra rande, Jibóia e eforma Creci da ilva armento ormândia 36, , aruwai, onça, jabuti: mitos pelos anciões Wapichanas C - Conselho ndígena de oraima ário icácio Bonfim , Bayda'aptan aradkary: gramática alacacheta, ium, oscou, uriru, anoa, Jacamim, Alto Arraia, ovo araíso, Jabuti, ão damir de liveira Cantá e Bonfim 34, ,00 intercultural e bilingue Wapichana- ortuguês omingos, Água Boa, Wapun, arupá, abalascada, Canauani, Laje, Cachoerinha do apo, ão João, Bom Jesus, Jacaminzinho antuário do ajé almiro: espírito e saúde indígena C - Conselho ndígena de oraima ário icácio Bonfim ,00 protegida A cura com plantas medicinais tradicionais C - Conselho ndígena de oraima ário icácio Bonfim 29, ,00 Wapichana: aúde perfeita sem dependência química A A: local sagrado do ovo Wapichana C - Conselho ndígena de oraima ário icácio Bonfim ,00 da Cachoeirinha do apo ossa erra ossa ãe: preservação e sustentabilidade C - Conselho ndígena de oraima ário icácio Bonfim ,00 do meio ambiente e da cultura Wapichana XA: Valorização do Xamanismo Yanomami Hutukara Associação Yanomami - HAY Armindo oes elo Boa Vista , akunaima: desenhista natural do povo acuxi C - Conselho ndígena de oraima ário icácio Boa Vista 26, ,00 no stado de oraima Valorizar os conhecimentos tradicionais e a manutenção C - Conselho ndígena de oraima ário icácio Boa Vista ,00 da natureza para sustentação da vida ortalecimento e arantia de ustentabilidade Alimentícia mbaúba Clodomir alheiro Boa Vista ,00 AA - CAA $ , Valorização do Caxiri de mandioca: as'puru Araçá da erra Leia da ilva amos ormandia 33, , ncontro regional dos jovens indígenas de Araça, Ananás, Anaro, Aningal, Cajuiro, aragem, uarabira, Juracy, leão de uro, utamba, onaliza ayara ibeiro ilva Amajari ,00 Amajarí " "reservação da cultura, meio ambiente e fortalecimento angueira, uro, onta da erra, anta nês, ão rancisco, rês Corações, rucury, Vida ova da nossa autonomia rojeto ipiti Comunidade indígena rinduk Zelandes Alberto liveira iramutã 30, , hiwo jäkä wänwanäje woowanoomanä: estejar A comunidade que participará da iniciativa será somente a comunidade uduuwaduinha. einaldo Wadeyuna Luiz ocha Boa Vista ,00 para conhecer e aprender yeeserukonpî senkaman: ortalecendo as radições aimundão 1 atilde da ilva Alto Alegre 28, ,00 Culturais dos ovos acuxi e Wapichana na comunidade aimundão Yanomae thëphë utupë: imagem dos Yanomami Yanomami do Watoriki (emini) orzaniel ramari Aranariutheri Boa Vista 27, , Volte minha língua - nnappî maimu Cachoeirinha lias João da ilva acaraima 26, , atrimônio Cultural Wai-Wai: a arte com Comunidade indigena Laranjinha. este projeto terá a participação da comunidade akara Cléia Alice orais da ilva Boa Vista ,00 Wewe perîrî (sementes) na comunidade Laranjinha / ananîto oroopai akusi Ka'tunîto' = estival akuxi de Atletismo Comunidade ndigena urumu Carpegiane ebouças Bezerra acaraima ,00 CCALZAÇÃ BA C dição nas Comunidades: nossos vídeos perto da gente egião do apiu/ Comunidades ihi naki, Herou, urinapi, Konapi, ikamapiu, aharau, aimapi, karasipi, emoripi, Xokotha, Hokosiu enivaldo Yanomami Boa Vista 22, ,00 ste documento pode ser verificado no endereço eletrônico pelo código ocumento assinado digitalmente conforme n o -

85 º 94, sexta-feira, 17 de maio de Jovens indígenas: promovendo a educação ambiental uariba onaliza ayara ibeiro ilva Amajari 20, , ortalecimento da Culinária acuxi Beija lor ou ukui Amilton de ouza Boa Vista , anutenção da radição acuxi mbaúba ercimar orais alheiro Boa Vista , Valorização e ortalecimento da erra para ustentabilidade Beija lor ou ukui Amilton de ouza Boa Vista ,00 A L - CAA $ , ncontro de fortalecimento a medicina tradicional aldeia üpe pën, com onoai, Votouro, Ligeiro, âo Leopoldo, nhacorá, Lomba do inheiro, Lajeado, Valdomiro Vergueiro orto Alegre ,00 kaingang io dos Índios, raí, Charrua, afira, Jari hemongaraí ekoá indó irim (erra ndígena de tapuã), ekoá Jata'ity (erra ndígena do Cantagalo) e ekoá Vherá oty Benites da ilva Vi a m ã o 37, ,00 indó oty (aldeia guarani do Lami) evitalização dos conhecimentos tradicionais Associação ag hig Kaingang Vice residente Amiltom ello orto Alegre , *Kanhgág vãfy erra ndígena Kaingang ilson ascimento raí 32, , Culinária Kaingang erra ndígena Cacique oble, Aldeia Campo Verde, ario anoel Antonio Cacique oble ,00 Aldeia rata Cultural esistência ndígena Associação Comunitária ndígena Kaingang asso rande K rini ranco Cacique oble ,00 A L CAA $ , eko eguá - conhecimento e cultura: Aldeia om dos ássaros (ekoa uyra hendu), ekoa huu ora; ekoa Kuaray ese e acampamento André Benites Barra do ouro - 41, ,00 da Linha inheiro aquiné experiência na construção de duas casas evitalização da Cultura ndígena Kaingang (? Arte Confecção Kaingang ute de osa orto Alegre 40, ,00?? A V HÁ K Ã) Kandoia Cultura Viva erra ndígena Kandoia eoclides de aula axinalzinho , Keringue Arexanhã - ortalecimento da aúde das bya Kuery Jaime Valdir da ilva orto Alegre ,00 Crianças rática dos saberes em nosso coletivo charrua Aldeia olidoro aria do Carmo Lima de oura orto Alegre 36, , ko hemombaraete rá - ortalecimento de sua koa hundy arcisio omes -Vice Cacique Vi a m ã o 35, ,00 cultura Yvy orã (terra boa, mata bonita) "ukã Ju ir?" ste nome foi pensado para a escola e também para a ekoá...as ainda não é nada Lorenco Benites elotas 33, ,00 conclusivo. (apoiadora maria heloisa martins da rosa) futuro de uma criança e o presente e futuro de ekoa Arandu Vera Joel ereira etúlio Vargas 32, ,00 um jovem esgate da Cultura Alimentar ndígena bya Ka'aguy oty João aulo Acosta strela Velha ,00 uarani ave hemba'e Apo (ara o bem de todos) Comunidade da stiva Araci da ilva Vi a m ã o , ulheres ndígenas Cacique ouble Cacique oble Lorena Antonio Cacique oble , Kaingang em cena Aldeia ndígena Bananeiras Josué Carvalho ramado dos Loureiros 28, , evitalizando a cultura byá uarani Comunidade ndígena uarani ekoá Ka gua orã, aldeia engibre Aldones ariano rval eco , limpiadas scolares ndígenas da uarita etor ato Queimado / rapuá Joel ibeiro de reitas edentora 27, , În Kaingang Aldeia Bananeiras; Aldeia inhalzinho; Aldeia osto ndígena Josué Carvalho ramado dos Loureiros , edicina tradicional Kaingang erra ndígena Cacique oble, Aldeia Campo Verde, Adilson anuel Antonio Cacique oble 24, ,00 Aldeia rata Artesanato indígena Kaingang erra ndígena Cacique oble, Aldeia Campo Verde, Aldeia rata Valdir ank atos Cacique oble , ebrotar das raízes C circulo de pais e mestres da escola estadual indigena de ensino fundamental Joaquim aten Ari Loureiro onoai ,00 cassemiro AA CAAA - CAA $ , op??n oldo inhal, linha elix zana os antos eara C , Arte e Cultura Xokleng - ortalecimento Aldeias oldo, Coqueiro, igueira, almeirinha, Barragem, avão, ede e Bugio Woie Kriri obrinho atté José Boiteux C , ape Arandu (caminho da sabedoria) Aldeia ndígena Yynn oroti Wherá, Aldeia Amâncio Hyal oreira Biguaçu C ,00 AA CAAA - CAA $ , Kunhangue embiapó - fortalecendo vínculos através Aldeia ekoa taty unice arai Antunes alhoça C ,00 do artesanato chedjaryi Arandu Associação dos moradores Yynn oroti Werá Adelino onçalves lorianópolis C , ituais bya uarani ymba roká (Amaral) José Benites Biguaçu C 31, , A busca pela Cura oldo inhal Adroaldo Antonio idelis Chapecó C , Koringue oraiá rerecó ygua - Aldeia iara Jú onaldo Costa Karaitu Kumbo Araquari C ,00 Cantos radicionais com crianças uarani-mbya rupo byá ncenando Aldeia Linha Limeira ilvones Karai artins ntre ios C , ekoa upã ba'e: Como o nosso território é banhado Aldeia Jataity (Conquista) ernando ilva Barra do ul C 28, ,00 por um rio e próximo do. litoral, em nossa crença upã está olhando para essa aldeia e cuidando do povo que mora na mesma. le é o dono História da erra ndigena oldo mbu oldo mbu andra de aula Abelardo Luz C , Canto agrado oldo mbu Valmor de aula endes Abelardo Luz C , Alimentação tradicional da terra indígena oldo oldo mbu Valdecir liveira antos Abelardo Luz C 23, ,00 mbu ducação e diferenciação Cultural Associação de ais e rofessores da scola ndígena nsino undamental Cacique Karenh ariane de Almeida aulino Abelardo Luz C ,00 - CAA $ , Valorizando as aízes Xokó Aldeia ndígena lha de ão edro adja ayra Alves da ilva odrigues orto da olha ,00 Ã AL - CAA $ , Vocabulário do ialeto Kaingang aulista Va n u i r e Valdenice Cardoso oares Vaiti Arco-Íris , apó Aldeia ekoa Ytu e ekoa irim Valdir abriel ão aulo 34, , ocumentário da Cultura ndígena uarani de Aldeia Aguapeu ergio artins da ilva ongaguá ,00 Aguapeu Histórias radicionais esenho Animado Barragem (orro da audade) e Krukutu imoteo da ilva Verá otygua ão aulo , py - ituais e Cultura ndígena Associação Arte ativa ndígena ilberto ilva dos antos uarulhos 33, , hande Kuery embi'u o nosso alimento Aldeia Aguapeu, Aldeia ekoa irim oberto artin ilva ongaguá , jedjokó nhembojerá ( etorno do ábio) erra ndigena uarani ibeirão ilveira Carlos ernandes uarani ão ebastião 29, , Kakané ko hâ, Kaiken ahâ - Comer fruta é bom Aldeia catu dilene edro Braúna ,00 demais, eus é bom rojeto aracanã enato Angelo ereira ão aulo ,00 Ã AL - CAA $ , ekoa oã dy Hovy - plantas que curam Aldeia Jejy y Ailton arcia egistro , andió arae'y: andioca agrada Comunidade ndígena imuendaju vanilza loy Av a í 38, , hande ape: osso Caminho ekoa orã acuery arcia Cruaia Lulu taporanga 38, ,00 -Agrofloresta na aldeia Alimentação ustentável o handereko rami aiko - espaços de transmissão eguao y Leonardo ilva ete Barras ,00 do sistema uarani futuro da nossa aldeia depende das crianças - Comunidade ndígena da Aldeia Kopenoty anieli Lulu Lucas Av a í ,00 Kalyvóno erena y gwatsu handeru pame awã pame nhande pytymo hamandu irim omingos da ilva eruíbe ,00 awã handeru upe - A casa grande é para nos ajudar a fortalecer a comunidade Centro Cultural Ywy yau Aldeia iaçagüera João aulo dos antos ias tanhaém 35, , opygua irim nstrumento agrado Aldeia tapu irim einaldo Karai okumbo eralta egistro 34, , hande jedjy - osso almito Aldeia jaiko Aty Aparecida da ilva osário iracatu , oã Kaaguy ekoa yau e ekoa Ytu Cristina Verissimo Cordeiro ão aulo 33, , o itâi ikoa'i (Casa do ascimento da Criança) Aldeia eguao-ty Celio Aquiles ete Barras 33, , hanhobareté awã nhade rekó tupi Aldeia ndigena Bananal biratã Jorge de ouza omes eruíbe ,00 XLA AA A A AC ste documento pode ser verificado no endereço eletrônico pelo código ocumento assinado digitalmente conforme n o -

86 º 94, sexta-feira, 17 de maio de hemonbombaraete a - ortalecimento ekoa irim dmilson de ouza raia rande 32, , Yva'a yau - ovos rutos Aldeia Ambá orã aulo Lino Cabral amires iracatu , Kekue orã - lantação de ilho radicional Aldeia Araça irim aulo Cavanha egistro 31, , Vituke amoko e r e g u á deutrudes ebastião Av a í , Avivando, vivendo e Comunidade Wassu Cocal de uarulhos idney áximo da ilva uarulhos ,00 revivendo a cultura Wassu Cocal na cidade de uarulhos Ko'emaramõ owy'a - Ao amanhecer nos alegramos Aldeia jaiko Aty Aparecida da ilva osário iracatu , hamombaraete handeropy'i" (ortalecendo ossa enonde orã Claudia arilene onçalve - Ja- ão aulo ,00 Casa agrada) xuka hande ape: osso Caminho - Ampliação do ekoa orã acuery arcia Cruaia Lulu taporanga 29, ,00 Centro Cultural py'i hambo uvixa Vê (Ampliando a Casa de Aldeia tapuã João Lira da ilva guape 29, ,00 eza) ekoa yau (Aldeia ova) Aldeia ova Boa sperança arcos dos antos - upã ão aulo , enascer da rande Aldeia Aldeia abaçu ekoypy ora ina dos antos liveira tanhaém 28, , o nhemboatya - opy akuary ekuari y Abilio da ilva artins ão aulo ,00 y spaço cultural e casa de reza uarani akuary y î AÂ BAAÃ (lugar para buscar Aldeia ru'ity Lidio Benites iracatu ,00 força espiritual) rojeto aruê Aldeia Lobo Velho Ary Luiz ucunduva de aria ão aulo 27, , hande ape: osso Caminho ekoa orã acuery arcia Cruaia Lulu taporanga 27, ,00 - Cultivo dos alimentos tradicionais indigenas py'i ekoa yau - Casa de eza - Aldeia ova, Aldeia Água Limpa -Yi ky'ae'y Lidia Krexu eté Veríssimo ão Bernardo do 27, ,00 Água Limpa Campo Acauã Wassu Wassu Cocal de uarulhos iva áximo da ilva uarulhos , hanhoty avaxi hetei - Vamos plantar milho uarani uarani bya do ibeirão ilveira abiana ernades imotio ão ebastião , Coral Ara vy (Céu Azul) enondé orã aria ilomena de ouza ão aulo 26, , hamonbaraete hande`y - ortalecendo a ossa Associação Comunitária jeru B`ae kaa`i Vando dos antos / Lucia ernandes ão ebastião 26, ,00 ala * rojeto Aldeia Aguapeu erra ndígena Aguapeu Aldeia Aguapeu érgio artins da ilva ongaguá , A Culinária dos ovos ankararé. ankararé Adelice ereira eitosa Hilário ão aulo , esgate de Cultura ankararé Comunidade ankararé de uarulhos aria Anita ranjeiro dos eis uarulhos , Cultura ankararé Varios Bairros da rande ão aulo. Alaide ereira Xavier eitosa sasco 25, , A educação e processos próprios de transmissão Aldeia yhaú arcilio arcolino Barão de Antonina 25, ,00 de conhecimento Kunumingué - Jovem Artesão Aldeia ru'ity Lidio Benites iracatu , y"agwy e r e g u á rickson ebastião Cruaia Av a í 24, , y watsú - Casa de ezas Comunidade ndígena imuendaju leyser Alves arcolino Av a í , * rojeto Aldeia Aguapeu erra ndígena Aguapeu Aldeia Aguapeu oberto artin ilva ongaguá 22, , o hemonguetaa (Casa do Conselho uarani) Aldeia eguao-ty Leonardo da ilva ete Barras , w y a n Comunidade ulni-ô do Jardim remembé Avani lorentino de liveira ão aulo 19, ,00 CA - CAA $ , anejo ustentável e Criação da erra ndigena Karajá Xambioá Avanilson joraru ias Aires Karajguaia antá é do Ara- 37, ,00 artaruga-da-amazônia na erra ndígena Karajá- Xambioá Ketwaje na Aldeia ova Aldeia ova/ Aldeia io Vermelho/ Aldeia Bacuri/ Aldeia ãkraré Creuza rum Kroi Krahô Carolina 30, , ncontro Índio duca - s novos horizontes da Aldeia Lankrahé Amaré onçalves Brito Lagoa da Confusão 22, ,00 História e Cultura ndígena CA - CAA $ , ÀKAÊ - itual da ora rande Krîkrîre (Aldeinha), Kakranhî (Abacaxi) - edra Branca (.. Krahô) dmar Xavito Apinage o c a n t i n ó p o l i s , Valorização do Canto, ança e Língua Krahô Kanela Associação do ovo ndígena Krahô- Kanela AKK em parceria com C ocial ario Collado Wagner ibeiro da ilva Lagoa da Confusão 35, , *rojeto Krahô Kanela - Aldeia akaywrá Aldeia akaywrá enato da Cruz Lima LAA A C- 27, ,00 Ã ekoré e do etxuaje Krahô-Kanela ACAÇÃ V ÍA KAHÔ-KALA - AKK Wagner ibeiro da ilva Lagoa da Confusão , evitalização das Bonecas Karajá "ritxòkò" na Aldeia Comunidade Hawa ymyra Avanilson joraru ias Aires Ka- antá é do Ara- 22, ,00 Hawa-ymyra rajá guaia K?J XÀ Associação Centro Cultural Kyjre iguelito de ouza Krahô tacajá , HÔHÔ HÃ ÊHKÎH (AL A HÔHÔ) nião das Aldeias ndígenas Apinajé - empxá dmar Xavito Apinage o c a n t i n ó p o l i s , ealização de Amj?k?n (festa tradicional) da Aldeia Aldeia é de Coco ouza Wohoti Kraho tacajá ,00 é de Coco - ovo Krahô: "prôn?re pjêcreha hê kãm xà" (festa da siriema no ninho) ilúvio Yna Comunidade Acadêmica ndígena, Aldeia Hawalorá, txála e aityri omilto naruri Karajá almas , ortalecimento da esta radicional e Cultural AKW- Xerente aulo César ereira Xerente o c a n t i n i a 19, ,00 "asipsê" erra ndígena Xambioá: comunidade, Aldeia Xambioá Aguimon Júnior da ilva antana anta é do Araguaia 17, ,00 diorarú Karajá cultura, desenvolvimento e sustentabilidade esta radicional de Aruanã e Hetohoky Associação ata Virgem da lha do Bananal da Comunidade ndígena da Aldeia Waotynã iguel Waotia Karajá Lagoa da Confusão ,00 CCALZAÇÃ BA C CLACAA BAHA - CAA $ , aizes Kiriris Aldeia irandela len de liveira eles Banzaê BA ,00 A L - CAA $ , Jogos e Brincadeiras: sporte Aldeia orrinho Bernardino aulino Aquidauana C 14, , JA (Jogos ndígenas do anambizinho) erra ndígena anambizinho ose Jorge Aquino ourados C , ábrica de rapadura e melado Aldeias: Bananal, Colônia ova, pegue, ildo rança ias Aquidauana C ,00 Lagoinha, Água Branca, orrinho e mbirussú Arquitetura indígena - oca mbirussu ejane da ilva Lipú Aquidauana C 12, , Kaxéna Vayui (na língua terena, "ia da nossa festa") Aldeia Lagoinha Basílio Jorge idrolândia C 9, , eio ambiente e sustentabilidade: agropecuária Aldeia orrinho Benigno aulino Aquidauana C , ncontro Cultural de esgate da Cultura Krahô Comunidade indígena akaywra, eginaldo ibeiro de Lima Lagoa da Confusão 12, ,00 krahô Comunidade indígena anoel Alves equenos ficina de Criação de oça ny, Karajá abuwenona Karajá Lagoa da Confusão , Acadêmico ndígena - estudantes na escola de branco Comunidade Acadêmica ndígena omilto naruri Karajá almas 11, , Caravana da Juventude ndígena 2013 nião dos studantes ndígenas do ocantins Welder Wachurê ias Aires Karajá almas ,00 Art. 5º sta ortaria entre em vigor na data de sua publicação. JÚ ste documento pode ser verificado no endereço eletrônico pelo código ocumento assinado digitalmente conforme n o -

87 º 94, sexta-feira, 17 de maio de CAA CV À C L A AA o - 253, 17 A 2013 CÁ CV À CL- A, no uso de suas atribuições legais, que lhe confere a ortaria nº 17 de 12 de janeiro de 2010 e o art. 4º da ortaria nº 120, de 30 de março de 2010, resolve: Art. 1 - Aprovar projetos culturais, relacionados nos anexos e à esta ortaria, para os quais os proponentes ficam autorizados a captar recursos, mediante doações ou patrocínios, na forma prevista, respectivamente, no 1º do artigo 18 e no artigo 26 da Lei n.º 8.313, de 23 de dezembro de 1991, alterada pela Lei n.º 9.874, de 23 de novembro de Art. 2 - sta portaria entra em vigor na data de sua publicação. HL A Z AX ÁA: 1 A CÊCA - (A.18, 1º) º estival do Japão ederação das Associações de rovincias do Japão no Brasil CJ/C: / rocesso: / ão aulo Valor do Apoio $: ,65 razo de Captação: 17/05/2013 a 31/08/2013 esumo do rojeto: 16º estival do Japão será apresentado nos dias 19, 20 e 21 de Julho de 2013, no Centro de xposições migrantes, em ão aulo, com o objetivo de preservar e divulgar a cultura japonesa e manter as tradições para as novas gerações, sendo representado pelas 47 províncias que compõem o país. em sido um grande sucesso desde a sua primeira edição, em 1998, sempre organizado pelo K - ederação das Associações de rovíncias Japonesas no Brasil spetáculo das Américas na Amazônia. CC CLAL A LA - CJ/C: / rocesso: / Belo Horizonte Valor do Apoio $: ,00 razo de Captação: 17/05/2013 a 31/12/2013 esumo do rojeto: Circo Broadway que a mais de 30 anos trabalha nos estados do brasileiros, apresenta este projeto, que consiste na circulação do circo na região amazônica, com " spetáculo das Américas", atingindo localidades de difícil acesso. erão realizadas aproximadamente 400 apresentações durante 10 meses, sendo 10 por semana. Atingindo um público estimado de pessoas ÁCL CÔA - A CCLAÇÃ A AC CJ/C: rocesso: / Belo Horizonte Valor do Apoio $: ,00 razo de Captação: 17/05/2013 a 31/12/2013 esumo do rojeto: J CLA A A ÁC- L CÔA, A ÉA A CA BL H- Z CCLAÇÃ A CA: CVL, AÚ- A, Ç CALA, BLÂA, VÓA, JA Ã AL AÇA HAA rupo olclórico ermânico da scola de ducação Básica ão Bento CJ/C: / rocesso: /20-13 C - ão Bento do ul Valor do Apoio $: ,92 razo de Captação: 17/05/2013 a 31/12/2013 esumo do rojeto: projeto visa a realização de manifestações folclóricas através da dança, onde o grupo fará 2 apresentações na cidade de ão bento do ul C. 1 em Jaraguá do ul C. 1 em arechal Candido ondon. odas as apresentações serão gratuitas.a dança visa a ocupação do espaço tempo do aluno na escola,como forma de sociabilidade e valorização da cultura germânica, trabalhando as formas de contato coletivo a cooperação e respeito mútuo anto empo sperando. Jeferson de Vargas ilva CJ/C: / rocesso: /20-13 C - aropaba Valor do Apoio $: ,00 razo de Captação: 17/05/2013 a 31/12/2013 esumo do rojeto: projeto tem como objetivo arrecadar recursos para viabilizar a montagem do espetáculo de palhaços "anto tempo esperando". A duração será de + ou - 50 minutos e o grupo propõe realizar apresentações gratuitas em aropaba/c, lorianópolis/c, orto Alegre/ e Curitiba/, totalizando 20 apresentações gratuitas. argumento do espetáculo foi concebido coletivamente e o texto foi criado por um dos integrantes (Jefe Vargas). XLA AA A A AC ste documento pode ser verificado no endereço eletrônico pelo código VAL AÇA AJAÍ 2013 Associação Amigos da ança CJ/C: / rocesso: /20-13 C - tajaí Valor do Apoio $: ,00 razo de Captação: 17/05/2013 a 31/12/2013 esumo do rojeto: ealizar a sexta edição do VAL AÇA AJAÍ - VAL AÇA ABY, previsto para ser realizado em novembro de 2013 em tajaí, município localizado na região norte do litoral de anta Catarina. evento será composto por apresentações de grupos profissionais e amadores com coreografias curtas de todas as modalidades: jazz, dança contemporânea, ballet clássico, street dance, danças populares, etc. m paralelo serão realizadas oficinas e uma ostra de Vídeo A enina que entra em Livros icardinho roduções Ltda - CJ/C: / rocesso: / ão aulo Valor do Apoio $: ,00 razo de Captação: 17/05/2013 a 31/12/2013 esumo do rojeto: rodução, montagem e temporada do espetáculo teatral musical-infantil, A enina que entra em Livros, na cidade de ão aulo, no período total de 8 meses, sendo 2 meses de ensaio e 6 de temporada, com cerca de 48 apresentações aos finais de semana e mais outras 48 durante a semana, no formato de projeto escola. retende-se ainda realizar quatro oficinas artístico-pedagógicas e publicar e distribuir gratuitamente 2000 unid. de Cartilha, destinada a educadores Cena Brasil nternacional Associação Cena Brasil nternacional CJ/C: / rocesso: /20-13 J - io de Janeiro Valor do Apoio $: ,00 razo de Captação: 17/05/2013 a 31/12/2013 esumo do rojeto: A segunda edição docena Brasil nternacional visa a continuidade do festival de teatro que busca promover um intercâmbio cultural entre artistas nacionais e internacionais que desenvolvam trabalhos de processo e pesquisa. projeto prevê apresentações de grupos nacionais e internacionais, oficinas e palestras nas cidades do io de Janeiro, ão aulo e Brasília, no mês de junho de 2013 e também levar produções brasileiras para os festivais internacionais de Avignon e dimburgo, em Ano era 2089 Zero K ilmes Ltda- CJ/C: / rocesso: / ão aulo Valor do Apoio $: ,00 razo de Captação: 17/05/2013 a 31/12/2013 esumo do rojeto: m espetáculo sobre o futuro, quando o homem terá que despir-se dos seus inerentes sentimentos em prol de uma sociedade ajustada BACA V oldfinch ntretenimento e ventos LA CJ/C: / rocesso: /20-12 J - io de Janeiro Valor do Apoio $: ,95 razo de Captação: 17/05/2013 a 30/11/2013 esumo do rojeto: ontagem e anutenção de temporada de 2 meses no io de Janeiro e 2 meses em ão aulo, do espetáculo teatral infantil "BACA V". espetáculo acontecerá nos dias de sábados e domingos no io de Janeiro e nos dias de sábados e domingos em ão aulo, totalizando, assim, 32 apresentações. ÁA: 3 ÚCA AL/A - (A.18, 1º) xpresso 25 à la Carte usana rohlich CJ/C: rocesso: / orto Alegre Valor do Apoio $: ,00 razo de Captação: 17/05/2013 a 31/12/2013 esumo do rojeto: ealização de 10 apresentações do espetáculo xpresso 25 à La Carte em orto Alegre (3 - Centro Cultural 25 de Julho, 1 - eatro de Câmara úlio iva), interior do stado do (4 - anta aria, Caxias, rechim e ontenegro), lorianópolis e com o grupo vocal xpresso 25 acompanhado de instrumentistas, técnicos e material cenográfico Valadares Jazz estival 15 anos Alpeniano ilva ilho CJ/C: / rocesso: / overnador Valadares Valor do Apoio $: ,00 razo de Captação: 17/05/2013 a 31/12/2013 esumo do rojeto: ealizar a décima quinta edição do estival de Jazz de overnador Valadares, inas erais, com shows musicais no Auditório maculada e Jazz Café (um espaço cultural no andar térreo do auditório). evento terá 10 shows com ingresso pago e 6 shows sem cobrança de ingresso. Valadares Jazz estival é o festival de jazz em atividade, que possui maior longevidade no Brasil: 15 edições consecutivas, desde enato Borghetti & rquestra de Câmara de Blumenau - 2a e m p o r a d a Academia de Cordas CJ/C: / rocesso: /20-13 C - Blumenau Valor do Apoio $: ,00 razo de Captação: 17/05/2013 a 31/12/2013 esumo do rojeto: ealização de dez Concertos de música para orquestra a serem executados pela rquestra de Câmara de Blumenau com a participação do solista enato Borghetti. As cidades selecionadas são: no estado do araná (Curitiba, Londrina e oz do guaçú), em anta Catarina (Blumenau, lorianópolis, Joinville e Jaraguá do ul), no io rande do ul (ovo Hamburgo, elotas e anta Cruz do ul). odas as apresentações terá ntrada ranca e realizar-se-ão em salas de espetáculos adequadas Cinco acordeons em concerto undação Cultural e Assistencial carta CJ/C: / rocesso: / orto Alegre Valor do Apoio $: ,60 razo de Captação: 17/05/2013 a 31/12/2013 esumo do rojeto: ealização de 20 concertos do grupo Quinteto ersch em orto Alegre e em cidades no interior do stado do io rande do ul, com entrada franca; e de 10 oficinas, voltadas para professores e estudantes de acordeon, sobre técnica instrumental do instrumento e a música erudita, com inscrição gratuita Chico Bastos e as ressonâncias do violão tenor (título provisório) Hibrys nsino de Arte e Cultura CJ/C: / rocesso: / ão aulo Valor do Apoio $: ,20 razo de Captação: 17/05/2013 a 31/12/2013 esumo do rojeto: A proposta busca valorizar o violão tenor na cena musical, com ações integradas que envolvem lutheria, pesquisa, workshop, circulação de espetáculo, gravação de C e edição de livro. As apresentações visam a difusão de músicas criadas para o instrumento e contam com composições próprias de Chico Bastos e arranjos originais para composições de aroto, ixinguinha e Jacob do Bandolim. projeto circulará pelas cidades de Belo Horizonte, ão aulo e io de Janeiro, com atividades gratuitas Concertos aulínia 2013 nterarte roduções Artísticas /C Ltda. CJ/C: / rocesso: / ão aulo Valor do Apoio $: ,00 razo de Captação: 17/05/2013 a 31/12/2013 esumo do rojeto: retende-se com o projeto a realização e divulgação de Concertos da música de câmara em diversos locais, sendo a grande maioria na cidade de aulínia, stado de ão aulo. ÁA: 4 A VA - (A. 18) xposição dea Brasil 2013 Associação bjeto Brasil CJ/C: / rocesso: / ão aulo Valor do Apoio $: ,00 razo de Captação: 17/05/2013 a 31/12/2013 esumo do rojeto: rojeto "xposição A BAL 2013" objetiva realizar uma exposição itinerante de designers premiados, seminários, publicação de um catálogo e de uma revista com cases dos produtos premiados. rojeto "xposição A BAL 2013" é um evento resultante do rêmio A/Brasil, que tem como objetivo premiar e difundir o que existe de melhor no design brasileiro e consagra-se como o maior prêmio de design no Brasil, para celebrar a qualidade dos produtos brasileiros ômade 21 Aprender Consultoria e esign Ltda CJ/C: / rocesso: / ão aulo Valor do Apoio $: ,00 razo de Captação: 17/05/2013 a 31/12/2013 esumo do rojeto: projeto intitulado ômade 21 consiste a produção de 3 (três) exposições resultantes de residência e de 9 (nove) intervenções de fachada a serem realizadas no espaço Coletivo 21. Com duração de um ano, o projeto engloba ação educativa, com oficinas e conversa aberta ao público e uma publicação documental ao término da realização. ocumento assinado digitalmente conforme n o -

88 º 94, sexta-feira, 17 de maio de uten ag Brasil! orma e Conteúdo lanejamento e ditoração Ltda CJ/C: / rocesso: / Brasília Valor do Apoio $: ,00 razo de Captação: 17/05/2013 a 31/12/2013 esumo do rojeto: projeto propõe o intercâmbio cultural entre Brasil e Alemanha, durante as comemorações do Ano da Alemanha no Brasil, nos segmentos das artes urbanas e da música. urante 2 dias, artistas plásticos de ambos países serão convidados a pintar um painel de 220 m2, juntamente a apresentação de músicos (4 apresentações) e js convidados (6 apresentações). ste painel ficará exposto no CCBB Brasília por um período de 30 dias, e servirá de base para um catálogo fotográfico digital bilíngüe ulheres e as práticas de saúde - edicina e fé no universo feminino. Asssociação de Amigos do useu de História da edicina do io rande do ul CJ/C: / rocesso: / orto Alegre Valor do Apoio $: ,00 razo de Captação: 17/05/2013 a 31/12/2013 esumo do rojeto: ercorrer 30 cidades no stado do io rande do ul com a exposição fotográfica itinerante "ulheres e as práticas de saúde - edicina e fé no universo feminino." aproximando a comunidade do stado do io rande do ul a trajetória de mulheres gaúchas que romperam as barreiras culturais, sociais e políticas para conquistar um espaço profissional em benefício da humanidade rimeiro estival nternacional de otografia da Amazônia Casa das Artes Visuais CJ/C: / rocesso: /20-13 B - João essoa Valor do Apoio $: ,00 razo de Captação: 17/05/2013 a 31/12/2013 esumo do rojeto: ealizar um festival de fotografias de caráter cultural e ambiental em anaus. nde serão realizadas exposições de otografia, palestras, caminhadas fotográficas, atividades educativas e lançamento de livros. As atividades serão ministradas por profissionais de renome nacional e internacional cuja produção seja representativa no cenário da fotografia brasileira. projeto irá gerar um evento cultural de isibilidade internacional, já que todo conteúdo será disponibilizado em sitio de internet História dos Brinquedos - tinerância Vila ica erviços de Agenciamento de ropriedades Artísticas / Ltda. CJ/C: / rocesso: / ão aulo Valor do Apoio $: ,00 razo de Captação: 17/05/2013 a 31/12/2013 esumo do rojeto: projeto "A História dos Brinquedos" reunirá brinquedos de diferentes épocas, fabricados no Brasil e no exterior, em uma exposição que passará por ão aulo, Belo Horizonte e Brasilia no ano de 2013 permanecendo 45 dias em cada uma das cidades. ÁA: 5 AÔ CLAL - (A. 18) rojeto Bahia, a Bola da Vez AACA BZ AVA CJ/C: / rocesso: /20-12 BA - alvador Valor do Apoio $: ,80 razo de Captação: 17/05/2013 a 31/12/2013 esumo do rojeto: romover os conhecimentos artísticos em diferentes cidades do interior da Bahia / ontar tandes para amostragem com tema ustentabilidade / sporte/ Artes cênicas / Audiovisual / Artes plásticas, representados através de grupos locais. Visando contribuir de forma significativa na preservação ambiental, e no esenvolvimento e capacitação de organismos que estejam voltados para o mercado da indústria criativa, turismo cultural, cidadania e a Copa do undo de ÁA : 6 HAA : LV VAL AÍC, LÁ HAÍC (A. 18) poema José rinaldo liveira Júnior CJ/C: rocesso: / iadema Valor do Apoio $: ,20 razo de Captação: 17/05/2013 a 31/12/2013 esumo do rojeto: rojeto poema se caracteriza pela produção e divulgação de opiniões políticas e trabalhos culturais e artísticos, por meio de uma autentica abordagem de temas atemporais, não conjunturais, das diversas áreas da atividade humana (exatas, humanas, biológicas e artes), que fomentem a capacidade reflexiva e criativa. ssa divulgação se efetiva através da publicação de volumes impressos produzidos por um coletivo formado por pessoas e grupos localizados em várias cidades do território nacional. AA o - 254, 17 A 2013 CÁ CV À CL- A, no uso de suas atribuições legais, que lhe confere a ortaria nº 17 de 12 de janeiro de 2010 e o art. 4º da ortaria nº 120, de 30 de março de 2010, resolve: Art.1 - rorrogar o prazo de captação de recursos dos projetos culturais, relacionado à esta ortaria, para os quais os proponentes ficam autorizados a captar recursos, mediante doações ou patrocínios, na forma prevista, respectivamente, no 1º do artigo 18 e no artigo 26 da Lei n.º 8.313, de 23 de dezembro de 1991, alterada pela Lei n.º 9.874, de 23 de novembro de Art. 2º - sta portaria entra em vigor na data de sua publicação. HL A Z AX ÁA: 3 ÚCA AL - (A. 26) Bolero ocial Club Adir dos antos eres CJ/C: orto Alegre eríodo de captação: 16/05/2013 a 25/10/2013 CCALZAÇÃ BA C CAÇÃ o art. 1º da ortaria 219, de 29 de abril de 2013, publicada em 30 de abril de 2013, eção 1 página 21, que torna pública a relação dos requerimentos selecionados pela Comissão de Avaliação e eleção do rograma de ntercâmbio e ifusão Cultural, para participação em eventos culturais cujas viagens estejam previstas para maio de 2013: Art. 1º - ornar pública a relação dos requerimentos selecionados pela Comissão de Avaliação e eleção do rograma de ntercâmbio e ifusão Cultural, para participação em eventos culturais cujas viagens estejam previstas para maio de nde se lê: V - ixo ormação e Capacitação - requerimentos de grupos: C AC Q ÍL J ÍL V () AÇÃ BCÁ VAL BÍC / Bárbara Aguiar de Castro esidência Artística- rupo Acaso de ança no rojeto afe Cidade das Artes (ortugal) afe Cidade das Artes ortugal $ ,00 Leia-se: V - ixo ormação e Capacitação - requerimentos de grupos: C AC Q ÍL J ÍL V () AÇÃ BCÁ VAL BÍC / Bárbara Aguiar de Castro esidência Artística- rupo Acaso de ança no rojeto afe Cidade das Artes (ortugal) afe Cidade das Artes ortugal $ ,00. inistério da efesa AB ACH m 16 de maio de 2013 o rocesso nº: / nteressado: Comando do xército. bjeto: renovação, com aditamento, do Contrato nº 08/2010 Cx para a execução de serviços de comunicação de dados que permitam o tráfego de dados, voz e vídeo para duzentos e trinta ontos de resença () do xército Brasileiro, por meio de uma ede ultisserviços, em L, de abrangência nacional, bem como a comunicação desses com o Quartel-eneral do xército, em Brasília-. Órgão contratante: Comando do xército, representado pelo Centro ntegrado de elemática do xército (Cx). mpresa contratada: mpresa Brasileira de elecomunicações /A - - BAL; areceres vinculados: arecer nº 088-A5.3, de 02 de abril de 2013, do epartamento de Ciência e ecnologia do Comando do xército; x nº 65-C/Cx, de 19 de fevereiro de 2013, do Centro ntegrado de elemática do xército, atestando a disponibilidade de recursos; arecer nº 0075/CJ, de 2 de maio de 2013, da Consultoria-Adjunta do xército; e Análise rocessual nº 01/Assessoria/2013, da. Amparo Legal: 1º do art. 2º do ecreto nº 7.689, de 2 de março de ste documento pode ser verificado no endereço eletrônico pelo código os termos das peças de ordem técnica e da manifestação da Consultoria Jurídica constantes dos respectivos autos, AZ a prorrogação do Contrato nº 08/2010 Cx relativo a atividades de custeio, na forma apontada pelo Comando do xército, condicionando a eficácia do ato à verificação de regularidade e dos demais pressupostos legais por parte das autoridades competentes. CL A CA A AÁCA AB CAA AA o - 879/C3, 16 A 2013 esigna os Agentes da Administração responsáveis pelo onitoramento dos Atributos dos rogramas emáticos do lano lurianual, bem como pelas Ações rçamentárias constantes na programação das Leis rçamentárias Anuais (LA) e lanos rçamentários decorrentes. CAA A AÁCA, no uso das atribuições que lhe conferem os incisos e XV do art. 23, da strutura egimental do Comando da Aeronáutica, aprovada pelo ecreto nº 6.834, de 30 de abril de 2009, e tendo em vista o disposto na Lei nº , de 18 de janeiro de 2012, regulamentada pelo ecreto nº 7.866, de 19 de dezembro de 2012, artigos 3º ao 8º da Lei nº , de 6 de fevereiro de 2001, ortaria nº 16, de 31 de janeiro de 2013, do inistério do lanejamento, rçamento e estão, e art. 5º da ortaria º 103, de 19 de outubro de 2012, resolve: Art. 1º esignar os Agentes da Administração responsáveis pela estão do lano lurianual da nião, concernente aos rogramas emáticos do inistério da efesa, especificamente aos bjetivos, etas e niciativas vinculadas às áreas de atuação do Comando da Aeronáutica, bem como pelos processos de elaboração, execução e acompanhamento das Ações rçamentárias constantes na programação das Leis rçamentárias Anuais - LA e lanos rçamentários decorrentes, conforme AX e. Art. 2º s atributos dos rogramas emáticos, as Ações e os lanos rçamentários que forem incluídos na estrutura da programação orçamentária e que não constem desta ortaria, não isentam de responsabilidade o respectivo Agente da Administração designado, por meio de documento oficial ou ato administrativo, para gerí-los. Art. 3º evoga-se a ortaria nº 804/C3, de 24 de agosto de 2006, publicada no iário ficial da nião nº 169, de 1 de setembro de 2006, eção 1, página 20. Art. 4º sta ortaria entra em vigor na data de sua publicação. B A J A ocumento assinado digitalmente conforme n o -

89 º 94, sexta-feira, 17 de maio de AX LAÇà ÁV L AB AA ÁC A AA ÁC LÍCA AC A A B A ÁV Óà CA bjetivo romover a Circulação egura e ficiente do ráfego Civil e ilitar no spaço epartamento de Controle do spaço Aéreo - CA Vice-iretor do CA Aéreo sob Jurisdição do Brasil, por meio da Adequação do CAB e do ABA, visando ampliar a capacidade de defesa, do controle do espaço aéreo, de segurança de voo e o cumprimento de seus compromissos internacionais. eta - nstalar 7 radares de vigilância do espaço aéreo brasileiro eta - odernizar 15 radares de vigilância do espaço aéreo brasileiro eta - ealizar 488 ações de prevenção de acidentes aeronáuticos Centro de nvestigação e revenção de Acidentes Aeronáuticos - CA Chefe do CA niciativa ndividualizada mplantação e Adequação de Artilharia Antiaérea de Autodefesa Comando-eral de perações Aéreas - CA Comandante do úcleo da 1ª Brigada de Artilharia Antiaérea de Autodefesa niciativa ndividualizada esenvolvimento e odernização do istema de efesa Comissão de mplantação do istema de Controle do spaço Aéreo - CCA residente da CCA Aeroespacial Brasileiro - ABA bjetivo levar a capacidade operativa da orça Aérea Brasileira para o cumprimento stado-aior da Aeronáutica - A Vice-Chefe do A de sua destinação constitucional, por meio do seu preparo e emprego. eta - Adestrar militares. stado-aior da Aeronáutica - A Chefe da 1ª ubchefia do A eta - Capacitar 20% do efetivo por meio das atividades de ensino para o emprego operacional epartamento de nsino da Aeronáutica - Vice-iretor de nsino e de apoio eta - ealizar 32 operações aéreas stado-aior da Aeronáutica - A Chefe da 3ª ubchefia do A bjetivo romover o desenvolvimento e capacitação tecnológica da Aeronáutica e da epartamento de Ciência e ecnologia Aeroespacial - CA Vice-iretor do CA indústria aeroespacial nacional, visando a ampliação da capacidade de efesa Aérea. eta - esenvolver 4 projetos de sistemas bélicos epartamento de Ciência e ecnologia Aeroespacial - CA Chefe do ubdepartamento écnico () do CA eta - esenvolver cargueiros táticos militares. Comissão Coordenadora do rograma Aeronave de Combate - CAC residente da CAC eta - ealizar 4 pesquisas na área de ecnologia Aeroespacial epartamento de Ciência e ecnologia Aeroespacial - CA Vice-iretor do CA niciativa ndividualizada 01H - esenvolvimento de Cargueiro ático ilitar de 10 A 20 Comissão Coordenadora do rograma Aeronave de Combate - CAC residente da CAC oneladas (rojeto KC-X) bjetivo Adequar os meios operacionais da orça Aérea Brasileira para assegurar a stado-aior da Aeronáutica - A Vice-Chefe do A capacidade de efesa Aeroespacial. eta - Adquirir 45 aeronaves Comissão Coordenadora do rograma Aeronave de Combate - CAC residente da CAC eta - odernizar 20 aeronaves niciativa ndividualizada Aquisição de Aeronaves de ransporte ilitar e de eabastecimento Comissão Coordenadora do rograma Aeronave de Combate - CAC residente da CAC em Vôo - rojeto KC-X2. niciativa ndividualizada Aquisição de Aeronaves de Caça e istemas Afins - rojeto Comissão Coordenadora do rograma Aeronave de Combate - CAC residente da CAC X-2. niciativa ndividualizada Aquisição de Aeronave de ransporte - rojeto VC-X2. Comissão Coordenadora do rograma Aeronave de Combate - CAC residente da CAC bjetivo Adequar a infraestrutura de suporte aos meios operativos da orça Aérea stado-aior da Aeronáutica - A Chefe da 4ª ubchefia do A Brasileira. eta - Construir 5 instalações militares stado-aior da Aeronáutica - A Chefe da 4ª ubchefia do A eta - mplantar Centro de nstrução e Adaptação da Aeronáutica em Lagoa anta- Comissão de mplantação do istema de Controle do spaço Aéreo - CCA residente da CCA AX LAÇà ÁV LA AÇÕ LA ÇAÁ A ÇAÁA: CA A AÁCA AA: revidência de nativos e ensionistas da nião AÇÕ ÇAÁA A ÁV (CA) LA ÇAÁ - A ÁV (CA) agamento de Aposentadorias e ensões - ilitares das orças ubdiretor de agamento de essoal () à ALCA à ALCA Armadas agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores AA: perações speciais: Cumprimento de entenças Judiciais AÇÕ ÇAÁA A ÁV (CA) LA ÇAÁ - A ÁV (CA) Cumprimento de ébitos Judiciais eriódicos Vincendos ubdiretor de agamento de essoal () à ALCA à ALCA AA: perações speciais: erviço da ívida xterna (Juros e Amortizações) AÇÕ ÇAÁA A ÁV (CA) LA ÇAÁ - A ÁV (CA) Amortização e ncargos de inanciamento da ívida Contratual ubsecretário de Contratos e Convênios da ecretaria de conomia e inanças à ALCA à ALCA xterna da Aeronáutica (A) AA: perações speciais: utros ncargos speciais AÇÕ ÇAÁA A ÁV (CA) LA ÇAÁ - A ÁV (CA) Benefícios Assistenciais decorrentes do Auxílio-uneral e atalidade ubdiretor de agamento de essoal () à ALCA à ALCA Benefícios de Legislação special à ALCA à ALCA AA: olítica acional de efesa AÇÕ ÇAÁA A ÁV (CA) LA ÇAÁ - A ÁV (CA) 123B - esenvolvimento de Cargueiro ático ilitar de 10 A 20 oneladas residente da Comissão Coordenadora do rograma Aeronave de Combate à ALCA à ALCA (rojeto KC-X) ( C A C ) 14Z - Aquisição de Aeronaves de ransporte ilitar e de eabastecimento à ALCA à ALCA em Vôo-rojeto KC-X Aquisição de Aeronaves de Caça e istemas Afins - rojeto X- à ALCA à ALCA Aquisição de Aeronave de ransporte - rojeto VC-X2 à ALCA à ALCA mplantação e Adequação de Artilharia Antiaérea de Autodefesa Comandante do úcleo da 1ª Brigada de Artilharia Antiaérea de Autodefesa à ALCA à ALCA (ubaaa) XLA AA A A AC esenvolvimento e odernização do istema de efesa Aeroespacial Chefe da 3ª ubchefia (3C) do stado-aior da Aeronáutica (A) à ALCA à ALCA Brasileiro - ABA 14VX - mplantação do Centro de nstrução e Adaptação da Aeronáutica residente da Comissão de mplantação do istema de Controle do spaço mplantação do Centro de nstrução e Adaptação da Aeronáutica - residente da Comissão de mplantação do istema de - CAA em Lagoa anta - Aéreo (CCA) CAA Controle do spaço Aéreo (CCA) Construção de róprios acionais esidenciais iretor do arque de aterial Aeronáutico de Lagoa anta (AA L) anutenção e uprimento de aterial Aeronáutico iretor de aterial Aeronáutico e Bélico (AB) à ALCA à ALCA 20H - odernização e evitalização de Aeronaves e istemas mbarcados residente da Comissão Coordenadora do rograma Aeronave de Combate rojeto -5 residente da Comissão Coordenadora do rograma Ae- ( C A C ) ronave de Combate (CAC) rojeto A rojeto -3 B rojeto C-130 iretor do arque de aterial Aeronáutico do aleão (AA L) rojeto C-95 iretor do arque de aterial Aeronáutico do aleão (AA L) rojeto ata Link - B - 2 residente da Comissão Coordenadora do rograma Aeronave de Combate (CAC) ste documento pode ser verificado no endereço eletrônico pelo código ocumento assinado digitalmente conforme n o -

90 º 94, sexta-feira, 17 de maio de Adequação e Construção de rganizações ilitares da Aeronáutica Adequação e Construção de rganizações ilitares da Aeronáutica rojeto H-50 iretor do arque de aterial Aeronáutico do aleão (AA L) rojeto C iretor de aterial Aeronáutico e Bélico (AB) rojeto AB Chefe da 4ª ubchefia (4C) do stado-aior da Aeronáutica (A) mpreendimentos de infraestrutura na área de Ciência e ecnologia Chefe da 4ª ubchefia (4C) do stado-aior da Aeronáutica (A) mpreendimentos de infraestrutura na área de nsino mpreendimentos de infraestrutura na área de Comando e Assessoramento mpreendimentos de infraestrutura na área de Apoio Logístico Chefe da 4ª ubchefia (4C) do stado-aior da Aeronáutica (A) mpreendimentos de infraestrutura na área de Apoio à estão de ecursos Humanos ronáutica Chefe da 4ª ubchefia (4C) do stado-aior da Ae- (A) mpreendimentos de infraestrutura na área de perações Aéreas mpreendimentos de infraestrutura na área de Controle do spaço Aéreo 20A - istemas ilitares da Aeronáutica iretor de ecnologia da nformação da Aeronáutica () à ALCA à ALCA 20X4 - istema de roteção da Amazônia - A Vice-iretor do epartamento de Controle do spaço Aéreo (CA) anutenção do istema de Vigilância da Amazônia - VA Vice-iretor do epartamento de Controle do spaço Aéreo (CA) 20X8 - raduação e ós-raduação do nstituto ecnológico de Aeronáutica eitor do nstituto ecnológico de Aeronáutica (A) Curso de ós-raduação eitor do nstituto ecnológico de Aeronáutica (A) - A Curso de raduação em ngenharia 20X9 - Capacitação rofissional da Aeronáutica Vice-iretor de nsino () nsino reparatório para ormação de ficiais Comandante da scola reparatória de Cadetes do Ar (CA) ormação e specialização de Cabos e oldados Chefe da ivisão de Apoio (-4) do ormação, Aperfeiçoamento e specialização de ficiais e Cursos de Altos studos e de olítica e stratégia Comandante da scola de Comando e stado-aior da Aeronáutica (CA) ormação, Aperfeiçoamento e specialização de argentos e Comandante da scola de specialista de Aeronáutica (A) CCALZAÇà BA C 20XA - Aprestamento da Aeronáutica Vice-Chefe do stado-aior da Aeronáutica (A) Campo de rovas e standes de iro de Aviação Chefe do stado-aior do Comando-eral de perações Aéreas (CA) aterial Contra ncêndio iretor de ngenharia da Aeronáutica () imuladores iretor de ecnologia da nformação da Aeronáutica () aterial Bélico iretor de aterial Aeronáutico e Bélico (AB) aterial de aúde ubdiretor de Aplicações dos ecursos para Assistência édica Hospitalar (AA) ransporte Logístico de uperfície iretor do Centro Logístico da Aeronáutica (CL) aterial de ntendência ubdiretor de Abastecimento (AB) 20XB - esquisa, esenvolvimento e Capacitação no etor Aeroespacial Vice-iretor do epartamento de Ciência e ecnologia Aeroespacial (C Capacitação de ecursos Humanos em Ciência e ecnologia Chefe do ubdepartamento de Administração (A) do A ) C A uporte ao esenvolvimento ndustrial iretor do nstituto de omento e Coordenação ndustrial () 20XB - esquisa, esenvolvimento e Capacitação no etor Aeroespacial Vice-iretor do epartamento de Ciência e ecnologia Aeroespacial (C esquisa e esenvolvimento da etereorologia Aeroespacial iretor do nstituto de Aeronáutica e spaço (A) A ) Capacitação de specialistas do etor spacial esenvolvimento de rojetos de istemas Bélicos e Associados Chefe do ubdepartamento écnico () do CA esquisa e esenvolvimento ecnológico Aeroespacial no Centro écnico Aeroespacial 20XC - uncionamento dos Centros de Lançamento Vice-iretor do epartamento de Ciência e ecnologia Aeroespacial (C uncionamento do Centro de Lançamento da Barreira do nferno iretor do Centro de Lançamento Barreira do nferno A ) (CLB) uncionamento do Centro de Lançamento de Alcântara iretor do Centro de Lançamento de Alcântara (CLA) 20X - Apoio das orças Armadas à opulação Chefe da 4ª ubchefia (4C) do stado-aior da Aeronáutica (A) Amparo à opulação ndígena em Áreas soladas Chefe da 4ª ubchefia (4C) do stado-aior da Aeronáutica (A) anutenção e uprimento de ardamento iretor de ntendência () otação de fardamento aos militares das orças Armadas de graduação ubdiretor de Abastecimento (AB) inferior a 3º sargento Auxílio-fardamento aos militares da ativa ubdiretor de agamento de essoal () Combustíveis e Lubrificantes de Aviação iretor de aterial Aeronáutico e Bélico (AB) à ALCA à ALCA nstrução e reinamento écnico-peracional da Aeronáutica Chefe da 1ª ubchefia (1C) do stado-aior da Aeronáutica (A) à ALCA à ALCA Aquisição de Aeronaves residente da Comissão Coordenadora do rograma Aeronave de Combate ( C A C ) rojeto H-X (CH-60) iretor do Centro de Logística da Aeronáutica (C- L) rojeto VA residente da Comissão Coordenadora do rograma Aeronave de Combate (CAC) rojeto CL-X rojeto AH-2 iretor do Centro de Logística da Aeronáutica (C- L) AA: rograma de estão e anutenção do inistério da efesa AÇÕ ÇAÁA A ÁV (CA) LA ÇAÁ - A ÁV (CA) ndenização a Anistiados olíticos em restação Única ou em ubdiretor de agamento de essoal () à ALCA à ALCA restação ensal, ermanente e Continuada, nos termos da Lei nº , de HB - Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações para o Custeio do egime de revidência dos ervidores úblicos ederais à ALCA à ALCA 0A07 - Concessão de Bolsa - ducação special aos e das Chefe do rupamento de nfra-estrutura e Apoio de ão José dos Campos à ALCA à ALCA Vítimas do Acidente de Alcântara (Lei nº , de 18 de dezembro de (A-J) 2003) 0C01 - agamento de Valores etroativos a Anistiados olíticos nos ubdiretor de agamento de essoal () à ALCA à ALCA termos da Lei nº , de 19/10/ Aquisição e Construção de róprios acionais esidenciais para Chefe da 4ª ubchefia (4C) do stado-aior da Aeronáutica (A) mpreendimentos localizados na jurisdição do CA 1 Chefe da 4ª ubchefia (4C) do stado-aior da Aeronáutica a Aeronáutica (A) mpreendimentos localizados na jurisdição do CA mpreendimentos localizados na jurisdição do CA mpreendimentos localizados na jurisdição do CA mpreendimentos localizados na jurisdição do CA mpreendimentos localizados na jurisdição do CA 6 000A - mpreendimentos localizados na jurisdição do CA Administração da nidade Chefe da 5ª ubchefia (5C) do stado-aior da Aeronáutica (A) reservação do atrimônio Cultural iretor do nstituto Histórico-Cultural da Aeronáutica (CA) anutenção eral Chefe da 5ª ubchefia (5C) do stado-aior da Aeronáutica (A) Assistência édica e dontológica aos ervidores, mpregados, Chefe do stado-aior do Comando-eral do essoal (C) Assistência édica e dontológica - Complementação da nião ubdiretor de ncargos speciais () ilitares e seus e Assistência édica e dontológica aos ervidores, mpregados, ilitares e seus e Chefe do stado-aior do Comando-eral do essoal (C) xames eriódicos - ubdiretor de Aplicações dos ecursos para Assistência édica Hospitalar (AA) Atendimento édico-hospitalar - ator de Custo Atendimento édico-hospitalar ilitar - x-combatentes ubdiretor de ncargos speciais () à ALCA à ALCA Assistência ré-scolar aos e dos ervidores, mpregados Auxílio-ransporte aos ervidores, mpregados ubdiretor de ncargos speciais () Auxílio-ransporte - ubdiretor de ncargos speciais () Auxílio-ransporte - ilitares Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados iretor de ntendência () Auxílio-Alimentação - ubdiretor de ncargos speciais () ste documento pode ser verificado no endereço eletrônico pelo código ocumento assinado digitalmente conforme n o -

91 º 94, sexta-feira, 17 de maio de Alimentação d em ancho ubdiretor de Abastecimento (AB) Auxílio-Alimentação d em ecúnia ubdiretor de agamento de essoal () 20 - agamento de essoal Ativo da nião ubdiretor de agamento de essoal () à ALCA à ALCA Ações de Caráter igiloso Chefe do Centro de nteligência da Aeronáutica (CA) à ALCA à ALCA agamento de essoal Ativo ilitar das orças Armadas ubdiretor de agamento de essoal () à ALCA à ALCA A ÇAÁA: CAXA ACA BLÁ A AÁCA AA: revidência de nativos e ensionistas da nião AÇÕ ÇAÁA A ÁV (CA) LA ÇAÁ agamento de Aposentadorias e ensões - ervidores residente da Caixa de inanciamento mobiliário da Aeronáutica à ALCA (CAe) AA: perações speciais: erviço da ívida nterna (Juros e Amortizações) AÇÕ ÇAÁA A ÁV LA ÇAÁ - (CA) Amortização e ncargos de inanciamento da ívida Contratual residente da Caixa de inanciamento mobiliário da Aeronáutica à ALCA nterna (CAe) AA: rograma de estão e anutenção do inistério da efesa AÇÕ ÇAÁA A ÁV LA ÇAÁ - (CA) 09HB - Contribuição da nião, de suas Autarquias e undações para o residente da Caixa de inanciamento mobiliário da Aeronáutica à ALCA Custeio do egime de revidência dos ervidores úblicos ederais (CAe) Administração da nidade residente da Caixa de inanciamento mobiliário da Aeronáutica à ALCA (CAe) A ÁV (CA) à ALCA A ÁV (CA) à ALCA A ÁV (CA) à ALCA à ALCA Auxílio-ransporte aos ervidores, mpregados residente da Caixa de inanciamento mobiliário da Aeronáutica Auxílio-ransporte - residente da Caixa de inanciamento mobiliário da Ae- (CAe) ronáutica (CA) Auxílio-Alimentação aos ervidores, mpregados residente da Caixa de inanciamento mobiliário da Aeronáutica Auxílio-Alimentação - residente da Caixa de inanciamento mobiliário da Ae- (CAe) ronáutica (CA) 20 - agamento de essoal Ativo da nião residente da Caixa de inanciamento mobiliário da Aeronáutica à ALCA à ALCA (CAe) A ÇAÁA: AÁC AA: eserva de Contingência AÇÕ ÇAÁA A ÁV (CA) LA ÇAÁ - A ÁV (CA) 0Z00 - eserva de Contingência - inanceira Chefe da 5ª ubchefia (5C) do stado-aior da Aeronáutica (A) à ALCA à ALCA AA: esenvolvimento rodutivo AÇÕ ÇAÁA A ÁV (CA) LA ÇAÁ - A ÁV (CA) rodução de ármacos, edicamentos e itoterápicos iretor do Laboratório Químico-armacêutico da Aeronáutica (LAQA) à ALCA à ALCA AA: olítica acional de efesa AÇÕ ÇAÁA A ÁV (CA) LA ÇAÁ - A ÁV (CA) 14H - mplantação e odernização de istemas Bélicos e quipamentos Vice-Chefe do stado-aior da Aeronáutica mplantação de istemas Bélicos iretor de aterial Aeronáutico e Bélico (AB) odernização de quipamentos de Comunicação e letrônica esenvolvimento e mplantação de istemas de elemática ilitar Chefe da ubchefia de Apoio (CA) do Comando- eral de perações Aéreas (CA) Adequação e Construção de rganizações ilitares da Aeronáutica Chefe da 4ª ubchefia (4C) do stado-aior da Aeronáutica (A) mpreendimentos de infraestrutura na área de Ciência e ecnologia Chefe da 4ª ubchefia (4C) do stado-aior da Aeronáutica (A) mpreendimentos de infraestrutura na área de nsino mpreendimentos de infraestrutura na área de Comando e Assessoramento mpreendimentos de infraestrutura na área de Apoio Logístico mpreendimentos de infraestrutura na área de Apoio à estão de ecursos Humanos mpreendimentos de infraestrutura na área de perações Aéreas mpreendimentos de infraestrutura na área de Controle do spaço Aéreo 20A - istemas ilitares da Aeronáutica iretor de ecnologia da nformação da Aeronáutica () à ALCA à ALCA 20XA - Aprestamento da Aeronáutica Vice-Chefe do stado-aior da Aeronáutica (A) Campo de rovas e standes de iro de Aviação Chefe do stado-aior do Comando-eral de perações Aéreas (CA) aterial Contra ncêndio Chefe do stado-aior do Comando-eral de Apoio (CA) 20XA - Aprestamento da Aeronáutica Vice-Chefe do stado-aior da Aeronáutica (A) imuladores iretor de ecnologia da nformação da Aeronáutica () aterial Bélico iretor de aterial Aeronáutico e Bélico (AB) aterial de aúde ubdiretor de Aplicações dos ecursos para Assistência édica Hospitalar (AA) ransporte Logístico de uperfície iretor do Centro Logístico da Aeronáutica (CL) aterial de ntendência ubdiretor de Abastecimento (AB) ardamento eembolsável aos ilitares da Aeronáutica 20XB - esquisa, esenvolvimento e Capacitação no etor Aeroespacial Vice-iretor do epartamento de Ciência e ecnologia Aeroespacial (C Capacitação de ecursos Humanos em Ciência e ecnologia Chefe do ubdepartamento de Administração (A) do A ) C A uporte ao esenvolvimento ndustrial iretor do nstituto de omento e Coordenação ndustrial () esquisa e esenvolvimento da etereorologia Aeroespacial iretor do nstituto de Aeronáutica e spaço (A) Capacitação de specialistas do etor spacial esenvolvimento de rojetos de istemas Bélicos e Associados Chefe do ubdepartamento écnico () do CA esquisa e esenvolvimento ecnológico Aeroespacial no Centro écnico Aeroespacial XLA AA A A AC 20X - Aquisição e odernização dos eios da Aeronáutica ubdiretor de atrimônio da iretoria de ngenharia da Aeronáutica ( Aquisição de Veículos de uperfície ubdiretor de atrimônio da iretoria de ngenharia da ) Aeronáutica () 20XV - istema de Controle do spaço Aéreo Brasileiro - CAB Vice-iretor do epartamento de Controle do spaço Aéreo (CA) Adequação ecnológica do istema de Controle do spaço Aéreo Brasileiro residente da Comissão de mplantação do istema de - CAB Controle do spaço Aéreo (CCA) peração e anutenção de quipamentos e istemas do Controle do Chefe do ubdepartamento de Administração (A) do spaço Aéreo Brasileiro CA esenvolvimento e odernização do istema de Controle do spaço residente da Comissão de mplantação do istema de Aéreo Brasileiro - CAB Controle do spaço Aéreo (CCA) 20XW - Ações de Cooperação da Aeronáutica Chefe da 4ª ubchefia (4C) do stado-aior da Aeronáutica (A) Convênio nº 001/-A/ iretor de ngenharia da Aeronáutica () nvestigação e revenção de Acidentes Aeronáuticos Chefe do Centro de nvestigação e revenção de Acidentes Aeronáuticos à ALCA à ALCA ( C A ) nstrução e reinamento écnico-peracional da Aeronáutica Chefe da 1ª ubchefia (1C) do stado-aior da Aeronáutica (A) à ALCA à ALCA AA: rograma de estão e anutenção do inistério da efesa AÇÕ ÇAÁA A ÁV (CA) LA ÇAÁ - A ÁV (CA) Administração da nidade Chefe da 5ª ubchefia (5C) do stado-aior da Aeronáutica (A) anutenção eral Chefe da 5ª ubchefia (5C) do stado-aior da Aeronáutica (A) Administração da nidade Chefe da 5ª ubchefia (5C) do stado-aior da Aeronáutica (A) reservação do atrimônio Cultural iretor do nstituto Histórico-Cultural da Aeronáutica (CA) Assistência édica e dontológica aos ervidores, mpregados, Chefe do stado-aior do Comando-eral do essoal (C) Atendimento édico-hospitalar - articipação do ilitar ubdiretor de Aplicações dos ecursos para Assistência ilitares e seus e édica Hospitalar (AA) A ÇAÁA: C B Và A CAXA ACA BLÁ A AÁCA AA: perações speciais: inanciamentos com etorno AÇÕ ÇAÁA A ÁV (CA) LA ÇAÁ - 00J - inanciamento mobiliário para o essoal da Aeronáutica residente da Caixa de inanciamento mobiliário da Aeronáutica à ALCA (CAe) A ÁV (CA) à ALCA ste documento pode ser verificado no endereço eletrônico pelo código ocumento assinado digitalmente conforme n o -

92 º 94, sexta-feira, 17 de maio de 2013 CA A AHA A-A A AAA AA o - 87/A, 10 A 2013 CH A-A A AAA, no uso da delegação de competência que lhe confere a ortaria nº 156/B/2004, e de acordo com o disposto no art. 2º do ecreto nº /1988, resolve: Art. 1º Conceder autorização ao avio ceanográfico "Alpha Crucis" para realizar atividades de investigação científica em AJB, conforme previstas no rojeto Científico Biour e obedecendo à derrota previamente apresentada à arinha do Brasil (B). 1º navio fica obrigado a aderir ao istema de nformações sobre o ráfego arítimo (A), conforme previsto nas ormas da Autoridade arítima para o ráfego e ermanência de mbarcações em Águas Jurisdicionais Brasileiras -A - 08/C. Qualquer alteração da derrota a ser cumprida em AJB deverá ser submetida à apreciação da B. 2º Caberá ao nstituto ceanográfico da niversidade de ão aulo -, instituição responsável pela campanha oceanográfica, buscar junto aos órgãos competentes as autorizações legais e exigíveis para boa execução do projeto, que deverão ser emitidas pelos Órgãos de controle e fiscalização atinentes à natureza da pesquisa, quando assim for exigido. Art. 2º objetivo científico da campanha oceanográfica é avançar no conhecimento sobre a biodiversidade de organismos bentônicos que exploram parcelas orgânicas, como ossos de baleia e blocos de madeira, no oceano profundo, evidenciando os efeitos oceanográficos de larga escala (correntes, fonte de propágulos) na estrutura dessas comunidades, na margem continental brasileira. Art. 3º A autorização a que se refere esta ortaria terá validade para o período de 28 de maio de 2013 a 18 de junho de Art. 4º A instituição responsável pela pesquisa deverá fornecer à iretoria de Hidrografia e avegação (H) todos os dados, informações e resultados obtidos pela pesquisa realizada, dentro dos prazos previstos no ecreto nº /1988, encaminhando para a rua Barão de Jaceguai, s/nº, onta da Armação, onta 'Areia, iterói, J, C: Art. 5º ara a remessa dos dados coletados, devem ser observados os aspectos técnicos e de documentação detalhados nas "AÇÕ AA A A A CLA- ", que a esta acompanham. Art. 6º não cumprimento, pelas entidades interessadas, do estabelecido nesta ortaria implicará no cancelamento automático da presente autorização, respondendo as referidas entidades pelos prejuízos causados e ficando sujeitas, a critério do overno Brasileiro, a terem recusadas futuras solicitações de pesquisa em AJB. Art. 7º sta ortaria entra em vigor na data de sua publicação no iário ficial da nião. CCALZAÇÃ BA C Almirante-de-squadra A L A-AL AVAÇÃ A CA AA o - 99/C, 14 A 2013 Cancela definitivamente Certificado de Habilitação de rático CA, no uso da delegação de competência que lhe confere a ortaria n o 156/B, de 3 de junho de 2004, de acordo com o contido no artigo 4 o da Lei n o 9.537, de 11 de dezembro de 1997, resolve: Art. 1 o Cancelar definitivamente, de acordo com a rdem de erviço n o 16, de 8 de janeiro de 2013 e a rdem de erviço n o 151, de 15 de março de 2013, ambas da Capitania dos ortos de ão aulo, o Certificado de Habilitação de rático da Zona de raticagem de antos, Baixada antista, ão ebastião e BA () - Z-16, do r. CAL A A, número da C , de acordo com o previsto na subalínea 5, da alínea a, do item 0236 (deixou de exercer a profissão por mais de 24 meses) das ormas da Autoridade arítima para o erviço de raticagem - A-12/C (1ª evisão), aprovadas pela ortaria n o 78/C, de 15 de abril de 2011, publicada no iário ficial da nião, de 18 de abril de Art. 2 o sta ortaria entra em vigor na data de sua publicação em. Vice-Almirante CLÁ AL VV AA o 100/C, 14 A 2013 Cancela definitivamente Certificado de Habilitação de rático CA, no uso da delegação de competência que lhe confere a ortaria n o 156/B, de 3 de junho de 2004, de acordo com o contido no artigo 4 o da Lei n o 9.537, de 11 de dezembro de 1997, resolve: Art. 1 o Cancelar definitivamente, de acordo com a rdem de erviço n o 16, de 8 de janeiro de 2013, da Capitania dos ortos de ão aulo, o Certificado de Habilitação de rático da Zona de raticagem de antos, Baixada antista, ão ebastião e BA () - Z-16, do r. L CHCH, número da C , de acordo com o previsto na subalínea 5, da alínea a, do item 0236 (deixou de exercer a profissão por mais de 24 meses) ste documento pode ser verificado no endereço eletrônico pelo código das ormas da Autoridade arítima para o erviço de raticagem - A-12/C (1ª evisão), aprovadas pela ortaria n o 78/C, de 15 de abril de 2011, publicada no iário ficial da nião, de 18 de abril de Art. 2 o sta ortaria entra em vigor na data de sua publicação em. Vice-Almirante CLÁ AL VV B AÍ VÃ AL C A A - A L VÃ VÇ CAA X X.. JÍZ- roc. nº /11 - Bote "AZ " elator : ernando Alves Ladeiras : r. Luís ustavo ascentes da ilva epresentados : Jackson agundes (roprietário) : rancisco Carlos agundes (Condutor) efensora : ra. Clarissa Ligeiro de igueiredo (/J) espacho do xmo. r. Juiz residente: "Concedo a isenção do pagamento das custas processuais conforme requerida pela. efensoria ública da nião às fls. 161/163." ecretaria do ribunal arítimo, em 16 de maio de AA A 6.802ª Ã ÁA ALZAA 14 A 2013 (terça-feira). residência do xmo. r. Juiz Vice-Almirante (1) LZ A CA, ecretário do ribunal, o Bacharel AL ACHA AJ. Às 13h30min, presentes os xmos. rs. Juízes, A ALV LAA, AA CA LVA A- LHA, ACL AV ÇALV, BZA A, L CAVALCA LVA LH e AL ALA ALHA, foi aberta a essão. em impugnação, foi aprovada a Ata da essão anterior, distribuída nos termos do art. 31 do egimento nterno. BLCAÇÃ ACÓÃ /2011, /2012 do xmo. r. Juiz ernando Alves Ladeiras, /2010, /2012 do xmo. r. Juiz eraldo de Almeida adilha. AÇÕ CBA º / Acidente da navegação envolvendo a lancha "Ó LCA " com o bote "A A", ocorrido em orto Belo, anta Catarina, em 03 de fevereiro de elatora: xma. ra. Juíza aria Cristina adilha. evisor: xmo. r. Juiz eraldo de Almeida adilha. Autora: a rocuradoria special da arinha. epresentado: Jorge José de igueiredo (Condutor). º / Acidente e fato da navegação envolvendo a lancha "LAA", ocorridos no cais da lória, Vila Velha, spírito anto, em 14 de maio de elatora: xma. ra. Juíza aria Cristina adilha. evisor: xmo. r. Juiz ernando Alves Ladeiras. Autora: a rocuradoria special da arinha. epresentada: aval Comércio e erviços Ltda. - (roprietária). º / ato da navegação envolvendo o B "ÇÃ AAJÓ", ocorrido no canal do Carnapijó, baía de arajó, ará, em 15 de julho de elatora: xma. ra. Juíza aria Cristina adilha. evisor: xmo. r. Juiz eraldo de Almeida adilha. Autora: a rocuradoria special da arinha. epresentados: João Vicente Brabo ernandes, aimundo onato omes odrigues (Comandante). º / Acidente e fato da navegação envolvendo a L "AA AA", não inscrita, uma passageira e uma canoa sem nome, não inscrita, ocorridos no lago de efé, Amazonas, em 17 de setembro de elator: xmo. r. Juiz ernando Alves Ladeiras. evisora: xma. ra. Juíza aria Cristina adilha. Autora: a rocuradoria special da arinha. epresentados: Arimã eabra de ouza (Condutor), auri erreira Correa (Condutor inabilitado). º / ato da navegação envolvendo o B "C. QÉA", não inscrito, e uma passageira, ocorrido no rio tuquara, Breves, ará, em 14 de fevereiro de elator: xmo. r. Juiz ergio Bezerra de atos. evisor: xmo. r. Juiz elson Cavalcante. Autora: a rocuradoria special da arinha. epresentado: Benedito Albino Costa achado (roprietário). º / ato da navegação envolvendo o B " JÃ", não inscrito, e sua proprietária, ocorrido no rio arajó, urupá, ará, em 02 de janeiro de elator: xmo. r. Juiz eraldo de Almeida adilha. evisor: xmo. r. Juiz elson Cavalcante. Autora: a rocuradoria special da arinha. epresentada: omasia alaquias da ama (roprietária). J L A BA º / ato da navegação envolvendo o "AL AW", de bandeira bahamense, e um estivador, ocorrido no porto de antos, ão aulo, em 02 de junho de mbargos nfringentes º 12/2012, interposto em 13Z2012. mbargante: José Cardoso de liveira (stivador), Adv. r. José Bartolomeu de ousa Lima (AB/ ). mbargada: rocuradoria special da arinha. elator: xmo. r. Juiz ernando Alves Ladeiras. evisora: xma. ra. Juíza aria Cristina adilha. ecisão unânime: não conhecer do presente ecurso de mbargos nfringentes, por lhe faltar os requisitos de admissibilidade, a luz do art. 106, da Lei n 2.180/54, ou seja, não houve voto divergente, pois a decisão foi unânime, e nem foi apresentada qualquer prova substancialmente nova, para motivar uma nova análise de mérito, acolhendo as razões de impugnação apresentadas pela outa rocuradoria special da arinha e mantendo na íntegra, o Acórdão de fls. 192 a 197, ora atacado. CAÇÃ A AA A º / Acidente da navegação envolvendo o "A ", de bandeira panamenha, auxiliado pelos b "Ã AL", "A", "VC" e "VLA", com o dolphin nº 6 do píer 2 do porto de ubarão, spírito anto, ocorrido em 28 de janeiro de elator: xmo. r. Juiz arcelo avid onçalves. evisor: xmo. r. Juiz ergio Bezerra de atos. Autora: a rocuradoria special da arinha. Com pedido de Arquivamento de autoria da rocuradoria special da arinha. epresentação de arte. Autor: irst acific hipping Co. Ltd. (Armadora do "A ), Adv. r. Antonio rancisco obral ampaio (AB/J ). epresentados: ugbrasil Apoio ortuário /A (Afretadora do b "Ã AL), Adv. r. Henrique swaldo otta (AB/J ), João Carlos ogueira (estre do b "Ã AL"), Adv. r. Artur. Carbone (AB/J 1.295A) epresentação de arte. Autora: easervo ransporte e avegação Ltda., (roprietária/armadora do b "Ã AL), Adv. r. Artur. Carbone (AB/J 1.295A) epresentados: Han ea Jiang (Comandante do "A "), Adv. r. Antonio rancisco obral ampaio (AB/J ). Antonio dos eis inoco, (rático do "A "), Advª rª Anete omide imenta (AB/J ). ecisão unânime: julgar o acidente da navegação capitulado no art. 14, alínea "a", da Lei nº 2.180/54, como de origem indeterminada, arquivando-se os autos e exculpando os representados de parte. Às 15h44min os trabalhos foram suspensos, tendo sido reiniciados às 15h51min. º / Acidente da navegação envolvendo o "CA A A", de bandeira liberiana, com um portêiner da empresa Libra erminais, ocorrido no porto de antos, ão aulo, em 23 de junho de elator: xmo. r. Juiz elson Cavalcante. evisor: xmo. r. Juiz eraldo de Almeida adilha. Autora: a rocuradoria special da arinha. epresentados: lavo de Lima Júnior (perador de ortêiner), Adv. r. Henrique swaldo otta (AB/J ), omasz Jacek Wlodarczyk (Comandante), Advª rª Carolina Alves Costa (AB/J ). ecisão: por unanimidade quanto ao mérito e quanto à pena do segundo representado e por maioria quanto ao mérito do 1º representado nos termos do voto do xmo. r Juiz- evisor. julgar o acidente da navegação capitulado no art. 14, alínea "a" (colisão), da Lei nº 2.180/54, como decorrente da imprudência do segundo representado, omasz Jacek Wlodarczyk aplicando-lhe a pena de multa no valor de $ 400,00 (quatrocentos reais), com fulcro no art. 121, inciso V, c/c o art. 124, inciso X, da Lei nº 2.180/54 e custas processuais. xmo. r. Juiz-evisor votou acompanhando o xmo. r. Juiz-elator porém, exculpava o primeiro representado, no que foi acompanhado pelos xmos. rs. Juízes ergio Bezerra de atos, ernando Alves Ladeiras e aria Cristina de liveira adilha. xmo. r. Juiz-elator condenava o primeiro representado à pena de multa no valor de $ 100,00 (cem reais), sendo acompanhado pelo xmo. r. Juiz arcelo avid onçalves, sendo ambos vencidos. º / ato da navegação envolvendo o B "CHA" e uma criança, ocorrido no rio namarú, município de uaná, ará, em 16 de dezembro de elator: xmo. r. Juiz eraldo de Almeida adilha. evisor: xmo. r. Juiz elson Cavalcante. Autora: a rocuradoria special da arinha. epresentada: liane do ocorro Lopes Barbosa (Condutora inabilitada), Adv. r. João auda (AB/A 5.798). ecisão unânime: julgar o fato da navegação, tipificado no art. 15, alínea "e", da Lei n 2.180/54, condenando liane do ocorro Lopes Barbosa, como decorrente de imprudência, não lhe aplicando a sanção administrativa, considerando seus antecedentes, as circunstâncias e consequências dos fatos apurados, com fulcro no art. 143, da Lei n 2.180/54. ficiar à Capitania dos ortos da Amazônia riental, agente da Autoridade arítima, as infrações ao LA, que não possuem nexo de causalidade com o fato, art conduzir embarcação sem habilitação para operá-la, art. 16, inciso - deixar de inscrever a embarcação, e a falta de seguro, art. 15 da Lei n 8.374/91, todas cometidas pela proprietária ra. liane do ocorro Lopes Barbosa. C Q Ã AQVA - A 68, 1º, C, - CAL B AÍ º / Acidente da navegação envolvendo a L "AAÉ", ocorrido no rio ibaji, município de rimeiro de aio, araná, em 15 de fevereiro de elatora: xma. ra. Juíza aria Cristina adilha. evisor: xmo. r. Juiz eraldo de Almeida adilha. Autora: a rocuradoria special da arinha. ecisão unânime: julgar o acidente da navegação capitulado no art. 14, alínea "a", da Lei nº 2.180/54, como decorrente de fortuna do mar, mandando arquivar os autos, conforme promoção da outa rocuradoria. ocumento assinado digitalmente conforme n o -

93 º 94, sexta-feira, 17 de maio de º / ato da navegação envolvendo o B "- V ", não inscrito, e uma passageira, ocorrido no rio abatinga, nas proximidades da cidade de Abaetetuba, ará, em 23 de janeiro de elatora: xma. ra. Juíza aria Cristina adilha. evisor: xmo. r. Juiz eraldo de Almeida adilha. Autora: a rocuradoria special da arinha. ecisão unânime: arquivar os autos como requerido pela outa rocuradoria (fls. 50 a 53), considerando o fato da navegação, previsto no art. 15, letra "e", da Lei nº 2.180/54, como de origem indeterminada e prescrito por decurso de tempo. º / Acidente da navegação envolvendo o comboio formado pelo b "HA AV" com uma balsa não identificada e o veleiro "K", de bandeira inglesa, ocorrido no canal de Cotijuba, ará, em 16 de dezembro de elatora: xma. ra. Juíza aria Cristina adilha. evisor: xmo. r. Juiz eraldo de Almeida adilha. Autora: a rocuradoria special da arinha. ecisão unânime: julgar o acidente da navegação capitulado no art. 14, alínea "a", da Lei nº 2.180/54, como de origem indeterminada, mandando arquivar os autos, conforme promoção da outa rocuradoria. ficiar à Capitania dos ortos da Amazônia riental, agente da Autoridade arítima, a infração ao LA, art. 19, inciso (não possuir qualquer certificado ou documento equivalente exigido), cometida pela proprietária do / "HA AV", empresa io ará avegação Ltda. º / Acidente da navegação envolvendo o B "CAA AAL V", ocorrido no rio Adirás, município de Barreirinha, Amazonas, em 22 de novembro de elator: xmo. r. Juiz ergio Bezerra de atos. evisora: xma. ra. Juíza aria Cristina adilha. Autora: a rocuradoria special da arinha. ecisão unânime: julgar o acidente da navegação capitulado no art. 14, alínea "a", da Lei nº 2.180/54, como de origem desconhecida, mandando arquivar os autos, conforme promoção da outa rocuradoria. º / Acidente da navegação envolvendo o " BAYVA", de bandeira cingapuriana, ocorrido na área de fundeio próxima do porto de Vitória, spírito anto, em 17 de outubro de elator: xmo. r. Juiz ergio Bezerra de atos. evisora: xma. ra. Juíza aria Cristina adilha. Autora: a rocuradoria special da arinha. ecisão unânime: julgar o acidente da navegação capitulado no art. 14, alínea "b", da Lei nº 2.180/54, como de origem desconhecida, mandando arquivar os autos, conforme promoção da outa rocuradoria. º / Ato, não caracterizado como acidente ou fato da navegação, envolvendo um adolescente e um colchão de dormir inflável, ocorrido na praia do argi, ruçuca, lhéus, Bahia, em 19 de fevereiro de elator: xmo. r. Juiz ergio Bezerra de atos. evisora: xma. ra. Juíza aria Cristina adilha. Autora: a rocuradoria special da arinha. ecisão unânime: mandar arquivar os autos, conforme promoção da outa rocuradoria, pois o fato relatado não se tipifica como acidente ou fato da navegação capitulado na Lei nº 2.180/54 Ṅº / ato da navegação envolvendo o B "- A Ã", ocorrido no rio Amazonas, nas proximidades da comunidade de Capivara, município de antarém, ará, em 10 de maio de elator: xmo. r. Juiz ergio Bezerra de atos. evisor: xmo. r. Juiz elson Cavalcante. Autora: a rocuradoria special da arinha. ecisão unânime: julgar o fato da navegação capitulado no art. 15, alínea "e", da Lei nº 2.180/54, como de autoria não identificada, mandando arquivar os autos, conforme promoção da outa rocuradoria. º / ato da navegação envolvendo o comboio formado pelo b "JA LH LV" com as balsas "VAA " e "ABL XV", ocorrido na baía do arajó, próximo à ilha do Capim, município de Barcarena, ará, em 07 de outubro de elator: xmo. r. Juiz ergio Bezerra de atos. evisor: xmo. r. Juiz elson Cavalcante. Autora: a rocuradoria special da arinha. ecisão unânime: julgar o fato da navegação capitulado no art. 15, alínea "e", da Lei nº 2.180/54, como de origem desconhecida, mandando arquivar os autos, conforme promoção da outa rocuradoria. ficiar à Capitania dos ortos da Amazônia riental, agente da Autoridade arítima, as infrações ao art. 12, inciso, art. 19, inciso e art. 28, inciso, do LA, cometidas pelo proprietário do / "JA LH LV" e da balsa "ABL XV", J.. de liveira avegação Ltda., e pelo proprietário da balsa "VAA ", Chibatão avegação e Comércio Ltda. steve presente, pela rocuradoria, o Advogado da nião, r. Luís ustavo ascentes da ilva. sgotada a matéria da pauta, colocada a palavra à disposição fez uso da mesma o xmo. r. Juiz ergio Bezerra de atos que requereu autorização para delegar atribuições de instrução aos rs. elegado de uairá e elegado de residente pitácio, para que as autoridades façam oitiva das testemunhas arroladas nos Autos do rocesso nº /2011, bem como, ao r. Capitão dos ortos de ão aulo para que a autoridade faça oitiva das testemunhas arroladas nos Autos do rocesso nº /2011, com fulcro no art. 63 da Lei nº 2.180/54, e da eção, do, sendo deferido por unanimidade nos termos do art. 16, letra "b", da Lei nº 2.180/54, e nada mais havendo a tratar, às 16h47min foi encerrada a essão. o que, para constar, mandei digitar a presente Ata, que vai assinada pelo xmo. r. residente e por mim, iretor-eral da ecretaria. XLA AA A A AC ribunal arítimo, em 14 de maio de LZ A CA Vice-Almirante (1) Juiz-residente AL ACHA AJ ecretário ste documento pode ser verificado no endereço eletrônico pelo código AA BÇÃ C 14 A 2013 º do rocesso: 27975/2013 Juiz(a) elator(a): AL ALA ALHA Juiz(a) evisor(a): ACL AV ÇALV º do fício: 0499/2013 rigem: CAAA JA (C J) ata do Acidente: 28/08/2012 Hora: 04:30 Local do Acidente: CA AC A CAJ-BAÍA AABAA-J Acidente / ato: ABALA ome(s) de mbarcação(ões): " LH L " " LC X " " BAZAC " º do rocesso: 27976/2013 Juiz(a) elator(a): BZA A Juiz(a) evisor(a): L CAVALCA LVA LH º do fício: 0537/2013 rigem: CAAA JA (C J) ata do Acidente: 03/10/2012 Hora: 02:30 Local do Acidente: ÁA AXAÇÃ JA-J Acidente / ato: ABALA ome(s) de mbarcação(ões): " L 09 " " AL XV " º do rocesso: 27977/2013 Juiz(a) elator(a): ACL AV ÇALV Juiz(a) evisor(a): BZA A º do fício: 0564/2013 rigem: CAAA JA (C J) ata do Acidente: 22/01/2012 Hora: 10:30 Local do Acidente: AA A AZÊA-AAÇÃ BÚZ-J Acidente / ato: ABALA ome(s) de mbarcação(ões): " ALHA " " LA VC " º do rocesso: 27978/2013 Juiz(a) elator(a): L CAVALCA LVA LH Juiz(a) evisor(a): A ALV LAA º do fício: 0565/2013 rigem: CAAA JA (C J) ata do Acidente: 15/01/2012 Hora: 09:00 Local do Acidente: ÁA AXAÇÃ CA C-AAÇÃ BÚZ-J Acidente / ato: ABALA ome(s) de mbarcação(ões): " BA BAZL " " ZALC " º do rocesso: 27979/2013 Juiz(a) elator(a): BZA A Juiz(a) evisor(a): AA CA. ALHA º do fício: 0570/2013 rigem: CAAA JA (C J) ata do Acidente: 31/03/2012 Hora: 16:30 Local do Acidente: LHA C-AAAL CAB-J Acidente / ato: AC LH ome(s) de mbarcação(ões): " BAÃ " º do rocesso: 27980/2013 Juiz(a) elator(a): AA CA. ALHA Juiz(a) evisor(a): AL ALA ALHA º do fício: 0671/2013 rigem: CAAA JA (C J) ata do Acidente: 12/05/2012 Hora: 19:12 Local do Acidente: A º 03-BAÍA AABAA- JA- -J Acidente / ato: AÁ ome(s) de mbarcação(ões): " ALA " " HALY " º do rocesso: 27981/2013 Juiz(a) elator(a): L CAVALCA LVA LH Juiz(a) evisor(a): BZA A º do fício: 0254/2013 rigem: LACA A CAAA AA (L A ) ata do Acidente: 03/01/2013 Hora: 22:00 Local do Acidente: BAÍA A BA-AA -J Acidente / ato: AÁ ome(s) de mbarcação(ões): " AA " º do rocesso: 27982/2013 Juiz(a) elator(a): ACL AV ÇALV Juiz(a) evisor(a): AL ALA ALHA º do fício: 0236/2013 rigem: LACA A CAAA AA (L A ) ata do Acidente: 31/12/2012 Hora: 22:00 Local do Acidente: BAÍA A BA-AA -J Acidente / ato: CALH ome(s) de mbarcação(ões): " AZZA V " º do rocesso: 27983/2013 Juiz(a) elator(a): ACL AV ÇALV Juiz(a) evisor(a): BZA A º do fício: 0173/2013 rigem: LACA A CAAA ACAÉ (L ACAÉ) ata do Acidente: 26/10/2012 Hora: 10:20 Local do Acidente: ÁA CA Ã É-BACA CA- CA YACAZ-J Acidente / ato: CÓ AZA AC ome(s) de mbarcação(ões): " -V " " Ó " º do rocesso: 27984/2013 Juiz(a) elator(a): L CAVALCA LVA LH Juiz(a) evisor(a): A ALV LAA º do fício: 0183/2013 rigem: LACA A CAAA ACAÉ (L ACAÉ) ata do Acidente: 17/02/2013 Hora: 19:00 Local do Acidente: BACA CA-CA YACAZ-J Acidente / ato: ABALA ome(s) de mbarcação(ões): " VL CAL " " CHVA 1 " º do rocesso: 27985/2013 Juiz(a) elator(a): A ALV LAA Juiz(a) evisor(a): ACL AV ÇALV º do fício: 0194/2013 rigem: LACA A CAAA ACAÉ (L ACAÉ) ata do Acidente: 24/06/2012 Hora: 10:35 Local do Acidente: BACA CA-CA YACAZ-J Acidente / ato: CÓ AZA AC ome(s) de mbarcação(ões): " BA XV " º do rocesso: 27986/2013 Juiz(a) elator(a): AL ALA ALHA Juiz(a) evisor(a): AA CA. ALHA º do fício: 0560/2012 rigem: LACA A CAAA ACAÉ (L ACAÉ) ata do Acidente: 12/04/2012 Hora: 01:46 Local do Acidente: BACA CA-CA YACAZ-J Acidente / ato: VA A BACAÇÃ ome(s) de mbarcação(ões): " C 7500 " º do rocesso: 27987/2013 Juiz(a) elator(a): BZA A Juiz(a) evisor(a): L CAVALCA LVA LH º do fício: 0278/2013 rigem: CAAA Í A (C ) ata do Acidente: 14/01/2013 Hora: 20:30 Local do Acidente: AA LAA AA-AAAÍZ- Acidente / ato: CALH ome(s) de mbarcação(ões): " VÁ " º do rocesso: 27988/2013 Juiz(a) elator(a): ACL AV ÇALV Juiz(a) evisor(a): A ALV LAA º do fício: 0286/2013 rigem: CAAA Í A (C ) ata do Acidente: 12/12/2012 Hora: 12:42 Local do Acidente: CA A CA-BÇ º 103- Acidente / ato: ABALA ome(s) de mbarcação(ões): " KA CACABAA " " H Á A " º do rocesso: 27989/2013 Juiz(a) elator(a): AA CA. ALHA Juiz(a) evisor(a): AL ALA ALHA º do fício: 0328/2013 rigem: CAAA Í A (C ) ata do Acidente: 12/02/2013 Hora: 19:30 Local do Acidente: ÁA AXAÇÃ LHA A AÇA- Acidente / ato: AÁ ome(s) de mbarcação(ões): " " º do rocesso: 27990/2013 Juiz(a) elator(a): BZA A Juiz(a) evisor(a): ACL AV ÇALV º do fício: 0376/2013 rigem: CAAA Í A (C ) ata do Acidente: 21/11/2012 ocumento assinado digitalmente conforme n o -

94 º 94, sexta-feira, 17 de maio de 2013 Hora: 11:30 Local do Acidente: BACAÇA CÂCA A CAHA A- CL AL BAÃ-VÓA- Acidente / ato: AVAA CAC ome(s) de mbarcação(ões): " BL " " CCL ACHAVLL " º do rocesso: 27991/2013 Juiz(a) elator(a): AL ALA ALHA Juiz(a) evisor(a): L CAVALCA LVA LH º do fício: 0227/2013 rigem: CAAA A BAHA (C B A) ata do Acidente: 16/08/2012 Hora: 10:00 Local do Acidente: LHA AACA-BA Acidente / ato: AÁ ome(s) de mbarcação(ões): " A VA VA " º do rocesso: 27992/2013 Juiz(a) elator(a): AA CA. ALHA Juiz(a) evisor(a): BZA A º do fício: 0053/2013 rigem: LACA A CAAA LHÉ (L LHÉ) ata do Acidente: 30/09/2012 Hora: 10:00 Local do Acidente: ÁA CA AA CZ CABÁLA- LHÉ-BA Acidente / ato: AVAA ÁQA, ome(s) de mbarcação(ões): " VA J " Hora: 11:35 Local do Acidente: Ó-- Acidente / ato: ÁA ABA ome(s) de mbarcação(ões): " AYA " º do rocesso: 27999/2013 Juiz(a) elator(a): AL ALA ALHA Juiz(a) evisor(a): L CAVALCA LVA LH º do fício: 0215/2013 rigem: CAAA ALAA (C A L) ata do Acidente: 08/12/2012 Hora: 16:30 Local do Acidente: AA AJÇAA-ACÓ-AL Acidente / ato: ABALA ome(s) de mbarcação(ões): " L " º do rocesso: 28000/2013 Juiz(a) elator(a): ACL AV ÇALV Juiz(a) evisor(a): AL ALA ALHA º do fício: /2013 rigem: CAAA A AAZÔA AL (C A ) ata do Acidente: 21/09/2011 Hora: 20:30 Local do Acidente: ÁA AXAÇÃ LHA AQÁ-Ã BA- Ã A BA VA-A Acidente / ato: ABALA ome(s) de mbarcação(ões): " WALÃ " " LA " " LA X " ata do Acidente: 30/10/2012 Hora: 08:40 Local do Acidente: BAÍA Ã AC-Ã L-A Acidente / ato: X A C A CLA ome(s) de mbarcação(ões): " ALCÂAA " º do rocesso: 28007/2013 Juiz(a) elator(a): AA CA. ALHA Juiz(a) evisor(a): AL ALA ALHA º do fício: 0215/2013 rigem: CAAA AAHÃ (C A) ata do Acidente: 22/10/2012 Hora: 10:30 Local do Acidente: ÇA-Ã -A Acidente / ato: AC C A AL A B ome(s) de mbarcação(ões): " LKC " º do rocesso: 28008/2013 Juiz(a) elator(a): A ALV LAA Juiz(a) evisor(a): L CAVALCA LVA LH º do fício: 0216/2013 rigem: CAAA AAHÃ (C A) ata do Acidente: 05/03/2012 Hora: 22:00 Local do Acidente: AA CAA-Ã JÉ BAA-A Acidente / ato: AC C A AL A B ome(s) de mbarcação(ões): " A HA ÁA " º do rocesso: 27993/2013 Juiz(a) elator(a): A ALV LAA Juiz(a) evisor(a): AA CA. ALHA º do fício: 0044/2013 rigem: LACA A CAAA (L ) ata do Acidente: 17/02/2013 Hora: 17:30 Local do Acidente: AA AAA- -BA Acidente / ato: QA A A ÁA ome(s) de mbarcação(ões): " AAA V " º do rocesso: 27994/2013 Juiz(a) elator(a): AA CA. ALHA Juiz(a) evisor(a): BZA A º do fício: 0099/2013 rigem: CAAA LVAL Ã ACC (C ) ata do Acidente: 28/09/2012 Hora: 07:00 Local do Acidente: Ã ACC-BZ- Acidente / ato: QA VÍCL A ÁA ome(s) de mbarcação(ões): " A " º do rocesso: 27995/2013 Juiz(a) elator(a): AA CA. ALHA Juiz(a) evisor(a): AL ALA ALHA º do fício: 0150/2013 rigem: CAAA LVAL Ã ACC (C ) ata do Acidente: 17/11/2012 Hora: 14:30 Local do Acidente: Ã ACC-ÓL- Acidente / ato: QA VÍCL A ÁA ome(s) de mbarcação(ões): " AA LZA " º do rocesso: 27996/2013 Juiz(a) elator(a): L CAVALCA LVA LH Juiz(a) evisor(a): A ALV LAA º do fício: 0180/2013 rigem: CAAA LVAL Ã ACC (C ) ata do Acidente: 02/02/2012 Hora: 10:00 Local do Acidente: Ã ACC-A AALH-BA Acidente / ato: AC C A AL A B ome(s) de mbarcação(ões): " AA " º do rocesso: 27997/2013 Juiz(a) elator(a): A ALV LAA Juiz(a) evisor(a): ACL AV ÇALV º do fício: 0184/2013 rigem: CAAA (C ) ata do Acidente: 08/06/2012 Hora: 16:20 Local do Acidente: BACA LÍA -AACAJ- Acidente / ato: QA CAA / QA A ÁA ome(s) de mbarcação(ões): " CA 9 (C-9) " " KAHY " º do rocesso: 27998/2013 Juiz(a) elator(a): BZA A Juiz(a) evisor(a): AA CA. ALHA º do fício: 0181/2013 rigem: CAAA A (C ) ata do Acidente: 15/12/2012 º do rocesso: 28001/2013 Juiz(a) elator(a): AA CA. ALHA Juiz(a) evisor(a): BZA A º do fício: /2013 rigem: CAAA A AAZÔA AL (C A ) ata do Acidente: 04/07/2012 Hora: 21:30 Local do Acidente: AÁ-AAL A AÇA-BLÉ-A Acidente / ato: CLÃ ome(s) de mbarcação(ões): " CAAA " º do rocesso: 28002/2013 Juiz(a) elator(a): BZA A Juiz(a) evisor(a): ACL AV ÇALV º do fício: /2013 rigem: CAAA A AAZÔA AL (C A ) ata do Acidente: 10/06/2012 Hora: 08:00 Local do Acidente: BAÍA AAJÓ- AZAL-BACAA-A Acidente / ato: AÁ ome(s) de mbarcação(ões): " AA CALA " " CALA " º do rocesso: 28003/2013 Juiz(a) elator(a): L CAVALCA LVA LH Juiz(a) evisor(a): A ALV LAA º do fício: /2013 rigem: CAAA A AAZÔA AL (C A ) ata do Acidente: 11/06/2012 Hora: 19:40 Local do Acidente: ACH A BA ACA A BAA AÁ- VLA C-BACAA-A Acidente / ato: CLÃ ome(s) de mbarcação(ões): " CAÃ A " " " º do rocesso: 28004/2013 Juiz(a) elator(a): A ALV LAA Juiz(a) evisor(a): AA CA. ALHA º do fício: /2013 rigem: CAAA A AAZÔA AL (C A ) ata do Acidente: 06/01/2013 Hora: 16:00 Local do Acidente: A A AQ AVAÇÃ-B- L É - A Acidente / ato: A ome(s) de mbarcação(ões): " ÉL CA " º do rocesso: 28005/2013 Juiz(a) elator(a): AL ALA ALHA Juiz(a) evisor(a): L CAVALCA LVA LH º do fício: 0177/2013 rigem: CAAA AAHÃ (C A) ata do Acidente: 26/08/2012 Hora: 00:30 Local do Acidente: CA -A CZ-A Acidente / ato: ABALA ome(s) de mbarcação(ões): " YV- " " AXA " º do rocesso: 28006/2013 Juiz(a) elator(a): AA CA. ALHA Juiz(a) evisor(a): BZA A º do fício: 0211/2013 rigem: CAAA AAHÃ (C A) CCALZAÇÃ BA C º do rocesso: 28009/2013 Juiz(a) elator(a): AA CA. ALHA Juiz(a) evisor(a): A ALV LAA º do fício: 0083/2013 rigem: CAAA AÍ (C ) ata do Acidente: 13/05/2012 Hora: 17:00 Local do Acidente: AAÍBA-LA- Acidente / ato: BCA ome(s) de mbarcação(ões): º do rocesso: 28010/2013 Juiz(a) elator(a): BZA A Juiz(a) evisor(a): AA CA. ALHA º do fício: 0084/2013 rigem: CAAA AÍ (C ) ata do Acidente: 20/02/2012 Hora: 16:00 Local do Acidente: A C-CA A- Acidente / ato: QA A A ÁA ome(s) de mbarcação(ões): " J " º do rocesso: 28011/2013 Juiz(a) elator(a): AL ALA ALHA Juiz(a) evisor(a): ACL AV ÇALV º do fício: 0137/2013 rigem: CAAA AA CAAA (C C) ata do Acidente: 17/10/2012 Hora: 12:00 Local do Acidente: ÁA AXAÇÃ AA A AAÇÃ-CA L A LHA AA CAAA-C Acidente / ato: AÁ ome(s) de mbarcação(ões): " JÃ VH " º do rocesso: 28012/2013 Juiz(a) elator(a): AA CA. ALHA Juiz(a) evisor(a): A ALV LAA º do fício: 0331/2013 rigem: LACA A CAAA AJAÍ (L AJAÍ) ata do Acidente: 02/12/2012 Hora: 14:00 Local do Acidente: Í ÍC-AJAÍ-C Acidente / ato: QA A A B ome(s) de mbarcação(ões): " " º do rocesso: 28013/2013 Juiz(a) elator(a): L CAVALCA LVA LH Juiz(a) evisor(a): BZA A º do fício: 20-79/2013 rigem: LACA A CAAA LAA (L LA- A) ata do Acidente: 27/10/2012 Hora: 15:00 Local do Acidente: LAA V-ÇAA-C Acidente / ato: CLÃ ome(s) de mbarcação(ões): " AZH 46 " º do rocesso: 28014/2013 Juiz(a) elator(a): AA CA. ALHA Juiz(a) evisor(a): AL ALA ALHA º do fício: /2013 rigem: CAAA A L (C ) ata do Acidente: 09/10/2012 Hora: 09:05 ste documento pode ser verificado no endereço eletrônico pelo código ocumento assinado digitalmente conforme n o -

95 º 94, sexta-feira, 17 de maio de Local do Acidente: ÁA CA A L- Acidente / ato: AVAA ÁQA, ome(s) de mbarcação(ões): " LCA " Local do Acidente: Í A AA ÂCA A ÁA-AZAÉ AL- A - Acidente / ato: XLÃ ome(s) de mbarcação(ões): " AA " Hora: 14:00 Local do Acidente: AC A BA-BABA- Acidente / ato: AÁ ome(s) de mbarcação(ões): " HAYAA " º do rocesso: 28015/2013 Juiz(a) elator(a): BZA A Juiz(a) evisor(a): ACL AV ÇALV º do fício: /2013 rigem: CAAA A L (C ) ata do Acidente: 02/11/2012 Hora: 02:00 Local do Acidente: A L - Acidente / ato: CÊ ome(s) de mbarcação(ões): " Ã AC " º do rocesso: 28016/2013 Juiz(a) elator(a): A ALV LAA Juiz(a) evisor(a): AA CA. ALHA º do fício: /2013 rigem: CAAA A L (C ) ata do Acidente: 11/11/2012 Hora: 15:00 Local do Acidente: ÁA CA A L- Acidente / ato: AVAA ÁQA, ome(s) de mbarcação(ões): " ACA " º do rocesso: 28017/2013 Juiz(a) elator(a): ACL AV ÇALV Juiz(a) evisor(a): A ALV LAA º do fício: 0380/2013 rigem: LACA A CAAA AL (L AL) ata do Acidente: 18/11/2012 Hora: 17:30 Local do Acidente: ÁA AXAÇÃ LHA A AH- - AL- Acidente / ato: AC C A AL A B ome(s) de mbarcação(ões): " J A " º do rocesso: 28018/2013 Juiz(a) elator(a): BZA A Juiz(a) evisor(a): ACL AV ÇALV º do fício: 0134/2013 rigem: LACA LVAL AAA (L AAA) ata do Acidente: 24/10/2012 Hora: 10:00 Local do Acidente: BCÍ-Ã ACC A- Acidente / ato: A BACAÇÃ LÍC AZ- Á ome(s) de mbarcação(ões): " AÃ " º do rocesso: 28019/2013 Juiz(a) elator(a): ACL AV ÇALV Juiz(a) evisor(a): BZA A º do fício: 0110/2013 rigem: CAAA LVAL AA (C ) ata do Acidente: 17/11/2012 Hora: 13:00 Local do Acidente: AAA- H- Acidente / ato: AÁ ome(s) de mbarcação(ões): " L " º do rocesso: 28020/2013 Juiz(a) elator(a): A ALV LAA Juiz(a) evisor(a): AA CA. ALHA º do fício: 0116/2013 rigem: CAAA LVAL AAAA CA (C A ) ata do Acidente: 26/05/2012 Hora: 19:00 Local do Acidente: CA-VLA VA AÍ-A Acidente / ato: AÁ ome(s) de mbarcação(ões): XLA AA A A AC º do rocesso: 28021/2013 Juiz(a) elator(a): AA CA. ALHA Juiz(a) evisor(a): AL ALA ALHA º do fício: 0508/2013 rigem: CAAA Ã AL (C ) ata do Acidente: 16/01/2013 Hora: 20:30 Local do Acidente: VA LA-ÉA x A--ÁA ACA Acidente / ato: ÇA CLA A B ome(s) de mbarcação(ões): " BAA " º do rocesso: 28022/2013 Juiz(a) elator(a): AL ALA ALHA Juiz(a) evisor(a): L CAVALCA LVA LH º do fício: 0646/2013 rigem: CAAA Ã AL (C ) ata do Acidente: 12/11/2012 Hora: 12:00 º do rocesso: 28023/2013 Juiz(a) elator(a): L CAVALCA LVA LH Juiz(a) evisor(a): AL ALA ALHA º do fício: 0647/2013 rigem: CAAA Ã AL (C ) ata do Acidente: 14/12/2012 Hora: 07:30 Local do Acidente: Í A AA AC-AJÁ- Acidente / ato: AA ome(s) de mbarcação(ões): " LACA " º do rocesso: 28024/2013 Juiz(a) elator(a): BZA A Juiz(a) evisor(a): AA CA. ALHA º do fício: 0648/2013 rigem: CAAA Ã AL (C ) ata do Acidente: 21/10/2012 Hora: 07:45 Local do Acidente: VA ALA-CAAÕ x A--ÁA ACA Acidente / ato: ÇA CLA A B ome(s) de mbarcação(ões): " KA " º do rocesso: 28025/2013 Juiz(a) elator(a): AL ALA ALHA Juiz(a) evisor(a): ACL AV ÇALV º do fício: 0649/2013 rigem: CAAA Ã AL (C ) ata do Acidente: 01/01/2013 Hora: 02:30 Local do Acidente: CA BA- Acidente / ato: A ome(s) de mbarcação(ões): " Ã " º do rocesso: 28026/2013 Juiz(a) elator(a): ACL AV ÇALV Juiz(a) evisor(a): A ALV LAA º do fício: 0650/2013 rigem: CAAA Ã AL (C ) ata do Acidente: 23/11/2012 Hora: 14:00 Local do Acidente: BAA -A- Acidente / ato: AC C A AL A B ome(s) de mbarcação(ões): " K " º do rocesso: 28027/2013 Juiz(a) elator(a): L CAVALCA LVA LH Juiz(a) evisor(a): BZA A º do fício: 0651/2013 rigem: CAAA Ã AL (C ) ata do Acidente: 15/11/2012 Hora: 00:50 Local do Acidente: CA BA- Acidente / ato: ABALA ome(s) de mbarcação(ões): " AVA " " BACHAL " º do rocesso: 28028/2013 Juiz(a) elator(a): ACL AV ÇALV Juiz(a) evisor(a): AL ALA ALHA º do fício: 0122/2013 rigem: LACA A CAAA Ã BAÃ (L BAÃ) ata do Acidente: 18/11/2012 Hora: 16:00 Local do Acidente: AA A CCA-CAAAABA- Acidente / ato: QA A A ÁA ome(s) de mbarcação(ões): " A A V " º do rocesso: 28029/2013 Juiz(a) elator(a): A ALV LAA Juiz(a) evisor(a): L CAVALCA LVA LH º do fício: 0170/2013 rigem: LACA A CAAA Ã BAÃ (L BAÃ) ata do Acidente: 01/01/2013 Hora: 17:00 Local do Acidente: Í A VLA-LHABLA- Acidente / ato: CLÃ ome(s) de mbarcação(ões): " HY " º do rocesso: 28030/2013 Juiz(a) elator(a): L CAVALCA LVA LH Juiz(a) evisor(a): A ALV LAA º do fício: 0171/2013 rigem: LACA A CAAA Ã BAÃ (L BAÃ) ata do Acidente: 02/11/2012 º do rocesso: 28031/2013 Juiz(a) elator(a): ACL AV ÇALV Juiz(a) evisor(a): BZA A º do fício: 0419/2013 rigem: CAAA LVAL Ê-AAÁ (C ) ata do Acidente: 07/09/2012 Hora: 15:30 Local do Acidente: A-ÚVA- Acidente / ato: ABALA ome(s) de mbarcação(ões): " AA A " " AA JAÚ " º do rocesso: 28032/2013 Juiz(a) elator(a): AL ALA ALHA Juiz(a) evisor(a): AA CA. ALHA º do fício: 0110/2013 rigem: LACA LVAL. ÁC (L ÁC) ata do Acidente: 13/10/2012 Hora: 15:30 Local do Acidente: AAÁ-AA- Acidente / ato: ABALA ome(s) de mbarcação(ões): " AA É " Ã CAA º do rocesso: 28033/2013 Juiz(a) elator(a): L CAVALCA LVA LH Juiz(a) evisor(a): BZA A º do fício: 0117/2013 rigem: LACA LVAL. ÁC (L ÁC) ata do Acidente: 22/11/2012 Hora: 19:20 Local do Acidente: AAAAA- A- Acidente / ato: QA A A ÁA ome(s) de mbarcação(ões): º do rocesso: 28034/2013 Juiz(a) elator(a): AL ALA ALHA Juiz(a) evisor(a): L CAVALCA LVA LH º do fício: /2013 rigem: CAAA LVAL A AAZÔA CAL (C A C) ata do Acidente: 08/08/2012 Hora: 22:00 Local do Acidente: AA-ACAAA-A Acidente / ato: ABALA ome(s) de mbarcação(ões): º do rocesso: 28035/2013 Juiz(a) elator(a): ACL AV ÇALV Juiz(a) evisor(a): AL ALA ALHA º do fício: /2013 rigem: CAAA LVAL A AAZÔA CAL (C A C) ata do Acidente: 30/03/2012 Hora: 13:00 Local do Acidente: AÔA-ACHAL HAA-AC Acidente / ato: AÁ ome(s) de mbarcação(ões): Ã CAA º do rocesso: 28036/2013 Juiz(a) elator(a): A ALV LAA Juiz(a) evisor(a): ACL AV ÇALV º do fício: /2013 rigem: CAAA LVAL A AAZÔA CAL (C A C) ata do Acidente: 19/09/2012 Hora: 03:00 Local do Acidente: AA-ACÉ-A Acidente / ato: CALH ome(s) de mbarcação(ões): " CY XXXV " " CY XXXV " " CY X " º do rocesso: 28037/2013 Juiz(a) elator(a): BZA A Juiz(a) evisor(a): AA CA. ALHA º do fício: /2013 rigem: CAAA LVAL A AAZÔA CAL (C A C) ata do Acidente: 26/02/2012 Hora: 06:30 Local do Acidente: AA-ACÉ-A Acidente / ato: CÊCA A AAAÇÃ ome(s) de mbarcação(ões): " ACÉ " º do rocesso: 28038/2013 Juiz(a) elator(a): L CAVALCA LVA LH Juiz(a) evisor(a): A ALV LAA º do fício: /2013 rigem: CAAA LVAL A AAZÔA CAL (C A C) ata do Acidente: 06/06/2012 ste documento pode ser verificado no endereço eletrônico pelo código ocumento assinado digitalmente conforme n o -

96 º 94, sexta-feira, 17 de maio de 2013 Hora: 03:20 Local do Acidente: AAZA-AA-A Acidente / ato: ABALA ome(s) de mbarcação(ões): " AA BAZ V " " AAA LÍCA " º do rocesso: 28039/2013 Juiz(a) elator(a): L CAVALCA LVA LH Juiz(a) evisor(a): BZA A º do fício: A/2013 rigem: CAAA LVAL A AAZÔA CAL (C A C) ata do Acidente: 15/11/2011 Hora: 01:00 Local do Acidente: AAZA-CAÁ-A Acidente / ato: CLÃ ome(s) de mbarcação(ões): " ACA " º do rocesso: 28040/2013 Juiz(a) elator(a): ACL AV ÇALV Juiz(a) evisor(a): A ALV LAA º do fício: A/2013 rigem: CAAA LVAL A AAZÔA CAL (C A C) ata do Acidente: 15/03/2012 Hora: 15:30 Local do Acidente: HAÁ-A Acidente / ato: AÁ ome(s) de mbarcação(ões): CCALZAÇÃ BA C º do rocesso: 28041/2013 Juiz(a) elator(a): AL ALA ALHA Juiz(a) evisor(a): AA CA. ALHA º do fício: A/2013 rigem: CAAA LVAL A AAZÔA CAL (C A C) ata do Acidente: 26/06/2012 Hora: 07:30 Local do Acidente: LA A-A Acidente / ato: CÊ ome(s) de mbarcação(ões): " A " " AC ZA " º do rocesso: 28042/2013 Juiz(a) elator(a): BZA A Juiz(a) evisor(a): L CAVALCA LVA LH º do fício: A/2013 rigem: CAAA LVAL A AAZÔA CAL (C A C) ata do Acidente: 08/09/2012 Hora: 21:30 Local do Acidente: AAZA-ACAAA-A Acidente / ato: AVAA ÁQA, ome(s) de mbarcação(ões): " V ALAÇA " º do rocesso: 28043/2013 Juiz(a) elator(a): A ALV LAA Juiz(a) evisor(a): AA CA. ALHA º do fício: A/2013 rigem: CAAA LVAL A AAZÔA CAL (C A C) ata do Acidente: 24/06/2012 Hora: 11:15 Local do Acidente: LÕ-A ALVAÃ-A Acidente / ato: AÁ ome(s) de mbarcação(ões): " CAAJÁ " º do rocesso: 28044/2013 Juiz(a) elator(a): A ALV LAA Juiz(a) evisor(a): ACL AV ÇALV º do fício: A/2013 rigem: CAAA LVAL A AAZÔA CAL (C A C) ata do Acidente: 28/05/2012 Hora: 02:00 Local do Acidente: CHBAÃ-AA-A Acidente / ato: AÁ ome(s) de mbarcação(ões): " LVA LH " º do rocesso: 28045/2013 Juiz(a) elator(a): AL ALA ALHA Juiz(a) evisor(a): AA CA. ALHA º do fício: /2013 rigem: CAAA LVAL A AAZÔA CAL (C A C) ata do Acidente: 07/03/2012 Hora: 15:50 Local do Acidente: LA -BA VA A-A Acidente / ato: AÁ ome(s) de mbarcação(ões): º do rocesso: 28046/2013 Juiz(a) elator(a): A ALV LAA Juiz(a) evisor(a): ACL AV ÇALV º do fício: /2013 rigem: CAAA LVAL A AAZÔA CAL (C A C) ata do Acidente: 04/03/2012 Hora: 14:20 Local do Acidente: AAZA-Ã JÉ AAA-AA-A Acidente / ato: ABALA ome(s) de mbarcação(ões): " ABL XX " " JA LH L " " JAY A XV " ste documento pode ser verificado no endereço eletrônico pelo código A L Z A Ç Ã : JZ(A) B A L AA CA. ALHA ACL AV ÇALV A ALV LAA BZA A L CAVALCA LVA LH AL ALA ALHA o t a l : CA Contém a presente ata 72 inquérito(s)/recurso(s) distribuído(s) por processamento eletrônico de dados.. io de Janeiro, 14 de maio de 2013 LZ A CA Vice-Almirante (1) Juiz-residente inistério da ducação AB AA AL o - 6, 16 A 2013 nstitui rupo de rabalho nterinstitucional para a ducação nfantil no Campo. A A CAÇÃ, - VLV AÁ VLV - CAL CBA A, no uso das atribuições que lhes confere o art. 87, parágrafo único, inciso, da Constituição, e tendo em vista o disposto no ecreto n o 7.352, de 4 de novembro de 2010, e Considerando a importância da educação infantil, primeira etapa da educação básica, direito de todas as crianças; Considerando a identidade da escola do campo na qual o atendimento escolar sob a ótica do ireito, implica o respeito às diferenças e a política de igualdade, tratando a qualidade da educação escolar na perspectiva da inclusão; Considerando o dever do stado de garantir a universalização do acesso da população do campo à educação básica nas comunidades rurais; Considerando a obrigatoriedade constitucional de matrícula/frequência escolar a partir dos 4 (quatro) anos de idade; resolvem: Art. 1 o ica instituído o rupo de rabalho nterinstitucional - com o objetivo de apresentar proposta e critérios para expansão da política de educação infantil para as populações do campo, conforme ecreto n o 7.352, de 4 de novembro de Art. 2 o, sem prejuízo das competências dos órgãos envolvidos, tem como atribuições: - apresentar estratégias para a expansão da política de educação infantil, creche e pré-escola que contemple mecanismos de convergência de programas e ações do governo federal, com foco no desenvolvimento integral de crianças de 0 (zero) a 5 (cinco) anos; - estudar, formular e apoiar possibilidades e iniciativas adequadas à realidade e às diversidades do campo, respeitadas as orientações vigentes na legislação e normatização da educação infantil e da educação do campo; - propor alterações na política de formação de professores da educação infantil para contemplar as especificidades do campo; V - monitorar a expansão da educação infantil no rograma acional de ducação no Campo - ACA e no rograma acional de eestruturação e Aparelhagem da ede scolar ública de ducação nfantil - ÂCA; V - recomendar políticas e ações, no âmbito dos governos federal, estadual e municipal, que articuladas com a educação, contribuam para a autonomia econômica das mulheres do campo. Art. 3 o será constituído por 1 (um) representante titular e 1 (um) suplente dos seguintes órgãos e entidades: - ecretaria de ducação Continuada, Alfabetização, iversidade e nclusão do inistério da ducação - CA/C; - ecretaria de ducação Básica do inistério da ducação - B/C; - undo acional de esenvolvimento da ducação - C/; V - inistério do esenvolvimento ocial e Combate à ome - ; V - inistério do esenvolvimento Agrário - A; V - nstituto acional de Colonização e eforma Agrária - CA; V - ecretaria de olíticas para as ulheres - ; V - Conselho acional de ecretários de ducação - C; X - nião acional dos irigentes unicipais de ducação - ; X - nião acional dos Conselhos unicipais de ducação - C; X - Confederação acional dos rabalhadores na Agricultura - CA; X - ovimento dos Atingidos por Barragem - AB; X - ovimento dos rabalhadores em erra - ; XV - Articulação de ulheres Brasileiras - AB; e XV - ovimento nterfóruns de ducação nfantil do Brasil - B. arágrafo único. s membros do serão indicados pelos titulares dos respectivos órgãos e entidades e designados em ato próprio do inistro de stado da ducação Art. 4 o será coordenado pelo representante titular da CA/C, o qual tem por suplente o representante da B/C. Art. 5 o oderão ser convidados a participar das reuniões do e do desenvolvimento dos trabalhos representantes de outros inistérios, ecretarias, ntidades e niversidades, bem como especialistas no tema. Art. 6 o s membros do não farão jus a qualquer espécie de remuneração por sua participação no grupo. Art. 7 o contará com o apoio técnico e administrativo da CA/C e da B/C, sem prejuízo do apoio de outros ó rg ã o s. Art. 8 o deverá apresentar proposta e critérios para a educação infantil do campo no prazo de até 180 (cento e oitenta) dias, a contar da publicação desta ortaria. Art. 9 o sta ortaria entra em vigor na data de sua publicação. ALZ CAA LVA inistro de stado da ducação LB JÉ VAA inistro de stado do esenvolvimento Agrário ZA HLA ABLL BA CALL inistra de stado do esenvolvimento ocial e Combate à ome AÇÃ VA AL CÊCA A AÚ AL AA o - 408, 13 A 2013 A eitora da undação niversidade ederal de Ciências da aúde de orto Alegre, nomeada pelo ecreto de 14/03/2013, publicado no de 15/03/2013, no uso de suas atribuições, resolve: Homologar e tornar público o resultado do Concurso úblico para rovimento do Cargo de rofessor de agistério uperior, do epartamento de utrição, instituído pelo dital nº 06, de 31/01/2013, publicado no de 01/02/2013, na área de conhecimento, regime de trabalho e número de vagas abaixo especificadas: Área de conhecimento: Cozinha nternacional egime de trabalho: 40 horas semanais o - de vagas: 01 (uma) Classificação e ontuação inal 1º - ainá Bacellar Zaneti - 6,36 A A CA LVA AÇÃ VA AL AA o , 15 A 2013 A VA AL -, no uso de suas atribuições legais e considerando o que consta no rocesso nº / ; resolve: Art. 1º - Homologar o resultado do Concurso úblico de rovas e ítulos para rofessor fetivo do úcleo de ança/campus Laranjeiras, objeto do dital nº. 003/2013, publicado no... de 22/01/2013, conforme informações que seguem: atéria de nsino ança, ducação isciplinas ança Clássica e ; esquisa do ovimento e ; Consciência Corporal e ; stágio upervisionado em nsino de ança, e. Cargo/ível rofessor Assistente - ível egime de rabalho edicação xclusiva esultado inal 1º LA: L AL VALA A - 96,2 2º LA : HA A A - 77,0 Art. 2º - sta ortaria entrará em vigor na data de sua publicação no iário ficial da nião. AL B ALL ocumento assinado digitalmente conforme n o -

97 º 94, sexta-feira, 17 de maio de AA o , 15 A 2013 A VA AL -, no uso de suas atribuições legais e considerando o que consta no rocesso nº / ; resolve: Art. 1º - Homologar o resultado do Concurso úblico de rovas e ítulos para rofessor fetivo do úcleo de ança/campus Laranjeiras, objeto do dital nº. 003/2013, publicado no... de 22/01/2013, conforme informações que seguem: atéria de nsino ducação, ança, aúde isciplinas nsino de ança para essoas com eficiência; xtensão em ança ; ança, aúde e erceira dade Cargo/ível rofessor Assistente - ível egime de rabalho edicação xclusiva esultado inal 1º LA: HÁBAA AQ LA - 76,76 2º LA : AA CLAA A LVA - 70,37 Art. 2º - sta ortaria entrará em vigor na data de sua publicação no iário ficial da nião. AL B ALL AA o , 15 A 2013 A VA AL -, no uso de suas atribuições legais e,ca o que consta o rocesso nº /13-01, da ivisão de anutenção - A, datado de 26/04/2013;CA o parecer do rocurador eral da, folha 31, do rocesso nº /13-01; resolve: Art. 1 o - Aplicar a pena de suspensão à firma A & CA LA, CJ nº / , em participar de licitações no âmbito da niversidade ederal de ergipe pelo prazo de 02 (dois) anos, nos termos do artigo 87 -, da Lei nº 8.666/93, face ao descumprimento de cláusulas contratuais, referente ao termo de contrato nº 98/2012/. Art. 2 - stá ortaria entra em vigor nesta data, devendo ser publicada no iário ficial da nião. AL B ALL AC VLV A CAÇÃ LÇÃ o - 14, 16 A 2013 Altera o Código de ecolhimento nº das esoluções do relativas ao pagamento das transferências diretas e de bolsas. AAÇÃ LAL: Lei Complementar nº 101, de 4 de maio de 2000; ortaria nº 06, de 25 de janeiro de CLH LBAV AC VLV A CAÇÃ (), no uso das atribuições que lhe são conferidas pelo art. 7º, 1º, da Lei nº 5.537, de 21 de novembro de 1968, e pelos arts. 4º, 2º, e 14, incisos e, do Anexo do ecreto n.º 7.691, de 2 de março de 2012, publicado no... de 6 de março de 2012, e pelos arts. 3º, inciso, alíneas "a" e "b"; 5º, caput; e 6º, inciso V, do Anexo da esolução nº 31, de 30 de setembro de 2003, publicada no... de 2 de outubro de 2003, neste ato representado conforme deliberado na eunião xtraordinária do Conselho eliberativo do realizada no dia 31 de maio de 2012, e CA a alteração promovida pela ecretaria do esouro acional do inistério da azenda () no Código de ecolhimento nº , resolve, "Ad eferendum": Art. 1º Alterar de para o Código de ecolhimento constante das esoluções do relativas ao pagamento das transferências diretas e de bolsas, quando das devoluções de recursos oriundos de estos a agar, por meio de uia de ecolhimento da nião (). Art. 2º sta resolução entra em vigor na data de sua publicação. XLA AA A A AC JÉ HQ A A LÇÃ o - 15, 16 A 2013 stabelece critérios e procedimentos para a transferência automática de recursos financeiros a municípios e ao istrito ederal para a manutenção de novos estabelecimentos públicos de educação infantil, a partir do exercício de AAÇÃ LAL: Constituição ederal de 1988; Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996; Lei nº , de 20 de junho de 2007; Lei nº de 29 de setembro de 2011; ecreto nº 7.507, de 27 de junho de 2011; ortaria C nº 264, de 26 de março de 2007; esolução C/ nº 2 de 18 de janeiro de CLH LBAV AC VLV A CAÇÃ -, no uso das atribuições que lhe são conferidas pelo art. 7º, 1º, da Lei nº 5.537, de 21 de novembro de 1968, e pelos arts. 4º, 2º, ste documento pode ser verificado no endereço eletrônico pelo código e 14 do Anexo do ecreto nº 7.691, de 2 de março de 2012, publicado no... de 6 de março de 2012, e pelos arts. 3º, inciso, alíneas "a" e "b"; 5º, caput; e 6º, inciso V, do Anexo da esolução nº 31, de 30 de setembro de 2003, publicada no... de 2 de outubro de 2003, neste ato representado conforme deliberado na eunião xtraordinária do Conselho eliberativo do realizada no dia 31 de maio de 2012, CA a autorização para transferir recursos financeiros aos municípios e ao istrito ederal com a finalidade de prestar apoio financeiro à manutenção de novos estabelecimentos públicos de educação infantil, instituída pela Lei nº de 29 de setembro de 2011; e CA a necessidade de ampliar o acesso à educação infantil, contribuindo para a melhoria do atendimento em creches e pré-escolas públicas, L V, "A ", Art. 1º Aprovar os critérios e procedimentos para a transferência direta de recursos financeiros pleiteados por municípios e pelo istrito ederal () a título de apoio à manutenção de seus novos estabelecimentos de educação infantil pública que estejam em plena atividade e ainda não tenham sido contemplados com recursos do undo de anutenção e esenvolvimento da ducação Básica e de Valorização dos rofissionais da ducação (undeb), de que trata a Lei n o , de 20 de junho de arágrafo único. ovo estabelecimento público de educação infantil, para os efeitos desta esolução, é aquele construído com recursos de programas federais e que, além de estar em plena atividade, no exercício em que os recursos forem pleiteados enquadre-se em uma das seguintes situações: - ainda não tenha sido cadastrado no Censo scolar; - esteja cadastrado no Censo scolar, porém suas matrículas ainda não foram computadas nos recursos do undeb distribuídos ao ente federado; e - constitua nova unidade específica para a oferta de educação infantil em estabelecimento anteriormente cadastrado no Censo scolar, desde que as crianças atendidas nessa nova unidade não estejam computadas no âmbito do undeb. Art. 2º s recursos financeiros transferidos nos termos desta esolução deverão ser aplicados exclusivamente em despesas correntes para a manutenção e desenvolvimento da educação infantil pública, de acordo com o que estabelece o art. 70 da Lei n o 9.394, de 20 de dezembro de arágrafo único. a aplicação dos recursos financeiros transferidos, os municípios e o istrito ederal deverão assegurar condições de acessibilidade para as pessoas com deficiência. Art. 3º arão jus aos recursos de que trata esta esolução apenas os entes federados que, previamente ao pleito e por intermédio do correto preenchimento do ódulo de onitoramento de bras do istema ntegrado de onitoramento, xecução e Controle do inistério da ducação (imec), comprovem mais de 90% (noventa por cento) de execução da(s) obra(s) de novo(s) estabelecimento(s) de educação infantil pública financiado(s) com recursos federais. Art. 4º ara pleitear os recursos de que trata esta esolução, os municípios ou o deverão cadastrar no imec, no ódulo.. anutenção - aba nidades do roinfância (disponível no portal do C, no endereço eletrônico cada novo estabelecimento de educação infantil pública cuja obra foi financiada com recursos federais, anexando fotos das várias dependências, tomadas no período de atendimento às crianças, informando: - o endereço do estabelecimento; - a data de início de seu funcionamento; - o código do estabelecimento; e V - a quantidade de crianças atendidas, especificando matrículas em creche e em pré-escola, tanto em período integral quanto parcial. 1º É vedada a inclusão de matrículas de crianças já computadas no âmbito do undeb. 2º poder executivo do e dos municípios, de acordo com suas respectivas competências, é responsável pela exatidão e fidedignidade das informações prestadas no imec, as quais deverão corresponder às do próximo Censo scolar, no que couber. Art. 5º apoio financeiro restringir-se-á ao período compreendido entre o cadastramento no imec das informações de atendimento do estabelecimento e o início de recebimento dos recursos do undeb, não podendo ultrapassar 18 (dezoito) meses. 1º valor do apoio financeiro será calculado a partir do mês de registro das matrículas do novo estabelecimento no imec, no ódulo.. anutenção - aba nidades do roinfância, independentemente do número de dias de atendimento às crianças no mês de referência. 2º s estabelecimentos cujo funcionamento se inicie nos meses de novembro e dezembro farão jus apenas a recursos do exercício subsequente. 3º Caso o município ou o não cadastre o novo estabelecimento no período compreendido entre o início do funcionamento e o início de recebimento dos recursos do undeb perderá o direito de pleitear o apoio financeiro. 4º município ou o terá o prazo máximo de 90 (noventa) dias para esclarecera B/C sobre os estabelecimentos cuja situação seja apresentada no imec como "em diligência". Art. 6º valor a ser destinado à manutenção do novo estabelecimento de educação infantil pública será calculado de acordo com a seguinte fórmula: {[(nc x vc) + (nc x vc) + (n x v) + (n x v)] 12} x nmf em que nc = número de matrículas em creche, período integral, no estabelecimento; vc = valor aluno-ano estabelecido pelo undeb para creche em período integral; nc = número de matrículas em creche, período parcial, no estabelecimento; vc = valor aluno-ano do undeb para creche em período parcial; n = número de matrículas em pré-escola, período integral, no estabelecimento; v = valor aluno-ano do undeb para pré-escola em período integral; n = número de matrículas em pré-escola, período parcial, no estabelecimento; v = valor aluno-ano do undeb para pré-escola em período parcial; e nmf = número de meses de funcionamento do novo estabelecimento (de acordo com cadastro no imec). arágrafo único. A referência para a base de cálculo será sempre o valor anual mínimo por matrícula em creche e em préescola, em período integral e parcial, estabelecido nacionalmente pelo undeb para o ano anterior, conforme portaria conjunta dos ministérios da ducação e da azenda, computando-se 1/12 desse valor para cada mês de funcionamento. Art. 7º s novos estabelecimentos de educação infantil pública que comecem a funcionar antes do ia acional do Censo scolar, fixado pela ortaria C 264/2007, deverão preencher o ducacenso (disponível no portal do, no endereço eletrônico do ano em que iniciarem suas atividades e pleitear no imec os recursos de apoio referentes ao ano em curso. Art. 8º s novos estabelecimentos de educação infantil pública que comecem a funcionar após o ia acional do Censo scolar deverão preencher o ducacenso do ano seguinte ao que iniciarem suas atividades e pleitear no imec os recursos de apoio referentes ao ano em curso e ao ano seguinte, limitados a 18 meses. Art. 9º A transferência de recursos financeiros referente a cada estabelecimento cadastrado no imec, no ódulo.. anutenção - aba nidades do roinfância, será efetivada em parcela única, mediante depósito em conta corrente específica, aberta pelo no Banco do Brasil /A, em favor do município e do. Art. 10. As despesas com as ações previstas nesta esolução correrão por conta de dotação orçamentária consignada anualmente ao e ficam limitadas aos valores autorizados nas ações específicas, observando-se limites de movimentação, empenho e pagamento da programação orçamentária e financeira anual do overno ederal, e condicionada aos regramentos estabelecidos na Lei rçamentária Anual (LA), Lei de iretrizes rçamentárias (L) e no lano lurianual (A) do overno ederal e à viabilidade técnica e operacional. Art. 11. s municípios e deverão incluir em seu orçamento, nos termos estabelecidos pela Lei nº de 17 de março de 1964, os recursos transferidos para apoio à manutenção das novas unidades de educação infantil pública financiadas com recursos federais. - A A ABLA Art. 12. ão agentes das ações de apoio à manutenção de novos estabelecimentos de educação infantil pública: - a ecretaria de ducação Básica (B/C), à qual competem as responsabilidades do inistério da ducação para a execução das ações; - o undo acional de esenvolvimento da ducação (/C), autarquia incumbida da regulamentação e execução das atividades financeiras necessárias à transferência de revursos; e - os municípios e o istrito ederal, entes federados beneficiários das transferências. Art. 13. Aos agentes cabem as seguintes responsabilidades: - à ecretaria de ducação Básica do inistério da ducação (B/C): a) calcular o montante de recursos a ser transferido ao e a cada município pleiteante, com base nas solicitações de apoio financeiro registradas no imec por esses entes da ederação; b) dar publicidade aos valores a serem transferidos a cada pleiteante por intermédio do iário ficial da nião; c) autorizar o /C a realizar a transferência de recursos por meio de ofício que informe os destinatários e o valor a ser repassado a cada um deles; d) oferecer aos municípios e ao assistência técnica que vise garantir o bom funcionamento dos novos estabelecimentos de educação infantil; e) analisar as prestações de contas dos municípios e do do ponto de vista da adequação das ações desenvolvidas, cotejando as informações sobre os estabelecimentos inseridas no imec pelos beneficiários com aquelas colhidas pelo Censo scolar, e emitir no istema de estão da restação de Contas (ic) parecer conclusivo sobre sua aprovação ou rejeição; - ao undo acional de esenvolvimento da ducação (/C): a) elaborar os atos normativos relativos a condições, critérios operacionais de distribuição, repasse, execução e prestação de contas dos recursos transferidos; b) proceder à abertura de conta corrente específica, no Banco do Brasil /A, para a transferência dos recursos financeiros destinados a despesas correntes para manutenção e desenvolvimento dos novos estabelecimentos de educação infantil pública financiados com recursos federais; ocumento assinado digitalmente conforme n o -

98 º 94, sexta-feira, 17 de maio de 2013 c) efetuar os repasses dos recursos aos destinatários nos valores estabelecidos pela ecretaria de ducação Básica do inistério da ducação (B/C) e mediante sua autorização; d) suspender os pagamentos aos destinatários sempre que ocorrerem situações que justifiquem a medida; e) receber a prestação de contas dos recursos transferidos aos municípios e ao, por intermédio do ic; f) disponibilizar a prestação de contas no istema de estão de restação de Contas (ic) à ecretaria de ducação Básica (B/C) para manifestação oficial quanto à adequação das ações realizadas; g) analisar a execução financeira dos recursos transferidos e emitir, no ic, parecer conclusivo sobre a conformidade da prestação de contas dos entes federados: - aos municípios e ao : a) pleitear, nos termos do parágrafo único do art. 1º e de acordo com as condições estabelecidas nos artigos 2º, 3º, 4º e 5º desta esolução, os recursos necessários à manutenção dos novos estabelecimentos públicos de educação infantil de sua rede, construídos com recursos de programas federais; b) executar os recursos financeiros recebidos do /C exclusivamente em despesas correntes para a manutenção dos novos estabelecimentos públicos de educação infantil; c) emitir os documentos comprobatórios das despesas em nome do município ou do, com a identificação do /C e do ró-nfância.. anutenção, e arquivar as vias originais em sua sede, ainda que utilize serviços de contabilidade de terceiros; d) prestar contas ao /C dos recursos recebidos, no prazo estipulado no art. 16 e nos moldes definidos na esolução C/ nº 2 de 18 de janeiro de 2012 e alterações posteriores, acompanhado do devido parecer do Conselho do undeb, conforme 1º do art. 16 e parágrafo único do art. 19 desta esolução (Anexos e ); e) prestar todo e qualquer esclarecimento sobre a execução física e financeira dos recursos recebidos sempre que solicitado pelo /C, pela B/C, por órgão do istema de Controle nterno do oder xecutivo ederal, pelo ribunal de Contas da nião, pelo inistério úblico ou por órgão ou entidade com delegação para esse fim; f) manter em seu poder, à disposição do /C, da B/C, dos órgãos de controle interno e externo e do inistério úblico, os comprovantes das despesas efetuadas com os recursos transferidos nos termos desta esolução, pelo prazo de vinte anos, contados da data da aprovação da prestação de contas anual do /C pelo ribunal de Contas da nião (C) a que se refere o exercício do repasse dos recursos, data essa que será divulgada no portal e g) cadastrar todas as informações relativas ao estabelecimento no Censo scolar imediatamente após o início das atividades, de acordo com o estabelecido nos artigos 7 o e 8 o desta resolução. - A AÊCA, VAÇÃ, ALCA- ÇÃ ACA VÃ C Art. 14. A transferência de recursos financeiros de que trata esta esolução será feita automaticamente, sem necessidade de convênio, ajuste, acordo, contrato ou instrumento congênere. Art. 15. s recursos financeiros de que trata esta esolução serão creditados, mantidos e geridos em contas correntes específicas, abertas pelo /C no Banco do Brasil /A. 1º As contas correntes abertas na forma estabelecida no caput deste artigo ficarão bloqueadas para movimentação até que o representante legal do município e do compareça à agência do Banco onde a conta foi aberta e proceda à entrega e à chancela dos documentos necessários à sua movimentação, de acordo com as normas bancárias vigentes. 2º os termos do Acordo de Cooperação útua, firmado entre o /C e o Banco do Brasil /A, disponível no portal não serão cobradas tarifas bancárias pela manutenção e movimentação das contas correntes abertas nos termos desta esolução. 3º s recursos da conta corrente específica deverão ser destinados somente para o pagamento de despesas previstas no art. 2º desta resolução e para aplicação financeira e serão movimentados exclusivamente por meio eletrônico, no qual seja devidamente identificada a titularidade das contas correntes de fornecedores ou prestadores de serviços, beneficiários dos pagamentos realizados pelos municípios e pelo, conforme dispõe o ecreto nº 7.507/ º e a previsão para uso dos recursos transferidos for inferior a um mês, os recursos deverão obrigatoriamente ser aplicados em fundo de aplicação financeira de curto prazo ou em operação de mercado aberto, lastreada em títulos da dívida pública federal; se a previsão de uso for igual ou superior a um mês, esses recursos deverão ser obrigatoriamente aplicados em caderneta de poupança aberta especificamente para este fim. 5º As aplicações financeiras de que trata o parágrafo anterior deverão ser feitas obrigatoriamente na mesma conta corrente em que os recursos financeiros foram creditados pelo /C. 6º produto das aplicações financeiras deverá ser sempre creditado na conta corrente específica e aplicado exclusivamente em despesas correntes para a manutenção da educação infantil pública, ficando sujeito às mesmas condições de prestação de contas exigidas para os recursos transferidos. 7º A aplicação financeira em conta do tipo caderneta de poupança não desobriga os municípios e o de efetuarem as movimentações financeiras exclusivamente por intermédio da conta corrente aberta pelo /C e por meio eletrônico. 8º ndependentemente de autorização do titular da conta, o /C obterá junto ao Banco do Brasil /A e divulgará em seu portal na internet os saldos e extratos da referida conta corrente, inclusive os de aplicações financeiras, com a identificação do domicílio bancário dos respectivos fornecedores ou prestadores de serviços, beneficiários dos pagamentos realizados. CCALZAÇÃ BA C ste documento pode ser verificado no endereço eletrônico pelo código º É obrigação do município e do acompanhar os depósitos efetuados pelo /C na conta corrente específica, cujos valores estarão disponíveis para consulta no portal para possibilitar a execução tempestiva das despesas necessárias à manutenção da educação infantil pública. 10. eventual saldo de recursos financeiros, entendido como a disponibilidade financeira existente na conta corrente na data prevista para apresentação da prestação de contas ao /C, poderá ser reprogramado para utilização no exercício subsequente, apenas nas despesas previstas no art. 2º desta esolução e em estrita observância ao que está previsto no art. 70 da Lei nº 9.394/ s recursos financeiros transferidos não poderão ser considerados pelo município e pelo para os fins do art. 212 da Constituição ederal. 12. /C informará às câmaras municipais ou à câmara legislativa do a transferência de recursos financeiros para apoio à manutenção de novos estabelecimentos de educação infantil pública e divulgará os repasses efetuados no portal e. g o v. b r. 13. Ao é facultado estornar ou bloquear, conforme o caso, valores creditados na conta corrente do município e do, mediante solicitação direta ao Banco do Brasil /A, nas seguintes hipóteses: - na ocorrência de depósitos indevidos; - por determinação do oder Judiciário ou requisição do inistério úblico; - se constatadas irregularidades na execução das ações; e V - caso o estabelecimento não tenha sido cadastrado no Censo scolar seguinte ao início das atividades. 14. e a conta corrente não tiver saldo suficiente para que se efetive o estorno ou o bloqueio de que trata o parágrafo anterior, o município e o ficará obrigado a restituir os recursos ao, no prazo de cinco dias úteis a contar do recebimento da notificação e na forma prevista nos 16 a 20, a seguir. 15. em prejuízo das demais sanções legais cabíveis e da obrigação de reparar os danos porventura existentes, em razão do não cumprimento das obrigações estabelecidas nesta esolução, os municípios e o deverão devolver ao os valores relativos à: a) não execução de parte ou de todo o objeto desta esolução; b) não apresentação da prestação de contas no prazo exigido; c) utilização dos recursos em finalidade diversa da estabelecida nesta esolução; d) na ocorrência de quaisquer irregularidades que caracterizem prejuízo ao erário. 16. As devoluções referidas nesta resolução deverão ser monetariamente atualizadas pelo índice do istema special de Liquidação e de Custódia (elic), até a data em que for realizado o recolhimento, e a quitação ou a suspensão da inadimplência se dará com a suficiência do valor recolhido,de conformidade com o istema ébito do ribunal de Contas da nião (C), disponível no endereço eletrônico eebito.faces. 17. As devoluções de recursos transferidos no âmbito desta esolução, independentemente do fato gerador que lhes deram origem, deverão ser efetuadas em agência do Banco do Brasil /A, mediante utilização da uia de ecolhimento da nião (), disponível no portal na qual deverão ser indicados o nome e o CJ do município ou do e: - os códigos no campo "nidade estora", no campo "estão", no campo "Código de ecolhimento" e no campo "úmero de eferência", se a devolução ocorrer no mesmo ano do repasse dos recursos; e - os códigos no campo "nidade estora", no campo "estão", no campo "Código de ecolhimento" e no campo "úmero de eferência", se a devolução ocorrer em exercício subseqüente ao do repasse dos recursos. 18. ara fins do disposto nos incisos e do parágrafo anterior, considera-se ano de repasse aquele em que se der a emissão da respectiva ordem bancária pelo /C, disponível no portal w w w. f n d e. g o v. b r. 19. s valores referentes às devoluções previstas nos incisos edo 19 deverão ser registrados no ic, onde deverá ser informado o número da autenticação bancária do comprovante de recolhimento. 20. ventuais despesas bancárias decorrentes das devoluções de valores ao /C correrão às expensas do depositante, não podendo ser consideradas como resultantes da execução financeira dos recursos para fins de prestação de contas. - A AÇÃ CA Art. 16. A prestação de contas dos recursos recebidos consiste na comprovação da execução da totalidade dos recursos recebidos para a manutenção de novos estabelecimentos públicos de educação infantil, incluindo os rendimentos financeiros, e deverá ser enviada ao Conselho do undeb pelos municípios ou pelo até 30 de junho do ano subsequente ao repasse dos recursos, por meio do istema de estão de restação de Contas (ic) e na forma da esolução C/ nº 2 de 18 de janeiro de 2012 e alterações posteriores. 1º A prestação de contas referida no caput deverá ser obrigatoriamente acompanhada de parecer conclusivo sobre a execução físico-financeira dos recursos transferidos, emitido pelo Conselho do undeb do município ou do no ic. 2º As despesas realizadas pelo município ou pelo com pessoal poderão ser comprovadas mediante folha de pagamento, desde que esta permita estabelecer o vínculo entre a fonte dos recursos, o pagamento e o profissional recebedor. 3º A não apresentação da prestação de contas ou o cometimento de irregularidades na execução dos recursos recebidos assinalará ao responsável o prazo máximo de quarenta e cinco dias, contados da data da notificação, para a sua regularização ou devolução dos recursos recebidos ou impugnados, atualizados monetariamente, conforme o caso, sob pena de registro da inadimplência, da responsabilidade e do débito do órgão ou entidade e gestores nos cadastros do overno ederal. 4º gestor responsável pela prestação de contas será responsabilizado civil, penal e administrativamente, caso insira ou facilite a inserção de dados falsos, altere ou exclua indevidamente dados no ic, com o fim de obter vantagem indevida para si ou para outrem ou para causar dano. 5º xpirado o prazo mencionado no caput deste artigo sem atendimento da notificação, o responsável será declarado omisso no dever de prestar contas pelo, que adotará as medidas de exceção visando a recuperação dos créditos. 6º As despesas realizadas na execução das ações previstas nesta resolução serão comprovadas mediante documentos fiscais originais ou equivalentes, na forma da legislação regulamentar à qual o órgão responsável pela despesa estiver sujeito, devendo os recibos, faturas, notas fiscais e quaisquer outros documentos comprobatórios ser arquivados em sua sede, ainda que utilize serviços de contabilidade de terceiros, pelo prazo de vinte anos a partir da aprovação da prestação de contas anual do /C pelo ribunal de Contas da nião referente ao exercício do repasse dos recursos, devendo estar disponíveis, quando solicitados, ao /C, aos órgãos de controle interno e externo e ao inistério úblico ou, quando for o caso, do julgamento da omada de Contas special. Art. 17. As unidades do e a B/C emitirão, no ic, parecer técnico conclusivo acerca do atingimento das metas e da adequação das ações previstas nesta esolução. Art. 18. Quando o município ou o não apresentar ou não tiver aprovada a sua prestação de contas por motivo de força maior ou caso fortuito deverá apresentar as devidas justificativas, acompanhadas de documentação comprobatória, ao /C. 1º Considera-se caso fortuito, dentre outros, a falta ou a não aprovação, no todo ou em parte, da prestação de contas, por dolo ou culpa do gestor anterior. 2º a falta de prestação de contas ou da sua não aprovação, no todo ou em parte, por culpa ou dolo do gestor anterior, as justificativas a que se refere o caput deste artigo deverão ser obrigatoriamente apresentadas pelo gestor que estiver no exercício do cargo, acompanhadas, necessariamente, de cópia autenticada de epresentação protocolada junto ao respectivo órgão do inistério úblico, para adoção das providências cíveis e criminais da sua alçada. 3º É de responsabilidade do gestor que está no exercício do cargo a instrução obrigatória da epresentação, nos moldes legais exigidos, a ser protocolada no inistério úblico com, no mínimo, os seguintes elementos: - qualquer documento disponível referente à transferência dos recursos; - relatório das ações empreendidas com os recursos transferidos; - qualificação do ex-gestor, inclusive com o endereço atualizado, se houver; V - documento que comprove a situação atualizada quanto à adimplência do município, do estado ou do perante o ; e V - extratos bancários da conta corrente específica, inclusive os de aplicação no mercado financeiro, se houver, demonstrando a inexistência de recursos no período de gestão do autor da epresentação. 4º A epresentação de que trata o 2º deste artigo dispensa o gestor atual de apresentar ao /C as certidões relativas ao prosseguimento da medida adotada. 5º a hipótese de não serem apresentadas ou aceitas as justificativas de que trata este artigo, o /C adotará as medidas de exceção arrolando o gestor sucessor, na qualidade de coresponsável pelo dano causado ao erário, quando se tratar de omissão de prestação de contas cujo prazo para apresentação ao tiver expirado em sua gestão. V - ACAHA CL - CAL B A ALCAÇÃ C Art. 19. acompanhamento e o controle social sobre a transferência e aplicação dos recursos repassados no âmbito desta esolução, para apoiar a manutenção de novos estabelecimentos de educação infantil pública financiados com recursos federais, serão exercidos, em âmbito municipal e distrital, pelos respectivos conselhos do undeb, previstos no art. 24 da Lei nº , de 20 de junho de arágrafo único. s conselhos a que se refere o caput analisarão as prestações de contas dos recursos repassados à conta corrente especifica e emitirão, em sistema específico, parecer conclusivo acerca da aplicação dos recursos transferidos para a validação da execução físico-financeira das ações. Art. 20. A fiscalização da aplicação dos recursos transferidos no âmbito desta esolução é de competência do /C, da B/C, do ribunal de Contas da nião (C) e do istema de Controle nterno do oder xecutivo ederal, mediante a realização de auditorias, de inspeção e de análise dos processos que originarem as prestações de contas, observado o cronograma de acompanhamento estabelecido pelos órgãos fiscalizadores. 1º /C realizará auditagem na aplicação dos recursos por sistema de amostragem, podendo, para tanto, requisitar o encaminhamento de documentos e demais elementos que julgar necessário, bem como realizar fiscalização in loco ou, ainda, delegar competência a outro órgão ou entidade pública para fazê-lo. ocumento assinado digitalmente conforme n o -

99 º 94, sexta-feira, 17 de maio de º A fiscalização pelo /C, pela B/C e por todos os outros órgãos ou entidades envolvidos será deflagrada, em conjunto ou isoladamente, sempre que for apresentada denúncia formal de irregularidades no uso dos recursos. 3º Caberá ao, quando cientificado acerca de irregularidades na aplicação dos recursos transferidos no âmbito desta esolução, cuja ocorrência acarrete impacto direto sobre a conformidade financeira da prestação de contas, realizar ações de controle, observados os critérios específicos de definição das ações e cronograma de trabalho anual de sua unidade de Auditoria nterna; para tanto, poderá requisitar o encaminhamento de documentos e demais elementos que julgar necessários, bem como realizar fiscalização direta, isoladamente ou com a participação da B/C e da unidade técnica do responsável pela execução das ações no âmbito da Autarquia. V - A ÚCA Art. 21. Qualquer pessoa física ou jurídica poderá denunciar ao /C, à B/C, ao ribunal de Contas da nião, aos órgãos do istema de Controle nterno do oder xecutivo ederal ou ao inistério úblico irregularidades identificadas na aplicação dos recursos, contendo necessariamente: - exposição sumária do ato ou fato censurável, que possibilite sua perfeita determinação; e, - identificação do órgão da administração pública e do responsável por sua prática, bem como a data do ocorrido. 1º Quando a denúncia for apresentada por pessoa física, deverão ser fornecidos o nome legível, o endereço e cópia autenticada de documento que ateste a sua identificação. 2º Quando o denunciante for pessoa jurídica (partido político, associação civil, entidade sindical etc.), deverá encaminhar cópia de documento que ateste sua constituição jurídica e fornecer, além dos elementos referidos no parágrafo 1º deste artigo, o endereço da sede da representante. Art. 22. As denúncias encaminhadas ao /C deverão ser dirigidas à uvidoria, no seguinte endereço: - se por via postal, etor Bancário ul - Quadra 2 - Bloco - difício - Brasília, - C: se por meio eletrônico, [email protected]. V - ÇÕ A Art. 23. icam aprovados os Anexos e desta esolução, disponíveis no sítio do : Art. 24. icam revogadas as disposições em contrário, especialmente da esolução C/ nº 52 de 29 de setembro de 2011 e da esolução C/ nº 38 de 24 de agosto de Art. 25. sta esolução entra em vigor na data de sua publicação no iário ficial da nião. JÉ HQ A A LÇÃ o - 16, 16 A 2013 stabelece critérios e procedimentos para a transferência automática de recursos financeiros a municípios e ao istrito ederal, para a manutenção de novas turmas de educação infantil, a partir do exercício de AAÇÃ LAL: Constituição ederal de 1988; Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996; Lei nº , de 20 de junho de 2007; Lei n o , de 18 de novembro de 2011; Lei nº de 3 de outubro de 2012; edida rovisória nº 570 de 14 de maio de 2012; ortaria C n o 264, de 26 de março de 2007; esolução C/ nº 2 de 18 de janeiro de CLH LBAV AC VLV A CAÇÃ -, no uso das atribuições que lhe são conferidas pelo art. 7º, 1º, da Lei nº 5.537, de 21 de novembro de 1968, e pelos arts. 4º, 2º, e 14 do Anexo do ecreto nº 7.691, de 2 de março de 2012, publicado no... de 6 de março de 2012, e pelos arts. 3º, inciso, alíneas "a" e "b"; 5º, caput; e 6º, inciso V, do Anexo da esolução nº 31, de 30 de setembro de 2003, publicada no... de 2 de outubro de 2003, neste ato representado conforme deliberado na eunião xtraordinária do Conselho eliberativo do realizada no dia 31 de maio de 2012, CA a autorização para transferir recursos financeiros aos municípios e ao istrito ederal com a finalidade de prestar apoio financeiro à manutenção de novas turmas de educação infantil, instituída pela Lei nº de 3 de outubro de 2012; e CA a necessidade de ampliar o acesso à educação infantil, contribuindo para a melhoria do atendimento em creches e pré-escolas, L V, "A ", Art. 1º Aprovar os critérios e procedimentos para a transferência obrigatória de recursos financeiros pleiteados por municípios e pelo istrito ederal () a título de apoio à manutenção de novas turmas de educação infantil oferecidas em estabelecimentos educacionais públicos ou em instituições comunitárias, confessionais ou filantrópicas sem fins lucrativos conveniadas com o poder público que tenham matrículas ainda não contempladas com recursos do undo de anutenção e esenvolvimento da ducação Básica e de Valorização dos rofissionais da ducação (undeb), de que trata a Lei n o , de 20 de junho de arágrafo único. ovas turmas de educação infantil, para os efeitos desta esolução, são aquelas que atendam, cumulativamente, às seguintes condições: XLA AA A A AC ste documento pode ser verificado no endereço eletrônico pelo código sejam oferecidas em estabelecimentos educacionais públicos ou em instituições comunitárias, confessionais ou filantrópicas sem fins lucrativos conveniadas com o poder público, em tempo parcial ou integral, que atendam a padrões de qualidade definidos pelo órgão normativo do respectivo sistema de ensino; - sejam cadastradas no istema ntegrado de onitoramento, xecução e Controle do inistério da ducação (imec), ódulo.. anutenção - aba ovas turmas de ducação nfantil, no qual serão informados os dados da nova turma, das crianças atendidas, e da unidade de educação infantil e a data de início do funcionamento; e - tenham crianças com matrículas ainda não computadas no âmbito do undo de anutenção e esenvolvimento da ducação Básica e de Valorização dos rofissionais da ducação (undeb), de que trata a Lei n o , de 20 de junho de 2007, independentemente da situação cadastral no Censo scolar da ducação Básica. Art. 2º s recursos financeiros transferidos nos termos desta esolução deverão ser aplicados exclusivamente em despesas para a manutenção e desenvolvimento da educação infantil, de acordo com o que estabelece o art. 70 da Lei n o 9.394, de 20 de dezembro de 1996, excetuando-se os incisos V, V e V. arágrafo único. a aplicação dos recursos financeiros transferidos, os municípios e o istrito ederal deverão assegurar condições de acessibilidade para as pessoas com deficiência. Art. 3 o ara pleitear os recursos de que trata esta esolução, o município ou o deverá cadastrar cada nova turma de educação infantil no imec, no ódulo.. anutenção - aba ovas turmas de ducação nfantil (disponível no portal do C, no endereço eletrônico anexando fotos do local de cada nova turma, tomadas no período de atendimento às crianças, e informando: - o endereço onde serão atendidas as crianças de cada nova turma; - a data de início de seu funcionamento; - o código do estabelecimento; V - a quantidade de crianças atendidas em cada nova turma, especificando matrículas em creche e em pré-escola, tanto em período integral quanto parcial. 1º É vedada a inclusão de matrículas de crianças já computadas no âmbito do undeb. 2º poder executivo do e dos municípios, de acordo com suas respectivas competências é responsável pela exatidão e fidedignidade das informações prestadas no imec, as quais deverão corresponder às do próximo Censo scolar, no que couber. Art. 4º apoio financeiro será restrito ao período compreendido entre o cadastramento no imec das informações de atendimento da nova turma e o início de recebimento dos recursos do undeb e não poderá ultrapassar 18 (dezoito) meses. Art. 5º valor do apoio financeiro será calculado a partir do mês de registro da nova turma no ódulo.. anutenção - aba ovas turmas de ducação nfantil do imec, independentemente do número de dias de atendimento às crianças no mês de referência. 1º As turmas cujo funcionamento se inicie nos meses de novembro e dezembro farão jus apenas a recursos do exercício subsequente. 2º Caso o município ou o não cadastre a nova turma no período compreendido entre o início do funcionamento da nova turma e o início de recebimento dos recursos do undeb perderá o direito de pleitear o apoio financeiro. 3º município ou o terá o prazo máximo de 90 (noventa) dias para esclarecer a B/C sobre os estabelecimentos cuja situação seja apresentada no imec como "em diligência". Art. 6º valor a ser destinado para apoio financeiro à ampliação da oferta de educação infantil em novas turmas será calculado de acordo com a seguinte fórmula:? n {{[(nc x vc) + (nc x vc) + (n x v) + (n x v)] 12} x nmf} em que? n = soma dos valores de apoio das novas turmas nc = número de matrículas em creche, período integral, na nova turma; vc = valor aluno-ano estabelecido pelo undeb para creche em período integral; nc = número de matrículas em creche, período parcial, na nova turma; vc = valor aluno-ano do undeb para creche em período parcial; n = número de matrículas em pré-escola, período integral, na nova turma; v = valor aluno-ano do undeb para pré-escola em período integral; n = número de matrículas em pré-escola, período parcial, na nova turma; v = valor aluno-ano do undeb para pré-escola em período parcial; e nmf = número de meses de funcionamento da nova turma (de acordo com cadastro no imec). arágrafo único. A referência para a base de cálculo será sempre o valor anual mínimo por matrícula em creche e em préescola, em período integral e parcial, estabelecido nacionalmente pelo undeb para o ano corrente, conforme portaria conjunta dos ministérios da ducação e da azenda, computando-se para cada mês de funcionamento 1/12 do valor estabelecido. Art. 7º As novas turmas de educação infantil que comecem a funcionar antes do ia acional do Censo scolar, fixado pela ortaria C n o 264/2007, deverão preencher o ducacenso (disponível no portal do, no endereço eletrônico do ano em que iniciarem suas atividades e pleitear no imec os recursos de apoio referentes ao ano em curso. Art. 8º As novas turmas de educação infantil que comecem a funcionar após o ia acional do Censo scolar, fixado pela ortaria C n o 264/2007, deverão preencher o ducacenso do ano seguinte ao que iniciarem suas atividades e pleitear no imec os recursos de apoio referentes ao ano em curso e ao ano seguinte, limitados a 18 meses. Art. 9º As novas turmas que iniciaram seu atendimento antes da publicação da edida rovisória nº 570, de 14 de maio de 2012, farão jus excepcionalmente a um montante máximo de 7/12 do valor aluno-ano definido pelo undeb no exercício de 2012 para a manutenção e desenvolvimento da educação infantil em creche e préescola, em período integral e parcial. Art. 10. A transferência de recursos financeiros referente às novas turmas cadastradas pelos municípios ou pelo no imec será efetivada em parcela única, mediante depósito em conta corrente específica aberta pelo no Banco do Brasil /A, em favor do município e do. Art. 11. As despesas com a execução das ações previstas nesta esolução correrão por conta de dotação orçamentária consignada anualmente ao /C, ficando limitadas aos valores autorizados na ação específica, observando os limites de movimentação, empenho e pagamento da programação orçamentária e financeira anual do governo federal. Art. 12. s municípios e o deverão incluir os recursos transferidos para apoio à manutenção de novas turmas de educação infantil em seu orçamento, nos termos estabelecidos pela Lei nº de 17 de março de A A ABLA Art. 13. ão agentes das ações de apoio à manutenção de novas turmas de educação infantil: - a ecretaria de ducação Básica (B/C), à qual competem as responsabilidades do inistério da ducação para a execução das ações; - o undo acional de esenvolvimento da ducação (/C), autarquia incumbida da regulamentação e execução das atividades financeiras necessárias à transferência de recursos; e - os municípios e o istrito ederal, entes federados beneficiários das transferências. Art. 14. Aos agentes cabem as seguintes responsabilidades: - à ecretaria de ducação Básica do inistério da ducação (B/C): a) calcular o montante de recursos de apoio a ser transferido ao e a cada município pleiteante, com base nas solicitações de apoio financeiro registradas no imec por esses entes da ederação; b) dar publicidade aos valores a serem transferidos a cada pleiteante por intermédio do iário ficial da nião; c) autorizar o /C a realizar a transferência de recursos, informando os destinatários e o valor a ser repassado a cada um deles; d) oferecer aos municípios e ao assistência técnica, que vise garantir o bom funcionamento das novas turmas de educação infantil; e) analisar as prestações de contas dos municípios e do, do ponto de vista do atingimento das metas físicas, pelo cotejo das informações inseridas no imec pelos beneficiários com aquelas colhidas pelo Censo scolar, e da adequação das ações desenvolvidas, emitindo, no ic, parecer conclusivo sobre sua aprovação ou rejeição. - ao undo acional de esenvolvimento da ducação (/C): a) elaborar os atos normativos relativos a condições, critérios operacionais de distribuição, repasse, execução e prestação de contas dos recursos transferidos; b) proceder à abertura de conta corrente específica, no Banco do Brasil /A, para a transferência dos recursos financeiros destinados à manutenção e ao desenvolvimento das novas turmas de educação infantil; c) efetuar os repasses dos recursos aos destinatários nos valores estabelecidos pela ecretaria de ducação Básica do inistério da ducação (B/C) e mediante sua autorização; d) fiscalizar a execução financeira dos recursos transferidos; e) receber a prestação de contas dos recursos transferidos aos municípios e ao, por intermédio do ic; f) disponibilizar a prestação de contas no istema de estão de restação de Contas (ic) à ecretaria de ducação Básica (B/C) para manifestação oficial quanto à adequação das ações realizadas; g) analisar a execução financeira dos recursos transferidos e emitir, no ic, parecer conclusivo sobre a conformidade da prestação de contas dos entes federados. - aos municípios e ao : a) pleitear, nos termos do parágrafo único do art. 1º e de acordo com as condições estabelecidas nos arts. 2º, 3º, 4º e 5º desta esolução, os recursos necessários à manutenção das novas turmas de educação infantil de sua rede; b) executar os recursos financeiros recebidos do /C exclusivamente em despesas de manutenção e desenvolvimento da educação infantil, nos termos do art. 70 da Lei n o 9.394, de 20 de dezembro de 1996, excetuadas as listadas em seus incisos V, V e V; c) dar publicidade aos recursos recebidos no âmbito desta esolução bem como a sua destinação, conforme arts. 1º, 2º, 3º, 7º e 8º da Lei n o de 18 de novembro de 2011; d) prestar contas ao /C dos recursos recebidos, no prazo estipulado no art. 17 e nos moldes definidos na esolução C/ nº 2 de 18 de janeiro de 2012, acompanhado do devido parecer do Conselho do undeb, conforme 1º do art. 17 e parágrafo único do art. 20 desta esolução (Anexos e ); ocumento assinado digitalmente conforme n o -

100 º 94, sexta-feira, 17 de maio de 2013 e) prestar todo e qualquer esclarecimento sobre a execução física e financeira dos recursos recebidos sempre que solicitado pelo /C, pela B/C, por órgão do istema de Controle nterno do oder xecutivo ederal, pelo ribunal de Contas da nião, pelo inistério úblico ou por órgão ou entidade com delegação para esse fim; f) emitir os documentos comprobatórios das despesas em nome do município ou do, com a identificação do /C e da ação "ovas urmas de ducação nfantil - rograma Brasil Carinhoso", e arquivar as vias originais em sua sede, ainda que utilize serviços de contabilidade de terceiros; g) manter em seu poder, à disposição do /C, da B/C, dos órgãos de controle interno e externo e do inistério úblico, os comprovantes das despesas efetuadas com os recursos transferidos nos termos desta esolução, pelo prazo de vinte anos, contados da data da aprovação da prestação de contas anual do /C pelo ribunal de Contas da nião (C) a que se refere o exercício do repasse dos recursos, data essa que será divulgada no portal e h) cadastrar as matrículas da(s) nova(s) turma(s) no Censo scolar subsequente ao início das atividades. - A AÊCA, VAÇÃ, ALCA- ÇÃ ACA VÃ C Art. 15. A transferência de recursos financeiros de que trata esta esolução será feita sem necessidade de convênio, ajuste, acordo, contrato ou instrumento congênere. Art. 16. s recursos financeiros de que trata esta esolução serão creditados, mantidos e geridos em contas correntes específicas, a serem abertas pelo /C no Banco do Brasil /A. 1º As contas correntes abertas na forma estabelecida no caput deste artigo ficarão bloqueadas para movimentação até que o representante legal do município e do compareça à agência do banco onde a conta foi aberta e proceda à entrega e à chancela dos documentos necessários à sua movimentação, de acordo com as normas bancárias vigentes. 2º os termos do Acordo de Cooperação útua, firmado entre o /C e o Banco do Brasil /A, disponível no portal os municípios e o estarão isentos de pagamento de tarifas bancárias pela manutenção e movimentação das contas correntes abertas nos termos desta esolução. 3º s recursos da conta corrente específica deverão ser destinados somente ao pagamento de despesas previstas nesta esolução e para aplicação financeira e serão movimentados exclusivamente por meio eletrônico, no qual seja devidamente identificada a titularidade das contas correntes de fornecedores ou prestadores de serviços, beneficiários dos pagamentos realizados pelos municípios, estados e, conforme dispõe o ecreto nº 7.507/ º e a previsão para uso dos recursos transferidos for inferior a um mês, os recursos deverão obrigatoriamente ser aplicados em fundo de aplicação financeira de curto prazo ou em operação de mercado aberto, lastreada em títulos da dívida pública federal; se a previsão de uso for igual ou superior a um mês, esses recursos deverão ser, obrigatoriamente, aplicados em caderneta de poupança aberta especificamente para este fim. 5º As aplicações financeiras de que trata o parágrafo anterior deverão ser feitas obrigatoriamente na mesma conta corrente em que os recursos financeiros foram creditados pelo /C. 6º produto das aplicações financeiras deverá ser computado a crédito da conta corrente específica e aplicado exclusivamente em despesas para a manutenção da educação infantil, ficando sujeito às mesmas condições de prestação de contas exigidas para os recursos transferidos. 7º A aplicação financeira em conta do tipo caderneta de poupança, não desobriga os municípios e o de efetuarem as movimentações financeiras exclusivamente por intermédio da conta corrente aberta pelo /C e por meio eletrônico. 8º ndependentemente de autorização do titular da conta, o /C obterá junto ao Banco do Brasil /A e divulgará em seu portal na internet os saldos e extratos da referida conta corrente, inclusive os de aplicações financeiras, com a identificação do domicílio bancários dos respectivos fornecedores e prestadores de serviços, beneficiários dos pagamentos realizados. 9º /C informará a transferência dos recursos financeiros para apoio à manutenção das novas turmas de educação infantil à câmara municipal ou à câmara legislativa do e divulgará os repasses efetuados no portal É obrigação do município e do acompanhar os depósitos efetuados pelo /C na conta corrente específica, cujos valores estarão disponíveis para consulta no portal para possibilitar a execução tempestiva das despesas necessárias à manutenção da educação infantil. 11. É obrigação do município e do, nos termos dos arts. 1º, 2º, 3º, 7º e 8º da Lei n o de 18 de novembro de 2011, dar publicidade aos recursos recebidos no âmbito desta esolução bem como à sua destinação, garantindo o acesso público a informações, previsto no inciso XXX do art. 5 º, no inciso do 3º do art. 37 e no 2º do art. 216 da Constituição ederal. 12. eventual saldo de recursos financeiros, entendido como a disponibilidade financeira existente na conta corrente na data prevista para apresentação da prestação de contas ao /C, poderá ser reprogramado para utilização no exercício subsequente, apenas das despesas previstas no art. 2º desta esolução e em estrita observância ao que está previsto no art. 70 da Lei nº 9.394/ s recursos financeiros transferidos não poderão ser considerados pelo município e pelo para os fins do art. 212 da Constituição ederal. CCALZAÇÃ BA C ste documento pode ser verificado no endereço eletrônico pelo código Ao é facultado estornar ou bloquear, conforme o caso, valores creditados na conta corrente do município e do, mediante solicitação direta ao Banco do Brasil /A, nas seguintes hipóteses: - na ocorrência de depósitos indevidos; - por determinação do oder Judiciário ou requisição do inistério úblico; - se constatadas irregularidades na execução das ações; e V - caso a nova turma não tenha sido cadastrada no Censo scolar seguinte ao início das atividades. 15. e a conta corrente não tiver saldo suficiente para que se efetive o estorno ou o bloqueio de que trata o parágrafo anterior, o município e o ficarão obrigados a restituir os recursos ao, no prazo de dez dias úteis a contar do recebimento da notificação, corrigidos monetariamente na forma desta esolução. 16. em prejuízo das demais sanções legais cabíveis e da obrigação de reparar os danos porventura existentes, em razão do não cumprimento das obrigações estabelecidas nesta esolução, os municípios e o deverão devolver ao os valores relativos à: a) não execução de parte ou de todo o objeto desta esolução; b) não apresentação da prestação de contas no prazo exigido; c) utilização dos recursos em finalidade diversa da estabelecida nesta esolução; d) na ocorrência de quaisquer irregularidades que caracterizem prejuízo ao erário. 17. As devoluções referidas nesta resolução deverão ser monetariamente atualizadas pelo índice do istema special de Liquidação e de Custódia (elic), até a data em que for realizado o recolhimento, e a quitação ou a suspensão da inadimplência se dará com a suficiência do valor recolhido,de conformidade com o istema ébito do ribunal de Contas da nião (C), disponível no endereço eletrônico eebito.faces. 18. As devoluções de recursos transferidos no âmbito desta esolução, independentemente do fato gerador que lhes deram origem, deverão ser efetuadas em agência do Banco do Brasil /A, mediante utilização da uia de ecolhimento da nião (), disponível no portal na qual deverão ser indicados o nome e o CJ do município ou do e: - os códigos no campo "nidade estora", no campo "estão", no campo "Código de ecolhimento" e no campo "úmero de eferência", se a devolução ocorrer no mesmo ano do repasse dos recursos; e - os códigos no campo "nidade estora", no campo "estão", no campo "Código de ecolhimento" e no campo "úmero de eferência", se a devolução ocorrer em exercício subseqüente ao do repasse dos recursos. 19. ara fins do disposto nos incisos e do parágrafo anterior, considera-se ano de repasse aquele em que se der a emissão da respectiva ordem bancária pelo /C, disponível no portal w w w. f n d e. g o v. b r. 20. s valores referentes às devoluções previstas nesta esolução deverão ser registrados no ic, onde deverá ser informado o número da autenticação bancária do comprovante de recolhimento. 21. ventuais despesas bancárias decorrentes das devoluções de valores ao /C correrão às expensas do depositante, não podendo ser consideradas como resultantes da execução financeira dos recursos para fins de prestação de contas. - A AÇÃ CA Art. 17. A prestação de contas dos recursos recebidos consiste na comprovação da execução da totalidade dos recursos recebidos, incluindo os rendimentos financeiros, e deverá ser enviada ao Conselho do undeb pelos municípios e pelo até 30 de junho do ano subsequente ao repasse dos recursos, por meio do istema de estão de restação de Contas (ic) e na forma da esolução C/ nº 2 de 18 de janeiro de 2012 e alterações posteriores. 1º A prestação de contas referida no caput deverá ser obrigatoriamente acompanhada de parecer conclusivo sobre a execução físico-financeira dos recursos transferidos para a manutenção de novas turmas de educação infantil, emitido pelo Conselho do undeb do município ou do no ic. 2º A não apresentação da prestação de contas ou o cometimento de irregularidades na execução dos recursos recebidos assinalará ao responsável o prazo máximo de quarenta e cinco dias, contados da data da notificação, para a sua regularização ou devolução dos recursos recebidos ou impugnados, atualizados monetariamente, conforme o caso, sob pena de registro da inadimplência, da responsabilidade e do débito do órgão ou entidade e gestores nos cadastros do overno ederal. 3º gestor responsável pela prestação de contas será responsabilizado civil, penal e administrativamente caso insira ou facilite a inserção de dados falsos, altere ou exclua indevidamente dados no ic com o fim de obter vantagem indevida para si ou para outrem ou para causar dano. 4º xpirado o prazo mencionado no caput deste artigo sem atendimento da notificação, o responsável será declarado omisso no dever de prestar contas pelo, adotará as medidas de exceção visando a recuperação dos créditos. 5º As despesas realizadas na execução das ações previstas nesta resolução serão comprovadas mediante documentos fiscais originais ou equivalentes, na forma da legislação regulamentar à qual o órgão responsável pela despesa estiver sujeito, devendo os recibos, faturas, notas fiscais e quaisquer outros documentos comprobatórios ser arquivados em sua sede, ainda que utilize serviços de contabilidade de terceiros, pelo prazo de vinte anos a partir da aprovação da prestação de contas anual do /C pelo ribunal de Contas da nião referente ao exercício do repasse dos recursos, devendo estar disponíveis, quando solicitados, ao /C, aos órgãos de controle interno e externo e ao inistério úblico ou, quando for o caso, do julgamento da omada de Contas special. Art. 18. A B/C emitirá, no ic, parecer técnico conclusivo acerca do atingimento das metas e da adequação das ações previstas nesta esolução. Art. 19. Quando o município ou o não apresentar ou não tiver aprovada a sua prestação de contas por motivo de força maior ou caso fortuito deverá apresentar as devidas justificativas, acompanhadas de documentação comprobatória, ao /C. 1º Considera-se caso fortuito, dentre outros, a falta ou a não aprovação, no todo ou em parte, da prestação de contas, por dolo ou culpa do gestor anterior. 2º a falta de prestação de contas ou da sua não aprovação, no todo ou em parte, por culpa ou dolo do gestor anterior, as justificativas a que se refere o caput deste artigo deverão ser obrigatoriamente apresentadas pelo gestor que estiver no exercício do cargo, acompanhadas, necessariamente, de cópia autenticada de epresentação protocolada junto ao respectivo órgão do inistério úblico, para adoção das providências cíveis e criminais da sua alçada. 3º É de responsabilidade do gestor sucessor a instrução obrigatória da epresentação, nos moldes legais exigidos, a ser protocolizada no inistério úblico com, no mínimo, os seguintes elementos: - qualquer documento disponível referente à transferência dos recursos,; - relatório das ações empreendidas com os recursos transferidos; - qualificação do ex-gestor, inclusive com o endereço atualizado, se houver; V - documento que comprove a situação atualizada quanto à adimplência do município, do estado ou do perante o ; e V - extratos bancários da conta corrente específica, inclusive os de aplicação no mercado financeiro, se houver, demonstrando a inexistência de recursos no período de gestão do autor da epresentação 4º A epresentação de que trata o 2º deste artigo dispensa o gestor atual de apresentar ao /C as certidões relativas ao prosseguimento da medida adotada. 5º a hipótese de não serem apresentadas ou aceitas as justificativas de que trata este artigo, o /C adotará as medidas de exceção arrolando o gestor sucessor, na qualidade de coresponsável pelo dano causado ao erário, quando se tratar de omissão de prestação de contas cujo prazo para apresentação ao tiver expirado em sua gestão. V - ACAHA CL CAL B A ALCAÇÃ C Art. 20. acompanhamento e o controle social sobre a transferência e aplicação dos recursos repassados no âmbito desta esolução, para apoiar a manutenção de novas turmas de educação infantil, serão exercidos, em âmbito municipal e distrital, pelos respectivos conselhos do undeb, previstos no art. 24 da Lei n o , de 20 de junho de arágrafo único. s conselhos a que se refere o caput analisarão as prestações de contas dos recursos repassados à conta corrente especifica e emitirão, em sistema específico, parecer conclusivo acerca da aplicação dos recursos transferidos para a validação da execução físico-financeira das ações. Art. 21. A fiscalização da aplicação dos recursos transferidos no âmbito desta esolução é de competência do /C, da B/C, do ribunal de Contas da nião (C) e do istema de Controle nterno do oder xecutivo ederal, mediante a realização de auditorias, de inspeção e de análise dos processos que originarem as prestações de contas, observado o cronograma de acompanhamento estabelecido pelos órgãos fiscalizadores. 1º /C realizará auditagem na aplicação dos recursos por sistema de amostragem, podendo, para tanto, requisitar o encaminhamento de documentos e demais elementos que julgar necessário, bem como realizar fiscalização in loco ou, ainda, delegar competência a outro órgão ou entidade pública para fazê-lo. 2º A fiscalização pelo /C, pela B/C e por todos os outros órgãos ou entidades envolvidos será deflagrada, em conjunto ou isoladamente, sempre que for apresentada denúncia formal de irregularidades no uso dos recursos. 3º Caberá ao, quando cientificado acerca de irregularidades na aplicação dos recursos transferidos no âmbito desta esolução, cuja ocorrência acarrete impacto direto sobre a conformidade financeira da prestação de contas, realizar ações de controle, observados os critérios específicos de definição das ações e cronograma de trabalho anual de sua unidade de Auditoria nterna; para tanto, poderá requisitar o encaminhamento de documentos e demais elementos que julgar necessários, bem como realizar fiscalização direta, isoladamente ou com a participação da B/C e da unidade técnica do responsável pela execução das ações no âmbito da Autarquia. V - A ÚCA Art. 22. Qualquer pessoa física ou jurídica poderá denunciar ao /C, à B/C, ao ribunal de Contas da nião, aos órgãos do istema de Controle nterno do oder xecutivo ederal ou ao inistério úblico irregularidades identificadas na aplicação dos recursos, contendo necessariamente: - exposição sumária do ato ou fato censurável, que possibilite sua perfeita determinação; e, - identificação do órgão da administração pública e do responsável por sua prática, bem como a data do ocorrido. 1º Quando a denúncia for apresentada por pessoa física, deverão ser fornecidos o nome legível, o endereço e cópia autenticada de documento que ateste a sua identificação. ocumento assinado digitalmente conforme n o -

101 º 94, sexta-feira, 17 de maio de º Quando o denunciante for pessoa jurídica (partido político, associação civil, entidade sindical etc.), deverá encaminhar cópia de documento que ateste sua constituição jurídica e fornecer, além dos elementos referidos no parágrafo 1º deste artigo, o endereço da sede da representante. Art. 23. As denúncias encaminhadas ao /C deverão ser dirigidas à uvidoria, no seguinte endereço: - se por via postal, etor Bancário ul - Quadra 2 - Bloco - difício - Brasília, - C: se por meio eletrônico, [email protected]. V - ÇÕ A Art. 24. icam aprovados os Anexos e desta esolução, disponíveis no sítio do : Art. 25. icam revogadas a esolução C/ nº 28 de 27 de julho de 2012 e a esolução C/ nº 40 de 24 de agosto de Art. 26. sta esolução entra em vigor na data de sua publicação no iário ficial da nião. J HQ A A LÇÃ o - 17, 16 A 2013 stabelece procedimentos para a transferência obrigatória de recursos financeiros aos municípios e ao istrito ederal, a título de apoio financeiro suplementar à manutenção e ao desenvolvimento da educação infantil para o atendimento de crianças de zero a 48 meses informadas no Censo scolar da ducação Básica, cujas famílias sejam beneficiárias do rograma Bolsa amília, em creches públicas ou conveniadas com o poder público, no exercício de AAÇÃ LAL: Constituição ederal de 1988; Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996; Lei nº , de 15 de setembro de 2006; Lei nº , de 20 de junho de 2007; Lei , de 18 de novembro de 2011; Lei nº de 3 de outubro de 2012; ortaria nterministerial C/ nº 1, de 19 de julho de 2012; esolução C/ nº 2 de 18 de janeiro de CLH LBAV AC VLV A CAÇÃ -, no uso das atribuições que lhe são conferidas pelo art. 7º, 1º, da Lei nº 5.537, de 21 de novembro de 1968, e pelos arts. 4º, 2º, e 14 do Anexo do ecreto nº 7.691, de 2 de março de 2012, publicado no... de 6 de março de 2012, e pelos arts. 3º, inciso, alíneas "a" e "b"; 5º, caput; e 6º, inciso V, do Anexo da esolução nº 31, de 30 de setembro de 2003, publicada no... de 2 de outubro de 2003, neste ato representado conforme deliberado na eunião xtraordinária do Conselho eliberativo do realizada no dia 31 de maio de 2012, CA a autorização para transferir recursos financeiros aos municípios e ao istrito ederal com a finalidade de prestar apoio financeiro suplementar à manutenção e ao desenvolvimento da educação infantil para o atendimento em creches de crianças de zero a quarenta e oito meses cujas famílias sejam beneficiárias do rograma Bolsa amília, conforme art. 4º da Lei nº de 3 de outubro de 2012; e CA a necessidade de ampliar o acesso à educação infantil, contribuindo para a melhoria do atendimento em creches, resolve, "Ad eferendum", Art. 1º Aprovar os procedimentos para a transferência obrigatória de recursos financeiros pleiteados por municípios e pelo istrito ederal () a título de apoio financeiro suplementar à manutenção e ao desenvolvimento da educação infantil para atender a crianças de zero a 48 meses que já estejam informadas no Censo scolar da ducação Básica e cujas famílias sejam beneficiárias do rograma Bolsa amília. arágrafo único. apoio financeiro suplementar de que trata esta esolução será concedido para manutenção e desenvolvimento da educação infantil de crianças de zero a 48 meses em creches, sendo que suas matrículas devem atender, cumulativamente, às seguintes condições: - serem oferecidas em estabelecimentos educacionais públicos ou em instituições comunitárias, confessionais ou filantrópicas sem fins lucrativos conveniadas com o poder público, em tempo parcial ou integral; - terem sido computadas no Censo scolar da ducação Básica do ano anterior ao da solicitação do apoio financeiro suplementar; e - serem cadastradas no istema ntegrado de onitoramento, xecução e Controle do inistério da ducação (imec), no ódulo.. anutenção - aba uplementação de Creches, no qual deverão ser informadas as matrículas de crianças de zero a 48 meses, membros de famílias beneficiárias do rograma Bolsa amília, constantes no Cadastro Único para rogramas ociais do overno ederal do ano anterior. Art. 2º s recursos financeiros transferidos nos termos desta esolução poderão ser aplicados em despesas de manutenção e desenvolvimento da educação infantil, de acordo com o que estabelece o art. 70 da Lei nº de 20 de dezembro de 1996, excetuando-se os incisos V, V e V, e em aquisições de bens para garantir o cuidado integral e a segurança alimentar e nutricional das crianças, de forma a assegurar o acesso e a sua permanência na educação infantil. XLA AA A A AC ste documento pode ser verificado no endereço eletrônico pelo código º s bens de que trata o caput, de uso individual ou coletivo, devem ser relacionados aos cuidados básicos de crianças de zero a 48 meses. 2º A segurança alimentar e nutricional consiste na realização do direito de acesso regular e permanente a alimentos de qualidade, em quantidade suficiente, sem comprometer o acesso a outras necessidades essenciais, tendo como base práticas alimentares promotoras de saúde que respeitem a diversidade cultural e que seja ambiental, cultural, econômica e socialmente sustentável, na forma do art. 3º da Lei nº de 15 de setembro de º a aplicação dos recursos financeiros transferidos, os municípios e o istrito ederal deverão assegurar condições de acessibilidade para as pessoas com deficiência. Art. 3º ara pleitear os recursos de que trata esta esolução, os municípios ou o deverão cadastrar no imec, no ódulo.. anutenção - aba uplementação de Creches (disponível no portal do C, no endereço eletrônico a quantidade de matrículas do ano anterior relativas às crianças de zero a 48 meses que sejam membros de famílias beneficiárias do rograma Bolsa amília, atendidas em creches públicas ou conveniadas com o poder público em tempo parcial ou integral. arágrafo único. poder executivo dos municípios e do, de acordo com suas respectivas competências, é responsável pela exatidão e fidedignidade das informações prestadas no imec. Art. 4 o valor do apoio financeiro suplementar será calculado com base nas matrículas informadas no imec, no ódulo.. anutenção - aba uplementação de Creches, de acordo com o art. 3º e poderá ser solicitado de 1º de abril até 30 de novembro de 2013, para o recebimento do apoio correspondente ao exercício de º Caso não cadastre as matrículas de que trata o caput no período correspondente, o município ou o perderá o direito de pleitear o recurso do apoio financeiro suplementar referente àquele período. 2º município ou o terá o prazo máximo de 90 (noventa) dias para esclarecer a B/C sobre os estabelecimentos cuja situação seja apresentada no imec como "em diligência". Art. 5º valor a ser destinado ao apoio financeiro suplementar de que trata esta esolução será calculado de acordo com a seguinte fórmula: [(nc x vc) + (nc x vc) + (ncc x vcc) + (ncc x vcc)] em que nc = número de matrículas de crianças de zero a 48 meses cujas famílias sejam beneficiárias do rograma Bolsa amília em creche pública, em período integral; vc = 50% do valor aluno-ano estabelecido pelo undeb para creche pública em período integral; nc = número de matrículas de crianças de zero a 48 meses cujas famílias sejam beneficiárias do rograma Bolsa amília em creche pública, em período parcial; vc = 50% do valor aluno-ano do undeb para creche pública em período parcial; ncc = número de matrículas de crianças de zero a 48 meses cujas famílias sejam beneficiárias do rograma Bolsa amília em creche conveniada, em período integral; vcc = 50% do valor aluno-ano estabelecido pelo undeb para creche conveniada em período integral; ncc = número de matrículas de crianças de zero a 48 meses cujas famílias sejam beneficiárias do rograma Bolsa amília em creche conveniada, em período parcial; vcc = 50% do valor aluno-ano do undeb para creche conveniada em período parcial. arágrafo único. ara o exercício de 2013 o valor aluno-ano corresponde ao valor anual mínimo estabelecido nacionalmente para o undeb para cada matrícula em creche pública e conveniada, em período integral e parcial, de acordo com a ortaria nterministerial C/ nº de 28 de dezembro de Art. 6 o A transferência dos recursos financeiros correspondentes ao apoio financeiro suplementar será efetivada em parcela única, mediante depósito em conta corrente específica, aberta pelo undo acional do esenvolvimento da ducação () no Banco do Brasil /A em favor do e do município que pleitear os recursos de que trata esta esolução. Art. 7 o As despesas com a execução das ações previstas nesta esolução correrão por conta de dotação orçamentária consignada anualmente ao inistério do esenvolvimento ocial e Combate à ome e transferida ao /C, observando a programação orçamentária e financeira anual. Art. 8 o s municípios e o deverão incluir em seu orçamento os recursos transferidos para o apoio financeiro suplementar de que trata esta esolução, nos termos estabelecidos pela Lei nº de 17 de março de A A ABLA Art. 9º ão agentes das ações do apoio financeiro suplementar de que trata esta esolução: - a ecretaria de ducação Básica (B/C), à qual competem as responsabilidades do inistério da ducação para a execução das ações; - o undo acional de esenvolvimento da ducação (/C), autarquia incumbida da regulamentação e execução das atividades financeiras necessárias à transferência de recursos; e - os municípios e o istrito ederal, entes federados beneficiários das transferências. Art. 10. Aos agentes cabem as seguintes responsabilidades: - à ecretaria de ducação Básica do inistério da ducação (B/C): a) calcular o montante de recursos de apoio a ser transferido ao e a cada município pleiteante, com base nas solicitações de apoio financeiro registradas no imec por esses entes da ederação, e informar o total desses valores ao inistério do esenvolvimento ocial e Combate à ome (), para que este possa efetuar em favor do o destaque dos recursos orçamentários e financeiros necessários ao apoio suplementar de que trata esta esolução; b) encaminhar anualmente ao a consolidação do número de matrículas registradas no Censo scolar da ducação Básica que correspondem às crianças de zero a 48 meses cujas famílias sejam beneficiárias do rograma Bolsa amília, atendidas em tempo integral ou parcial em creches públicas ou comunitárias, confessionais ou filantrópicas sem fins lucrativos conveniadas com o poder público, e o valor dos recursos orçamentários e financeiros a serem transferidos ao ; c) dar publicidade aos valores a serem transferidos a cada pleiteante por intermédio do iário ficial da nião; d) autorizar o /C a realizar a transferência de recursos, informando os destinatários e o valor a ser repassado a cada um deles; e) oferecer assistência técnica aos municípios e ao ; e f) analisar as prestações de contas dos municípios e do, do ponto de vista da adequação das ações desenvolvidas, e emitir no istema de estão da restação de Contas (ic) parecer conclusivo sobre sua aprovação ou rejeição; - ao undo acional de esenvolvimento da ducação (/C): a) elaborar os atos normativos relativos a condições, critérios operacionais de distribuição, repasse, execução e prestação de contas simplificada do apoio financeiro; b) proceder à abertura de conta corrente específica, no Banco do Brasil /A, para a transferência dos recursos destinados ao apoio financeiro suplementar para educação infantil; c) efetuar os repasses dos recursos aos destinatários nos valores estabelecidos pela ecretaria de ducação Básica do inistério da ducação (B/C) e mediante sua autorização; d) fornecer à B/C relatórios anuais das transferências executadas, para que sejam informados ao ; e) fiscalizar a execução financeira dos recursos transferidos; f) receber a prestação de contas dos recursos transferidos aos municípios e ao, por intermédio do ic; g) disponibilizar a prestação de contas no istema de estão de restação de Contas (ic) à ecretaria de ducação Básica (B/C) para manifestação oficial quanto à adequação das ações realizadas; h) analisar a execução financeira dos recursos transferidos e emitir, no ic, parecer conclusivo sobre a conformidade da prestação de contas dos entes federados. - aos municípios e ao : a) cadastrar no imec, no ódulo.. anutenção - aba uplementação de Creches (disponível no endereço eletrônico a quantidade de matrículas referentes ao ano de 2013 relativas às crianças de zero a 48 meses que sejam membros de famílias beneficiárias do rograma Bolsa amília, atendidas em tempo parcial ou integral em cada creche pública ou em instituição comunitária, confessional ou filantrópica sem fins lucrativos conveniada com o poder público; b) pleitear, nos termos do parágrafo único do art. 1º e de acordo com as condições estabelecidas nos artigos 2º, 3º, 4º e 5º desta esolução, os recursos necessários ao apoio financeiro suplementar para educação infantil nas creches públicas ou conveniadas com o poder público; c) executar os recursos financeiros recebidos do /C exclusivamente em despesas para a manutenção e o desenvolvimento da educação infantil, e em aquisições de bens para garantir o cuidado integral e a segurança alimentar e nutricional das crianças, de forma a assegurar o acesso e a sua permanência na educação infantil; d) emitir os documentos comprobatórios das despesas em nome do município ou do, com a identificação do /C e da ação "uplementação de Creches - rograma Brasil Carinhoso", e arquivar as vias originais em sua sede, ainda que utilize serviços de contabilidade de terceiros; e) prestar contas ao /C dos recursos recebidos, no prazo estipulado no art. 13 e nos moldes definidos na esolução C/ nº 2 de 18 de janeiro de 2012 e alterações pesteriores, acompanhado do devido parecer do Conselho do undeb, conforme 1º do art. 13 e parágrafo único do art. 16 desta esolução (Anexos e ); f) prestar todo e qualquer esclarecimento sobre a execução física e financeira dos recursos recebidos sempre que solicitado pela B/C, pelo /C, por órgão do istema de Controle nterno do oder xecutivo ederal, pelo ribunal de Contas da nião, pelo inistério úblico ou por órgão ou entidade com delegação para esse fim; e g) manter em seu poder, à disposição da B/C, do /C, dos órgãos de controle interno e externo e do inistério úblico, os comprovantes das despesas efetuadas com os recursos transferidos nos termos desta esolução, pelo prazo de vinte anos, contados da data da aprovação da prestação de contas anual do /C pelo ribunal de Contas da nião (C) a que se refere o exercício do repasse dos recursos, data essa que será divulgada no portal ocumento assinado digitalmente conforme n o -

102 º 94, sexta-feira, 17 de maio de A AÊCA, VAÇÃ, ALCA- ÇÃ ACA VÃ C Art. 11. A transferência de recursos financeiros aos municípios e de que trata esta esolução será feita sem necessidade de convênio, ajuste, acordo, contrato ou instrumento congênere. Art. 12. s recursos financeiros de que trata esta esolução serão creditados, mantidos e geridos em contas correntes específicas, a serem abertas pelo /C no Banco do Brasil /A. 1º As contas correntes abertas na forma estabelecida no caput deste artigo ficarão bloqueadas para movimentação até que o representante legal do município e do compareça à agência do Banco do Brasil onde a conta foi aberta e proceda à entrega e à chancela dos documentos necessários à sua movimentação, de acordo com as normas bancárias vigentes. 2º os termos do Acordo de Cooperação útua, firmado entre o /C e o Banco do Brasil /A, disponível no portal os municípios e o estarão isentos de pagamento de tarifas bancárias pela manutenção e movimentação das contascorrentes abertas nos termos desta esolução. 3º s recursos da conta corrente específica deverão ser destinados somente ao pagamento de despesas previstas no art. 2º desta esolução ou para aplicação financeira, e serão movimentados exclusivamente por meio eletrônico, no qual seja devidamente identificada a titularidade das contas correntes de fornecedores ou prestadores de serviços, beneficiários dos pagamentos realizados pelos municípios e pelo, conforme dispõe o ecreto nº 7.507/ º e a previsão para uso dos recursos transferidos for inferior a um mês, os recursos deverão obrigatoriamente ser aplicados em fundo de aplicação financeira de curto prazo ou em operação de mercado aberto, lastreada em títulos da dívida pública federal; se a previsão de uso for igual ou superior a um mês, esses recursos deverão ser, obrigatoriamente, aplicados em caderneta de poupança aberta especificamente para este fim. 5º As aplicações financeiras de que trata o parágrafo anterior deverão ser feitas obrigatoriamente na mesma conta corrente em que os recursos financeiros foram creditados pelo /C. 6º produto das aplicações financeiras deverá ser sempre creditado na conta corrente específica e aplicado exclusivamente em despesas previstas nesta esolução, ficando sujeito às mesmas condições de prestação de contas exigidas para os recursos transferidos. 7º A aplicação financeira em conta do tipo caderneta de poupança não desobriga os municípios e o de efetuarem as movimentações financeiras exclusivamente por intermédio da conta corrente aberta pelo /C e por meio eletrônico. 8º ndependentemente de autorização do titular da conta, o /C obterá junto ao Banco do Brasil /A e divulgará em seu portal na internet os saldos e extratos da referida conta corrente, inclusive os de aplicações financeiras, com a identificação do domicílio bancários dos respectivos fornecedores e prestadores de serviços, beneficiários dos pagamentos realizados. 9º É obrigação do município e do acompanhar os depósitos efetuados pelo /C na conta corrente específica, disponíveis para consulta no portal para possibilitar a execução tempestiva das despesas de que trata esta esolução. 10. É obrigação do município e do, nos termos dos arts. 1º, 2º, 3º, 7º e 8º da Lei no de 18 de novembro de 2011, dar publicidade aos recursos recebidos no âmbito desta esolução bem como à sua destinação, garantindo o acesso público a informações, previsto no inciso XXX do art. 5 º, no inciso do 3º do art. 37 e no 2º do art. 216 da Constituição ederal. 11. s recursos financeiros transferidos não poderão ser considerados pelo município e pelo para os fins do art. 212 da Constituição ederal. 12. eventual saldo de recursos financeiros, entendido como a disponibilidade financeira existente na conta corrente na data prevista para apresentação da prestação de contas ao /C, poderá ser reprogramado para utilização no exercício subsequente, apenas nas despesas previstas no art. 2º desta esolução. 13. /C informará às câmaras municipais ou à câmara legislativa do a transferência dos recursos para apoio financeiro suplementar à manutenção e desenvolvimento da educação infantil para o atendimento, em creches públicas ou conveniadas, de crianças de zero a 48 meses e famílias beneficiárias do rograma Bolsa amília e divulgará os repasses efetuados no portal e. g o v. b r. 14. Ao /C é facultado estornar ou bloquear, conforme o caso, valores creditados na conta corrente do município e do, mediante solicitação direta ao Banco do Brasil /A, nas seguintes hipóteses: - na ocorrência de depósitos indevidos; - por determinação do oder Judiciário ou requisição do inistério úblico; - se constatadas irregularidades na execução das ações. 15. e a conta corrente não tiver saldo suficiente para que se efetive o estorno ou o bloqueio de que trata o parágrafo anterior, o município e o ficarão obrigados a restituir os recursos ao - /C, no prazo de cinco dias úteis a contar do recebimento da notificação, na forma prevista nos 17 a 21, a seguir. 16. em prejuízo das demais sanções legais cabíveis e da obrigação de reparar os danos porventura existentes, em razão do não cumprimento das obrigações estabelecidas nesta esolução, os municípios e o deverão devolver ao os valores relativos à: a) não execução de parte ou de todo o objeto desta esolução; b) não apresentação da prestação de contas no prazo exigido; c) utilização dos recursos em finalidade diversa da estabelecida nesta esolução; d) na ocorrência de quaisquer irregularidades que caracterizem prejuízo ao erário. CCALZAÇÃ BA C ste documento pode ser verificado no endereço eletrônico pelo código As devoluções referidas nesta resolução deverão ser monetariamente atualizadas pelo índice do istema special de Liquidação e de Custódia (elic), até a data em que for realizado o recolhimento, e a quitação ou a suspensão da inadimplência se dará com a suficiência do valor recolhido, de conformidade com o istema ébito do ribunal de Contas da nião (C), disponível no endereço eletrônico eebito.faces. 18. As devoluções de recursos transferidos no âmbito desta esolução, independentemente do fato gerador que lhes deram origem, deverão ser efetuadas em agência do Banco do Brasil /A, mediante utilização da uia de ecolhimento da nião (), disponível no portal na qual deverão ser indicados o nome e o CJ do município ou do e: - os códigos no campo "nidade estora", no campo "estão", no campo "Código de ecolhimento" e no campo "úmero de eferência", se a devolução ocorrer no mesmo ano do repasse dos recursos; e - os códigos no campo "nidade estora", no campo "estão", no campo "Código de ecolhimento" e no campo "úmero de eferência", se a devolução ocorrer em exercício subseqüente ao do repasse dos recursos. 19. ara fins do disposto nos incisos e do parágrafo anterior, considera-se ano de repasse aquele em que se der a emissão da respectiva ordem bancária pelo /C, disponível no portal w w w. f n d e. g o v. b r. 20. s valores referentes às devoluções previstas nos incisos edo 18 deverão ser registrados no ic, onde deverá ser informado o número da autenticação bancária do comprovante de recolhimento. 21. ventuais despesas bancárias decorrentes das devoluções de valores ao /C correrão às expensas do depositante, não podendo ser consideradas como resultantes da execução financeira dos recursos para fins de prestação de contas. - A AÇÃ CA Art. 13. A prestação de contas dos recursos recebidos consiste na comprovação da execução da totalidade dos recursos recebidos como apoio financeiro suplementar à manutenção e ao desenvolvimento da educação infantil em creches públicas ou conveniadas com o poder público, para atender a crianças de zero a 48 meses que já estejam informadas no Censo scolar da ducação Básica e cujas famílias sejam beneficiárias do rograma Bolsa amília, incluindo os rendimentos financeiros, e deverá ser enviada ao Conselho do undeb pelos municípios e pelo até 30 de junho do ano subsequente ao repasse dos recursos, por meio do istema de estão de restação de Contas (ic) e na forma da esolução C/ nº 2 de 18 de janeiro de 2012 e alterações posteriores. 1º A prestação de contas referida no caput deverá ser obrigatoriamente acompanhada de parecer conclusivo sobre a execução físico-financeira dos recursos transferidos, emitido no ic pelo Conselho do undeb do município ou do. 2º A não apresentação da prestação de contas ou o cometimento de irregularidades na execução dos recursos recebidos assinalará ao responsável o prazo máximo de quarenta e cinco dias, contados da data da notificação, para a sua regularização ou devolução dos recursos recebidos ou impugnados, atualizados monetariamente, conforme o caso, sob pena de registro da inadimplência, da responsabilidade e do débito do órgão ou entidade e gestores nos cadastros do overno ederal. 3º As despesas realizadas na execução das ações previstas nesta resolução serão comprovadas mediante documentos fiscais originais ou equivalentes, na forma da legislação regulamentar à qual o órgão responsável pela despesa estiver sujeito, devendo os recibos, faturas, notas fiscais e quaisquer outros documentos comprobatórios ser arquivados em sua sede, ainda que utilize serviços de contabilidade de terceiros, pelo prazo de vinte anos a partir da aprovação da prestação de contas anual do /C pelo ribunal de Contas da nião referente ao exercício do repasse dos recursos, devendo estar disponíveis, quando solicitados, ao /C, aos órgãos de controle interno e externo e ao inistério úblico ou, quando for o caso, do julgamento da omada de Contas special. 4º /C publicará a posição do julgamento de suas contas pelo ribunal de Contas da nião no portal e. g o v. b r. 5º A não apresentação da prestação de contas ou o cometimento de irregularidades na execução dos recursos recebidos assinalará ao responsável o prazo máximo de quarenta e cinco dias, contados da data da notificação, para a sua regularização ou devolução dos recursos recebidos ou impugnados, atualizados monetariamente, conforme o caso, sob pena de registro da inadimplência, da responsabilidade e do débito do órgão ou entidade e gestores nos cadastros do overno ederal. 6º gestor responsável pela prestação de contas será responsabilizado civil, penal e administrativamente caso insira ou facilite a inserção de dados falsos, altere ou exclua indevidamente dados no ic com o fim de obter vantagem indevida para si ou para outrem ou para causar dano. 7º xpirado o prazo mencionado no caput deste artigo sem atendimento da notificação, o responsável será declarado omisso no dever de prestar contas pelo, adotará as medidas de exceção visando a recuperação dos créditos. Art. 14. A B/C emitirá, no ic, parecer técnico conclusivo acerca da adequação das ações previstas nesta esolução e da conformidade das despesas apresentadas na prestação de contas. Art. 15. Quando o município ou o não apresentar ou não tiver aprovada a sua prestação de contas por motivo de força maior ou caso fortuito deverá apresentar as devidas justificativas, acompanhadas de documentação comprobatória, ao /C. 1º Considera-se caso fortuito, dentre outros, a falta ou a não aprovação, no todo ou em parte, da prestação de contas, por dolo ou culpa do gestor anterior. 2º a falta de prestação de contas ou da sua não aprovação, no todo ou em parte, por culpa ou dolo do gestor anterior, as justificativas a que se refere o caput deste artigo deverão ser obrigatoriamente apresentadas pelo gestor que estiver no exercício do cargo, acompanhadas, necessariamente, de cópia autenticada de epresentação protocolada junto ao respectivo órgão do inistério úblico, para adoção das providências cíveis e criminais da sua alçada. 3º É de responsabilidade do gestor sucessor a instrução obrigatória da epresentação, nos moldes legais exigidos, a ser protocolada no inistério úblico com, no mínimo, os seguintes elementos: - qualquer documento disponível referente à transferência dos recursos; - relatório das ações empreendidas com os recursos transferidos; - qualificação do ex-gestor, inclusive com o endereço atualizado, se houver; V - documento que comprove a situação atualizada quanto à adimplência do município, do estado ou do perante o ; V - extratos bancários da conta corrente específica, inclusive os de aplicação no mercado financeiro, se houver, demonstrando a inexistência de recursos no período de gestão do autor da epresentação. 4º A epresentação de que trata o 2º deste artigo dispensa o gestor atual de apresentar ao /C as certidões relativas ao prosseguimento da medida adotada. 5º a hipótese de não serem apresentadas ou aceitas as justificativas de que trata este artigo, o /C adotará as medidas de exceção arrolando o gestor sucessor, na qualidade de coresponsável pelo dano causado ao erário, quando se tratar de omissão de prestação de contas cujo prazo para apresentação ao tiver expirado em sua gestão. 6º xcepcionalmente, as despesas realizadas pelo município ou pelo com pessoal poderão ser comprovadas mediante folha de pagamento, desde que esse documento permita estabelecer o vínculo entre a fonte dos recursos, o objeto da despesa, os pagamentos efetuados e os profissionais que os receberam. V - ACAHA CL CAL B A ALCAÇÃ C Art. 16. acompanhamento e o controle social sobre a transferência e aplicação dos recursos repassados no âmbito desta esolução serão exercidos, em âmbito municipal e distrital, pelos respectivos conselhos do undeb, previstos no art. 24 da Lei nº de 20 de junho de arágrafo único. s conselhos a que se refere o caput analisarão as prestações de contas dos recursos repassados à conta corrente específica e emitirão, em sistema específico, parecer conclusivo acerca da aplicação dos recursos. Art. 17. A fiscalização da aplicação dos recursos transferidos no âmbito desta esolução é de competência do /C, da B/C, do ribunal de Contas da nião (C) e do istema de Controle nterno do oder xecutivo ederal, mediante a realização de auditorias, de inspeção e de análise dos processos que originarem as prestações de contas, observado o cronograma de acompanhamento estabelecido pelos órgãos fiscalizadores. 1º /C realizará auditagem na aplicação dos recursos por sistema de amostragem, podendo, para tanto, requisitar o encaminhamento de documentos e demais elementos que julgar necessário, bem como realizar fiscalização in loco ou, ainda, delegar competência a outro órgão ou entidade pública para fazê-lo. 2º A fiscalização pelo /C, pela B/C e por todos os outros órgãos ou entidades envolvidos será deflagrada, em conjunto ou isoladamente, sempre que for apresentada denúncia formal de irregularidades no uso dos recursos. 3º Caberá ao, quando cientificado acerca de irregularidades na aplicação dos recursos transferidos no âmbito desta esolução, cuja ocorrência acarrete impacto direto sobre a conformidade financeira da prestação de contas, realizar ações de controle, observados os critérios específicos de definição das ações e cronograma de trabalho anual de sua unidade de Auditoria nterna; para tanto, poderá requisitar o encaminhamento de documentos e demais elementos que julgar necessários, bem como realizar fiscalização direta, isoladamente ou com a participação da B/C e da unidade técnica do responsável pela execução das ações no âmbito da Autarquia. V - A ÚCA Art. 18. Qualquer pessoa física ou jurídica poderá denunciar ao /C, à B/C, ao ribunal de Contas da nião, aos órgãos do istema de Controle nterno do oder xecutivo ederal ou ao inistério úblico irregularidades identificadas na aplicação dos recursos, contendo necessariamente: ocumento assinado digitalmente conforme n o -

103 º 94, sexta-feira, 17 de maio de exposição sumária do ato ou fato censurável, que possibilite sua perfeita determinação; e, - identificação do órgão da administração pública e do responsável por sua prática, bem como a data do ocorrido. 1º Quando a denúncia for apresentada por pessoa física, deverão ser fornecidos o nome legível, o endereço e cópia autenticada de documento que ateste a sua identificação. 2º Quando o denunciante for pessoa jurídica (partido político, associação civil, entidade sindical etc.), deverá encaminhar cópia de documento que ateste sua constituição jurídica e fornecer, além dos elementos referidos no parágrafo 1º deste artigo, o endereço da sede da representante. Art. 19. As denúncias encaminhadas ao /C deverão ser dirigidas à uvidoria, no seguinte endereço: - se por via postal, etor Bancário ul - Quadra 2 - Bloco - difício - Brasília, - C: se por meio eletrônico, [email protected]. V - ÇÕ A Art. 20. icam aprovados os Anexos e desta esolução, disponíveis no sítio do : Art. 21. icam revogadas as disposições em contrário, especialmente da esolução C/ nº 29 de 27 de julho de 2012 e da esolução C/ nº 39 de 24 de agosto de Art. 22. sta esolução entra em vigor na data de sua publicação no iário ficial da nião. J HQ A A AL CAÇÃ, CÊCA CLA ÂL AA o - 523, 16 A 2013 eitor do nstituto ederal de ducação, Ciência e ecnologia do riângulo ineiro, no uso de suas atribuições legais, conferida pelo ecreto residencial de 15/12/2011, publicado no de 16/12/2011, eção 2, ágina 2, e Lei nº de 29/12/2008, publicada no de 30/12/2008, resolve: - Alterar no Quadro de unções da ortaria -eitoria 690/2011 de 26/09/2011, publicada no de 28/09/2011 a função abaixo decorrente da substituição de função ou da redistribuição constante da ortaria inisterial nº 764 de 05/08/2009, de 07/08/2009 e/ou da ortaria inisterial nº 180 de 19/02/2010, de 22/02/2010: AÇÃ AÉ 16/05/2013 AÇÃ A A 16/05/2013 AÇÃ AA Código VA AÇÃ Código unção unção Coordenação de Área/Curso em letrotécnica - Campus tuiutaba -02 unção ratificada sta ortaria entra em vigor nesta data. AL CAÇÃ, CÊCA CLA AAZA AA o - 668, 15 A 2013 AL CAÇÃ, CÊCA CLA AAZA - A, no uso de suas atribuições legais e estatutárias que lhe conferem a ortaria C nº 1.370, de , LV: A a AA o /A, 02 JA 2013, que alterou a strutura rganizacional da ró-eitoria de esenvolvimento nstitucional desvinculando da iretoria de lanejamento o epartamento de ngenharia e a Coordenação de bras e erviços de ngenharia. JÃ A A AL CAÇÃ, CÊCA CLA A AA 16 A 2013 XCÍC AL CAÇÃ, CÊCA CLA A, no uso de suas atribuições legais, CA o disposto no ecreto nº 6.944, de 21 de agosto de 2009; C- A, ainda, o item 9.1 do dital nº 7/2011- eitoria/; e CA, por fim, o que consta no rocesso nº , de 13 de maio de 2013, L V : B L ALA CAA LAÇÃ VÃ A CAÇÃ AA o - 199, 13 A 2013(*) CÁ LAÇÃ VÃ A CAÇÃ, no uso da competência que lhe confere o ecreto nº 7.690, de 02 de março de 2012, tendo em vista o ecreto nº 5.773, de 9 de maio de 2006, e suas alterações, a ortaria ormativa C nº 40, de 12 de dezembro de 2007, republicada em 29 de dezembro de 2010, a nstrução ormativa C nº 3, de 23 de janeiro de 2013, e considerando o processo nº / e o arecer nº 71/2013-C///C, resolve: Art. 1 ica deferido parcialmente o pedido de aumento de vagas para os cursos de graduação em Administração, nfermagem, isioterapia e utrição, ministrado pela aculdade aurício de assau de Campina rande, localizada no unicípio de Campina rande, stado da araíba, mantida pelo nstituto Campinense de nsino uperior Ltda., conforme planilha anexa. Art. 2 sta ortaria entra em vigor na data de sua publicação. J AAÚJ A XLA AA A A AC AX o A, por mais 2 (dois) anos, a contar de 6 de junho de 2013, a vigência do rocesso eletivo implificado para contratação de rofessor ubstituto para atuar no ensino básico, na educação profissional de nível médio e no ensino superior, no Câmpus ossoró, referente ao dital nº 7/2011-eitoria/, de 18/04/2011, publicado no iário ficial da nião -... nº 75, de 19/04/2011, eção 3, páginas 34 e 35, cujo resultado foi homologado através do dital nº 13/2011, de 03/06/2011, publicado no... nº 107, de 06/06/2011, eção 3, páginas 45 e 46. XCÍC AL CAÇÃ, CÊCA CLA A, no uso de suas atribuições legais, CA o disposto no ecreto nº 6.944, de 21 de agosto de 2009; C- A, ainda, o item 9.1 do dital nº 8/2011- eitoria/; e CA, por fim, o que consta no rocesso nº , de 13 de maio de 2013, L V : o A, por mais 2 (dois) anos, a contar de 14 de junho de 2013, a vigência do rocesso eletivo implificado para contratação de rofessor ubstituto para atuar no ensino básico, na educação profissional de nível médio e no ensino superior, no Câmpus atal-central, referente ao dital nº 8/2011-eitoria/, de 18/04/2011, publicado no iário ficial da nião -... nº 75, de 19/04/2011, eção 3, página 35, cujo resultado foi homologado através do dital nº 14/2011, de 10/06/2011, publicado no... nº 113, de 14/06/2011, eção 3, páginas 40 e 41. WYLLY ABL AKA ABA AC CAÇÃ AA o - 107, 10 A 2013 A iretora-eral do nstituto acional de ducação de urdos, no uso de suas atribuições legais e, em face ao disposto no art. 48 do Anexo à ortaria C nº 323, de 08 de abril de 2009, resolve: Art. 1º A ortaria nº 148, de 5 de junho de 2012, publicada no iário ficial da nião de 8 de junho de 2012, passa a vigorar com as seguintes alterações: "Art. 2º... - ealizar o rograma acional de Certificação em roficiência em Libras e para a Certificação de roficiência em radução e nterpretação de Libras/Língua ortuguesa - rolibras, nos termos estabelecidos pela ortaria ormativa C nº 20, de 07 de outubro de lanejar a execução anual do rograma;..." () "Art. 5º A ireção eral do designará o Coordenador do grupo...." () Art. 2º ica prorrogado por doze meses contados de 7 de junho de 2013 o prazo para desenvolvimento das atividades do rupo de rabalho. arágrafo único. indo o prazo previsto no caput o rupo de rabalho deverá apresentar à ireção eral do e à residência do relatório de suas atividades, para que seja avaliado o cumprimento do objetivo disposto na ortaria nº 148, de 5 de junho de Art. 3º sta ortaria entra em vigor na data de sua publicação. LA AA A CHA tem rocesso Cód./nstituição unicípio/ Cód./Cursos Ato autorizativo em aditamento Vagas totais anuais após aditamento / (3879) aculdade aurício de assau de Campina rande Campina rande/b (100230) Administração econhecimento: ortaria nº 764, de 06/04/2011, de / 04 / / (3879) aculdade aurício de assau de Campina rande Campina rande/b (109881) nfermagem econhecimento: ortaria nº 133, de 27/07/2012, de /07/ / (3879) aculdade aurício de assau de Campina rande Campina rande/b (120641) isioterapia econhecimento: ortaria nº 38, de 19/04/2012, de 20/04/ / (3879) aculdade aurício de assau de Campina rande Campina rande/b (109586) utrição econhecimento: ortaria nº 51, de 28/05/2012, de 01/06/ (*) epublicada por ter saído no de , pág. 21, com incorreção no original. AA o - 200, 13 A 2013(*) CÁ LAÇÃ VÃ A CAÇÃ, no uso da competência que lhe confere o ecreto nº 7.690, de 02 de março de 2012, tendo em vista o ecreto nº 5.773, de 9 de maio de 2006, e suas alterações, a ortaria ormativa C nº 40, de 12 de dezembro de 2007, republicada em 29 de dezembro de 2010, a nstrução ormativa C nº 3, de 23 de janeiro de 2013, e considerando o processo nº / e o arecer nº 72/2013-C///C, resolve: Art. 1 ica deferido parcialmente o pedido de aumento de vagas para os cursos de graduação em Administração, Ciências Contábeis, egurança no rabalho e edagogia, ministrados pela aculdade aurício de assau de atal, localizada no unicípio de atal, stado do io rande do orte, mantida pela ociedade ducacional Carvalho omes Ltda., conforme planilha anexa. Art. 2 sta ortaria entra em vigor na data de sua publicação. J AAÚJ A ste documento pode ser verificado no endereço eletrônico pelo código ocumento assinado digitalmente conforme n o -

104 º 94, sexta-feira, 17 de maio de 2013 AX tem rocesso Cód./nstituição unicípio/ Cursos/Cód. Ato autorizativo em aditamento / (3853) aculdade aurício de assau de atal - AAL atal/ Administração econhecimento: (86379) ortaria nº 568, de 17/03/2011, de 21/03/ / (3853) aculdade aurício de assau de atal - AAL atal/ Ciências Contábeis (86222) enovação de econhecimento: ortaria nº 111, de 26/06/2012, de 28/06/ / (3853) aculdade aurício de assau de atal - AAL atal/ egurança no rabalho ( ) econhecimento: ortaria nº 41, de 14/02/2013, de 15/02/ / (3853) aculdade aurício de assau de atal - AAL atal/ edagogia econhecimento: (86224) ortaria nº 22, de 12/03/2012, de 16/03/2012 Vagas totais anuais após aditamento (*) epublicada por ter saído no de , págs. 21 e 22, com incorreção no original. ACH CÁ m 16 de maio de 2013 o A: ACLA ÁC Á H - A (1659) : C: / CÁ LAÇÃ VÃ A CAÇÃ, adotando como base as razões expostas na ota écnica //C n 310, de 2013, em atenção aos referenciais substantivos de qualidade expressos na legislação e nos instrumentos de avaliação dos cursos de graduação, e às normas que regulam o processo administrativo na Administração ública ederal, e com fundamento expresso nos art. 206, V, 209, e e 211, 1º, da Constituição ederal; no art. 46 da Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996; no art. 2º,, V e X, da Lei nº 9.784, de 29 de janeiro de 1999; e no Capítulo do ecreto nº 5.773, de 9 de maio de 2006, determina: 1. arquivamento do processo de supervisão nº / , com fundamento expresso no art. 49 do ecreto nº 5.773, de A revogação dos efeitos das medidas cautelares aplicadas ao curso de isioterapia (cód ) da ACLA ÁC Á H - A (1659), por meio do espacho nº 249, de 30 de novembro de 2011, publicado no iário ficial da nião em 5 de dezembro de eja a ACLA ÁC Á H - A (1659) notificada da publicação do presente espacho de arquivamento, nos termos do art. 28 da Lei nº 9.784, de CCALZAÇÃ BA C A: ACLA CÊCA CA ALCAA - ACA (2005) : C: / CÁ LAÇÃ VÃ A CAÇÃ, adotando como base as razões expostas na ota écnica //C n 311, de 2013, em atenção aos referenciais substantivos de qualidade expressos na legislação e nos instrumentos de avaliação dos cursos de graduação, e às normas que regulam o processo administrativo na Administração ública ederal, e com fundamento expresso nos art. 206, V, 209, e e 211, 1º, da Constituição ederal; no art. 46 da Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996; no art. 2º,, V e X, da Lei nº 9.784, de 29 de janeiro de 1999; e no Capítulo do ecreto nº 5.773, de 9 de maio de 2006, determina: 1. arquivamento do processo de supervisão nº / , com fundamento expresso no art. 49 do ecreto nº 5.773, de A revogação dos efeitos das medidas cautelares aplicadas ao curso de isioterapia (cód ) da ACLA CÊ- CA CA ALCAA - ACA (2005), por meio do espacho nº 249, de 30 de novembro de 2011, publicado no iário ficial da nião em 5 de dezembro de eja a ACLA CÊCA CA ALCA- A - ACA (2005) notificada da publicação do presente espacho de arquivamento, nos termos do art. 28 da Lei nº 9.784, de J AAÚJ A VA AL ALA AA o , 13 A 2013 eitor, em xercício, da niversidade ederal de Alfenas, usando de suas atribuições legais e tendo em vista o que consta do rocesso nº / , resolve: rorrogar pelo período de 04/06/2013 a 03/12/2013, a validade do rocesso eletivo para rofessor ubstituto, realizado através do dital nº 136/2012, cujo resultado foi homologado através do dital nº 182/2012, de 29/11/2012, publicado no de 05/12/2013, eção 3, fl. 89. VA AL CAA A C CÊCA CLA A A L A AA o - 29, 15 A 2013 iretor do Centro de Ciências e ecnologia Agroalimentar, da niversidade ederal de Campina rande, no uso de suas atribuições legais, com base na Cláusula 13.1, h e i, do dital de regão letrônico n.º 014/2012, na Lei n /02, Art. 7º, e o que consta no processo nº /13-00, resolve: Art. 1º- uspender temporariamente por 02 (dois) anos, a contar da publicação dessa portaria no iário ficial da nião, a mpresa CK /A - CJ: / , de participar de licitação e contratar com a Administração ública ederal. Art. 2º - sta ortaria entra em vigor a partir da data de sua publicação. B CL A QA VA AL AJBÁ AA o - 915, 14 A 2013 eitor da VA AL AJBÁ, no uso de suas atribuições legais, estatutárias e regimentais, tendo em vista a nstrução ormativa / nº 1, de 13 de junho de 2008, resolve: Art. 1º - nstituir, no âmbito da niversidade ederal de tajubá, o Comitê estor de egurança da nformação (C), com caráter Consultivo e ropositivo; Art. 2º - Compete ao Comitê estor de egurança da nformação - C: - laborar e revisar, periodicamente, a olítica de egurança da nformação e Comunicação (C) e normas relacionadas; - Assessorar a niversidade na implementação das ações de segurança da informação e comunicação. arágrafo Único: ara fins do disposto no inciso do art. 2º, caberá ao C submeter as proposições para aprovação do Comitê estor de ecnologia da nformação (C) da niversidade. Art. 3º - C será composto, pelos seguintes membros: - iretor de uporte a nformática; - Coordenador da área de nfraestrutura Computacional da iretoria de uporte a nformática (); - Coordenador da área de esenvolvimento de istemas da ; V - esponsável técnico pelo atacenter da niversidade; V - m representante da área Acadêmica de cada Campus indicado pelo C; V - m representante da área Administrativa de cada Campus indicado pelo C. 1º - s representantes de cada Campus, indicado pelo C, terão um mandato de 2 anos, com possibilidade de recondução. 2º - C será coordenado pelo iretor de uporte a nformática, o qual será, também, o estor de egurança da nformação e Comunicação. 3º - o caso de afastamentos ou impedimentos legais, os membros serão representados pelos seus respectivos substitutos ou adjuntos. Art. 4º - ncumbe ao estor de egurança da nformação e Comunicação: - romover cultura de segurança da informação e comunicação, através de ações planejadas da iretoria de uporte a nformática, alinhadas às diretrizes da C; - Acompanhar as investigações e as avaliações dos dados decorrentes de quebras de segurança da informação de que trata a C no ambiente nstitucional; - ropor recursos necessários às ações de segurança da informação e comunicação; V - irigir a equipe de tratamento de resposta a incidentes em redes computacionais; Art. 5º - A ecretaria do prestará o apoio administrativo ao Comitê estor de egurança da nformação - C. Art. 6º - sta ortaria entra em vigor na data de sua publicação. VA AL JZ A Ó-A C HA AA o - 567, 16 A 2013 A ró-eitora de ecursos Humanos da niversidade ederal de Juiz de ora, no uso de suas atribuições legais e as competências que lhe foram delegadas pelo agnífico eitor através da ortaria nº 115, de 07/02/2011, de 20/04/2012, ratificada pela ortaria nº 334, de 19/04/2012, de 20/04/2012, resolve: Homologar e tornar público o resultado do processo seletivo simplificado para contratação temporária de professor ubstituto, conforme ao abaixo discriminado: 1- dital nº. 15/ /CA/H - eleção de rofessor ubstituto CLÉ ALCAÇÃ JÃ XX eleção 18 - epto. de Ciências Humanas - rocesso nº / Classificação ome ota 1º ÂA A X A LVA ÇALV 9,4 2º ÂLA AA LVA A 8,8 3º AAA BA XA 8,3 4º ÉA AÁCA A LVA LVA 8,2 5º ÔCA A 8, eleção 20 - epto. de Ciências aturais - rocesso nº / Classificação ome ota 1º ALA CA Z 8,45 2º JL CA CAVALH C 8,00 sta ortaria entra em vigor na data de sua publicação. JACKL A AY VA AL JA C CLA CLA LÉCCA AA º 5.672, 16 A 2013 iretor da scola olitécnica, rofessor ricksson ocha e Almendra, do Centro de ecnologia da J, nomeado pela ortaria nº 576 de 08/02/10, publicada no nº 31, eção 2, de 17/02/10, resolve tornar público o resultado do processo seletivo aberto para contratação de professor substituto referente ao edital nº 49 de 21/03/13 publicado no nº 56, eção 3 de 22/03/13, divulgando o nome da candidata aprovada. epartamento de ngenharia ndustrial etorização: erência da rodução 1 - riscila de Jesus reitas into CK CHA ALA VA AL AA CAAA CAA Ã A AA VLV A AA o - 645, 16 A 2013 A iretora do epartamento de esenvolvimento de essoas da niversidade ederal de anta Catarina, no uso de suas atribuições, resolve: CA na ortaria nº 585//2013 de homologação de rocesso eletivo implificado do epartamento de eociências, publicada no iário ficial da nião em 13/05/2013, seção 1, pág. 27, onde se lê: "...média final 8,0...", leia-se "... média final 8,2. Ê LV A JÚ ste documento pode ser verificado no endereço eletrônico pelo código AB ALV ALA BA QA A ocumento assinado digitalmente conforme n o -

105 º 94, sexta-feira, 17 de maio de inistério da azenda AB ACH m 16 de maio de 2013 rocesso nº: / nteressados: stado do Amapá, B e Banco do Brasil /A. Assunto: Contrato de arantia a ser firmado entre a nião, o Banco acional de esenvolvimento conômico e ocial - B e o stado do Amapá, e Contrato de Vinculação de eceitas e de Cessão e ransferência de Crédito, em Contragarantia, a ser firmado entre a nião e o stado do Amapá, com a interveniência do Banco do Brasil /A, ambos relativos a Contrato de inanciamento, ediante Abertura de Crédito, firmado entre o stado do Amapá e o B, no valor de $ ,00 (novecentos e oitenta milhões de reais), no âmbito do. espacho: endo em vista as manifestações da ecretaria do esouro acional e da rocuradoria-eral da azenda acional, autorizo as contratações mediante o cumprimento das exigências legais. rocesso n o : / nteressados: stado do iauí e Banco do Brasil.A.. Assunto: Contrato de arantia a ser firmado entre a nião e o stado do iauí, com a interveniência do Banco do Brasil.A., e Contrato de Vinculação de eceitas e de Cessão e ransferência de Crédito, em Contragarantia, a ser firmado entre a nião e o stado do iauí, com a interveniência do Banco do Brasil.A., ambos vinculados à operação de crédito interno a ser contratada pelo stado do iauí com o Banco do Brasil.A., no âmbito do rograma ró-esenvolvimento do stado do iauí, no valor de $ ,00(quinhentos e noventa e nove milhões, novecentos e setenta e oito mil reais). espacho: endo em vista as manifestações da ecretaria do esouro acional e da rocuradoria-eral da azenda acional, e, com fundamento no art. 11 da ortaria 306, de 10 de setembro de 2012, deste inistério, autorizo, em caráter excepcional, as contratações mediante o cumprimento das exigências legais. rocesso n o : / nteressados: stado do Amapá, B e Banco do Brasil /A. Assunto: Contrato de arantia a ser firmado entre a nião, o Banco acional de esenvolvimento conômico e ocial - B e o stado do Amapá, e Contrato de Vinculação de eceitas e de Cessão e ransferência de Crédito, em Contragarantia, a ser firmado entre a nião e o stado do Amapá, com a interveniência do Banco do Brasil /A, ambos relativos a Contrato de inanciamento, ediante Abertura de Crédito, firmado entre o stado do Amapá e o B, no valor de $ ,91 (quatrocentos e quarenta e nove milhões, cento e oitenta e sete mil e vinte e um reais e noventa e um centavos), no âmbito do V. espacho: endo em vista as manifestações da ecretaria do esouro acional e da rocuradoria-eral da azenda acional, autorizo as contratações mediante o cumprimento das exigências legais. AA BAC BAL /A BB ACAÇÕ /A CJ: / LAÓ A AAÇÃ xercício encerrado em A BB eguros articipações.a. (BB eguros), com sede e foro na cidade de Brasília- e prazo de duração indeterminado, é uma subsidiária integral da recém criada BB eguridade articipações.a., que por sua vez, é subsidiária integral do Banco do Brasil.A., tendo como objeto social a participação em sociedades seguradoras, de capitalização, de entidades abertas de previdência complementar e que operam planos privados de assistência à saúde. seu capital social é de $ ,27 (três bilhões, cento e três milhões, duzentos mil, quinhentos e noventa e nove reais e vinte e sete centavos), dividido e representado por (duzentas e setenta e oito milhões, oitocentas e sessenta e duas mil, oitocentas e trinta e cinco) ações ordinárias nominativas, sem valor nominal, detidas, integralmente, pelo Banco do Brasil. o cumprimento das políticas do Banco do Brasil relativas a investimentos, a BB eguros detém, atualmente, participações nas empresas coligadas Brasilprev eguros e revidência.a. (Brasilprev), Brasilcap Capitalização.A. (Brasilcap), BB apfre H1 articipações.a. (H1), apfre BB H2 articipações.a. (H2) e ossa Caixa Capitalização.A. m , a BB eguros alienou a sua participação de 49% na apfre ossa Caixa Vida e revidência.a. para a B r a s i l p r e v. As sociedades controladas e coligadas da BB eguros complementam a atividade econômica do Conglomerado BB nos segmentos de eguros, revidência Aberta e Capitalização (eguridade). As receitas da BB eguros advêm, principalmente, de equivalência patrimonial. AÇÕ CA VÃ L ÓC A endo como premissa alinhar os retornos dos sócios com as contribuições efetivas de cada um aos diferentes negócios em seguridade e, principalmente, garantir a inexistência de sócios competidores, o Banco do Brasil.A. (Banco) iniciou, ainda em 2008, a revisão estratégica de suas parcerias. m , o Banco anunciou, em continuidade à reorganização societária de suas atividades de seguros, previdência aberta e capitalização, conforme informado ao mercado por meio dos atos elevantes divulgados em , , , , , , e , que foi autorizado o início de estudos no sentido de promover a constituição de uma sociedade com a denominação social de BB eguridade.a. ("BB eguridade"). endo assim, o Banco pretende: (i) consolidar, sob uma única sociedade, todas as atividades do Banco nos ramos de seguros, capitalização, previdência complementar aberta e atividades afins, incluindo quaisquer expansões futuras dessas atividades, no Brasil ou no exterior, orgânicas ou não; (ii) proporcionar ganhos de escala nessas operações; (iii) obter reduções de custos e despesas no segmento de seguridade; e (iv) ampliar a atuação da BB Corretora de eguros e Administradora de Bens.A. ("BB Corretora"), que passará a comercializar produtos de terceiros, naqueles ramos em que o BB não possui acordos de exclusividade com empresas parceiras, dentro e fora dos canais de distribuição do Banco. A BB eguridade, constituída como uma subsidiária integral do Banco, em , passou a deter, logo após sua constituição, as seguintes participações acionárias: a) 100% das ações de emissão da BB eguros articipações.a. ("BB eguros") que, por sua vez, detém participação nas seguintes sociedades: a.1) 74,99% do total das ações (sendo 49,99% ações ) de emissão da BB apfre H1 articipações.a., que atua no ramo de seguros de pessoas, em parceria com o rupo apfre; a.2) 50,00% do total das ações (sendo 49,00% ações ) de emissão da apfre BB H2 articipações.a., que atua no ramo de seguros patrimoniais, também em parceria com o rupo apfre; a.3) 74,995% do total das ações (sendo 49,99% ações ) de emissão da Brasilprev eguros e revidência.a., que atua no ramo de previdência, em parceria com a rincipal inancial roup; a.4) 66,66% do total das ações (com 49,99% ações ) de emissão da Brasilcap Capitalização.A., que atua no ramo de Capitalização, em parceria com a catu eguros.a. e a Cia de eguros Aliança da Bahia; a.5) 100% do total das ações (sendo 100% ações ) de emissão da ossa Caixa Capitalização.A., que atua no ramo de Capitalização. b) 100% das ações de emissão da BB Cor articipações.a. ("BB Cor"), que, por sua vez, deterá 100% de participação no capital social da BB Corretora. ermanece, ainda, a intenção da BB eguros em deter participação societária na empresa operadora de planos privados de assistência odontológica a ser criada em sociedade com a dontoprev, conforme Comunicado ao ercado de , e em deter participação acionária no capital social do B-Brasil e.a., conforme ato elevante de A CÁA A estrutura societária de seguridade do BB encerrou o exercício de 2012 com a seguinte configuração: 3. BB apfre H1 74,990% apfre 25,010% 3.1 apfre Vida 100,000% 3.2 Vida eguradora 3.3 Aliança do Brasil 100,000% 100,000% 4. apfre BB H2 50,000% apfre 50,000% ,000% 4.2 AB eguros 4.3 Brasilveículos 100,000% 100,000% 5. ossa Caixa Capitalização 100,000% Ao final do processo de reorganização societária da área de eguridade do BB, almeja-se a seguinte estrutura: BB A ACAÇÕ.A. % articipação (K) BB ACAÇÕ.A. 100% Coligadas % articipação (K) emais sócios % articipação 1. Brasilcap 66,660% catu Aliança da Bahia inoritários XLA AA A A AC 16,670% 15,800% 0,870% 2. Brasilprev 74,995% rincipal 25,005% 3. BB apfre H1 74,990% apfre 25,010% 3.1 eguradora 1 - Canal Bancário 100,000% 3.2 eguradora 2 - Canal Corretor 100,000% 4. apfre BB H2 50,000% apfre 50,000% 4.1 eguradora 3 - Canal Bancário 100,000% 4.2 eguradora 4 - Canal Corretor 100,000% 5. Brasildental¹?%² dontoprev?%* 6. B - Brasil esseguros?%² ¹ ome provisório de empresa a ser constituída ² articipação a ser definida ecursos Humanos e ateriais s recursos humanos utilizados pela BB eguros são constituídos exclusivamente por funcionários do quadro permanente do Banco e a cessão de pessoal, bem como o fornecimento de materiais e equipamentos necessários ao seu funcionamento, são regidos por convênio de rateio e ressarcimento de despesas e custos diretos e indiretos firmado com o Banco. esultado da BB eguros A BB eguros encerrou o exercício de 2012 com lucro líquido de $ mil, 36% inferior ao exercício de 2011, em função do registro contábil do ganho decorrente da parceria com a apfre no exercício de As eceitas peracionais totalizaram $ mil, oriundas do resultado obtido com participações nas coligadas e controladas, rendas de aplicações financeiras e outras receitas operacionais (variação monetária e dividendos). As espesas peracionais resultaram no total de $ mil. stão incluídas as despesas de pessoal, outras despesas administrativas, despesas tributárias e despesas financeiras. A BB eguros registrou $ mil de despesas com mposto de enda e Contribuição ocial no exercício de AÇÕ CÁB BALAÇ AAL m milhares de eais A V CCLA BB A ACAÇÕ.A. % articipação (K) BB ACAÇÕ.A. 100% Coligadas % articipação (K) emais sócios % articipação 1. Brasilcap 66,660% catu Aliança da Bahia inoritários 16,670% 15,800% 0,870% 2. Brasilprev 74,995% rincipal 25,005% Caixa e equivalentes de caixa (ota 6) Ativos por impostos correntes (ota 14.a) utros ativos (ota 7) Ã CCLA Ativos por impostos diferidos (ota 14.a) nvestimentos em participações societárias (ota 8.a) AL AV A V ste documento pode ser verificado no endereço eletrônico pelo código ocumento assinado digitalmente conforme n o -

106 º 94, sexta-feira, 17 de maio de 2013 CCLA ividendos a pagar (ota 9) assivos por impostos correntes (ota 14.d) utros passivos (ota 10) Ã CCLA assivos por impostos diferidos (ota 14.d) AÔ LÍQ Capital ocial (ota 13.a) eserva de Lucros (ota 13.b) utros esultados Abrangentes Acumulados (ota 13.c) Lucros ou prejuízos não apropriados (ota 13.d) AL AV As notas explicativas são parte integrante das demonstrações contábeis utras despesas administrativas (ota 11.b) (1.042) (853) espesas tributárias (ota 14.h) (24) (516) utras receitas/(despesas) operacionais (ota 11.c) Lucro antes das receitas e despesas financeiras esultado financeiro (ota 12) eceitas financeiras espesas financeiras ( ) (3.179) esultado antes do mposto de enda e Contribuição ocial mposto de enda e Contribuição ocial (ota 14.f) (28.629) (81.222) Lucro líquido AÇÃ LA XCÍC m milhares de eais xerc/2012 x e r c / eceitas peracionais esultado de participações em controladas e coligadas (ota 8.a) utras receitas/(despesas) operacionais espesas de pessoal (ota 11.a) (5.830) (5.293) úmero de ações Lucro por ação em ($) 3,42 5,31 AÇÃ LA ABA xerc/2012 x e r c / 2011 Lucro líquido (+) utros resultados abrangentes acumulados esultado abrangente do período As notas explicativas são parte integrante das demonstrações contábeis. AÇÃ A AÇÕ AÔ LÍQ V Capital ocial utros esultados Abrangentes Acumulados eservas de Lucros eserva Legal eservas statutárias Lucros ou (rejuízos) Acumulados não apropriados m milhares de eais o t a l CCALZAÇÃ BA C aldos em Aumento de Capital - A de 25 de fevereiro de Aumento de Capital - A de 29 de abril de Aumento de Capital - A de 30 de junho de Aumento de Capital - A de 22 de julho de utros esultados Abrangentes Acumulados Ajustes de Avaliação atrimonial Lucro Líquido do xercício estinações: eservas ( ) -- ividendos ($ 743,47 por lote de mil ações) ( ) ( ) utros (152) (152) aldos em utações do xercício aldos em utros esultados Abrangentes Acumulados Ajustes de Avaliação atrimonial Lucro Líquido do xercício estinações: eservas ( ) -- ividendos ($ 1.210,62 por lote de mil ações) ( ) ( ) aldos em utações do xercício ( ) As notas explicativas são parte integrante das demonstrações contábeis AÇÃ LX CAXA m milhares de eais xerc/2012 x e r c / 2011 utras variações ativas ( ) ( ) CAXA A/(LZA) LA AÇÕ ( ) LX CAXA V A AÇÕ Lucro antes do mposto de enda e Contribuição ocial Ajustes ao lucro antes do mposto de enda e Contribuição ocial esultado de participações em coligadas e controladas ( ) ( ) Lucro na alienação de participação societária (69.926) -- (anho)/perda de capital (86) 706 anho derivado com a parceria com a apfre -- ( ) utras perdas Lucro ajustado antes do mposto de enda e Contribuição ocial Variações atrimoniais Variação líquida em outros créditos líquidos de impostos diferidos Variação líquida de impostos correntes Variação líquida de impostos diferidos mposto de enda e Contribuição ocial pagos (20.766) (675) Variação líquida em outras obrigações LX CAXA V A AVA V ividendos recebidos de controladas e coligadas Aquisição de participação societária em coligada -- ( ) Alienação de investimentos CAXA A/(LZA) LA AVA V LX CAXA V A AVA ACA ntegralização de capital social ividendos pagos ( ) (53.630) CAXA A/(LZA) LA AVA ACA ( ) Variação líquida de caixa e equivalentes de caixa nício do exercício im do exercício Aumento/(redução) de caixa e equivalentes de caixa As notas explicativas são parte integrante das demonstrações contábeis. A XLCAVA À AÇÕ CÁB 1 - A BB eguros articipações.a. e suas perações A BB eguros articipações.a. é uma sociedade controlada pela BB eguridade articipações.a. (controlada direta do Banco do Brasil.A.), constituída em , a partir da cisão parcial do patrimônio do BB nvestimentos. Atualmente, detém participações societárias nas seguintes empresas: Brasilcap Capitalização.A., Brasilprev eguros e revidência.a., ossa Caixa Capitalização.A., e nas holdings de participação BB apfre H1 articipações.a. e apfre BB H2 articipações.a. em por objeto a prática de operações de participação em sociedades seguradoras, de capitalização, entidades abertas de previdência complementar e sociedades que operam planos de assistência à saúde. 2 - Aquisições, Vendas e eestruturações ocietárias Aumento de participação societária na Brasilprev eguros e revidência.a. (Brasilprev) ste documento pode ser verificado no endereço eletrônico pelo código m outubro de 2009, com a finalidade de redefinir os termos da parceria já existente no segmento de previdência complementar aberta, a BB eguros articipações.a. (BB eguros) e a rincipal inancial roup do Brasil Ltda. ( ou rincipal), com a anuência do Banco do Brasil.A., assinaram emorando de ntendimentos para a comercialização de produtos de previdência complementar aberta pelo período adicional de 23 anos. m abril de 2010, a BB eguros e a renovaram sua parceria estratégica para atuação no desenvolvimento e comercialização de produtos de previdência privada aberta no Brasil. entre as condições firmadas pelos sócios, estava o aumento da participação da BB eguros na Brasilprev para 74,995% do seu capital social, em contrapartida da exclusividade concedida à Brasilprev, pelo prazo de duração da parceria, para a comercialização de produtos de previdência privada aberta nos canais de distribuição do Banco do Brasil. acordo de parceria define que o modelo de gestão da empresa continua compartilhado entre os sócios. a mesma ocasião, a rincipal adquiriu a participação acionária de 4% do capital social total da Brasilprev detida pelo erviço Brasileiro de Apoio às icro e equenas mpresas (ebrae). strutura societária da Brasilprev: Ações rdinárias Ações referenciais o t a l % º de ações % º de ações % º de ações rincipal 50, , BB eguros 49, , , o t a l 100, , , Adicionalmente, em 19 de dezembro de 2011, a apfre Brasil articipações, a BB eguros articipações e Brasilprev eguros e revidência celebram contrato de alienação de ações da apfre ossa Caixa Vida e revidência (CV). oi estabelecido no acordo a compra de 100% das ações da CV pela Brasilprev, com 49% das ações detidas pela BB eguros e 51% de ações detidas pela participação da apfre. acordo foi finalizado em 31 de julho de ocumento assinado digitalmente conforme n o -

107 º 94, sexta-feira, 17 de maio de , e os valores finais resultaram no pagamento de $ mil e lucro antes de impostos no montante de $ mil (nota 11. c ). Alienação da Brasilsaúde m maio de 2010, a BB eguros e a ul América eguro aúde.a. (A aúde) assinaram Contrato de Compra e Venda para a aquisição pela A aúde da totalidade das ações detidas pela BB eguros (49,67% do capital social total) na Brasilsaúde Companhia de eguros. m , após aprovação pela Agência acional de aúde (A), a operação foi concluída pelo montante de $ mil. aldos patrimoniais e resultados: $ mil Ativo assivo atrimônio Liquido esultado contábil até a data da alienação (2.247) atrimônio líquido ajustado da Brasilsaúde Valor do investimento no rupo (49,67%) Valor recebido na venda esultado bruto na alienação Aumento de participação societária na Brasilveículos m outubro de 2010, a BB eguros, por meio de sua subsidiária BB Aliança V articipações, adquiriu a participação de 30% detida pela ul América Companhia acional de eguros (ulamérica) no capital social da Brasilveículos, passando a exercer o controle da companhia. objetivo consolidar a aliança estratégica na área de seguros com um único parceiro, sem a existência de outro sócio concorrente. eorganização societária - Brasilveículos m outubro de 2010, após a aprovação pela uperintendência de eguros rivados (), a controlada BB Aliança V articipações.a. (BB Aliança V), subsidiária integral da BB eguros, adquiriu, pelo montante de $ mil, a totalidade da participação societária detida pela ul América Companhia acional de eguros (ul América) na Brasilveículos Companhia de eguros (Brasilveículos), nos termos do contrato de compra e venda firmado em maio de 2010 e respectivo aditivo. ssa aquisição representou para a BB eguros uma combinação de negócios realizada em etapas. e acordo com o CC 15, em uma combinação de negócios realizada em etapas, a adquirente deve remensurar a sua participação patrimonial detida anteriormente na adquirida ao seu valor justo na data de aquisição e reconhecer no resultado o respectivo ganho ou perda. sses procedimentos resultaram em um ganho de $ mil reconhecido em utras receitas operacionais, conforme demonstrado a seguir: $ mil Valor justo da participação detida Valor contábil da participação detida ( ) anho sobre a participação detida mpostos diferidos ( ) anho líquido $ mil Valor pago Valor justo da participação detida o t a l Ativos líquidos identificados oodwill m novembro de 2010, a BB eguros aumentou o capital social da BB Aliança V no montante de $ mil. A forma de integralização ocorreu por meio da conferência à BB Aliança V de ações ordinárias e nominativas que representam 70% do capital social da Brasilveículos. Assim, a BB Aliança V passou a deter a participação de 100% do capital social total da Brasilveículos, conforme demonstrado a seguir: XLA AA A A AC osição Anterior à egociação osição Após a egociação Ações Ações Ações Ações BB eguros articipações 40% 100% - -.A. BB Aliança V % 100% ul América 60% Aumento de participação societária na Brasilcap Capitalização m janeiro de 2011, a BB eguros firmou Contrato de Compra e Venda de Ações para aquisição da totalidade da participação acionária (16,67%) detida pela ul América Capitalização.A. (ulacap) na Brasilcap. negócio foi efetivado em julho de 2011, e a participação da BB eguros passou de 49,99% para 66,66%, todavia ainda permaneceu o exercício compartilhado de controle. Valores envolvidos no aumento de participação na Brasilcap: $ mil Brasilcap reço pago pela aquisição das ações Valor do patrimônio líquido correspondente a 16,67% Valor do ágio gerado pela aquisição arceria com a apfre m maio de 2010, a BB eguros e o rupo egurador apfre (apfre) celebraram Acordo de arceria para a formação de aliança estratégica, nos segmentos de seguros de pessoas, ramos elementares e veículos, pelo prazo de 20 anos. Com base nesse Acordo, desde junho de 2011 a BB eguros e a apfre passaram a atuar de forma integrada. oram constituídas duas holdings com personalidades jurídicas de direito privado: BB apfre H1 articipações.a. (H1), cujo ramo de atuação agrega seguros de pessoas, imobiliário e agrícola, e a apfre BB H2 articipações.a. (H2), com foco em seguros de ramos elementares e veículos. As sociedades apresentam a seguinte configuração societária: BB apfre H1 articipações.a. apfre BB H2 articipações.a. % do Capital % % % do Capi- % % otal tal otal BB eguros 74,99 49,99 100,0 50,00 49,00 51,00 apfre 25,01 50,01-50,00 51,00 49,00 A integralização de capital na H1 pela BB eguros e apfre incluiu a transferência da totalidade das ações das seguradoras Companhia de eguros Aliança do Brasil, apfre Vera Cruz Vida e revidência.a. e Vida eguradora.a., bem como das holdings BB Aliança articipações.a. e apfre articipações Ltda. a H2, houve a versão dos controles nas seguradoras Aliança do Brasil eguros.a., Brasilveículos Companhia de eguros, apfre Vera Cruz eguradora.a. e apfre iscos speciais eguradora.a., além da holding BB Aliança ev articipações.a. e da apfre Assistência.A. Com a finalidade de equalizar a participação acionária pretendida nas duas holdings criadas em decorrência do Acordo, a BB eguros integralizou capital no valor de $ mil. processo de desconsolidação dos negócios contribuídos e o reconhecimento da nova participação a valor justo foram reconhecidos conforme normas contábeis vigentes, as quais estabelecem que ao aplicar as contribuições não monetárias em troca de uma participação patrimonial, um investidor pode reconhecer no resultado do exercício a parcela de um ganho ou perda limitado às participações patrimoniais atribuíveis aos outros investidores. sses procedimentos resultaram em um ganho de $ mil reconhecido em utras receitas operacionais, conforme demonstrado a seguir: $ mil BB apfre apfre BB o t a l H1 H2 Valor justo dos ativos líquidos das holdings constituídas Valor contábil dos ativos líquidos contribuídos ( ) ( ) ( ) liminação de ganhos não realizados ( ) ( ) anho na formação das holdings mpostos ( ) (33.219) ( ) feitos via equivalência patrimonial, líquido ( ) (73.376) de impostos anho líquido na formação das holdings (71.193) s ativos intangíveis identificados vêm sendo amortizados em consonância com a vida útil definida no estudo de alocação do preço pago elaborado por empresa especializada e independente, a qual representa, em média, 20 anos. s efeitos da constituição dos ativos intangíveis identificados e suas respectivas amortizações estão contemplados de forma líquida no resultado de equivalência patrimonial das holdings H1 e H2. edução do Capital na BB apfre H1 articipações.a. m , os acionistas da BB apfre H1 articipações.a. deliberaram sobre a redução do capital social da companhia no valor de $ mil, restituindo aos acionistas os valores devidos na proporção de sua participação (74,99% à BB eguros articipações.a. e 25,01% à apfre Brasil articipações.a.), sem redução no número de ações emitidas. A redução de capital pautou-se em estudos de projeção de suficiência de capital nas seguradoras controladas pela BB apfre H1 articipações.a., os quais indicaram excesso de solvência, justificando a redução de seu capital. Aporte de capital na apfre BB H2 articipações.a. m , os acionistas da apfre BB H2 articipações.a. deliberaram sobre o aumento de capital da companhia no valor de $ mil, por meio da emissão de ações nominativas e sem valor nominal, subscritas naquela data e integralizadas na proporção da participação societária de cada acionista. Coube à BB eguros articipações.a. o aporte de $ mil na empresa. 3 - Apresentação das emonstrações Contábeis a) eclaração de Conformidade As demonstrações contábeis referentes aos exercícios encerrados em e foram elaboradas em conformidade com as práticas contábeis adotadas no Brasil, incluindo os pronunciamentos e interpretações emitidos pelo Comitê de ronunciamentos Contábeis - CC. stas demonstrações contábeis foram aprovadas e autorizadas para emissão pela iretoria da BB eguros articipações.a. em b) Apresentação e elaboração das demonstrações contábeis BB eguros articipações aplicou as regras do CC 37 - Adoção nicial das ormas nternacionais de Contabilidade - na preparação do balanço de abertura em , data de transição para a adoção integral dos CCs. As entidades pertencentes à BB eguros prepararam anteriormente suas demonstrações contábeis de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil aplicáveis às sociedades supervisionadas pela usep (usep AA). ais práticas contábeis são consideradas "AA anterior" com a finalidade de aplicar as regras de transição para os pronunciamentos contábeis emitidos pelo CC. Algumas práticas contábeis usadas pela BB eguros no balanço de abertura em CC são diferentes das práticas contábeis aplicadas em usep AA e em B AA. s respectivos ajustes decorrem de eventos e transações anteriores à data de transição para os CCs. Como é requerido pelo CC 37, foram reconhecidos diretamente em conta de patrimônio líquido. sso decorre da regra geral do CC 37, que determina que os CCs vigentes na data da primeira divulgação em CC devem ser aplicados retrospectivamente. Há exceções e isenções opcionais à regra geral de aplicação retrospectiva previstas pelo CC 37, relacionadas a seguir: b.1) senções obrigatórias para aplicação retrospectiva CC 37 proíbe a aplicação retrospectiva de certos pronunciamentos em algumas áreas em que, particularmente, a aplicação retroativa pudesse requerer o julgamento da Administração sobre condições do passado e após o conhecimento de transações já ocorridas. A BB eguros observou as exceções na elaboração e divulgação das primeiras demonstrações contábeis em conformidade com os pronunciamentos emitidos pelo CC, com destaque para: Baixa de ativos e passivos financeiros - Ativos e passivos financeiros devem ser reconhecidos e mensurados no balanço de abertura em CC de acordo com o CC 38, vigente na data da divulgação. ssa isenção obrigatória não foi aplicada, pois não havia efeitos significativos sob o AA anterior. Contabilização de cobertura (hedge) - Ao adotar os CCs pela primeira vez, a BB eguros deve (i) mensurar todos os derivativos a valor justo, e (ii) eliminar todas as perdas ou ganhos diferidos relativos a derivativos que foram apresentados sob o AA anterior como se fossem ativos e passivos. e acordo com a CC 38, uma relação de hedge somente se qualifica como hedge accounting se alguns critérios restritivos forem satisfeitos, como é o caso da designação adequada e total, mediante documentação da efetividade no início do hedge. a data de transição, a BB eguros não possuía itens qualificados como hedge accounting. stimativas - As estimativas adotadas pela BB eguros foram reavaliadas na data da transição para fins de adequação aos pronunciamentos emitidos pelo CC. m certos casos, foram feitos ajustes para refletir diferença de prática contábil, mais notadamente em relação à provisão complementar de prêmios e o diferimento das receitas de títulos de capitalização de pagamento único. b.2) senções opcionais CC 37 permite que a BB eguros adote, na elaboração e divulgação inicial das demonstrações contábeis em conformidade com as normas internacionais de contabilidade, algumas isenções opcionais à regra geral de aplicação retrospectiva de requerimentos em áreas nas quais o custo de geração de informações possa exceder os benefícios aos usuários das demonstrações contábeis. A BB eguros adotou a isenção apresentada a seguir: Contratos de seguros - a primeira adoção dos CCs, podese aplicar as disposições transitórias constantes no CC 37. b.3) econciliação do patrimônio líquido e resultado entre o AA e B AA m observância ao previsto no CC 23 - olíticas Contábeis, udança de stimativa e etificação de rro, foram promovidos ajustes retrospectivos nos saldos de 31 de dezembro de 2011 e no balanço de abertura de s ajustes foram os relacionados a seguir: $ mil atrimônio líquido apurado em usep AA Ajustes de B AA ormação das sociedades holdings H1 e H2 (i) anho Baixa de ágios ( ) -- Alocação do preço de compra Combinação de negócios (ii) nvestimentos avaliados por equivalência patrimonial (iii) (19.226) utros ajustes mpostos sobre os ajustes de B AA (iv) ( ) ( ) atrimônio líquido apurado em B AA $ mil xercíc i o / Lucro líquido apurado em usep AA Ajustes de B AA ormação das sociedades holdings H1 e H2 (i) anho Baixa de ágios ( ) Alocação do preço de compra Combinação de negócios - ste documento pode ser verificado no endereço eletrônico pelo código ocumento assinado digitalmente conforme n o -

108 º 94, sexta-feira, 17 de maio de 2013 nvestimentos avaliados por equivalência patrimonial (iii) (9.456) utros ajustes (573) mpostos sobre os ajustes de B AA (iv) (84.504) Lucro líquido apurado em B AA i) ormação das sociedades holdings BB apfre H1 e apfre BB H2 egundo as práticas contábeis adotadas no Brasil, essa transação foi registrada como uma troca de participações societárias considerando o valor contábil dos patrimônios líquidos contribuídos e recebidos. ara fins de equalização dessa parceria, houve o aporte de recursos oriundos do rupo no valor de $ 332 milhões. As participações societárias recebidas na formação da parceria com a apfre são registradas a valor justo, sendo que o valor contábil dos ativos contribuídos pela BB eguros, incluindo qualquer ágio, são baixados e o resultado da transação é reconhecido na proporção da participação societária da apfre nas novas sociedades constituídas. ii) Aquisição de controle da Brasil Veículos Conforme descrito na ota 2, o valor refere-se à aquisição da totalidade das ações da Brasil Veículos pela BB eguros. iii) nvestimentos avaliados por equivalência patrimonial s ajustes apresentados nessa categoria refletem os efeitos líquidos da reconciliação do patrimônio líquido e do lucro líquido dos investimentos em participações societárias avaliados por equivalência patrimonial, apurados em conformidade com as práticas contábeis adotadas no Brasil. As diferenças de práticas contábeis ocorrem, essencialmente, nas entidades autorizadas a operar pela usep. As principais diferenças de práticas contábeis entre as normas brasileiras aplicáveis às entidades autorizadas a funcionar pela usep e as normas internacionais de contabilidade são apresentadas a s e g u i r. CCALZAÇÃ BA C $ mil Ajustes atrimônio líquido Lucro líquido atrimônio líquido eversão de rovisão Complementar de rêmios (C) iferimento de receitas e despesas - Capitalização (67.927) (32.197) (35.730) iferimento de impostos - asep/cofins Capitalização utros ajustes (1.458) -- mpostos sobre os ajustes o t a l (9.456) (19.226) iv) mpostos sobre os ajustes das práticas contábeis adotadas no Brasil sses ajustes decorrem da aplicação das alíquotas de imposto de renda e contribuição social sobre os ajustes de conversão das demonstrações contábeis elaboradas em conformidade com as práticas contábeis adotadas no Brasil para as entidades supervisionadas pela uperintendência de eguros rivados -. c) ispensa de Consolidação endo em vista que o controlador imediato, BB eguridade articipações.a., e também o controlador final, Banco do Brasil.A., disponibilizam ao público suas demonstrações consolidadas incluindo a BB eguros e suas investidas, a BB eguros optou por não apresentar demonstrações contábeis consolidadas em conformidade com o CC 36 - emonstrações Consolidadas. d) Continuidade A Administração avaliou a habilidade da empresa operar normalmente e está convencida de que a BB eguros possui recursos para dar continuidade a seus negócios no futuro. Adicionalmente, a Administração não tem conhecimento de nenhuma incerteza material que possa gerar dúvidas significativas sobre a sua capacidade de continuar operando. Assim, as demonstrações contábeis foram preparadas com base no pressuposto de continuidade. e) Bases de mensuração dos ativos e dos passivos stas demonstrações contábeis foram preparadas utilizando o custo histórico como base de mensuração, exceto para os seguintes itens: (i) ativos e passivos financeiros designados ao valor justo por meio do resultado; e (ii) ativos financeiros disponíveis para venda, os quais foram mensurados a valor justo. f) oeda funcional e de apresentação As demonstrações contábeis são apresentadas em eais ($), a moeda funcional e de apresentação da BB eguros. xceto quando indicado de outra forma, as informações financeiras quantitativas são apresentadas em milhares de eais ($ mil). A BB eguros não realizou operações em moeda estrangeira. 4 - rincipais ráticas Contábeis As políticas contábeis adotadas pela BB eguros são aplicadas de forma consistente nos exercícios apresentados nestas demonstrações contábeis e de maneira uniforme. a) econhecimento de eceitas e espesas As receitas e despesas são registradas de acordo com o regime de competência. As operações formalizadas com encargos financeiros pós-fixados estão registradas pelo valor atualizado pelo critério pro rata die, com base na variação dos respectivos indexadores pactuados e as operações com encargos financeiros pré-fixados estão registradas pelo valor de resgate, retificadas por conta de rendas a apropriar ou despesas a apropriar correspondentes ao período futuro. As receitas de investimentos em participações societárias oriundas da aplicação do método da equivalência patrimonial para avaliação dos investimentos em participações societárias são reconhecidas na proporção da participação acionária detida pela BB eguros nos resultados gerados pelas investidas. b) Caixa e quivalentes de Caixa ste documento pode ser verificado no endereço eletrônico pelo código Caixa e equivalentes de caixa abrangem as disponibilidades e os investimentos imediatamente conversíveis em caixa, sujeitos a um risco insignificante de mudança no valor. c) nstrumentos financeiros A BB eguros classifica os instrumentos financeiros de acordo com a natureza e sua intenção em relação ao instrumento. odos os ativos e passivos financeiros são inicialmente reconhecidos na data de negociação, isto é, a data em que a BB eguros se torna parte das disposições contratuais do instrumento. A classificação dos ativos e dos passivos financeiros é determinada na data do reconhecimento inicial. odos os instrumentos financeiros são mensurados inicialmente ao valor justo acrescido do custo da transação, exceto nos casos em que os ativos e passivos financeiros são registrados ao valor justo por meio do resultado. As políticas contábeis aplicadas a cada classe de instrumentos financeiros são apresentadas a seguir. c.1) Ativos financeiros ao valor justo por meio do resultado - s instrumentos financeiros são classificados nesta categoria caso sejam mantidos para negociação na data de originação ou aquisição, ou sejam assim designados pela Administração durante o reconhecimento inicial. m ativo financeiro é classificado como mantido para negociação se: (i) for adquirido principalmente para ser vendido no curto prazo; ou (ii) por ocasião do reconhecimento inicial, fizer parte de uma carteira de instrumentos financeiros identificados que sejam administrados em conjunto e para os quais há evidência de um padrão real recente de obtenção de lucros no curto prazo. A BB eguros somente designa um instrumento financeiro ao valor justo por meio do resultado durante o reconhecimento inicial quando os seguintes critérios são observados: (i) a designação elimina ou reduz significativamente o tratamento inconsistente que ocorreria na mensuração dos ativos e passivos ou no reconhecimento dos ganhos e perdas correspondentes em formas diferentes; ou (ii) os ativos e os passivos são parte de um grupo de ativos financeiros, passivos financeiros ou ambos, os quais são gerenciados e com seus desempenhos avaliados com base no valor justo, conforme uma estratégia documentada de gestão de risco ou de investimento. ão é possível realizar transferências de ativos financeiros classificados nessa categoria para outras, à exceção de ativos financeiros não-derivativos mantidos para negociação, os quais podem ser reclassificados após o reconhecimento inicial quando: (i) em raras circunstâncias, o instrumento financeiro não for mais mantido com o propósito de venda no curto prazo; ou (ii) ele satisfizer a definição de um empréstimo e recebível, e se a mpresa tiver a intenção e habilidade de manter o ativo financeiro por um prazo futuro ou até o seu vencimento. s instrumentos financeiros registrados nessa categoria são reconhecidos inicialmente ao valor justo e os seus rendimentos (juros e dividendos) são apropriados como receita de juros. s custos de transação, quando incorridos, são reconhecidos imediatamente na emonstração do esultado do xercício. anhos e perdas realizados e não realizados em função das variações de valor justo desses instrumentos são incluídos em ganhos/(perdas) líquidos sobre ativos/passivos financeiros ao valor justo por meio do resultado. s ativos financeiros registrados nessa categoria referem-se a títulos e valores mantidos com o propósito de negociação. c.2) Ativos financeiros disponíveis para venda - A BB eguros classifica como ativos financeiros disponíveis para venda os títulos e valores mobiliários quando, no julgamento da Administração, puderem ser vendidos em resposta ou em antecipação a mudanças nas condições de mercado ou não sejam classificados como (i) empréstimos e recebíveis, (ii) investimentos mantidos até o vencimento, ou (iii) ativos financeiros ao valor justo por meio do resultado. sses títulos e valores mobiliários são inicialmente contabilizados ao valor justo, incluindo os custos diretos e incrementais de transação. A mensuração subsequente desses instrumentos também é registrada ao valor justo. s ganhos ou perdas não realizados (líquidos dos tributos incidentes) são registrados em componente separado do patrimônio líquido (outros resultados abrangentes acumulados) até a sua alienação. s rendimentos (juros e dividendos) desses ativos são apropriados como receita de juros. s ganhos e perdas realizados na alienação de ativos financeiros disponíveis para venda são contabilizados como ganhos/(perdas) sobre ativos financeiros disponíveis para venda, na data da alienação. correndo reclassificação de ativos financeiros disponíveis para venda para a categoria negociação, os ganhos ou perdas não realizados até a data da reclassificação, que se encontram registrados em utros resultados abrangentes acumulados, são transferidos imediatamente para o resultado do período. s ativos financeiros disponíveis para a venda são avaliados para fins de determinação de seus valores recuperáveis conforme discutido na seção "edução ao valor recuperável de instrumentos financeiros - mparidade". As perdas por redução ao valor recuperável desses instrumentos financeiros são reconhecidas na emonstração do esultado, em anhos/(perdas) sobre ativos financeiros disponíveis para venda, e baixadas dos valores registrados em utros resultados abrangentes acumulados. c.3) Ativos financeiros mantidos até o vencimento - s ativos financeiros para os quais a BB eguros tem a firme intenção e capacidade financeira comprovada para mantê-los até o vencimento são classificados como ativos financeiros mantidos até o vencimento e são inicialmente contabilizados ao valor justo, incluindo os custos incrementais de transação. sses instrumentos financeiros são mensurados subsequentemente ao custo amortizado. s juros, incluindo os ágios e deságios, são contabilizados em eceita de juros de ativos financeiros mantidos até o vencimento. m conformidade com o CC 38, a BB eguros não classifica nenhum ativo financeiro como mantido até o vencimento se tiver, durante o exercício social corrente ou durante os dois exercícios sociais precedentes, vendido ou reclassificado mais do que uma quantia insignificante de investimentos mantidos até o vencimento antes do vencimento, que não seja por vendas ou reclassificações que: (i) estejam tão próximos do vencimento ou da data de compra do ativo financeiro que as alterações na taxa de juros do mercado não teriam efeito significativo no valor justo do ativo financeiro; (ii) ocorram depois que a BB eguros tiver substancialmente recebido todo o capital original do ativo financeiro por meio de pagamentos programados ou de pagamentos antecipados; ou (iii) sejam atribuíveis a um acontecimento isolado que esteja fora do controle da entidade, não seja recorrente e não tenha podido ser razoavelmente previsto pela entidade. empre que as vendas ou reclassificações de mais de uma quantia insignificante de investimentos mantidos até o vencimento não satisfizerem nenhuma das condições mencionadas anteriormente, qualquer investimento mantido até o vencimento remanescente deve ser reclassificado como disponível para venda. c.4) eterminação do valor justo - Valor justo é a quantia pela qual um ativo pode ser trocado, ou um passivo liquidado, entre partes conhecedoras e dispostas a isso numa transação sem favorecimento. valor justo de instrumentos financeiros negociados em mercados ativos na data-base do balanço é baseado no preço de mercado cotado ou na cotação do preço de balcão (preço de venda para posições compradas ou preço de compra para posições vendidas), sem nenhuma dedução de custo de transação. as situações em que não existe um preço de mercado para um determinado instrumento financeiro, a BB eguros estima o seu valor justo com base em métodos de avaliação comumente utilizados nos mercados financeiros, adequados às características específicas do instrumento e que capturam os diversos riscos aos quais está exposto. étodos de valorização incluem: o método do fluxo de caixa descontado, comparação a instrumentos financeiros semelhantes para os quais exista um mercado com preços observáveis, modelo de precificação de opções, modelos de crédito e outros modelos de valorização conhecidos. s referidos modelos são ajustados para capturar a variação dos preços de compra e venda, o custo de liquidação da posição, para servir como contrapartida das variações de crédito e de liquidez e, principalmente, para suprir as limitações teóricas inerentes aos modelos. s modelos internos de precificação podem envolver algum nível de estimativa e julgamento da Administração cuja intensidade dependerá, entre outros fatores, da complexidade do instrumento financeiro ċ.5) assivos financeiros - m instrumento é classificado como passivo financeiro quando existe uma obrigação contratual de a sua liquidação ser efetuada mediante a entrega de dinheiro ou de outro ativo financeiro, independentemente de sua forma legal. assivos financeiros incluem dívidas emitidas de curto e de longo prazos que são inicialmente mensurados ao valor justo, que é o valor recebido líquido dos custos incorridos na transação e, subsequentemente, ao custo amortizado. s passivos financeiros mantidos para negociação e aqueles designados pela Administração como ao valor justo por meio do resultado são registrados no Balanço atrimonial ao valor justo. Quando um passivo financeiro existente é substituído por outro do mesmo credor em termos substancialmente diferentes, ou os termos do passivo existente são substancialmente modificados, a troca ou modificação é tratada como uma baixa do passivo original e o reconhecimento de um novo passivo, e a diferença no valor contábil é reconhecida no resultado do exercício. d) Baixa de ativos financeiros e de passivos financeiros d.1) Ativos financeiros - m ativo financeiro é baixado quando (i) os direitos contratuais relativos aos respectivos fluxos de caixa expirarem; (ii) a mpresa transferir para terceiros a maioria dos riscos e benefícios associados à operação; ou (iii) quando o controle sobre o ativo é transferido, mesmo a BB eguros articipações.a. tendo retido parte dos riscos e benefícios associados à sua detenção. s direitos e obrigações retidos na transferência são reconhecidos separadamente como ativos e como passivos, quando apropriado. e o controle sobre o ativo é retido, a BB eguros articipações.a. continua a reconhecê-lo na extensão do seu envolvimento contínuo, que é determinado pela extensão em que ele permanece exposto a mudanças no valor do ativo transferido. d.2) assivos financeiros - m passivo financeiro é baixado quando a respectiva obrigação é eliminada, cancelada ou prescrita. e um passivo financeiro existente é substituído por outro do mesmo credor em termos substancialmente diferentes, ou os termos do passivo existente são substancialmente modificados, tal modificação é tratada como uma baixa do passivo original e o reconhecimento de um novo passivo, e a diferença entre os respectivos valores contábeis é reconhecida no resultado. e) edução ao valor recuperável de ativos financeiros - mparidade Ao final de cada período de reporte, é avaliado se há alguma evidência objetiva de redução ao valor recuperável de seus ativos financeiros. m ativo financeiro é considerado como apresentando problemas de recuperabilidade e as perdas por redução no valor recuperável são incorridas se, cumulativamente: (i) houver evidência objetiva de redução do seu valor recuperável como resultado de um ou mais eventos ocorridos depois do reconhecimento inicial do ativo; (ii) o evento de perda tiver um impacto sobre o fluxo de caixa futuro estimado do ativo financeiro; e (iii) uma estimativa razoável do valor puder ser realizada. As perdas esperadas como resultado de eventos futuros, independentemente de sua probabilidade, não são reconhecidas. ocumento assinado digitalmente conforme n o -

109 º 94, sexta-feira, 17 de maio de m alguns casos, os dados observáveis necessários para estimar o valor de uma perda por redução no valor recuperável sobre um ativo financeiro podem estar limitados ou deixar de ser totalmente relevantes para as circunstâncias atuais. esses casos, a BB eguros usa seu julgamento para estimar o valor de qualquer perda por redução no valor recuperável. uso de estimativas razoáveis é parte essencial da preparação das demonstrações financeiras e não prejudica sua confiabilidade. s ativos financeiros sujeitos a terem seus valores recuperáveis testados são apresentados a seguir. e.1) Ativos financeiros disponíveis para venda - ara ativos financeiros disponíveis para venda, a BB eguros avalia se, a cada data de reporte, há evidência objetiva de que o valor do ativo está abaixo do seu valor recuperável. ara estabelecer se há evidência objetiva de imparidade de um ativo financeiro, verifica-se a probabilidade de recuperação do seu valor, considerando os seguintes fatores cumulativamente: (i) duração e grandeza da redução do valor do ativo em relação ao seu valor contábil; (ii) comportamento histórico do valor do ativo e experiência de recuperação do valor desses ativos; e (iii) probabilidade de não recebimento do principal e dos juros dos ativos, em virtude de dificuldades relacionadas ao emissor, tais como pedido de falência ou concordata, deterioração da classificação do risco de crédito e dificuldades financeiras, relacionadas ou não às condições de mercado do setor no qual atua o emissor. Quando um declínio no valor justo de um ativo financeiro disponível para venda tiver sido reconhecido em utros resultados abrangentes e houver evidência objetiva de redução ao valor recuperável, a perda acumulada que tiver sido reconhecida pela BB eguros será reclassificada do patrimônio líquido para o resultado do exercício como um ajuste de reclassificação, mesmo se o ativo financeiro não tiver sido baixado. valor da perda acumulada reclassificada para o resultado do exercício será registrada em anhos/(perdas) líquidos sobre ativos financeiros disponíveis para venda e corresponde à diferença entre o valor contábil do ativo desvalorizado e o seu valor justo na data da avaliação, menos qualquer perda por redução no valor recuperável anteriormente reconhecida no resultado. As reversões de perdas por redução ao valor recuperável sobre ativos classificados como disponíveis para venda somente são reconhecidas no patrimônio líquido quando se tratarem de investimentos em instrumentos de patrimônio. o caso de investimentos em instrumentos de dívida, a reversão da perda por redução no valor recuperável será reconhecida diretamente no resultado do exercício. e.2) Ativos financeiros mantidos até o vencimento - Havendo evidência objetiva de redução no valor recuperável de ativos financeiros mantidos até o vencimento, se reconhece uma perda, cujo valor corresponde à diferença entre o valor contábil do ativo e o valor presente dos fluxos de caixa futuros estimados. sses ativos são apresentados líquidos de perdas por imparidade. e, num período subsequente, o montante da perda por imparidade diminui e essa diminuição pode ser objetivamente relacionada com um evento que ocorreu após o seu reconhecimento, ela é revertida em contrapartida ao resultado do exercício. f) udança de participação societária em subsidiárias - As alterações na participação societária em uma subsidiária que não resultam em perda de controle são contabilizadas como transações patrimoniais (ou seja, transações com proprietários em sua condição de proprietários). Consequentemente, nenhum ágio é reconhecido como resultado de tais transações. essas circunstâncias, os valores contábeis das participações controladoras e não-controladoras serão ajustados para refletir as mudanças em suas participações relativas na subsidiária. Qualquer diferença entre o valor pelo qual são ajustadas as participações nãocontroladoras e o valor justo da contrapartida paga ou recebida será reconhecida diretamente no patrimônio líquido e atribuída aos proprietários da controladora. g) erda de controle - m conformidade com a CC 36, caso ocorra a perda de controle de uma subsidiária, a BB eguros deixa de reconhecer, na data em que o controle é perdido: (i) os ativos, inclusive o ágio, e os passivos da subsidiária pelo seu valor contábil; e (ii) o valor contábil de quaisquer participações não-controladoras na ex-subsidiária, inclusive quaisquer componentes de outros resultados abrangentes atribuídos a ela. Além disso, a BB eguros reconhece na data da perda do controle: (i) o valor justo da contrapartida recebida, se houver, proveniente da transação, evento ou circunstâncias que resultaram na perda de controle; (ii) a distribuição de ações da subsidiária aos proprietários, caso a transação que resultou na perda do controle envolva uma distribuição de ações; (iii) qualquer investimento retido na ex-subsidiária pelo seu valor justo; e (iv) qualquer diferença resultante como um ganho ou perda no resultado atribuível à controladora ḣ) Contribuições não monetárias a entidades controladas em conjunto - em conformidade com o CC 18, quando a BB eguros contribui com ativos não-monetários em troca de uma participação societária em uma entidade controlada em conjunto, o ganho ou a perda na transação é reconhecido na medida em que os ativos forem vendidos para os outros empreendedores. enhum ganho ou perda é reconhecido se (i) os riscos e benefícios significativos da propriedade dos ativos não foram transferidos, (ii) o ganho ou a perda não possa ser mensurado de forma confiável, ou (iii) a transação não tenha substância comercial. i) Ágio e outros ativos intangíveis ágio gerado em aquisição é contabilizado considerando a avaliação ao valor justo dos ativos identificáveis e dos passivos assumidos da adquirida na data-base da aquisição e, em conformidade com CC 04, não é amortizado. o entanto, ele é testado, no mínimo anualmente, para fins de redução ao valor recuperável. Após o reconhecimento inicial, o ágio é mensurado ao custo menos qualquer perda por redução ao valor recuperável acumulada. XLA AA A A AC ste documento pode ser verificado no endereço eletrônico pelo código s ativos intangíveis são reconhecidos separadamente do ágio quando são separáveis ou surgem de direitos contratuais ou outros direitos legais, o seu valor justo pode ser mensurado de forma confiável e é provável que os benefícios econômicos futuros esperados serão transferidos para a BB eguros. custo dos ativos intangíveis adquiridos em uma combinação de negócios é o seu valor justo na data de aquisição. s ativos intangíveis adquiridos independentemente são inicialmente mensurados ao custo. A vida útil dos ativos intangíveis é considerada definida ou indefinida. Ativos intangíveis de vida útil definida são amortizados ao longo de sua vida econômica. ão registrados inicialmente ao custo, deduzido da amortização acumulada e das perdas por redução ao valor recuperável. Ativos intangíveis de vida útil indefinida são registrados ao custo menos qualquer perda por redução ao valor recuperável. s ativos intangíveis de vida útil definida são amortizados numa base linear ao longo da vida útil estimada. período e método de amortização de um ativo intangível com vida útil definida são revisados no mínimo anualmente. Alterações na vida útil esperada ou proporção de uso esperado dos benefícios futuros incorporados ao ativo são reconhecidas via alteração do período ou método de amortização, quando apropriado, e tratados como alterações em estimativas contábeis. A despesa de amortização de ativos intangíveis com vida útil definida é reconhecida no resultado do exercício, em Amortização de ativos intangíveis. As perdas por redução ao valor recuperável são registradas como despesas de ajuste ao valor recuperável (utras despesas) na emonstração do esultado. j) edução ao valor recuperável de ativos não financeiros - mparidade Ao final de cada período de reporte, avalia-se, com base em fontes internas e externas de informação, se há alguma indicação de que um ativo não financeiro possa estar com problemas de recuperabilidade. e houver essa indicação, o valor recuperável do ativo é estimado. valor recuperável do ativo é o maior entre o seu valor justo menos os custos para vendê-lo ou o seu valor em uso. ndependentemente de haver qualquer indicação de redução no valor recuperável, é efetuado, anualmente, o teste de imparidade de um ativo intangível de vida útil indefinida, incluindo o ágio adquirido em uma combinação de negócios, ou de um ativo intangível ainda não disponível para o uso. sse teste pode ser realizado em qualquer época durante um período anual, desde que seja realizado na mesma época a cada ano. a hipótese de o valor recuperável do ativo ser menor que o seu valor contábil, o valor contábil do ativo é reduzido ao seu valor recuperável por meio do registro de uma perda por imparidade, cuja contrapartida é reconhecida no resultado do período em que ocorrer, em outras despesas. Avalia-se ainda, ao final de cada período de reporte, se há qualquer indicação de que uma perda por redução ao valor recuperável reconhecida em períodos anteriores para um ativo, exceto o ágio por expectativa de rentabilidade futura, pode não mais existir ou pode ter diminuído. e houver essa indicação, o valor recuperável desse ativo é estimado. A reversão de uma perda por redução ao valor recuperável de um ativo será reconhecida imediatamente no resultado do exercício, como retificadora do saldo de utras despesas. k) nvestimentos em participações societárias A aplicação do método de equivalência patrimonial pressupõe que o investimento seja mensurado inicialmente ao custo e posteriormente ajustado pelo reconhecimento da parte do investidor nas alterações dos ativos líquidos da investida. Além disso, deve constar no resultado do período do investidor a parcela que lhe couber nos resultados gerados pela investida. As investidas operacionais da BB eguros seguem as orientações da uperintendência de eguros rivados (). l) mpostos sobre os lucros l.1) mpostos correntes - a despesa com impostos correntes é o montante do imposto de renda e da contribuição social a pagar ou a recuperar com relação ao resultado tributável. s ativos por impostos correntes são os valores de imposto de renda e de contribuição social a serem recuperados nos próximos 12 meses e os ativos por impostos diferidos são os valores a serem recuperados em exercícios futuros, incluindo os decorrentes de prejuízos fiscais ou créditos fiscais não aproveitados. s tributos correntes relativos a períodos correntes e anteriores devem, na medida em que não estejam pagos, serem reconhecidos como passivos. e o valor já pago relacionado aos períodos atual e anteriores exceder o valor devido para aqueles períodos, o excesso deve ser reconhecido como ativo. s ativos e passivos tributários correntes do último período e de anos anteriores são mensurados ao valor recuperável esperado ou pago para o órgão tributário. As taxas de imposto e as leis tributárias usadas para calcular o montante são aqueles que estão em vigor na data do balanço. l.2) mpostos diferidos - são valores de ativos e passivos fiscais a serem recuperados e pagos em períodos futuros, respectivamente. s passivos fiscais diferidos decorrem de diferenças temporárias tributáveis e os ativos fiscais diferidos de diferenças temporárias dedutíveis e da compensação futura de prejuízos fiscais não utilizados. ativo fiscal diferido decorrente de prejuízo fiscal de imposto de renda, base negativa de contribuição social sobre o lucro líquido e aquele decorrente de diferenças temporárias é reconhecido na medida em que seja provável a existência de lucro tributável contra o qual a diferença temporária dedutível possa ser utilizada. valor contábil de um imposto diferido ativo será revisado no final de cada período de relatório. ma entidade reduzirá o valor contábil de um imposto diferido ativo na medida em que não seja mais provável que ela irá obter lucro tributável suficiente para permitir que o benefício de parte ou totalidade desse imposto diferido ativo seja utilizado. Qualquer redução será revertida na medida em que se tornar provável que a entidade irá obter lucro tributável suficiente. s ativos e os passivos tributários diferidos são mensurados às taxas de imposto que são esperados serem aplicáveis no ano em que o ativo é realizado ou o passivo é liquidado, baseado nas taxas de imposto (ou na lei tributária) que foram promulgadas na data do balanço. l.3) iferenças temporárias - são as diferenças que impactam ou podem impactar a apuração do imposto de renda e da contribuição social decorrentes de diferenças temporárias entre a base fiscal de um ativo ou passivo e seu valor contábil no balanço patrimonial. As diferenças temporárias podem ser tributáveis ou dedutíveis. iferenças temporárias tributáveis são diferenças temporárias que resultarão em valores tributáveis para determinar o lucro tributável (prejuízo fiscal) de períodos futuros quando o valor contábil de um ativo ou passivo for recuperado ou liquidado. iferenças temporárias dedutíveis são diferenças temporárias que resultarão em valores dedutíveis para determinar o lucro tributável (prejuízo fiscal) de períodos futuros quando o valor contábil do ativo ou passivo for recuperado ou liquidado. A base fiscal de um ativo é o valor que será dedutível para fins fiscais contra quaisquer benefícios econômicos tributáveis que fluirão para a entidade quando ela recuperar o valor contábil desse ativo. Caso aqueles benefícios econômicos não sejam tributáveis, a base fiscal do ativo será igual ao seu valor contábil. A base fiscal de um passivo é o seu valor contábil, menos qualquer valor que será dedutível para fins fiscais relacionado àquele passivo em períodos futuros. o caso da receita que é recebida antecipadamente, a base fiscal do passivo resultante é o seu valor contábil, menos qualquer valor da receita que não será tributável em períodos futuros. l.4) Compensação de impostos sobre os lucros s ativos por impostos correntes e passivos por impostos correntes são compensados se, e somente se, a entidade: (i) tiver o direito legalmente executável para compensar os valores reconhecidos; e (ii) pretender liquidar em bases líquidas, ou realizar o ativo e liquidar o passivo simultaneamente. s ativos por impostos diferidos e passivos por impostos diferidos são compensados se, e somente se: (i) a empresa tiver um direito legalmente executável de compensar os ativos fiscais correntes contra passivos fiscais correntes; e (ii) os ativos fiscais diferidos e os passivos fiscais diferidos estiverem relacionados com tributos sobre o lucro lançados pela mesma autoridade tributária: (a) na mesma entidade tributável; ou (b) nas entidades tributáveis diferentes que pretendem liquidar passivos e os ativos fiscais correntes em bases líquidas, ou realizar os ativos e liquidar os passivos simultaneamente, em cada período futuro no qual se espera que valores significativos dos ativos ou passivos fiscais diferidos sejam liquidados ou recuperados. m) Juros sobre o capital próprio e dividendos As companhias brasileiras podem atribuir uma despesa nominal de juros, dedutível para fins fiscais, sobre o seu capital próprio. valor dos juros sobre o capital próprio é considerado como um dividendo e, quando aplicável, apresentado nessas demonstrações contábeis como uma redução direta no patrimônio líquido. s dividendos distribuídos são calculados sobre o lucro líquido ajustado do período. n) erenciamento de iscos s instrumentos financeiros da BB eguros encontram-se registrados em contas patrimoniais e estão compreendidos principalmente pelos saldos de aplicações financeiras, dividendos a receber, impostos a compensar, contas a pagar, encargos a recolher e dividendos a pagar. A BB eguros apresenta exposição aos seguintes riscos advindos do uso de instrumentos financeiros: isco de crédito, isco de mercado, isco de liquidez e isco operacional. isco de crédito: representa o risco de prejuízo financeiro da BB eguros caso um cliente ou contra-parte em um instrumento financeiro não cumpra com suas obrigações contratuais, que surgem principalmente dos recebíveis da mpresa representados, principalmente por caixa e equivalentes de caixa, contas a receber e outros créditos. A exposição máxima que a BB eguros está sujeita para esse risco está representada pelos respectivos saldos consignados nas demonstrações contábeis. isco de mercado: é a possibilidade de perdas causadas por mudanças no comportamento das taxas de juros, que estão principalmente relacionadas a atualização de passivos financeiros. objetivo do gerenciamento de risco de mercado é gerenciar e controlar as exposições a riscos de mercados, dentro de parâmetros aceitáveis, e ao mesmo tempo otimizar o retorno. isco de liquidez: representa o risco de a BB eguros encontrar dificuldades em cumprir com as obrigações associadas com seus passivos financeiros. s principais passivos financeiros estão representados pelas obrigações decorrentes das contas a pagar, encargos e tributos a recolher, dividendos a pagar e outras obrigações. A BB eguros garante que possui caixa à vista suficiente para cumprir com despesas operacionais, incluindo o cumprimento de obrigações financeiras; isto exclui o impacto potencial de circunstâncias extremas que não podem ser razoavelmente previstas, como desastres naturais. ocumento assinado digitalmente conforme n o -

110 º 94, sexta-feira, 17 de maio de 2013 isco operacional: representa o risco de prejuízos diretos ou indiretos decorrentes de uma variedade de causas associadas a processos, pessoas, tecnologia e infra-estrutura da empresa e de fatores externos, exceto os relacionados ao risco de crédito, de mercado e de liquidez, bem como aqueles decorrentes de exigências legais e regulatórias. objetivo da BB eguros é administrar o risco operacional para evitar a ocorrência de prejuízos financeiros e danos à sua reputação. o) azonalidade das operações A BB eguros, suas empresas controladas e controladas em conjunto consideram a natureza de suas transações como não cíclicas e não sazonais, levando em consideração as atividades exercidas pela BB eguros. Consequentemente, não foram fornecidas divulgações específicas nestas notas explicativas às demonstrações contábeis referentes ao exercício encerrado em rincipais julgamentos e estimativas contábeis A preparação das demonstrações contábeis em conformidade com as práticas contábeis adotadas no Brasil requer que a Administração faça julgamentos e estimativas que afetam os valores reconhecidos de ativos, passivos, receitas e despesas. As estimativas e pressupostos adotados são analisados em uma base contínua, sendo as revisões realizadas reconhecidas no período em que a estimativa é reavaliada, com efeitos prospectivos. essalta-se que os resultados realizados podem ser diferentes das estimativas. Considerando que, em muitas situações, existem alternativas ao tratamento contábil, os resultados divulgados poderiam ser distintos, caso um tratamento diferente fosse escolhido. A Administração considera que as escolhas são apropriadas e que as demonstrações contábeis apresentam, de forma adequada, a posição financeira da BB eguros e o resultado das suas operações, em todos os aspectos materialmente relevantes. s ativos e os passivos significativos sujeitos a essas estimativas e premissas abrangem itens, principalmente, para os quais é necessária uma avaliação a valor justo. As aplicações mais relevantes do exercício de julgamento e utilização de estimativas ocorrem em: a) Valor justo de instrumentos financeiros Quando o valor justo de ativos e passivos financeiros contabilizados não puder ser derivado de um mercado ativo, ele é determinado mediante o uso de técnicas de avaliação que incluem o uso de modelos matemáticos. As variáveis desses modelos são derivadas de dados observáveis no mercado sempre que possível, mas, quando os dados de mercado não estão disponíveis, um julgamento é necessário para estabelecer o valor justo. b) edução ao valor recuperável de ativos financeiros disponíveis para venda - mparidade Considera-se que existe perda por imparidade nos seus ativos financeiros disponíveis para venda quando ocorre um declínio de valor significativo ou prolongado no seu valor justo para um valor inferior ao do custo. ssa determinação do que seja significativo ou prolongado requer julgamento no qual se avalia, entre outros fatores, a volatilidade normal dos preços dos instrumentos financeiros. Além disso, o reconhecimento da perda por imparidade pode ser efetuado quando há evidência de impacto negativo na saúde financeira da empresa investida, no desempenho do setor econômico, bem como mudanças na tecnologia e nos fluxos de caixa de financiamento e operacional. Adicionalmente, as avaliações são elaboradas considerando preços de mercado (mark to market) ou modelos de avaliação (mark to model), os quais requerem a utilização de determinados pressupostos ou de julgamentos no estabelecimento de estimativas de valor justo. c) edução ao valor recuperável de ativos não financeiros - mparidade Ao final de cada período de reporte, avalia-se, com base em fontes internas e externas de informação, se há alguma indicação de que um ativo não financeiro possa estar com problemas de recuperabilidade. e houver essa indicação, são utilizadas estimativas para definição do valor recuperável do ativo. Ao final de cada período de reporte, é avaliado se há qualquer indicação de que uma perda por redução ao valor recuperável reconhecida em períodos anteriores para um ativo, exceto o ágio por expectativa de rentabilidade futura, pode não mais existir ou pode ter diminuído. e houver essa indicação, o valor recuperável desse ativo é estimado. ndependentemente de haver qualquer indicação de perda no valor recuperável, é efetuado anualmente o teste de imparidade de um ativo intangível de vida útil indefinida, incluindo o ágio adquirido em uma combinação de negócios, ou de um ativo intangível ainda não disponível para o uso. A determinação do valor recuperável na avaliação de imparidade de ativos não financeiros requer estimativas baseadas em preços cotados no mercado, cálculos de valor presente ou outras técnicas de precificação, ou uma combinação de várias técnicas, exigindo que a Administração faça julgamentos subjetivos e adote premissas. d) mpostos sobre os lucros Como o objetivo social da BB eguros é obter lucros, a renda gerada está sujeita ao pagamento de impostos nas diversas jurisdições onde desenvolve atividades operacionais. A determinação do montante global de impostos sobre os lucros requer interpretações e estimativas. xistem diversas transações e cálculos para os quais a determinação do valor final de imposto a pagar é incerta durante o ciclo normal de negócios. utras interpretações e estimativas podem resultar num valor diferente de impostos sobre os lucros reconhecidos no período. As autoridades fiscais podem rever os procedimentos adotados pela BB eguros no prazo de cinco anos, contados a partir da data em que os tributos são considerados devidos. esta forma, há a possibilidade dessas autoridades fiscais questionarem procedimentos adotados pela BB eguros, principalmente aqueles decorrentes de diferenças na interpretação da legislação fiscal. o entanto, a Administração acredita que não haverá correções significativas aos impostos sobre os lucros registrados nas demonstrações contábeis. e) econhecimento e avaliação de impostos diferidos s ativos fiscais diferidos são calculados sobre diferenças temporárias e prejuízos fiscais a compensar, sendo reconhecidos contabilmente quando a BB eguros possuir expectativa de que gerará lucro tributável nos exercícios subsequentes, em montantes suficientes para compensar referidos valores. A realização esperada do crédito tributário da BB eguros é baseada na projeção de receitas futuras e estudos técnicos, em linha com a legislação fiscal atual. As estimativas consideradas pela BB eguros para o reconhecimento e avaliação de impostos diferidos são obtidas em função das expectativas atuais e das projeções de eventos e tendências futuras. As principais premissas identificadas pela BB eguros que podem afetar essas estimativas estão relacionadas a fatores, como (i) mudanças na regulamentação governamental afetas a questões fiscais; (ii) alterações nas taxas de juros; (iii) mudanças nos índices de inflação; (iv) processos ou disputas judiciais adversas; (v) riscos de crédito, de mercado e outros riscos decorrentes das atividades de investimento; (vi) mudanças nas condições econômicas internas e externas. 6 - Caixa e quivalentes de Caixa CCALZAÇÃ BA C $ mil isponibilidades epósitos Bancários Aplicações em perações Compromissadas (1) o t a l (1) Aplicação em operações compromissadas lastreadas por L, junto ao Banco do Brasil.A., com taxa de remuneração indexada a 99% do C. 7 - utros Ativos $ mil ividendos (1) Valores a receber de sociedades ligadas (2) o t a l (1) m 2012, referem-se aos dividendos a receber da ossa Caixa Capitalização.A. e BB apfre H1 articipações.a. m 2011, referem-se aos dividendos a receber da BB Aliança V.. (2) eferem-se aos direitos creditórios relativos ao Convênio VA a receber da Brasilprev eguros e revidência.a. em decorrência da alienação da apfre ossa Caixa Vida e revidência.a 8 - articipações ocietárias a) ovimentações em controladas e coligadas $ mil A aldo Contábil ovimentações - xercício 2012 aldo Contábil esultado de quivalência aldo Contábil ividendos esultado de quivalência arcação a mercado de V utros ventos (1) das investidas BB apfre H1 articipações.a ( ) ( ) apfre BB H2 articipações.a (36.826) ( ) -- Brasilprev eguros e revidência.a ( ) Brasilcap Capitalização.A ( ) apfre ossa Caixa Vida e revidência.a. (2) (12.071) ossa Caixa Capitalização.A (107) BB Aliança articipações.a BB Aliança ev.a otal das articipações ( ) ( ) (1) eferem-se, principalmente, à redução do capital da BB apfre H1 articipações.a. e ao aporte de capital realizado na apfre BB H2 articipações.a. (2) nvestimento alienado à Brasilprev eguros e revidência.a., conforme nota 2. b) nformações financeiras resumidas das investidas, não ajustadas pelo percentual de participação da BB eguros ( ) $ mil mpresas Ativo otal assivo otal Capital ocial atrimônio Líquido Ajustado eceitas esultado do eríodo BB apfre H1 articipações.a apfre BB H2 articipações.a Brasilprev eguros e revidência.a Brasilcap Capitalização.A ossa Caixa Capitalização.A o t a l c) escrição do contexto operacional das investidas ( ) mpresas escrição ossa participação (%) úmero e spécie de Ações detidas pela BB eguros o t a l BB apfre H1 articipações.a. Holding de outras sociedades dedicadas à comercialização de seguros de pessoas, imobiliário e agrícola. 74,99 49, apfre BB H2 articipações.a. Holding de outras sociedades dedicadas à comercialização de seguros de danos, incluídos os seguros de veículos e excluídos os seguros imobiliário e 50,00 49, agrícola. Brasilprev eguros e revidência.a. Comercializa seguros de vida com cobertura de sobrevivência e planos de aposentadoria e benefícios complementares. 74,995 49, Brasilcap Capitalização.A. Comercializa planos de capitalização, bem como outros produtos e serviços admitidos às sociedades de capitalização. 66,66 49, ossa Caixa Capitalização.A. missão e comercialização de planos de capitalização na forma da legislação vigente. Até o encerramento do exercício de 2012, a ossa Caixa Capitalização.A. não havia iniciado suas operações com títulos de capitalização e sua atividade se resumiu à aplicação financeira do Capital ocial ste documento pode ser verificado no endereço eletrônico pelo código ocumento assinado digitalmente conforme n o -

111 º 94, sexta-feira, 17 de maio de ividendos a agar $ mil ividendos a pagar (1) (1) ividendos a pagar ao Banco do Brasil.A utros assivos $ mil Valores a pagar a sociedades ligadas iversos o t a l utras eceitas/espesas peracionais a) espesas de essoal $ mil roventos (3.753) (3.482) ncargos ociais (1.758) (1.527) Honorários do Conselho iscal (170) (142) Benefícios (149) (142) o t a l (5.830) (5.293) b) utras espesas Administrativas $ mil Comunicações (523) (222) erviços de erceiros (301) (305) ublicações (96) (121) Contribuição indical atronal (71) (67) axa Condominial (1) -- erviços écnicos specializados -- (94) utras (50) (44) o t a l (1.042) (853) c) utras eceitas/(espesas) peracionais Lucro na alienação de participações societárias (1) $ mil anhos de capital erdas de capital (2) -- (706) anho decorrente da parceria com a apfre utras -- (2.613) o t a l (1) efere-se ao lucro decorrente da alienação da apfre ossa Caixa Vida e revidência.a. à Brasilprev eguros e revidência.a. (2) m 2011, refere-se à perda de capital na realização de marcação negativa a valor de mercado reflexa da equivalência patrimonial das investidas BB Aliança e BB Aliança V vertidas na parceria BB-apfre esultado inanceiro $ mil eceitas inanceiras endas de Aplicações Compromissadas Variações onetárias Ativas Atualização onetária dos ividendos a receber espesas inanceiras ( ) (3.179) Atualização onetária dos ividendos a pagar ( ) (3.179) esultado inanceiro $ mil 13 - atrimônio Líquido a) Capital social Capital ocial, no montante de $ mil ($ mil em e $ mil em ) está dividido em ações ordinárias ( em e em ), representadas na forma escritural e sem valor nominal. atrimônio Líquido de $ mil ($ mil em e $ mil em ) corresponde a um valor patrimonial de $ 20,09 por ação ($ 17,87 por ação em e $ 13,92 em ). b) eservas de lucros XLA AA A A AC $ mil eservas de Lucros eserva Legal eserva statutária A eserva Legal foi constituída respeitando o limite de 5% (cinco por cento) do lucro líquido, limitada a 20% do capital social, conforme determina a Lei n.º 6.404/1976. A eserva statutária tem por finalidade garantir margem operacional compatível com o desenvolvimento das operações da sociedade, podendo ser constituída por até 100% do lucro líquido após as destinações legais, inclusive dividendos, limitada a 100% do capital social. o exercício de 2012, os lucros ou prejuízos não apropriados registrados no exercício de 2011 foram contabilizados em eserva statutária. c) utros resultados abrangentes acumulados ste documento pode ser verificado no endereço eletrônico pelo código saldo registrado na conta de outros resultados abrangentes acumulados no montante de $ mil ($ 949 mil em e $ 331 mil em ) refere-se à marcação a mercado dos títulos classificados como disponíveis para venda das investidas Brasilprev eguros e revidência.a., BB apfre H1 articipações.a. e apfre BB H2 articipações.a. d) Lucros ou prejuízos não apropriados A aquisição pela BB Aliança ev da totalidade da participação societária detida pela ul América na Brasilveículos foi registrada a valor justo na data do balanço de abertura ( ), em conformidade com o ronunciamento écnico CC 15 - Combinação de egócios. m as participações societárias recebidas na formação da parceria com a apfre foram registradas a valor justo, sendo que o valor contábil dos ativos contribuídos pela BB eguros, incluindo qualquer ágio, foi baixado e o resultado da transação reconhecido na proporção da participação societária da apfre nas novas sociedades constituídas, em conformidade com o ronunciamento écnico CC 19 - mpreendimentos Controlados em Conjunto. e) ividendos e destinação do lucro líquido $ mil xerc/2012 x e r c / 2011 Lucro Líquido (+/-) Ajustes de diferença de AA ( ) (-) eserva legal constituída no exercício (48.023) (43.647) Lucro Básico para determinação dos ividendos ividendo mínimo obrigatório - 25% ( ) ( ) ividendo adicional proposto ( ) -- otal destinado ao acionista ( ) ( ) eserva statutária constituída no exercício (1) ( ) ( ) (1) nclui, no exercício de 2012, os valores referentes aos ganhos gerados em decorrência da aplicação do CC 19 na avaliação da parceria com a apfre e da aplicação do CC 15 na aquisição da Brasilveículos, registrados em lucros ou prejuízos não apropriados no exercício de A administração decidiu pelo pagamento de dividendos mínimos obrigatórios, acrescido de dividendos adicionais. total destinado ao acionista corresponde a 37% sobre o lucro básico para determinação dos dividendos ributos a) Ativos por impostos correntes e diferidos $ mil Ativos por impostos correntes (1) Ativos por impostos diferidos o t a l (1) eferem-se ao mposto de enda e Contribuição ocial sobre o lucro líquido a comp e n s a r. b) mpostos diferidos Ativos $ mil Ativos fiscais diferidos Amortização de ágio utras provisões o t a l c) xpectativa de realização s valores indicados abaixo, quanto à expectativa de realização dos ativos fiscais diferidos (créditos tributários), respaldam-se em estudo técnico elaborado no exercício de 2012, sendo o valor presente apurado com base na taxa média elic. $ mil Valor ominal Valor resente m m m m m A partir de otal dos créditos tributários ativados em d) assivos por impostos correntes e diferidos $ mil assivos por impostos correntes assivos por impostos diferidos (1) o t a l (1) ecorrente da parceria com a apfre. e) assivos diferidos $ mil assivos fiscais diferidos ecorrente da parceria com a apfre ecorrente de deságio sobre investimentos (Brasilprev) ecorrente da aquisição da Brasilveículos o t a l f) emonstração da despesa de e CLL $ mil xerc/2012 x e r c / 2011 mpostos correntes mposto de enda e Contribuição ocial (27.346) ( ) mpostos diferidos (27.346) ( ) Amortização de ágio sobre investimento (1.283) ( ) feito tributário decorrente do registro do ganho derivado (6.878) -- da parceria com a apfre utros efeitos fiscais diferidos -- (82.475) otal das despesas (28.629) (83.181) g) Conciliação dos encargos de e CLL $ mil xerc/2012 x e r c / 2011 esultados antes dos tributos e participações ncargo total do mposto de enda (25%) e da Contribuição ( ) ( ) ocial (9%) esultado da participação em controladas e coligadas anho/(perda) de capital -- (240) utros valores mposto de enda e Contribuição ocial (28.629) (81.222) h) espesas tributárias $ mil xerc/2012 x e r c / 2011 Contribuição à Cofins (7) (387) Contribuição ao /asep (2) (84) utros (15) (45) o t a l (24) (516) 15 - artes elacionadas s custos com as remunerações e outros benefícios de curto prazo atribuídos ao Conselho iscal da BB eguros foram de $ 170 mil ($ 142 mil no exercício/2011). As transações bancárias no exercício de 2012 foram realizadas com o Banco do Brasil.A., tais como depósitos em conta corrente (não remunerados) e aplicações financeiras, bem como celebrou convênio para rateio/ressarcimento de despesas e custos diretos e indiretos. ssas transações com partes relacionadas são praticadas em condições normais de mercado, substancialmente nos termos e condições para operações comparáveis, incluindo taxas de juros e garantias. ssas operações não envolvem riscos anormais de recebimento. A BB eguros não concede empréstimos a seus iretores e aos membros do Conselho iscal. A relação de suas participações em empresas controladas e coligadas está demonstrada na nota 8.c. a) umário das transações com partes relacionadas s saldos das operações ativas e passivas da BB eguros com as partes relacionadas em e 2011, e seus respectivos resultados nos exercícios de 2012 e 2011 são os seguintes: $ mil Controlador (1) Controlada (2) Coligadas (3) o t a l Ativos isponibilidades Aplicações de Liquidez mediata ividendos a eceber Valores a eceber de ociedades Ligadas assivos - ividendos e Bonificações a agar Valores a agar a ociedades Ligadas esultado - xercício endas de Aplicações de Liquidez mediata Variações onetárias Ativas e de dividendos anho na Alienação de articipação ocietária espesas de essoal (5.830) (5.830) espesas Administrativas (1.042) (1.042) iversas Variações onetárias assivas ( ) ( ) (1) Controlador - controle direto da BB eguros foi alterado em , passando do Banco do Brasil.A. para a BB eguridade articipações.a. ntretanto, o Banco do Brasil.A. continua sendo o controlador em última instância. (2) Controlada - efere-se à ossa Caixa Capitalização.A., conforme descrito na nota 8.c. (3) mpresas coligadas - Compreendem as empresas Brasilcap Capitalização.A., Brasilprev eguros e revidência.a., BB apfre H1 articipações.a. e apfre BB H2 articipações.a., conforme descrito na nota 8.c. ocumento assinado digitalmente conforme n o -

112 º 94, sexta-feira, 17 de maio de 2013 $ mil Controlador (1) Controlada (2) Coligadas (3) o t a l Ativos isponibilidades Aplicações de Liquidez mediata ividendos a eceber assivos ividendos e Bonificações a agar Valores a agar a ociedades Ligadas esultado - xercício 2011 endas de Aplicações de Liquidez mediata Variações onetárias Ativas espesas de essoal (5.293) (5.293) Variações onetárias assivas (3.179) (3.179) (1) Controlador - controle direto da BB eguros articipações.a. foi alterado em , passando do Banco do Brasil.A. para a BB eguridade articipações.a. ntretanto, o Banco do Brasil.A. continua sendo o controlador em última instância. (2) Controlada - efere-se à ossa Caixa Capitalização.A., conforme descrito na nota 8.c. (3) mpresas coligadas - Compreendem as empresas Brasilcap Capitalização.A., Brasilprev eguros e revidência.a., BB apfre H1 articipações.a. e apfre BB H2 articipações.a., conforme descrito na nota 8.c. CCALZAÇÃ BA C 16 - emuneração aga a mpregados e Administradores A BB eguros não possui quadro próprio de empregados, nem remunera seus administradores, uma vez que suas atividades no exercício de 2012 foram conduzidas integralmente pela estrutura administrativa do Banco do Brasil.A. A BB eguros articipações.a. ressarciu o Banco do Brasil.A. pelas despesas de pessoal utras nformações mparidade o exercício de 2012, o estudo realizado não identificou ativos com indícios de desvalorização que justificasse o reconhecimento de perdas, conforme determina o CC 01. LAÓ A B A AÇÕ CÁB Aos Acionistas e iretores da BB eguros articipações.a. xaminamos as demonstrações financeiras individuais da BB eguros articipações.a. ("Companhia"), que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2012 e as respectivas demonstrações do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa e para o exercício findo naquela data, assim como o resumo das principais práticas contábeis e demais notas explicativas. esponsabilidade da Administração sobre as emonstrações inanceiras A administração da Companhia é responsável pela elaboração e adequada apresentação dessas demonstrações financeiras de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro. esponsabilidade dos Auditores nde ossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações financeiras com base em nossa auditoria, conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. ssas normas requerem o cumprimento de exigências éticas pelos auditores e que a auditoria seja planejada e executada com o objetivo de obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras estão livres de distorção relevante. ma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção de evidência a respeito dos valores e divulgações apresentados nas demonstrações financeiras. s procedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras, independentemente se causada por fraude ou erro. essa avaliação de riscos, o auditor considera os controles internos relevantes para a elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras da Companhia para planejar os procedimentos de auditoria que são apropriados nas circunstâncias, mas não para fins de expressar uma opinião sobre a eficácia desses controles internos da Companhia. ma auditoria inclui, também, a avaliação da adequação das práticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela administração, bem como a avaliação da apresentação das demonstrações financeiras tomadas em conjunto. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião. pinião m nossa opinião, as demonstrações financeiras acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da BB eguros articipações.a. em 31 de dezembro de 2012, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil. utros assuntos eapresentação de saldos de exercícios anteriores Anteriormente, examinamos as demonstrações financeiras referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2011, preparadas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil aplicáveis às entidades supervisionadas pela uperintendência de eguros rivados -, sobre as quais emitimos relatório de auditoria, sem modificação, datado de 15 de maio de Conforme mencionado na nota explicativa 3 (b), em decorrência da adoção integral dos ronunciamentos Contábeis emitidos pelo Comitê de ronunciamentos Contábeis - CC, durante 2012, as demonstrações financeiras referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2011, apresentadas para fins de comparação, foram ajustadas e estão sendo reapresentadas como previsto no CC 23 - olíticas Contábeis, udança de stimativa e etificação de rro. ossa opinião sobre as demonstrações financeiras reapresentadas está sendo emitida nessa data, sem modificações. ão aulo, 22 de abril de & Y C Auditores nde.. CC /-6 "" AÍCA ALA A LVA AZ Contador CC / -3-""- AC CLH CAL CLH CAL A BB ACA- ÇÕ.A., no uso de suas atribuições legais e estatutárias, procedeu ao exame do elatório da Administração e das emonstrações Contábeis, incluindo a proposta de destinação do resultado do exercício, relativos ao exercício social findo em 31 de dezembro de 2012, os quais foram aprovados, pela iretoria em 28 de março de Com base nos exames efetuados, nas informações e esclarecimentos recebidos no decorrer do exercício, e considerando ainda o elatório dos Auditores nde - rnest & Young erco Auditores nde, em cuja análise opinaram pela regularidade das demonstrações financeiras relativas ao exercício 2012, afirmando: "m nossa opinião, as demonstrações financeiras acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da BB eguros articipações.a. em 31 de dezembro de 2012, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil", o Conselho iscal opina que os referidos documentos estão em condições de ser encaminhados para apreciação da Assembléia eral dos Acionistas. Brasília-, 22 de abril de AA A CC Conselheiro X A VL Conselheiro CLLA AA AAA residente BB ACAÇÕ.A. A ALXA CÊA AB Vi c e - r e s i d e n t e AL B L CC iretor AC A A LVA BA Conselho iscal AA A CC X A VL CLLA AA AAA C A A A CA AA Contador eral Contador CC /-5-- C L JÉ A Contador CC /-3-- C CÃ VAL BLÁ ÊCA-AL ÊCA C ACA CAÇÃ CL C A A V AA JLA auta de Julgamentos, Abertos Ao úblico, de rocessos Administrativos ancionadores - CV CAÇÃ eportamo-nos à auta de Julgamento publicada no.. de quarta-feira, 15 de maio 2013, eção 1, página 18, para retificação da inscrição na AB de um dos advogados no âmbito do A CV nº 04/ BAC CAL BAL. nde se lê: "Leonardo de ello imão, AB/ nº ", leia-se: "Leonardo de ello imão, AB/ nº ". io de Janeiro, 16 de maio de 2013 A CÁA Chefe Habilitação a exercer a atividade de distribuição e revenda de C. CLH AC LÍCA AZÁA CAA XCVA ACH CÁ XCV m 16 de maio de 2013 º 96 - ecretário-xecutivo do Conselho acional de olítica azendária - CAZ, no uso das atribuições que lhe são conferidas pelo inciso X, do art. 5º do egimento desse Conselho, e em cumprimento ao disposto na cláusula décima sétima do Convênio C 09/09, de 03 de abril de 2009, torna público que estão habilitadas a exercer a atividade de distribuição e revenda de equipamentos missores de Cupom iscal (C) os seguintes estabelecimentos: AÇÃ CJ Ç BAL ÁCA CLA LA / ua srael inheiro, / - Centro ezanino - Barraca 15 - Cond. ercado unicipal overnador Valadares - C: AACA CCAL VÇ LA / Av. Luiz umont Villares, 1030, ala 107, Jardim ão aulo ão aulo - C: ublica os Laudos de Análise uncional - A - C ºs. o ecretário xecutivo do Conselho acional de olítica azendária - CAZ, no uso das atribuições que lhe são conferidas pelo inciso X, do art. 5º do egimento desse Conselho e em conformidade com o disposto na cláusula décima do Convênio C 15/08, de 4 de abril de 2008, comunica que as empresas desenvolvedoras de rograma Aplicativo iscal - A-C abaixo identificadas registraram nesta ecretaria xecutiva os seguintes laudos de análise funcional, nos quais não consta não conformidade, emitidos pelos órgãos técnicos credenciados pela Comissão écnica ermanente do C-C/C, a seguir relacionados: ste documento pode ser verificado no endereço eletrônico pelo código ocumento assinado digitalmente conforme n o -

113 º 94, sexta-feira, 17 de maio de aculdade dez A VLVA CJ CCAÇÕ LA J VÇ LA / Laudo de Análise uncional de A-C número: i , nome: -X, versão: 5.0, código: -5: 9b746a23d0d1cfdca4a1c4abb3ade578 *BL AAL A ZA / Laudo de Análise uncional de A-C número: i , nome: -C, versão: , código: -5: 112afc655f479b73c25dfdeb36eb5be9 *XC\opC 2. ontifícia niversidade Católica do io rande do ul - A VLVA CJ CCAÇÕ LA ÁCA LA / Laudo de Análise uncional de A-C número , nome: HAA A- A - rente de Caixa, versão: 8.0, código -5: 27465c33d fec821a undação Visconde de Cairu - VC A VLVA CJ CCAÇÕ LA plendor nformática Ltda / Laudo de Análise uncional de A-C número: VC , nome: Blesshop, versão: 3.0.4, código: -5: 70f6b22c047e0daca4b583b52506bde1 odobens Caminhões Cirasa /A / Laudo de Análise uncional de A-C número: VC , nome: istema ultibens, versão: A.23, código: -5: a 0 d a d 3 a 4 4 d 7 2 e 0 2 f c f -B LA / Laudo de Análise uncional de A-C número: VC , nome: B A, versão: 2.4, código: -5: 8 1 ff d 4 a d fff 1 f e 0 a 7 c a roxperts oluções em Ltda / Laudo de Análise uncional de A-C número: VC , nome: AXV, versão: 1.6H, código: -5: a6cbe5eb16e9822fc9f7b82c3576dc0a 4. undação ducacional erra dos Órgãos - A VLVA CJ CCAÇÕ LA endes e Vasconcellos istema de Automação Ltda / Laudo de Análise uncional de A-C número: , nome:.v.a, versão: 2.0, código: -5: c ee ada8199a4d 5. undação nstituto acional de elecomunicações - AL A VLVA CJ CCAÇÕ LA CJ Consultoria Ltda / Laudo de Análise uncional de A-C número: A , nome: atasys, versão: 3.10, código: -5: 498A18CB524C8B6C A 6. niversidade otiguar - A VLVA CJ CCAÇÕ LA KACA AA BLL Laudo de Análise uncional de A-C número , nome: AC, versão: , código -5: deb0e c7970d4fab31bbd8c*ac C- nformática Ltda Laudo de Análise uncional de A-C número , nome: V, versão: , código -5: 7c939f2e910175bcf55b3aee5b5ca6ba*erV 7. aculdades ntegradas spírito-antenses - AA A VLVA CJ CCAÇÕ LA L ACA LA / Laudo de Análise uncional de A-C número A , nome: C, versão: , código -5: C A4B8C5 8. nstituto ederal de ducação, Ciência e ecnologia da araíba - B A VLVA CJ CCAÇÕ LA C- ÁCA LA / Laudo de Análise uncional de A-C número B , nome: enesis V Connect, versão: 2.0, código -5: c559c8fa2656a59fdedb04b a3 JL VL & CA LA / Laudo de Análise uncional de A-C número B , nome: A- istema ntegrado erencial, versão: 3.0, código ACC1C CAB XLA AA A A AC 9. undação ão aulo - A VLVA CJ CCAÇÕ LA Lógica Certa istemas Ltda / Laudo de Análise uncional de A-C número , nome: axvendascaixa, versão: 2.3.0, código -5: B40A4A9147B niversidade do ul de anta Catarina - A VLVA CJ CCAÇÕ LA ALL VLV WA LA / Laudo de Análise uncional de A-C número: , nome: ALL A, versão: 3.00, código: -5: ef b049ea6049c502cc63f8b 11. niversidade ederal do ocantins - A VLVA CJ CCAÇÕ LA enisoft nformática Ltda - e / Laudo de Análise uncional de A-C número 003/2013, nome: - istema ntegrado enisoft rente de Loja af-cf, versão: 20.2, código -5: c91dc832ceab4677f742d6aecd44c niversidade Comunitária da egião de Chapecó - A VLVA CJ CCAÇÕ LA CCHACÓ A LA / Laudo de Análise uncional de A-C número: , nome: Commerce V, versão: , código: -5: 6b33b6c4af59852fa2dfe47f4a316a98 ste documento pode ser verificado no endereço eletrônico pelo código ocumento assinado digitalmente conforme n o -

114 ublica os Laudos de Análise uncional - A - C ºs. 1 º 94, sexta-feira, 17 de maio de 2013 o ecretário xecutivo do Conselho acional de olítica azendária - CAZ, no uso das atribuições que lhe são conferidas pelo inciso X, do art. 5º do egimento desse Conselho e em conformidade com o disposto na cláusula décima do Convênio C 15/08, de 4 de abril de 2008, comunica que as empresas desenvolvedoras de rograma Aplicativo iscal - A-C abaixo identificadas registraram nesta ecretaria xecutiva os seguintes laudos de análise funcional, nos quais consta não conformidade, emitidos pelos órgãos técnicos credenciados pela Comissão écnica ermanente do C-C/C, a seguir relacionados: 1. scola olitécnica de inas erais - L A VLVA CJ CCAÇÕ LA Wagner Batista endonça & Cia LA / Laudo de Análise uncional de A-C número: L , nome: Ch C, versão: 3.5, código: -5: b19065b487acb35b6b22f06c6969b11a *C protech estão de rocessos e ecnologia / Laudo de Análise uncional de A-C número: L , nome: 4 iscal, versão: , código: -5: 1205B353CAA291986C119 *4CAL Atual & riginal oftware Ltda e / Laudo de Análise uncional de A-C número: L , nome: _C, versão: 3.1, código: -5: ca74fa1bb0a1fdd754b03a8cb5e3d586 *CAXA 2. nstituto iladélfia de Londrina iladélfia - L A VLVA CJ CCAÇÕ LA ACCLY /A ACÃ CC / Laudo de Análise uncional de A-C número: L , nome: ACCLY V, versão: 2.20, código: -5: 192B54BB0A03272CB B CCALZAÇÃ BA C uspensão de empresa habilitada a exercer a atividade de distribuição e revenda de C. o ecretário xecutivo do Conselho acional de olítica azendária - CAZ, no uso das atribuições que lhe são conferidas pelo inciso X, do art. 5º do egimento desse Conselho, em cumprimento ao disposto na cláusula décima oitava do Convênio C 09/09, de 3 de abril de 2009, e em atendimento à ecretaria de stado da azenda de oiás, torna público que está suspensa a empresa ecidos e Armarinhos iguel Bartolomeu /A, CJ , autorizada pelo espacho do ecretário xecutivo nº 32, de 3 de março de 2011, de exercer a atividade de distribuição e revenda de equipamentos missores de Cupom iscal (C). AL AJ AQ XA CAA A CA AL BAL BCAA AAA LAÇÕ ACA CAÇÃ-AL AAÇÃ AAA A CLAAÓ XCV º 14, 16 A 2013 etomada da concessão da preferência tarifária para os veículos Lifan modelos 320 e 620, da empresa olce Vitta.A., ou sua sucessora acionária, a empresa Besiney.A CA-AL AAÇÃ AAA, no uso da atribuição que lhe confere o art. 129, inciso V, da ortaria nº 203, de 14 de maio de 2012, e tendo em vista o disposto no art. 17 do exagésimo itavo rotocolo Adicional ao Acordo de Complementação conômica nº 2 (AC02), internalizado por meio do ecreto nº 6.518, de 30 de julho de 2008, com redação alterada pelo eptuagésimo rotocolo Adicional ao AC02, internalizado por meio do ecreto nº 7.831, de 29 de outubro de 2012, e considerando ainda o artigo 32, Anexo, do Quadragésimo Quarto rotocolo Adicional ao Acordo de Complementação conômica no 18, internalizado por meio do ecreto nº 5.455, de 2 de junho de 2005, declara: Art. 1º esqualificados os Certificados de rigem relacionados no Anexo Único, tendo em vista a comprovação da existência de erros materiais relacionados ao critério de origem estabelecido no exagésimo itavo rotocolo Adicional ao AC nº 2, com redação alterada pelo eptuagésimo rotocolo Adicional. Art. 2º ica retomada a concessão de tratamento tarifário preferencial para novas operações de importação das mercadorias "Veículos Lifan modelos 320 e 620", C e , respectivamente, fabricadas e exportadas pela empresa uruguaia olce Vitta.A., ou sua sucessora acionária, a empresa Besiney.A.. Art. 3º ica revogado o artigo 3º do Ato eclaratório xecutivo Coana nº 3, de 7 de fevereiro de Art. 4º ste Ato eclaratório entra em vigor na data de sua publicação. Á A LVA BAY LH AX ÚC Certificado de rigem ata missão /12/ /12/ /01/ /01/ /01/ /01/ /01/ /01/ /01/ /01/2013 ste documento pode ser verificado no endereço eletrônico pelo código /01/ /01/ /01/ /01/ /01/ /01/ /01/2013 ÊCA A 1ª Ã CAL ALÂA A CA AL BAL A AC BAÍLA- JCL KBCHK A CLAAÓ XCV º 48, 12 AÇ CH AJ A ALÂA A AC BALA - JCL KBCHK, no uso de suas atribuições e de acordo com a competência conferida pelo art. 11, 3º da nstrução ormativa nº 338, de 7 de julho de 2003, atendendo ao que consta do processo nº / e com fundamento no art. 131 combinado com o art. 124 do egulamento Aduaneiro, aprovado pelo ecreto nº 6.759, de 05/02/2009, CLAA: face à dispensa do pagamento de tributos, por efeito de depreciação, e após a publicação do presente ato no iário ficial da nião, acha-se liberado, para fins de transferência de propriedade o veículo marca A, modelo AL 4X4, ano 2005, cor branca, chassi J1BY61Z , desembaraçado pela eclaração de mportação nº 06/ , de , pela Alfândega do Aeroporto nternacional de Brasília, de propriedade do - AA A AÇÕ A AA VLV, CJ: / ste Ato eclaratório somente produzirá efeitos perante o epartamento de rânsito quando acompanhado de cópia da sua publicação no iário ficial da nião. L L VZA A LACA A CA AL BAL CA A ÇÃ AÇÃ AÁL BÁA A CLAAÓ XCV º 20, 16 A 2013 xclui do egime special nificado de Arrecadação de ributos e Contribuições devidos pelas icroempresas e mpresas de equeno orte (imples acional) de que tratam os arts. 12 a 41 da Lei Complementar nº 123, de 14 de dezembro de 2006, com a redação dada pela Lei Complementar nº 127, de 14 de agosto de 2007, a pessoa jurídica que menciona. CH A ÇÃ AÇÃ AÁL BÁA - A A LACA A CA - AL BAL CA A, no uso da competência delegada pela ortaria /C nº 91, de 10 de junho de 2011, publicada no de 14 de junho de 2011, e tendo em vista o disposto nos arts. 2º, 16, 17, 28, 29 e 33 da Lei Complementar nº 123, de 14 de dezembro de 2006, e alterações, no art. 75 da esolução C nº 94, de 29 de novembro de 2011, no inciso XXV do art. 12 da esolução C nº 4, de 30 de maio de 2007, no inciso X do art. 5º e inciso V do art. 6º da esolução C nº 15, de 23 de julho de 2007, no inciso V do Art. 224 e inciso V do art. 241, ambos da ortaria nº 203, de 14 de maio de egimento nterno da ecretaria da eceita ederal do Brasil - B, e o que consta do processo / , declara: Art. 1º ica excluída do egime special nificado de Arrecadação de ributos e Contribuições devidos pelas icroempresas e mpresas de equeno orte (imples acional) a pessoa jurídica AC L LA -, CJ: / , com fundamento no inciso X do art. 17 da Lei Complementar nº 123/2006, e inciso XXV do art. 12 da esolução C nº 4, de 2007, em razão de constar do objeto social a atividade de "serviços de orientação e assistência prestadas a estabelecimentos agropecuários", a qual se inclui no CA /00 (atividade de consultoria em gestão empresarial, exceto consultoria técnica específica), que não permite a opção por essa sistemática, conforme consta do Anexo da esolução C nº 6, de 18 de junho de 2007, com a alteração da esolução C nº 77, de 13 de setembro de 2010, e também do Anexo V da esolução C nº 94, de 29/11/2011. Art. 2º A documentação que embasa o presente Ato eclaratório xecutivo encontra-se no processo administrativo digital de nº / , comprovando a ocorrência da situação excludente desde a data da opção pelo exercício de atividade vedada. Art. 3º s efeitos da exclusão ocorrem a partir de 01/01/2011, data da opção, como impõem as disposições contidas no 6º do art. 2º da LC 123, de 2006, e arts. 5º e 6º da esolução C nº 15, de Art. 4º A pessoa jurídica poderá apresentar, no prazo de 30 (trinta) dias contados da data da ciência deste A, manifestação de inconformidade dirigida ao elegado da eceita ederal do Brasil de Julgamento em Campo rande, nos termos do ecreto nº , de 6 de março de rocesso Administrativo iscal (A). Art. 5º ão havendo apresentação de manifestação de inconformidade a exclusão tornar-se-á definitiva, conforme 4º do art. 75 da esolução C nº 94, de 29 de novembro de CA A A AC LACA A CA AL BAL CABÁ A CLAAÓ XCV o - 141, 14 A 2013 eclara o perdimento de mercadorias apreendidas. LA A CA AL BAL CABÁ-, no uso das atribuições que lhe confere o artigo 302, inciso V, do egimento nterno da eceita ederal do Brasil, aprovado pela ortaria nº 203, de 14 de maio de 2012, do inistério da azenda, publicado no... de 17 de maio de 2012, no item 07, letra B da nº 80/81, de 04 de novembro de 1981, Arts. 2 e 3 e 1 do ecreto-lei n 399/68 regula mentado pelo art. 693 c/c 689, inciso X do egulamento Aduaneiro, aprovado pelo ecreto nº6.759/09; arts. 94, 95, 96, inciso, 111, 113 do ecreto-lei nº 37/66, e arts. 23, inciso V, 1º, 25 e 27 do ecreto-lei nº 1.455/76, regulamentados pelos arts. 673, 674, 675, inciso, 686, 687, 701 e 774 do ecreto nº 6.759/09, e tendo em vista o que consta do processo nº / CLAA A AV A AZA Ú- BLCA AC AL, as mercadorias discriminadas no Auto de nfração e ermo de Apreensão e uarda iscal nº /AAA000018/2013, do processo em referência, tornandoas destináveis de acordo com as normas previstas na ortaria nº 282, de 9 de junho de L CA AQ A CLAAÓ XCV o - 142, 14 A 2013 eclara o perdimento de mercadorias apreendidas. LA A CA AL BAL CABÁ-, no uso das atribuições que lhe confere o artigo 302, inciso V, do egimento nterno da eceita ederal do Brasil, aprovado pela ortaria nº 203, de 14 de maio de 2012, do inistério da azenda, publicado no... de 17 de maio de 2012, no item 07, letra B da nº 80/81, de 04 de novembro de 1981, Arts. 2 e 3 e 1 do ecreto-lei n 399/68 regula mentado pelo art. 693 c/c 689, inciso X do egulamento Aduaneiro, aprovado pelo ecreto nº6.759/09; arts. 94, 95, 96, inciso, 111, 113 do ecreto-lei nº ocumento assinado digitalmente conforme n o -

115 º 94, sexta-feira, 17 de maio de /66, e arts. 23, inciso V, 1º, 25 e 27 do ecreto-lei nº 1.455/76, regulamentados pelos arts. 673, 674, 675, inciso, 686, 687, 701 e 774 do ecreto nº 6.759/09, e tendo em vista o que consta do processo nº / CLAA A AV A AZA Ú- BLCA AC AL, as mercadorias discriminadas no Auto de nfração e ermo de Apreensão e uarda iscal nº /AAA000019/2013, do processo em referência, tornandoas destináveis de acordo com as normas previstas na ortaria nº 282, de 9 de junho de L CA AQ A CLAAÓ XCV o - 143, 14 A 2013 eclara perdimento de mercadorias apreendidas. LA A CA AL BAL CABÁ-, no uso das atribuições que lhe confere o artigo 302, inciso V, do egimento nterno da eceita ederal do Brasil, aprovado pela ortaria nº 203, de 14 de maio de 2012, do inistério da azenda, publicado no... de 17 de maio de 2012, no item 07, letra B da nº 80/81, de 04 de novembro de 1981, Arts. 2 e 3 e 1 do ecreto-lei n 399/68 regula mentado pelo art. 693 c/c 689, inciso X do egulamento Aduaneiro, aprovado pelo ecreto nº6.759/09; arts. 94, 95, 96, inciso, 111, 113 do ecreto-lei nº 37/66, e arts. 23, inciso V, 1º, 25 e 27 do ecreto-lei nº 1.455/76, regulamentados pelos arts. 673, 674, 675, inciso, 686, 687, 701 e 774 do ecreto nº 6.759/09, e tendo em vista o que consta do processo nº / CLAA A AV A AZA Ú- BLCA AC AL, as mercadorias discriminadas no Auto de nfração e ermo de Apreensão e uarda iscal nº /AAA000020/2013, do processo em referência, tornandoas destináveis de acordo com as normas previstas na ortaria nº 282, de 9 de junho de L CA AQ A CLAAÓ XCV o - 144, 14 A 2013 eclara o perdimento de mercadorias apreendidas. LA A CA AL BAL CABÁ-, no uso das atribuições que lhe confere o artigo 302, inciso V, do egimento nterno da eceita ederal do Brasil, aprovado pela ortaria nº 203, de 14 de maio de 2012, do inistério da azenda, publicado no... de 17 de maio de 2012, no item 07, letra B da nº 80/81, de 04 de novembro de 1981, Arts. 2 e 3 e 1 do ecreto-lei n 399/68 regula mentado pelo art. 693 c/c 689, inciso X do egulamento Aduaneiro, aprovado pelo ecreto nº6.759/09; arts. 94, 95, 96, inciso, 111, 113 do ecreto-lei nº 37/66, e arts. 23, inciso V, 1º, 25 e 27 do ecreto-lei nº 1.455/76, regulamentados pelos arts. 673, 674, 675, inciso, 686, 687, 701 e 774 do ecreto nº 6.759/09, e tendo em vista o que consta do processo nº / CLAA A AV A AZA Ú- BLCA AC AL, as mercadorias discriminadas no Auto de nfração e ermo de Apreensão e uarda iscal nº /AAA000021/2013, do processo em referência, tornandoas destináveis de acordo com as normas previstas na ortaria nº 282, de 9 de junho de L CA AQ XLA AA A A AC A CLAAÓ XCV o - 145, 14 A 2013 eclara o perdimento de mercadorias apreendidas. LA A CA AL BAL CABÁ-, no uso das atribuições que lhe confere o artigo 302, inciso V, do egimento nterno da eceita ederal do Brasil, aprovado pela ortaria nº 203, de 14 de maio de 2012, do inistério da azenda, publicado no... de 17 de maio de 2012, no item 07, letra B da nº 80/81, de 04 de novembro de 1981, Arts. 2 e 3 e 1 do ecreto-lei n 399/68 regula mentado pelo art. 693 c/c 689, inciso X do egulamento Aduaneiro, aprovado pelo ecreto nº6.759/09; arts. 94, 95, 96, inciso, 111, 113 do ecreto-lei nº 37/66, e arts. 23, inciso V, 1º, 25 e 27 do ecreto-lei nº 1.455/76, regulamentados pelos arts. 673, 674, 675, inciso, 686, 687, 701 e 774 do ecreto nº 6.759/09, e tendo em vista o que consta do processo nº / CLAA A AV A AZA Ú- BLCA AC AL, as mercadorias discriminadas no Auto de nfração e ermo de Apreensão e uarda iscal nº /AAA000023/2013, do processo em referência, tornandoas destináveis de acordo com as normas previstas na ortaria nº 282, de 9 de junho de L CA AQ ste documento pode ser verificado no endereço eletrônico pelo código A CLAAÓ XCV o - 146, 14 A 2013 eclara o perdimento de mercadorias apreendidas. LA A CA AL BAL CABÁ-, no uso das atribuições que lhe confere o artigo 302, inciso V, do egimento nterno da eceita ederal do Brasil, aprovado pela ortaria nº 203, de 14 de maio de 2012, do inistério da azenda, publicado no... de 17 de maio de 2012, no item 07, letra B da nº 80/81, de 04 de novembro de 1981, Arts. 2 e 3 e 1 do ecreto-lei n 399/68 regula mentado pelo art. 693 c/c 689, inciso X do egulamento Aduaneiro, aprovado pelo ecreto nº6.759/09; arts. 94, 95, 96, inciso, 111, 113 do ecreto-lei nº 37/66, e arts. 23, inciso V, 1º, 25 e 27 do ecreto-lei nº 1.455/76, regulamentados pelos arts. 673, 674, 675, inciso, 686, 687, 701 e 774 do ecreto nº 6.759/09, e tendo em vista o que consta do processo nº / CLAA A AV A AZA Ú- BLCA AC AL, as mercadorias discriminadas no Auto de nfração e ermo de Apreensão e uarda iscal nº /AAA000022/2013, do processo em referência, tornandoas destináveis de acordo com as normas previstas na ortaria nº 282, de 9 de junho de L CA AQ A CLAAÓ XCV o - 155, 14 A 2013 eclara o perdimento de mercadorias apreendidas. LA A CA AL BAL CABÁ-, no uso das atribuições que lhe confere o artigo 302, inciso V, do egimento nterno da eceita ederal do Brasil, aprovado pela ortaria nº 203, de 14 de maio de 2012, do inistério da azenda, publicado no... de 17 de maio de 2012, no item 07, letra B da nº 80/81, de 04 de novembro de 1981 Arts. 2 e 3 e 1 do ecreto-lei n 399/68 regula mentado pelo art. 693 c/c 689, inciso X do egulamento Aduaneiro, aprovado pelo ecreto nº6.759/09; arts. 94, 95, 96, inciso, 111, 113 do ecreto-lei nº 37/66, e arts. 23, inciso V, 1º, 25 e 27 do ecreto-lei nº 1.455/76, LACA A CA AL BAL AAL A A CA AL BAL AA A CLAAÓ XCV º 2, 10 A 2013 nspetor Chefe da nspetoria da eceita ederal do Brasil em arnamirim/, no uso das atribuições que lhe confere o parágrafo 3º do art. 810 do ecreto nº 6.759/2000, parágrafo esse alterado pelo Art. 810 do ecreto nº 7.213/2010, e parágrafo único do Art. 1º e parágrafo único do Art. 12, ambos da B nº 1.209/2011, declara: Art. 1º ncluir no egistro de Ajudante de espachante Aduaneiro a seguinte inscrição: º C C º 4. A LAA LC A CA / Art. 2º ste Ato entrará em vigor na data de sua publicação no iário ficial da nião LACA A CA AL BAL C A CLAAÓ XCV º 73, 14 A 2013 Co-habilita a pessoa jurídica que menciona a operar no CAL - CV AA VLV- A A-A (). LA A CA AL BAL C/, no uso das atribuições que lhe confere o egimento nterno da eceita ederal do Brasil, aprovado pela ortaria nº 203, 14 de maio de 2012, publicada no de 17/05/2012, e considerando o disposto na Lei nº , de 15/06/2007, no ecreto nº 6.144, de 03/07/2007, e na nstrução ormativa B nº 758, de 25/07/2007, declara: Art. 1º. C-HABLAA a operar como beneficiária no egime special de ncentivo para o esenvolvimento da nfra-strutura (), a empresa JW HAA LÉCA LA - CJ nº / , sita à ua r. eorge William Butler, Curado - ecife(), C , na forma da nstrução ormativa B nº 758, de 25/07/2007, conforme ortaria nº 431, de 12/07/2011 do inistério de inas e nergia, e de acordo com o que consta do processo administrativo nº / Art. 2º. A referida Co-habilitação é específica para o projeto eforços e elhorias em nstalações de ransmissão de nergia létrica, discriminado no Anexo da ortaria nº 431, de 12 de julho de 2011, e referente ao contrato C , na parte que trata da execução por empreitada de obras de construção civil, na ubestação de Camaçari V. regulamentados pelos arts. 673, 674, 675, inciso, 686, 687, 701 e 774 do ecreto nº 6.759/09,e tendo em vista o que consta do processo nº / CLAA A AV A AZA Ú- BLCA AC AL, as mercadorias discriminadas no Auto de nfração e ermo de Apreensão e uarda iscal nº /AAA000034/2013, do processo em referência, tornandoas destináveis de acordo com as normas previstas na ortaria nº 282, de 9 de junho de L CA AQ 4ª Ã CAL LACA A CA AL BAL JÃ A A CLAAÓ XCV º 13, 16 A 2013 eclara a inaptidão da inscrição no CJ da empresa que menciona; motivo: não localizada. A LAA BA A CA AL BAL JÃ A, no uso das atribuições que lhe confere o inciso do art. 302 e inciso V do art.314 do egimento nterno da ecretária da eceita ederal do Brasil, aprovado pela ortaria nº 203, de 14 de maio de 2012, publicado no... de 17/05/2012, e tendo em vista o disposto nos artigos 81 e 82 da Lei nº 9.430/96 e 2º do art. 39 da nstrução ormativa B nº 1183, de 19 de agosto de 2011, considerando ainda o que consta do processo nº / , resolve declarar: Art. 1º - AA à inscrição no Cadastro acional de essoas Jurídicas (CJ) da empresa CA & LA, CJ nº / por não ter sido localizada no endereço informado, com base no inciso do art. 34, combinado com o inciso do art. 37, e inciso do art. 39, todos da nstrução ormativa nº / ; Art. 2º nidôneos os documentos emitidos por essa pessoa jurídica, não produzindo efeitos tributários em favor de terceiros a partir de 30 de outubro de AA ÚBA ALV CA J LZ A CA Art. 3º. icam excluídos do benefício do eidi, ora reconhecido, os demais itens contratados por meio do contrato C que não guardam relação direta com a execução por empreitada de obra de construção civil, mas sim com o fornecimento de materiais. Art. 4º. ste ato entra em vigor na data de sua publicação. AC ACL VALÇA LH 6ª Ã CAL LACA A CA AL BAL BL HZ A CLAAÓ XCV º 108, 15 A 2013 eclara AA a inscrição no Cadastro acional da essoa Jurídica (CJ). A elegada da eceita ederal do Brasil em Belo Horizonte -, no uso das atribuições que lhe são conferidas pelo art. 302 do egimento nterno da ecretaria da eceita ederal do Brasil, aprovado pela ortaria n 203, de 14 de maio de 2012, de 17/05/2012, e tendo em vista o disposto nos arts. 37 e 39, da nstrução ormativa B nº 1.183, de 19 de agosto de 2011, e considerando o que consta do rocesso Administrativo iscal nº / , declara: Art. 1º - AA - ão Localizada, a inscrição no Cadastro acional da essoa Jurídica (CJ), a empresa J CÉC VÇ QA L LÔC L- A-, CJ / Art. 2º - ste Ato declaratório xecutivo entra em vigor na data de sua publicação. A CLA BAA C ocumento assinado digitalmente conforme n o -

116 º 94, sexta-feira, 17 de maio de ª Ã CAL LACA A CA AL BAL JA A CLAAÓ XCV º 39, 14 A 2013 eclara e Comunica a naptidão de empresa no CJ, nos termos da nstrução ormativa B nº 1.183, de 19 de agosto de 2011 (publicada no... de 2 2 / 0 8 / ). A elegada da eceita ederal do Brasil no io de Janeiro, no uso de suas atribuições, definidas no egimento nterno da ecretaria da eceita ederal do Brasil, aprovado pela ortaria nº 203, de 14 de maio de 2012, publicada no iário ficial da nião de 17 de maio de 2012 e considerando o estabelecido nos Arts. 10; 37, inciso ; 39, inciso e 2º, da nstrução ormativa B nº 1.183, de 19 de agosto de 2011, tendo em vista ainda o que consta do rocesso Administrativo iscal nº / resolve: Art. 1º - eclarar AA perante o Cadastro acional da essoa Jurídica a sociedade empresária ÁX 2008 A- A Ã AAL LA. -, CJ nº / , por não ter sido localizada no endereço constante do cadastro CJ, e por não terem seus representantes legais atendido as intimações para regularização da situação cadastral, na forma prevista em legislação vigente. Art. 2º - ste Ato eclaratório xecutivo entra em vigor na data de sua publicação, produzindo os efeitos constantes dos art. 42 e 43, da supracitada nstrução ormativa. CCALZAÇÃ BA C ÔCA A BA LACA A CA AL BAL JA AA º 64, 15 A 2013 LA A CA AL BAL JA (J), no uso das incumbências que lhe são atribuídas pelos artigos 302, 307 e 314, do egimento nterno da ecretaria da eceita ederal do Brasil - B, aprovado pela ortaria nº 203, de 14 de maio de 2012, publicada no iário ficial da nião de 17 de maio de 2012, com base no disposto nos artigos 11 e 12 do ecreto-lei n 200, de 25 de fevereiro de 1967, regulamentado pelo ecreto n , de 06 de setembro de 1979, com as alterações do ecreto n , de 17 de setembro de 1981, resolve: Art. 1º elegar ao elegado-adjunto da elegacia da eceita ederal do Brasil no io de Janeiro o exercício das competências relacionadas nos incisos deste artigo, dentro dos limites da área de atuação da elegacia, observando, no que couber, a legislação de regência, inclusive a do sigilo fiscal: - decidir sobre a revisão de ofício, seja a pedido do contribuinte ou no interesse da administração, inclusive quanto aos créditos tributários lançados, inscritos ou não em ívida Ativa da nião; - decidir quanto à suspensão, inaptidão, baixa de ofício e regularização de contribuintes nos cadastros da B; - autorizar ou determinar a execução de diligências/perícias e de ações fiscais mediante a expedição de andado de rocedimento iscal, inclusive para reexame ou abertura de novos procedimentos fiscais em períodos anteriormente auditados; V - decidir sobre a concessão de pedidos de parcelamento, sobre restituição, compensação, ressarcimento, reembolso, suspensão e redução de tributos; V - decidir sobre o reconhecimento de imunidades e isenções; V - decidir sobre pedidos de cancelamento ou reativação de declarações; V - requisitar informações e documentos de interesse fiscal às instituições financeiras, nos termos da Lei Complementar nº 105, de 10 de janeiro de 2001; V - expedir súmulas e atos declaratórios relativos à inidoneidade de documentos ou à situação cadastral e fiscal de pessoas físicas e jurídicas, e a registros especiais de bebidas e papel imune; X - declarar inidôneo para assinar peças ou documentos, contábeis ou não, sujeitos à apreciação da B, o profissional que incorrer em fraude de escrituração ou falsidade de documentos; X - negar o seguimento de impugnação, manifestação de inconformidade e recurso voluntário, quando não atendidos os requisitos legais; X - publicar atos, avisos, editais e despachos nos órgãos oficiais e na imprensa privada; X - aplicar a legislação de pessoal aos servidores subordinados, bem como localizá-los nas ivisões, erviços, eções e abinete da elegacia; X - autorizar viagens a serviço e conceder diárias ao pessoal subordinado e a colaboradores eventuais; XV - expedir notificação de lançamento com o objetivo de constituir o crédito tributário. Art. 2º elegar competência aos Chefes de ivisão e erviço e aos seus ubstitutos, para a prática dos seguintes atos, dentro dos limites de suas esferas de atuação e observado, no que couber, a legislação de regência, inclusive a do sigilo fiscal: ste documento pode ser verificado no endereço eletrônico pelo código receber e emitir correspondências oficiais a pessoas físicas e jurídicas, contribuintes ou não, órgãos da Administração ública, serventuários da Justiça, juntas comerciais, organizações sindicais, partidos políticos e demais entidades e instituições, assim como às ivisões, eções e erviços dos órgãos internos da B, os quais possam, de qualquer forma, esclarecer assuntos afetos à ivisão/erviço; - atender às demandas dos órgãos do oder Judiciário, inistério úblico ederal, rocuradoria da azenda acional, Advocacia eral da nião e outros com poder requisitório, ou com os quais a B mantenha convênio, referentes à situação fiscal de contribuintes domiciliados no município do io de Janeiro, incluindo o resultado de procedimentos fiscais, a remessa de documentos em cópia ou original, a designação e apresentação de servidor, inclusive para prestação de assistência técnica aos órgãos de defesa da azenda acional; - autorizar viagens a serviço e efetuar a correspondente atualização nos sistemas eletrônicos de controle. Art. 3º elegar competência ao Chefe da ivisão de Controle e Acompanhamento ributário - icat e ao seu ubstituto, para: - encaminhar à rocuradoria da azenda acional -, na área de sua competência, proposta de cancelamento ou alteração de débitos inscritos em ívida Ativa da nião, cujo valor exonerado seja igual ou inferior a $ ,00 (um milhão de reais); - proceder, na área de sua competência, à inclusão, exclusão e alteração da situação de contribuintes no Cadin, observadas as prescrições legais em vigor; - prestar informação, mediante requisição judicial ou do interessado, referente à situação fiscal de contribuintes; V- decidir sobre a concessão de parcelamento especial e ordinário de tributos e contribuições previdenciárias, excetuado os relativos ao comércio exterior; V- enviar a autorização para débito em conta à instituição bancária na qual o contribuinte seja cliente, relativamente ao parcelamento ordinário concedido no âmbito dos CAC e controlar os pagamentos realizados; V- proceder à alteração, de ofício, do cadastro da pessoa jurídica, quando não efetivada a regularização de alteração cadastral após trinta dias contados da ciência da intimação; V - proceder à alteração, de ofício, do cadastro da pessoa jurídica, quando a pessoa física responsável perante o CJ ou os integrantes do QA comprovarem, por meio de ato alterador, devidamente registrado, ou certidão emitida por órgão competente, a sua desvinculação da pessoa jurídica; ou quando constatado erro na classificação ou no registro da atividade econômica do estabelecimento; V - ncaminhar aos órgãos de registro competentes a relação de bens e direitos para fins de averbação do arrolamento ou seu cancelamento, de que trata o art. 7o da nstrução ormativa B nº 1.088, de 29 de novembro de 2010, publicada no iário ficial da nião de 30 de novembro de X - autorizar o levantamento e/ou conversão do depósito em renda da nião ou a transformação do depósito em pagamento definitivo, com base na competência originária prevista no art. 24 da / nº 421, de 10/05/2004, com a redação que lhe foi dada pela / nº 449, de 06/09/2004; X - atender, em conformidade com as disposições legais de regência, quando provenientes de autoridades, às requisições de cópias de declarações, em geral, e aos pedidos de informações cadastrais; X - decidir sobre revisão de débitos declarados em C ou, seja a pedido do contribuinte ou no interesse da Administração, inscritos ou não em ívida Ativa da nião. X- decidir em processos sobre revisão de C; X- decidir sobre pedidos de cancelamento ou reativação de declarações; XV- encaminhar diretamente ao órgão do inistério úblico ederal competente para promover a ação penal as representações ficais para fins penais de que tratam os artigos 4o, 5o e 7o da ortaria B nº 2.439, de 21 de dezembro de 2010, publicada no iário ficial da nião de 22 de dezembro de Art. 4º elegar competência ao Chefe da ivisão de rientação e Análise ributária - iort e ao seu ubstituto, para: - reconhecer direito creditório decorrente de pedido de restituição e de declaração de compensação, bem assim homologar compensação de créditos tributários, se for o caso, em processo administrativo relativo a tributos e contribuições administrados pela ecretaria da eceita ederal do Brasil, cujo valor histórico creditício a restituir e a compensar encerrem a importância igual ou inferior a $ ,00 (um milhão de reais); - reconhecer o direito à isenção, imunidade, suspensão e redução de tributos e contribuições administrados pela ecretaria da eceita ederal do Brasil; - encaminhar à rocuradoria da azenda acional -, na área de sua competência, proposta de cancelamento ou alteração de débitos inscritos em ívida Ativa da nião, cujo valor exonerado seja igual ou inferior a $ ,00 (um milhão de reais); V - proceder, na área de sua competência, à inclusão, exclusão e alteração da situação de contribuintes no Cadin, observadas as prescrições legais em vigor; V - decidir quanto à inclusão, exclusão ou manutenção de contribuinte no istema ntegrado de agamento de mpostos e Contribuições das icroempresas e mpresas de equeno orte - - L AL, de que trata a Lei nº 9.317, de 05 de dezembro de publicada no de 06/12/1996, no que concerne a fatos geradores somente até 30/06/2007, assim como, para fatos geradores a partir de 01/07/2007, no egime special nificado de Arrecadação de ributos e Contribuições devidos pelas icroempresas e mpresas de equeno orte - L AC, de que trata a Lei Complementar nº 123, de 14 de dezembro de 2006, publicada no de 15/12/2006; V - rever de ofício, nas hipóteses previstas no artigo 149 do C, os lançamentos realizados no âmbito da elegacia; V - encaminhar diretamente ao órgão do inistério úblico ederal competente para promover a ação penal as representações ficais para fins penais de que tratam os artigos 4o, 5o e 7o da ortaria B nº 2.439, de 21 de dezembro de 2010, publicada no iário ficial da nião de 22 de dezembro de 2010; 1º A elegação a que se refere o inciso fica estendida aos Chefes de quipe da iort, até o limite de alçada de $ ,00; e aos ABs localizados nas mesmas quipes, até o limite de alçada de $ ,00. 2º ara o Chefe da ivisão, a competência delegada pelo inciso independe do limite de alçada nos casos de indeferimento de pedido de restituição, não homologação de declaração de compensação, e reconhecimento de compensação não declarada ou inexistente. Art. 5º elegar competência ao Chefe da ivisão de iscalização e ao seu ubstituto para: - encaminhar diretamente ao órgão do inistério úblico ederal competente para promover a ação penal as representações ficais para fins penais de que tratam os artigos 5o, inciso V, e 7o da ortaria B nº 2.439, de 21 de dezembro de 2010, publicada no iário ficial da nião de 22 de dezembro de 2010; - conceder, interromper, suspender e reincluir a indenização de transporte, nos termos da legislação em vigor; - expedir extrato e notificação de lançamento decorrentes de revisão interna de eclaração do mposto de enda das essoas ísicas, cujo valor dos bens declarados não ultrapasse a $ ,00 (um milhão de reais); V- expedir notificações de lançamento, decorrentes de procedimentos internos instaurados na ivisão; V - designar servidor competente para lavrar exigência complementar em auto de infração ou notificação de lançamento; V- prorrogar o prazo de validade dos andados de rocedimentos iscais - ; V - decidir sobre a revisão de ofício, nas hipóteses previstas no artigo 149 do C, dos lançamentos relativos a autos de infração do mposto de enda da essoa ísica realizados no âmbito da elegacia; V - emitir o espacho ecisório de que trata o art. 8o da orma de xecução Conjunta Cofis/Codac no 03, de 23 de dezembro de 2010 arágrafo único. A elegação a que se refere o inciso fica estendida aos Chefes de quipe de iscalização, até o limite de alçada de $ ,00; e aos ABs localizados nas mesmas quipes, até o limite de alçada de $ ,00. Art. 6º elegar competência ao Chefe do erviço de estão Corporativa - egec e ao seu ubstituto, para: - expedir declaração para fins de prova junto a órgão público ou privado, quanto ao exercício de servidor; - requisitar à A/J a inspeção médica de servidor; - expedir ofício de apresentação de servidor convocado para prestar depoimento perante a olícia ederal, o inistério úblico ederal e os órgãos do oder Judiciário; V - assinar e encaminhar correspondência a órgão público gerenciador de Ata de egistro de reços, de que trata o art. 15 da Lei nº 8.666, de 21 de junho de 1993, regulamentado pelo ecreto nº 3.931, de 19 de setembro de 2001, bem como ao respectivo fornecedor beneficiário, com a finalidade de, quando comprovadamente vantajoso, manifestar interesse e promover a adesão da elegacia. V- reconhecer aos servidores as concessões de que tratam o artigo 97 da Lei 8.112/90, com as alterações da Lei 9.527/97; V - praticar os atos de gestão orçamentária, financeira e patrimonial, mencionados nos incisos, e do art. 307, do egimento nterno da ecretaria da eceita ederal do Brasil; V - efetuar os procedimentos necessários à prática dos atos mencionados nos incisos V e V do art. 307, do egimento nterno da ecretaria da eceita ederal do Brasil. Art. 7º bservado, no que couber, a legislação de regência, inclusive a do sigilo fiscal, delegar competência aos integrantes da Assessoria écnica, localizada no abinete elegacia, para: - receber, conhecer e encaminhar a correspondência endereçada ao elegado ou a seu Adjunto; e - encaminhar expedientes e processos administrativos para as ivisões/erviços da elegacia ou para as demais unidades da B; - receber e emitir correspondências oficiais a pessoas físicas e jurídicas, contribuintes ou não, órgãos da Administração ública, serventuários da Justiça, juntas comerciais, organizações sindicais, partidos políticos e demais entidades e instituições, assim como às ivisões, eções e erviços dos órgãos internos da B, os quais possam, de qualquer forma, esclarecer assuntos afetos à ivisão/erviço. Art. 8º elegar Competência aos Chefes dos Centros de Atendimento ao Contribuinte - CAC e aos seus ubstitutos, para: - decidir sobre a expedição de certidões relativas à situação fiscal e cadastral do contribuinte; - praticar todos os atos administrativos concernentes a processos de parcelamento de tributos cuja delegação não seja vedada pela legislação de regência; - decidir sobre a concessão de parcelamento ordinário de tributos de pessoas físicas ou jurídicas, exceto contribuições previdenciárias, independente do valor consolidado; V - enviar o processo de pedido de parcelamento de que trata o inciso anterior à icat, para providenciar o envio da autorização para débito em conta à rede bancária e controle de pagamentos; ocumento assinado digitalmente conforme n o -

117 º 94, sexta-feira, 17 de maio de V - proceder, na área de sua competência, à inclusão, exclusão e alteração da situação de contribuintes no Cadin, observadas as prescrições legais em vigor; V - proceder à intimação de pessoa jurídica em situação cadastral irregular, identificada no exercício das atividades inerentes ao CAC, bem como à alteração, de ofício, do cadastro da pessoa jurídica, quando não efetivada a regularização de alteração cadastral após trinta dias contados da ciência da aludida intimação; V - proceder à alteração, de ofício, do cadastro da pessoa jurídica, em situações decorrentes das atividades inerentes ao CAC, quando: a pessoa física responsável perante o CJ ou os integrantes do QA comprovarem, por meio de ato alterador, devidamente registrado, ou certidão emitida por órgão competente, a sua desvinculação da pessoa jurídica; constatado erro na classificação ou no registro da atividade econômica do estabelecimento; V - receber e emitir correspondências oficiais a pessoas físicas e jurídicas, contribuintes ou não, órgãos da Administração ública, serventuários da Justiça, juntas comerciais, organizações sindicais, partidos políticos, órgãos do oder Judiciário, inistério úblico ederal, rocuradoria da azenda acional, Advocacia eral da nião e demais entidades e instituições, assim como às ivisões, eções e erviços dos órgãos internos da B, a fim de, por qualquer forma, esclarecer ou solicitar esclarecimentos concernentes a assuntos afetos às atribuições regimentais desta ecretaria, dentro dos limites de suas esferas de atuação e observado, no que couber, a legislação de regência, inclusive a do sigilo fiscal. Art. 9º A prática de quaisquer dos atos mencionados nos artigos anteriores, pela autoridade delegante, ocorrerá sempre que esta julgar conveniente e não implicará na revogação, total ou parcial, da presente ortaria. Art. 10 m todos os atos praticados em função das competências ora delegadas, deverão ser mencionados, após a assinatura, o número e a data desta ortaria. Art. 11 ica vedada a subdelegação das competências ora delegadas. Art. 12 evoga-se a ortaria /J nº 146, de 1o de julho de 2011, publicada no iário ficial da nião de 13 de julho de 2011, editada com as atribuições conferidas pelo anterior egimento nterno da B. Art. 13 Convalidam-se os atos praticados na forma do disposto nesta ortaria anteriormente à data de sua publicação. Art.14 sta ortaria entra em vigor na data de sua publicação. LZ A C CHAA VÃ BAÇÃ LÇÃ CLA o - 35, 2 ABL 2013 A: Contribuição para o inanciamento da eguridade ocial - Cofins A: C-AÇÃ. AJAÇÃ ALÍQ- A. AAÇÃ CÉ. ALÍQA A ALCAA. Como regra, conforme determinação contida no 3º do art. 15 da Lei nº , de 2004, as alíquotas para apuração do crédito do /asep-mportação e da Cofins-mportação serão aquelas previstas no art. 2º caput das Leis nºs , de 2002, e , de 2003, relativas, respectivamente, ao /asep e à Cofins não cumulativos. Assim, a majoração da alíquota da Cofins-mportação não altera, a princípio, a alíquota a ser utilizada para fins de apuração dos créditos decorrentes do pagamento dessa contribuição, a qual, salvo se houver expressa determinação legal em contrário, será, nos termos da legislação vigente, de 7,6%. V LA: B nº 740, de 2007; Lei nº 9.784, de 1999, art. 2º; Lei nº , de 2002, art. 2º; Lei nº , de 2003, art. 2º; Lei nº , de 2004, arts. 8º e 15; Lei nº , de 2012, art. 53. JÉ CAL AB ALV Chefe LÇÃ CLA o - 36, 2 ABL 2013 XLA AA A A AC A: Contribuição para o inanciamento da eguridade ocial - Cofins A: C-AÇÃ. AJAÇÃ ALÍQ- A. AAÇÃ CÉ-ALÍQA A ALCAA. A ACAL A LÇÃ CLA º 11, 07/, 29/01/2013, AA CA A C- AÇÕ XA A A AAÇÃ A, B A ALCAÇÃ AL A ALA- ÇÕ ZA L A. 53, A L º , 2012, LA A CVÃ A º 563, de 2012, A AÇÃ 21 A 8º A L º , AA, É, A CCLÃ A L- ÇÃ A ACAL AA, B A A AAÇÃ CÉ A C-AÇÃ. Aplica-se a partir de 1º de agosto de 2012, data da entrada em vigor do art. 43, da nº 563, de 2012, a alíquota de 8,6% da Cofins- mportação na hipótese de importação dos bens relacionados no Anexo à Lei nº , de Como regra, conforme determinação contida no 3º do art. 15 da Lei nº , de 2004, as alíquotas para apuração do crédito do /asep-mportação e da Cofins-mportação serão aquelas previstas no art. 2º caput das Leis nºs , de 2002, e , de 2003, relativas, respectivamente, ao /asep e à Cofins não cumulativos. Assim, a majoração da alíquota da Cofins-mportação não altera, a princípio, a alíquota a ser utilizada para fins de apuração dos créditos decorrentes do pagamento dessa contribuição, a qual, salvo se houver expressa determinação legal em contrário, será, nos termos da legislação vigente, de 7,6%. ste documento pode ser verificado no endereço eletrônico pelo código V LA: Lei nº , de 2011, art. 21; Lei nº , de 2012, arts. 53, 78 2º e 79, inc.; Lei nº , de 2004, arts. 8º, 21 e 15, 3º; ecreto nº 7.828, de 2012; nº 563, de 2012, art.s 43 e 54, 2º; arecer /CA/º 2220/2012. JÉ CAL AB ALV Chefe LÇÃ CLA o - 37, 2 ABL 2013 A: Contribuição ocial sobre o Lucro Líquido - CLL A: BA CÁLCL AVA. CAÇÃ. AA LV C. CVAÇÃ - CÁA. LQAÇÃ XAJCAL. LVAA. ALAÇÃ A AVA. Ã CAACZAÇÃ. valor da base negativa da CLL apurado até 2008, e devidamente inserido no AL, está sujeito à comprovação por meio de livros e documentos, exigidos pela legislação fiscal. Aplica-se à entidade submetida ao regime de liquidação extrajudicial a vedação à compensação de sua base de cálculo negativa, se entre a data da apuração e da compensação houver ocorrido, cumulativamente, modificação de seu controle societário e do ramo de atividade. A decretação de liquidação extrajudicial, bem como o seu levantamento, não caracterizam, por si só, alteração do ramo de atividade. V LA: art. 2º da menda Constitucional nº 32, de 2001; arts. 150 e 173 da Lei nº 5.172, de 1966 (C); art. 60 da Lei nº 9.430, de 1996; art. 16, parágrafo único, da Lei nº 9.065, de 1995; e art. 22 da rovisória nº , de A: mposto sobre a enda de essoa Jurídica - J A: JÍZ CAL. CAÇÃ. AA LV C. CVAÇÃ CÁA. L- QAÇÃ XAJCAL. LVAA. ALAÇÃ A AVA. Ã CAAC- ZAÇÃ. valor do prejuízo fiscal, apurado até 2008, e devidamente inserido no AL, está sujeito à comprovação por meio de livros e documentos, exigidos pela legislação fiscal. Aplica-se à entidade submetida ao regime de liquidação extrajudicial a vedação à compensação de seus próprios prejuízos fiscais, se entre a data da apuração e da compensação houver ocorrido, cumulativamente, modificação de seu controle societário e do ramo de atividade. A decretação de liquidação extrajudicial, bem como o seu levantamento, não caracterizam, por si só, alteração do ramo de atividade. V LA: art. 2º da menda Constitucional nº 32, de 2001; arts. 150 e 173 da Lei nº 5.172, de 1966 (C); art. 60 da Lei nº 9.430, de 1996; art. 15, parágrafo único, da Lei nº 9.065, de 1995; art. 32 do ecreto-lei nº 2.341, de JÉ CAL AB ALV Chefe LÇÃ CLA o - 38, 2 ABL 2013 A: mposto sobre a enda etido na onte - A: ÇÃ. VAL A L AA CLH A. A dispensa de retenção do, prevista no art. 67 da Lei nº 9.430, de 1996, para pagamentos feitos por pessoas jurídicas a outras pessoas jurídicas, ocorre quando, em cada importância paga ou creditada, realizada a qualquer tempo e tomada isoladamente, o imposto apurado for igual ou inferior a $ 10,00 (dez reais). ma vez dispensada a retenção na fonte pagadora, por não atingir o limite mínimo estabelecido no art. 67 da Lei nº 9.430, de 1996, não cabe a acumulação desse valor (não retido) para um futuro recolhimento na forma de adição prevista no 1º do art. 68 da Lei nº 9.430, de 1996, até que se alcance o valor igual ou superior a $ 10,00 (dez reais). V LA: Lei nº 9.430, de 1996, arts. 67 e 68, caput e 1º. A: Contribuições ociais revidenciárias A: ÇÃ. VAL A L AA CLH. A dispensa da retenção de 11%, prevista no inciso do art. 120 da B º 971, de 2009, ocorre quando o respectivo valor, em cada nota fiscal, for inferior ao valor mínimo fixado para recolhimento em. ma vez dispensada a retenção em razão do não atingimento do limite mínimo estabelecido, não cabe a acumulação desse valor (não retido) para um futuro recolhimento na forma prevista no 1º do art. 398 da B nº 971, de V LA: B nº 971, de 2009, art. 120, e art. 398, caput e 1º. JÉ CAL AB ALV Chefe LÇÃ CLA o - 39, 8 ABL 2013 A: imples acional A: CA. A CCAL. A. JÇÃ. A microempresa constituída posteriormente a 1995, sujeita-se, independentemente da atividade que explore, ao imposto de renda, cujo recolhimento pode efetuar mediante o sistema simplificado instituído pela Lei nº 9.317, de 1996, e ampliado pela Lei Complementar nº 123, de V LA: Lei nº 9.317, de 1996, art. 3º; Lei Complementar nº 123, de 2006, art. 1º. JÉ CAL AB ALV Chefe LÇÃ CLA o - 40, 15 ABL 2013 A: Contribuição para o inanciamento da eguridade ocial - Cofins A: C-AÇÃ. ALÍQA. a hipótese de importação de bens incluídos no Anexo da Lei nº , de 2011, a alíquota da Cofins-mportação a ser aplicada deverá ser aquela resultante do acréscimo de um ponto percentual sobre a alíquota da referida contribuição a que estiver sujeito o bem, na forma da legislação. Assim, no caso concreto dos produtos citados no 3º do artigo 8º da Lei nº , de 2004, e incluídos naquele anexo, a alíquota da Cofins-mportação será de 10,6%, resultante do acréscimo de um ponto percentual à alíquota de 9,6%, estabelecida no inciso do referido comando. V LA: Lei nº , de 2004, art. 8º; Lei nº , de 2011; Lei nº , de JÉ CAL AB ALV Chefe LÇÃ CLA o - 41, 15 ABL 2013 A: Contribuição para o inanciamento da eguridade ocial - Cofins A:. AÊCA BA A C. A BÍC. A transferência de parte das obras de infraestrutura implica o descumprimento dos requisitos para fruição e manutenção dos benefícios do. V LA: B nº 758, de 2007, arts. 2º, 5º, caput e 1º, e 12, caput e 7º; ortaria nº 100, de 2008, art. 1º, 1º. A: Contribuição para o /asep A:. AÊCA BA A C. A BÍC. A transferência de parte das obras de infraestrutura implica o descumprimento dos requisitos para fruição e manutenção dos benefícios do. V LA: B nº 758, de 2007, arts. 2º, 5º, caput e 1º, e 12, caput e 7º; ortaria nº 100, de 2008, art. 1º, 1º. JÉ CAL AB ALV Chefe LÇÃ CLA o - 42, 17 ABL 2013 A: ormas erais de ireito ributário A: CÉ CHC. CÃ JCAL AAA JLA. VA A - B A ÉC. LLAÇÃ V A AVÁVL A CB. AÃ A C- AÇÃ C B. Admite-se, em face de legislação ulterior, que crédito relativo a tributo sob a administração da eceita ederal do Brasil, reconhecido em sentença judicial transitada em julgado que tenha restringido a sua utilização à compensação de débitos de tributos da mesma espécie, seja utilizado para compensar débitos próprios relativos a quaisquer tributos administrados pelo órgão, desde que a legislação assegure igual tratamento aos demais contribuintes. V LA: Lei nº 9.430, de 1996, art. 74 modificado pelo art. 49 da nº 66, de 2002; Lei nº , de 2002, art. 49. JÉ CAL AB ALV Chefe LÇÃ CLA o - 43, 17 ABL 2013 A: ormas erais de ireito ributário A: CÉ CHC. CÃ JCAL AAA JLA. VA A - B A ÉC. LLAÇÃ V A AVÁVL A CB. AÃ A C- AÇÃ C B. Admite-se, em face de legislação ulterior, que crédito relativo a tributo sob a administração da eceita ederal do Brasil, reconhecido em sentença judicial transitada em julgado que tenha restringido a sua utilização à compensação de débitos de tributos da mesma espécie, seja utilizado para compensar débitos próprios relativos a quaisquer tributos administrados pelo órgão, desde que a legislação assegure igual tratamento aos demais contribuintes. V LA: Lei nº 9.430, de 1996, art. 74 modificado pelo art. 49 da nº 66, de 2002; Lei nº , de 2002, art. 49. JÉ CAL AB ALV Chefe LÇÃ CLA o - 44, 17 ABL 2013 A: ormas erais de ireito ributário A: CÉ CHC. CÃ JCAL AAA JLA. VA A - B A ÉC. LLAÇÃ V A AVÁVL A CB. AÃ A C- AÇÃ C B. Admite-se, em face de legislação ulterior, que crédito relativo a tributo sob a administração da eceita ederal do Brasil, reconhecido em sentença judicial transitada em julgado que tenha restringido a sua utilização à compensação de débitos de tributos da mesma espécie, seja utilizado para compensar débitos próprios relativos a quaisquer tributos administrados pelo órgão, desde que a legislação assegure igual tratamento aos demais contribuintes. ocumento assinado digitalmente conforme n o -

118 º 94, sexta-feira, 17 de maio de 2013 V LA: Lei nº 9.430, de 1996, art. 74 modificado pelo art. 49 da nº 66, de 2002; Lei nº , de 2002, art. 49. JÉ CAL AB ALV Chefe LÇÃ CLA o - 45, 17 ABL 2013 A: ormas erais de ireito ributário A: CÉ CHC. CÃ JCAL AAA JLA. VA A - B A ÉC. LLAÇÃ V A AVÁVL A CB. AÃ A C- AÇÃ C B. Admite-se, em face de legislação ulterior, que crédito relativo a tributo sob a administração da eceita ederal do Brasil, reconhecido em sentença judicial transitada em julgado que tenha restringido a sua utilização à compensação de débitos de tributos da mesma espécie, seja utilizado para compensar débitos próprios relativos a quaisquer tributos administrados pelo órgão, desde que a legislação assegure igual tratamento aos demais contribuintes. V LA: Lei nº 9.430, de 1996, art. 74 modificado pelo art. 49 da nº 66, de 2002; Lei nº , de 2002, art. 49. CCALZAÇÃ BA C JÉ CAL AB ALV Chefe LÇÃ CLA o - 46, 17 ABL 2013 A: ormas erais de ireito ributário A: CÉ CHC. CÃ JCAL AAA JLA. VA A - B A ÉC. LLAÇÃ V A AVÁVL A CB. AÃ A C- AÇÃ C B. Admite-se, em face de legislação ulterior, que crédito relativo a tributo sob a administração da eceita ederal do Brasil, reconhecido em sentença judicial transitada em julgado que tenha restringido a sua utilização à compensação de débitos de tributos da mesma espécie, seja utilizado para compensar débitos próprios relativos a quaisquer tributos administrados pelo órgão, desde que a legislação assegure igual tratamento aos demais contribuintes. V LA: Lei nº 9.430, de 1996, art. 74 modificado pelo art. 49 da nº 66, de 2002; Lei nº , de 2002, art. 49. JÉ CAL AB ALV Chefe LÇÃ CLA o - 47, 29 ABL 2013 A: ormas de Administração ributária A: J B CAAL Ó. BCÁ-. AÍA VA AÍ. CCAÇÃ - VA À AAA. Ã AV. A comunicação intempestiva da data da saída definitiva do Brasil à fonte pagadora, por parte do beneficiário de juros sobre o capital próprio, que apresentou eclaração de aída efinitiva do aís, não produz efeitos retroativos com relação à fonte. V LA: art. 10 da nº 208, de 2002; arts. 9º, 2, e 10 da Lei nº 9.249, de 26 de dezembro de 1995; art. 70 da Lei nº , de 2005; e art. 5º da Lei nº , de A: rocesso Administrativo iscal A: CÁCA ACAL. ão produz efeitos a consulta que não identifique o dispositivo da legislação tributária sobre cuja aplicação haja dúvida. V LA: Art. 15,, da nstrução ormativa B nº 740, de JÉ CAL AB ALV Chefe LÇÃ CLA o - 48, 30 ABL 2013 A: mposto sobre a enda de essoa Jurídica - J A: LC. BA CÁLCL. A- ZAÇÃ XCÕ VÍCL VÁ. A. CA ALCÁV. a atividade de organização de excursões em veículos rodoviários próprios intermunicipal, interestadual e internacional - regime de fretamento - aplica-se às receitas estritamente provenientes da prestação de serviço de transporte de passageiros o percentual de presunção de lucro de 16%, para a determinação da base de cálculo do J. ara as receitas originadas na prestação de "serviços em geral", relacionadas ou não à organização de excursões propriamente dita, o percentual aplicável é de 32%. V LA: Lei n.º 9.249, de 1995, art. 15, 1.º e 2.º; n.º 93, de 1997, arts. 3.º, 1.º e 2.º e 10; n.º 700, de 2006, art. 1.º. JÉ CAL AB ALV Chefe 8ª Ã CAL LACA A CA AL BAL BA VÇ CL ACAHA BÁ A CLAAÓ XCV º 18, 16 A 2013 eclara inapta a inscrição de contribuinte no Cadastro acional da essoa Jurídica - CJ Chefe do erviço de Controle e Acompanhamento ributário da elegacia da eceita ederal do Brasil em Barueri, no uso das atribuições que lhe são delegadas pela ortaria /B nº 87, de 16 de julho de 2012, considerando os artigos 37, inciso, e 39, inciso, da B nº 1183, de 19 de agosto de 2011, publicada no de 22 de agosto de 2011, resolve: Art. 1º. eclarar AA a inscrição no Cadastro acional da essoa Jurídica - CJ, abaixo descrita : rocesso : / mpresa : CCLL BAL - V L A CJ : / feitos da inaptidão a partir de : 30/11/2012 LH BA L VÇ AÇÃ AÁL BÁA A CLAAÓ XCV o - 16, 13 A 2013 nscreve contribuinte no egistro special para estabelecimentos que realizam operações com papel destinado à impressão de livros, jornais e periódicos. CH VÇ AÇÃ AÁL BÁA -, no uso da competência que lhe confere o item V do Art. 6º da ortaria /B nº 87/2012, de 16/07/2012, considerando os termos da Lei , de 04/06/2009 e a B 976, de 07/12/2009 e suas alterações, e o que consta do processo / , declara: Art. 1º - nscrito no egistro special, sob nº /0122, na atividade de A (): empresa jornalística ou editora que explore a indústria de livro, jornal ou periódicos, o estabelecimento abaixo indicado: ome: A AABAA KA LA. CJ: / nder: AL. AAA, L. 02 A B É BA - Art. 2º - estabelecimento fica obrigado ao cumprimento das normas previstas na B nº 976, de 2009, e demais atos normativos que regem a matéria, sob pena de cancelamento do registro, na forma do artigo 7º da referida nstrução ormativa. Artigo 3º - presente Ato eclaratório xecutivo entra em vigor na data de sua publicação. CLÁ AZ CALH A CLAAÓ XCV o - 17, 13 A 2013 nscreve contribuinte no egistro special para estabelecimentos que realizam operações com papel destinado à impressão de livros, jornais e periódicos. CH VÇ AÇÃ AÁL BÁA -, no uso da competência que lhe confere o item V do Art. 6º da ortaria /B nº 87/2012, de 16/07/2012, considerando os termos da Lei , de 04/06/2009 e a B 976, de 07/12/2009 e suas alterações, e o que consta do processo / , declara: Art. 1º - nscrito no egistro special, sob nº /0123, na atividade de A (): empresa jornalística ou editora que explore a indústria de livro, jornal ou periódicos, o estabelecimento abaixo indicado: ome: AC AACCA LA. CJ: / nder: AL. AAA, L. 05 A B É BA - A CLAAÓ XCV o - 18, 13 A 2013 nscreve contribuinte no egistro special para estabelecimentos que realizam operações com papel destinado à impressão de livros, jornais e periódicos. CH VÇ AÇÃ AÁL BÁA -, no uso da competência que lhe confere o item V do Art. 6º da ortaria /B nº 87/2012, de 16/07/2012, considerando os termos da Lei , de 04/06/2009 e a B 976, de 07/12/2009 e suas alterações, e o que consta do processo / , declara: Art. 1º - nscrito no egistro special, sob nº /0124, na atividade de A (): empresa jornalística ou editora que explore a indústria de livro, jornal ou periódicos, o estabelecimento abaixo indicado: ome: LVAA A A CC AÇÃ LA. CJ: / nder: AL. AAA, L. 05 A B É BA - Art. 2º - estabelecimento fica obrigado ao cumprimento das normas previstas na B nº 976, de 2009, e demais atos normativos que regem a matéria, sob pena de cancelamento do registro, na forma do artigo 7º da referida nstrução ormativa. Artigo 3º - presente Ato eclaratório xecutivo entra em vigor na data de sua publicação. CLÁ AZ CALH A CLAAÓ XCV o - 19, 13 A 2013 nscreve contribuinte no egistro special para estabelecimentos que realizam operações com papel destinado à impressão de livros, jornais e periódicos. CH VÇ AÇÃ AÁL BÁA -, no uso da competência que lhe confere o item V do Art. 6º da ortaria /B nº 87/2012, de 16/07/2012, considerando os termos da Lei , de 04/06/2009 e a B 976, de 07/12/2009 e suas alterações, e o que consta do processo / , declara: Art. 1º - nscrito no egistro special, sob nº /0125, na atividade de A (): empresa jornalística ou editora que explore a indústria de livro, jornal ou periódicos, o estabelecimento abaixo indicado: ome: LC - LV ÉCC CÍC A LA. CJ: / nder: AL. AAA, L. 03 A B É BA - Art. 2º - estabelecimento fica obrigado ao cumprimento das normas previstas na B nº 976, de 2009, e demais atos normativos que regem a matéria, sob pena de cancelamento do registro, na forma do artigo 7º da referida nstrução ormativa. Artigo 3º - presente Ato eclaratório xecutivo entra em vigor na data de sua publicação. CLÁ AZ CALH ste documento pode ser verificado no endereço eletrônico pelo código Art. 2º - estabelecimento fica obrigado ao cumprimento das normas previstas na B nº 976, de 2009, e demais atos normativos que regem a matéria, sob pena de cancelamento do registro, na forma do artigo 7º da referida nstrução ormativa. Artigo 3º - presente Ato eclaratório xecutivo entra em vigor na data de sua publicação. CLÁ AZ CALH ocumento assinado digitalmente conforme n o -

119 º 94, sexta-feira, 17 de maio de A CLAAÓ XCV o - 20, 13 A 2013 nscreve contribuinte no egistro special para estabelecimentos que realizam operações com papel destinado à impressão de livros, jornais e periódicos. CH VÇ AÇÃ AÁL BÁA -, no uso da competência que lhe confere o item V do Art. 6º da ortaria /B nº 87/2012, de 16/07/2012, considerando os termos da Lei , de 04/06/2009 e a B 976, de 07/12/2009 e suas alterações, e o que consta do processo / , declara: Art. 1º - nscrito no egistro special, sob nº /0126, na atividade de A (): empresa jornalística ou editora que explore a indústria de livro, jornal ou periódicos, o estabelecimento abaixo indicado: ome: A LA. CJ: / nder: AL. AAA, L. 04 A B É BA - Art. 2º - estabelecimento fica obrigado ao cumprimento das normas previstas na B nº 976, de 2009, e demais atos normativos que regem a matéria, sob pena de cancelamento do registro, na forma do artigo 7º da referida nstrução ormativa. Artigo 3º - presente Ato eclaratório xecutivo entra em vigor na data de sua publicação. CLÁ AZ CALH LACA A CA AL BAL BÃ A CLAAÓ XCV º 22, 13 A 2013 eclara o cancelamento de inscrição no C LA A CA AL BAL BÃ -, no uso da atribuição que lhe confere o artigo 302 do egimento nterno da ecretaria da eceita ederal do Brasil, aprovado pela ortaria nº 203, de 14/05/2012, publicada no... de 17/05/2012, do enhor inistro de stado da azenda, e com fundamento nos dispositivos do Arts. 30, e 31 da nstrução ormativa B nº 1.042, de 10 de junho de 2010, LV: Art.1º: eclarar o cancelamento da inscrição do Cadastro da essoa ísica, abaixo relacionada, por determinação judicial, em conformidade com os dados constantes do respectivo processo administrativo: C º CB C º É ÁB / Art. 2º: ste Ato eclaratório entra em vigor na data de sua publicação. JÉ CÉA A. CA A CLAAÓ XCV º 24, 16 A 2013 eclara nula inscrições de CJ. LA A CA AL BAL BÃ -, no uso das atribuições que lhe conferem os artigos 302 e 303 do egimento nterno da ecretaria da eceita ederal do Brasil, aprovado pela ortaria nº 203, de 14 de maio de 2012, publicada no... e 17/05/2012, do enhor inistro de stado da azenda, e com fundamento no disposto no Artigo 33, inciso, parágrafos 1º e 2º da nstrução ormativa nº 1.183, de 19 de agosto de 2011, da ecretaria da eceita ederal do Brasil, resolve: Art. único: eclarar nula, no Cadastro acional da essoa Jurídica - CJ, a inscrição nº / , em nome da empresa valdo Jose da ilva ontagem ndustrial -, a partir de 10/02/2010, data de abertura da empresa e inscrição nr / , em nome da empresa Carlos ernando ontoro -, a partir de 01/06/2009, data de abertura da empresa; em consequência da anulação dos C's dos responsáveis pelas respectivas empresas, à vista de documentação constante no processo administrativo nº / JÉ CÉA AH CA LACA A CA AL BAL Ã BA CA XLA AA A A AC A CLAAÓ XCV º 14, 16 A 2013 A LAA AJA A CA AL Ã BA CA-, no uso das atribuições que lhe são conferidas pelo egimento nterno da ecretaria da eceita ederal, aprovado pela ortaria inisterial nº 203, de 14 de maio de 2012, e de acordo com o que consta no artigo 33, inciso, 1º e 2º da nstrução ormativa nº de 19 de agosto de 2011, da ecretaria da eceita ederal, resolve: eclarar ALAA a inscrição nº / , no Cadastro acional de essoa Jurídica - CJ - LJA ACHL.A, uma vez que não foi constatada a sua inscrição na Junta Comercial do stado de ão paulo. C º / HLA CA A CLAAÓ XCV 15, 16 A 2013 Autoriza o fornecimento de selos de controle de - Bebidas. A LAA AJA A CA AL BAL Ã BA CA,, no uso das atribuições conferidas pelo inciso V do artigo 314 do egimento nterno da ecretaria da eceita ederal do Brasil - B, aprovado pela ortaria n 203, de 14 de maio de 2012, publicado no de 17 de maio de 2012, e considerando o disposto no artigo 57, inciso, da nstrução ormativa n 504, de 3 de fevereiro de 2005, em razão do pedido do contribuinte BACA A BAL ÚA CÉC LA., inscrito no CJ sob o nº / , portador do egistro special de mportador de Bebidas Alcoólicas de n 08119/0002, localizado na ua artini, n udge amos - ão Bernardo do Campo -, formulado nos autos do processo / , CLAA: ste documento pode ser verificado no endereço eletrônico pelo código Art. 1º - Autorizado o fornecimento de (trinta e um mil, seiscentos e oitenta) selos de controle, para produto estrangeiro a ser selado no exterior, Código , ipo ÍQ, Cor AAL, para os produtos e quantidades a seguir especificados: ACA CCAL A' ALY V, / CACH CAACÍCA Q A. CAXA Q A. A Caixa com 12 garrafas de 1 litro, 40 L, idade até 8 anos Art. 2º - presente Ato eclaratório xecutivo entra em vigor na data de sua publicação. HLA CA A A CA AL BAL Ã AL ÇÃ AÇÃ AÁL BÁA A CLAAÓ XCV º 9, 15 A 2013 Habilitação em admissão temporária AA ACÇÃ VLLA A, Auditora-iscal da eceita ederal do Brasil, matrícula ACA nº 14366, no exercício da competência delegada pela ortaria nº 86, de 21 de fevereiro de 2011, publicada no de 23 de fevereiro de 2011 e no uso das atribuições pelo art. 295 do egimento nterno da eceita ederal do Brasil, aprovado pela ortaria nº 587, de 21 de dezembro de 2010, publicada no de 23 de dezembro de 2010 e tendo em vista o disposto nos artigos 3º e 5º da nstrução ormativa B nº 747, de 14 de Junho de 2007, e ainda o que consta no rocesso Administrativo nº / , declara: Art. 1º ica habilitada, em caráter precário, a utilizar os procedimentos simplificados para aplicação do regime aduaneiro especial de admissão temporária a empresa YA AAL HAL C C QA LA., estabelecida na Av restes aia, 1587, iadema,,, inscrita no CJ sob o nº / , para as mercadorias abaixo relacionadas: CÇÃ C VAL aproximado() AL AL unidades ALL AÇ Art. 2º ste Ato entra em vigor na data da sua publicação. AA ACÇÃ VLLA A 9ª Ã CAL LACA A CA AL BAL CBA AA º 48, 15 A 2013 LA A CA AL BAL CBA, usando da competência que lhe foi subdelegada pela ortaria B nº 4338, de 9 de etembro de 2005, publicada no de 12 de etembro de 2005, e considerando a ortaria B n º 4071 de 02 de maio de 2007, resolve: A B a ortaria /CA nº 47/2013, de 12 de maio de 2013, publicadas no nº 92, de 15 de maio de 2013, eção 1, pág. 23. AA º 49, 15 A 2013 AH CZA CHA CAZLLA LA A CA AL BAL em Curitiba -, no uso da competência que lhe confere o artigo 314 do egimento nterno da ecretaria da eceita ederal do Brasil, aprovado pela ortaria nº 203, de 14 de maio de 2012; com base no disposto nos artigos 11 e 12 do ecreto-lei nº 200, de 25 de fevereiro de 1967, regulamentado pelo ecreto nº , de 06 de setembro de 1979 e alterações posteriores, e considerando também os artigos 11, 12, 13 e 14 da Lei nº 9.784, de 29 de janeiro de 1999, regulamentada pelo art. 12 da A/ nº 1, de 22 de dezembro de 1993, resolve: Art. 1º elegar competência ao Chefe do erviço de rientação e Análise ributária (eort), e, na falta deste, ao seu substituto, para decidir sobre: - rocessos administrativos relativos a restituição, compensação, ressarcimento, reembolso, imunidade, suspensão, isenção e redução de tributos e contribuições administrados pela B; - leitos de contribuintes em matéria tributária relativa à sua área de competência; - A revisão de ofício, a pedido do contribuinte ou no interesse da administração, inclusive quanto aos créditos tributários lançados, inscritos ou não em ívida Ativa da nião; V - edidos de cancelamento ou reativação de declarações; V - seguimento, ou não, de impugnação, manifestação de inconformidade e recurso voluntário, quando não atendidos os requisitos legal; V - rocessos de não reconhecimento de A por parte do contribuinte, nos casos de exigência de apresentação de. V - edidos de habilitação de créditos reconhecidos por decisão judicial transitada em julgado. V - edidos de enquadramento de bebidas segundo o regime de tributação do mposto sobre rodutos ndustrializados () de que trata o art. 1º da Lei nº 7.798, de 10 de julho de X - Certificar o atestado de residência fiscal no Brasil, atestado de rendimentos auferidos no Brasil por não residente e atestado de residência fiscal no exterior, conforme previsto na B nº de 23/12/2011. Art. 2º. elegado, sempre que julgar conveniente, poderá avocar a si, a qualquer momento e a seu critério, as atribuições delegadas nesta ortaria, sem que isso implique na revogação parcial ou total do presente ato. Art. 3. m todos os atos praticados em função das competências ora delegadas, deverão ser mencionados, após a assinatura, o número e a data desta ortaria. Art. 4º. Convalidar os atos praticados pela chefia mencionada no artigo 1º, em função das competências ora delegadas, até a data de publicação desta ortaria. Art. 5º. sta ortaria entra em vigor na data de sua publicação, ficando revogada a ortaria /CA nº 104, de 15 de Junho de 2012, bem assim as demais disposições em contrário. AH CZA CHA CAZLLA ocumento assinado digitalmente conforme n o -

120 º 94, sexta-feira, 17 de maio de 2013 VÇ AÇÃ AÁL BÁA A CLAAÓ XCV º 146, 12 A 2013 ivulga enquadramento de bebidas, segundo o regime de tributação do mposto sobre rodutos ndustrializados () de que trata o art. 1º da Lei nº 7.798, de 10 de julho de CH VÇ AÇÃ AÁL BÁA () A LACA A CA AL CBA-, no uso das atribuições que lhe confere a ortaria /CA nº 47, de , e tendo em vista o disposto na nstrução ormativa B nº 866 de 06 de agosto de 2008 ( de 07/08/2008), declara: Art. 1º s produtos relacionados neste Ato eclaratório xecutivo (A), para efeito do cálculo e pagamento do mposto sobre rodutos ndustrializados () de que trata o art. 1º da Lei nº 7.798, de 10 de julho de 1989, passam a ser classificados ou a ter sua classificação alterada conforme Anexo Único. Art. 2º As classes de enquadramento previstas neste A, salvo nos casos expressamente definidos, referem-se a produtos comercializados em qualquer tipo de vasilhame. Art. 3º deferimento do pedido de enquadramento ou reenquadramento não convalida a classificação fiscal informada pelo contribuinte, tampouco produz os efeitos próprios de solução de consulta sobre classificação de mercadorias de que trata a nstrução ormativa B nº 740, de 2 de maio de 2007, conforme o disposto no nciso do 3º do art. 5º da nstrução ormativa B nº 866, de 06 de agosto de Art. 4º ste Ato eclaratório xecutivo entra em vigor na data de sua publicação no iário ficial da nião. CCALZAÇÃ BA C AX ÚC ste documento pode ser verificado no endereço eletrônico pelo código CAL ALB LVA CJ ACA CCAL CAACA (mililitros) CÓ QAA (letra) / CAA AÌLA A CAB AV (VH ) e 671ml até 1000ml J / CAA AÌLA A L (VH ) e 671ml até 1000ml J / CAA AÌLA A AA (VH ) e 671ml até 1000ml J / AÌLA A AA (AA) e 376ml até 670ml LACA A CA AL BAL AÁ CAÇÃ o Ato eclaratório xecutivo nº. 24 de 10/05/2013, publicado no de 15/05/2013, eção 1, página 23: nde se lê " por força das atribuições que lhe conferem os artigos 280 e 281 do egimento nterno da ecretaria da eceita ederal do Brasil,aprovado pela ortaria/ nº 125, de 04/03/2009, de 06/03/2009. " Leia-se " por força das atribuições que lhe confere o nciso V, do Artigo 302, do egimento nterno da eceita ederal do Brasil, aprovada pela ortaria do inistério da azenda nº 203, de 14 de maio de " CAA AC BCAA A ÍVA ÚBLCA AA º 262, 13 A 2013 BCÁ A ÍVA ÚBLCA A C- AA AC, no uso das atribuições que lhe conferem a ortaria nº 183, de 31 de julho de 2003, e a ortaria nº 143, de 12 de março de 2004, e tendo em vista as condições gerais de oferta de títulos públicos previstas na ortaria n 538, de 03 de agosto de 2011, resolve: Art. 1º ornar públicas as condições específicas a serem observadas na oferta pública de otas do esouro acional, série B - -B, cujas características estão definidas no ecreto n 3.859, de 04 de julho de 2001: - a oferta pública será realizada com a liquidação financeira por meio de transferência de títulos de responsabilidade do esouro acional, listados nos Anexos. As quantidades ofertadas serão divididas entre dois grupo(s), rupo e rupo, listados no inciso X; - data de acolhimento das propostas de compra: ; - horário para acolhimento das propostas: de 12h às 13h; V - divulgação, pelo esouro acional, do resultado do leilão: na data do leilão, a partir das 14h30; V - data da emissão: ; V - data da liquidação financeira: ; V - critério para seleção das propostas: melhor preço para o esouro acional, quando se tratar do mesmo título. A critério do esouro acional, no caso de títulos distintos; V - sistema eletrônico a ser utilizado: exclusivamente o C - lataforma de egociação - Leilão, nos termos do egulamento da C \A - Balcão rganizado de Ativos e erivativos; X - data-base das -B: ; X - na formulação das propostas de venda deverá ser utilizada cotação percentual, com quatro casas decimais, e codificação própria, a ser divulgada pela C, para a transferência dos títulos públicos custodiados no LC e preço unitário, com seis casas decimais, para transferência dos títulos públicos custodiados na C- ; X - quantidade para o público: até (quatro milhões) títulos para o grupo e até (dois milhões) títulos para o grupo ; X - características de emissão: rupo : ítulo Código elic ata de razo Quantidade V na a- Adquirente vencimento (dias) (mil) ta-base (em $) -B /8/ Até úblico -B /8/ Até úblico rupo : ítulo Código elic ata de razo Quantidade V na a- úblico vencimento (dias) (mil) ta-base (em $) -B /8/ Até úblico -B /8/ Até úblico -B /8/ Até úblico 1º s cupons de juros das -B poderão ser negociados separadamente do principal, mantidas as características da emissão. 2º As cotações das -B a serem ofertadas na segunda etapa serão divulgadas por meio de ortaria da ecretaria do esouro acional no dia da realização do leilão. 3º proponente deverá ser, obrigatoriamente, titular de conta individualizada no LC, sob pena de ter suas propostas excluídas do leilão. 4º a data da liquidação financeira do leilão, as quantidades ofertadas de -B poderão ser ajustadas em decorrência de variações na atualização do valor nominal dos títulos públicos recebidos. Art. 2º ara fins de liquidação financeira do leilão, o valor nominal das -B, atualizado até a respectiva data da liquidação financeira, mencionada no art. 1º, inciso V, desta ortaria, será divulgado por meio de portaria da ecretaria do esouro acional no dia de realização do leilão: Art. 3º ara fins de liquidação das operações decorrentes do leilão, tem-se que: - em relação à venda dos títulos públicos custodiados no LC ao esouro acional: a) o preço unitário do título corresponde ao produto de seu valor nominal atualizado até a data da emissão, mencionada no art. 1º, inciso V, desta ortaria, pela cotação, convertida à forma unitária, informada na respectiva proposta vencedora e; b) as liquidações das operações devem ser efetivadas no LC até as 14h. - em relação à venda dos títulos públicos custodiados na C ao esouro acional: a) o preço unitário do título é o informado, com seis casas decimais, na respectiva proposta vencedora e; b) a conta de custódia deve apresentar saldo suficiente de títulos no horário previsto para o registro das operações a serem liquidadas na "Janela ultilateral" da C. - em relação à compra de -B: a) o preço unitário do título corresponde ao produto do seu valor nominal atualizado até a data da emissão, mencionada no art. 1º, inciso V, desta ortaria, pela cotação utilizada no leilão, divulgada em ortaria do esouro acional; b) a quantidade de -B relativa à segunda etapa corresponde ao quociente, arredondado para o número inteiro imediatamente superior, entre o valor financeiro das vendas referidas nos dois incisos anteriores e o preço unitário mencionado na alínea "a" deste inciso; c) as -B serão depositadas, obrigatoriamente, na conta individualizada do proponente vencedor e; d) a parte contratante tem de ser o próprio proponente vencedor e as liquidações das operações devem ser efetivadas no LC até as 15h30. arágrafo único. s comandos de que tratam os incisos e deste artigo são os previstos no item do egulamento do LC. Art. 4º não cumprimento do disposto no artigo anterior implicará a perda do direito às compras e às vendas de que trata esta portaria. Art. 5º sta ortaria entra em vigor na data de sua publicação. AL A VALL AX 1 (ara a liquidação financeira das -B com prazo de 1917 dias) 1. LA ACA L, com vencimento de 07/06/2013 até 07/09/2017 L-A, com vencimento de 28/05/2013 até 04/05/2015 L-B, com vencimento em 06/09/ A AC -A1, com vencimento em 15/09/2013 -A6, com vencimento em 15/04/2014 -B, com vencimento de 15/08/2014 até 15/05/2017 -C, com vencimento em 01/07/ C J -B, com vencimento de 15/08/2013 até 15/08/ CA -B, com vencimento de 15/05/2015 até 15/05/2017 AX 2 (ara a liquidação financeira das -B com prazo de 3378 dias) 1. LA ACA L, com vencimento de 07/06/2013 até 01/09/2018 L-A, com vencimento de 28/05/2013 até 04/05/2015 L-B, com vencimento em 06/09/ A AC -A1, com vencimento em 15/09/2013 -A6, com vencimento em 15/04/2014 -B, com vencimento de 15/08/2014 até 15/08/2020 -C, com vencimento de 01/07/2017 até 01/04/ C J -B, com vencimento de 15/08/2013 até 15/08/ CA -B, com vencimento de 15/05/2015 até 15/08/2020 AX 3 (ara a liquidação financeira das -B com prazo de 6300 dias) 1. LA ACA L, com vencimento de 07/06/2013 até 01/09/2018 L-A, com vencimento de 28/05/2013 até 04/05/2015 L-B, com vencimento em 06/09/ A AC -A1, com vencimento em 15/09/2013 -A3, com vencimento em 15/04/2024 -A6, com vencimento em 15/04/2014 -B, com vencimento de 15/08/2014 até 15/08/2024 -C, com vencimento de 01/07/2017 até 01/01/ C J -B, com vencimento de 15/08/2013 até 15/08/ CA -B, com vencimento de 15/05/2015 até 15/08/2024 AX 4 (ara a liquidação financeira das -B com prazo de 9953 dias) 1. LA ACA L, com vencimento de 07/06/2013 até 01/09/2018 L-A, com vencimento de 28/05/2013 até 04/05/2015 L-B, com vencimento em 06/09/ A AC -A1, com vencimento em 15/09/2013 -A3, com vencimento em 15/04/2024 -A6, com vencimento em 15/04/2014 -B, com vencimento de 15/08/2014 até 15/05/2035 -C, com vencimento de 01/07/2017 até 01/01/ C J -B, com vencimento de 15/08/2013 até 15/08/ CA -B, com vencimento de 15/05/2015 até 15/08/2024 AX 5 (ara a liquidação financeira das -B com prazo de dias) 1. LA ACA L, com vencimento de 07/06/2013 até 01/09/2018 L-A, com vencimento de 28/05/2013 até 04/05/2015 L-B, com vencimento em 06/09/ A AC -A1, com vencimento em 15/09/2013 -A3, com vencimento em 15/04/2024 ocumento assinado digitalmente conforme n o -

121 º 94, sexta-feira, 17 de maio de A6, com vencimento em 15/04/2014 -B, com vencimento de 15/08/2014 até 15/05/2045 -C, com vencimento de 01/07/2017 até 01/01/ C J -B, com vencimento de 15/08/2013 até 15/08/ CA -B, com vencimento de 15/05/2015 até 15/08/2024 AA º 265, 13 A 2013 BCÁ A ÍVA ÚBLCA A C- AA AC, no uso das atribuições que lhe conferem a ortaria nº 183, de 31 de julho de 2003, e a ortaria nº 143, de 12 de março de 2004, e tendo em vista as condições gerais de oferta de títulos públicos previstas na ortaria nº 538, de 03 de agosto de 2011, resolve: Art. 1º ornar públicas as condições específicas a serem observadas na oferta pública de compra de otas do esouro acional, série B, -B, cujas características estão definidas no ecreto nº 3.859, de 04 de julho de 2001: - participantes da oferta pública de compra: restrita às instituições credenciadas a operar com o AB/BCB e com a C/, nos termos da ecisão Conjunta nº 18, de 10 de fevereiro de 2010; - data do acolhimento das propostas e do leilão: ; - horário para acolhimento das propostas: de 12h às 13h; V - divulgação do resultado do leilão: na data do leilão, a partir das 14h30, por intermédio do Banco Central do Brasil; V - data da liquidação financeira: ; V - critério de seleção das propostas: melhor preço para o esouro acional; V - sistema eletrônico a ser utilizado: exclusivamente o módulo AL, nos termos do regulamento do istema special de Liquidação e de Custódia (LC); V - quantidade máxima de propostas por instituição: 7 para instituições dealers (credenciadas); X - quantidade para o público: até de títulos, que serão distribuídos, a critério do esouro acional, entre os títulos listados abaixo; ítulo Cod. elic Ve n c. Juros (a.a.) razo (dias) Qtde V data-base ($) -B ,0% Até , B ,0% Até , B ,0% Até , B ,0% Até , B ,0% Até , X - ara fins de liquidação financeira do leilão, o valor nominal das -B atualizado até a respectiva data de liquidação financeira mencionada no Art.1º, inciso V, a ser considerado para o cálculo dos preços unitários será: ítulo Cod. elic ata-base VA -B , Art. 2º a formulação das propostas deverá ser utilizada cotação com quatro casas decimais. Art. 3º sta ortaria entra em vigor na data de sua publicação. AL A VALL AA º 266, 13 A 2013 BCÁ A ÍVA ÚBLCA A C- AA AC, no uso das atribuições que lhe conferem a ortaria nº 183, de 31 de julho de 2003, e a ortaria nº 143, de 12 de março de 2004, e tendo em vista as condições gerais de oferta de títulos públicos previstas na ortaria nº 538, de 03 de agosto de 2011, resolve: Art. 1º ornar públicas as condições específicas a serem observadas na oferta pública de otas do esouro acional, série B, -B, cujas características estão definidas no ecreto nº 3.859, de 04 de julho de 2001: - data do acolhimento das propostas e do leilão: ; - horário para acolhimento das propostas: de 12h às 13h; - divulgação do resultado do leilão: na data do leilão, a partir das 14h30, por intermédio do Banco Central do Brasil; V - data da emissão: ; V - data da liquidação financeira: ; V - data-base das -B: ; V - critério de seleção das propostas: serão aceitas todas as propostas com cotações iguais ou superiores à cotação mínima aceita, a qual será aplicada a todas as propostas vencedoras; V - sistema eletrônico a ser utilizado: exclusivamente o módulo ferta ública ormal letrônica (B), nos termos do regulamento do istema special de Liquidação e de Custódia (- LC); X - quantidade máxima de propostas por instituição: 7 para instituições dealers (credenciadas) e 3 para instituições não dealers; X - quantidade para o público: até de títulos, que serão distribuídos, a critério do esouro acional, entre os títulos listados abaixo; XLA AA A A AC ste documento pode ser verificado no endereço eletrônico pelo código X - características da emissão: a) rupo : ítulo Cod. elic Ve n c. Juros (a.a.) razo (dias) Qtde V data-base ($) Adquirente -B ,0% Até 1.000, úblico B ,0% Até , úblico b) rupo : ítulo Cod. elic Ve n c. Juros (a.a.) razo (dias) Qtde V data-base ($) Adquirente -B ,0% Até 1.000, úblico B ,0% Até 1.000, úblico B ,0% Até , úblico arágrafo único. s cupons de juros das -B poderão ser negociados separadamente do principal, mantidas as características da emissão. Art. 2º a formulação das propostas deverá ser utilizada cotação com quatro casas decimais, devendo o montante de cada proposta contemplar quantidades múltiplas de cinqüenta títulos. Art. 3º ara fins de liquidação financeira do leilão, o valor nominal das -B atualizado até a respectiva data de liquidação financeira mencionada no Art.1º, inciso V, a ser considerado para o cálculo dos preços unitários será: ítulo Cod. elic ata-base VA -B , Art. 4º As instituições credenciadas a operar com o - AB/BCB e com a C/, nos termos da ecisão Conjunta nº 18, de 10 de fevereiro de 2010, poderão realizar operação especial, definida pelo art. 1º, inciso, do Ato ormativo Conjunto nº 29, de 6 de fevereiro de 2013, que consistirá na aquisição de -B com as características apresentadas abaixo, pela cotação de venda apurada na oferta pública de que trata o art. 1º desta ortaria: - data da operação especial: ; - divulgação da quantidade total vendida: na data do leilão, a partir das 17h, por intermédio do Banco Central do Brasil; - horário para acolhimento das propostas: de 15h às 17h; V - data da liquidação financeira: ; V - características da emissão: a) rupo : ítulo Cod. elic Ve n c. Juros (a.a.) razo (dias) Qtde V data-base ($) -B ,0% Até , B ,0% Até , b) rupo : ítulo Cod. elic Ve n c. Juros (a.a.) razo (dias) Qtde V data-base ($) -B ,0% Até , B ,0% Até , B ,0% Até , arágrafo único. omente será realizada a operação especial, em cada grupo, se pelo menos 50% do volume ofertado no respectivo grupo for vendido ao público. Art. 5º A quantidade de títulos a ser ofertada na operação especial a que se refere o art. 4º, corresponderá a 20% (vinte por cento) da quantidade ofertada ao público na oferta pública de que trata o art. 1º e obedecerá à mesma distribuição percentual verificada entre os títulos vendidos. 1º. A alocação da quantidade ofertada, conforme o disposto no art. 8º do mencionado Ato ormativo, obedecerá a seguinte proporção: - 50% (cinqüenta por cento) às instituições "dealers" que tenham alcançado a meta estabelecida no inciso do art. 2º (grupo 1) do referido Ato ormativo e; - 50% (cinqüenta por cento) às instituições "dealers" que tenham alcançado a meta estabelecida no inciso do art. 2º (grupo 2) do referido Ato ormativo. 2º. os títulos destinados a cada grupo, a quantidade máxima que poderá ser adquirida por cada instituição observará os critérios estabelecidos no art. 8º, 1º, do mencionado Ato ormativo, e será informada à instituição por meio do módulo AL do LC. Art. 6º sta ortaria entra em vigor na data de sua publicação. AL A VALL AA º 271, 15 A 2013 BCÁ A ÍVA ÚBLCA A C- AA AC, no uso das atribuições que lhe conferem a ortaria nº 183, de 31 de julho de 2003, e a ortaria nº 143, de 12 de março de 2004, e tendo em vista as condições gerais de oferta de títulos públicos previstas na ortaria n 538, de 03 de agosto de 2011, resolve: Art. 1º ornar públicas, em cumprimento ao disposto no 2º, inciso X do art. 1º da ortaria n 262, de 15 de maio de 2013, as condições específicas a serem observadas na segunda etapa da oferta pública de otas do esouro acional, érie B - -B, a ser realizada em 15 de maio de rupo : razo a partir da emissão (dias) Cotação Aceita Juros eais (%a.a.) ata-base ata da missão ata do Ve n c i m e n t o , 242 3,68 15/7/ /5/ /8/ , ,14 15/7/ /5/ /8/2022 rupo : razo a partir da emissão (dias) Cotação Aceita Juros eais (%a.a.) ata-base ata da missão ata do Ve n c i m e n t o ,962 4,36 15/7/ /5/ /8/ ,7208 4,44 15/7/ /5/ /8/ ,1694 4,55 15/7/ /5/ /8/2050 Art. 2º ara o cumprimento do disposto no art. 4º da ortaria n 262 de 13 de maio de 2013, o valor nominal atualizado até das otas do esouro acional, érie B - -B, a ser considerado para o cálculo dos preços unitários será: ítulo ata-base VA -B , Art. 3º ara o cumprimento do disposto no art. 8º da ortaria n 262, de 13 de maio de 2013, o valor nominal atualizado até das otas do esouro acional, érie C - -C, a ser considerado para o cálculo dos preços unitários será: ítulo ata-base VA -C 1/7/ , Art. 4º sta ortaria entra em vigor na data de sua publicação. AL A VALL AA º 272, 16 A 2013 BCÁ A ÍVA ÚBLCA A C- AA AC, no uso das atribuições que lhe conferem a ortaria nº 183, de 31 de julho de 2003, e a ortaria nº 143, de 12 de março de 2004, e tendo em vista as condições gerais de oferta de títulos públicos previstas na ortaria nº 538, de 03 de agosto de 2011, resolve: Art. 1º ornar públicas as condições específicas a serem observadas na oferta pública de Letras do esouro acional, L, cujas características estão definidas no ecreto nº 3.859, de 04 de julho de 2001: - data do acolhimento das propostas e do leilão: ; - horário para acolhimento das propostas: de 11h às 11 h 30 ; - divulgação do resultado do leilão: na data do leilão, a partir das 12h, por intermédio do Banco Central do Brasil; V - data da emissão: ; V - data da liquidação financeira: ; V - critério de seleção das propostas: melhor preço para o esouro acional; V - sistema eletrônico a ser utilizado: exclusivamente o módulo ferta ública ormal letrônica (B), nos termos do regulamento do istema special de Liquidação e de Custódia (- LC); V - quantidade máxima de propostas por instituição: 7 para instituições dealers (credenciadas) e 3 para instituições não dealers; X - características da emissão: ítulo Cod. elic Ve n c. razo (dias) Qtde V ($) Adquirente L , úblico L , úblico L , úblico L Até 1.000, Bacen L Até , Bacen Art. 2º a formulação das propostas deverá ser utilizado preço unitário com seis casas decimais, devendo o montante de cada proposta contemplar quantidades múltiplas de cinqüenta títulos. Art. 3º As instituições credenciadas a operar com o - AB/BCB e com a C/, nos termos da ecisão Conjunta nº 18, de 10 de fevereiro de 2010, poderão realizar operação especial, definida pelo art. 1º, inciso, do Ato ormativo Conjunto nº 29, de 6 de fevereiro de 2013, que consistirá na aquisição de L com as características apresentadas abaixo, pelo preço médio de venda apurado na oferta pública de que trata o art. 1º desta ortaria: - data da operação especial: ; - horário para acolhimento das propostas: de 12h30 às 17h; - divulgação da quantidade total vendida: na data do leilão, a partir das 17h, por intermédio do Banco Central do Brasil; V - data da liquidação financeira: ; ocumento assinado digitalmente conforme n o -

122 º 94, sexta-feira, 17 de maio de 2013 V - características da emissão: ítulo Cod. elic Ve n c. razo (dias) Qtde V ($) L , L , L , arágrafo único. omente será realizada a operação especial se pelo menos 50% do volume ofertado ao público for vendido. Art. 4º A alocação da quantidade ofertada, conforme o disposto no art. 8º do mencionado Ato ormativo, obedecerá a seguinte proporção: - 50% (cinqüenta por cento) às instituições "dealers" que tenham alcançado a meta estabelecida no inciso do art. 2º (grupo 1) do referido Ato ormativo e; - 50% (cinqüenta por cento) às instituições "dealers" que tenham alcançado a meta estabelecida no inciso do art. 2º (grupo 2) do referido Ato ormativo. arágrafo único. os títulos destinados a cada grupo, a quantidade máxima que poderá ser adquirida por cada instituição observará os critérios estabelecidos no art. 8º, 1º, do mencionado Ato ormativo, e será informada à instituição por meio do módulo - AL do LC. Art. 5º sta ortaria entra em vigor na data de sua publicação. AL A VALL CCALZAÇÃ BA C AA º 273, 16 A 2013 BCÁ A ÍVA ÚBLCA A C- AA AC, no uso das atribuições que lhe conferem a ortaria nº 183, de 31 de julho de 2003, e a ortaria nº 143, de 12 de março de 2004, e tendo em vista as condições gerais de oferta de títulos públicos previstas na ortaria nº 538, de 03 de agosto de 2011, resolve: Art. 1º ornar públicas as condições específicas a serem observadas na oferta pública de Letras inanceiras do esouro, L, cujas características estão definidas no ecreto nº 3.859, de 04 de julho de 2001: - data do acolhimento das propostas e do leilão: ; - horário para acolhimento das propostas: de 11h às 11 h 30 ; - divulgação do resultado do leilão: na data do leilão, a partir das 12h, por intermédio do Banco Central do Brasil; V - data da emissão: ; V - data da liquidação financeira: ; V - data-base das L: ; V - critério de seleção das propostas: melhor preço para o esouro acional; V - sistema eletrônico a ser utilizado: exclusivamente o módulo ferta ública ormal letrônica (B), nos termos do regulamento do istema special de Liquidação e de Custódia (- LC); X - quantidade máxima de propostas por instituição: 7 para instituições dealers (credenciadas) e 3 para instituições não dealers; X - características da emissão: ítulo Código ata do razo Quantidade V na database Adquirente elic vencimento (dias) (em $) L , úblico Art. 2º a formulação das propostas deverá ser utilizada cotação com quatro casas decimais, devendo o montante de cada proposta contemplar quantidades múltiplas de cinqüenta títulos. Art. 3º As instituições credenciadas a operar com o - AB/BCB e com a C/, nos termos da ecisão Conjunta nº 18, de 10 de fevereiro de 2010, poderão realizar operação especial, definida pelo art. 1º, inciso, do Ato ormativo Conjunto nº 29, de 6 de fevereiro de 2013, que consistirá na aquisição de L com as características apresentadas abaixo, pela cotação média de venda apuradas na oferta pública de que trata o art. 1º desta ortaria: - data da operação especial: ; - horário para acolhimento das propostas: de 12h30 às 17h; - divulgação da quantidade total vendida: na data do leilão, a partir das 17h, por intermédio do Banco Central do Brasil; V - data da liquidação financeira: ; V - características da emissão: ítulo Código elic ata do vencimento razo V na data-base (dias) (em $) L , inistério da ntegração acional AB ACH m 16 de maio de 2013 o eferente ao C AAV CL- A no / A: É A AÇÃ AC. A: Apuração dos fatos notificados nos rocessos n.ºs / e / , bem como proceder ao exame de outros fatos, ações e omissões que porventura venham a ser identificados no curso de seus trabalhos e que guardem conexão com o objeto presente. Vistos e examinados os autos do rocesso Administrativo isciplinar e considerando o contido no AC.º 344/2013-C- J-/C/A, de 23 de abril de 2013 (folhas 269 a 274), ACA suas razões e com fulcro no art. 167 e seguintes da Lei n 8.112/90, de 11 de dezembro de 1.990, C: a) ACA o elatório inal da Comissão de rocesso Administrativo isciplinar (fls. 202 A 253); b) o AQVA dos autos; c) CLA a CÇÃ da prerrogativa de aplicação de penalidades, pela Administração ública, no presente caso. A BZA ZA CLH CAA XCVA AA AC CAÇÃ J LÇÃ º 13, 16 A 2013 AA AC CAÇÃ J -, no uso das atribuições que lhe são conferidas pelo art. 23 do ecreto residencial nº 7.472, de 4 de maio de 2011, e nos termos do art. 1º, inciso V, do Anexo CAA AC A CVL AA o - 62, 16 A 2013 econhece situação de emergência em municípios. CÁ AC A CVL, no uso da competência que lhe foi delegada pela ortaria inisterial nº A, de 07 de novembro de 2008, publicada no iário ficial da nião, eção 2, de 23 de dezembro de 2008, resolve: Art. 1º econhecer a situação de emergência nas áreas descritas no ormulário de nformação de esastres -, conforme informações constantes na tabela abaixo: unicípio esastre ecreto ata rocesso AL aribondo stiagem /05/ / A Amaturá nundações / /05/ / A Anori nundações / /05/ / A onte Boa nundações / /04/ / A o n a n t i n s nundações /05/ / BA Barra do Choça stiagem / /05/ / BA Jaguaquara nxurradas /04/ / BA randi stiagem / /05/ / Águas Vermelhas stiagem /05/ / Almenara stiagem /05/ / Botumirim stiagem / /04/ / Va r z e l â n d i a stiagem /04/ / baí stiagem / /05/ / erra ova do orte nxurradas /04/ / Carlinda Chuvas intensas / /05/ / aviraí nundações /03/ / ioaque nundações / /04/ / aulista rosão Costeira/arinha /05/ / Beneditinos stiagem / /05/ / ão João da Varjota stiagem /05/ / edro Velho eca /05/ / Hulha egra ranizo /05/ / Art. 2º sta portaria entra em vigor na data de sua publicação. da ortaria nº 373, de 20 de maio de 2011; e do caput do art. 7º C/c 11º da ortaria nº 639, de 4 de abril de 2007, ambas do inistério da ntegração acional. Considerando que a mpresa JAY AA LÁC.A., inscrita no CJ/ sob o nº / , teve seu projeto originalmente aprovado por meio da esolução nº , de 28 de agosto de 1998, no âmbito da extinta uperintendência do esenvolvimento do ordeste - udene, com o objetivo de implantar sua unidade industrial para a produção de artefatos plásticos no unicípio de ão Luis, no stado do aranhão, com aporte de recursos do undo de nvestimentos do ordeste - inor; Considerando que, no curso do desenvolvimento do projeto, constatou-se a não comprovação da aplicação de recursos recebidos, a não apresentação da documentação contábil, a paralisação das obras e dos serviços de implantação bem como o abandono do empreendimento, o qual acarreta a perda das inversões anteriormente verificadas; Considerando que a mpresa, seus administradores e, solidariamente, seus acionistas controladores infringiram o caput do artigo 12 da Lei nº 8.167, de 16 de janeiro de 1991, enquadrando-se no art. 12, 1º, incisos e, e no 7º, bem como no art. 16, inciso ; todos dispositivos da referida Lei. Ademais, infringiram o art. 76, incisos X e X, da Consolidação das ormas e senção do mposto de enda, einvestimento e inor, aprovada pela ortaria nº 855, de 15 de dezembro de 1994, enquadrando-se no 2º do art. 135 da referida norma Considerando que a nteressada não apresentou recurso administrativo contra a decisão exarada no espacho nº 11, de 10 de janeiro de 2013 (fl. 926); Considerando que, no curso do rocesso de Cancelamento de ncentivos do inor nº /97-11, restou demonstrado que a conduta da mpresa, de seus administradores e, solidariamente, de seus acionistas controladores configurou o desvio na aplicação de recursos do inor, resolve: CACLA, de fato e de direito, por desvio na aplicação de recursos, os incentivos fiscais do inor concedidos à mpresa JAY AA LÁC.A., inscrita no CJ/ sob o nº / HQ AA HB VAA arágrafo único. omente será realizada a operação especial se pelo menos 50% do volume ofertado ao público for vendido. Art. 4º A quantidade de títulos a ser ofertada na operação especial a que se refere o art. 3º, corresponderá a 5% (cinco por cento) da quantidade ofertada ao público na oferta pública de que trata o art. 1º e obedecerá à mesma distribuição percentual verificada entre os títulos vendidos. 1º.A alocação da quantidade ofertada, conforme o disposto no art. 8º do mencionado Ato ormativo, obedecerá a seguinte proporção: - 50% (cinqüenta por cento) às instituições "dealers" que tenham alcançado a meta estabelecida no inciso do art. 2º (grupo 1) do referido Ato ormativo e; - 50% (cinqüenta por cento) às instituições "dealers" que tenham alcançado a meta estabelecida no inciso do art. 2º (grupo 2) do referido Ato ormativo. 2º. os títulos destinados a cada grupo, a quantidade máxima que poderá ser adquirida por cada instituição observará os critérios estabelecidos no art. 8º, 1º, do mencionado Ato ormativo, e será informada à instituição por meio do módulo AL do LC. Art. 5º sta ortaria entra em vigor na data de sua publicação. AL A VALL ste documento pode ser verificado no endereço eletrônico pelo código inistério da Justiça CLH AAV A CÔCA CAÇÃ-AL AA CAL CAÇÃ a auta da 22ª essão rdinária de Julgamento, publicada no nº 93, eção 01, páginas 50 e 51, no dia 16 de maio de 2013, no Ato de Concentração nº / , equerentes: unksjö AB e Ahlstrom Corporation, onde se lê: "Advogados: enê.. edrado, Alessandro. iacaglia e outros", leiase: "Advogados: Amadeu ibeiro, Ana Bátia lenk erreira e outros". ÊCA-AL ACH -AL m 15 de maio de 2013 o rocesso Administrativo nº / epresentante(s): ex officio. epresentadas: ABB Ltda., ABB anagement ervices Ltd, ABB witzerland Ltd, Alstom Brasil Ltda., Ansaldo Coemsa, Areva & Brasil, Balteau rodutos létricos, Brasil, nducon do Brasil Capacitores.A., nepar, Laelc eativos Ltda., okian, chneider lectric Brasil, iemens Ltda., oshiba do Brasil.A., A quipamentos létricos.a., VA ech ransmissão e istribuição Ltda., W.A., Ailton C. erreira, Amaury antos, André Canelhas, Antonio Baltasar Carmo e ilva, Antonio Carlos emer Barbosa, Antônio hemer, Artur Laviere, Bo ormark, Bo vensson, Celso Aniceto, Claes cheibe, idier arez, layne adilha, nio agundes, rik ayr, ernando. L. Linhares, ernando erni, eir dd Biledt, erd hiensen, ilberto chaeffer, iuseppe di arco, öthe Wallin, uilhermo orando, Hakan Knutsson, Hans-Ake Jönsson, Heikki Holm, Jorge Homero. da ilva Coelho, Julio iaz, Leandro Limp, Leonídio oares, Luis oberto, Luiz Alberto ppermann, Luiz Claudio orto, Luiz ardo, anfred Hattenberger, anoel Bosch, arco Antonio inoti, ario ocumento assinado digitalmente conforme n o -

123 º 94, sexta-feira, 17 de maio de Celso etraglia, ario Lemes, ats ersson, auricio Casamayou, auro Baleeiro, ichael Velte-Andrée, ikael orin, ewton uarte, aulo Vendramini, ierre Comptdaer, einaldo erreira, icardo Campodarve, isler de liveira, ivaldo Caram, onaldo arcondes, érgio Bittencourt, ergio omes, imone de aula, akashi Wada, Victor B. olentino, Wilfried Breuer, Wilson Cappellete. Advs.: arcelo rocópio Calliari; Joana emudo Cianfarani; aniel de liveira Andreoli; aniela omingues da ilva; José rlando de Almeida Arrochela Lobo; Valdo Cestari de izzo; Ana aula Hubinger Araújo; érgio Varella Bruna; atrícia Agra Araujo; duardo Cavalcante auche; Barbara osenberg; José nácio erraz de Almeida rado ilho; arília Cruz Ávila; José Alexandre Buaiz eto; aniel Costa ebello; arco Aurélio artins Barbosa; biratan attos; aria Cecília Andrade; Alessandra odrigues Bernardes shiro; ernando Lichtnow ees; ércio ampaio erraz Júnior; Carla smo; abia egina reitas; João Joaquim artinelli; homas Benes elsberg; ernanda anzano ayeg; ayara onseca Cunha; auro rinberg; Leonor Augusta iovine Cordovil; Karen Caldeira uback; edro stevam Alves into errano; Luiz arcísio eixeira erreira; José Carlos agalhães eixeira ilho; Adriana Zanata ávero eis; pencer Bahia adeira. Acolho a ota écnica nº. de fls., aprovada pelo uperintendente-adjunto, r. iogo homson de Andrade, e, com fulcro no 1º do art. 50, da Lei nº 9.784/99, integro as suas razões à presente decisão, inclusive como sua motivação. elos fundamentos apontados na ota écnica, decido: (i) pela desconsideração da notificação e do respectivo aviso de recebimento referente à epresentada Balteau rodutos létricos, visto que foi endereçada a parte estranha ao processo, devendo, pois, os procuradores de tal empresa, r. eorges Charles ischer, AB/ nº , r. edro Henrique de Araripe ucupira, AB/ nº , r. oberto Lima essoa, AB/ nº , serem intimados por ofício-fax desta decisão; (ii) pela exclusão de Antonio hemer do polo passivo do rocesso Administrativo, visto que sua inclusão deveu-se a erro material; (iii) pela exclusão do r. Leandro Halfeld Limp do polo passivo do presente feito, em razão de seu falecimento; (iv) pela retificação da qualificação dos epresentados, nos termos da abela nº 1 da ota écnica de fls.; (v) a partir dos esclarecimentos quanto às notificações dos epresentados apresentados na abela nº 2, sejam enviadas novas notificações aos epresentados identificados nos termos da abela nº 3 da ota écnica de fls., para que estes, nos termos do art. 70 da Lei nº /11, apresentem defesa no prazo de 30 (trinta) dias. este mesmo prazo, os epresentados deverão especificar e justificar as provas que pretendem sejam produzidas, que serão analisadas pela autoridade nos termos do art. 155 do egimento nterno do Cade. Caso o epresentado tenha interesse na produção de prova testemunhal, deverá declinar na peça de defesa a qualificação completa de até 3 (três) testemunhas, a serem ouvidas na sede do Cade, conforme previsto no art. 70 da Lei nº /2011 c.c. art. 155, 2º, do egimento nterno do Cade. o rocesso Administrativo nº / epresentante: ditora ova Atenas Ltda. e onto de Arte ditora Ltda. (Luiz de Alencar Araripe Jr. AB/J ); epresentados: diouro ublicações.a. (Caio ario da ilva ereira eto AB/ ; aulo Leonardo Casagrande AB/ ; Andressa Lin idelis AB/ ; chermann Chrystie iranda e ilva AB/ ). Acolho a ota écnica de fls., aprovada pelo uperintendente Adjunto e, com fulcro no 1o do art. 50, da Lei n /99, integro as suas razões à presente decisão, inclusive como sua motivação. m razão da entrada em vigor da Lei nº /11, decido, com fundamento no art. 220 do egimento nterno do CA, pela convolação do presente rocesso Administrativo em rocesso Administrativo para mposição de anções Administrativas por nfrações à rdem conômica, passando as normas processuais previstas na Lei nº /11 a ter aplicação imediata, exceto para as fases processuais concluídas antes da vigência da lei, e sendo respeitados todos os atos praticados com base na Lei nº 8.884/94. ntimo a representada para apresentar as informações solicitadas na ota écnica no prazo de 30 (trinta) dias. XLA AA A A AC CAL AL J AAZZ A ÚBLCA A Ã CAÇÃ a ortaria nº 369, de 3 de maio de 2013, publicada no iário ficial de 7 de maio de 2013, seção 1, página 28, nde se lê: Art. 1º - "elegar atribuição ao defensor público-chefe da efensoria ública da nião no io de Janeiro/J para assinar termo de cessão de imóvel da ngenharia, Construções e errovias - VA- LC, a ser doado pela ecretaria de atrimônio úblico () no io de Janeiro, à efensoria ública da nião". Leia-se: Art. 1º - "elegar atribuição ao defensor público-chefe da efensoria ública da nião no io de Janeiro/J para assinar ermo de ntrega do imóvel de propriedade da nião ederal da cidade do io de Janeiro, à efensoria ública da nião". ste documento pode ser verificado no endereço eletrônico pelo código AA LÍCA AL A XCVA CAÇÃ-AL CL AÇA VAA ALVAÁ o , 6 A 2013 CA-AL CL - AÇA VAA AA LÍCA - AL, no uso das atribuições que lhe são conferidas pelo art. 20 da Lei 7.102/83, regulamentada pelo ecreto nº /83, atendendo à solicitação da parte interessada, de acordo com a decisão prolatada no rocesso nº 2013/ L/X///C, resolve: C- C autorização à empresa BK' AÇA A- VAL LA., CJ nº / , sediada no Ceará, para adquirir: m estabelecimento comercial autorizado pelo xército: 1814 (uma mil e oitocentas e quatorze) unições calibre (uma mil e cento e sessenta e quatro) unições calibre 12 VÁL 90 (VA) A A CA A A- A BLCAÇÃ... LC A ALVAÁ o , 6 A 2013 CA-AL CL - AÇA VAA AA LÍCA - AL, no uso das atribuições que lhe são conferidas pelo art. 20 da Lei 7.102/83, regulamentada pelo ecreto nº /83, atendendo à solicitação da parte interessada, de acordo com a decisão prolatada no rocesso nº 2013/ /J/C, resolve: CLAA revista a autorização de funcionamento, válida por 01(um) ano da data de publicação deste Alvará no..., concedida à empresa V.. V- LACA AÇA LA, CJ nº / , especializada em segurança privada, na(s) atividade(s) de Vigilância atrimonial, para atuar em anta Catarina, com Certificado de egurança nº 779/2013, expedido pelo X//. LC A ALVAÁ o , 9 A 2013 CA-AL CL - AÇA VAA AA LÍCA - AL, no uso das atribuições que lhe são conferidas pelo art. 20 da Lei 7.102/83, regulamentada pelo ecreto nº /83, atendendo à solicitação da parte interessada, de acordo com a decisão prolatada no rocesso nº 2012/ L/X///, resolve: C- C autorização de funcionamento de serviço orgânico de segurança privada na(s) atividade(s) de Vigilância atrimonial, válida por 01(um) ano da data da publicação deste Alvará no..., à empresa C ALA B CLA, CJ nº / , para atuar em ão aulo. LC A ALVAÁ o , 9 A 2013 CA-AL CL - AÇA VAA AA LÍCA - AL, no uso das atribuições que lhe são conferidas pelo art. 20 da Lei 7.102/83, regulamentada pelo ecreto nº /83, atendendo à solicitação da parte interessada, de acordo com a decisão prolatada no rocesso nº 2013/ L/X///C, resolve: C- C autorização à empresa C C A- LA, CJ nº / , sediada em anta Catarina, para adquirir: m estabelecimento comercial autorizado pelo xército: 3994 (três mil e novecentas e noventa e quatro) unições calibre (quatro mil e cento e cinquenta e quatro) unições calibre.380 VÁL 90 (VA) A A CA A A- A BLCAÇÃ... LC A ALVAÁ o , 9 A 2013 CA-AL CL - AÇA VAA AA LÍCA - AL, no uso das atribuições que lhe são conferidas pelo art. 20 da Lei 7.102/83, regulamentada pelo ecreto nº /83, atendendo à solicitação da parte interessada, de acordo com a decisão prolatada no rocesso nº 2013/725 - L/X///BA, resolve: - CLAA revista a autorização de funcionamento, válida por 01(um) ano da data de publicação deste Alvará no..., concedida à empresa V VLÂCA AÇA VAL LA, CJ nº / , especializada em segurança privada, na(s) atividade(s) de Vigilância atrimonial, para atuar na Bahia, com Certificado de egurança nº 831/2013, expedido pelo X / /. LC A ALVAÁ o , 13 A 2013 CA-AL CL - AÇA VAA AA LÍCA - AL, no uso das atribuições que lhe são conferidas pelo art. 20 da Lei 7.102/83, regulamentada pelo ecreto nº /83, atendendo à solicitação da parte interessada, de acordo com a decisão prolatada no rocesso nº 2013/ L/X///, resolve: C- C autorização à empresa ACA CLA A- ÇÃ VLA LA, CJ nº / , sediada no io rande do ul, para adquirir: m estabelecimento comercial autorizado pelo xército: (quarenta e oito mil e quinhentas e vinte e uma) spoletas calibre (quarenta e cinco mil e quatrocentos e quinze) rojéteis calibre (cinco mil e setecentas e noventa e seis) spoletas calibre (um mil e setecentos e vinte e cinco) rojéteis calibre (duas mil e quinhentas e noventa e oito) Buchas calibre (noventa e cinco) Quilos de chumbo calibre (duas mil e trezentas e oitenta e seis) spoletas calibre 12 VÁL 90 (VA) A A CA A A- A BLCAÇÃ... LC A ALVAÁ o , 14 A 2013 CA-AL CL - AÇA VAA AA LÍCA - AL, no uso das atribuições que lhe são conferidas pelo art. 20 da Lei 7.102/83, regulamentada pelo ecreto nº /83, atendendo à solicitação da parte interessada, de acordo com a decisão prolatada no rocesso nº 2013/ L/X///, resolve: C- C autorização à empresa A C A- ÇA AÇA VLA LA, CJ nº / , sediada no io rande do ul, para adquirir: m estabelecimento comercial autorizado pelo xército: (dez mil) unições calibre (sessenta e duas mil e duzentas e treze) spoletas calibre (dez mil) stojos calibre (sessenta e quatro mil e oitocentos e vinte e dois) rojéteis calibre (dez mil) unições calibre (oito mil e quinhentos e dois) stojos calibre (nove mil e seiscentas e sessenta e uma) Buchas calibre (cento e quatorze) Quilos de chumbo calibre (nove mil e seiscentas e sessenta e uma) spoletas calibre 12 VÁL 90 (VA) A A CA A A- A BLCAÇÃ... LC A ALVAÁ o , 6 A 2013 CA-AL CL - AÇA VAA AA LÍCA - AL, B, no uso das atribuições que lhe são conferidas pelo art. 20 da Lei 7.102/83, regulamentada pelo ecreto nº /83, atendendo à solicitação formulada pela parte interessada, de acordo com a decisão prolatada no rocesso nº / //, resolve: Autorizar a empresa X AÇA A- VAL LA., CJ nº / , a promover alteração nos seus atos constitutivos no que se refere à razão social, que passa a ser X VLÂCA AÇA L A. LC A CAA AC JÇA AA A ACH A A-AJA o presente recurso apresentado pelo nacional nigeriano AHY KCHKW AA, tendo em vista não ter sido localizado no endereço, restando impossível verificar a existência dos requisitos do art. 75,, "a", da lei 6.815/80, bem assim mantenho o ato indeferitório publicado no iário ficial da nião de 24/04/2012, eção 1, pág. 23. rocesso o / AHY KCHKW AA. o presente recurso formulado pela nacional peruana YLAA LLA VLA ZAL, tendo em vista a falta de cumprimento de exigência formulada por esta ivisão, restando impossível verificar a existência dos requisitos da esolução ormativa 36/99, bem assim mantenho o ato indeferitório publicado no iário ficial da nião de 18/07/11, eção 1, pág. 57. rocesso o / YLAA LLA VLA ZA- L. ocumento assinado digitalmente conforme n o -

124 º 94, sexta-feira, 17 de maio de 2013 o presente recurso apresentando pelos nacionais chineses QY HA e LJA A, tendo em vista que os equerentes não foram localizados no endereço, restando impossível verificar a existência dos requisitos do art. 75,, "b", da Lei 6.815/80, bem assim mantenho o ato Ó publicado no iário ficial da nião de 28/05/2012, eção 1, pág. 57. rocesso o / QY HA e LJA A. o presente recurso formulado pelos nacionais YY ZHA e XAXA Z, tendo em vista que os equerentes não foram localizados no endereço, restando impossível verificar a existência dos requisitos do art. 75,, "b", da lei 6.815/80, bem assim mantenho o ato indeferitório publicado no iário ficial da nião de 24/09/2012, eção 1, pág. 49. rocesso o / YY ZHA e XAXA Z. o presente recurso apresentado pelo nacional bengalês HL AH, tendo em vista que o requerente não preenche os requisitos do art. 75,, "a", da lei 6.815/80, bem assim mantenho o ato indeferitório publicado no iário ficial da nião de 20/09/2012, eção 1, pág. 39. rocesso o / HL AH. o presente recurso apresentando pelos nacionais chineses JY X e XA L, tendo em vista que os equerentes não foram localizados no endereço fornecido nos autos, restando impossível verificar a existência dos requisitos do art. 75,, "b", da Lei 6.815/80, bem assim mantenho o ato Ó publicado no iário ficial da nião de 15/03/2012, eção 1, pág. 32. rocesso o / JY X e XA- L. o presente recurso apresentando pelo nacional chinês YA L Y, tendo em vista que ominado não foi localizado no endereço fornecido nos autos, restando impossível verificar a existência dos requisitos da esolução ormativa n 36/99 do Conselho acional de migração e ortaria J n 606/91, bem assim mantenho o ato Ó publicado no iário ficial da nião de 27/06/2012, eção 1, pág. 30. rocesso o / YA L Y. o recurso apresentado pelo nacional chinês YQ WA, e mantenho o ato Ó publicado no iário ficial da nião de 30/12/2011, eção 1, página 41, tendo em vista não preencher os requisitos previstos na Lei /09. rocesso o / YQ WA. o presente recurso formulado pelos nacionais chineses YX A e Q A, tendo em vista não terem sido localizados no endereço, restando impossível verificar a existência dos requisitos do art. 75,, "b", da lei 6.815/80, bem assim mantenho o ato indeferitório publicado no iário ficial da nião de 17/08/2012, eção 1, pág. 46. rocesso o / YX A e Q A. o presente recurso apresentando pelo nacional indiano LJH CHAZHKKLA CHAA, tendo em vista que o equerente não foi localizado no endereço fornecido nos autos, restando impossível verificar a existência dos requisitos do art. 75,,"a", da Lei 6.815/80., bem assim mantenho o ato - Ó publicado no iário ficial da nião de 03/09/2012, eção 1, pág rocesso o / LJH CHA- ZHKKLA CHAA. o presente recurso apresentado pelo nacional do Afeganistão AA JA, tendo em vista que o requerente não preenche os requisitos do art. 75,, "a", da lei 6.815/80, bem assim mantenho o ato indeferitório publicado no iário ficial da nião de 29/05/2012, eção 1, pág. 79. rocesso o / AA JA. o presente recurso apresentado pelo nacional nigeriano AL WZA WAKW, tendo em vista não ter sido localizado no endereço fornecido nos autos, restando impossível verificar a existência dos requisitos do art. 75,, "a", da Lei 6.815/80, bem assim mantenho o ato Ó publicado no iário ficial da nião de 17/05/2012, eção 1, pág. 65. rocesso o / AL WZA WA K W. CCALZAÇÃ BA C ZAA AA A VÃ AÊCA A ACH CH o(s) pedido(s) de permanência com base em cônjuge, abaixo relacionado(s), ressaltando que o ato persistirá enquanto for detentor (a) da condição que lhe deu origem: rocesso o / YKA BCA CA VAA rocesso o / HAC - BAAA. o(s) pedido(s) de permanência com base em prole, abaixo relacionado(s), ressaltando que o ato persistirá enquanto for detentor (a) da condição que lhe deu origem: rocesso o / J ÇALV A CHA rocesso o / HA AL CALA rocesso o / AALA CAL- A ALVAZ Q rocesso o / JAY AH A A rocesso o / ABL LA ACA ste documento pode ser verificado no endereço eletrônico pelo código rocesso o / XAXA CH. o pedido de transformação de residência temporária em permanente nos termos do Acordo entre Brasil e Argentina, por troca de otas, para a mplementação entre si do Acordo sobre esidência para acionais dos stados artes do ercosul. rocesso o / KV AA, AA- A CALA e L JAV. o(s) pedido(s) de permanência por reunião familiar, amparados pela esolução ormativa nº 36/99 do Conselho acional de migração c/c a ortaria J nº 606/91, abaixo relacionado(s): rocesso o / L H YH HA rocesso o / L H J rocesso o / AA BAHA- VAL rocesso o / AA - A rocesso o / K K A, J- LA HY J A CH e J HY K A CH. os pedidos de transformação da esidência rovisória em permanente, abaixo relacionados, nos termos do ecreto nº 6.975, de 07 de outubro de 2009, ressaltando que o ato poderá ser revisto a qualquer tempo, caso verificada realidade diversa da declarada pelo requerente: rocesso o / HC A ALA BA rocesso o / W A AA e ALCA BA ZALZ rocesso o / B AA AA, AA Y AZ VLAC e HA LA AA AZ rocesso o / BA Z CHQ e JHAA ALC Z rocesso o / J L CALL- AYA YAQ e AA C BAZ rocesso o / ABL - AZ H e BJA J AZ AYA- LA. o(s) pedido(s) de transformação de residência temporária em permanente nos termos do Acordo Brasil e ruguai, por troca de otas, para implementação entre si do Acordo sobre esidência para nacionais dos stados artes do ercosul, abaixo relacionado(s): rocesso o / ABL LA- A VAA rocesso o / AALA A L BZ rocesso o / LLA A- A B. o pedido de permanência formulado pelos nacionais chineses Y A e HAJA XA, na forma no art. 75,, "b", da Lei 6.815/80, e por economia processual, para A- A A e A com base no art. 2,, da esolução ormativa 36/99. rocesso o / Y A, HAJA XA, A e AA A. o pedido de permanência formulado pelos nacionais chineses QHA Z e LZH WA, na forma no art. 75,, "b", da Lei 6.815/80, e por economia processual, para Z e XX Z com base no art. 2,, da esolução ormativa 36/99. rocesso o / QHA Z, LZH WA, Z e X- X Z. o pedido de permanência formulado pelos nacionais portugueses AL CVÃ A e AL AÍCA ALV ALH, na forma no art. 75,, "b", da Lei 6.815/80, e por economia processual, para ALC ALV ALH CVÃ A com base no art. 2,, da esolução ormativa 36/99. rocesso o / AL CVA A, AL ACA ALV ALH e ALC ALV ALH CVA A-. o pedido de permanência formulado pelos nacionais peruanos CA J AA CA e A HAA ACC, na forma no art. 75,, "b", da Lei 6.815/80, e por economia processual, para J AA HAA, com base no art. 2,, da esolução ormativa 36/99. rocesso o / CA J AA- CA, A HAA ACC e J AA- HAA. o pedido de permanência formulado pelos nacionais libaneses AL HA e A AWAL, na forma no art. 75,, "b", da Lei 6.815/80, e por economia processual, para ABBA HA, com base no art. 2,, da esolução ormativa 36/99. rocesso o / AL HA, A AWAL e ABBA HA. o pedido de permanência formulado pelos nacionais bolivianos Y AAL CALL LAA e CALA JA- CALL CHAB, na forma no art. 75,, "b", da Lei 6.815/80, e por economia processual, para JL CA CALL CALL, com base no art. 2,, da esolução ormativa 36/99. rocesso o / Y AAL CALL LAA, CALA JA CALL CHAB e JL CA CALL CAL- L. o pedido de ermanência por prazo ndeterminado, para o (a) nacional francesa LA A, nos termos do art. 7º, 2, da esolução ormativa 77/2008, de 29 de janeiro de 2008 do Conselho acional de migração. rocesso o / LA A. endo em vista os elementos presentes no processo que comprovam tratar-se de situação especial e em face da competência delegada pelo art. 3º da ortaria J nº 22 de 07/07/2009, o pedido de residência provisória, nos termos da Lei /09. rocesso o / WAL AB LA. endo em vista o disposto na ortaria J 1.700/2011, - o pedido de transformação de residência provisória em permanente formulado com base no art. 7º da Lei /2009. rocesso o / CLA ZALZ Z. V o ato Ó publicado no iário ficial da nião de 23/08/2012, eção 1, pág. 27 para conceder a permanência com base no art. 75,, "b", da Lei 6.815/80. rocesso o / J L ACA AAA, KA- A ALA ZA, CALA AA ACA AL- A e AA ACA ALA. etermino a BLCAÇÃ do espacho deferitório publicado no iário ficial da nião de 15/07/2009, eção 1, pág. 130, nos termos do art. 2, da ortaria J n 03, de 05 de fevereiro de rocesso o / CAL C- A endo em vista o pedido de desistência formulado pelo italiano CLA A AA, determino o AQVA- a pedido da parte interessada. rocesso o / CLA A AA. A L A CA p/elegação de Competência o(s) pedido(s) de prorrogação do prazo de estada no aís, do(s) temporário(s) item V, abaixo relacionado(s): rocesso o / ACLA J- AQ CAZ, até 20/03/2014 rocesso o / A VALAA Z, até 02/03/2014 rocesso o / VAA LZA- BH V CBA, até 24/02/2014 rocesso o / CLA L L, até 31/03/2014 rocesso o / ALL VAL JLA L, até 14/02/2014 rocesso o / A H BAL, até 19/02/2014 rocesso o / AL - VL, até 26/02/2014 rocesso o / A A L, até 31/01/2014 rocesso o / AL KAAAL, até 07/03/2014 rocesso o / H AL, até 15/03/2014 rocesso o / VCA A-, até 13/03/2014 rocesso o / J ALB LLAA AA, até 28/02/2014 rocesso o / LC A LVA CA, até 08/03/2014 rocesso o / AWLA A ÇALV CAVALH, até 02/03/2014 rocesso o / WL CA AZ e ALBA LZ Z ACLA, até 10/03/2014 rocesso o / JAA AA BAA, até 11/01/2014 rocesso o / AY A CHAVZ VA, até 02/03/2014 rocesso o / AL BCHAA, até 30/12/2013 rocesso o / JLA AL, até 24/01/2014 rocesso o / CA A LA A, até 19/02/2014 rocesso o / KACA AA- LA B BAZ, até 18/01/2014 rocesso o / JAA KAA CAVALH A, até 29/01/2014 rocesso o / CHAL HA BA, até 31/12/2013 rocesso o / AA AYH -, até 28/03/2014 rocesso o / ALVA A CLAVJ ALVAZ e LA AA VAQZ VLLAA, até 24/03/2014 rocesso o / AAA BA- Y A CHCAA, até 02/03/2014 rocesso o / AA J A- VAL V, até 07/04/2014 rocesso o / A KALA, até 19/03/2014 rocesso o / BAZ A A CZ L e AB J ACC L, até 12/04/2014 rocesso o / AA AA HY CAAV, até 04/04/2014 rocesso o / ABBACA A- AL, até 18/03/2014 rocesso o / AA AKAA A LVA CAVALH, até 17/04/2014 ocumento assinado digitalmente conforme n o -

125 º 94, sexta-feira, 17 de maio de rocesso o / A A- AAA A, até 21/03/2014 rocesso o / AA ACA ABA A, até 12/03/2014 rocesso o / A A- LA A LVA A, até 14/03/2014 rocesso o / AA A L A AA, até 30/07/2013 rocesso o / AA J A LVA A ACA A AA, até 23/03/2014 rocesso o / AL -, até 19/02/2014 rocesso o / Y CVL, até 27/02/2014. iante dos novos elementos constantes nos autos, torno insubsistente o do pleito, publicado no iário ficial de 05/02/2013, eção 1, página 34/35, o pedido de reconsideração para conceder a prorrogação de prazo da estada até: 03/10/2013. rocesso o / A - ZA AAC. iante dos novos elementos constantes nos autos, torno insubsistente o do pleito, publicado no iário ficial de 31/01/2013, eção 1, página 58, o pedido de reconsideração para conceder a prorrogação de prazo da estada até: 03/10/2013. rocesso o / ZAA LA VLA AVA. etermino a AQVA do processo, diante do término do curso. rocesso o / JAQ J- A VLLACA. ACC A A A LVA p/elegação de Competência o(s) pedido(s) de prorrogação do prazo de estada no aís, do(s) temporário(s) item V, abaixo relacionado(s): rocesso o / B ALXA- BA VACCL, até 14/02/2014 rocesso o / CYHA LA- A LB, até 01/03/2014 rocesso o / A HLA - ACA L, até 02/02/2014 rocesso o / JACY - KBAA, até 01/03/2014. o(s) pedido(s) de prorrogação do prazo de estada no aís, do(s) temporário(s) item V, abaixo relacionado(s): rocesso o / JHA CHAL AHA, até 11/04/2014 rocesso o / A A LL WLY, até 26/03/2014 rocesso o / YL W, até 01/05/2014 rocesso o / YA HL - AY, até 02/05/2014 rocesso o / BAX L WL, até 09/05/2014 rocesso o / A A WA, até 08/05/2014 rocesso o / L - AC VLLALBA BAA, até 11/04/2014 rocesso o / JA AL VL- LAVCC LALA, até 04/04/2014 rocesso o / VC ACA AL e Y Z LZ, até 21/03/2014 rocesso o / H KA, até 19/04/2014. o (s) presente (s) pedido (s) de prorrogação do prazo de estada. Até 08/11/2013. utrossim, informo que o estrangeiro deverá ser autuado por infringir o disposto no Art. 125, XV da Lei 6.815/80 c/c Art. 67, 3 do ecreto /81. rocesso o / C JH HL. XLA AA A A AC ÁB ALV A p/elegação de Competência CAA AC C AA o - 18, 16 A 2013 A CÁA AC C É A JÇA, no uso de suas atribuições legais como residenta do Conselho ederal estor do undo de efesa dos ireitos ifusos, e nos termos dos artigos 10 e 12, V, da ortaria J nº 1.488, de 15 de agosto de 2008, resolve: Art. 1º rorrogar o prazo estipulado no art. 13 da esolução nº 29, de 29 de abril de que dispõe sobre a apresentação de ropostas de rabalho e Cartas-Consulta (chamamento público) e trâmite de procedimento administrativo do Conselho ederal estor do undo de efesa dos ireitos ifusos - até 10 de junho de As propostas de trabalho e cartas-consulta deverão ser cadastradas no ortal CV, por meio do rograma Art. 2º sta ortaria entra em vigor a partir de sua publicação. JLAA A A LVA ste documento pode ser verificado no endereço eletrônico pelo código inistério da esca e Aquicultura AB ÇÃ AVA AL o - 2, 16 A 2013 A A CA AQCL- A A A A AB, no uso das suas atribuições legais e tendo em vista o disposto no art. 27, 6º, inciso, da Lei nº , de 28 de maio de 2003, na Lei nº , de 29 de junho de 2009, no ecreto nº 6.981, de 13 de outubro de 2009 e considerando o que consta no rocesso nº /89-93 e nº / , resolvem: Art. 1º exercício do pesca na Lagoa de Aruarama, no stado do io de Janeiro, obedecerá os critérios e procedimentos estabelecidos nesta nstrução ormativa nterministerial. arágrafo único. ara a gestão da atividade pesqueira na Lagoa de Araruama são definidas as seguintes áreas: - Área : compreendida entre a boca de entrada do Canal de tajuru (orte de ão ateus), coordenadas geográficas: lat ' 9.5" e long ' 21.6" e a onte Wilson endes (onta do Ambrósio, no Baixo rande, em ão edro da Aldeia), coordenadas geográficas : lat ' 54.1" e long. 42 2' 59.6"; - Área : compreendida entre a onte Wilson endes (onta do Ambrósio, no Baixo rande, em ão edro da Aldeia), coordenadas geográficas : lat ' 54.1" e long ' 59.6" e a onta dos acacos (Canal do Boqueirão, em ão edro da Aldeia), coordenadas geográficas: lat ' 30.6" e long ' 25.6"; e - Área : compreendendo toda a área lagunar a oeste e sul da onta dos acacos, coordenadas geográficas: lat ' 30.6" long ' 25.6". Art. 2º roibir o exercício da pesca na Lagoa de Araruama, no stado do io de Janeiro, nos seguintes casos: - a pesca de peixe e crustáceos, com qualquer método ou arte de pesca, anualmente, no período de 1 de agosto a 31 de outubro; - pesca motorizada com rede de arrasto de portas ou qualquer outra modalidade de arrasto utilizando embarcações para a tração das redes; - com utilização de equipamento de sonda como apoio à atividade de pesca; V - pesca com redes de espera ou de cerco, utilizando para a tração das redes, embarcações com comprimento superior a 7 m (sete metros) ou com potência de motor superior a15 H; V - pesca com redes de espera e cerco na raia do orte, entrada da Lagoa de Araruama, no polígono compreendido entre as seguintes coordenadas e em conformidade com o Anexo desta nstrução ormativa nterministerial: onto 1: lat ' 25" e long ' 04" ; onto 2: lat ' 48" e long ' 59" ; onto 3: lat ' 54" e long ' 15" ; onto 4: lat ' 53" e long ' 06" ; onto 5: lat ' 07" e long ' 45" ; e onto 6: lat ' 02" e long ' 38". Art. 3º roibir, anualmente, no período de 1º de março a 30 de julho, a pesca com redes de espera e cerco, no final da Área e início da Área, entre o Canal do Boqueirão em ão edro da Aldeia e a raia do udoeste em Cabo rio, da edra Lisa e o prédio da onta do Costa, no polígono compreendido entre as seguintes coordenadas, conforme consta no Anexo desta nstrução ormativa nterministerial: onto 1: lat ' 44" e long ' 49" onto 2: lat ' 15" e long ' 22" onto 3: lat ' 23" e long ' 11" onto 4: lat ' 33" e long ' 49" Art. 4º roibir a captura, a comercialização e a industrialização dos recursos pesqueiros, na Lagoa de Araruama, com tamanhos inferiores aos estabelecidos na tabela constante do Anexo desta nstrução ormativa nterministerial. 1º ara efeito de mensuração define-se por comprimento total do camarão, a distância entre a extremidade do rostro e a ponta do telson, e o comprimento total dos peixes, da ponta do focinho à extremidade furcal. 2º ara efeito de fiscalização, será tolerado em relação ao peso total, o máximo de 10 % (dez por cento) de peixes e camarões, com tamanho inferior ao permitido. Art. 5 ermitir o exercício da pesca na Área da Lagoa de Araruama exclusivamente com os seguintes petrechos: - marcas de barragem: com a utilização de até 2 (duas) redes, com malha de 12 mm (doze milímetros) de nó a nó, com distância máxima de 4 m (quatro metros) entre estacas consecutivas, devendo o conjunto ocupar menos da metade da seção útil do canal na baixa-mar e utilizando apenas uma seção lateral do canal, em consonância com a A 11 da iretoria de ortos e Costas da arinha do Brasil, observadas as seguintes condicionantes: a) em cada seção perpendicular à correnteza de vazante poderá ser operada uma única marca de barragem, não podendo ser implantadas novas marcas de barragem; b) permitir somente as marcas de barragem que tenham documentos que comprovem a sua atuação anterior no local; c) ficam excluídos os canais nos quais é proibida a pesca com artes de pesca fixas, de acordo com a legislação em vigor; e, d) durante a operação de pesca, as marcas de barragem devem estar sinalizadas conforme legislação em vigor, e devem ser retiradas ao final de cada maré de vazante; - tarrafas de arremesso e puçás com malha de acordo com o tamanho mínimo da espécie capturada, conforme estabelecido no Anexo desta nstrução ormativa nterministerial; - linha-de-mão, molinete ou carretilha, de acordo com o tamanho mínimo da espécie capturada, conforme estabelecido no Anexo desta nstrução ormativa nterministerial; Art. 6 ermitir o exercício da pesca na Área da Lagoa de Araruama exclusivamente com os seguintes petrechos e período: - arrasto de dois calões: com malha de 12 mm (doze milímetros) de nó a nó e 4 m (quatro metros) de boca; - troia para camarão: com malha de 12 mm (doze milímetros) de nó a nó, comprimento máximo de 60 m (sessenta metros) e altura máxima de 3 m (três metros), ficando proibido o uso de tamanco cuja altura seja maior do que 10 cm (dez centímetros) ou de qualquer outro artifício que permita a utilização dessas redes nas áreas profundas da lagoa; - gancho de tainha: com tamanhos mínimos de malha, na parede, de 40 mm (quarenta milímetros) de nó a nó; no curral de 12 mm (doze milímetros) de nó a nó; e no trimbobó de 40 mm (quarenta milímetros) de nó a nó, ficando permitida a sua utilização no período de 1º de março a 30 de junho; V - gancho de carapicu: com paredes de tamanho máximo de 500 m (quinhentos metros) de comprimento e malha mínima de 15 mm (quinze milímetros) de nó a nó, na parede e 12 mm (doze milímetros) nos currais, ficando permitido, anualmente, no período de 16 de novembro a 1º de março, sendo vedada a utilização de trimbobó, rufo ou qualquer outro petrecho que capture a tainha neste período; V - tarrafas de arremesso e puçás com malha de acordo com o tamanho mínimo da espécie capturada, conforme estabelecido no Anexo desta nstrução ormativa nterministerial; e, V - linha-de-mão e molinete ou carretilha, de acordo com o tamanho mínimo espécie capturada, conforme estabelecido no Anexo desta nstrução ormativa nterministerial. 1º ara o cadastramento dos petrechos já existentes, os comprimentos dos referidos ganchos para peixes serão definidos em autorização específica (Anexos -A e -C), a partir das características próprias de cada petrecho, sendo que após este cadastramento, a quantidade e as medidas não poderão ser alteradas. 2º a Área, somente poderão ser utilizados os ganchos já existentes para peixes até a data da publicação desta nstrução ormativa nterministerial e com documentação comprobatória de sua atuação anterior. Art. 7 ermitir o exercício da pesca na Área da Lagoa de Araruama exclusivamente com os seguintes petrechos e período: - arrasto de dois calões, com malha mínima de 12 mm (doze milímetros) de nó a nó e 4 m (quatro metros) de tamanho máximo de boca; - troia para camarão, com malha de 12 mm (doze milímetros) de nó a nó, comprimento máximo de 60 m (sessenta metros) e altura máxima de 3 m (três metros), sendo proibido o uso de tamanco cuja altura seja maior do que 10 cm (dez centímetros) ou de qualquer outro artifício que permita a utilização dessas redes nas áreas profundas da lagoa; - gancho de tainha, com paredes cujo comprimento seja de até 500 m (quinhentos metros), com tamanhos mínimos de malha, na parede de 40 mm (quarenta milímetros) de nó a nó; no curral de 12 mm (doze milímetros) de nó a nó; e no trimbobó de 40 mm (quarenta milímetros) de nó a nó, ficando permitido, anualmente, no período de 1º de março a 30 de junho; V - gancho de carapicu: com paredes de tamanho máximo de 500 m (quinhentos metros) de comprimento e malha mínima de 15 mm (quinze milímetros) de nó a nó, na parede e 12 mm (doze milímetros) nos currais, ficando permitido, anualmente, no período de 16 de novembro a 1º de março; V - gancho de camarão, com parede cujo comprimento seja de até 100 m (cem metros) e malha mínima de 12 mm (doze milímetros) de nó a nó na parede e no curral, devendo ser observadas as seguintes condições: a) permitir a instalação de, no máximo, 5 (cinco) ganchos de camarão em fila transversal à extensão da lagoa; e, b) as filas devem ser iniciadas a 50 m (cinquenta metros) da margem da lagoa e deve ser mantida uma distância mínima de 3 m (três metros) entre o curral de um gancho e a parede do gancho subsequente; V - rede de espera ou cerco de carapicu, com malha mínima de 25 mm (vinte e cinco milímetros) de nó a nó, altura máxima de 1,5 m (um e meio metro) e comprimento máximo de 550 m (quinhentos e cinquenta metros); V - rede de espera ou cerco de tainha, com malha mínima de 45 mm (quarenta e cinco milímetros) de nó a nó, altura máxima de 12 m (doze metros) e comprimento máximo de 550 m (quinhentos e cinquenta metros); V - rede de espera ou cerco de perumbeba, com malha mínima de 60 mm (sessenta milímetros) de nó a nó, altura máxima de 10 m (dez metros) e comprimento máximo de 1000 m (mil metros); X - rede de espera ou cerco de carapeba, com malha mínima de 45 mm (quarenta e cinco milímetros) de nó a nó, altura máxima de 25 m (vinte e cinco metros) e comprimento máximo de 700 m (setecentos metros); X - rede de espera ou cerco de saúba, com malha mínima de 35 mm (trinta e cinco milímetros) de nó a nó, altura máxima de 15 m (quinze metros) e comprimento máximo de 550 m (quinhentos e cinquenta metros). X - tarrafas de arremesso e puçás com malha de acordo com o tamanho mínimo da espécie capturada, conforme estabelecido no Anexo desta nstrução ormativa nterministerial; e, ocumento assinado digitalmente conforme n o -

126 º 94, sexta-feira, 17 de maio de 2013 X - linha-de-mão e molinete ou carretilha, de acordo com o tamanho mínimo espécie capturada, conforme estabelecido no Anexo desta nstrução ormativa nterministerial. 1º ara a pesca de rede de espera especificada nos itens V, V, V, V e X, fica estabelecido o horário das 16 (dezesseis) horas de um dia até às 8 (oito) horas do dia seguinte; e, 2º A pesca de cerco descrita nos incisos acima é permitida em qualquer horário, desde que a embarcação e os tripulantes permaneçam dentro do cerco. Art. 8 ara efeito de mensuração das malhas das redes especificadas, nesta nstrução ormativa nterministerial, define-se a medida de malha de nó a nó, como sendo a distância entre os nós consecutivos da malha da rede. arágrafo único. ara a adequação das malhas usadas nos petrechos discriminados nesta nstrução ormativa nterministerial, fica estabelecido o prazo de 12 (doze) meses contados a partir da data de sua publicação. Art. 9 roibir a colocação de quaisquer petrechos nos canais de comunicação entre as Áreas, e, e nos canais de fluxo de maré, conforme legislação em vigor. arágrafo único. disposto neste artigo não se aplica às marcas de barragem na Área. Art. 10. A permissão para a instalação das artes de pesca fixas, na Lagoa de Araruama, será concedida pelo inistério da esca e Aquicultura - A, obedecendo a legislação vigente. 1º s proprietários de artes fixas de pesca em atuação na Lagoa de Araruama, devem cadastrá-las preenchendo o formulário contido no Anexo -A e considerando o formulário do modelo para medição de ganchos contido no Anexo -C desta nstrução ormativa nterministerial. 2º ara a identificação e fiscalização das artes fixas de pesca, deverá ser fixado em local de fácil visualização, uma placa contendo o nome completo do proprietário e o número da permissão concedida pelo órgão competente. 3 A placa citada no parágrafo anterior deverá ser providenciada pelo pescador responsável pela a arte fixa de pesca e deverá ser confeccionada em madeira com as seguintes características: - comprimento de 50 cm (cinquenta centímetros) e altura de 25 cm (vinte e cinco centímetros); e, - pintura na cor laranja e letras pintadas na cor preta, com tamanho mínimo de 5 cm (cinco centímetros) e espaçamento mínimo de 2 cm (dois centímetros) entre uma linha e outra. Art. 11. A atividade de pesca com ganchos ou currais para peixes, será mantida somente para os pescadores que possuem cadastros dos órgãos competentes anteriores ao A(, BA- A, AA), sendo proibida a instalação de novos ganchos na citada Lagoa. Art. 12. A transferência da permissão de instalação de arte de pesca fixa e a autorização de pesca só poderá ocorrer entre pescadores profissionais que estejam devidamente licenciados e registrados no órgão competente. Art. 13. Após a temporada de pesca com o uso das artes fixas, devem ser retiradas da citada lagoa, no prazo máximo de 30 dias, as redes e as estacas ficando apenas, as palafitas. Art. 14. s proprietários dos demais tipos de artes de pesca em atuação na Lagoa de Araruama, devem fazer o cadastramento das artes preenchendo o formulário contido no Anexo -B desta nstrução ormativa nterministerial. Art. 15. A aquicultura na lagoa, somente poderá ser exercida pela população tradicional, em área máxima de 2 (dois) hectares, por pescadores devidamente registrados nos órgãos competentes, sendo que qualquer pessoa física ou jurídica de fora deve estabelecer parcerias integradoras com a comunidade pesqueira local. Art. 16. s pescadores responsáveis pelo uso das artes fixas de pesca (ganchos, marcas de barragem), e os pescadores que utilizam as outras artes de pesca (redes de espera ou cerco, tarrafas ou puçás), ficam obrigados ao preenchimento de mapa de captura informando as espécies capturadas, as quantidades em quilos e a data da captura. arágrafo único. s formulários de mapa de captura, Anexos V-A, V-B e V-C constantes desta nstrução ormativa nterministerial, após preenchidos, deverão ser entregues mensalmente na sede da uperintendência ederal do A/J ou na unidade descentralizada mais próxima, ou na sede da uperintendência stadual do BAA/J ou na unidade descentralizada mais próxima. Art. 17. Aos infratores desta nstrução ormativa nterministerial, serão aplicadas as penalidades previstas na Lei n 9.605, de 12 de fevereiro de 1998 e no ecreto nº 6.514, de 22 de julho de Art. 18. sta nstrução ormativa nterministerial entra em vigor na data de sua publicação. ACL CVLLA inistro de stado da esca e Aquicultura ZABLLA XA inistra de stado do eio Ambiente AX ÁA XCLÃ A LAA AAAA (1. raia do orte e 2. raia do udoeste, Cabo rio, J) AX ABLA C AAH Í ÉC arecer: ( ) AVÁVL ( ) AVÁVL écnico esponsável: ata: / / Assinatura e carimbo: AX -B ome Vulgar ome Científico amanho ínimo das spécies (cm) Camarão-rosa arfantepenaeus brasiliensis, arfantepenaeus paulensis 9 Carapeba ugerres brasilianus 17 Corvina icropogonias furnieri 25 apa-terra enticirrhus americanus 20 eixe-ei Atherinella brasiliensis 10 escadinha acrodon ancylodon 25 obalo flexa Centropomus undecimalis 50 ardinha-lage pisthonema oglinum 15 ardinha-verdadeira ardinella brasiliensis 17 a i n h a ugil Liza 35 arati ou aúba ugil curema 20 erumbeba ogonias cromis 30 AX -A É A CA A AQCLA/A BAL AB C A- A VÁV Q Ã AA A - LAAÇÃ A CA XA A LAA AAAA/J ome do escador: ndereço: elefone: _( ) -mail: º : º C: º : º da Autorização de mplantação: rigem: /J ( ); BAA/J ( ) AA ( ) Autorização de instalação de: ( ) ACA BAA ( ) ACH X ( ) ACH CAAÃ Características do petrecho: ome : Comprimento da arede: resa: 1º ngano: 2º ngano: Comprimento do ribobó: Curral: 1º ngano: 2º ngano: ste documento pode ser verificado no endereço eletrônico pelo código CCALZAÇÃ BA C É A CA A AQCLA/A BAL AB C AA VÁV CAAA (LALZAÇÃ) A - A A CA A LAA AAAA/J ome do escador: ndereço: elefone: _( ) -mail: º : º C: º : º da Autorização de mplantação: rigem: /J ( ); BAA/J ( ) AA ( ) i p o : ( ) Cerco de malhar ( ) ede de spera ( ) arrafa ( ) ede de Arrasto ( ) uçá arecer: ( ) AVÁVL ( ) AVÁVL écnico esponsável: ata: / / Assinatura e carimbo: AX -C L AA ÇÃ ACH ome do ancho: º de registro: Comprimento total em metros: AX V-A É A CA A AQCL/A BAL AB C A- A VÁV A) CAÇÃ: ome do ancho: º de egistro: B) A Ç: A AA CAA LAA AAAA A XA - ACH escador: iscriminação A A A A A A A ata (dia / mês) eríodo (dia ou noite) ocumento assinado digitalmente conforme n o -

127 º 94, sexta-feira, 17 de maio de C) A A CAA: B) A Ç: A A A A A A A spécies eso (kg) eso (kg) eso (kg) eso (kg) eso (kg) eso (kg) eso (kg) CAAÃ CAABA CAAC C V A BBA BAL ABA A H A BAAA ) ÁVL L CH CA: A: º A: º C. CA. : B VA Ç Ã : 1-s dados fornecidos serão mantidos confidenciais e serão de uso restrito à pesquisa. 2-A obrigatoriedade do fornecimento das informações sobre as pescarias está prevista no ecreto º 4.810/03. não cumprimento ou o fornecimento de informações falsas implicará em sanções que vão desde multas até o cancelamento das permissões de pesca e registro. 3-Quando o número de espécies for maior que o espaço disponível, utilizar outro formulário como continuação. 4-ome do mestre legível. AX V-B É A CA A AQCLA/A BAL AB C A- A VÁV A) CAÇÃ: Localização: º de egistro: B) A Ç: A AA CAA LAA AAAA A XA ACA BAA escador: iscriminação A A A A A A A ata (dia / mês) eríodo (dia ou noite) C) A A CAA: A A A A A A A spécies eso (kg) eso (kg) eso (kg) eso (kg) eso (kg) eso (kg) eso (kg) CAAÃ CAABA CAAC C V A BBA BAL ABA A H A BAAA XLA AA A A AC ) ÁVL L CH CA: A: º A: º C. CA. : B VA Ç Ã : 1-s dados fornecidos serão mantidos confidenciais e serão de uso restrito à pesquisa. 2-A obrigatoriedade do fornecimento das informações sobre as pescarias está prevista no ecreto º 4.810/03. não cumprimento ou o fornecimento de informações falsas implicará em sanções que vão desde multas até o cancelamento das permissões de pesca e registro. 3-Quando o número de espécies for maior que o espaço disponível, utilizar outro formulário como continuação. 4-ome do mestre legível. AX V-C É A CA A AQCLA BAL AB C A- A VÁV A) CAÇÃ: ome da mbarcação: Capacidade do rna (Kg): orto de aída: A AA CAA LAA AAAA A/ALH, CC/ALH, AAA, ÇÁ, escador: Comprimento da rede (m): Altura da rede (m): ste documento pode ser verificado no endereço eletrônico pelo código iscriminação A A A A A A A ata nício C) A A CAA: A A A A A A A spécies eso (kg) eso (kg) eso (kg) eso (kg) eso (kg) eso (kg) eso (kg) CAAÃ CAABA CAAC C V A BBA BAL ABA A H A X- ) ÁVL L CH CA: A: º A: º C. CA. : B VA Ç Ã : 1-s dados fornecidos serão mantidos confidenciais e serão de uso restrito à pesquisa. 2-A obrigatoriedade do fornecimento das informações sobre as pescarias está prevista no ecreto º 4.810/03. não cumprimento ou o fornecimento de informações falsas implicará em sanções que vão desde multas até o cancelamento das permissões de pesca e registro. 3-Quando o número de espécies for maior que o espaço disponível, utilizar outro formulário como continuação. 4-ome do mestre legível. AA o - 177, 15 A 2013 A A CA AQCLA, no exercício das atribuições que lhe confere o inciso do parágrafo único do artigo 87 da Constituição ederal e tendo em vista o disposto no ecreto nº 6.972, de 29 de setembro de 2009, e na nstrução ormativa A/ nº 14, de 17 de agosto de 2005, resolve: Art. 1º Criar a Comissão de Avaliação do rograma acional de inanciamento da Ampliação e odernização da rota esqueira acional - rofrota esqueira, constituída na forma da presente ortaria. Art. 2º Compete à Comissão de Avaliação de que trata o caput: - acompanhar e avaliar a execução do programa; - propor revisão dos atos normativos quando julgar pertinente; - avaliar os procedimentos operacionais internos e propor ajustes; V - subsidiar o rupo estor do rograma rofrota esqueira no âmbito de suas competências; V- propor abertura de edital de convocação, estabelecendo critérios para recebimento, análise e julgamento das propostas; V- proceder ao julgamento das propostas após análise técnica das áreas de competência deste A ; V - avaliar e julgar recursos administrativos quando apresentados pelos interessados; V - elaborar relatório anual de execução; e X - avaliar os casos omissos e as situações não previstas nesta portaria para fins de decisão s u p e r i o r. Art. 3º A Comissão de que trata o art. 1º, será composta pelos titulares ou seus substitutos em exercício, das unidades do A discriminadas a seguir: - a ecretaria de nfraestrutura e omento da esca e Aquicultura - : a) iretor de omento - ; b) Coordenador eral de ncentivo e Apoio ao Crédito - CAC; - a ecretaria de lanejamento e rdenamento da esca - : a) iretor de lanejamento e rdenamento da esca ndustrial - ; b) iretor de lanejamento e rdenamento da esca Artesanal - A; - a ecretaria de onitoramento e Controle da esca e Aquicultura - C: a) iretor de egistro da esca e Aquicultura - A; b) iretor de onitoramento e Controle - C. 1º A Comissão a que se refere o caput será presidida pelo ecretário de nfraestrutura e omento da esca e Aquicultura - deste inistério e, na sua ausência, pelo iretor de omento. 2º A Comissão de Avaliação terá uma ecretaria-xecutiva que ficará a cargo da Coordenação eral de ncentivo e Apoio ao Crédito - CAC. Art. 4º ica revogada a ortaria A/ nº 89, de 9 de junho de Art. 5º sta portaria entra em vigor na data da sua publicação. ACL CVLLA ocumento assinado digitalmente conforme n o -

128 inistério da revidência ocial AC CAL AA o , 16 A 2013 A BA AC- CAL -, no uso das competências conferidas pelos ecretos nºs e 7.556, de 30 de junho de 2008 e de 24 de agosto de 2011, respectivamente, Considerando o art. 18 da nstrução ormativa nº 58//, de 25 de janeiro de 2012, bem como a necessidade de disciplinar a apuração da parcela institucional da ratificação de esempenho de Atividade do eguro ocial - A, conforme ortaria nº 236//, de 15 de maio de 2013, publicada no iário ficial da nião () nº 93, de 16 de maio de 2013, resolve: Art. 1º ivulgar, para todas as erências-xecutivas, no nono ciclo de avaliação, de maio a outubro/2013, a meta até 45 (quarenta e cinco) dias do indicador de desempenho dade édia do Acervo - A-A. arágrafo único. A avaliação de desempenho institucional das demais unidades organizacionais observará o disposto no art. 17 da nstrução ormativa nº 58//, de 25 de janeiro de Art. 2º A apuração inicial do A-A é a constante da ortaria nº 08/B/, de 10 de maio de Art. 3º sta ortaria entra em vigor na data de sua publicação. CAA WA 1 º 94, sexta-feira, 17 de maio de 2013 ÊCA AC VÊCA CLA A AÁL ÉCCA AA o - 262, 16 A 2013 AÁL ÉCCA, no uso das atribuições que lhe confere o inciso do art. 33, combinado com o art. 5º, todos da Lei Complementar nº 109, de 29 de maio de 2001, e art. 23, inciso, alínea "a", do Anexo do ecreto nº 7.075, de 26 de janeiro de 2010, e considerando as manifestações técnicas exaradas no rocesso A nº 3005/ , sob o comando nº e juntada nº , resolve: Art. 1º Aprovar as alterações propostas para o egulamento do lano de Contribuição Variável etrô/j - CB nº , que passará a denominar-se lano de Contribuição Variável da atrocinadora iotrilhos, administrado pela undação ede erroviária de eguridade ocial efer. Art. 2º sta ortaria entra em vigor na data de sua publicação. JÉ B A CCALZAÇÃ BA C ste documento pode ser verificado no endereço eletrônico pelo código ocumento assinado digitalmente conforme n o -

129 º 94, sexta-feira, 17 de maio de inistério da aúde AB AA o - 868, 16 A 2013 stabelece recursos do Bloco de Atenção de édia e Alta Complexidade a ser disponibilizado ao stado de ão aulo, destinados às ações de saúde para o enfrentamento da nfluenza A A AÚ, no uso das atribuições que lhe conferem os incisos e do parágrafo único do art. 87 da Constituição, e Considerando a ortaria nº 204//, de 29 de janeiro de 2007, que regulamenta o financiamento e a transferência dos recursos federais para as ações e os serviços de saúde, na forma de bloco de financiamento, com o respectivo monitoramento e controle; e Considerando a necessidade da organização de serviços ambulatoriais e hospitalares para o enfrentamento da nfluenza , tendo como base as informações epidemiológicas fornecidas pela ecretaria de Vigilância em aúde/v e estudos elaborados pela ecretaria de Atenção à aúde/a relacionados aos casos notificados em 2009, resolve: Art. 1º icam estabelecidos recursos no montante de $ ,00 (doze milhões e setecentos e oitenta mil reais) a serem disponibilizados ao stado de ão aulo. 1º stado de ão aulo deverá programar e pactuar, em conjunto com os municípios, a distribuição dos recursos, de acordo com a situação epidemiológica prevista ou detectada. 2º s recursos de que trata o artigo 1º deverão ser aplicados exclusivamente em ações de saúde relacionadas ao enfrentamento da nfluenza Art. 2º undo acional de aúde adotará as medidas necessárias para a transferência dos recursos, em parcela única, ao undo stadual de aúde de ão aulo. Art. 3º s recursos orçamentários, objeto desta ortaria, correrão por conta do orçamento do inistério da aúde, devendo onerar o rograma de rabalho lano rçamentário Atenção à aúde da opulação para rocedimentos de édia e Alta Complexidade do stado de ão aulo. Art. 4º sta ortaria entra em vigor na data de sua publicação. ALXA CHA A ALHA AA o - 874, 16 A 2013 nstitui a olítica acional para a revenção e Controle do Câncer na ede de Atenção à aúde das essoas com oenças Crônicas no âmbito do istema Único de aúde (). A A AÚ, no uso das atribuições que lhe conferem os incisos e do parágrafo único do art. 87 da Constituição, e Considerando o disposto no 1º do art. 2º da Lei nº 8.080, de 19 de setembro de 1990 (Lei rgânica da aúde), que versa sobre o dever do stado de garantir a saúde consiste na formulação e execução de políticas econômicas e sociais que visem à redução de riscos de doenças e de outros agravos e no estabelecimento de condições que assegurem acesso universal e igualitário às ações e aos serviços para a sua promoção, proteção e recuperação; Considerando o disposto no inciso do art. 5º da Lei rgânica da aúde, que inclui, como um dos objetivos do istema Único de aúde (), a formulação de política de saúde destinada a promover, nos campos econômico e social, a observância do disposto no 1º do art. 2º da referida lei; Considerando a Lei nº , de 28 de abril de 2011, que altera a Lei rgânica da aúde para dispor sobre a assistência terapêutica e a incorporação de tecnologia em saúde no âmbito do ; Considerando a Lei nº , de 22 de novembro de 2012, que dispõe sobre o primeiro tratamento de paciente com neoplasia maligna comprovada e estabelece prazo para seu início; Considerando o ecreto nº 7.508, de 28 de junho de 2011, que regulamenta a Lei rgânica da aúde para dispor sobre a organização do, o planejamento da saúde, a assistência à saúde e a articulação interfederativa, e dá outras providências; Considerando o ecreto nº 7.646, de 21 de dezembro de 2011, que dispõe sobre a Comissão acional de ncorporação de ecnologias no e sobre o processo administrativo para incorporação, exclusão e alteração de tecnologias em saúde pelo, e dá outras providências; Considerando a ortaria nº 687//, de 30 de março de 2006, que aprova a olítica de romoção da aúde; Considerando a ortaria nº 4.279//, de 30 de dezembro de 2010, que estabelece as diretrizes para a organização das edes de Atenção à aúde no âmbito do ; Considerando a ortaria nº 2.029//, de 24 de agosto de 2011, que institui a Atenção omiciliar no âmbito do ; Considerando a ortaria nº 2.488//, de 21 de outubro de 2011 que aprova a olítica acional de Atenção Básica, estabelecendo a revisão de diretrizes e normas para a organização da Atenção Básica para o rograma aúde da amília () e o rograma de Agentes Comunitários de aúde (AC); XLA AA A A AC ste documento pode ser verificado no endereço eletrônico pelo código Considerando a ortaria nº 252//, de 20 de fevereiro de 2013, que institui a ede de Atenção à aúde das essoas com oenças Crônicas no âmbito do ; Considerando a importância epidemiológica do câncer e a sua magnitude como problema de saúde pública; Considerando a necessidade de redução da mortalidade e da incapacidade causadas por câncer, por meio de ações de promoção da saúde, prevenção, detecção precoce e tratamento oportuno, e ainda a possibilidade de diminuir a incidência de alguns tipos de câncer; Considerando a necessidade de reordenamento dos serviços de saúde no âmbito do, em consonância com as ações preconizadas pelo lano de Ações stratégicas para o nfretamento das oenças Crônicas ão ransmissíveis (C) no Brasil , em especial no seu eixo que se refere ao cuidado integral das C ; Considerando a necessidade de qualificar a gestão pública, através da implementação do controle, da regulação e da avaliação das ações e serviços para a prevenção e controle do câncer; Considerando a responsabilidade do inistério da aúde de estabelecer diretrizes nacionais para a prevenção e controle do câncer; e Considerando a responsabilidade do inistério da aúde de estimular a atenção integral e articular as diversas ações nos três níveis de gestão do, resolve: CAÍL A ÇÕ A Art. 1º ica instituída a olítica acional para a revenção e Controle do Câncer na ede de Atenção à aúde das essoas com oenças Crônicas no âmbito do istema Único de aúde (). Art. 2º A olítica acional para a revenção e Controle do Câncer tem como objetivo a redução da mortalidade e da incapacidade causadas por esta doença e ainda a possibilidade de diminuir a incidência de alguns tipos de câncer, bem como contribuir para a melhoria da qualidade de vida dos usuários com câncer, por meio de ações de promoção, prevenção, detecção precoce, tratamento oportuno e cuidados paliativos. Art. 3º A olítica acional para a revenção e Controle do Câncer é organizada de maneira a possibilitar o provimento contínuo de ações de atenção à saúde da população mediante a articulação dos distintos pontos de atenção à saúde, devidamente estruturados por sistemas de apoio, sistemas logísticos, regulação e governança da rede de atenção à saúde em consonância com a ortaria nº 4.279//, de 30 de dezembro de 2010, e implementada de forma articulada entre o inistério da aúde e as ecretarias de aúde dos stados, do istrito ederal e dos unicípios. CAÍL CÍ A Z Art. 4º A olítica acional para a revenção e Controle do Câncer é constituída a partir dos seguintes princípios e diretrizes: - princípios gerais; - princípios e diretrizes relacionados à promoção da saúde; - princípios e diretrizes relacionados à prevenção do câncer; V - princípios e diretrizes relacionados à vigilância, ao monitoramento e à avaliação; V - princípios e diretrizes relacionados ao cuidado integral; V - princípios e diretrizes relacionados à ciência e à tecnologia; V - princípios e diretrizes relacionados à educação; e V - princípios e diretrizes relacionados à comunicação em saúde. eção os rincípios erais da olítica acional para a revenção e Controle do Câncer Art. 5º Constituem-se princípios gerais da olítica acional para a revenção e Controle do Câncer: - reconhecimento do câncer como doença crônica prevenível e necessidade de oferta de cuidado integral, considerando-se as diretrizes da ede de Atenção à aúde das essoas com oenças Crônicas no âmbito do ; - organização de redes de atenção regionalizadas e descentralizadas, com respeito a critérios de acesso, escala e escopo; - formação de profissionais e promoção de educação permanente, por meio de atividades que visem à aquisição de conhecimentos, habilidades e atitudes dos profissionais de saúde para qualificação do cuidado nos diferentes níveis da atenção à saúde e para a implantação desta olítica; V - articulação intersetorial e garantia de ampla participação e controle social; e V - a incorporação e o uso de tecnologias voltadas para a prevenção e o controle do câncer na ede de Atenção à aúde das essoas com oenças Crônicas no âmbito do devem ser resultado das recomendações formuladas por órgãos governamentais a partir do processo de Avaliação de ecnologias em aúde (A) e da Avaliação conômica (A). eção os rincípios e iretrizes elacionados à romoção da aúde Art. 6º Constitui-se princípio relacionado à promoção da saúde no âmbito da olítica acional para a revenção e Controle do Câncer a identificação e a intervenção sobre os determinantes e condicionantes dos tipos de câncer e orientadas para o desenvolvimento de ações intersetoriais de responsabilidade pública e da sociedade civil que promovam a saúde e a qualidade de vida. Art. 7º ão diretrizes relacionadas à promoção da saúde no âmbito da olítica acional para a revenção e Controle do Câncer: - fortalecimento de políticas públicas que visem desenvolver ao máximo a saúde potencial de cada cidadão, incluindo políticas que tenham como objeto a criação de ambientes favoráveis à saúde e ao desenvolvimento de habilidades individuais e sociais para o autocuidado; - realização de ações intersetoriais, buscando-se parcerias que propiciem o desenvolvimento das ações de promoção da saúde; - promoção de hábitos alimentares saudáveis como o aleitamento materno, exclusivo até os 6 (seis) meses de vida, e o aumento do consumo de frutas, legumes e verduras, incluindo-se ações educativas e intervenções ambientais e organizacionais; V - promoção de práticas corporais e atividades físicas, tais como ginástica, caminhadas, dança e jogos esportivos e populares; V - enfrentamento dos impactos dos agrotóxicos na saúde humana e no ambiente, por meio de práticas de promoção da saúde com caráter preventivo e sustentável; V - desenvolvimento de ações e políticas públicas para enfrentamento do tabagismo, do consumo de álcool, do sobrepeso, da obesidade e do consumo alimentar inadequado, considerados os fatores de risco relacionados ao câncer; V - promoção de atividades e práticas relacionadas à promoção da saúde a serem desenvolvidas em espaços que inclusive ultrapassem os limites dos serviços de saúde, chegando, por exemplo, às escolas, aos locais de trabalhos e aos lares; V - avanço nas ações de implementação da Convenção- Quadro sobre Controle do so do abaco, de que trata o ecreto nº 5.658, de 2 de janeiro de 2006; X - fomento à elaboração de documentos normativos voltados à regulamentação de produção e consumo de produtos e alimentos cuja composição contenha agentes cancerígenos e/ou altas concentrações de calorias, gorduras saturadas ou trans, açúcar e sal; e X - fomento à ampliação de medidas restritivas ao marketing de alimentos e bebidas com alto teor de sal, calorias, gorduras e açúcar, especialmente os direcionados às crianças. eção os rincípios e iretrizes elacionados à revenção do Câncer Art. 8º Constitui-se princípio da prevenção do câncer no âmbito da olítica acional para a revenção e Controle do Câncer a eliminação, redução e o controle de fatores de risco físicos, químicos e biológicos e a intervenção sobre seus determinantes socioeconômicos, além de integrar ações de detecção precoce do câncer. Art. 9º ão diretrizes relacionadas à prevenção do câncer no âmbito da olítica acional para a revenção e Controle do Câncer: - fomento à eliminação ou redução da exposição aos agentes cancerígenos relacionados ao trabalho e ao ambiente, tais como benzeno, agrotóxicos, sílica, amianto, formaldeído e radiação; - prevenção da iniciação do tabagismo e do uso do álcool e do consumo de alimentos não saudáveis; - implementação de ações de detecção precoce do câncer, por meio de rastreamento ("screening") e diagnóstico precoce, a partir de recomendações governamentais, com base em A e A; V - garantia da confirmação diagnóstica oportuna dos casos suspeitos de câncer; e V - estruturação das ações de monitoramento e de controle da qualidade dos exames de rastreamento. eção V os rincípios e iretrizes elacionados à Vigilância, ao onitoramento e à Avaliação Art. 10. Constitui-se princípio da vigilância, do monitoramento e da avaliação no âmbito da olítica acional para a revenção e Controle do Câncer a organização da vigilância do câncer por meio da informação, identificação, monitoramento e avaliação das ações de controle do câncer e de seus fatores de risco e proteção. Art. 11. ão diretrizes relacionadas à vigilância, ao monitoramento e à avaliação no âmbito da olítica acional para a revenção e Controle do Câncer: - monitoramento dos fatores de risco para câncer, a fim de planejar ações capazes de prevenir, reduzir danos e proteger a vida; - utilização, de forma integrada, dos dados e das informações epidemiológicas e assistenciais disponíveis para o planejamento, monitoramento e avaliação das ações e serviços para a prevenção e o controle do câncer, produzidos: a) pelos diversos sistemas de informação do, dentre os quais os de mortalidade, de morbidade, de procedimentos ambulatoriais e hospitalares; b) pelos registros do câncer de base populacional e hospitalar; c) pelos inquéritos e pesquisas populacionais; e d) pelas estatísticas vitais, demográficas e socioeconômicas brasileiras; - implementação e aperfeiçoamento permanente da produção e divulgação de informações, com vistas a subsidiar o planejamento de ações e serviços para a prevenção e o controle do câncer; V - monitoramento e avaliação do desempenho e dos resultados das ações e serviços prestados nos diversos níveis de atenção à saúde, para a prevenção e o controle do câncer, utilizando critérios técnicos, mecanismos e parâmetros previamente definidos; V - monitoramento e avaliação da acessibilidade aos serviços de saúde, do tempo de espera para início do tratamento e da satisfação do usuário; e V - realização de pesquisas ou de inquéritos populacionais sobre a morbidade e os fatores de risco e de proteção contra o c â n c e r. ocumento assinado digitalmente conforme n o -

130 º 94, sexta-feira, 17 de maio de 2013 eção V os rincípios e iretrizes elacionados ao Cuidado ntegral Art. 12. Constitui-se princípio do cuidado integral no âmbito da olítica acional para a revenção e Controle do Câncer a organização das ações e serviços voltados para o cuidado integral da pessoa com câncer na ede da Atenção à aúde das essoas com oenças Crônicas no âmbito do, com base em parâmetros e critérios de necessidade e diretrizes baseadas em evidências científicas. Art. 13. azem parte do cuidado integral a prevenção, a detecção precoce, o diagnóstico, o tratamento e os cuidados paliativos, que devem ser oferecidos de forma oportuna, permitindo a continuidade do cuidado. Art. 14. ão diretrizes referentes ao diagnóstico, ao tratamento e ao cuidado integral no âmbito da olítica acional para a revenção e Controle do Câncer: - tratamento oportuno e seguro dos pacientes diagnosticados com câncer e lesões precursoras de forma mais próxima possível ao domicílio da pessoa, observando-se os critérios de escala e de escopo; - atendimento multiprofissional a todos os usuários com câncer, com oferta de cuidado compatível a cada nível de atenção e evolução da doença; - realização de tratamento dos casos raros ou muito raros que exijam alto nível de especialização e maior porte tecnológico em estabelecimentos de saúde de referência nacional, garantindo-se sua regulamentação e regulação; e V - oferta de reabilitação e de cuidado paliativo para os casos que os exijam. eção V os rincípios e iretrizes elacionados à Ciência e à ecnologia Art. 15. Constitui-se princípio da ciência e da tecnologia no âmbito da olítica acional para a revenção e Controle do Câncer a utilização da A para a tomada de decisão no processo de incorporação, reavaliação ou exclusão de tecnologias em saúde, com a articulação dos diversos setores do inistério da aúde. Art. 16. ão diretrizes relacionadas à ciência e à tecnologia no âmbito da olítica acional para a revenção e Controle do Câncer: - estabelecimento de métodos e mecanismos para análise de viabilidade econômico-sanitária de empreendimentos públicos no Complexo ndustrial da aúde, voltados para prevenção e controle do câncer; - implementação da rede de pesquisa para a prevenção e o controle do câncer em conformidade com os objetivos da olítica acional de Ciência, ecnologia e novação em aúde, de modo a aumentar a produção de conhecimento nacional relacionada a esta área; e - implementação de práticas de elaboração de parecer técnico-científico, A e A para subsidiar a tomada de decisão no processo de incorporação de novas tecnologias no. arágrafo único. ara fins do disposto no inciso, a olítica acional de Ciência, ecnologia e novação em aúde foi aprovada na 2ª Conferência acional de Ciência, ecnologia e novação em aúde, em 2004, e na 147ª eunião rdinária do Conselho acional de aúde, realizada em 6 e 7 de outubro de 2004, cujo acesso encontra-se disponível no sítio eletrônico e. g o v. b r / b v s / p u b l i c a c o e s / p o l i t i c a _ p o r t u g u e s. p d f. eção V os rincípios e iretrizes elacionados à ducação Art. 17. Constitui-se princípios da educação no âmbito da olítica acional para a revenção e Controle do Câncer o fomento à formação e à especialização de recursos humanos, assim como a qualificação da assistência por meio da educação permanente dos profissionais envolvidos com o controle do câncer nas redes de atenção à saúde nos diferentes níveis de atenção, conforme os pressupostos da olítica acional de ducação ermanente em aúde, de que trata a ortaria nº 198//, de 13 de fevereiro de Art. 18. ão diretrizes relacionadas à educação no âmbito da olítica acional para a revenção e Controle do Câncer: - fomento à formação e à especialização de recursos humanos para a qualificação das práticas profissionais desenvolvidas em todos os eixos fundamentais contidos nesta olítica; e - implementação, nas Comissões staduais de ntegração nsino-erviço (C), de projetos educativos voltados à prevenção e ao controle do câncer em todas as suas dimensões assistenciais, de gestão e que envolvam a ciência, a tecnologia e a inovação em saúde. eção V os rincípios e iretrizes elacionados à Comunicação em aúde Art. 19. Constitui-se principio da comunicação em saúde no âmbito da olítica acional para a revenção e Controle do Câncer o estímulo à formulação de estratégias de comunicação com a população em parceria com os movimentos sociais, com os profissionais da saúde e outros atores sociais, que permitam disseminar e ampliar o conhecimento sobre o câncer, seus fatores de risco e sobre as diversas diretrizes de prevenção e controle e a tradução do conhecimento para os diversos públicos-alvo. Art. 20. ão diretrizes da comunicação em saúde no âmbito da olítica acional para a revenção e Controle do Câncer: - estabelecimento de estratégias de comunicação com a população, com os profissionais de aúde e com outros atores sociais, que permitam disseminar e ampliar o conhecimento sobre o câncer, seus fatores de risco e as diversas estratégias de prevenção e de controle, buscando a tradução do conhecimento para os diversos públicos-alvo; e CCALZAÇÃ BA C ste documento pode ser verificado no endereço eletrônico pelo código estímulo às ações de fortalecimento da capacidade individual e coletiva de comunicação em saúde, promovendo mudanças a favor da promoção da saúde, da prevenção e do controle do cânc e r. CAÍL A ABLA eção as esponsabilidades das sferas de estão do Art. 21. ão responsabilidades do inistério da aúde e das ecretarias de aúde dos stados, do istrito ederal e dos unicípios, em seu âmbito de atuação, além de outras que venham a ser pactuadas pelas Comissões ntergestores: - organizar a ede de Atenção à aúde das essoas com oenças Crônicas no âmbito do, considerando-se todos os pontos de atenção, bem como os sistemas logísticos e de apoio necessários para garantir a oferta de ações de promoção, prevenção, detecção precoce, diagnóstico, tratamento e cuidados paliativos, de forma oportuna, para o controle do câncer; - ter atuação territorial, com definição e organização da rede nas regiões de saúde, a partir do perfil epidemiológico do câncer e das necessidades de saúde; - reorientar o modelo de atenção às pessoas com câncer com base nos fundamentos e diretrizes desta olítica e da ede de Atenção à aúde das essoas com oenças Crônicas no âmbito do ; V - garantir que todos os estabelecimentos de saúde que prestam atendimento às pessoas com câncer possuam infraestrutura adequada, recursos humanos capacitados e qualificados, recursos materiais, equipamentos e insumos suficientes, de maneira a garantir o cuidado necessário; V - garantir o financiamento tripartite para o cuidado integral das pessoas com câncer, de acordo com suas responsabilidades; V - garantir a formação e a qualificação dos profissionais e dos trabalhadores de saúde de acordo com as diretrizes da olítica de ducação ermanente em aúde, transformando as práticas profissionais e a própria organização do trabalho, referentes à qualificação das ações de promoção da aúde, de prevenção e do cuidado das pessoas com câncer; V - definir critérios técnicos para o funcionamento dos serviços que atuam na prevenção e no controle do câncer nos diversos níveis de atenção, bem como os mecanismos para seu monitoramento e avaliação; V - desenvolver, disponibilizar e implantar sistemas de informações para coletar, armazenar, processar e fornecer dados sobre os cuidados prestados às pessoas com câncer, com a finalidade de obter informações que possibilitem o planejamento, a avaliação, o monitoramento e o controle das ações realizadas, garantindo a interoperabilidade entre os sistemas; X - adotar mecanismos de monitoramento, avaliação e auditoria, incluindo tempo de espera para início do tratamento e satisfação do usuário, com vistas à melhoria da qualidade das ações e dos serviços ofertados, considerando as especificidades dos estabelecimentos de saúde e suas responsabilidades; X - promover o intercâmbio de experiências e estimular o desenvolvimento de estudos e de pesquisas que busquem o aperfeiçoamento, a inovação de tecnologias e a disseminação de conhecimentos voltados à promoção da saúde, à prevenção e ao cuidado das pessoas com câncer; X - realizar parcerias com instituições internacionais e com instituições governamentais e do setor privado para fortalecimento das ações de cuidado às pessoas com câncer; em especial na prevenção e detecção precoce; X - estimular a participação popular e o controle social visando à contribuição na elaboração de estratégias e no controle da execução desta política; X - elaborar e divulgar protocolos clínicos e diretrizes terapêuticas para os cânceres mais prevalentes, para apoiar a organização e a estruturação da prevenção e do controle do câncer na rede de atenção à saúde; XV - apoiar e acompanhar o funcionamento dos registros hospitalares de câncer (HC) nas unidades habilitadas em alta complexidade em oncologia e seu respectivo compromisso de envio de suas bases de dados ao inistério da aúde e ao nstituto acional de Câncer José Alencar omes da ilva (CA/A/), anualmente, para consolidação nacional e divulgação das informações; XV - apoiar e acompanhar o funcionamento dos egistros de Câncer de Base opulacional (CB), tendo por compromisso a consolidação e a divulgação das informações de acordo com suas atribuições; XV - contribuir para o desenvolvimento de processos e métodos de coleta, análise e produção de informações, aperfeiçoando permanentemente a confiabilidade dos dados e a capilarização das informações, na perspectiva de usá-las para alinhar estratégias de aprimoramento da gestão, disseminação das informações e planejamento em saúde; XV - desenvolver estratégias de comunicação sobre fatores de risco relacionados ao câncer; XV - monitorar, avaliar e auditar a cobertura, produção, desempenho e qualidade das ações e serviços de prevenção e de controle do câncer no país no âmbito do ; XX - realizar a articulação interfederativa para pactuação de ações e de serviços em âmbito regional ou inter-regional para garantia da equidade e da integralidade do cuidado; XX - realizar a regulação entre os componentes da rede de atenção à saúde, com definição de fluxos de atendimento à saúde para fins de controle do acesso e da garantia de equidade, promovendo a otimização de recursos segundo a complexidade e a densidade tecnológica necessárias à atenção à pessoa com câncer, com sustentabilidade do sistema público de saúde; e XX - estabelecer e implantar o acolhimento e a humanização da atenção, com base em um modelo centrado no usuário e em suas necessidades de saúde, respeitando as diversidades étnicoraciais, culturais, sociais e religiosas. Art. 22. Ao inistério da aúde compete: - prestar apoio institucional às ecretarias de aúde dos stados, do istrito ederal e dos unicípios no processo de qualificação e de consolidação da atenção ao paciente com câncer; - analisar as informações provindas dos sistemas de informação federais vigentes que tenham relação com o câncer e utilizá-las para planejamento e programação de ações e de serviços de saúde e para tomada de decisão; - consolidar e divulgar as informações provindas dos sistemas de informação federais vigentes que tenham relação com o câncer, que devem ser enviadas pelas ecretarias de aúde dos stados e do istrito ederal; V - definir diretrizes gerais para a organização de linhas de cuidado para os tipos de câncer mais prevalentes na população brasileira; V - elaborar protocolos e diretrizes clínicas terapêuticas de maneira a qualificar o cuidado das pessoas com câncer; V - realizar estudos de A e A, no intuito de subsidiar os gestores de saúde e tomadores de decisões no que se refere à incorporação de novas tecnologias ou novos usos de tecnologias já existentes no ; V - estabelecer diretrizes e recomendações, em âmbito nacional, para a prevenção e o controle do câncer a partir de estudos de A e A, levando em consideração aspectos epidemiológicos, sociais, culturais e econômicos do local que irá incorporar e implantar as diretrizes e recomendações; e V - efetuar a habilitação dos estabelecimentos de saúde que realizam a atenção à saúde das pessoas com câncer, de acordo com critérios técnicos estabelecidos previamente de forma tripartite. Art. 23. Às ecretarias de aúde dos stados compete: - definir estratégias de articulação com as ecretarias unicipais de aúde com vistas ao desenvolvimento de planos regionais para garantir a prevenção e o cuidado integral da pessoa com câncer; - coordenar a organização e a implantação dos planos regionais e daede de Atenção à aúde das essoas com oenças Crônicas no âmbito do ; - coordenar o apoio aos unicípios para organização e implantação das linhas de cuidado de tumores específicos; V - apoiar a regulação e o fluxo de usuários entre os pontos de atenção da rede de atenção à saúde, visando à garantia da referência e da contrarreferência regionais, de acordo com as necessidades de saúde dos usuários; V - analisar os dados estaduais relacionados às ações de prevenção e de controle do câncer produzidos pelos sistemas de informação vigentes e utilizá-los de forma a otimizar o planejamento das ações e a qualificar a atenção prestada às pessoas com câncer; V - implantar e manter o funcionamento do sistema de HC nas unidades habilitadas em alta complexidade em oncologia, com o compromisso do envio de suas bases de dados ao inistério da aúde, especificamente ao CA/A/; V - analisar os dados enviados pelas ecretarias unicipais de aúde onde existem o (CB implantado, divulgar suas informações e enviá-las para o CA/A/ e para a ecretaria de Vigilância em aúde (V/), responsáveis pela consolidação nacional dos dados; V - garantir e acompanhar o processo de implantação e manutenção dos HC dos serviços de saúde habilitados como nidades de Assistência de Alta Complexidade em ncologia (A- C) ou Centros de Alta Complexidade em ncologia (CAC); X - utilizar as informações produzidas pelos HC para avaliar e organizar as ações e os serviços de saúde de alta complexidade e densidade tecnológica; X - manter atualizado os dados dos profissionais e de serviços de saúde que estão sob gestão estadual, públicos e privados, que prestam serviço ao, no istema de Cadastro acional de stabelecimentos de aúde (C); X - selecionar, contratar e remunerar os profissionais de saúde que compõem as equipes multidisciplinares dos estabelecimentos de saúde de natureza pública, sob sua gestão, que ofertam ações de promoção e prevenção e que prestam o cuidado às pessoas com câncer, em conformidade com a legislação vigente; X - apoiar os unicípios na educação permanente dos profissionais de saúde a fim de promover a qualificação profissional, desenvolvendo competências e habilidades relacionadas às ações de prevenção, controle e no cuidado às pessoas com câncer; X - garantir a utilização dos critérios técnico-operacionais estabelecidos e divulgados pelo inistério da aúde para organização e funcionamento dos sistemas de informação sobre o câncer, considerando-se a necessidade de interoperabilidade dos sistemas; e XV - efetuar o cadastramento dos serviços de saúde sob sua gestão no sistema de informação federal vigente para esse fim e que realizam a atenção à saúde das pessoas com câncer, de acordo com critérios técnicos estabelecidos em portarias específicas do inistério da aúde. Art. 24. Às ecretarias unicipais de aúde compete: - pactuar regionalmente, por intermédio do Colegiado ntergestores egional (C) e da Comissão ntergestores Bipartite (CB) todas as ações e os serviços necessários para a atenção integral da pessoa com câncer, com inclusão de seus termos no Contrato rganizativo de Ação ública de aúde (CA); - planejar e programar as ações e os serviços necessários para a prevenção e o controle do câncer, assim como o cuidado das pessoas com câncer, considerando-se sua base territorial e as necessidades de saúde locais; ocumento assinado digitalmente conforme n o -

131 º 94, sexta-feira, 17 de maio de organizar as ações e serviços de atenção para a prevenção e o controle do câncer, assim como o cuidado das pessoas com câncer, considerando-se os serviços disponíveis no unicípio; V - planejar e programar as ações e os serviços necessários para atender a população e operacionalizar a contratualização dos serviços, quando não existir capacidade instalada no próprio unicípio; V - pactuar as linhas de cuidado na região de saúde, garantindo a oferta de cuidado às pessoas com câncer nos diferentes pontos de atenção; V - pactuar a regulação e o fluxo de usuários entre os serviços da rede de atenção à saúde, visando à garantia da referência e da contrarreferência regionais de acordo com as necessidades de saúde dos usuários; V - analisar os dados municipais relativos às ações de prevenção e às ações de serviços prestados às pessoas com câncer produzidos pelos sistemas de informação vigentes e utilizá-los de forma a otimizar o planejamento das ações locais e a qualificar a atenção das pessoas com câncer; V - selecionar, contratar e remunerar os profissionais de saúde que compõem as equipes multidisciplinares dos estabelecimentos de saúde públicos sobre sua gestão que ofertam ações de promoção e de prevenção e que prestam o cuidado às pessoas com câncer, em conformidade com a legislação vigente; X - manter atualizado os dados dos profissionais e de serviços de saúde que estão sobre gestão municipal, públicos e privados, que prestam serviço ao no C; X - programar ações de qualificação para profissionais e trabalhadores de saúde para o desenvolvimento de competências e de habilidades relacionadas às ações de prevenção e de controle do câncer; e X - garantir a utilização dos critérios técnico-operacionais estabelecidos e divulgados pelo inistério da aúde para organização e funcionamento dos sistemas de informação sobre o câncer, considerando-se a necessidade de interoperabilidade dos sistemas. Art. 25. À ecretaria de aúde do istrito ederal competem as atribuições reservadas às ecretarias de aúde dos stados e dos unicípios. eção as esponsabilidades das struturas peracionais das edes de Atenção à aúde Art. 26. s pontos de atenção à saúde garantirão tecnologias adequadas e profissionais aptos e suficientes para atender à região de saúde, considerando-se que a caracterização desses pontos deve obedecer a uma definição mínima de competências e de responsabilidades, mediante articulação dos distintos componentes da rede de atenção à saúde, nos seguintes termos: - Componente Atenção Básica: a) realizar ações de promoção da saúde com foco nos fatores de proteção relativos ao câncer, tais como alimentação saudável e atividade física, e prevenção de fatores de risco, tais como agentes cancerígenos físicos e químicos presentes no ambiente; b) desenvolver ações voltadas aos usuários de tabaco, na perspectiva de reduzir a prevalência de fumantes e os danos relacionados ao tabaco no seu território, conforme o rograma acional de Controle do abagismo e utros atores de isco de Câncer ou conforme diretrizes definidas localmente; c) avaliar a vulnerabilidade e a capacidade de autocuidado das pessoas com câncer e realizar atividades educativas, conforme necessidade identificada, ampliando a autonomia dos usuários; d) realizar rastreamento de acordo com os protocolos e as diretrizes federais ou de acordo com protocolos locais, baseado em evidências científicas e na realidade locorregional; e) implementar ações de diagnóstico precoce, por meio da identificação de sinais e de sintomas suspeitos dos tipos de cânceres passíveis desta ação e o seguimento das pessoas com resultados alterados, de acordo com as diretrizes técnicas vigentes, respeitandose o que compete a este nível de atenção; f) encaminhar oportunamente a pessoa com suspeita de câncer para confirmação diagnóstica; g) coordenar e manter o cuidado dos usuários com câncer, quando referenciados para outros pontos da rede de atenção à saúde; h) registrar as informações referentes às ações de controle de câncer nos sistemas de informação vigentes, quando couber; i) realizar atendimento domiciliar e participar no cuidado paliativo às pessoas com câncer, de forma integrada com as equipes de atenção domiciliar e com as AC e os CAC, articulada com hospitais locais e com demais pontos de atenção, conforme proposta definida para a região de saúde; e j) desenvolver ações de saúde do trabalhador por meio da capacitação das equipes para registro do histórico ocupacional, tanto a ocupação atual quanto as anteriores, contendo atividades exercidas e a exposição a agentes cancerígenos inerentes ao processo de trabalho, otimizando as ações de vigilância do câncer relacionado ao trabalho; - Componente Atenção omiciliar: a) realizar o cuidado paliativo de acordo com as linhas de cuidado locais, compartilhando e apoiando o cuidado com as equipes de atenção básica e articulando com os pontos de atenção especializados de cuidado da pessoa com câncer; b) atuar com competência cultural, para reconhecimento adequado de valores e funcionamento das famílias atendidas, aliada à humildade cultural, para a ênfase ao respeito dessas mesmas características observadas, em espaço e em tempo tão íntimos que é o evento morte no domicílio; c) comunicar-se de forma clara, possibilitando ao paciente e à família a possibilidade de receber todas as informações necessárias e expressar todos os sentimentos; XLA AA A A AC ste documento pode ser verificado no endereço eletrônico pelo código d) aqtingir o maior nível de controle dos sintomas, com ênfase no controle da dor; e) preparar paciente e familiares para a morte dentro dos limites de cada um, e proporcionar o máximo alívio do sofrimento; f) instrumentalizar cuidadores e familiares para o cuidado paliativo domiciliar; e g) proporcionar qualidade de vida e dignidade para paciente e familiares, com todo o suporte e segurança possível; - Componente Atenção specializada: composto por ambulatórios de especialidades, hospitais gerais e hospitais especializados habilitados para a assistência oncológica que devem apoiar e complementar os serviços da atenção básica na investigação diagnóstica, no tratamento do câncer e na atenção às urgências relacionadas às intercorrências e à agudização da doença, garantindo-se, dessa forma, a integralidade do cuidado no âmbito da rede de atenção à saúde, sendo constituído por: a) Atenção Ambulatorial: composto por conjunto de serviços que caracterizam o segundo nível de atenção, qual seja de média complexidade, e que realizam o atendimento especializado, exames para diagnóstico do câncer, apoio terapêutico e o tratamento de lesões precursoras, com as seguintes responsabilidades: 1. realizar assistência diagnóstica e terapêutica; 2. realizar, sempre que necessário, a contrarreferência dos usuários para a unidade básica de saúde; 3. oferecer apoio técnico às equipes de Atenção Básica e de Atenção omiciliar com o objetivo de ampliar a resolutividade destes; e 4. estabelecer e assegurar o encaminhamento dos usuários, quando indicado, com suspeição ou confirmação diagnóstica de câncer para as AC e os CAC; b) Atenção Hospitalar: composto pelos hospitais habilitados como AC e CAC e pelos Hospitais erais com Cirurgia ncológica, onde são oferecidos os tratamentos especializados de alta complexidade e densidade tecnológica para as pessoas com câncer, os quais devem ser estruturados considerando-se os dados epidemiológicos, as lógicas de escala, de escopo e de acesso, respeitando-se a conformação das redes regionalizadas de atenção à saúde, sendo que: 1. s hospitais habilitados como AC são estruturas hospitalares que realizam o diagnóstico definitivo e o tratamento dos cânceres mais prevalentes da região de saúde onde está inserido, enquanto as estruturas hospitalares habilitadas como CAC realizam o diagnóstico definitivo e o tratamento de todos os tipos de câncer, mas não obrigatoriamente dos cânceres raros e infantis, cujas responsabilidades são: 1.1. determinar o diagnóstico definitivo, a extensão da neoplasia (estadiamento) e assegurar a continuidade do atendimento de acordo com as rotinas e as condutas estabelecidas, sempre com base nos protocolos clínicos e nas diretrizes terapêuticas estabelecidos pelo inistério da aúde, quando publicados; 1.2. oferecer serviços de cirurgia, radioterapia, quimioterapia, incluindo-se a hormonioterapia, e cuidados paliativos, em nível ambulatorial e de internação, a depender do serviço e da necessidade identificada em cada caso; 1.3. registrar as informações de pacientes atendidos com diagnóstico confirmado de câncer nos sistemas de informação vigentes; 1.4. realizar ações de pronto-atendimento em oncologia; 1.5. ofertar e orientar tecnicamente os cuidados paliativos com assistência ambulatorial, internação e assistência domiciliar, incluindo o controle da dor e o fornecimento de opiáceos, pelo próprio hospital ou articulados e organizados na rede de atenção à saúde a que se integra; 1.6. ao CAC, oferecer, obrigatoriamente, tratamento de cirurgia, radioterapia e quimioterapia dentro de sua estrutura hospitalar; 1.7. À AC, oferecer minimamente os tratamentos de cirurgia e quimioterapia, porém, neste caso, a unidade hospitalar deve, obrigatoriamente, ter o tratamento de radioterapia referenciado e contratualizado formalmente; e 1.8. na hipótese das AC e dos CAC não oferecerem dentro de sua estrutura hospitalar atendimento de hematologia, oncologia pediátrica, transplante de medula óssea e cuidados paliativos, estes serviços devem ser formalmente referenciados e contratualizados; e 2. os Hospitais erais com Cirurgia ncológica procedem ao tratamento cirúrgico do câncer de forma integrada à rede de atenção à saúde e realizam o encaminhamento, de forma regulada, dos casos operados que necessitam de complementação terapêutica, clínica especializada (radioterapia, iodoterapia ou quimioterapia), devendo, para isso, ter como base os protocolos clínicos e as diretrizes terapêuticas estabelecidas pelo inistério da aúde, quando publicados, sendo que sua estruturação deve considerar dados epidemiológicos (população sob sua responsabilidade, estimativa de incidência e envelhecimento populacional), as lógicas de escala, de escopo e de acesso, respeitando a conformação das redes regionalizadas de atenção à saúde, cujas responsabilidades são: 2.1. determinar o diagnóstico definitivo, a extensão da neoplasia (estadiamento) e assegurar a continuidade do atendimento de acordo com as rotinas e as condutas estabelecidas, sempre com base nos protocolos clínicos e nas diretrizes terapêuticas estabelecidos pelo inistério da aúde, quando publicados; 2.2. oferecer o tratamento cirúrgico do câncer de forma integrada à rede de atenção à saúde e desenvolver ações de cuidado às pessoas com câncer, em especial, na atenção às intercorrências ou agudização da doença; 2.3. encaminhar, de forma regulada, os casos que necessitam de complementação terapêutica clínica especializada (radioterapia, iodoterapia ou quimioterapia), devendo, para isso, ter como base os protocolos clínicos e as diretrizes terapêuticas estabelecidas pelo inistério da aúde, quando publicados; 2.4. realizar ações de pronto-atendimento em oncologia; e 2.5. registrar as informações de pacientes atendidos com diagnóstico confirmado de câncer nos sistemas de informação vigentes; e c) ede de rgência e mergência: responsável por prestar cuidado às pessoas com câncer nas suas agudizações e, sempre que necessário, encaminhá-los para a AC ou o CAC responsável por seu cuidado, ou ainda, para o hospital geral de referência, sendo que os usuários que buscarem um serviço de urgência e emergência e, no momento do atendimento, forem diagnosticados com suspeita de câncer devem ter assegurados encaminhamento e, se necessário, transferência para uma AC ou um CAC, ou um hospital geral de referência; V - Componentes dos istemas de Apoio: a) realizar exames complementares relativos ao rastreamento, ao diagnóstico e ao tratamento do câncer, de acordo com plano regional de organização da linha de cuidado; b) registrar e inserir os dados pertinentes nos sistemas de informação vigentes; c) participar dos programas de garantia de qualidade dos exames de diagnóstico implantados; e d) prestar assistência farmacêutica necessária ao tratamento do câncer, de acordo com plano regional de organização das linhas de cuidado dos diversos tipos de câncer e com as regras de incorporação de tecnologias no nos termos da Lei nº , de 28 de abril de 2011 ; V - Componente egulação: responsável pela organização do acesso às ações e aos serviços especializados referentes ao cuidado das pessoas com câncer, com atuação de forma integrada, com garantia da transparência e da equidade no acesso, independente da natureza jurídica dos estabelecimentos de saúde; V - Componentes dos istemas Logísticos: a) realizar o transporte sanitário eletivo para os usuários com câncer, quando necessário; b) viabilizar e implementar a estrutura necessária para a informatização dos pontos de atenção à saúde por meio de recursos humanos, equipamentos, acesso à "internet", entre outras medidas; e c) prever centrais de regulação para o diagnóstico e tratamento do câncer; e V - Componente overnança: - pactuar os planos de ação regionais e locais para a prevenção e o controle do câncer, de acordo com o CA, cabendo às Comissões ntergestores pactuarem as responsabilidades dos entes federativos; e - instituir mecanismo de regulação do acesso para qualificar a demanda e a assistência prestada, otimizando a organização da oferta e promovendo a equidade no acesso às ações e aos serviços para a prevenção do câncer e o cuidado ao paciente com câncer. CAÍL V A AVALAÇÃ A Art. 27. s parâmetros, as metas e os indicadores para avaliação e monitoramento da olítica acional para a revenção e Controle do Câncer devem estar contidos nos instrumentos de gestão definidos pelo sistema de planejamento do : - lanos de aúde; - rogramações Anuais de aúde; e - elatórios Anuais de estão. 1º planejamento estratégico deve contemplar ações, metas e indicadores de ações de promoção, prevenção, detecção precoce, tratamento oportuno e cuidados paliativos em relação ao câncer. 2º As necessidades de saúde dos usuários devem ser incorporadas no processo geral do planejamento das ações de saúde, mediante a utilização dos instrumentos de pactuação do, o qual é um processo dinâmico, contínuo e sistemático de pactuação de prioridades e estratégias de saúde nos âmbitos municipal, regional, estadual e federal, considerando os diversos sujeitos envolvidos neste processo ĊAÍL V ACA Art. 28. Além dos recursos dos fundos nacionais, estaduais e municipais de saúde, fica facultado aos gestores de saúde utilizar outras fontes de financiamento, como: - ressarcimento ao, pelos planos de saúde privados, dos valores gastos nos serviços prestados aos seus segurados, em decorrência de promoção, prevenção, detecção precoce, tratamento oportuno e cuidados paliativos em relação ao câncer; - repasse de recursos advindos de contribuições para a seguridade social; - criação de fundos especiais; e V - parcerias com organismos nacionais e internacionais para financiamento de projetos especiais, de desenvolvimento de tecnologias, máquinas e equipamentos com maior proteção à saúde dos usuários do. arágrafo único. Além das fontes de financiamento previstas neste artigo, poderão ser pactuados, nas instâncias intergestores, incentivos específicos para as ações de promoção, prevenção e recuperação dos usuários em relação ao câncer. CAÍL V ÇÕ A Art. 29. As instâncias gestoras do, Comissão ntergestores ripartite (C), CB e C pactuarão as responsabilidades dos entes federativos nas suas respectivas linhas de cuidado que compõem a olítica acional para o Controle do Câncer, de acordo com as características demográficas e epidemiológicas e o desenvolvimento econômico-financeiro das regiões de saúde. ocumento assinado digitalmente conforme n o -

132 º 94, sexta-feira, 17 de maio de 2013 arágrafo único. A organização dos critérios das linhas de cuidado priorizadas e de seus componentes será objeto de normas específicas pactuadas na C e posteriormente publicadas pelo inistério da aúde. Art. 30. Compete ao inistério da aúde, por meio da ecretaria de Atenção à aúde (A/), isoladamente ou em conjunto com outras ecretarias, e do CA/A/, a estruturação e implementação da olítica acional para a revenção e Controle do C â n c e r. Art. 31. sta ortaria entra em vigor na data de sua publicação. Art. 32. ica revogada a ortaria nº 2.439//, de 8 de dezembro de 2005, publicada no iário ficial da nião, eção 1, do dia seguinte, p. 80. ALXA CHA A ALHA AA o - 875, 16 A 2013 stabelece as regras e os critérios para apresentação e aprovação de projetos no âmbito do rograma acional de Apoio à Atenção ncológica () e do rograma acional de Apoio à Atenção da aúde da essoa com eficiência (- A/C). CCALZAÇÃ BA C A A AÚ, no uso das atribuições que lhe conferem os incisos e do parágrafo único do art. 87 da Constituição, e Considerando os arts. 1º a 13 da Lei nº , de 17 de setembro de 2012, que dispõem sobre o rograma acional de Apoio à Atenção ncológica () e o rograma acional de Apoio à Atenção da aúde da essoa com eficiência (A/C); Considerando o ecreto nº 7.988, de 17 de abril de 2013, que regulamenta os arts. 1º a 13 da Lei nº , de 2012; Considerando a competência conferida ao inistério da aúde de definir as áreas prioritárias para execução das ações e serviços de atenção oncológica e reabilitação no âmbito do e do A/C; Considerando que, para a realização dos referidos rogramas, os projetos a serem executados têm a sua aprovação realizada pelo inistério da aúde; Considerando que a análise de viabilidade do projeto levará em consideração a sua consonância com a política definida para o setor no lano acional de aúde e nas diretrizes do inistério da aúde; e Considerando a necessidade de definição dos critérios para apresentação, análise, aprovação, monitoramento e avaliação dos projetos no âmbito do e do A/C, resolve: CAÍL A ÇÕ A Art. 1º sta ortaria estabelece as regras e os critérios para apresentação e aprovação de projetos no âmbito do rograma acional de Apoio à Atenção ncológica () e o rograma acional de Apoio à Atenção da aúde da essoa com eficiência (A/C). eção o rograma acional de Apoio à Atenção ncológica () Art. 2º tem a finalidade de captar e canalizar recursos para a prevenção e o combate ao câncer. arágrafo único. A prevenção e o combate ao câncer englobam a promoção da informação, a pesquisa, o rastreamento, o diagnóstico, o tratamento, os cuidados paliativos e a reabilitação referentes às neoplasias malignas e afecções correlatas. Art. 3º será implementado mediante incentivo fiscal a ações e serviços de atenção oncológica, desenvolvidos por instituições de prevenção e combate ao câncer. arágrafo único. Consideram-se instituições de prevenção e combate ao câncer as pessoas jurídicas de direito privado, associativas ou fundacionais, sem fins lucrativos: - certificadas como entidades beneficentes de assistência social, na forma da Lei nº , de 27 de novembro de 2009; ou - qualificadas como organizações sociais, na forma da Lei nº 9.637, de 15 de maio de 1998; ou - qualificadas como rganizações da ociedade Civil de nteresse úblico (C), na forma da Lei nº 9.790, de 23 de março de Art. 4º As ações e os serviços de atenção oncológica a serem apoiados com os recursos captados por meio do compreendem: - a prestação de serviços médico-assistenciais; - a formação, o treinamento e o aperfeiçoamento de recursos humanos em todos os níveis; e - a realização de pesquisas clínicas, epidemiológicas e experimentais. Art. 5º ara fins do disposto no art. 4º, consideram-se áreas prioritárias para execução das ações e serviços de atenção oncológica: - prestação de serviços de saúde desenvolvidos em casas de apoio, bem como auxílio para sua adequação e/ou estruturação, quando estes estabelecimentos tiverem como público-alvo as pessoas com câncer; - apoiar a prestação de serviços de saúde por meio da adequação dos estabelecimentos ao ambiente, podendo ser realizada compra de equipamento, reforma ou construção, respeitando a cultura local, a privacidade e promovendo a ambiência acolhedora e confortável; - prestação de serviços médico-assistenciais voltados ao cuidado da pessoa com câncer; ste documento pode ser verificado no endereço eletrônico pelo código V - desenvolvimento de projetos de educação permanente e aperfeiçoamento de recursos humanos direcionados para profissionais de nível técnico que atuem na área de câncer em todos os níveis de atenção; V - desenvolvimento de projetos de educação permanente e aperfeiçoamento de recursos humanos direcionados para profissionais de nível superior que atuem na área de câncer em todos os níveis de atenção; V - realização de pesquisas para o desenvolvimento de novos métodos para diagnóstico em câncer que sejam custo-efetivos; V - realização de pesquisas epidemiológicas dos vários tipos de câncer existentes; V - realização de pesquisas voltadas à análise da sobrevida das pessoas com os diferentes tipos de câncer; X - realização de pesquisas clínicas e epidemiológicas para o desenvolvimento de inovações, tecnologias e/ou produtos para prevenção, diagnóstico e/ou tratamento de câncer; e X - realização de pesquisas voltadas ao desenvolvimento de metodologias que viabilizem a análise dos bancos de dados de registros existentes. eção o rograma acional de Apoio à Atenção da aúde da essoa Com eficiência (A/C) Art. 6º A/C tem a finalidade de captar e canalizar recursos destinados a estimular e desenvolver a prevenção e a reabilitação da pessoa com deficiência. arágrafo único. A prevenção e a reabilitação da pessoa com deficiência compreendem promoção, prevenção, diagnóstico precoce, tratamento, reabilitação e indicação e adaptação de órteses, próteses e meios auxiliares de locomoção, em todo o ciclo de vida. Art. 7º A/C será implementado mediante incentivo fiscal a ações e serviços de reabilitação da pessoa com deficiência desenvolvidos por pessoas jurídicas de direito privado sem fins lucrativos que se destinam ao tratamento de deficiências físicas, motoras, auditivas, visuais, mentais, intelectuais, múltiplas e de autismo. arágrafo único. ara fins do disposto no "caput", as pessoas jurídicas devem: - ser certificadas como entidades beneficentes de assistência social que atendam ao disposto na Lei nº , de 2009; ou - atender aos requisitos de que trata a Lei nº 9.637, de 1998; ou - constituir-se como C que atenda aos requisitos de que trata a Lei nº 9.790, de 1999; ou V - prestar atendimento direto e gratuito às pessoas com deficiência, cadastradas no istema Cadastro acional de stabelecimentos de aúde (C) do inistério da aúde. Art. 8º As ações e os serviços de reabilitação apoiados com as doações e os patrocínios captados por meio do A/C compreendem: - prestação de serviços médico-assistenciais; - formação, treinamento e aperfeiçoamento de recursos humanos em todos os níveis; e - realização de pesquisas clínicas, epidemiológicas e experimentais. Art. 9º ara fins do disposto no art. 8º, consideram-se áreas prioritárias para execução das ações e serviços de reabilitação: - prestação de serviços de apoio à saúde vinculados a adaptação, inserção e reinserção da pessoa com deficiência no trabalho; - prestação de serviços de apoio à saúde vinculados à prática esportiva de pessoas com deficiência; - prestação de serviços de apoio à saúde vinculados aos cuidados de pessoas com deficiência em unidades de proteção social; V - prestação de serviços de apoio à saúde no diagnóstico diferencial de doenças neurodegenerativas, neuromusculares e degenerativa genéticas; V - desenvolvimento de projetos de educação permanente e aperfeiçoamento de recursos humanos no campo da deficiência; V - realização de pesquisas clínicas e de inovação na reabilitação de deficiências; V - realização de pesquisas epidemiológicas de deficiências; V - realização de pesquisas sócio-antropológicas sobre a deficiência; e X - realização de pesquisas sobre acessibilidade comunicacional. Art. 10. inistro de stado da aúde poderá anualmente, até 31 de dezembro, atualizar a relação de áreas prioritárias de que tratam os arts. 5º e 9º para execução de ações e serviços de atenção oncológica e reabilitação no âmbito do e do - A/C. eção os Comitês estores do e do A/C Art. 11. icam constituídos Comitês estores do e do A/C no âmbito do inistério da aúde. Art. 12. Comitê estor do é composto por representantes, titular e suplente, dos seguintes órgãos e entidades: - 1 (um) da ecretaria xecutiva (/), que o coordenará; - 2 (dois) da ecretaria de Atenção à aúde (A/); - 1 (um) da ecretaria de Ciência, ecnologia e nsumos stratégicos (C/); V - 1 (um) da ecretaria de estão do rabalho e da ducação na aúde (/); V - 1 (um) da ecretaria de Vigilância em aúde (V/); V - 1 (um) do Conselho acional de ecretários de aúde (CA); V - 1 (um) do Conselho acional de ecretarias unicipais de aúde (CA); e V - 1 (um) do Conselho acional de aúde (C), oriundo da representação das entidades e dos movimentos sociais nacionais de usuários do istema Único de aúde () no próprio C. arágrafo único. s representantes, titulares e suplentes, serão indicados pelos dirigentes máximos dos respectivos órgãos e entidades à Coordenação do Comitê estor do no prazo de trinta dias contado da data de publicação desta ortaria. Art. 13. Compete ao Comitê estor do : - reavaliar, de ofício ou a requerimento, a definição das áreas prioritárias para execução das ações e serviços de atenção oncológica e, se for o caso, propor alteração ao inistro de stado da aúde; - deliberar, de ofício ou a requerimento, acerca dos projetos aprovados pela área técnica; - definir parâmetros para aprovação, acompanhamento e prestação de contas dos projetos; V - acompanhar e avaliar, de ofício ou a requerimento, os resultados da execução dos projetos; V - definir a sistemática de monitoramento e avaliação do e formular proposições para o seu aprimoramento. 1º Comitê estor do reunir-se-á em plenária ordinariamente uma vez por semestre e extraordinariamente, mediante convocação da Coordenação, a qualquer momento. 2º membro do Comitê estor do declarará formalmente em ata eventual conflito de interesses entre suas atividades profissionais e o tema objeto de deliberação do colegiado, sendo que, presente o conflito de interesses, se absterá de participar da discussão e da deliberação. 3º Comitê estor do poderá constituir rupos de rabalho (), por meio de ato da /, para o cumprimento de finalidades específicas. Art. 14. Comitê estor do A/C é composto por representantes, titular e suplente, dos seguintes órgãos e entidades: - 1 (um) da /, que a coordenará; - 2 (dois) da A/; - 1 (um) da C/; V - 1 (um) da /; V - 1 (um) da V/; V - 1 (um) do CA; V - 1 (um) do CA; e V - 1 (um) do C, oriundo da representação das entidades e dos movimentos sociais nacionais de usuários do no próprio C. arágrafo único. s representantes, titulares e suplentes, serão indicados pelos dirigentes máximos dos respectivos órgãos e entidades à Coordenação do Comitê estor do A/C no prazo de trinta dias contado da data de publicação desta ortaria. Art. 15. Compete ao Comitê estor do A/C: - reavaliar, de ofício ou a requerimento, a definição das áreas prioritárias para execução das ações e serviços de reabilitação e, se for o caso, propor alteração ao inistro de stado da aúde; - deliberar, de ofício ou a requerimento, acerca dos projetos aprovados pela área técnica; - definir parâmetros para aprovação, acompanhamento e prestação de contas dos projetos; V - acompanhar e avaliar, de ofício ou a requerimento, os resultados da execução dos projetos; e V - definir a sistemática de monitoramento e avaliação do A/C e formular proposições para o seu aprimoramento. 1º Comitê estor do A/C reunir-se-á em plenária ordinariamente uma vez por semestre e extraordinariamente, mediante convocação da Coordenação, a qualquer momento. 2º membro do Comitê estor do A/C declarará formalmente em ata eventual conflito de interesses entre suas atividades profissionais e o tema objeto de deliberação do colegiado, sendo que, presente o conflito de interesses, se absterá de participar da discussão e da deliberação. 3º Comitê estor do A/C poderá constituir, por meio de ato da /, para o cumprimento de finalidades específicas. CAÍL A AAÇÃ J AÇÕ VÇ ÂB A/C Art. 16. As instituições interessadas em participar do desenvolvimento de ações e serviços no âmbito do e do A/C deverão obter prévio credenciamento perante o inistério da aúde. Art. 17. ara obter o credenciamento de que trata o art. 16, as instituições interessadas deverão apresentar a seguinte documentação, nos termos do Anexo : - para fins de apresentação de projetos no âmbito do - : a) cópia do ato constitutivo da pessoa jurídica de direito privado, associativa ou fundacional, sem fins lucrativos; e b) comprovante da certificação como entidade beneficente de assistência social, na forma da Lei nº , de 2009; ou c) comprovante da qualificação como organização social, na forma da Lei nº 9.637, de 1998; ou d) comprovante da qualificação como C, na forma da Lei nº 9.790, de 1999; e - para fins de apresentação de projetos no âmbito do A/C: a) cópia do ato constitutivo da pessoa jurídica de direito privado sem fins lucrativos; e b) comprovante da certificação como entidade beneficente de assistência social, na forma da Lei nº , de 2009; ou ocumento assinado digitalmente conforme n o -

133 º 94, sexta-feira, 17 de maio de c) comprovação do atendimento dos requisitos de que trata a Lei nº 9.637, de 1998, que trata das organizações sociais; ou d) comprovação da qualificação como C, na forma da Lei nº 9.790, de 1999; ou e) comprovação da prestação de atendimento direto e gratuito às pessoas com deficiência e estar cadastrada no C do inistério da aúde. 1º As informações de que tratam o "caput" e suas atualizações são de inteira responsabilidade da instituição interessada. 2º A documentação relativa ao credenciamento da instituição interessada deverá ser enviada ao inistério da aúde por meio de carta com Aviso de ecebimento (A) ou X ou entregue diretamente no rotocolo Central do inistério da aúde, constando como destinatário "inistério da aúde - ou A/C - splanada dos inistérios, Bloco, rotocolo Central, C Brasília - ". Art. 18. oda documentação necessária ao credenciamento de que trata o art. 17 será analisada por uma comissão técnica composta por até 3 (três) servidores da /. arágrafo único. Caso seja necessário, a comissão técnica poderá requisitar outros documentos que comprovem as informações prestadas na fase de credenciamento. Art. 19. A / realizará a publicação dos resultados dos pedidos de credenciamento das instituições interessadas em participar do desenvolvimento de ações e serviços no âmbito do e do A/C no iário ficial da nião. Art. 20. ma vez credenciadas para participar do desenvolvimento de ações e serviços no âmbito do e do - A/C, as instituições interessadas apresentarão projetos perante a / para avaliação e aprovação pelo inistério da aúde. arágrafo único. A participação das instituições na realização de projetos referentes ao e ao A/C não poderá ocorrer em prejuízo de suas atividades prestadas ao, não compreendendo o quantitativo executado ou em execução: - por meio de contratos, convênios e instrumentos congêneres firmados com os órgãos e entidades integrantes do ; e - para obtenção do Certificado de ntidade Beneficente de Assistência ocial de que trata a Lei nº , de Art. 21. Cada projeto apresentado no âmbito do e do A/C conterá: - identificação da instituição e cópia do ato que deferiu o seu pedido de credenciamento nos termos do art. 19; - ações e serviços a serem executados no âmbito do respectivo rograma; - demonstração da compatibilidade entre o disposto no inciso e as áreas de atuação prioritárias definidas pelo inistério da aúde nos termos do art. 5º ou do art. 9º, conforme o rograma; V - descrição da estrutura física e de recursos materiais e humanos a serem utilizados; V - capacidade técnico-operativa da instituição para execução do projeto; V - estimativa de recursos financeiros para início e término da execução do projeto; V - cronograma de sua execução; V - comprovação de anuência prévia do projeto pelo gestor do envolvido; e X - no caso de prestação de serviços médico-assistenciais, o projeto deverá estar adequado à olítica acional para a revenção e Controle do Câncer e à olítica acional de aúde da essoa com eficiência e conterá declaração da respectiva direção do favorável à execução do projeto, inclusive sua submissão ao sistema de regulação de saúde regional. 1º As instituições encaminharão para a / os projetos de participação no desenvolvimento de ações e serviços no âmbito do e no A/C, conforme modelo constante do Anexo. 2º o caso de projetos de pesquisa que dependam de avaliação prévia de comitês de ética, a instituição deverá apresentar cópia integral do referido projeto a eles previamente submetido e aprovado. 3º ara fins do disposto no inciso V do "caput", considerase capacidade técnico-operativa da instituição a aptidão do proponente de executar, de forma específica e eficiente, o projeto proposto, sendo que: - a capacidade técnico-operativa será comprovada por meio de informações anexas ao projeto apresentado que esclareçam as características, propriedades e habilidades do proponente, dos membros ou de terceiros associados envolvidos diretamente na execução do projeto apresentado; e - a comprovação da capacidade técnico-operativa poderá ser validamente aceita pelo inistério da aúde desde que o objeto a ser executado no projeto apresentado seja próprio das atividades regulares e habituais desenvolvidas pela instituição proponente. 4º ara fins do disposto no inciso V do "caput", o cronograma do projeto deve ser definido considerando-se o prazo máximo de 2 (dois) anos para sua execução, contado a partir da data de sua aprovação. Art. 22. A análise de viabilidade do projeto levará em consideração a sua consonância com a política definida para o setor no lano acional de aúde e nas diretrizes do inistério da aúde. Art. 23. A / encaminhará o projeto à ecretaria competente do inistério da aúde no prazo de 10 (dez) dias contado da data do protocolo da apresentação do projeto. 1º A ecretaria competente do inistério da aúde realizará, por meio de parecer, análise de mérito, técnica e econômicofinanceira do projeto, bem como recomendará a sua aprovação ou não. 2º A análise da ecretaria competente do inistério da aúde será realizada no prazo de 60 (sessenta) dias contado da data de seu recebimento. XLA AA A A AC ste documento pode ser verificado no endereço eletrônico pelo código º parecer da ecretaria competente do inistério da aúde destacará a relevância do projeto, a sua adequação às ações prioritárias definidas pelo inistério da aúde e o seu potencial de contribuição para melhoria da execução, gestão e qualificação das ações e serviços de atenção oncológica ou de reabilitação. 4º A ecretaria competente do inistério da aúde poderá solicitar a complementação do projeto, incluindo-se informações não mencionadas no Anexo, que deverá ser enviada no prazo de 30 (trinta) dias contado da data recebimento da notificação pela entidade, hipótese em que o prazo previsto no 2º ficará suspenso. 5º A ausência de manifestação da instituição proponente no prazo previsto no parágrafo anterior implicará a reprovação do projeto e o consequente arquivamento do processo. 6º A instituição que apresentar projetos prevendo a realização de ações e serviços constantes da relação dos procedimentos regulados pela Central acional de egulação de Alta Complexidade (CAC) poderá, mediante habilitação específica para fins do - ou do A/C, ser autorizada a realizar tais procedimentos com regulação pela referida Central, observadas a vigência do projeto e as exigências referentes ao credenciamento ou habilitação conforme as especificidades dos projetos. 7º oda a prestação de serviços assistenciais no âmbito dos projetos referentes ao e ao A/C será registrada no sistema de Comunicação de nformação Hospitalar e Ambulatorial (CHA), conforme os procedimentos constantes da ortaria nº 1.171//, de 19 de maio de Art. 24. Após a manifestação da ecretaria competente do inistério da aúde, o projeto e o parecer emitido deverão ser encaminhados à /. 1º Caberá à / providenciar a publicação do resultado da análise do projeto no iário ficial da nião e no sítio eletrônico do inistério da aúde. 2º m caso de aprovação do projeto, a / adotará as providências necessárias para edição de ortaria de Autorização para Captação de ecursos ncentivados em favor da instituição contemplada. 3º a publicação do resultado de que trata o "caput", caberá recurso no prazo de 10 (dez) dias ao inistro de stado da aúde, excluindo-se da contagem o dia do começo e incluindo-se o do vencimento. 4º A ausência de recurso implica aceitação tácita da decisão nas condições estabelecidas pelo inistério da aúde. CAÍL A CAAÇÃ VAÇÃ C AC XCÇÃ J eção a Abertura e ovimentação das Contas-Correntes Art. 25. s recursos financeiros captados para execução no âmbito do e do A/C serão depositados em conta bancária bloqueada, denominada Conta Captação, e geridos em conta de livre movimentação, denominada Conta ovimento, ambas destinadas especificamente para o projeto, a serem providenciadas pelo inistério da aúde logo após a publicação da ortaria de Autorização para Captação de ecursos exclusivamente em instituições financeiras oficiais federais. 1º ão serão depositados na Conta Captação recursos oriundos de outras fontes não relacionadas ao mecanismo de incentivo fiscal. 2º urante o acompanhamento da execução do projeto, o inistério da aúde poderá, motivadamente e a fim de garantir sua regularidade, determinar a devolução de recursos à Conta Captação. Art. 26. s recursos financeiros oriundos de patrocínio ou doação somente serão captados após a devida publicação da ortaria de Autorização para Captação de ecursos de que trata o 2º do art. 24. arágrafo único. s recursos serão depositados na Conta Captação por meio de depósito identificado, com a informação obrigatória do C ou do CJ dos depositantes, ou, desde que tenham sido identificados os depositantes, por ransferência letrônica isponível () ou ocumento de peração de Crédito (C). Art. 27. Caberá à instituição participante emitir recibo para cada um dos depósitos efetuados na Conta Captação, com especificação do valor, da data e do depositante, em três vias, sendo uma para o depositante, outra para o inistério da aúde e a terceira para controle da própria instituição proponente. Art. 28. ara a efetivação da abertura das contas correntes, além de eventuais outros requisitos exigidos, o proponente deverá autorizar a instituição financeira oficial federal, em caráter irrevogável e irretratável, a cumprir as determinações do inistério da aúde relativas às movimentações financeiras. Art. 29. desbloqueio dos recursos financeiros depositados na Conta Captação para fins de inicio da execução do projeto estará condicionado à assinatura de ermo de Compromisso, observado o disposto no art. 24 e nesta eção. Art. 30. termo de compromisso será celebrado entre a instituição participante e o inistério da aúde, por meio da /. eção a xecução dos rojetos no Âmbito do e do A/C Art. 31. s recursos da Conta ovimento destinam-se exclusivamente ao pagamento das despesas constantes no projeto aprovado, devendo sua movimentação realizar-se através de qualquer operação bancária autorizada pelo Banco Central do Brasil, desde que fique identificada sua destinação e, no caso de pagamento, o credor, estando vedado, em qualquer hipótese, o saque em dinheiro. Art. 32. enhuma aplicação dos recursos poderá ser efetuada mediante intermediação. arágrafo único. ão configura intermediação a contratação de serviços de: - elaboração de projetos de ações ou serviços para a obtenção de doação ou patrocínio; e - captação de recursos. Art. 33. as hipóteses previstas em lei ou nesta ortaria, impõe-se a aplicação dos recursos no mercado financeiro, a qual deverá ser feita, obrigatoriamente, em fundo de aplicação financeira de curto prazo ou em operação de mercado aberto, lastreada em título da dívida pública federal. 1º s rendimentos obtidos em função das aplicações financeiras de que trata o "caput" deverão ser utilizados exclusivamente nas ações do projeto aprovado, estando sujeitos às mesmas condições de prestação de contas exigidas para os recursos incentivados, devendo o proponente justificar, quando da apresentação das prestações de contas, a ação escolhida, tendo como critério a obtenção do melhor resultado para a execução do projeto. 2º s rendimentos dos recursos obtidos em função das aplicações financeiras não poderão ser empregados em ações de despesas administrativas, despesas de elaboração de projetos de ações ou serviços para a obtenção de doação ou patrocínio e captação de recursos, bem como para pagamento de pessoal, salvo quando devidamente fundamentado pelo proponente e expressamente autorizado pelo inistério da aúde. Art. 34. Cada lançamento efetuado a débito na Conta ovimento deverá corresponder a um comprovante de sua regular aplicação no projeto aprovado. Art. 35. proponente não poderá realizar pagamentos anteriores à celebração do ermo de Compromisso ou posteriores ao prazo de execução do projeto aprovado, sob pena de ressarcimento e demais penalidades previstas na legislação vigente. Art. 36. s documentos comprobatórios das despesas devem ser emitidos única e exclusivamente em nome da instituição beneficiária. arágrafo único. proponente registrará o número do processo administrativo referente ao projeto aprovado no âmbito do ou do A/C em todos os documentos que comprovem as despesas. Art. 37. inistério da aúde decidirá sobre eventual pedido de prorrogação de prazo, uma única vez, para a execução do projeto, desde que, fundamentadamente, apresentado pelo proponente em até 30 (trinta) dias antes do encerramento do prazo inicialmente previsto para sua execução. eção os elatórios de xecução do rojeto Art. 38. erá responsabilidade das instituições participantes do e do A/C comprovar a correta aplicação dos recursos financeiros recebidos ao final do desenvolvimento das ações e serviços realizados no âmbito dos projetos ou anualmente, se o projeto for executado em período superior a 1 (um) ano. Art. 39. relatório de execução do projeto, equivalente a prestação de contas, conterá informações sobre o conteúdo e o valor das atividades previstas e executadas, bem como demais informações acerca dos desempenhos físico e financeiro do projeto em relação ao respectivo projeto aprovado pelo inistério da aúde. 1º s relatórios serão acompanhados de demonstrações contábeis e financeiras, submetidas a parecer conclusivo de auditoria independente, realizada por instituição credenciada perante o respectivo conselho regional de contabilidade. 2º relatório de que trata o "caput" será apresentado até 60 (sessenta) dias após o término do projeto ou do respectivo exercício financeiro, se o projeto for executado em período superior a 1 (um) ano, e instruído com os seguintes documentos: - relatório de cumprimento do objeto, em que serão discriminados os resultados esperados e atingidos, os objetivos previstos e alcançados, os custos estimados e reais; - relatório final de execução físico-financeira; - relatório de execução de receitas e despesas; V- relação de pagamentos; V - cópia do extrato da conta bancária específica, desde o dia do recebimento dos recursos até a data do último pagamento; V - demonstrativo de rendimentos das aplicações; V - comprovante de recolhimento dos recursos não aplicados, mediante uia de ecolhimento da nião (), se houver; V - comprovante de transferência dos recursos não utilizados da Conta ovimento para a Conta Captação, se houver; V - cópia dos documentos comprobatórios das despesas da prestação de contas; X - relação de bens adquiridos, produzidos ou construídos com recursos do ou do A/C; X - fotografias e reportagens que comprovem a execução do projeto; X - relação de equipamentos e materiais permanentes adquiridos para as atividades do projeto, que conterão o número e/ou identificação do projeto e ser controlados em inventário físico específico; e X - comprovante de encerramento da conta de livre movimentação. 3º s originais dos documentos comprobatórios das receitas e despesas da prestação de contas deverão ser arquivados na sede do proponente por, no mínimo, 5 (cinco) anos após a aprovação da prestação de contas e permanecerão à disposição do inistério da aúde e dos demais órgãos de controle interno e externo. 4º A apuração de eventuais ajustes contábeis no projeto observará a vigência do termo de compromisso em que está inserido, não sendo permitido remanejamento de saldo financeiro ou de qualquer outro recurso para eventual termo de compromisso subsequente. ocumento assinado digitalmente conforme n o -

134 º 94, sexta-feira, 17 de maio de 2013 Art. 40. A ecretaria do inistério da aúde que aprovou o mérito do projeto realizará a análise técnica e econômico-financeira das atividades executadas, com emissão de parecer conclusivo favorável ou não à aprovação do relatório e demonstrativos contábeis auditados até 90 (noventa) dias a contar do seu recebimento da instituição participante. 1º ara fins de elaboração do parecer de que trata este artigo, o órgão competente do inistério da aúde poderá solicitar quaisquer informações e diligências necessárias à instituição participante, que responderá até 15 (quinze) dias contados de sua notificação, caso em que o prazo previsto no "caput" ficará suspenso até a data de recebimento dessas informações. 2º A solicitação das informações de que tratam o parágrafo anterior poderá ser feita via meio eletrônico. 3º A ausência de manifestação da instituição proponente no prazo previsto no 1º poderá implicar a reprovação do relatório. 4º relatório de execução do projeto será enviado ao inistério da aúde por meio de carta com Aviso de ecebimento (A) ou X ou entregue diretamente no rotocolo Central do inistério da aúde, constando como destinatária "inistério da aúde - ou A/C - splanada dos inistérios, Bloco, rotocolo Central, C Brasília - ". CAÍL V A ABLAÇÃ A ÇÕ A- CA A/C Art. 41. Após avaliados os relatórios de execução dos projetos e em caso de execução de má qualidade ou de inexecução parcial ou completa das ações e serviços previstos no projeto, o inistério da aúde poderá inabilitar, por até 3 (três) anos, a instituição destinatária de recursos e participante do ou do A/C. arágrafo único. inistério da aúde divulgará em meio oficial as instituições consideradas inabilitadas, com o respectivo prazo de inabilitação para participar do e do - A/C. Art. 42. ara fins do disposto no art. 41, são critérios para a inabilitação da instituição destinatária: - dolo ou má-fé; - violação da dignidade da pessoa humana; - prejuízo à saúde ou à vida do cidadão; V - descumprimento de normas éticas ou legais; V - descumprimento da política definida para o setor no lano acional de aúde e nas diretrizes do inistério da aúde; V - prejuízo ao erário; V - uso do projeto com intuito lucrativo; V - prejuízo das finalidades institucionais desenvolvidas pelo ; X - prestação de informações incompletas, distintas ou falsas em relação às solicitadas pelo inistério da aúde para análise e acompanhamento do projeto; e X - concessão a patrocinador ou doador vantagem de qualquer espécie ou bem em razão do patrocínio ou da doação. Art. 43. Constatada a ocorrência de execução de má qualidade ou de inexecução parcial ou completa das ações e serviços previstos no projeto, a / notificará a instituição para que, no prazo de 10 (dez) dias, se manifeste. 1º epois do recebimento das informações prestadas pela instituição: - caso entenda que não tenha ocorrido quaisquer dos fatos descritos no art. 42, a / analisará a possibilidade de concessão, mediante decisão motivada, de novo prazo, no máximo de 6 (seis) meses, para que o projeto seja devidamente executado; ou - caso entenda que tenha ocorrido quaisquer dos fatos descritos no art. 42, a / notificará novamente a instituição, com indicação do evento, para que, no prazo de 10 (dez) dias, apresente sua manifestação. 2º a hipótese do inciso do 1º, prestadas as informações pela instituição, a ecretária-xecutiva do inistério da aúde decidirá, de forma motivada, pela ocorrência ou não do fato descrito no art. 42, e : - caso decida pela inocorrência do fato descrito no art. 42, aplica-se o disposto no inciso do 1º; e - caso decida pela ocorrência do fato descrito no art. 42, inabilitará a instituição destinatária, por até 3 (três) anos, observados critérios de razoabilidade e proporcionalidade e a gravidade do fato ocorrido. Art. 44. Caberá recurso para o inistro de stado da aúde, da decisão de que trata o inciso do 1º e o inciso do 2º do art. 43, no prazo de 15 (quinze) dias, contado da notificação da instituição destinatária. CAÍL V ÇÕ A Art. 45. Constitui infração ao disposto na Lei nº , de 2012, no ecreto nº 7.988, de 2013, e nesta ortaria o recebimento pelo patrocinador de vantagem financeira ou bem, em razão do patrocínio. Art. 46. m caso de má execução ou inexecução parcial ou total do projeto desenvolvido no âmbito do ou do - A/C, além do disposto no art. 41, a entidade donatária ou patrocinada ficará sujeita às demais responsabilizações cabíveis. Art. 47. A dedução do imposto sobre a renda dos valores correspondentes às doações e aos patrocínios no âmbito do e do A/C e a aplicação e movimentação dos recursos financeiros de que tratam os Capítulos V e V do ecreto nº 7.988, de 2013, serão cumpridas pelas entidades observando-se, ainda, regras complementares do inistério da azenda instituídas, conforme o caso, isoladamente ou em conjunto com o inistério da aúde. Art. 48. Caberá à / o monitoramento da gestão administrativa do e do A/C. Art. 49. sta ortaria entra em vigor na data de sua publicação. ALXA CHA A ALHA CCALZAÇÃ BA C L LCAÇÃ CCA AX Q CCA A /A/C - AÇÕ A ÇÃ ome: ndereço: Bairro: unicípio: C: one: ax: -mail: CJ: C: epresentante Legal: Qualificação da instituição: - Q representante legal da instituição acima identificada vem requerer o credenciamento em conformidade com as condições necessárias para o enquadramento no disposto nos artigos 2º e 3º da Lei nº , de 17 de setembro de 2012, conforme regulamentado no Art. 11 desta portaria, para a apresentação de projetos referentes ao e A/C. Local,, de de ome e Assinatura do representante legal da nstituição AXA: ara o credenciamento ao : - cópia do ato constitutivo da associação ou fundação, sem fins lucrativos; - comprovante do domicílio da sede da instituição; - documentos pessoais ( e C) do representante legal da instituição e do ato que lhe confere poderes de representação; V - certificado válido de entidade beneficente de assistência social, na forma da Lei nº , de 27 de novembro de 2009; ou V - documento que comprove a qualificação como organização social, na forma da Lei nº 9.637, de 15 de maio de 1998; ou V - documento que comprove qualificação como rganizações da ociedade Civil de nteresse úblico - C, na forma da Lei nº 9.790, de 23 de março de ara o credenciamento ao A/C: - cópia do ato constitutivo da associação ou fundação, sem fins lucrativos; - comprovante do domicílio da sede da instituição; - documentos pessoais ( e C) do representante legal da instituição e do ato que lhe confere poderes de representação; V - certificado válido de entidade beneficente de assistência social, na forma da Lei nº , de 27 de novembro de 2009; ou V - documento que comprove a qualificação como organização social, na forma da Lei nº 9.637, de 15 de maio de 1998; ou V - documento que comprove qualificação como rganizações da ociedade Civil de nteresse úblico - C, na forma da Lei nº 9.790, de 23 de março de 1999; ou V - documento que comprove a prestação de atendimento direto e gratuito às pessoas com deficiência e documento que comprove que a instituição está cadastrada no istema Cadastro acional de stabelecimentos de aúde (C) do inistério da aúde. AX L AAÇÃ J A A/C A - AÇÕ A ÇÃ AAÇÃ J A A/C - AÇÕ A ÇÃ ome: ndereço: Bairro: unicípio: C: one: ax: -mail: CJ: epresentante Legal: C: AXA C: - comprovante de experiência na área de atuação pretendida, de acordo com as áreas prioritárias do projeto; - declaração de responsabilidade e capacidade técnico-operativa para o cumprimento do objeto e objetivos contratados e execução físico-financeira das atividades necessárias; - comprovação de anuência prévia do projeto pelos gestores estadual e municipais de saúde envolvidos; V - no caso da prestação de serviços médico-assistenciais em atuação complementar voluntária ao, declaração da respectiva direção do favorável à execução do projeto; V - para os projetos que envolverem prestação de serviços médico-assistenciais, apresentar os documentos que comprovem o atendimento das normas de vigilância sanitária; e V - no caso de projetos de pesquisa que dependam de avaliação prévia de comitês de ética, cópia integral do referido projeto a eles previamente submetido e aprovado. ste documento pode ser verificado no endereço eletrônico pelo código ocumento assinado digitalmente conforme n o -

135 º 94, sexta-feira, 17 de maio de B - J projeto congrega o conjunto mínimo de conceitos e instrumentos de gerenciamento, imprescindíveis para o monitoramento, avaliação e prestação de contas da execução físico-financeira. B.1 - A() AÇÕ VÇ CLA ABLAÇÃ e acordo com os artigos 4º e 8º desta ortaria, registrar a área de atuação pretendida. ( ) restação de serviços médico-assistenciais; ( ) realização de pesquisas clínicas, epidemiológicas e experimentais. ( ) ormação, treinamento e aperfeiçoamento de recursos humanos em todos os níveis; B.2 - ÁA() ÁA() (e acordo com o artigo 5º) ( ) - prestação de serviços de saúde desenvolvidos em casas de apoio, bem como auxílio para sua adequação e/ou estruturação, quando estes estabelecimentos tiverem como público alvo as pessoas com câncer; ( ) - prestação de serviços de saúde visando à adequação dos estabelecimentos ao ambiente e à cultura local, respeitando a privacidade e promovendo a ambiência acolhedora e confortável; ( ) - prestação de serviços voltados ao apoio psicológico e de assistência social às pessoas com câncer e seus familiares; ( ) V - desenvolvimento de projetos de educação permanente e aperfeiçoamento de recursos humanos direcionados para profissionais de nível técnico que atuem na área de câncer em todos os níveis de atenção; ( ) V - desenvolvimento de projetos de educação permanente e aperfeiçoamento de recursos humanos direcionados para profissionais de nível superior que atuem na área de câncer em todos os níveis de atenção; ( ) V - realização de pesquisas para o desenvolvimento de novos métodos para diagnóstico em câncer que sejam custo efetivos; ( ) V - realização de pesquisas epidemiológicas dos vários tipos de câncer existentes; ( ) V - realização de pesquisas voltadas à análise da sobrevida das pessoas com os diferentes tipos de câncer; ( ) X - realização de pesquisas clínicas e epidemiológicas, para o desenvolvimento de inovações, tecnologias e/ou produtos para prevenção, diagnóstico e/ou tratamento de câncer; ( ) X - realização de pesquisas voltadas ao desenvolvimento de metodologias que viabilizem a análise dos bancos de dados de registros existentes. B.3 - ÁA() ÁA() A/C (e acordo com o artigo 9º) ( ) - prestação de serviços de apoio à saúde vinculados à adaptação, inserção e reinserção da pessoa com deficiência no trabalho; ( ) - prestação de serviços de apoio à saúde vinculados à prática esportiva de pessoas com deficiência; ( ) - prestação de serviços de apoio à saúde no diagnóstico diferencial de doenças neurodegenerativas, neuromusculares e degenerativa genéticas; ( ) V - desenvolvimento de projetos de educação permanente e aperfeiçoamento de recursos humanos no campo da deficiência; ( ) V - realização de pesquisas clínicas e de inovação na reabilitação de deficiências; ( ) V - realização de pesquisas epidemiológicas de deficiências; ( ) V - realização de pesquisas sócio-antropológicas sobre a deficiência; e ( ) V - realização de pesquisas sobre acessibilidade comunicacional. B.4 - AÇÕ A J 2.1 ítulo do rojeto 2.2 Valor total do rojeto 2.3 eríodo de execução B.5 - AÇÕ CÍCA J escrição do projeto: a) escrever sucintamente o objeto do projeto; b) Apresentar a justificativa e aplicabilidade da proposição, ressaltando sua adequabilidade e relevância para as políticas de saúde na(s) área(s) prioritária(s) de aplicação do projeto; c) Apresentar análise da situação inicial, incluindo: análise de problemas, análise de objetivos e análise dos atores interessados; e) escrever o objetivo geral e os objetivos específicos do projeto, considerando as áreas prioritárias de aplicação do projeto, com seus indicadores e metas; e) escrever as fases ou etapas do projeto; f) escrever os resultados anuais esperados, decorrentes da execução do projeto, seus indicadores e respectivas metas a serem atingidas; g) escrever os produtos gerados com a execução do projeto, seus indicadores e metas; h) escrever analiticamente as principais atividades de intervenção vinculadas aos resultados esperados, seus prazos de execução e valores (considerando os recursos necessários e suficientes), conforme resumido na alínea "p"; i) escrever as atividades de monitoramento e de avaliação e seus respectivos valores, j) Apresentar indicadores de avaliação de resultado e impacto da aplicação do projeto; k) escrever a abrangência do projeto quanto a: k.1) população e/ou instituição beneficiada, seja diretamente - que receberá a intervenção do projeto - seja indiretamente - que poderá se beneficiar dos resultados do projeto, com indicação de n C; k.2) dimensão geográfica, com indicação de /município beneficiário; k.3) número de vagas ofertadas, quando aplicável; l) Apresentar mecanismos e instrumentos para avaliação dos resultados, abrangendo a percepção do beneficiário, quando pertinente, m) Quando aplicável, descrever formas de disseminação dos resultados do projeto, tais como: eventos científicos, oficinas, material de divulgação/publicação, dentre outras formas; n) escrever cálculo de tamanho de amostra e número de instituições envolvidas no caso de projetos multicêntricos; o) Apresentar rganograma e Quadro de Atribuições, bem como currículo profissional e/ou currículo lattes, para os principais atores envolvidos no projeto, incluindo a equipe executora e ressaltando a formação e experiências relevantes ao projeto; p) Apresentar o lano de Atividades do rojeto com as seguintes especificações (item B.6): p.1) descrição da atividade; p.2) definição da data de início e fim de cada atividade; p.3) descrição do indicador da atividade; p.4) unidade de medida; p.5) metas quantitativas; p.6) valor estimado de cada atividade (anexar memória de cálculo) e total. q) emais informações relevantes em conformidade com as especificidades da área de atuação e do projeto. B.6. LA AVA CÇÃ A AVA AA ÍC AA CÇÃ CA A A A VAL A - $ XLA AA A A AC A L : AA o - 876, 16 A 2013 ispõe sobre a aplicação da Lei nº , de 22 de novembro de 2012, que versa a respeito do primeiro tratamento do paciente com neoplasia maligna comprovada, no âmbito do istema Único de aúde (). A A AÚ, no uso das atribuições que lhe conferem os incisos e do parágrafo único do art. 87 da Constituição, e Considerando a Lei nº , de 28 de abril de 2011, que altera a Lei nº 8.080, de 19 de setembro de 1990, para dispor sobre a assistência terapêutica e a incorporação de tecnologia em saúde no âmbito do istema Único de aúde (); Considerando a Lei nº , de 22 de novembro de 2012, que dispõe sobre o primeiro tratamento de paciente com neoplasia maligna comprovada e estabelece prazo para seu início; ste documento pode ser verificado no endereço eletrônico pelo código Considerando o ecreto nº 7.646, de 21 de dezembro de 2011, que dispõe sobre a Comissão acional de ncorporação de ecnologias no e sobre o processo administrativo para incorporação, exclusão e alteração de tecnologias em saúde pelo e dá outras providências; Considerando a ortaria nº 1.083/A/, de 2 de outubro de 2012, que aprova o rotocolo Clínico e iretrizes erapêuticas da or Crônica; e Considerando a necessidade de orientar e coordenar a ação conjunta das ecretarias de aúde dos stados, do istrito ederal e dos unicípios para atender, diagnosticar e iniciar o tratamento de paciente diagnosticado com neoplasia maligna no prazo máximo de 60 (sessenta) dias, resolve: Art. 1º sta ortaria dispõe sobre a aplicação da Lei nº , de 22 de novembro de 2012, que versa a respeito do primeiro tratamento do paciente com neoplasia maligna comprovada, no âmbito do istema Único de aúde (). Art. 2º ara fins desta ortaria, considerar-se-á efetivamente iniciado o primeiro tratamento da neoplasia maligna comprovada com: - a realização de terapia cirúrgica; - o início de radioterapia; ou - o início de quimioterapia. arágrafo único. s pacientes sem indicação das terapêuticas antitumorais descritas nos incisos a do "caput" terão acesso a cuidados paliativos, incluindo-se entre estes o controle da dor crônica, conforme protocolos clínicos e diretrizes terapêuticas do inistério da aúde. Art. 3º prazo de 60 (sessenta) dias fixado no art. 2º da Lei nº , de 2012, para fins do primeiro tratamento cirúrgico ou quimioterápico ou radioterápico do paciente no, contar-se-á a partir do registro do diagnóstico no prontuário do paciente. 1º prazo previsto no "caput" poderá ser reduzido por profissional médico responsável, conforme a necessidade terapêutica do caso registrada em prontuário único. ocumento assinado digitalmente conforme n o -

136 º 94, sexta-feira, 17 de maio de º ão se aplica o prazo previsto no "caput" aos seguintes casos de neoplasia maligna: - câncer não melanótico de pele dos tipos basocelular e espinocelular; - câncer de tireoide sem fatores clínicos pré-operatórios prognósticos de alto risco; e - casos sem indicação de tratamento descritos no art. 2º. 3º s casos de neoplasia maligna especificados no parágrafo anterior observarão protocolos clínicos, diretrizes terapêuticas e notas técnicas justificativas publicadas pelo inistério da aúde e disponibilizadas por meio dos sítios eletrônicos e Art. 4º ara efetivação do primeiro tratamento do paciente com neoplasia maligna comprovada, observar-se-á o seguinte fluxo: - atendimento do paciente no ; - registro do resultado do laudo patológico no prontuário do paciente no serviço do ; e - encaminhamento para unidade de referência para tratamento oncológico, incluindo-se a realização do plano terapêutico estabelecido entre a pessoa com câncer, o médico responsável e a equipe de saúde. Art. 5º Cabe aos serviços de saúde dos diferentes níveis de atenção observar o fluxo disposto no art. 4º e prestar assistência adequada e oportuna aos usuários com diagnóstico comprovado de neoplasia maligna de acordo com as responsabilidades descritas na olítica acional de revenção e Controle do Câncer. Art. 6º médico e/ou equipe de saúde registrará no istema de nformação do Câncer (CA), além de outros dados, as seguintes datas: - em que foi firmado o diagnóstico de neoplasia maligna em laudo patológico; - de registro do exame no prontuário do paciente; e - do primeiro tratamento conforme o art. 3º. arágrafo único. A data de que trata o inciso do "caput" será registrada pelo serviço de saúde para o qual o paciente foi referenciado, após a efetiva realização do primeiro tratamento contra a neoplasia maligna comprovada. Art. 7º Compete aos stados, istrito ederal e unicípios organizar a assistência oncológica e definir fluxos de referência para atendimento dos usuários comprovadamente diagnosticados com neoplasia maligna para o cumprimento do disposto nesta ortaria e em consonância com a olítica acional para a revenção e Controle do C â n c e r. arágrafo único. o caso de encaminhamento do usuário para serviços de saúde situados em outro ente federado ou região de saúde, o fluxo de referência de que trata o "caput" será pactuado previamente na respectiva Comissão ntergestores e divulgado para todos os serviços de saúde. Art. 8º Compete ao inistério da aúde: - prestar apoio e cooperar tecnicamente com os gestores dos stados, do istrito ederal e dos unicípios para organização dos serviços de saúde a fim de cumprir o disposto nesta ortaria; - garantir o financiamento para o tratamento do câncer, nos moldes das pactuações vigentes, de acordo com as suas responsabilidades; - elaborar protocolos clínicos e diretrizes terapêuticas relacionadas ao tratamento de neoplasias malignas; V - definir diretrizes para a organização das linhas de cuidado na prevenção e controle do câncer; e V - monitorar o cumprimento do prazo de 60 (sessenta) dias de que trata o art. 2º da Lei nº , de 2012, e tomar as providências cabíveis, quando necessário, de acordo com as suas responsabilidades. 1º ica criada Comissão de onitoramento e Avaliação do cumprimento da Lei nº , de 2012, de caráter permanente, composta por representantes, um titular e um suplente, dos seguintes órgãos e entidades: - da ecretaria de Atenção à aúde (A/): a) do epartamento de Articulação de edes (A- A/A/), que a coordenará; e b) do nstituto acional de Câncer José Alencar omes da ilva (CA/A/); - da ecretaria de estão stratégica e articipativa (/): a) do epartamento de Articulação nterfederativa (A//); b) do epartamento acional de Auditoria do (- A//); - da ecretaria de Vigilância em aúde (V/); e V - da Agência acional de Vigilância anitária (AV- A). 2º s representantes titulares e os respectivos suplentes serão indicados pelos dirigentes máximos dos respectivos órgãos e entidades à coordenação da Comissão no prazo de 15 (quinze) dias a contar da data de publicação desta ortaria. 3º A Comissão de onitoramento e Avaliação poderá convocar servidores das unidades do inistério da aúde e da A- VA para o cumprimento de suas finalidades institucionais. 4º Compete à Comissão de onitoramento e Avaliação: - garantir o cumprimento do disposto nos incisos a V do "caput"; - acompanhar o processo de implantação do CA em território nacional; - acompanhar a elaboração e a execução dos planos regionais dos stados; V - constituir forças-tarefas específicas, quando necessário, para execução de atividades relacionadas ao cumprimento das competências previstas neste parágrafo; e V - realizar outras medidas necessárias para a implementação do disposto nesta ortaria. Art. 9º Compete às ecretarias staduais de aúde: - definir estratégias de articulação com as direções municipais do com vistas à elaboração de planos regionais; - realizar o diagnóstico da capacidade instalada com vistas a identificar os espaços territoriais sem serviços de saúde especializados em oncologia; - planejar e programar as ações e os serviços necessários para atender a população, operacionalizar a contratualização dos mesmos, quando estiver no seu âmbito de gestão, e pactuar na respectiva Comissão ntergestores; V - pactuar regionalmente, por meio da Comissão ntergestores egional (C), da Comissão ntergestores Bipartite (CB) e do Contrato rganizativo de Ação ública (CA), todas as ações e os serviços necessários para a prevenção e controle do câncer; V - promover o apoio necessário à organização da prevenção e controle do câncer nos unicípios; e V - garantir e monitorar o cumprimento do prazo de 60 (sessenta) dias de que trata o art. 2º da Lei nº , de 2012, e tomar as providências cabíveis, quando necessário, de acordo com suas responsabilidades. Art. 10. Compete às ecretarias unicipais de aúde: - planejar e programar as ações e os serviços necessários para atender a população, operacionalizar a contratualização dos mesmos e pactuar na respectiva Comissão ntergestores quando não existir capacidade instalada no próprio unicípio; - pactuar regionalmente, por meio da Comissão ntergestores egional (C), da Comissão ntergestores Bipartite (CB) e do Contrato rganizativo de Ação ública (CA), todas as ações e os serviços necessários para a prevenção e controle do câncer; e - garantir e monitorar o cumprimento do prazo de 60 (sessenta) dias de que trata o art. 2º da Lei nº , de 2012, e tomar as providências cabíveis, quando necessário, de acordo com suas responsabilidades. Art. 11. Ao istrito ederal competem as atribuições reservadas aos stados e aos unicípios. Art. 12. Compete aos laboratórios públicos e conveniados ao que realizam exame citopatológico ou histopatológico disponibilizar o laudo para: - o usuário ou seu representante legal; - o médico responsável pela solicitação; e - a unidade de saúde solicitante; Art. 13. A solicitação de exame citopatológico ou histopatológico conterá, obrigatoriamente, as informações descritas no modelo de prontuário disponível no seguinte sítio eletrônico: e. g o v. b r / s a s. arágrafo único. As informações exigidas nos termos deste artigo não substituem as informações obrigatórias dos formulários já padronizados no âmbito do de solicitação de exame citopatológico ou histopatológico em caso de suspeita de neoplasia maligna do colo do útero ou de mama. Art. 14. s stados que possuírem grandes espaços territoriais sem serviços especializados em oncologia elaborarão planos regionais mediante pactuação prévia no âmbito das respectivas Comissões ntergestores Bipartites e, se houver, Comissões ntergestores egionais para superar essa situação, com posterior envio à Comissão ntergestores ripartite para conhecimento, a fim de garantir a assistência integral à pessoa com câncer. arágrafo único. s stados e os unicípios não estão eximidos de cumprir o prazo de 60 (sessenta) dias estabelecido no art. 2º da Lei nº , de 2012, durante o tempo em que os planos regionais não estiverem efetivamente implantados e deverão, portanto, garantir o tratamento adequado e oportuno por meio de serviços de referência. Art. 15. sta ortaria entra em vigor no dia 22 de maio de CCALZAÇÃ BA C ALXA CHA A ALHA AX A solicitação de exame citopatológico ou histopatológico conterá, obrigatoriamente, as seguintes informações: - da unidade de saúde requisitante: a) nome; e b) código do istema Cadastro acional de stabelecimento de aúde (C). - do paciente: a) nome completo; b) data de nascimento; c) nome completo da mãe; e d) número do cartão. - dados do caso: a) tipo de exame solicitado; b) localização da lesão; c) acometimento de linfonodos; d) procedência do material enviado; e e) tipo de tratamento anterior, se realizado. V - do médico requisitante: a) nome completo; b) número de inscrição no Conselho egional de edicina (C); e c) data da requisição do exame. ste documento pode ser verificado no endereço eletrônico pelo código AA o - 878, 16 A 2013 esabilita o Centro de specialidades dontológicas (C) do unicípio de rairi (C). A A AÚ, no uso das atribuições que lhe conferem os incisos e do parágrafo único do art. 87 da Constituição, e Considerando as ortarias nº 599// e nº 600//, de 23 de março de 2006, que estabelecem critérios de credenciamento/descredenciamento dos serviços especializados Centros de specialidades dontológicos (C); e Considerando o não atendimento às condições e características definidas nas ortarias nº 599// e nº 600//, de 23 de março de 2006, e na ortaria nº 283//, de 22 de fevereiro de 2005, resolve: Art. 1º ica desabilitado o Centro de specialidades dontológicas (C) a seguir: CÓ.. CÍ CÓ C A CLACAÇÃ CV ($) C C AL C r a i r i unicipal 8.250,00 Art. 2º undo acional de aúde adotará as medidas necessárias para interromper a transferência, regular e automática, do custeio mensal do valor estabelecido no art. 1º, para o undo unicipal de aúde correspondente. Art. 3º undo unicipal de aúde reembolsará os recursos financeiros de custeio mensal, repassados desde a competência janeiro de 2012, para o undo acional de aúde. Art. 4º sta ortaria entra em vigor na data de sua publicação. AA o - 879, 16 A 2013 stabelece recursos financeiros destinados aos Hospitais niversitários ederais. A A AÚ, no uso das atribuições que lhe conferem os incisos e do parágrafo único do art. 87 da Constituição, e Considerando a ortaria nterministerial nº 883/C//, de 5 de julho de 2010, que regulamenta o ecreto nº 7.082, de 27 de janeiro de 2010; Considerando a pactuação do Comitê estor do rograma acional de eestruturação dos Hospitais niversitários ederais (H); e Considerando a pactuação entre o inistério da aúde, o inistério da ducação, o inistério do lanejamento, rçamento e estão, a representação dos Hospitais niversitários ederais/c, ALXA CHA A ALHA gestores estaduais e gestores municipais, no que diz respeito à assistência, ensino/pesquisa e a ampliação de serviços no sentido de atender às necessidades levantadas pelos gestores locais, resolve: Art. 1º ica estabelecido recurso financeiro no montante de $ ,70 (dezesseis milhões setecentos e setenta e nove mil quatrocentos e vinte e seis reais e setenta centavos) correspondente ao recurso do H a ser disponibilizado à niversidade ederal do io rande do ul - Hospital das Clínicas de orto Alegre (). ocumento assinado digitalmente conforme n o -

137 º 94, sexta-feira, 17 de maio de Art. 2º undo acional de aúde adotará as medidas necessárias para a descentralização orçamentária, no valor descrito no art. 1º. arágrafo único. A liberação dos recursos financeiros ficará condicionada à comprovação, pelo hospital, da sua necessidade para pagamento imediato, de forma a não comprometer o fluxo de caixa do undo acional de aúde. Art. 3º s recursos orçamentários, objeto desta ortaria, correrão por conta do orçamento do inistério da aúde, devendo onerar o rograma de rabalho em investimento - Atenção à aúde nos erviços Ambulatoriais e Hospitalares restados pelos Hospitais niversitários. Art. 4º sta ortaria entra em vigor na data de sua publicação. ALXA CHA A ALHA AA o - 880, 16 A 2013 efine a estratégia de aumento do acesso aos rocedimentos raumato-ortopédicos de édia Complexidade no âmbito do istema Único de aúde (). A A AÚ, no uso das atribuições que lhe conferem os incisos e do parágrafo único do art. 87 da Constituição, e Considerando a ortaria nº 737//, de 16 de maio de 2001, que aprova a olítica acional de edução da orbimortalidade por Acidentes e Violências; Considerando a ortaria nº 344//, de 19 de fevereiro de 2002, que aprova o rojeto de edução da orbimortalidade por Acidentes de rânsito - obilizando a ociedade e romovendo a aúde; Considerando a ortaria nº 687//, de 30 de março de 2006, que aprova a olítica de romoção da aúde; Considerando a ortaria nº 4.279//, de 30 de dezembro de 2010, que prioriza a organização e implementação das edes de Atenção à aúde (A) no país; Considerando a ortaria nº 1.600//, de 7 de julho de 2011, que reformula a olítica acional de Atenção às rgências e institui a ede de Atenção às rgências no istema Único de aúde (); Considerando a ortaria nº 2.395//, de 11 de outubro de 2011, que organiza o Componente Hospitalar da ede de Atenção às rgências no âmbito do istema Único de aúde (); Considerando a ortaria nº 2.527//, de 27 de outubro de 2011, que redefine a Atenção omiciliar no âmbito do ; Considerando a ortaria n 793//, de 24 de abril de 2012, que institui a ede de Cuidados à essoa com eficiência no âmbito do ; Considerando a ortaria nº 1.340//, de 29 de junho de 2012, que define a estratégia de aumento do acesso aos rocedimentos Cirúrgicos letivos no âmbito do para os exercícios dos anos de 2012 e 2013; Considerando a consulta pública da Linha de Cuidado ao rauma, prioritária na ede de rgência e mergência (), onde será contemplada estratégia para tratamento referente aos demais procedimentos de média complexidade em traumato-ortopedia; Considerando a necessidade de aprimorar os mecanismos de regulação, controle e avaliação da assistência aos pacientes vítimas de trauma; e Considerando a necessidade de se reduzir as desigualdades regionais do acesso e reorientar a oferta para a ampliação de procedimentos traumato-ortopédicos de urgência, sem prejuízo às cirurgias eletivas ortopédicas, resolve: Art. 1º ica definida a estratégia de aumento do acesso aos rocedimentos raumato-ortopédicos de édia Complexidade no âmbito do istema Único de aúde (). Art. 2º A estratégia de aumento do acesso aos rocedimentos raumato-ortopédicos de édia Complexidade () tem os seguintes objetivos: - promover ações que visem ao aumento do acesso a procedimentos traumato-ortopédicos de édia Complexidade em todo território nacional; - identificar os estabelecimentos de saúde para o desenvolvimento das ações que visem a organização da atenção em traumato-ortopedia de média complexidade no, de acordo com o descrito nesta ortaria; - reduzir o tempo de espera para procedimentos de média complexidade em traumato-ortopedia; e V - regular o encaminhamento dos pacientes vítimas de trauma que necessitem de tratamento definitivo em traumato-ortopedia. Art. 3º s procedimentos descritos no anexo a esta ortaria podem ser realizados no primeiro atendimento ao paciente, ou com brevidade, conforme a necessidade definida pelo médico do primeiro atendimento, em caráter de agendamento regulado, denominado segundo tempo ou momento do tratamento, respeitado o caráter de urgência e singularidades do cuidado, sem prejuízo ou comprometimento clínico do paciente. aragrafo único. agendamento regulado, conforme descrito no art. 3º não exclui a obrigatoriedade da assistência imediata ao trauma. Art. 4º s procedimentos traumato-ortopédicos de édia Complexidade serão os relacionados no anexo a esta ortaria. XLA AA A A AC ste documento pode ser verificado no endereço eletrônico pelo código º s procedimentos discriminados no anexo são considerados de acordo com a tabela auxiliar de caráter de atendimentos do istema de nformações Ambulatoriais (A) e istema de nformações Hospitalares (H/) com os seguintes caráteres de atendimento: rgência (código 02), Acidente no local de trabalho ou serviço da empresa (código 03), Acidente no trajeto para o trabalho (código 04), outros tipos de acidente de trânsito (código 05) e terão financiamento diferenciado quando realizados em serviços de saúde indicados pelo gestor para a realização dos procedimentos traumatoortopédicos de édia Complexidade. 2º s procedimentos constantes no anexo a esta ortaria e que também compõem a estratégia de ampliação do acesso às cirurgias eletivas definida nos termos da ortaria nº 1.340//, de 29 de junho de 2012, serão excluídos do rol de procedimentos eletivos a partir da competência do mês julho de 2013 e serão contemplados pela estratégia de que trata esta ortaria. Art. 5º ara fins de adesão à estratégia de aumento do acesso dos rocedimentos do, os gestores de saúde interessados deverão encaminhar ao inistério da aúde, especialmente à Coordenação-eral de édia e Alta Complexidade (C- AC/A/A/): - plano operativo para a execução das ações e serviços de saúde, com as seguintes informações: a) descrição da região de saúde, com os unicípios e o respectivo porte populacional, que terá a assistência no âmbito da estratégia de que trata esta ortaria referenciada para os estabelecimentos de saúde indicados nos termos da alínea "b" do inciso do "caput"; b) relação dos estabelecimentos de saúde que realizarão os procedimentos de que trata esta ortaria para fins de atualização dos dados do istema Cadastro acional de stabelecimento de aúde (C) e processamento automático do incremento financeiro previsto; c) metas físicas e financeiras a serem alcançadas, conforme a estimativa de público-alvo, considerando-se a capacidade de produção dos estabelecimentos de saúde elencados para realização dos procedimentos do e a sua compatibilidade com a estrutura de centro cirúrgico e leitos cirúrgicos/ortopédicos existentes; e d) fluxos regionais de encaminhamento regulado dos pacientes que necessitam dos procedimentos do ; e - documento que comprove aprovação na Comissão ntergestores egional (C), na Comissão ntergestores Bipartite (CB) ou, quando for o caso, no Colegiado de estão da ecretaria de aúde do istrito ederal (C/) sobre a adesão na estratégia de aumento do acesso aos rocedimentos do. arágrafo único. ara fins do disposto no inciso, não serão aceitos planos operativos com propostas que apresentarem redução da produção de procedimentos descritos nos termos do anexo a esta ortaria com base na produção do istema de nformações Hospitalares do istema Único de aúde (H/) do ano de Art. 6º s estabelecimentos de saúde selecionados pelos gestores de saúde para realização dos procedimentos do devem cumprir os seguintes requisitos: - possuir ambulatório de traumato-ortopedia para atendimento dos casos regulados que necessitam de procedimentos do e/ou acompanhamento pós-operatório dos pacientes que realizaram esses procedimentos; - equipe de reabilitação para atendimento durante a internação do paciente submetido a procedimento do e orientação no momento da alta hospitalar; - garantir reabilitação física ambulatorial no próprio estabelecimento de saúde que realiza os procedimentos do ou em serviço de reabilitação física referenciado; V - regulação dos procedimentos ambulatoriais de traumatoortopedia e das internações pelas centrais de regulação; e V - realização do procedimento cirúrgico traumato-ortopédico de média complexidade com maior brevidade, através da internação imediata quando da entrada pela porta de urgência no estabelecimento de saúde ou pelo agendamento regulado das referidas cirurgias a serem realizadas em segundo tempo, nos termos do disposto no inciso V do "caput", com respeito ao caráter de urgência e às singularidades do cuidado em cada caso, sem prejuízo ou comprometimento clínico do paciente. arágrafo único. ara fins do disposto no inciso do "caput", o ambulatório de traumato-ortopedia deverá: - articular-se com a central de marcação de consultas do sistema de regulação local e absorver a demanda regulada para atendimento ambulatorial dos pacientes encaminhados pela estratégia de aumento do acesso aos rocedimentos do ; - quanto à estrutura física, deverá contar com consultório(s), acesso à radiologia, sala(s) de curativo(s) e sala(s) de gesso, compatível com a especialidade ortopédica do referido procedimento do ; e - os estabelecimentos em cujas áreas físicas estiverem os ambulatórios deverão possuir alvará de funcionamento expedido pela órgão competente e se enquadrar nos regramentos estabelecidos pela legislação de vigilância sanitária em vigor. Art. 7º A regulação do encaminhamento do paciente para a realização dos procedimentos em segundo tempo nos hospitais selecionados para a estratégia de que trata esta ortaria deve seguir a lógica dos fluxos regulatórios locais. 1º as regiões ou unícipios que possuem central de regulação de internação e consulta ambulatorial, o hospital cadastra o pedido da cirurgia na central de internação que, em articulação com a central de marcação de consultas, agenda consulta ambulatorial no hospital de destino para avaliação do especialista e agendamento da c i r u rg i a. 2º as regiões ou unícipios que possuem apenas a regulação de consulta médica, o hospital solicita o agendamento da consulta para avaliação do especialista e posterior agendamento da c i r u rg i a. 3º as regiões ou unícipios que não possuem regulação de internação ou consulta ambulatorial, o gestor deverá criar agendas e cadastro de demanda das consultas no âmbito da estratégia de que trata esta ortaria, através do qual serão marcadas as consultas para avaliação do especialista e agendamento da cirurgia. 4º Compete ao gestor local auditar, controlar e avaliar os procedimentos do que apresentarem tempo superior a 30 (trinta) dias para sua realização, a partir do momento da indicação pelo especialista e pela marcação pela regulação. 5º Compete ao gestor local de saúde, através de auditoria, avaliação e controle, a verificação se o prestador ou estabelecimento de saúde vem cumprindo as regras estabelecidas por esta ortaria. 6º Quando constatado que determinado estabelecimento de saúde ultrapassa 30 (trinta) dias para a realização dos procedimentos do, o gestor local de saúde deve comunicar esse fato ao inistério da aúde e solicitar imediata suspensão do referido estabelecimento de saúde da estratégia de que trata esta ortaria. Art. 8º processo regulatório descrito nos termos do art. 6º deverá seguir os seguintes princípios: - a regulação é função do gestor público de saúde local, sendo vedados encaminhamentos diretos de usuários do entre prestadores de serviços; - a consulta ambulatorial autorizada vale como autorização da cirurgia; - o controle entre o que foi regulado e o que foi registrado na Autorização de nternação Hospitalar (AH) para os procedimentos cirúrgicos apontados conforme o anexo a esta ortaria é feito mediante análise de: a) relatórios do istema acional de egulação ( ) e relatório do H/; b) relatórios de outros istemas de egulação e elatório do H/, ou c) planilha própria para cruzamento entre o regulado, ou seja, marcado via central ou outro dispositivo, e o relatório do H/; e V - o cadastramento do paciente na central de regulação deverá ser realizado baseado no laudo do especialista que prestou o primeiro atendimento de urgência, explicitando o tipo de lesão e o tempo de espera máximo adequado para o procedimento. Art. 9º s gestores de saúde terão prazo máximo até setembro de 2013 para adesão à estratégia de que trata esta ortaria. Art. 10. s planos operativos de que trata o inciso do art. 4º terão vigência de 12 (doze) meses a partir da publicação de portaria específica da ecretaria de Atenção à aúde (A/) de adesão da respectiva ecretaria de aúde à estratégia de aumento do acesso aos rocedimentos raumato-ortopédicos de édia Complexidade. Art. 11. ica incluída na abela de habilitações do C a seguinte habilitação: Código escrição Adesão à estratégia de aumento do acesso aos procedimentos traumato-ortopédicos de média complexidade Art. 12. s procedimentos descritos no anexo a esta ortaria terão incremento de 80% (oitenta por cento) sobre os valores dos erviços rofissionais () e 80% (oitenta por cento) sobre os erviços Hospitalares (H) do procedimento principal da AH para os estabelecimentos selecionados no plano operativo a partir da competência do mês julho de º s procedimentos do Anexo a esta ortaria serão identificados com o atributo de incremento previsto no "caput" deste artigo no istema de erenciamento da abela de rocedimentos edicamentos Órteses róteses e ateriais speciais (A). 2º incremento para os procedimentos constantes do anexo a esta ortaria realizados e apresentados na produção dos estabelecimentos terá efeitos financeiros a partir da competência seguinte ao da publicação da portaria específica da A/ de que trata o art. 5º. 3º Apenas os estabelecimentos identificados no C definidos no plano operativo farão jus ao recebimento do incremento financeiro. 4º ara cálculo do incremento financeiro pelo H/, será observado o código principal da Classificação statística nternacional de oenças e roblemas elacionados com a aúde (C) do procedimento principal registrado na AH, devendo este código pertencer ao Capítulo XX da C. Art. 13. ara os estabelecimentos de saúde que sejam habilitados nos termos da ortaria nº 479//, de 15 de abril de 1999, e que também participem do plano operativo de que trata o inciso do art. 5º para recebimento do incremento financeiro de que trata esta ortaria, os percentuais dos incrementos financeiros incidirão sobre o valor total do procedimento constante da abela de rocedimentos, edicamentos e do. Art. 14. erão alocados recursos adicionais até 20% (vinte por cento) sobre os valores médios da AH praticados no unicípio, istrito ederal ou gestão estadual no ano de 2011 para os estabelecimentos de saúde que estiverem contidos no plano operativo de que trata o art. 5º, destinados ao aumento da produção dos procedimentos de que trata esta ortaria no período de vigência da proposta. 1º aumento da produção de que trata o "caput" deverá estar explicitado nas metas previstas na alínea "c" do inciso do art. 5º. ocumento assinado digitalmente conforme n o -

138 º 94, sexta-feira, 17 de maio de º Após 6 (seis) meses de publicação da portaria específica de adesão de que trata o art. 10, fica facultado pedido de recursos financeiros adicionais ao inistério da aúde para o custeio de produção que eventualmente exceda o recurso adicional previsto no "caput", devendo ser mantida a metodologia de cálculo dos recursos e ser considerada para a definição dos valores a média mensal de produção dos últimos 6 (seis) meses, de acordo com as informações do H/, além de obedecida as regras constantes dos arts. 5º e 6º. Art. 15. erá realizado encontro de contas entre o montante de recursos financeiros transferidos com a produção aprovada dos estabelecimentos de saúde que compõem o plano operativo após 18 (dezoito) meses da publicação da portaria específica de adesão de que trata o art º m caso de produção menor que a prevista no plano operativo, serão descontados os respectivos valores da não produção dos tetos da média e alta complexidade dos stados, do istrito ederal e dos unicípios. 2º ão será admitida redução da produção física de procedimentos prevista no plano operativo além de 10% (dez por cento). 3º m caso de redução da produção física maior que 10% (dez por cento), o percentual maior correspondente será utilizado para deduzir dos valores apresentados pelo gestor de saúde no encontro de contas. 4º A qualquer tempo, durante a vigência desta ortaria, poderá ocorrer o remanejamento de recursos entre os stados, desde que com prévia aprovação de todas as CBs envolvidas. Art. 16 ica estabelecido que os recursos adicionais de que tratam os artigos 12 e 14 desta portaria serão disponibilizados pelo inistério da aúde aos stados, ao istrito ederal e aos unicípios, em parcela única, após o envio dos lanos perativos pelas respectivas Comissões ntergestores Bipartites (CB) e a publicação de portaria específica. arágrafo único. s recursos financeiros deverão ser utilizados exclusivamente para a realização dos rocedimentos raumato-ortopédicos de édia Complexidade, na forma desta ortaria. Art. 17. monitoramento e a avaliação da produção no âmbito da estratégia de aumento do acesso aos rocedimentos raumato-ortopédicos de édia Complexidade são de responsabilidades dos três níveis de gestão. arágrafo único. o âmbito federal, o monitoramento e a avaliação serão realizados em conjunto pelos epartamentos de Atenção specializada (A/A/) e de egulação, Avaliação e Controle de istemas (AC/A/). Art. 18. epartamento acional de Auditoria do (A//) adotará as medidas necessárias para que sejam realizadas auditorias amostrais para avaliação do cumprimento das regras previstas nesta ortaria. arágrafo único. As auditorias amostrais de que trata o "caput" poderão ser realizadas durante e após a vigência desta ortaria. Art. 19. erão disponibilizadas no sítio eletrônico do inistério da aúde orientações referentes à regulação do acesso aos procedimentos traumato-ortopédicos de média complexidade de que trata esta ortaria e ao ambulatório para o atendimento dos referidos procedimentos. Art. 20. s recursos financeiros para o custeio das atividades de que trata esta ortaria são oriundos do orçamento do inistério da aúde, devendo onerar o rograma de rabalho Atenção à aúde da opulação para rocedimentos de édia e Alta Complexidade, lano rçamentário: ede de rgência e mergência. Art. 21. sta ortaria entra em vigor na data de sua publicação, com efeitos financeiros a partir da competência julho de ALXA CHA A ALHA AX CCALZAÇÃ BA C CÓ C A AÉA A AC A C AA-ÉC ÉA CLXA AA CC AA A CLAVCLA AA CC LXACA / AA-LXACA AC-CLAVCLA ALAA CABCA A CLCA AAL / CCA LCA CCA CAL-LAA CVL H CCA LA A A CA CA AA / LA AA CVL CA CA AA AAA ABAC AA CC AA / LA AA A ALA A A (C XACA) AA CC AA / LA AA CL / CLA AA CC AA / LA AA CL / CA / A CAA LA / CABCA A AA CC AA / LA AA ACAA AA CC AA A XA / A AL ABAC AA CC AA XA / A XAL ABAC AA CC AA AAA AB ABAC (C/ ) AA CC AA AAA CA A / A LA AA CC AA LA AA ABAC AA CC AA-LXACA ALAZZ / A / X-L AA CC AA CA AA CC LA AA CAL-LAA B : CVL / H AA CC LA A CLAA CA A A AA A LBACA AA CC LA VLVA AA B AA CC LXACA / AA-LXACA CA-ACAAA AA CC LXACA / AA-LXACA CA ALCA AL ACAL CCA A ALA / A QACAL CCA LAA ZL A BAHA A A VL ZL AA CC AVLA A Q CA AA CC AA / LA AA AA CC AA / LA AA AAA AA CC AA / LA AA ACL AA CC AA BALLA / ALLA / A AA-LXACA ZL AA CC AA A ALA XACA A (ALCA) AA CC AA CALCA AA CC AA AL AA CC AA ZL ALLA AA CC AA LA AA AL BA AA CC LA AA CAL-LAA B (JLH / ZL) AA CA L -B AA CC A AALH X AA o - 881, 16 A 2013 escredencia os Laboratórios egionais de róteses entárias (L) e deduz recursos financeiros do teto de média e alta complexidade dos stados e unicípios que se encontram irregulares na alimentação do istema de nformação Ambulatorial do (A/). A A AÚ, no uso das atribuições que lhe conferem os incisos e do parágrafo único do art. 87 da Constituição, e Considerando a ortaria nº 411/A/, de 9 de agosto de 2005, que inclui procedimentos realizados pelos Laboratórios egionais de rótese entária (L), na abela de rocedimentos, edicamentos, Órteses, róteses e ateriais speciais do ; Considerando a necessidade de garantir recursos financeiros para auxiliar na implementação e funcionamento dos Laboratórios egionais de róteses entárias (L), visando o acesso integral às ações de saúde bucal; e Considerando a avaliação realizada pela Coordenação-eral de aúde Bucal do epartamento de Atenção Básica, da ecretaria de Atenção à aúde, dos dados extraídos do istema de nformações Ambulatoriais (A/), relativos à produção de próteses dentárias, no período de janeiro de 2011 a dezembro de 2012, resolve: Art. 1º icam descredenciados os Laboratórios egionais de róteses entárias (L) e deduzidos do teto financeiro de média e alta complexidade dos stados e unicípios que se encontram irregulares na alimentação do istema de nformações Ambulatoriais (A/) o montante anual de $ ,01 (dois milhões trezentos e oito mil novecentos e vinte e cinco reais e um centavo), conforme Anexo a esta ortaria. Art. 2º ica estabelecido que os stados e os unicípios que se encontram irregulares na alimentação do istema de nformações Ambulatoriais (A/), providenciem o ressarcimento dos recursos ao undo acional de aúde no montante de $ ,04 (cinco milhões oitocentos e quarenta e seis mil setecentos e noventa reais e quatro centavos), conforme Anexo a esta ortaria. Art. 3º sta ortaria entra em vigor na data de sua publicação, com efeitos financeiros a partir da competência abril de AX ALXA CHA A ALHA CÓ CÍ Ã AA HABLAÇÃ CÊCA C AAL ($) AL Quebrângulo unicipal 2375 (07/10/2009) out/09 $ ,00 AL Quebrângulo unicipal 1172 (19/05/2011) m a i / 11 $ 1.120,00 AL otal $ ,00 A anaus unicipal 2375 (07/10/2009) out/09 $ ,00 A otal $ ,00 BA Camaçari unicipal 2375 (07/10/2009) out/09 $ ,00 BA antaluz stadual 2375 (07/10/2009) out/09 $ 2.914,74 BA otal $ ,74 ste documento pode ser verificado no endereço eletrônico pelo código ocumento assinado digitalmente conforme n o -

139 º 94, sexta-feira, 17 de maio de C Catarina unicipal 870 (19/04/2010) mar/10 $ ,00 C có unicipal 4262 (30/12/2010) dez/10 $ ,00 C guatu unicipal 870 (19/04/2010) mar/10 $ ,00 C adalena unicipal 4262 (30/12/2010) dez/10 $ ,00 C a m b o r i l unicipal 2375 (07/10/2009) out/09 $ ,00 C otal $ , Abadia de oiás unicipal 2071 (23/07/2010) jul/10 $ , Caldas ovas unicipal 40 (10/01/12) d e z / 11 $ ,00 otal $ , Brasília de inas stadual 870 (19/04/2010) mar/10 $ , Brasília de inas stadual 1172 (19/05/2011) m a i / 11 $ 8.680, Congonhas unicipal 2375 (07/10/2009) out/09 $ 600, Congonhas unicipal 1172 (19/05/2011) m a i / 11 $ 40, ivisópolis stadual 4262 (30/12/2010) dez/10 $ , biaí stadual 4262 (30/12/2010) dez/10 $ , uriaé stadual 2375 (07/10/2009) out/09 $ 3.738, uriaé stadual 1172 (19/05/2011) m a i / 11 $ 40, alinas unicipal 4262 (30/12/2010) dez/10 $ , Vargem rande do io ardo stadual 1110 (28/05/2012) mai/12 $ , Va rg i n h a stadual 2071 (23/07/2010) jul/10 $ ,00 otal $ , Caracol unicipal 2071 (23/07/2010) jul/10 $ ,00 otal $ ,00 A loresta do Araguaia unicipal 2071 (23/07/2010) jul/10 $ ,00 A io aria unicipal 870 (19/04/2010) mar/10 $ ,00 A otal $ ,00 B Algodão de Jandaíra stadual 870 (19/04/2010) mar/10 $ ,00 B Cruz do spírito anto unicipal 4262 (30/12/2010) dez/10 $ ,00 B garacy stadual 870 (19/04/2010) mar/10 $ ,00 B Lagoa eca unicipal 4262 (30/12/2010) dez/10 $ ,00 B anta Cruz unicipal 4262 (30/12/2010) dez/10 $ ,00 B otal $ , Caetés unicipal 4262 (30/12/2010) dez/10 $ , garassu unicipal 4262 (30/12/2010) dez/10 $ ,00 otal $ , Brejo do iauí stadual 870 (19/04/2010) mar/10 $ , ão onçalo do urguéia stadual 870 (19/04/2010) mar/10 $ , ão João da erra stadual 2071 (23/07/2010) jul/10 $ ,00 otal $ , ealeza unicipal 4262 (30/12/2010) dez/10 $ ,00 otal $ ,00 J aracambi unicipal 870 (19/04/2010) mar/10 $ ,00 J etrópolis unicipal 4262 (30/12/2010) dez/10 $ ,00 J otal $ , Afonso Bezerra stadual 870 (19/04/2010) mar/10 $ , Afonso Bezerra stadual 1172 (19/05/2011) m a i / 11 $ 4.840, Afonso Bezerra stadual 1825 (24/08/2012) nov/12 $ 6.850, ova Cruz stadual 2375 (07/10/2009) out/09 $ 2.062,01 otal $ , Jóia stadual 2071 (23/07/2010) jul/10 $ ,00 otal $ ,00 C Blumenau unicipal 3442 (11/11/2010) out/10 $ ,00 C Joinville unicipal 2375 (07/10/2009) out/09 $ ,00 C Joinville unicipal 1172 (19/05/2011) m a i / 11 $ ,00 C otal $ , Agudos unicipal 2375 (07/10/2009) out/09 $ , Agudos unicipal 1172 (19/05/2011) m a i / 11 $ 2.640, Agudos unicipal 1110 (28/05/2012) mai/12 $ , Bocaína unicipal 4262 (30/12/2010) dez/10 $ , Cubatão unicipal 4262 (30/12/2010) dez/10 $ , obrada unicipal 4262 (30/12/2010) dez/10 $ , ranca unicipal 2375 (07/10/2009) out/09 $ 7.320, ranca unicipal 1172 (19/05/2011) m a i / 11 $ 4.160, ranca unicipal 47 (10/01/12) d e z / 11 $ , tápolis unicipal 4262 (30/12/2010) dez/10 $ , tápolis unicipal 47 (10/01/12) d e z / 11 $ , atrocínio aulista unicipal 4262 (30/12/2010) dez/10 $ , edregulho unicipal 2071 (23/07/2010) jul/10 $ , edregulho unicipal 1432 (05/07/12) jun/12 $ , ontes estal unicipal 870 (19/04/2010) mar/10 $ , iolândia unicipal 870 (19/04/2010) mar/10 $ , u r i ú b a unicipal 2071 (23/07/2010) jul/10 $ ,00 otal $ , ortaleza do abocão unicipal 870 (19/04/2010) mar/10 $ ,00 otal $ ,00 otal eral $ ,01 AX XLA AA A A AC Código unicípio estão ortaria de Habilitação Competência Valor ensal arcelas Valor a ser ressarcido ao undo acional de aúde AL Quebrângulo unicipal 2375 (07/10/2009) out/ , ,00 AL Quebrângulo unicipal 1172 (19/05/2011) m a i / 11 93, ,66 AL otal 2.323, ,66 A anaus unicipal 2375 (07/10/2009) out/ , ,00 A otal , ,00 BA Camaçari unicipal 2375 (07/10/2009) out/ , ,00 BA antaluz stadual 2375 (07/10/2009) out/09 242, ,59 BA otal 1.582, ,59 C Catarina unicipal 870 (19/04/2010) mar/ , ,00 C có unicipal 4262 (30/12/2010) dez/ , ,00 C guatu unicipal 870 (19/04/2010) mar/ , ,00 C adalena unicipal 4262 (30/12/2010) dez/ , ,00 C a m b o r i l unicipal 2375 (07/10/2009) out/ , ,00 C otal , , Abadia de oiás unicipal 2071 (23/07/2010) jul/ , , Caldas ovas unicipal 40 (10/01/12) d e z / , ,00 otal , , Brasília de inas stadual 870 (19/04/2010) mar/ , , Brasília de inas stadual 1172 (19/05/2011) m a i / , , Congonhas unicipal 2375 (07/10/2009) out/09 50, , Congonhas unicipal 1172 (19/05/2011) m a i / 11 3, , ivisópolis stadual 4262 (30/12/2010) dez/ , , biaí stadual 4262 (30/12/2010) dez/ , , uriaé stadual 2375 (07/10/2009) out/09 311, , uriaé stadual 1172 (19/05/2011) m a i / 11 3, , alinas unicipal 4262 (30/12/2010) dez/ , , Vargem rande do io ardo stadual 1110 (28/05/2012) mai/ , ,00 ste documento pode ser verificado no endereço eletrônico pelo código ocumento assinado digitalmente conforme n o -

140 º 94, sexta-feira, 17 de maio de Va rg i n h a stadual 2071 (23/07/2010) jul/ , ,00 otal , , Caracol unicipal 2071 (23/07/2010) jul/ , ,00 otal 3.000, ,00 A loresta do Araguaia unicipal 2071 (23/07/2010) jul/ , ,00 A io aria unicipal 870 (19/04/2010) mar/ , ,00 A otal , ,00 B Algodão de Jandaíra stadual 870 (19/04/2010) mar/ , , 00 B Cruz do spírito anto unicipal 4262 (30/12/2010) dez/ , ,00 B garacy stadual 870 (19/04/2010) mar/ , , 00 B Lagoa eca unicipal 4262 (30/12/2010) dez/ , ,00 B anta Cruz unicipal 4262 (30/12/2010) dez/ , ,00 B otal , , Caetés unicipal 4262 (30/12/2010) dez/ , , garassu unicipal 4262 (30/12/2010) dez/ , ,00 otal 6.000, , Brejo do iauí stadual 870 (19/04/2010) mar/ , , ão onçalo do urguéia stadual 870 (19/04/2010) mar/ , , ão João da erra stadual 2071 (23/07/2010) jul/ , ,00 otal 9.000, , ealeza unicipal 4262 (30/12/2010) dez/ , ,00 otal 3.000, ,00 J aracambi unicipal 870 (19/04/2010) mar/ , , 00 J etrópolis unicipal 4262 (30/12/2010) dez/ , ,00 J otal 6.000, , Afonso Bezerra stadual 870 (19/04/2010) mar/ , , Afonso Bezerra stadual 1172 (19/05/2011) m a i / , , Afonso Bezerra stadual 1825 (24/08/2012) nov/12 570, , ova Cruz stadual 2375 (07/10/2009) out/09 171, ,04 otal 4.145, , Jóia stadual 2071 (23/07/2010) jul/ , ,00 otal 3.000, ,00 C Blumenau unicipal 3442 (11/11/2010) out/ , ,00 C Joinville unicipal 2375 (07/10/2009) out/ , ,00 C Joinville unicipal 1172 (19/05/2011) m a i / , ,33 C otal 6.266, , Agudos unicipal 2375 (07/10/2009) out/09 920, , Agudos unicipal 1172 (19/05/2011) m a i / , , Agudos unicipal 1110 (28/05/2012) mai/ , , Bocaina unicipal 4262 (30/12/2010) dez/ , , Cubatão unicipal 4262 (30/12/2010) dez/ , , obrada unicipal 4262 (30/12/2010) dez/ , , ranca unicipal 2375 (07/10/2009) out/09 610, , ranca unicipal 1172 (19/05/2011) m a i / , , ranca unicipal 47 (10/01/12) d e z / , , tápolis unicipal 4262 (30/12/2010) dez/ , , tápolis unicipal 47 (10/01/12) d e z / , , atrocínio aulista unicipal 4262 (30/12/2010) dez/ , , edregulho unicipal 2071 (23/07/2010) jul/ , , edregulho unicipal 1432 (05/07/12) jun/ , , ontes estal unicipal 870 (19/04/2010) mar/ , , iolândia unicipal 870 (19/04/2010) mar/ , , u r i ú b a unicipal 2071 (23/07/2010) jul/ , ,00 otal , , ortaleza do abocão unicipal 870 (19/04/2010) mar/ , , 00 otal 3.000, , 00 otal geral , ,04 CCALZAÇÃ BA C AA o - 882, 16 A 2013 stabelece recurso a ser incorporado ao Limite inanceiro de édia e Alta Complexidade do stado de inas erais e unicípio de Belo Horizonte - Bloco de Atenção de édia e Alta Complexidade Ambulatorial e Hospitalar. A A AÚ, no uso das atribuições que lhe conferem os incisos e do parágrafo único do art. 87 da Constituição, e Considerando a ortaria nº 2.439//, de 8 de dezembro de 2005, que institui a olítica acional de Atenção ncológica; Considerando a ortaria nº 741/A/, de 19 de dezembro de 2005, que define as nidades de Assistência da Alta Complexidade em ncologia (AC), os Centros de Assistência em Alta Complexidade em ncologia (CAC) e os Centros de eferência em Alta Complexidade em ncologia; Considerando a ortaria nº 204//, de 29 de janeiro de 2007, que regulamenta o financiamento e a transferência dos recursos federais para as ações e os serviços de saúde, na forma de blocos de financiamento, com o respectivo monitoramento e controle; e Considerando a ortaria nº 523/A/, de 13 de maio de 2013, que altera a habilitação do Hospital da Baleia - C , como nidade de Assistência de Alta Complexidade em ncologia (AC), resolve: Art. 1º ica estabelecido recurso anual no montante de $ ,00 (um milhão, duzentos e sessenta mil reais), a ser incorporado ao Limite inanceiro de édia e Alta Complexidade do stado de inas erais e do unicípio de Belo Horizonte. Art. 2º undo acional de aúde adotará as medidas necessárias para a transferência, regular e automática, do montante estabelecido no art. 1º, em parcelas mensais, para o undo unicipal de aúde de Belo Horizonte (B ). Art. 3º s recursos orçamentários, objeto desta ortaria, correrão por conta do orçamento do inistério da aúde, devendo onerar o rograma de rabalho Atenção à aúde da opulação para rocedimentos de édia e Alta Complexidade - lano rçamentário Controle do Câncer. Art. 4º sta ortaria entra em vigor na data de sua publicação. CAÇÕ o Anexo da ortaria nº 1.369//, de 2 de julho de 2012, publicada no iário ficial da nião nº 128, de 4 de julho de 2012, eção 1, páginas 51 e 52, LÊ: ALXA CHA A ALHA CÍ A Ú A A C AÁCA CABÁ CAA CAL AÚ CABÁ / , LA-: CÍ A Ú A A C AÁCA CABÁ CAL AÚ CABÁ / , : 0001 a ortaria nº 1.402//, de 5 de julho de 2012, publicada no iário ficial da nião nº 130, de 6 de julho de 2012, eção 1, páginas 59 e 60, LÊ: CÍ A Ú A A A C AÁCA A ACAÁ AAL AÚ AAÁ / , LA-: CÍ A Ú A A A C AÁCA A ACAÁ AAL AÚ AAÁ / , ste documento pode ser verificado no endereço eletrônico pelo código ocumento assinado digitalmente conforme n o -

141 º 94, sexta-feira, 17 de maio de a ortaria nº 550//, de 4 de abril de 2012, publicada no iário ficial da nião - nº 65, de 5 de abril de 2013, eção 1, página 59, LÊ: B CÍ Ã LA VAL AAL Bom ucesso unicipal CA ,00 LA-: B CÍ Ã LA VAL AAL Bom ucesso stadual CA ,00 AÊCA AC AÚ LA A CLAA CÃ 7 A 2013 A iretoria Colegiada da AÊCA AC AÚ LA - A, no uso de suas atribuições legais, e tendo em vista o disposto no inciso V do artigo 10 da Lei nº 9.961, de 28 de janeiro de 2000 em deliberação através da 372ª eunião de iretoria Colegiada - C rdinária, realizada em 9 de abril de 2013, indeferiu à unanimidade os recursos administrativos interpostos nos processos de julgamento de omissão de conhecimento de L, com o conseqüente arquivamento dos seguintes processos administrativos: rocesso A n.º ome da peradora eliberação / L C AÊCA AC AÚ elo arquivamento do processo por perda do objeto em função de não mais subsistir vínculo entre a operadora e o beneficiário. L A. s autos do processo em epígrafe encontram-se à disposição dos interessados na sede da A. CÃ 8 A 2013 AÉ L AAÚJ L iretor - residente A iretoria Colegiada da AÊCA AC AÚ LA - A, no uso de suas atribuições legais, e tendo em vista o disposto no inciso V do artigo 10 da Lei nº 9.961, de 28 de janeiro de 2000 em deliberação através da 372ª eunião de iretoria Colegiada - C rdinária, realizada em 9 de abril de 2013, aprovou o voto relator nos seguintes processos administrativos: rocesso A n.º ome da peradora elator ipo de nfração / ACAÇÃ CA B AA - elo conhecimento e não provimento, mantendo a decisão de primeira instância que determinou a cobrança de débito de crédito tributário AVC decorrente do lançamento da axa de aúde uplementar por plano de Assistência à aúde () / ACAÇÃ CA B AA - elo conhecimento e não provimento, mantendo a decisão de primeira instância que determinou a cobrança de débito de crédito tributário AVC decorrente do lançamento da axa de aúde uplementar por plano de Assistência à aúde () / ACAÇÃ CA B AA - elo conhecimento e não provimento, mantendo a decisão de primeira instância que determinou a cobrança de débito de crédito tributário AVC decorrente do lançamento da axa de aúde uplementar por plano de Assistência à aúde () / LLA CAVA ABALH ÉC elo conhecimento e não provimento, mantendo a decisão de primeira instância que determinou a cobrança de débito de crédito tributário L A. decorrente do lançamento da axa de aúde uplementar por plano de Assistência à aúde () / LLA CAVA ABALH ÉC elo conhecimento e não provimento, mantendo a decisão de primeira instância que determinou a cobrança de débito de crédito tributário L A. decorrente do lançamento da axa de aúde uplementar por plano de Assistência à aúde () / LLA CAVA ABALH ÉC elo conhecimento e não provimento, mantendo a decisão de primeira instância que determinou a cobrança de débito de crédito tributário L A. decorrente do lançamento da axa de aúde uplementar por plano de Assistência à aúde () / JZ A CAVA ABALH É- elo conhecimento e não provimento, mantendo a decisão de primeira instância que determinou a cobrança de débito de crédito tributário C decorrente do lançamento da axa de aúde uplementar por plano de Assistência à aúde () / C - LA LÓC LA. elo conhecimento e não provimento, mantendo a decisão de primeira instância que determinou a cobrança de débito de crédito tributário decorrente do lançamento da axa de aúde uplementar por plano de Assistência à aúde () / C CAVA ABALH É- elo conhecimento e não provimento, mantendo a decisão de primeira instância que determinou a cobrança de débito de crédito tributário C LA. decorrente do lançamento da axa de aúde uplementar por plano de Assistência à aúde (). s autos do processo em epígrafe encontram-se à disposição dos interessados na sede da A. A CALZAÇÃ ÚCL A BAHA CÕ 10 A 2013 AÉ L AAÚJ L iretor - residente Chefe do ÚCL A A BAHA, no uso das atribuições que lhe foram delegadas através da ortaria nº 129, de 30/10/2012, publicada no de 08/11/2012, seção 1, fl. 41, pelo iretor de scalização da Agência acional de aúde uplementar - A, e tendo em vista o disposto no inciso V do artigo -A da 219/2010, e no parágrafo único do art. 22, no art.15, inc. V c/c art. 25, todos da nº 48, de 19/09/2003, alterada pela nº 155, de 5/6/2007, vem por meio deste dar ciência às peradoras, relacionadas no anexo, da decisão proferida em processos administrativos. úmero do rocesso na A ome da peradora º do egistro rovisório A úmero do CJ ipo de nfração (artigos infringidos pela peradora) Valor da ulta ($) / A - AAA VÇ É / Art.12, da Lei ,00 C LA - - LQAÇÃ XAJ- CAL / CAXA AÊCA CÁ / Art.17, 1º da Lei Anular o A nº por inexistência de infração BAC BAL / A - AAA VÇ É / infração ao artigo 35C da Lei 9656/98 Anular o A de infração nº C LA - - LQAÇÃ XAJ- CAL XLA AA A A AC CÕ 13 A 2013 Chefe do ÚCL A A BAHA, no uso das atribuições que lhe foram delegadas através da ortaria nº 129, de 30/10/2012, publicada no de 08/11/2012, seção 1, fl. 41, pelo iretor de scalização da Agência acional de aúde uplementar - A, e tendo em vista o disposto no inciso V do artigo -A da 219/2010, e no parágrafo único do art. 22, no art.15, inc. V c/c art. 25, todos da nº 48, de 19/09/2003, alterada pela nº 155, de 5/6/2007, vem por meio deste dar ciência às peradoras, relacionadas no anexo, da decisão proferida em processos administrativos. úmero do rocesso na A ome da peradora º do egistro rovisório úmero do CJ ipo de nfração (artigos infringidos pela peradora) Valor da ulta ($) A / AL AÚ LA / eix. de cumprir as obrigações prevs. nos contratos celebrados a (V QA L A) qualquer tempo. (Art.25 da Lei 9.656) / ALA BACC LA / nfração ao artigo 8º da Lei 9656/98, c/ artigo 2º da 85/04 anular o auto nº por inexistência de infração / A - AAA VÇ É / Art.35-C da Lei c/c 2º, do Art.3º da C 13 anular o auto nº por impossibilidade de C LA - - LQAÇÃ XA- JCAL comprovação ÚCL A A CÕ 16 A 2013 É B BA (A) Chefe do CL A A A A, no uso das atribuições que lhe foram delegadas através da ortaria nº 132, de 30/10/2012, publicada no de 08/11/2012, seção 1, fl. 41, pelo iretor de iscalização da Agência acional de aúde uplementar - A, e tendo em vista o disposto no inciso V do artigo -A da 219/2010, e no parágrafo único do art. 22, no art.15, inc. V c/c art. 25, todos da nº 48, de 19/09/2003, alterada pela nº 155, de 5/6/2007, vem por meio deste dar ciência às peradoras, relacionadas no anexo, da decisão proferida em processos administrativos. ste documento pode ser verificado no endereço eletrônico pelo código ocumento assinado digitalmente conforme n o -

142 º 94, sexta-feira, 17 de maio de 2013 úmero do rocesso na A ome da peradora úmero do egistro rovisório A / LA - lano de aúde Ltda úmero do CJ ipo de nfração (artigos infringidos pela peradora) Valor da ulta ($) / eixar garantir, a benef..., cobertura para o proced. omografia computadorizada dos seios da face, solicitado em , sob o argumento de doença preexistente, sem julgamento da A. (art.11, único c/c art.12,,b, da Lei 9656/98). ÚCL AÁ CÕ 13 A 2013 C A ALL ,00 (oitenta mil reais) Chefe do úcleo ará - CL A A AA, no uso das atribuições que lhe foram delegadas através da ortaria nº 134, de 30/10/2012, publicada no de 08/11/2012, seção 1, fl. 41, pelo iretor de iscalização da Agência acional de aúde uplementar - A, e tendo em vista o disposto no inciso V do artigo -A da 219/2010, e no parágrafo único do art. 22, no art.15, inc. V c/c art. 25, todos da nº 48, de 19/09/2003, alterada pela nº 155, de 5/6/2007, vem por meio deste dar ciência às peradoras, relacionadas no anexo, da decisão proferida em processos administrativos. úmero do rocesso na A ome da peradora úmero do egistro rovisório úmero do CJ ipo de nfração (artigos infringidos pela peradora) Valor da ulta ($) A / HAVA ACA CA / estringir,desde outubro/2011, a participação do r...l. em plano privado de assistência à saúde.nfr. artigo 14 da Lei (CQ- L A 9656/98, com penalidade prevista no artigo 62 da 124/06. A L A) / BLÉ CA / )Aplicar em 10/11, reaj. por mudança de faixa etária, quando o benef.... completou 60 anos, em desacordo com a (VA VA ABALH ÉC legislação da A, pois não há clareza quanto ao percentual a ser aplicado" e 2) por infr. ao art. 19, 3º da Lei nº 9.656/98, CC L com penalidade prev. no art. 20 da nº 124/06, em decorrência da cond. de "comercializar, em 10/10/02, o prod. c/ registro A) na A sob o nº de forma diversa do registrado, ao comercializar diferentes planos em um mesmo contrato. nfr. artigo 15 da Lei 9656/98, com penalidade prev. no art. 57 da nº 124/06, ÚCL ABC CÕ 2 A 2013 A XAV A Chefe do úcleo da A ABC, no uso das atribuições que lhe foram delegadas através da ortaria nº 135, de 30/10/2012, publicada no de 08/11/2012, seção 1, fl 42, pelo iretor de iscalização da Agência acional de aúde uplementar - A, e tendo em vista o disposto no inciso V do artigo -A da 219/2010, e no parágrafo único do art. 22, no art.15, inc. V c/c art. 25, todos da nº 48, de 19/09/2003, alterada pela nº 155, de 5/6/2007, vem por meio deste dar ciência às peradoras, relacionadas no anexo, da decisão proferida em processos administrativos. úmero do rocesso na A ome da peradora º do egistro rovisório A úmero do CJ ipo de nfração (artigos infringidos pela peradora) Valor da ulta ($) AL A LA / eix. de gar. as coberturas obrigatórias previstas no art. 12 da Lei 9656/98 e sua regulamentação (QAA / p/ os planos privados de assist. à saúde, incluindo a inscrição de filhos naturais e L A) adotivos prevista nos seus incisos e V. (Art.12, da Lei 9.656) CAXA AÊCA / eix. de gar. as coberturas obrigatórias previstas no art. 12 da Lei 9656/98 e sua regulamentação (A L A) / CÁ p/ os planos privados de assist. à saúde, incluindo a inscrição de filhos naturais e BAC BAL adotivos prevista nos seus incisos e V. (Art.12, da Lei 9.656) XCL /A / eix. de gar. as coberts. obrigatórias previstas no art. 12 da Lei 9656/98 e sua regulamentação (QAA / p/ os planos privados de assist. à saúde, incluindo a inscrição de filhos naturais e adotivos L, Z A) prevista nos seus incisos e V. (Art.12, da Lei 9.656) CÕ 7 A 2013 CYHA BLÃ ZA A CA A Chefe do úcleo da A ABC, no uso das atribuições que lhe foram delegadas através da ortaria nº 135, de 30/10/2012, publicada no de 08/11/2012, seção 1, fl 42, pelo iretor de iscalização da Agência acional de aúde uplementar - A, e tendo em vista o disposto no inciso V do artigo -A da 219/2010, e no parágrafo único do art. 22, no art.15, inc. V c/c art. 25, todos da nº 48, de 19/09/2003, alterada pela nº 155, de 5/6/2007, vem por meio deste dar ciência às peradoras, relacionadas no anexo, da decisão proferida em processos administrativos. A úmero do rocesso na ome da peradora º do egistro rovisório A úmero do CJ ipo de nfração (artigos infringidos pela peradora) Valor da ulta ($) / AÇÃ ACAL V / Comercializar, ofertar ou propor planos privados de assist. à saúde de forma (VA CA - ACA direta ou por pessoa interposta sem o prévio registro na A. (Art.9º, da Lei L A) 9.656) CYHA BLÃ ZA A CA CCALZAÇÃ BA C CÕ 13 A 2013 A Chefe do úcleo da A ABC, no uso das atribuições que lhe foram delegadas através da ortaria nº 135, de 30/10/2012, publicada no de 08/11/2012, seção 1, fl 42, pelo iretor de iscalização da Agência acional de aúde uplementar - A, e tendo em vista o disposto no inciso V do artigo -A da 219/2010, e no parágrafo único do art. 22, no art.15, inc. V c/c art. 25, todos da nº 48, de 19/09/2003, alterada pela nº 155, de 5/6/2007, vem por meio deste dar ciência às peradoras, relacionadas no anexo, da decisão proferida em processos administrativos. úmero do rocesso na A ome da peradora º do egistro rovisório A úmero do CJ ipo de nfração (artigos infringidos pela peradora) Valor da ulta ($) / AAA CA / eix. de gar. as coberturas obrigatórias previstas no art. 12 da Lei 9656/98 e sua (A VA ABALH C LA regulamentação p/ os planos privados de assist. à saúde, incluindo a inscrição de filhos L A) naturais e adotivos prev. nos seus incisos e V. (Art.12, da Lei 9.656) ÚCL BÃ CÕ 14 A 2013 CYHA BLÃ ZA A CA Chefe de úcleo - CL A A BA, no uso das atribuições que lhe foram delegadas através da ortaria nº 138, de 30/10/2012, publicada no de 08/11/2012, seção 1, fl. 42, pelo iretor de iscalização da Agência acional de aúde uplementar - A, e tendo em vista o disposto no inciso V do artigo -A da 219/2010, e no parágrafo único do art. 22, no art.15, inc. V c/c art. 25, todos da nº 48, de 19/09/2003, alterada pela nº 155, de 5/6/2007, vem por meio deste dar ciência às peradoras, relacionadas no anexo, da decisão proferida em processos administrativos. úmero do rocesso na A ome da peradora º do egistro rovisório A úmero do CJ ipo de nfração (artigos infringidos pela peradora) Valor da ulta ($) / AÇÃ WALA / eixar de cumprir as obrigações previstas nos contratos celebrados a qualquer tempo. (Art.25 da Lei 9.656) auto nº e o arquivamento do nexistência de nfração. ecidido a anulação do BALY A sancionador CÕ 15 A 2013 LZ AL A () Chefe de úcleo - CL A A BA, no uso das atribuições que lhe foram delegadas através da ortaria nº 138, de 30/10/2012, publicada no de 08/11/2012, seção 1, fl. 42, pelo iretor de iscalização da Agência acional de aúde uplementar - A, e tendo em vista o disposto no inciso V do artigo -A da 219/2010, e no parágrafo único do art. 22, no art.15, inc. V c/c art. 25, todos da nº 48, de 19/09/2003, alterada pela nº 155, de 5/6/2007, vem por meio deste dar ciência às peradoras, relacionadas no anexo, da decisão proferida em processos administrativos. úmero do rocesso na A ome da peradora º do egistro rovisório úmero do CJ ipo de nfração (artigos infringidos pela peradora) Valor da ulta ($) A / AÇÃ ACAL / eixar de comunicar à A o credenciamento de hospitais para atendimento de ,00 (V L A) e Advertência V É A A- planos não regulamentados. (Artart. 20 da Lei 9.656/98 e outro) ZA / L ACA CAHA - AÚ / eixar de cumprir as obrigações previstas nos contratos celebrados a qualquer tempo. (Art.25 da Lei 9.656) nexistência de nfração. ecididos a anulação do A nº e o arquivamento do sancionador. ste documento pode ser verificado no endereço eletrônico pelo código ocumento assinado digitalmente conforme n o -

143 º 94, sexta-feira, 17 de maio de / BLA LA AÚ L- A / Ã LÇ CA- VA ABALH ÉC / AÚ /A / eduzir a capacidade da rede hospitalar própria ou credenciada sem prévia ,74 (etenta e quatro mil, duzentos e cinqüenta e quatro reais e setenta e quatro centavos autorização da A, nos termos do disposto no parágrafo 4o e incisos, do art. 17 da Lei 9656, de (Art.17, 4º da Lei 9.656) / eix. de gar. cob. integral, aos procedimentos realizados pela benef..., ao ,00 (A L A) cobrar co-participação em desacordo com a regulamentação.(art. 12, inc., alín. "a" e "b", da Lei nº 9.656/98, c/c art. 2º, inc. V, da C nº 08/98) / perar os produtos registrados na A sob o número /01-5, Advertência /01-1, /01-3, /01-9, /01-1, /01-2 de forma diversa da registrada. (Art. 8º da Lei 9656/1998 c/c art. 13, inciso, item 6, da nº 85/2004 e outro) / eixar de cumprir as obrigações previstas nos contratos celebrados a qualquer ,00 (A L A) tempo. (Art.25 da Lei 9.656) / CLA C- AVA ABALH C / AC AÚ LA / uspender ou denunciar de maneira unilateral os contratos com os consumidores, em desrespeito ao disposto nos incs. e do único do art. 13 da Lei 9656/98 (Art.13, parág. único, da Lei nº 9.656) / Ó-AÚ LA AÚ L- A. - LQAÇÃ XAJ- CAL / eduzir a capacidade da rede hospitalar própria ou credenciada sem prévia autorização da A, nos termos do disposto no parágrafo 4o e incisos, do art. 17 da Lei 9656, de (Art.17, 4º da Lei 9.656) CÕ 16 A 2013 $ ,00 (oitenta e oito mil reais) ,00 (Z L A) LZ AL A Chefe de úcleo - CL A A BA, no uso das atribuições que lhe foram delegadas através da ortaria nº 138, de 30/10/2012, publicada no de 08/11/2012, seção 1, fl. 42, pelo iretor de iscalização da Agência acional de aúde uplementar - A, e tendo em vista o disposto no inciso V do artigo -A da 219/2010, e no parágrafo único do art. 22, no art.15, inc. V c/c art. 25, todos da nº 48, de 19/09/2003, alterada pela nº 155, de 5/6/2007, vem por meio deste dar ciência às peradoras, relacionadas no anexo, da decisão proferida em processos administrativos. úmero do rocesso na A ome da peradora º do egistro rovisório A úmero do CJ ipo de nfração (artigos infringidos pela peradora) Valor da ulta ($) / AL AÚ LA / Aplicar percent. de reajustes diferen. entre os ben. ao plano "A", no contrato firmado ,00 (QAA CC pela C. de.. Ltda, em 04/2010, em desacordo com a legislação específica em vigor L, C A A) (Art. 4º, inc., X e XV da Lei n.º 9.961/00, c/c art. 20 da 195/2009) ÚCL A L CÕ 4 ABL 2013 LZ AL A () Chefe do úcleo da A io rande do ul, no uso das atribuições que lhe foram delegadas através da ortaria nº 139, de 30/10/2012, publicada no de 08/11/2012, seção 1, fl 42, pelo iretor de iscalização da Agência acional de aúde uplementar - Ae tendo em vista o disposto no inciso V do artigo -A da 219/2010, e no parágrafo único do art. 22, no art.15, inc. V c/c art. 25, todos da nº 48, de 19/09/2003, alterada pela nº 155, de 5/6/2007, vem por meio deste dar ciência às peradoras, relacionadas no anexo, da decisão proferida em processos administrativos.. úmero do rocesso na A ome da peradora º do egistro rovisório A úmero do CJ ipo de nfração (artigos infringidos pela peradora) Valor da ulta ($) / CAVA ABALH / eix. de cumprir as normas relativas às garantias dos direitos dos consumidores nos (A L C JA termos dos arts. 30 e 31 da Lei 9656/98. (Art.30, 1º da Lei c/c C A) 20) / CAVA ABALH / eix. de cumprir as normas relativas às garantias dos direitos dos consumidores nos (A L C JA termos dos arts. 30 e 31 da Lei 9656/98. (Art.30, 1º da Lei c/c C A) 20) CÕ 9 A 2013 AÉ L A A Chefe ubstituto do úcleo da A io rande do ul, no uso das atribuições que lhe foram delegadas através da ortaria nº 139, de 30/10/2012, publicada no de 08/11/2012, seção 1, fl 42, pelo iretor de iscalização da Agência acional de aúde uplementar - Ae tendo em vista o disposto no inciso V do artigo -A da 219/2010, e no parágrafo único do art. 22, no art.15, inc. V c/c art. 25, todos da nº 48, de 19/09/2003, alterada pela nº 155, de 5/6/2007, vem por meio deste dar ciência às peradoras, relacionadas no anexo, da decisão proferida em processos administrativos.. úmero do rocesso na A ome da peradora º do egistro rovisório A úmero do CJ ipo de nfração (artigos infringidos pela peradora) Valor da ulta ($) / A CV / uspender ou denunciar de maneira unilateral os contratos com os consumidores, ( LHÕ, QA- A LA. em desrespeito ao disposto nos incisos e do único do art. 13 da Lei 9656/98. C L A) (Art.13, parágrafo único, da Lei 9.656) LH AZABJA CA ubstituto Chefe do úcleo da A io rande do ul, no uso das atribuições que lhe foram delegadas através da ortaria nº 139, de 30/10/2012, publicada no de 08/11/2012, seção 1, fl 42, pelo iretor de iscalização da Agência acional de aúde uplementar - Ae tendo em vista o disposto no inciso V do artigo -A da 219/2010, e no parágrafo único do art. 22, no art.15, inc. V c/c art. 25, todos da nº 48, de 19/09/2003, alterada pela nº 155, de 5/6/2007, vem por meio deste dar ciência às peradoras, relacionadas no anexo, da decisão proferida em processos administrativos.. úmero do rocesso na A ome da peradora º do egistro rovisório úmero do CJ ipo de nfração (artigos infringidos pela peradora) Valor da ulta ($) A / CAXA AÊCA / eixar de cumprir as obrigações previstas nos contratos celebrados a qualquer tempo. (Art.25 da (A L CÁ BAC BAL Lei 9.656) A) / LA - CA C / eix. de gar. as coberts. obrigats. prevs. no art. 12 da Lei 9656/98 e sua regulamentação p/ os (Z L AVA ABALH ÉC L A planos privados de assist. à saúde, incluindo a inscr. de filhos naturais e adotivos prev. nos seus A) incs. e V. (Art.1º, 1º, d c/c Art.12 da Lei c/c Art.2º, V da C 8) XLA AA A A AC CÕ 10 A 2013 AÉ L A A Chefe do úcleo da A io rande do ul, no uso das atribuições que lhe foram delegadas através da ortaria nº 139, de 30/10/2012, publicada no de 08/11/2012, seção 1, fl 42, pelo iretor de iscalização da Agência acional de aúde uplementar - Ae tendo em vista o disposto no inciso V do artigo -A da 219/2010, e no parágrafo único do art. 22, no art.15, inc. V c/c art. 25, todos da nº 48, de 19/09/2003, alterada pela nº 155, de 5/6/2007, vem por meio deste dar ciência às peradoras, relacionadas no anexo, da decisão proferida em processos administrativos.. úmero do rocesso na A ome da peradora º do egistro rovisório A úmero do CJ ipo de nfração (artigos infringidos pela peradora) Valor da ulta ($) / AL CA C / roceder a alterações contratuais de planos de assist. à saúde em desacordo com (QAA L. AB.ÉC LA a legislação vigente. (Art.35, 1º da Lei c/c Art.3º, 2º da C 04) A) / AL CA C / eix. de cumprir as obrigações previstas nos contratos celebrados a qualquer (A L. AB.ÉC LA tempo. (Art.25 da Lei 9.656) A) CÕ 13 A 2013 AÉ L A A Chefe do úcleo da A io rande do ul, no uso das atribuições que lhe foram delegadas através da ortaria nº 139, de 30/10/2012, publicada no de 08/11/2012, seção 1, fl 42, pelo iretor de iscalização da Agência acional de aúde uplementar - Ae tendo em vista o disposto no inciso V do artigo -A da 219/2010, e no parágrafo único do art. 22, no art.15, inc. V c/c art. 25, todos da nº 48, de 19/09/2003, alterada pela nº 155, de 5/6/2007, vem por meio deste dar ciência às peradoras, relacionadas no anexo, da decisão proferida em processos administrativos.. úmero do rocesso na A ome da peradora º do egistro rovisório A úmero do CJ ipo de nfração (artigos infringidos pela peradora) Valor da ulta ($) / AL / eixar de garantir as coberturas obrigatórias previstas no art. 12 da Lei 9656/98 e sua Anulação do Auto de nfração CA C. AB.É- nº Arquivamen- regulamentação para os planos privados de assistência à saúde, incluindo a inscrição de filhos C LA naturais e adotivos prevista nos seus incisos e V. (Art.12, da Lei 9.656) to. AÉ L A A ste documento pode ser verificado no endereço eletrônico pelo código ocumento assinado digitalmente conforme n o -

144 º 94, sexta-feira, 17 de maio de 2013 CÕ 14 A 2013 Chefe do úcleo da A io rande do ul, no uso das atribuições que lhe foram delegadas através da ortaria nº 139, de 30/10/2012, publicada no de 08/11/2012, seção 1, fl 42, pelo iretor de iscalização da Agência acional de aúde uplementar - Ae tendo em vista o disposto no inciso V do artigo -A da 219/2010, e no parágrafo único do art. 22, no art.15, inc. V c/c art. 25, todos da nº 48, de 19/09/2003, alterada pela nº 155, de 5/6/2007, vem por meio deste dar ciência às peradoras, relacionadas no anexo, da decisão proferida em processos administrativos.. úmero do rocesso na A ome da peradora º do egistro rovisório A úmero do CJ ipo de nfração (artigos infringidos pela peradora) Valor da ulta ($) / AL C / eix. de gar. as coberturas obrigatórias previstas no art. 12 da Lei 9656/98 e sua regulamentação (A L A C. AB.ÉC p/ os planos privados de assist. à saúde, incluindo a inscrição de filhos A) L A naturais e adotivos prev. nos seus incisos e V. (Art.12, da Lei 9.656) CÕ 15 A 2013 AÉ L A A Chefe do úcleo da A io rande do ul, no uso das atribuições que lhe foram delegadas através da ortaria nº 139, de 30/10/2012, publicada no de 08/11/2012, seção 1, fl 42, pelo iretor de iscalização da Agência acional de aúde uplementar - Ae tendo em vista o disposto no inciso V do artigo -A da 219/2010, e no parágrafo único do art. 22, no art.15, inc. V c/c art. 25, todos da nº 48, de 19/09/2003, alterada pela nº 155, de 5/6/2007, vem por meio deste dar ciência às peradoras, relacionadas no anexo, da decisão proferida em processos administrativos.. úmero do rocesso na A ome da peradora º do egistro rovisório A úmero do CJ ipo de nfração (artigos infringidos pela peradora) Valor da ulta ($) / L C ACA A- C AÚ LA / xigir ou aplicar reajs. ao consumidor, acima do contratado ou do percentual autorizado pela A. (Art.25 da Lei c/c Art.4º, XV da Lei c/c Art.3º da 099) (QAA CC L A) CCALZAÇÃ BA C CÕ 19 AÇ 2013 AÉ L A A Chefe do úcleo da A io rande do ul, no uso das atribuições que lhe foram delegadas através da ortaria nº 139, de 30/10/2012, publicada no de 08/11/2012, seção 1, fl 42, pelo iretor de iscalização da Agência acional de aúde uplementar - Ae tendo em vista o disposto no inciso V do artigo -A da 219/2010, e no parágrafo único do art. 22, no art.15, inc. V c/c art. 25, todos da nº 48, de 19/09/2003, alterada pela nº 155, de 5/6/2007, vem por meio deste dar ciência às peradoras, relacionadas no anexo, da decisão proferida em processos administrativos.. úmero do rocesso na A ome da peradora º do egistro rovisório A úmero do CJ ipo de nfração (artigos infringidos pela peradora) Valor da ulta ($) / L C ACA A / eixar de cumprir as obrigações previstas nos contratos (QAA CC L, C C AÚ LA celebrados a qualquer tempo. (Art.25 da Lei 9.656) A CC A) ÊCA-AL CALZAÇÃ ÊCA AÇÕ CALZAÇÃ LAÓA CÕ 15 A 2013 AÉ L A A A erente de perações de iscalização egulatória, no uso das atribuições delegadas pela ortaria da iretoria de iscalização nº 122, de 02/05/2012, publicada no de 03/05/2012, seção 2, fl 85 c/c ortaria da A nº de 15/05/2012, e tendo em vista o disposto nos artigos 53, V, 54 e 85, c/c 3º, da esolução ormativa nº 197/2009, alterada pela nº 293, de 11/4/2012 e no artigo 13 da esolução ormativa nº 48/2003 e alterações, dá ciência e intima das decisões proferidas em processos administrativos referentes às operadoras de planos de saúde, relacionadas a seguir, que se encontram em local incerto e não sabido: às operadoras de planos de saúde, relacionadas a seguir, das decisões proferidas em processos administrativos: úmero do rocesso na A ome da peradora úmero do egistro úmero do CJ ipo de nfração (artigos infringidos pela peradora) Valor da ulta ($) rovisório A / AA CAA CAA A / roc adm sancionador. epresentação. Cancelamento da autorização de A Q VA A BA funcionamento ou do registro provisório da. endência de decisão de primeira instância. ela anulação do A e pelo arquivamento dos autos com fundamento no art. 26-, 3º, da nº 85/2004, introduzido pela nº 315/ / C- CAVA / roc adm sancionador. epresentação. Cancelamento da autorização de A Q VA LA ABC. funcionamento ou do registro provisório da. endência de decisão de primeira instância. ela anulação do A e pelo arquivamento dos autos com fundamento no art. 26-, 3º, da nº 85/2004, introduzido pela nº 315/ / C CV LC / roc adm sancionador. epresentação. Cancelamento da autorização de A Q VA A. AAL /C LA funcionamento ou do registro provisório da. endência de decisão de primeira instância. ela anulação do A e pelo arquivamento dos autos com fundamento no art. 26-, 3º, da nº 85/2004, introduzido pela nº 315/ / LA ACA A / roc adm sancionador. epresentação. Cancelamento da autorização de A Q VA VA LA. funcionamento ou do registro provisório da. endência de decisão de primeira instância. ela anulação do A e pelo arquivamento dos autos com fundamento no art. 26-, 3º, da nº 85/2004, introduzido pela nº 315/ / AA CAA CA / roc adm sancionador. epresentação. Cancelamento da autorização de A Q VA L A funcionamento ou do registro provisório da. endência de decisão de primeira instância. ela anulação do A e pelo arquivamento dos autos com fundamento no art. 26-, 3º, da nº 85/2004, introduzido pela nº 315/ / CLC CLCA A / roc adm sancionador. epresentação. Cancelamento da autorização de A Q VA CA LCA LA funcionamento ou do registro provisório da. endência de decisão de primeira instância. ela anulação do A e pelo arquivamento dos autos com fundamento no art. 26-, 3º, da nº 85/2004, introduzido pela nº 315/ / VÇ CAL A A / roc adm sancionador. epresentação. Cancelamento da autorização de A Q VA / funcionamento ou do registro provisório da. endência de decisão de primeira instância. ela anulação do A e pelo arquivamento dos autos com fundamento no art. 26-, 3º, da nº 85/2004, introduzido pela nº 315/ / LA AL LA / roc adm sancionador. epresentação. Cancelamento da autorização de A Q VA funcionamento ou do registro provisório da. endência de decisão de primeira instância. ela anulação do A e pelo arquivamento dos autos com fundamento no art. 26-, 3º, da nº 85/2004, introduzido pela nº 315/ / AA A AA CAA CA ABA / L AÉ A AÊ- CA AÚ LA / ACAÇÃ BC A A CCACH- A / roc adm sancionador. epresentação. Cancelamento da autorização de funcionamento ou do registro provisório da. endência de decisão de primeira instância. ela anulação do A e pelo arquivamento dos autos com fundamento no art. 26-, 3º, da nº 85/2004, introduzido pela nº 315/ / roc adm sancionador. epresentação. Cancelamento da autorização de funcionamento ou do registro provisório da. endência de decisão de primeira instância. ela anulação do A e pelo arquivamento dos autos com fundamento no art. 26-, 3º, da nº 85/2004, introduzido pela nº 315/ / roc adm sancionador. epresentação. Cancelamento da autorização de funcionamento ou do registro provisório da. endência de decisão de primeira instância. ela anulação do A e pelo arquivamento dos autos com fundamento no art. 26-, 3º, da nº 85/2004, introduzido pela nº 315/2012. A Q VA A Q VA A Q VA AL CA ste documento pode ser verificado no endereço eletrônico pelo código ocumento assinado digitalmente conforme n o -

145 º 94, sexta-feira, 17 de maio de AÊCA AC VLÂCA AÁA A CLAA LÇÃ-C o - 27, 15 A 2013 nstitui o protocolo eletrônico para emissão de Certificado de roduto (Certificado de Cadastro ou egistro de roduto para a aúde) e Certidão para overno strangeiro (Certidão de Cadastro ou egistro para xportação de roduto para a aúde). A iretoria Colegiada da Agência acional de Vigilância anitária, no uso das atribuições que lhe conferem os incisos e V, do art. 15 da Lei n.º 9.782, de 26 de janeiro de 1999, o inciso, e 1 e 3 do art. 54 do egimento nterno aprovado nos termos do Anexo da ortaria nº 354 da AVA, de 11 de agosto de 2006, republicada no de 21 de agosto de 2006, e suas atualizações, tendo em vista o disposto nos incisos, do art. 2º, e V, do art. 7º da Lei n.º 9.782, de 1999, e o rograma de elhoria do rocesso de egulamentação da Agência, instituído por meio da ortaria nº 422, de 16 de abril de 2008, em reunião realizada em 16 de abril de 2013, adota a seguinte esolução da iretoria Colegiada e eu, iretor-residente ubstituto, determino a sua publicação: CAÍL A ÇÕ CA eção bjeto Art. 1º sta esolução institui o protocolo eletrônico para emissão de Certificado de roduto (Certificado de Cadastro ou egistro de roduto para a aúde) e Certidão para overno strangeiro (Certidão de Cadastro ou egistro para xportação de roduto para aúde), conforme modelos constantes dos Anexos e. eção efinições Art. 2º ara efeito desta esolução consideram-se as seguintes definições: - certidão para governo estrangeiro: documento declaratório emitido pela AVA, com finalidade exclusiva de exportação, contendo informações sobre determinado produto para a saúde cadastrado ou registrado no Brasil; - certificado de produto: documento declaratório emitido pela AVA contendo informações sobre determinado produto para a saúde cadastrado ou registrado no Brasil; - nome comercial: designação do produto, para distingui-lo de outros, ainda que do mesmo fabricante ou da mesma espécie, qualidade ou natureza; V - peticionamento eletrônico: pedido realizado em ambiente virtual, por meio do formulário de petição, identificado por um número de transação, cujo assunto é objeto de controle e fiscalização da AVA; V - petição eletrônica: petição selecionada durante o peticionamento eletrônico, realizada em ambiente exclusivamente virtual, sem necessidade de envio à Agência dos documentos em papel, cujos dados são diretamente enviados ao sistema de informações da AVA; e V - protocolo eletrônico: recebimento da petição pela AVA em ambiente exclusivamente virtual, sem necessidade de envio da documentação em papel à AVA. CAÍL ÇÕ A Art. 3º s documentos de que trata esta esolução serão válidos até a data de vencimento do cadastro ou registro do produto, exceto quando, houver a cassação do cadastro ou registro sanitário, hipótese em que este Certificado ou Certidão também serão invalidados. Art. 4º A emissão de Certificado de roduto ou Certidão para overno strangeiro, configura ato administrativo declaratório. Art.5º Verificadas inconsistências nas informações referentes ao produto para a saúde objeto do Certificado ou Certidão, a empresa deve notificar a AVA, no link do próprio protocolo eletrônico para emissão de Certificado de roduto (Certificado de Cadastro ou egistro de roduto para a aúde) e Certidão para overno strangeiro (Certidão de Cadastro ou egistro para xportação de roduto para aúde). arágrafo único. Após a anuência da notificação ou da petição de alteração ou retificação na base de dados, a empresa poderá proceder a novo peticionamento de Certificado de roduto ou Certidão para overno strangeiro. Art. 6º É vedada qualquer modificação nos documentos emitidos. 1º A existência de rasuras ou emendas tornará o documento emitido inválido. 2º Qualquer alteração ou inclusão pós-registro ou pós-cadastro deferida que altere as informações do documento emitido, torná-lo-á inválido. CAÍL A Ã C Art. 7º A emissão de Certificado de roduto e Certidão para overno strangeiro, conforme os modelos dos Anexos e, dar-se-á através de protocolo eletrônico. 1º ara requerer o Certificado de roduto ou Certidão para overno strangeiro, a empresa detentora do cadastro ou registro do produto deverá acessar, no sítio eletrônico da AVA, o peticionamento eletrônico e selecionar a modalidade de petição eletrônica, não havendo necessidade de envio da documentação em papel. 2º documento solicitado será emitido por número de cadastro ou registro. 3º documento estará disponível para impressão pelo próprio requerente no sítio eletrônico da AVA. 4º documento emitido eletronicamente, via internet, possuirá informação relativa à data e hora de sua emissão e ao respectivo código de controle alfanumérico (hash code). 5º documento deve ser validado pela empresa através do sítio eletrônico da AVA, informando o número do certificado ou certidão gerado no peticionamento eletrônico. 6º A emissão da Certidão para overno strangeiro, constante do Anexo, é isenta de pagamento de taxa de fiscalização de vigilância sanitária. 7º A emissão do Certificado de roduto, constante do Anexo, está sujeita ao recolhimento de taxa de fiscalização de vigilância sanitária, em conformidade com o item 14 do Anexo da Lei nº 9.782, de 26 de janeiro de CAÍL V A ÇÕ A Art. 8º Aos Certificados de rodutos ou Certidões para overno strangeiro emitidos antes da vigência desta esolução aplica-se o disposto nos artigos 3º e 6º. Art. 9º sta esolução entra em vigor trinta dias após a data de sua publicação. XLA AA A A AC C BÁ AAC BABA ste documento pode ser verificado no endereço eletrônico pelo código ocumento assinado digitalmente conforme n o -

146 A CLAA LÇà - o , 16 A 2013 iretor da iretoria Colegiada da Agência acional de Vigilância anitária, no uso das atribuições que lhe conferem o ecreto de recondução de 26 de agosto de 2010, do residente da epública, publicado no de 27 de agosto de 2010, o inciso V do art. 15, e o inciso e o 1º do art. 55 do egimento nterno aprovado nos termos do Anexo da ortaria n.º 354 da AVA, de 11 de agosto de 2006, republicada no de 21 de agosto de 2006, e a ortaria nº 498, de 29 de março de considerando o art. 23 e parágrafos da Lei nº 6.437, de 20 de agosto de 1977; considerando, ainda, o Laudo de Análise iscal n.º /2012, emitido pelo undação zequiel ias, em 15 de março de 2013, o qual apresentou resultado insatisfatório nos ensaios de rotulagem, contagem de mesófilos e pesquisa de pseudomonas aeruginosa, LV : Art. 1º. eterminar, como medida de interesse sanitário, a interdição cautelar, em todo o território nacional, do lote 1202 do cosmético efrizzante - elante - Argan com Queratina, marca utrydrat, val. 10/2016, fabricado por Crhon do Brasil Cosméticos Ltda - CJ: / , localizada na Avenida ona aria de antana Borges, n 260, bairro linda, beraba -, por suspeita de desvio de qualidade. Art. 2º. sta esolução entra em vigor na data de sua publicação e vigorará pelo prazo de 90 (noventa) dias a contar de tal data. º 94, sexta-feira, 17 de maio de 2013 CCALZAÇà BA C JÉ A ÁLVA A LVA LÇà - o , 16 A 2013 iretor da iretoria Colegiada da Agência acional de Vigilância anitária, no uso das atribuições que lhe conferem o ecreto de recondução de 26 de agosto de 2010, do residente da epública, publicado no de 27 de agosto de 2010, o inciso V do art. 15, e o inciso e o 1º do art. 55 do egimento nterno aprovado nos termos do Anexo da ortaria n.º 354 da AVA, de 11 de agosto de 2006, republicada no de 21 de agosto de 2006, e a ortaria nº 498, de 29 de março de 2012; considerando o art. 7º, da Lei nº 6.360, de 23 de setembro de 1976; considerando a esolução-c nº 55/2005; considerando, ainda, os resultados dos laudos analíticos que expressaram resultados fora de especificação para o teste de aspecto e ph, resolve: Art. 1º eterminar, como medida de interesse sanitário, a suspensão, em todo o território nacional, da distribuição, comércio e uso do lote 12C96l (com validade 03/14) do medicamento AC- BLA 50mg/mL xarope, registro n , fabricado pela empresa rati onaduzzi & Cia Ltda, situada na ua itsugoro anaka, n Centro ndustrial ilton Arruda oledo -, tendo em vista os resultados das análises fiscais emitidos pelo Laboratório de aúde ública do stado de oiás ( /2012 e 7725.C/2012 ) com resultados insatisfatórios no ensaio de aspecto e ph. Art. 2º eterminar à empresa o recolhimento dos lotes acima citados, conforme esolução-c nº 55/2005. Art. 3º sta esolução entra em vigor na data de sua publicação. JÉ A ÁLVA A LVA LÇà - o , 16 A 2013 iretor da iretoria Colegiada da Agência acional de Vigilância anitária, no uso das atribuições que lhe conferem o ecreto de recondução de 26 de agosto de 2010, do residente da epública, publicado no de 27 de agosto de 2010, o inciso V do art. 15, e o inciso e o 1º do art. 55 do egimento nterno aprovado nos termos do Anexo da ortaria n.º 354 da AVA, de 11 de agosto de 2006, republicada no de 21 de agosto de 2006, e a ortaria nº 498, de 29 de março de 2012; considerando o art. 23 e parágrafos da Lei nº 6.437, de 20 de agosto de 1977; considerando, ainda, o Laudo de Análise iscal nº /2012, emitido pela undação zequiel ias -, com resultados insatisfatórios para os ensaios de Variação de eso e niformidade de Conteúdo de iazepam, LV : Art. 1º. eterminar, como medida de interesse sanitário, a interdição cautelar, em todo o território nacional, do lote do medicamento AZAX 10mg (AZA), C-, (Val. 07/2013), fabricado por à QÍCA AA- CÊCA AC LA - CJ / , localizada à ua Cel. Luiz enório de Brito, 90. mbu-uaçú/. Art. 2º. sta esolução entra em vigor na data de sua publicação e vigorará pelo prazo de 90 (noventa) dias a contar de tal data. JÉ A ÁLVA A LVA LÇà - o , 16 A 2013 iretor da iretoria Colegiada da Agência acional de Vigilância anitária, no uso das atribuições que lhe conferem o ecreto de recondução de 26 de agosto de 2010, do residente da epública, publicado no de 27 de agosto de 2010, o inciso V do art. 15, e o inciso e o 1º do art. 55 do egimento nterno aprovado nos termos do Anexo da ortaria n.º 354 da AVA, de ste documento pode ser verificado no endereço eletrônico pelo código de agosto de 2006, republicada no de 21 de agosto de 2006, e a ortaria nº 498, de 29 de março de 2012; considerando o art. 7º da Lei nº 6.360, de 23 de setembro de 1976; considerando, ainda, comunicado de recolhimento voluntário enviado pela empresa, devido resultado de ensaio de dissolução abaixo da especificação em teste de estabilidade de acompanhamento e em testes em amostras em retenção, LV : Art. 1º. ar publicidade ao recolhimento voluntário, realizado na forma da C nº 55/2005, dos lotes CK3506, ab. 04/2012, Val. 04/2014, CL4979, ab. 04/2012, Val. 03/2014 e C9069, ab. 06/2012, Val. 05/2014 do medicamento Lorsacor 50mg, fabricado pela empresa andoz do Brasil ndústria armacêutica Ltda, CJ / , localizada na odovia Celso arcia C, ( 445) - Km 87, Cambé - em virtude de resultado fora de especificação para o ensaio dissolução. Art. 2º. ica suspensa a distribuição, comércio e uso das unidades do produto citado no artigo 1º eventualmente encontradas no mercado. Art. 3º sta esolução entra em vigor na data de sua publicação. JÉ A ÁLVA A LVA LÇà - o , 16 A 2013 iretor da iretoria Colegiada da Agência acional de Vigilância anitária, no uso das atribuições que lhe conferem o ecreto de recondução de 26 de agosto de 2010, do residente da epública, publicado no de 27 de agosto de 2010, o inciso V do art. 15, e o inciso e o 1º do art. 55 do egimento nterno aprovado nos termos do Anexo da ortaria n.º 354 da AVA, de 11 de agosto de 2006, republicada no de 21 de agosto de 2006, e a ortaria nº 498, de 29 de março de 2012; considerando, os artigos 12 e 59 da Lei nº 6.360, de 23 de setembro de 1976; considerando, a inexistência de registro junto à esta A- VA dos produtos Harmony XL, ltra Accent XL, Accent 3, Accent Legato, ixel C2 mpact, Crio edux conforme emorando 016/2013-V/AVA, sendo os mesmos anunciados à venda pela nternet, LV : Art. 1º eterminar, como medida de interesse sanitário, a suspensão da importação, distribuição, comércio e uso, bem como a proibição da divulgação dos produtos Harmony XL, ltra Accent XL, Accent 3, Accent Legato, ixel C2 mpact, Crio edux, importados pela empresa LB Laser Brasil echnology Comércio, mportação e xportação Ltda. ( CJ / ), localizada na rua ácito de Almeida 181, acaembu, ão aulo/, por tratar-se de produtos para saúde sem registro concedido por esta Agência. Art. 2 eterminar o recolhimento de todos os produtos disponíveis no mercado relacionados no art. 2 dessa resolução. Art. 3º sta esolução entra em vigor na data de sua publicação. JÉ A ÁLVA A LVA ÊCA-AL, A, A C ALAA ACH -AL m 16 de maio de 2013 A erência-eral de ortos, Aeroportos, ronteiras e ecintos Alfandegados da Agência acional de Vigilância anitária- AVA, no uso de suas atribuições legais conferidas pelo art. 42, X, da ortaria n. 354, de 11 de agosto de 2006, alterada pela ortaria n. 783, de 13 de julho de 2009, de 09 de setembro de 2009, e considerando o art. 63,, da Lei n , de 29 de janeiro de 1999, resolve à CHC, VA, o(s) recurso(s) interposto(s) ao(s) processo(s) abaixo relacionado(s): A: AALAB. Q. A. LA C: / A:163205/ A / A V A A: BÁ QÍCA AACÊCA LA / A:250954/ A/AVA A: WYH ÚA AACÊCA LA / A:250834/ A/AVA AL BACA CY CAA AÇà À AÚ AA o - 498, 3 A 2013 (*) efine o fluxo e prazos para disponibilização dos istemas de nformação de Atenção à aúde e envio das bases de dados do C, A, H e CHA para o ano de ecretário de Atenção à aúde, no uso de suas atribuições, Considerando a necessidade de garantir a atualização sistemática do Banco de ados acional do istema de Cadastro acional de stabelecimentos de aúde (C), do istema de nformação Ambulatorial (A), istema de nformação Hospitalar (H) e da Comunicação de nformação Hospitalar e Ambulatorial (CHA); 1 Considerando a ortaria A/ nº 143, de 20 de fevereiro de 2013, que define novas regras para a geração do arquivo do Cadastro acional de stabelecimentos de aúde (C), Considerando a ortaria / nº 3.462, de 11 de novembro de 2010, que estabelece critérios para alimentação dos Bancos de ados acionais dos istemas de nformação da Atenção à aúde, e Considerando a necessidade de estabelecer a programação mensal para envio das bases de dados dos istemas C, A, H de CHA pelos estores staduais, unicipais e do istrito ederal, para alimentação dos Bancos de ados acional, resolve: Art. 1º ica definido o fluxo e prazos para disponibilização dos istemas de nformação de Atenção a aúde e envio das bases de dados do C, A, H e CHA para o ano de Art. 2º Cabe à Coordenação-eral dos istemas de nformação (C/AC/A/) a disponibilização mensal da abela de rocedimentos, edicamentos e do através do A, e ao AA// a disponibilização, nos respectivos sites, das versões definitivas dos istemas de Captação e rocessamento da produção ambulatorial e hospitalar e do istema de Cadastro acional de stabelecimentos de aúde, conforme o cronograma abaixo: Competência A Captação C rocessamento JA 31/12/ /01/ /01/ /02/2013 V 31/01/ /02/ /02/ /03/2013 AÇ 28/02/ /03/ / 03 / /04/2013 ABL 29/03/ /04/ /05/ /05/2013 A 05/05/ /05/ /05/ /06/2013 JH 31/05/ /06/ /06/ /07/2013 JLH 28/06/ /07/ /07/ /08/2013 A 31/07/ /08/ /08/ /09/2013 B 30/08/ /09/ /09/ /10/2013 B 30/09/ /10/ /10/ / 11 / 2013 VB 31/10/ / 11 / / 11 / /12/2013 ZB 29 / 11 / /12/ /12/ /01/2014 arágrafo único. ara efeito desta ortaria, entende-se como sistemas de captação os aplicativos AACA, BAA, AA, AH01 e CHA01 e como sistemas de processamento os aplicativos H2, CHA02, A, e VA. Art. 3º s estores staduais, unicipais e do istrito ederal devem encaminhar as bases de dados do C, A, H e CHA ao epartamento de nformática do (AA- //) por meio do ódulo ransmissor, conforme ortaria Conjunta A// n 49, de 04 de julho de arágrafo único. m relação ao C, o sistema permite a atualização diária da base nacional. s estores staduais, unicipais e do istrito ederal devem enviar, por meio do módulo transmissor simultâneo mensalmente a Base de ados acional dos estabelecimentos de saúde que tiveram alteração cadastral e a Certidão egativa dos estabelecimentos de saúde que não tiveram alteração cadastral no período, conforme o disposto na ortaria A/ nº 02, de 03 de janeiro de 2008, no artigo 1º, 1º e 2, realizando a transmissão final conforme o cronograma constante nesta portaria. Art. 4º envio das bases do C, A, H e CHA pelos estores staduais e unicipais, deve ser realizada no prazo máximo conforme o cronograma abaixo: Competência nvio C isponibilização rocessamento X efinitivo JA 11 / 02 / /02/2013 V 04/03/ /03/2013 AÇ 01/04/ /04/2013 ABL 15/05/ /05/ /05/2013 A 10/06/ /06/ /06/2013 JH 10/07/ /07/ /07/2013 JLH 09/08/ /08/ /08/2013 A 10/09/ /09/ /09/2013 B 10/10/ /10/ /10/2013 B 11 / 11 / / 11 / / 11 / 2013 VB 09/12/ /12/ /12/2013 ZB 09/01/ /01/ /01/2014 1º ódulo ransmissor permanece aberto à recepção das bases processadas da respectiva competência até a data limite constante no cronograma deste artigo, aceitando o envio de acordo com a ordem cronológica das competências, sendo impossível o envio de uma competência sem que as anteriores tenham sido enviadas e carregadas na base nacional com sucesso pelo AA//. 2º Compete aos estores dos stados, do istrito ederal e dos unicípios, responsáveis pelo envio das bases ao AA/ /, determinar as datas limites de entrega dos arquivos de produção, por parte dos prestadores, a fim de cumprirem a determinação do Art. 4º. 3º s gestores estaduais, municipais e do istrito ederal devem monitorar as remessas das bases de dados do C no site e providenciar a correção das rejeições até a data limite constante no parágrafo anterior. 4º s estores staduais, unicipais e do istrito ederal devem monitorar as remessas das bases de dados do A, H e CHA pelos sites: e observando a mensagem do AA que confirma o "recebimento com sucesso" do arquivo enviado. stes devem acompanhar e verificar posteriormente nestes sítios, se houve alguma rejeição nas remessas enviadas, providenciando o reenvio imediato da remessa com as devidas correções. Art. 5º A data limite para o AA/J enviar à Coordenação-eral de Controle de erviços e istemas (CC/AC/A/), os arquivos com os valores da produção aprovada dos procedimentos financiados pelo undo de Ações stratégicas e Compensação (AC) e dos Hospitais de nsino do inistério da ducação (C) será o dia 28 do mês subsequente à competência da produção. ocumento assinado digitalmente conforme n o -

147 º 94, sexta-feira, 17 de maio de Art. 6º As transferências dos recursos AC serão efetuadas em conformidade com as informações extraídas dos arquivos do Banco de ados acional do A e H e transmitidas pelo AA- // ao epartamento de egulação, Avaliação e Controle de istemas (AC/A/). Art. 7º Cabe à C/AC/A/ adotar as providências necessárias junto ao AA//, para o cumprimento do disposto nesta ortaria. Art. sta ortaria entra em vigor na data da sua publicação, com efeitos a contar da competência janeiro de Art. 9º 8º ica revogada a ortaria A/ n.º 1370, de 11 de dezembro de 2012, publicada no iário ficial de nião nº 239, seção 1, pg. 37/38. HLVÉC AA AALHÃ JÚ (*) epublicada por ter saído, no nº 85, de , seção 1, pág. 88, com incorreção no original. AA o - 531, 16 A 2013 Habilita Centro de specialidade dontológica (C) da nidade de aúde do unicípio de ubiataba (). Considerando a ortaria nº 283//, de 22 de fevereiro de 2005, que estabelece os critérios de antecipação do incentivo financeiro para Centros de specialidades dontológicas (C) em fase de implantação; Considerando as ortarias nº 599// e nº 600//, de 23 de março de 2006, que estabelecem critérios de credenciamento/habilitação dos serviços especializados Centros de specialidades dontológicas (C) ipo, ipo e ipo ; Considerando a ortaria nº 2.373//, de 7 outubro de 2009, que altera o art. 4º da ortaria nº 599//, de 23 de março de 2006; Considerando a ortaria nº 1.341//, de 13 de junho de 2012, que define os valores dos incentivos de implantação e de custeio mensal dos Centros de specialidades dontológicas (C) e dá outras providências; Considerando o que estabelece a olítica acional de aúde Bucal - Brasil orridente, em relação à reorganização das práticas e a qualificação das ações e serviços oferecidos na aúde Bucal, visando à integralidade das ações; e Considerando a avaliação técnica da Coordenação-eral de aúde Bucal do epartamento de Atenção Básica da ecretaria de Atenção à aúde (CB/AB/A/), constante do processo de credenciamento/habilitação desses serviços, resolve: Art. 1º ica habilitado o Centro de specialidades dontológicas (C), relacionado no Anexo desta ortaria, a receber a antecipação do incentivo financeiro destinado à implantação do serviço especializado de saúde bucal, de acordo com a ortaria nº 283//, de 22 de fevereiro de arágrafo único. não atendimento às condições e características definidas na ortaria nº 283//, de 22 de fevereiro de 2005, pelo unicípio pleiteante, implicará na devolução ao undo acional de aúde do recurso repassado. Art. 2º sta ortaria entra em vigor na data de sua publicação, com efeito financeiro a partir da competência abril de HLVÉC AA AALHÃ JÚ AX CÓ.. CÍ AAA A B L C - AÚ- /CÓ V- CA XLA AA A A AC A CLACAÇÃ C ubiataba ubiataba unicipal a antecipação do incentivo financeiro destinado à implantação do serviç AA o - 532, 16 A 2013 Habilita estabelecimento como nidade de Assistência de Alta Complexidade em erapia utricional nteral/arenteral. ecretário de Atenção à aúde, no uso de suas atribuições, Considerando a ortaria nº 343//, de 7 de março de 2005, que institui mecanismos para a organização e implantação de nidades de Assistência e Centros de eferência de Alta Complexidade em erapia utricional, no âmbito do istema Único de aúde (); Considerando a ortaria nº 120/A/, de 14 de abril de 2009, que aprova as ormas de Classificação, Credenciamento e Habilitação dos erviços de Assistência de Alta Complexidade em erapia utricional no âmbito do ; Considerando a ortaria nº 2.860//, de 26 de novembro de 2008, que estabelece recursos financeiros a serem incorporados ao eto inanceiro Anual de édia e Alta Complexidade, dos stados, do istrito ederal e dos unicípios, para o custeio da erapia utricional; Considerando a manifestação favorável da ecretaria de stado da aúde de inas erais e aprovação no âmbito da Comissão ntergestores Bipartite do stado, por meio da eliberação CB nº 260/2011, datada de 9 de junho de 2011; e Considerando a avaliação da ecretaria de Atenção à aúde - epartamento de Atenção specializada - Coordenação-eral da édia e Alta Complexidade, resolve: Art. 1º ica habilitado o estabelecimento a seguir descrito como nidade de Assistência de Alta Complexidade em erapia utricional nteral/arenteral: ome fantasia/ azão ocial/unicípio C CJ Hospital de ronto ocorro r. ozart eraldo eixeira /refeitura de Juiz de ora/ Juiz de ora / AA o - 534, 16 A 2013 emaneja o limite financeiro anual referente à Assistência de édia e Alta Complexidade Hospitalar e Ambulatorial do stado da Bahia (BA). ecretário de Atenção à aúde, no uso de suas atribuições, Considerando a ortaria nº 1.097//, de 22 de maio de 2006, que define a rogramação actuada e ntegrada da Assistência em aúde, alterada pela ortaria nº 1.699//, de 27 de julho de 2011 ; Considerando a ortaria nº 204//, de 29 de janeiro de 2007, que regulamenta o financiamento e a transferência dos recursos federais para as ações e os serviços de saúde, na forma de blocos de financiamento; e Considerando as planilhas encaminhadas pela ecretaria de stado da aúde da Bahia, por meio do fício nº 717/AC, de 6 de maio de 2013, e esolução nº 115/CB/BA, de 3 de maio de 2013, resolve: Art. 1º ica remanejado o limite financeiro anual referente à Assistência de édia e Alta Complexidade Hospitalar e Ambulatorial sob gestão estadual, conforme descrito no Anexo desta ortaria, e sob gestão dos unicípios, conforme detalhado nos Anexos e. 1º total de recurso financeiro anual do stado da Bahia, referente ao bloco de financiamento da Atenção de édia e Alta Complexidade Ambulatorial e Hospitalar, corresponde a $ ,27 (dois bilhões, trezentos e cinquenta e três milhões, duzentos e cinquenta e três mil, duzentos e vinte e cinco reais e vinte e sete centavos), a seguir distribuído: estino Valor Anual etalhamento otal dos recursos transferidos ao undo stadual de aúde ,96 Anexo otal dos recursos transferidos aos undos unicipais de aúde ,26 Anexo otal dos recursos retidos no undo acional de aúde ,05 Anexo 2º stão inclusos neste bloco de financiamento os valores referentes aos incentivos do Centro de specialidades dontológicas (C), no valor de $ ,00 (dez milhões, duzentos e quarenta e nove mil e oitocentos reais) e do erviço de Atendimento óvel às rgências (A 192), no valor de $ ,00 (sessenta e três milhões, novecentos e sessenta e seis mil reais). 3 stado e os unicípios farão jus à parcela mensal correspondente a 1/12 (um doze avos) dos valores descritos nos Anexos desta ortaria. Art. 2º remanejamento de recurso concedido por meio desta ortaria não acarretará impacto financeiro ao inistério da aúde. Art. 3º undo acional de aúde adotará as medidas necessárias para a transferência, regular e automática, do valor mensal, para o undo stadual de aúde e undos unicipais de aúde correspondentes. arágrafo único. s recursos orçamentários, objeto desta ortaria, correrão por conta do orçamento do inistério da aúde, devendo onerar o rograma de rabalho Atenção à aúde da opulação para rocedimentos em édia e Alta Complexidade. Art. 4º sta ortaria entra em vigor na data de sua publicação, com efeitos financeiros a partir de 1 de maio de CAA A A AÚ A BAHA - A/2013 AX Art. 2º custeio do impacto financeiro gerado por esta habilitação correrá por conta do orçamento do inistério da aúde. s recursos serão alocados ao teto de édia e Alta Complexidade do stado de acordo com o vínculo do estabelecimento e a modalidade de gestão. Art. 3º sta ortaria entra em vigor na data de sua publicação. HLVÉC AA AALHÃ JÚ AA o - 533, 16 A 2013 Habilita unidade hospitalar como integrante do istema stadual de eferência Hospitalar para Atendimento à estante de Alto isco. ecretário de Atenção à aúde, no uso de suas atribuições, Considerando o estabelecido na ortaria nº 3.477// e na ortaria nº 3.482//, de 20 de agosto de 1998, Considerando a ortaria Conjunta nº 42//A/, de 30 de setembro de 1999, que estabelece no seu art. 2º, 3º, que o valor relativo ao impacto de habilitação de serviços relativos ao istema stadual de eferência Hospitalar para o Atendimento à estante de Alto isco passa a compor o teto livre do stado, que será responsável pelo custeio total desta unidade; e Considerando o projeto específico encaminhado pela ecretaria de stado da aúde, aprovado pela Comissão ntergestores Bipartite, resolve: Art. 1º ica habilitada a unidade hospitalar a seguir descrita como integrante do istema stadual de eferência Hospitalar para Atendimento à estante de Alto isco, no que dispõe as ortarias nº 3.477// e nº 3.482//, de 20 de agosto de 1998: A AAÁ unicípio nidade Hospitalar CJ C ível de eferência Curitiba Hospital niversitário egional de aringá / ecundário arágrafo único. A unidade será submetida à avaliação, por técnicos da ecretaria de Atenção à aúde - A/ e, no caso de descumprimento dos requisitos estabelecidos nas mencionadas ortarias, poderá ter suspenso os efeitos de sua habilitação. Art. 2º custeio da habilitação de que trata o art. 1º desta ortaria deverá onerar o teto financeiro do estado e/ou município de acordo com o vínculo da unidade e modalidade da gestão. Art. 3º sta ortaria entra em vigor na data de sua publicação. HLVÉC AA AALHÃ JÚ HLVÉC AA AALHÃ JÚ CCAÇÃ C Limites eferentes aos recursos programados na ,65 Valores a receber referentes a estabelecimentos sob gestão estadual ,36 Valores a receber referentes a C com transferências diretas ao 0,00 Valores a serem A pelo e transferidos diretamente às unidades prestadoras universitárias federais (-) ,05 VAL A A AAL AÚ ,96 ste documento pode ser verificado no endereço eletrônico pelo código ocumento assinado digitalmente conforme n o -

148 º 94, sexta-feira, 17 de maio de 2013 AX CAA A A AÚ A BAHA - A/2013 ACAL - VAL A A CA AÚ (valores anuais) Ajustes Valores de C com transferências realizadas ao B unicípio Assistência Ambulatorial e Hospitalar ncentivos permanentes de custeio * Valores de stabelecimentos sob gestão estadual Valores retidos no undo acional de aúde Valores recebidos de outras s róprio eferenciado ABAA , ,00 0, ,21 0, ,33 0,00 0,00 0, ABA , ,25 0, ,13 0, ,21 0,00 0,00 0, ACAJBA , 63 0,00 0, ,04 0, ,67 0,00 0,00 0, AA ,21 0,00 0, ,53 0, ,74 0,00 0,00 0, AA A ,89 0, , ,46 0, ,65 0,00 0,00 0, C CA ,29 0,00 0, ,46 0, ,75 0,00 0,00 0, AQAA ,90 0, , , 61 0, ,51 0,00 0, , ALAHA , , , ,39 0, ,60 0,00 0, , ALCBACA , , , ,58 0, ,70 0,00 0, , ALAA 665,46 0,00 0, ,59 0, ,05 0,00 0,00 0, AAA , , , ,85 0,00 0,00 0,00 0, , ALA ,69 0, , ,23 0, ,92 0,00 0, , ACA AA , ,52 0, ,86 0, ,84 0,00 0,00 0, AA , , , ,23 0, ,16 0,00 0, , AAA ,02 0,00 0, ,58 0, ,60 0,00 0,00 0, AHA 6.779,32 0, , ,73 0, ,05 0,00 0, , ACAL 8.829,67 0, , ,56 0, ,23 0,00 0, , AA ,19 0,00 0, ,48 0, ,67 0,00 0,00 0, A A , , , ,44 0, , 11 0,00 0,00 0, A CA ,49 0,00 0, ,42 0, ,91 0,00 0,00 0, A CALV ,06 0,00 0, ,33 0, ,39 0,00 0,00 0, AA ,21 0, , ,35 0, ,56 0,00 0, , AAA 3.105,76 0, , ,99 0, ,75 0,00 0, , A A C A , ,55 0, ,41 0, ,91 0,00 0, , AACA , ,73 0, ,01 0, ,49 0,00 0,00 0, AAC , ,61 0, ,89 0,00 0,00 0,00 0, , AAA ,38 0, , ,50 0,00 0,00 0,00 0, , A AA C A ,81 0,00 0, ,37 0, ,18 0,00 0,00 0, A A 5.383,23 0,00 0, ,35 0, ,58 0,00 0,00 0, AL LAL , ,72 0, ,08 0, ,43 0,00 0,00 0, BAAL , , , ,24 0, ,23 0,00 0, , BAXA A ,06 0,00 0, ,16 0, ,22 0,00 0,00 0, BAZA ,00 0,00 0, ,83 0, ,83 0,00 0,00 0, BAA , , , ,98 0, ,66 0,00 0, , BAA A VA , , 11 0, ,62 0, ,19 0,00 0, , BAA CHCA , , , ,01 0,00 0,00 0,00 0, , BAA , ,21 0, ,15 0, ,38 0,00 0,00 0, BAA CHA ,06 0, , ,71 0, ,77 0,00 0, , BAA , , , ,62 0, ,44 0,00 0, , BA AL , ,69 0, ,00 0, ,24 0,00 0,00 0, BACA ,35 0,00 0, ,24 0, ,59 0,00 0,00 0, BA ,47 0, , ,36 0, ,21 0,00 0,00 0, BL , , , ,22 0, ,41 0,00 0, , BL CA , , , ,50 0,00 0,00 0,00 0, , BA ,51 0, , ,85 0, ,30 0,00 0,00 0, BA VA , 11 0,00 0, ,44 0, ,55 0,00 0,00 0, BA VA , , , ,52 0, ,71 0,00 0, , B J A LAA , , , ,82 0,00 0,00 0,00 0, , B J A A , ,90 0, ,54 0, ,22 0,00 0,00 0, B , , , ,77 0, ,57 0,00 0,00 0, B ,10 0, , , 11 0, ,21 0,00 0,00 0, BQA , , , ,17 0, ,06 0,00 0, , BA , , , ,03 0, ,51 0,00 0, , BJ , , , ,09 0, ,91 0,00 0, , BJLAA ,78 0, , ,14 0, ,92 0,00 0, , BA ACABA ,70 0, , ,75 0, ,45 0,00 0, , BA , , , , 73 0,00 0,00 0,00 0, , BAA , ,00 0, ,47 0, ,56 0,00 0,00 0, BAA 4.208,09 0, , ,96 0, ,05 0,00 0, , C A A B A , ,73 0, ,08 0, ,71 0,00 0,00 0, CABACA AAAC 6.466,61 62,80 0, ,07 0, ,48 0,00 0,00 0, CACHA , , , ,42 0, ,99 0,00 0, , CACL , , , ,98 0, ,21 0,00 0, , CA , ,02 0, ,05 0, ,33 0,00 0,00 0, C A A ,30 0,00 0, ,69 0, ,99 0,00 0,00 0, CA , , , ,71 0,00 0,00 0,00 0, , C A A A , ,21 0, ,21 0, ,46 0,00 0,00 0, CA ,63 0,00 0, ,57 0, ,20 0,00 0,00 0, CALA A , ,77 0, ,77 0, ,09 0,00 0,00 0, CAACA , ,22 0, ,07 0, ,71 0,00 0, , CAACA , , , ,70 0, ,13 0,00 0, , CAA , ,40 0, ,08 0, ,89 0,00 0,00 0, CA AL L , , , ,29 0, ,52 0,00 0, , CA , , , ,29 0, ,37 0,00 0, , CAAL , , , ,67 0, ,02 0,00 0, , CAAAA , ,28 0, ,33 0, ,22 0,00 0,00 0, C A AV A , ,30 0, ,51 0, ,08 0,00 0, , CA ,58 0,00 0, ,38 0, ,96 0,00 0,00 0, CAA , , , ,75 0,00 0,00 0,00 0, , CABA ,46 0, , ,73 0, ,19 0,00 0, , CA AL , , , ,60 0, ,06 0,00 0, , CAACA ,58 174,67 0, ,07 0,00 0,00 0,00 0, , CA , ,12 0, ,07 0, ,32 0,00 0,00 0, CALA AL AL , ,85 0, ,04 0,00 0,00 0,00 0, , CA , ,16 0, ,37 0,00 0,00 0,00 0, , CAABA ,21 0,00 0, ,00 0, ,21 0,00 0,00 0, C A AV L A , , , ,08 0, ,90 0,00 0, , CAAL A LVA ,74 0,00 0, ,81 0, ,55 0,00 0,00 0, CAHAHA , , , ,83 0, ,72 0,00 0, , CAA VA ,46 0, , ,73 0, ,19 0,00 0, , CA ALV , , , ,16 0, ,10 0,00 0, , C A L A A , 09 0,00 0, ,24 0, ,33 0,00 0,00 0, C A , , , ,26 0,00 0,00 0,00 0, , C A A A , , , ,35 0, ,65 0,00 0,00 0, CAL ,10 554,69 0, ,16 0, ,95 0,00 0,00 0, CHCH ,94 0, , ,65 0, ,59 0,00 0, , CC AA , ,30 0, ,21 0, , 24 0,00 0, , C , , 45 0, ,22 0, , 10 0,00 0, , CAAC , ,62 0, ,41 0,00 0,00 0,00 0, ,09 CCALZAÇÃ BA C o t a l ste documento pode ser verificado no endereço eletrônico pelo código ocumento assinado digitalmente conforme n o -

149 º 94, sexta-feira, 17 de maio de CC , , , ,73 0, ,67 0,00 0, , CCCA A A ,31 0, , ,92 0,00 0,00 0,00 0, , CCCA ALA , , 84 0, ,44 0,00 0,00 0,00 0, , CCCA C , , , ,64 0, ,73 0,00 0, , CCCA JAC , ,46 0, ,94 0,00 0,00 0,00 0, , C , , , ,66 0, ,80 0,00 0, , CBA , 91 0, , ,40 0, ,31 0,00 0, , CA CA 1.798,56 0,00 0, , 14 0, ,70 0,00 0,00 0, CACA AA , ,85 0, ,18 0, ,64 0,00 0, , C ,42 0,00 0, ,82 0, ,24 0,00 0,00 0, CB , ,01 0, ,59 0, ,79 0,00 0,00 0, CL JA A ,71 270,40 0, ,91 0, ,02 0,00 0, , CA , , , ,69 0, ,44 0,00 0, , C 3.916,67 0, , ,08 0, ,75 0,00 0, , C AV L A A ,04 554,69 0, ,45 0, ,18 0,00 0,00 0, CL ,97 0,00 0, ,08 0,00 0,00 0,00 0, , C L 4.938,94 0, , ,87 0, ,81 0,00 0, , CZ A ALA , , , ,48 0, ,00 0,00 0, , CACA ,81 441, , , 14 0, ,86 0,00 0, , A A ,09 0, , ,20 0, ,29 0,00 0, , A 'AVLA , , , ,76 0,00 0,00 0,00 0, , BAL , 76 0, , ,00 0, ,63 0,00 0, , AC CA 2.412,85 0,00 0, ,21 0, ,06 0,00 0,00 0, L A ,42 0,00 0, , 94 0, ,36 0,00 0,00 0, CZLHAA , ,42 0, ,62 0, ,27 0,00 0, , , , , ,15 0, ,55 0,00 0, , LAAA , , , ,04 0, ,60 0,00 0, , CL A CHA , , 11 0, ,43 0,00 0,00 0,00 0, , AL , , , ,80 0, ,84 0,00 0, , A A , , , ,12 0, ,48 0,00 0,00 0, A A AA 8.655,56 0, , ,49 0, ,05 0,00 0, , A AAA , , , ,16 0, ,53 0,00 0, , LALA , ,30 0, ,93 0, ,40 0,00 0,00 0, ALV 2.793,53 0,00 0, , 35 0, ,88 0,00 0,00 0, LA AZL ,77 2,96 0, ,19 0, ,92 0,00 0,00 0, A , , , ,22 0, ,55 0,00 0, , A , ,87 0, ,32 0,00 0,00 0,00 0, , AV A 957,46 0,00 0, ,52 0, ,98 0,00 0,00 0, , ,03 0, ,34 0, ,89 0,00 0,00 0, LA ,39 0, , ,16 0, ,55 0,00 0, , , , , ,22 0, ,80 0,00 0,00 0, VA AABA ,82 0, , ,26 0, ,08 0,00 0, , AJ 3.692,36 0, , ,10 0, ,46 0,00 0, , AAB , , , ,34 0, ,56 0,00 0, , A A A , , , ,90 0, ,60 0,00 0, , HLL ,77 0,00 0, ,07 0, ,84 0,00 0,00 0, AC , , , ,87 0,00 0,00 0,00 0, , BAC , ,60 0, ,88 0, ,00 0,00 0,00 0, BCAA , ,55 0, ,51 0,00 0,00 0,00 0, , BCAA ,87 0, , ,92 0, ,79 0,00 0, , BC , ,95 0, ,03 0, ,21 0,00 0,00 0, BBA , ,28 0, ,81 0, ,07 0,00 0,00 0, B A A ,05 0, , ,23 0, ,28 0,00 0, , BQA ,99 0,00 0, ,56 0, ,55 0,00 0,00 0, B A A A , ,93 0, ,43 0, ,46 0,00 0, , BAA ,80 0, , ,72 0, ,52 0,00 0, , B AA A , ,62 0, ,33 0, , 11 0,00 0, , BAA , ,86 0, ,31 0, , 93 0,00 0,00 0, B A ,27 735, 11 0, ,92 0, ,30 0,00 0,00 0, BAA , , , ,08 0, ,06 0,00 0, , CH , ,25 0, ,47 0, ,94 0,00 0,00 0, AA , , , ,92 0, ,38 0,00 0, , AA 8.909,39 0,00 0, ,75 0, ,14 0,00 0,00 0, A , , , ,49 0, ,45 0,00 0, , LH , , , ,65 0, ,00 0,00 0, , HAB , , , ,78 0,00 0,00 0,00 0, , C A A 6.318,59 0,00 0, ,96 0, ,55 0,00 0, , A , , , ,29 0, ,15 0,00 0, , A , , , ,16 0,00 0,00 0,00 0, , AA , , , ,24 0, ,00 0,00 0, , AJBA , ,85 0, ,58 0, ,52 0,00 0, , AAA ,69 480, , ,90 0, ,32 0,00 0, , AQAA , , , ,15 0, ,40 0,00 0, , AA , ,29 0, ,70 0, ,95 0,00 0, , C , , , ,03 0, ,38 0,00 0, , A B L A , , , ,06 0,00 0,00 0,00 0, , A B A B A , , , ,76 0, ,00 0,00 0, , A B A , , , ,86 0, ,05 0,00 0, , A C A , ,93 0, ,71 0,00 0,00 0,00 0, , A , , , ,57 0, ,13 0,00 0, ,00 XLA AA A A AC A ,96 0,00 0, ,00 0, , 96 0,00 0,00 0, A B A , ,85 0, ,95 0, ,15 0,00 0,00 0, A ,79 0, , , 81 0, ,60 0,00 0, , AAC A BAHA ,66 729,91 0, ,24 0, ,81 0,00 0,00 0, AJ CLA ,42 327,41 0, ,79 0, ,62 0,00 0,00 0, A J , , , ,80 0, ,31 0,00 0, , A A A J , , , ,65 0,00 0,00 0,00 0, , A A , ,30 0, ,83 0, ,45 0,00 0,00 0, A B , , , ,89 0, ,41 0,00 0, , A A A ,49 0, , ,51 0, ,00 0,00 0, , A H , , , ,96 0, ,55 0,00 0, , A A C A , ,16 0, ,25 0, ,04 0,00 0,00 0, A ,46 0,00 0, ,84 0, ,30 0,00 0,00 0, A B ,51 8, , ,36 0, ,87 0,00 0, , A A , , , ,65 0,00 0,00 0,00 0, , A C , , , ,80 0, ,24 0,00 0, , A A A , ,48 0, ,62 0, ,75 0,00 0,00 0, A Q A A , ,00 0, ,19 0, ,33 0,00 0,00 0, A A , ,00 0, ,19 0, ,93 0,00 0,00 0, A , , , ,47 0, ,66 0,00 0,00 0, C , ,79 0, ,04 0, ,31 0,00 0,00 0, BA , , , ,91 0, ,47 0,00 0, , , , , ,45 0, ,31 0,00 0, , AC , , , ,05 0, ,76 0,00 0, , BA , ,59 0, ,92 0, ,76 0,00 0, , ,25 0, , ,20 0, ,45 0,00 0, ,00 ste documento pode ser verificado no endereço eletrônico pelo código ocumento assinado digitalmente conforme n o -

150 º 94, sexta-feira, 17 de maio de JABA , , , ,27 0, ,37 0,00 0, , JACAAC , ,00 0, ,53 0, ,46 0,00 0,00 0, JACBA , , , ,90 0,00 0,00 0,00 0, , JAAQAA , , , ,02 0, , 35 0,00 0, , JAAA , , , ,06 0, , 20 0,00 0, , JAA 6.595,96 0,00 0, ,09 0, ,05 0,00 0,00 0, JAAA ,07 0,00 0, ,25 0, ,32 0,00 0,00 0, JQ , , , ,87 0, ,44 0,00 0, , JAB , , , ,27 0,00 0,00 0,00 0, , JQCA ,03 0, , ,64 0, ,67 0,00 0, , J A A ,34 0,00 0, ,05 0, ,39 0,00 0,00 0, JA A ,41 913,92 0, ,42 0, ,75 0,00 0,00 0, JAZ , , , ,97 0, ,79 0,00 0, , JCC ,81 0,00 0, ,80 0, ,61 0,00 0,00 0, JAA , ,65 0, ,17 0, ,40 0,00 0,00 0, JA , ,65 0, ,35 0, ,71 0,00 0,00 0, JA ,20 657, , ,61 0, ,89 0,00 0, , LAA CH 1.625,33 0, , ,26 0, ,59 0,00 0, , LAA AL ,95 0,00 0, ,68 0, ,63 0,00 0,00 0, LAJ , , , ,71 0,00 0,00 0,00 0, , LAJA 1.710,36 0,00 0, ,44 0, , 80 0,00 0,00 0, LAJH 5.669,07 0,00 0, ,10 0, ,17 0,00 0,00 0, LAJ ABCAL ,81 940,65 0, ,80 0, ,26 0,00 0,00 0, LAAA 4.983,08 0,00 0, ,78 0, ,86 0,00 0,00 0, L A A , ,36 0, ,78 0, ,19 0,00 0,00 0, LA A , , , ,84 0, ,64 0,00 0, , LC ,03 0,00 0, ,39 0, ,42 0,00 0,00 0, LC ALA , ,58 0, ,83 0, ,61 0,00 0,00 0, LVA A HA , , , ,71 0,00 0,00 0,00 0, , L A AALHA , , , ,89 0,00 0,00 0,00 0, , ACAJBA , ,37 0, ,41 0, ,94 0,00 0,00 0, ACAA , , , , 37 0, ,53 0,00 0, , ACABA , , , ,64 0,00 0,00 0,00 0, , AC 6.837,36 0, , ,51 0, ,87 0,00 0, , A , , , ,51 0,00 0,00 0,00 0, , AA , , , ,70 0,00 0,00 0,00 0, , AQQ ,07 0,00 0, ,92 0, ,99 0,00 0,00 0, A , , , ,23 0, ,27 0,00 0, , ALHAA , , , ,25 0, ,13 0,00 0, , ALHAA A ,07 0, , ,79 0, ,86 0,00 0, , AL V 5.928,02 0, , ,62 0, ,64 0,00 0, , AA ,94 0, , ,98 0, ,92 0,00 0, , AACA , , , ,28 0, ,68 0,00 0, , AA ,80 0,00 0, ,51 0, , 31 0,00 0, , AA ,78 0,00 0, ,17 0, ,95 0,00 0,00 0, ACL ZA , ,40 0, ,39 0, ,69 0,00 0,00 0, AC ,71 0,00 0, ,70 0, ,41 0,00 0,00 0, AA A JA , , , ,36 0,00 0,00 0,00 0, , A A , , , ,40 0, ,15 0,00 0, , , , , ,26 0,00 0,00 0,00 0, , L CAL , ,87 0, ,63 0, ,86 0,00 0, , LA , , , ,48 0, ,81 0,00 0, , AABA , 96 0,00 0, ,65 0, ,61 0,00 0,00 0, A ,92 0,00 0, ,44 0, ,36 0,00 0,00 0, A , ,94 0, ,77 0,00 0,00 0,00 0, , A A ,19 0, , ,70 0, ,89 0,00 0, , CHA , , , ,23 0,00 0,00 0,00 0, , A B A , ,12 0, ,96 0, ,23 0,00 0,00 0, C , ,32 0, ,90 0, ,32 0,00 0,00 0, C , , , ,13 0, ,76 0,00 0, , L , ,38 0, ,83 0, ,14 0,00 0,00 0, V , ,53 0, ,69 0, ,77 0,00 0,00 0, Z A 9.734,52 0,00 0, ,27 0, ,79 0,00 0,00 0, Q A ACC ,41 0, , ,06 0, ,47 0,00 0, , BA , ,03 0, ,83 0, ,29 0,00 0, , , , , ,16 0, ,62 0,00 0, , AZA , , , ,49 0, ,29 0,00 0, , L CAHA ,39 0,00 0, ,79 0, ,18 0,00 0,00 0, A ,20 0, , ,97 0, ,17 0,00 0,00 0, VA CAAA , , , ,09 0, , 35 0,00 0, , VA AA , ,59 0, ,64 0, ,52 0,00 0,00 0, VA BA , ,68 0, ,27 0, ,31 0,00 0,00 0, VA AAA 2.753,04 0,00 0, ,13 0, ,17 0,00 0,00 0, VA CA 5.702,41 0,00 0, ,80 0, ,21 0,00 0,00 0, VA ,84 0,00 0, ,07 0, ,91 0,00 0,00 0, VA VCA , , , ,95 0,00 0,00 0,00 0, , V HZ ,87 0,00 0, ,66 0, ,53 0,00 0,00 0, V 6.205,21 0,00 0, ,18 0, ,39 0,00 0,00 0, LA , , , ,63 0, ,35 0,00 0, , LVA BJH ,25 0, , , 33 0, ,58 0,00 0, , CAA ,50 0, , ,88 0, ,53 0,00 0,00 0, LAA , ,90 0, ,17 0, ,80 0,00 0,00 0, ALA AL , , , ,92 0, ,43 0,00 0, , A L A ,92 0,00 0, ,46 0, ,38 0,00 0,00 0, A A , , , ,96 0, ,40 0,00 0, , A A A , , , ,01 0, ,57 0,00 0, , A A A ,54 0,00 0, ,08 0, ,62 0,00 0, , A BAL , ,44 0, ,54 0, ,79 0,00 0,00 0, AL A , , , ,10 0,00 0,00 0,00 0, , A , ,20 0, ,60 0, ,41 0,00 0,00 0, A ,05 0,00 0, ,59 0, ,64 0,00 0,00 0, ALXA 9.503,18 0, , ,82 0, ,00 0,00 0, , AA , ,13 0, ,85 0, ,44 0,00 0,00 0, LA ACA ,82 0, , ,96 0, , 78 0,00 0, , A , , , , 00 0, ,98 0,00 0, , BAC , , , ,73 0, ,63 0,00 0, , A A ,02 0, , ,39 0, ,87 0,00 0, , A 5.138,76 0,00 0, ,48 0, ,24 0,00 0,00 0, A , 11 0,00 0, ,09 0, ,20 0,00 0,00 0, BA , ,60 0, ,46 0, ,08 0,00 0,00 0, L A A L ,39 28, , ,09 0, ,39 0,00 0, , L A A L , ,10 0, ,20 0, ,82 0,00 0, , C , , , ,78 0, ,14 0,00 0, , JCA , , , ,72 0,00 0,00 0,00 0, , V , , , ,03 0, ,00 0,00 0, , , , , ,41 0, ,23 0,00 0, , AA , 91 0, , ,59 0, ,09 0,00 0,00 0, A , , , ,81 0,00 0,00 0,00 0, ,89 CCALZAÇÃ BA C ste documento pode ser verificado no endereço eletrônico pelo código ocumento assinado digitalmente conforme n o -

151 º 94, sexta-feira, 17 de maio de A ,22 534,99 0, ,68 0, ,89 0,00 0,00 0, JA QA ,02 0,00 0, ,52 0,00 0,00 0,00 0, , AC V ,72 490, , ,60 0, ,67 0,00 0, , QAA , ,96 0, ,10 0, ,24 0,00 0, , QJ ,04 0, , ,12 0, ,04 0,00 0, , QXABA ,28 0,00 0, ,88 0, ,16 0,00 0,00 0, AAL JAB ,22 0, , ,79 0, ,44 0,00 0, , A , , , ,63 0, ,10 0,00 0, , LAA , ,84 0, ,67 0, ,23 0,00 0,00 0, ACHA A V ,82 0, , ,41 0, ,23 0,00 0, , ACHA JAC , , , ,85 0, ,25 0,00 0, , ACH AAA , , , ,58 0, ,46 0,00 0, , BA AA , , , ,19 0, ,13 0,00 0,00 0, BA BAL , , 36 0, ,40 0, ,10 0,00 0,00 0, BA LA ,27 0,00 0, ,57 0, ,84 0,00 0,00 0, CA , 18 0, , ,89 0, ,07 0,00 0, , A 3.512,01 0,00 0, ,68 0, ,69 0,00 0, , , , , ,52 0, ,39 0,00 0, , AL , ,39 0, ,79 0,00 0,00 0,00 0, , LA 3.073,36 0, , ,51 0, ,87 0,00 0, , Y BABA , , , ,47 0, ,33 0,00 0, , ALA A AAA , , , ,16 0, ,17 0,00 0,00 0, A LVA , , , ,83 0, ,95 0,00 0, , AA BABAA , ,16 0, ,73 0, ,23 0,00 0,00 0, AA BA , , , ,63 0, ,98 0,00 0, , AA CZ CABALA , , , ,25 0,00 0,00 0,00 0, , AA CZ A VA 4.823,87 0,00 0, ,86 0, ,73 0,00 0,00 0, AA , , , ,03 0, ,20 0,00 0, , A A L Z , ,29 0, ,27 0, ,22 0,00 0, , AA LZA ,96 0,00 0, ,35 0, ,31 0,00 0,00 0, AA AA A VA , , , , 71 0,00 0,00 0,00 0, , A A A , , , ,30 0, ,90 0,00 0, , A A L ,94 0,00 0, ,40 0, ,34 0,00 0,00 0, AA A CAA , , , ,50 0, ,04 0,00 0, , AA HA ,21 0, , ,21 0, ,42 0,00 0, , A AA , , , ,84 0, ,51 0,00 0, , A A J , , , , 11 0, ,85 0,00 0, , A VA , , , ,01 0,00 0,00 0,00 0, , A , , , ,58 0, ,73 0,00 0, , A , ,93 0, ,34 0, ,13 0,00 0, , A LX , , , ,85 0,00 0,00 0,00 0, , A LX CB , , , ,86 0, ,49 0,00 0, , A L , , , ,15 0,00 0,00 0,00 0, , A ACC C , , , ,52 0, ,51 0,00 0, , A ABL , ,53 0, ,06 0, ,80 0,00 0,00 0, A CAL CA , ,37 0, ,43 0, ,72 0,00 0, , A J A VA 1.086,66 0,00 0, ,95 0, ,61 0,00 0,00 0, A J JAC , ,10 0, ,81 0, ,94 0,00 0,00 0, A L A AA , ,73 0, ,33 0, ,44 0,00 0,00 0, A BAA A , , , ,19 0,00 0,00 0,00 0, , AAC , ,56 0, ,63 0, ,66 0,00 0, , A A , , , ,03 0,00 0,00 0,00 0, , ABAA ,85 0,00 0, ,59 0, ,44 0,00 0,00 0, A , ,34 0, ,00 0, ,02 0,00 0,00 0, ABA , ,68 0, ,30 0, ,07 0,00 0, , BAA LAAJA ,80 519, , ,78 0, ,25 0,00 0, , H B , , , ,04 0,00 0,00 0,00 0, , A AALH , , , ,51 0, ,67 0,00 0, , ,78 0, , ,42 0, ,20 0,00 0, , A AA , , , ,63 0, ,22 0,00 0, , A A ,32 0, , ,33 0, ,65 0,00 0,00 0, HA , , , ,94 0,00 0,00 0,00 0, , LAA , ,76 0, ,80 0, ,99 0,00 0,00 0, LH , , , ,07 0, ,42 0,00 0, , A , , , ,60 0, ,48 0,00 0, , Q ,72 0,00 0, ,69 0, ,41 0,00 0,00 0, BAH ,84 0, , ,81 0, ,65 0,00 0, , A , ,35 0, ,65 0, ,48 0,00 0,00 0, ABCA BJ VLH , , , ,87 0, ,91 0,00 0, , A H A C ,43 0, , ,31 0, ,74 0,00 0, , AQ V , ,10 0, ,81 0, ,97 0,00 0,00 0, A Q H , ,99 0, ,22 0, ,29 0,00 0,00 0, A A ,39 503,72 0, ,14 0, ,25 0,00 0,00 0, A A A , ,62 0, ,84 0, ,61 0,00 0,00 0, XA A , , , ,78 0, ,96 0,00 0, , AA ,80 0,00 0, ,80 0, ,60 0,00 0,00 0, LAA ,25 241,60 0, ,21 0, ,06 0,00 0, , LAA , ,12 0, ,82 0, ,72 0,00 0,00 0, A VA ,24 0,00 0, ,88 0, ,12 0,00 0,00 0, AL , ,67 0, ,35 0, ,48 0,00 0, , CA , , 25 0, ,48 0, ,50 0,00 0, , AA , , , ,37 0, ,54 0,00 0, , BAA , , , ,32 0, ,26 0,00 0, , B A A B A , ,78 0, ,72 0, ,64 0,00 0, , B AA , ,73 0, ,07 0, ,55 0,00 0, , BA , ,30 0, ,05 0, ,25 0,00 0,00 0, BAA ,36 0,00 0, ,32 0, ,68 0,00 0,00 0, A , , , ,38 0, ,07 0,00 0, , A ,23 0, , ,38 0, ,61 0,00 0, , CCA ,30 0,00 0, ,94 0, ,24 0,00 0, , A ,84 0, , ,30 0, ,14 0,00 0, , VA L C A , , , ,35 0, ,69 0,00 0, , VA L , ,18 0, ,09 0, ,18 0,00 0, , VAZA A CA , 75 0,00 0, ,94 0, ,69 0,00 0,00 0, VAZA C , ,70 0, ,22 0, ,20 0,00 0,00 0, VAZA VA , ,46 0, , 23 0, ,39 0,00 0,00 0, VA Z ,97 0, , ,54 0, ,51 0,00 0, , VA CZ , , , ,18 0,00 0,00 0,00 0, , VA , ,79 0, ,74 0, ,20 0,00 0,00 0, VA A CQA , , , ,79 0, , 43 0,00 0, , WA , ,45 0, ,43 0, ,90 0,00 0,00 0, WA L Y , , , ,17 0, ,81 0,00 0, , WCLA AA , , , ,80 0, , 52 0,00 0, , XQ-XQ , ,67 0, ,27 0, ,01 0,00 0, ,00 AL CAL ,26 XLA AA A A AC AX CAA A A AÚ A BAHA - A/2013 ALHA VAL A CA A CÍ AA ÇÃ C L AÊCA A À A AA VÁA A (VAL AA) estão Cód.B - ome do unicípio ome da nidade Código C úmero do Contrato ata de ublicação do xtrato do Contrato Valor AAL a ser destinado ao undo de aúde stadual ALVA HAL AA Y ,04 stadual ALVA HAL A A ,32 stadual ALVA AA CLÉ LVA , 69 A L ,05 ste documento pode ser verificado no endereço eletrônico pelo código ocumento assinado digitalmente conforme n o -

152 º 94, sexta-feira, 17 de maio de 2013 AA o - 535, 16 A 2013 emaneja o limite financeiro anual referente à Assistência de édia e Alta Complexidade Hospitalar e Ambulatorial do stado de inas erais (). ecretário de Atenção à aúde, no uso de suas atribuições, Considerando a ortaria nº 1.097//, de 22 de maio de 2006, que define a rogramação actuada e ntegrada da Assistência em aúde, alterada pela ortaria nº 1.699//, de 27 de julho de 2011 ; Considerando a ortaria nº 204//, de 29 de janeiro de 2007, que regulamenta o financiamento e a transferência dos recursos federais para as ações e os serviços de saúde, na forma de blocos de financiamento; e Considerando as planilhas encaminhadas pela ecretaria de stado da aúde de inas erais, por meio do fício nº 304, de 25 de abril de 2013, resolve: Art. 1º ica remanejado o limite financeiro anual referente à Assistência de édia e Alta Complexidade Hospitalar e Ambulatorial sob gestão estadual, conforme descrito no Anexo desta ortaria, e sob gestão dos unicípios, conforme detalhado nos Anexos, e V. 1º total de recurso financeiro anual do stado de inas erais (), referente ao bloco de financiamento da Atenção de édia e Alta Complexidade Ambulatorial e Hospitalar, corresponde a $ ,70 (três bilhões, trezentos e oito milhões, quatrocentos e trinta e nove mil, cento e noventa e cinco reais e setenta centavos), a seguir distribuídos: estino Valor Anual etalhamento otal dos recursos transferidos ao undo stadual de aúde ,33 Anexo otal dos recursos transferidos aos undos unicipais de aúde ,05 Anexo otal dos recursos retidos no undo acional de aúde ,32 Anexo 2º stão inclusos neste bloco de financiamento os valores referentes aos incentivos do Centro de specialidades dontológicas (C), no valor de $ ,00 (dez milhões, quinhentos e quarenta mil e duzentos reais) e do erviço de Atendimento óvel às rgências (A 192), no valor de $ ,00 (cinquenta milhões, quatrocentos e noventa e sete mil, trezentos e oitenta reais). 3º stado e os unicípios farão jus à parcela mensal correspondente a 1/12 (um doze avos) dos valores descritos nos Anexos desta ortaria. Art. 2º remanejamento de recurso concedido, por meio desta ortaria não acarretará impacto financeiro ao inistério da aúde. Art. 3º undo acional de aúde adotará as medidas necessárias para a transferência, regular e automática, do valor mensal, para o undo stadual de aúde e undos unicipais de aúde correspondentes. arágrafo único. s recursos orçamentários, objeto desta ortaria, correrão por conta do orçamento do inistério da aúde, devendo onerar o rograma de rabalho Atenção à aúde da opulação para rocedimentos em édia e Alta Complexidade. Art. 4º sta ortaria entra em vigor na data de sua publicação, com efeitos financeiros a partir de 1º de maio de CAA A A AÚ A A - A/2013 CAA A A AÚ A A - A/2013 AX HLVÉC AA AALHÃ JÚ ACAL - VAL A A AAL AÚ (valores anuais) CCAÇÃ C Limites eferentes aos recursos programados na , 64 Valores a receber referentes a estabelecimentos sob gestão estadual ,41 Valores a receber referentes a C com transferências diretas ao ,28 Valores a serem A pelo e transferidos diretamente às unidades prestadoras universitárias federais (-) 0,00 VAL A A AAL AÚ ,33 AX CCALZAÇÃ BA C ACAL - VAL A A CA AÚ (valores anuais) B unicípio Assistência Ambulatorial e Hospitalar ncentivos permanentes de custeio * Ajustes Valores de C com transferências realizadas ao Valores de stabelecimentos sob gestão estadual Valores retidos no undo acional de aúde Valores recebidos de outras s o t a l róprio eferenciado ABAA A , ,54 0, , 38 0, ,57 0,00 0,00 0, ABA , ,82 0,00 607,76 0, ,29 0,00 0,00 0, AB CA , ,76 0,00 0,00 0, ,36 0,00 0,00 0, ACAACA 6.928,64 0,00 0, , 66 0, ,30 0,00 0,00 0, ACCA ,17 17,38 0,00 128,15 0, ,70 0,00 0,00 0, AA BA , ,14 0, ,47 0, ,95 0,00 0,00 0, AA CA 7.651,41 180,00 0,00 0,00 0, ,41 0,00 0,00 0, AAL , 77 0,00 0,00 0,00 0, , 77 0,00 0,00 0, AA A , , , ,37 0, ,74 0,00 0, , AA VLHA , ,31 0,00 176,97 0, ,12 0,00 0,00 0, A , ,64 0, ,19 0, ,98 0,00 0, , ACA , ,18 0,00 89,55 0, ,27 0,00 0,00 0, ALAA ,92 0,00 0, ,04 0, ,96 0,00 0,00 0, A L B A 5.573,72 0,00 0,00 85,76 0, ,48 0,00 0,00 0, AL AABA , , , ,23 0, ,82 0,00 0, , ALA , , , ,76 0,00 0,00 0,00 0, , AL VACCL 7.400,15 0,00 0,00 254,31 0, ,46 0,00 0,00 0, ALAA , , , ,14 0, ,82 0,00 0, , A L C AA 7.858,08 0,00 0, ,00 0, ,08 0,00 0,00 0, ALL , ,72 0, ,43 0, ,86 0,00 0, , A L A ,24 18,06 0, ,45 0, ,75 0,00 0,00 0, AL CAAA ,01 0,00 0,00 359,43 0, ,44 0,00 0,00 0, AL C , ,92 0,00 97,40 0, ,70 0,00 0,00 0, A LVA A ,08 252,00 0,00 90,66 0, ,74 0,00 0,00 0, A LV L , ,51 0,00 449,83 0, ,73 0,00 0,00 0, ALVAA A ,60 0,00 0,00 716,37 0, ,97 0,00 0,00 0, AA A 7.320,51 0,00 0,00 38,36 0, ,87 0,00 0,00 0, AAA , , , ,13 0, ,95 0,00 0, , CACHA AJ , , ,73 21,01 0, ,40 0,00 0,00 0, ALAA , ,61 0,00 241,61 0, ,87 0,00 0,00 0, ALAA ,85 491,40 0,00 0,00 0, ,25 0,00 0,00 0, A CAL , ,00 0, ,00 0,00 0,00 0,00 0, , A A ,09 185,24 0, ,95 0, ,28 0,00 0,00 0, A A A 4.102,14 0,00 0,00 173,42 0, ,56 0,00 0,00 0, AACA 2.753,78 0,00 0,00 192,27 0, ,05 0,00 0,00 0, A A C A B A 9.512, ,00 0,00 60,30 0, ,66 0,00 0,00 0, AACA , , , ,96 0, ,04 0,00 0, , AAA , ,79 0, ,12 0,00 0,00 0,00 0, , AAA 5.765,02 0,00 0,00 180,84 0, ,86 0,00 0,00 0, AAA ,15 0,00 0,00 0,00 0, ,15 0,00 0,00 0, AAA ,04 100,80 0,00 1,59 0, ,43 0,00 0,00 0, AAA ,13 0,00 0,00 14,57 0, ,70 0,00 0,00 0, AAJ , ,27 0,00 858,41 0, ,22 0,00 0,00 0, AAXA , , , ,27 0, , 82 0,00 0, , ACB ,15 26,51 0,00 304,47 0, ,13 0,00 0,00 0, AC , , , ,28 0, ,27 0,00 0, , AA ,21 0,00 0,00 14,57 0, ,78 0,00 0,00 0, A A ,64 0,00 0, ,59 0, ,23 0,00 0,00 0, A C A VA ,76 0,00 0, ,44 0, ,20 0,00 0,00 0, A , ,57 0, ,60 0, , 47 0,00 0,00 0, AL A , ,65 0, ,78 0, , 23 0,00 0,00 0, AA L A , , 43 0, ,03 0, ,38 0,00 0,00 0, A LA ,64 0,00 0,00 310,84 0, ,48 0,00 0,00 0,00 ste documento pode ser verificado no endereço eletrônico pelo código ocumento assinado digitalmente conforme n o -

153 º 94, sexta-feira, 17 de maio de BA , ,17 0, ,79 0, ,30 0,00 0,00 0, BAL ,20 113, 40 0, ,92 0, ,52 0,00 0,00 0, BAB , ,13 0, ,33 0, ,84 0,00 0, , BAA ,86 0,00 0,00 90,62 0, ,48 0,00 0,00 0, BAA L ,81 0,00 0,00 0,00 0, ,81 0,00 0,00 0, BAA CCA , ,46 0,00 39,70 0,00 0,00 0,00 0, , BAA AL , 62 0,00 0,00 0,00 0, , 62 0,00 0,00 0, BABACA , , , , , ,00 0,00 0, , BAA LA ,14 0,00 0, ,85 0, , 99 0,00 0,00 0, BA , ,07 0,00 261,92 0, , 77 0,00 0,00 0, BLA VA A ,24 0,00 0,00 811, 34 0, ,58 0,00 0,00 0, BL BAA 5.773,41 0,00 0, ,00 0, ,41 0,00 0,00 0, BL HZ , , , ,89 0, , ,04 0, , BL , ,97 0, ,00 0,00 0,00 0,00 0, , BL VAL , ,45 0,00 158,10 0, ,96 0,00 0,00 0, BL , , 83 0,00 19,18 0, ,97 0,00 0,00 0, B L 5.171,35 0,00 0,00 100,00 0, ,35 0,00 0,00 0, BZAL ,85 0, ,00 215,30 0, ,15 0,00 0,00 0, B , , , ,18 0, ,00 0,00 0, , BA ,33 0,00 0,00 0,00 0, ,33 0,00 0,00 0, BCA , ,80 0, ,21 0, ,98 0,00 0, , BQHA , ,14 0,00 40,20 0, ,15 0,00 0,00 0, BA ACA , , , ,97 0, ,96 0,00 0, , BCAA A ,71 0,00 0,00 445,77 0, ,48 0,00 0,00 0, B C A VA , , , ,41 0, ,95 0,00 0, , B ACH , , , , 11 0, ,47 0,00 0, , B JA A , ,50 0, ,87 0, ,93 0,00 0,00 0, B J A HA ,82 987,86 0, ,38 0, ,06 0,00 0,00 0, B J AA ,33 0,00 0,00 62,31 0, ,64 0,00 0,00 0, B J ALH , ,90 0, ,57 0, ,88 0,00 0,00 0, B ,29 0,00 0,00 815, 11 0, , 40 0,00 0,00 0, B C , ,92 0,00 282,72 0, ,54 0,00 0,00 0, B , ,74 0, ,86 0, ,80 0,00 0,00 0, BL A , ,46 0,00 89,19 0, ,45 0,00 0,00 0, B A ,77 3, , ,48 0, ,76 0,00 0,00 0, BA A AA , ,30 0,00 188,58 0, ,25 0,00 0,00 0, BLH , ,42 0, ,48 0, , 06 0,00 0,00 0, B ,17 0,00 0,00 396,40 0, ,57 0,00 0,00 0, BALAA A ,67 0,00 0,00 0,00 0, ,67 0,00 0,00 0, BALA A , , , , 16 0, ,84 0,00 0, , BA ,89 0,00 0,00 0,00 0, ,89 0,00 0,00 0, BAA ,47 12,60 0, ,84 0, ,91 0,00 0,00 0, BAL ,14 108,68 0,00 238,77 0, ,59 0,00 0,00 0, BAH , , , ,41 0,00 0,00 0,00 0, , B BAA , ,94 0, , 22 0, ,91 0,00 0,00 0, BL ,91 290,40 0,00 383,12 0, ,43 0,00 0,00 0, B ,84 0,00 0,00 0,00 0, ,84 0,00 0,00 0, B , , 56 0, ,07 0,00 0,00 0,00 0, , BZ , , , ,68 0, , 07 0,00 0, , CABCA A ,62 3,51 0,00 84,42 0, ,55 0,00 0,00 0, CAB V , ,21 0,00 144,36 0, ,28 0,00 0,00 0, CACHA A AA ,53 0,00 0, ,97 0, ,50 0,00 0,00 0, CACHA A ,99 822,00 0, ,71 0, ,70 0,00 0,00 0, CACHA AA ,80 0,00 0, ,07 0, ,87 0,00 0,00 0, C A A L , ,71 0, ,68 0, ,95 0,00 0,00 0, CA , , , ,06 0, ,54 0,00 0, , CAAA ,84 0,00 0,00 33,14 0, ,98 0,00 0,00 0, CAJ 9.484,84 0,00 0,00 1,59 0, ,43 0,00 0,00 0, CALA , ,92 0,00 379,19 0, ,75 0,00 0,00 0, CAACH ,40 0,00 0, ,96 0, ,36 0,00 0,00 0, CAACAA , ,48 0, ,08 0, ,22 0,00 0,00 0, CAB , , , ,62 0, ,90 0,00 0,00 0, CABQA , ,93 0, ,24 0, ,15 0,00 0,00 0, C A A A 7.548,21 201,60 0, ,05 0, ,86 0,00 0,00 0, C A A H A , ,34 0, ,70 0, ,43 0,00 0,00 0, CA , ,83 0, ,19 0, ,63 0,00 0,00 0, CAA V ,83 166,84 0,00 102,25 0, ,92 0,00 0,00 0, CA AZL 8.277,02 0,00 0,00 220,10 0, ,12 0,00 0,00 0, CA BL , , , ,58 0,00 0,00 0,00 0, , CA ,29 0,00 0,00 0,00 0, ,29 0,00 0,00 0, CA L ,56 210,00 0,00 0,00 0, ,56 0,00 0,00 0, CA AL , ,28 0, ,29 0,00 0,00 0,00 0, , CA A , , , ,53 0, ,35 0,00 0,00 0, CAAA ,23 0,00 0,00 23,28 0, ,51 0,00 0,00 0, CAAL ,98 62,23 0,00 285,06 0, ,27 0,00 0,00 0, CAA V ,98 0,00 0,00 0,00 0, ,98 0,00 0,00 0, CAA , ,71 0, ,57 0, ,53 0,00 0, , C A A A L 4.442,23 0,00 0,00 0,00 0, ,23 0,00 0,00 0, C A A A ,33 0,00 0, ,81 0, ,14 0,00 0,00 0, CALA VA ,21 0,00 0,00 719,14 0, , 35 0,00 0,00 0, CALHA , ,49 0, ,77 0, ,16 0,00 0,00 0, CAA ,96 75,60 0,00 443,74 0, ,30 0,00 0,00 0, CA BAC ,78 113, 40 0, ,51 0, ,69 0,00 0,00 0, CAL , ,24 0,00 224,37 0, ,30 0,00 0,00 0, CAA AA 5.785,98 436,00 0,00 39,28 0, ,26 0,00 0,00 0, CAA A , , , ,75 0, ,26 0,00 0, , C A L ,26 0,00 0,00 967,09 0, ,35 0,00 0,00 0, CAA , ,00 0,00 295,32 0, ,84 0,00 0,00 0, CAA , ,13 0,00 12,97 0, ,25 0,00 0,00 0, CAAABA ,67 0,00 0,00 0,00 0, ,67 0,00 0,00 0, CAAA , ,80 0,00 343,10 0, ,50 0,00 0,00 0, CAALA , , , , 70 0, , 63 0,00 0, , C A A A , , , ,12 0,00 0,00 0,00 0, , C A B A ,58 0,00 0,00 56,97 0, ,55 0,00 0,00 0, CAAC , ,63 0, ,08 0, ,64 0,00 0,00 0, CAL CHAA , ,08 0, ,17 0, ,01 0,00 0,00 0, CAA , 51 0,00 0,00 76,74 0, ,25 0,00 0,00 0, CA A CACHA , ,59 0,00 21,01 0, ,79 0,00 0,00 0, CA A AA ,98 0,00 0,00 202,84 0, ,82 0,00 0,00 0, CA A , ,87 0, ,95 0, ,72 0,00 0,00 0, CA CAJ ,27 0,00 0,00 845,61 0, ,88 0,00 0,00 0, CA AAABA , ,21 0, ,00 0,00 0,00 0,00 0, , CA CLA , ,01 0, ,85 0, ,82 0,00 0,00 0, CAL A , ,22 0, ,65 0, ,45 0,00 0,00 0, CAH ,29 0,00 0, ,37 0, ,66 0,00 0,00 0, CAACA , 01 0,00 0,00 3,18 0, , 19 0,00 0,00 0, C A VA L H L 3.884,90 0,00 0,00 0,00 0, ,90 0,00 0,00 0, C A VA L H , ,64 0,00 3,18 0, ,49 0,00 0,00 0,00 XLA AA A A AC ste documento pode ser verificado no endereço eletrônico pelo código ocumento assinado digitalmente conforme n o -

154 º 94, sexta-feira, 17 de maio de CAA A 2.855,92 0,00 0,00 0,00 0, ,92 0,00 0,00 0, CACALH C 6.475,14 0,00 0,00 84,73 0, ,87 0,00 0,00 0, CAA , , , ,00 0, ,21 0,00 0, , CCCA A BAA A ,59 0,00 0,00 469,62 0, ,21 0,00 0,00 0, C AA A , , , ,07 0,00 0,00 0,00 0, , CAA ALA ,70 264,52 0,00 849,86 0, ,08 0,00 0,00 0, CAA ALA A A ,83 0,00 0,00 0,00 0, ,83 0,00 0,00 0, C A J ,54 415,80 0,00 0,00 0, ,34 0,00 0,00 0, C A ,51 550,00 0,00 488,83 0, , 34 0,00 0,00 0, CAXAB , , , ,94 0, ,22 0,00 0,00 0, C ABA ,69 0,00 0, ,80 0, ,49 0,00 0,00 0, CAL A , ,14 0, ,52 0, ,67 0,00 0,00 0, CALA , ,20 0,00 622,79 0, ,19 0,00 0,00 0, CHACAA 7.081,10 0,00 0,00 12,98 0, ,08 0,00 0,00 0, CHAL ,26 0,00 0,00 8,36 0, ,62 0,00 0,00 0, CHAAA ,22 113, 40 0, ,25 0, ,87 0,00 0,00 0, CHAAA ACHA , ,81 0, ,99 0, ,02 0,00 0,00 0, CHA 6.336,01 0,00 0,00 0,00 0, ,01 0,00 0,00 0, C A A ,39 368,82 0,00 88,27 0, ,48 0,00 0,00 0, C L A AVA L ,40 37,80 0, ,41 0, ,61 0,00 0,00 0, CLA C ,58 31,28 0,00 151,80 0, ,66 0,00 0,00 0, CLA ,00 527,86 0, ,70 0, ,56 0,00 0, , CBA ,87 92,00 0, ,37 0, ,24 0,00 0,00 0, CLA , ,36 0,00 945,04 0, ,44 0,00 0,00 0, CA 6.646,52 0,00 0,00 170,28 0, ,80 0,00 0,00 0, CCH , ,27 0,00 347,98 0, ,06 0,00 0,00 0, CCCA A AACA ,05 40,00 0,00 19,18 0, ,23 0,00 0,00 0, CCCA A A ,49 0,00 0,00 1,59 0, ,08 0,00 0,00 0, CCCA A ALAA , ,05 0, ,12 0,00 0,00 0,00 0, , CCCA AA , ,01 0, ,59 0, ,10 0,00 0,00 0, CCCA A , ,07 0, ,67 0, ,80 0,00 0,00 0, CCCA AA ,96 0,00 0,00 405,78 0, ,74 0,00 0,00 0, CCCA V ,93 0,00 0,00 21,01 0, ,94 0,00 0,00 0, CCCA , ,80 0,00 149,42 0, ,38 0,00 0,00 0, C AH 8.375,63 0,00 0,00 3,56 0, ,19 0,00 0,00 0, C ,32 315,00 0,00 223,19 0, ,51 0,00 0,00 0, CHAL ,80 0,00 0,00 56,97 0, ,77 0,00 0,00 0, CHA , , , ,15 0,00 0,00 0,00 0, , CHA ,49 0,00 0,00 23,95 0, ,44 0,00 0,00 0, C Q A ,99 0,00 0,00 200,63 0, ,62 0,00 0,00 0, CLH LAA , , , , 74 0,00 0,00 0,00 0, , CLH A , ,67 0, ,60 0, ,12 0,00 0,00 0, CLACA 1.784,05 0,00 0,00 1,59 0, ,64 0,00 0,00 0, C A , , , ,34 0,00 0,00 0,00 0, , CQAL , ,28 0, ,77 0, ,81 0,00 0,00 0, CACA J , , , ,39 0, ,00 0,00 0, , CB ,25 0,00 0, ,93 0, ,18 0,00 0,00 0, CLAA 8.458,55 46,78 0,00 108,18 0, ,51 0,00 0,00 0, C , ,45 0,00 268,94 0, ,54 0,00 0,00 0, CAC ,37 0,00 0, ,53 0, ,90 0,00 0,00 0, CAL , ,90 0, ,76 0,00 0,00 0,00 0, , CL ABCA , , , ,73 0, ,16 0,00 0, , CL A ,77 0,00 0, ,31 0, ,08 0,00 0,00 0, CL ACHC ,66 0,00 0,00 67,01 0, ,67 0,00 0,00 0, CL XAV CHAV , 11 0,00 0,00 29,60 0, ,71 0,00 0,00 0, C AA ,42 0,00 0,00 0,00 0, ,42 0,00 0,00 0, C B J 7.064,91 0,00 0,00 375,54 0, ,45 0,00 0,00 0, C ,70 0,00 0,00 0,00 0, ,70 0,00 0,00 0, C V 5.967,99 0,00 0,00 3,18 0, ,17 0,00 0,00 0, C AALHA A ,13 0,00 0,00 3,18 0, ,31 0,00 0,00 0, C L A ,67 0,00 0, ,38 0, ,05 0,00 0,00 0, C A , ,53 0, ,97 0, ,43 0,00 0,00 0, C A L A ,40 0, ,00 609,54 0, ,94 0,00 0,00 0, CA ,97 0,00 0,00 407,06 0, ,03 0,00 0,00 0, CA , ,82 0, ,18 0, ,38 0,00 0,00 0, CCLAA ,41 0,00 0, ,56 0, ,97 0,00 0,00 0, CZ A ALZA ,48 0,00 0,00 29,80 0, ,28 0,00 0,00 0, CZLA , ,47 0, ,78 0, ,63 0,00 0,00 0, C A A Q ,46 0,00 0,00 0,00 0, ,46 0,00 0,00 0, CAL ,60 0,00 0,00 863,40 0, ,00 0,00 0,00 0, C V L , , , , 70 0,00 0,00 0,00 0, , AA ,67 213,23 0,00 38,36 0, ,26 0,00 0,00 0, L A ,59 0,00 0,00 38,52 0, , 11 0,00 0,00 0, LL ,55 0,00 0, ,36 0, ,91 0,00 0,00 0, LA ,98 577,57 0, ,87 0, ,42 0,00 0,00 0, C B ,53 0,00 0, ,70 0, ,23 0,00 0,00 0, ,24 0,00 0,00 4,77 0, ,01 0,00 0,00 0, L ,49 0,00 0,00 50,57 0, ,06 0,00 0,00 0, AAA , , , ,46 0, ,54 0,00 0, , VACCL ,74 0,00 0,00 3,18 0, ,92 0,00 0,00 0, ,46 0,00 0,00 0,00 0, ,46 0,00 0,00 0, VA 9.257,53 0,00 0,00 0,00 0, ,53 0,00 0,00 0, V , ,07 0, ,60 0, ,87 0,00 0, ,00 CCALZAÇÃ BA C V A LAAJA ,33 40,84 0,00 22,36 0, ,53 0,00 0,00 0, VLAA A , ,27 0, ,86 0, ,86 0,00 0,00 0, VL , ,96 0, ,65 0,00 0,00 0,00 0, , VA AL ,88 18,38 0,00 70,01 0, ,27 0,00 0,00 0, VA VA ,45 50,40 0,00 0,00 0, ,85 0,00 0,00 0, VL , ,76 0, ,81 0, ,91 0,00 0,00 0, BC ,70 107,01 0,00 1,59 0, ,30 0,00 0,00 0, CAVA ,00 0,00 0,00 381,46 0, , 46 0,00 0,00 0, JAQ , ,53 0, ,49 0, ,69 0,00 0,00 0, LV , ,04 0,00 962,67 0, ,51 0,00 0,00 0, VC ,33 0,00 0,00 606,04 0, ,37 0,00 0,00 0, A ZBA , 98 0,00 0,00 958,12 0, ,10 0,00 0,00 0, CA ,96 0,00 0,00 28,96 0, ,92 0,00 0,00 0, AHA ,41 3,51 0,00 107,96 0, ,88 0,00 0,00 0, AA , ,93 0,00 12,97 0, ,01 0,00 0,00 0, V ,77 0,00 0,00 20,10 0, ,87 0,00 0,00 0, L 8.409,60 0,00 0,00 1,59 0, , 19 0,00 0,00 0, AQAA ,59 0,00 0,00 52,08 0, ,67 0,00 0,00 0, A ,20 0,00 0,00 0,00 0, ,20 0,00 0,00 0, L , ,40 0, ,33 0, ,77 0,00 0,00 0, H CALA , ,97 0,00 539,59 0, ,28 0,00 0,00 0, H AVA ,67 44, 11 0,00 89,19 0, ,97 0,00 0,00 0, LHA ,47 0,00 0,00 553,89 0, ,36 0,00 0,00 0,00 ste documento pode ser verificado no endereço eletrônico pelo código ocumento assinado digitalmente conforme n o -

155 º 94, sexta-feira, 17 de maio de A , ,12 0, ,74 0, ,18 0,00 0,00 0, VA L A , ,88 0, ,17 0, ,01 0,00 0,00 0, ALA , , , ,56 0, ,67 0,00 0, , A LZ , ,25 0, ,54 0, ,18 0,00 0, , A , , ,00 501,37 0, ,40 0,00 0,00 0, A A ,43 0,00 0,00 340,04 0, , 47 0,00 0,00 0, VA , ,00 0,00 12,98 0, ,00 0,00 0,00 0, LA ALVA ,15 3,51 0, ,90 0, ,56 0,00 0,00 0, LA AA , ,93 0,00 16,16 0, ,49 0,00 0,00 0, LA L ,86 25,20 0,00 380,94 0, ,00 0,00 0,00 0, L , ,27 0,00 56,97 0, ,67 0,00 0,00 0, WBAK A CAAA 4.677,94 0,00 0,00 0,00 0, ,94 0,00 0,00 0, XA , ,91 0, ,88 0, ,23 0,00 0, , A A 2.644,08 0,00 0,00 0,00 0, ,08 0,00 0,00 0, AA L ,34 0,00 0,00 548,46 0, ,80 0,00 0,00 0, LC A ,44 0,00 0,00 108,37 0, ,81 0,00 0,00 0, A CAL ,05 0,00 0,00 1,70 0, ,75 0,00 0,00 0, LB , ,22 0,00 89,19 0, ,96 0,00 0,00 0, LXLAA , ,57 0, ,98 0, ,93 0,00 0,00 0, A H 4.309,50 0,00 0,00 0,00 0, ,50 0,00 0,00 0, , ,23 0, ,55 0, ,44 0,00 0,00 0, V , ,71 0, ,00 0, ,33 0,00 0,00 0, L A L ,88 309,06 0,00 538,10 0, ,04 0,00 0,00 0, A , , , ,55 0, ,80 0,00 0, , ,22 0,00 0,00 4,77 0, ,99 0,00 0,00 0, ALZA A ,63 0,00 0, ,82 0, ,45 0,00 0,00 0, A A 4.430,21 0,00 0, ,59 0, ,80 0,00 0,00 0, ACC BAA ,83 512,30 0,00 969,38 0, ,51 0,00 0,00 0, ACC ,29 0, ,00 654,32 0, ,61 0,00 0,00 0, ACC A , , , ,70 0, ,57 0,00 0,00 0, ACCL ,05 0,00 0, ,77 0, ,82 0,00 0,00 0, AA ,34 604,80 0,00 70,01 0, ,15 0,00 0,00 0, CC , ,49 0, ,00 0, ,09 0,00 0,00 0, LA 5.570,57 22,50 0,00 0,00 0, ,07 0,00 0,00 0, A ,56 0,00 0,00 267,51 0, ,07 0,00 0,00 0, A VAL 5.382,20 0,00 0, ,91 0, , 11 0,00 0,00 0, A L ,24 0,00 0,00 395,19 0, ,43 0,00 0,00 0, A L , , , ,43 0,00 0,00 0,00 0, , LAA ,72 88,20 0, ,85 0, ,77 0,00 0,00 0, ALLA , ,58 0,00 0,00 0, ,68 0,00 0,00 0, ALA ,13 0, ,00 420,33 0, ,46 0,00 0,00 0, LACLAA 5.056,00 0,00 0,00 1,59 0, ,59 0,00 0,00 0, ABA 4.498,57 0,00 0, ,00 0, ,57 0,00 0,00 0, AA 7.622,16 0,00 0,00 0,00 0, ,16 0,00 0,00 0, C A LV 7.925,76 0,00 0,00 16,16 0, ,92 0,00 0,00 0, ZAA 7.301,27 0,00 0, , 90 0, ,17 0,00 0,00 0, VA , , 32 0, ,22 0, ,40 0,00 0,00 0, VA VALAA , , , ,74 0, ,00 0,00 0, , A L , , , ,59 0, ,90 0,00 0, , AA , 62 0,00 0,00 1,59 0, , 21 0,00 0,00 0, AHA , , , ,52 0, ,23 0,00 0,00 0, A ,73 157,70 0,00 149,76 0, ,19 0,00 0,00 0, AACABA , ,78 0, ,97 0, ,96 0,00 0,00 0, AACAA 9.470,21 0,00 0,00 36,26 0, ,47 0,00 0,00 0, AAA , ,70 0,00 484,57 0, ,36 0,00 0,00 0, AA , ,41 0, ,00 0, ,17 0,00 0,00 0, AAA 7.728,68 0,00 0,00 0,00 0, ,68 0,00 0,00 0, AA , ,20 0,00 4,77 0, ,59 0,00 0,00 0, AX , , , ,98 0, ,37 0,00 0, , VA L ,74 0,00 0, ,25 0, ,99 0,00 0,00 0, AAA ,02 0,00 0,00 0,00 0, ,02 0,00 0,00 0, CA ,55 534,43 0, ,41 0, ,39 0,00 0,00 0, H AA ,55 63,00 0,00 89,19 0, ,74 0,00 0,00 0, HLA ,21 0,00 0,00 194,78 0, ,99 0,00 0,00 0, A , ,67 0, , 98 0, , 71 0,00 0,00 0, B A , , , ,95 0,00 0,00 0,00 0, , BA , ,88 0, , 50 0,00 0,00 0,00 0, , BA ,09 0, , ,58 0, ,67 0,00 0,00 0, B A C A ,72 0,00 0,00 89,19 0, ,91 0,00 0,00 0, BAC ,41 0,00 0,00 180,90 0, ,31 0,00 0,00 0, B , , , ,41 0,00 0,00 0,00 0, , BA A 2.244,78 3,04 0,00 0,00 0, ,82 0,00 0,00 0, BA 3.622,81 0,00 0,00 0,00 0, ,81 0,00 0,00 0, CAA A , ,71 0, ,04 0, ,92 0,00 0,00 0, AA , ,88 0, ,81 0, ,44 0,00 0, , A A A ,83 23,51 0,00 139,80 0, ,14 0,00 0,00 0, AA A , ,85 0,00 177,28 0, ,90 0,00 0,00 0, JAC 6.812,63 0,00 0,00 431,35 0, ,98 0,00 0,00 0, LCA ,68 160,05 0,00 0,00 0, ,73 0,00 0,00 0, B A ,69 0,00 0,00 10,47 0, ,16 0,00 0,00 0, C ,43 0,00 0,00 6,36 0, ,79 0,00 0,00 0, AABA ,61 0,00 0, ,78 0, ,39 0,00 0,00 0, AL ,81 25,20 0,00 4,77 0, ,78 0,00 0,00 0, A ,20 0,00 0,00 0,00 0, ,20 0,00 0,00 0, HA , ,66 0, ,70 0, , 28 0,00 0, , HAA , ,60 0,00 823,36 0, ,82 0,00 0,00 0, A B A ,84 0,00 0,00 4,77 0, ,61 0,00 0,00 0, A B A ,52 10,65 0, ,68 0, ,85 0,00 0,00 0, A A , ,61 0, ,74 0, ,28 0,00 0, , A A , , , ,12 0,00 0,00 0,00 0, , AC ,60 415,80 0, ,41 0, ,81 0,00 0,00 0, A , ,36 0,00 210,54 0, ,38 0,00 0,00 0, A A , ,10 0,00 847,20 0, ,77 0,00 0,00 0, A B A , , , ,79 0,00 0,00 0,00 0, , ABHA AA , ,20 0,00 721,90 0, ,42 0,00 0,00 0, A B , , , ,01 0, ,69 0,00 0, , A C A B A , , ,00 76,21 0, ,57 0,00 0,00 0, A C A A B , , , ,49 0, ,00 0,00 0, , A A A , ,50 0, ,32 0, , 12 0,00 0,00 0, A , ,32 0,00 39,38 0, ,48 0,00 0,00 0, A J B A , , , ,82 0, ,17 0,00 0,00 0, A A A B A , ,49 0, ,86 0, ,82 0,00 0,00 0, AAA A ,28 0,00 0,00 0,00 0, ,28 0,00 0,00 0, A B A C , , , ,09 0,00 0,00 0,00 0, , AB A ,18 0,00 0,00 182,99 0, ,17 0,00 0,00 0, A ,39 353,73 0, ,21 0, ,33 0,00 0,00 0, A , , , ,42 0, ,16 0,00 0, , A H A , , , ,21 0, ,32 0,00 0, ,00 XLA AA A A AC ste documento pode ser verificado no endereço eletrônico pelo código ocumento assinado digitalmente conforme n o -

156 º 94, sexta-feira, 17 de maio de A H , ,65 0,00 404,28 0, ,00 0,00 0,00 0, A B , , , ,32 0, ,90 0,00 0, , A A , ,79 0,00 71,91 0, ,14 0,00 0,00 0, A C C A , ,30 0,00 80,29 0, ,00 0,00 0,00 0, A VA ,07 0,00 0,00 728,56 0, ,63 0,00 0,00 0, A A C ,71 100,80 0, ,99 0, ,50 0,00 0,00 0, A A ,28 43,86 0, ,71 0, , 85 0,00 0,00 0, A A , , , ,66 0,00 0,00 0,00 0, , AV AVA 5.480,93 0,00 0,00 209,46 0, ,39 0,00 0,00 0, A ,75 99,15 0, ,77 0, ,67 0,00 0,00 0, A ,72 0,00 0,00 43,13 0, ,85 0,00 0,00 0, A B A , , , ,34 0,00 0,00 0,00 0, , ,78 0,00 0,00 0,00 0, ,78 0,00 0,00 0, AA , ,20 0, ,94 0,00 0,00 0,00 0, , A 9.631,93 0,00 0,00 16,89 0, ,82 0,00 0,00 0, J A B C A B A , ,44 0,00 107,45 0,00 0,00 0,00 0, , J A C , ,16 0, ,69 0, ,80 0,00 0,00 0, JAC ,73 347,31 0,00 186,16 0, ,20 0,00 0,00 0, JACA , , , ,40 0, ,40 0,00 0, , JAAAC , 11 0,00 0,00 67,58 0, ,69 0,00 0,00 0, JABA , , ,00 428,89 0, ,14 0,00 0, , JACA 5.739,25 0,00 0, ,18 0, ,43 0,00 0,00 0, JAABA , , , ,98 0, ,70 0,00 0, , JAAA , , , ,13 0, ,00 0,00 0, , J A A A B A 7.630,13 0,00 0,00 254,60 0, ,73 0,00 0,00 0, J A VA ,44 0,00 0, ,89 0, ,33 0,00 0,00 0, JCABA ,17 0,00 0,00 69,09 0, ,26 0,00 0,00 0, JA A ,50 0,00 0,00 253,89 0, ,39 0,00 0,00 0, JQ ,77 0,00 0, , 76 0, , 53 0,00 0,00 0, J Q A ,60 14,06 0, ,22 0, ,88 0,00 0,00 0, JQBA ,10 37,80 0,00 57,03 0, ,93 0,00 0,00 0, JQHHA , , , ,47 0, ,99 0,00 0, , JAA ,44 0,00 0,00 23,28 0, ,72 0,00 0,00 0, JAA , ,96 0, ,50 0, ,66 0,00 0,00 0, JAA ,15 0,00 0,00 29,82 0, ,97 0,00 0,00 0, JA LVA , , , ,14 0,00 0,00 0,00 0, , JA H , ,24 0, ,17 0,00 0,00 0,00 0, , JAQ LC , ,33 0,00 12,98 0, ,88 0,00 0,00 0, JAA ,13 381, , ,19 0, ,35 0,00 0,00 0, J CALV A ,69 0,00 0,00 152,00 0, ,69 0,00 0,00 0, J AYA ,33 0,00 0, ,82 0, ,15 0,00 0,00 0, JL ,66 0,00 0,00 3,18 0, ,84 0,00 0,00 0, VA A ,71 0,00 0, ,14 0, ,85 0,00 0,00 0, J A B A ,14 906,72 0, ,80 0, ,66 0,00 0,00 0, JZ A , , , ,28 0, , ,76 0, , J A ,71 201,60 0, ,12 0, ,43 0,00 0,00 0, JAA ,22 64,48 0,00 0,00 0, ,70 0,00 0,00 0, JVLA ,42 214,20 0,00 77,26 0, ,88 0,00 0,00 0, LAAHA , ,20 0,00 79,65 0, ,19 0,00 0,00 0, LAAA , 14 25,20 0, ,47 0, ,81 0,00 0,00 0, LAA A AA , , , ,32 0, ,28 0,00 0, , LAA A 6.654,42 0,00 0,00 246,72 0, ,14 0,00 0,00 0, LAA AA ,72 0,00 0,00 170,37 0, ,09 0,00 0,00 0, LAA A , ,71 0,00 24,12 0, ,61 0,00 0,00 0, LAA A ,48 0,00 0,00 436,06 0, ,54 0,00 0,00 0, LAA AA , , , ,14 0,00 0,00 0,00 0, , LAJHA , ,82 0, ,59 0, ,63 0,00 0, , LABA , ,42 0,00 58,48 0, ,04 0,00 0,00 0, LA ,28 0,00 0,00 0,00 0, ,28 0,00 0,00 0, LAAJAL ,71 12,73 0,00 89,19 0, ,63 0,00 0,00 0, LAAC ,45 12,60 0, ,37 0, ,42 0,00 0,00 0, L AV A , , , ,95 0,00 0,00 0,00 0, , LA A ,65 0,00 0,00 76,91 0, ,56 0,00 0,00 0, L A ,84 0,00 0, ,12 0, ,96 0,00 0,00 0, LLA , , , ,26 0, ,17 0,00 0, , LBA , ,07 0, ,57 0, ,51 0,00 0,00 0, LA A , ,64 0, ,67 0, ,81 0,00 0, , LA ,40 0,00 0,00 89,19 0, ,59 0,00 0,00 0, LA ,33 0,00 0,00 864,76 0, ,09 0,00 0,00 0, LB ,65 0,00 0,00 394,23 0, ,88 0,00 0,00 0, LLAA ,18 0,00 0, ,39 0, ,57 0,00 0,00 0, LAA ,31 0,00 0,00 95,39 0, ,70 0,00 0,00 0, LZ , ,60 0,00 120,79 0, ,56 0,00 0,00 0, ACHACAL , , , ,49 0, ,73 0,00 0, , ACHA , , , ,42 0,00 0,00 0,00 0, , A A ,75 0,00 0,00 0,00 0, ,75 0,00 0,00 0, A L A C A C H A , ,92 0, ,34 0, ,72 0,00 0,00 0, AA ,28 0,00 0, ,53 0, ,81 0,00 0,00 0, AA , , , ,64 0, ,31 0,00 0,00 0, AHAC , , , ,55 0,00 0,00 0,00 0, , AH , , , ,93 0, ,65 0,00 0, , AA , , , , 11 0, ,31 0,00 0,00 0, A AV L H A , , 11 0, ,04 0, ,90 0,00 0,00 0, A AHA , ,00 0,00 184,00 0, ,08 0,00 0,00 0, AA A ,10 32,14 0,00 192,36 0, ,60 0,00 0,00 0, AAA , , , ,14 0, ,85 0,00 0, , ALAC 4.743,99 0,00 0, ,00 0, ,99 0,00 0,00 0, A CA ,29 0,00 0,00 35,98 0, ,27 0,00 0,00 0, AA A 7.784,83 0,00 0,00 0,00 0, ,83 0,00 0,00 0, ALA ,83 374,73 0,00 38,07 0, ,63 0,00 0,00 0, ALL 2.825,53 0,00 0,00 16,16 0, ,69 0,00 0,00 0, AH CA , ,92 0,00 39,38 0, ,92 0,00 0,00 0, A A ,09 0,00 0,00 148,07 0, ,16 0,00 0,00 0, AA V ,94 217,62 0, ,37 0, ,93 0,00 0,00 0, A L A A ,14 0,00 0, ,54 0, ,68 0,00 0,00 0, A L , , , ,31 0, ,45 0,00 0, , AA BABA , ,84 0, ,12 0, ,37 0,00 0, , AA CA ,96 0,00 0, ,80 0, ,76 0,00 0,00 0, A , , , ,06 0, ,65 0,00 0, , A V , , ,00 157,79 0, ,43 0,00 0,00 0, A Z H , ,00 0, ,67 0,00 0,00 0,00 0, , A A ,07 0,00 0,00 0,00 0, ,07 0,00 0,00 0, ,80 0,00 0,00 29,21 0, ,01 0,00 0,00 0, A , , , ,61 0, ,59 0,00 0, , L , , 86 0, ,14 0, ,58 0,00 0,00 0, C , ,39 0,00 0,00 0, ,47 0,00 0,00 0, Q A ,20 403,20 0,00 93,77 0, ,17 0,00 0,00 0, A VA , , , ,84 0, ,97 0,00 0, ,00 CCALZAÇÃ BA C ste documento pode ser verificado no endereço eletrônico pelo código ocumento assinado digitalmente conforme n o -

157 º 94, sexta-feira, 17 de maio de , ,24 0,00 0,36 0, , 77 0,00 0,00 0, ABLA , ,88 0, ,98 0, ,49 0,00 0, , A , ,94 0,00 53,79 0, ,06 0,00 0,00 0, A , ,69 0, ,42 0, ,66 0,00 0,00 0, AVA A ,32 0, ,00 3,18 0, ,50 0,00 0,00 0, A , ,88 0,00 406,92 0, , 11 0,00 0,00 0, A , ,78 0, ,28 0, ,78 0,00 0,00 0, JL ,66 0,00 0,00 40,61 0, ,27 0,00 0,00 0, H AL , ,70 0,00 316,20 0, ,40 0,00 0,00 0, A LVA A , , , ,99 0, ,42 0,00 0,00 0, AL A , ,67 0,00 117, 22 0, , 80 0,00 0,00 0, AZL , , , ,87 0, ,27 0,00 0, , BL , ,70 0,00 0,00 0, ,74 0,00 0,00 0, CAL , , 83 0, ,98 0,00 0,00 0,00 0, , ,33 210,75 0,00 35,34 0, ,42 0,00 0,00 0, A A , ,58 0, ,68 0, ,94 0,00 0, , CLA , , , ,90 0, ,00 0,00 0, , A , ,35 0, ,26 0, ,50 0,00 0,00 0, ZA ,42 13, ,00 71,60 0, ,58 0,00 0,00 0, AA VA A , ,37 0,00 90,78 0, ,53 0,00 0,00 0, A ACA , ,00 0,00 0,00 0, ,41 0,00 0,00 0, LA , ,78 0, ,36 0, ,06 0,00 0,00 0, HZ ,68 4,56 0,00 391,00 0, ,24 0,00 0,00 0, A , , , ,94 0, ,77 0,00 0, , , ,35 0, ,68 0, ,57 0,00 0, , ZABH , , 83 0,00 0,00 0, ,73 0,00 0,00 0, AC AYA ,50 0,00 0,00 633,41 0, ,91 0,00 0,00 0, AQ , ,23 0, ,29 0,00 0,00 0,00 0, , AQ ,71 7,40 0,00 89,19 0, ,30 0,00 0,00 0, AA L A A ,08 0,00 0,00 0,00 0, ,08 0,00 0,00 0, A C A ,81 0,00 0,00 146,56 0, ,37 0,00 0,00 0, AZA , ,26 0,00 109,96 0, ,16 0,00 0,00 0, C , ,22 0,00 326,48 0, ,01 0,00 0,00 0, HA ,70 45,50 0, ,04 0, ,24 0,00 0,00 0, VA BL ,95 0,00 0,00 52,44 0, ,39 0,00 0,00 0, VA A , ,70 0,00 91,59 0, ,18 0,00 0,00 0, VA LA , , , , 65 0, ,73 0,00 0, , VA CA 7.629,30 0,00 0,00 0,00 0, ,30 0,00 0,00 0, VA , ,71 0,00 22,36 0, ,92 0,00 0,00 0, VA HA , ,60 0,00 90,78 0, , 90 0,00 0,00 0, VA ,37 478,97 0,00 224,61 0, ,95 0,00 0,00 0, VA AA , , , ,87 0, ,24 0,00 0, , V CZ , , , ,30 0, ,57 0,00 0,00 0, V A ,91 151,20 0, ,00 0, , 11 0,00 0,00 0, VZ 8.723,15 0,00 0,00 341,79 0, ,94 0,00 0,00 0, LAA 5.372,70 0,00 0,00 0,00 0, ,70 0,00 0,00 0, LH-'AA ,35 3,51 0,00 226,38 0, ,24 0,00 0,00 0, L HA ,21 0,00 0,00 393,20 0, ,41 0,00 0,00 0, LVA , , , ,82 0, ,94 0,00 0, , LVA ,21 0,00 0,00 0,00 0, ,21 0,00 0,00 0, CA A ,52 0,00 0, ,57 0, , 09 0,00 0,00 0, A ,10 0,00 0, ,25 0, ,35 0,00 0,00 0, ZAA , 87 0,00 0,00 0,00 0, , 87 0,00 0,00 0, BAC , , , ,16 0,00 0,00 0,00 0, , , , , ,39 0, ,81 0,00 0,00 0, , , , ,22 0,00 0,00 0,00 0, , V A ,95 12,60 0, ,29 0, ,84 0,00 0,00 0, A CAVALH ,53 302,40 0,00 4,77 0, ,70 0,00 0,00 0, A AA , ,07 0, ,32 0, ,53 0,00 0,00 0, A A ,64 0,00 0,00 355,00 0, ,64 0,00 0,00 0, A ,46 591,64 0,00 50,85 0, ,95 0,00 0,00 0, A 6.849,00 0,00 0,00 0,00 0, ,00 0,00 0,00 0, A VA 9.004,35 0,00 0,00 159,69 0, ,04 0,00 0,00 0, A L A ,57 3,04 0, ,02 0, ,63 0,00 0,00 0, A L L , ,88 0, ,10 0, ,48 0,00 0,00 0, A A A , ,06 0, ,57 0, ,18 0,00 0,00 0, A A C A , ,58 0, ,66 0,00 0,00 0,00 0, , AA A , , , ,99 0, ,12 0,00 0, , A A A C , ,65 0,00 122,99 0,00 0,00 0,00 0, , A A L , ,37 0,00 351,39 0, ,69 0,00 0,00 0, A A B A , ,91 0,00 60,65 0, ,32 0,00 0,00 0, A A B , ,93 0,00 67,32 0, ,25 0,00 0,00 0, AA QA , ,55 0, ,40 0, ,63 0,00 0,00 0, AA , ,77 0,00 120,62 0, ,65 0,00 0,00 0, AA V ,32 0,00 0, ,77 0, ,09 0,00 0,00 0, A , , , ,79 0, ,91 0,00 0, , A 8.526,43 0,00 0,00 345,35 0, ,78 0,00 0,00 0, A A , , , , 46 0,00 0,00 0,00 0, , A C , , , ,39 0,00 0,00 0,00 0, , AC A , , ,00 52,26 0, ,79 0,00 0, , ALA CA ,95 0,00 0, ,57 0, ,52 0,00 0,00 0, A L A 5.332,84 0,00 0,00 20,10 0, ,94 0,00 0,00 0, AVA , , , ,49 0, ,07 0,00 0,00 0, CAHA , ,77 0,00 613,06 0, ,46 0,00 0,00 0, A AZL , , , ,63 0, ,82 0,00 0, , A BA ,32 0,00 0,00 0,00 0, ,32 0,00 0,00 0, A AA ,96 0,00 0,00 1,66 0, ,62 0,00 0,00 0, A AA ,23 0,00 0,00 0,00 0, ,23 0,00 0,00 0, A AA 9.733,57 0,00 0, ,57 0, ,14 0,00 0,00 0, A LVA ,28 3,51 0,00 202,51 0, ,30 0,00 0,00 0, A AA A CZ ,61 61,38 0,00 155,96 0, ,95 0,00 0,00 0, L ,03 0,00 0,00 0,00 0, ,03 0,00 0,00 0, LL , , , ,75 0,00 0,00 0,00 0, , XA 3.323,58 0,00 0,00 0,00 0, ,58 0,00 0,00 0, Q , 11 0,00 0,00 0,00 0, , 11 0,00 0,00 0, Q , ,25 0,00 721,59 0, , 11 0,00 0,00 0, A ,36 0,00 0, ,27 0, ,63 0,00 0,00 0, Z , ,41 0, ,70 0, ,31 0,00 0,00 0, , ,06 0, ,15 0,00 0,00 0,00 0, , Q 7.719,84 176,40 0,00 433,07 0, ,31 0,00 0,00 0, CA ,90 0,00 0,00 0,00 0, ,90 0,00 0,00 0, A 6.229,95 0,00 0,00 0,00 0, ,95 0,00 0,00 0, A CAAA ,25 0,00 0, ,77 0, ,02 0,00 0,00 0, A VA 5.567,74 0,00 0,00 0,00 0, ,74 0,00 0,00 0, A A ,37 0,00 0,00 23,28 0, ,65 0,00 0,00 0, A A ,19 0,00 0,00 301,13 0, ,32 0,00 0,00 0,00 XLA AA A A AC ste documento pode ser verificado no endereço eletrônico pelo código ocumento assinado digitalmente conforme n o -

158 º 94, sexta-feira, 17 de maio de A ,58 56,06 0,00 121,53 0, ,17 0,00 0,00 0, 'AA ,90 2,40 0,00 441,39 0, ,69 0,00 0,00 0, L ,07 3,51 0,00 159,74 0, ,32 0,00 0,00 0, ACA ,28 0,00 0, ,66 0, , 94 0,00 0,00 0, AJBA ,89 588,70 0,00 148,14 0, ,73 0,00 0,00 0, AA , ,40 0, ,47 0, ,05 0,00 0, , AC 9.998,28 0,00 0,00 69,87 0, ,15 0,00 0,00 0, AH , 84 4,05 0,00 90,78 0, , 67 0,00 0,00 0, AA , ,95 0, ,35 0, ,49 0,00 0,00 0, AA , , , ,79 0, ,00 0,00 0, , ABA , ,35 0, , 11 0, ,33 0,00 0,00 0, A , , ,15 302,51 0, ,03 0,00 0,00 0, H , , , ,88 0, ,87 0,00 0, , LAA ,28 0,00 0, ,54 0, ,82 0,00 0,00 0, C , , , ,58 0, ,25 0,00 0, , C CALA , , , ,68 0,00 0,00 0,00 0, , CA ,02 0,00 0,00 203,16 0, ,18 0,00 0,00 0, , ,59 0, ,06 0, ,12 0,00 0, , VA , , , ,49 0,00 0,00 0,00 0, , CHQ ,84 0, ,00 139,64 0, ,48 0,00 0,00 0, VLA ,78 88,42 0, ,48 0, ,68 0,00 0,00 0, H A , , , ,46 0, ,34 0,00 0, , ,78 0,00 0,00 0,00 0, ,78 0,00 0,00 0, , , 11 0, ,72 0, ,59 0,00 0,00 0, AL , , , ,75 0, ,86 0,00 0, , AL , ,12 0,00 0,00 0, ,19 0,00 0,00 0, A , ,01 0,00 76,39 0, ,69 0,00 0,00 0, AA , ,46 0,00 83,78 0, ,33 0,00 0,00 0, AA L ,10 313,17 0, ,61 0, ,88 0,00 0,00 0, A H A ,75 0,00 0, ,17 0, ,92 0,00 0,00 0, BA , ,31 0, ,52 0, ,55 0,00 0,00 0, JCL ,91 50,40 0,00 3,18 0, ,49 0,00 0,00 0, KBCHK ,18 0,00 0,00 101,68 0, ,86 0,00 0,00 0, LA , ,08 0,00 111, 18 0, ,43 0,00 0,00 0, AL JQBA ,45 0,00 0, ,16 0, ,61 0,00 0,00 0, A ,60 50,40 0,00 0,00 0, ,00 0,00 0,00 0, QAL AL ,45 0,00 0,00 892,57 0, ,02 0,00 0,00 0, Q L Z A 3.642,45 0,00 0,00 165,65 0, ,10 0,00 0,00 0, A , ,54 0, ,63 0, ,54 0,00 0,00 0, AL A , ,03 0, ,86 0, ,35 0,00 0,00 0, C , ,32 0,00 760,79 0, ,51 0,00 0,00 0, ,10 0,00 0,00 4,77 0, ,87 0,00 0,00 0, CA , ,41 0,00 181,58 0, ,83 0,00 0,00 0, L , , , ,51 0, ,62 0,00 0, , AQHA ,68 91,56 0,00 176,21 0, ,45 0,00 0,00 0, ACHH ,51 0,00 0,00 160,81 0, ,32 0,00 0,00 0, ACH ACHA ,94 0,00 0,00 37,79 0, ,73 0,00 0,00 0, BA A V , , , ,13 0,00 0,00 0,00 0, , BA VLH , ,48 0,00 0,00 0, ,14 0,00 0,00 0, ACA , ,62 0,00 496,43 0, , 04 0,00 0,00 0, CACA , ,17 0,00 384,21 0, ,99 0,00 0,00 0, C 4.319,58 0,00 0,00 105,46 0, ,04 0,00 0,00 0, A ,65 482,10 0,00 456,06 0, ,81 0,00 0,00 0, A , ,30 0, ,13 0, , 11 0,00 0,00 0, A ,98 0,00 0, ,29 0, ,27 0,00 0,00 0, V , ,26 0, ,52 0, ,92 0,00 0,00 0, AAABA , ,73 0, ,32 0, , 84 0,00 0,00 0, A A , , , ,14 0, ,16 0,00 0, , ACCABA , ,47 0, ,01 0, ,16 0,00 0,00 0, BA , ,93 0, ,03 0, ,77 0,00 0,00 0, , ,03 0, ,51 0, ,49 0,00 0,00 0, VLH , , 41 0, ,83 0, ,56 0,00 0, , A L , ,13 0,00 880,98 0, ,37 0,00 0,00 0, CH A 4.617,51 0,00 0,00 880,82 0, ,33 0,00 0,00 0, ,34 0,00 0, ,00 0, ,34 0,00 0,00 0, AA , 74 0,00 0, ,38 0, ,12 0,00 0,00 0, A A LA ,44 0,00 0,00 0,00 0, ,44 0,00 0,00 0, B L A ,38 0,00 0,00 6,36 0, ,74 0,00 0,00 0, B , ,95 0,00 135,19 0, ,75 0,00 0,00 0, ABAA , , , ,92 0, ,57 0,00 0, , ABL , ,18 0,00 187,76 0, ,33 0,00 0,00 0, A C A , , , ,28 0,00 0,00 0,00 0, , ALA , , , ,41 0, ,00 0,00 0, , AL A VA , ,74 0, ,45 0, ,55 0,00 0,00 0, AA BABAA , ,94 0,00 77,29 0, ,14 0,00 0,00 0, AA BABAA L ,12 12,00 0,00 160,48 0, ,60 0,00 0,00 0, AA BABAA V 1.953,62 0,00 0,00 0,00 0, ,62 0,00 0,00 0, AA BABAA ,86 0,00 0,00 435,33 0, ,19 0,00 0,00 0, AA CZ A ,02 37,04 0,00 536,55 0, ,61 0,00 0,00 0, AA CZ ALA ,97 0,00 0,00 162,12 0, ,09 0,00 0,00 0, AA CZ CALVA ,90 0,00 0, ,64 0, ,54 0,00 0,00 0, AA A A ,44 0,00 0, ,00 0, ,44 0,00 0,00 0, AA A ,18 252, , ,90 0, ,08 0,00 0,00 0, AA HLA A 6.857,36 0,00 0, ,00 0, ,36 0,00 0,00 0, AA JLAA ,96 447,54 0,00 195,66 0, ,16 0,00 0,00 0, AA LZA , , , ,24 0,00 0,00 0,00 0, , AA AAA , ,10 0, ,43 0, ,67 0,00 0, , AA AA ABA , ,38 0, ,59 0, , 62 0,00 0,00 0, AA AA AL , 11 24,68 0,00 172,72 0, ,51 0,00 0,00 0, AA AA AC , ,82 0, ,83 0, ,88 0,00 0,00 0, AAA A VA , ,34 0, ,22 0, ,69 0,00 0,00 0, AAA CAAA ,42 0,00 0,00 3,18 0, ,60 0,00 0,00 0, AAA AAA ,25 0,00 0,00 36,20 0, ,45 0,00 0,00 0, AAA ,95 0,00 0, , 00 0, ,95 0,00 0,00 0, AAA AAB ,21 0,00 0,00 14,57 0, ,78 0,00 0,00 0, AAA JACA ,92 0,00 0,00 0,00 0, ,92 0,00 0,00 0, AAA AHAC ,73 0,00 0,00 171,36 0, ,09 0,00 0,00 0, AAA AA ,80 0, , ,69 0, ,49 0,00 0, , AAA ACH , 90 0,00 0,00 118, 15 0, ,05 0,00 0,00 0, AAA 8.396,61 0,00 0,00 103,10 0, ,71 0,00 0,00 0, AA A CALA ,23 3,00 0,00 143,28 0, ,51 0,00 0,00 0, AA A JACA , ,81 0, ,01 0, ,03 0,00 0,00 0, AA A A ,86 0,00 0,00 58,69 0, ,55 0,00 0,00 0, AA A BCA 5.539,20 0,00 0,00 55,38 0, ,58 0,00 0,00 0, AA A ,85 0,00 0,00 752,39 0, ,24 0,00 0,00 0, AA A ACA , , , ,69 0, ,13 0,00 0, , AA A A A ,24 0,00 0,00 0,00 0, ,24 0,00 0,00 0, AA VA , ,03 0, ,90 0, , 42 0,00 0,00 0,00 CCALZAÇÃ BA C ste documento pode ser verificado no endereço eletrônico pelo código ocumento assinado digitalmente conforme n o -

159 º 94, sexta-feira, 17 de maio de A A AA , ,23 0, ,97 0,00 0,00 0,00 0, , A A AV 4.451,83 81,69 0, ,31 0, ,83 0,00 0,00 0, A A AA 7.376,82 0,00 0,00 203,29 0, , 11 0,00 0,00 0, A A AB ,27 0,00 0,00 84,43 0, ,70 0,00 0,00 0, A A JAC , ,48 0, ,56 0, ,25 0,00 0,00 0, A A , , , ,44 0, ,29 0,00 0, , A A ,14 75,00 0,00 89,19 0, ,33 0,00 0,00 0, A A ABAX 9.641,81 0,00 0,00 104,97 0, ,78 0,00 0,00 0, A HL ,89 0,00 0,00 356,07 0, ,96 0,00 0,00 0, A , , , ,00 0, ,93 0,00 0, , A B ABA ,17 7,20 0,00 3,18 0, ,55 0,00 0,00 0, A BA AC ,72 0,00 0,00 373,02 0, ,74 0,00 0,00 0, A A ,81 12,60 0, ,72 0, ,13 0,00 0,00 0, A AA , ,32 0, ,53 0, ,38 0,00 0, , A LX A 4.068,84 817,50 0, ,57 0, ,91 0,00 0, , A ACC , , , ,74 0, ,91 0,00 0, , A ACC ALA ,35 23,28 0, ,62 0, ,25 0,00 0,00 0, A ACC AL ,40 152,64 0,00 493,73 0, ,77 0,00 0,00 0, A ACC LA ,19 0,00 0,00 173,35 0, ,54 0,00 0,00 0, A AL ,07 0,00 0, ,80 0, , 87 0,00 0,00 0, A AL A A 5.352,22 0,00 0,00 0,00 0, ,22 0,00 0,00 0, A AL BAX 3.795,08 0,00 0, ,00 0, ,08 0,00 0,00 0, A CAL ABA 9.317,06 0,00 0,00 38,36 0, ,42 0,00 0,00 0, A CAL AA ,37 0,00 0,00 131,15 0, ,52 0,00 0,00 0, A CAL ABAX ,13 4,95 0,00 679,79 0, ,87 0,00 0,00 0, A CAL ACA , , , ,47 0, ,64 0,00 0,00 0, A A , ,30 0, ,12 0,00 0,00 0,00 0, , A JA BAA LA , ,94 0,00 526,05 0, ,63 0,00 0,00 0, A JA A LAA ,73 0,00 0,00 323,16 0, ,89 0,00 0,00 0, A JA A AA ,17 0,00 0,00 109,83 0, ,00 0,00 0,00 0, A JA A , , , ,29 0, ,20 0,00 0, , A JA A , 95 0,00 0,00 231,09 0, , 04 0,00 0,00 0, A JA L , , , ,71 0,00 0,00 0,00 0, , A JA AHAC ,58 0,00 0,00 143,22 0, ,80 0,00 0,00 0, A JA AHA ,59 8,03 0, ,90 0, , 52 0,00 0,00 0, A JA ,82 81,15 0,00 297,97 0, ,94 0,00 0,00 0, A JA AC 5.841,83 0,00 0,00 77,61 0, ,44 0,00 0,00 0, A JA AA , , ,03 319,79 0, ,26 0,00 0, , A JA VALA , ,42 0,00 16,15 0, ,24 0,00 0,00 0, A JA C , , ,00 852,71 0, ,40 0,00 0, , A JAQ BCA , ,72 0, ,42 0, ,68 0,00 0, , A J A BAA ,43 50,40 0, ,08 0, ,91 0,00 0,00 0, A J A LAA ,19 456,37 0, ,01 0, ,57 0,00 0,00 0, A J A AA 4.385,02 0,00 0, ,00 0, ,02 0,00 0,00 0, A J A VAHA ,20 0,00 0,00 422,31 0, ,51 0,00 0,00 0, A J AL 7.573,89 0,00 0,00 69,08 0, ,97 0,00 0,00 0, A J V ,52 0,00 0, ,40 0, ,92 0,00 0,00 0, A J ABAL ,00 25,54 0,00 215,87 0, ,41 0,00 0,00 0, A J JAC ,74 0,00 0, ,40 0, ,14 0,00 0,00 0, A J A ,65 0,00 0,00 137,44 0, ,09 0,00 0,00 0, A LC , , , ,12 0, ,78 0,00 0, , A L AA ,91 0,00 0,00 4,77 0, ,68 0,00 0,00 0, A A A ,52 1,52 0,00 0,00 0, ,04 0,00 0,00 0, A ,33 64,31 0, ,48 0, ,12 0,00 0,00 0, A AC , ,60 0, ,93 0, ,71 0,00 0,00 0, A A , , ,00 143,22 0, ,62 0,00 0,00 0, A Q A , ,18 0,00 89,19 0, ,79 0,00 0,00 0, A BAA A BLA VA 4.939,78 0,00 0,00 55,44 0, ,22 0,00 0,00 0, A BAA A VA AL ,97 26,51 0, ,00 0, ,48 0,00 0,00 0, A BAA AA ,37 0,00 0,00 51,57 0, ,94 0,00 0,00 0, A BAA AAHA ,32 0,00 0, ,88 0, ,20 0,00 0,00 0, A BAA ,79 12,60 0,00 95,39 0, ,78 0,00 0,00 0, A BAA AA , , , , 92 0,00 0,00 0,00 0, , A BAA ,34 0,00 0,00 605,38 0, , 72 0,00 0,00 0, A BAA V ,08 350,13 0,00 436,30 0, ,51 0,00 0,00 0, A A , ,59 0,00 134,64 0, ,85 0,00 0,00 0, A A AQ , 36 50,40 0, ,52 0, ,28 0,00 0,00 0, A A LA ,37 0,00 0,00 4,77 0, ,14 0,00 0,00 0, A VC A , ,29 0, ,09 0, ,64 0,00 0, , ACA , ,12 0, ,44 0, ,15 0,00 0,00 0, AA 7.650,39 0,00 0, ,18 0, ,57 0,00 0,00 0, AZ , ,82 0, ,29 0, ,68 0,00 0,00 0, BHA ,87 100,80 0,00 436,19 0, ,86 0,00 0,00 0, X ,49 0,00 0,00 44,44 0, ,93 0,00 0,00 0, A AAAL ,50 0,00 0,00 114, 67 0, ,17 0,00 0,00 0, A C 4.071,66 0,00 0,00 0,00 0, ,66 0,00 0,00 0, A , ,10 0,00 361,28 0, ,57 0,00 0,00 0, A J B ,93 0,00 0,00 0,00 0, ,93 0,00 0,00 0, A CALV ,82 0,00 0,00 0,00 0, ,82 0,00 0,00 0, HA LVA ,18 0,00 0,00 281,45 0, ,63 0,00 0,00 0, HA 4.268,49 457,80 0,00 67,84 0, ,13 0,00 0,00 0, HA ,20 0,00 0,00 964,76 0, ,96 0,00 0,00 0, C A ,00 0,00 0,00 89,86 0, ,86 0,00 0,00 0, A ,74 0,00 0,00 1,59 0, ,33 0,00 0,00 0, A AZL A ,26 0,00 0,00 77,14 0, ,40 0,00 0,00 0, A A AA , 11 0,00 0,00 245,07 0, ,18 0,00 0,00 0, A A ,19 196,70 0,00 102,35 0, ,24 0,00 0,00 0, A AL ,71 0,00 0, ,46 0, ,17 0,00 0,00 0, AA ,75 0,00 0,00 0,00 0, ,75 0,00 0,00 0, AL A 5.845,06 0,00 0,00 239,40 0, ,46 0,00 0,00 0, A ,86 0,00 0,00 14,57 0, ,43 0,00 0,00 0, , , ,93 283,57 0, ,22 0,00 0,00 0, LAA , , , ,53 0,00 0,00 0,00 0, , LV A A ,85 0,00 0,00 153,23 0, ,08 0,00 0,00 0, LV A L , ,33 0,00 70,01 0, ,86 0,00 0,00 0, A A 5.396,23 0,00 0,00 0,00 0, ,23 0,00 0,00 0, A , ,84 0, ,99 0, ,59 0,00 0, , BALA 5.350,59 0,00 0,00 0,00 0, ,59 0,00 0,00 0, LA A ,22 190,66 0,00 45,33 0, ,21 0,00 0,00 0, A B L , 46 0,00 0,00 16,16 0, ,62 0,00 0,00 0, A B A , , , ,05 0, ,51 0,00 0, , A A B A ,90 0,00 0,00 0,00 0, ,90 0,00 0,00 0, A A ,03 0,00 0,00 14,57 0, ,60 0,00 0,00 0, A A 4.370,97 0,00 0,00 36,84 0, ,81 0,00 0,00 0, AQAAC A ,28 0,00 0,00 519,20 0, ,48 0,00 0,00 0, A , ,76 0,00 80,29 0, ,97 0,00 0,00 0, XA , ,57 0, ,88 0, ,73 0,00 0,00 0, L , , , ,85 0, ,00 0,00 0, ,80 XLA AA A A AC ste documento pode ser verificado no endereço eletrônico pelo código ocumento assinado digitalmente conforme n o -

160 º 94, sexta-feira, 17 de maio de , , , ,06 0, ,33 0,00 0, , A ,55 10,00 0,00 740,56 0, , 11 0,00 0,00 0, ,45 113, 40 0,00 6,36 0, ,21 0,00 0,00 0, C A , ,24 0,00 616,39 0, ,15 0,00 0,00 0, C J ,69 0,00 0,00 3,18 0, ,87 0,00 0,00 0, L ,15 47,25 0,00 86,01 0, ,41 0,00 0,00 0, B , ,99 0, ,35 0,00 0,00 0,00 0, , CAC , , , ,02 0, ,79 0,00 0, , AA , ,52 0, ,63 0, ,95 0,00 0, , A , , , , 27 0,00 0,00 0,00 0, , A ,40 0,00 0,00 139,42 0, ,82 0,00 0,00 0, A C A A , , ,00 19,33 0, ,97 0,00 0, , ALA , , , ,68 0, ,67 0,00 0,00 0, V L A A ,66 0,00 0,00 42,46 0, ,12 0,00 0,00 0, BA , , , ,52 0, ,93 0,00 0, , BA , ,56 0, ,38 0, ,22 0,00 0,00 0, BAAA ,40 0,00 0, ,58 0, ,98 0,00 0,00 0, BABA , , , ,81 0, , ,47 0, , BLAA , , , ,53 0,00 0, ,05 0, , B A B A 1.991,56 0,00 0,00 0,00 0, ,56 0,00 0,00 0, A , ,64 0, ,45 0, ,89 0,00 0, , A A , ,75 0, ,71 0, ,99 0,00 0,00 0, AA A ,45 40,38 0, ,44 0, ,27 0,00 0,00 0, CAA ,25 19,08 0, ,03 0, ,36 0,00 0,00 0, CA , ,17 0,00 196,15 0, ,67 0,00 0,00 0, VA AL ,32 13,68 0, ,33 0, , 33 0,00 0,00 0, VA BA ,46 52,30 0,00 363,09 0, ,85 0,00 0,00 0, VA A A ,36 34,03 0, ,78 0, ,17 0,00 0,00 0, VA H A , , , ,83 0, ,40 0,00 0, , VAJA A , 78 0,00 0,00 0,00 0, , 78 0,00 0,00 0, VAZA A ALA , , , ,78 0, ,81 0,00 0, , VA Z L A A , , , ,82 0, , 20 0,00 0,00 0, VA Z A , ,52 0,00 404,28 0,00 0,00 0,00 0, , VLAA ,05 48,26 0,00 737,46 0, ,77 0,00 0,00 0, VHA ,93 0,00 0,00 193,87 0, ,80 0,00 0,00 0, V , 83 0,00 0,00 108,79 0, ,62 0,00 0,00 0, VLH V , 43 0,00 0,00 3,18 0, , 61 0,00 0,00 0, V A A , , , ,18 0,00 0,00 0,00 0, , VCA , , , ,16 0,00 0,00 0,00 0, , VA ,47 2,40 0,00 3,18 0, ,05 0,00 0,00 0, AHA LBA 6.456, ,00 0, ,00 0, ,63 0,00 0,00 0, V A LAA , ,92 0,00 609,71 0, ,87 0,00 0,00 0, VA , ,45 0,00 176,64 0, ,85 0,00 0,00 0, VL , , 11 0,00 61,18 0, ,01 0,00 0,00 0, VLAA ,49 126,00 0,00 0,00 0, ,49 0,00 0,00 0, VC BAC , , , ,17 0, ,04 0,00 0,00 0, VLA A ,34 58,14 0, ,67 0, ,15 0,00 0,00 0, WCLA BAZ 2.088, ,60 0,00 14,57 0, ,69 0,00 0,00 0,00 AL CAL ,05 CCALZAÇÃ BA C CAA A A AÚ A A - A/2013 AX ACAL - ALHA VAL A CA A CÍ AA ÇÃ C L AÊCA A À A AA VÁA A (valores anuais) estão Cód.B - ome do unicípio ome da nidade Código C úmero do Contrato ata de ublicação do xtrato do Contrato Valor AAL a ser destinado ao undo de aúde unicipal BL HZ HAL A CLCA A ,04 unicipal JZ A HAL VA A J ,76 unicipal BABA H. C. AC. CA AL ,47 unicipal BLAA HAL A CLCA BLAA ,05 A L ,32 CAA A A AÚ A A - A/2013 AX V ACAL - ALHA VAL A CA A CÍ ÇÃ C AAL CAL (VAL AA). Cód.B - ome do unicípio ome da nidade Código C úmero do ermo ata de ublicação do xtrato do ermo undo para o qual serão realizadas as transferências Valor AAL a ser destinado ao undo de aúde BABACA Centro Hospitalar siquiátrico de Barbacena , BABACA Hospital egional de Barbacena ,64 A L ,28 AA o - 536, 16 A 2013 emaneja o limite financeiro anual referente à Assistência de édia e Alta Complexidade Hospitalar e Ambulatorial do stado da araíba (B). ecretário de Atenção à aúde, no uso de suas atribuições, Considerando a ortaria nº 1.097//, de 22 de maio de 2006, que define a rogramação actuada e ntegrada da Assistência em aúde, alterada pela ortaria nº 1.699//, de 27 de julho de 2011 ; Considerando a ortaria nº 204//, de 29 de janeiro de 2007, que regulamenta o financiamento e a transferência dos recursos federais para as ações e os serviços de saúde, na forma de blocos de financiamento; e Considerando as planilhas encaminhadas pela ecretaria de stado da aúde da araíba (B) por meio do fício nº 836/-/B, de 12 de abril de 2013,, e esoluções nº 208/CB/B, de 6 de novembro de 2012,, nº 267 e nº 269, de 18 de dezembro de 2012, nº 10 e nº 11, de 5 de fevereiro de 2013, nº 22 e nº 23, de 12 de março de 2013, e nº 27, nº 28 e nº 32, de 9 de abril de 2013, resolve: Art. 1º ica remanejado o limite financeiro anual referente à Assistência de édia e Alta Complexidade Hospitalar e Ambulatorial sob gestão estadual, conforme descrito no Anexo desta ortaria, e sob gestão dos unicípios, conforme detalhado nos Anexos, e V. 1º total de recurso financeiro anual do stado da araíba (B), referente ao bloco de financiamento da Atenção de édia e Alta Complexidade Ambulatorial e Hospitalar, corresponde a $ ,86 (seiscentos e quatro milhões, novecentos e seis mil, oitocentos e sessenta e oito reais e oitenta e seis centavos), a seguir distribuído: estino Valor Anual etalhamento otal dos recursos transferidos ao undo stadual de aúde ,96 Anexo otal dos recursos transferidos aos undos unicipais de aúde ,67 Anexo otal dos recursos retidos no undo acional de aúde ,23 Anexo 2º stão inclusos neste bloco de financiamento os valores referentes aos incentivos do Centro de specialidades dontológicas (C), no valor de $ ,00 (seis milhões, quinhentos e oitenta e seis mil e oitocentos reais) e do erviço de Atendimento óvel às rgências (A 192), no valor de $ ,00 (trinta e quatro milhões, quatrocentos e um mil e trezentos reais). 3º stado e unicípios farão jus à parcela mensal correspondente a 1/12 (um doze avos) dos valores descritos nos Anexos desta ortaria. Art. 2º remanejamento de recurso concedido, por meio desta ortaria não acarretará impacto financeiro ao inistério da aúde. ste documento pode ser verificado no endereço eletrônico pelo código ocumento assinado digitalmente conforme n o -

161 º 94, sexta-feira, 17 de maio de Art. 3º undo acional de aúde adotará as medidas necessárias para a transferência, regular e automática, do valor mensal, para o undo stadual de aúde e undos unicipais de aúde correspondentes. arágrafo único. s recursos orçamentários, objeto desta ortaria, correrão por conta do orçamento do inistério da aúde, devendo onerar o rograma de rabalho Atenção à aúde da opulação para rocedimentos em édia e Alta Complexidade. Art. 4º sta ortaria entra em vigor na data de sua publicação, com efeitos financeiros a partir de 1º de maio de CAA A A AÚ A AAÍBA - A/2013 AX HLVÉC AA AALHÃ JÚ CCAÇÃ C Limites eferentes aos recursos programados na ,16 Valores a receber referentes a estabelecimentos sob gestão estadual ,44 Valores a receber referentes a C com transferências diretas ao ,36 Valores a serem A pelo e transferidos diretamente às unidades prestadoras universitárias federais (-) 0,00 VAL A A AAL AÚ ,96 AX CAA A A AÚ A AAÍBA - A/2013 ACAL - VAL A A CA AÚ (valores anuais) B unicípio Assistência Ambulatorial e Hospitalar ncentivos permanentes de custeio * Ajustes Valores de C com transferências realizadas ao Valores de stabelecimentos sob gestão estadual Valores retidos no undo acional de aúde Valores recebidos de outras s o t a l róprio eferenciado AA BACA , , , ,41 0,00 0,00 0,00 0, , AA ,17 0, , ,36 0,00 0,00 0,00 0, , ALAA A , , , ,77 0,00 0,00 0,00 0, , ALAA VA ,74 880, , ,19 0,00 0,00 0,00 0, , ALAHA 8.797,41 0, , ,93 0,00 0,00 0,00 0, , ALCAL ,72 0, ,00 2,57 0,00 0,00 0,00 0, , ALA JAAA 3.228,77 0,00 0, , 11 0,00 0,00 0,00 0, , ALHAA , 19 0, , ,57 0,00 0,00 0,00 0, , A JA X , , , ,25 0,00 0,00 0,00 0, , A A 2.432,15 0,00 0,00 5,27 0,00 0,00 0,00 0, , A A C A ,32 0,00 0, ,12 0,00 0,00 0,00 0, , AACA ,96 0,00 0,00 0,16 0,00 0,00 0,00 0, , AAA ,03 0, ,00 0,93 0,00 0,00 0,00 0, , AAA , , , ,76 0,00 0,00 0,00 0, , AA , , , ,81 0,00 0,00 0,00 0, , AA BAAA 997,57 0,00 0,00 1,25 0,00 998,82 0,00 0,00 0, AAL ,62 0,00 0,00 0,18 0, ,80 0,00 0,00 0, AA , , , ,38 0,00 0,00 0,00 0, , ACA ,44 0,00 0, ,03 0,00 0,00 0,00 0, , BAA A ACA 0,00 0,00 0, ,38 0,00 0,00 0,00 0, , BAAA , , , ,00 0,00 0,00 0,00 0, , BAAA ,64 0,00 0, , 11 0,00 0,00 0,00 0, , BAA AAA , , , ,10 0,00 0,00 0,00 0, , BAA AA A ,34 0, , ,26 0,00 0,00 0,00 0, , BAA A L , ,04 0, ,74 0,00 0,00 0,00 0, , B AY X , , , , 04 0,00 0,00 0,00 0, , BL , , , ,61 0,00 0,00 0,00 0, , BL BJ CZ ,14 0, , ,94 0,00 0,00 0,00 0, , BA BAA 2.060,15 0, , ,18 0,00 0,00 0,00 0, , BA VA 2.392,22 0,00 0,00 0,04 0,00 0,00 0,00 0, , BA VA , 05 0,00 0,00 2,46 0, , 51 0,00 0,00 0, B J 2.258,86 0,00 0,00 0,86 0,00 0,00 0,00 0, , B C ,36 0, ,00 0,15 0, ,51 0,00 0, , B AA ,63 103, , ,33 0,00 0,00 0,00 0, , BQA , , , ,12 0,00 0,00 0,00 0, , AACY ,65 371, , ,83 0,00 0,00 0,00 0, , BBA 6.300,24 0,00 0,00 0,83 0, ,07 0,00 0,00 0, BJ CZ ,52 3, , ,53 0,00 0,00 0,00 0, , BJ A ,22 0,00 0, ,45 0,00 0,00 0,00 0, , CAAA , , , ,95 0,00 0,00 0,00 0, , CABACA , , ,00 0,48 0,00 0,00 0,00 0, , CABL , , , ,26 0,00 0,00 0,00 0, , CACHA ,27 0,00 0,00 0,34 0,00 0,00 0,00 0, , CACBA AA 294,99 0,00 0, ,85 0,00 0,00 0,00 0, , CACBA , , ,00 0,99 0,00 0,00 0,00 0, , CACBA ,08 0,00 0,00 0,43 0,00 0,00 0,00 0, , CACAA , , ,00 0,02 0,00 0,00 0,00 0, , CAJAZA , , , ,45 0, ,85 0,00 0, , CAJAZHA 589,53 0, ,00 0,18 0,00 0,00 0,00 0, , CALA BAA ,69 0,00 0,00 0,52 0,00 0,00 0,00 0, , CAALA 4.241,66 50,80 0, ,16 0,00 0,00 0,00 0, , CAA A , , , ,80 0, , ,01 0, , CA 606,01 0,00 0, ,29 0,00 0,00 0,00 0, , CAABA 232,79 0,00 0, ,63 0,00 0,00 0,00 0, , C A A A A 377,18 0,00 0,00 0,86 0,00 0,00 0,00 0,00 378, CA ,97 0,00 0, ,37 0,00 0,00 0,00 0, , C A A 1.183,41 0, ,00 1,97 0,00 0,00 0,00 0, , CAL CHA , , , ,99 0, ,52 0,00 0, , C A ,56 0, , ,33 0,00 0,00 0,00 0, , CCCA , , , , 02 0,00 0,00 0,00 0, , CA 1.149,20 0,00 0, ,75 0,00 0,00 0,00 0, , C ,47 189, , ,85 0,00 0,00 0,00 0, , C ,41 0,00 0, ,15 0,00 0,00 0,00 0, , CA , , , ,37 0,00 0,00 0,00 0, , CXXLA 719,51 0,00 0, , 28 0,00 0,00 0,00 0, , CZ A , 91 0,00 0, ,42 0,00 0,00 0,00 0, , C B A ,04 0,00 0, ,87 0,00 0,00 0,00 0, , C , , , ,89 0,00 0,00 0,00 0, , C ,24 0,00 0, ,50 0,00 0,00 0,00 0, , C AAA 447,95 0,00 0,00 0,05 0,00 448,00 0,00 0,00 0, CAL CA ,84 0,00 0,00 0,58 0,00 0,00 0,00 0, , CAL VLH 271, 11 0,00 0, ,18 0,00 0,00 0,00 0, , AA 2.643,56 0,00 0,00 0,57 0,00 0,00 0,00 0, , , ,76 0, ,76 0,00 0,00 0,00 0, , VA AA ,99 0,00 0, ,29 0, , 28 0,00 0,00 0, AA 1.695,67 0,00 0,00 2,42 0,00 0,00 0,00 0, , A , ,89 0, ,53 0,00 0,00 0,00 0, , A AA 664,05 64,76 0, ,33 0,00 0,00 0,00 0, , A 1.069,99 0,00 0,00 0,81 0,00 0,00 0,00 0, ,80 XLA AA A A AC ste documento pode ser verificado no endereço eletrônico pelo código ocumento assinado digitalmente conforme n o -

162 º 94, sexta-feira, 17 de maio de ACA , , , ,60 0,00 0,00 0,00 0, , A 0,00 0,00 0, ,28 0, ,28 0,00 0,00 0, AH ,64 0,00 0,00 1,44 0,00 0,00 0,00 0, , A BAV , ,63 0, ,92 0,00 0,00 0,00 0, , AABA , , , ,08 0, ,82 0,00 0, , H , , , ,13 0,00 0,00 0,00 0, , JA 7.267,73 0,00 0,00 1,39 0,00 0,00 0,00 0, , BAA 1.267,49 0, ,00 2,79 0,00 0,00 0,00 0, , ACLAA ,78 0,00 0,00 0,23 0,00 0,00 0,00 0, , A , , , ,51 0,00 0,00 0,00 0, , A B A A A , , , ,94 0,00 0,00 0,00 0, , A A A , , , ,79 0, ,90 0,00 0, , A C A ,56 0,00 0,00 0,27 0,00 0,00 0,00 0, , A B A , , , , 95 0, ,51 0,00 0, , JACAA ,52 0, ,00 232,97 0,00 0,00 0,00 0, , JC ,54 715,00 0, ,80 0,00 0,00 0,00 0, , JA A , , , ,33 0, , ,22 0, , JAZ AVA ,52 0,00 0, ,67 0,00 0,00 0,00 0, , JAZH , , , ,46 0,00 0,00 0,00 0, , JC 1.025,47 0,00 0, ,41 0, ,88 0,00 0,00 0, JAA , 40 0, , ,33 0,00 0,00 0,00 0, , J ,09 0,00 0, ,56 0,00 0,00 0,00 0, , LAA 0,00 0,00 0,00 1,95 0,00 1,95 0,00 0,00 0, LAA , , , ,66 0,00 0,00 0,00 0, , LAA CA , ,30 0, ,93 0,00 0,00 0,00 0, , LA ,75 0,00 0, ,23 0,00 0,00 0,00 0, , L V A , , ,00 132,28 0,00 0,00 0,00 0, , LA , ,52 0, ,86 0,00 0,00 0,00 0, , LCA ,97 0, , ,24 0, ,21 0,00 0, , A 'AA 3.062,43 0,00 0, ,38 0,00 0,00 0,00 0, , A LA 2.160,85 0,00 0,00 3,21 0,00 0,00 0,00 0, , AAA , , , ,02 0,00 0,00 0,00 0, , AAA ,71 0, , ,67 0,00 0,00 0,00 0, , ACACA , 11 0,00 0,00 1,54 0, ,65 0,00 0,00 0, A , ,30 0, ,17 0,00 0,00 0,00 0, , AZL ,26 0,00 0, ,12 0,00 0,00 0,00 0, , AAABA , , , ,02 0,00 0,00 0,00 0, , AA A C A 0,00 0, , , 93 0,00 0,00 0,00 0, , A H A ,93 0,00 0,00 1,20 0,00 0,00 0,00 0, , A 1.320,58 0,00 0,00 0,21 0, ,79 0,00 0,00 0, A A 589,53 0,00 0,00 0,32 0,00 0,00 0,00 0,00 589, ,92 0, , ,76 0,00 0,00 0,00 0, , A A ,75 0,00 0, ,35 0,00 0,00 0,00 0, , HB ,44 0,00 0,00 0,32 0,00 0,00 0,00 0, , , , , , 45 0, ,90 0,00 0, , L ,30 0, , ,73 0,00 0,00 0,00 0, , A B A ,15 0, , ,72 0,00 0,00 0,00 0, , AZAZH 1.234,27 0,00 0, ,54 0,00 0,00 0,00 0, , VA LA ,17 0,00 0, ,34 0,00 0,00 0,00 0, , VA LA ,19 0, , ,15 0,00 0,00 0,00 0, , VA ALA 1.214,68 0,00 0,00 0,16 0, ,84 0,00 0,00 0, LH 'AA 0,00 0,00 0,00 0,42 0,00 0,00 0,00 0,00 0, LV ,85 0,00 0, ,41 0,00 0,00 0,00 0, , VLH ,30 0,00 0, ,26 0,00 0,00 0,00 0, , A A 247,37 0,00 0,00 2,40 0,00 249,77 0,00 0,00 0, A A 832,44 0,00 0,00 0,75 0,00 833,19 0,00 0,00 0, A , , , ,80 0, ,59 0,00 0, , A L A ,51 0, ,00 0,51 0,00 0,00 0,00 0, , A BACA ,47 0,00 0,00 0,17 0,00 0,00 0,00 0, , A LAVAA , , , ,37 0,00 0,00 0,00 0, , A , , , ,82 0,00 0,00 0,00 0, , AC , , , ,23 0, ,29 0,00 0, , C , , , ,82 0, ,49 0,00 0, , LA , , , ,53 0,00 0,00 0,00 0, , L 5.532,73 0,00 0, ,13 0,00 0,00 0,00 0, , LZH ,86 0,00 0, ,42 0,00 0,00 0,00 0, , BA ,51 0,00 0,00 876,54 0,00 0,00 0,00 0, , B 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0, CH , , , ,19 0,00 0,00 0,00 0, , C AA 2.021,95 0,00 0,00 0,34 0,00 0,00 0,00 0, , C J A 784,85 0,00 0,00 0,89 0,00 785,74 0,00 0,00 0, BAL , , , ,15 0,00 0,00 0,00 0, , AA ,02 0,00 0, ,50 0,00 0,00 0,00 0, , CA ABL , , , ,15 0, ,19 0,00 0, , XAA ,70 0,00 0, ,82 0,00 0,00 0,00 0, , QAA ,52 0, , ,32 0,00 0,00 0,00 0, , QXABA 572,57 0,00 0, ,61 0,00 0,00 0,00 0, , , 90 0,00 0,00 0,09 0,00 0,00 0,00 0, , ,43 0,00 0, ,26 0,00 0,00 0,00 0, , ACHA 1.124,08 0,00 0,00 0,74 0,00 0,00 0,00 0, , ACHA BACAA 8.625,32 0,00 0,00 0,07 0,00 0,00 0,00 0, , ACHA C 1.374,67 0,00 0,00 0,75 0, ,42 0,00 0,00 0, ACH A A 8.535,93 0, , , 11 0,00 0,00 0,00 0, , ACH CAVAL ,38 0,00 0, ,18 0,00 0,00 0,00 0, , , , , ,21 0,00 0,00 0,00 0, , ALAH ,18 0,00 0,00 0,12 0,00 0,00 0,00 0, , ALA A LX ,62 0,00 0, ,52 0,00 0,00 0,00 0, , AA CCLA 189,00 0,00 0,00 664,00 0,00 0,00 0,00 0,00 853, AA CZ ,28 0, , ,06 0,00 0,00 0,00 0, , AA HLA ,26 0,00 0,00 0,83 0,00 0,00 0,00 0, , AA 1.978,39 0,00 0,00 0,28 0,00 0,00 0,00 0, , AA LZA , , , , ,36 0,00 0,00 0, , AAA AA 383,59 0,00 0,00 24,06 0,00 0,00 0,00 0,00 407, AAA A ,18 0, , ,49 0,00 0,00 0,00 0, , JCA CLA 2.138,08 0,00 0, ,10 0,00 0,00 0,00 0, , AA A , , , ,75 0, ,00 0,00 0, , AA HA 727,63 0,00 0,00 0,55 0,00 0,00 0,00 0,00 728, A A ,71 0,00 0,00 0,79 0, ,50 0,00 0,00 0, A B , , , ,88 0,00 0,00 0,00 0, , A BH ,17 0,00 0, ,91 0,00 0,00 0,00 0, , A CA 4.730,91 0,00 0,00 0,66 0, ,57 0,00 0,00 0, A BAL , 32 31,26 0, ,24 0,00 0,00 0,00 0, , A ACC 785,05 0,00 0, ,15 0,00 0,00 0,00 0, , A JA CA ,38 58, , ,74 0, , 93 0,00 0, , A JA 6.327,15 0,00 0,00 0,09 0, ,24 0,00 0,00 0, A J A LAA AAA ,91 0, , , 11 0,00 0,00 0,00 0, , A J CAAA , 04 0,00 0, ,38 0,00 0,00 0,00 0, , A J HAA ,78 0,00 0,00 1,39 0,00 0,00 0,00 0, ,17 CCALZAÇÃ BA C ste documento pode ser verificado no endereço eletrônico pelo código ocumento assinado digitalmente conforme n o -

163 º 94, sexta-feira, 17 de maio de A J A ,50 0,00 0, ,23 0,00 0,00 0,00 0, , A J AHA ,86 0, , ,71 0,00 0,00 0,00 0, , A J CA 1.569,83 0,00 0,00 0,08 0,00 0,00 0,00 0, , A J B 566,46 0,00 0,00 0,28 0,00 566,74 0,00 0,00 0, A J BJ CZ 6.565,73 0,00 0,00 0,51 0,00 0,00 0,00 0, , A J AB 1.433,09 0,00 0, ,41 0,00 0,00 0,00 0, , A J C 1.971,47 0,00 0,00 0,40 0,00 0,00 0,00 0, , A A , ,94 0, ,33 0,00 0,00 0,00 0, , A L A 0,00 0,00 0, ,00 0, ,00 0,00 0,00 0, A BAA LAA CA ,71 0, , ,89 0,00 0,00 0,00 0, , A BAA BZ 1.345,53 115, 92 0, , 14 0,00 0,00 0,00 0, , A , , , ,92 0,00 0,00 0,00 0, , ,58 0, , ,07 0,00 0,00 0,00 0, , A BACA , , , ,22 0,00 0,00 0,00 0, , A A AZ 313,27 0,00 0, ,57 0,00 0,00 0,00 0, , A A ,36 0, , ,26 0,00 0,00 0,00 0, , A A ,27 0,00 0, ,55 0,00 0,00 0,00 0, , AA , , ,00 0,24 0,00 0,00 0,00 0, , A Z H 8.222,65 0,00 0, ,13 0,00 0,00 0,00 0, , BA 813,48 0,00 0,00 0,39 0,00 0,00 0,00 0,00 813, LAA , , , ,14 0,00 0,00 0,00 0, , LA , , , , 51 0,00 0,00 0,00 0, , ,50 0,00 0,00 0,52 0,00 0,00 0,00 0, , A , , , ,58 0, ,85 0,00 0, , , , , ,30 0,00 88,99 0,00 0, , A C A ,71 0,00 0, ,10 0,00 0,00 0,00 0, , A A , , , ,05 0,00 0,00 0,00 0, , AVA ,23 0,00 0,00 1, 11 0,00 0,00 0,00 0, , XA , ,83 0, ,48 0,00 0,00 0,00 0, , ,66 0,00 0, ,93 0,00 0,00 0,00 0, , ,86 0, ,00 0,84 0,00 0,00 0,00 0, , AA , , , , 05 0,00 0,00 0,00 0, , BZ ,79 0, , ,34 0,00 0,00 0,00 0, , VA Z A 335,87 0,00 0,00 0,66 0,00 0,00 0,00 0,00 336, VL 4.498,60 0,00 0,00 1,56 0,00 0,00 0,00 0, , ZABL 2.307,83 0,00 0,00 1,77 0,00 0,00 0,00 0, ,60 AL CAL ,67 CAA A A AÚ A AAÍBA - A/2013 AX ACAL - ALHA VAL A CA A CÍ AA ÇÃ C L AÊCA A À A AA VÁA A (valores anuais) estão Cód.B - ome do unicípio ome da nidade Código C úmero do Contrato ata de ublicação do xtrato do Contrato Valor AAL a ser destinado ao undo de aúde unicipal CAA A Hosp. niversitário Alcides Carneiro/HAC ,01 unicipal JA A Hosp. niversitário Lauro Wanderley/B ,22 A L ,23 CAA A A AÚ A AAÍBA - A/2013 AX V ACAL - ALHA VAL A CA A CÍ ÇÃ C AAL CAL (VAL AA). Cód.B - ome do unicípio ome da nidade Código C úmero do rotocolo ata de ublicação do xtrato do rotocolo undo para o qual serão realizadas as transferências Valor AAL a ser destinado ao undo de aúde AABA CLX A C AABA / , AA LZA HAL AA HA CA / ,36 A L ,36 AA o - 537, 16 A 2013 emaneja o limite financeiro anual referente à Assistência de édia e Alta Complexidade Hospitalar e Ambulatorial do stado do araná. ecretário de Atenção à aúde, no uso de suas atribuições, Considerando a ortaria nº 1.097//, de 22 de maio de 2006, que define a rogramação actuada e ntegrada da Assistência em aúde, alterada pela ortaria nº 1.699//, de 27 de julho de 2011 ; Considerando a ortaria nº 204//, de 29 de janeiro de 2007, que regulamenta o financiamento e a transferência dos recursos federais para as ações e os serviços de saúde, na forma de blocos de financiamento; e Considerando as planilhas encaminhadas pela Comissão ntergestores Bipartite do stado do araná, por meio do fício n 012/2013-CB/, de 29 de abril de 2013, e as eliberações nº 21 e nº 22CB/, de 13 de março de 2013, e nº 54, de 29 de abril de 2013, resolve: Art. 1º ica remanejado o limite financeiro anual referente à Assistência de édia e Alta Complexidade Hospitalar e Ambulatorial sob gestão estadual, conforme descrito no Anexo desta ortaria, e sob gestão dos unicípios, conforme detalhado nos Anexos e. 1º total de recurso financeiro anual do stado do araná, referente ao bloco de financiamento da Atenção de édia e Alta Complexidade Ambulatorial e Hospitalar, corresponde a $ ,21 (dois bilhões, dez milhões, cento e vinte e dois mil, oitocentos e setenta e cinco reais e vinte e um centavos), a seguir distribuído: XLA AA A A AC estino Valor Anual etalhamento otal dos recursos transferidos ao undo stadual de aúde ,90 Anexo otal dos recursos transferidos aos undos unicipais de aúde ,89 Anexo otal dos recursos retidos no undo acional de aúde ,42 Anexo 2º stão inclusos neste bloco de financiamento os valores referentes aos incentivos do Centro de specialidades dontológicas (C), no valor de $ ,00 (sete milhões, oitocentos e quarenta e sete mil e quatrocentos reais) e do erviço de Atendimento óvel às rgências - A, no valor de $ ,00 (quarenta e um milhões, duzentos e vinte e sete mil, seiscentos e oitenta reais). 3º stado e os unicípios farão jus à parcela mensal correspondente a 1/12 (um doze avos) dos valores descritos nos Anexos desta ortaria. Art. 2º remanejamento de recurso concedido, por meio desta ortaria não acarretará impacto financeiro ao inistério da aúde. Art. 3º undo acional de aúde adotará as medidas necessárias para a transferência, regular e automática, do valor mensal para o undo stadual de aúde e undos unicipais de aúde correspondentes. arágrafo único. s recursos orçamentários, objeto desta ortaria, correrão por conta do orçamento do inistério da aúde, devendo onerar o rograma de rabalho Atenção à aúde da opulação para rocedimentos em édia e Alta Complexidade. Art. 4º sta ortaria entra em vigor na data de sua publicação, com efeitos financeiros a partir de 1º de maio de CAA A A AÚ AAÁ - A/2013 AX HLVÉC AA AALHÃ JÚ ACAL - VAL A A AAL AÚ - (valores anuais) CCAÇÃ C Limites referentes aos recursos programados na ,34 Valores a receber referentes a estabelecimentos sob gestão estadual ,56 Valores a receber referentes a C com transferências diretas ao 0,00 Valores a serem retidos pelo e transferidos diretamente às unidades prestadoras universitárias federais (-) 0,00 VAL A A AAL AÚ ,90 ste documento pode ser verificado no endereço eletrônico pelo código ocumento assinado digitalmente conforme n o -

164 º 94, sexta-feira, 17 de maio de 2013 AX CAA A A AÚ AAÁ - A/2013 ACAL - VAL A A CA AÚ (valores anuais) B unicípio Assistência Ambulatorial e Hospitalar ncentivos permanentes de custeio * Ajustes Valores de C com transferências realizadas ao Valores de stabelecimentos sob gestão estadual Valores retidos no undo acional de aúde Valores recebidos de outras fs o t a l róprio eferenciado A B A A , ,99 0,00 0,00 0, ,03 0,00 0,00 0, AAL ,02 0,00 0,00 0,00 0, ,02 0,00 0,00 0, A L ,77 0, ,00 0,00 0, ,77 0,00 0, , ALA AAA , ,71 0,00 0,00 0, ,01 0,00 0, , ALAA AAA , ,68 0, ,44 0,00 0,00 0,00 0, , A L A , ,00 0, ,96 0,00 0,00 0,00 0, , AL AAA , ,00 0,00 0,00 0, ,96 0,00 0,00 0, AL Q ,12 0,00 0, ,28 0,00 0,00 0,00 0, , ALVAA L ,10 0, ,48 0,00 0, ,58 0,00 0,00 0, AAA , , ,80 0,00 0, ,98 0,00 0,00 0, A , ,19 0, ,36 0, ,02 0,00 0, , AAHY 3.397,01 0,00 0,00 0,00 0, ,01 0,00 0,00 0, AA , ,44 0,00 0,00 0, ,38 0,00 0, , AL 468,90 0,00 0,00 0,00 0,00 468,90 0,00 0,00 0, A A , , ,00 0,00 0, ,68 0,00 0, , A L 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0, ACAAA , , , ,30 0,00 0,00 0,00 0, , AAA , , ,19 0,00 0, ,37 0,00 0, , AA , , ,00 0,00 0, ,77 0,00 0, , AAA 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0, AAA , ,83 0,00 0,00 0, ,84 0,00 0,00 0, AACAA , , , ,59 0,00 0,00 0,00 0, , AAHA VA 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0, AA , , ,00 0,00 0, ,83 0,00 0, , A CHAABA , ,29 0,00 0,00 0, ,95 0,00 0,00 0, A A , , ,44 0,00 0, ,06 0,00 0,00 0, AA L A A ,43 0, ,24 0,00 0, ,67 0,00 0,00 0, BALA VA , , ,04 0,00 0, ,33 0,00 0,00 0, BAA , , ,32 0,00 0, ,62 0,00 0, , BABA AZ , , 89 0,00 0,00 0, ,16 0,00 0,00 0, BAACA , ,32 0, ,16 0,00 0,00 0,00 0, , BAA JACA 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0, BLA VA CABA ,12 0,00 0, ,80 0,00 0,00 0,00 0, , BLA VA AA , ,13 0,00 0,00 0, ,81 0,00 0, , BA , ,36 0,00 0,00 0, , 11 0,00 0,00 0, BA ACA , ,33 0,00 0,00 0, ,54 0,00 0,00 0, BA ACA AC ,40 0,00 0, ,16 0,00 0,00 0,00 0, , BA VA A Q ,59 0,00 0,00 0,00 0, ,59 0,00 0,00 0, BA VA A AACA ,09 0,00 0,00 0,00 0, ,09 0,00 0,00 0, BCAVA L , , ,00 0,00 0, ,93 0,00 0, , B J L ,40 0,00 0, ,68 0,00 0,00 0,00 0, , B C ,90 0, ,44 0,00 0, ,34 0,00 0,00 0, B C L 9.092,30 0,00 0,00 0,00 0, ,30 0,00 0,00 0, BAZL , ,58 0,00 0,00 0, ,30 0,00 0,00 0, BAAY 2.435,93 0,00 0,00 0,00 0, ,93 0,00 0,00 0, BALAA L ,64 0,00 0, ,56 0,00 0,00 0,00 0, , CAAA ,39 0,00 0,00 0,00 0, ,39 0,00 0,00 0, CALAA , ,21 0,00 0,00 0, ,60 0,00 0,00 0, CAZAL L ,76 0,00 0, ,80 0,00 0,00 0,00 0, , CALA ,61 0,00 0,00 0,00 0, ,61 0,00 0,00 0, CABAA , ,33 0,00 0,00 0, ,07 0,00 0,00 0, CAB , , ,22 0,00 0, ,61 0,00 0, , CABA ,24 0,00 0,00 0,00 0, ,24 0,00 0, , CAA A LAA , ,82 0,00 0,00 0, ,61 0,00 0,00 0, CAA A , 94 0,00 0,00 0,00 0, , 94 0,00 0,00 0, CAA A L , , ,32 0,00 0, ,92 0,00 0, , CA B 1.782,92 0,00 0,00 0,00 0, ,92 0,00 0,00 0, CA , , ,80 0,00 0, , 55 0,00 0,00 0, CA LA , , ,00 0,00 0, ,34 0,00 0, , CA A ,31 0, ,00 0,00 0, ,31 0,00 0, , CA A , , , ,35 0,00 0,00 0,00 0, , CA AB , ,41 0,00 0,00 0, ,45 0,00 0,00 0, CA , , ,00 0,00 0, ,19 0,00 0, , C A A A L , ,04 0,00 0,00 0, ,26 0,00 0,00 0, C A A A , ,43 0, ,52 0, ,31 0,00 0, , CAA LA AQ , ,88 0,00 0,00 0, ,78 0,00 0,00 0, CAAB , ,38 0,00 0,00 0, ,43 0,00 0,00 0, CALL , , ,84 0,00 0, ,06 0,00 0,00 0, C A C AV L , , ,53 0,00 0, ,60 0,00 0, , CA , , ,00 0,00 0, ,35 0,00 0, , C AA VA , ,79 0,00 0,00 0, ,20 0,00 0,00 0, CA L , , ,06 0,00 0, ,28 0,00 0, , C AZL , , 46 0,00 0,00 0, ,09 0,00 0,00 0, C AZL , ,85 0,00 0,00 0, ,39 0,00 0,00 0, CHZH , , ,00 0,00 0, ,97 0,00 0, , C A , , ,96 0,00 0,00 0,00 0,00 0, , CA ACHA , ,90 0,00 0,00 0, ,33 0,00 0,00 0, CLVLAA ,67 0, ,00 0,00 0, ,67 0,00 0, , CLB , , , 92 0,00 0, ,90 0,00 0, , CLA , , ,40 0,00 0, ,78 0,00 0, , CHHA ,96 0, ,96 0,00 0, ,92 0,00 0,00 0, CLH ACK ,57 0, ,24 0,00 0, , 81 0,00 0,00 0, CA , , ,60 0,00 0, ,08 0,00 0,00 0, CBLA , ,94 0,00 0,00 0, ,49 0,00 0,00 0, CL C , , ,79 0,00 0, ,86 0,00 0, , CL A ,06 0,00 0,00 0,00 0, ,06 0,00 0,00 0, CL VVA ,71 0, ,00 0,00 0, ,71 0,00 0, , CBAA L 628,12 0,00 0,00 0,00 0,00 628,12 0,00 0,00 0, CZ AC ,32 0,00 0, ,68 0,00 0,00 0,00 0, , CZ , ,32 0, ,40 0,00 0,00 0,00 0, , CZ L ,28 0,00 0,00 0,00 0, ,28 0,00 0,00 0, CZ ACHA ,75 0,00 0,00 0,00 0, ,75 0,00 0,00 0, C Z A L A 5.463,05 0,00 0,00 0,00 0, ,05 0,00 0,00 0, CBA , , , ,47 0, , ,42 0, , C VA , , ,60 0,00 0, ,47 0,00 0,00 0, AA ,18 0, ,56 0,00 0, ,74 0,00 0,00 0, AA L 841,64 0,00 0,00 0,00 0,00 841,64 0,00 0,00 0, AA ' , ,35 0,00 0,00 0, ,25 0,00 0,00 0, VZH , , , ,36 0,00 0,00 0,00 0, ,29 CCALZAÇÃ BA C ste documento pode ser verificado no endereço eletrônico pelo código ocumento assinado digitalmente conforme n o -

165 º 94, sexta-feira, 17 de maio de AA , ,19 0, ,16 0, ,99 0,00 0, , CAA , ,22 0,00 0,00 0, ,43 0,00 0,00 0, A AQ ,28 0,00 0, ,00 0,00 0,00 0,00 0, , H BLA , ,68 0,00 0,00 0, ,80 0,00 0,00 0, ACA VA 2.625,12 0,00 0, ,72 0,00 0,00 0,00 0, , , ,49 0,00 0,00 0, ,31 0,00 0,00 0, A AL AC 2.226,55 0,00 0,00 0,00 0, ,55 0,00 0,00 0, A L 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0, A X A L , , ,00 0,00 0, ,65 0,00 0, , AZA A , , ,00 0,00 0, ,32 0,00 0, , X , ,95 0,00 0,00 0, ,83 0,00 0,00 0, A H 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0, A , , ,44 0,00 0, ,51 0,00 0,00 0, LA , ,48 0,00 0,00 0, , 26 0,00 0,00 0, L A A L ,84 0,00 0, ,80 0,00 0,00 0,00 0, , L A , ,48 0,00 0,00 0, ,80 0,00 0,00 0, L L ,10 0, , 88 0,00 0, ,98 0,00 0,00 0, LA 4.717,15 0,00 0,00 0,00 0, ,15 0,00 0,00 0, A , ,89 0,00 0,00 0, ,21 0,00 0,00 0, Z AC , , , ,28 0,00 0,00 0,00 0, , ACC ALV ,92 0,00 0, ,56 0,00 0,00 0,00 0, , ACC BLA , , , ,96 0,00 0,00 0,00 0, , Z JA ,04 0,00 0,00 0,00 0, ,04 0,00 0,00 0, AL CA , ,55 0,00 0,00 0, ,06 0,00 0,00 0, Y A , ,52 0,00 0,00 0, ,50 0,00 0,00 0, , , , ,52 0,00 0,00 0,00 0, , X , 67 0,00 0,00 0,00 0, , 67 0,00 0,00 0, A , ,65 0,00 0,00 0, ,22 0,00 0,00 0, AA , ,04 0,00 0,00 0, ,83 0,00 0,00 0, AACA ,19 0, ,56 0,00 0, ,75 0,00 0,00 0, AAA ,19 0,00 0,00 0,00 0, ,19 0,00 0,00 0, AAA ,17 0, ,00 0,00 0, ,17 0,00 0,00 0, AA 4.485,54 0,00 0,00 0,00 0, ,54 0,00 0,00 0, AAC ,35 0,00 0,00 0,00 0, ,35 0,00 0,00 0, AAAC , ,00 0,00 0,00 0, ,99 0,00 0,00 0, A A AVA , , ,84 0,00 0, ,41 0,00 0, , AAQCABA , ,87 0,00 0,00 0, ,97 0,00 0,00 0, A A B A , , ,00 0,00 0, , 71 0,00 0, , H A ,30 0, ,12 0,00 0, ,42 0,00 0,00 0, BA , ,35 0,00 0,00 0, ,88 0,00 0,00 0, BA ,92 0,00 0,00 0,00 0, ,92 0,00 0,00 0, BA , , ,32 0,00 0, ,84 0,00 0, , CAAA ,32 0,00 0, ,48 0,00 0,00 0,00 0, , AAC , , ,20 0,00 0, ,29 0,00 0,00 0, A 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0, BA 1.579,86 0,00 0,00 0,00 0, ,86 0,00 0,00 0, B VA , ,94 0,00 0,00 0, ,90 0,00 0,00 0, AC A ,55 0, ,80 0,00 0, ,35 0,00 0,00 0, AJA ,62 0, ,80 0,00 0, ,42 0,00 0,00 0, AL , ,64 0,00 0,00 0, ,01 0,00 0,00 0, AA , ,53 0,00 0,00 0, ,14 0,00 0,00 0, A , ,68 0, ,40 0,00 0,00 0,00 0, , ACA 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0, A , , ,20 0,00 0, ,33 0,00 0, , A A , ,04 0, ,76 0,00 0,00 0,00 0, , A A J , , 11 0,00 0,00 0, ,24 0,00 0,00 0, A L A A ,96 0,00 0,00 0,00 0, ,96 0,00 0,00 0, A B A A C A ,24 0,00 0,00 0,00 0, ,24 0,00 0,00 0, A B , , ,00 0,00 0, ,43 0,00 0,00 0, AJAA ' ,72 0,00 0, ,20 0,00 0,00 0,00 0, , A C , ,81 0,00 0,00 0, ,34 0,00 0, , AA L ,90 0, ,28 0,00 0, ,18 0,00 0,00 0, VA , ,67 0,00 0,00 0, ,47 0,00 0,00 0, VA A , ,99 0,00 0,00 0, ,20 0,00 0, , VA ,52 0,00 0, ,68 0,00 0,00 0,00 0, , VA B A ,98 0, ,80 0,00 0, ,78 0,00 0,00 0, JAB , ,44 0,00 0,00 0, ,25 0,00 0,00 0, JACAZH , , ,04 0,00 0, ,50 0,00 0, , J A A A ,61 0, ,88 0,00 0, ,49 0,00 0,00 0, J A A A VA , ,10 0,00 0,00 0, ,16 0,00 0,00 0, JAAA L , , ,00 0,00 0, ,62 0,00 0, , JAL , ,32 0, ,60 0,00 0,00 0,00 0, , JAA ,31 0,00 0,00 0,00 0, ,31 0,00 0,00 0, JAA , ,54 0,00 0,00 0, ,96 0,00 0,00 0, JA AL , ,39 0,00 0,00 0, ,16 0,00 0,00 0, JA LA 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0, J AA Z H , ,61 0,00 0,00 0, ,29 0,00 0,00 0, J A , ,69 0,00 0,00 0, ,32 0,00 0,00 0, JAQ AVA , ,67 0,00 0,00 0, ,40 0,00 0,00 0, JA L ,29 0, ,72 0,00 0, ,01 0,00 0,00 0, JAA , ,54 0,00 0,00 0, ,62 0,00 0,00 0, JAA ,43 0, ,32 0,00 0, , 75 0,00 0,00 0, KAL , , ,92 0,00 0, ,42 0,00 0,00 0, L A A , , , ,52 0, ,26 0,00 0, , LAAJAL 7.060,29 0,00 0,00 0,00 0, ,29 0,00 0,00 0, LAAJA L , , ,00 0,00 0, ,48 0,00 0, , LL , 74 0,00 0,00 0,00 0, , 74 0,00 0,00 0, LAL , 37 0,00 0,00 0,00 0, , 37 0,00 0,00 0, L , ,02 0,00 0,00 0, ,86 0,00 0,00 0, LAA , ,54 0,00 0,00 0, ,16 0,00 0, , L B A 5.031,33 0,00 0,00 0,00 0, ,33 0,00 0,00 0, LA , , , ,87 0,00 0,00 0,00 0, , LZAA ,45 0,00 0,00 0,00 0, ,45 0,00 0,00 0, LALL , ,32 0,00 0,00 0, ,29 0,00 0,00 0, LL , , ,24 0,00 0, ,45 0,00 0,00 0,00 XLA AA A A AC ALL , ,38 0,00 0,00 0, ,56 0,00 0,00 0, AB , , 80 0, ,24 0, ,96 0,00 0, , AAAC , ,66 0,00 0,00 0, ,71 0,00 0,00 0, AAA , , , ,70 0,00 0,00 0,00 0, , ABA , ,90 0,00 0,00 0, ,53 0,00 0,00 0, AL ,56 0,00 0, ,96 0,00 0,00 0,00 0, , AHA , , ,00 0,00 0, ,06 0,00 0, , AL BA , , ,84 0,00 0, ,24 0,00 0,00 0, ACHAL CA , ,51 0,00 0,00 0, , 38 0,00 0,00 0, AA HLA ,52 0,00 0, ,16 0,00 0,00 0,00 0, , A A LVA , ,74 0,00 0,00 0, ,05 0,00 0, , ALAA L ,65 0,00 0,00 0,00 0, ,65 0,00 0,00 0, ALA , 07 0, ,36 0,00 0, ,43 0,00 0,00 0,00 ste documento pode ser verificado no endereço eletrônico pelo código ocumento assinado digitalmente conforme n o -

166 º 94, sexta-feira, 17 de maio de ALZ , 00 0,00 0, ,64 0,00 0,00 0,00 0, , AA , , , ,95 0,00 0,00 0,00 0, , AL ,24 0,00 0,00 0,00 0, ,24 0,00 0,00 0, A A , ,99 0,00 0,00 0, ,30 0,00 0,00 0, AL , ,08 0, ,00 0,00 0,00 0,00 0, , AQH 6.097,42 0,00 0,00 0,00 0, ,42 0,00 0,00 0, AB , , ,40 0,00 0, ,30 0,00 0,00 0, A L A A , , ,00 0,00 0, ,01 0,00 0, , A H , , ,00 0,00 0, ,69 0,00 0, , A C 9.283,99 0,00 0,00 0,00 0, ,99 0,00 0,00 0, AA A A ,98 0,00 0,00 0,00 0, ,98 0,00 0,00 0, AA , , ,32 0,00 0, ,06 0,00 0, , C ,85 0,00 0,00 0,00 0, ,85 0,00 0,00 0, A 2.175,15 0,00 0,00 0,00 0, ,15 0,00 0,00 0, A LVA ,29 0, ,72 0,00 0, ,01 0,00 0,00 0, AL , , ,00 0,00 0, ,23 0,00 0, , A AL ,92 0,00 0,00 0,00 0, ,92 0,00 0,00 0, , , ,00 0,00 0, ,18 0,00 0, , HZ L , , ,48 0,00 0, ,04 0,00 0,00 0, A HA A ACA ,28 0, ,52 0,00 0, ,80 0,00 0,00 0, VA ALACA VA 2.237,92 0,00 0,00 0,00 0, ,92 0,00 0,00 0, VA ACA A CLA 8.699,57 0,00 0,00 0,00 0, ,57 0,00 0,00 0, VA AA , ,51 0,00 0,00 0, ,04 0,00 0,00 0, VA CA , ,90 0,00 0,00 0, ,27 0,00 0,00 0, VA ACA , ,41 0,00 0,00 0, ,42 0,00 0, , VA ACA , , , ,64 0, ,25 0,00 0, , VA AA , ,55 0,00 0,00 0, ,88 0,00 0,00 0, VA LAAJA , ,43 0,00 0,00 0, ,42 0,00 0,00 0, VA LA ,13 0,00 0,00 0,00 0, ,13 0,00 0,00 0, VA LA , , , ,00 0, ,82 0,00 0, , VA AA BABAA 9.533,02 0,00 0,00 0,00 0, ,02 0,00 0,00 0, VA AA A ,43 0, ,12 0,00 0, ,55 0,00 0,00 0, VA AA AC , ,00 0, , 32 0, ,53 0,00 0, , VA BA , ,91 0,00 0,00 0, ,89 0,00 0,00 0, V ACL 7.584,28 0,00 0,00 0,00 0, ,28 0,00 0,00 0, A , ,54 0,00 0,00 0, ,68 0,00 0,00 0, ZA , , ,72 0,00 0, ,38 0,00 0,00 0, V 7.149,24 0,00 0,00 0,00 0, ,24 0,00 0,00 0, A C A ,19 0,00 0,00 0,00 0, ,19 0,00 0, , A L A , , , ,68 0,00 0,00 0,00 0, , A L A , , ,28 0,00 0, , 75 0,00 0,00 0, A L A L , , ,00 0,00 0, ,92 0,00 0, , A L A , , 04 0,00 0,00 0, ,22 0,00 0, , AA , ,76 0,00 0,00 0, ,53 0,00 0,00 0, A A A C Y , ,35 0,00 0,00 0, ,18 0,00 0,00 0, A A A A , , ,00 0,00 0, ,61 0,00 0, , A A A A , , ,00 0,00 0, , 67 0,00 0,00 0, A A AVA , , ,16 0,00 0, ,82 0,00 0, , A BAA , ,16 0,00 0,00 0, ,21 0,00 0,00 0, A BAC , , , ,93 0,00 0,00 0,00 0, , ALA A 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0, AL , ,03 0,00 0,00 0, ,01 0,00 0,00 0, AB , ,69 0,00 0,00 0, ,97 0,00 0,00 0, BAL ,36 0,00 0, ,28 0,00 0,00 0,00 0, , LA ,45 0,00 0, ,24 0,00 0,00 0,00 0, , LA ' ,48 0,00 0, ,76 0,00 0,00 0,00 0, , ,92 0,00 0,00 0,00 0, ,92 0,00 0,00 0, HA , ,43 0,00 0,00 0, ,75 0,00 0, , HALA , ,70 0,00 0,00 0, ,82 0,00 0,00 0, HAL A B ,28 0,00 0, ,64 0,00 0,00 0,00 0, , HA , , 05 0,00 0,00 0, ,27 0,00 0, , A L , ,59 0,00 0,00 0, ,60 0,00 0,00 0, AQAA , , ,96 0,00 0, , 62 0,00 0, , A A , , ,80 0,00 0, ,64 0,00 0, , A A 8.846,79 0,00 0,00 0,00 0, ,79 0,00 0,00 0, LAA AAA , , ,52 0,00 0, , 87 0,00 0,00 0, L A A L ,32 0,00 0, ,92 0, ,92 0,00 0, , A A , , ,28 0,00 0, ,30 0,00 0, , AL AAA ,36 0, ,00 0,00 0, ,36 0,00 0, , C A , , ,20 0,00 0, ,55 0,00 0,00 0, AAZA , , ,76 0,00 0, ,92 0,00 0,00 0, BA 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0, C , , ,08 0,00 0, ,10 0,00 0,00 0, VA 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0, A A , , ,80 0,00 0, ,62 0,00 0,00 0, A C H A , ,51 0, ,32 0, ,86 0,00 0, , CAL BAC ,88 0,00 0,00 0,00 0, ,88 0,00 0,00 0, A , , ,16 0,00 0, ,10 0,00 0, , L , , ,81 0,00 0, ,22 0,00 0, , QA CA 507,98 0,00 0,00 0,00 0,00 507,98 0,00 0,00 0, Q A A , ,71 0,00 0,00 0, ,50 0,00 0,00 0, QA BAA , ,05 0,00 0,00 0, ,80 0,00 0,00 0, QA , ,75 0,00 0,00 0, ,65 0,00 0,00 0, QA AC , ,47 0,00 0,00 0, ,07 0,00 0,00 0, QCA ,73 0,00 0,00 0,00 0, ,73 0,00 0,00 0, QA L , ,31 0,00 0,00 0, ,66 0,00 0,00 0, Q A H A , , ,00 0,00 0, ,53 0,00 0, , ALAA ,82 0,00 0,00 0,00 0, ,82 0,00 0,00 0, ACH AL ,32 0,00 0,00 0,00 0, ,33 0,00 0,00 0, ACH AL ' 4.965,39 0,00 0,00 0,00 0, ,39 0,00 0,00 0, ALZA ,75 0, , , 08 0, ,27 0,00 0, , BCA , ,41 0,00 0,00 0, ,54 0,00 0,00 0, ACCA , 36 0,00 0, ,60 0,00 0,00 0,00 0, , VA , ,09 0,00 0,00 0, ,66 0,00 0,00 0, VA AC 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0, BA CLA ,76 0,00 0,00 0,00 0, ,76 0,00 0,00 0, BA HAL , ,23 0,00 0,00 0, ,62 0,00 0,00 0, AZL , ,31 0,00 0,00 0, ,21 0,00 0,00 0, B 9.967,59 0,00 0,00 0,00 0, ,59 0,00 0,00 0, B AC , ,77 0,00 0,00 0, ,06 0,00 0,00 0, BAC VA , 51 0,00 0,00 0,00 0, , 51 0,00 0,00 0, BAC L , ,37 0,00 0,00 0, ,67 0,00 0, , , , ,00 0,00 0, ,67 0,00 0, , LAA , , ,43 0,00 0, ,17 0,00 0, , CA , ,27 0,00 0,00 0, ,55 0,00 0,00 0, , ,59 0,00 0,00 0, ,78 0,00 0,00 0, A VA , ,94 0,00 0,00 0, ,16 0,00 0,00 0, ABAA ,04 0,00 0,00 0,00 0, ,04 0,00 0,00 0,00 CCALZAÇÃ BA C ste documento pode ser verificado no endereço eletrônico pelo código ocumento assinado digitalmente conforme n o -

167 º 94, sexta-feira, 17 de maio de ALA LH , 24 0,00 0, ,00 0,00 0,00 0,00 0, , AL AA , , ,00 0,00 0, ,09 0,00 0,00 0, AL LA ,80 0,00 0, , 64 0, ,32 0,00 0, , AA ALA ,92 0,00 0,00 0,00 0, ,92 0,00 0,00 0, AA CCLA AVA ,54 0, ,00 0,00 0, ,54 0,00 0,00 0, AA CZ CAL ,69 0,00 0,00 0,00 0, ,69 0,00 0,00 0, AA , ,59 0,00 0,00 0, ,64 0,00 0,00 0, AA HLA , ,08 0,00 0,00 0, ,67 0,00 0,00 0, AA 5.890,88 0,00 0,00 0,00 0, ,88 0,00 0,00 0, AA ABL VA , ,18 0,00 0,00 0, ,68 0,00 0,00 0, AA ZABL ,08 0,00 0, ,68 0,00 0,00 0,00 0, , AA LCA , ,56 0,00 0,00 0, ,27 0,00 0,00 0, AA AA , ,71 0,00 0,00 0, ,93 0,00 0,00 0, AA AAA ,53 0, ,84 0,00 0, ,37 0,00 0,00 0, AA CA 3.577,65 0,00 0,00 0,00 0, ,65 0,00 0,00 0, AAA AA ,99 0, ,04 0,00 0, ,03 0,00 0,00 0, AA ZA 2.801,62 0,00 0,00 0,00 0, ,62 0,00 0,00 0, AA ZHA A , , ,00 0,00 0, ,77 0,00 0, , A A A LAA , , ,00 0,00 0, ,17 0,00 0, , A A CAA ,97 0, ,88 0,00 0, ,85 0,00 0,00 0, A A AA ,98 0, ,72 0,00 0, ,70 0,00 0,00 0, A A , , , ,12 0, ,98 0,00 0, , A AC , ,42 0,00 0,00 0, ,37 0,00 0,00 0, A CAL VA ,64 0, ,68 0,00 0, ,32 0,00 0,00 0, A J A A , , ,16 0,00 0, ,83 0,00 0,00 0, A JA , ,61 0,00 0,00 0, ,79 0,00 0,00 0, A JA CAA , 04 0, ,72 0,00 0, ,76 0,00 0,00 0, A JA VA , ,00 0,00 0,00 0, ,05 0,00 0,00 0, A JA , ,47 0,00 0,00 0, ,64 0,00 0,00 0, A J ' ,17 0,00 0, ,56 0, , 09 0,00 0, , A J VA , ,80 0,00 0,00 0, ,95 0,00 0,00 0, A J AC , , , ,63 0, , 40 0,00 0, , A J A BA VA , ,43 0,00 0,00 0, ,60 0,00 0,00 0, A J A ALA , ,83 0,00 0,00 0, ,64 0,00 0,00 0, A J HA , , ,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0, , A AL AAA 5.221,44 0,00 0,00 0,00 0, ,44 0,00 0,00 0, A A L , , ,80 0,00 0, , 11 0,00 0,00 0, A L AC , , ,00 0,00 0, , 45 0,00 0, , A AC , , 11 0,00 0,00 0, ,19 0,00 0,00 0, A VA , ,71 0,00 0,00 0, ,93 0,00 0,00 0, A AAA 5.784,39 0,00 0,00 0,00 0, ,39 0,00 0,00 0, A BAA A AA , , 95 0,00 0,00 0, ,29 0,00 0,00 0, A ,60 0,00 0,00 0,00 0, ,60 0,00 0,00 0, AA , , 97 0,00 0,00 0, ,60 0,00 0,00 0, AA , ,89 0,00 0,00 0, ,09 0,00 0, , AA AC , 94 0,00 0,00 0,00 0, , 94 0,00 0,00 0, , ,65 0,00 0,00 0, ,17 0,00 0,00 0, AL AC , 47 0,00 0,00 0,00 0, , 47 0,00 0,00 0, A J A ,93 0, ,16 0,00 0, ,08 0,00 0,00 0, A L , , ,00 0,00 0, ,86 0,00 0, , QA CA , ,52 0,00 0,00 0, ,86 0,00 0,00 0, LA , 89 0,00 0,00 0,00 0, , 89 0,00 0,00 0, A A A A , , ,44 0,00 0, ,90 0,00 0, , A B A A ,57 0, ,12 0,00 0, ,69 0,00 0,00 0, A J A A , , 28 0,00 0,00 0, ,54 0,00 0,00 0, A A ,72 0,00 0, ,24 0,00 0,00 0,00 0, , XA A , ,98 0,00 0,00 0, ,98 0,00 0,00 0, LAC BBA , ,99 0,00 0,00 0, ,97 0,00 0, , A BA , ,70 0, ,05 0,00 0,00 0,00 0, , A CA , , ,76 0,00 0, ,42 0,00 0,00 0, A XA , ,57 0,00 0,00 0, ,46 0,00 0,00 0, BA ,00 0,00 0,00 0,00 0, ,00 0,00 0,00 0, JCA L , , , ,24 0,00 0,00 0,00 0, , L , , ,00 0,00 0, ,87 0,00 0, , A Z A , ,97 0,00 0,00 0, ,37 0,00 0,00 0, BAA AAA , ,83 0,00 0,00 0, ,36 0,00 0,00 0, A AAA 8.068,66 0, ,00 0,00 0, ,66 0,00 0,00 0, A , ,88 0,00 0,00 0, , 18 0,00 0,00 0, A , ,55 0,00 0,00 0, ,64 0,00 0,00 0, V , ,46 0,00 0,00 0, ,70 0,00 0,00 0, B AA , , , , 31 0, ,15 0,00 0, , AAA , , ,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0, , A A VA , , ,48 0,00 0, ,83 0,00 0, , L ,53 0,00 0,00 0,00 0, ,53 0,00 0,00 0, A , ,99 0,00 0,00 0, ,52 0,00 0,00 0, WCLA BAZ , ,55 0,00 0,00 0, ,29 0,00 0,00 0, V A A ,32 0,00 0,00 0,00 0, ,32 0,00 0,00 0, VA CZ ,06 0,00 0,00 0,00 0, ,06 0,00 0,00 0, V ,07 0,00 0, ,84 0, ,87 0,00 0, , AL AA ,88 0,00 0, ,92 0,00 0,00 0,00 0, , LY ,27 0,00 0,00 0,00 0, ,27 0,00 0,00 0, V 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0, V ,64 0,00 0,00 0,00 0, ,64 0,00 0,00 0, XAB ,20 0,00 0, ,88 0,00 0,00 0,00 0, ,08 AL CAL ,89 XLA AA A A AC AX CAA A A AÚ AAÁ - A/2013 ACAL - ALHA VAL A CA A CÍ AA ÇÃ C L AÊCA A À A AA VÁA A (valores anuais) estão Cód. B - ome do unicípio ome da nidade Código C úmero do Contrato ata de ublicação do xtrato do Contrato Valor AAL a ser destinado ao undo de aúde unicipal CBA Hospital de Clínicas ,42 A L ,42 ste documento pode ser verificado no endereço eletrônico pelo código ocumento assinado digitalmente conforme n o -

168 º 94, sexta-feira, 17 de maio de 2013 AA o - 538, 16 A 2013 emaneja o limite financeiro anual referente à Assistência de édia e Alta Complexidade Hospitalar e Ambulatorial do stado de anta Catarina (C). ecretário de Atenção à aúde, no uso de suas atribuições, Considerando a ortaria nº 1.097//, de 22 de maio de 2006, que define a rogramação actuada e ntegrada da Assistência em aúde, alterada pela ortaria nº 1.699//, de 27 de julho de 2011 ; Considerando a ortaria nº 204//, de 29 de janeiro de 2007, que regulamenta o financiamento e a transferência dos recursos federais para as ações e os serviços de saúde, na forma de blocos de financiamento; e Considerando as planilhas encaminhadas pela ecretaria de stado da aúde de anta Catarina (C), por meio do fício nº 473, de 26 de abril de 2013, e eliberação nº 107/CB/C, de 18 de abril de 2013, resolve: Art. 1º ica remanejado o limite financeiro anual referente à Assistência de édia e Alta Complexidade Hospitalar e Ambulatorial sob gestão estadual, conforme descrito no Anexo desta ortaria, e sob gestão dos unicípios, conforme detalhado nos Anexos e. 1º total de recurso financeiro anual do stado de anta Catarina (C), referente ao bloco de financiamento da Atenção de édia e Alta Complexidade Ambulatorial e Hospitalar, corresponde a $ ,84 (novecentos e sessenta e quatro milhões, cento e oitenta e seis mil, sessenta reais e oitenta e quatro centavos) a seguir distribuído: estino Valor Anual etalhamento otal dos recursos transferidos ao undo stadual de aúde ,50 Anexo otal dos recursos transferidos aos undos unicipais de aúde ,69 Anexo otal dos recursos retidos no undo acional de aúde ,65 Anexo 2º stão inclusos neste bloco de financiamento os valores referentes aos incentivos do Centro de specialidades dontológicas (C), no valor de $ ,00 (cinco milhões, oitenta e oito mil, seiscentos reais), e do erviço de Atendimento óvel às rgências (A 192), no valor de $ ,00 (vinte e sete milhões, setecentos e oitenta e seis mil reais). 3º stado e os unicípios farão jus à parcela mensal correspondente a 1/12 (um doze avos) dos valores descritos nos Anexos desta ortaria. Art. 2º remanejamento de recurso concedido por meio desta ortaria não acarretará impacto financeiro ao inistério da aúde. Art. 3º undo acional de aúde adotará as medidas necessárias para a transferência, regular e automática, do valor mensal para o undo stadual de aúde e undos unicipais de aúde correspondentes. arágrafo único. s recursos orçamentários, objeto desta ortaria, correrão por conta do orçamento do inistério da aúde, devendo onerar o rograma de rabalho Atenção à aúde da opulação para rocedimentos em édia e Alta Complexidade. Art. 4º sta ortaria entra em vigor na data de sua publicação, com efeitos financeiros a partir de 1º de maio de CAA A A AÚ AA CAAA - A/2013 CAA A A AÚ AA CAAA - A/2013 AX HLVÉC AA AALHÃ JÚ ACAL - VAL A A AAL AÚ - (valores anuais) CCAÇÃ C Limites eferentes aos recursos programados na ,43 Valores a receber referentes a estabelecimentos sob gestão estadual ,72 Valores a receber referentes a C com transferências diretas ao 0,00 Valores a serem A pelo e transferidos diretamente às unidades prestadoras universitárias federais (-) ,65 VAL A A AAL AÚ ,50 AX CCALZAÇÃ BA C ACAL - VAL A A CA AÚ (valores anuais) B unicípio Assistência Ambulatorial e Hospitalar ncentivos permanentes de custeio * Ajustes Valores de C com transferências realizadas ao Valores de stabelecimentos sob gestão estadual Valores retidos no undo acional de aúde Valores recebidos de outras s o t a l róprio eferenciado AB BAA 7.508,52 481,08 0, ,38 0, ,98 0,00 0,00 0, ABLA LZ , ,45 0, ,87 0, ,49 0,00 0, , ALAA , ,01 0, ,80 0, ,22 0,00 0,00 0, ACA ,80 0,00 0, ,20 0, ,00 0,00 0,00 0, AA C , ,74 0, ,88 0, ,82 0,00 0,00 0, AA CHAC ,24 0,00 0, ,33 0, ,60 0,00 0, , AA A ,16 0,00 0, ,16 0, ,32 0,00 0,00 0, AA A 4.646,52 0, , ,34 0, ,00 0,00 0, , AL WA , , , ,95 0, ,97 0,00 0, , AL BLA VA ,76 0,00 0, , 48 0, ,08 0,00 0, , A C H A , ,98 0, ,86 0, ,84 0,00 0, , ALA , ,14 0, ,91 0, ,49 0,00 0, , AA ABAL , ,21 0, ,34 0, ,37 0,00 0,00 0, A A L , ,55 0, ,79 0, ,83 0,00 0, , A CAL ,76 0,00 0, ,43 0, ,19 0,00 0,00 0, AA ,60 0,00 0, , 04 0, ,64 0,00 0,00 0, A A B A ,77 799,17 0, ,75 0, ,06 0,00 0, , AAQA ,00 26,28 0, ,60 0, ,24 0,00 0, , AAAA , , , ,40 0, ,64 0,00 0, , AAZ , ,26 0, ,95 0, ,71 0,00 0, , A A , ,49 0, ,33 0, ,34 0,00 0,00 0, A V ,12 0,00 0, ,61 0, ,56 0,00 0, , ACA ,44 0, , ,43 0, ,87 0,00 0, , AA L A A 7.467,72 0,00 0, ,10 0, , 82 0,00 0,00 0, AA ,27 0,00 0, ,35 0, ,62 0,00 0,00 0, BALA A LVA ,40 0,00 0, ,81 0, ,21 0,00 0,00 0, BALA CAB , , , ,90 0, ,00 0,00 0, , BALA BAA L ,32 0,00 0, ,46 0, ,78 0,00 0,00 0, BALA AVA ,40 0,00 0, ,43 0, ,83 0,00 0,00 0, BAA ,88 0,00 0, ,91 0, ,12 0,00 0, , BAA BA ,08 0,00 0, ,41 0, ,72 0,00 0, , BAA VLHA , ,76 0, ,60 0, ,44 0,00 0,00 0, BLA VA L ,20 0,00 0, , 08 0, ,28 0,00 0,00 0, BL 147,48 0,00 0, ,28 0, ,76 0,00 0, , B V ,36 709,25 0, ,85 0, ,46 0,00 0,00 0, BAC ,52 0, , , 17 0,00 0,00 0,00 0, , BLA , , , ,36 0, ,00 0,00 0, , BCAA L , , , ,27 0, ,04 0,00 0, , BBHA ,08 0, , ,01 0, , 04 0,00 0, , B JA A A ,82 0,00 0, ,16 0, ,99 0,00 0,00 0, B J 1.260,96 0,00 0, ,00 0, ,44 0,00 0, , B J 7.545,24 0,00 0, ,27 0, ,24 0,00 0, , B , , , ,08 0, ,38 0,00 0, , BVA 4.238,04 0,00 0, , 14 0, ,18 0,00 0,00 0, BAC , , , ,31 0, ,06 0,00 0, , BAC B ,08 0,00 0, ,21 0, ,29 0,00 0,00 0, BL ,08 0,00 0, ,17 0, ,00 0,00 0, , BQ , , , ,03 0,00 0,00 0,00 0, , CACA , , , ,91 0, ,90 0,00 0, , CAB ,99 0,00 0, ,09 0, , 58 0,00 0, , CAL ,72 0,00 0, ,50 0, ,44 0,00 0, ,78 ste documento pode ser verificado no endereço eletrônico pelo código ocumento assinado digitalmente conforme n o -

169 º 94, sexta-feira, 17 de maio de CAB , , , ,18 0, ,70 0,00 0, , CAA AL 2.546,16 0,00 0, ,05 0, ,21 0,00 0,00 0, CA AL , ,40 0, ,06 0, ,67 0,00 0,00 0, CA BL L , , , ,17 0, ,86 0,00 0, , CA , ,15 0, ,69 0, ,74 0,00 0, , CA V , , , ,21 0, , 76 0,00 0, , CALHA , ,70 0, ,71 0, ,76 0,00 0, , CAHA , , , ,30 0,00 0,00 0,00 0, , CAZAL , ,72 0, ,20 0, ,86 0,00 0,00 0, CAVA BAX ,72 0,00 0, ,56 0, ,28 0,00 0, , C AA VA , ,17 0, ,07 0, ,25 0,00 0,00 0, CAXAB L , ,49 0, ,16 0, ,79 0,00 0,00 0, CL A 5.032,32 0,00 0, ,24 0, ,56 0,00 0,00 0, C 7.363,68 0,00 0, ,93 0, ,61 0,00 0,00 0, CHAAA LAA 3.650,28 0,00 0, , 79 0, ,07 0,00 0,00 0, CHAC , , , ,93 0, ,00 0,00 0, , CCAL L , ,85 0, ,14 0, ,00 0,00 0, , CCA , , , ,33 0,00 0,00 0,00 0, , CLHA ALA ,24 0,00 0, ,24 0, ,48 0,00 0,00 0, CL A , ,48 0, ,50 0, ,45 0,00 0, , CL A 6.124,44 0,00 0, ,88 0, ,16 0,00 0, , C A ,92 0,00 0, ,77 0, ,32 0,00 0, , CA , ,70 0, ,19 0, ,13 0,00 0,00 0, CCA , , , ,95 0, ,00 0,00 0, , CHA A , ,01 0, ,52 0, ,51 0,00 0,00 0, C H AA 5.498,52 0,00 0, ,23 0, ,75 0,00 0,00 0, CBA , , , ,09 0, ,60 0,00 0, , CA , ,29 0, ,98 0, ,93 0,00 0, , CQA , , , ,28 0, ,24 0,00 0, , A A ,32 0,00 0, ,48 0, ,80 0,00 0,00 0, H ,68 0,00 0, ,45 0, ,13 0,00 0,00 0, ,44 0,00 0, ,00 0, ,44 0,00 0, , ,32 0,00 0, ,27 0, ,59 0,00 0,00 0, VAL VLH , ,20 0, ,50 0, ,45 0,00 0,00 0, AX , , 77 0, ,06 0, ,39 0,00 0, , L A 4.210,44 0,00 0, ,07 0,00 561,24 0,00 0, , LAL , , , ,49 0, ,55 0,00 0, , A L ,48 249,48 0, ,13 0, ,09 0,00 0,00 0, QLHHA ,44 0, , ,95 0, ,44 0,00 0, , AB , , , ,00 0, ,39 0,00 0, , ,60 0,00 0, ,58 0, ,18 0,00 0,00 0, A LVA 7.473,00 0,00 0, ,53 0, ,28 0,00 0, , A A B A ,20 0, , ,50 0, ,68 0,00 0, , A VA ,28 0,00 0, ,98 0, ,60 0,00 0, , A A , , , ,67 0, ,46 0,00 0, , VA CL A ,92 0,00 0, ,10 0, ,02 0,00 0,00 0, A AA ,24 0,00 0, ,27 0, ,80 0,00 0, , AVAA L ,28 0,00 0, ,66 0, ,94 0,00 0,00 0, ABBA , ,05 0, ,62 0, ,72 0,00 0, , AACABA , ,73 0, ,37 0, ,70 0,00 0,00 0, AA , , , ,30 0, ,16 0,00 0, , AJA L , ,46 0, ,24 0, ,12 0,00 0,00 0, AA B ,44 0,00 0, ,22 0, ,66 0,00 0,00 0, HVAL ' , ,44 0, ,65 0, ,89 0,00 0,00 0, BA 8.271,96 0,00 0, ,19 0, ,15 0,00 0,00 0, BCA , ,90 0, ,48 0, ,68 0,00 0,00 0, BAA , , , ,42 0, ,76 0,00 0, , CAA , , , , 11 0, ,96 0,00 0, , L H A ,20 0,00 0, ,36 0, ,52 0,00 0, , A ,29 0,00 0, , 96 0, ,24 0,00 0, , BBA , , , ,29 0, ,08 0,00 0, , BA , ,48 0, ,14 0, , 40 0,00 0, , AAL , , , ,01 0, ,48 0,00 0, , ,92 0, , ,10 0, ,96 0,00 0, , A , ,76 0, ,96 0, ,48 0,00 0, , A , ,30 0, ,64 0, ,10 0,00 0, , AC ,76 0,00 0, ,06 0, ,82 0,00 0,00 0, ,86 0,00 0, , 70 0, ,90 0,00 0, , ACHA ,64 0,00 0, , 98 0, ,32 0,00 0, , A , ,69 0, ,43 0, ,03 0,00 0, , A 3.853,68 0,00 0, ,85 0, ,53 0,00 0,00 0, L ,92 0, , ,69 0, ,76 0,00 0, , A , ,91 0, ,27 0, ,90 0,00 0, , A L , , , ,57 0, ,00 0,00 0, , A J A , , , ,22 0,00 0,00 0,00 0, , A A ,87 0, , ,58 0,00 0,00 0,00 0, , A A A , , , ,57 0, ,66 0,00 0, , A A ,48 0, , ,91 0, , 39 0,00 0, , AA , , , ,70 0, ,52 0,00 0, , JABA , , , ,69 0, ,27 0,00 0, , JAC ACHA , ,01 0, ,32 0, ,70 0,00 0, , JAAA , ,72 0, ,37 0, ,52 0,00 0, , JAAA L , , , ,15 0,00 0,00 0,00 0, , JAL 3.283,44 0,00 0, ,81 0, ,25 0,00 0,00 0, JACABA , , , ,44 0, ,29 0,00 0, , JVLL , , , ,79 0, ,84 0,00 0, , J BX ,56 0,00 0, ,64 0, , 20 0,00 0,00 0, JA 4.904,52 0,00 0, ,12 0, ,19 0,00 0, , LACL 7.204,80 0,00 0, ,45 0, , 25 0,00 0,00 0, LA , , , ,83 0, ,00 0,00 0, , LAA , , , , 11 0,00 0,00 0,00 0, , LAJA A 2.848,08 0,00 0, ,98 0,00 0,00 0,00 0, , LA ,76 0,00 0, ,16 0, ,92 0,00 0,00 0, LA LL , , , ,64 0, ,55 0,00 0, , LB , ,73 0, ,05 0, ,97 0,00 0,00 0, LB LAL ,68 0,00 0, ,34 0, ,02 0,00 0,00 0, LA L ,58 0,00 0, ,43 0, ,58 0,00 0, , LA ,96 0,00 0, , 34 0,00 0,00 0,00 0, , LZ ALV , ,69 0, , 69 0, ,88 0,00 0, , LZA , , , , 64 0, ,55 0,00 0,00 0, ACA 6.059,04 0,00 0, ,54 0, ,04 0,00 0, , AA , , , ,38 0, ,69 0,00 0, , AJ C 5.064, ,72 0, ,13 0, ,85 0,00 0,00 0, AJ VA , ,79 0, ,15 0, ,24 0,00 0,00 0, AACAJA ,72 0,00 0, ,41 0, ,13 0,00 0,00 0, A AV L H A , , , ,77 0, ,25 0,00 0, , AA ,40 0,00 0, ,28 0, ,12 0,00 0, , AAABA ,84 0,00 0, ,01 0, ,85 0,00 0,00 0,00 XLA AA A A AC ste documento pode ser verificado no endereço eletrônico pelo código ocumento assinado digitalmente conforme n o -

170 º 94, sexta-feira, 17 de maio de A CA ,57 0, , ,27 0, ,84 0,00 0, , L , , , ,87 0, ,73 0,00 0, , C 3.184,32 0,00 0, ,14 0, ,46 0,00 0,00 0, L , , 38 0, ,44 0, ,32 0,00 0, , A , , , ,98 0, ,55 0,00 0, , CAL ,93 0,00 0, ,98 0, ,91 0,00 0,00 0, CAL , ,76 0, ,99 0, ,94 0,00 0, , A ACA , , , ,52 0, ,30 0,00 0, , A ,96 0,00 0, ,65 0, ,61 0,00 0,00 0, AV A , , , ,92 0, ,13 0,00 0, , VA CH , ,08 0, ,36 0, ,52 0,00 0,00 0, VA ABABA ,24 0,00 0, ,37 0, ,80 0,00 0, , VA , , , ,99 0, ,67 0,00 0, , VA VZA , ,73 0, ,51 0, , 11 0,00 0,00 0, V HZ 7.362,36 0,00 0, ,85 0,00 0,00 0,00 0, , LA , , , ,84 0,00 0,00 0,00 0, , ACL CA , , , ,15 0, ,24 0,00 0, , ,12 0,00 0, ,38 0, ,50 0,00 0,00 0, V 5.921,88 0,00 0, ,89 0, ,88 0,00 0, , A A L 5.734,20 0,00 0, ,93 0, ,00 0,00 0, , A L 376,08 0,00 0, ,52 0, ,60 0,00 0,00 0, A L H C A , , , , 50 0, , 99 0,00 0, , ALA LA , ,18 0, ,22 0, ,26 0,00 0, , A L A 221,88 0,00 0, ,36 0, ,24 0,00 0,00 0, A L , , , ,78 0, ,01 0,00 0, , A A VA , ,88 0, ,56 0, ,48 0,00 0,00 0, A A 4.508,64 0,00 0, ,76 0, ,40 0,00 0, , A ,88 0,00 0, ,06 0, ,94 0,00 0,00 0, A AA ,28 0,00 0, ,07 0,00 833,28 0,00 0, , AL L ,88 0,00 0, ,57 0, ,45 0,00 0,00 0, A A ,76 0,00 0, ,90 0, ,66 0,00 0,00 0, HA , ,35 0, ,40 0, ,47 0,00 0, , BA , ,97 0, ,83 0, ,83 0,00 0, , LAA ,87 0,00 0, ,45 0, ,07 0,00 0, , BALA CAA ,76 960,24 0, ,02 0,00 0,00 0,00 0, , HALZH , , , ,27 0, ,50 0,00 0, , H ,12 0,00 0, ,16 0, ,28 0,00 0,00 0, A B A 7.205,28 0,00 0, ,07 0, ,28 0,00 0, , LA AL ,80 0,00 0, ,07 0, ,32 0,00 0, , , , , ,96 0, ,35 0,00 0, , ALA , ,09 0, ,04 0, ,50 0,00 0,00 0, ALA 5.567,52 0,00 0, ,74 0, ,26 0,00 0,00 0, AA , , , ,97 0, ,62 0,00 0, , BL ,64 0,00 0, ,82 0, ,48 0,00 0, , A , , , ,20 0, ,49 0,00 0, , ,71 724,43 0, , 37 0, ,78 0,00 0, , AA A , ,77 0, ,87 0, ,82 0,00 0, , CAL BAC 6.719,88 0,00 0, ,60 0, ,64 0,00 0, , L , ,44 0, ,44 0, ,03 0,00 0,00 0, ,04 0,00 0, ,51 0, ,55 0,00 0,00 0, CA , 88 0,00 0, ,61 0, , 88 0,00 0, , QLB , , , ,76 0,00 0,00 0,00 0, , ACH QA 5.075,04 0, , ,68 0, ,72 0,00 0, , A AA ,40 0,00 0, ,00 0, ,36 0,00 0, , CA , ,71 0, ,71 0, ,77 0,00 0,00 0, , ,32 0, ,63 0, ,90 0,00 0,00 0, C ,88 0,00 0, ,89 0, ,96 0,00 0, , L , , , ,59 0,00 0,00 0,00 0, , A , ,94 0, ,86 0, ,27 0,00 0,00 0, H , , , ,49 0,00 0,00 0,00 0, , ,28 0,00 0, ,21 0, ,49 0,00 0,00 0, QZA ,12 435,84 0, ,05 0, ,01 0,00 0, , ,76 0,00 0, , 35 0, , 11 0,00 0,00 0, LAA ,96 0,00 0, ,52 0, ,28 0,00 0, , AL , ,68 0, ,42 0, ,92 0,00 0,00 0, A L H ,28 0,00 0, ,42 0, ,68 0,00 0, , AL VL , ,01 0, ,60 0, ,52 0,00 0, , AA , 56 0,00 0, ,92 0, ,56 0,00 0, , AA CCLA , , , ,55 0, ,39 0,00 0, , AA HLA ,76 0, , ,74 0, ,50 0,00 0, , AA A LA 7.880,64 0,00 0, ,57 0, ,21 0,00 0,00 0, AA A L ,76 0, , , 14 0, ,76 0,00 0, , AA ZHA ,96 0,00 0, ,53 0, ,49 0,00 0,00 0, AA ZHA , 96 0,00 0, ,94 0, ,90 0,00 0, , AA L 3.301,92 0,00 0, ,50 0, ,42 0,00 0,00 0, A AA A AZ , , , ,93 0, ,83 0,00 0, , A BA 7.005,36 0,00 0, ,62 0, ,98 0,00 0,00 0, A B L , , , ,79 0,00 0,00 0,00 0, , A BAC , , , ,48 0, ,30 0,00 0, , A CAL , , , ,37 0, ,03 0,00 0, , A CVA L ,96 0,00 0, ,14 0, ,10 0,00 0,00 0, A , ,24 0, ,04 0, ,32 0,00 0, , A ACC L , , , ,68 0,00 0,00 0,00 0, , A JA ,66 0,00 0, ,58 0, ,26 0,00 0, , A JA BAA , ,28 0, ,98 0, ,23 0,00 0, , A JA A 4.510,32 0,00 0, ,95 0, ,27 0,00 0,00 0, A JA L , ,08 0, ,97 0, ,65 0,00 0,00 0, A JAQ , , , ,48 0, ,24 0,00 0, , A J , , , , 74 0, ,08 0,00 0, , A J C , ,91 0, ,05 0, ,20 0,00 0, , A J C ,74 0, , ,78 0, ,52 0,00 0, , A LC , , , ,31 0, ,08 0,00 0, , A L , ,72 0, ,33 0, ,92 0,00 0, , A AH ,41 0,00 0, ,82 0, ,23 0,00 0, , A L A BA VA 6.543,24 0,00 0, ,27 0, , 51 0,00 0,00 0, A L ' , , , ,34 0, ,14 0,00 0, , A ALCAAA , ,76 0, , 11 0, ,25 0,00 0, , AA , , , ,83 0, ,31 0,00 0, , CH ,12 0,00 0, ,58 0, ,50 0,00 0, , AA , , , ,97 0,00 0,00 0,00 0, , A ALA ,16 0,00 0, ,06 0, ,22 0,00 0,00 0, L , , , ,55 0, ,67 0,00 0, , B , , , ,22 0, ,39 0,00 0, , L BAL 7.285,44 0,00 0, ,85 0, ,29 0,00 0, , A , , , ,33 0, ,18 0,00 0, , A A A , , , ,00 0, ,98 0,00 0, , H 3.228,60 0,00 0, ,05 0, ,56 0,00 0, , JCA , , , ,44 0, ,05 0,00 0, ,96 CCALZAÇÃ BA C ste documento pode ser verificado no endereço eletrônico pelo código ocumento assinado digitalmente conforme n o -

171 º 94, sexta-feira, 17 de maio de B L , ,74 0, ,34 0, ,45 0,00 0, , B , , , ,57 0, ,34 0,00 0, , B A ,53 0,00 0, ,85 0, ,38 0,00 0,00 0, BAA , ,04 0, ,90 0,00 0,00 0,00 0, , V ,80 0,00 0, ,82 0, ,88 0,00 0, , Z A , ,04 0, ,28 0, ,38 0,00 0,00 0, Z LA , ,85 0, ,39 0, ,57 0,00 0,00 0, B CAL , ,83 0, ,25 0, ,39 0,00 0, , BAA , , , ,95 0, ,25 0,00 0, , AL , ,22 0, ,86 0, ,48 0,00 0, , V , , , ,65 0, ,29 0,00 0, , A ,08 0,00 0, ,16 0, ,24 0,00 0,00 0, BC , ,86 0, ,46 0, , 00 0,00 0,00 0, A 4.092,12 0,00 0, ,89 0, ,01 0,00 0,00 0, AA , , , ,03 0,00 0,00 0,00 0, , VA A , ,70 0, ,99 0, ,86 0,00 0, , VA ,08 0,00 0, ,34 0, ,42 0,00 0,00 0, VA BA ,44 0,00 0, ,70 0, ,14 0,00 0,00 0, VAL A ,98 0,00 0, ,43 0, ,41 0,00 0,00 0, VA , , , , 24 0, ,09 0,00 0, , V L , ,74 0, ,52 0, ,51 0,00 0,00 0, WA 7.928,28 0, , ,38 0, ,66 0,00 0, , XAX , , , ,54 0, ,77 0,00 0, , X AVA A ,49 0,00 0, ,48 0, ,05 0,00 0, , XAX , ,29 0, , 70 0, ,74 0,00 0, , Z A ,64 303,48 0, ,73 0, ,85 0,00 0,00 0,00 AL CAL ,69 CAA A A AÚ AA CAAA - A/2013 AX ACAL - ALHA VAL A CA A CÍ AA ÇÃ C L AÊCA A À A AA VÁA A (valores anuais) estão Cód.B - ome do unicípio ome da nidade Código C úmero do Contrato ata de ublicação do xtrato do Contrato Valor AAL a ser destinado ao undo de aúde stadual LAL HAL VÁ ,65 stadual LAL AA ALA ,00 A L ,65 AA o - 539, 16 A 2013 emaneja o limite financeiro anual referente à Assistência de édia e Alta Complexidade Hospitalar e Ambulatorial do stado de ernambuco (). ecretário de Atenção à aúde, no uso de suas atribuições, Considerando a ortaria nº 1.097//, de 22 de maio de 2006, que define a rogramação actuada e ntegrada da Assistência em aúde, alterada pela ortaria nº 1.699//, de 27 de julho de 2011 ; Considerando a ortaria nº 204//, de 29 de janeiro de 2007, que regulamenta o financiamento e a transferência dos recursos federais para as ações e os serviços de saúde, na forma de blocos de financiamento; e Considerando as planilhas encaminhadas pela Comissão ntergestores Bipartite do stado de ernambuco - CB/, por meio do fício nº 4/2013/CB/ e esolução nº 2.260/CB/, de 22 de abril de 2013, resolve: Art. 1º ica remanejado o limite financeiro anual referente à Assistência de édia e Alta Complexidade Hospitalar e Ambulatorial sob gestão estadual, conforme descrito no Anexo desta ortaria, e sob gestão dos unicípios, conforme detalhado nos Anexos, e V. 1º total de recurso financeiro anual do stado de ernambuco, referente ao bloco de financiamento da Atenção de édia e Alta Complexidade Ambulatorial e Hospitalar, corresponde a $ ,36 (um bilhão, setecentos e noventa e seis milhões, quatrocentos e noventa e um mil, cento e trinta e sete reais e trinta e seis centavos), a seguir distribuído: estino Valor Anual etalhamento otal dos recursos transferidos ao undo stadual de aúde ,01 Anexo otal dos recursos transferidos aos undos unicipais de aúde ,08 Anexo otal dos recursos retidos no undo acional de aúde ,27 Anexo 2º stão inclusos neste bloco de financiamento os valores referentes aos incentivos do Centro de specialidades dontológicas (C), no valor de $ ,00 (seis milhões, trezentos e vinte e nove mil e quatrocentos reais), e do erviço de Atendimento óvel às rgências (A 192), no valor de $ ,00 (vinte milhões, oitocentos e cinquenta mil reais). 3º stado e os unicípios farão jus à parcela mensal correspondente a 1/12 (um doze avos) dos valores descritos nos Anexos desta ortaria. Art. 2º remanejamento de recurso concedido por meio desta ortaria não acarretará impacto financeiro ao inistério da aúde. Art. 3º undo acional de aúde adotará as medidas necessárias para a transferência, regular e automática, do valor mensal, para o undo stadual de aúde e undos unicipais de aúde correspondentes. arágrafo único. s recursos orçamentários, objeto desta ortaria, correrão por conta do orçamento do inistério da aúde, devendo onerar o rograma de rabalho Atenção à aúde da opulação para rocedimentos em édia e Alta Complexidade. Art. 4º sta ortaria entra em vigor na data de sua publicação, com efeitos financeiros a partir de 1º de maio de AX HLVÉC AA AALHÃ JÚ XLA AA A A AC CAA A A AÚ ABC - A/2013 CCAÇÃ C Limites eferentes aos recursos programados na ,73 Valores a receber referentes a estabelecimentos sob gestão estadual ,38 Valores a receber referentes a C com transferências diretas ao ,17 Valores a serem A pelo e transferidos diretamente às unidades prestadoras universitárias federais (-) ,27 VAL A A AAL AÚ ,01 CAA A A AÚ ABC - A/2013 B unicípio Assistência Ambulatorial e Hospitalar ncentivos permanentes de custeio * AX ACAL - VAL A A CA AÚ (valores anuais) Ajustes Valores de C com transferências realizadas ao Valores de stabelecimentos sob gestão estadual Valores retidos no undo acional de aúde Valores recebidos de outras s róprio eferenciado AB LA , , , ,30 0,00 0,00 0,00 0, , AA A AZA , , , ,15 0, ,04 0,00 0, , AA ,05 0,00 0, ,72 0,00 0,00 0,00 0, , AA , , , ,99 0, ,94 0,00 0, , AA A ,25 0,00 0, ,49 0, ,32 0,00 0, , AA BLA , ,08 0, ,37 0, ,36 0,00 0, , ALAHA ,71 0,00 0, ,99 0, ,93 0,00 0, , ALACA , ,80 0, , 80 0, ,20 0,00 0, , A L H ,62 0, , ,57 0, ,55 0,00 0, , AAAJ , ,02 0, ,43 0, ,27 0,00 0, , AL , ,72 0, ,60 0,00 0,00 0,00 0, ,32 o t a l ste documento pode ser verificado no endereço eletrônico pelo código ocumento assinado digitalmente conforme n o -

172 º 94, sexta-feira, 17 de maio de AACABA ,27 0,00 0, ,25 0, ,52 0,00 0,00 0, AAA , , , , 76 0,00 0,00 0,00 0, , ACV , , , ,29 0, ,69 0,00 0, , BAA ABABA ,69 0,00 0, ,00 0, , 11 0,00 0, , BA , ,58 0, ,92 0, ,74 0,00 0, , BL AA , ,72 0, ,39 0, ,80 0,00 0, , BL A ACC , ,25 0, ,66 0, ,45 0,00 0, , BL JA , , , ,91 0,00 0,00 0,00 0, , B A A ,57 0,00 0, ,97 0, ,89 0,00 0, , BZ , , , ,02 0,00 0,00 0,00 0, , BC , ,34 0, ,01 0,00 0,00 0,00 0, , B CLH , ,44 0, ,38 0,00 0,00 0,00 0, , B JA ,02 0,00 0, ,42 0,00 0,00 0,00 0, , B ,00 0, , ,70 0, ,90 0,00 0, , BJA , ,80 0, ,44 0, ,33 0,00 0, , BJH ,93 0,00 0, ,10 0, ,39 0,00 0, , BJ A A , , , ,79 0,00 0,00 0,00 0, , B A ,07 0,00 0, ,01 0,00 0,00 0,00 0, , BQ , ,48 0, ,36 0, ,53 0,00 0,00 0, CAB A AH , , , , 31 0, ,01 0,00 0, , CABB , ,94 0, ,94 0,00 0,00 0,00 0, , CACHHA ,91 0, , ,97 0, ,88 0,00 0, , CA , , , ,76 0,00 0,00 0,00 0, , CALCA ,05 0,00 0, ,76 0, ,31 0,00 0, , CALB ,60 0,00 0, ,42 0, ,22 0,00 0, , CAAAB , , , ,87 0,00 5,02 0,00 0, , CAC A LX ,10 0,00 0, ,95 0, ,05 0,00 0,00 0, C A A A , , , ,49 0, ,66 0,00 0, , CAHH , ,10 0, ,60 0, ,46 0,00 0, , CAA ,19 0, , ,69 0, ,35 0,00 0, , CAABA ,24 0,00 0, ,20 0,00 0,00 0,00 0, , CAABA A HA ,05 0, , ,81 0, ,73 0,00 0, , CAA , ,87 0, ,82 0,00 0,00 0,00 0, , CAA , , , , , ,31 0,00 0, , CAHA ,93 0,00 0, ,33 0, ,65 0,00 0, , C A ,05 0, , ,17 0, ,39 0,00 0, , C , , , , 55 0, ,74 0,00 0, , CHA ALA ,16 0,00 0, ,44 0, ,39 0,00 0, , CHA A , ,44 0, ,91 0,00 0,00 0,00 0, , CA ,94 429, , ,57 0,00 0,00 0,00 0, , C ,84 0, , ,05 0,00 0,00 0,00 0, , C , ,09 0, ,92 0, ,93 0,00 0, , CA , , 68 0, ,49 0, ,13 0,00 0, , CA ,44 0, , ,79 0, ,36 0,00 0, , C A , ,92 0, ,28 0,00 0,00 0,00 0, , ,33 0,00 0, ,74 0, ,07 0,00 0,00 0, CAA , ,10 0, ,02 0, ,95 0,00 0,00 0, X , , , ,69 0,00 0,00 0,00 0, , A VA , ,10 0, ,41 0, ,79 0,00 0, , A HA ,52 0, , ,41 0, ,93 0,00 0,00 0, ,57 0,00 0, ,65 0, ,71 0,00 0, , L ,59 0, , ,38 0, ,43 0,00 0, , L A , ,75 0, ,70 0,00 0,00 0,00 0, , LH ,48 0, , ,16 0, ,37 0,00 0, , ALA ,05 0, , ,46 0, ,45 0,00 0, , AAH , , , ,69 0, ,21 0,00 0, , LA A ,22 0,00 0, ,75 0, ,10 0,00 0, , AA , , , ,46 0, ,06 0,00 0, , A ,54 0,00 0, ,71 0,00 0,00 0,00 0, , AVAA ,48 0, , ,06 0,00 0,00 0,00 0, , A ,29 0,00 0, ,76 0,00 0,00 0,00 0, , B , , , ,32 0, ,49 0,00 0, , BAJBA ,59 0, , ,65 0, ,24 0,00 0, , AA , , , , , ,00 0,00 0, , AAC ,26 0,00 0, ,56 0, , 82 0,00 0, , AJA , ,00 0, , 20 0, ,32 0,00 0, , AZA ,15 0,00 0, ,14 0, ,90 0,00 0, , JCA ,41 0, , ,51 0, , 63 0,00 0, , B ,69 0,00 0, ,45 0,00 0,00 0,00 0, , A C B A ,82 0, , ,28 0,00 0,00 0,00 0, , A B A , ,40 0, ,63 0,00 0,00 0,00 0, , A A A C A ,04 0, , ,84 0, ,52 0,00 0, , A B ,20 100, , ,29 0,00 0,00 0,00 0, , A , ,40 0, ,81 0,00 0,00 0,00 0, , A A ,00 0, , ,02 0, ,88 0,00 0, , A Q A ,86 0, , ,62 0, ,19 0,00 0, , JABAA AAA , , , ,82 0, , 11 0,00 0, , JAQA ,45 0,00 0, ,67 0, ,12 0,00 0, , J AA B A ,59 0, , ,23 0, ,72 0,00 0, , J A B A , ,44 0, ,94 0, ,60 0,00 0,00 0, JA AL , ,03 0, ,86 0, ,70 0,00 0, , JAQ ABC ,99 0,00 0, ,62 0, ,08 0,00 0, , J C A ,99 0,00 0,00 878,80 0, ,50 0,00 0, , J , ,86 0, ,20 0,00 0,00 0,00 0, , JA ,75 0,00 0, ,33 0, ,05 0,00 0, , LAA CA ,29 0,00 0, ,21 0, ,16 0,00 0, , LAA AA , ,29 0, ,68 0, ,94 0,00 0, , LAA , , , ,05 0,00 0,00 0,00 0, , LAA A ,24 0,00 0, ,16 0, ,85 0,00 0, , LAA A , , 02 0, ,54 0,00 0,00 0,00 0, , LAJ , ,61 0, ,45 0, ,16 0,00 0,00 0, L , , , ,45 0, ,05 0,00 0, , A C A A A A , ,60 0, ,10 0, ,47 0,00 0, , ACHA , ,80 0, ,82 0, ,00 0,00 0, , AA ,02 0,00 0, ,00 0, ,02 0,00 0,00 0, AAAL , ,91 0, ,60 0, ,84 0,00 0,00 0, ABA ,86 0,00 0, , 11 0,00 0,00 0,00 0, , , , , ,62 0, ,00 0,00 0, , AZA A AA , , 48 0, ,00 0, ,20 0,00 0,00 0, LA , , , ,32 0, ,81 0,00 0, , B , , , ,40 0, ,44 0,00 0, , C ,99 0,00 0, ,84 0, ,83 0,00 0,00 0, C , ,37 0, ,79 0, ,46 0,00 0, , A L A , , , ,13 0, ,04 0,00 0, , A L A ,32 0,00 0,00 0,00 0, ,56 0,00 0, , A L A ,28 0,00 0, , 11 0, ,99 0,00 0, , A A AA A ,63 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0, , A A ,85 0,00 0, , 30 0,00 0,00 0,00 0, ,15 CCALZAÇÃ BA C ste documento pode ser verificado no endereço eletrônico pelo código ocumento assinado digitalmente conforme n o -

173 º 94, sexta-feira, 17 de maio de A A , ,05 0, , 39 0, ,00 0,00 0, , A A L H , ,43 0, ,02 0,00 0,00 0,00 0, , A L A , , , , , ,99 0,00 0, , A , 11 0, , ,07 0,00 0,00 0,00 0, , QA , , , , 14 0,00 0,00 0,00 0, , LAA , ,98 0, ,29 0,00 0,00 0,00 0, , LA , , , ,04 0, ,51 0,00 0, , CA ,44 0,00 0, ,98 0, ,81 0,00 0, , B , ,50 0, ,43 0,00 0,00 0,00 0, , AV A ,00 0,00 0, ,88 0, ,54 0,00 0, , Q A A , , 70 0, ,85 0,00 0,00 0,00 0, , QXABA ,44 0,00 0, ,20 0, ,53 0,00 0, , C , , , , , ,32 0,00 0, , ACH A ALA , , , ,97 0,00 0,00 0,00 0, , BA , ,01 0, ,26 0,00 0,00 0,00 0, , , ,24 0, ,30 0,00 0,00 0,00 0, , A ,93 0,00 0, ,20 0, ,38 0,00 0, , ALAH ,85 0,00 0, ,25 0, ,37 0,00 0, , AL , ,91 0, ,18 0, ,97 0,00 0,00 0, ALA , , , ,46 0, ,65 0,00 0, , AHA , , , , 17 0, ,39 0,00 0, , AA CZ ,42 0, , ,79 0,00 0,00 0,00 0, , AA CZ A BAXA V ,93 0,00 0, ,23 0,00 0,00 0,00 0, , AA CZ CABAB , , , ,85 0,00 0,00 0,00 0, , AA LA ,39 0,00 0, ,05 0,00 0,00 0,00 0, , AA AA A BA VA ,97 403,00 0, ,22 0,00 0,00 0,00 0, , AA AA CABCA ,80 0,00 0, ,70 0, ,62 0,00 0, , AA ZHA ,27 0,00 0, ,67 0, , 30 0,00 0, , A B L ,09 0,00 0, ,33 0,00 0,00 0,00 0, , A B A , , , , 55 0,00 0,00 0,00 0, , A CAA , , , ,59 0, ,81 0,00 0, , A JA , ,47 0, ,73 0,00 0,00 0,00 0, , A JAQ , , , ,57 0,00 0,00 0,00 0, , A J A CA A ,83 0,00 0, ,57 0, ,70 0,00 0, , A J BL ,31 0,00 0, ,96 0,00 0,00 0,00 0, , A J , ,85 0, ,15 0,00 0,00 0,00 0, , A LC A AA , , , ,29 0, ,52 0,00 0, , A VC ,45 0,00 0, ,19 0, ,52 0,00 0, , A ALHAA , , , ,25 0, ,15 0,00 0, , A , ,25 0, ,81 0, ,86 0,00 0, , A A ,33 135,12 0, ,55 0, ,30 0,00 0, , HA , ,70 0, ,53 0,00 0,00 0,00 0, , LAA ,75 0,00 0, ,98 0,00 0,00 0,00 0, , LA ,71 0,00 0, ,12 0, ,39 0,00 0, , B , , , ,36 0,00 0,00 0,00 0, , A B A ,98 0,00 0, ,28 0,00 0,00 0,00 0, , A C A B ,24 0,00 0, ,19 0, ,43 0,00 0,00 0, A C A A ,07 0,00 0, ,24 0, ,31 0,00 0,00 0, A A A ,23 0,00 0, ,34 0, ,68 0,00 0, , AQAA , , , ,70 0, ,92 0,00 0, , ZHA ,53 0,00 0, ,19 0, ,02 0,00 0, , A VA , 53 0,00 0, ,87 0,00 0,00 0,00 0, , BABA , , , ,43 0,00 0,00 0,00 0, , A A , , , ,91 0, ,48 0,00 0, , ACHA ,73 0, , ,45 0, , 78 0,00 0, , A , ,25 0, ,55 0,00 0,00 0,00 0, , , , , ,03 0, ,39 0,00 0, , A A A , ,38 0, ,97 0, ,27 0,00 0, , A A A , ,50 0, ,97 0,00 0,00 0,00 0, , VA ,14 0, , ,72 0,00 0,00 0,00 0, , VJA , 56 0, , ,45 0,00 0,00 0,00 0, , V L ,78 0,00 0, ,12 0, ,06 0,00 0, , V , , , ,73 0,00 0,00 0,00 0, , VCCA , , , ,58 0, ,14 0,00 0, , VA A AA , , , ,18 0, ,94 0,00 0, , XX ,99 0, , ,54 0, ,02 0,00 0, ,51 AL CAL ,08 CAA A A AÚ ABC - A/2013 AX ACAL - ALHA VAL A CA A CÍ AA ÇÃ C L AÊCA A À A AA VÁA A (valores anuais) estão Cód.B - ome do unicípio ome da nidade Código C úmero do Contrato ata de ublicação do xtrato do Contrato Valor AAL a ser destinado ao undo de aúde stadual C Hospital das Clínicas da ,27 A L ,27 XLA AA A A AC AX V CAA A A AÚ ABC - A/2013 ALHA VAL A CA A CÍ ÇÃ C AAL CAL (VAL AA). Cód.B - ome do unicípio ome da nidade Código C úmero do ermo ata de ublicação do xtrato do ermo undo para o qual serão realizadas as transferências Valor AAL a ser destinado ao undo de aúde CAA Hospital egional Jesus azareno , CAA Hospital egional do Agreste , AA Hospital Colônia Alcides Codiceira , ALA anatorio adre Antonio anoel , C Hospital Agamenon agalhaes , C Hospital tavio de reitas , C Hospital swaldo Cruz , C Hospital da estauração , C Hospital Correia icanço , C Hospital lises ernambucano , C Hospital Barão de Lucena , C CA , C Hospital dos ervidores , C Hospital eral de Areias , C Hospital etulio Vargas , C ronto ocorro Cardiológico de ernambuco-ca ,47 A L ,62 ste documento pode ser verificado no endereço eletrônico pelo código ocumento assinado digitalmente conforme n o -

174 CAA CÊCA, CLA AÉC ACH CÁ m 16 de maio de 2013 rocesso n o / nteressado: L C BAA & CA LA. Assunto: olicitação de descredenciamento do rograma armácia opular - istema Co-pagamento. 1. ecretário de Ciência, ecnologia e nsumos stratégicos do inistério da aúde, no uso das competências atribuídas pelo artigo 42, nciso da ortaria 971/2012, à vista da conclusão jurídica após irregularidades apresentadas pelo estabelecimento, - o descredenciamento da empresa L C BAA & CA LA, inscrita no CJ: / , localizado no unicípio de CAAÇ - do rograma armácia opular do Brasil - Aqui em armácia opular. rocesso n o / nteressado: B A L AA -. Assunto: olicitação de descredenciamento do rograma armácia opular - istema Co-pagamento. 1. ecretário de Ciência, ecnologia e nsumos stratégicos do inistério da aúde, no uso das competências atribuídas pelo artigo 42, nciso da ortaria 971/2012, à vista da conclusão jurídica após irregularidades apresentadas pelo estabelecimento, - o descredenciamento da empresa B A - L AA -, inscrita no CJ: / , localizado no unicípio de L - do rograma armácia opular do Brasil - Aqui em armácia opular. rocesso n o / nteressado: AA HLA AC - L -. Assunto: olicitação de descredenciamento do rograma armácia opular - istema Co-pagamento. 1. ecretário de Ciência, ecnologia e nsumos stratégicos do inistério da aúde, no uso das competências atribuídas pelo artigo 42, nciso da ortaria 971/2012, à vista da conclusão jurídica após irregularidades apresentadas pelo estabelecimento, - o descredenciamento da empresa AA HLA A- C - L -, inscrita no CJ: / , localizado no unicípio de L - do rograma armácia opular do Brasil - Aqui em armácia opular. rocesso n o / nteressado: HQ CÉC CA L- A. Assunto: olicitação de descredenciamento do rograma armácia opular - istema Co-pagamento. 1. ecretário de Ciência, ecnologia e nsumos stratégicos do inistério da aúde, no uso das competências atribuídas pelo artigo 42, nciso da ortaria 971/2012, à vista da conclusão jurídica após irregularidades apresentadas pelo estabelecimento, - o descredenciamento da empresa HQ CÉC CA LA, inscrita no CJ: / , localizado no unicípio de ÓL - do rograma armácia opular do Brasil - Aqui em armácia o p u l a r. rocesso n o / nteressado: AÁCA AAA LA. Assunto: olicitação de descredenciamento do rograma armácia opular - istema Co-pagamento. 1. ecretário de Ciência, ecnologia e nsumos stratégicos do inistério da aúde, no uso das competências atribuídas pelo artigo 42, nciso da ortaria 971/2012, à vista da conclusão jurídica após irregularidades apresentadas pelo estabelecimento, - o descredenciamento da empresa AÁCA AA- A LA, inscrita no CJ: / , localizado no unicípio de - do rograma armácia opular do Brasil - Aqui em armácia opular. CAL A AB ALHA. º 94, sexta-feira, 17 de maio de 2013 CCALZAÇÃ BA C inistério das Comunicações AB AA o - 132, 15 A 2013 A A CCAÇÕ, no uso de suas atribuições, observado o disposto no art. 21, inciso X, alínea "a", da Constituição ederal, e, tendo em vista o que consta do rocesso nº /2009, resolve: Art. 1o Consignar à CÂAA A o canal 296 (duzentos noventa e seis), para execução do erviço de adiodifusão onora em requência odulada, com fins exclusivamente educativos no município de eresina, estado do iauí. Art.2º stabelecer o prazo de quatro meses, contado a partir da data da publicação desta ortaria, para que seja apresentado ao inistério das Comunicações o correspondente projeto técnico contendo os dados de instalação e equipamentos da operação da respectiva estação transmissora, de acordo com as normas técnicas vigentes. Art.3º sta ortaria entra em vigor na data de sua publicação. AL BA LVA ste documento pode ser verificado no endereço eletrônico pelo código ACH m 16 de maio de 2013 A A CCAÇÕ, no uso de suas atribuições, e tendo em vista o disposto no AC nº 135/2013/C/CC/CJ-C/C/A e na A ÉCCA nº 084/2013/C/C-C, constantes do processo nº /2013, com cópias anexadas nos autos de cada um dos certames em questão, oportuniza aos interessados, em sede de contraditório e ampla defesa, a manifestação com relação à revogação das concorrências constantes dos Anexos. s autos dos processos das concorrências em questão estarão disponíveis no erviço de Atendimento ao úblico, inistério das Comunicações, no seguinte endereço: splanada dos inistérios, Bloco, Anexo este, 2º andar, sala 213, Brasília/, no período de 20 a 31 de maio de Cópia digitalizada da ota écnica e do arecer acima referenciados encontram-se disponíveis também no sítio eletrônico do inistério das Comunicações. ventuais manifestações deverão ser protocolizadas no rotocolo eral deste inistério, sendo que a contagem do prazo no prazo de 05 (cinco) dias úteis, nos termos do 3º, do art. 49 da Lei nº 8.666, de 21 de junho de 1993, terá início a partir do dia 03 de junho de AX Concorrências esertas AL BA LVA Conc. º igla erviço Localidade 012/97 A o m é - A ç u 013/97 B Lagoa eca 014/97 scada 035/97 C có 056/97 V orto Velho 057/97 V Boa Vista 027/98 Colorado do este 086/00 Colônia do urguéia 086/00 ovo riente do iauí 086/00 imões 077/01 A rucurituba 128/01 Herculândia 144/01 A nvira 144/01 A pixuna 145/01 A araã 145/01 A ovo Aripuanã 145/01 A auini 146/01 ão Luiz 146/01 A ão aulo de livença 146/01 A a p a u á 146/01 A rucará 146/01 A rucurituba 008/02 João amalho AX Concorrências rustradas Conc. º igla erviço Localidade 001/97 AL Coqueiro eco 001/97 AL Coruripe 004/97 BA Araci 004/97 BA Brumado 004/97 BA anta Cruz Cabrália 005/97 C Barbalha 005/97 C Horizonte 005/97 C ulungu 005/97 C a u á 009/97 Barroso 009/97 Boa sperança 009/97 Bueno Brandão 009/97 guatama 009/97 rata 012/97 A Abaetetuba 014/97 u p a r e t a m a 014/97 iracuruca 017/97 J aty do Alferes 019/97 Cerejeiras 022/97 C Catanduvas 026/97 BA Campo ormoso 033/97 A Autazes 036/97 Vila Velha 039/97 rata 040/97 iranda 040/97 ete Quedas 042/97 A Capanema 045/97 Luís Correia 052/97 AL aceió 062/97 AL aribondo 064/97 BA antana 069/97 ivisa ova 069/97 liveira 089/97 A Careiro 098/97 Cocal 108/97 V A Belém 119 / 97 AL almeira dos Índios 121/97 A anaus 155/97 Ariquemes 004/98 C Canindé 035/98 V Araçatuba 005/00 C acatuba 011 / 00 A ortuna 047/00 AC âncio Lima 047/00 AC odrigues Alves 047/00 AC ena adureira 056/00 C ilhã ocumento assinado digitalmente conforme n o -

175 º 94, sexta-feira, 17 de maio de /00 Conceição da Barra 058/00 taguaçu 058/00 uqui 058/00 iúma 058/00 Venda ova do migrante 008/01 A Benjamin Constant 035/01 ndaiabira 037/01 Buenópolis 070/01 inhal 075/01 A nvira 075/01 A uajará 075/01 A pixuna 076/01 A araã 076/01 A ova linda do orte 076/01 A ovo Airão 076/01 A ovo Aripuanã 076/01 A auini 077/01 A a p a u á 077/01 A o n a n t i n s 077/01 A arini 077/01 A rucará 144/01 A Codajás 003/02 A hamundá AX Concorrências sem segurança jurídica para abertura de propostas Conc. º igla erviço Localidade 040/00 C r a i b u rg o 044/01 Água Boa 052/01 A Barcarena 052/01 A garapé-açu 052/01 A garapé-iri 052/01 A edicilândia 087/01 BA Belmonte 087/01 BA Boa Vista do upim 087/01 BA Botuporã 087/01 BA Coaraci 087/01 BA ncruzilhada 090/01 tumbiara 108/01 Almenara 108/01 Araçuaí 108/01 Araxá 149/01 rês arias AX V utros Casos Conc. º igla erviço Localidade ato motivador 013/98 naí AC 0706/2012/C/CC/CJ-C/A 037/01 onte Azul AC/C/CJ/C/ /2005 AÊCA AC LCCAÇÕ CLH A o , 15 A 2013 rocesso nº / utorga, mediante assinatura do correspondente ermo de Autorização de so de adiofrequências, à CLA /A, CJ nº / , Autorização de so de adiofrequências, associada à Autorização para a restação do erviço óvel essoal -, sem exclusividade, em caráter primário, pelo prazo remanescente constante da Autorização de adiofrequências nas ubfaixas de 2.125,0 a 2.135,0 Hz / 1.935,0 a 1.945,0 Hz, na egião do A- que contenha a respectiva Área de restação, com vencimento em 30 de abril de 2023, prorrogável uma única vez por um período de 15 (quinze) anos, a título oneroso, restrito à Área de restação constante na tabela a seguir: Áreas de restação ubfaixas de adiofrequências Va l o r stados do Amazonas, Amapá, ará, aranhão e oraima 824 a 835, 845 a 846,5 Hz / 869 a 880, 890 a 891,5 Hz $ ,00 Valor otal $ ,00 JÃ BAA Z A o , 15 A 2013 XLA AA A A AC rocesso nº / outorga, mediante assinatura do correspondente ermo de Autorização de so de adiofrequências, à 14 BAL LC CLLA /A, CJ nº / , Autorização de so de adiofrequências, associada à Autorização para a restação do erviço óvel essoal -, sem exclusividade, em caráter primário, pelo prazo remanescente constante da Autorização de adiofrequências nas ubfaixas de 2.110,0 a 2.125,0 Hz / 1.920,0 a 1.935,0 Hz, na egião do A- que contenha as respectivas Áreas de restação, com vencimento em 30 de abril de 2023, prorrogável uma única vez por um período de 15 (quinze) anos, a título oneroso, restrito às Áreas de restação constantes na tabela a seguir: Áreas de restação ubfaixa de adiofrequência Va l o r stados do Acre, oiás, ato rosso do ul, ato rosso, ondônia, ocantins e o istrito 1.737,5 a 1.740,0 Hz / 1.832,5 a 1.835,0 Hz $ ,29 ederal, exceto os municípios de aranaíba, no stado do ato rosso do ul, e Buriti Alegre, Cachoeira ourada, naciolândia, tumbiara, aranaiguara e ão imão, no stado de oiás. stado do io rande do ul, exceto os municípios de elotas, orro edondo, Capão do 1.737,5 a 1.740,0 Hz / 1.832,5 a 1.835,0 Hz $ ,78 Leão e uruçu. stados do araná, anta Catarina, io rande do ul, oiás, ocantins, ato rosso do 1.765,0 a 1.770,0 Hz / 1.860,0 a 1.865,0 Hz $ ,31 ul, ato rosso, ondônia, Acre e do istrito ederal, excluídos os municípios com o Código acional 43, 64 e 67 (Áreas de egistro 43, 64 e 67). unicípios com o Código acional 64 e 67 (Áreas de egistro 64 e 67), exceto os municípios 1.765,0 a 1.770,0 Hz / 1.860,0 a 1.865,0 Hz $ ,20 de aranaíba, no stado do ato rosso do ul, e Buriti Alegre, Cachoeira ou- rada, naciolândia, tumbiara, aranaiguara e ão imão, no stado de oiás. Valor otal $ ,58 ÊCA AQÊCA CALZAÇÃ A o , 15 A 2013 Autorizar LB CCAÇÃ ACAÇÕ /A, CJ nº / a realizar operação temporária de equipamentos de radiocomunicação, na(s) cidade(s) de ão aulo/, no período de 16/05/2013 a 19/05/2013. AC HAZ ZA AYA uperintendente A o , 15 A 2013 Autorizar LB CCAÇÃ ACAÇÕ /A, CJ nº / a realizar operação temporária de equipamentos de radiocomunicação, na(s) cidade(s) de alvador/ba, no período de 17/05/2013 a 19/05/2013. AC HAZ ZA AYA uperintendente A o , 15 A 2013 Autorizar LB CCAÇÃ ACAÇÕ /A, CJ nº / a realizar operação temporária de equipamentos de radiocomunicação, na(s) cidade(s) de antos/, no período de 19/05/2013 a 19/05/2013. AC HAZ ZA AYA uperintendente A o , 15 A 2013 Autorizar K CK HW V - LA, CJ nº / a realizar operação temporária de equipamentos de radiocomunicação, na(s) cidade(s) de Caruaru/, no período de 17/05/2013 a 19/05/2013. AC HAZ ZA AYA uperintendente A o , 16 A 2013 Autorizar iedel do Brasil Comunicações Ltda, CJ nº / a realizar operação temporária de equipamentos de radiocomunicação, na(s) cidade(s) de io de Janeiro/J, alvador/ba, ortaleza/c, ecife/, Belo Horizonte/ e Brasília/, no período de 17/05/2013 a 30/06/2013. AC HAZ ZA AYA uperintendente A o , 16 A 2013 Autorizar L CÂCA B CÉC AÇÃ LA, CJ nº / a realizar operação temporária de equipamentos de radiocomunicação, na(s) cidade(s) de alvador/ba, no período de 17/05/2013 a 19/05/2013. AC HAZ ZA AYA uperintendente A o , 16 A 2013 Autorizar A CC AV LA, CJ nº / a realizar operação temporária de equipamentos de radiocomunicação, na(s) cidade(s) de Caruaru/, no período de 17/05/2013 a 20/05/2013. AC HAZ ZA AYA uperintendente A o , 16 A 2013 Autorizar A V ÇÃ LA, CJ nº / a realizar operação temporária de equipamentos de radiocomunicação, na(s) cidade(s) de Caruaru/, no período de 17/05/2013 a 20/05/2013. AC HAZ ZA AYA uperintendente A o , 16 A 2013 Autorizar.. LA, CJ nº / a realizar operação temporária de equipamentos de radiocomunicação, na(s) cidade(s) de Caruaru/, no período de 17/05/2013 a 20/05/2013. AC HAZ ZA AYA uperintendente A o , 16 A 2013 ste documento pode ser verificado no endereço eletrônico pelo código JÃ BAA Z residente do Conselho Autorizar. VC ÇÕ V LA, CJ nº / a realizar operação temporária de equipamentos de radiocomunicação, na(s) cidade(s) de Caruaru/, no período de 17/05/2013 a 20/05/2013. ocumento assinado digitalmente conforme n o -

176 AC HAZ ZA AYA uperintendente A o , 16 A 2013 Autorizar - AK V - V LA, CJ nº / a realizar operação temporária de equipamentos de radiocomunicação, na(s) cidade(s) de Caruaru/, no período de 17/05/2013 a 20/05/2013. AC HAZ ZA AYA uperintendente A o , 16 A 2013 Autorizar CK BLCA Q CÇÕ LA, CJ nº / a realizar operação temporária de equipamentos de radiocomunicação, na(s) cidade(s) de Caruaru/, no período de 17/05/2013 a 20/05/2013. AC HAZ ZA AYA uperintendente ACH 1 º 94, sexta-feira, 17 de maio de 2013 A o , 16 A 2013 Autorizar JALA AÇA ÇÕ C- ÇÕ /C LA, CJ nº / a realizar operação temporária de equipamentos de radiocomunicação, na(s) cidade(s) de Caruaru/, no período de 17/05/2013 a 20/05/2013. AC HAZ ZA AYA uperintendente AQÊCA CALZAÇÃ A AÊCA AC LCCAÇÕ, no uso de suas atribuições legais, regulamentares e regimentais, aplica definitivamente, em razão de trânsito em julgado processual, sanção à(s) entidade(s) abaixo listada(s), no(s) respectivo(s) processo(s) em que figura(m), por descumprimento dos regulamentos próprios do serviço executado e/ou da legislação aplicável. CCALZAÇÃ BA C rocesso ome erviço ispositivos nfringidos unicípio/ anção aplicada espacho nº ata da ecisão /2012 Vigilância empre orte LA erviço Limitado rivado Art. 131 da L. alvador/ba ulta: $907, /03/ L - Lei eral de elecomunicações, instituída pela Lei nº 9.472, de 16 de julho de ÊCA-AL CALZAÇÃ CÓ A BAHA ACH AC VÍC ALCC CÓ A BAHA A AÊCA AC LCCAÇÕ, no uso de suas atribuições legais conferidas pelo egimento nterno da Anatel, pelo disposto na ortaria nº 429, de 08/08/2006, publicada no iário ficial da nião de 10/08/2006, seção 2, p. 43, aplica definitivamente, em razão de trânsito em julgado processual, sanção à(s) entidade(s) abaixo listada(s) no(s) respectivo(s) processo(s) em que figura(m), por descumprimento do(s) regulamento(s) próprio(s) do serviço executado e/ou da legislação aplicável. rocesso ome erviço ispositivos nfringidos unicípio/ anção aplicada espacho nº ata da ecisão /2012 ozivan dos antos Andrade - erviço de Comunicação ultimídia Art. 131 da L. iriri/ ulta: $4.022, /01/ /2012 Associação de ádio Comunitária Catedral erviço de adiodifusão onora Art. 163 da L. Candeias/BA ulta: $3.636, /03/2013 em requência odulada /2012 elevisão Atalaia LA erviço de etransmissão de elevisão Art. 163 da L. ossa enhora da lória/ ulta: $2.666, /04/ /2012 ádio Comunitária Zabelê erviço de adiodifusão Comunitária Art. 18 do LC emanso/ba ulta: $110, /03/ eal ociedade ortuguesa Benef. 16 de etembro erviço Limitado rivado Art. 162 da L c/c item 9.8 da orma nº13/1997. alvador/ba ulta: $220, /04/ L - Lei eral de elecomunicações, instituída pela Lei nº 9.472, de 16 de julho de 1997; 2-LC - egulamento sobre Limitação da xposição a Campos létricos, agnéticos e letromagnéticos na faixa de adiofrequências entre 9kHz e 300 Hz, aprovado pela esolução n 303, de 02 de julho de B CÓ A BAHA A AÊCA AC LCCAÇÕ, no uso de suas atribuições legais conferidas pelo egimento nterno da Anatel, pelo disposto na ortaria nº 429, de 08/08/2006, publicada no iário ficial da nião de 10/08/2006, seção 2, p. 43, e pelo disposto na ortaria nº 508, de 05/09/2006, publicada no iário ficial da nião de 14/09/2006, seção 2, p. 36, aplica definitivamente, em razão de trânsito em julgado processual, sanção às entidades abaixo listadas nos respectivos processos em que figuram, por descumprimento dos regulamentos próprios do serviço executado e/ou da legislação aplicável. rocesso ome erviço ispositivos nfringidos unicípio/ anção aplicada espacho nº ata da ecisão /2012 refeitura unicipal de oções erviço de adiação estrita Art. 55, V, "c", c/c arts. 35 e 36 do CH. oções/ba Advertência /04/ /2012 órum Comunitário de ireitos Humanos e Bem star erviço de adiodifusão onora em Art. 4º c/c art. 55, V, "b", e com o art. 162, 2º, todos Camaçari/BA ulta: $3.886, /04/2013 ocial requência odulada. do CH e art. 131 c/c art. 163 da L /2010 Associação de oradores e Amigos de Chonin de Cima'Amacci erviço de adiodifusão Comunitária Arts. 78 e 82 do ; tem da orma overnador Valadares/ ulta: $222, /02/2013 nº01/2004 e art. 18 do LC /2013 ouratech et do Brasil LA erviço de Comunicação ultimídia Art. 131 c/c art. 163 da L. Cansanção/BA ulta: $3.656, /04/ L - Lei eral de elecomunicações, instituída pela Lei nº 9.472, de 16 de julho de 1997; 2-CH - egulamento para Certificação e Homologação de rodutos para elecomunicações, aprovado pela esolução nº 242, de 30 de novembro de 2000; 3- - egulamento de so do spectro de adiofrequências, aprovado pela esolução nº259, de 19 de abril de 2001; 4-LC - egulamento sobre Limitação da xposição a Campos létricos, agnéticos e letromagnéticos na faixa de radiofrequências entre 9kHz e 300 Hz, aprovado pela esolução n 303, de 02 de julho de ÊCA VÇ VA A o - 266, 15 JA 2013 A nº /2011. Aplica à prestadora CLA.A., CJ nº / , sucessora por incorporação da ACL.A., a sanção de BAÇÃ AZ, prevista no art. 3º, V do egulamento de Aplicação de anções Administrativas, em virtude de descumprimento ao art. 77, do egulamento do erviço óvel essoal, aprovado pela esolução nº 477, de 7 de agosto de etermina que a prestadora CLA.A. implemente, em conjunto com as demais prestadoras de, solução tecnológica para coibir o uso de estações móveis não certificadas, com adulterado, clonado ou outras formas de fraude, nas redes do. A prestadora CLA.A. deve apresentar em até 30 (trinta) dias, em conjunto com as demais prestadoras de, cronograma de plano de ação para implementação da solução tecnológica prevista no caput. plano de ação previsto no parágrafo anterior deve conter o esboço do projeto de solução tecnológica a ser implementado, dispor sobre os possíveis critérios transitórios a serem implementados à base atual de usuários, de modo a minimizar os impactos sobre a população, o tratamento a ser dado a novos usuários após implementação da solução, de modo que somente terminais considerados conformes tenham acesso à rede, tratamento a ser dado a usuários em roaming, a fim de evitar transtornos com usuários nacionais ou estrangeiros, campanhas de conscientização dos usuários do, dentre outros aspectos. plano de ação deve ser aprovado pela Anatel ste documento pode ser verificado no endereço eletrônico pelo código quanto a seus aspectos técnicos, regulatórios e quanto ao tempo para sua implementação. prazo para implementação completa e definitiva da solução tecnológica não pode ultrapassar 12 (doze) meses. indo o prazo de doze meses estipulado no parágrafo anterior, a prestadora deverá, em até um mês, comprovar, à Anatel, o cumprimento da obrigação. A prestadora deve manter a Anatel informada sobre a implantação, prestando informações sempre que requisitada. As seguintes características devem ser consideradas como requisitos mínimos na solução tecnológica a ser implementada: (i) Centralizada e construída em conjunto pelas prestadoras; (ii) ntegrada às plataformas das prestadoras; (iii) Automática, a inserção de informações deve ocorrer com baixa intervenção humana; (iv) scalável, com capacidade de expansão com o crescimento da base e de complexidade; (v) inâmica e flexível, com regras que possam ser calibradas e adaptadas ao longo do tempo; (vi) Composta por diversas fontes de informação, como bases de AC e, sinalização, s, Cs e sistemas de gerência das prestadoras, incluindo a utilização de bases internacionais, conforme necessidade; (vii) ficiente para permitir que sejam adotadas ações para que as prestadoras possam coibir o uso de terminais irregulares; (viii) Capaz de minimizar possíveis impactos sobre usuários e terminais regulares; (ix) Confiável e egura. B CAVALH A uperintendente JÉ A CA A o - 268, 15 JA 2013 A nº /2010. Aplica a prestadora XL LCCAÇÕ LA., CJ nº / , a sanção de BAÇÃ AZ, prevista no art. 3º, V do egulamento de Aplicação de anções Administrativas, em virtude de descumprimento ao art. 29,, do egulamento do erviço óvel specializado, aprovado pela esolução nº 404, de 5 de maio de etermina que a prestadora XL LCCA- ÇÕ LA. implemente, em conjunto com as demais prestadoras, solução tecnológica para coibir o uso de estações móveis não certificadas, com adulterado, clonado ou outras formas de fraude, nas redes do /. A prestadora XL LC- CAÇÕ LA. deve apresentar em até 30 (trinta) dias, em conjunto com as demais prestadoras, cronograma de plano de ação para implementação da solução tecnológica prevista no caput. plano de ação previsto no parágrafo anterior deve conter o esboço do projeto de solução tecnológica a ser implementado, dispor sobre os possíveis critérios transitórios a serem implementados à base atual de usuários, de modo a minimizar os impactos sobre a população, o tratamento a ser dado a novos usuários após implementação da solução, de modo que somente terminais considerados conformes tenham acesso à rede, tratamento a ser dado a usuários em roaming, a fim de evitar transtornos com usuários nacionais ou estrangeiros, campanhas de conscientização dos usuários, dentre outros aspectos. plano de ação deve ser aprovado pela Anatel quanto a seus aspectos técnicos, regulatórios e quanto ao tempo para sua implementação. prazo para ocumento assinado digitalmente conforme n o -

177 º 94, sexta-feira, 17 de maio de implementação completa e definitiva da solução tecnológica não pode ultrapassar 12 (doze) meses. indo o prazo de doze meses estipulado no parágrafo anterior, a prestadora deverá, em até um mês, comprovar, à Anatel, o cumprimento da obrigação. A prestadora deve manter a Anatel informada sobre a implantação, prestando informações sempre que requisitada. As seguintes características devem ser consideradas como requisitos mínimos na solução tecnológica a ser implementada: (i) Centralizada e construída em conjunto pelas prestadoras; (ii) ntegrada às plataformas das prestadoras; (iii) Automática, a inserção de informações deve ocorrer com baixa intervenção humana; (iv) scalável, com capacidade de expansão com o crescimento da base e de complexidade; (v) inâmica e flexível, com regras que possam ser calibradas e adaptadas ao longo do tempo; (vi) Composta por diversas fontes de informação, como bases de AC e, sinalização, s, Cs e sistemas de gerência das prestadoras, incluindo a utilização de bases internacionais, conforme necessidade; (vii) ficiente para permitir que sejam adotadas ações para que as prestadoras possam coibir o uso de terminais irregulares; (viii) Capaz de minimizar possíveis impactos sobre usuários e terminais regulares; (ix) Confiável e egura. B CAVALH A uperintendente A o - 269, 15 JA 2013 A nº /2010. Aplica a prestadora CBC CLLA.A., CJ nº / , a sanção de B- AÇÃ AZ, prevista no art. 3º, V do egulamento de Aplicação de anções Administrativas, em virtude de descumprimento ao art. 77, do egulamento do erviço óvel essoal, aprovado pela esolução nº 477, de 7 de agosto de etermina que a prestadora CBC CLLA.A. implemente, em conjunto com as demais prestadoras de, solução tecnológica para coibir o uso de estações móveis não certificadas, com adulterado, clonado ou outras formas de fraude, nas redes do. A prestadora CBC CLLA.A. deve apresentar em até 30 (trinta) dias, em conjunto com as demais prestadoras de, cronograma de plano de ação para implementação da solução tecnológica prevista no caput. plano de ação previsto no parágrafo anterior deve conter o esboço do projeto de solução tecnológica a ser implementado, dispor sobre os possíveis critérios transitórios a serem implementados à base atual de usuários, de modo a minimizar os impactos sobre a população, o tratamento a ser dado a novos usuários após implementação da solução, de modo que somente terminais considerados conformes tenham acesso à rede, tratamento a ser dado a usuários em roaming, a fim de evitar transtornos com usuários nacionais ou estrangeiros, campanhas de conscientização dos usuários do, dentre outros aspectos. plano de ação deve ser aprovado pela Anatel quanto a seus aspectos técnicos, regulatórios e quanto ao tempo para sua implementação. prazo para implementação completa e definitiva da solução tecnológica não pode ultrapassar 12 (doze) meses. indo o prazo de doze meses estipulado no parágrafo anterior, a prestadora deverá, em até um mês, comprovar, à Anatel, o cumprimento da obrigação. A prestadora deve manter a Anatel informada sobre a implantação, prestando informações sempre que requisitada. As seguintes características devem ser consideradas como requisitos mínimos na solução tecnológica a ser implementada: (i) Centralizada e construída em conjunto pelas prestadoras; (ii) ntegrada às plataformas das prestadoras; (iii) Automática, a inserção de informações deve ocorrer com baixa intervenção humana; (iv) scalável, com capacidade de expansão com o crescimento da base e de complexidade; (v) inâmica e flexível, com regras que possam ser calibradas e adaptadas ao longo do tempo; (vi) Composta por diversas fontes de informação, como bases de AC e, sinalização, s, Cs e sistemas de gerência das prestadoras, incluindo a utilização de bases internacionais, conforme necessidade; (vii) ficiente para permitir que sejam adotadas ações para que as prestadoras possam coibir o uso de terminais irregulares; (viii) Capaz de minimizar possíveis impactos sobre usuários e terminais regulares; (ix) Confiável e egura. B CAVALH A uperintendente XLA AA A A AC A o - 270, 15 JA 2013 A nº /2010. Aplica à prestadora C- LLA.A., CJ nº / , a sanção de BA- ÇÃ AZ, prevista no art. 3º, V do egulamento de Aplicação de anções Administrativas, em virtude de descumprimento ao art. 77, do egulamento do erviço óvel essoal, aprovado pela esolução nº 477, de 7 de agosto de etermina que a prestadora CLLA.A. implemente, em conjunto com as demais prestadoras de, solução tecnológica para coibir o uso de estações móveis não certificadas, com adulterado, clonado ou outras formas de fraude, nas redes do. A prestadora CLLA.A. deve apresentar em até 30 (trinta) dias, em conjunto com as demais prestadoras de, cronograma de plano de ação para implementação da solução tecnológica prevista no caput. plano de ação previsto no parágrafo anterior deve conter o esboço do projeto de solução tecnológica a ser implementado, dispor sobre os possíveis critérios transitórios a serem implementados à base atual de usuários, de modo a minimizar os impactos sobre a população, o tratamento a ser dado a novos usuários após implementação da solução, de modo que somente terminais considerados conformes tenham acesso à rede, tratamento a ser dado a usuários em roaming, a fim de evitar transtornos com usuários nacionais ou estrangeiros, campanhas de conscientização dos usuários do, dentre outros aspectos. plano de ação deve ser aprovado pela Anatel quanto a seus aspectos técnicos, regulatórios e quanto ao tempo para sua implementação. prazo para ste documento pode ser verificado no endereço eletrônico pelo código implementação completa e definitiva da solução tecnológica não pode ultrapassar 12 (doze) meses. indo o prazo de doze meses estipulado no parágrafo anterior, a prestadora deverá, em até um mês, comprovar, à Anatel, o cumprimento da obrigação. A prestadora deve manter a Anatel informada sobre a implantação, prestando informações sempre que requisitada. As seguintes características devem ser consideradas como requisitos mínimos na solução tecnológica a ser implementada: (i) Centralizada e construída em conjunto pelas prestadoras; (ii) ntegrada às plataformas das prestadoras; (iii) Automática, a inserção de informações deve ocorrer com baixa intervenção humana; (iv) scalável, com capacidade de expansão com o crescimento da base e de complexidade; (v) inâmica e flexível, com regras que possam ser calibradas e adaptadas ao longo do tempo; (vi) Composta por diversas fontes de informação, como bases de AC e, sinalização, s, Cs e sistemas de gerência das prestadoras, incluindo a utilização de bases internacionais, conforme necessidade; (vii) ficiente para permitir que sejam adotadas ações para que as prestadoras possam coibir o uso de terminais irregulares; (viii) Capaz de minimizar possíveis impactos sobre usuários e terminais regulares; (ix) Confiável e egura. B CAVALH A uperintendente A o - 271, 15 JA 2013 A nº /2010. Aplica a prestadora VV.A, CJ nº / , a sanção de BAÇÃ AZ, prevista no art. 3º, V do egulamento de Aplicação de anções Administrativas, em virtude de descumprimento ao art. 77, do egulamento do erviço óvel essoal, aprovado pela esolução nº 477, de 7 de agosto de etermina que a prestadora VV.A implemente, em conjunto com as demais prestadoras de, solução tecnológica para coibir o uso de estações móveis não certificadas, com adulterado, clonado ou outras formas de fraude, nas redes do. A prestadora VV.A deve apresentar em até 30 (trinta) dias, em conjunto com as demais prestadoras de, cronograma de plano de ação para implementação da solução tecnológica prevista no caput. plano de ação previsto no parágrafo anterior deve conter o esboço do projeto de solução tecnológica a ser implementado, dispor sobre os possíveis critérios transitórios a serem implementados à base atual de usuários, de modo a minimizar os impactos sobre a população, o tratamento a ser dado a novos usuários após implementação da solução, de modo que somente terminais considerados conformes tenham acesso à rede, tratamento a ser dado a usuários em roaming, a fim de evitar transtornos com usuários nacionais ou estrangeiros, campanhas de conscientização dos usuários do, dentre outros aspectos. plano de ação deve ser aprovado pela Anatel quanto a seus aspectos técnicos, regulatórios e quanto ao tempo para sua implementação. prazo para implementação completa e definitiva da solução tecnológica não pode ultrapassar 12 (doze) meses. indo o prazo de doze meses estipulado no parágrafo anterior, a prestadora deverá, em até um mês, comprovar, à Anatel, o cumprimento da obrigação. A prestadora deve manter a Anatel informada sobre a implantação, prestando informações sempre que requisitada. As seguintes características devem ser consideradas como requisitos mínimos na solução tecnológica a ser implementada: (i) Centralizada e construída em conjunto pelas prestadoras; (ii) ntegrada às plataformas das prestadoras; (iii) Automática, a inserção de informações deve ocorrer com baixa intervenção humana; (iv) scalável, com capacidade de expansão com o crescimento da base e de complexidade; (v) inâmica e flexível, com regras que possam ser calibradas e adaptadas ao longo do tempo; (vi) Composta por diversas fontes de informação, como bases de AC e, sinalização, s, Cs e sistemas de gerência das prestadoras, incluindo a utilização de bases internacionais, conforme necessidade; (vii) ficiente para permitir que sejam adotadas ações para que as prestadoras possam coibir o uso de terminais irregulares; (viii) Capaz de minimizar possíveis impactos sobre usuários e terminais regulares; (ix) Confiável e egura. B CAVALH A uperintendente A o - 272, 15 JA 2013 A nº /2011. Aplica a prestadora 14 BA- L LC CLLA.A, CJ nº / , a sanção de BAÇÃ AZ, prevista no art. 3º, V do egulamento de Aplicação de anções Administrativas, em virtude de descumprimento ao art. 77, do egulamento do erviço óvel essoal, aprovado pela esolução nº 477, de 7 de agosto de etermina que a prestadora 14 BAL LC CLLA.A implemente, em conjunto com as demais prestadoras de, solução tecnológica para coibir o uso de estações móveis não certificadas, com adulterado, clonado ou outras formas de fraude, nas redes do. A prestadora 14 BAL LC CLLA.A deve apresentar em até 30 (trinta) dias, em conjunto com as demais prestadoras de, cronograma de plano de ação para implementação da solução tecnológica prevista no caput. plano de ação previsto no parágrafo anterior deve conter o esboço do projeto de solução tecnológica a ser implementado, dispor sobre os possíveis critérios transitórios a serem implementados à base atual de usuários, de modo a minimizar os impactos sobre a população, o tratamento a ser dado a novos usuários após implementação da solução, de modo que somente terminais considerados conformes tenham acesso à rede, tratamento a ser dado a usuários em roaming, a fim de evitar transtornos com usuários nacionais ou estrangeiros, campanhas de conscientização dos usuários do, dentre outros aspectos. plano de ação deve ser aprovado pela Anatel quanto a seus aspectos técnicos, regulatórios e quanto ao tempo para sua implementação. prazo para implementação completa e definitiva da solução tecnológica não pode ultrapassar 12 (doze) meses. indo o prazo de doze meses estipulado no parágrafo anterior, a prestadora deverá, em até um mês, comprovar, à Anatel, o cumprimento da obrigação. A prestadora deve manter a Anatel informada sobre a implantação, prestando informações sempre que requisitada. As seguintes características devem ser consideradas como requisitos mínimos na solução tecnológica a ser implementada: (i) Centralizada e construída em conjunto pelas prestadoras; (ii) ntegrada às plataformas das prestadoras; (iii) Automática, a inserção de informações deve ocorrer com baixa intervenção humana; (iv) scalável, com capacidade de expansão com o crescimento da base e de complexidade; (v) inâmica e flexível, com regras que possam ser calibradas e adaptadas ao longo do tempo; (vi) Composta por diversas fontes de informação, como bases de AC e, sinalização, s, Cs e sistemas de gerência das prestadoras, incluindo a utilização de bases internacionais, conforme necessidade; (vii) ficiente para permitir que sejam adotadas ações para que as prestadoras possam coibir o uso de terminais irregulares; (viii) Capaz de minimizar possíveis impactos sobre usuários e terminais regulares; (ix) Confiável e egura. B CAVALH A uperintendente A o - 273, 15 JA 2013 A nº /2011. Aplica a prestadora VV.A, CJ nº / , a sanção de BAÇÃ AZ, prevista no art. 3º, V do egulamento de Aplicação de anções Administrativas, em virtude de descumprimento ao art. 77, do egulamento do erviço óvel essoal, aprovado pela esolução nº 477, de 7 de agosto de etermina que a prestadora VV.A implemente, em conjunto com as demais prestadoras de, solução tecnológica para coibir o uso de estações móveis não certificadas, com adulterado, clonado ou outras formas de fraude, nas redes do. A prestadora VV.A deve apresentar em até 30 (trinta) dias, em conjunto com as demais prestadoras de, cronograma de plano de ação para implementação da solução tecnológica prevista no caput. plano de ação previsto no parágrafo anterior deve conter o esboço do projeto de solução tecnológica a ser implementado, dispor sobre os possíveis critérios transitórios a serem implementados à base atual de usuários, de modo a minimizar os impactos sobre a população, o tratamento a ser dado a novos usuários após implementação da solução, de modo que somente terminais considerados conformes tenham acesso à rede, tratamento a ser dado a usuários em roaming, a fim de evitar transtornos com usuários nacionais ou estrangeiros, campanhas de conscientização dos usuários do, dentre outros aspectos. plano de ação deve ser aprovado pela Anatel quanto a seus aspectos técnicos, regulatórios e quanto ao tempo para sua implementação. prazo para implementação completa e definitiva da solução tecnológica não pode ultrapassar 12 (doze) meses. indo o prazo de doze meses estipulado no parágrafo anterior, a prestadora deverá, em até um mês, comprovar, à Anatel, o cumprimento da obrigação. A prestadora deve manter a Anatel informada sobre a implantação, prestando informações sempre que requisitada. As seguintes características devem ser consideradas como requisitos mínimos na solução tecnológica a ser implementada: (i) Centralizada e construída em conjunto pelas prestadoras; (ii) ntegrada às plataformas das prestadoras; (iii) Automática, a inserção de informações deve ocorrer com baixa intervenção humana; (iv) scalável, com capacidade de expansão com o crescimento da base e de complexidade; (v) inâmica e flexível, com regras que possam ser calibradas e adaptadas ao longo do tempo; (vi) Composta por diversas fontes de informação, como bases de AC e, sinalização, s, Cs e sistemas de gerência das prestadoras, incluindo a utilização de bases internacionais, conforme necessidade; (vii) ficiente para permitir que sejam adotadas ações para que as prestadoras possam coibir o uso de terminais irregulares; (viii) Capaz de minimizar possíveis impactos sobre usuários e terminais regulares; (ix) Confiável e egura. B CAVALH A uperintendente A o - 275, 15 JA 2013 A nº /2011. Aplica à prestadora C- LLA.A., CJ nº / , a sanção de BA- ÇÃ AZ, prevista no art. 3º, V do egulamento de Aplicação de anções Administrativas, em virtude de descumprimento ao art. 77, do egulamento do erviço óvel essoal, aprovado pela esolução nº 477, de 7 de agosto de etermina que a prestadora CLLA.A. implemente, em conjunto com as demais prestadoras de, solução tecnológica para coibir o uso de estações móveis não certificadas, com adulterado, clonado ou outras formas de fraude, nas redes do. A prestadora CLLA.A. deve apresentar em até 30 (trinta) dias, em conjunto com as demais prestadoras de, cronograma de plano de ação para implementação da solução tecnológica prevista no caput. plano de ação previsto no parágrafo anterior deve conter o esboço do projeto de solução tecnológica a ser implementado, dispor sobre os possíveis critérios transitórios a serem implementados à base atual de usuários, de modo a minimizar os impactos sobre a população, o tratamento a ser dado a novos usuários após implementação da solução, de modo que somente terminais considerados conformes tenham acesso à rede, tratamento a ser dado a usuários em roaming, a fim de evitar transtornos com usuários nacionais ou estrangeiros, campanhas de conscientização dos usuários do, dentre outros aspectos. plano de ação deve ser aprovado pela Anatel quanto a seus aspectos técnicos, ocumento assinado digitalmente conforme n o -

178 º 94, sexta-feira, 17 de maio de 2013 regulatórios e quanto ao tempo para sua implementação. prazo para implementação completa e definitiva da solução tecnológica não pode ultrapassar 12 (doze) meses. indo o prazo de doze meses estipulado no parágrafo anterior, a prestadora deverá, em até um mês, comprovar, à Anatel, o cumprimento da obrigação. A prestadora deve manter a Anatel informada sobre a implantação, prestando informações sempre que requisitada. As seguintes características devem ser consideradas como requisitos mínimos na solução tecnológica a ser implementada: (i) Centralizada e construída em conjunto pelas prestadoras; (ii) ntegrada às plataformas das prestadoras; (iii) Automática, a inserção de informações deve ocorrer com baixa intervenção humana; (iv) scalável, com capacidade de expansão com o crescimento da base e de complexidade; (v) inâmica e flexível, com regras que possam ser calibradas e adaptadas ao longo do tempo; (vi) Composta por diversas fontes de informação, como bases de AC e, sinalização, s, Cs e sistemas de gerência das prestadoras, incluindo a utilização de bases internacionais, conforme necessidade; (vii) ficiente para permitir que sejam adotadas ações para que as prestadoras possam coibir o uso de terminais irregulares; (viii) Capaz de minimizar possíveis impactos sobre usuários e terminais regulares; (ix) Confiável e egura. CCALZAÇÃ BA C B CAVALH A uperintendente A o - 276, 15 JA 2013 A nº /2010. Aplica à prestadora CLA.A., CJ nº / , a sanção de BAÇÃ AZ, prevista no art. 3º, V do egulamento de Aplicação de anções Administrativas, em virtude de descumprimento ao art. 77, do egulamento do erviço óvel essoal, aprovado pela esolução nº 477, de 7 de agosto de etermina que a prestadora CLA.A. implemente, em conjunto com as demais prestadoras de, solução tecnológica para coibir o uso de estações móveis não certificadas, com adulterado, clonado ou outras formas de fraude, nas redes do. A prestadora CLA.A. deve apresentar em até 30 (trinta) dias, em conjunto com as demais prestadoras de, cronograma de plano de ação para implementação da solução tecnológica prevista no caput. plano de ação previsto no parágrafo anterior deve conter o esboço do projeto de solução tecnológica a ser implementado, dispor sobre os possíveis critérios transitórios a serem implementados à base atual de usuários, de modo a minimizar os impactos sobre a população, o tratamento a ser dado a novos usuários após implementação da solução, de modo que somente terminais considerados conformes tenham acesso à rede, tratamento a ser dado a usuários em roaming, a fim de evitar transtornos com usuários nacionais ou estrangeiros, campanhas de conscientização dos usuários do, dentre outros aspectos. plano de ação deve ser aprovado pela Anatel quanto a seus aspectos técnicos, regulatórios e quanto ao tempo para sua implementação. prazo para implementação completa e definitiva da solução tecnológica não pode ultrapassar 12 (doze) meses. indo o prazo de doze meses estipulado no parágrafo anterior, a prestadora deverá, em até um mês, comprovar, à Anatel, o cumprimento da obrigação. A prestadora deve manter a Anatel informada sobre a implantação, prestando informações sempre que requisitada. As seguintes características devem ser consideradas como requisitos mínimos na solução tecnológica a ser implementada: (i) Centralizada e construída em conjunto pelas prestadoras; (ii) ntegrada às plataformas das prestadoras; (iii) Automática, a inserção de informações deve ocorrer com baixa intervenção humana; (iv) scalável, com capacidade de expansão com o crescimento da base e de complexidade; (v) inâmica e flexível, com regras que possam ser calibradas e adaptadas ao longo do tempo; (vi) Composta por diversas fontes de informação, como bases de AC e, sinalização, s, Cs e sistemas de gerência das prestadoras, incluindo a utilização de bases internacionais, conforme necessidade; (vii) ficiente para permitir que sejam adotadas ações para que as prestadoras possam coibir o uso de terminais irregulares; (viii) Capaz de minimizar possíveis impactos sobre usuários e terminais regulares; (ix) Confiável e egura. B CAVALH A uperintendente A o , 13 V 2013 A nº /2010. Aplica a prestadora L C.A, CJ nº / , a sanção de BAÇÃ AZ, prevista no art. 3º, V do egulamento de Aplicação de anções Administrativas, em virtude de descumprimento ao art. 77, do egulamento do erviço óvel essoal, aprovado pela esolução nº 477, de 7 de agosto de etermina que a prestadora L C.A implemente, em conjunto com as demais prestadoras de, solução tecnológica para coibir o uso de estações móveis não certificadas, com adulterado, clonado ou outras formas de fraude, nas redes do. A prestadora L C.A deve apresentar em até 30 (trinta) dias, em conjunto com as demais prestadoras de, cronograma de plano de ação para implementação da solução tecnológica prevista no caput. plano de ação previsto no parágrafo anterior deve conter o esboço do projeto de solução tecnológica a ser implementado, dispor sobre os possíveis critérios transitórios a serem implementados à base atual de usuários, de modo a minimizar os impactos sobre a população, o tratamento a ser dado a novos usuários após implementação da solução, de modo que somente terminais considerados conformes tenham acesso à rede, tratamento a ser dado a usuários em roaming, a fim de evitar transtornos com usuários nacionais ou estrangeiros, campanhas de conscientização dos usuários do, dentre outros aspectos. plano de ação deve ser aprovado pela Anatel quanto a seus aspectos técnicos, regulatórios e quanto ao ste documento pode ser verificado no endereço eletrônico pelo código tempo para sua implementação. prazo para implementação completa e definitiva da solução tecnológica não pode ultrapassar 12 (doze) meses. indo o prazo de doze meses estipulado no parágrafo anterior, a prestadora deverá, em até um mês, comprovar, à Anatel, o cumprimento da obrigação. A prestadora deve manter a Anatel informada sobre a implantação, prestando informações sempre que requisitada. As seguintes características devem ser consideradas como requisitos mínimos na solução tecnológica a ser implementada: (i) Centralizada e construída em conjunto pelas prestadoras; (ii) ntegrada às plataformas das prestadoras; (iii) Automática, a inserção de informações deve ocorrer com baixa intervenção humana; (iv) scalável, com capacidade de expansão com o crescimento da base e de complexidade; (v) inâmica e flexível, com regras que possam ser calibradas e adaptadas ao longo do tempo; (vi) Composta por diversas fontes de informação, como bases de AC e, sinalização, s, Cs e sistemas de gerência das prestadoras, incluindo a utilização de bases internacionais, conforme necessidade; (vii) ficiente para permitir que sejam adotadas ações para que as prestadoras possam coibir o uso de terminais irregulares; (viii) Capaz de minimizar possíveis impactos sobre usuários e terminais regulares; (ix) Confiável e egura. B CAVALH A uperintendente ÊCA A C À AÇÃ A o , 16 A 2013 rocesso n /2011. utorga autorização de uso de radiofrequências na faixa de Hz a Hz, à V L A LA, CJ nº / , associada à Autorização para exploração do erviço de Comunicação ultimídia. valor da outorga de autorização para uso da radiofrequência, objeto deste ato, é de $ ,09 (vinte e um mil, quinhentos e oitenta e nove reais e nove centavos). AC HAZ ZA AYA uperintendente ÊCA VÇ ÚBLC A o , 14 AÇ 2013 rocesso nº /2013. Homologa Contrato de nterconexão Classe celebrado entre CLLA.A. e - CLA A ACA LA. B A uperintendente A o , 14 AÇ 2013 rocesso nº /2013. Homologa Contrato de nterconexão Classe celebrado entre A BALA LCCAÇÕ.A. e K - A C- CAÇÃ LA LA -. B A uperintendente A o , 14 AÇ 2013 rocesso nº /2013. Homologa Contrato de nterconexão Classe celebrado entre L LCCA- ÇÕ LA e CLA ACA LA. B A uperintendente A o , 14 AÇ 2013 rocesso nº /2012. Homologa Contrato de nterconexão Classe celebrado entre AA LCCA- ÇÕ LA e LÔCA. B A uperintendente A o , 14 AÇ 2013 rocesso nº /2013. Homologa Contrato de nterconexão Classe celebrado entre LC- CAÇÕ.A. e CLLA.A. B A uperintendente A o , 14 AÇ 2013 rocesso nº /2013. Homologa Contrato de nterconexão Classe celebrado entre LC- CAÇÕ.A. e L LCCAÇÕ LA. B A uperintendente A o , 15 ABL 2013 rocesso nº /2012. Homologa Contrato de nterconexão Classe celebrado entre LÔCA e L- BAL VLLA LC LA. B A uperintendente A o , 19 ABL 2013 rocesso nº /2013. Homologa Contrato de nterconexão Classe celebrado entre LÔCA e 30 LC VÇ LCCAÇÕ LA. B A uperintendente A o , 19 ABL 2013 rocesso nº /2007. Homologa Contrato de nterconexão Classe e ermos Aditivos n. 01, 02 e 03 celebrados entre LÔCA e CCA LCCAÇÕ /A. B A uperintendente A o , 19 ABL 2013 rocesso nº /2013. Homologa Contrato de nterconexão Classe celebrado entre ACL.A / CLA.A. e VÇ LCCAÇÕ LA. B A uperintendente A o , 19 ABL 2013 rocesso nº /2013. Homologa Contrato de nterconexão Classe celebrado entre VV /A e CA ABAA LCCAÇÕ LA. B A uperintendente A o , 21 AÇ 2013 rocesso nº /2013. Homologa Contrato de nterconexão Classe celebrado entre LÔCA e A V LA. ÁLA A uperintendente ubstituto A o , 21 AÇ 2013 rocesso nº /2013. Homologa Contrato de nterconexão Classe celebrado entre A BALA LCCAÇÕ.A. e 30 LC VÇ LCCAÇÕ LA. ÁLA A uperintendente ubstituto A o , 21 AÇ 2013 rocesso nº /2013. Homologa Contrato de nterconexão Classe celebrado entre VV /A e K - A CCAÇÃ LÍA LA -. ÁLA A uperintendente ubstituto A o , 21 AÇ 2013 rocesso nº /2013. Homologa Contrato de nterconexão Classe celebrado entre LÔCA e K- A CCAÇÃ LÍA LA -. ÁLA A uperintendente ubstituto A o , 27 AÇ 2013 rocesso nº /2013. Homologa Contrato de nterconexão Classe celebrado entre AA LCCA- ÇÕ LA e CLLA.A. ÁLA A uperintendente ubstituto ocumento assinado digitalmente conforme n o -

179 º 94, sexta-feira, 17 de maio de A o , 27 AÇ 2013 rocesso nº /2013. Homologa Contrato de nterconexão Classe celebrado entre VV /A e A V LA. ÁLA A uperintendente ubstituto A o , 27 AÇ 2013 rocesso nº /2013. Homologa Contrato de nterconexão Classe celebrado entre A BALA LCCAÇÕ.A. e QA BAL LA. ÁLA A uperintendente ubstituto A o , 27 AÇ 2013 rocesso nº /2013. Homologa Contrato de nterconexão Classe celebrado entre A BALA LCCAÇÕ.A. e QA BAL LA. ÁLA A uperintendente ubstituto A o , 27 AÇ 2013 rocesso nº /2012. Homologa Contrato de nterconexão Classe celebrado entre A BALA LCCAÇÕ.A. e AA LCCAÇÕ L A. ÁLA A uperintendente ubstituto AA ACAHA AVALAÇÃ VÇ CCAÇÃ LÔCA AA 15 A 2013 AA ACAHA AVALAÇÃ VÇ CCAÇÃ LÔCA, no uso das atribuições que lhe confere o artigo 1º da ortaria nº 684, de 15 de maio de 2012, e tendo em vista o que consta nos processos abaixo, resolve: Art 1º Aplicar às ntidades abaixo relacionadas às penalidades de multa. Art. 2º stas ortarias entram em vigor na data de suas publicações. AX CAV A A do rocesso ntidade erviço unicípio anção Valor ($) nquadramento Legal ortaria mbasamento da ortaria de ulta /2012 Associação eovana argino AC Lagoa 'Anta ulta 2.170,42 ncisos V, V, V e XXX do art. 40 do ortaria AA n 501, de ortaria C n 112/2013 ecreto nº /5/ / 2011 undação eputado Walfrido onteiro AC có C ulta 547,33 ncisos X e XV do art. 40 do ecreto nº 2.615, de 3/6/98 ortaria AA n 502, de ortaria C n 112/ /5/ /2010 Associação Cultural Beneficente Comunitária de Caucaia do Alto AC Cotia ulta 478,91 ncisos do art. 40 do ecreto nº 2.615, de 3/6/98 1 ortaria AA n 503, de ortaria C n 112/ /5/ /2010 Associação e ádio Comunitária ropical Vo t o r a n t i m ulta 547,33 ncisos XV e XV do Art. 40 do ecreto AC nº 2.615, de 3/6/98 ortaria AA n 504, de ortaria C n 112/ /5/ /2010 Associação Cultural e Comunitária ova Brasília de Comunicações AC mbituba C ulta 342,08 nciso XV do art. 40 do ecreto nº 2.615, de 3/6/98 ortaria AA n 505, de ortaria C n 112/ /5/ / 2011 Centro de efesa dos ireitos Humanos de Boa Viagem AC Boa Viagem C ulta 503,79 ncisos XXX e XV do art. 40 do ecreto nº 2.615, de 3/6/98 ortaria AA n 506, de ortaria C n 112/ /5/ / 2011 Associação e ovimento Comunitário ádio ertaneja AC tapeva ulta 273,66 nciso XXX do art. 40 do ecreto nº 2.615, de 3/6/98 ortaria AA n 507, de ortaria C n 112/ /5/ /2011 Associação Comunitária de Comunicação de u n á p o l i s AC u n á p o l i s C ulta 503,79 ncisos XV e XXX do art. 40 do ecreto nº 2.615, de 3/6/98 ortaria AA n 508, de 15/5/2013 ortaria C n 112/2013 XLA AA A A AC / Associação Comunitária e Cultural de alete / Associação Cultural Comunitária da stância /2010 Associação de Comunicação Vale do io ardo /2011 Associação Comunitária Amigos do Bem / Associação Comunitária Vale do Laranjinha de ibeirão do inhal /2011 AVA - Associação Comunitária Cultural Artística Zona oroeste /2011 ádio Comunitária Castilho AC AC AC AC AC AC AC A o , 2 ABL 2013 rocesso nº /2012. Homologa Contrato de nterconexão Classe celebrado entre A BALA LCCAÇÕ.A. e AA LCCAÇÕ L A. alete C ulta 503,79 ncisos XV e XXX do art. 40 do ecreto nº 2.615, de 3/6/98 ortaria AA n 509, de 15/5/2013 Águas de anta Barbara ulta 223,91 nciso XX do art. 40 do ecreto nº 2.615, de 3/6/98 c/c item 19.3 da orma 01/2004 ortaria AA n 510, de 15/5/2013 anta ita do io ardo ulta 273,66 nciso XXX do art. 40 do ecreto nº 2.615, de 3/6/98 abinópolis ulta 503,79 ncisos X e XV do art. 40 do ecreto nº 2.615, de 3/6/98 ortaria AA n 511, de 15/5/2013 ortaria AA n 512, de 15/5/2013 ibeirão do inhal ulta 273,66 nciso XX do art. 40 do ecreto nº 2.615, de 3/6/98 e itens 19.3 e da orma 01/2004 ortaria AA n 513, de 15/5/2013 antos ulta e Advertência Castilho ulta e Advertência ÁLA A uperintendente ubstituto A o , 25 ABL 2013 rocesso nº /2013. Homologa Contrato de nterconexão Classe celebrado entre LBAL VLLA LC LA e H LC LCCAÇÕ LA. ÁLA A uperintendente ubstituto A o , 25 ABL 2013 rocesso nº /2012. Homologa Contrato de nterconexão Classe celebrado entre VWAY VÇ - LCCAÇÕ LA e LA L.A. ÁLA A uperintendente ubstituto A o , 25 ABL 2013 rocesso nº /2012. Homologa Contrato de nterconexão Classe celebrado entre VWAY VÇ - LCCAÇÕ LA e LA L.A. ÁLA A uperintendente ubstituto 783,67 ncisos XV, XV, XX e XXV do art. 40 do ecreto nº 2.615, de 3/6/98 851,92 ncisos X, XV e XXV do art. 40 do ecreto nº 2.615, de 3/6/98 CAA VÇ CCAÇÃ LÔCA AA o - 212, 18 JA 2013 CÁ VÇ CCAÇÃ LÔCA, B, no uso das atribuições que lhe confere o Anexo V, Art. 71, inciso XX, da ortaria nº 143, de 9 de março de 2012, e observado o disposto no art. 7º do ecreto nº 5.820, de 29 de junho de 2006, bem como o que consta no rocesso nº /2011, resolve: Art. 1º Consignar à LVÃ BAHA LA, autorizatária do erviço de etransmissão de elevisão, na localidade de BA, estado da Bahia, o canal 30 (trinta), correspondente à faixa de frequência de 566 a 572 Hz, para transmissão digital do mesmo serviço e na mesma localidade, no âmbito do istema Brasileiro de elevisão igital errestre. Art. 2º A presente consignação reger-se-á pelas disposições do Código Brasileiro de elecomunicações, leis subsequentes e seus regulamentos, bem como pelo ecreto nº 5.820, de Art. 3º sta ortaria entra em vigor na data de sua publicação. ortaria AA n 514, de 15/5/2013 ortaria AA n 515, de 15/5/2013 CAV A A ortaria C n 112/2013 ortaria C n 112/2013 ortaria C n 112/2013 ortaria C n 112/2013 ortaria C n 112/2013 ortaria C n 112/2013 ortaria C n 112/2013 ste documento pode ser verificado no endereço eletrônico pelo código ocumento assinado digitalmente conforme n o -

180 º 94, sexta-feira, 17 de maio de / undação aria de Jesus essoa /2011 Associação Comunitária Cultural de eleradiodifusão de Abre Campo / ádio ifusora Atual Ltda AC AC Chapadinha A ulta 279,88 nciso XX do art. 40 do ecreto nº 2.615, de 3/6/98 e item 14.2 da orma 01/2004 Abre Campo ulta 279,88 nciso XV do art. 40 do ecreto nº 2.615, de 3/6/98 ão aulo ulta 2.873,46 tem 17 do art. 28 do egulamento do erviço de adiodifusão ortaria AA n 516, de 15/5/2013 ortaria AA n 517, de 15/5/2013 ortaria AA n 518, de 15/5/2013 ortaria C n 112/2013 ortaria C n 112/2013 ortaria C n 858/2008 ortaria C nº 112/2013. inistério de inas e nergia AB AA o - 152, 16 A 2013 A A A, no uso da atribuição que lhe confere o art. 87, parágrafo único, inciso V, da Constituição, e tendo em vista o disposto nos arts. 7 o, 43 e 47, do ecreto-lei n o 227, de 28 de fevereiro de 1967, e o que consta do rocesso n o /1985, resolve: Art. 1 o utorgar à CB - Companhia Brasileira de quipamento, concessão para lavrar inério de erro, nos unicípios de rei aulo e ibeirópolis, stado de ergipe, numa área de 408,80 hectares, delimitada por um olígono que tem seus Vértices coincidentes com os ontos de Coordenadas eodésicas descritos a seguir (Lat/Long): 10 34'00,879''/37 28'58,478''W; 10 34'00,879''/37 29'10,649''W; 10 33'50,789''/37 29'10,649''W; 10 33'50,789''/37 29'22,161''W; 10 33'56,973''/37 29'22,161''W; 10 33'56,972''/37 29'45,680''W; 10 34'00,878''/37 29'45,680''W; 10 34'00,877''/37 29'57,193''W; 10 33'48,835''/37 29'57,192''W; 10 33'48,835''/37 29'48,640''W; 10 33'36,793''/37 29'48,640''W; 10 33'36,794''/37 29'27,095''W; 10 33'28,983''/37 29'27,095''W; 10 33'28,983''/37 29'16,898''W; 10 33'24,101''/37 29'16,898''W; 10 33'24,101''/37 29'23,805''W; 10 33'07,503''/37 29'23,805''W; 10 33'07,502''/37 29'28,410''W; 10 33'26,705''/37 29'28,410''W; 10 33'26,704''/37 29'44,528''W; 10 33'22,799''/37 29'44,527''W; 10 33'22,798''/37 29'55,053''W; 10 33'11,081''/37 29'55,052''W; 10 33'11,081''/37 30'06,071''W; 10 33'01,968''/37 30'06,071''W; 10 33'01,967''/37 30'15,774''W; 10 32'39,510''/37 30'15,772''W; 10 32'39,512''/37 29'49,130''W; 10 32'42,767''/37 29'49,130''W; 10 32'42,767''/37 29'41,072''W; 10 32'44,069''/37 29'41,072''W; 10 32'44,069''/37 29'38,770''W; 10 32'46,347''/37 29'38,770''W; 10 32'46,347''/37 29'33,014''W; 10 32'42,116''/37 29'33,014''W; 10 32'42,116''/37 29'31,369''W; 10 32'39,513''/37 29'31,369''W; 10 32'39,513''/37 28'58,478''W; 10 34'00,879''/37 28'58,478''W; em A 69 e em Coordenadas Cartesianas delimitada por um olígono que tem um Vértice a 3776,0m, no rumo verdadeiro de 06 49'59''996 W, do onto de Coordenadas eodésicas: Lat '02,900'' e Long '43,700''W e os lados a partir desse Vértice, com os seguintes comprimentos e rumos verdadeiros: 370,0m-W; 310,0m-; 350,0m-W; 190,0m-; 715,0m-W; 120,0m-; 350,0m-W; 370,0m-; 260,0m-; 370,0m-; 655,0m-; 240,0m-; 310,0m-; 150,0m-; 210,0m-W; 510,0m-; 140,0m-W; 590,0m-; 490,0m-W; 120,0m-; 320,0m-W; 360,0m-; 335,0m-W; 280,0m-; 295,0m-W; 690,0m-; 810,0m-; 100,0m-; 245,0m-; 40,0m-; 70,0m-; 70,0m-; 175,0m-; 130,0m-; 50,0m-; 80,0m-; 1000,0m-; 2500,0m-. arágrafo único. A outorga objeto desta ortaria fica condicionada à anuência de seu itular a ermo de Compromisso, na forma do Anexo. Art. 2 o sta ortaria entra em vigor na data de sua publicação. CCALZAÇÃ BA C LBÃ AX C A mpresa: CB - Companhia Brasileira de quipamento, interessada na outorga da concessão para lavrar inério de erro, nos unicípios de rei aulo e ibeirópolis, stado de ergipe, numa área de 408,80 hectares, delimitada por um olígono que tem seus Vértices coincidentes com os ontos de Coordenadas eodésicas descritos a seguir (Lat/Long): 10 34'00,879''/37 28'58,478''W; 10 34'00,879''/37 29'10,649''W; 10 33'50,789''/37 29'10,649''W; 10 33'50,789''/37 29'22,161''W; 10 33'56,973''/37 29'22,161''W; 10 33'56,972''/37 29'45,680''W; 10 34'00,878''/37 29'45,680''W; 10 34'00,877''/37 29'57,193''W; 10 33'48,835''/37 29'57,192''W; 10 33'48,835''/37 29'48,640''W; 10 33'36,793''/37 29'48,640''W; 10 33'36,794''/37 29'27,095''W; 10 33'28,983''/37 29'27,095''W; 10 33'28,983''/37 29'16,898''W; 10 33'24,101''/37 29'16,898''W; 10 33'24,101''/37 29'23,805''W; 10 33'07,503''/37 29'23,805''W; 10 33'07,502''/37 29'28,410''W; 10 33'26,705''/37 29'28,410''W; 10 33'26,704''/37 29'44,528''W; 10 33'22,799''/37 29'44,527''W; 10 33'22,798''/37 29'55,053''W; 10 33'11,081''/37 29'55,052''W; 10 33'11,081''/37 30'06,071''W; 10 33'01,968''/37 30'06,071''W; 10 33'01,967''/37 30'15,774''W; 10 32'39,510''/37 30'15,772''W; 10 32'39,512''/37 29'49,130''W; 10 32'42,767''/37 29'49,130''W; 10 32'42,767''/37 29'41,072''W; 10 32'44,069''/37 29'41,072''W; 10 32'44,069''/37 29'38,770''W; 10 32'46,347''/37 29'38,770''W; 10 32'46,347''/37 29'33,014''W; 10 32'42,116''/37 29'33,014''W; 10 32'42,116''/37 29'31,369''W; 10 32'39,513''/37 29'31,369''W; 10 32'39,513''/37 28'58,478''W; 10 34'00,879''/37 28'58,478''W; em A 69 e em Coordenadas Cartesianas delimitada por um olígono que tem um Vértice a 3776,0m, no rumo verdadeiro de 06 49'59''996 W, do onto de Coordenadas eodésicas: Lat. ste documento pode ser verificado no endereço eletrônico pelo código '02,900'' e Long '43,700''W e os lados a partir desse Vértice, com os seguintes comprimentos e rumos verdadeiros: 370,0m-W; 310,0m-; 350,0m-W; 190,0m-; 715,0m-W; 120,0m-; 350,0m-W; 370,0m-; 260,0m-; 370,0m-; 655,0m-; 240,0m-; 310,0m-; 150,0m-; 210,0m-W; 510,0m-; 140,0m-W; 590,0m-; 490,0m-W; 120,0m-; 320,0m-W; 360,0m-; 335,0m-W; 280,0m-; 295,0m-W; 690,0m-; 810,0m-; 100,0m-; 245,0m-; 40,0m-; 70,0m-; 70,0m-; 175,0m-; 130,0m-; 50,0m-; 80,0m-; 1000,0m-; 2500,0m-, conforme consta do rocesso n o /1985, firma, como condição de eficácia para a outorga a ser concedida, o presente ermo de Compromisso no sentido de desempenhar suas atividades em conformidade com a legislação setorial, observando especialmente o seguinte: ) a outorga de concessão de lavra fica condicionada ao cumprimento da produção anual prevista de toneladas, relativa à reserva medida de toneladas do lano de Aproveitamento conômico da Jazida, aprovado pelo epartamento acional de rodução ineral - ; ) qualquer alteração de especificações e metas do lano de Aproveitamento conômico da jazida ficarão submetidos à avaliação e à aprovação do, para, posteriormente, serem objeto de nova ortaria inisterial autorizando sua efetiva implementação; ) o titular da outorga deve iniciar os trabalhos previstos no lano de Lavra no prazo de seis meses, contados da data da publicação da ortaria inisterial de Concessão, sob pena de caracterização de abandono formal da jazida. Após iniciados os trabalhos de lavra, estes não poderão ser interrompidos por mais de seis meses consecutivos, nos termos do art. 49 do ecreto-lei n o 227, de 28 de fevereiro de 1967; e V) a outorga de concessão de lavra e sua exploração pelo respectivo titular devem atender às condições estabelecidas por lei ou regulamentação setorial superveniente. Assinatura, ome e C do epresentante da mpresa AA o - 153, 16 A 2013 A A A, no uso da atribuição que lhe confere o art. 87, parágrafo único, inciso V, da Constituição, e tendo em vista o disposto nos arts. 7 o, 43 e 47, do ecreto-lei n o 227, de 28 de fevereiro de 1967, e o que consta do rocesso n o /2003, resolve: Art. 1 o utorgar à ineradora anto xpedito Ltda., concessão para lavrar inério de Bauxita, nos unicípios de Barro Alto e anta ita do ovo estino, stado de oiás, numa área de 722,34 hectares, delimitada por um polígono que tem seus vértices coincidentes com os ontos de Coordenadas eodésicas descritos a seguir (Lat/Long): 15 03'20,339''/49 00'20,415''W; 15 05'13,529''/49 00'20,403''W; 15 05'13,533''/49 01'31,334''W; 15 05'13,541''/49 01'31,334''W; 15 05'13,541''/49 01'31,357''W; 15 05'29,800''/49 01'31,355''W; 15 05'29,800''/49 01'44,748''W; 15 05'07,026''/49 01'44,748''W; 15 05'07,026''/49 01'34,702''W; 15 04'58,892''/49 01'34,702''W; 15 04'58,892''/49 01'41,399''W; 15 04'47,505''/49 01'41,399''W; 15 04'47,505''/49 01'44,748''W; 15 04'13,994''/49 01'44,748''W; 15 04'13,994''/49 01'34,703''W; 15 04'08,463''/49 01'34,703''W; 15 04'08,463''/49 01'28,006''W; 15 04'01,956''/49 01'28,006''W; 15 04'01,955''/49 01'23,319''W; 15 03'48,941''/49 01'23,319''W; 15 03'48,942''/49 01'34,703''W; 15 03'26,167''/49 01'34,703''W; 15 03'26,167''/49 01'31,355''W; 15 03'20,821''/49 01'31,355''W; 15 03'20,820''/49 00'51,178''W; 15 03'33,834''/49 00'51,177''W; 15 03'33,834''/49 00'57,873''W; 15 03'56,609''/49 00'57,872''W; 15 03'56,608''/49 00'51,175''W; 15 04'16,130''/49 00'51,174''W; 15 04'16,130''/49 00'54,522''W; 15 04'17,756''/49 00'54,522''W; 15 04'17,757''/49 00'56,196''W; 15 04'22,637''/49 00'56,196''W; 15 04'22,637''/49 00'59,545''W; 15 04'37,278''/49 00'59,544''W; 15 04'37,278''/49 01'06,241''W; 15 04'40,532''/49 01'06,240''W; 15 04'40,532''/49 01'02,892''W; 15 04'38,905''/49 01'02,892''W; 15 04'38,904''/49 00'51,172''W; 15 04'19,383''/49 00'51,174''W; 15 04'19,382''/49 00'41,129''W; 15 04'12,875''/49 00'41,129''W; 15 04'12,875''/49 00'42,803''W; 15 03'46,847''/49 00'42,805''W; 15 03'46,847''/49 00'37,783''W; 15 03'24,072''/49 00'37,785''W; 15 03'24,072''/49 00'29,415''W; 15 03'20,818''/49 00'29,415''W; 15 03'20,818''/49 00'26,710''W; 15 03'20,340''/49 00'26,710''W; 15 03'20,339''/49 00'20,415''W; em A 69 e em Coordenadas Cartesianas delimitada por um polígono que tem um vértice coincidente com o onto de Coordenadas eodésicas: Lat '20,339'' e Long '20,415''W e os lados a partir desse vértice, com os seguintes comprimentos e rumos verdadeiros: 3479,0m-; 2118,2m-W; 0,3m-; 0,7m-W; 499,7m-; 399,9m-W; 700,0m-; 300,0m-; 250,0m-; 200,0m-W; 350,0m-; 100,0m-W; 1030,0m-; 300,0m-; 170,0m-; 200,0m-; 200,0m-; 140,0m-; 400,0m-; 340,0m-W; 700,0m-; 100,0m-; 164,3m-; 1200,0m- ;400,0m-; 200,0m-W; 700,0m-; 200,0m-; 600,0m-; 100,0m-W; 50,0m-; 50,0m-W; 150,0m-; 100,0m-W; 450,0m-; 200,0m-W; 100,0m-; 100,0m-; 50,0m-; 350,0m-; 600,0m-; 300,0m-; 200,0m-; 50,0m-W; 800,0m-; 150,0m-; 700,0m-; 250,0m-; 100,0m-; 80,8m-; 14,7m-; 188,0m-. arágrafo único. A outorga objeto desta ortaria fica condicionada à anuência de seu itular a ermo de Compromisso, na forma do Anexo. Art. 2 o sta ortaria entra em vigor na data de sua publicação. LBÃ AX C A mpresa: ineradora anto xpedito Ltda. interessada na outorga da concessão para lavrar inério de Bauxita, nos unicípios de Barro Alto e anta ita do ovo estino, stado de oiás, numa área de 722,34 hectares, delimitada por um polígono que tem seus vértices coincidentes com os ontos de Coordenadas eodésicas descritos a seguir (Lat/Long): 15 03'20,339''/49 00'20,415''W; 15 05'13,529''/49 00'20,403''W; 15 05'13,533''/49 01'31,334''W; 15 05'13,541''/49 01'31,334''W; 15 05'13,541''/49 01'31,357''W; 15 05'29,800''/49 01'31,355''W; 15 05'29,800''/49 01'44,748''W; 15 05'07,026''/49 01'44,748''W; 15 05'07,026''/49 01'34,702''W; 15 04'58,892''/49 01'34,702''W; 15 04'58,892''/49 01'41,399''W; 15 04'47,505''/49 01'41,399''W; 15 04'47,505''/49 01'44,748''W; 15 04'13,994''/49 01'44,748''W; 15 04'13,994''/49 01'34,703''W; 15 04'08,463''/49 01'34,703''W; 15 04'08,463''/49 01'28,006''W; 15 04'01,956''/49 01'28,006''W; 15 04'01,955''/49 01'23,319''W; 15 03'48,941''/49 01'23,319''W; 15 03'48,942''/49 01'34,703''W; 15 03'26,167''/49 01'34,703''W; 15 03'26,167''/49 01'31,355''W; 15 03'20,821''/49 01'31,355''W; 15 03'20,820''/49 00'51,178''W; 15 03'33,834''/49 00'51,177''W; 15 03'33,834''/49 00'57,873''W; 15 03'56,609''/49 00'57,872''W; 15 03'56,608''/49 00'51,175''W; 15 04'16,130''/49 00'51,174''W; 15 04'16,130''/49 00'54,522''W; 15 04'17,756''/49 00'54,522''W; 15 04'17,757''/49 00'56,196''W; 15 04'22,637''/49 00'56,196''W; 15 04'22,637''/49 00'59,545''W; 15 04'37,278''/49 00'59,544''W; 15 04'37,278''/49 01'06,241''W; 15 04'40,532''/49 01'06,240''W; 15 04'40,532''/49 01'02,892''W; 15 04'38,905''/49 01'02,892''W; 15 04'38,904''/49 00'51,172''W; 15 04'19,383''/49 00'51,174''W; 15 04'19,382''/49 00'41,129''W; 15 04'12,875''/49 00'41,129''W; 15 04'12,875''/49 00'42,803''W; 15 03'46,847''/49 00'42,805''W; 15 03'46,847''/49 00'37,783''W; 15 03'24,072''/49 00'37,785''W; 15 03'24,072''/49 00'29,415''W; 15 03'20,818''/49 00'29,415''W; 15 03'20,818''/49 00'26,710''W; 15 03'20,340''/49 00'26,710''W; 15 03'20,339''/49 00'20,415''W; em A 69 e em Coordenadas Cartesianas delimitada por um polígono que tem um vértice coincidente com o onto de Coordenadas eodésicas: Lat '20,339'' e Long '20,415''W e os lados a partir desse vértice, com os seguintes comprimentos e rumos verdadeiros: 3479,0m-; 2118,2m-W; 0,3m-; 0,7m-W; 499,7m-; 399,9m-W; 700,0m-; 300,0m-; 250,0m-; 200,0m-W; 350,0m-; 100,0m-W; 1030,0m-; 300,0m-; 170,0m-; 200,0m-; 200,0m-; 140,0m-; 400,0m-; 340,0m-W; 700,0m-; 100,0m-; 164,3m-; 1200,0m- ;400,0m-; 200,0m-W; 700,0m-; 200,0m-; 600,0m-; 100,0m-W; 50,0m-; 50,0m-W; 150,0m-; 100,0m-W; 450,0m-; 200,0m-W; 100,0m-; 100,0m-; 50,0m-; 350,0m-; 600,0m-; 300,0m-; 200,0m-; 50,0m-W; 800,0m-; 150,0m-; 700,0m-; 250,0m-; 100,0m-; 80,8m-; 14,7m-; 188,0m-, conforme consta do rocesso nº /2003, firma, como condição de eficácia para a outorga a ser concedida, o presente ermo de Compromisso no sentido de desempenhar suas atividades em conformidade com a legislação setorial, observando especialmente o seguinte: ) a outorga de concessão de lavra fica condicionada ao cumprimento da produção anual prevista de toneladas, relativa à reserva medida de toneladas do lano de Aproveitamento conômico da Jazida, aprovado pelo epartamento acional de rodução ineral - ; ) qualquer alteração de especificações e metas do lano de Aproveitamento conômico da jazida ficarão submetidos à avaliação e à aprovação do, para, posteriormente, serem objeto de nova ortaria inisterial autorizando sua efetiva implementação; ) o titular da outorga deve iniciar os trabalhos previstos no lano de Lavra no prazo de seis meses, contados da data da publicação da ortaria inisterial de Concessão, sob pena de caracterização de abandono formal da jazida. Após iniciados os trabalhos de lavra, estes não poderão ser interrompidos por mais de seis meses consecutivos, nos termos do art. 49 do ecreto-lei n o 227, de 28 de fevereiro de 1967; e V) a outorga de concessão de lavra e sua exploração pelo respectivo titular devem atender às condições estabelecidas por lei ou regulamentação setorial superveniente. Assinatura, ome e C do epresentante da mpresa ocumento assinado digitalmente conforme n o -

181 º 94, sexta-feira, 17 de maio de AA o - 154, 16 A 2013 A A A, no uso da atribuição que lhe confere o art. 87, parágrafo único, inciso V, da Constituição, e tendo em vista o disposto nos arts. 7 o, 43 e 47, do ecreto-lei n o 227, de 28 de fevereiro de 1967, e o que consta do rocesso n o /2007, resolve: Art. 1 o utorgar à erlig erro Liga Ltda., concessão para lavrar inério de anganês, no unicípio de uiratinga, stado de ato rosso, numa área de 634,62 hectares, delimitada por um olígono que tem seus Vértices coincidentes com os ontos de Coordenadas eodésicas descritos a seguir (Lat/Long): 16 28'56,542''/53 52'54,285''W; 16 28'56,542''/53 54'20,545''W; 16 27'52,000''/53 54'20,545''W; 16 27'52,000''/53 52'20,000''W; 16 28'32,629''/53 52'20,000''W; 16 28'32,629''/53 52'54,285''W; 16 28'56,542''/53 52'54,285''W; em A 69 e em Coordenadas Cartesianas delimitada por um olígono que tem um Vértice coincidente com o onto de Coordenadas eodésicas: Lat '56,542'' e Long '54,285''W e os lados a partir desse Vértice, com os seguintes comprimentos e rumos verdadeiros: 2558,5m-W; 1984,0m- ; 3575,5m-; 1248,9m-; 1017,0m-W; 735,1m-. arágrafo único. A outorga objeto desta ortaria fica condicionada à anuência de seu itular a ermo de Compromisso, na forma do Anexo. Art. 2 o sta ortaria entra em vigor na data de sua publicação. LBÃ AX C A mpresa: erlig erro Liga Ltda., interessada na outorga da concessão para lavrar inério de anganês, no unicípio de uiratinga, stado ato rosso, numa área de 634,62 hectares, delimitada por um olígono que tem seus Vértices coincidentes com os ontos de Coordenadas eodésicas descritos a seguir (Lat/Long): 16 28'56,542''/53 52'54,285''W; 16 28'56,542''/53 54'20,545''W; 16 27'52,000''/53 54'20,545''W; 16 27'52,000''/53 52'20,000''W; 16 28'32,629''/53 52'20,000''W; 16 28'32,629''/53 52'54,285''W; 16 28'56,542''/53 52'54,285''W; em A 69 e em Coordenadas Cartesianas delimitada por um olígono que tem um Vértice coincidente com o onto de Coordenadas eodésicas: Lat '56,542'' e Long '54,285''W e os lados a partir desse Vértice, com os seguintes comprimentos e rumos verdadeiros: 2558,5m-W; 1984,0m- ; 3575,5m-; 1248,9m-; 1017,0m-W; 735,1m-, conforme consta do rocesso n o /2007, firma, como condição de eficácia para a outorga a ser concedida, o presente ermo de Compromisso no sentido de desempenhar suas atividades em conformidade com a legislação setorial, observando especialmente o seguinte: ) a outorga de concessão de lavra fica condicionada ao cumprimento da produção anual prevista de toneladas, relativa à reserva medida de 1.341,597 toneladas do lano de Aproveitamento conômico da Jazida, aprovado pelo epartamento acional de rodução ineral - ; ) qualquer alteração de especificações e metas do lano de Aproveitamento conômico da jazida ficarão submetidos à avaliação e à aprovação do, para, posteriormente, serem objeto de nova ortaria inisterial autorizando sua efetiva implementação; ) o titular da outorga deve iniciar os trabalhos previstos no lano de Lavra no prazo de seis meses, contados da data da publicação da ortaria inisterial de Concessão, sob pena de caracterização de abandono formal da jazida. Após iniciados os trabalhos de lavra, estes não poderão ser interrompidos por mais de seis meses consecutivos, nos termos do art. 49 do ecreto-lei n o 227, de 28 de fevereiro de 1967; e V) a outorga de concessão de lavra e sua exploração pelo respectivo titular devem atender às condições estabelecidas por lei ou regulamentação setorial superveniente. Assinatura, ome e C do epresentante da mpresa XLA AA A A AC AÊCA AC A LÉCA AA o , 14 A AL A AÊCA AC A LÉCA - AL, no uso das atribuições regimentais, tendo em vista o disposto no art. 10, 1º, do egimento nterno da AL, e em conformidade com o art. 8º, 1º da orma de rganização AL nº 23, de 31 de janeiro de 2006, de acordo com deliberação da iretoria e com base no que consta no processo nº / , resolve: Art. 1 Aprovar a criação da úmula AL nº 14 /2013- AL, que trata da apresentação de lano de Ações e nvestimentos em processos em que haja solicitação para celebração de ermo de Compromisso de Ajuste de Conduta - AC, nos seguintes termos: "A apresentação de lano de Ações e nvestimentos em momento posterior a solicitação de ermo de Compromisso de Ajuste de Conduta - AC não prejudica a sua celebração, desde que apresentado em até 10 (dez) dias da decisão que considere admissível o A C ". Art. 2º sta ortaria entra em vigor na data de sua publicação. ACH -AL m 14 de maio de 2013 o AL A AÊCA AC A LÉCA - AL, no uso de suas atribuições regimentais, tendo em vista deliberação da iretoria e o que consta do rocesso nº / , resolve conhecer e negar provimento ao Agravo interposto pela empresa rimaleste eração de nergia létrica Ltda. em face do espacho nº 779, de 19 de março de 2013, que não conheceu, por intempestivo, o ecurso Administrativo interposto em face do espacho nº 3.716, de 21 de novembro de 2012, emitido pela uperintendência de estão e studos Hidroenergéticos - H. o AL A AÊCA AC A LÉCA - AL, no uso de suas atribuições regimentais, tendo em vista deliberação da iretoria e o que consta dos rocessos nº / e nº / , resolve (i) conhecer e dar provimento aos pedidos apresentados pela empresa nerbios Consultoria em nergias enováveis e eio Ambiente Ltda. de anulação dos atos da uperintendência de estão e studos Hidroenergéticos - H que concederam aceite aos estudos de projeto básico das CHs Km 14 e Km 19 elaborados pela empresa Brasfac Ltda; (ii) anular dos espachos nº 1.112/2011 e nº 3.175/2010, emitidos pela H. o AL A AÊCA AC A LÉCA - AL, no uso de suas atribuições regimentais, de acordo com deliberação da iretoria e tendo em vista o que consta do rocesso nº / , resolve, sem prejuízo do superveniente exame de mérito, conhecer dos pedidos de concessão de medidas cautelares apresentados pela CAA - nergia Caiuá.A. e dar-lhes parcial provimento para: a) convalidar o espacho n o 280, de 31 de janeiro de 2013, da uperintendência de studos do ercado -, para que a Câmara de Comercialização de nergia létrica - CC mantenha a retenção da parcela relativa à eceita ixa devida à equerente e b) determinar cautelarmente que: 1. a CAA efetue o pagamento dos valores por ela devidos de ressarcimento da Cláusula 14 do C n o 23/08, relativos ao ano de 2012, sem considerar o efeito da aplicação do contador "j", na data da liquidação dos débitos da energia de reserva relativa a competência abril/2013; 2. a suspensão da cobrança da parcela da Cláusula 14 do C n o 23/08, referente a aplicação do contador "j", em razão de geração a menor no ano de 2012, está condicionada ao aporte, no prazo de trinta dias, contados da publicação deste ato, de garantias aceitas pelo agente custodiante, desde que possua validade mínima de um ano, conforme instruções operacionais a serem emanadas CC e 3. a suspensão da cobrança da parcela referente a Cláusula 14 do C n o 23/08, referente a aplicação do contador "j", em razão de geração a menor nos anos vindouros, está condicionada ao aporte, no prazo cinco dias, anteriores a data de liquidação dos débitos da energia de reserva, de garantias aceitas pelo agente custodiante, desde que possua validade mínima de um ano, conforme instruções operacionais emanadas CC. Z A C H m 16 de maio de 2013 o A CÃ CAL L- CAÇÃ A AÊCA AC A LÉCA - AL, no uso das atribuições conferidas pela ortaria AL nº 2.351, de 21 de agosto de 2012, considerando o que consta do rocesso nº / e o disposto no item 14 do dital do Leilão nº 003/2013, decide pela habilitação da concessionária io rande nergia.a., vencedora do Leilão de nº 003/2012-AL. V CH AZA CAÇÃ o espacho nº 1.203, de 23 de abril de 2013, constante no rocesso n / , publicado no nº 89, de 10 de maio de 2013, seção 1, página 58, onde se lê: " / ", leia-se: " / ". ÊCA CALZAÇÃ VÇ LCA ACH m 16 de maio de 2013 o rocesso nº: / nteressado: spírito anto Centrais létricas.a. ecisão: reconsiderar parcialmente a decisão constante do A nº 168/2012-, alterando-a para $ ,95 ( um milhão, seiscentos e vinte e cinco mil, duzentos e vinte reais e noventa e cinco centavos), com base no art. 34 da es. 63/2004. o rocesso nº: / nteressado: io rande nergia -. ecisão: reconsiderar totalmente a decisão constante no Auto de nfração nº 007/2013-, com base no artigo 34 da esolução63/2004. A íntegra destes espachos (e seus anexos) consta dos autos e estará disponível em o - ÊCA CALZAÇÃ VÇ AÇÃ ACH m 16 de maio de rocesso nº / nteressado: uaçu eração de nergia.a. ecisão: Liberar unidades geradoras para início de operação comercial a partir de 17 de maio de sina: uaçu. nidade eradora: 1 de kw. Localização: uaçu eração de nergia.a. A íntegra deste espacho consta dos autos e estará disponível em ALA 'ACA CAA ÊCA Ã HÉC ACH m 15 de maio de 2013 o rocesso: / ecisão: (i) transferir para a condição de inativo o registro para a realização dos studos de nventário Hidrelétrico do io das Velhas, localizado na sub-bacia 41, bacia hidrográfica do rio ão rancisco, no stado de inas erais, concedido à empresa ultilagos eração de nergia létrica Ltda., inscrita no CJ sob o nº / , devido à manifestação de desistência por parte do interessado; e (ii) revogar o espacho n o 2.933, de 15 de julho A íntegra deste espacho consta dos autos e estará disponível em m 16 de maio de 2013 o rocesso nº: / ecisão: (i) Aceitar os studos de nventário Hidrelétrico do io anta aria, localizado na sub-bacia 60, bacia hidrográfica do io araná, no estado de oiás, apresentado pela empresa Casaforte nergia.a., inscrita no CJ sob o n / ; (ii) estabelecer que uma via do estudo, em C, deverá ser entregue ao protocolo da AL até o dia 17/06/2013. o rocesso nº: / ecisão: (i) ão aceitar o studo de nventário Hidrelétrico do io Waldomeira, localizado na sub-bacia 65, bacia hidrográfica do io araná, no stado do araná, apresentado pela empresa Comércio de Água ineral ão edro Ltda., inscrita no CJ sob o n / ; (ii) acultar à interessada a reapresentação dos seus estudos de acordo com a orientação emanada da ota écnica nº 564/2013-H/A- L, acostada ao processo de referência, estabelecendo que os estudos deverão ser entregues ao protocolo da AL até a data de 15/08/2013. A íntegra destes espachos consta dos autos e está disponível em o rocesso: / ecisão: (i) efetivar como ativo o registro para a realização dos studos de nventário Hidrelétrico do ibeirão do alto, afluente do ibeirão do nferno, bacia hidrográfica do io ocantins, sub-bacia 21, no stado do ocantins, cuja solicitação foi protocolada na AL no dia 28/11/2008 pela empresa Agrícola ete Campos Ltda., inscrita no CJ sob o nº / , tendo em vista o preenchimento dos requisitos do artigo 9º da esolução AL nº 393/98; e (ii) estabelecer que os estudos deverão ser entregues ao protocolo da AL até a data de 19/5/2014, conforme cronograma apresentado pelo interessado. o rocesso nº / , ecisão: i) Aceitar o rojeto Básico da CH leutério, com potência estimada nos estudos de inventário de 3,25 W, situada no rio Lajeado leutério, sub-bacia 70, bacia hidrográfica do rio ruguai, no stado de io rande do ul, às coordenadas 27º40'33 de Latitude ul e 51º23 00 de Longitude este, apresentado pela empresa ntre ios eração de nergia Ltda., inscrita no CJ sob o nº / o rocesso nº / , ecisão: i) Aceitar o rojeto Básico da CH ova iqueza, com potência estimada nos estudos de inventário de 2,60 W, situada no rio Capanema, subbacia 65, bacia hidrográfica do rio araná, no stado do araná, às coordenadas 26º04'03 de Latitude ul e 53º32 22 de Longitude este, apresentado pela empresa ronter ngenharia de bras Ltda., inscrita no CJ sob o nº / o rocesso nº / , ecisão: i) ão aceitar o projeto básico da CH K 64, situada no rio Vitorino, sub-bacia 65, bacia hidrográfica do rio araná, no stado do araná, apresentado pela empresa ronter ngenharia de bras Ltda, inscrita no CJ sob o nº / , pelo não atendimento do artigo 9, da esolução AL nº 343, de 9 de dezembro de ii) nformar que, em decorrência da decisão explicitada no item, o registro foi transferido para a condição de inativo. iii) evogar o espacho nº. 683 de 5 de março de A íntegra destes espachos consta dos autos e estará disponível em Z ste documento pode ser verificado no endereço eletrônico pelo código JÉ É ACHA A LVA JÉ ocumento assinado digitalmente conforme n o -

182 AÊCA AC ÓL, Á AAL BCBÍV A ÊCA ABAC ACH m 16 de maio de 2013 o ABAC da AÊCA AC ÓL, Á AAL B- CBÍV - A, no uso das atribuições que lhe foram conferidas pela ortaria A n 92, de 26 de maio de 2004 e com base na Lei 9.847/99, pela ocorrência de reincidência na infração prevista no inciso V do artigo 3º da mencionada Lei, torna pública a revogação da autorização nº L/ para o exercício da atividade de revenda de gás liquefeito de petróleo - L, pertencente à AA BA A LA, com inscrição no CJ sob o nº / , pelas razões constantes do rocesso Administrativo nº / o ABAC da AÊCA AC ÓL, Á AAL B- CBÍV - A, no uso das atribuições que lhe foram conferidas pela ortaria A n 92, de 26 de maio de 2004 e com base na Lei 9.847/99, pela ocorrência de reincidência na infração prevista no inciso V do artigo 3º da mencionada Lei, torna pública a revogação da autorização nº L/ para o exercício da atividade de revenda de gás liquefeito de petróleo - L, pertencente à BA Á LA LA. LA -, com inscrição no CJ sob o nº / , pelas razões constantes do rocesso Administrativo nº / AL CA A AAAL A V ÊCA CCALZAÇÃ VAÇÃ ÓL, VA Á AAL AZAÇÃ o - 476, 16 A 2013 CCALZAÇÃ VAÇÃ ÓL, VA Á AAL da AÊCA AC ÓL, Á A- AL BCBÍV - A, no uso das atribuições que lhe foram conferidas pela ortaria A n.º 64, de 01 de março de 2012, com base na ortaria A n.º 170, de 26 de novembro de 1998, e tendo em vista o constante do rocesso A n.º / , torna público o seguinte ato: 1 º 94, sexta-feira, 17 de maio de 2013 Art. 1º ica a empresa etrobras ransporte /A - A-, CJ / , autorizada a pré-operar, para fins de testes, os sistemas do erminal Aquaviário da lha Comprida (AC), as adaptações no erminal Aquaviário da lha edonda (A) e os dutos de interligação entre a C e A/AC e entre A e AC, no unicípio do io de Janeiro, stado do io de Janeiro. Art. 2º sta Autorização será cancelada no caso de não serem mantidas as condições técnicas previstas e comprovadas para a presente outorga. Art. 3º A empresa etrobras ransporte /A - A-, deverá realizar os testes nos dutos de L até a data de 12/07/2013 e, nos terminais de lha Comprida (AC) e de lha edonda, até a data de 30/08/2013, conforme o prazo da otificação n AA/ emitida pelo A - nstituto stadual do Ambiente do overno do stado do io de Janeiro em 08/05/2013. Art. 4º sta Autorização substitui a Autorização nº 169, de 18/02/2013, publicada no iário ficial da nião - 33, eção1, página 80, de 19/02/2013. Art. 5º sta Autorização entra em vigor na data de sua publicação. CCALZAÇÃ BA C ACH m 16 de maio de 2013 o CCALZAÇÃ VAÇÃ ÓL, VA Á AAL da AÊCA AC ÓL, Á AAL BCBÍV - A, no uso das atribuições que lhe foram conferidas pela ortaria A n. º 64, de 01 de março de 2012, em cumprimento ao art. 5º da ortaria A nº 170, de 26 de novembro de 1998, tendo em vista o constante do rocesso A nº / , considerando: - As informações e o projeto apresentados pela Alesat Combustíveis /A, referentes à implantação de um duto para a transferência de Óleo iesel.10 entre onto "", na tubovia da efinaria abriel assos - A, e a Base de istribuição de Combustíveis da Alesat Combustíveis /A, no unicípio de Betim - ; e - A solicitação feita pela Alesat Combustíveis /A à A, por intermédio de correspondências datadas de 27 de novembro de 2012 e 07 de maio de 2013, para a obtenção de Autorização de Construção do referido duto, resolve: 1. ublicar um sumário do memorial do projeto pretendido, integralmente baseado nas informações e no projeto apresentados pela Alesat Combustíveis /A, (Anexo do presente despacho); 2. ndicar a "uperintendência de Comercialização e ovimentação de etróleo, seus erivados e ás atural" da A, com endereçamento à Av. io Branco, 65, 17º andar, difício Visconde de taboraí, Centro, , io de Janeiro - J ou através do endereço eletrônico [email protected], para o encaminhamento, até 30 dias a partir da publicação, de comentários e sugestões; e 3. nformar que a documentação apresentada pelo Alesat Combustíveis /A continua em processo de análise pela A e que a publicação do presente despacho não implica autorização prévia concedida pela A. AX 1- Á J Consta do rocesso Administrativo nº / , da Alesat Combustíveis /A, a solicitação de Autorização de Construção de um duto para a transferência de Óleo iesel.10 entre onto "", na tubovia da efinaria abriel assos - A, e a Base de istribuição de Combustíveis da Alesat Combustíveis /A, no unicípio de Betim -, acompanhada dos documentos necessários para o atendimento da ortaria A nº 170, de A J emperatura de projeto - 65º C oemperatura máxima - 26º C oemperatura mínima - 65º C ressão máxima de projeto - 14,40 kgf/cm 2 (Classe 300#) ressão máxima de operação - 12,00 kgf/cm 2 (Classe 300#) roduto - Óleo iesel.10 oviscosidade - 2,5-5,5 40º C; étodo 445/B oensidade a 20º C; étodo B-7148 Va z ã o ovazão máxima m 3 /h ovazão mínima m 3 /h 3. CÇÃ A ALAÇÕ ubulações e acessórios duto, que fará a interligação entre o onto "" na tubovia da efinaria abriel assos - A e a Base de istribuição de Combustíveis da Alesat Combustíveis /A, será em aço carbono A 5l r B L 1, conforme A B36.10 ult. dição, sem costura, ch 40 com diâmetro de 12", conforme normas e A tabela abaixo apresenta as principais características do duto: roduto iâmetro (pol) chedule xtensão (m) ressão de operação (kgf/cm 2 ) emperatura de projeto ( C) ste documento pode ser verificado no endereço eletrônico pelo código Vazão máxima (m 3 /h) Óleo iesel As válvulas deverão ser das seguintes classes de pressão: até 1 1/2 polegadas de diâmetro = Classe 800 lbs ou mais; de 2 a 12 polegadas de diâmetro = Classe 300 lbs ou mais. s acessórios seguem a norma etrobras revestimento externo anticorrosivo de duto segue a orma -464, sendo que a preparação das superfícies dos tubos será por meio de jateamento abrasivo seco, conforme as normas e A pintura seguirá a norma -442, condição2. Conforme a norma -464, todos os materiais e acessórios para as tubulações devem ser inspecionados na entrega, verificando-se a existência do Cerificado de Qualidade do fabricante e deverão ser devidamente estocados, conforme procedimentos específicos oldagem da ubulação s serviços de soldagem deverão ser executados de acordo com a norma -133 por soldadores previamente qualificados segundo a norma A s eletrodos serão da Classe para solda da raiz e enchimentos. ara o último passe serão utilizados eletrodos da Classe odas as juntas de topo deverão ser inspecionadas por meio de radiografia e/ou ultrassom. JÉ CÁ CCCH uportes odos os suportes serão do tipo direto, construídos em concreto conforme as normas e ravessias e Cruzamentos duto não possui travessias, e o cruzamento com faixa de dutos aéreos deverá seguir as normas -464 e roteção Catódica or não possuir partes enterradas, o duto não necessitará de proteção catódica. 4. AB A Alesat Combustíveis /A apresentou a Certidão de ispensa 010/2013 expedida pela ecretaria Adjunta de eio Ambiente da refeitura unicipal de Betim /. 5- A As principais ormas adotadas no projeto são as seguintes: etrobras ratamento de superfície de aço com jato abrasivo etrobras -046 Vãos máximos entre suportes de tubulação etrobras -057 rojeto mecânico de tubulação industrial etrobras ateriais de tubulação para instalações de refino e transporte etrobras ontagem de tubulações metálicas etrobras oldagem etrobras intura externa de tubulação em instalações terrestres etrobras Construção, montagem e condicionamento de duto terrestre etrobras nsaio não destrutivo / radiografia etrobras nsaio não destrutivo / líquido penetrante etrobras nsaio não destrutivo / visual etrobras nsaio não destrutivo / partículas magnéticas etrobras rojeto de oleodutos e gasodutos terrestres etrobras inalização de faixa de domínio de duto reparation of steel substrates before application of paints and related products 6- CAA Consta no processo o cronograma físico-financeiro, indicando que a implantação do duto terá duração de aproximadamente 06 meses, iniciando-se em agosto de Atividade revisão início revisão fim Construção civil Ago/2013 ez/2013 ontagem mecânica Ago/2013 ev/2014 nstalação elétrica Ago/2013 ez/2013 nstrumentação Ago/2013 Jan/2014 tart up ev/2014 ev/2014 o CCALZAÇÃ VAÇÃ ÓL, VA Á AAL da AÊCA AC ÓL, Á AAL BCBÍV - A, no uso das atribuições que lhe foram conferidas pela ortaria A n. º 64, de 01 de março de 2012, com base na ortaria A n.º 170, de 26 de novembro de 1998, tendo em vista o constante do rocesso A n.º / , e considerando: - as informações, os estudos e o projeto referente à ampliação da stação de egulagem de ressão de anaus ( anaus) e do onto de ntrega de auá ( auá), que integram o sistema de transporte do asoduto Coari-anaus (AC), no unicípio de anaus, no stado do Amazonas, apresentados pela ransportadora Associada de ás /A - A; - a solicitação feita pela ransportadora Associada de ás /A - A, por meio da correspondência A/ 0742/2012, de 23 de novembro de 2012, resolve: 1. ublicar extrato (sumário) do memorial descritivo do projeto da ampliação da stação de egulagem de ressão de anaus ( anaus) e do onto de ntrega de auá ( auá), que integram o sistema de transporte do asoduto Coari-anaus (AC), no unicípio de anaus, no stado do Amazonas, totalmente baseado nas informações, nos estudos e no projeto apresentados pela ransportadora Associada de ás /A - A à A, que faz parte do Anexo do presente despacho; 2. ndicar a "uperintendência de Comercialização e ovimentação de etróleo, seus erivados e ás atural" da A, com endereçamento à Avenida io Branco, 65-17º andar, Centro, io de Janeiro, J, C , ou através do endereço eletrônico [email protected], para o encaminhamento, até 30 dias a partir da publicação, dos comentários e sugestões já referidos no "caput" do presente despacho; 3. nformar que a publicação do presente despacho não implica uma autorização prévia concedida pela A. J CÁ CCCH ocumento assinado digitalmente conforme n o -

183 º 94, sexta-feira, 17 de maio de AX 1.ntrodução ste sumário trata da ampliação da stação de egulagem de ressão de anaus ( anaus) e do onto de ntrega de auá ( auá), que integram o sistema de transporte do asoduto Coari- anaus (AC), no unicípio de anaus, no stado do Amazonas. A descrição das ampliações encontram-se pormenorizadas nos itens 2 e 3 abaixo. 2.escrição ucinta da Ampliação da anaus: empreendimento consiste na ampliação da stação de egulagem de ressão de anaus ( anaus) de modo a atender ao aumento de demanda previsto para o onto de ntrega auá, em função da instalação de uma nova termelétrica. A anaus, localizada no município de anaus - A, tem a finalidade de filtrar, aquecer e regular a pressão do gás transportado e entregue ao onto de ntrega da A ( A), localizado na mesma área da, e nos ontos de ntrega de auá ( auá) e auá ( auá), que estão conectados à anaus por meio do amal auá Aspectos écnicos do rojeto A ampliação da estação foi projetada para operar nas condições descritas na abela 01. abela 01 - Valores de rocesso VA Z Ã (10³ x m³/d)* Ã (kgf/cm² man.) ( C) Condições de entrada Condições de saída ( anaus) (amal auá) AÇÃ 225 a a ÁX ÍA J AL 55 a a 51 ÁX ÍA J AÇÃ 22,5 a a 48,9 ÁX 30 48,9 Í 22,5 18 J (mín/max) 0 / 60 0 / 55 *Vazão referenciada a 1 atm e 20 C. Basicamente, a ampliação da estação será constituída das seguintes instalações: -iltragem; -Aquecimento; -egulagem e limitação de pressão; -istema de controle local; -nterligação com istema upervisório; -tilidades. a)iltragem sistema de filtragem existente não será modificado para atender ao aumento da capacidade da estação e as condições de projeto de pressão e temperatura não serão alteradas. b)aquecimento s aquecedores existentes serão substituídos por novos de maior capacidade. A tubulação e a instrumentação existentes serão mantidas. gás será aquecido a fim de compensar a queda de temperatura provocada pela redução de pressão na válvula reguladora. aquecimento do gás evitará a formação de gelo na tubulação e equipamentos, bem como danos aos seus materiais. erão utilizados aquecedores do tipo indireto por banho líquido (água no casco e gás na serpentina), utilizando o próprio gás natural como combustível. sistema de água de "make-up" será projetado de modo a que haja vaporização mínima, reduzindo a frequência de reposição. módulo de aquecimento será constituído de dois tramos que operarão em conjunto. s principais componentes de cada tramo serão: a- um aquecedor, dimensionado para 50% da capacidade térmica e 100% da capacidade de vazão máxima da estação; b- uma válvula de controle de três vias (existente). esta válvula, o gás proveniente do módulo de filtragem será dividido em duas correntes. ma delas passará através do aquecedor, elevando sua temperatura. Logo após o aquecedor, ambas misturam-se para alcançar a temperatura controlada na saída da estação. m condições normais, os aquecedores operarão simultaneamente, mantendo a temperatura de saída do gás em torno de 30ºC. m caso de falha de um deles, a temperatura de saída do gás da estação deverá se manter acima de 18ºC, mesmo operando na máxima vazão e máxima pressão normal de operação. As válvulas de três vias receberão dois sinais pneumáticos de temperatura, um proveniente da saída da estação e outro proveniente da saída do A. esta forma, a temperatura de saída será mantida em 30ºC enquanto a temperatura na saída do A for inferior a 45ºC. Caso este valor seja atingido ele se tornará o novo parâmetro de controle. m caso de falha de um aquecedor, causada por nível muito baixo de água, por desligamento do piloto, por temperatura muito alta da água ou da mistura, o fornecimento de combustível para o aquecedor será bloqueado. fluxo permanecerá com 50% passando por cada aque c e d o r. c)istema de regulagem e limitação de pressão s tramos de regulagem e limitação de pressão existentes que suprem o A e o amal auá serão substituídos por novos para atender ao aumento da capacidade da estação. módulo de regulagem e limitação de pressão tem a finalidade de manter a pressão do gás natural dentro dos limites estabelecidos para o sistema. módulo será composto de dois tramos, sendo um em "hot stand-by". s componentes principais de cada tramo serão: a- duas válvulas de bloqueio com fechamento automático por alta pressão. stas válvulas limitam a pressão máxima em caso de falha da válvula de controle; b- uma válvula controle; c- uma válvula de alívio de pressão para evitar o fechamento das válvulas de bloqueio automático em caso de sobrepressão decorrente de vazamento na válvula de controle, quando a vazão do tramo for nula; d- uma válvula de retenção (existente); e- uma válvula de bloqueio na entrada e outra na saída para isolar o tramo (existentes). d)istema de controle local Visando a continuidade operacional na eventual falta de comunicação com o CAA ou na falha do CL, os seguintes parâmetros de processo serão controlados de forma independente, utilizando gás natural: a- temperatura do gás na saída da estação; b- temperatura do gás na saída do A; XLA AA A A AC ste documento pode ser verificado no endereço eletrônico pelo código c- pressão do gás combustível dos aquecedores. ara prover segurança na eventual falta de comunicação com o CAA ou na falha do CL, as seguintes atuações serão feitas de forma independente, utilizando gás natural: a- bloqueio dos tramos de regulagem de pressão, em caso pressão alta a jusante das válvulas de controle; b- bloqueio do sistema de suprimento de gás para equipamentos e instrumentos, em caso de falha em ambas as válvulas reguladoras deste sistema; c- bloqueio do gás combustível dos aquecedores, em caso de nível de água muito baixo ou desligamento do piloto ou temperatura muito alta da água. e)nterligação com o istema upervisório A estação existente recebe do istema upervisório (CAA) sinais de comando e a ele transmite sinais de estado e valores de variáveis. f)tilidades nergia elétrica: A energia elétrica existente para iluminação, instrumentação e telecomunicação é suprida pela concessionária local. xiste um sistema ininterrupto de energia (), com baterias, para suprir o sistema CAA por pelo menos três horas, em caso de falha no fornecimento de energia local. A estação está protegida contra descargas atmosféricas com instalação de malha de aterramento e páraraios. Água: ão haverá instalações de água eio Ambiente ste projeto conta com a Autorização nº 002/13, expedida pelo nstituto de roteção Ambiental do stado do Amazonas - AA, datada de 10/01/2013 e com validade de 180 dias, referente às obras de ampliação da stação de egulagem de ressão de anaus e do onto de ntrega de auá ormas As principais normas a serem utilizadas nesta estação são: rojeto - AB B / A B 31.8 ubos - A 5L langes - A B 16.5 Válvulas - A 6 As instalações elétricas seguirão o padrão C (nternational lectrotechnical Commission). 3.escrição ucinta da Ampliação do auá: empreendimento consiste na implantação da ampliação do onto de ntrega auá, localizado no município de anaus - A, que fornecerá gás natural para a distribuidora CÁ para suprir a nova auá. ponto de entrega existente tem a finalidade de filtrar, regular a pressão do gás e medir as variáveis usadas para calcular a vazão e o volume de gás transferido para distribuidora CÁ. ponto de entrega está conectado ao amal auá que recebe gás proveniente da anaus Aspectos écnicos do rojeto A ampliação do ponto de entrega que supre a auá foi projetada para operar nas condições descritas na abela 02. abela 02 - Valores de rocesso do auá VA Z Ã (10³ x m³/d)* Ã (kgf/cm² man.) ( C) Condições de entrada Condições de saída AÇÃ 135 a a ÁX ÍA J AL 46,9 a a 48 ÁX ÍA 46,9 36 J AÇÃ 18 a 48,9 11,5 a 43,7 ÁX 48,9 43,7 ÍA 18 11, 5 J (mín/max) 0 / 55 0 / 50 *Vazão referenciada a 1 atm e 20 C. Basicamente, a ampliação do onto de ntrega será constituído das seguintes instalações: -iltragem; -egulagem e limitação de pressão; -edição de vazão; -istema de controle local; -nterligação com istema upervisório; -tilidades. a)iltragem sistema de filtragem existente não será modificado para atender ao aumento da capacidade do onto de ntrega e as condições de projeto de pressão e temperatura não serão alteradas. b)istema de regulagem e limitação de pressão módulo de regulagem e limitação de pressão que supre a auá existente será substituído por um novo para atender ao aumento da capacidade do onto de ntrega. módulo de regulagem e limitação de pressão tem finalidade de manter a pressão do gás natural dentro dos limites estabelecidos para o sistema da companhia distribuidora. módulo é composto de dois tramos, sendo um em "hot stand-by". s componentes principais de cada tramo são: a- uma válvula de bloqueio com fechamento automático por alta pressão. sta válvula limita a pressão máxima em caso de falha das reguladoras; b- duas válvulas reguladoras de pressão, sendo uma operando como ativa e outra operando como monitora; c- uma válvula de alívio de pressão para evitar o fechamento das válvulas de bloqueio automático em caso de sobrepressão decorrente de vazamento nas válvulas reguladoras, quando a vazão do tramo for nula; d- duas válvulas de bloqueio manual, tipo esfera, para isolamento do tramo; e- uma válvula de retenção. c)edição de vazão s tramos de medição existentes atendem ao aumento da capacidade do onto de ntrega e as condições de projeto de pressão e temperatura não serão alteradas. erá instalado um vent em cada tramo, após o trecho reto de montante do medidor. s "manifolds" de entrada e saída do módulo de medição serão substituídos por novos de maior diâmetro. módulo de medição existente possui um único computador de vazão para os dois tramos. Assim, este módulo será adaptado para possuir dois novos computadores de vazão, um para cada tramo, em substituição ao computador de vazão existente. sta modificação também será realizada no CÁ que fica na mesma área. ocumento assinado digitalmente conforme n o -

184 º 94, sexta-feira, 17 de maio de 2013 d)istema de controle local Visando a continuidade operacional na eventual falta de comunicação com o CAA ou na falha do CL, a pressão do gás na saída do ponto de entrega será controlada com válvulas reguladoras ativa e monitora de forma independente, utilizando gás natural. ara prover segurança na eventual falta de comunicação com o CAA ou na falha do CL, haverá bloqueio da vazão de gás no tramo de regulagem e limitação de pressão, em caso de falha em ambas as válvulas reguladoras. e)nterligação com o istema upervisório ponto de entrega existente recebe do istema upervisório (CAA) sinais de comando e a ele transmite sinais de estado e valores de variáveis. f)tilidades nergia elétrica: A energia elétrica existente para iluminação, instrumentação e telecomunicação é suprida pela concessionária local. xiste um sistema ininterrupto de energia (), com baterias, para suprir o sistema CAA por pelo menos três horas, em caso de falha no fornecimento de energia local. ponto de entrega está protegido contra descargas atmosféricas com instalação de malha de aterramento e pára-raios. Água: ão haverá instalações de água eio Ambiente ste projeto conta com a Autorização nº 002/13, expedida pelo nstituto de roteção Ambiental do stado do Amazonas - AA, datada de 10/01/2013 e com validade de 180 dias, referente às obras de ampliação da stação de egulagem de ressão de anaus e do onto de ntrega de auá ormas As principais normas a serem utilizadas neste ponto de entrega são: rojeto - AB B / A B 31.8 ubos - A 5L langes - A B 16.5 edição - AA 9 Válvulas - A 6 As instalações elétricas seguirão o padrão C (nternational lectrotechnical Commission). Cronograma de xecução Atividade revisão nício revisão im rojeto Básico et/2012 ut/2012 Licenciamento Ambiental ov/2012 Abr/2014 Autorizações (Agências eguladoras) ez/2012 ai/2014 Contratações ov/2012 ai/2013 erenciamento / iscalização Ago/2012 Jun/2014 Construção e ontagem ai/2013 Abr/2014 Comissionamento / estes / ré-peração ai/2014 Jun/2014 artida Jun/2014 Jun/2014 CCALZAÇÃ BA C ÊCA A ÉCC ACH m 16 de maio de 2013 o A ÉCC da AÊCA AC ÓL, Á AAL B- CBÍV - A, no uso das atribuições que lhe foram conferidas pela ortaria A nº 89, de 26 de maio de 2004, e conforme pedido da interessada, torna público o seguinte ato: ficam restabelecidos por mais 12 (doze) meses, a contar de 22 de março de 2013, os termos e condições da Autorização nº 55, de 12 de março de 2004, da empresa eochemical olutions nternational Brasil Ltda. HQ A ALA AA AC ÇÃ AL ACH -AL LAÇÃ o - 2/2013 ase de equerimento de esquisa -AL AA AC ÇÃ AL (ecreto-lei nº 227/67) outorga os seguintes Alvarás de esquisa, prazo 2 anos, vigência a partir dessa publicação:(322) (322) 4606/ /2011-C AÇÃ LA LAÇÃ o - 3/2013 ase de equerimento de esquisa -AL AA AC ÇÃ AL (ecreto-lei nº 227/67) outorga os seguintes Alvarás de esquisa, prazo 3 anos, vigência a partir dessa publicação:(323) (323) 4607/ /2012-CHA É.A. 4608/ /2012-CHA É.A. LAÇÃ o - 37/2013 ase de equerimento de esquisa -AL AA AC ÇÃ AL (ecreto-lei nº 227/67) outorga os seguintes Alvarás de esquisa, prazo 2 anos, vigência a partir dessa publicação:(322) (322) 4563/ /2012-CAL ÚA CALC- AÇÃ LA. LAÇÃ o - 48/2013 ase de equerimento de esquisa -AL AA AC ÇÃ AL (ecreto-lei nº 227/67) outorga os seguintes Alvarás de esquisa, prazo 2 anos, vigência a partir dessa publicação:(322) (322) 4443/ /2007-B BABLHA 4444/ /2012-A A- CHA LZ 4445/ /2012-A AA A L- A 4446/ /2012-JÉ AAJ 4447/ /2012-JA L A LVA X- ACA AA 4448/ /2012-AL ACA, BA- CCLA LA 4449/ /2012-AL ACA, BA- CCLA LA 4450/ /2012-AÇÃ A LA- LA. 4451/ /2012-CL AAC A CA ALX ste documento pode ser verificado no endereço eletrônico pelo código / /2012-HAL A 4453/ /2012-AL YK AKABA 4454/ /2012-BAAL A AV- AÇÃ LA. 4455/ /2012-CAHÃ AÇÃ C- ÉC AA LA 4456/ /2012-AA XAÇÃ C- C AA LA. 4457/ /2012- CAVALCA A LVA 4458/ /2012-J.. AÇÃ LA 4459/ /2012-J B J A- 4460/ /2012-J B J A 4461/ /2012-J B J A- 4462/ /2012-J B J A- 4463/ /2012-J B J A- 4464/ /2012-A AÇÃ L- A. 4465/ /2012-AA VAL XAÇÃ CÉC LA. 4466/ /2012-CAL C L A AAV LA 4467/ /2012-JA V BLL 4468/ /2012-JA V BLL 4469/ /2012-JA V BLL 4470/ /2012-CAL ÚA CALC- AÇÃ LA. 4471/ /2012-JL AL VA JÚ 4472/ /2012-AC CAVALH 4473/ /2012-CAL ÚA CALC- AÇÃ LA. -AL AA AC ÇÃ AL (ecreto-lei nº 227/67) outorga os seguintes Alvarás de esquisa, prazo 3 anos, vigência a partir dessa publicação:(323) (323) 4474/ /2008-A BA BAL A AA CÇÃ LA. 4475/ /2009-AÇÃ BAL LA. 4476/ /2010-XAÇÃ CÉC É ACCABA LA. 4477/ /2012-CACA L LA 4478/ /2012-C C- A ACAÇÕ LA. 4479/ /2012-ALA XAV AA- LHÃ 4480/ /2012-AÇÃ A LA- LA. 4481/ /2012-AÇÃ A LA- LA. 4482/ /2012-A AA 4483/ /2012-B H A- ÇÃ, V ACAÇÕ LA 4484/ /2012-B H A- ÇÃ, V ACAÇÕ LA 4485/ /2012-B H A- ÇÃ, V ACAÇÕ LA 4486/ /2012-B H A- ÇÃ, V ACAÇÕ LA 4487/ /2012-B H A- ÇÃ, V ACAÇÕ LA 4488/ /2012-B H A- ÇÃ, V ACAÇÕ LA 4489/ /2012-B H A- ÇÃ, V ACAÇÕ LA 4490/ /2012-B H A- ÇÃ, V ACAÇÕ LA 4491/ /2012-B H A- ÇÃ, V ACAÇÕ LA 4492/ /2012-B H A- ÇÃ, V ACAÇÕ LA 4493/ /2012-B H A- ÇÃ, V ACAÇÕ LA 4494/ /2012-B H A- ÇÃ, V ACAÇÕ LA 4495/ /2012- VÇ LC, ABA LABAA LA. 4496/ /2012-Á CL HLL 4497/ /2012-B H A- ÇÃ, V ACAÇÕ LA 4498/ /2012-B H A- ÇÃ, V ACAÇÕ LA 4499/ /2012-B H A- ÇÃ, V ACAÇÕ LA 4500/ /2012-B H A- ÇÃ, V ACAÇÕ LA 4501/ /2012-B H A- ÇÃ, V ACAÇÕ LA 4502/ /2012- A A LAÇÃ o - 55/2013 ase de equerimento de esquisa -AL AA AC ÇÃ AL (ecreto-lei nº 227/67) outorga os seguintes Alvarás de esquisa, prazo 2 anos, vigência a partir dessa publicação:(322) (322) 4609/ /2012- AA AA- AA CÇÃ CVL LA -AL AA AC ÇÃ AL (ecreto-lei nº 227/67) outorga os seguintes Alvarás de esquisa, prazo 3 anos, vigência a partir dessa publicação:(323) (323) 4610/ /2008-ABÍC A A 4611/ /2012-AAA CA 4612/ /2012-AAA CA LAÇÃ o - 71/2013 ase de equerimento de esquisa -AL AA AC ÇÃ AL (ecreto-lei nº 227/67) outorga os seguintes Alvarás de esquisa, prazo 2 anos, vigência a partir dessa publicação:(322) (322) 4564/ /2009-JLA LCH 4565/ /2013-JC AA C- ÇÃ LA 4566/ /2013-LAL JÉ LVA 4567/ /2013-AÔ CL BA 4568/ /2013- ACAL B- -AL AA AC ÇÃ AL (ecreto-lei nº 227/67) outorga os seguintes Alvarás de esquisa, prazo 3 anos, vigência a partir dessa publicação:(323) (323) 4569/ /2009-CLA CAL JÃ / /2010-A JÃ VA 4571/ /2011-AÇÃ A L A 4572/ /2012-A BA 4573/ /2012-ALC WALW 4574/ /2012- Ã XAÇÃ AA LA 4575/ /2012- VA 4576/ /2012-L BAL 4577/ /2013-BA AÇÃ L A 4578/ /2013-AA WWK 4579/ /2013-XAÇÃ AA A- LA 4580/ /2013-BLA ÇAL- VZ ocumento assinado digitalmente conforme n o -

185 º 94, sexta-feira, 17 de maio de / /2013-CB CA X- LAÇÃ CHA BA LA 4582/ /2013-VAL AÇÃ VAL JCA LA 4583/ /2013-CAVA XLA- ÇÃ AL B LAÇÃ o - 74/2013 ase de equerimento de esquisa -AL AA AC ÇÃ AL (ecreto-lei nº 227/67) outorga os seguintes Alvarás de esquisa, prazo 2 anos, vigência a partir dessa publicação:(322) (322) 4584/ /2012-' XAÇÃ C- ÉC AA LA 4585/ /2012-' XAÇÃ C- ÉC AA LA 4586/ /2013-CA AA- A V LA 4587/ /2013-B L BALA - AÇÃ LA. -AL AA AC ÇÃ AL (ecreto-lei nº 227/67) outorga os seguintes Alvarás de esquisa, prazo 3 anos, vigência a partir dessa publicação:(323) (323) 4588/ /2013- AB 4589/ /2013-A A - ALA LA 4590/ /2013-CJA CA VL- V JAAÁ L A 4591/ /2013-CK É LA 4592/ /2013-CA AA- A V LA 4593/ /2013-CA AA- A V LA 4594/ /2013-AA A- Ç LA 4595/ /2013-VA LACH 4596/ /2013-VAL AÇÃ VAL JCA LA 4597/ /2013-VAL AÇÃ VAL JCA LA 4598/ /2013-VAL AÇÃ VAL JCA LA 4599/ /2013-VAL AÇÃ VAL JCA LA LAÇÃ o - 76/2013 ase de equerimento de esquisa -AL AA AC ÇÃ AL (ecreto-lei nº 227/67) outorga os seguintes Alvarás de esquisa, prazo 2 anos, vigência a partir dessa publicação:(322) (322) 4600/ /2012-É VAL BABA 4602/ /2013-AA LCA A 4603/ /2013-A VÇ HAA, LA AÇÃ LA 4604/ /2013-A VÇ HAA, LA AÇÃ LA -AL AA AC ÇÃ AL (ecreto-lei nº 227/67) outorga os seguintes Alvarás de esquisa, prazo 3 anos, vigência a partir dessa publicação:(323) (323) 4605/ /2013-CHA É.A. ase de Autorização de esquisa -AL AA AC ÇÃ AL (ecreto-lei nº 227/67) outorga os seguintes Alvarás de esquisa, prazo 2 anos, vigência a partir dessa publicação:(322) (322) 4601/ /2013-L A BAL LA XLA AA A A AC LAÇÃ o - 286/2013 ase de equerimento de esquisa -AL AA AC ÇÃ AL (ecreto-lei nº 227/67) outorga os seguintes Alvarás de esquisa, prazo 2 anos, vigência a partir dessa publicação:(322) (322) 4503/ /2011-VA LCA ALV A - CHA 4504/ /2012-LL A CAVA LA 4505/ /2012-AÔ H X- A 4506/ /2012-CÂCA AAJ LA. 4507/ /2012-ALXA A A LVA 4508/ /2012-AÇÃ Ã JÉ A LAA LA 4509/ /2012-BAÃ A CA ste documento pode ser verificado no endereço eletrônico pelo código / /2012-JÃ CL BACL 4511/ /2012-AC VC CA 4512/ /2012-VÉA AÇÃ LA 4513/ /2012-AÇÃ AC LA 4514/ /2012-AA AACA / /2012-A A ACHA LA. 4516/ /2012-LA A A LVA 4517/ /2012-A AA CÇÃ LA 4518/ /2012-HLY AACA ZA A 4519/ /2012-KLA ALV A LVA - ZA 4520/ /2012-AL B A - CA 4521/ /2013-WA A - A -AL AA AC ÇÃ AL (ecreto-lei nº 227/67) outorga os seguintes Alvarás de esquisa, prazo 3 anos, vigência a partir dessa publicação:(323) (323) 4522/ /2011-AA A LA 4523/ /2011-HB AL 4524/ /2011-LÁVA CÉ 4525/ /2012-LCA XA 4526/ /2012-C A - A LA. 4527/ /2012-XAA AA - LA 4528/ /2012-LH. AC 4529/ /2012-B WK BAL CLA AAL LA 4530/ /2012-AÇÃ LA LA 4531/ /2012-CHA É.A. 4532/ /2012-CHA É.A. 4533/ /2012-CHA É.A. 4534/ /2012-CHA É.A. 4535/ /2012-CHA É.A. 4536/ /2012-CHA É.A. 4537/ /2012-CHA É.A. 4538/ /2012-CHA É.A. 4539/ /2012-CHA É.A. 4540/ /2012-CHA É.A. 4541/ /2012-CHA É.A. 4542/ /2012-CHA É.A. 4543/ /2012-CHA É.A. 4544/ /2012-CHA É.A. 4545/ /2012-CHA É.A. 4546/ /2012-CHA É.A. 4547/ /2012-CHA É.A. 4548/ /2012-AA ÁZ LA 4549/ /2012-L BAL AÇÃ L- A 4550/ /2012-L BAL AÇÃ L- A 4551/ /2012-L BAL AÇÃ L- A 4552/ /2012-L BAL AÇÃ L- A 4553/ /2012-L BAL AÇÃ L- A 4554/ /2012-L BAL AÇÃ L- A 4555/ /2012-L BAL AÇÃ L- A 4556/ /2012-L BAL AÇÃ L- A 4557/ /2012-L BAL AÇÃ L- A 4558/ /2012-L BAL AÇÃ L- A 4559/ /2012-L BAL AÇÃ L- A 4560/ /2012-L BAL AÇÃ L- A 4561/ /2012-CA CÉA XAV CA 4562/ /2012-HC8 AÇÃ LA É A ÂA A ÊCA AAÁ ACH LAÇÃ o - 8/2013 ase de equerimento de esquisa ndefere de plano o requerimento de Autorização de esquisa(101) /2012-CAL BAL AC ACAÇÕ.A ndefere requerimento de pesquisa por interferência total(121) /2012-AAZ WK /2012-AAZ WK /2012-JACQAA CAVALH ALCA etermina cumprimento de exigência - razo 60 dias(131) /2012-CAAÃ AÇÃ BAL L- A-. 074/ /2012-Z L A-. 173/2012, 174/ /2012-Z L A-. 173/2012, 174/ /2012-A A AAC LV- A-. 308/2012, 309/ /2012-AAZ WK-. 077/2013,078/ /2012-AAZ WK-. 075/2013, 076/ /2012-LVA & A LA /2013,072/ /2013-AAZ WK-. 079/2013 Homologa desistência do requerimento de Autorização de esquisa(157) /2011-AVA A.A /2012-A A AÇA CABB ase de Autorização de esquisa ão conhece requerimento protocolizado intempestivamente(270) /1994-BALL BAL LA ase de Licenciamento etermina o cancelamento do egistro de Licença(704) /2012-B LZ AA QA- egistro de Licença 06- ublicado no de 01/10/2012 ndefere o Licenciamento(740) /2012-B LZ AA QA Autoriza averbação da rorrogação do egistro de Licença(742) /2011-J VAL B- egistro de Licença :27/ Vencimento em 06/12/2013 Autorizo o aditamento de substância mineral(770) /2011-LA CÉC VÇ LA- AA,LH-egistro de Licença 23, de 20/03/ /2011-LA CÉC VÇ LA- Areia e edregulho.-egistro de Licença 24, de 20/03/2012 ase de equerimento de Licenciamento ndefere requerimento de licença - área sem oneração/ort.266/2008(1281) /2012-AÇÃ AAÁ LA - A A JA JÃ ÊCA AAZA ACH LAÇÃ o - 27/2013 ase de Autorização de esquisa ulta aplicada/ prazo para pagamento 30 dias(225) /2009-V A CA -A 119 / /2009-V A CA -A 120 / 2011 Auto de infração lavrado/elatório de esquisa- prazo p/ defesa ou pagamento 30 dias(638) /2004-A ACA LA-A 311 / /2004-A ACA LA-A 312/ /2004-A ACA LA-A 313/ /2005-A ACA LA-A 314/ /2005-A ACA LA-A 316/ /2005-A ACA LA-A 315/ /2007-AV LVA ZA-A 324/ /2007-JÉ ALB AK-A 320/ /2007-AL L A LVA-A 323/ /2007-L L A LVA-A 322/ /2010-LB AK CALACA LH- A 325/2013 A L B ÊCA Í A ACH LAÇÃ o - 136/2013 ica(m) o(s) abaixo relacionado(s) cientes(s) da não apresentação das defesa(s) administrativa(s); restando-lhe(s) pagar ou parcelar o(s) débito(s) apurado(s) da Compensação inanceira pela xploração de ecursos inerais - C (art. 3º, X, da Lei nº 8.876/94, c/c as Leis nº 7.990/89, nº 8.001/90, art. 61 da Lei nº 9.430/96, Lei nº 9.993/00, nº /01 e nº /02), no prazo de 10(dez) dias, sob pena de inscrição em ívida Ativa, CA e ajuizamento da ação de execução (1.79). rocesso de Cobrança nº / itular: ineração verest Ltda. - CJ: / L nº 447/ Valor: $ 8.976,12. ocumento assinado digitalmente conforme n o -

186 º 94, sexta-feira, 17 de maio de 2013 rocesso de Cobrança nº / itular: ranol - ranitos rnamentais Ltda. - CJ: / L nº 413/ Valor: $ 2.124,99. rocesso de Cobrança nº / itular: tonegran ineração Ltda. - CJ: / L nº 409/ Valor: $ 9.247,00. rocesso de Cobrança nº / itular: ineração io das almas Ltda - CJ: / L: 397/ Valor: $ 908,13. rocesso de Cobrança nº / itular: Cerâmica Cinco Ltda. - CJ: / L nº 477/ Valor: $ 1.102,72. rocesso de cobrança nº / oberto da ilva Custódio - C: L nº 386/ Valor: $ 107,41. rocesso de Cobrança nº / Júpiter xtração de Areia e Barro Ltda. - - CJ: / L nº 420/ Valor: 411,88. CCALZAÇÃ BA C LAÇÃ o - 137/2013 ica(m) o(s) abaixo relacionado(s) cientes(s) da não apresentação das defesa(s) administrativa(s); restando-lhe(s) pagar ou parcelar o(s) débito(s) apurado(s) da Compensação inanceira pela xploração de ecursos inerais - C (art. 3º, X, da Lei nº 8.876/94, c/c as Leis nº 7.990/89, nº 8.001/90, art. 61 da Lei nº 9.430/96, Lei nº 9.993/00, nº /01 e nº /02), no prazo de 10(dez) dias, sob pena de inscrição em ívida Ativa, CA e ajuizamento da ação de execução (5.49). rocesso de Cobrança nº / itular: ármores do Brasil - CJ: / L nº 541/ Valor: $ ,43. rocesso de Cobrança nº / itular: ineração Campinho Ltda. - e - CJ: / L nº483/ Valor: $ 6.177,16. rocesso de Cobrança nº / itular: Linhagua ineração Ltda. - CJ: / L nº 471/ Valor: $ ,78. rocesso de Cobrança nº / itular: ineração ravinali Ltda. - CJ: / L nº 429/ Valor: $ 5.140,92. rocesso de Cobrança nº / itular: ranova ranitos e ármores do Brasil Ltda. - CJ: / L nº 440/ Valor: $ 4.287,95. rocesso de cobrança nº / itular: ranbrasil ranitos do Brasil.A. - CJ: / L nº 788/ Valor: $ 3.743,82. rocesso de cobrança nº / itular: ranbrasil ranitos do Brasil.A. - CJ: / L nº 791/ Valor: $ 1.162,68. rocesso de Cobrança nº / itular: arsal ármores alviano Ltda. - CJ: / L nº 448/ Valor: $ 3.822,20. rocesso de Cobrança nº / itular: Liquem istribuição Ltda - CJ: / L nº 392/ Valor: $ 3.630,04. rocesso de cobrança nº / itular: eneghelli e Cozer Ltda - - CJ: / L nº 385/ Valor: $ 1.418,08. rocesso de Cobrança nº / itular: inerorochas ineração Ltda - CJ: / L nº 395/ Valor: $ 1.280,85. rocesso de Cobrança nº / itular: ndústria de mármores Cavaliere Ltda - CJ: / L nº 458/ Valor: $ 6.316,84. rocesso de Cobrança nº / itular: ineração Jacarandá Ltda. - CJ: / L nº 470/ Valor: $ 2.759,41. LAÇÃ o - 138/2013 ica(m) o(s) abaixo relacionado(s) cientes(s) da não apresentação das defesa(s) administrativa(s); restando-lhe(s) pagar ou parcelar o(s) débito(s) apurado(s) da Compensação inanceira pela xploração de ecursos inerais - C (art. 3º, X, da Lei nº 8.876/94, c/c as Leis nº 7.990/89, nº 8.001/90, art. 61 da Lei nº 9.430/96, Lei nº 9.993/00, nº /01 e nº /02), no prazo de 10(dez) dias, sob pena de inscrição em ívida Ativa, CA e ajuizamento da ação de execução (7.72). rocesso de Cobrança nº / itular: etiba Areia Ltda. - CJ: / L nº 810/ Valor: $ 1.703,78. ste documento pode ser verificado no endereço eletrônico pelo código rocesso de Cobrança nº / itular: mobiliária rogresso Ltda. - CJ: / L nº 912/ Valor: $ 5.205,97. rocesso de Cobrança nº / itular: Ademerval ouza e. - CJ: / L nº 441/ Valor: $ 872,76. rocesso de Cobrança nº / itular: etiba Areia Ltda. - CJ: / L nº 789/ Valor: $ 1.560,50. rocesso de Cobrança nº / itular: Alto osto Barra do angaraí Ltda. - CJ: / L nº 430/ Valor: $ 43,70. rocesso de cobrança nº / itular: Cerâmica Adélio Lubiana Ltda. - CJ: / L nº 415/ Valor: $ 647,73. rocesso de cobrança nº / itular: ítio ranja da ol ndústria e Comércio Ltda. - CJ: / L nº 792/ Valor: $ 383,73. rocesso de cobrança nº / itular: mobiliária rogresso Ltda. - CJ: / L nº 1019/ Valor: $ 5.879,73. A A LVA ÊCA Á ACH LAÇÃ o - 165/2013 ase de Autorização de esquisa ndefere requerimento de prorrogação de prazo do alvará de esquisa(197) /2009-VAL A AV /2011- A LA etermina cumprimento de exigência - razo 60 dias(250) /2006-V L AÇÃ ÚA CÉC LA-. 526/ /2010-CLVLA AÇÃ LA / /2010-CLVLA AÇÃ LA / /2010-CLVLA AÇÃ LA / /2010-CLVLA AÇÃ LA / /2010-CLVLA AÇÃ LA / /2010-CLVLA AÇÃ LA / /2010-CLVLA AÇÃ LA /2013 Autoriza a emissão de uia de tilização(285) /2007-AL B A - LZÂA/, ZA/ - uia n 019/2013 e 028/ e toneladas-AA- Validade:29/06/ /2009-AA ACCA ÇALV - A HVAL-LAA/ - uia n 017/ toneladas-AA- Validade:28/02/ /2010-A CA CA-AAA- AZ/, AA/, ACHÃ/ - uia n 022/ toneladas-AA- Validade:03/09/ /2010-AA & AA LA -ALA/, ALA/ - uia n 027/ toneladas-AA- Validade:05/01/ /2011-LA LVA CA-C- BÁ Á/, ÓL/ - uia n 014/ toneladas-QAZ- Validade:31/05/ /2011-LVÉ A AA-LA- A/ - uia n 023/ toneladas-CACALH- Validade:10/10/ /2011-AÂ A LH-Á/ - uia n 021/ toneladas-AA- Validade:14/08/ /2011-KA AA LA -L- VÂA/, VAÓL/ - uia n 026/ toneladas-AA- Validade:20/11/ /2012- AC -CÓ- /, AZA VA/, Á/ - uia n 020/ toneladas-AA- Validade:15/06/2013 Aprova o relatório de esquisa(317) /2011-YLV B A BABA- AA /2012-AAL VAL LA-AA rorroga por 03 (três) anos o prazo de validade da autorização de pesquisa(326) /2006-A BABA C AA -ALVAÁ 8743/ /2010-Y AÇÃ LA-ALVAÁ 6002/2010 ase de equerimento de Lavra Autoriza a emissão de uia de tilização(625) /2007-CÓC A AVC-A- Ç/ - uia n 016/ toneladas-A (brita)- Validade:30/06/ /2008-AC AL A-QLÂ- A/ - uia n 024/2013 e 025/ e toneladas- CACALH AA- Validade:12/04/2014 LAÇÃ o - 168/2013 ase de Lavra arimpeira Concede anuência e autoriza averbação da cessão total de direitos(571) /1991-ABAL CAA- Cessionário:Annibal Crosara Junior- CJ / L n 001/ /1991-ABAL CAA- Cessionário:Annibal Crosara Junior- CJ / L n 002/ /1991-ABAL CAA J- Cessionário:Annibal Crosara Junior- CJ / L n 003/ /1991-ABAL CAA J- Cessionário:Annibal Crosara Junior- CJ / L n 004/ /1991-ABAL CAA J- Cessionário:Annibal Crosara Junior- CJ / L n 005/ /1991-ABAL CAA J- Cessionário:Annibal Crosara Junior- CJ / L n 010/ /1991-ABAL CAA J- Cessionário:Annibal Crosara Junior- CJ / L n 0 11 / /1991-ABAL CAA J- Cessionário:Annibal Crosara Junior- CJ / L n 012/ /1991-LL ZA BA - Cessionário:Annibal Crosara Junior- CJ / L n 006/ /1992-ABAL CAA- Cessionário:Annibal Crosara Junior- CJ / L n 008/2010 AB A ZA ÊCA A AAÍBA ACH LAÇÃ o - 44/2013 ase de Autorização de esquisa etermina cumprimento de exigência - razo 60 dias(250) /2011-JÉ ABA ZA L-. 578/2013 Autoriza a emissão de uia de tilização(285) /2011-JÉ ABA ZA L-J- C Ó/B - uia n 013/ Caulim- Validade:13/04/2014 LH HQ QA LVA ÊCA AA CAAA ACH LAÇÃ o - 93/2013 ase de equerimento de esquisa etermina cumprimento de exigência - razo 60 dias(131) /2013-L A J /2013 ase de Autorização de esquisa etermina cumprimento de exigência - razo 60 dias(250) /2008-AL A AA LH / /2009-AL A AA LH / /2009-A A ACAÇÕ - LA /2013 Aprova o relatório de pesquisa com redução de área(291) /2007-CCLAY CC L- A- Área de 995,47 ha para 231,05 ha-argila ndustrial /2008-A BA A /A- Área de 362,97 ha para 220,97 ha-argila ndustrial /2009-LVA & LVA CC XAÇÃ AA ALA LA - Área de 982,01 ha para 49,92 ha-areia e Argila Aprova o relatório de esquisa(317) /2008-AAC AÇÃ A LA.-Argila /2011-É A A-Argila /2011-É A A-Argila /2012-BA A -aibro /2012-BA A -aibro ega Aprovação ao relatório de pesquisa(318) / XAÇÃ AA A- VÁ LA /2009-A A ACAÇÕ - LA /2010-LA /A - V CÂ- C /2010-LA /A - V CÂ- C ase de equerimento de Lavra etermina cumprimento de exigência - razo 60 dias(361) ocumento assinado digitalmente conforme n o -

187 º 94, sexta-feira, 17 de maio de /1991-AA & A LA / CÁ: ALX A AVÂ /1998-AC A. C. LA / /1998-AL A. C. LA / /2001-AA AL CLA / /2006-AVAA JA LA /2013 Autoriza a emissão de uia de tilização(625) /1995-ALA LL LA-A- Á/C - uia n 37/ t-aibro/Argila- Validade:14/05/ /2007-BA VAZ LA-VA/C - uia n t- Validade:13/05/2014 ase de Concessão de Lavra Auto de nfração lavrado - razo para defesa ou pagamento 30 dias(459) /1976-ÁA AA AÇÃ LA- A 152/ /1994-BA BA H L- A- A 154/2013 ulta aplicada /razo para pagamento 30 dias(460) /1976-ÁA AA AÇÃ LA- A o - 974/2013, 975/2013, 976/2013 e 977/2013 etermina cumprimento de exigência - razo 60 dias(470) /1975-CÂCA CA. C. L- A /2013 (AL) /1994-BA BA H L- A /2013 ase de Licenciamento Autoriza averbação da rorrogação do egistro de Licença(742) /1996-XAÇÃ AA V VAL LA- egistro de Licença :724/ Vencimento em 16/04/ /1998-J XAÇÃ CÉC AA LA.- egistro de Licença :719/ Vencimento em 2 7 / 11 / /2007-A VÇ LA- egistro de Licença :1316/ Vencimento em 16/04/2015 econsidera o despacho de indeferimento(745) /2007-AÇÃ A LA /2007-AÇÃ A LA Auto de infração lavrado/razo para defesa ou pagamento 30 dias(761) /2004-ÚA QAA LA LA - A 1947/2013 ulta aplicada/ prazo para pagamento 30 dias(773) /1996-CCAX AL LA. -A 24/ /2008-A A ALA- LA -A 93/2013, 94/2013, 95/2013, 96/2013 e 97/2013 ase de equerimento de Licenciamento etermina cumprimento de exigência - razo 30 dias(1155) /2013-ALA VÇ CÇÕ LA /2013 ndefere requerimento de licença - área sem oneração/ort.266/2008(1281) /2013-CÂCA L LA CA A ÇAHA ÊCA Ã AL ACH LAÇÃ o - 73/2013 ica(m) o(s) abaixo relacionado(s) cientes(s) de que não houve a apresentação do(s) recurso(s) administrativo(s); restando-lhe(s) pagar ou parcelar o(s) débito(s) apurado(s) da Compensação inanceira pela xploração de ecursos inerais - C (art. 3º, X, da Lei nº 8.876/94, c/c as Leis nº 7.990/89, nº 8.001/90, art. 61 da Lei nº 9.430/96, Lei nº 9.993/00, nº /01 e nº /02), no prazo de 10(dez) dias, sob pena de inscrição em ívida Ativa, CA e ajuizamento da ação de execução /2009 eofilo go da ilva rade /2009 entile e Cia Ltda /2009 Areeira Caicara Ltda /2007 oxoreo Ltda /2009 ineração erraz ndustra e Comercio Ltda XLA AA A A AC CA LV A ÊCA ACH LAÇÃ o - 39/2013 ase de equerimento de esquisa ndefere requerimento de Autorização de esquisa- não cumprimento de exigência(122) /2012-ZA CA LVA CA- ase de Autorização de esquisa etermina cumprimento de exigência - razo 60 dias(250) ste documento pode ser verificado no endereço eletrônico pelo código /2011-CACA AA LZA LA-. 241/2013 Concede anuência e autoriza averbação da cessão total de direitos(281) /2009-BAZ LA- Cessionário:Aracaju ineração Ltda- C ou CJ / Alvará n / /2009-BAZ LA- Cessionário:Aracaju ineração Ltda- C ou CJ / Alvará n / /2009-BAZ LA- Cessionário:Aracaju ineração Ltda- C ou CJ / Alvará n /2009 ase de Concessão de Lavra Auto de nfração lavrado - razo para defesa ou pagamento 30 dias(459) /1970-AÁ BAL ÁA A L- A- A 051/ /1999-CÉA BAHA A C- ÂC- A 053/ /1999-CÉA BAHA A C- ÂC- A 054/ /2001-C Ã CÓVÃ LA- A 052/2013 ulta aplicada /razo para pagamento 30 dias(460) /2001-C Ã CÓVÃ LA- A o / etermina cumprimento de exigência - razo 60 dias(470) /1970-AÁ BAL ÁA A L- A-. 239/ /1999-CÉA BAHA A C- ÂC-. 248/ /1999-CÉA BAHA A C- ÂC-. 250/2013 ase de Licenciamento rorroga prazo para cumprimento de exigência- razo 30 dias(722) /2004-C. AB. X. B. C. CH. A Ú-. 522/ /2004-C. AB. X. B. C. CH. A Ú-. 522/ /2004-C. AB. X. B. C. CH. A Ú-. 522/ /2004-C. AB. X. B. C. CH. A Ú-. 522/ /2006-C. AB. X. B. C. CH. A Ú-. 522/2012. CAL ALB A ubstituto inistério do esenvolvimento Agrário AC CLZAÇÃ A AÁA ÊCA CA AA o - 7, 5 A 2013 CA A CA, no uso das atribuições que lhe são conferidas pelo Artigo 132, inciso V, da strutura egimental deste nstituto, aprovado pelo ecreto n º 6.812, de 3 de abril de 2009, que lhe foi delegada pela ortaria/ca/a/º 20/2009, e procedimentos administrativos voltados à obtenção de imóveis rurais para fins de reforma agrária, definidos nas ortarias nºs 5 e 6 publicadas no n º 23, de 1º de fevereiro de 2013; CA a obtenção por meio de desapropriação dos imóveis rurais denominados azendas Antônio Baiano, ertaneja, e Alvorada e, com área total de 1.378,5742 ha, localizado no município de Xambioá, no stado do ocantins, declarado de interesse social para fins de eforma Agrária pelo ecreto de 30/09/2010 e ação de desapropriação ajuizada na Vara Única da Justiça ederal da ubseção de Araguaína, cuja imissão na posse se deu em 17/04/2013, resolve: Art. 1º - estinar o referido imóvel à constituição do rojeto de Assentamento Barra do Lontra, código A , com área de 1.378,5742 ha (um mil, trezentos e setenta e oito hectares, cinqüenta e sete ares e quarenta e dois centiares), localizado no município de Xambioá no stado do ocantins, Licença révia concedida em 12/03/2013 com prazo de validade de 03 (três) anos. Art. 2º stabelecer a capacidade mínima do assentamento de 40 (quarenta) famílias, tendo em vista, análise técnica contida no laudo avaliatório de 17/07/2012, que embasou o anteprojeto de organização espacial do assentamento, devidamente aprovado pela comunidade. Art. 3º - eterminar a ivisão de rdenamento da strutura undiária -26/ as seguintes providencias: -Atualização cadastral do imóvel no C. -nclusão do arquivo gráfico relativo ao perímetro do imóvel na base de dados cartográficos. Art. 4º - eterminar à ivisão de btenção de erras e mplantação de rojetos de Assentamento -26/ as seguintes providencias: -Apresentar no prazo de 180 (cento e oitenta) dias soluções técnicas (preventiva/corretiva/educativa/legislativa) viáveis de recursos hídricos. -ealizar ações, em parceria com a refeitura unicipal de Xambioá -, no prazo de 30 (trinta) dias para inclusão das famílias no CadÚnico para viabilizar o acesso as políticas municipais, estaduais, e federais. V-elecionar e homologar as famílias candidatas ao rojeto ora criado. Art. 5º - eterminar a ivisão de esenvolvimento, - 26/: - ormalizar a demanda de energia elétrica ao Comitê stadual do rograma Luz para odos, no prazo de 60 (sessenta) dias. - ncaminhar às entidades financiadoras e à Coordenação acional do rograma inha Casa inha Vida a relação de beneficiários do rojeto de Assentamento como demanda prioritária de atendimento, no prazo de 90 (noventa) dias. -rovidenciar o material necessário para subsidiar as entidades organizadoras que apresentarão o projeto de construção das habitações para o rograma inha Casa inha Vida, no prazo de 120 (cento e vinte) dias. V-ormalizar o encaminhamento de soluções hídricas junto à coordenação do rograma Água para odos, do inistério da ntegração acional (ou outra), no prazo de 120 (cento e vinte) dias. V-ormalizar o encaminhamento para o rograma de ngenharia de aúde ublica da undação acional de aúde (- AA), no prazo de 120 (cento e vinte) dias. V-ormalizar parceria com a refeitura unicipal, com ecretaria stadual de nfraestrutura e com o epartamento acional de nfraestrutura - para manutenção das estradas que darão acesso ao rojeto de Assentamento, no prazo de 180 (cento e oitenta) dias. V-rovidenciar a aplicação do Crédito Apoio nicial, em 180 (cento e oitenta) dias. V-Contratar Assistência écnica e xtensão ural e elaborar o lano de esenvolvimento para acesso ao rograma acional de Agricultura amíliar (A), no prazo de 365 (trezentos e sessenta e cinco) dias. X-mplementar os serviços de topografia e demarcação das parcelas no prazo de 365 (trezentos e sessenta e cinco) dias. X-ncaminhar às secretárias municipais de saúde e de educação comunicado sobre a demanda para os serviços de competência daquele órgão, qualificada conforme procedimentos acordados com a prefeitura, em 180 (cento e oitenta dias). Art. 6º - monitoramento das atividades descritas nos artigos 3º e 5 º desta ortaria será acompanhado pelas iretorias de: rdenamento de strutura undiária (), btenção de erras e mplantação de rojetos de Assentamento (), esenvolvimento de rojetos de Assentamentos () e de estação stratégica () deste nstituto. BVAL A LVA inistério do esenvolvimento, ndústria e Comércio xterior. ÊCA A ZA ACA AA AA o - 170, 15 A 2013 A ÊCA A ZA ACA AA, em exercício, no uso das suas atribuições legais, considerando o disposto no Art. 32, da esolução nº 203, de 10 de dezembro de 2012 e os termos do arecer écnico nº 57/ /CA/C, resolve: Art. 1º AZA o remanejamento de quotas de importação de insumos no valor de $ 5,000, (cinco milhões de dólares norte-americanos) do produto AL V C - V LAY BL AY - Código uframa nº 1856, aprovado por meio da esolução nº 0123, de 20/05/2010, para o produto Á C C/V CBA C ALCA- "H HA" - Código uframa nº 1270, aprovado por meio da ortaria nº 0123, de 09/04/2013, em nome da empresa HL BAL LA., com inscrição AA nº e CJ nº / Art. 2º ABLC que a HL BAL L- A., apresente no prazo de 60 (sessenta) dias, contado da concessão do remanejamento, projeto técnico-econômico de ampliação e/ou atualização, em cumprimento ao que preceitua o Art. 32, da esolução nº 203/2012 para o produto Á C C/V CBA C ALCA "H HA" - Código uframa nº Art. 3º. sta ortaria entra em vigor na data de sua publicação. AV AL JA LA ocumento assinado digitalmente conforme n o -

188 º 94, sexta-feira, 17 de maio de inistério do lanejamento, rçamento e estão CAA ÇA AL AA o - 37, 16 A 2013 A CÁA ÇA AL, tendo em vista a autorização constante do art. 37, 2 o, inciso, alínea "a", da Lei n o , de 17 de agosto de 2012, e Considerando a necessidade de adequar os identificadores de esultado rimário de programações do inistério da ducação, cujas despesas se enquadram nos critérios estabelecidos para o rograma de Aceleração do Crescimento - AC, resolve: Art. 1 o odificar, na forma dos Anexos e desta ortaria, os identificadores de esultado rimário, constantes da Lei n o , de 4 de abril de 2013, no que concerne ao inistério da ducação. Art. 2 o sta ortaria entra em vigor na data de sua publicação. CÉLA CÊA AX ÓÃ: inistério da ducação A: undo acional de esenvolvimento da ducação AX utras Alterações rçamentárias AA ABALH ( ACÉC ) ecurso de odas as ontes $ 1,00 C AÁCA A A / A Ç Ã / L C A L Z A / 2030 ducação Básica A V A nfraestrutura para a ducação Básica nfraestrutura para a ducação Básica - acional AÇÕ CA Apoio ao ransporte scolar para a ducação Básica - Caminho da scola Apoio ao ransporte scolar para a ducação Básica - Caminho da scola - acional AL - CAL AL - A 0 AL - AL CCALZAÇÃ BA C ÓÃ: inistério da ducação A: undo acional de esenvolvimento da ducação AX utras Alterações rçamentárias AA ABALH ( ÇÃ ) ecurso de odas as ontes $ 1,00 C AÁCA A A / A Ç Ã / L C A L Z A / 2030 ducação Básica A V A nfraestrutura para a ducação Básica nfraestrutura para a ducação Básica - acional AÇÕ CA Apoio ao ransporte scolar para a ducação Básica - Caminho da scola Apoio ao ransporte scolar para a ducação Básica - Caminho da scola - acional AL - CAL AL - A 0 AL - AL CAA AÔ A Ã AA º 140, 14 A 2013 A CÁA AÔ A Ã, no uso de suas atribuições previstas nos arts.1º, inciso, e 32, nciso, do egimento nterno da ecretaria do atrimônio da nião -, aprovado pela ortaria nº 232, de 3 de agosto de 2005, A 002 de 12 de março de 2001, que disciplina a demarcação de terrenos de marinha e seus acrescidos e a -A 003 de 04 de junho de 2001, que disciplina a demarcação de terrenos marginais e acrescidos, estabelece: Art. 1º sta portaria estabelece as diretrizes e procedimentos de acompanhamento das demarcações e identificação de áreas da nião, de gestão da, a serem seguidos pelas uperintendências, no âmbito do projeto estratégico denominado lano acional de Caracterização. Art. 2º A Coordenação eral de dentificação do atrimônio, vinculada ao epartamento de Caracterização, ficará responsável em alimentar o controle e o acompanhamento de todas as demarcações e ste documento pode ser verificado no endereço eletrônico pelo código identificações a serem realizadas pelas uperintendências, iniciado pela solicitação de constituição de Comissão de emarcação. Art. 3º As diretrizes e procedimentos da demarcação, para fins desta ortaria, são classificadas da seguinte forma: - emarcação da Linha de reamar édia: análise e elaboração técnica realizada por servidor para identificar e demarcar os terrenos conceituados como de marinha. - emarcação da Linha édia das nchentes rdinárias: análise e elaboração técnica realizada por servidor para identificar e demarcar os terrenos conceituados como marginais. - dentificação implificada: análise e elaboração técnica realizada por servidor para identificar e delimitar áreas inalienáveis nas lebas ederais arrecadadas pelo CA em nome da nião na Amazônia Legal nos termos da Lei /2009 e regulamentos. Art. 4º erão prioridade as seguintes diretrizes para a abertura de Comissões de emarcação e dentificação: - Áreas inseridas nos projetos estratégicos de desenvolvimento regional (AC); - Áreas para egularização undiária e rovisão Habitacional de nteresse ocial - CV, incluindo áreas da nião ocupadas por povos e comunidades tradicionais; - nidades de Conservação, rojetos de Assentamento, erritórios Quilombolas, rograma erra Legal; V - Áreas da nião ocupadas por povos e comunidades tradicionais em situação de conflito fundiário; V - Áreas para fins de cessão gratuita para estados e municípios; V - Atendimento às determinações judiciais, Órgãos de Controle e inistério úblico. Art. 5º As atividades de demarcação dispostas no art. 4º desta ortaria deverão ser realizadas por equipe técnica, preferencialmente, da área de Caracterização, formada por, no mínimo, 3 (três) servidores, sendo 2 (dois) servidores com formação técnica para o posicionamento da Linha - L e L. Art. 6º As solicitações de abertura de Comissões de emarcação deverão ser realizadas sempre sob a forma de memorando a ser enviado para a Coordenação eral de dentificação do atrimônio, vinculado ao epartamento de Caracterização do atrimônio, conforme AX desta ortaria. ocumento assinado digitalmente conforme n o -

189 º 94, sexta-feira, 17 de maio de º A base cartográfica, insumo principal para o início da demarcação, deverá ser precedida da comissão de demarcação, sendo necessário pesquisar no sítio do inistério da efesa ( h t t p s : / / w w w. d e f e s a. g o v. b r / i n d e x. p h p / c a r t o g r a f i a - e - a e r o l e v a n t a m e n- to/aerolevantamentos-autorizados-claten). 2º s pedidos de comissão deverão conter: - razo para a execução dos trabalhos, com limite máximo de 6 (seis) meses. m caso de necessidade de dilação de prazo, o requerimento deverá ser encaminhado por meio de memorando à CA/CA durante a vigência do prazo original; - inalidade pela qual será instaurada a comissão; - efinição dos trechos da área a ser demarcada, contendo a extensão em quilômetros lineares, definição do trecho a partir de pontos notáveis com as coordenadas planas ou geográficas, nomes dos municípios, confluências de rios, foz de rio. Art. 7º As atividades de identificação simplificada dispostas no art. 3º,, desta ortaria deverão ser realizadas nos termos do art. 12 do ecreto 6.992/2009 e art. 7º do ecreto 7.341/2010. arágrafo único. A identificação de áreas da nião, de gestão da, será realizada a partir de dados e bases cartográficas públicas existentes. Art. 8º As atividades de identificação dispostas no art. 3º,, desta ortaria deverão ser realizadas por equipe técnica da área de Caracterização, formada por 1 (um) servidor, no mínimo, da. 1º empre que conveniente a identificação envolverá servidores públicos de outros órgãos federais, estaduais e municipais, ou ainda, pesquisadores de niversidades ederais parceiras. 2º A identificação de áreas da nião, de gestão da, será realizada a partir de dados e bases cartográficas públicas existentes. Art. 9º sta portaria entra em vigor na data de sua publicação. CAAA A AX A CÁA AÔ A Ã, - É LAJA, ÇA Ã, no uso das atribuições, conferidas pelo inciso XX, do Art. 1º, do anexo X, do egimento nterno da, aprovado pela ortaria/ n 232, de 3 de agosto de 2005, em conformidade com o dispositivo no Art. 9º do ecreto-lei n 9.760, de 5 de etembro de 1964, resolve: Art.1º - esignar os servidores LA AL, CA nº , matrícula A , CCA AL, CA n , matrícula A º e BLA AL, CA nº , matrícula A º , para sob a presidência do primeiro, que em caso de impedimento será substituído pelo segundo, constituírem a Comissão de emarcação da Linha de reamar édio de 1831 (L/1831), no unicípio(s), stado do visando a demarcação dos terrenos da nião situadas na, por uma extensão de Km/lin no trecho correspondente as seguintes Coordenadas: bs. istema de projeção, atum W uso Art. 2º - A conclusão dos trabalhos dar-se-á no prazo inicialmente proposto de 06 (seis) meses, a partir da data de publicação desta ortaria; Art. 3º - sta comissão de emarcação, tem por finalidade Art. 4º - sta ortaria entra em vigor na data de sua publicação. CAAA A XLA AA A A AC ÊCA AAÁ AA o - 6, 22 ABL 2013 A AÔ A Ã AAÁ, no uso da competência que lhe foi subdelegada no inciso, art. 3º, da ortaria nº 200, de 29 de junho de 2010, e tendo em vista o disposto nos arts. 538 e 553 do Código Civil Brasileiro e demais elementos que integram o rocesso nº / , resolve: Art. 1º Aceitar a oação, sem ônus, que faz o ribunal de Justiça do stado do Amapá à nião, do imóvel urbano constituído de terreno com área de 7.200,00m², situado na Av. ancredo eves s/nº, Quadra 03B, Lote 01, etor 10, leba amaúma, bairro Castanheira, município de Laranjal do Jari, com as características e confrontações descrita na atricula nº 14, Livro 2-A, olhas 20, datada de 19/02/1998, do registro de imóveis no Cartório Camargo de Laranjal do Jari/A. Art. 2º imóvel a que se refere o artigo anterior destina-se à instalação da ubseção da Justiça ederal em Laranjal do Jari/A. Art. 3º sta ortaria entra em vigor na data de sua publicação. LLY ÇALV AA ste documento pode ser verificado no endereço eletrônico pelo código inistério do rabalho e mprego AB CAÇÃ-AL AÇÃ ACH CA-AL m 16 de maio de 2013 Coordenador-eral de migração - ubstituto, no uso de suas atribuições, deferiu os seguintes pedidos de CACLA- : rocesso: mpresa: BL BA- L LA strangeiro: AV AK WALY assaporte: , rocesso: mpresa: C BA- ZL-VC L LA strangeiro: CK L BAHAW assaporte: , rocesso: mpresa: A AA AVACA LA strangeiro: LA AA L assaporte: B , rocesso: mpresa: BL BAL LA strangeiro: A JAY J assaporte: , rocesso: mpresa: L BAL A BA strangeiro: KZYZ - ALK assaporte: AC , rocesso: mpresa: BCH L A /A strangeiro: JY AX C KZ assaporte: , rocesso: mpresa: JLL A A- C BAL LA strangeiro: J L- A AA assaporte: , rocesso: mpresa: JA L BAL A- A LA. strangeiro: Zoran unjic assaporte: , rocesso: mpresa: BKAL BAL AA VC A LA. strangeiro: - Z A assaporte: , rocesso: mpresa: BKAL BAL AA- VC A LA. strangeiro: ABA L- CAA assaporte: , rocesso: mpresa: C VC H BAL LA. - strangeiro: K- assaporte: , strangeiro: W assaporte: Z , rocesso: mpresa: - L BAL A BA strangeiro: AQ LAA assaporte: XX , rocesso: mpresa: BKAL BAL AA- VC A LA. strangeiro: JÉ A- L ZAAA ALA assaporte: , rocesso: mpresa: L BAL A - BA strangeiro: VC BALA AA assaporte: B , rocesso: mpresa: BKAL BAL AA VC A LA. strangeiro: ALX LZ AB assaporte: , strangeiro: AL Z assaporte: , strangeiro: A CAAÑ ZALZ assaporte: , strangeiro: A CZ Z assaporte: , strangeiro: BA A BL assaporte: , rocesso: mpresa: L BAL A BA strangeiro: AV HAALA assaporte: , rocesso: mpresa: B BAL LA strangeiro: AL CACC assaporte: , rocesso: mpresa: C LA strangeiro: J L HA- Z-L A assaporte: B488799, rocesso: mpresa: YA BAL LA strangeiro: HH A assaporte: H , rocesso: mpresa: BAC J.. A.A. strangeiro: JA LY assaporte: , rocesso: mpresa: KA WK VC LA strangeiro: L A CCÇÃ ALV assaporte: H103028, rocesso: mpresa: CHA HA BAL VC A LA strangeiro: J L- CA VAL L AL assaporte: AAC571704, rocesso: mpresa: VC A LA. strangeiro: ZAL AJ AVAJA assaporte: BC873081, rocesso: mpresa: AB W- H L CC AC LA. strangeiro: HA CHA AHL assaporte: , rocesso: mpresa: K CA AC L- A. strangeiro: CHAL BALY HCH assaporte: , rocesso: mpresa: A ALY BAL ACAC VC LA. strangeiro: JLA CAV AB VLVCH assaporte: , rocesso: mpresa: CAC A LA strangeiro: JH CLL A assaporte: , rocesso: mpresa: Y - A ACA A /A strangeiro: LA AAL Z assaporte: , rocesso: mpresa: BKAL BAL AA- VC A LA. strangeiro: JHY BCA assaporte: 40CLJ92, rocesso: mpresa: AL A BALA BBA /A strangeiro: Bernardo Correia onçalves arques assaporte: J863804, rocesso: mpresa: Z BAL, A, CC, VC A- CAC LA. strangeiro: QZH YA assaporte: , rocesso: mpresa: AL LCC Y BAL - QA - VC A LA strangeiro: HL JHA VLCH assaporte: C7964K9L, rocesso: mpresa: A C Y BAL LA strangeiro: ALXA AAL ABAL Y assaporte: B858360, rocesso: mpresa: AL - CC LA strangeiro: HL AL A LÇ assaporte: L064417, rocesso: mpresa: A VC A VC A LA strangeiro: HA L WA assaporte: , rocesso: mpresa: LAC BAL LA strangeiro: JY K LL assaporte: , rocesso: mpresa: L L- CA BAL LA strangeiro: CAL A BAV AZA assaporte: , rocesso: mpresa: AK BAL VC CA A- LA strangeiro: JA A CKA assaporte: , rocesso: mpresa: A- AA AVACA A strangeiro: KZYZ LC- ZAWCZ assaporte: AV , rocesso: mpresa: AAA AVACA A strangeiro: ABBA JA AAHA assaporte: , rocesso: mpresa: AK - BAL VC CA A LA strangeiro: AK AHY ZLK assaporte: , rocesso: mpresa: VA L.A. strangeiro: J A A assaporte: 08AZ80523, rocesso: mpresa: BL BAL LA strangeiro: HY ALL HAY assaporte: , rocesso: mpresa: LC VC LA strangeiro: B Í ÍL assaporte: , rocesso: mpresa: - KA H LAA strangeiro: ALY J LA- assaporte: XX , rocesso: mpresa: C BAZL-VC L LA strangeiro: AW ACK BY assaporte: , rocesso: mpresa: C BAZL-VC L LA strangeiro: BJA HA C assaporte: , rocesso: mpresa: C BAZL-VC L LA strangeiro: JAHA LL assaporte: , rocesso: mpresa: C BAZL-VC L LA strangeiro: LAY WAY ALY assaporte: , rocesso: mpresa: C BAZL-VC L LA strangeiro: HA CAL AK J assaporte: , rocesso: mpresa: AK BAL V- C CA A LA strangeiro: LLY JA CWAL assaporte: , rocesso: mpresa: A C Y BAL LA strangeiro: JH KAL LA J assaporte: , rocesso: mpresa: - C BAL L A LA strangeiro: Y - H CK assaporte: , rocesso: mpresa: C BAL L A LA strangeiro: CÉC BA AQ assaporte: 08C21653, rocesso: mpresa: A- AA AVACA A strangeiro: LKAZ ACJ AK assaporte: A , rocesso: mpresa: BA 7 A BAL.A. strangeiro: J- L QLB ABAYA assaporte: XX , rocesso: mpresa: ACC LL BAL VC ACA LA. strangeiro: KH A- CK BY assaporte: , rocesso: mpresa: AAA AVACA A strangeiro: L- KAZ WLAYLAW KA assaporte: AJ , rocesso: mpresa: AAA AVACA A strangeiro: ALAA WLLA H assaporte: , rocesso: mpresa: AA- A AVACA A strangeiro: AZ LWCZ assaporte: AC , rocesso: mpresa: ACA BAL LA strangeiro: Bruce liffe assaporte: , rocesso: mpresa: AA- A AVACA A strangeiro: A BA JAA J assaporte: W1K086, rocesso: mpresa: L BAL A BA strangeiro: Jonad Barillo umaculub assaporte: B , rocesso: mpresa: BKAL BAL AA- VC A LA. strangeiro: ZA JLLA assaporte: , rocesso: mpresa: BAL CA - AC LA strangeiro: KAL AY HBCK assaporte: , rocesso: mpresa: BA H A A LA strangeiro: A- HY AK CA assaporte: , rocesso: mpresa: JLL A A- C BAL LA strangeiro: AVL KL assaporte: LV , rocesso: mpresa: - JLL A AC BAL LA strangeiro: CHAL ALXA LAAA assaporte: , rocesso: mpresa: L BAL A BA strangeiro: HAA JA- V ALK assaporte: AB , rocesso: mpresa: ACC LL BAL VC ACA LA. strangeiro: LL - CHAL JLK assaporte: , rocesso: mpresa: L BAL A - BA strangeiro: C QABA BALA assaporte: XX , rocesso: mpresa: ALA- XA AA LA strangeiro: JA A-ACA CA assaporte: B , rocesso: mpresa: BA H A A LA strangeiro: Y CALL assaporte: , roces- ocumento assinado digitalmente conforme n o -

190 º 94, sexta-feira, 17 de maio de 2013 so: mpresa: LC VC LA strangeiro: L CHH AK A- K assaporte: , rocesso: mpresa: JLL A AC BAL LA strangeiro: CA WLLA H assaporte: , rocesso: mpresa: BKAL BAL AA VC A LA. strangeiro: ALX LZ AB assaporte: , rocesso: mpresa: BKAL BAL AA- VC A LA. strangeiro: AL Z assaporte: , rocesso: mpresa: BKAL BAL AA- VC A LA. strangeiro: A CAAÑ ZALZ assaporte: , rocesso: mpresa: BKAL BAL AA- VC A LA. strangeiro: A CZ Z assaporte: , rocesso: mpresa: BKAL BAL AA- VC A LA. strangeiro: - BA A BL assaporte: , rocesso: mpresa: BA H A A LA strangeiro: A ALL WAH- assaporte: , rocesso: mpresa: JLL A AC BAL LA strangeiro: CA JH A assaporte: BA452991, rocesso: mpresa: BKAL BAL CCALZAÇÃ BA C AA VC A LA. strangeiro: J- LZ assaporte: , rocesso: mpresa: BKAL BAL AA- VC A LA. strangeiro: JA A- L AZ ZA assaporte: , rocesso: mpresa: A LY AVACA AA LA strangeiro: JY AA LY assaporte: B , rocesso: mpresa: ALA- XA AA LA strangeiro: HAL AL VLLA- assaporte: B , rocesso: mpresa: BA7 BAL VC LA strangeiro: A CHAL A assaporte: , rocesso: mpresa: BA7 BAL VC LA strangeiro: AHW JH B assaporte: , rocesso: mpresa: BA7 BAL VC LA strangeiro: V L AY assaporte: , rocesso: mpresa: JLL A AC BAL LA strangeiro: AHY A assaporte: , rocesso: mpresa: A BAL VC L LA. strangeiro: AA WLA KWKA assaporte: A , rocesso: mpresa: A BAL VC L LA. strangeiro: A KH assaporte: , rocesso: mpresa: AA- A AVACA A strangeiro: Z HA assaporte: A , rocesso: mpresa: YA- K L BAL LA strangeiro: YK assaporte: H , rocesso: mpresa: C BAL CLA BA LA. strangeiro: AC KLL AY assaporte: 05H93747, rocesso: mpresa: AV C C- ACA XACA LA strangeiro: K- A KHA assaporte: , rocesso: mpresa: JZ BAL /A. strangeiro: KK KAAZAWA assaporte: H , rocesso: mpresa: A AACA A- A A A strangeiro: A HAYA assaporte: Coordenador-eral de migração - ubstituto, no uso de suas atribuições, indeferiu os seguintes pedidos de autorização de trabalho: emporário - Com Contrato esolução ormativa, de 12/12/2012: rocesso: mpresa: LAC B- LA VA LA razo: 2 Ano(s) strangeiro: HA HA B assaporte: CJ49. emporário - em Contrato esolução ormativa, de 08/12/2004 (Artigo 6 ): rocesso: mpresa: CHJ BAL CC LA razo: 90 ia(s) strangeiro: H A K assaporte: Q , rocesso: mpresa: CA BLACA CC LA razo: 3 ês(es) strangeiro: ABAHA CA A- ÍZ assaporte: BB927973, rocesso: mpresa: CA BLACA CC LA razo: 3 ês(es) strangeiro: JA JÓ CA assaporte: AAC775407, rocesso: mpresa: CA BLACA C- C LA razo: 3 ês(es) strangeiro: VAL L- Z AÍZ assaporte: A825374, rocesso: mpresa: CA BLACA CC LA razo: 3 ês(es) strangeiro: ACA ALBAA assaporte: AA emporário - em Contrato esolução ormativa, de 10/10/2006: rocesso: mpresa: AA- A AVACA A razo: até 16/06/2013 strangeiro: AA B JA assaporte: emporário - em Contrato esolução ormativa, de 10/02/2009: rocesso: mpresa: LB C- C VAJA A VA L- A razo: ndeterminado strangeiro: ZJ L assaporte: , rocesso: mpresa: XA - ste documento pode ser verificado no endereço eletrônico pelo código ACA XACA LA razo: ndeterminado strangeiro: X assaporte: , rocesso: mpresa: LCKY CC BL- A LA razo: ndeterminado strangeiro: A X assaporte: , rocesso: mpresa: A- VA CC LA - razo: 3 Ano(s) strangeiro: W X assaporte: Coordenador-eral de migração - ubstituto, no uso de suas atribuições, deferiu os seguintes pedidos de autorização de trabalho,constantes do(s) ofício(s) ao nº 0267/2013 de 10/05/2013, 0268/2013 de 13/05/2013, 0269/2013 de 14/05/2013 e 0270/2013 de 15/05/2013, respectivamente: emporário - Com Contrato esolução ormativa, de 05/05/1997: rocesso: mpresa: VA AL ABC razo: 12 ês(es) strangeiro: A LVC assaporte: , rocesso: mpresa: VA AL ABC razo: 7 ês(es) strangeiro: CHAL KAA- A assaporte: A , rocesso: mpresa: VA AL ABC razo: 12 ês(es) strangeiro: HH KAWAB assaporte: K emporário - Com Contrato esolução ormativa, de 03/05/2007: rocesso: mpresa: ACACA - ACCABA AKW razo: 2 Ano(s) strangeiro: JH JA A assaporte: 652L8, rocesso: mpresa: ACACA ACCABA AKW razo: 2 Ano(s) strangeiro: ACHAL JAA ALA VA L assaporte: X5LC2. emporário - Com Contrato esolução ormativa, de 14/11/2012: rocesso: mpresa: C A- ZA J LC 2016 razo: 2 Ano(s) strangeiro: andro Volpato assaporte: AA emporário - Com Contrato esolução ormativa, de 12/12/2012: rocesso: mpresa: LA A- AA BLAA / LA razo: 2 Ano(s) strangeiro: A L LA VA assaporte: L736017, rocesso: mpresa: -ACA AQA LABA LA - razo: 2 Ano(s) strangeiro: AA L AL AZ AAA assaporte: , rocesso: mpresa: 90 A VAV LA. razo: 24 ês(es) strangeiro: nván José uñoz Berbel assaporte: B986812, rocesso: mpresa: CC A - L/C- C razo: 24 ês(es) strangeiro: AL A assaporte: , rocesso: mpresa: BAL CAL HAA LA razo: 2 Ano(s) strangeiro: assaporte: , rocesso: mpresa: L ALAL L- A razo: 2 Ano(s) strangeiro: L V VA CA- assaporte: , rocesso: mpresa: CA AJAB LA razo: 2 Ano(s) strangeiro: Bruno iguel ateus inheiro assaporte: L461538, rocesso: mpresa: HBA AA ACA L LA razo: 24 ês(es) strangeiro: HAH YZAWA assaporte: K , rocesso: mpresa: V. H BAL /A razo: 2 Ano(s) strangeiro: YZA KZA assaporte: AL , rocesso: mpresa: B VA LA razo: 2 Ano(s) strangeiro: CA A Z assaporte: , rocesso: mpresa: CA BAL A CC A razo: 2 Ano(s) strangeiro: J A Z LZ assaporte: AA508233, rocesso: mpresa: AL - CC L- A razo: 2 Ano(s) strangeiro: Bruno loi aria ereira assaporte: L240118, rocesso: mpresa: CAB CC LA razo: 2 Ano(s) strangeiro: JAQ A XA assaporte: , rocesso: mpresa: X WL ACAA ACA LA - razo: 24 ês(es) strangeiro: Armando íaz onzález assaporte: H457507, rocesso: mpresa: B CA C- A LA razo: 2 Ano(s) strangeiro: ACC CHAA- LA A AC assaporte: L573996, rocesso: mpresa: CC BAL LA razo: 2 Ano(s) strangeiro: CLA AC JACQ CHQA assaporte: , rocesso: mpresa: AL C BAL LA razo: 2 Ano(s) strangeiro: erry Joseph oviak assaporte: , rocesso: mpresa: LH ALXA A- LA A - razo: 2 Ano(s) strangeiro: B AC A A CHA assaporte: , rocesso: mpresa: BLB BAL C- C VC LA razo: 2 Ano(s) strangeiro: AA LZABH assaporte: , rocesso: mpresa: A BAL A- V LA razo: 24 ês(es) strangeiro: YHYK YZAWA assaporte: K , rocesso: mpresa: A BAL AV LA razo: 24 ês(es) strangeiro: HAH KA assaporte: Z , rocesso: mpresa: A BAL A- V LA razo: 24 ês(es) strangeiro: AKA YA- AZAK assaporte: K , rocesso: mpresa: A BAL AV LA razo: 24 ês(es) strangeiro: YKH AWAA assaporte: H , rocesso: mpresa: AL BAL L A LA razo: 2 Ano(s) strangeiro: Y - LA assaporte: , rocesso: mpresa: VV.A. razo: 2 Ano(s) strangeiro: L A BLAC AZ-AYALA assaporte: AA546892, rocesso: mpresa: ZA CZ /A razo: 2 Ano(s) strangeiro: CAL YA AZ ABLL assaporte: C551139, rocesso: mpresa: - LA razo: 2 Ano(s) strangeiro: avid aul Crowe assaporte: , rocesso: mpresa: LA- B BAL LA. razo: 24 ês(es) strangeiro: JY AL LL assaporte: , rocesso: mpresa: CA BAL V- C L LA razo: 2 Ano(s) strangeiro: CH- H LLY assaporte: , rocesso: mpresa: ZCH A BAL -.A. razo: 2 Ano(s) strangeiro: aul ariñosa Lopez assaporte: AAC463267, rocesso: mpresa: CZA VC CLA WA BAL /A razo: 2 Ano(s) strangeiro: ohammad hameem haikh assaporte: Z , rocesso: mpresa: LA BAL A CA LA. razo: 2 Ano(s) strangeiro: XAB Ñ AZA assaporte: BA399848, rocesso: mpresa: - -C BAL AV LA razo: 2 Ano(s) strangeiro: Laurent rank Barria assaporte: 13A29111, rocesso: mpresa: CA CLA C AV /A razo: 2 Ano(s) strangeiro: A L assaporte: YA , rocesso: mpresa: A BAL A- V LA razo: 24 ês(es) strangeiro: ALB ACA ÑZ assaporte: , rocesso: mpresa: A BAL AV LA razo: 24 ês(es) strangeiro: HH YHA assaporte: K , rocesso: mpresa: JA - C LA razo: 2 Ano(s) strangeiro: K L assaporte: , rocesso: mpresa: BAK ACA LL LYCH BAC LL.A. razo: 2 Ano(s) strangeiro: A C assaporte: , rocesso: mpresa: BAV - V C /A razo: 2 Ano(s) strangeiro: CAAA CAVALH AA AVA assaporte: L580511, rocesso: mpresa: L Y C BAL.A. razo: 2 Ano(s) strangeiro: A A assaporte: 12CY69655, rocesso: mpresa: LLK BAL C- C XL ACA QC LA razo: 2 Ano(s) strangeiro: ichael Joseph iemer assaporte: , rocesso: mpresa: A- CACA CLA AAA A AL razo: 2 Ano(s) strangeiro: VAC AH BJL assaporte: BA806884, rocesso: mpresa: ACACA CLA AAA A AL razo: 2 Ano(s) strangeiro: AA VAA B assaporte: , rocesso: mpresa: A BAL A- V LA razo: 24 ês(es) strangeiro: HH A- KAWA assaporte: K , rocesso: mpresa: A BAL AV LA razo: 24 ês(es) strangeiro: HCH CH assaporte: K , rocesso: mpresa: ACA- CA CLA AAA A AL razo: 2 Ano(s) strangeiro: CA ACK AA assaporte: , rocesso: mpresa: ACACA CLA AAA A AL razo: 2 Ano(s) strangeiro: KV JA AYK assaporte: BA742935, rocesso: mpresa: ACACA CLA AA- A A AL razo: 2 Ano(s) strangeiro: LVA A LA assaporte: , rocesso: mpresa: CH BAL - HAA, ALAC A A LA. razo: 2 Ano(s) strangeiro: C- C ACCH assaporte: YA , rocesso: mpresa: CA-CVA CC- C.A. BAL razo: 2 Ano(s) strangeiro: ACC JAV CA A assaporte: A611780, rocesso: mpresa: A ACACA A CLA - AC CBA razo: 2 Ano(s) strangeiro: ark Louis angual assaporte: , rocesso: mpresa: BAL XL A LA razo: 2 Ano(s) strangeiro: BY assaporte: , rocesso: mpresa: A- A L CC VLV- WA LA razo: 2 Ano(s) strangeiro: JAQ HLA HLA assaporte: AA158823, rocesso: mpresa: B A /A razo: 2 Ano(s) strangeiro: VAC L A CA assaporte: L193627, rocesso: mpresa: CAHA BLA LA razo: 2 Ano(s) strangeiro: AA AÁ CA L- assaporte: L195231, rocesso: mpresa: HACH A CCA BAL LA razo: 2 Ano(s) strangeiro: AAAK HJ assaporte: K , rocesso: mpresa: A BAL A- V LA razo: 24 ês(es) strangeiro: YH JA assaporte: H , rocesso: mpresa: A BAL AV LA razo: 24 ês(es) strangeiro: KAHA AKA assaporte: K , rocesso: mpresa: AA C- HAL LA razo: 2 Ano(s) strangeiro: CH assaporte: , rocesso: mpresa: - B A /A razo: 2 Ano(s) strangeiro: ALXA A LVA assaporte: L643579, rocesso: ocumento assinado digitalmente conforme n o -

191 º 94, sexta-feira, 17 de maio de mpresa: CH LA ACA LA razo: 2 Ano(s) strangeiro: ABZ WAL A L assaporte: AA , rocesso: mpresa: VV.A. razo: 2 Ano(s) strangeiro: L A Z assaporte: AA478261, rocesso: mpresa: & C. (BAL).A. razo: 2 Ano(s) strangeiro: AK AKAWA assaporte: H , rocesso: mpresa: VCLA CAA A LA razo: 2 Ano(s) strangeiro: J L L BA- V assaporte: L481588, rocesso: mpresa: & C. (BAL).A. razo: 2 Ano(s) strangeiro: YA KJA assaporte: K , rocesso: mpresa: LHK LA A- LA LA - razo: 2 Ano(s) strangeiro: AA JA KA assaporte: , rocesso: mpresa: KA V LA. razo: 2 Ano(s) strangeiro: ALH W AV J assaporte: , rocesso: mpresa: & C. (BAL).A. razo: 2 Ano(s) strangeiro: KCH K assaporte: H , rocesso: mpresa: HAW VC BAL LA. razo: 2 Ano(s) strangeiro: HA CH assaporte: , rocesso: mpresa: VA BCCA A razo: 2 Ano(s) strangeiro: HC B VJ assaporte: AAC528234, rocesso: mpresa: HAW BAL LC- CAC LA razo: 2 Ano(s) strangeiro: XA Y assaporte: , rocesso: mpresa: HAW BAL LCCAC LA razo: 2 Ano(s) strangeiro: Q assaporte: , rocesso: mpresa: VX HAA /A razo: 2 Ano(s) strangeiro: LA B CÂ - BÃ assaporte: , rocesso: mpresa: & C. (BAL).A. razo: 2 Ano(s) strangeiro: KK HAH assaporte: H , rocesso: mpresa: W + KY BAL CCACA LA. razo: 2 Ano(s) strangeiro: ACK A ALA assaporte: , rocesso: mpresa: HALLB VC LA razo: 2 Ano(s) strangeiro: J JAV B CAAA assaporte: , rocesso: mpresa: AL- LAC VC L BAL VC - ACA LA. razo: 2 Ano(s) strangeiro: Jerome ius assaporte: 13AK95035, rocesso: mpresa: C BAL LA razo: 2 Ano(s) strangeiro: CA A- A CAA assaporte: YA , rocesso: mpresa: CKY & CAY, C. BAL CLA LA. razo: 2 Ano(s) strangeiro: Jochen ainer Josef chmieg assaporte: C9034WV, rocesso: mpresa: CA CLA C- AV /A razo: 2 Ano(s) strangeiro: A- AC CACA assaporte: YA , rocesso: mpresa: CA CLA C- AV /A razo: 2 Ano(s) strangeiro: A- L AA assaporte: AA , rocesso: mpresa: K AL A CHLY BAL LA razo: 2 Ano(s) strangeiro: HA CH assaporte: , rocesso: mpresa: CA CLA C AV /A razo: 2 Ano(s) strangeiro: AL CLA assaporte: YA , rocesso: mpresa: L'AL BAL C- CAL CC LA razo: 2 Ano(s) strangeiro: LKA assaporte: C772524, rocesso: mpresa: BAK HH BAL LA razo: 2 Ano(s) strangeiro: L A A assaporte: , rocesso: mpresa: CKY & CAY, C. BAL CLA LA. razo: 2 Ano(s) strangeiro: AA VLA CLLA assaporte: AA399080, rocesso: mpresa: VA C- LA AAL /A razo: 2 Ano(s) strangeiro: eepanker ua assaporte: Z , rocesso: mpresa: VV.A. razo: 2 Ano(s) strangeiro: J CLA Z AK assaporte: BC758060, rocesso: mpresa: AL A LA. razo: 2 Ano(s) strangeiro: XAV JH assaporte: 06AX35208, rocesso: mpresa: BW BAL LA razo: 2 Ano(s) strangeiro: AK CH H assaporte: CH1HVHX, rocesso: mpresa: VV.A. razo: 2 Ano(s) strangeiro: J A ACA ACA assaporte: AA551622, rocesso: mpresa: VV.A. razo: 2 Ano(s) strangeiro: ALA VAL assaporte: AAA561458, rocesso: mpresa: & C. (BAL).A. razo: 2 Ano(s) strangeiro: H A assaporte: H , rocesso: mpresa: BW BAL LA razo: 2 Ano(s) strangeiro: AC CHA ACH assaporte: CH1HCK0H5, rocesso: mpresa: A A LA razo: 2 Ano(s) strangeiro: AA JÃ CAV A VA- A assaporte: J812097, rocesso: mpresa: V..BAL A - razo: 2 Ano(s) strangeiro: YXA Z assaporte: , rocesso: mpresa: X BAL C- CAL LA razo: 2 Ano(s) strangeiro: LA É- ÉC LAVALAY assaporte: 11AA33202, rocesso: mpresa: W BAL CLA LA razo: 2 Ano(s) strangeiro: Jaspreet ingh Kapoor assaporte: , rocesso: mpresa: W BAL CLA LA razo: 2 Ano(s) strangeiro: Yesasvi Bodduluri assaporte: emporário - em Contrato esolução ormativa, de 08/12/2004: XLA AA A A AC ste documento pode ser verificado no endereço eletrônico pelo código rocesso: mpresa: BBA AA BAL LA razo: 1 Ano(s) strangeiro: HC ALB BAÑZ L assaporte: AA328448, rocesso: mpresa: CAHA - CA AC razo: 1 Ano(s) strangeiro: in Wu assaporte: , rocesso: mpresa: CAHA CA AC razo: 1 Ano(s) strangeiro: H- assaporte: , rocesso: mpresa: C BAL HA- A CC LA razo: 1 Ano(s) strangeiro: LA- C A CAALAA assaporte: AA132394, rocesso: mpresa: C BAL - HAA CC LA razo: 1 Ano(s) strangeiro: Q ÁCHZ ÁCHZ assaporte: AA654984, rocesso: mpresa: C BAL - HAA CC LA razo: 1 Ano(s) strangeiro: José Conesa arcía assaporte: AA724094, rocesso: mpresa: LL-YC BAL LA. razo: 1 Ano(s) strangeiro: HL assaporte: , rocesso: mpresa: VACC CCA CVL ALZAA LA - razo: 1 Ano(s) strangeiro: JÉ Q CA LZ assaporte: AA398788, rocesso: mpresa: K H LA razo: 1 Ano(s) strangeiro: AA AL BA assaporte: A , rocesso: mpresa: VXL A LA razo: 1 Ano(s) strangeiro: A BAL assaporte: , rocesso: mpresa: VXL - A LA razo: 1 Ano(s) strangeiro: CAB A assaporte: J , rocesso: mpresa: CAHA AA XL ABC - C- razo: 1 Ano(s) strangeiro: J assaporte: , rocesso: mpresa: CAHA AA XL ABC - C razo: 1 Ano(s) strangeiro: LKAZ ZBW ZLK assaporte: A , rocesso: mpresa: CA- HA AA XL ABC - C razo: 1 Ano(s) strangeiro: AAV AH assaporte: H , rocesso: mpresa: CAHA A- A XL ABC - C razo: 1 Ano(s) strangeiro: ZK assaporte: C52YH, rocesso: mpresa: CC WLYA - HAA.A. razo: 1 Ano(s) strangeiro: JH JA LZ BAQ assaporte: W900315, rocesso: mpresa: LAC BAL LA razo: 1 Ano(s) strangeiro: ABL LLV assaporte: AA480984, rocesso: mpresa: LAC BAL LA razo: 1 Ano(s) strangeiro: JY K LL assaporte: , rocesso: mpresa: C - VC L BAL LA razo: 1 Ano(s) strangeiro: AA YAA assaporte: , rocesso: mpresa: C VC - L BAL LA razo: 1 Ano(s) strangeiro: YHAKA ZHA assaporte: Z , rocesso: mpresa: C VC - L BAL LA razo: 1 Ano(s) strangeiro: K K- A assaporte: H , rocesso: mpresa: C VC L BAL LA razo: 1 Ano(s) strangeiro: H KAH assaporte: Z , rocesso: mpresa: C VC L BAL LA razo: 1 Ano(s) strangeiro: HZ assaporte: H , rocesso: mpresa: C VC - L BAL LA razo: 1 Ano(s) strangeiro: YKCH A assaporte: Z , rocesso: mpresa: C VC L BAL LA razo: 1 Ano(s) strangeiro: KCH AYA assaporte: H , rocesso: mpresa: C BAL HAA CC LA razo: 1 Ano(s) strangeiro: ALJA CAL ZALZ assaporte: AA005422, rocesso: mpresa: C BAL HAA CC LA razo: 1 Ano(s) strangeiro: AV AZ X assaporte: AA903717, rocesso: mpresa: C BAL - HAA CC LA razo: 1 Ano(s) strangeiro: ACC LZ A assaporte: AA439311, rocesso: mpresa: C BAL HA- A CC LA razo: 1 Ano(s) strangeiro: L ACA AZ assaporte: BA087778, rocesso: mpresa: C BAL HA- A CC LA razo: 1 Ano(s) strangeiro: JÉ L A assaporte: H453724, rocesso: mpresa: A LAK & CK BAL LA. razo: 1 Ano(s) strangeiro: L WA AZ assaporte: , rocesso: mpresa: CAHA AA XL AB- C - C razo: 1 Ano(s) strangeiro: C A assaporte: C8V6LV, rocesso: mpresa: CAHA AA XL ABC - C- razo: 1 Ano(s) strangeiro: Chistian Weber assaporte: , rocesso: mpresa: CAHA AA XL ABC - C razo: 1 Ano(s) strangeiro: CHA AK assaporte: , rocesso: mpresa: CAHA A- A XL ABC - C razo: 1 Ano(s) strangeiro: Chistian Weber assaporte: , rocesso: mpresa: A BAL LA razo: 1 Ano(s) strangeiro: AL CHA assaporte: C45X9W33, rocesso: mpresa: BAL CBAA CBA LA razo: 1 Ano(s) strangeiro: L A LVA BAA A assaporte: , rocesso: mpresa: A /A A ACA AL A A razo: 6 ês(es) strangeiro: iego iguero ómez assaporte: AA115953, rocesso: mpresa: A /A A ACA AL A A razo: 6 ês(es) strangeiro: Hernan Alberto ozo assaporte: , rocesso: mpresa: A /A A A- CA AL A A razo: 6 ês(es) strangeiro: ACC JAV Z B assaporte: AA058074, rocesso: mpresa: A /A A ACA AL A A razo: 6 ês(es) strangeiro: srael Herranz Hernández assaporte: AA994606, rocesso: mpresa: A /A A ACA AL A A razo: 6 ês(es) strangeiro: José iguel Carro ánchez assaporte: AA711227, rocesso: mpresa: A /A A ACA AL A A razo: 6 ês(es) strangeiro: iguel Continente ontes assaporte: AA994469, rocesso: mpresa: A /A A ACA AL A A razo: 6 ês(es) strangeiro: Juan Vicente orales antiago assaporte: AA147206, rocesso: mpresa: A- BAL - VAC.A. razo: 12 ês(es) strangeiro: AA BJ assaporte: X606B86, rocesso: mpresa: A BAL - VAC-.A. razo: 12 ês(es) strangeiro: WLHL V- A assaporte: Y1J4K1, rocesso: mpresa: Y VC - VC - L BAL LA. razo: 1 Ano(s) strangeiro: JHA WAY BLLW assaporte: , rocesso: mpresa: Y VC - VC L BAL LA. razo: 1 Ano(s) strangeiro: AY AHY W J assaporte: , rocesso: mpresa: L'AL BAL C- CAL CC LA razo: 1 Ano(s) strangeiro: ALXA LC B assaporte: , rocesso: mpresa: BAK HH BAL LA razo: 1 Ano(s) strangeiro: A- AZ BAH AY H HLY A assaporte: A , rocesso: mpresa: CA BAL LA razo: 1 Ano(s) strangeiro: AK JH W assaporte: , rocesso: mpresa: CA BAL LA razo: 1 Ano(s) strangeiro: J A CZ assaporte: , rocesso: mpresa: CAHA CA AC razo: 1 Ano(s) strangeiro: AJ LA assaporte: , rocesso: mpresa: A L- HA AA /A. razo: 1 Ano(s) strangeiro: AC LA- CHA-BJA assaporte: , rocesso: mpresa: A LHA AA /A. razo: 1 Ano(s) strangeiro: ALH W assaporte: C3034KL4, rocesso: mpresa: LX J ALAC LA razo: 1 Ano(s) strangeiro: A- Z Z assaporte: AB731846, rocesso: mpresa: AL LCC Y BAL - QA VC A L- A razo: 1 Ano(s) strangeiro: AKAH HAA assaporte: , rocesso: mpresa: BAL LA razo: 1 Ano(s) strangeiro: JA- Q AL B A assaporte: , rocesso: mpresa: BAL LA razo: 1 Ano(s) strangeiro: AA ACA A AAA assaporte: , rocesso: mpresa: CAHA CA AC razo: até 11/01/2014 strangeiro: Zhaojun Xi assaporte: , rocesso: mpresa: CAHA CA AC razo: 1 Ano(s) strangeiro: LQ CH assaporte: , rocesso: mpresa: C- AHA CA AC razo: 1 Ano(s) strangeiro: JA assaporte: , rocesso: mpresa: CAHA CA A- C razo: 1 Ano(s) strangeiro: HA assaporte: , rocesso: mpresa: CAHA CA AC razo: 1 Ano(s) strangeiro: YA H assaporte: , rocesso: mpresa: B H BAL LA. razo: 1 Ano(s) strangeiro: ACAL KL assaporte: 10C41145, rocesso: mpresa: AK A LCACA A LA razo: 1 Ano(s) strangeiro: KV WL- LA AK assaporte: , rocesso: mpresa: Y BAL - CL- A CC A LA razo: 1 Ano(s) strangeiro: YAYH JA assaporte: Z , rocesso: mpresa: A C Y BAL LA razo: 1 Ano(s) strangeiro: CAL J A J assaporte: , rocesso: mpresa: CAHA CA AC razo: 1 Ano(s) strangeiro: Q Q assaporte: , rocesso: mpresa: CAHA CA A- C razo: 1 Ano(s) strangeiro: W assaporte: , rocesso: mpresa: CAHA CA AC razo: 1 Ano(s) strangeiro: H WA assaporte: , rocesso: mpresa: CAHA CA AC razo: 1 Ano(s) strangeiro: J WA assaporte: , rocesso: mpresa: CAHA CA A- C razo: 1 Ano(s) strangeiro: YAX YA assaporte: , rocesso: mpresa: CAHA CA AC razo: 1 Ano(s) strangeiro: Y- CH ZHA assaporte: , rocesso: ocumento assinado digitalmente conforme n o -

192 º 94, sexta-feira, 17 de maio de mpresa: -C BAL AV LA razo: 1 Ano(s) strangeiro: Yves mile artinage assaporte: 05VK05785, rocesso: mpresa: BA 7 A BAL.A. razo: 1 Ano(s) strangeiro: AHY B assaporte: , rocesso: mpresa: H AB- CACA A CA BAL.A. razo: 1 Ano(s) strangeiro: CHLH Y assaporte: , rocesso: mpresa: H ABCACA A - CA BAL.A. razo: 1 Ano(s) strangeiro: CH J assaporte: , rocesso: mpresa: H ABCACA A CA BAL.A. razo: 1 Ano(s) strangeiro: HKY AK assaporte: , rocesso: mpresa: H ABCACA A- CA BAL.A. razo: 1 Ano(s) strangeiro: HK J assaporte: , rocesso: mpresa: H ABCACA A CA BAL.A. razo: 1 Ano(s) strangeiro: H K assaporte: , rocesso: mpresa: H ABCACA A- CA BAL.A. razo: 1 Ano(s) strangeiro: JAK L assaporte: , rocesso: mpresa: H ABCACA A CA BAL.A. razo: 1 Ano(s) strangeiro: J assaporte: , rocesso: mpresa: H ABCACA A- CA BAL.A. razo: 1 Ano(s) strangeiro: JH K assaporte: , rocesso: mpresa: H ABCACA A CA BAL.A. razo: 1 Ano(s) strangeiro: J H assaporte: , rocesso: mpresa: H ABCACA A CA BAL.A. razo: 1 Ano(s) strangeiro: KA KL assaporte: , rocesso: mpresa: H ABCACA A CA BAL.A. razo: 1 Ano(s) strangeiro: KYY H assaporte: , rocesso: mpresa: H AB- CACA A CA BAL.A. razo: 1 Ano(s) strangeiro: H K assaporte: , rocesso: mpresa: H ABCACA A - CA BAL.A. razo: 1 Ano(s) strangeiro: J A assaporte: , rocesso: mpresa: H ABCACA A CA BAL.A. razo: 1 Ano(s) strangeiro: Y assaporte: , rocesso: mpresa: H ABCACA A - CA BAL.A. razo: 1 Ano(s) strangeiro: Y H CH assaporte: , rocesso: mpresa: H ABCACA A CA BAL.A. razo: 1 Ano(s) strangeiro: HKY KA assaporte: , rocesso: mpresa: LL-YC BAL LA. razo: 1 Ano(s) strangeiro: HK assaporte: , rocesso: mpresa: L- A razo: 1 Ano(s) strangeiro: HA HB W HABAK assaporte: CVXK4, rocesso: mpresa: A L & B BAL LA. razo: 1 Ano(s) strangeiro: LL L- assaporte: , rocesso: mpresa: YA BAL LA razo: 1 Ano(s) strangeiro: H- KAZ K assaporte: H , rocesso: mpresa: YA BAL LA razo: 1 Ano(s) strangeiro: AKAH ZK assaporte: K , rocesso: mpresa: YA BAL L- A razo: 1 Ano(s) strangeiro: H AAKA assaporte: K , rocesso: mpresa: YA BAL LA razo: 1 Ano(s) strangeiro: KAYA ABA assaporte: K , rocesso: mpresa: YA BAL LA razo: 1 Ano(s) strangeiro: A- KA assaporte: K , rocesso: mpresa: YA BAL - BACHA LA razo: 1 Ano(s) strangeiro: H ZHA assaporte: , rocesso: mpresa: YA BAL BACHA LA razo: 1 Ano(s) strangeiro: XA L assaporte: , rocesso: mpresa: YA BAL LA razo: 180 ia(s) strangeiro: KCH AKA- AWA assaporte: , rocesso: mpresa: YA BAL LA razo: 180 ia(s) strangeiro: HH KBA assaporte: H , rocesso: mpresa: YA BAL LA razo: 180 ia(s) strangeiro: AKAH assaporte: H , rocesso: mpresa: YA BAL LA razo: 180 ia(s) strangeiro: AAKAWA assaporte: H , rocesso: mpresa: YA BAL LA razo: 180 ia(s) strangeiro: YA AYAA assaporte: H , rocesso: mpresa: YA BAL LA razo: 180 ia(s) strangeiro: H- AAKA assaporte: K , rocesso: mpresa: YA BAL LA razo: 180 ia(s) strangeiro: AKA HKA assaporte: , rocesso: mpresa: YA BAL LA razo: 180 ia(s) strangeiro: YAH YH- KA assaporte: H , rocesso: mpresa: YA BAL LA razo: 180 ia(s) strangeiro: HAK YAACH assaporte: H , rocesso: mpresa: YA BAL LA razo: 180 ia(s) strangeiro: ZA assaporte: , rocesso: mpresa: CHV BAL L LA razo: 1 Ano(s) strangeiro: AZ ZYA assaporte: A , rocesso: mpresa: A - A A /A razo: 1 Ano(s) strangeiro: AKAZ JACK BAA assaporte: A , rocesso: mpresa: AW B HAA LA razo: 1 Ano(s) strangeiro: L CCALZAÇÃ BA C ste documento pode ser verificado no endereço eletrônico pelo código WLLA CHAL BL assaporte: , rocesso: mpresa: LCA CC CC ACAC /A razo: até 24/12/2013 strangeiro: WL C AAA Q assaporte: , rocesso: mpresa: CHY BAL ACA, ABCACA BCA VCL LA. razo: 1 Ano(s) strangeiro: CH YA assaporte: , rocesso: mpresa: CH- V BAL L LA razo: 1 Ano(s) strangeiro: A BACC assaporte: , rocesso: mpresa: LL LA. razo: 1 Ano(s) strangeiro: L A BALA assaporte: AA , rocesso: mpresa: AL LCC BAL LA razo: 1 Ano(s) strangeiro: Lorenzo Becucci assaporte: YA , rocesso: mpresa: -C BAL AV LA razo: 1 Ano(s) strangeiro: erard Jean- arie Carteron assaporte: 11CL97748, rocesso: mpresa: C CHLY BAL CLA A ACA LA razo: 1 Ano(s) strangeiro: icolas lario Loïc Landier assaporte: 07AB75245, rocesso: mpresa: C CH- LY BAL CLA A - ACA LA razo: 1 Ano(s) strangeiro: athieu Jacques espriee assaporte: , rocesso: mpresa: YA BAL BACHA LA razo: 1 Ano(s) strangeiro: C WA ACKA assaporte: , rocesso: mpresa: - YA BAL BACHA LA razo: 1 Ano(s) strangeiro: BAY CYA KH assaporte: , rocesso: mpresa: A- H ACA LA razo: 1 Ano(s) strangeiro: LA J L assaporte: , rocesso: mpresa: AA CLACY VC BAL LA razo: 365 ia(s) strangeiro: opal Krishan axena assaporte: H , rocesso: mpresa: LL LA. razo: 1 Ano(s) strangeiro: L- Z LC assaporte: , rocesso: mpresa: HKCH BAL AQA QA LA. razo: 1 Ano(s) strangeiro: AHA assaporte: C95Y3H7, rocesso: mpresa: BA7 BAL VC LA razo: 1 Ano(s) strangeiro: JA C ALY- L assaporte: , rocesso: mpresa: HYA BAL AA A- V LA razo: 1 Ano(s) strangeiro: WA CH assaporte: , rocesso: mpresa: HYA BAL AA AV LA razo: 1 Ano(s) strangeiro: KY L assaporte: , rocesso: mpresa: H L- CA BAL LA razo: 1 Ano(s) strangeiro: LL A VLLA assaporte: AA453980, rocesso: mpresa: ACL BAL A LA razo: 1 Ano(s) strangeiro: KAHK HVAA A- KAH assaporte: H , rocesso: mpresa: H LCA BAL LA razo: 1 Ano(s) strangeiro: J AA AZ AAL assaporte: AA598592, rocesso: mpresa: HALLB- VC LA razo: 1 Ano(s) strangeiro: BJA WA assaporte: , rocesso: mpresa: - VC CC L- A. razo: 1 Ano(s) strangeiro: HL AL VAL - assaporte: , rocesso: mpresa: - VC CC LA. razo: 1 Ano(s) strangeiro: JÉ L HZ ÁLVAZ assaporte: , rocesso: mpresa: H LCA BA- L LA razo: 1 Ano(s) strangeiro: A LL AA- C assaporte: B614974, rocesso: mpresa: ACA AV BAL LA razo: 1 Ano(s) strangeiro: João Carlos Aldegalega imões icaro assaporte: H453109, rocesso: mpresa: A- A A CLAA razo: 1 Ano(s) strangeiro: Jun hen assaporte: , rocesso: mpresa: AA A CLAA razo: 1 Ano(s) strangeiro: ongyi Jiang assaporte: , rocesso: mpresa: HBC WA VL (BAL) - - ACA VC CLC LA. razo: 1 Ano(s) strangeiro: JH AVA A assaporte: , rocesso: mpresa: YA BAL BACHA LA razo: 1 Ano(s) strangeiro: B KC assaporte: , rocesso: mpresa: YA BAL - BACHA LA razo: 1 Ano(s) strangeiro: VA BALVC assaporte: , rocesso: mpresa: HALLB VC LA razo: 1 Ano(s) strangeiro: VC A HAZ Y VLLAVA assaporte: , rocesso: mpresa: BAK HH BAL L- A razo: 1 Ano(s) strangeiro: BYA A BH assaporte: , rocesso: mpresa: - A VC HAA LA razo: 1 Ano(s) strangeiro: L CAL CA A assaporte: , rocesso: mpresa: BCH Y BAL VC L LA razo: 1 Ano(s) strangeiro: A CHAL H assaporte: , rocesso: mpresa: CCAA A AC ALH.A. razo: 1 Ano(s) strangeiro: JAKB JHA L assaporte: A , rocesso: mpresa: CC- AA A AC ALH.A. razo: 1 Ano(s) strangeiro: BALKHA AJW LAJ assaporte: A , rocesso: mpresa: B Y BAL LA razo: 1 Ano(s) strangeiro: - LA AL assaporte: , rocesso: mpresa: B Y BAL LA razo: 1 Ano(s) strangeiro: CAC AC B assaporte: , rocesso: mpresa: & C LCC BAL LAA razo: 1 Ano(s) strangeiro: William James King assaporte: emporário - em Contrato esolução ormativa, de 08/12/2004 (Artigo 6 ): rocesso: mpresa: BCH X- H LA razo: 90 ia(s) strangeiro: AL L CA- BAL HÁZ assaporte: , rocesso: mpresa: CAHA BALA V- LA - CBV razo: 3 ês(es) strangeiro: ABL AA assaporte: YA , rocesso: mpresa: AK BAL LA razo: 90 ia(s) strangeiro: JHA AL Y assaporte: , rocesso: mpresa: A BAL C- A A J LA razo: 90 ia(s) strangeiro: HY- K assaporte: , rocesso: mpresa: A BAL C- A A J LA razo: 90 ia(s) strangeiro: KWAK H assaporte: , rocesso: mpresa: A BAL C- A A J LA razo: 90 ia(s) strangeiro: -Y YA assaporte: , rocesso: mpresa: K BAL LA. razo: 90 ia(s) strangeiro: A AW assaporte: , rocesso: mpresa: C- AHA BALA V LA - CBV razo: 3 ês(es) strangeiro: imitri artial Auvigne assaporte: 08CY28600, rocesso: mpresa: BB BAL LA. razo: 90 ia(s) strangeiro: Yoshinobu Kurosawa assaporte: K , rocesso: mpresa: CAHA BALA V- LA - CBV razo: 3 ês(es) strangeiro: idier ivière assaporte: 04HC27921, rocesso: mpresa: CAHA BALA V LA - CBV razo: 3 ês(es) strangeiro: ichel obert Henri ellier assaporte: 13A05573, rocesso: mpresa: CYAK BAL LA razo: 90 ia(s) strangeiro: W WLLA BW assaporte: , rocesso: mpresa: A CA A A /A. A razo: 90 ia(s) strangeiro: W H assaporte: , rocesso: mpresa: A- YA VC ACA LA. razo: 90 ia(s) strangeiro: AWAA A BALLA assaporte: , rocesso: mpresa: CA BH BAL LA - razo: 90 ia(s) strangeiro: CA AÉ YA CAAVA assaporte: , rocesso: mpresa: A CA - A A /A. A razo: 90 ia(s) strangeiro: HB HL assaporte: C7190CZ, rocesso: mpresa: A CA - A A /A. A razo: 90 ia(s) strangeiro: A- L BA assaporte: , rocesso: mpresa: A CA - A A /A. A razo: 90 ia(s) strangeiro: KLA LCH K assaporte: , rocesso: mpresa: VA QA A LA razo: 90 ia(s) strangeiro: leksiy yabinin assaporte: , rocesso: mpresa: CAHA BALA V LA - CBV razo: 3 ês(es) strangeiro: iccardo Baronti assaporte: YA411579, rocesso: mpresa: AL BA- L LA razo: 90 ia(s) strangeiro: AK assaporte: , rocesso: mpresa: A CA A A /A. A razo: 90 ia(s) strangeiro: JHA HLL assaporte: , rocesso: mpresa: A - C Y BAL LA razo: 90 ia(s) strangeiro: A JHY AK assaporte: , rocesso: mpresa: AYA VC - ACA LA. razo: 90 ia(s) strangeiro: AH K- A BY assaporte: , rocesso: mpresa: AYA VC ACA LA. razo: 90 ia(s) strangeiro: AH KHAJA HAK A assaporte: , rocesso: mpresa: AYA VC ACA LA. razo: 90 ia(s) strangeiro: LLAVHA HKAA assaporte: , rocesso: mpresa: CBBLC BAL LA razo: 90 ia(s) strangeiro: AC WLHL- CL J assaporte: WCBJK19, rocesso: mpresa: HYK AL L LA razo: 90 ia(s) strangeiro: AAL A- C A AAZ assaporte: , rocesso: mpresa: C BAL.A. razo: 90 ia(s) strangeiro: aniele Valt assaporte: YA , rocesso: mpresa: AYA VC - ACA LA. razo: 90 ia(s) strangeiro: YA A- AYAA Y AJ A assaporte: , rocesso: mpresa: C BAL.A. razo: 90 ia(s) strangeiro: avide Cascini assaporte: YA , rocesso: mpresa: C BAL.A. razo: 90 ia(s) strangeiro: nzo abacchi assaporte: AA , rocesso: mpresa: CB- BLC BAL LA razo: 90 ia(s) strangeiro: HB HA assaporte: XB1H170, rocesso: ocumento assinado digitalmente conforme n o -

193 º 94, sexta-feira, 17 de maio de mpresa: C BAL.A. razo: 90 ia(s) strangeiro: Lorenzo allanza assaporte: C , rocesso: mpresa: CAHA - CA AC razo: 90 ia(s) strangeiro: CHAL W- Z assaporte: , rocesso: mpresa: VALLC & B BAL LA razo: 90 ia(s) strangeiro: BJ ALL HA assaporte: , rocesso: mpresa: AYA - VC ACA LA. razo: 90 ia(s) strangeiro: AAHA KAHVL assaporte: K , rocesso: mpresa: CAHA CA A- C razo: 90 ia(s) strangeiro: AZJ dipl. - ng A- JK assaporte: , rocesso: mpresa: CAHA CA AC razo: 90 ia(s) strangeiro: HA ZL assaporte: , rocesso: mpresa: LA razo: 90 ia(s) strangeiro: CAL BCHA CABA assaporte: , rocesso: mpresa: WHB - CA /A razo: 90 ia(s) strangeiro: B WAL LB- assaporte: C6449C69H, rocesso: mpresa: C BAL.A. razo: 90 ia(s) strangeiro: arco Apra assaporte: AA , rocesso: mpresa: C BAL.A. razo: 90 ia(s) strangeiro: Vincenzo aone assaporte: YA , rocesso: mpresa: AYA VC - ACA LA. razo: 90 ia(s) strangeiro: AV - VLALL assaporte: Z , rocesso: mpresa: AYA VC ACA LA. razo: 90 ia(s) strangeiro: AHAA KALK assaporte: K , rocesso: mpresa: CAHA CA AC razo: 90 ia(s) strangeiro: - HA W assaporte: C4VWW57Y6, rocesso: mpresa: CAHA CA A- C razo: 90 ia(s) strangeiro: CHA BL assaporte: L , rocesso: mpresa: A- YA VC ACA LA. razo: 90 ia(s) strangeiro: H AJJA AA assaporte: , rocesso: mpresa: VLKWA- BAL A VCL A LA razo: 90 ia(s) strangeiro: J KALAY assaporte: B , rocesso: mpresa: AYA VC ACA LA. razo: 90 ia(s) strangeiro: A AAAJA assaporte: J , rocesso: mpresa: AYA VC - ACA LA. razo: 90 ia(s) strangeiro: HA Y VA assaporte: , rocesso: mpresa: ACA BAL LA razo: 90 ia(s) strangeiro: Andrew tewart unn assaporte: , rocesso: mpresa: A A BAL LA. razo: 90 ia(s) strangeiro: AL LL assaporte: , rocesso: mpresa: A H ACA LA razo: 90 ia(s) strangeiro: A JHA A assaporte: , rocesso: mpresa: AVACA /A razo: 90 ia(s) strangeiro: K HLA assaporte: , rocesso: mpresa: A- CA BAL LA razo: 90 ia(s) strangeiro: Calum alcolm im assaporte: , rocesso: mpresa: AA BAL ACA CC AQ- A A VC LA razo: 90 ia(s) strangeiro: A AA assaporte: YA , rocesso: mpresa: AYA VC - ACA LA. razo: 90 ia(s) strangeiro: LH AJA KA assaporte: J , rocesso: mpresa: AYA VC ACA LA. razo: 90 ia(s) strangeiro: HLAJ AVCHAA assaporte: , rocesso: mpresa: A ACA /A razo: 3 ês(es) strangeiro: ACCA- A assaporte: YA149813, rocesso: mpresa: A CA A A /A. A razo: 90 ia(s) strangeiro: ALA CLA BAHLY assaporte: , rocesso: mpresa: AYA VC - ACA LA. razo: 90 ia(s) strangeiro: HAHAAZ A- ABA BV AZZ assaporte: , rocesso: mpresa: A ACA /A razo: 3 ês(es) strangeiro: C HCH ACH assaporte: C771LCXX, rocesso: mpresa: AYA VC ACA LA. razo: 90 ia(s) strangeiro: AAAH HALA AAA assaporte: , rocesso: mpresa: BLA H BAL VC CLA LA razo: 90 ia(s) strangeiro: JH H CKY assaporte: , rocesso: mpresa: BLA H BAL VC CLA LA razo: 90 ia(s) strangeiro: ALL B V assaporte: , rocesso: mpresa: CAHA BALA V LA - CBV razo: 3 ês(es) strangeiro: C AVA assaporte: YA , rocesso: mpresa: ACA BAL LA razo: 90 ia(s) strangeiro: V WA L assaporte: , rocesso: mpresa: AAC CHLY BAL LA razo: 90 ia(s) strangeiro: aria ugenia yan assaporte: , rocesso: mpresa: CC A X-1 CCA LA razo: 90 ia(s) strangeiro: AL B LLAA assaporte: BC207154, rocesso: mpresa: AAC CH- LY BAL LA razo: 90 ia(s) strangeiro: anuel uillermo ajardo-leiva assaporte: , rocesso: mpresa: CC A X-1 CCA XLA AA A A AC ste documento pode ser verificado no endereço eletrônico pelo código LA razo: 90 ia(s) strangeiro: AAL VLLA Z assaporte: AAB556668, rocesso: mpresa: BA.A. razo: 90 ia(s) strangeiro: KL Ñ BA- AAA assaporte: B232859, rocesso: mpresa: BA.A. razo: 90 ia(s) strangeiro: Ñ LAA AAA assaporte: AA618016, rocesso: mpresa: V-CH A- A CALZA LA razo: 90 ia(s) strangeiro: KA CHCK assaporte: C3L8J, rocesso: mpresa: C BAL L A LA razo: 90 ia(s) strangeiro: C JH J WA assaporte: , rocesso: mpresa: CH BAL - HA- A, ALAC A A LA. razo: 90 ia(s) strangeiro: AL AHALL assaporte: , rocesso: mpresa: CH BAL - - HAA, ALAC A A LA. razo: 90 ia(s) strangeiro: CHAL BLACKHALL assaporte: , rocesso: mpresa: C BAL L A LA razo: 90 ia(s) strangeiro: CHAL B AK assaporte: , rocesso: mpresa: A H ACA LA razo: 90 ia(s) strangeiro: AAK assaporte: , rocesso: mpresa: CY- BX VC BAL LA. razo: 90 ia(s) strangeiro: ÉÉC BLL assaporte: , rocesso: mpresa: K & C VC CALZA LA razo: 90 ia(s) strangeiro: HC JZ HQZ assaporte: W7761J18, rocesso: mpresa: HLL BA- L L LA razo: 90 ia(s) strangeiro: BAA- YA KAHWAA A CHLLA assaporte: QL672950, rocesso: mpresa: CH BAL - - HAA, ALAC A A LA. razo: 90 ia(s) strangeiro: HLY A AK assaporte: , rocesso: mpresa: A ACA /A razo: 3 ês(es) strangeiro: X J assaporte: , rocesso: mpresa: LK- A CAL Y CC VC AA A- AA LA. razo: 90 ia(s) strangeiro: - assaporte: WQ724662, rocesso: mpresa: BAL LA razo: 90 ia(s) strangeiro: J assaporte: K , rocesso: mpresa: BAL LA razo: 90 ia(s) strangeiro: AKAH KAWAKA assaporte: K , rocesso: mpresa: BAL LA razo: 90 ia(s) strangeiro: AAH AKAKBAA assaporte: H , rocesso: mpresa: BAL LA razo: 90 ia(s) strangeiro: KJ HA assaporte: K , rocesso: mpresa: - BAL LA razo: 90 ia(s) strangeiro: WAA H assaporte: K , rocesso: mpresa: BAL A.A. razo: 89 ia(s) strangeiro: L ZLA assaporte: , rocesso: mpresa: BAL A.A. razo: 89 ia(s) strangeiro: HB assaporte: , rocesso: mpresa: HY- K ALCA CA L LA razo: 90 ia(s) strangeiro: Y assaporte: , rocesso: mpresa: HYK ALCA CA L LA razo: 90 ia(s) strangeiro: XAL A assaporte: , rocesso: mpresa: HYK ALCA CA L LA razo: 90 ia(s) strangeiro: Y H assaporte: , rocesso: mpresa: HY- K ALCA CA L LA razo: 90 ia(s) strangeiro: AXA WA assaporte: , rocesso: mpresa: HYK A- LCA CA L LA razo: 90 ia(s) strangeiro: A YQA assaporte: , rocesso: mpresa: HYK ALCA CA L L- A razo: 90 ia(s) strangeiro: Q ZHA assaporte: , rocesso: mpresa: YAL HA- LK.A. razo: 90 ia(s) strangeiro: Cédric émy Launay assaporte: 06A05631, rocesso: mpresa: VLKWA BAL A VCL A- LA razo: 90 ia(s) strangeiro: VJCH V- CÁK assaporte: B , rocesso: mpresa: KLAB.A. razo: 90 ia(s) strangeiro: K CL- assaporte: , rocesso: mpresa: C BAL.A. razo: 90 ia(s) strangeiro: Carlos ilipe nácio de elo assaporte: L065091, rocesso: mpresa: KLAB.A. razo: 90 ia(s) strangeiro: H CLL assaporte: , rocesso: mpresa: CA BAL LA. razo: 90 ia(s) strangeiro: ABL HA A assaporte: , rocesso: mpresa: K2 BA- L VC LA razo: 90 ia(s) strangeiro: B HLLKK assaporte: , rocesso: mpresa: CHLB VC L LA razo: 90 ia(s) strangeiro: JH AH- Y KY assaporte: , rocesso: mpresa: C BAL.A. razo: 90 ia(s) strangeiro: iguel José ires de Carvalho de Lacerda assaporte: J891528, rocesso: mpresa: ACA BAL LA razo: 90 ia(s) strangeiro: - LA JH AV assaporte: , rocesso: mpresa: ACA BAL LA razo: 90 ia(s) strangeiro: AHA LL assaporte: , rocesso: mpresa: ABB L- A razo: 90 ia(s) strangeiro: AKK AA A assaporte: K , rocesso: mpresa: ACA BAL LA razo: 90 ia(s) strangeiro: - CHL LA assaporte: VL6CKK6, rocesso: mpresa: A AK LA razo: 90 ia(s) strangeiro: CHA CC assaporte: YA , rocesso: mpresa: KB A BAL.A. razo: 90 ia(s) strangeiro: AL assaporte: , rocesso: mpresa: A- YA VC ACA LA. razo: 90 ia(s) strangeiro: LVA KALAAJ assaporte: , rocesso: mpresa: ABB LA razo: 90 ia(s) strangeiro: J LAV ALA assaporte: , rocesso: mpresa: ABB LA razo: 90 ia(s) strangeiro: AKK A HAK assaporte: , rocesso: mpresa: VLLA AL A razo: 90 ia(s) strangeiro: eorge itigoi assaporte: , rocesso: mpresa: VLLA AL A razo: 90 ia(s) strangeiro: odd ichael oss assaporte: , rocesso: mpresa: YA BAL LA razo: 90 ia(s) strangeiro: KJ CH assaporte: H , rocesso: mpresa: ABB LA razo: 90 ia(s) strangeiro: A JHA K- K assaporte: , rocesso: mpresa: YA BAL LA razo: 90 ia(s) strangeiro: AAH YAAA assaporte: K , rocesso: mpresa: YA BAL LA razo: 90 ia(s) strangeiro: AA A assaporte: , rocesso: mpresa: YA BAL L- A razo: 90 ia(s) strangeiro: HA AAKA assaporte: H , rocesso: mpresa: YA BAL LA razo: 90 ia(s) strangeiro: AKA HA assaporte: K , rocesso: mpresa: YA BAL LA razo: 90 ia(s) strangeiro: YHHK HAACH assaporte: K , rocesso: mpresa: YA BAL LA razo: 90 ia(s) strangeiro: KJ BAA assaporte: H , rocesso: mpresa: ABB LA razo: 90 ia(s) strangeiro: KA AL assaporte: Z , rocesso: mpresa: A BAL Q- A A LA razo: 90 ia(s) strangeiro: KL VZ assaporte: B , rocesso: mpresa: AL BAL A A LA razo: 90 ia(s) strangeiro: AC LA- A YAZ assaporte: AA946177, rocesso: mpresa: BAL - VC B- A LVAA LA. razo: 90 ia(s) strangeiro: BA JH YL assaporte: , rocesso: mpresa: LBAL L BAL VLV CLA - A WA LA. razo: 90 ia(s) strangeiro: LA HKA assaporte: , rocesso: mpresa: L CH HA CL LA. razo: 90 ia(s) strangeiro: WAL WA HA assaporte: , rocesso: mpresa: BL Y VC L- A razo: 90 ia(s) strangeiro: HA ZHA assaporte: , rocesso: mpresa: LL- BAL A QA AVA LA. razo: 90 ia(s) strangeiro: ACC QAA assaporte: YA , rocesso: mpresa: L CH HA CL LA. razo: 90 ia(s) strangeiro: BAY B AH assaporte: QH912072, rocesso: mpresa: KH - A AQA LA razo: 90 ia(s) strangeiro: KA W BLÜL assaporte: C79CH4, rocesso: mpresa: AL BAL LA razo: 90 ia(s) strangeiro: K L assaporte: , rocesso: mpresa: BAA LA - CA H LA razo: 90 ia(s) strangeiro: C- LA CL assaporte: 06AK28762, rocesso: mpresa: L A - AL LA razo: 90 ia(s) strangeiro: A AW H assaporte: , rocesso: mpresa: KA BAL LA razo: 90 ia(s) strangeiro: AK KAZAK assaporte: K , rocesso: mpresa: HY- K ALCA CA L LA razo: 90 ia(s) strangeiro: HA YZ assaporte: C948JC6, rocesso: mpresa: HYA BA- L AA AV LA razo: 90 ia(s) strangeiro: L KA assaporte: , rocesso: mpresa: HYA BAL - AA AV LA razo: 90 ia(s) strangeiro: JA L assaporte: , rocesso: mpresa: ACC BAL LA razo: 90 ia(s) strangeiro: AA CA CALA - L assaporte: B , rocesso: mpresa: HYA BAL AA A- V LA razo: 90 ia(s) strangeiro: HYK K assaporte: , rocesso: mpresa: ACC BAL LA razo: 90 ia(s) strangeiro: H H A assaporte: , rocesso: mpresa: A BAL QA A LA razo: 90 ia(s) strangeiro: VA ZAC assaporte: , rocesso: mpresa: ACC BAL LA razo: 90 ia(s) strangeiro: CHA CH assaporte: , rocesso: mpresa: HYA BAL AA AV ocumento assinado digitalmente conforme n o -

194 º 94, sexta-feira, 17 de maio de 2013 LA razo: 90 ia(s) strangeiro: W L assaporte: K , rocesso: mpresa: K BAL LA. razo: 90 ia(s) strangeiro: A KHL- A assaporte: , rocesso: mpresa: A BAL QA - A LA razo: 90 ia(s) strangeiro: CH CK- A assaporte: C7KXZ9X, rocesso: mpresa: HYA BAL AA A- V LA razo: 90 ia(s) strangeiro: JA L assaporte: , rocesso: mpresa: A H & ACA LA. razo: 90 ia(s) strangeiro: VÁL H A CA assaporte: , rocesso: mpresa: HYA - BAL AA AV LA razo: 90 ia(s) strangeiro: WY CH assaporte: B , rocesso: mpresa: A BAL QA A LA razo: 90 ia(s) strangeiro: JÉ AL VA Z assaporte: , rocesso: mpresa: A LWLL VAC BAL LA razo: 90 ia(s) strangeiro: JH CLAC HA assaporte: , rocesso: mpresa: L A AL LA razo: 90 ia(s) strangeiro: CA CH- YL A assaporte: , rocesso: mpresa: CAHA BALA V- LA - CBV razo: 90 ia(s) strangeiro: CAL AZ B assaporte: , rocesso: mpresa: CAHA BALA V- LA - CBV razo: 90 ia(s) strangeiro: J A ALV assaporte: L582968, rocesso: mpresa: CAHA BALA V- LA - CBV razo: 90 ia(s) strangeiro: AL AL A CA A assaporte: L727745, rocesso: mpresa: CAHA BALA V- LA - CBV razo: 90 ia(s) strangeiro: AL ALXA A CALÇAA assaporte: L141153, rocesso: mpresa: CAHA BALA V LA - CBV razo: 90 ia(s) strangeiro: JA- Q AL É AA assaporte: , rocesso: mpresa: CAHA BALA V LA - CBV razo: 90 ia(s) strangeiro: A- CLH A assaporte: L461950, rocesso: mpresa: CAHA BALA V- LA - CBV razo: 90 ia(s) strangeiro: LA LÍ JÃ AQ assaporte: , rocesso: mpresa: AK L BAL LA razo: 90 ia(s) strangeiro: BJA HAAK JHA assaporte: , rocesso: mpresa: KAJK BAL A AVA LA. razo: 90 ia(s) strangeiro: YHAK KA assaporte: H , rocesso: mpresa: AL CC AQA AZ LA razo: 90 ia(s) strangeiro: Václav eduna assaporte: , rocesso: mpresa: CC LHA 4 L - CL4 razo: 90 ia(s) strangeiro: Antoine el osario aredes assaporte: 04A68183, rocesso: mpresa: CC LHA 4 L - CL4 razo: 90 ia(s) strangeiro: ric rançois umeddah assaporte: 07CA71194, rocesso: mpresa: L CH HA- CL LA. razo: 90 ia(s) strangeiro: LCA AL assaporte: , rocesso: mpresa: L BAL LC -AK LA. razo: 90 ia(s) strangeiro: CLA WAL QAÉ assaporte: H912914, rocesso: mpresa: ABB LA razo: 90 ia(s) strangeiro: BA JH H assaporte: , rocesso: mpresa: ACC BAL LA razo: 90 ia(s) strangeiro: AYAKAA HAAAY ACHA assaporte: J , rocesso: mpresa: VA BAL A LCA LA razo: 90 ia(s) strangeiro: A BJ J assaporte: , rocesso: mpresa: A BAL QA A LA razo: 90 ia(s) strangeiro: AL KA assaporte: , rocesso: mpresa: KH A AQA LA razo: 90 ia(s) strangeiro: VALY VALV assaporte: A046552, rocesso: mpresa: - CA CHL ACAC C- C LA razo: 90 ia(s) strangeiro: AV CHAL - A assaporte: , rocesso: mpresa: A BAL QA - A LA razo: 90 ia(s) strangeiro: A LAVCA assaporte: , rocesso: mpresa: - CA CHL ACAC C- C LA razo: 90 ia(s) strangeiro: A X assaporte: 12A54809, rocesso: mpresa: - A BAL QA A LA razo: 90 ia(s) strangeiro: JA CC assaporte: , rocesso: mpresa: A A razo: 90 ia(s) strangeiro: homas udolf risch assaporte: , rocesso: mpresa: KH A AQA LA razo: 90 ia(s) strangeiro: LK assaporte: C699119K, rocesso: mpresa: YA BAL LA razo: 90 ia(s) strangeiro: AAH KA assaporte: H , rocesso: mpresa: YA BAL LA razo: 90 ia(s) strangeiro: YH AWAA assaporte: K , rocesso: mpresa: AA LCA BAL LA. razo: 90 ia(s) strangeiro: A CALV A assaporte: AAB087948, rocesso: CCALZAÇÃ BA C ste documento pode ser verificado no endereço eletrônico pelo código mpresa: BB BAL LA. razo: 90 ia(s) strangeiro: A assaporte: H , rocesso: mpresa: JCB BAL LA razo: 90 ia(s) strangeiro: AW - CK A assaporte: , rocesso: mpresa: BA.A. razo: 90 ia(s) strangeiro: CLA AÉ LA CA assaporte: , rocesso: mpresa: JCB BA- L LA razo: 90 ia(s) strangeiro: AV VA assaporte: , rocesso: mpresa: JCB BAL LA razo: 90 ia(s) strangeiro: AA CHAL CHAB assaporte: , rocesso: mpresa: JCB BAL LA razo: 90 ia(s) strangeiro: AHY Y CA assaporte: , rocesso: mpresa: AA - LCA BAL LA. razo: 90 ia(s) strangeiro: AV - A BLA assaporte: AAB790487, rocesso: mpresa: B & BAL LA. razo: 90 ia(s) strangeiro: VA WA AHA LL assaporte: , rocesso: mpresa: A CL.A. razo: 90 ia(s) strangeiro: BAA A AAL assaporte: , rocesso: mpresa: JK AVA BAL L- A razo: 90 ia(s) strangeiro: AH assaporte: K , rocesso: mpresa: JK A- VA BAL LA razo: 90 ia(s) strangeiro: H- YK K assaporte: K , rocesso: mpresa: HALHCA L CC BAL - CC QA AA QA CCA BCLA LA. razo: 90 ia(s) strangeiro: Kurt Andersson assaporte: , rocesso: mpresa: JK AVA BAL LA razo: 90 ia(s) strangeiro: HAK YAA- AWA assaporte: K , rocesso: mpresa: JK AVA BAL LA razo: 90 ia(s) strangeiro: JCH KAWA assaporte: H , rocesso: mpresa: JK AVA BA- L LA razo: 90 ia(s) strangeiro: AKAH KA assaporte: K , rocesso: mpresa: JK AVA BAL LA razo: 90 ia(s) strangeiro: AKH assaporte: , rocesso: mpresa: JK AVA BAL L- A razo: 90 ia(s) strangeiro: HYK AKA assaporte: H , rocesso: mpresa: JK A- VA BAL LA razo: 90 ia(s) strangeiro: YHYK assaporte: K , rocesso: mpresa: JK AVA BAL L- A razo: 90 ia(s) strangeiro: AKH KAA assaporte: , rocesso: mpresa: JK AVA BAL LA razo: 90 ia(s) strangeiro: AKYA A assaporte: K , rocesso: mpresa: KH A AQA LA razo: 90 ia(s) strangeiro: -LV Y assaporte: C2V1HJV, rocesso: mpresa: JK AVA BAL LA razo: 90 ia(s) strangeiro: AKAAK HAA assaporte: K , rocesso: mpresa: JK AVA BAL L- A razo: 90 ia(s) strangeiro: KAZH HHAA assaporte: , rocesso: mpresa: JK AVA BAL LA razo: 90 ia(s) strangeiro: K AWA assaporte: K , rocesso: mpresa: JK AVA BAL L- A razo: 90 ia(s) strangeiro: AB assaporte: H , rocesso: mpresa: JK A- VA BAL LA razo: 90 ia(s) strangeiro: H- KZHAA assaporte: K , rocesso: mpresa: JK AVA BAL L- A razo: 90 ia(s) strangeiro: KAZHA AKACH assaporte: , rocesso: mpresa: JK AVA BAL LA razo: 90 ia(s) strangeiro: KJ KAB assaporte: H , rocesso: mpresa: JK AVA BAL L- A razo: 90 ia(s) strangeiro: KJ A assaporte: K , rocesso: mpresa: JK A- VA BAL LA razo: 90 ia(s) strangeiro: A- AH AKAA assaporte: K , rocesso: mpresa: JK AVA BAL L- A razo: 90 ia(s) strangeiro: H KA assaporte: H , rocesso: mpresa: JK A- VA BAL LA razo: 90 ia(s) strangeiro: H- KA assaporte: K , rocesso: mpresa: JK AVA BAL L- A razo: 90 ia(s) strangeiro: HCH KYAA assaporte: H , rocesso: mpresa: JK A- VA BAL LA razo: 90 ia(s) strangeiro: YK JKA assaporte: H , rocesso: mpresa: B H BAL LA. razo: 90 ia(s) strangeiro: LV CHA A assaporte: 07A75891, rocesso: mpresa: CAHA ACA CA A LCA razo: 90 ia(s) strangeiro: Zhuo u assaporte: , rocesso: mpresa: JK AVA BAL L- A razo: 90 ia(s) strangeiro: KH K assaporte: H , rocesso: mpresa: A- CA BAL LA razo: 90 ia(s) strangeiro: ark van Amstel assaporte: V6380L3, rocesso: mpresa: ACA BAL LA razo: 90 ia(s) strangeiro: ean ichael Brown assaporte: , rocesso: mpresa: JK AVA BAL L- A razo: 90 ia(s) strangeiro: HKA HAAWA assaporte: K , rocesso: mpresa: JK AVA BAL LA razo: 90 ia(s) strangeiro: HHA A assaporte: K , rocesso: mpresa: A A razo: 90 ia(s) strangeiro: Heiko tephan Ludwig Bichler assaporte: C36K5K, rocesso: mpresa: JK A- VA BAL LA razo: 90 ia(s) strangeiro: H- KAZ KAAWA assaporte: H , rocesso: mpresa: A A razo: 90 ia(s) strangeiro: Herbert Josef Langer assaporte: CW59X9V, rocesso: mpresa: CHLB V- C L LA razo: 90 ia(s) strangeiro: ZA A L-AHH assaporte: , rocesso: mpresa: A A razo: 90 ia(s) strangeiro: ichael eir assaporte: CC16J0, rocesso: mpresa: C HAA C- CA BAL LA razo: 90 ia(s) strangeiro: J- AH KA assaporte: , rocesso: mpresa: VY ALAC C- L LA razo: 90 ia(s) strangeiro: JAYA HAA- A KKA assaporte: , rocesso: mpresa: ALA Y ALA BAL. C.. X. ACA LA razo: 90 ia(s) strangeiro: A AZ AZ assaporte: AA908505, rocesso: mpresa: CL ACA LA razo: 90 ia(s) strangeiro: LAW KAAK assaporte: BA364345, rocesso: mpresa: CL ACA LA razo: 90 ia(s) strangeiro: KH ACK AY assaporte: , rocesso: mpresa: CL ACA LA razo: 90 ia(s) strangeiro: JÉ AL QA CA assaporte: , rocesso: mpresa: CL ACA LA razo: 90 ia(s) strangeiro: AL AL CA A assaporte: , rocesso: mpresa: C- L ACA LA razo: 90 ia(s) strangeiro: J- AHA C assaporte: WH037442, rocesso: mpresa: CL ACA LA razo: 90 ia(s) strangeiro: AL AW LL CAL assaporte: , rocesso: mpresa: CL ACA LA razo: 90 ia(s) strangeiro: ACLL LCALL assaporte: YA , rocesso: mpresa: B A CC LA razo: 90 ia(s) strangeiro: AA assaporte: K , rocesso: mpresa: CVX - VX CC CACA /A razo: 90 ia(s) strangeiro: JJ CHY J assaporte: H , rocesso: mpresa: CVX - VX C- C CACA /A razo: 90 ia(s) strangeiro: KACHA A ALKH assaporte: H , rocesso: mpresa: AL HAVYL BAL V- AC LA razo: 90 ia(s) strangeiro: ergio avid ueda Bejarano assaporte: CC , rocesso: mpresa: ALL LA razo: 90 ia(s) strangeiro: A A BAAHA assaporte: C3J5X4K, rocesso: mpresa: H- BCK H AVACA LA razo: 90 ia(s) strangeiro: CHYL LA HWLL assaporte: , rocesso: mpresa: ACA BAL L- A razo: 90 ia(s) strangeiro: ita ama wamy Kankanalapalli assaporte: H , rocesso: mpresa: A- L BAL.A. razo: 90 ia(s) strangeiro: ACH assaporte: C784L3, rocesso: mpresa: ACA BAL LA razo: 90 ia(s) strangeiro: ark indlay assaporte: , rocesso: mpresa: KH A AQA LA razo: 90 ia(s) strangeiro: CHCH assaporte: C2VK559, rocesso: mpresa: ACA BAL LA razo: 90 ia(s) strangeiro: onald tanley Williamson assaporte: , rocesso: mpresa: BAL LA razo: 90 ia(s) strangeiro: A HCH assaporte: C36W10C2, rocesso: mpresa: AL BAL.A. razo: 90 ia(s) strangeiro: A A CY assaporte: C713Z87L4, rocesso: mpresa: - A LCA L /A razo: 90 ia(s) strangeiro: A LV A assaporte: 08A18771, rocesso: mpresa: AJ BAL A CC AL LA. razo: 90 ia(s) strangeiro: AKAH HJ assaporte: K , rocesso: mpresa: ACA BAL L- A razo: 90 ia(s) strangeiro: AY AVYHV assaporte: , rocesso: mpresa: BAL LA razo: 90 ia(s) strangeiro: Jüergen Bodo chweig assaporte: C34Y99, rocesso: mpresa: ACC BAL LA razo: 90 ia(s) strangeiro: AA J AA BAZA assaporte: , rocesso: mpresa: ACA BAL LA razo: 90 ia(s) strangeiro: rik er Karl Andersson assaporte: , rocesso: mpresa: ACA BAL LA razo: 90 ia(s) strangeiro: K assaporte: BA491478, rocesso: mpresa: A- L CC A CA AAL LA razo: 90 ia(s) strangeiro: CHA, WA assaporte: , rocesso: mpresa: A- L CC A CA AAL LA razo: 90 ia(s) strangeiro: XAB L as- ocumento assinado digitalmente conforme n o -

195 º 94, sexta-feira, 17 de maio de saporte: , rocesso: mpresa: A- L CC A CA AAL LA razo: 90 ia(s) strangeiro: LA L assaporte: , rocesso: mpresa: BAL LA razo: 90 ia(s) strangeiro: AK L- V WLHL assaporte: C362W12L, rocesso: mpresa: A BAL Q- A A LA razo: 90 ia(s) strangeiro: CAAL CA CACC assaporte: , rocesso: mpresa: AL CC A CA AAL LA razo: 90 ia(s) strangeiro: Z A assaporte: , rocesso: mpresa: B H BA- L LA. razo: 90 ia(s) strangeiro: HC A JHA HW assaporte: 96C064, rocesso: mpresa: AL BAL.A razo: 90 ia(s) strangeiro: L ALB CALV CL assaporte: AA103345, rocesso: mpresa: VL- LA AL A razo: 90 ia(s) strangeiro: J - CH ALA assaporte: C7KV9X3, rocesso: mpresa: AL BAL.A. razo: 90 ia(s) strangeiro: LZ L assaporte: AA , rocesso: mpresa: JCB BAL LA razo: 90 ia(s) strangeiro: HA AKHA assaporte: , rocesso: mpresa: VA BAL A LCA LA razo: 90 ia(s) strangeiro: CA CH assaporte: , rocesso: mpresa: VA BAL A LCA LA razo: 90 ia(s) strangeiro: AW - CKH assaporte: , rocesso: mpresa: YA BAL LA razo: 90 ia(s) strangeiro: AACH KA assaporte: H , rocesso: mpresa: KH A AQA LA razo: 90 ia(s) strangeiro: WLA KZL assaporte: , rocesso: mpresa: VK A BAL LA. razo: 90 ia(s) strangeiro: BJA- AL CH CHA assaporte: C585ZH, rocesso: mpresa: VA BAL A LCA LA razo: 90 ia(s) strangeiro: LYV assaporte: , rocesso: mpresa: LBAL L BAL VLV CLA - A WA LA. razo: 90 ia(s) strangeiro: - CHAL JAHA WA assaporte: , rocesso: mpresa: YAC BAL A QALA AABLA AA A LA razo: 90 ia(s) strangeiro: K CHL assaporte: CC67C, rocesso: mpresa: A BAL VC L LA. razo: 90 ia(s) strangeiro: VL assaporte: AA , rocesso: mpresa: A BAL VC L LA. razo: 90 ia(s) strangeiro: AZA A assaporte: AA , rocesso: mpresa: A BAL VC L L- A. razo: 90 ia(s) strangeiro: CHL ALVA LLA- assaporte: AA , rocesso: mpresa: ABB LA razo: 90 ia(s) strangeiro: K KA L assaporte: , rocesso: mpresa: YA BAL LA razo: 90 ia(s) strangeiro: HYK CHZK assaporte: H , rocesso: mpresa: A A- V LA. razo: 90 ia(s) strangeiro: AKH A- A assaporte: K , rocesso: mpresa: A BAL VC L LA. razo: 90 ia(s) strangeiro: L AZZ assaporte: AA , rocesso: mpresa: A A- V LA. razo: 90 ia(s) strangeiro: KH - Z assaporte: K , rocesso: mpresa: A AV LA. razo: 90 ia(s) strangeiro: KCH WAAAB assaporte: , rocesso: mpresa: A BAL VC L LA. razo: 90 ia(s) strangeiro: AL A- assaporte: AA , rocesso: mpresa: A BAL VC L LA. razo: 90 ia(s) strangeiro: AC CA assaporte: AA , rocesso: mpresa: A BAL VC L LA. razo: 90 ia(s) strangeiro: CA assaporte: B727903, rocesso: mpresa: ACC BAL LA razo: 90 ia(s) strangeiro: LA A ZALZ AZ assaporte: , rocesso: mpresa: AAC CHLY BAL LA razo: 90 ia(s) strangeiro: arc-wayne endoza ormales assaporte: , rocesso: mpresa: BAL V LA razo: 90 ia(s) strangeiro: ALA CA JV assaporte: , rocesso: mpresa: BAL V LA razo: 90 ia(s) strangeiro: W A ACH assaporte: , rocesso: mpresa: BAL V LA razo: 90 ia(s) strangeiro: A HL A- W C assaporte: , rocesso: mpresa: BAL V LA razo: 90 ia(s) strangeiro: JH WA ACH assaporte: , rocesso: mpresa: BAL V LA razo: 90 ia(s) strangeiro: L JA WAL- assaporte: , rocesso: mpresa: BAL V LA razo: 90 ia(s) strangeiro: CHAL V AV assaporte: , rocesso: mpresa: BAL V LA razo: 90 ia(s) strangeiro: H C assaporte: XLA AA A A AC ste documento pode ser verificado no endereço eletrônico pelo código , rocesso: mpresa: BAL V LA razo: 90 ia(s) strangeiro: AL AA - assaporte: , rocesso: mpresa: AL BAL A, CC - ACA CCAL LA. razo: 90 ia(s) strangeiro: H- K AH assaporte: H , rocesso: mpresa: LA razo: 90 ia(s) strangeiro: JY CAL VALL assaporte: , rocesso: mpresa: / AAA CC VALVLA LA. razo: 90 ia(s) strangeiro: JA CAL AHALL assaporte: , rocesso: mpresa: AYA VC - ACA LA. razo: 90 ia(s) strangeiro: AJA - assaporte: , rocesso: mpresa: A AV LA. razo: 90 ia(s) strangeiro: A- A AKAHA assaporte: K , rocesso: mpresa: AYA VC - ACA LA. razo: 90 ia(s) strangeiro: A WA assaporte: K , rocesso: mpresa: ACA BAL LA razo: 90 ia(s) strangeiro: vert Jannes unter assaporte: LH790, rocesso: mpresa: AYA VC - ACA LA. razo: 90 ia(s) strangeiro: VKAA CHA- A KHA assaporte: H , rocesso: mpresa: AYA VC - ACA LA. razo: 90 ia(s) strangeiro: VJAY KA A- JJ assaporte: , rocesso: mpresa: AYA VC ACA LA. razo: 90 ia(s) strangeiro: AJA KA assaporte: J , rocesso: mpresa: AYA VC - ACA LA. razo: 90 ia(s) strangeiro: VA A VAHA JALAHAK assaporte: , rocesso: mpresa: AYA VC - ACA LA. razo: 90 ia(s) strangeiro: AH BAB CHK assaporte: Z , rocesso: mpresa: ACACA BALA ' A JA J C A L A razo: 90 ia(s) strangeiro: BLL BY HLA assaporte: , rocesso: mpresa: / A- AA CC VALVLA LA. razo: 90 ia(s) strangeiro: LVA Z LZ assaporte: , rocesso: mpresa: LX CC LA razo: 90 ia(s) strangeiro: LAYA XA assaporte: , rocesso: mpresa: CC C ALA - J ALCLL razo: 90 ia(s) strangeiro: L A assaporte: , rocesso: mpresa: CC C ALA - J ALCLL razo: 90 ia(s) strangeiro: V CA assaporte: , rocesso: mpresa: A- C (BAL) LAA razo: 90 ia(s) strangeiro: Y- BHA ALBHA LLA assaporte: , rocesso: mpresa: AC (BAL) LAA razo: 90 ia(s) strangeiro: AHA BHAH BAYA assaporte: H , rocesso: mpresa: Y- A BAL LA razo: 90 ia(s) strangeiro: A A- KA assaporte: H , rocesso: mpresa: AHC ACKA A BAL - BALA LA razo: 90 ia(s) strangeiro: AHY AK CHAL assaporte: , rocesso: mpresa: VL BAL LA. razo: 90 ia(s) strangeiro: HLL-CBLLA assaporte: CH199WL3, rocesso: mpresa: A- HC ACKA A BAL - BALA- LA razo: 90 ia(s) strangeiro: CY HAWLY assaporte: , rocesso: mpresa: AHC ACKA A BAL - - BALA LA razo: 90 ia(s) strangeiro: AV CH- LA assaporte: , rocesso: mpresa: AHC ACKA A BAL - BALA LA razo: 90 ia(s) strangeiro: AY - B HALV assaporte: , rocesso: mpresa: AHC ACKA A- BAL - BALA LA razo: 90 ia(s) strangeiro: Y JH ALK assaporte: , rocesso: mpresa: ABB LA razo: 90 ia(s) strangeiro: HA LBCH assaporte: C8ZX7, rocesso: mpresa: AHC ACKA A BAL - BALA LA razo: 90 ia(s) strangeiro: AY ALLA LY assaporte: , rocesso: mpresa: A- HC ACKA A BAL - BALA- LA razo: 90 ia(s) strangeiro: CHA WA LK assaporte: , rocesso: mpresa: A H ACA LA razo: 90 ia(s) strangeiro: K K assaporte: , rocesso: mpresa: AH A AAZA LA razo: 90 ia(s) strangeiro: JJ KA assaporte: , rocesso: mpresa: - AH A AAZA LA razo: 90 ia(s) strangeiro: Y- K AAK assaporte: K , rocesso: mpresa: AH A AAZA LA razo: 90 ia(s) strangeiro: YJ HAA assaporte: H , rocesso: mpresa: AH A AAZA LA razo: 90 ia(s) strangeiro: AKH AA assaporte: K , rocesso: mpresa: AH A AAZA LA razo: 90 ia(s) strangeiro: AKAHA H assaporte: K , rocesso: mpresa: AH A AAZA LA razo: 90 ia(s) strangeiro: A WAA assaporte: H , rocesso: mpresa: AH A AAZA LA razo: 90 ia(s) strangeiro: YK A assaporte: H , rocesso: mpresa: AH A AAZA LA razo: 90 ia(s) strangeiro: H J assaporte: , rocesso: mpresa: A AK LA razo: 90 ia(s) strangeiro: J CAL VLLA A assaporte: , rocesso: mpresa: HYA BAL AA AV LA razo: 90 ia(s) strangeiro: K assaporte: , rocesso: mpresa: A AK LA razo: 90 ia(s) strangeiro: L AL A AZ assaporte: A084196, rocesso: mpresa: - 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A ALCA AL QAA LA razo: 90 ia(s) strangeiro: HA ZHA assaporte: , rocesso: mpresa: B H BAL L- A. razo: 90 ia(s) strangeiro: LA A assaporte: B, rocesso: mpresa: CHL- B VC L LA razo: 90 ia(s) strangeiro: AL CHA Ã assaporte: , rocesso: mpresa: CHLB VC L LA razo: 90 ia(s) strangeiro: KBLY - L BAL assaporte: A158209, rocesso: mpresa: CHLB VC L LA razo: 90 ia(s) strangeiro: LY WH L assaporte: W844376, rocesso: mpresa: A- C Y BAL LA razo: 90 ia(s) strangeiro: KH WA BL assaporte: , rocesso: mpresa: AL - A ALCA AL QAA LA razo: 90 ia(s) strangeiro: ZHH L assaporte: , rocesso: mpresa: B A C- C LA razo: 90 ia(s) strangeiro: HJ AKAKBA- A assaporte: , rocesso: mpresa: CL ACA LA razo: 90 ia(s) strangeiro: CHH HA KV assaporte: , rocesso: mpresa: CL ACA LA razo: 90 ia(s) strangeiro: L' HLL assaporte: BA693522, rocesso: mpresa: C- L ACA LA razo: 90 ia(s) strangeiro: WAY- LAV HAL assaporte: BA322163, rocesso: mpresa: CL ACA LA razo: 90 ia(s) strangeiro: CLA AL HLY assaporte: , rocesso: mpresa: KH A AQA LA razo: 90 ia(s) strangeiro: K-LCH WAK assaporte: C7WCWJZ4, rocesso: mpresa: A-BA BAL - A AA CCA LA razo: 90 ia(s) strangeiro: HA Y assaporte: , rocesso: mpresa: VA.A. razo: 90 ia(s) strangeiro: AA JLLA assaporte: , rocesso: mpresa: A-- BA BAL A AA C- CA LA razo: 90 ia(s) strangeiro: BY L assaporte: , rocesso: mpresa: AA - LCA BAL LA. razo: 90 ia(s) strangeiro: L- AAZABAL assaporte: AAC932574, rocesso: mpresa: WCH QA - A LA razo: 90 ia(s) strangeiro: CH assaporte: , rocesso: mpresa: W- CH QA A LA razo: 90 ia(s) strangeiro: CH A assaporte: , rocesso: mpresa: HYA BAL - AA AV LA razo: 90 ia(s) strangeiro: KYJA CH assaporte: , rocesso: ocumento assinado digitalmente conforme n o -

196 º 94, sexta-feira, 17 de maio de mpresa: HYA BAL - AA AV LA razo: 90 ia(s) strangeiro: YHA CH assaporte: , rocesso: mpresa: CCA VAA JA.A. razo: 90 ia(s) strangeiro: YQA assaporte: , rocesso: mpresa: LBAL L BAL VLV- CLA A WA LA. razo: 90 ia(s) strangeiro: KAB AL LB assaporte: B , rocesso: mpresa: CC C ALA - J ALCLL razo: 90 ia(s) strangeiro: A LCA assaporte: , rocesso: mpresa: CC C ALA - J ALCLL razo: 90 ia(s) strangeiro: A- L assaporte: , rocesso: mpresa: CC C ALA - J ALCLL razo: 90 ia(s) strangeiro: -C CAC assaporte: , rocesso: mpresa: C- C C ALA - J ALCLL razo: 90 ia(s) strangeiro: A JAVL assaporte: , rocesso: mpresa: ACC BAL LA razo: 90 ia(s) strangeiro: H CHAHAY assaporte: H , rocesso: mpresa: VC A LA. razo: 90 ia(s) strangeiro: obert rant c illan ietz assaporte: , rocesso: mpresa: C HAA C- CA BAL LA razo: 90 ia(s) strangeiro: AK- A Y assaporte: , rocesso: mpresa: BAA LA - CA H LA razo: 90 ia(s) strangeiro: A- H KHA assaporte: K , rocesso: mpresa: VC A LA. razo: 90 ia(s) strangeiro: Brian J ullins assaporte: , rocesso: mpresa: BAA LA - CA H LA razo: 90 ia(s) strangeiro: AHA- V BAA assaporte: H , rocesso: mpresa: BAA LA - CA H LA razo: 90 ia(s) strangeiro: HA AB assaporte: K , rocesso: mpresa: BAA LA - CA H LA razo: 90 ia(s) strangeiro: A- JA AHA assaporte: K , rocesso: mpresa: VC A LA. razo: 90 ia(s) strangeiro: dwin sz Wai ung assaporte: BA791361, rocesso: mpresa:. CA- BAL LA razo: 90 ia(s) strangeiro: AL CH- A BA assaporte: , rocesso: mpresa: K & C VC - CALZA LA razo: 90 ia(s) strangeiro: VA KAA assaporte: X2LB3K6, rocesso: mpresa: K & C VC - CALZA LA razo: 90 ia(s) strangeiro: K - A assaporte: , rocesso: mpresa: A BAL QA - A LA razo: 90 ia(s) strangeiro: J JAZ assaporte: C72HX0, rocesso: mpresa: BAC ABBAK A BAL /A razo: 90 ia(s) strangeiro: LABH A VLLA assaporte: 13AK55048, rocesso: mpresa: A- H ACA LA razo: 90 ia(s) strangeiro: A LA LHVA assaporte: , rocesso: mpresa: A H ACA LA razo: 90 ia(s) strangeiro: KA KK JHA L- V assaporte: , rocesso: mpresa: A H ACA LA razo: 90 ês(es) strangeiro: AA K assaporte: , rocesso: mpresa: A H ACA LA razo: 90 ia(s) strangeiro: KA JHA KV assaporte: , rocesso: mpresa: LA razo: 90 ia(s) strangeiro: AC Z assaporte: C8V7J6KY, rocesso: mpresa: LA razo: 90 ia(s) strangeiro: JA LL assaporte: CCK1V9, rocesso: mpresa: A H ACA LA razo: 90 ia(s) strangeiro: AK AL JA assaporte: , rocesso: mpresa: A H ACA LA razo: 90 ia(s) strangeiro: J AK KAL assaporte: , rocesso: mpresa: VC A LA. razo: 90 ia(s) strangeiro: ALXAA AA LCHA assaporte: , rocesso: mpresa: VC A LA. razo: 90 ia(s) strangeiro: HL- BY LZABH K assaporte: emporário - em Contrato esolução ormativa, de 22/03/2006: rocesso: mpresa: LA BAL CLA CCACA LA razo: 60 ia(s) strangeiro: Allan Alexander cintyre assaporte: strangeiro: mma Jane reston assaporte: strangeiro: mma ari Jones assaporte: strangeiro: Lisa Ann Hood assaporte: strangeiro: omain Alain ominique uion assaporte: 13A69645 strangeiro: homas athan mall assaporte: , rocesso: mpresa: ABL ALXA ACAQ razo: 30 ia(s) strangeiro: - CHAL H VALY -CALA assaporte: , rocesso: mpresa: B.. - C CLA LA. - razo: 30 ia(s) strangeiro: ACAL L assaporte: X , rocesso: mpresa: LA CH razo: 90 ia(s) strangeiro: LV AÇ A JH L CCALZAÇÃ BA C ste documento pode ser verificado no endereço eletrônico pelo código AAZA assaporte: 11AV73621, rocesso: mpresa: W AVAA, A A V LA - razo: 30 ia(s) strangeiro: A KA assaporte: , rocesso: mpresa: AAL A - razo: 30 ia(s) strangeiro: AHA CH assaporte: C7LY4L, rocesso: mpresa: CA.A J LA - razo: 30 ia(s) strangeiro: Alexandre erge mmanuel AL assaporte: strangeiro: Jacques ierre AV assaporte: 13AK20394 strangeiro: James Alan assaporte: strangeiro: ierre Antoine arie ABL assaporte: 07CL87840, rocesso: mpresa: K ACA CLAL LA - 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razo: 30 ia(s) strangeiro: AL- A CA assaporte: YA strangeiro: ALX C CAA assaporte: AA strangeiro: A CAL A J assaporte: YA strangeiro: AV CHLA JACK assaporte: strangeiro: ALA assaporte: strangeiro: A- BAA assaporte: YA strangeiro: ALA assaporte: YA , rocesso: mpresa: AAA V CLA C ACA LA. razo: 30 ia(s) strangeiro: A AXL L assaporte: C4V8K, rocesso: mpresa: AAA V CLA C ACA LA. razo: 30 ia(s) strangeiro: KK CHA assaporte: H , rocesso: mpresa: AAA V CLA C ACA LA. razo: 30 ia(s) strangeiro: KAZH KA assaporte: H , rocesso: mpresa: AAA V CLA C ACA LA. razo: 30 ia(s) strangeiro: HH YH assaporte: H , rocesso: mpresa: AAA V CLA C ACA LA. razo: 30 ia(s) strangeiro: A- CH assaporte: Y092142, rocesso: mpresa: L V C CAACA L- A. - razo: 30 ia(s) strangeiro: BJA CWA assaporte: strangeiro: B AY CWA assaporte: strangeiro: CAL BY C assaporte: strangeiro: CAL C AY assaporte: strangeiro: AL BA assaporte: strangeiro: WAY CA Y assaporte: strangeiro: A CL H assaporte: strangeiro: CL J assaporte: strangeiro: L AHY A J assaporte: strangeiro: Y ALLA HA assaporte: strangeiro: J assaporte: strangeiro: JH L C CAY J assaporte: strangeiro: KA A assaporte: strangeiro: KBLY A A assaporte: strangeiro: LAHA CL assaporte: strangeiro: L A CY assaporte: strangeiro: AY A assaporte: strangeiro: AHW ACK WLL assapor- ocumento assinado digitalmente conforme n o -

197 º 94, sexta-feira, 17 de maio de te: strangeiro: CHAL WAY HA assaporte: strangeiro: LV A assaporte: strangeiro: ACK A HLL assaporte: strangeiro: AL C HLL assaporte: strangeiro: CA ACL assaporte: strangeiro: B JY B assaporte: strangeiro: B JH assaporte: strangeiro: H JA BY assaporte: strangeiro: YHA LZABH CA L- assaporte: strangeiro: ACY LA LW-CL assaporte: strangeiro: WLLA CHAL AY assaporte: , rocesso: mpresa: JACQ LLA - A - razo: 90 ia(s) strangeiro: AA AVA assaporte: J773108, rocesso: mpresa: BACA C ACA CLA V LA - razo: 30 ia(s) strangeiro: AA- B BK XA AY-BLACQ assaporte: strangeiro: ALXA BA assaporte: strangeiro: AC AL AL assaporte: strangeiro: HY ALXA CLL assaporte: strangeiro: AZZ LLA A assaporte: YA strangeiro: AHA AYJ ALL assaporte: strangeiro: B BAJ assaporte: , rocesso: mpresa: B AVZ razo: 60 ia(s) strangeiro: BACA H AVAZ assaporte: strangeiro: A- V JY ZAL assaporte: strangeiro: JA- AH AL A H assaporte: , rocesso: mpresa: LA BAL CLA CCACA LA razo: 30 ia(s) strangeiro: CAL AHLY AHAL BAA assaporte: strangeiro: AY A WLL assaporte: , rocesso: mpresa: LA BAL CLA CCACA LA razo: 30 ia(s) strangeiro: B JA LA assaporte: strangeiro: CHH CHA HAL assaporte: strangeiro: AL JH WABY assaporte: strangeiro: A L HH assaporte: strangeiro: LZABH assaporte: strangeiro: HL CAH AH assaporte: C strangeiro: KA A AH assaporte: A strangeiro: LA BA assaporte: AA strangeiro: ALA C assaporte: , rocesso: mpresa: HA VA razo: 30 ia(s) strangeiro: Yves Van eertsom assaporte: J466398, rocesso: mpresa: HB C A- CA ACAC LA. razo: 30 ia(s) strangeiro: JÉÔ ACA assaporte: H831181, rocesso: mpresa: HB C A- CA ACAC LA. razo: 30 ia(s) strangeiro: AK BW assaporte: , rocesso: mpresa: HB C ACA ACAC LA. razo: 30 ia(s) strangeiro: AL AK AKL assaporte: , rocesso: mpresa: CC C CLA LA - 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em Contrato esolução ormativa, de 10/10/2006: rocesso: mpresa: CH BAL - - HAA, ALAC A A LA. razo: até 24/09/2013 strangeiro: CHAA B V assaporte: C1H281, rocesso: mpresa: H A A LA razo: 2 Ano(s) strangeiro: A A assaporte: Z strangeiro: AH KA JAAHAA assaporte: strangeiro: A- JA CHAL H assaporte: H , rocesso: mpresa: BL BAL LA razo: 2 Ano(s) strangeiro: WLLA HY HY assaporte: , rocesso: mpresa: AK LY VC - A A LA razo: até 22/11/2014 strangeiro: A AHW AK assaporte: , rocesso: mpresa: B BAL LA razo: 2 Ano(s) strangeiro: CHAL A- assaporte: , rocesso: mpresa: L BAL A BA razo: 2 Ano(s) strangeiro: C CAA QALA assaporte: B , rocesso: mpresa: H A A LA razo: 2 Ano(s) strangeiro: AA JAABA assaporte: H strangeiro: A assaporte: K , rocesso: mpresa: L BAL A - BA razo: 2 Ano(s) strangeiro: ALJA J. A Y assaporte: XX strangeiro: JY LA- AKAA assaporte: B strangeiro: L JA V LÑA assaporte: B strangeiro: YA B B assaporte: B strangeiro: H ACA assaporte: XX , rocesso: mpresa: ALL VC - L LA razo: até 12/01/2015 strangeiro: CLA BA L- assaporte: , rocesso: mpresa: B BAL LA razo: 2 Ano(s) strangeiro: JÉ KAY assaporte: 12AH63409, rocesso: mpresa: AVACA /A razo: até 30/09/2013 strangeiro: LYA VLZAV KLV assaporte: , rocesso: mpresa: B AC LA. razo: até 29/07/2013 strangeiro: BCHA assaporte: , rocesso: mpresa: BABK ACAC /A razo: até 31/03/2015 strangeiro: A- CC QZ A assaporte: , rocesso: mpresa: B VC LA. razo: até 07/06/2014 strangeiro: VAL CLAC assaporte: , rocesso: mpresa: JLL A AC BAL LA razo: 2 Ano(s) strangeiro: JA K BABY H assaporte: , rocesso: mpresa: BA7 BAL VC LA razo: até 31/03/2015 strangeiro: ALB J assaporte: strangeiro: ALXA- C LAY assaporte: strangeiro: BJA CHH CA assaporte: strangeiro: BA JH Y assaporte: strangeiro: BYA AHA JH assaporte: strangeiro: CA L JA assaporte: strangeiro: C HLL assaporte: strangeiro: L B A assaporte: strangeiro: LAY AL BA V assaporte: strangeiro: A A ALL assaporte: strangeiro: CHAL AH- Y CA assaporte: strangeiro: CHAL JA A assaporte: strangeiro: HA QA- HA assaporte: strangeiro: AAHA KA assaporte: strangeiro: HL WA assaporte: strangeiro: C AH assaporte: strangeiro: H LLA assaporte: strangeiro: WK AZ ZALWK assaporte: A , rocesso: mpresa: - L BAL A BA razo: até 26/03/2015 strangeiro: LWL LA LAA assaporte: XX , rocesso: mpresa: VA VC AC AA LA razo: até 25/08/2013 strangeiro: HA JA KAA assaporte: 7K1C17 strangeiro: AALA BA CHB assaporte: strangeiro: LK BAA assaporte: B7KK18, rocesso: mpresa: VA VC - AC AA LA razo: até 25/08/2013 strangeiro: L JA VA H assaporte: 7HJ303 strangeiro: JHA A WLHL VA assaporte: B27L553 strangeiro: HLL AHY L assaporte: strangeiro: CHA ALLA HAH assaporte: strangeiro: WLHL AA HAL- J assaporte: BBL91L82, rocesso: mpresa: VA A VC ACA LA razo: 2 Ano(s) strangeiro: V A VALAY assaporte: J764585, rocesso: mpresa: AK LY VC - A A LA razo: até 26/02/2015 strangeiro: AAA L assaporte: , rocesso: mpresa: - BL BAL LA razo: 2 Ano(s) strangeiro: ALKA- AA WWKWK assaporte: A , rocesso: mpresa: L BAL A - BA razo: até 01/11/2014 strangeiro: Vladislav imitrov tefanov assaporte: , rocesso: mpresa: L BAL A BA razo: até 08/03/2014 strangeiro: A ACA assaporte: B , rocesso: mpresa: L BAL A BA razo: até 02/05/2014 strangeiro: AJ ALK assaporte: LL , rocesso: mpresa: L BAL A - BA razo: 2 Ano(s) strangeiro: K CL CA- L assaporte: J strangeiro: AHKA - V A assaporte: , rocesso: mpresa: ACA AVACA VC A L- A razo: até 27/02/2014 strangeiro: AY AHY HH assaporte: , rocesso: mpresa: ACA AVACA VC A LA razo: até 27/02/2014 strangeiro: AV W AA assaporte: , rocesso: mpresa: LA H LA. razo: 2 Ano(s) strangeiro: AL- L assaporte: , rocesso: mpresa: L BAL A BA razo: 2 Ano(s) strangeiro: VAL KAA CAA assaporte: AL , rocesso: mpresa: L- A H LA. razo: 2 Ano(s) strangeiro: B CAL A BBACKA assaporte: , rocesso: mpresa: L BAL A - BA razo: até 19/11/2014 strangeiro: A ALL BAY assaporte: B , rocesso: mpresa: B BAL LA razo: 2 Ano(s) strangeiro: BA CL W assaporte: , rocesso: mpresa: L BAL A - BA razo: até 12/09/2014 strangeiro: Krzysztof awel Kludka assaporte: strangeiro: erfecto ino nso assaporte: B , rocesso: mpresa: - VA A VC ACA LA razo: 2 Ano(s) strangeiro: ALA BB assaporte: , rocesso: mpresa: A A BAL LA razo: até 30/10/2014 strangeiro: L J- AHA AK assaporte: , rocesso: mpresa: L BAL A - BA razo: até 30/04/2015 strangeiro: AK C assaporte: , rocesso: mpresa: L- A A QC A LA razo: até 01/12/2014 strangeiro: ALA BAAC assaporte: XX , rocesso: mpresa: B - VC LA. razo: até 07/06/2014 strangeiro: JH BW assaporte: , rocesso: mpresa: ACA AVACA LA razo: até 08/06/2014 strangeiro: Andrei urashko assaporte: , rocesso: mpresa: L BAL A - ocumento assinado digitalmente conforme n o -

198 º 94, sexta-feira, 17 de maio de 2013 BA razo: 2 Ano(s) strangeiro: AY AAK assaporte: , rocesso: mpresa: - L BAL A BA razo: 2 Ano(s) strangeiro: leg ukhanov assaporte: , rocesso: mpresa: L BAL A - BA razo: 2 Ano(s) strangeiro: KAALH BALA- AHB JAHAV assaporte: K strangeiro: AV BHHA AA AAYA HAA assaporte: strangeiro: VL LHA HLKA assaporte: K , rocesso: mpresa: H A A LA razo: 2 Ano(s) strangeiro: AH KA assaporte: strangeiro: BHAKA JY HH assaporte: strangeiro: VKAJ H assaporte: H strangeiro: VAYHAKA A- JAAYA H assaporte: J , rocesso: mpresa: L BAL A - BA razo: 2 Ano(s) strangeiro: CHA LA Q A assaporte: , rocesso: mpresa: BA7 BAL VC LA razo: até 31/03/2015 strangeiro: ALXA assaporte: strangeiro: AV H assaporte: strangeiro: AC AZAK assaporte: strangeiro: AHW BW assaporte: strangeiro: JH X assaporte: strangeiro: KH ALXA A assaporte: strangeiro: CHAL AV A assaporte: strangeiro: AL AW WA assaporte: strangeiro: A ALZ AA assaporte: XX strangeiro: H CHAL CH assaporte: , rocesso: mpresa: - L BAL A BA razo: 2 Ano(s) strangeiro: ALX A JA A assaporte: C strangeiro: Carlos duardo viedo arcia assaporte: C strangeiro: JA ALB LCA CA assaporte: C strangeiro: JA AZ Z assaporte: C strangeiro: KA XA assaporte: AH strangeiro: AL J AAL - Z assaporte: C strangeiro: VAL KAAL assaporte: AH strangeiro: VAL A A assaporte: C916232, rocesso: mpresa: L BAL A BA razo: 2 Ano(s) strangeiro: ALXY AYV assaporte: strangeiro: AA ALK assaporte: AH strangeiro: LA KLA assaporte: AH strangeiro: A KL assaporte: A strangeiro: AKL AK assaporte: AH strangeiro: K- A AA assaporte: AK strangeiro: A AAK assaporte: AH strangeiro: A- LY LZ CHCHLLA assaporte: C strangeiro: - LYK AV assaporte: AH strangeiro: - A LL assaporte: A , rocesso: mpresa: A BAL VC L LA. razo: até 17/08/2014 strangeiro: CLAK JA C assaporte: , rocesso: mpresa: L BAL A - BA razo: 2 Ano(s) strangeiro: Arnold endoza Lopez assaporte: C strangeiro: lin lises uentes Acosta assaporte: C strangeiro: ver Josue artinez ernandez assaporte: strangeiro: Konstantinos Kostantopoulos assaporte: AH strangeiro: mar Alexander Licona obar assaporte: strangeiro: restes ineda rias assaporte: C strangeiro: rzemyslaw ebastian kupin assaporte: AK strangeiro: amon rnesto anzanares Bardales assaporte: C731304, rocesso: mpresa: - L BAL A BA razo: 2 Ano(s) strangeiro: AHAL ACHLL L VHAH assaporte: J015972, rocesso: mpresa: L BAL A BA razo: 2 Ano(s) strangeiro: JA AL A- L ACH assaporte: , rocesso: mpresa: L BAL A - BA razo: 2 Ano(s) strangeiro: AC AAAA AALA assaporte: XX , rocesso: mpresa: BAL - VC B- A LVAA LA. razo: até 01/05/2014 strangeiro: AA YAZA ABA assaporte: B strangeiro: AA LAA assaporte: strangeiro: L CVA assaporte: XX strangeiro: JALH LA LA CZ assaporte: B strangeiro: L BA JAHA assaporte: B strangeiro: AK AHY AAA JABC assaporte: B strangeiro: ALAW CBA assaporte: XX strangeiro: LA BC BL assaporte: XX strangeiro: HA B assaporte: B strangeiro: J. 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ZA A assaporte: B strangeiro: HAY J L assaporte: XX strangeiro: AK JH ABH CAL assaporte: B strangeiro: LV JA-A VLLAAL assaporte: B strangeiro: LV A ACAL assaporte: B strangeiro: L L AZA assaporte: XX strangeiro: YA C AAY assaporte: B , rocesso: mpresa: BA7 BAL VC LA razo: até 31/03/2015 strangeiro: ALXA H LL assaporte: strangeiro: AV BA WLL assaporte: strangeiro: A LA YH assaporte: strangeiro: L BA A- assaporte: strangeiro: LW AV A- CLA assaporte: strangeiro: AK JA assaporte: strangeiro: AL AV W assaporte: strangeiro: CHA ALXA H assaporte: strangeiro: B BB assaporte: strangeiro: B CHAL AV assaporte: strangeiro: AV WLL A assaporte: , rocesso: mpresa: - L BAL A BA razo: 2 Ano(s) strangeiro: LAY HCHA L ALA AQ assaporte: strangeiro: Y AH assaporte: B , rocesso: mpresa: BAL - - VC BA LVAA LA. razo: até 01/05/2014 strangeiro: ALB ABYA ALCA assaporte: XX strangeiro: AV J BL CAA assaporte: XX strangeiro: AV AY - ZA assaporte: B strangeiro: A A AA assaporte: B strangeiro: AY CLAAY ALAA assaporte: XX strangeiro: JY AZ L assaporte: B strangeiro: JH ACHZ A- ALLA assaporte: B strangeiro: JAHA CALA L assaporte: B strangeiro: J B- AABA BAB assaporte: B strangeiro: CA A C assaporte: XX strangeiro: A Z BAC assaporte: XX strangeiro: V CHA VAA LAZA assaporte: B , rocesso: mpresa: JLL A AC BAL LA razo: 2 Ano(s) strangeiro: CL V assaporte: , rocesso: mpresa: WL, H.A. razo: 2 Ano(s) strangeiro: ohinton Jehangir Jamooji assaporte: strangeiro: HAKA AVAAAH assaporte: strangeiro: riram opalakrishnan assaporte: H , rocesso: mpresa: BA7 BAL VC LA razo: até 14/04/2015 strangeiro: CHAL - YL assaporte: , rocesso: mpresa: VA VC AC AA LA razo: até 25/08/2013 strangeiro: B assaporte: 88CB4, rocesso: mpresa: WL-, H.A. razo: 2 Ano(s) strangeiro: A- BALAA KAHCK A assaporte: J , rocesso: mpresa: BAL - VC B- A LVAA LA. razo: até 01/05/2014 strangeiro: AALY YHCHK assaporte: H strangeiro: JV KVALV assaporte: KB strangeiro: JA J. A AL assaporte: B strangeiro: KA ZZHK assaporte: strangeiro: LKA YHV assaporte: H strangeiro: LA Z assaporte: strangeiro: - LVAV assaporte: strangeiro: Y CH assaporte: strangeiro: Y ZYBA assaporte: H strangeiro: YY ALHKA assaporte: K strangeiro: YY KHLBKV assaporte: , rocesso: mpresa: WL, H.A. razo: 2 Ano(s) strangeiro: KAL B LACA assaporte: J , rocesso: mpresa: - L BAL VC L LA razo: 2 Ano(s) strangeiro: Q VALLAA ZALZ assaporte: strangeiro: JHAHA Y AAYA LZ assaporte: strangeiro: JHA J ZA CBA assaporte: strangeiro: J A- ÑA CALLA assaporte: strangeiro: L L ZC assaporte: strangeiro: J ÑA CALLA assaporte: strangeiro: A ALAZA LC assaporte: , rocesso: mpresa: C BAL L A LA razo: 2 Ano(s) strangeiro: LY J V assaporte: , rocesso: mpresa: BKAL BAL AA- VC A LA. razo: até 01/02/2014 strangeiro: HAC LZ CALA assaporte: , rocesso: mpresa: L BAL - VC L LA razo: 2 Ano(s) strangeiro: AB- A BAA assaporte: strangeiro: CHAK KHAL assaporte: strangeiro: HAZ assaporte: strangeiro: KA ABBCH assaporte: strangeiro: A KAAB assaporte: W strangeiro: ZKY KHB assaporte: , rocesso: mpresa: BKAL BAL AA VC A LA. razo: até 01/02/2014 strangeiro: JA WL JKA assaporte: 7BJB98 ', rocesso: mpresa: - AC AA LA. razo: 2 Ano(s) strangeiro: J HA HA assaporte: , rocesso: mpresa: CH BAL - - HAA, ALAC A A LA. razo: 2 Ano(s) strangeiro: JA A LLY assaporte: , rocesso: mpresa: BA7 BAL VC LA razo: até 15/07/2013 strangeiro: - A HK AL CLHA assaporte: YB4L642, rocesso: mpresa: BB H AA.A razo: até 06/10/2014 strangeiro: BB ACL HLLW assaporte: C2KV0L2Y, rocesso: mpresa: H A A LA razo: 2 Ano(s) strangeiro: AJH HAAHCHAA BAV assaporte: K strangeiro: A AA H assaporte: K , rocesso: mpresa: BA7 BAL VC LA razo: até 31/03/2015 strangeiro: K LY assaporte: strangeiro: Y H assaporte: , rocesso: mpresa: CH BAL - HA- A, ALAC A A LA. razo: até 10/01/2015 strangeiro: W A BACLAY assaporte: , rocesso: mpresa: LA - VC ACA BACAC LA razo: 2 Ano(s) strangeiro: Arsen Host assaporte: strangeiro: Hrvoje Kukoc assaporte: strangeiro: iran Katinic assaporte: strangeiro: Vjekoslav Kuvacic assaporte: strangeiro: Zvonimir Kriznik assaporte: , rocesso: mpresa: A LY A- VACA AA LA razo: 2 Ano(s) strangeiro: VLA- LAV B assaporte: , rocesso: mpresa: ALAXA AA LA razo: 2 Ano(s) strangeiro: L HCHK assaporte: A261782, rocesso: mpresa: L BAL A BA razo: 2 Ano(s) strangeiro: sagani arcia Caunin assaporte: B strangeiro: Joel Jastia stilo assaporte: B , rocesso: mpresa: BAK HH BAL LA razo: até 25/09/2013 strangeiro: JHA J C L assaporte: , rocesso: mpresa: L BAL A - BA razo: até 25/10/2014 strangeiro: Kartik Balakrishnan assaporte: C strangeiro: uhammad mran assaporte: B , rocesso: mpresa: CH BAL - HAA, ALAC A A LA. razo: 2 Ano(s) strangeiro: ALA WLLA assaporte: strangeiro: AW JA CA- Y assaporte: strangeiro: CL A - assaporte: strangeiro: CHAL AY assaporte: strangeiro: AL HB assaporte: strangeiro: AHALL assaporte: , rocesso: mpresa: CH BAL - HAA, ALAC A A LA. razo: 2 Ano(s) strangeiro: ALXA CHAL B- CHA assaporte: , rocesso: mpresa: BKAL BAL AA VC A- LA. razo: até 10/01/2015 strangeiro: A LCA Y assaporte: B strangeiro: L AL ACAWA assaporte: XX strangeiro: K- H AA QA assaporte: XX strangeiro: AL CHAVZ ACLA assaporte: B strangeiro: L AA ACA assaporte: B , rocesso: mpresa: L BAL A BA razo: 2 Ano(s) strangeiro: AL- B LAB AAA assaporte: B , rocesso: mpresa: L BAL A BA razo: 2 Ano(s) strangeiro: VY- AK assaporte: A strangeiro: AA - A assaporte: AH , rocesso: mpresa: L BAL A BA razo: até 01/11/2014 strangeiro: amuel Jr alereana oma assaporte: B , rocesso: mpresa: L BAL A BA razo: 2 Ano(s) strangeiro: AK AHY CABA BA assaporte: XX strangeiro: B BC ALA assaporte: XX , rocesso: mpresa: L BAL A BA razo: 2 Ano(s) strangeiro: arry icanor rancisco olina assaporte: B strangeiro: JL CZA LA CZ assaporte: B , rocesso: mpresa: CH BAL - HA- A, ALAC A A LA. razo: 2 Ano(s) strangeiro: AV LWLL assaporte: strangeiro: AY JH WLLA LK assaporte: strangeiro: JH WL assaporte: , rocesso: mpresa: A LY A- VACA AA LA razo: 2 Ano(s) strangeiro: AK- Y KYYCHK assaporte: , rocesso: mpresa: L BAL A - BA razo: 2 Ano(s) strangeiro: AKAJ AHK H A assaporte: H , rocesso: mpresa: L BAL A BA razo: até 28/10/2014 strangeiro: erardo Alfredo Amaya armiento assaporte: Z022943, rocesso: mpresa: VA VC AC AA LA razo: até 25/08/2013 strangeiro: VA KLY assaporte: C241661, rocesso: mpresa: ACA AVACA VC A LA razo: até 27/02/2014 strangeiro: J HAAL LYA assaporte: , rocesso: mpresa: BA7 BAL VC LA razo: até 31/03/2015 strangeiro: AC BHA assaporte: W strangeiro: BALY CX assaporte: strangeiro: CA V assaporte: ocumento assinado digitalmente conforme n o -

199 º 94, sexta-feira, 17 de maio de strangeiro: AA YZA A assaporte: A strangeiro: AV ALXA A assaporte: strangeiro: JA A assaporte: strangeiro: L AHAL assaporte: A strangeiro: AWL KWALK assaporte: strangeiro: HA B assaporte: , rocesso: mpresa: BA7 BAL - VC LA razo: até 15/07/2013 strangeiro: AL L- L AZ assaporte: XX , rocesso: mpresa: WC VC CA LA razo: até 31/01/2014 strangeiro: AY LA- C AL assaporte: XX , rocesso: mpresa: BA7 BAL VC LA razo: até 02/02/2015 strangeiro: HY AYA A- LA assaporte: B , rocesso: mpresa: CA BAL VC L L- A razo: 2 Ano(s) strangeiro: AA JA WA AW assaporte: strangeiro: ZAVK C assaporte: , rocesso: mpresa: - L BAL A BA razo: 2 Ano(s) strangeiro: AVVC assaporte: LV , rocesso: mpresa: A LY AVACA AA LA razo: 2 Ano(s) strangeiro: L J. AYC ACA assaporte: B , rocesso: mpresa: BA7 BAL VC LA razo: até 26/10/2013 strangeiro: AA AA L- Y assaporte: strangeiro: K VA- assaporte: , rocesso: mpresa: CA BAL VC L LA razo: até 19/07/2014 strangeiro: CL JH Y assaporte: WJ strangeiro: A LVLL assaporte: strangeiro: L assaporte: strangeiro: L BZAC assaporte: , rocesso: mpresa: BAL V- C H ALACA LA razo: 2 Ano(s) strangeiro: WA C assaporte: 11C75681, rocesso: mpresa: BA7 BAL VC LA razo: até 26/10/2013 strangeiro: HAAL K assaporte: , rocesso: mpresa: - BL BAL LA razo: até 07/04/2014 strangeiro: Jason udge assaporte: QH124233, rocesso: mpresa: L BAL A BA razo: 2 Ano(s) strangeiro: VAYLK assaporte: K strangeiro: Y AAVYCH assaporte: AK353766, rocesso: mpresa: L BAL A BA razo: 2 Ano(s) strangeiro: hoderick gdon onzales assaporte: B , rocesso: mpresa: L BAL A BA razo: 2 Ano(s) strangeiro: Antonios Kalogeris assaporte: AH , rocesso: mpresa: L BAL A BA razo: até 01/11/2014 strangeiro: B BA- CL H assaporte: XX , rocesso: mpresa: L BAL A - BA razo: até 25/10/2014 strangeiro: ex Javier aghubasan assaporte: B , rocesso: mpresa: L BAL A BA razo: até 01/11/2014 strangeiro: LA BAYL VLLAL assaporte: B , rocesso: mpresa: A LY AVACA AA LA razo: 2 Ano(s) strangeiro: CK BA BAA assaporte: B , rocesso: mpresa: BKAL BAL AA VC A LA. razo: até 01/03/2014 strangeiro: CHA L ÑA H- B assaporte: strangeiro: L AA A- Z Z assaporte: , rocesso: mpresa: CA AVACA L razo: até 10/02/2014 strangeiro: AK LKKL VAH assaporte: H , rocesso: mpresa: CH BAL - HAA, ALAC A A LA. razo: 2 Ano(s) strangeiro: AV JA A assaporte: , rocesso: mpresa: BAL CA - AC LA razo: 2 Ano(s) strangeiro: JL A BW assaporte: , rocesso: mpresa: AK LY VC - A A L- A razo: 2 Ano(s) strangeiro: B JHA L assaporte: , rocesso: mpresa: - CH BAL - HAA, ALAC A A- LA. razo: até 10/01/2015 strangeiro: KHAYL AHK assaporte: A593145, rocesso: mpresa: BL BAL LA razo: até 07/04/2014 strangeiro: Juraj Curkovic assaporte: , rocesso: mpresa: A LY A- VACA AA LA razo: 2 Ano(s) strangeiro: J B CABA CABA assaporte: B , rocesso: mpresa: L BAL A - BA razo: 2 Ano(s) strangeiro: JYA AVA ALAYA assaporte: XX , rocesso: mpresa: BL BAL LA razo: até 28/02/2015 strangeiro: Barton ardner Barnum assaporte: , rocesso: mpresa: L BAL A - BA razo: até 10/04/2014 strangeiro: B A KZAK assaporte: A , rocesso: mpresa: ALAXA AA LA razo: 2 Ano(s) strangeiro: AKY LKHV assaporte: H678346, rocesso: mpresa: AC AA LA. razo: 2 Ano(s) strangeiro: BA JA JACQ assaporte: 13A71470 strangeiro: W assaporte: JB12 strangeiro: LCA 'AA assaporte: AA , rocesso: XLA AA A A AC ste documento pode ser verificado no endereço eletrônico pelo código mpresa: A VC A LA razo: até 10/06/2014 strangeiro: K CA BCK assaporte: , rocesso: mpresa: ALAXA A- A LA razo: 2 Ano(s) strangeiro: LA AVY- LYK assaporte: , rocesso: mpresa: ALAXA AA LA razo: 2 Ano(s) strangeiro: LKA VZHK assaporte: , rocesso: mpresa: L BAL VC - L LA razo: 2 Ano(s) strangeiro: A J- ZAAA Z assaporte: strangeiro: L- A VLA assaporte: strangeiro: L CAL JZ A assaporte: strangeiro: A LÇ assaporte: , rocesso: mpresa: BB H AA.A razo: até 06/10/2014 strangeiro: LA LV CLA assaporte: , rocesso: mpresa: BKAL BAL AA- VC A LA. razo: 2 Ano(s) strangeiro: AAKAY AL assaporte: XX emporário - em Contrato esolução ormativa, de 15/09/2010: rocesso: mpresa: AL BAL ACA VC A ACA - C AA A CACA LA. razo: 1 Ano(s) strangeiro: A BV assaporte: 08C52401, rocesso: mpresa: B BCH LAA razo: 12 ês(es) strangeiro: JÜ HL WA assaporte: C2W8XJV0, rocesso: mpresa: C- -BZ BAL LA. razo: 3 ês(es) strangeiro: - A LB assaporte: C86HVJZ, rocesso: mpresa: C-BZ BAL L- A. razo: 3 ês(es) strangeiro: CHAL AA L- L assaporte: C8Y7W, rocesso: mpresa: & Y C AA AAL LA. razo: 1 Ano(s) strangeiro: elson oster ellen assaporte: , rocesso: mpresa: Q- LZ A AV LA razo: 12 ês(es) strangeiro: LCA C CLC assaporte: Y503841, rocesso: mpresa: CA BAL LA razo: 1 Ano(s) strangeiro: Laura Kathleen eramore enver assaporte: , rocesso: mpresa: HK- CH BAL AQA QA LA. razo: 12 ês(es) strangeiro: LAA JH assaporte: 09K02387, rocesso: mpresa: BA- C AA (BAL).A. razo: 4 ês(es) strangeiro: A L C assaporte: , rocesso: mpresa: ALLAC VC L BAL VC ACA LA. razo: 1 Ano(s) strangeiro: Hugo de Benedittis assaporte: 08C72009, rocesso: mpresa: L LCC BAL LA razo: 1 Ano(s) strangeiro: YA JA L assaporte: , rocesso: mpresa: K BAL ACA /A razo: 1 Ano(s) strangeiro: AKA CHA ABY assaporte: , rocesso: mpresa: AA BAL LA razo: 6 ês(es) strangeiro: LC LA A assaporte: , rocesso: mpresa: CA BAL A CC A razo: 1 Ano(s) strangeiro: J- BA AABA AÑA assaporte: AA ermanente - em Contrato esolução ormativa, de 08/12/2004 (Artigo 3, nciso ): rocesso: mpresa: C CA- A CA XA /A razo: 3 Ano(s) strangeiro: J AC AA Z assaporte: B654266, rocesso: mpresa: AVC - C- LA HAA J LA. razo: 5 Ano(s) strangeiro: Bernard ichel arcel rima assaporte: 12CK83273, rocesso: mpresa: Y H ABCA CACA AVA LA razo: 5 Ano(s) strangeiro: JA Y K assaporte: J , rocesso: mpresa: AAK.A. razo: 3 Ano(s) strangeiro: JA L A Z assaporte: AA811389, rocesso: mpresa: AA CY BAL /A razo: 3 Ano(s) strangeiro: AZ ABA ALA assaporte: AA689188, rocesso: mpresa: VA HA- A LA. razo: ndeterminado strangeiro: AÉC ALA assaporte: H071176, rocesso: mpresa: CK BCK ( BAL ) LA. razo: 5 Ano(s) strangeiro: J LLA A assaporte: AA950636, rocesso: mpresa: HX BA- L HL LA razo: 5 Ano(s) strangeiro: Liangzhang Zhou assaporte: , rocesso: mpresa: K ACA LAA LA. razo: ndeterminado strangeiro: YAA assaporte: H , rocesso: mpresa: CA. A- C CA LVL razo: ndeterminado strangeiro: A- A assaporte: K , rocesso: mpresa: CA. AC CA LVL razo: 3 Ano(s) strangeiro: KJ YAK assaporte: Z , rocesso: mpresa: CA. AC CA LVL razo: 3 Ano(s) strangeiro: HH KAAA assaporte: Z , rocesso: mpresa: CA. AC CA LVL razo: 3 Ano(s) strangeiro: YK AHA- A assaporte: , rocesso: mpresa: ALCA C BAL LA. razo: ndeterminado strangeiro: V assaporte: , rocesso: mpresa: BW BAL LA razo: 5 Ano(s) strangeiro: AL JAKB assaporte: ermanente - em Contrato esolução ormativa, de 08/12/2004 (Artigo 3, nciso ): rocesso: mpresa: CA - VAL AA LA. razo: ndeterminado strangeiro: J AL A Z assaporte: BA579872, rocesso: mpresa: CA VAL AA LA. razo: ndeterminado strangeiro: L AA BABA assaporte: AA412169, rocesso: mpresa: A L BAL A- LAC LCA A VAV LA. razo: 2 Ano(s) strangeiro: AL BZA ALA assaporte: B605245, rocesso: mpresa: AJ - L C BAL A A ALCA LA razo: ndeterminado strangeiro: HA YL Y assaporte: , rocesso: mpresa: LAVL VA LA. razo: 2 Ano(s) strangeiro: L AL ALLA L assaporte: AA ermanente - em Contrato esolução ormativa, de 10/10/2006: rocesso: mpresa: BA7 BAL VC LA razo: até 31/03/2015 strangeiro: A C- LA assaporte: strangeiro: AHA JH L- assaporte: strangeiro: JA JA AY assaporte: strangeiro: AHW AV A- assaporte: strangeiro: HA JC assaporte: strangeiro: H AC assaporte: strangeiro: WLLA C JAA assaporte: ermanente - em Contrato esolução ormativa, de 10/02/2009: rocesso: mpresa: AL CC AL VC LA razo: ndeterminado strangeiro: L ALXA C assaporte: J857677, rocesso: mpresa: K V ACAC LA - razo: ndeterminado strangeiro: Constantino António odesto apa-velhas assaporte: L918242, rocesso: mpresa: QAA - CC LA - razo: ndeterminado strangeiro: QAC HA assaporte: , rocesso: mpresa: LB CCA CACA LA razo: ndeterminado strangeiro: Jose gnacio il Valganon assaporte: B192899, rocesso: mpresa: A C A- A LA - razo: ndeterminado strangeiro: A- Y JA ALB CHL LACAA assaporte: 12CY99942, rocesso: mpresa: W - JC BAZL CACA - BLA, VC CC AA C- CA LA razo: ndeterminado strangeiro: ÓCA A CCÇÃ assaporte: L112004, rocesso: mpresa: W JC BAZL C- ACA BLA, VC CC AA CCA LA razo: ndeterminado strangeiro: AÓ A assaporte: H439956, rocesso: mpresa: LA BAHA LA razo: ndeterminado strangeiro: CAL AL LW assaporte: , rocesso: mpresa: CHC LA razo: ndeterminado strangeiro: H CÉL - assaporte: 12C01315, rocesso: mpresa: CHC LA razo: ndeterminado strangeiro: ÉC BA assaporte: 12C01312, rocesso: mpresa: ALH BAL AA- AA LA razo: ndeterminado strangeiro: A- A ALC HA assaporte: AA294586, rocesso: mpresa: BA CA - A AACA V LA razo: ndeterminado strangeiro: A BA assaporte: º , rocesso: mpresa: AA CC LA razo: ndeterminado strangeiro: LX AA assaporte: L094441, rocesso: mpresa: B ZZAA AA LA - razo: ndeterminado strangeiro: AV VACCA assaporte: YA , rocesso: mpresa: VLLA AA L- A razo: ndeterminado strangeiro: CLA A assaporte: AA , rocesso: mpresa: LW AA, CC ABCA LA razo: ndeterminado strangeiro: HA HY assaporte: , rocesso: mpresa: LW AA, CC ABCA LA razo: ndeterminado strangeiro: A BA B assaporte: , rocesso: mpresa: LA A- CA A AB A - CLA V LA razo: ndeterminado strangeiro: CHAL BJA C assaporte: , rocesso: mpresa: V LA razo: ndeterminado strangeiro: Bernard Joseph Louis Le aec assaporte: , rocesso: mpresa: YACH. BAL AA ACA LA razo: ndeterminado strangeiro: LCA AV assaporte: AA , rocesso: mpresa: ABA AVL CLA LA razo: ndeterminado strangeiro: J JA JA- A HA assaporte: , rocesso: mpresa: AVA CAA LA razo: ndeterminado strangeiro: AL AA assaporte: , rocesso: mpresa: LHA BA- L CLA, CC ACA AL- CA LA razo: ndeterminado strangeiro: Y assa- ocumento assinado digitalmente conforme n o -

200 º 94, sexta-feira, 17 de maio de 2013 porte: , rocesso: mpresa: CL- V CBL CLA AAL LA razo: ndeterminado strangeiro: A ZÈ assaporte: /000, rocesso: mpresa: J A CC LA razo: ndeterminado strangeiro: JÃ AL Ã assaporte: , rocesso: mpresa: C VC A LA - razo: ndeterminado strangeiro: AV L AL VALZLA assaporte: , rocesso: mpresa: CA QA LA - razo: ndeterminado strangeiro: L QA A LVA LCA assaporte: L Coordenador eral de migração no uso de suas atribuições autoriza o strangeiro: HH A a exercer concomitantemente o cargo de iretor na ACLA X /A. rocesso: / , anteriormente autorizado através do rocesso: / Coordenador eral de migração no uso de suas atribuições autoriza o strangeiro: HH A a exercer concomitantemente o cargo de iretor na ACLA X /A. rocesso: / , anteriormente autorizado através do rocesso: / Coordenador eral de migração no uso de suas atribuições autoriza o strangeiro: AL AA A Z a exercer concomitantemente o cargo de iretor na AA BAL ACA A LA. rocesso: / , anteriormente autorizado através do rocesso: / Coordenador eral de migração no uso de suas atribuições autoriza o strangeiro: HH A a exercer concomitantemente o cargo de iretor na CAL L A /A. rocesso: / , anteriormente autorizado através do rocesso: / Coordenador eral de migração no uso de suas atribuições autoriza o strangeiro: JA K LL a exercer concomitantemente o cargo de iretor na W A BAL LA.. rocesso: / , anteriormente autorizado através do rocesso: / Coordenador eral de migração no uso de suas atribuições autoriza o strangeiro: J BA A- Ã a exercer concomitantemente o cargo de iretor residente na A C A AL - CCAA VC- L LAA.. rocesso: / , anteriormente autorizado através do rocesso: / Coordenador eral de migração no uso de suas atribuições autoriza o strangeiro: J BA A- Ã a exercer concomitantemente o cargo de iretor residente na XLA ACAC LA.. rocesso: / , anteriormente autorizado através do rocesso: / Coordenador eral de migração no uso de suas atribuições autoriza o strangeiro: J BA A- Ã a exercer concomitantemente o cargo de iretor residente na VVC A AACA VC AV LA.. rocesso: / , anteriormente autorizado através do rocesso: / Coordenador eral de migração no uso de suas atribuições autoriza o strangeiro: J BA A- Ã a exercer concomitantemente o cargo de iretor residente na XLA BAL CC VC A- V LA. rocesso: / , anteriormente autorizado através do rocesso: / Coordenador eral de migração no uso de suas atribuições autoriza o strangeiro: J BA A- Ã a exercer concomitantemente o cargo de iretor residente na A C LA.. rocesso: / , anteriormente autorizado através do rocesso: / Coordenador eral de migração no uso de suas atribuições autoriza o strangeiro: J BA A- Ã a exercer concomitantemente o cargo de iretor residente na A VC CA VC AV LA.. rocesso: / , anteriormente autorizado através do rocesso: / Coordenador eral de migração no uso de suas atribuições autoriza o strangeiro: J BA A- Ã a exercer concomitantemente o cargo de iretor residente na A C C- - CCAA V- CL LA.. rocesso: / , anteriormente autorizado através do rocesso: / CCALZAÇÃ BA C Coordenador eral de migração no uso de suas atribuições autoriza o strangeiro: J BA A- Ã a exercer concomitantemente o cargo de iretor residente na A A CC CA AVA LA.. rocesso: / , anteriormente autorizado através do rocesso: / Coordenador eral de migração no uso de suas atribuições autoriza o strangeiro: J BA A- Ã a exercer concomitantemente o cargo de iretor residente na A A AK ACAC LA.. rocesso: / , anteriormente autorizado através do rocesso: / Coordenador eral de migração no uso de suas atribuições autoriza o strangeiro: B BAH a exercer concomitantemente o cargo de iretor residente na C-BZ BAL AA CCAL LA.. rocesso: / , anteriormente autorizado através do rocesso: / ste documento pode ser verificado no endereço eletrônico pelo código Coordenador eral de migração no uso de suas atribuições autoriza o strangeiro: JÉ AÍA JÁ A a exercer concomitantemente o cargo de iretor eral na ACCA BAL LA.. rocesso: / , anteriormente autorizado através do rocesso: / Coordenador eral de migração no uso de suas atribuições autoriza o strangeiro: AK C BA a exercer concomitantemente o cargo de iretor eral na AH- A/ZAAA -H BAL LA -.. rocesso: / , anteriormente autorizado através do rocesso: / Coordenador eral de migração no uso de suas atribuições autoriza o strangeiro: KLA VL a exercer concomitantemente o cargo de iretor residente na ACA A- A BA AACCA LA.. rocesso: / , anteriormente autorizado através do rocesso: / Coordenador eral de migração no uso de suas atribuições autoriza o strangeiro: KLA VL a exercer concomitantemente o cargo de iretor residente na AA.A. AACC. rocesso: / , anteriormente autorizado através do rocesso: / AL CÂ CA LH ubstituto CAÇÃ o despacho do Coordenador-eral de migração - ubstituto, o deferimento publicado no nº. 45 de 07/03/2013, eção 1, p. 103, C: / onde se lê: LA- JA- AAC, assaporte: 09A95501, leia-se: LA JA-ACAL AAC, assaporte: 13AB o despacho do Coordenador-eral de migração - ubstituto, o deferimento publicado no nº. 82 de 30/04/2013, eção 1, p. 83, C: / onde se lê:, leia-se:. o despacho do Coordenador-eral de migração - ubstituto, o deferimento publicado no nº. 55 de 21/03/2013, eção 1, p. 56, C: / onde se lê: razo: 90 eses, leia-se: 90 ias. CLH AC AÇÃ LÇÃ AVA o - 103, 16 A 2013 isciplina a concessão de autorização de trabalho para obtenção de visto temporário a estrangeiro para trabalho no Brasil nas férias relativas a período acadêmico em nstituição de ensino no exterior. CLH AC AÇÃ, instituído pela Lei n.º 6.815, de 19 de agosto de 1980 e organizado pela Lei n.º , de 28 de maio de 2003, no uso das atribuições que lhe confere o ecreto n.º 840, de 22 de junho de 1993, resolve: Art. 1º inistério do rabalho e mprego poderá conceder autorização de trabalho para obtenção do visto temporário previsto no art. 13, inciso V da Lei n.º 6.815, de 19 de agosto de 1980, ao estrangeiro matriculado em curso de pós-graduação em instituição de ensino no exterior que pretenda vir ao Brasil para trabalho em entidade empregadora estabelecida no aís, no período de férias letivas. 1º trabalho a que se refere o caput não se vincula à realização de estágio ou intercâmbio profissional. 2º prazo de validade do visto será de até noventa dias, improrrogável, vedada a sua transformação em permanente. Art. 2º A concessão do visto de que trata esta esolução ormativa dependerá de prévia autorização do inistério do rabalho e mprego, que deve ser solicitada pela entidade empregadora no Brasil com a apresentação dos seguintes documentos: - comprovação de matrícula do estrangeiro em curso de mestrado ou doutorado ou pós-graduação com no mínimo 360 horas, no exterior; - contrato de trabalho por prazo determinado, a tempo parcial ou integral, celebrado pela empresa requerente com o estrangeiro chamado; - demais documentos exigidos pelo inistério do rabalho e mprego para a autorização de rabalho. Art. 3º sta esolução ormativa entra em vigor na data de sua publicação. AL É ALA residente do Conselho LÇÃ AVA o - 104, 16 A 2013 isciplina os procedimentos para a autorização de trabalho a estrangeiros, bem como dá outras providências. CLH AC AÇÃ, instituído pela Lei n.º 6.815, de 19 de agosto de 1980 e organizado pela Lei n.º , de 28 de maio de 2003, no uso das atribuições que lhe confere o ecreto n.º 840, de 22 de junho de 1993, resolve: Art. 1º A pessoa jurídica ou física interessada na vinda de trabalhador estrangeiro, em caráter permanente ou temporário, deverá solicitar autorização de trabalho junto à Coordenação-eral de migração do inistério do rabalho e mprego, mediante a apresentação de requerimento, conforme "ormulário de equerimento de Autorização de rabalho" em anexo, assinado e encaminhado por seu representante legal, ou procurador, instruído com os seguintes documentos, ou seus equivalentes, quando cabível: - equerente: a) ato legal que rege a pessoa jurídica devidamente registrada no órgão competente ou identidade, no caso de pessoa física; b) ato de eleição ou de nomeação de seu representante legal devidamente registrado no órgão competente; c) cópia do cartão do Cadastro acional da essoa Jurídica - CJ, ou do cartão do Cadastro de essoa ísica - C; d) procuração quando a requerente se fizer representar por procurador; e) comprovante original de recolhimento da taxa individual de imigração; e f) outros documentos previstos em esoluções do Conselho acional de migração. - Candidato: a) cópia de página do passaporte que contenha o número, nome, data de nascimento, nacionalidade e fotografia do estrangeiro; e b) outros documentos previstos em razão de esoluções do Conselho acional de migração. - Contrato de trabalho por prazo determinado, ou indeterminado, devidamente assinado pelas partes, conforme modelos anexos. 1º s documentos serão apresentados, caso possível, em meio digital, pela rede mundial de computadores, desde que preservadas as garantias de segurança de sua autenticidade, nos termos da Lei. 2º s documentos previstos neste artigo, uma vez apresentados e digitalizados, comporão cadastro eletrônico da requerente junto à Coordenação-eral de migração, sendo dispensável sua apresentação em novos pedidos subsequentes, salvo em caso de atualização. 3º reconhecimento de firma não será exigível, salvo nos casos previstos em lei. Art. 2º A ausência de documento ou falha na instrução do processo, acarretará o seu sobrestamento para cumprimento de exigência, pelo prazo de trinta dias, contados da data de ciência do interessado, sob pena de indeferimento do pedido. arágrafo único. A notificação de qualquer ato administrativo ou de decisão exarada pela Coordenação-eral de migração será efetuada preferencialmente por meio eletrônico que assegure a certeza da ciência do interessado, podendo ainda ser realizada, se necessário, por ciência do processo, por via postal com Aviso de ecebimento - A ou por telegrama. Art. 3º Concluída a instrução do processo, a Coordenação- eral de migração decidirá quanto à autorização em até o prazo estabelecido na Lei n.º 9.784, de 29 de janeiro de 1999, prorrogável por igual período, mediante justificativa expressa. 1º enegada a autorização de trabalho caberá pedido de reconsideração dirigido à autoridade que proferiu a decisão, no prazo estabelecido em lei, contados da data de publicação no iário ficial da nião. 2º pedido de reconsideração deverá ser acompanhado da taxa de imigração em dobro. 3º e a autoridade não reconsiderar a decisão no prazo legal, o pedido será recebido como recurso e será encaminhado de ofício à autoridade superior para decisão. Art. 4º A Coordenação-eral de migração fica autorizada a chamar à ordem o processo e cancelar a autorização de trabalho quando verificado o não cumprimento de qualquer cláusula contratual ou descumprimento de disposições legais, cabendo recurso no prazo estipulado por esta esolução ormativa. Art. 5º As hipóteses de transferência do estrangeiro para outra empresa do mesmo grupo econômico, ou mudança de função e/ou agregamento de outras atividades àquelas originalmente desempenhadas pelo estrangeiro, obrigam a pessoa contratante apenas a comunicar e justificar o ato ao inistério do rabalho e mprego no prazo máximo de até quinze dias após a sua ocorrência, apresentando aditivo ao contrato de trabalho, quando cabível. Art. 6º s documentos produzidos fora do país deverão estar consularizados e traduzidos, na forma da legislação em vigor. 1º A Coordenação-eral de migração fica autorizada a conceder prazo de até 60 dias para apresentação da consularização e tradução, nos termos da Lei, de documento produzido no exterior, sem que tal prazo obste o processo de decisão de pedido de autorização de trabalho a estrangeiro. 2º A não apresentação da consularização e tradução, nos termos da Lei, de documento produzido no exterior no prazo previsto no parágrafo anterior, resultará no cancelamento da autorização de trabalho do estrangeiro e comunicação ao inistério da Justiça. Art. 7º A pessoa física ou jurídica chamante informará à Coordenação-eral de migração o término do vínculo com o estrangeiro antes do prazo final da autorização de trabalho concedida para fins de cancelamento. 1º pedido de cancelamento de autorização de trabalho será efetuado por simples comunicação eletrônica do representante legal da pessoa chamante, ou procurador, conforme correio eletrônico informado no ormulário de equerimento de Autorização de rabalho. 2º m caso de novo pedido de autorização de trabalho a estrangeiro que ainda conte com autorização anterior vigente, a Coordenação-eral de migração providenciará o cancelamento automático da autorização anteriormente concedida em caso de deferimento do novo pedido. ocumento assinado digitalmente conforme n o -

201 º 94, sexta-feira, 17 de maio de º s cancelamentos de autorizações de trabalho, após processados, serão comunicados ao inistério da Justiça, sendo dispensável sua publicação em iário ficial. Art. 8º A esolução ormativa n.º 62, de 08 de dezembro de 2004 passa a vigorar acrescida dos seguintes artigos: "Art. 2-A. Quando se tratar de chamada de dirigente, com poderes de representação geral, em instituições financeiras e demais instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil - BAC, a requerente deverá apresentar carta de anuência do BA- C, quanto à indicação do estrangeiro para o cargo." "Art. 2º-B Quando se tratar de chamada de representante legal de sociedade estrangeira de exploração de transporte aéreo e de serviços acessórios, a requerente deverá apresentar instrumento público de procuração delegando poderes ao estrangeiro e carta de homologação da nomeação do representante no Brasil, ou de seu substituto, expedida pela Agência acional de Aviação Civil - AAC." Art. 9º sta esolução ormativa entra em vigor na data de sua publicação. Art. 10 ica revogada a esolução ormativa n.º 74, de 09 de fevereiro AL É ALA AX LÁ AL AZAÇÃ ABALH A A C.º 1. Q, C A LAL: 1. Lei/ecreto/esolução 2. Q: 2. equerente 3. Ativ. conômica (CA) 4. ndereço 5. Cidade C 8. elefone 9. Correio letrônico 10. CJ/C 2.1 A CÍC A A 11. bjeto ocial (resumo): 12. Capital ocial inicial: 13. Capital ocial atual: 14. ata da constituição: 15. ata da última alteração contratual: 16. essoa(s) jurídica(s) estrangeira(s) associada(s): 17. elação das principais associadas, quando se tratar de ociedade Anônima: 18. Valor do investimento de capital estrangeiro: 19. ata do último investimento: 20. ata de registro no Banco Central do Brasil: 21. Administrador (es) - ome e cargo: 22. úmero atual de empregados: 22.1 Brasileiros: 22.2 strangeiros: 23. Justificativa para a contratação do estrangeiro: 3. A 24. ome 25. iliação ai: ãe: 26. exo 27. stado civil 28. ata de nascimento 29. scolaridade 30. rofissão 31. acionalidade 32. ocumento de viagem - Validade 33. unção no Brasil 34. CB 35. Local de trabalho 36. nformar a última remuneração percebida pelo estrangeiro 37. nformar a remuneração que o estrangeiro irá perceber no aís: no exterior: 38. Caso o estrangeiro continue a perceber remuneração no exterior, informar a mesma e oferecer a tributação no Brasil, conforme determina a ecretaria da eceita ederal. 39. xperiência profissional: relação das empresas nas quais foi empregado, funções exercidas com a respectiva duração, local e data, por ordem cronológica, discriminando as atividades compatíveis com as que o candidato desempenhará no Brasil. 40. e legais arentesco ata nasc. acionalidade ocumento de viagem - Validade 41. ipo de visto 42. razo 43. epartição consular brasileira no exterior e m p o r á r i o ermanente 4. A LAL 44. ome 45. C 46. Correio letrônico 5. CLAAÇÃ AL ABLA: XLA AA A A AC 47. (AZÃ/AÇÃ CAL e CJ A A Q), representada por ( C A A Q Á AA ), CLAA, sob as penas da Lei, em relação ao(s) estrangeiro(s) indicado(s) neste requerimento e seu(s) dependente(s) durante a sua permanência em erritório acional, que: a) Assume a responsabilidade por todas e quaisquer despesas médicas e/ou hospitalares do estrangeiro e seus de (se houver); b) Assume a responsabilidade pela repatriação do estrangeiro e de seus de (se houver), ao país de origem; c) nforma que o estrangeiro exercerá suas funções no(s) endereço(s) abaixo relacionados, comprometendo-se a informar à Coordenação- eral de migração qualquer outro endereço onde o estrangeiro vier a atuar: a. (Ç CL); b. (Ç CL); c. (Ç CL); 6. ABLA: 48. eclaro, sob as penas do art. 299 do Código enal Brasileiro, serem verdadeiras as informações transcritas neste documento, comprometendo-me, inclusive, a comprová-las, mediante a apresentação dos documentos próprios à fiscalização. (LCAL AA) Assinatura do representante legal da pessoa jurídica responsável pela chamada do estrangeiro, discriminando-se o nome completo, qualificação, C, apondo-se o nome e a função e o carimbo da entidade. L Contrato de rabalho por razo eterminado Cláusulas brigatórias A (nome da empresa/pessoa física), estabelecida em (endereço completo), representada por (nome do representante legal da empresa) e (nome e dados do candidato), tem contratado o seguinte: CLÁLA A: supramencionado é contratado na forma da legislação em vigor para exercer a função, que abrange as seguintes atividades: (detalhar as atividades que o estrangeiro exercerá). ste documento pode ser verificado no endereço eletrônico pelo código CLÁLA A: prazo deste contrato terá início em até trinta dias após a entrada do contratado no Brasil e vigorará até o prazo final estabelecido no visto. CLÁLA CA: ela execução dos serviços citados, a contratante pagará salário mensal de $ (discriminar os valores dos benefícios, quando for o caso). CLÁLA QAA: candidato virá ao Brasil (desacompanhado ou acompanhado). e vier acompanhado, devem-se discriminar os nomes dos de legais do estrangeiro. CLÁLA QA: A (nome da empresa/pessoa física) compromete-se a pagar as despesas relativas à repatriação do estrangeiro contratado. CLÁLA XA: A repatriação ao país de origem será definitiva ao final do contrato ou ao final da prorrogação, se houver, ou no interregno entre os períodos, caso ocorra distrato, nos termos da Lei, comprometendo-se a contratante a comunicar o fato, em até quinze dias, à Coordenação-eral de migração do inistério do rabalho e mprego. CLÁLA ÉA: contratado não poderá exercer sua atividade profissional para outra empresa/pessoa física, senão àquela que o tiver contratado na oportunidade de concessão do visto, conforme o disposto na Lei. Assinatura e identificação do responsável legal pela empresa/pessoa física. Assinatura do estrangeiro contratado. L Contrato de rabalho por razo A Cláusulas brigatórias A (nome da empresa/pessoa física), estabelecida em (endereço completo), representada por (nome do representante legal da empresa) e (nome e dados do candidato), tem contratado o seguinte: CLÁLA A: supramencionado é contratado na forma da legislação em vigor para exercer a função, que abrange as seguintes atividades: (detalhar as atividades que o estrangeiro exercerá). CLÁLA A: prazo deste contrato terá início em até trinta dias após a entrada do contratado no Brasil e vigorará por prazo indeterminado. CLÁLA CA: ela execução dos serviços citados, a contratante pagará salário mensal de $ (discriminar os valores dos benefícios, quando for o caso). CLÁLA QAA: candidato virá ao Brasil (desacompanhado ou acompanhado). e vier acompanhado, devem-se discriminar os nomes dos de legais do estrangeiro. CLÁLA QA: A (nome da empresa/pessoa física) compromete-se a pagar as despesas relativas à repatriação do estrangeiro contratado, em caso de distrato, comunicando o fato em até quinze dias à Coordenação-eral de migração do inistério do rabalho e mprego. Assinatura e identificação do responsável legal pela empresa/pessoa física. Assinatura do estrangeiro contratado. CAA ÇÃ ABALH CAA-AL C ACH A CAA-AL m 16 de maio de 2013 A Coordenadora-eral de ecursos da ecretaria de nspeção do rabalho/, no uso de sua competência, prevista no art. 9º, inciso, anexo V, da ortaria/ nº 483, de 15 de setembro de 2004 e de acordo com o disposto nos artigos 635 e 637 da CL, e considerando o que dispõe o 5º do art. 23 da lei nº 8.036, de 11 de maio de 1990, decidiu processos de auto de infração ou notificação de débito nos seguintes termos: 1) m apreciação de recurso voluntário: 1.1 ela procedência do auto de infração ou da notificação de débito. º C A.. A / Voith Hydro ervices Ltda. A / J.. da aixão / J.. da aixão / Ata rganização de erviços rofissionais Ltda / JL.A. (nova denominação de Julio imões Logística.A ela procedência parcial do auto de infração ou da notificação de débito. º C A.. A / inuscam - ndústria, Comércio de adeira e ransportes Ltda. 2) m apreciação de recurso de ofício: 2.1 ela procedência do auto de infração ou da notificação de débito º C A.. A / B Construções e Comércio Ltda / becon ngenharia e Construções Ltda. J / adeireira pê ndústria, Comércio, mportação e xportação Ltda / Churrascaria Belisco de Boi Ltda. C 2.2 ela improcedência do auto de infração ou da notificação de débito º C A.. A / ineração mega Ltda / omildo Brandão / oshiba nfraestrutura América do ul Ltda / oshiba nfraestrutura América do ul Ltda. ocumento assinado digitalmente conforme n o -

202 º 94, sexta-feira, 17 de maio de ela procedência parcial do auto de infração ou da notificação de débito º C A.. A / Aliança Consultoria mpresarial Ltda. J / Aliança Consultoria mpresarial Ltda. J / Angel's erviços écnicos Ltda. J / Angel's erviços écnicos Ltda. J / unicípio de Japeri (refeitura do) J A Coordenadora-eral de ecursos da ecretaria de nspeção do rabalho/, no uso de sua competência, prevista no art. 9º, inciso, alínea "c", anexo V, da ortaria/ nº 483, de 15 de setembro de 2004 e considerando o que dispõe o 5º dôo art. 23 da Lei nº 8.036, de 11 de maio de 1990, decidiu o recurso apenas em seu efeito devolutivo e negando-lhe provimento, para manter a interdição. C ÇÃ A / A owers Brasil orres de ransmissão Ltda. HÉLA ALV Ã CAA LAÇÕ ABALH CCALZAÇÃ BA C ACH CÁ m 15 de maio de 2013 Análise de impugnação ecretário de elações do rabalho e mprego, no uso de suas atribuições legais e com fundamento na ortaria 326, publicada em 11 de março de 2013 e na ota écnica º. 469/2013/C//, resolve AQVA, com fundamento no inciso do artigo 18 c/c artigo 51 da ortaria 326/13, a impugnação apresentada pelo indicato dos mpregados em ostos de serviço e de Combustíveis e erivados de etróleo do stado do ato rosso do ul - -, processo / , CJ: / esolve, ainda, com fulcro no artigo 20 da ortaria 326/13, para procedimentos de AÇÃ as seguintes entidades: o indicato dos mpregados no Comércio de ova Andradina, Anaurilândia, Bataguassú, Bataiporã e aquarassu -, processo / , inscrito no CJ: / e AC BAAA- - - indicato dos rabalhadores no Comercio e erviços de Bataguassu -, CJ: / , processo / ecretário de elações do rabalho e mprego, no uso de suas atribuições legais e com fundamento na ortaria nº. 326/2013 e na ota écnica º. 462/2013/C//, resolve - para procedimento de AÇÃ as seguintes entidades sindicais: indicato dos rabalhadores nas mpresas restadores de erviços de Construção e de anutenção de edes de istribuição e de Linhas de ransmissão de nergia létrica do stado do ocantins - -, CJ: / processo: / e os seguintes sindicatos impugnantes: CA - indicato dos rabalhadores nas ndústrias da Construção esada e Afins do stado do ocantins, CJ: / , impugnação interposta por intermédio do apenso nº / e o CC - indicato dos rabalhadores na ndústria da Construção Civil de almas, CJ: / , impugnação interposta por intermédio do apenso nº / nos termos do art. 22 c/c art. 45 2º, da ortaria nº. 326/2013. Arquivamento ecretário de elações do rabalho, no uso de suas atribuições legais,com fundamento no art. 27 da ortaria nº 326, publicada em 11 de março de 2013, resolve AQVA o processo de pedido de registro sindical do sindicato abaixo relacionado, em observância ao diposto no art. 27, da ortaria nº 326/2013: rocesso / ntidade indicato dos ervidores do unicipio de Caracarai - C CJ / undamento A ÉCCA º. 465/2013/C// ndeferimento ecretário de elações do rabalho, no uso de suas atribuições legais, com fundamento no art. 26 da ortaria nº. 326, publicada em 11 de março de 2013, resolve o processo de pedido de registro sindical do sindicato abaixo relacionado, em observância ao disposto no art. 26, da ortaria nº. 326/2013: rocesso / ntidade indicato dos rabalhadores nas nidades Básicas de Atendimento (BAs) do.. do stado de ão aulo. CJ / undamento A ÉCCA nº 467/2013/C// ecretário de elações do rabalho e mprego, no uso de suas atribuições legais, com fundamento na ortaria 326/2013 e na ota écnica º. 468/2013/C//, resolve - o pedido de registro sindical nº / de interesse do indicato dos uardas unicipais do stado de ão aulo -, CJ: / , nos termos do art. 26, inciso, da ortaria nº. 326/2013. edido de registro sindical ecretário de elações do rabalho, no uso de suas atribuições legais, considerando o preenchimento dos requisitos para a publicação do pedido de registro sindical, dá ciência do requerido pela(s) entidade(s) abaixo mencionada(s), ficando aberto o prazo de 30 (trinta dias), para que os interessados possam se manifestar nos termos da ortaria o - 188, de 05 de julho de 2007 e ortaria 326/2013 publicada no em 11 de março de 2013 rocesso / ntidade indicato dos rabalhadores no erviço úblico unicipal de birité - B. CJ / Abrangência unicipal Base erritorial birité- Categoria rofissional ervidores e mpregados úblicos dos poderes xecutivo e Legislativo da Administração ireta e ndireta rocesso / ntidade indicato dos mpregados nas ndústrias de iação e ecelagem do xtremo ul de inas erais CJ / Abrangência ntermunicipal ste documento pode ser verificado no endereço eletrônico pelo código Base erritorial: Albertina, Bom epouso, Borda da ata, Bueno Brandão, Camanducaia, Cambuí, Congonhal, Córrego do Bom Jesus, spírito anto do ourado, stiva, xtrema, nconfidentes, tapeva, Jacutinga, onte ião, unhoz, uro ino, ouso Alegre, ão João da ata, enador Amaral, enador José Bento, ilvianópolis, oledo e urvolândia - Categoria rofissional dos empregados nas indústrias de fiação e tecelagem: de cordoalha e estopa, fiação e tecelagem em geral de especialidades têxteis (passamanarias, rendas, tapetes) de fibras artificiais e sintéticas de tinturaria, integrantes da categoria profissional dos trabalhadores nas indústrias de fiação e tecelagem que correspondem ao seguimento econômico das indústrias de fiação e tecelagem. rocesso / ntidade indicato dos ervidores úblicos unicipais de ertão antana - CJ / Abrangência unicipal Base erritorial ertão antana- Categoria rofissional dos ervidores úblicos unicipais ativos e inativos, dos poderes executivo, inclusive os professores municipais, e legislativo, da administração direta e autárquica, inde do regime de contração. rocesso / ntidade - indicato dos rabalhadores no erviço úblico do unicípio de ucambo. CJ / Abrangência unicipal Base erritorial ucambo-c Categoria rofissional rabalhadores (as) do serviço público municipal de ucambo. edido de registro sindical por decisão judicial Com fulcro no andado de ntimação n.º 417/2013 proveniente da 19ª Vara do rabalho de Brasília/, andado de egurança c/c edido de edida Liminar rocesso n.º , o ecretário de elações do rabalho, no uso de suas atribuições legais, considerando o preenchimento dos requisitos para a publicação do pedido de registro sindical, dá ciência do requerido pela entidade abaixo mencionada, ficando aberto o prazo de 30 (trinta dias), para que os interessados possam se manifestar nos termos da ortaria o - 188, de 05 de julho de 2007 e ortaria 326/2013 publicada no em 11 de março de 2013 rocesso / ntidade indicato dos empregados em Condomínios de Cuiabá e egião. CJ / Abrangência ntermunicipal Base erritorial Chapada dos uimarães, Cuiabá, ondonópolis, angará da erra e Várzea rande- Categoria rofissional. mpregados em Condomínios. egistro de Alteração statutária Com fundamento na ortaria 326, publicada em 11 de março de 2013 e na ota écnica º.471/2013/C//, resolvo AQVA, nos termos do inciso e do artigo 18 c/c artigo 51 da ortaria 326/13, a impugnação apresentada pelo indicato dos mpregados em mpresas istribuidoras de êneros em eral do stado de ão aulo, CJ: / , processo / e, com fundamento no artigo 18 c/c artigo 51 da ortaria 326/13, a alteração estatutária do indicato dos rabalhadores em ransportes odoviários de Jaboticabal -, CJ: / , processo / , para representar a categoria profissional dos trabalhadores e empregados das atividades profissionais e que são abrangidas pelas seguintes categorias: as empresas de transporte de cargas secas e molhadas - motoristas, ajudantes de motoristas, arrumadores de cargas, com exceção aos empregados do setor administrativo, trabalhadores em escritórios, fiscalização, inspeção e controle operacional. as empresas de transporte de passageiros rodoviários de fretamento, turismo, urbano, interurbano, intermunicipal e internacional - motoristas, cobradores, com exceção aos empregados do setor administrativo, trabalhadores em escritórios fiscalização, inspeção e controle operacional. as usinas de açúcar, destilarias de álcool, condomínios de empregados agrícolas, sítios e fazendas, motoristas, tratoristas e operadores de máquinas agrícolas motorizadas, com exceção aos empregados do setor administrativo, trabalhadores em escritórios, fiscalização, inspeção e controle operacional, nos municípios de Ariranha, Cândido odrigues, ernando restes, Jaboticabal, onte Alto, irangi, anta Adélia, aiaçu, aiúva, aquaritinga e Vista Alegre do Alto, no stado de ão aulo. AL A AC L ÊCA Í A AA o - 45, 15 A 2013 ABALH A Í A, tendo em vista o que consta no rocesso nº / , nos termos do despacho exarado no processo em epígrafe e usando da competência delegada pela ortaria / o - 02, de 25 de maio de 2006, publicada no do dia 30 de maio de 2006, resolve: Homologar o lano de Cargos e Carreiras do Corpo ocente da ACLA CAXABA Ã A, sediada à odovia thovarino uarte antos, nº 844, esidencial ark Washington, C , ão ateus/, inscrita no CJ sob o nº / , ficando expresso que qualquer alteração a ser feita no quadro, dependerá de prévia aprovação desta uperintendência. ALCA A CAA A LVA ubstituto ocumento assinado digitalmente conforme n o -

203 º 94, sexta-feira, 17 de maio de Conselho acional do inistério úblico. C A A - A L CAÇÃ a pauta da 6ª essão rdinária de 2013 do C, publicada no iário ficial da nião, eção 1, de 15/05/2013, págs. 65/73, exclua-se o item 13, procedendo-se à renumeração dos itens subsequentes. LÁ CÃ 14 A 2013 CLAAÇÃ AA VAÇÃ A CÊCA A AA A CÕ CLH-CA C.º / ; Q: AC VÍC ACHA LA: CLH LZ A JÚ; BJ: Q Q JA CA A CÃ - A A C CL AAV C C / , A QAL Q A A VA CVA CC AA A CAA / CA. LA. CÃ ( ) ota-se que o requerente ainda não cumpriu o disposto na referida norma regimental, razão pela qual,, que se aguarde, pelo prazo de 5 (cinco) dias, a vinda aos autos da petição inicial original, bem como dos documentos pessoais, para que, somente após o cumprimento da norma, seja feita a apreciação do pedido liminar. LZ A JÚ Conselheiro acional CÕ 15 A 2013 C / A: epresentação por nércia ou por xcesso de razo () Q: ederação das ntidades cologistas Catarinenses Q: inistério úblico ederal no stado de anta Catarina e inistério úblico do stado de anta Catarina CÃ (...)ão tendo sido demonstrada inércia ou excesso de prazo na atuação do inistério úblico, que justifique a intervenção do inistério úblico, fica evidente a falta de interesse no prosseguimento do feito. azão pela qual determino o arquivamento desta pela Coordenadoria de rocessamento de eitos, nos termos do art. 43, X, "b", do egimento nterno do C. ublique-se. Cumpra-se. Comunique-se a entidade equerente, o rocurador-eral de Justiça do stado de anta Catarina e o rocurador-chefe da rocuradoria da epública no stado de anta Catarina. ABA A A LVA elator C: nº / LA: Conselheiro ito Amaral Q: dgardy Anderson Luz omes AVA: Vitamá ereira Luz omes - AB/ nº 43-B Q: inistério úblico do stado de ocantins XLA AA A A AC CÃ (...)Ante o exposto, constatada a regularidade da atuação ministerial e dos prazos procedimentais pertinentes, determino o arquivamento desta representação por inércia ou por excesso de prazo nº / , por perda de objeto, com fundamento no art. 43, inciso X, alínea "b", segunda parte, do C. Cumpra-se. AAAL elator CA AC É ÚBLC CÃ 29 ABL 2013 CLAAÇÃ CLA º / CLAA: ALX L A LVA CLAA: B É ÚBLC - A AA ecisão: ( ) ste documento pode ser verificado no endereço eletrônico pelo código Ante exposto, por não vislumbrar omissão, inércia ou insuficiência na atuação do órgão disciplinar originalmente competente, propõe-se ao corregedor nacional do inistério úblico o arquivamento da presente reclamação disciplinar, com fundamento no parágrafo único do art. 80 do C (esolução 92, de 13/03/2013), cientificando-se o plenário do Conselho e o reclamante. Brasília, 22 de abril de 2013 L HL embro Auxiliar Acolho a manifestação de fls. 240/244-verso, nos termos propostos, cujos fundamentos adoto como razões de decidir para determinar o arquivamento do presente feito, com fulcro no artigo 130-A, 2º, da C e artigo 80, parágrafo único, do C. ê-se ciência ao lenário, à Corregedoria-eral de origem, ao reclamante e aos reclamados, nos termos regimentais. ublique-se e, egistre-se. Brasília/, 29 de abril de 2013 J LZ A CLH Corregedora acional CÃ 6 A 2013 CLAAÇÃ CLA º / CLAA: AVA BAL/ CLAA: B É ÚBLC - A Ã AL ecisão: ( ) m corolário ao exposto, assim, não remanescendo dúvida de que os reclamados não incidiram nas infrações disciplinares irrogadas, opino por corroborar o veredito da instância correcional de origem, pugnando pelo arquivamento desta eclamação isciplinar, ex vi do Art. 80, arágrafo Único, do egimento nterno do Conselho acional do inistério úblico...j. Brasília, 26 de abril de 2013 ALA HLA A embro Auxiliar a manifestação de fls. 1187/1197, nos termos propostos, cujos fundamentos adoto como razões de decidir para determinar o arquivamento do presente feito, com fulcro no artigo 130-A, 2º, da C e artigo 80, parágrafo único, do C. ê-se ciência ao lenário, à Corregedoria-eral de origem, à reclamante e aos reclamados, nos termos regimentais. ublique-se e, egistre-se.. Brasília-, 6 de maio de 2013 J LZ A CLH Corregedor acional inistério úblico da nião É ÚBLC ABALH CAA A 1ª Ã AA o - 90, 14 A 2013 CA ABALH, que esta subscreve, no uso de suas atribuições legais, Considerando o teor dos fatos relatados na epresentação nº /4-601, instaurada com a finalidade de apurar notícias de insalubridade do meio ambiente do trabalho; Considerando o disposto nos arts. 127 e 129 da Constituição da epública, art. 6º, V e 84,, da Lei Complementar nº 75/93 e art. 8º, 1º da Lei nº 7347/85, que atribuem ao inistério úblico do rabalho a defesa dos interesses difusos, coletivos, sociais e individuais indisponíveis, bem como a possibilidade de instauração de nquérito Civil, resolve: nstaurar o nquérito Civil nº /4-601 em face da empresa C ACÁ, CJ n.º / , situada na ua Alvares de Castro, Centro aricá/j, C: residirá o inquérito o rocurador do rabalho infrafirmado, que poderá ser secretariado pela servidora Adolúcia Castro de liveira Chernicharo, écnico Administrativo. ACK AA Í AA o - 91, 14 A 2013 CA ABALH, que esta subscreve, no uso de suas atribuições legais Considerando o teor dos fatos relatados na epresentação nº /5-601, instaurada com a finalidade de apurar notícias de ausência de pagamento de salários; Considerando o disposto nos arts. 127 e 129 da Constituição da epública, art. 6º, V e 84,, da Lei Complementar nº 75/93 e art. 8º, 1º da Lei nº 7347/85, que atribuem ao inistério úblico do rabalho a defesa dos interesses difusos, coletivos, sociais e individuais indisponíveis, bem como a possibilidade de instauração de nquérito Civil, resolve: nstaurar o nquérito Civil nº /5-601 em face da empresa A BL HAA VÇ LA, CJ n.º / , situada na ua João omariz, amos - io de Janeiro/J, C: residirá o inquérito o rocurador do rabalho infrafirmado, que poderá ser secretariado pela servidora Adolúcia Castro de liveira Chernicharo, écnico Administrativo. ACK AA Í AA o - 92, 14 A 2013 CA ABALH, que esta subscreve, no uso de suas atribuições legais, Considerando o teor dos fatos relatados na epresentação nº /1-601, instaurada com a finalidade de apurar notícias de ausência de rescisão contratual perante órgão competente; Considerando o disposto nos arts. 127 e 129 da Constituição da epública, art. 6º, V e 84,, da Lei Complementar nº 75/93 e art. 8º, 1º da Lei nº 7347/85, que atribuem ao inistério úblico do rabalho a defesa dos interesses difusos, coletivos, sociais e individuais indisponíveis, bem como a possibilidade de instauração de nquérito Civil, resolve: nstaurar o nquérito Civil nº /1-601 em face da empresa CLCA A AL CA VA- CLA CAAÍ 77 LA, CJ n.º / , situada na ua iguel de rias, 77 - l. 812 a caraí - iterói/j, C: residirá o inquérito o rocurador do rabalho infrafirmado, que poderá ser secretariado pela servidora Adolúcia Castro de liveira Chernicharo, écnico Administrativo. ACK AA Í AA o - 93, 14 A 2013 CA ABALH, que esta subscreve, no uso de suas atribuições legais, Considerando o teor dos fatos relatados na epresentação nº /7-604, instaurada com a finalidade de apurar notícia na existência de empregados sem registro, não pagamento do décimo terceiro salário. Considerando o disposto nos arts. 127 e 129 da Constituição da epública, art. 6º, V e 84,, da Lei Complementar nº 75/93 e art. 8º, 1º da Lei nº 7347/85, que atribuem ao inistério úblico do rabalho a defesa dos interesses difusos, coletivos, sociais e individuais indisponíveis, bem como a possibilidade de instauração de nquérito Civil, resolve: nstaurar o nquérito Civil nº /7-604 em face de H & JA CCAÇÕ A LA- (V AX) inscrito no CJ sob o nº / , localizada na ua Basílio da Cunha, nº 401, conjunto 3, Vila eodoro, ão aulo/. residirá o inquérito o rocurador do rabalho infrafirmado, que poderá ser secretariado pela servidora CA H AAÚJ, Analista rocessual. AC AÃ CAVALH 4ª Ã AA C o - 549, 15 A 2013 rocurador do rabalho, ao final subscrito, no uso das atribuições legais e institucionais que lhe são conferidas, considerando teor das denúncias protocolizadas sob os números e , ambas em 11/04/2013, noticiando a ocorrência de assédio moral envolvendo empregados da empresa AA A- K LA - AAA: LABCA LA- CH, com inscrição no CJ sob o nº / , e endereço na ua Washington Luiz, 1120, Bairro Centro, orto Alegre/; que a prática denunciada, em tese, viola o disposto no artigo 1º, incisos e V, artigo 3º, inciso V, artigo 5º e artigo 7º, todos da Constituição ederal, bem como outros dispositivos legais contidos na Consolidação das Leis do rabalho - CL; que ao inistério úblico incumbe a defesa da ordem jurídica, do regime democrático e dos interesses sociais e individuais indisponíveis, estabelecendo que, dentre outras, é sua função institucional promover o inquérito civil e a ação civil pública, para a proteção do patrimônio público e social, do meio ambiente e de outros interesses difusos e coletivos, nos termos dos artigos 127, caput, e 129, inciso, da Constituição ederal; que ao inistério úblico da nião cabe promover o inquérito civil e a ação civil pública para a proteção dos direitos constitucionais e de outros interesses individuais indisponíveis, homogêneos, sociais, difusos e coletivos, nos moldes do artigo 6º, inciso V, alíneas "a" e "d", da Lei Complementar nº 75/93 e artigo 8º, 1º, da Lei nº 7.347/85; ocumento assinado digitalmente conforme n o -

204 º 94, sexta-feira, 17 de maio de 2013 que ao inistério úblico do rabalho compete instaurar inquérito civil e outros procedimentos administrativos, para assegurar a observância dos direitos sociais dos trabalhadores, conforme o artigo 84, inciso, da Lei Complementar nº 75/93, promovendo a ação civil pública no âmbito da Justiça do rabalho, para a defesa de interesses coletivos, quando desrespeitados os direitos sociais constitucionalmente garantidos, na forma do artigo 83, inciso, da Lei Complementar nº 75/93; a necessidade de prosseguir a investigação, com o objetivo de apurar os fatos noticiados e a ocorrência de lesão que justifique a atuação do inistério úblico, resolve: - nstaurar QÉ CVL contra AA A K LA - AAA: LABCA LACH, a fim de apurar os fatos denunciados em toda a sua extensão, visando à observância do ordenamento jurídico e à tutela dos interesses ou direitos que ao inistério úblico do rabalho incumbe defender; - eterminar a formação dos autos do QÉ C- VL, com a juntada desta ortaria e das peças que formam os autos da epresentação nº /5 - eterminar a afixação desta portaria no local de costume nesta rocuradoria egional do rabalho e a sua publicação no iário ficial. CCALZAÇÃ BA C VK BYCHK J 20ª Ã AA o - 246, 15 A 2013 nquérito Civil n /6 epresentado: stado de ergipe (ecretaria de stado da ducação) ema(s): Atraso ou não agamento das Verbas escisórias inistério úblico do rabalho, pelo rocurador do rabalho que ao final subscreve, com fundamento nos arts. 127 e 129, inciso, da Constituição da epública; arts. 5º, inciso, alínea "e", 6º, inciso V, alíneas "c" e "d", e art. 84, inciso, da Lei Complementar n.º 75/93; e art. 8º da Lei 7.347/85; Considerando a legitimidade do inistério úblico do rabalho para instaurar inquérito civil e ajuizar ação civil pública em defesa dos direitos sociais constitucionalmente garantidos no âmbito das relações de trabalho; Considerando a notícia de fato emergente das peças informativas existentes nos autos, relacionas aos temas: Atraso ou não agamento das Verbas escisórias; resolve: 1)nstaurar inquérito civil para apuração dos fatos em toda a sua extensão; 2) esignar o servidor LVAA A A para atuar como secretário; JÉ AÍL A A CA AA o - 247, 15 A 2013 nquérito Civil n /1 epresentado: Churrascaria araíso ema(s): rabalho com idade nferior a 16 anos inistério úblico do rabalho, pelo rocurador do rabalho que ao final subscreve, com fundamento nos arts. 127 e 129, inciso, da Constituição da epública; arts. 5º, inciso, alínea "e", 6º, inciso V, alíneas "c" e "d", e art. 84, inciso, da Lei Complementar n.º 75/93; e art. 8º da Lei 7.347/85; Considerando a legitimidade do inistério úblico do rabalho para instaurar inquérito civil e ajuizar ação civil pública em defesa dos direitos sociais constitucionalmente garantidos no âmbito das relações de trabalho; Considerando a notícia de fato emergente das peças informativas existentes nos autos, relacionas aos temas: rabalho com idade nferior a 16 anos; resolve: 1) nstaurar inquérito civil para apuração dos fatos em toda a sua extensão; 2) esignar o servidor LVAA A A para atuar como secretário; JÉ AÍL A A CA É ÚBLC AL Ó AA o - 6, 13 A 2013 É ÚBLC AL Ó, por seu romotor de Justiça em ofício na 1ª romotoria de Justiça de undações e ntidades de nteresse ocial, no uso das atribuições conferidas pelos artigos 129,, da Constituição ederal, 7º, inciso, da Lei Complementar n. 75/1993, 1º a 3º do ecreto-lei n.º 41/1966 e 19 da esolução n.º 90/2009 do C ; CA que é função institucional do inistério úblico promover o inquérito civil para a proteção do patrimônio social (Constituição ederal, artigo 129,, e Lei Complementar n. 75, de 20 de maio de 1993, artigo 6º, V, b), em cujo âmbito se inserem as fundações; ste documento pode ser verificado no endereço eletrônico pelo código CA que, em reunião realizada nesta romotoria de Justiça no data de 25 de setembro de 2012, chegou ao conhecimento deste órgão, por informações prestadas por ariana Laboissiere, repórter do jornal Correio Braziliense, que várias entidades têm solicitado doações de um doador idoso, o qual, ludibriado em sua boa-fé, chega a doar valores por mais de uma vez por mês para a mesma instituição assistencial; CA que, consoante demonstram os recibos de doações apresentados durante a reunião, algumas entidades sequer estão cadastradas nesta romotoria de Justiça de undações e ntidades de nteresse ocial ou não constam da listagem disponível no portal deste inistério úblico; CA que é necessário apurar a regularidade do funcionamento e até mesmo a existência das entidades destinatárias das doações, o que se insere no âmbito das atribuições previstas no art. 19 da esolução nº 90/2009; CA a necessidade de se apurar os fatos mencionados e o decurso de prazo de tramitação deste rocedimento de nvestigação reliminar e a necessidade de adotar outras medidas no curso desta investigação, resolve: ransformar o presente rocedimento reparatório n.º /12-18 em nquérito Civil úblico, destinado a apurar e esclarecer os fatos noticiados, determinando, de início, o cumprimento das seguintes diligências:. CÁA L A VAA ribunal de Contas da nião LÁ AA o - 15, 15 A 2013 (essão xtraordinária eservada) residente: inistro João Augusto ibeiro ardes epresentante do inistério úblico: rocurador-eral, em exercício, r. Lucas ocha urtado ecretário das essões: AC Luiz Henrique ochyly da Costa ubsecretária do lenário: AC arcia aula artori Às 16 horas e 23 minutos, a residência declarou aberta a sessão extraordinária do lenário, com a presença dos inistros Valmir Campelo, Benjamin Zymler, José Jorge, José úcio onteiro e Ana Arraes, dos inistros-ubstitutos arcos Bemquerer Costa (convocado para substituir o inistro aimundo Carreiro), André Luís de Carvalho (convocado para substituir o inistro Walton Alencar odrigues) e Weder de liveira e do epresentante do inistério úblico, rocurador-eral, em exercício, r. Lucas ocha urtado. Ausentes os inistros Walton Alencar odrigues e Aroldo Cedraz, em missão oficial, e o inistro aimundo Carreiro e o inistro-ubstituto Augusto herman Cavalcanti, em férias. HLAÇÃ AA ribunal leno homologou a Ata nº 14, da essão xtraordinária eservada realizada em 8 de maio (egimento nterno, artigo 101). C XCLÍ AA oram excluídos de pauta os processos de nºs: C /2013-7, cujo relator é o inistro-ubstituto Augusto herman Cavalcanti; e C /2013-2, cujo relator é o inistro-ubstituto Weder de liveira. C ACA LAÇÃ ribunal leno aprovou as relações de processos apresentadas pelos relatores e proferiu os seguintes acórdãos: Acórdão nº 1179, adotado no processo nº C /2013-7, constante da elação nº 14 do inistro-ubstituto arcos Bemquerer Costa; Acórdão nº 1180, adotado no processo nº C /2013-9, constante da elação nº 14 do inistro-ubstituto arcos Bemquerer Costa; e Acórdão nº 1181, adotado no processo nº C /2012-7, constante da elação nº 14 do inistro-ubstituto arcos Bemquerer Costa. C ACA A ÁA or meio de apreciação unitária, o lenário examinou os processos listados a seguir e aprovou os seguintes acórdãos: Acórdão nº 1182, adotado no processo nº C /2012-0, cujo relator é o inistro José úcio; e Acórdão nº 1183, adotado no processo nº C /2013-0, cujo relator é o inistro-ubstituto André Luís de Carvalho. L C s acórdãos relativos aos processos em que foi mantido o sigilo constam do Anexo Único desta Ata, que será arquivado na ecretaria das essões. C A Às 17 horas e 31 minutos, a residência encerrou a sessão, da qual foi lavrada esta ata, a ser aprovada pelo residente e homologada pelo lenário. ACA ALA A ubsecretária do lenário Aprovada em 16 de maio de JÃ A B A residente 1ª CÂAA XA A AA o - 16 (ÁA) essão em 21 de maio de 2013, às 15h esumo dos processos incluídos em pauta, para apreciação e julgamento pela 1ª Câmara, na essão rdinária ública, em relação ou de forma unitária, nos termos dos artigos 15, 94, 97, 105, 130, 141, 1º ao 5º, e 143 do egimento nterno, aprovado pela esolução nº 246/2011. C LACA - elator, inistro VAL CAL C / atureza: Aposentadoria nteressado: Carlos reire Hofmeister Órgão/ntidade: niversidade ederal do io rande do ul - C C / atureza: Atos de Admissão nteressados: Alessandra achado ereira ias e outros Órgão/ntidade: nstituto ederal de ducação, Ciência e ecnologia do riângulo ineiro C / atureza: Atos de Admissão nteressados: rederico Cássio oreira artins e outros Órgão/ntidade: nstituto ederal de ducação, Ciência e ecnologia do udeste de inas erais C / atureza: Atos de Admissão nteressados: Adriana tefanello omavilla e outros Órgão/ntidade: nstituto ederal de ducação, Ciência e ecnologia do araná C / atureza: Atos de Admissão nteressados: Acliania Almeida oares e outros Órgão/ntidade: nstituto ederal de ducação, Ciência e ecnologia do ato rosso C / atureza: Atos de Admissão nteressados: João icardo da ilva eireles e outros Órgão/ntidade: nstituto ederal de ducação, Ciência e ecnologia do spírito anto C / atureza: Atos de Admissão nteressado: odrigo de Costa Órgão/ntidade: niversidade ederal da ronteira ul C / atureza: Atos de Admissão nteressados: Adriana lores de Almeida e outros Órgão/ntidade: niversidade ederal da ntegração Latino-americana C / atureza: Atos de Admissão nteressado: ustavo de Lins e Horta Órgão/ntidade: Centro ederal de ducação ecnológica de inas erais - C ocumento assinado digitalmente conforme n o -

205 º 94, sexta-feira, 17 de maio de C / atureza: Atos de Admissão nteressados: Adilson Longen e outros Órgão/ntidade: niversidade ecnológica ederal do araná - C C / atureza: Atos de Admissão nteressados: lavio Alchaar Barbosa e outros Órgão/ntidade: niversidade ederal de tajubá - C C / atureza: Atos de Admissão nteressados: iselle Borges de oura e outros Órgão/ntidade: niversidade ederal de Lavras - C C / atureza: Atos de Admissão nteressado: riscilla uene de antana ogueira ilvério Órgão/ntidade: nstituto ederal de ducação, Ciência e ecnologia do io rande do orte C / atureza: Atos de Admissão nteressados: Andre eves ibeiro e outros Órgão/ntidade: Centro ederal de ducação ecnológica de ergipe - C C / atureza: Atos de Admissão nteressados: Camila egreiros obira e outros Órgão/ntidade: undação niversidade ederal de ão João el ei - C C / atureza: Atos de Admissão nteressados: Adriana arabini de reitas Andrade e outros Órgão/ntidade: undação niversidade ederal de ato rosso do ul - C C / atureza: Atos de Admissão nteressados: Ana Cristina dos antos Vasconcelos e outros Órgão/ntidade: undação niversidade ederal de ergipe - C C / atureza: Atos de Admissão nteressados: Angelica aria ereira onçalves e outros Órgão/ntidade: niversidade ederal luminense - C C / atureza: Atos de Admissão nteressados: Adriana Baia Amaral e outros Órgão/ntidade: niversidade ederal do ará - C C / atureza: Atos de Admissão nteressado: Luciana Colussi Órgão/ntidade: nstituto ederal de ducação, Ciência e ecnologia de anta Catarina XLA AA A A AC C / atureza: Atos de Admissão nteressado: ene Hamilton ini ilho Órgão/ntidade: nstituto ederal de ducação, Ciência e ecnologia do ul de inas erais C / atureza: Atos de Admissão nteressados: Ana aula it e outros Órgão/ntidade: niversidade ecnológica ederal do araná - C C / atureza: Atos de Admissão nteressados: ariana Aquino agalhães e outros Órgão/ntidade: undação Coordenação de Aperfeiçoamento de essoal de ível uperior - C C / atureza: Atos de Admissão nteressado: arlene ousa ilva Órgão/ntidade: scola Agrotécnica ederal de Codó - C ste documento pode ser verificado no endereço eletrônico pelo código C / atureza: Atos de Admissão nteressados: abrício Bandeira da ilva e outros Órgão/ntidade: Centro ederal de ducação ecnológica do Ceará - C C / atureza: Atos de Admissão nteressados: André Campana Correia Leite e outros Órgão/ntidade: undação niversidade do Amazonas - C C / atureza: Atos de Admissão nteressado: Adenilma da ilva arias Órgão/ntidade: undação niversidade ederal do iauí - C C / atureza: Atos de Admissão nteressado: aniel nácio de Lima Órgão/ntidade: niversidade ederal de Alagoas - C C / atureza: Atos de Admissão nteressado: Camila eles amasceno Órgão/ntidade: niversidade ederal de oiás - C C / atureza: Atos de Admissão nteressado: lavia Vital Januzzi Órgão/ntidade: niversidade ederal de Juiz de ora - C C / atureza: Atos de Admissão nteressado: Yuri Victor emigio uedes Órgão/ntidade: niversidade ederal do ará - C C / atureza: Atos de Admissão nteressado: ernando Augusto Lavezzo ias Órgão/ntidade: niversidade ederal do araná - C C / atureza: Atos de Admissão nteressados: Cristiano erterola arouco dos antos e outros Órgão/ntidade: niversidade ederal de anta Catarina - C C / atureza: Aposentadoria nteressado: Adalberto einke Órgão/ntidade: nstituto ederal de ducação, Ciência e ecnologia Catarinense C / atureza: Aposentadoria nteressado: lavo Vieira da ilva Órgão/ntidade: undação niversidade ederal de berlândia - C C / atureza: Aposentadoria nteressado: rnane ouza Jacome Órgão/ntidade: undação niversidade do ocantins - C C / atureza: Aposentadoria nteressado: Cleide egina eixeira Órgão/ntidade: niversidade ederal do araná - C C / atureza: ensão Civil nteressado: aria José omes Órgão/ntidade: undação Joaquim abuco - C C / atureza: ensão Civil nteressados: Barbara Lopes orres e outros Órgão/ntidade: niversidade ederal de inas erais - C C / atureza: ensão Civil nteressado: raciola da ocha Caldeira esende Órgão/ntidade: scola Agrotécnica ederal de Barbacena - C C / atureza: ensão Civil nteressados: João Batista Cesar de iranda Henriques ilho e outros Órgão/ntidade: niversidade ederal da araíba - C C / atureza: ensão Civil nteressados: rancisco de Lima oza e outros Órgão/ntidade: niversidade ederal de ão aulo - C C / atureza: ensão Civil nteressado: aria Vitaliano omes Órgão/ntidade: nstituto ederal de ducação, Ciência e ecnologia do io rande do orte C / atureza: Atos de Admissão nteressados: Jeysibel de ousa antas e outros Órgão/ntidade: niversidade ederal de Campina rande - C C / atureza: Atos de Admissão nteressado: Janderley Heriberto Carneiro Órgão/ntidade: nstituto ederal de ducação, Ciência e ecnologia Catarinense C / atureza: Atos de Admissão nteressados: Aldrwin arias Hamad e outros Órgão/ntidade: nstituto ederal de ducação, Ciência e ecnologia de anta Catarina C / atureza: Atos de Admissão nteressados: Cristiano dos antos odrigues e outros Órgão/ntidade: Centro ederal de ducação ecnológica de inas erais - C C / atureza: Atos de Admissão nteressados: dilson Borges ontijo e outros Órgão/ntidade: Centro ederal de ducação ecnológica de inas erais - C C / atureza: Atos de Admissão nteressado: onaldo odrigues de enezes Órgão/ntidade: niversidade ecnológica ederal do araná - C C / atureza: Atos de Admissão nteressado: aniel ereira da Costa Órgão/ntidade: scola Agrotécnica ederal de uzambinho - C C / atureza: Atos de Admissão nteressado: Alexandre Caetano erozini Órgão/ntidade: Centro ederal de ducação ecnológica de Cuiabá - C C / atureza: Atos de Admissão nteressados: rancinete Costa oares Barroso e outros Órgão/ntidade: scola Agrotécnica ederal de Araguatins - C C / atureza: Atos de Admissão nteressado: atricia manuella ilva de liveira Órgão/ntidade: Centro ederal de ducação ecnológica de Alagoas - C C / atureza: Atos de Admissão nteressado: Carlos Augusto Bauer Aquino Órgão/ntidade: nstituto ederal de ducação Ciência e ecnologia do Amazonas ocumento assinado digitalmente conforme n o -

206 º 94, sexta-feira, 17 de maio de 2013 C / atureza: Atos de Admissão nteressado: amira ouza elo Órgão/ntidade: Centro ederal de ducação ecnológica do iauí - C C / atureza: Atos de Admissão nteressados: rancisco José de Lima e outros Órgão/ntidade: Centro ederal de ducação ecnológica de ergipe - C C / atureza: Atos de Admissão nteressado: icardo esquita Barbosa Órgão/ntidade: Centro ederal de ducação ecnológica de ergipe - C C / atureza: Atos de Admissão nteressado: abio de Lima liveira Órgão/ntidade: niversidade ederal ural da Amazônia - C CCALZAÇÃ BA C C / atureza: Atos de Admissão nteressados: aniel eves into e outros Órgão/ntidade: undação niversidade ederal de ergipe - C C / atureza: Atos de Admissão nteressado: Vitor Jose Braga ota omes Órgão/ntidade: undação niversidade ederal de ergipe - C C / atureza: Atos de Admissão nteressado: Luiz Lima Vailati Órgão/ntidade: undação niversidade ederal de Viçosa - C C / atureza: Atos de Admissão nteressados: Ailton Claecio Lopes antas e outros Órgão/ntidade: niversidade ederal do Ceará - C C / atureza: Atos de Admissão nteressados: Ana Cristina da onseca Camilo e outros Órgão/ntidade: niversidade ederal luminense - C C / atureza: Atos de Admissão nteressado: Juliane igueiredo onseca Órgão/ntidade: niversidade ederal de Juiz de ora - C C / atureza: Atos de Admissão nteressados: Camila Brüning e outros Órgão/ntidade: niversidade ederal do araná - C C / atureza: Atos de Admissão nteressado: Luciana auer ontana Órgão/ntidade: niversidade ederal do io rande do ul - C C / atureza: Atos de Admissão nteressados: Adriane Carla ariva e outros Órgão/ntidade: niversidade ederal de anta Catarina - C C / atureza: Aposentadoria nteressado: edro iguel de Lima Órgão/ntidade: niversidade ederal de Campina rande - C C / atureza: Aposentadoria nteressado: hadeu de ádua Órgão/ntidade: niversidade ederal de Lavras - C C / atureza: Aposentadoria nteressados: Antonio onseca Araujo e outros Órgão/ntidade: undação niversidade ederal do Acre - C ste documento pode ser verificado no endereço eletrônico pelo código C / atureza: Aposentadoria nteressado: Antonio Aureliano de Campos ilho Órgão/ntidade: undação niversidade ederal de ato rosso - C C / atureza: Aposentadoria nteressado: Arlene Leão steves Órgão/ntidade: undação niversidade ederal de ato rosso do ul - C C / atureza: epresentação esponsável: arcos Aurélio artins de aiva nteressado: ribunal de Contas do stado da araíba Órgão/ntidade: refeitura unicipal de ari - B C / atureza: Aposentadoria nteressados: Cleide dos antos e outros Órgão/ntidade: niversidade ederal de Alagoas - C C / atureza: Aposentadoria nteressado: lcio arques Coelho Órgão/ntidade: niversidade ederal de inas erais - C C / atureza: Aposentadoria nteressados: mmanuel erra egra e outros Órgão/ntidade: niversidade ederal de inas erais - C C / atureza: Aposentadoria nteressados: Agostinho onizeti oble e outros Órgão/ntidade: niversidade ederal do araná - C C / atureza: Aposentadoria nteressado: icolau araiva antas Órgão/ntidade: niversidade ederal do io rande do orte - C C / atureza: Aposentadoria nteressado: Luiz olini eamici Órgão/ntidade: niversidade ederal do io rande do ul - C C / atureza: Aposentadoria nteressados: aria oemi Castilhos Brito e outros Órgão/ntidade: niversidade ederal do io rande do ul - C C / atureza: ensão Civil nteressado: ilza Aparecida ereira Bueno Órgão/ntidade: niversidade ederal de Lavras - C C / atureza: ensão Civil nteressado: aria Jose Alves da Costa Órgão/ntidade: nstituto ederal de ducação, Ciência e ecnologia do io rande do orte C / atureza: ensão Civil nteressado: ercês Carvalho do Carmo Órgão/ntidade: undação niversidade ederal de ão João el ei - C Advogado constituído nos autos: não há C / atureza: ensão Civil nteressado: arina iacometti Órgão/ntidade: undação niversidade ederal de berlândia - C C / atureza: ensão Civil nteressados: Braz arreto Leão e outros Órgão/ntidade: niversidade ederal do stado do io de Janeiro - - C C / atureza: ensão Civil nteressados: dlaine antos da Hora e outros Órgão/ntidade: niversidade ederal da Bahia - C C / atureza: ensão Civil nteressado: Juracy Aride Ayub Órgão/ntidade: niversidade ederal do spírito anto - C C / atureza: ensão Civil nteressados: Júlio Cezar Lopes Augusto e outros Órgão/ntidade: niversidade ederal da araíba - C C / atureza: ensão Civil nteressados: Aurivan oberto dos antos Júnior e outros Órgão/ntidade: niversidade ederal da araíba - C C / atureza: ensão Civil nteressado: herezinha aria ibeiro do ascimento Órgão/ntidade: niversidade ederal do araná - C C / atureza: ensão Civil nteressado: Kyane da ilva eres Órgão/ntidade: niversidade ederal do io rande do ul - C C / atureza: ensão Civil nteressado: Albino Barbosa da ilva Órgão/ntidade: niversidade ederal do io rande do ul - C C / atureza: ensão Civil nteressados: Bruno Lyrio orenz enchel e outros Órgão/ntidade: niversidade ederal ural do io de Janeiro - C C / atureza: ensão Civil nteressado: Aldo Valgas Órgão/ntidade: niversidade ederal de anta Catarina - C C / atureza: ensão Civil nteressados: eide antas elles e outros Órgão/ntidade: niversidade ederal da Bahia - C C / atureza: epresentação esponsáveis: Controladoria-geral da nião/ - e outros nteressado: ribunal de Contas do stado do io rande do ul Órgão/ntidade: refeitura unicipal de azenda Vilanova - - elator, inistro WAL ALCA C / atureza: ensão Civil Órgão/ntidade: uperintendência stadual da unasa no Acre nteressados: Agostinho ilva de Castro e outros C / atureza: ensão Civil Órgão/ntidade: uperintendência stadual da unasa em inas erais nteressada: olanda oreira C / atureza: ensão Civil Órgão/ntidade: úcleo stadual do inistério da aúde/ nteressados: Belmira arques Barroso antos e outros C / atureza: ensão Civil Órgão/ntidade: inistério dos ransportes nteressados: Beonir endes dos antos e outros ocumento assinado digitalmente conforme n o -

207 º 94, sexta-feira, 17 de maio de C / atureza: elatório de Auditoria Órgão/ntidade: Companhia acional de Abastecimento - apa nteressado: ribunal de Contas da nião C / atureza: Aposentadoria Órgão/ntidade: Câmara dos eputados - C nteressados: sther erreira omes rtega e outros C / atureza: mbargos de eclaração Órgão/ntidade: undação swaldo Cruz - ecorrente: José Augusto Alves de Britto C / atureza: epresentação Órgão: inistério das Comunicações nteressado: ribunal de Contas da nião - efidnergia/ecex-1 C / atureza: Atos de Admissão Órgão/ntidade: Agência acional de ransportes Aquaviários - nteressados: Joaquim aia eto e outros C / atureza: Aposentadoria Órgão/ntidade: uperintendência egional do no stado de ernambuco nteressados: Hélio enezes de Alencar e João essoa da Cunha aldanha C / atureza: Aposentadoria Órgão/ntidade: uperintendência ederal de Agricultura, ecuária e Abastecimento no iauí - apa nteressados: Carlos Alberto de Araujo e outros C / atureza: Aposentadoria Órgão/ntidade: uperintendência ederal de Agricultura, ecuária e Abastecimento em anta Catarina - apa nteressados: Henry Antonio Carlesso e outros C / atureza: ensão Civil Órgão/ntidade: úcleo stadual do inistério da aúde/ nteressado: ilton Carlos ogueira C / atureza: ensão Civil Órgão/ntidade: uperintendência egional do no stado do iauí - / nteressados: dmundo Bello da ilva ilho e outros C / atureza: Aposentadoria Órgão: úcleo stadual do inistério da aúde/ nteressada: lizabete uzana ereira urlan XLA AA A A AC C / atureza: Atos de Admissão Órgão/ntidade: Agência acional de ransportes errestres - nteressados: ouglas onçalves ilva e aulo Leonardo da Costa liveira C / atureza: Atos de Admissão Órgão/ntidade: uperintendência ederal de Agricultura, ecuária e Abastecimento em Alagoas - AA nteressados: Antonio manuel ereira liveira e outros C / atureza: Atos de Admissão Órgão/ntidade: uperintendência ederal de Agricultura, ecuária e Abastecimento em ão aulo - AA nteressados: Adriano errelli estana de Castro e outros C / atureza: Atos de Admissão Órgão/ntidade: uperintendência ederal de Agricultura, ecuária e Abastecimento em ão aulo - AA nteressados: elson Hideki ato e outros ste documento pode ser verificado no endereço eletrônico pelo código C / atureza: Atos de Admissão Órgão: enado ederal nteressados: Adriana de Andrade e outros C / atureza: Atos de Admissão Órgão/ntidade: uperintendência ederal de Agricultura, ecuária e Abastecimento em nteressados: odrigo Biscaro ogueira e Valcenir Aloisio calla Vu l c a n i C / atureza: Aposentadoria Órgão/ntidade: Agência acional de ransportes Aquaviários - nteressada: osa Amelia ibeiro C / atureza: Aposentadoria Órgão/ntidade: Agência acional de ransportes errestres - nteressado: José aulo das Chagas C / atureza: Aposentadoria Órgão/ntidade: uperintendência egional do no stado do ato rosso nteressado: João edro dos antos C / atureza: Aposentadoria Órgão/ntidade: ecretaria special de ditoração e ublicação do enado ederal nteressada: Valterlena Vieira achado C / atureza: Aposentadoria Órgão/ntidade: uperintendência ederal de Agricultura, ecuária e Abastecimento no ato rosso nteressado: José anoel da ilva C / atureza: Aposentadoria Órgão/ntidade: rupo xecutivo para xtinção do - nteressado: ario dos antos eis C / atureza: Aposentadoria Órgão/ntidade: uperintendência ederal de Agricultura, ecuária e Abastecimento em nteressado: Vera egina onteiro de Barros C / atureza: Aposentadoria Órgão/ntidade: enado ederal - nteressados: João Antonio do ascimento e Lázaro arque de Almeida C / atureza: Aposentadoria Órgão/ntidade: uperintendência ederal de Agricultura, ecuária e Abastecimento no araná nteressados: Carlos enato Bueno Bourghignon e asakazu Hori C / atureza: Aposentadoria Órgão/ntidade: enado ederal nteressados: José Wilson inheiro orres e outros C / atureza: Aposentadoria Órgão/ntidade: uperintendência ederal de Agricultura, ecuária e Abastecimento no araná nteressado: José Carlos Carvalho de Aguiar C / atureza: Aposentadoria Órgão/ntidade: rupo xecutivo para xtinção do - nteressado: Valdemiro Alves de ouza C / atureza: ensão Civil Órgão/ntidade: uperintendência ederal de Agricultura, ecuária e Abastecimento em inas erais - AA nteressada: aria Aparecida oberto C / atureza: ensão Civil Órgão/ntidade: uperintendência ederal de Agricultura, ecuária e Abastecimento em nteressados: Cyro da ilva Araujo e outros C / atureza: ensão Civil Órgão/ntidade: uperintendência ederal de Agricultura, ecuária e Abastecimento no nteressados: Alvino reno dos antos e outros C / atureza: ensão Civil Órgão/ntidade: uperintendência ederal de Agricultura, ecuária e Abastecimento em ão aulo nteressados: José anoel ernandes e outros C / atureza: ensão Civil Órgão/ntidade: uperintendência ederal de Agricultura, ecuária e Abastecimento no iauí nteressados: arilda Cordolina de Carvalho ourinho e edro Hipolito dos antos C / atureza: ensão Civil Órgão/ntidade: uperintendência ederal de Agricultura, ecuária e Abastecimento em anta Catarina nteressados: iso ttelino Baggio e Wilson Zomkowski C / atureza: ensão Civil Órgão/ntidade: uperintendência ederal de Agricultura, ecuária e Abastecimento no araná nteressados: da Amorim de Castro e Vicente curupa C / atureza: ensão Civil Órgão: inistério dos ransportes nteressados: Antonio aulo ereira e outros C / atureza: ensão Civil Órgão/ntidade: uperintendência ederal de Agricultura, ecuária e Abastecimento no oiás - AA nteressada: ônia aria de Jesus Alves C / atureza: ensão Civil Órgão/ntidade: uperintendência ederal de Agricultura, ecuária e Abastecimento no io rande do ul - AA nteressada: zolina ocha da ilveira C / atureza: ensão Civil Órgão/ntidade: uperintendência ederal de Agricultura, ecuária e Abastecimento m ão aulo - apa nteressado: Adhemar ernandes C / atureza: ensão Civil Órgão/ntidade: uperintendência ederal de Agricultura, ecuária e Abastecimento em ergipe - AA nteressada: aria iva Cândido antos C / atureza: ensão Civil Órgão/ntidade: uperintendência ederal de Agricultura, ecuária e Abastecimento na araíba - AA nteressada: arluce da ilveira Araujo C / atureza: Atos de Admissão Órgão/ntidade: uperintendência ederal de Agricultura, ecuária e Abastecimento em Alagoas - apa nteressados: Jefferson de liveira ilva e agda ernanda Xavier da ilva C / atureza: Aposentadoria Órgão: inistério dos ransportes nteressados: rancisco das Chagas amos e outros ocumento assinado digitalmente conforme n o -

208 º 94, sexta-feira, 17 de maio de 2013 C / atureza: Aposentadoria Órgão/ntidade: ecretaria special de ditoração e ublicação do enado ederal nteressados: divaldo avares e érgio Luiz de á C / atureza: Aposentadoria Órgão/ntidade: uperintendência ederal de Agricultura, ecuária e Abastecimento no Ceará - AA nteressados: José edro da Cunha e outros C / atureza: Aposentadoria Órgão/ntidade: enado ederal - nteressados: Cesar orres e outros C / atureza: ensão Civil Órgão: inistério dos ransportes nteressados: Abelardo ereira Brito e outros CCALZAÇÃ BA C C / atureza: ensão Civil Órgão: inistério dos ransportes nteressado: lorisvaldo to dos razeres C / atureza: ensão Civil Órgão: inistério dos ransportes nteressados: Horácio Alcantara de reitas e outros C / atureza: ensão Civil Órgão/ntidade: uperintendência egional do no stado do io de Janeiro nteressado: José Victor C / atureza: ensão Civil Órgão/ntidade: uperintendência ederal de Agricultura, ecuária e Abastecimento no Ceará nteressados: Cícero Julio ibeiro e eraldo everino da ilva C / atureza: ensão Civil Órgão/ntidade: uperintendência ederal de Agricultura, ecuária e Abastecimento no oiás nteressado: anoel Victor de Lucena C / atureza: ensão Civil Órgão/ntidade: uperintendência ederal de Agricultura, ecuária e Abastecimento em inas erais nteressados: Aristeu Vieira do ascimento e outros C / atureza: ensão Civil Órgão/ntidade: uperintendência ederal de Agricultura, ecuária e Abastecimento em nteressados: Adelson Jose Buher e outros C / atureza: ensão Civil Órgão/ntidade: uperintendência ederal de Agricultura, ecuária e Abastecimento no iauí nteressado: Antonio erreira omes C / atureza: ensão Civil Órgão/ntidade: uperintendência ederal de Agricultura, ecuária e Abastecimento na araiba nteressados: João de eus reire e outros C / atureza: Aposentadoria Órgão/ntidade: úcleo stadual do inistério da aúde/b nteressado: Adão Leite da ilva C / atureza: ensão Civil Órgão: inistério dos ransportes nteressados: Acedino omes da ilva e outros ste documento pode ser verificado no endereço eletrônico pelo código C / atureza: epresentação Órgão/ntidade: refeitura unicipal de arizopólis - B nteressado: ribunal de Contas do stado da araíba C / atureza: onitoramento Órgão/ntidade: úcleo stadual do inistério da aúde/b nteressado: ribunal de Contas da nião C / atureza: omada de Contas special Órgão/ntidade: refeitura unicipal de apé - B esponsáveis: João Carneiro Carmélio ilho e outros C / atureza: epresentação Órgão/ntidade: refeitura unicipal de Catingueira - B nteressado: ribunal de Contas do stado da araíba C / atureza: onitoramento Órgão/ntidade: undação swaldo Cruz - nteressado: ribunal de Contas da nião C / atureza: epresentação Órgão/ntidade: epartamento acional de nfraestrutura de ransporte - nteressado: quipav.a. avimentação e ngenharia e Comércio - elator, inistro JÉ ÚC C / atureza: epresentação epresentante: ribunal de Contas do stado do io rande do ul nidade: refeitura unicipal de ão icolau - C / atureza: Atos de Admissão nteressados: Klibson Amorim ranca e outros nidade: Banco do Brasil.A. C / atureza: Atos de Admissão nteressados: Lindembergue eres Alexandre e outros nidade: Banco do ordeste do Brasil.A. C / atureza: Atos de Admissão nteressados: Aline aria liveira antos e outros nidade: Caixa conômica ederal - C / atureza: Atos de Admissão nteressados: ilberto erreira dos antos e outros nidade: Caixa conômica ederal - C / atureza: Atos de Admissão nteressados: einaldo uimarães de Campos Júnior e outros nidade: Caixa conômica ederal C / atureza: Aposentadoria nteressado: paminondas inheiro de liveira nidade: inistério da azenda C / atureza: Aposentadoria nteressados: Cornélio Luiz ecktenvald e outros nidade: uperintendência de Administração do inistério da azenda em ondônia C / atureza: Atos de Admissão nteressados: Amado Aparecido de ouza e outros nidade: Caixa conômica ederal C / atureza: Aposentadoria nteressados: vo ady Aguirre ilho e ose ari Alves de ouza nidade: uperintendência de Administração do inistério da azenda no io rande do ul C / atureza: Aposentadoria nteressados: leonora Bessoni e ilva e outros nidade: upremo ribunal ederal () C / atureza: Aposentadoria nteressados: liete Almeida dos antos e outros nidade: uperintendência de Administração do inistério da azenda em ondônia C / atureza: Aposentadoria nteressada: Aldevina elício da ilva nidade: uperintendência de Administração do inistério da azenda em ondônia C / atureza: Aposentadoria nteressado: Antônio érgio de elo Braz nidade: uperintendência de Administração do inistério da azenda em inas erais C / atureza: Aposentadoria nteressadas: Wilma Cândida de liveira e Zilda rancisca Cardoso nidade: uperintendência de Administração do inistério da azenda em ondônia C / atureza: ensão Civil nteressada: Zeli Amorim Leandro nidade: uperintendência de Administração do inistério da azenda no araná C / atureza: ensão Civil nteressados: Antônio raci de ouza; enata udócia elo Barreto nidade: uperintendência de Administração do inistério da azenda no Ceará C / atureza: ensão Civil nteressada: aria ereza da Cruz Castelo Branco nidade: uperintendência de Administração do inistério da azenda no aranhão C / atureza: ensão Civil nteressadas: Jeane aria loi antas; aria azareth de ouza e ilva nidade: uperintendência de Administração do inistério da azenda na araíba C / atureza: ensão Civil nteressados: José de Araujo e eusalia Lima dos antos avignier nidade: uperintendência de Administração do inistério da azenda no iauí C / atureza: ensão Civil nteressados: ranide odrigues ilva e outros nidade: uperintendência de Administração do inistério da azenda em oraima C / atureza: ensão Civil nteressadas: Cleonice antanna ibeiro e outros nidade: uperintendência de eguros rivados - C / atureza: ensão Civil nteressada: Leonarda Costa atos nidade: uperintendência de Administração do inistério da azenda em inas erais C / atureza: ensão Civil nteressada: aria das raças oura inheiro nidade: uperintendência de Administração do inistério da azenda no iauí ocumento assinado digitalmente conforme n o -

209 º 94, sexta-feira, 17 de maio de C / atureza: Atos de Admissão nteressados: Aniely arquete e outros nidade: Banco do ordeste do Brasil.A. C / atureza: Atos de Admissão nteressada: ued de ouza Lima vangelista nidade: Caixa conômica ederal - C / atureza: ensão Civil nteressada: lizabeth Vieira onçalves nidade: Banco Central do Brasil - C / atureza: ensão Civil nteressados: Anacleto de Cassia antos e aria Aparecida odrigues Lobo nidade: uperintendência de Administração do inistério da azenda em oiás C / atureza: ensão Civil nteressados: ionys da ilva liveira e outros nidade: uperintendência de Administração do inistério da azenda em oraima C / atureza: eforma nteressados: Antônio dos antos onçalves e outros nidade: uperintendência de Administração do inistério da azenda no Amapá C / atureza: ensão ilitar nteressada: Zilma de elo eixeira nidade: uperintendência de Administração do inistério da azenda no io de Janeiro C / atureza: olicitação nteressado: Amauri erreira de ouza (refeito) nidade: refeitura unicipal de Barra de antana - B C / atureza: elatório de onitoramento nteressada: ecretaria de Controle xterno no J nidade: Caixa conômica ederal C / atureza: onitoramento nteressado: ribunal de Contas da nião nidade: Controladoria-eral da nião (C) Advogado constituído nos autos: não há C / atureza: onitoramento nteressado: ribunal de Contas da nião nidade: mbrapa/cc XLA AA A A AC - elator, inistro-substituto A HA CAVAL- CA C / atureza: omada de Contas special esponsáveis: Associação de Capoeira ama, ilvan Alves de Andrade, arco Aurélio Barbosa Borges de Lima, van onçalves ibeiro uimarães e assim ariel ehedff Órgão/ntidade: ecretaria de olíticas úblicas de mprego - C / atureza: Aposentadoria nteressado: vonilde Brandino dos antos Órgão/ntidade: nstituto acional de etrologia, ormalização e Qualidade ndustrial - dic C / atureza: Atos de Admissão nteressados: Admison Jean Cabral de ouza e outros Órgão/ntidade: inistério do rabalho e mprego ste documento pode ser verificado no endereço eletrônico pelo código C / atureza: ensão Civil nteressada: everina Adelino da ilva Órgão/ntidade: uperintendência egional do rabalho e mprego/al C / atureza: ensão Civil nteressado: Jose Carlos de liveira Órgão/ntidade: uperintendência egional do rabalho e mprego/a C / atureza: Aposentadoria nteressado: olíbio Alves dos antos Órgão/ntidade: uperintendência egional do rabalho e mprego/b C / atureza: Atos de Admissão nteressados: aulo César Cavalcante Vasconcelos e atiana ilva de liveira Órgão/ntidade: inistério do rabalho e mprego C / atureza: Aposentadoria nteressados: Leoncio into da ilva; irtô Helena de Almeida; ila ara Lourençoni ezende omé Órgão/ntidade: uperintendência egional do rabalho e mprego/ C / atureza: Aposentadoria nteressados: esiree aria ilva antiago, Hildete Cortez eixeira, Jose ibeiro ilva, Lazara erreira oares odrigues, Lilian de Azevedo onçalves, osimar Cybelli eixeira da Cunha Lyra Órgão/ntidade: inistério do rabalho e mprego C / atureza: Aposentadoria nteressado: Brigido avora antas Órgão/ntidade: uperintendência egional do rabalho e mprego/c C / atureza: Aposentadoria nteressado: aquel odrigues de ouza Órgão/ntidade: uperintendência egional do rabalho e mprego/ C / atureza: Aposentadoria nteressados: ernando Appratto igol e outros Órgão/ntidade: uperintendência egional do rabalho e mprego/c C / atureza: Aposentadoria nteressado: Carmen Lucia de Carvalho Órgão/ntidade: uperintendência egional do rabalho e mprego/ C / atureza: ensão Civil nteressada: Jesuina Aparecida ereira eves Órgão/ntidade: inistério do rabalho e mprego C / atureza: ensão Civil nteressada: liana Custodio de liveira Órgão/ntidade: inistério do rabalho e mprego C / atureza: ensão Civil nteressados: Cosme Jose ontes ouza e rani uedes Brandao Órgão/ntidade: uperintendência egional do rabalho e mprego/ba C / atureza: ensão Civil nteressados: Claudia ereira acheco, erly Cafiero Batalha, lder odrigo Batalha, zabel ereira acheco, aria das ores anes ossani, aria de átima antos ilva Órgão/ntidade: uperintendência egional do rabalho e mprego/ C / atureza: ensão Civil nteressados: Arnaldo arques de Lima, aria Lígia Araújo sias de Albuquerque, aria de Lourdes de edeiros erreira, oemia Virginia de Lima Órgão/ntidade: uperintendência egional do rabalho e mprego/b C / atureza: ensão Civil nteressados: aria Jose da ilva e dete Amorim ilva Órgão/ntidade: uperintendência egional do rabalho e mprego/al C / atureza: ensão Civil nteressado: aria Aparecida aulino Cunha e ilva Órgão/ntidade: uperintendência egional do rabalho e mprego/ C / atureza: ensão Civil nteressados: arcy de Almeida oledo e outros Órgão/ntidade: uperintendência egional do rabalho e mprego/ C / atureza: ensão Civil nteressado: Arlindo da Cruz omes Órgão/ntidade: inistério do rabalho e mprego C / atureza: ensão Civil nteressado: Altamiro Barreto da ilva Órgão/ntidade: uperintendência egional do rabalho e mprego/ C / atureza: ensão Civil nteressado: rani ereira de ant'anna Órgão/ntidade: uperintendência egional do rabalho e mprego/ C / atureza: epresentação esponsável: anoel ernandes oreira ilho nteressado: Câmara unicipal de ruoca - C Órgão/ntidade: refeitura unicipal de ruoca - C C Á - elator, inistro VAL CAL C / atureza: omada de Contas special. nidade Jurisdicionada: Cooperativa de rabalhadores em eforma Agrária - CAA. esponsáveis: iorlei dos antos; Celso Lisboa de Lacerda; Cooperativa de rabalhadores em eforma Agrária - CAA. Advogados constituídos nos autos: Luasses onçalves dos antos (AB/ ) e outros. C / atureza: omada de Contas special. ntidade: Clube de ães e ais anta Catarina/. esponsável: Ana aria izarro de Araújo. nteressado: inistério do sporte. C / atureza: elatório de Auditoria nidade Jurisdicionada: overno do stado do io rande do ul esponsáveis: Ciro Carlos merim imoni; arcos Antonio de liveira Lobato Advogado constituído nos autos: não há - elator, inistro WAL ALCA C / atureza: Aposentadoria Órgão/ntidade: Câmara dos eputados - C nteressados: Agaci Henrique da ilva; Angela aria ontes dos antos; Bernardo Beserra de acedo; Cleonice das raças ogueira; ivercina de reitas Lima; lenir erezinha dos antos; lisabeth eresinha de Lima Araujo; liseana Haverroth; ernando Augusto endonça; ves de reitas; ônica ilva Bandeira; rnilo Alvis onteiro; eginaldo osa outinho; elviria Afonso alvão; Vivaldo de ant'anna; Vivaldo de ant'anna ocumento assinado digitalmente conforme n o -

210 º 94, sexta-feira, 17 de maio de 2013 C / atureza: Aposentadoria Órgão/ntidade: Câmara dos eputados - C nteressados: Antonio sller alagutti; alton duardo alla Costa; Helena Heller omingues de Barros; Leonidas Braz da uarda; Luis Alberto de Avelar da ilva; aria de átima onseca Jeker; arlina de ousa; ita eitosa da ilva; amira l Ammar uller; ilvio oreira da Costa Advogado constituído nos autos: não há C / atureza: Aposentadoria Órgão/ntidade: Câmara dos eputados - C nteressados: Jolimar Corrêa into e José ilippino ilho Advogado constituído nos autos: não há C / atureza: Aposentadoria Órgão/ntidade: Câmara dos eputados - C nteressados: Hugo de Aguiar Levy; Hugo de Aguiar Levy; Hugo de Aguiar Levy; racema i Beneditto Kemp; racema i Beneditto Kemp; racema de elo Bezerra; raci Bianchini; raci Bianchini; raci Bianchini; rma Alvim; tacy arques avares da ilva; tacy arques avares da ilva; tamar Costa; van oque Alves; vannoeh Lopes osas; vannoeh Lopes osas; zabel Borges; zabel Cristina abelo Queiroz; zaías élix eixeira Barbosa; zaías élix eixeira Barbosa; Jair ereira Barbosa CCALZAÇÃ BA C C / atureza: ecurso de econsideração (em omada de Contas special). ntidade: refeitura unicipal de Conceição do Jacuípe - BA. esponsável: ânia arli ibeiro Yoshida nteressado: undo acional de aúde - Advogado constituído nos autos: afael de edeiros Chaves attos (AB/BA ) C / atureza: Atos de Admissão Órgão: nstituto acional do Câncer -. nteressados: Alessandra da ilva antas e Anderson enezes oares - elator, inistro JÉ ÚC C / atureza: mbargos de eclaração (em omada de Contas special) mbargante: amur Aimara onteiro de Almeida nidade: ábrica magem e Conteúdo roduções Ltda. Advogado constituído nos autos: uno Álvarez ereira (AB/J ) C / atureza: omada de Contas special esponsáveis: Adalva Alves onteiro (ex diretora-presidente) e rganização das Cooperativas do stado do aranhão-cema nidade: rganização das Cooperativas do stado do aranhão- cema Advogados constituídos nos autos: José Henrique Cabral Coaracy (AB/A nº 912) e ustavo Brandão de Lima (AB/A nº 8.421) C / atureza: Aposentadoria nteressadas: aria do ocorro Alves Costa e Valdenice angel de Queiroz nidade: uperintendência de Administração do inistério da azenda na araíba Advogado constituído nos autos: não há C / atureza: edido de eexame (em Auditoria de Conformidade) ecorrentes: Alfredo chmidt Júnior e Augusto Akira Chiba, ex- Coordenadores-erais de ecursos Logísticos do inistério da azenda; rasmo Veríssimo de Castro ampaio e arisa Helena de Lima, ex-coordenadores de uprimentos da CL/; e ilda artins de Brito, ex-coordenadora de uprimentos ubstituta da C- L/ nidade: Coordenação-eral de ecursos Logísticos da ubsecretaria de lanejamento, rçamento e Administração do inistério da azenda - CL/ Advogado constituído nos autos: Carlos oberto uimarães arcial (AB/ 1330/A) C / atureza: ensão Civil nteressada: laine Crhystina do Amaral assheber nidade: enado ederal Advogado constituído nos autos: abrício ustavo alfer da Cunha (AB/ nº ). C / atureza: omada de Contas special esponsável: uzébio apoleão endonça (ex-prefeito) nidade: refeitura unicipal de anto Antônio dos Lopes/A Advogado constituído nos autos: não há ste documento pode ser verificado no endereço eletrônico pelo código C / atureza: ensão Civil nteressado: ábio onteiro Cabral nidade: erência xecutiva do em Campinas/ Advogado constituído nos autos: arcelo eccinin (AB/ nº ). C / atureza: ensão Civil nteressados: Alice Braga da ilva eta, Anderson arques de Amorim, Carmen Lucia artins da ilva, Cilea osa imentel Caldas, Claudia aimunda de ouza, Claudiana aimunda de ouza, duardo ereira arques, abio Aurelio dos antos, rancisca euza da ilva, eralda irmina ias, ercina José da ilva, rineia Amorim dos antos, Josiane roença Amorim, Juliano roença Amorim, Lily Henker, aria Celia Accioly, aria smeralda Cosme de ouza, aria eralda aia, aria aimunda da Cruz, aria Veronica endonça de Araujo, arina ereira arques, arina ilva de Andrade, ichel Amorim dos antos, ivane aria da ilva, elma egina Henker e Wanda liveira ias nidade: inistério dos ransportes Advogado constituído nos autos: não há - elator, inistro-substituto A HA CAVAL- CA C / atureza: ensão Civil nidade: uperintendência egional do rabalho e mprego/. nteressado: Luiz duardo attozo agnani araiva C / atureza: ensão Civil nidade: uperintendência egional do rabalho e mprego/. nteressadas: Lucila Caçador rindade Costa avares e olange Caçador Henrique avares C / atureza: elatório de Auditoria nidade: unicípio de cara/c esponsáveis: Anastácio rancisco das Chagas Xavier; Antônio Leomar eixoto arias; Leonildo eixoto arias; aria de átima Viana óis; Queiroz Arruda Construções e Locações Ltda.; Yuri eireles olim. ecretaria das essões, 16 de maio de ACC CA ALA ubsecretário da Câmara 2ª CÂAA XA A AA o - 16 (ÁA) essão em 21 de maio de 2013, às 16h esumo dos processos incluídos em pauta, para apreciação e julgamento pela 2ª Câmara, na essão rdinária ública, em relação ou de forma unitária, nos termos dos artigos 15, 94, 97, 105, 130, 141, 1º ao 5º, e 143 do egimento nterno, aprovado pela esolução nº 246/2011. C LACA - elator, inistro AL CAZ C / atureza: Atos de admissão nteressados: Adamo Bernardo de Alcantara; e outros Órgão: ribunal egional do rabalho 2ª egião/ - J Advogado constituído nos autos: não há C / atureza: Atos de admissão nteressado: Jorge Luiz ava amos ntidade: nstituto acional do eguro ocial - / Advogado constituído nos autos: não há C / atureza: Aposentadoria nteressado: uisela Anizia Konzen ntidade: erência xecutiva do nss - juí/ - / Advogado constituído nos autos: não há C / atureza: Aposentadoria nteressado: irlei eresinha Bervanger ntidade: erência xecutiva do nss em ovo Hamburgo/ - / Advogado constituído nos autos: não há C / atureza: Aposentadoria nteressado: aria do ocorro Araujo ntidade: erência xecutiva do nss em Campina rande/b - / Advogado constituído nos autos: não há C / atureza: Aposentadoria nteressado: rancisca das Chagas ilva antos ntidade: erência xecutiva do nss no io Branco/AC - / Advogado constituído nos autos: não há C / atureza: Aposentadoria nteressados: ueli alante ousa; ueli agalhaes Costa e onçalves ntidade: erencia xecutiva do nss em berlândia/ - / Advogado constituído nos autos: não há C / atureza: Aposentadoria nteressado: Waine endes orais Órgão: ribunal egional do rabalho 16ª egião/a - J Advogado constituído nos autos: não há C / atureza: Aposentadoria nteressados: Aureliano Bastos Costa; ábio aliba Órgão: ribunal egional do rabalho 17ª egião/ - J Advogado constituído nos autos: não há C / atureza: Aposentadoria nteressado: arli osangela Veronez egini ntidade: erência xecutiva do nss em aringá/ - / Advogado constituído nos autos: não há C / atureza: Aposentadoria nteressado: aria da enha Andrade de ousa ntidade: erência xecutiva do nss em João essoa/b - / Advogado constituído nos autos: não há C / atureza: Aposentadoria nteressado: uce erreira Alves ntidade: erência xecutiva do nss em Cuiabá/ - / Advogado constituído nos autos: não há C / atureza: ensão civil nteressado: ejane aria de liveira edrozo ntidade: erência xecutiva do nss em ovo Hamburgo/ - / Advogado constituído nos autos: não há C / atureza: ensão civil nteressados: iego ilva oares; Lauro rancisco Brito oares; Leandro ilva oares; Livia antos Brito; Luiz Claudio dos antos oares ntidade: erência xecutiva do nss em alvador/ba - / Advogado constituído nos autos: não há C / atureza: ensão civil nteressados: Lidia de atima Vigato osaes; edro Henrique Vigato osaes ntidade: erência xecutiva do nss em Belo Horizonte/ - / Advogado constituído nos autos: não há C / atureza: ensão civil nteressado: aria da Luz rancisca de nezilia ereira ntidade: uperintendência stadual do nss em eresina/ - / Advogado constituído nos autos: não há C / atureza: ensão civil nteressado: rasmo Bardi ntidade: erência xecutiva do nss em Campinas/ - / Advogado constituído nos autos: não há C / atureza: ensão civil nteressado: aria Lúcia rummond rocópio ntidade: erência xecutiva do nss em Contagem/ - / Advogado constituído nos autos: não há C / atureza: ensão civil nteressado: aria ereira Avila de Lucia ntidade: erencia xecutiva do nss em berlândia/ - / Advogado constituído nos autos: não há ocumento assinado digitalmente conforme n o -

211 º 94, sexta-feira, 17 de maio de C / atureza: ensão civil nteressado: aria do ocorro Bezerra de Holanda uniz alcão ntidade: uperintendência stadual do nss em aceió/al - / Advogado constituído nos autos: não há C / atureza: ensão civil nteressado: elomena Augusta Aparecida erreira ntidade: uperintendência stadual do nss em Curitiba/ - / Advogado constituído nos autos: não há C / atureza: ensão civil nteressado: Creusa Amorim dos Anjos ntidade: inistério da revidência ocial (vinculador) Advogado constituído nos autos: não há C / atureza: ensão civil nteressados: ulcinea da ilva Costa; e outros ntidade: erência xecutiva do nss no io de Janeiro-Centro/J - / Advogado constituído nos autos: não há C / atureza: ensão civil nteressados: ohamed Jamil Ben alah Joudi; elvina ires orres Órgão: inistério das elações xteriores (vinculador) Advogado constituído nos autos: não há C / atureza: ensão civil nteressados: Beatriz omes de Andrade; ebastião ibeiro de liveira Órgão: ribunal egional do rabalho 1ª egião/j - J Advogado constituído nos autos: não há C / atureza: ensão civil nteressado: aria vete imentel Viana Coelho ntidade: uperintendência stadual do nss em João essoa/b - / Advogado constituído nos autos: não há C / atureza: omada de contas especial esponsáveis: Adolfo lias itouzo Vieira; cosol - Cooperativa Central de Crédito e conomia olidária; aria vandete antana Valadares; aria argreth Cláudio; ariruth de ello Alves; etróleo Brasileiro.A. - ; osemberg vangelista into; Valtenira da atta Almeida ntidade: etróleo Brasileiro.A. - Advogados constituídos nos autos: Andrea Cristine aria rigo edeiros ( /); Bruna Caram odrigues Costa ( /J); Christiane odrigues antoja (15.372/); Carlos oberto de iqueira Castro (20.015/); Carlos da ilva ontes ilho (59.712/J); Carolina de Almeida oares ( /J); Cristiana uraro arsia ( /J); ernando Villela de Andrade Vianna ( /J); rederico aia ascarenhas ( /J); abriela ellacasa tuckert ( /); zael obréga da Cunha (7.397/e); Jorge achado Antunes e iqueira (33.524/); arcio onteiro eis (93.815/J); ariana acedo essanha ernandes ( /J); árcio onteiro eis (93.815/J); ilton Antonio de Almeida aia (67.460/J); olyanna erreira ilva (19.273/); riscilla de ouza estana ( /J); afael erraresi Holanda Cavalcante (14.587/); enata artins antana ( /J); enato tto Kloss ( /J); odrigo Alexander Calazans acedo ( /J); hales ebet da Cruz ( /J); hiago liveira ( /J); orquato Jardim (2.884/); Ésio Costa Júnior (59.121/J) XLA AA A A AC - elator, inistro A CA C / Apenso: C / (AA CA) atureza: onitoramento nidade: ribunal egional do rabalho 17ª egião/ - J C / atureza: Aposentadoria nteressados: Adilson ariano de ouza e outros nidade: inistério úblico ederal - C / atureza: ensão Civil nteressados: Aparecida aria oares e outros nidade: epartamento de Órgãos xtintos - X// C / atureza: Aposentadoria nteressado: arília Hofmeister Caldas nidade: inistério úblico do rabalho - ste documento pode ser verificado no endereço eletrônico pelo código C / atureza: Atos de Admissão nteressados: Alberto auzen Júnior e outros nidade: Justiça ederal de 1º e 2º raus da 1ª egião/ C / atureza: Aposentadoria nteressados: Cecilia hizue ujita dos eis e outro nidade: inistério úblico do istrito ederal e dos erritórios - C / atureza: elatório de Auditoria esponsáveis: Areski amara de mena reitas Júnior e outros nidade: unicípio de nião dos almares - AL Advogados constituídos nos autos: iogo rata Lima (AB/AL 7.909); aulo de arso da Costa ilva (AB/AL 7.983); Luana Acioli de Castro Lopes (AB/AL 9.826); Luiz elipe erciano de liveira (AB/AL 9.075) C / atureza: Atos de Admissão nteressados: Andrea into Barreto e outros nidade: Justiça ederal de rimeiro rau - J C / atureza: Atos de Admissão nteressados: Cristina esener e outros nidade: ribunal egional ederal 4ª egião (-C-) C / atureza: Atos de Admissão nteressado: Ana aula ereira Cunha nidade: Conselho da Justiça ederal C / atureza: Aposentadoria nteressado: svaldo José de liveira nidade: epartamento de Órgãos xtintos - X// C / atureza: Aposentadoria nteressados: onaldo omes de Almeida e outro nidade: ribunal egional ederal 5ª egião (-AL-C-B-- ) C / atureza: ensão Civil nteressado: ice de liveira eirelles nidade: Justiça ederal de rimeiro rau - J C / atureza: ensão special de x-combatente nteressado: Angela antoja assidomo nidade: erviço de nativos e ensionistas da arinha C / atureza: eforma nteressados: Jose Antonio de Lima; e outros nidade: erviço de nativos e ensionistas da arinha C / atureza: omada de Contas special esponsáveis: ábio de aiva ardoni; refeitura unicipal de ocantins - nidade: unicípio de ocantins - Advogados constituídos nos autos: eraldo agela Leite (AB/ ), anoel J.. Castelo Branco (AB/ ) e outros C / atureza: epresentação nteressado: ort mpreendimentos e ecnologia Ltda. nidade: Amazonas istribuidora de nergia.a.- letrobras - Advogado constituído nos autos: Andressa Veronique into usmão de liveira (AB/A 3.554). C / Apenso: C / (omada de Contas special) atureza: ecurso de econsideração (C) ecorrente: aniel Capitani nidade: unicípio de lacas - A Advogado constituído nos autos: Jurandir ereira Bragança (AB-A A) C / atureza: Aposentadoria nteressados: Berenice de ouza tero e outros nidade: enado ederal - C / atureza: Aposentadoria nteressados: sabel Cristina endes erna e outros nidade: enado ederal - C / atureza: Aposentadoria nteressado: Joao Bernardo de ouza nidade: epartamento de olícia odoviária ederal - J C / atureza: onitoramento nteressado: ecretaria de Controle xterno - Alagoas nidade: unicípio de ão de Açúcar - AL C / atureza: eforma nteressado: Carlos gges Carvalho iranda nidade: erviço de nativos e ensionistas da arinha C / atureza: eforma nteressado: orival ereira de Castro nidade: erviço de nativos e ensionistas da arinha C / atureza: eforma nteressado: rancisco das Chagas Cunha essoa nidade: erviço de nativos e ensionistas da arinha C / atureza: eforma nteressado: smar ouza amasceno nidade: erviço de nativos e ensionistas da arinha C / atureza: eforma nteressado: Vicente de aula Boava nidade: erviço de nativos e ensionistas da arinha C / atureza: eforma nteressado: Vicente iburcio dos antos nidade: erviço de nativos e ensionistas da arinha C / atureza: epresentação nteressado: Vitor rancisco da ilva nidade: inistério úblico ederal - rocuradoria da epública no unicípio de orocaba- - elator, inistro JÉ J VACCL LA C / atureza: omada de Contas special esponsáveis: Atma rodutos Hospitalares Ltda.; Cássia aria Lima omes; lfa rodutos armacêuticos e Hospitalares Ltda.; rancilênia Vieira Cardoso ias ; ilvandro ilva de iqueira; Juecina de ouza agalhães; arco Antônio eixoto de Lima; aria de átima ilva; ilson ogueira de elo e érgio Carvalho dos antos. ntidade: niversidade ederal de Campina rande (C/C) nidade écnica: ecretaria de Controle xterno - B (ecex-b). Advogados constituídos nos autos: smar avares (AB/B n 9362) e outros C / atureza: esestatização ntidade: Agência acional do etróleo, ás atural e Biocombustíveis -. nidade écnica: ecretaria de iscalização de esestatização e egulação de nergia e Comunicações (efidnerg). C / atureza: Atos de Admissão nteressados: nês Conceição da ilva e outros. Órgão/ntidade: niversidade ederal de oiás - C nidade écnica: ecretaria de iscalização de essoal (). C / atureza: Aposentadoria nteressado: Waldenor Barbosa da Cruz Órgão/ntidade: undação niversidade de Brasília - C nidade écnica: ecretaria de iscalização de essoal (). ocumento assinado digitalmente conforme n o -

212 º 94, sexta-feira, 17 de maio de 2013 C / atureza: Atos de Admissão nteressados: aniel unes Almeida e ilva e outros. Órgão/ntidade: Agência acional de nergia létrica - nidade écnica: ecretaria de iscalização de essoal (). C / atureza: Atos de Admissão nteressados: Adriano Batista da ilva e outros. Órgão/ntidade: ribunal de Justiça do istrito ederal e erritórios nidade écnica: ecretaria de iscalização de essoal (). C / atureza: Atos de Admissão nteressada: Cláudia aquel da ocha irado Órgão/ntidade: ribunal egional leitoral - / - J nidade écnica: ecretaria de iscalização de essoal (). C / atureza: Aposentadoria nteressados: Carlos Alberto ilazzo e Cleide uarte de Lima. Órgão/ntidade: undação acional do Índio - J nidade écnica: ecretaria de iscalização de essoal (). CCALZAÇÃ BA C C / atureza: Aposentadoria nteressada: Alzenir artins de ousa oares Órgão/ntidade: ribunal egional leitoral - / - J nidade écnica: ecretaria de iscalização de essoal (). C / atureza: Aposentadoria nteressado: anoel Vicente de liveira Órgão/ntidade: ribunal egional leitoral - /A - J nidade écnica: ecretaria de iscalização de essoal (). C / atureza: Aposentadoria nteressada: alva achado Baptista Órgão/ntidade: ribunal egional leitoral - / - J nidade écnica: ecretaria de iscalização de essoal (). C / atureza: Aposentadoria nteressado: Celso Lachi Órgão/ntidade: ribunal egional leitoral - / - J nidade écnica: ecretaria de iscalização de essoal (). C / atureza: Aposentadoria nteressados: elzyr ilva uller e ádia ilva óvoas. Órgão/ntidade: ribunal egional leitoral - /C - J nidade écnica: ecretaria de iscalização de essoal (). C / atureza: Aposentadoria nteressados: edro Luís Arruda de tapema Cardoso e Wilson oberto do ascimento. Órgão/ntidade: ribunal egional leitoral - / - J nidade écnica: ecretaria de iscalização de essoal (). C / atureza: ensão Civil nteressados: Angelita artins de Aquino e outros. Órgão/ntidade: epartamento de olícia ederal - J nidade écnica: ecretaria de iscalização de essoal (). C / atureza: ensão Civil nteressada: aria Xavier de Andrade Órgão/ntidade: undação acional do Índio - J nidade écnica: ecretaria de iscalização de essoal (). C / atureza: ensão Civil nteressada: aria Lucia Campos ilva Órgão/ntidade: inistério da Justiça (vinculador) nidade écnica: ecretaria de iscalização de essoal (). C / atureza: Atos de Admissão nteressados: vis odrigo orais Corsino e outros. Órgão/ntidade: etróleo Brasileiro.A. - nidade écnica: ecretaria de iscalização de essoal (). ste documento pode ser verificado no endereço eletrônico pelo código C / atureza: Atos de Admissão nteressado: arcus de esquita arias Órgão/ntidade: Amazonas istribuidora de nergia.a. - letrobras - nidade écnica: ecretaria de iscalização de essoal (). C / atureza: Atos de Admissão nteressado: aphael de ouza osa omes Órgão/ntidade: ribunal egional leitoral - / - J nidade écnica: ecretaria de iscalização de essoal (). C / atureza: Atos de Admissão nteressado: ubiane ita amba Órgão/ntidade: ribunal egional leitoral - /C - J nidade écnica: ecretaria de iscalização de essoal (). C / atureza: Aposentadoria nteressado: uilherme odrigues ias Órgão/ntidade: epartamento acional de rodução ineral - nidade écnica: ecretaria de iscalização de essoal (). C / atureza: Aposentadoria nteressados: Antônio oberto ereira e Hianto José ereira Costa. Órgão/ntidade: epartamento de olícia ederal - J nidade écnica: ecretaria de iscalização de essoal (). C / atureza: Aposentadoria nteressados: Luciano eres arques e aria do ocorro antos unes inoco. Órgão/ntidade: epartamento de olícia ederal - J nidade écnica: ecretaria de iscalização de essoal (). C / atureza: ensão Civil nteressado: elipe ereira Cascardo Órgão/ntidade: inistério da Justiça (vinculador) nidade écnica: ecretaria de iscalização de essoal (). C / atureza: ensão Civil nteressado: edro Henrique ilva endes Órgão/ntidade: epartamento acional de rodução ineral - nidade écnica: ecretaria de iscalização de essoal (). C / atureza: Atos de Admissão nteressadas: Carmen enise ossbach Bervaldt e outros. Órgão/ntidade: undação niversidade ederal de elotas - C nidade écnica: ecretaria de iscalização de essoal (). C / atureza: Aposentadoria nteressada: aria das raças Cavalcante Kalume ntidade: undação niversidade ederal do iauí - C nidade écnica: ecretaria de iscalização de essoal (efip). C / atureza: onitoramento esponsável: afael Henrique Quedevez ntidade: mpresa Brasileira de Correios e elégrafos (C/C) - Agência/Banco ostal do unicípio de coporanga/ nidade écnica: ecretaria de Controle xterno - (ecex-). C / atureza: Atos de Admissão nteressados: eorge Antônio antana antos e Lidiane Corrêa de liveira ommer. Órgão/ntidade: Centro ederal de ducação ecnológica da Bahia - C nidade écnica: ecretaria de iscalização de essoal (). C / atureza: ensão Civil nteressados: anoel ernandes onseca e aria lisabeth ernandes onseca. Órgão/ntidade: niversidade ederal da araíba - C nidade écnica: ecretaria de iscalização de essoal (). C / atureza: onitoramento nteressada: Controladoria-eral da nião (C/) ntidade: unicípio de Barra do iraí/j nidade écnica: ecretaria de Controle xterno - J (ecex-j). - elator, inistra AA LÚCA AA ALCA C / atureza: epresentação esponsáveis: Carlos Alberto Lopes ereira; refeitura unicipal de ão Bento/A nidade: município de almeirândia/a Advogados constituídos nos autos: iago Anderson Luz rança (AB/A 8545) e outros C / atureza: epresentação esponsável: Aldenir antana eves nidade: município de rbano antos/a Advogado constituído nos autos: árcio ndles Lima Vale (AB/A 6430) C / atureza: epresentação esponsável: Aldenir antana eves nidade: município de rbano antos/a Advogado constituído nos autos: árcio ndles Lima Vale (AB/A 6430) C / atureza: epresentação esponsável: Abnadab ilveira Leda nidade: município de rbano antos/a Advogado constituído nos autos: árcio ndles Lima Vale (AB/A 6430) C / atureza: epresentação esponsável: Abnadab ilveira Leda nidade: município de rbano antos/a Advogado constituído nos autos: árcio ndles Lima Vale (AB/A 6430) C / atureza: epresentação esponsável: Aldenir antana eves nidade: município de rbano antos/a Advogado constituído nos autos: árcio ndles Lima Vale (AB/A 6430) C / atureza: epresentação esponsável: Aldenir antana eves nidade: município de rbano antos/a Advogado constituído nos autos: árcio ndles Lima Vale (AB/A 6430) C / atureza: epresentação esponsável: Aldenir antana eves nidade: município de rbano antos/a Advogado constituído nos autos: árcio ndles Lima Vale (AB/A 6430) C / atureza: epresentação esponsável: Abnadab ilveira Leda nidade: município de rbano antos/a Advogado constituído nos autos: árcio ndles Lima Vale (AB/A 6430) C / atureza: Atos de Admissão nteressados: Adilson Luiz acco; Alex arcia anta aria; Alexandre Augusto erro Costa; Aline oares Araujo; Amanda Almeida liveira; Ana Cristina agalhaes olomeli; Ana loria edeiros de edeiros; Andersen Azambuja Bandeira; Anderson Luiz odrigues; Andre Luiz reitas de Carvalho; Antonio Carlos omes; Antonio Carlos de elo Junior; Bruna ernanda de Azevedo Cabral; Bruno Batista Bolfarini; Camila Alves into de Lucena; Camila dos antos eixeira; Carlos Jose ereira da ilva; Celia erreira do spirito anto; Claudio omes ereira; Clayton ias aldino; Clever onseca iranda Junior; Cleverson Willian de liveira; aniel Augusto Coimbra avares; anilo Bertagnon ernandes; ebora Angelica avares ifon; eise raciolli Zacarias attos; der Leao Cavalcante; duardo ariano eves; duardo unes attosinhos; duardo da ilva eitosa; liane Lopes de orais; raildes achado Vicosa; rika erraz Campos lorentino; rika omes Barbosa de Carvalho; abio icardo Leal anhaes; abiola de liveira aues ilva; elipe adureira Lima; ernanda lavia ios dos antos; rancisca Aparecida erreira inheiro; ranklin Hideaki Kinashi; abriel arcos de orais ilva; abriela ouza arques Amorim; eni aulo Azevedo; iane Aparecida uerra arques; ilberto azzin essoa; ilvandro da ilva oares; Helio lias de liveira; Heryckson antos de ouza; caro Alves Lobo; Jaqueline Brandao Barbosa; Jener Castelo Branco ourao; Jeyson odrigues oreira; Joao aulo elgaco dos antos; Joao de ouza Lima ilho; Jose ogerio de liveira Bezerra; Jose ubens unes odrigues; Jose de liveira ilva Junior; ocumento assinado digitalmente conforme n o -

213 º 94, sexta-feira, 17 de maio de Juliana Alves crignoli; Juliano Borges Vilela; Julio Cesar alome; Junio de inho e ilva; Karina erreira dos antos; Kelly Xavier odrigues dos antos; Lais vangelista Alves; Lara Cruz oncim; Leiry Anny Brasil Viana; Leonardo Ventura Cacador Carvalho; Liana Wruck eyer; Lilian abiola de ouza Venancio; Luciano do spirito anto Carneiro Junior; Ludmila Araujo da ilveira; anoel emoteo Bezerra de Carvalho; arcio Antonio arques do ascimento; arck orais aio; arcos rancisco ereira olimoes; arcus Vinicius aia eves; aria oreti de Andrade e ilva; aria nes Hemerly de Almeida; aria do ocorro Welter annato; ariana amasceno ocha ranco de Albuquerque; aricelia ouza Costa; arina Lenk ibeiro; aristela artins emkiw; iriam de Almeida; yriam Leticia Cezar de liveira; ey requi ranco igueiredo; ilton Almeida de elo Junior; amela eovana ousa mbuzeiro; edro Henrique Campos Celestino; edro aimundo Leal de Andrade; hilipe antos Araujo; achel Hemeterio de ouza; afael liveira da ilva de rnelas; afaela Quara dos antos; aquel de Jesus de Lucena; odrigo ibeiro Vieira; ogerio odrigues; osana Cruz arques da iva; osemar omes de antana ilho; ossini oares de orais nidade: mpresa Brasileira de nfraestrutura Aeroportuária - nfraero Advogado constituído nos autos: não há C / atureza: Atos de Admissão nteressados: Ana abriela Bezerra eijo Carneiro; Andrea omero steves Lima; Bianca stephani unes Azevedo; Breno rota iqueira; Carlucio ereira de Araujo; Cláudia aria Apolinário Bulhões; lba ania amos liveira; Hugo Alves aulo de ouza; gor unes e ouza; Jose Luiz de liveira etto; Josilene odrigues ontes; arvin ric Cordeiro de Aguiar; riscila Avelino da ilva; odrigo oreno de reitas liveira; ômulo Adan ilva antos; abrina endes Cirino. nidade: Hospital das orças Armadas -. C / atureza: Atos de Admissão nteressada: ita atos Coitinho nidade: residência da epública Advogado constituído nos autos: não há C / atureza: Aposentadoria nteressados: Antonio ziquiel Chaikosky; Carlos onzaga aia Chrispim nidade: iretoria do essoal Civil da arinha Advogado constituído nos autos: não há C / atureza: ensão Civil nteressados: André de ouza ereira; aniele acedo odrigues ibeiro; eudete da ilva angel; delzuita ibeiro e antana; ernando amos Lima; lória unes Clemente; Juracy erreira eixeira; Juvenete da ocha endes; anoela unes Clemente; arcia Alice uniz erreira; aria da Conceição Carvalho oares; ilza uniz Andre; oelia aria de ouza; inésia liveira dos antos; Vilma antos da urificação; Yone de reitas ouza; Zelia abello da ilva; Zuleica acedo odrigues ibeiro. nidade: iretoria do essoal Civil da arinha. C / atureza: ensão Civil nteressados: Celina arques endes; alva posito Correa; dno odrigues de agalhães; zilda de Albuquerque Carolino; eralda ernandes da ilva; layde José de ousa reitas; Helena da ilva ello; racema ilva antos; rene Antonio de iranda eves; rene José odrigues Campelo; valda erreira into; zabel Cardozo da ilva; José Wanderlei de liveira; argarida osa edeiros; aria alva egado de Almeida; aria lizabeth antos Andrade; aria José orres omes; aria Julieta da ilva; ina eves da ilva; amona omes de ouza; ita de Cassia az arcia de ouza. nidade: iretoria do essoal Civil da arinha. Advogado constituído nos autos: não há XLA AA A A AC C / atureza: ensão Civil nteressado: Lucide Luparelli oares nidade: mprensa acional Advogado constituído nos autos: não há C / atureza: ensão ilitar nteressados: Alexandrina ilva ereira; Anizia Vieira dos antos; Claudia odrigues Lopes; Liete dos antos Bahri; aria Aparecida da Costa into ello; aria José arinho da Cunha; aria da Luz onçalves de Andrade; lga ivero Valle; ejane Cunha de Lacerda; osangela orais dos antos; ilvia Helena da ilva Boj; Vera Lucia Barbosa de Araújo; Zoraya orais dos antos nidade: erviço de nativos e ensionistas da arinha Advogado constituído nos autos: não há C / atureza: Atos de Admissão nteressado: Hernandez Coelho Vitorasse. nidade: iretoria do essoal ilitar da arinha. ste documento pode ser verificado no endereço eletrônico pelo código C / atureza: ensão Civil nteressada: erezinha Villa rado nidade: Advocacia-eral da nião Advogado constituído nos autos: não há C / atureza: eforma nteressados: Joselito ilveira de liveira; José omes da ilva; Juarez antos da ilva; Luiz Carlos ascimento e ilva do Valle; Luiz onzaga Barbosa da ota; Lázaro ibamar Araújo; anoel arques da ilva rmão; ario Batista de reitas; ário Lúcio de Almeida Bastos; elson Hancio; ilo agalhães; svaldo Antonio Carneiro da Cunha; edro etulio Alves dos antos; edro Lopes Barbosa; edro ilva; ebastião abino Bastos ilho; Valdemir Bezerra da ilva; Vanderlei Lourenço da ilva; Waldemar odrigues do ascimento; Waldemiro Braga ereira. nidade: erviço de nativos e ensionistas da arinha. C / atureza: ensão ilitar nteressados: Alvina de ouza Jota; Aurora eixeira de Carvalho; Heloisa oman illiet artins; Judith da Costa utra; Lourdes iess; ereza ernandes Araújo nidade: erviço de nativos e ensionistas da arinha Advogado constituído nos autos: não há C / atureza: epresentação esponsável: Alan Kardec artins Barbiero nteressado: undação niversidade ederal do ocantins nidade: undação niversidade ederal do ocantins. Advogado constituído nos autos: não há - elator, inistro-substituto AC BQ CA C / atureza: ensão Civil. nidade: iretoria de nativos e ensionistas - /C. nteressado: uiomar achado. C / atureza: epresentação. ntidade: Agência acional de Águas - A. nteressada: itran - mpresa de egurança Ltda. C / atureza: epresentação. ntidade: nstituto Chico endes de Conservação da Biodiversidade. nteressado: 5 strelas Comercial e erviços de udanças Ltda. -. C / atureza: Atos de Admissão. nidade: iretoria de nativos e ensionistas - /C. nteressados: rancilourdes Lima da ilva e outros. C / atureza: Atos de Admissão. nidade: 14º rupo de Artilharia de Campanha - /C. nteressado: José oberto da ilva Cavalcanti. C / atureza: Atos de Admissão. nidade: ndústria de aterial Bélico - /C. nteressados: André Vinagre ilva e outros. C / atureza: ensão Civil. nidade: écima egião ilitar - /C. nteressada: aria Jovelina de Alencar Amorim. C / atureza: eforma. nidade: iretoria de nativos e ensionistas - /C. nteressados: rancisco Weber e outros. C / atureza: eforma. nidade: iretoria de nativos e ensionistas - /C. nteressados: anoel raciano Batista e outros. C / atureza: eforma. nidade: iretoria de Administração do essoal - /CA. nteressados: Ademir Batista ocha e outros. C / atureza: ensão ilitar. nidade: egunda egião ilitar - /C. nteressados: Adair smeralda dos antos e outros. C / atureza: ensão ilitar. nidade: Quinta egião ilitar - /C. nteressados: Astrid Helga yck e outros. C / atureza: ensão ilitar. nidade: étima egião ilitar - /C. nteressados: Ailza odrigues de Barros e outros. C / atureza: ensão ilitar. nidade: ona egião ilitar - /C. nteressadas: Arvelina odrigues Limeira e outras. C / atureza: ensão ilitar. nidade: écima egião ilitar - /C. nteressadas: Lìdia onte ondim e outras. C / atureza: ensão ilitar. nidade: ubdiretoria de nativos e ensionistas - Área ilitar - /CA. nteressadas: ni José Coutinho de Luca e outras. C / atureza: Atos de Admissão. ntidade: nstituto Chico endes de Conservação da Biodiversidade. nteressados: Abedias ousa Bonfim e outros. C / atureza: Atos de Admissão. ntidade: nstituto Chico endes de Conservação da Biodiversidade. nteressados: Leomar dos antos orais e outros. C / atureza: Atos de Admissão. ntidade: nstituto Brasileiro do eio Ambiente e dos ecuross aturais enováveis - A. nteressados: Abdias de ousa Barros e outros. C / atureza: Atos de Admissão. ntidade: nstituto Brasileiro do eio Ambiente e dos ecursos aturais enováveis - A. nteressados: Antonio osalvo ascimento dos eis e outros. C / atureza: Atos de Admissão. ntidade: nstituto Brasileiro do eio Ambiente e dos ecursos aturais enováveis - A. nteressados: dson odrigues da ilva e outros. C / atureza: Atos de Admissão. ntidade: nstituto Brasileiro do eio Ambiente e dos ecursos aturais enováveis - A. nteressados: Jean anoel odesto artins e outros. C / atureza: Atos de Admissão. ntidade: nstituto Brasileiro do eio Ambiente e dos ecursos aturais enováveis - A. nteressados: Lourenço artins ouza e outros. C / atureza: Atos de Admissão. ntidade: nstituto Brasileiro do eio Ambiente e dos ecursos aturais enováveis - A. nteressados: árcio romne arinho Xerente e outros. C / atureza: Atos de Admissão. ntidade: nstituto Brasileiro do eio Ambiente e dos ecursos aturais enováveis - A. nteressados: edro amos ousa e outros. C / atureza: Atos de Admissão. ntidade: nstituto Brasileiro do eio Ambiente e dos ecursos aturais enováveis - A. nteressados: Xinuxi yky e outros. ocumento assinado digitalmente conforme n o -

214 º 94, sexta-feira, 17 de maio de 2013 C / atureza: ensão Civil. nidade: erceira egião ilitar - /C. nteressada: racema oulart odrigues. C / atureza: ensão Civil. nidade: iretoria de Administração do essoal - /C. nteressadas: Ada aria artini attera e outras. C / atureza: eforma. nidade: iretoria de nativos e ensionistas - /C. nteressados: Alfredo da Conceição Zacarias e outros. C / atureza: eforma. nidade: iretoria de nativos e ensionistas - /C. nteressados: José omes da ilva e outros. CCALZAÇÃ BA C C / atureza: eforma. nidade: iretoria de Administração do essoal - /CA. nteressados: Anízio omano e outros. C / atureza: ensão ilitar. nidade: Quinta egião ilitar - /C. nteressada: Antionilia de Carvalho artins. C / atureza: epresentação. nidade: ecretaria de stado da aúde de oiás. nteressada: rocuradoria da epública no stado de oiás - //. C / atureza: epresentação. ntidade: Conselho ederal de edicina Veterinária - CV. nteressado: inistério úblico junto ao C - /C. C / atureza: restação de Contas - exercício de nidade: 1º epósito de uprimento - /C. esponsáveis: Hélcio de reitas artins e Jaques elbvaks. C / atureza: epresentação. ntidade: Consleho egional de conomia da 10ª egião - C/. nteressada: ecretaria de Controle xterno no stado de inas erais - ecex/. - elator, inistro-substituto AÉ LÍ CAVALH C / atureza: epresentação Órgão/ntidade: unicípio de Ararendá - C nteressado: r. Aristeu Alves duardo, refeito do unicípio de Ararendá - C Advogado constituído nos autos: Antônio Agamenon Lopes de ouza (AB/C A). C / atureza: Atos de Admissão Órgão/ntidade: nstituto Brasileiro de useus nteressados: Ana aria de Albuquerque oreira e obson dos antos Advogado constituído nos autos: não há C / atureza: ensão Civil Órgão/ntidade: nstituto do atrimônio Histórico e Artístico acional - inc nteressadas: Cremilda aria dos antos (C ) e alva achado Cabral Advogado constituído nos autos: não há C / atureza: ensão Civil Órgão/ntidade: nstituto acional de esquisas spaciais - C nteressada: ria Bayer Costa attos Advogado constituído nos autos: não há C / atureza: epresentação Órgão/ntidade: overno do stado do Amazonas nteressada: ecretaria de Controle xterno - A (ecex-a) Advogado constituído nos autos: não há ste documento pode ser verificado no endereço eletrônico pelo código C / Apenso: C / (AÇÃ CA) atureza: restação de Contas Órgão/ntidade: Centro de estão e studos stratégicos - C/C esponsáveis: Alysson aolinelli; Antonio Carlos igueira alvão; Carlos Américo acheco; Carlos Alberto ibeiro de Xavier; Clemente anz Lúcio; duardo oacyr Krieger; ernando Cosme izzo Assunção; rancelino Lamy de iranda rando; eraldo José Correa; uilherme Ary lonski; Hugo Borelli esende; sa Assef dos antos; Jorge Luís icolas Audy; Lucia Carvalho into de elo; Luis anuel ebelo ernandes; Luiz Antônio agalhães ontes; Luiz Antônio odrigues lias; arcio de iranda antos; arco Antonio eis uarita; arco Antônio Zago; ario eto Borges; denildo eixeira ena; enê eixeira Barreira; e érgio Henrique erreira xercício: 2009 Advogado constituído nos autos: não há C / atureza: Aposentadoria Órgão/ntidade: ribunal egional do rabalho da 17ª egião - / nteressadas: Carmen Vera reitas auro e onia aria ios eorce Advogado constituído nos autos: não há C Á - elator, inistro A CA C / ABA CÃ (edido de Vista - art. 112 do.) atureza: ecurso de econsideração (em restação de Contas implificada - xercício: 2006) V: inistro JÉ J (AA 10/2013) ntidade: erviço ocial do Comércio - Administração egional de esponsáveis: Abram Abe zajman; Amadeu Castanheira; Antonio Carlos Lima; Ariovaldo aniezo; Arnaldo Jose ieralini; Benedito oso de Arruda; Carlos Alberto 'ambrósio; Cícero Bueno Brandão Júnior; an uinsburg; anilo antos de iranda; duardo Vampré do ascimento; lisete Berchiol da ilva wai; ládio Arroyo artins; uclides Carli; Heiguiberto uiba ella Bella avarro; vo all'acqua Júnior; Jair oledo; Jorge arhan alomão; Jose aria de aria; José aria aes osa; José antino de Lira ilho; João Herrera artins; Luciano igliolia; Luiz eoclécio assaro alina; anuel Henrique arias amos; arcio Chaves ires; aria lena ilva aques; ariza edeiros caranci; auro Jose Correia; rlando odrigues; aulo ernandes Lucania; aulo João de liveira Alonso; aulo oberto ullo; afik Hussein aab; Valdir Aparecido dos antos; Walace arroux ampaio. nteressado: erviço ocial do Comércio - Administração egional Advogados constituídos nos autos: Walter Costa orto (AB/ nº 6.098), Antônio erilo eixeira etto (AB/ nº ), Henrique Araújo Costa (AB/ nº ), aula Cardoso ires (AB/ nº ), Liliana de iori ereira de ello (AB/ n ), Carla Bertucci Barbieri (AB/ n ), Alessandra otti Bontempo (AB/ n ), ito Hesketh (AB/ n ), ernanda Hesketh (AB/ n ), uilherme Amorim Campos da ilva (AB/ n ), arcela onteiro de Barros uimarães (AB/ n ), atiana arlando (AB/ n ), Adale Luciane elles (AB/ nº ) e uilherme Augusto regapani (AB/ nº ). - elator, inistro AL CAZ C / atureza: edido de eexame. ntidade: undação niversidade ederal de uro reto - C. nteressados: undação niversidade ederal de uro reto - C; Altamiro ibiriça ias; Antônio Correa aia; Jair Carvalho da ilva. C / atureza: Aposentadoria. ntidade: uperintendência stadual do - ão aulo/ - /. nteressados: rene Batista; Jose de Jesus; Lais aria Cury; Leise aria Cruz dos antos Braga eis; eusa atiko himada ereira; iceli Coutinho de ouza; ueli Correa uimarães. C / (com 19 peças). atureza: edido de eexame ntidade: inistério das Cidades. nteressados: inistério das Cidades e unicípio de uarulhos-. Advogados constituídos nos autos: Júlio César erreira ereira (Consultor Jurídico ubstituto) e Caio Alexandre Wolff (Consultor Jurídico), da Advocacia-eral da nião. C / atureza: edido de eexame (ensão Civil) ntidade: uperior ribunal ilitar (). nteressados: uperior ribunal ilitar () e Arthur aniel ereira de ouza antos Advogados constituídos nos autos: não há. C / atureza: mbargos de eclaração. ntidade: undação niversidade de Brasília (ub). nteressado: Érico aulo iegmar Weidle. Advogados constituídos nos autos: ustavo arins Cortez (AB/ ) e outros. C / atureza: mbargos de eclaração. ntidade: niversidade ederal ural do emi-árido/ (C). nteressado: rancisco rnesto obrinho. Advogados constituídos nos autos: Bruno rnesto Clemente (AB/ 5779) e Kallio Luiz uarte ameleira (AB/ 5943). C / atureza: edido de eexame. ntidade: undação niversidade ederal do iauí - C. nteressada: aria do Carmo eixeira Veloso. - elator, inistro A CA C / atureza: omada de Contas special ntidade: unicípio de Cachoeira de ajeú - esponsáveis: ina aquel odrigues Correa; dmundo Correia e antos Junior; abio erraz ranco; undação rmã abriela nteressados: inistério do esenvolvimento ocial e Combate À ome (vinculador) e refeitura unicipal de Cachoeira de ajeú - Advogados constituídos nos autos: aulo duardo Almeida de ello (AB/ nº 8.399), aulo ernando Cintra de Almeida (AB/ nº ), Ana árcia dos antos ello (AB/ nº ), Juliana oscarini de Almeida (AB/ nº ), enata Castanheira de Barros Waller (AB/ nº ), André Waller (AB/ nº ), Carla árcia Botelho uas (AB/ nº ), arcos de liveira Vasconcelos Junior (AB/ nº ), lindomar Alves de ouza (AB/ nº ), uilherme Alves de ouza (AB/ nº ), odrigo távio azieiro Wanis (AB/ nº ) e ernanda aia (AB/ nº ). C / atureza: omada de Contas special Órgão: undo acional de aúde - esponsável: duardo erreira de liveira Advogado constituído nos autos: José Carlos da ilva Brito, AB/ A. C / atureza: edido de eexame em Aposentadoria Órgão/ntidade: undação niversidade ederal do aranhão - C ecorrentes: aria Lúcia Cropalato de úlio; oacir de oraes ilva. C / atureza: mbargos de eclaração em edido de eexame em elatório de Auditoria. ntidade: nstituto ederal de ducação, Ciência e ecnologia de ernambuco (C/). esponsáveis: benezer araiso Vilela; ranklin de Araujo Lima; onaldo artins Barbosa de ouza; Jose Viana de Carvalho; arcilio Accioly Xavier; aria Helena assos de Alencar; oacyr amos amarcos Junior; osemar omes de antana; érgio uimarães da Costa lorido; Valeria Americo antas; Webster ilva Campelo; Xenia Luna Alves de ouza; Xistofanes essoa de Luna. nteressados: ranklin de Araújo Lima, José Viana de Carvalho, oacyr amos amarcos Júnior, osemar omes de antana, érgio uimarães da Costa lórido e Xistófanes essoa de Luna. Advogados constituídos nos autos: xpedito Bandeira de Araújo Júnior (AB ); Antônio icardo Accioly Campos (AB ); Cristiane aia Lustosa (AB ); aulo Joaquim de Barros uimarães (AB ); rederico de Barros uimarães (AB ); aria oraes de Barros uimarães (AB ); Carmem ise Cavalcanti ernandes Bandeira (AB ); aisy ilveira Bandeira de Araújo (AB ). C / Apensos: C /1999-7, C / atureza: restação de Contas - xercício: 1999 ntidade: Centro ederal de ducação ecnológica de ato rosso - C esponsáveis: Josdyr Vilhagra; auricio de Almeida Campos; Veronica aria de ouza e ilva da ilva nteressado: Centro ederal de ducação ecnológica de ato rosso - ec Advogados constituídos nos autos: leni Alves ereira (AB/ nº 3012); Cláudio abiano liveira Lima (AB/ nº 6546); Alexandre Luiz Lozano ereira (AB/ nº 7889-B); e elito José alcin Junior (AB/ nº 6389). C / atureza: elatório de Auditoria Órgão/ntidade: refeitura unicipal de Jandira/ esponsável: Anabel abatine Advogado constituído nos autos: oberto hompson Vaz uimarães, AB/ ocumento assinado digitalmente conforme n o -

215 º 94, sexta-feira, 17 de maio de C / atureza: Aposentadoria Órgão/ntidade: uperintendência ederal de Agricultura, ecuária e Abastecimento no spírito anto/aa nteressado: José Antonio da ilva C / atureza: Aposentadoria Órgão/ntidade: epartamento de olícia odoviária ederal - J nteressado: aulo oberto liveira C / atureza: ecurso de econsideração (em omada de Contas special) ntidade: unicípio de angaratiba/j nteressado: Carlo Busatto Junior Advogados constituídos nos autos: arcelo ontes (AB/J nº ), Bruno Calfat (AB/J nº ) e Adilson Vieira acabu ilho (AB/J nº ). C / atureza: elatório de Auditoria ntidade: unicípio de Jundiá/AL esponsável: Beroaldo ufino da ilva; ereza aria Alves de Verçosa; ebastião arcos ouza da ilva; José dilson Luiz dos antos; Carla antusa Vasconcelos ilva; Louise ixoto de Araújo e oacir ocha antana. - elator, inistro JÉ J VACCL LA C / atureza: ecurso de econsideração ntidade: Confederação Brasileira de esporto de articipação ecorrente: ieter anta, ex-presidente da Confederação Brasileira de esporto de articipação Advogados constituídos nos autos: aulo Henrique pirandeli antas (AB/ ) e outros C / atureza: omada de Contas special ntidade: refeitura unicipal de ão ebastião da Boa Vista - A esponsável: Violeta de onfredo Borges uimarães C / atureza: edido de eexame ntidade: unicípio de imonésia/. ecorrente: Laerte Augusto de ouza C / atureza: omada de Contas special ntidade: unicípio de ão iguel do uamá - A. esponsáveis: Alberto de ouza Borges; entil Augusto razão eto; aulo Campbel omes C / atureza: epresentação Órgão: refeitura unicipal de arituba - A nteressada: Quadra ngenharia Ltda. Advogada constituída nos autos: arcelle Barile onteiro achado (AB/A ) C / atureza: Atos de Admissão Órgão/ntidade: niversidade ederal de anta aria nteressado: odrigo ernando aria dos antos XLA AA A A AC - elator, inistra AA LÚCA AA ALCA C / atureza: ecurso de econsideração ecorrente: xpedito unes ernandes eto nidade: inistério da Cultura Advogado constituído nos autos: não há C / atureza: Aposentadoria nteressados: José Carlos Carvalho de ouza, José da ocha, José de ibamar razeres, José dos antos ortugal, José Luiz de ouza, José arques obrinho, José William amos da ilva, José Wilton erreira Cavalcante, Lúcia aria onçalves, Lúcia egina Amado da ilva de Almeida, Luiz Antonio Barrozo, Luiz Antonio onseca, Luiz Carlos Brum, Luiz Carlos de ouza Canabarro, Luiz loi Vieira, Luiza aria de ello oronha, anoel unes obrinho, arcelo Chaves orres, arcia Christina Libonati aia odrigues e arco Antonio amalho nidade: iretoria do essoal Civil da arinha Advogado constituído nos autos: não há ste documento pode ser verificado no endereço eletrônico pelo código C / atureza: omada de Contas special esponsável: aurício Calixto da Cruz nidade: epartamento stadual de rânsito de ondônia - etran/ Advogado constituído nos autos: aurício Calixto Júnior (AB/ 3.906) C / atureza: omada de Contas special esponsáveis: Hélio Vasconcelos ilho, iguel Cathcarth Amando, aulo oberto erfetti e.. erfetti & erfetti Ltda. nidade: unicípio de anta Cruz de onte Castelo/ Advogados constituídos nos autos: Valdinei Aparecido arcossi (AB/ ) e Adriana Cristina reitas (AB/ ) - elator, inistro-substituto AC BQ CA C / atureza:ensão Civil. Órgão: uperintendência egional do rabalho e mprego em Alagoas - /. nteressada: aria Albertina omaz. C / atureza: mbargos de eclaração. ntidade: unicípio de Boa Vista/. mbargante: Anilton oreira de enezes. Advogados constituídos nos autos: aryvaldo Bassal de reire, AB/ 066-A; e outros. C / atureza: omada de Contas special. ntidade: unicípio de almitos/c. esponsáveis: unicípio de almitos/c, Ademar Henchen, Jandira irian Wagner ogério, Wanderley Luiz Hilgert, Celso Knapp, air Jocely nge. - elator, inistro-substituto AÉ LÍ CAVALH C / atureza: omada de Contas special ntidade: unicípio de Coribe/BA. esponsável: José Alves erreira Advogado constituído nos autos: não há C / Apenso: C / atureza: omada de Contas special ntidade: unicípio de eira de antana - BA nteressados: rocuradoria da epública no stado da Bahia esponsáveis: Brasilpama anufatura de apeis Limitada; José Antônio endes de liveira; João rias Barros; oberto omes da ilva eto; arcízio uzart imenta Junior Advogados constituídos nos autos: rica Alves liver Watermann, AB/ nº ; Celso Castro, AB/BA nº 4771, e outros C / atureza: epresentação ntidade: nstituto acional de esquisas spaciais - npe epresentante: Active - ngenharia Ltda Advogado constituído nos autos: Caio Costa e aula, AB/ C / atureza: Aposentadoria ntidade: nstituto acional de Colonização e eforma Agrária - CA/A nteressados: aimunda Araujo erreira de ouza; aimundo atias omes; Zoe oshie shida aiva Advogado constituído nos autos: não há C / atureza: restação de Contas ntidade: nstituto do atrimônio Histórico e Artístico acional - phan/inc esponsáveis: Ana ita de liveira; almo Vieira ilho; neida Braga ocha de Lemos; ernando César de Vasconcellos Azeredo; José Leme alvão Junior; José do ascimento Júnior; Luiz ernando de Almeida; aria milia ascimento antos; árcia enésia de antanna eis xercício: 2008 Advogado constituído nos autos: não há C / atureza: omada de Contas special ntidade: unicípio de Capim rosso/ba esponsável: Antônio Adilson reitas inheiro Advogado constituído nos autos: não há C / atureza: omada de Contas special ntidade: unicípio de ão rancisco do Conde/BA esponsáveis: Antonio Carlos Vasconcelos Calmon; smar amos. Advogado constituído nos autos: ernando onçalves da ilva Campinho (AB/BA ). C / atureza: epresentação ntidade: ecretaria de ducação, Cultura, sporte e Lazer do unicípio de alvador/ba - ecult nteressada: Larclean aúde Ambiental Ltda. - esponsáveis: João Carlos Bacelar Batista; Jussara Couto orais; Luciano omes Barros ereira; arcos Vinicius arinho da Cunha; H munização Ltda. ecretaria das essões, 16 de maio de L ÇALV A ubsecretária da Câmara. oder Judiciário B JÇA CLH A JÇA AL ÇÃ AVA o - 1, 11 ABL 2013(*) ispõe sobre a padronização de atos e procedimentos necessários à aplicação da esolução CJ n. 169/2013, a serem observados no âmbito do Conselho e da Justiça ederal de primeiro e segundo graus, e estabelece os índices e percentuais de provisionamentos a serem recolhidos às contas vinculadas das empresas contratadas. CLH A JÇA - AL, no uso de suas atribuições legais e tendo em vista o que consta do rocesso C-A-2012/00058, bem como a delegação disposta na esolução CJ n. 215, de 26 de novembro de 2012; e CA a edição da esolução CJ n. 169, de 31 de janeiro de 2013; CA que, nos termos do art. 18 da esolução CJ n. 169/2013, os contratos firmados até a data de sua publicação, 4 de fevereiro de 2013, deverão observar a esolução CJ n. 98, de 10 de novembro de 2009, resolve: Art. 1º A aplicação da esolução CJ n. 169, de 31 de janeiro de 2013, no âmbito do Conselho e da Justiça ederal de primeiro e segundo graus, observará o disposto nesta instrução normativa. Art. 2º ara o fiel cumprimento do disposto no art. 5º da esolução CJ n. 169/2013, o Conselho e os órgãos da Justiça ederal deverão formalizar termo de cooperação, com a Caixa conômica ederal ou com o Banco do Brasil, que viabilize a abertura de conta-corrente vinculada para abrigar os recursos previstos nesta instrução normativa. Capítulo o nstrumento Convocatório e do Contrato Art. 3º s instrumentos convocatórios e os contratos referentes às contratações de empresas para prestação dos serviços contínuos, com mão de obra residente nas dependências do órgão, deverão conter expressamente: - a indicação de que haverá retenção sobre o montante mensal devido à empresa dos valores das rubricas previstas no art. 4º da esolução CJ n. 169/2013; - os percentuais de retenção definidos no Anexo desta nstrução ormativa; - a indicação de que eventuais despesas para abertura e manutenção da conta-corrente vinculada deverão ser suportadas na taxa de administração constante na proposta comercial da empresa; V - a indicação de que o valor da taxa de abertura e de manutenção de conta será retido do pagamento mensal devido à contratada e creditado na conta-corrente vinculada, caso o banco oficial promova o desconto diretamente na conta; V - a forma e o índice de remuneração da conta-corrente vinculada - poupança ou outro definido no termo de cooperação - sempre escolhido o de maior rentabilidade; V - a obrigatoriedade de a contratada recompor os saldos da conta-corrente vinculada, nos casos de determinação judicial para bloqueio e transferência de valores, nos termos do art. 4º; V - o disposto nos arts. 12 e 13 desta instrução normativa; V - a indicação de que a empresa possui o prazo de 20 dias, contado da assinatura do contrato, para entregar a documentação necessária para abertura da conta-corrente vinculada e a assinatura de termo específico do banco oficial que permita o acesso aos saldos e extratos, bem como vincule a movimentação dos valores à autorização do órgão; X - a cláusula de penalidade específica para a hipótese de descumprimento do disposto no inciso V deste artigo; e X - a indicação de que a planilha formadora de custos seguirá o modelo do Anexo -A da nstrução ormativa n. 02/2008, e suas alterações, do inistério do lanejamento, rçamento e estão. Art. 4º os casos de determinação judicial para bloqueio e transferência do valor da conta-corrente vinculada para a conta-corrente judicial, a empresa contratada deverá ser notificada para, no prazo de cinco dias úteis, repor o valor bloqueado/transferido junto à conta-corrente vinculada, situação que deverá estar expressa no edital e no respectivo contrato. 1 A ausência de reposição, no prazo estipulado no caput, acarretará glosa do valor correspondente na fatura do mês subsequente ao bloqueio/transferência judicial, sem prejuízo de penalidade administrativa, na forma da lei. ocumento assinado digitalmente conforme n o -

216 º 94, sexta-feira, 17 de maio de ão havendo saldo suficiente na fatura indicada no parágrafo anterior para a recomposição do saldo, deverá a glosa ocorrer nas faturas seguintes, até sua total quitação. Art. 5º pregoeiro, a Comissão ermanente de Licitação, se for o caso, e a assessoria jurídica zelarão pelo fiel cumprimento do disposto neste capítulo. Capítulo a Abertura da Conta-Corrente Vinculada Art. 6º Após a assinatura do contrato de prestação de serviços, as unidades do Conselho e da Justiça ederal de primeiro e segundo graus e a contratada deverão adotar os seguintes procedimentos: - a unidade administrativa do órgão oficiará ao banco para abertura da conta-corrente vinculada em nome da empresa no prazo de cinco dias úteis, contado da assinatura do contrato; - a empresa contratada deverá entregar ao banco a documentação necessária para abertura da conta no prazo de 20 dias, a contar da assinatura do contrato, e assinar o termo específico do banco oficial que permita o acesso aos saldos e extratos, bem como vincule a movimentação dos valores à autorização do órgão; - o banco, respeitado o prazo estipulado no termo de cooperação, procederá à abertura da conta-corrente vinculada e oficiará ao órgão quanto à abertura da conta, na forma e modelo consignados no termo de cooperação. Art. 7º s saldos da conta-corrente vinculada serão remunerados pelo índice da poupança ou outro definido no termo de cooperação, sempre escolhido o de maior rentabilidade. Capítulo os Índices e dos ercentuais de Contingenciamento Art. 8º s percentuais a serem aplicados para os descontos nas faturas e depósitos na conta-corrente vinculada obedecerão ao seguinte: - quanto às férias e ao 13º salário: a retenção será realizada no percentual de 9,09%, utilizando-se a base de cálculo: [(1/11) x 100]; - quanto ao 1/3 constitucional: a retenção será realizada no percentual de 3,03%, utilizando-se a base de cálculo: [(1/3) x (1/11) x 100]; - quanto à multa do, no caso de rescisão sem justa causa: a retenção será realizada no percentual de 4,36%, utilizando-se a base de cálculo: {0,08 x 0,5 x 0,9 x [1 + (1/11) + (4/33)] x 100}, considerada a incidência da multa do sobre a remuneração, férias, 1/3 constitucional e 13º salário, bem como o disposto na Lei Complementar n. 110/2001; V - quanto à incidência dos encargos previdenciários e do, total do submódulo 4.1 do Anexo -A da n. 02/2008, alterada pela ortaria n. 07/2011, ambas do inistério do lanejamento, rçamento e estão, esta recairá sobre a soma dos percentuais de férias, 1/3 constitucional e 13º salário; V - o percentual do lucro proposto pela empresa incidirá sobre o total das rubricas retidas. Art. 9º As retenções realizadas sobre as folhas de pagamento das empresas deverão observar as alterações dos arts. 202-A, 303, 305 e 337 do egulamento eral da revidência ocial - ecreto n / para adequar ao ator Acidentário de revenção - A, nas seguintes considerações: - o cálculo do isco Ambiental do rabalho - A Ajustado é feito mediante aplicação da fórmula: A Ajustado = A x A. a aplicação da máxima ou mínima do A (0,5 a 2,00) sobre as alíquotas de A (1%, 2% e 3%), aduz o A Ajustado a uma variação entre 0,5% a 6%. - para comprovação dos percentuais indicados pelas licitantes, será necessária a juntada da certidão contendo o percentual do A no momento da apresentação das propostas. - o reequilíbrio contratual advindo da aplicação do A Ajustado poderá ocorrer juntamente com a repactuação, por força de Convenção Coletiva de rabalho da categoria, desde que seja comprovada documentalmente a variação da contribuição, retroagindo à data de alteração do A. Art. 10. As empresas optantes pelo imples acional deverão preencher a planilha de custos (odelo da n. 02/ e suas alterações) observando que, no grupo A, pagam apenas o e a Contribuição revidenciária atronal - C, conforme dispõe o art. 18, 5º-C, da Lei Complementar n. 123/2006. A C é composta também pelo A, conforme a Lei n / As empresas que incidirem nas vedações ao ingresso no imples acional, constantes no art. 17 da Lei Complementar n. 123/2006, poderão participar da licitação, contudo não poderão utilizar os benefícios tributários do regime diferenciado na proposta de preços e na execução contratual (com relação ao recolhimento de tributos), ressaltando que, em caso de contratação, estarão sujeitas à exclusão obrigatória do regime, a contar do mês seguinte ao da assinatura do contrato, nos termos dos arts. 30, inciso, e 31, inciso, da referida Lei Complementar. - As empresas que prestam serviços de limpeza, conservação e vigilância podem operar pelo imples acional, nos termos do 5º-H do art. 18 da Lei Complementar n. 123/2006. Art. 11. Cabe ao setor de execução orçamentária ou ao setor financeiro realizar os cálculos sobre as faturas mensais das empresas para promover as retenções nos percentuais indicados no Anexo desta nstrução ormativa. Art. 12. A fim de cumprir o disposto no art. 147 da CL (férias proporcionais), bem como o disposto no parágrafo único do art. 1º do ecreto n /1965 (13º proporcional), a Administração deverá reter integralmente a parcela relativa a estes encargos quando a prestação de serviços for igual ou superior a 15 dias. CCALZAÇÃ BA C ste documento pode ser verificado no endereço eletrônico pelo código Capítulo V a Liberação dos ecursos da Conta-Corrente Vinculada Art. 13. urante a execução do contrato, a contratada poderá solicitar autorização do órgão para: - resgatar os valores relativos às verbas trabalhistas especificadas no art. 4º da esolução CJ n. 169/2013, desde que comprove, documentalmente, tratar-se de empregado alocado nas dependências do órgão, e que apresente: a) no caso de fato ocorrido durante a vigência do contrato de trabalho do empregado: comprovante de férias (aviso e recibo) e folha de pagamento de 13º salário, com o respectivo comprovante de depósito em conta-corrente; b) no caso de rescisão do contrato de trabalho do empregado: termo de rescisão de contrato de trabalho (C) devidamente homologado pelo sindicato e com a comprovação de depósito em contacorrente, observado o disposto no art. 477 da CL, bem como a ortaria n /2012, do inistério do rabalho e mprego, e comprovante dos depósitos do e do, este ultimo acompanhado do comprovante de pagamento da respectiva multa; c) no caso de rescisão contratual entre o órgão e a contratada, sem dispensa dos empregados: declaração contendo informação de que estes continuarão prestando serviços à empresa e comprovante de regularidade de depósitos do e do. - movimentar os recursos da conta-corrente vinculada diretamente para a conta-corrente dos empregados, exclusivamente para as verbas trabalhistas contempladas nas rubricas do art. 4º da esolução CJ n. 169/2013, desde que comprove, documentalmente, tratar-se de empregados alocados nas dependências do órgão e que apresente: a) no caso de fato ocorrido durante a vigência do contrato de trabalho do empregado: aviso de férias e/ou espelho da folha de pagamento do 13º salário; b) no caso de rescisão do contrato de trabalho do empregado: ermo de escisão de Contrato de rabalho (C) e guia de recolhimento com o valor do e sua respectiva multa; c) no caso de rescisão contratual entre o órgão e a contratada, sem dispensa dos empregados: declaração contendo informação de que estes continuarão prestando serviços à empresa e comprovante de regularidade de depósitos do e do. 1 as hipóteses do inciso, a empresa deverá apresentar o comprovante de quitação das verbas trabalhistas (recibo de férias, 1/3 constitucional, 13º salário e C homologado, quando for o caso), no prazo máximo de dez dias, contado da data do pagamento ou da homologação pelo sindicato, observado o disposto na ortaria n / Após a comprovação indicada no parágrafo anterior, o órgão poderá autorizar o resgate dos valores correspondentes ao percentual de lucro e incidência previdenciária e, sobre os valores movimentados. Art. 14. pedido da empresa deverá conter, além das documentações citadas no art. 13, planilha com os valores a serem resgatados ou movimentados da conta-corrente vinculada, nas proporções que foram retidas para cada empregado durante a vigência do contrato. Art. 15. ecebido o pedido da empresa, a unidade administrativa deverá confirmar se os empregados listados pela contratada efetivamente prestam serviços nas dependências do órgão, bem como juntar aos autos planilha com os valores das retenções realizadas, respectivas ordens bancárias e extrato da conta-corrente vinculada. 1º A empresa deverá apresentar a documentação necessária para resgate ou movimentação dos recursos em tempo hábil à análise e autorização do órgão, observando os prazos dispostos nos 2º e 3º, bem como os prazos estipulados na legislação trabalhista. 2º Após a conferência da documentação apresentada pela empresa, a unidade administrativa procederá à autorização para resgate ou movimentação dos recursos, no prazo de dez dias úteis, contado do recebimento da documentação. AX Quadro-resumo das retenções a serem realizadas nas contratações de mão de obra residente nas dependências do órgão. rupo A BÓL A 02/2008 : A: 3º A Administração poderá requerer a complementação ou a correção da documentação apresentada pela empresa caso seja constatada alguma irregularidade, circunstância que interromperá o prazo de que trata o 2. Art. 16. ventual saldo remanescente da conta-corrente vinculada, relativo às rubricas contingenciadas, somente poderá ser liberado à empresa contratada após a comprovação de pagamento das verbas trabalhistas a que se refere esta instrução normativa. 1º ventual saldo da conta-corrente vinculada, no caso em que não houver rescisão do contrato entre a empresa e o empregado, deverá permanecer na conta por até dois anos, após o término do contrato com a Administração. 2º saldo deverá ser liberado à medida que ocorrerem os fatos geradores das rubricas contingenciadas, nos termos do art. 13 desta instrução normativa. Capítulo V as isposições ransitórias Art. 17. os termos do art. 18 da esolução CJ n. 169/2013, os contratos firmados até a data de sua publicação, 4 de fevereiro de 2013, deverão observar a esolução CJ n. 98/2009. arágrafo único. s processos licitatórios nos quais o instrumento convocatório foi publicado na vigência da esolução CJ n. 98/2009, e cujos contratos ainda não foram assinados, deverão continuar seguindo as previsões constantes do edital, em face do princípio da vinculação ao instrumento convocatório, salvo se, no interesse da Administração, forem mais vantajosas a revogação e a edição de novo instrumento convocatório. Art. 18. contingenciamento considerará as rubricas dispostas nos arts. 3º e 4º da esolução CJ n. 98/2009, ou seja, férias, 1/3 constitucional, 13º salário, incidência sobre as férias, 1/3 constitucional e 13º salário e sobre o lucro proposto pela contratada. Art. 19. ara a liberação dos recursos da conta-corrente vinculada, caso a empresa opte por receber as verbas antes da efetivação do pagamento aos empregados, nos termos do art. 11 da esolução CJ n. 98/2009, deverá observar o disposto no inciso do art. 13 desta instrução normativa. arágrafo único. saldo remanescente da conta-corrente vinculada, quando observada a esolução CJ n. 98/2009, somente poderá ser liberado à empresa contratada após a comprovação do pagamento das verbas trabalhistas a que se refere esta instrução normativa. Art. 20. Com a finalidade de evitar duplicidade de atos e procedimentos para contingenciamento de verbas trabalhistas no âmbito do Conselho e da Justiça ederal de primeiro e segundo graus, os contratos celebrados com observância da esolução CJ n. 98/2009, quando da análise de viabilidade de prorrogação, deverão ser aditados para contemplar as novas disposições da esolução CJ n. 169/2013. arágrafo único. Caso a empresa contratada não concorde com as alterações propostas, o órgão deverá prorrogar o contrato com cláusula resolutória, a fim de realizar novo processo licitatório. Capítulo V as isposições inais Art. 21. gestor do contrato deve zelar pelo fiel cumprimento das disposições das resoluções do Conselho acional de Justiça e desta instrução normativa, atuando junto à contratada para que os procedimentos de pagamentos sejam instruídos com as informações necessárias às retenções e restituições de valores. Art. 22. odos os novos editais de licitação, envolvendo mão de obra residente nas dependências do órgão, deverão contemplar os preceitos desta instrução normativa. Art. 23. ordenador de despesas do órgão ou o servidor designado disciplinará as atribuições das áreas administrativas, e de orçamento e finanças para cumprir o disposto no art. 10 da esolução CJ n. 169/2013. Art. 24. sta instrução normativa entra em vigor na data de sua publicação. in. LX CH ercentuais para contingenciamento de encargos trabalhistas a serem aplicados sobre a ítulo VAAÇÃ A AJA 0,50% A 6,00% A L ínimo áximo ínimo 34,30% 39,80% 28,50% 0,50% 6,00% 0,50% 13º salário 9,09 9,09 9,09 9,09 érias 9,09 9,09 9,09 9,09 1/3 Constitucional 3,03 3,03 3,03 3,03 ubtotal 21,21 21,21 21,21 21,21 ncidência do rupo A (*) 7,28 8,44 6,04 7,21 ulta do 4,36 4,36 4,36 4,36 ncargos a contingenciar 32,85 34,01 31,61 32,78 Lucro - Art. 3º es. CJ (**) axa da conta-corrente vinculada(inciso artigo 2º ) (***) otal a contingenciar (*) A incidência recai sobre as verbas de 13º salário, férias e 1/3 constitucional, variando de acordo com o A Ajustado da empresa. (**) percentual de lucro será efetuado com base na proposta da contratada. (***) Caso o contrato firmado entre a empresa e o banco oficial tenha previsão de desconto da taxa de abertura e manutenção diretamente na conta-corrente vinculada, esse valor deverá ser retido da fatura e devolvido à conta vinculada, nos termos do inciso V do artigo 17 da esolução CJ n. 169/2013. (*) epublicada por ter saído, no de , eção 1, p. 137/138, com incorreção no original. áximo 34,00% 6,00% ocumento assinado digitalmente conforme n o -

217 º 94, sexta-feira, 17 de maio de CA-AL A AC ZAÇÃ JZA CA A CÕ C: : - ÇÃ JCÁA A L Q: A AA ACHALY ALC C./AV.: A A AB: Q(A): AZA AC C./AV.: CAA-AL A AZA AC- CÃ rata-se de incidente de uniformização nacional suscitado pela parte autora, pretendendo a reforma de decisão proferida por urma ecursal dos Juizados speciais ederais da eção Judiciária do io rande do ul. A urma de origem deu parcial provimento ao recurso da nião para apenas reconhecer a prescrição das parcelas anteriores ao quinquênio que antecede a data do ajuizamento da ação, ao fundamento de que a contribuição previdenciária é tributo sujeito ao lançamento de ofício e não por homologação. ustenta o requerente que o entendimento firmado no acórdão recorrido encontra-se divergente da jurisprudência da urma ecursal do segundo a qual a contribuição previdenciária é um tributo sujeito a lançamento por homologação e, portanto, sujeito à prescrição decenal. equer, assim, o provimento do recurso. ecido. Verifica-se que a matéria ora discussão já foi objeto de exame pela, no julgamento do L , que restou assim ementado: ZAÇÃ AC. BÁ-. CBÇÃ VCÁA C B Ç CC ÉA. V ÚBL- C. B J A LAÇA ÍC. - CÇÃ QQ. C CHC Ã V. 1. Acórdão que reformou em parte a sentença procedência de primeiro grau, a reconhecer que a contribuição previdenciária incidente sobre o terço constitucional de férias é tributo sujeito ao lançamento de ofício e não por homologação. 2. A jurisprudência dominante no J firmou-se no sentido ora esposado, pelo que a repetição dos valores indevidamente recolhidos a esse título deve observar a prescrição quinquenal prevista no art. 168,, C e não a decenal (tese do 5 + 5). 3. edido de niformização conhecido e desprovido, com a determinação de devolução dos recursos com mesmo objeto às urmas de origem a fim de que, nos termos do art. 15, 1º e 3º, do /, mantenham ou promovam a adequação da decisão recorrida. esse modo, incide, à espécie, a Questão de rdem 13/: "ão cabe edido de niformização, quando a jurisprudência da urma acional de niformização de Jurisprudência dos Juizados speciais ederais se firmou no mesmo sentido do acórdão recorrido". Ante o exposto, com fundamento no art. 7º, V, c, do -, negar seguimento ao pedido de uniformização. ntimem-se. Brasília, 7 de maio de in. A V LA residente da urma C: : - ÇÃ JCÁA Ã AL Q: BA C./AV.: WL L AB: C./AV.: LA ALVA AB: C./AV.: VA LÚCA AA AB: C./AV.: AL C A AB: Q(A): C./AV.: CAA-AL AL XLA AA A A AC CÃ rata-se de agravo regimental interposto de decisão que inadmitiu o pedido de uniformização nacional suscitado pela parte autora, nos termos do art. 7º, V, c, do. as razões do agravo, sustenta a requerente, em síntese, que o incidente satisfaz os requisitos de admissibilidade necessários ao conhecimento da matéria pela. equer, assim, o provimento do recurso. ecido. recurso não merece prosperar. Com efeito, a esolução CJ 163, de 9/11/11, alterou a redação do art. 34 do (esolução 22/08), afastando a possibilidade de interposição de agravo regimental contra decisões proferidas pelo residente da. esse modo, o cabimento ficou restrito às decisões monocráticas do relator. Confira-se: ste documento pode ser verificado no endereço eletrônico pelo código Art. 34. Cabe agravo regimental da decisão do relator no prazo de cinco dias. e não houver retratação, o prolator da decisão apresentará o processo em mesa, proferindo voto. utrossim, conforme dispõe o art. 7º, 1º, do, com a redação dada pela esolução 163/11, é irrecorrível a decisão que determina a devolução dos autos às urmas de origem, quando os feitos versarem sobre questão já julgada ou pendente de apreciação pela urma acional de niformização, pelo uperior ribunal de Justiça, em pedido de uniformização ou recurso repetitivo, e pelo upremo ribunal ederal, em regime de repercussão geral, proferida pelo residente da, nas hipóteses previstas nas alíneas c e d do inciso V do art. 7º. essa forma, ante a aplicação imediata da lei superveniente, princípio geral norteador do direito intertemporal processual, deve-se, em matéria recursal, observar a legislação vigente ao tempo da publicação da decisão. esse contexto, tendo a referida resolução sido publicada em 14/11/11, o seu texto é plenamente aplicável ao caso dos autos, uma vez que a publicação da decisão ora agravada ocorreu em data post e r i o r. Cumpre consignar, por fim, que o pedido de uniformização foi inadmitido em virtude do não preenchimento dos requisitos de admissibilidade, o que torna inviável o seu exame. Ante o exposto, não conheço do agravo regimental. ntimem-se. Brasília, 06 de maio de in. A V LA residente da urma C: : - ÇÃ JCÁA Ã AL Q: A A CHA C./AV.: WL L AB: C./AV.: VA LÚCA AA AB: Q(A): C./AV.: CAA-AL AL CÃ rata-se de agravo regimental interposto de decisão que inadmitiu o pedido de uniformização nacional suscitado pela parte autora, nos termos do art. 7º, V, c, do. as razões do agravo, sustenta a requerente, em síntese, que o incidente satisfaz os requisitos de admissibilidade necessários ao conhecimento da matéria pela. equer, assim, o provimento do recurso. ecido. recurso não merece prosperar. Com efeito, a esolução CJ 163, de 9/11/11, alterou a redação do art. 34 do (esolução 22/08), afastando a possibilidade de interposição de agravo regimental contra decisões proferidas pelo residente da. esse modo, o cabimento ficou restrito às decisões monocráticas do relator. Confira-se: Art. 34. Cabe agravo regimental da decisão do relator no prazo de cinco dias. e não houver retratação, o prolator da decisão apresentará o processo em mesa, proferindo voto. utrossim, conforme dispõe o art. 7º, 1º, do, com a redação dada pela esolução 163/11, é irrecorrível a decisão que determina a devolução dos autos às urmas de origem, quando os feitos versarem sobre questão já julgada ou pendente de apreciação pela urma acional de niformização, pelo uperior ribunal de Justiça, em pedido de uniformização ou recurso repetitivo, e pelo upremo ribunal ederal, em regime de repercussão geral, proferida pelo residente da, nas hipóteses previstas nas alíneas c e d do inciso V do art. 7º. essa forma, ante a aplicação imediata da lei superveniente, princípio geral norteador do direito intertemporal processual, deve-se, em matéria recursal, observar a legislação vigente ao tempo da publicação da decisão. esse contexto, tendo a referida resolução sido publicada em 14/11/11, o seu texto é plenamente aplicável ao caso dos autos, uma vez que a publicação da decisão ora agravada ocorreu em data post e r i o r. Cumpre consignar, por fim, que o pedido de uniformização foi inadmitido em virtude do não preenchimento dos requisitos de admissibilidade, o que torna inviável o seu exame. Ante o exposto, não conheço do agravo regimental. ntimem-se. Brasília, 06 de maio de in. A V LA residente da urma C: : - ÇÃ JCÁA Ã AL Q: AACA AZAÉ VÉA C./AV.: ALA CCÇÃ CA AB: Q(A): C./AV.: CAA-AL AL CÃ rata-se de incidente de uniformização de jurisprudência dirigido ao uperior ribunal de Justiça, com fundamento no art. 14, 4º, da Lei /01, suscitado contra decisão da residência da urma acional de niformização que, aplicando o entendimento firmado na Questão de rdem 22/, determinou a restituição dos autos à origem para a devida adequação do julgado. ecido. pedido não merece acolhimento. nexistindo decisão colegiada da que verse sobre a questão de mérito acerca da qual se pleiteia a pacificação de entendimento, descabe o pedido de uniformização dirigido ao J, a teor do que dispõe o art. 36, caput, do egimento nterno da urma acional de niformização. Ante o exposto, com fundamento no art. 7º, X, do, não admito o incidente de uniformização. ntimem-se. Brasília, 03 de maio de in. A V LA residente da urma C: : - ÇÃ JCÁA Ã AL Q: AÔ A C./AV.: ZA ZALA CL AB: Q(A): C./AV.: CAA-AL AL CÃ rata-se de incidente de uniformização de jurisprudência dirigido ao uperior ribunal de Justiça, com fundamento no art. 14, 4º, da Lei /01, suscitado contra decisão da residência da urma acional de niformização que, aplicando o entendimento firmado nos Ls , e , não admitiu o incidente. ecido. pedido não merece acolhimento. nexistindo decisão colegiada da que verse sobre a questão de mérito acerca da qual se pleiteia a pacificação de entendimento, descabe o pedido de uniformização dirigido ao J, a teor do que dispõe o art. 36, caput, do egimento nterno da urma acional de niformização. Ante o exposto, com fundamento no art. 7º, X, do, não admito o incidente de uniformização. ntimem-se. Brasília, 03 de maio de in. A V LA residente da urma C: : - ÇÃ JCÁA ABC Q: AL ÁC A A LVA C./AV.: AC AÔ AC A LVA AB: C A Q(A): C./AV.: CAA-AL A CÃ rata-se de agravo de decisão que inadmitiu o incidente de uniformização suscitado pela parte autora, pretendendo a reforma de acórdão oriundo de urma ecursal dos Juizados speciais ederais da eção Judiciária de ernambuco. A urma de origem manteve a sentença que julgou improcedente o pedido de revisão da renda mensal inicial de sua aposentadoria, sob o fundamento de que não fora alcançado o tempo de carência exigido. ustenta o requerente que o entendimento firmado no acórdão recorrido encontra-se divergente da jurisprudência da urma ecursal do araná segundo a qual "nos casos de trabalhadores rurais seu salário de benefício deve ser calculado utilizando todos os salários-de-contribuição reais, e não se baseando na forma de cálculo existente no art. 143, da Lei nº /91". pedido de uniformização foi inadmitido na origem, pela não demonstração da divergência com julgados de outra região ou jurisprudência dominante do J. as suas razões, alega que, no pedido de uniformização, consta o acórdão paradigma da urma ecursal do araná, razão pela qual pleiteia que a urma acional aplique súmula pacificada no J. equer, assim, o provimento do recurso. ecido. ncensurável a decisão agravada. ocumento assinado digitalmente conforme n o -

218 º 94, sexta-feira, 17 de maio de 2013 A pretensão de se alterar o entendimento firmado pelas instâncias ordinárias acerca da comprovação da qualidade de segurado para fim de revisão de de aposentadoria não é possível em virtude da necessidade de revisão de provas dos autos. Aplicam-se, assim, a úmula 42/ ("ão se conhece de incidente de uniformização que implique reexame de matéria de fato") e a Questão de rdem 29/ ("os casos de incidência das úmulas 42 e 43, o residente ou o elator determinará a devolução imediata dos autos à urma ecursal de origem"). esse sentido: L Ante o exposto, com fundamento no art. 7º, V, c, do -, nego provimento ao pedido. ntimem-se. Brasília, 8 de maio de in. A V LA residente da urma C: : - ÇÃ JCÁA ABC Q: JÉ ALXA A LVA LH C./AV.: AC AÔ AC A LVA AB: C A Q(A): C./AV.: CAA-AL AL CCALZAÇÃ BA C CÃ rata-se de agravo de decisão que inadmitiu o incidente de uniformização suscitado pela parte autora, pretendendo a reforma de acórdão oriundo de urma ecursal dos Juizados speciais ederais da eção Judiciária de ernambuco. A urma de origem manteve a sentença que julgou improcedente o pedido de revisão da renda mensal inicial da aposentadoria da parte autora, sob o fundamento de que não fora alcançado o tempo de carência exigido. ustenta o requerente que o entendimento firmado no acórdão recorrido encontra-se divergente da jurisprudência da urma ecursal do araná, que reconheceu o seu direito à revisão pleiteada. pedido de uniformização foi inadmitido na origem, pela incidência analógica da úmula 7/J. as suas razões, alega o requerente que houve desacerto quanto a não valoração da prova material colacionada aos autos, devendo a matéria ser apreciada pela turma de uniformização. ecido. ncensurável a decisão agravada. A pretensão de se alterar o entendimento firmado pelas instâncias ordinárias acerca da comprovação da qualidade de segurado para fim de revisão de de aposentadoria não é possível em virtude da necessidade de revisão de provas dos autos. Aplicam-se, assim, a úmula 42/ ("ão se conhece de incidente de uniformização que implique reexame de matéria de fato") e a Questão de rdem 29/ ("os casos de incidência das úmulas 42 e 43, o residente ou o elator determinará a devolução imediata dos autos à urma ecursal de origem"). esse sentido: L Ante o exposto, com fundamento no art. 7º, V, c, do -, nego provimento ao pedido. ntimem-se. Brasília, 8 de maio de in. A V LA residente da urma C: : - ÇÃ JCÁA Á Q: AVALA BABA B C./AV.: CALA ALH AH AB: Q(A): C./AV.: CAA-AL AL CÃ rata-se de agravo interposto de decisão que inadmitiu o incidente de uniformização nacional suscitado pela parte autora, pretendendo a reforma de acórdão da urma ecursal dos Juizados speciais ederais da eção Judiciária de oiás. A urma ecursal manteve a sentença que julgou improcedente o pedido de concessão de auxílio-doença ou aposentadoria por invalidez da parte autora. ustenta a requerente que o acórdão recorrido divergiu da jurisprudência da segundo a qual a aferição da incapacidade laboral leva em consideração não só o laudo pericial, mas também as circunstâncias pessoais da parte autora. equer, assim, o provimento do recurso. ecido. ncensurável a decisão agravada. ste documento pode ser verificado no endereço eletrônico pelo código A pretensão de se alterar o entendimento firmado pelas instâncias ordinárias acerca da capacidade da parte autora não é possível em virtude da necessidade de revisão de provas dos autos. Aplicamse, assim, a úmula 42/ ("ão se conhece de incidente de uniformização que implique reexame de matéria de fato") e a Questão de rdem 29/ ("os casos de incidência das úmulas 42 e 43, o residente ou o elator determinará a devolução imediata dos autos à urma ecursal de origem"). esse sentido: L Ante o exposto, com fulcro no art. 7º, V, c, do, nego provimento ao agravo. ntimem-se. Brasília, 03 de maio de in. A V LA residente da urma C: : A - ÇÃ JCÁA AAZA Q: Ã C./AV.: CAA-AL A Ã Q(A): YAA HA C./AV.: AA AXLAA BCHAA AB: A-3004 CÃ rata-se de agravo regimental interposto de decisão que inadmitiu o pedido de uniformização nacional suscitado pela nião, nos termos do art. 7º, V, c, do. as razões do agravo, sustenta a requerente, em síntese, que o incidente satisfaz os requisitos de admissibilidade necessários ao conhecimento da matéria pela. equer, assim, o provimento do recurso. ecido. recurso não merece prosperar. Com efeito, a esolução CJ 163, de 9/11/11, alterou a redação do art. 34 do (esolução 22/08), afastando a possibilidade de interposição de agravo regimental contra decisões proferidas pelo residente da. esse modo, o cabimento ficou restrito às decisões monocráticas do relator. Confira-se: Art. 34. Cabe agravo regimental da decisão do relator no prazo de cinco dias. e não houver retratação, o prolator da decisão apresentará o processo em mesa, proferindo voto. utrossim, conforme dispõe o art. 7º, 1º, do, com a redação dada pela esolução 163/11, é irrecorrível a decisão que determina a devolução dos autos às urmas de origem, quando os feitos versarem sobre questão já julgada ou pendente de apreciação pela urma acional de niformização, pelo uperior ribunal de Justiça, em pedido de uniformização ou recurso repetitivo, e pelo upremo ribunal ederal, em regime de repercussão geral, proferida pelo residente da, nas hipóteses previstas nas alíneas c e d do inciso V do art. 7º. essa forma, ante a aplicação imediata da lei superveniente, princípio geral norteador do direito intertemporal processual, deve-se, em matéria recursal, observar a legislação vigente ao tempo da publicação da decisão. esse contexto, tendo a referida resolução sido publicada em 14/11/11, o seu texto é plenamente aplicável ao caso dos autos, uma vez que a publicação da decisão ora agravada ocorreu em data post e r i o r. Cumpre consignar, por fim, que o pedido de uniformização foi inadmitido em virtude do não preenchimento dos requisitos de admissibilidade, o que torna inviável o seu exame. Ante o exposto, não conheço do agravo regimental. ntimem-se. Brasília, 06 de maio de in. A V LA residente da urma C: : - ÇÃ JCÁA Ã AL Q: AA JÉ A C./AV.: CÍC LA AB: Q(A): C./AV.: CAA-AL AL CÃ rata-se de agravo regimental interposto de decisão que inadmitiu o pedido de uniformização nacional suscitado pela parte autora, em virtude da incidência do óbice da Questão de rdem 22/. as razões do agravo, sustenta a requerente, em síntese, que o incidente satisfaz os requisitos de admissibilidade necessários ao conhecimento da matéria pela. equer, assim, o provimento do recurso. ecido. recurso não merece prosperar. Com efeito, a esolução CJ 163, de 9/11/11, alterou a redação do art. 34 do (esolução 22/08), afastando a possibilidade de interposição de agravo regimental contra decisões proferidas pelo residente da. esse modo, o cabimento ficou restrito às decisões monocráticas do relator. Confira-se: Art. 34. Cabe agravo regimental da decisão do relator no prazo de cinco dias. e não houver retratação, o prolator da decisão apresentará o processo em mesa, proferindo voto. utrossim, conforme dispõe o art. 7º, 1º, do, com a redação dada pela esolução 163/11, é irrecorrível a decisão que determina a devolução dos autos às urmas de origem, quando os feitos versarem sobre questão já julgada ou pendente de apreciação pela urma acional de niformização, pelo uperior ribunal de Justiça, em pedido de uniformização ou recurso repetitivo, e pelo upremo ribunal ederal, em regime de repercussão geral, proferida pelo residente da, nas hipóteses previstas nas alíneas c e d do inciso V do art. 7º. essa forma, ante a aplicação imediata da lei superveniente, princípio geral norteador do direito intertemporal processual, deve-se, em matéria recursal, observar a legislação vigente ao tempo da publicação da decisão. esse contexto, tendo a referida resolução sido publicada em 14/11/11, o seu texto é plenamente aplicável ao caso dos autos, uma vez que a publicação da decisão ora agravada ocorreu em data post e r i o r. Cumpre consignar, por fim, que o pedido de uniformização foi inadmitido em virtude do não preenchimento dos requisitos de admissibilidade, o que torna inviável o seu exame. Ante o exposto, não conheço do agravo regimental. ntimem-se. Brasília, 06 de maio de in. A V LA residente da urma C: : - ÇÃ JCÁA Ã AL Q: WAA BCKL C./AV.: JÉ B JÚ AB: C./AV.: LAY J.. LA A AB: Q(A): C./AV.: CAA-AL AL CÃ rata-se de agravo regimental interposto de decisão que inadmitiu o pedido de uniformização nacional suscitado pela parte autora, em virtude da ausência de comprovação do sugerido dissídio jurisprudencial. as razões do agravo, sustenta a requerente, em síntese, que o incidente satisfaz os requisitos de admissibilidade necessários ao conhecimento da matéria pela. equer, assim, o provimento do recurso. ecido. recurso não merece prosperar. Com efeito, a esolução CJ 163, de 9/11/11, alterou a redação do art. 34 do (esolução 22/08), afastando a possibilidade de interposição de agravo regimental contra decisões proferidas pelo residente da. esse modo, o cabimento ficou restrito às decisões monocráticas do relator. Confira-se: Art. 34. Cabe agravo regimental da decisão do relator no prazo de cinco dias. e não houver retratação, o prolator da decisão apresentará o processo em mesa, proferindo voto. utrossim, conforme dispõe o art. 7º, 1º, do, com a redação dada pela esolução 163/11, é irrecorrível a decisão que determina a devolução dos autos às urmas de origem, quando os feitos versarem sobre questão já julgada ou pendente de apreciação pela urma acional de niformização, pelo uperior ribunal de Justiça, em pedido de uniformização ou recurso repetitivo, e pelo upremo ribunal ederal, em regime de repercussão geral, proferida pelo residente da, nas hipóteses previstas nas alíneas c e d do inciso V do art. 7º. essa forma, ante a aplicação imediata da lei superveniente, princípio geral norteador do direito intertemporal processual, deve-se, em matéria recursal, observar a legislação vigente ao tempo da publicação da decisão. esse contexto, tendo a referida resolução sido publicada em 14/11/11, o seu texto é plenamente aplicável ao caso dos autos, uma vez que a publicação da decisão ora agravada ocorreu em data post e r i o r. Cumpre consignar, por fim, que o pedido de uniformização foi inadmitido em virtude do não preenchimento dos requisitos de admissibilidade, o que torna inviável o seu exame. Ante o exposto, não conheço do agravo regimental. ntimem-se. Brasília, 06 de maio de in. A V LA residente da urma C: : B - ÇÃ JCÁA A AAÍBA Q: J A L C./AV.: AC AÔ AC A LVA AB: C A Q(A): C./AV.: CAA-AL AL CÃ rata-se de incidente de uniformização nacional suscitado pela autora, pretendendo a reforma de decisão proferida pela urma ecursal dos Juizados speciais ederais da eção Judiciária da araíba. ocumento assinado digitalmente conforme n o -

219 º 94, sexta-feira, 17 de maio de A urma de origem manteve a sentença que julgou improcedente o pedido da parte autora, sob o fundamento de que não restou comprovada sua incapacidade para o trabalho, tendo em vista que, apesar de possuir perda auditiva bilateral severa, inexiste incapacidade para o exercício de toda e qualquer atividade laborativa. ustenta a requerente que o entendimento firmado no acórdão recorrido encontra-se divergente da jurisprudência da urma ecursal do ato rosso e da urma ecursal de ão aulo segundo a qual, muito embora o laudo pericial seja desfavorável, nos casos de deficiência auditiva, as condições pessoais e sociais devem ser analisadas, haja vista a dificuldade que seus portadores possuem para a audiocomunicação, impossibilitando-os de exercer trabalho remunerado. pedido de uniformização foi admitido na origem. ecido. reenchidos os requisitos de admissibilidade, a matéria em debate merece melhor exame pelo órgão julgador. Ante o exposto, com fundamento no art. 7º, V, do, admito o incidente de uniformização. m consequência, determino a distribuição do feito. ntimem-se. Brasília, 6 de maio de in. A V LA residente da urma C: : B - ÇÃ JCÁA A AAÍBA Q: LV AL A LVA C./AV.: AC AÔ AC A LVA AB: C A Q(A): C./AV.: CAA-AL AL CÃ rata-se de agravo interposto de decisão que inadmitiu o incidente de uniformização nacional suscitado pela parte autora, pretendendo a reforma de decisão proferida por urma ecursal dos Juizados speciais ederais da eção Judiciária da araíba. A urma de origem manteve a sentença que julgou improcedente o pedido inicial sob o fundamento de que não restou comprovado um dos requisitos necessários para a concessão do auxílio assistencial previsto no art. 203, V, da C/88, qual seja o da miserabilidade, tendo em vista que a renda do grupo familiar é superior a ¼ do salário mínimo per capita. ustenta o requerente que o entendimento firmado no acórdão recorrido encontra-se divergente da jurisprudência do J, firmada no âmbito da erceira eção, no sentido de que a limitação do valor da renda per capita familiar não deve ser considerada a única forma de se comprovar que a pessoa não possui outros meios para prover a própria manutenção ou de tê-la provida por sua família, pois é apenas um elemento objetivo para se aferir a necessidade, ou seja, presume-se absolutamente a miserabilidade quando comprovada a renda per capita inferior a 1/4 do salário mínimo. equer, assim, o provimento do recurso. ecido. reenchidos os requisitos de admissibilidade, a matéria em debate merece melhor exame pelo órgão julgador. Ante o exposto, com fundamento no art. 7º, V, d, do, dou provimento ao agravo. m consequência, determino a distribuição do feito. ntimem-se. Brasília, 6 de maio de in. A V LA residente da urma XLA AA A A AC C: : - ÇÃ JCÁA ABC Q: BAAA AA A CCÇÃ - A C./AV.: AC AÔ ÁC A LVA.. AB: -573-A Q(A): C./AV.: CAA-AL AL CÃ rata-se de agravo interposto de decisão que inadmitiu o incidente de uniformização nacional suscitado pela parte autora, pretendendo a reforma de decisão proferida por urma ecursal dos Juizados speciais ederais da eção Judiciária de ernambuco. A urma de origem manteve a sentença que julgou parcialmente procedente o pedido inicial sob o fundamento de que restaram comprovados os requisitos necessários para a concessão do auxílio assistencial previsto no art. 203, V, da C/88. ntretanto, concedeu o benefício com B em 5/1/10, data da apresentação do laudo pericial em juízo, porquanto o perito em seu laudo expôs que não possuía elementos para definir com exatidão a data do início da incapacidade. ste documento pode ser verificado no endereço eletrônico pelo código ustenta a requerente que o entendimento firmado no acórdão recorrido encontra-se divergente da jurisprudência da urma ecursal do oiás segundo a qual, na hipótese de incapacidade préexistente, a concessão do benefício deve ser da data do requerimento administrativo. equer, assim, o provimento do recurso. ecido. e início, importante destacar que esta urma acional de niformização, no julgamento do L , assentou entendimento no sentido de que o termo inicial do benefício, seja por incapacidade, seja no de prestação continuada deve ser assim fixado: a) na data de elaboração do laudo pericial, se o médico não precisar o início da incapacidade e o juiz não possuir outros elementos nos autos para sua fixação (recedente: L ); b) na data do requerimento administrativo, se a perícia constatar a existência da incapacidade em momento anterior a este pedido (recedente: L ) c) na data do ajuizamento do feito, se não houver requerimento administrativo e a perícia constatar o início da incapacidade em momento anterior à propositura da ação (recedente: L ) o caso dos autos, conforme salientado na sentença, em não havendo a definição da data de início da incapacidade, imperioso conceder o benefício com B em 5/1/10, conforme a jurisprudência citada. Assim, verifica-se que o acórdão recorrido está em consonância com a jurisprudência firmada no âmbito desta, sendo imperioso, portanto, a aplicação da Questão de rdem 13 da, "não cabe edido de niformização, quando a jurisprudência da urma acional de niformização de Jurisprudência dos Juizados speciais ederais se firmou no mesmo sentido do acórdão recorrido". Ante o exposto, com fundamento no art. 7º, V, c, do -, nego provimento ao agravo. ntimem-se. Brasília, 7 de maio de in. A V LA residente da urma C: : - ÇÃ JCÁA Ã AL Q: JÉ AA CA C./AV.: JÉ B JÚ AB: Q(A): C./AV.: CAA-AL AL CÃ rata-se de agravo regimental interposto de decisão que inadmitiu o pedido de uniformização nacional suscitado pela parte autora, em virtude da ausência de comprovação do sugerido dissídio jurisprudencial. as razões do agravo, sustenta o requerente, em síntese, que o incidente satisfaz os requisitos de admissibilidade necessários ao conhecimento da matéria pela. equer, assim, o provimento do recurso. ecido. recurso não merece prosperar. Com efeito, a esolução CJ 163, de 9/11/11, alterou a redação do art. 34 do (esolução 22/08), afastando a possibilidade de interposição de agravo regimental contra decisões proferidas pelo residente da. esse modo, o cabimento ficou restrito às decisões monocráticas do relator. Confira-se: Art. 34. Cabe agravo regimental da decisão do relator no prazo de cinco dias. e não houver retratação, o prolator da decisão apresentará o processo em mesa, proferindo voto. utrossim, conforme dispõe o art. 7º, 1º, do, com a redação dada pela esolução 163/11, é irrecorrível a decisão que determina a devolução dos autos às urmas de origem, quando os feitos versarem sobre questão já julgada ou pendente de apreciação pela urma acional de niformização, pelo uperior ribunal de Justiça, em pedido de uniformização ou recurso repetitivo, e pelo upremo ribunal ederal, em regime de repercussão geral, proferida pelo residente da, nas hipóteses previstas nas alíneas c e d do inciso V do art. 7º. essa forma, ante a aplicação imediata da lei superveniente, princípio geral norteador do direito intertemporal processual, deve-se, em matéria recursal, observar a legislação vigente ao tempo da publicação da decisão. esse contexto, tendo a referida resolução sido publicada em 14/11/11, o seu texto é plenamente aplicável ao caso dos autos, uma vez que a publicação da decisão ora agravada ocorreu em data post e r i o r. Cumpre consignar, por fim, que o pedido de uniformização foi inadmitido em virtude do não preenchimento dos requisitos de admissibilidade, o que torna inviável o seu exame. Ante o exposto, não conheço do agravo regimental. ntimem-se. Brasília, 06 de maio de in. A V LA residente da urma C: : - ÇÃ JCÁA Ã AL Q: JA AÇÃ AA C./AV.: WL L AB: C./AV.: LCAA VZA AB: Q(A): C./AV.: CAA-AL AL CÃ rata-se de pedido de reconsideração da decisão que não admitiu o incidente de uniformização nacional suscitado pelo, pretendendo a reforma de decisão proferida pela urma ecursal dos Juizados speciais ederais da eção Judiciária de ão aulo. A urma de origem, quanto ao objeto do pedido de uniformização, confirmou a sentença denegatória da concessão do auxílio-doença, levando em conta o conjunto probatório dos autos, pela ausência de incapacidade. ustenta a requerente que o entendimento firmado no acórdão recorrido encontra-se divergente da jurisprudência do ribunal egional da rimeira egião, das urmas ecursais da rimeira egião e do uperior ribunal de Justiça, segundo a qual deve ser anulado o julgado, na hipótese de cerceamento de defesa com relação à ausência de laudo pericial que ateste a sua incapacidade. incidente não foi admitido na origem pela incidência da úmula 7/J. A requerente pleiteia a reconsideração da decisão que inadmitiu pedido de uniformização de jurisprudência ou seja submetida ao Colegiado da. ecido. recurso não colhe prosperar. A urma acional de niformização, no julgamento do - L , firmou entendimento no sentido de que é incabível a análise de pedido de uniformização referente a cerceamento de defesa, por ser matéria eminentemente processual, nos termos do art. 14 da Lei /01. estarte, incidem a úmula 43/ ("ão cabe incidente de uniformização que verse sobre matéria processual") e a Questão de rdem 29/ ("os casos de incidência das úmulas 42 e 43, o residente ou o elator determinará a devolução imediata dos autos à urma ecursal de origem"). esse sentido: L Ante o exposto, com fundamento no art. 7º, V, c, do -, nego provimento ao agravo. ntimem-se. Brasília, 07 de maio de in. A V LA residente da urma C: : - ÇÃ JCÁA Ã AL Q: ZHA AA LHA C./AV.: ÂLA CCÇÃ CA AB: Q(A): C./AV.: CAA-AL AL CÃ rata-se de incidente de uniformização de jurisprudência dirigido ao uperior ribunal de Justiça, com fundamento no art. 14, 4º, da Lei /01, suscitado contra decisão da residência da urma acional de niformização que, em sede de agravo, manteve a decisão que não admitiu o incidente, por incidência das Questões de rdem 13, 22 e 29, todas da e úmula 42/. ecido. pedido não merece acolhimento. nexistindo decisão colegiada da que verse sobre a questão de mérito acerca da qual se pleiteia a pacificação de entendimento, descabe o pedido de uniformização dirigido ao J, a teor do que dispõe o art. 36, caput, do egimento nterno da urma acional de niformização. Ante o exposto, com fundamento no art. 7º, X, do, não admito o incidente de uniformização. ntimem-se. Brasília, 03 de maio de in. A V LA residente da urma C: : - ÇÃ JCÁA Ã AL Q: JÉ AAC A LVA C./AV.: AÉ AV L A LVA AB: Q(A): C./AV.: CAA-AL AL CÃ rata-se de incidente de uniformização de jurisprudência dirigido ao uperior ribunal de Justiça, com fundamento no art. 14, 4º, da Lei /01, suscitado contra decisão da residência da urma acional de niformização que, aplicando o entendimento firmado na úmula 48 do J, não conheceu do incidente. ecido. pedido não merece acolhimento. ocumento assinado digitalmente conforme n o -

220 º 94, sexta-feira, 17 de maio de 2013 nexistindo decisão colegiada da que verse sobre a questão de mérito acerca da qual se pleiteia a pacificação de entendimento, descabe o pedido de uniformização dirigido ao J, a teor do que dispõe o art. 36, caput, do egimento nterno da urma acional de niformização. Ante o exposto, com fundamento no art. 7º, X, do, não admito o incidente de uniformização. ntimem-se. Brasília, 03 de maio de in. A V LA residente da urma C: : B - ÇÃ JCÁA A AAÍBA Q: C./AV.: CAA-AL AL Q(A): ZA ALV ZA C./AV.: B AÃ AB: B-6756 CÃ CCALZAÇÃ BA C rata-se de agravo interposto de decisão que não admitiu o incidente de uniformização nacional suscitado pelo, pretendendo a reforma de decisão proferida por urma ecursal dos Juizados speciais ederais da eção Judiciária da araíba. ntendeu a urma de origem que a parte autora comprovou preencher os requisitos legais para a concessão de benefício assistencial. pedido de uniformização de jurisprudência foi inadmitido, tendo em vista que a pretensão recursal implica o revolvimento de matéria fático-probatória. as razões de agravo, sustenta o requerente que "não é cabível a concessão de benefício assistencial a pessoa cuja pericia judicial entendeu como parcialmente incapaz". ecido. ão assiste razão ao agravante. A pretensão de se alterar o entendimento firmado pelas instâncias ordinárias acerca da comprovação do grau de incapacidade da parte autora não é possível em virtude da necessidade de revisão de provas dos autos. Aplicam-se, assim, a úmula 42/ ("ão se conhece de incidente de uniformização que implique reexame de matéria de fato") e a Questão de rdem 29/ ("os casos de incidência das úmulas 42 e 43, o residente ou o elator determinará a devolução imediata dos autos à urma ecursal de origem"). esse sentido: L Ante o exposto, com fundamento no art. 7º, V, c, do -, nego provimento ao agravo. ntimem-se. Brasília, 06 de maio de in. A V LA residente da urma C: : B - ÇÃ JCÁA A AAÍBA Q: AA AÔA AA C./AV.: AC AÔ AC A LVA AB: C A Q(A): C./AV.: CAA-AL AL CÃ rata-se de agravo interposto de decisão que inadmitiu o incidente de uniformização nacional suscitado pela parte autora, pretendendo a reforma de decisão proferida por urma ecursal dos Juizados speciais ederais da eção Judiciária da araíba. A urma de origem reformou a sentença para julgar improcedente o pedido inicial, sob o fundamento de que não restou comprovado um dos requisitos necessários para a concessão do benefício assistencial previsto no art. 203, V, da C/88. ustenta a requerente que o entendimento firmado no acórdão recorrido encontra-se divergente da jurisprudência do J, firmada no âmbito da erceira eção, no sentido de que a limitação do valor da renda per capita familiar não deve ser considerada a única forma de se comprovar que a pessoa não possui outros meios para prover a própria manutenção ou de tê-la provida por sua família, pois é apenas um elemento objetivo para se aferir a necessidade, ou seja, presume-se absolutamente a miserabilidade quando comprovada a renda per capita inferior a 1/4 do salário mínimo. equer, assim, o provimento do recurso. ecido. reenchidos os requisitos de admissibilidade, a matéria em debate merece melhor exame pelo órgão julgador. Ante o exposto, com fundamento no art. 7º, V, d, do, dou provimento ao agravo. m consequência, determino a distribuição do feito. ntimem-se. Brasília, 3 de maio de in. A V LA residente da urma ste documento pode ser verificado no endereço eletrônico pelo código C: : - ÇÃ JCÁA CA Q: C./AV.: CAA-AL AL Q(A): YH AKAHAH C./AV.: LCA CALA LZ AC AB: CÃ rata-se de incidente de uniformização nacional, com efeito suspensivo, suscitado pelo, pretendendo a reforma de decisão proferida pela urma ecursal dos Juizados speciais ederais da eção Judiciária do ocantins. A urma de origem reformou a sentença para julgar procedente o pedido de aposentadoria rural por idade da parte autora, reconhecendo a comprovação do labor rural no período de carência. ustenta o requerente que o entendimento firmado no acórdão recorrido encontra-se divergente da jurisprudência da urma ecursal dos Juizados speciais ederais de ão aulo e do uperior ribunal de Justiça segundo a qual o volume da produção descaracteriza o regime de economia familiar do autor. equer, assim, o provimento do recurso. incidente foi admitido pela urma ecursal de ocantins. ecido. recurso, entretanto, não colhe prosperar. A pretensão de se alterar o entendimento firmado pelas instâncias ordinárias acerca da presença dos requisitos para a concessão da aposentadoria por tempo de serviço rural não é possível em virtude da necessidade de revisão de provas dos autos. Aplicam-se, assim, a úmula 42/ ("ão se conhece de incidente de uniformização que implique reexame de matéria de fato") e a Questão de rdem 29/ ("os casos de incidência das úmulas 42 e 43, o residente ou o elator determinará a devolução imediata dos autos à urma ecursal de origem"). esse sentido: L Ante o exposto, com fundamento no art. 7º, V, do, não admito o incidente de uniformização. ntimem-se. Brasília, 06 de maio de in. A V LA residente da urma C: : - ÇÃ JCÁA Ã AL Q: AC AÔ LVA C./AV.: A ÚBLCA A Ã Q(A): C./AV.: CAA-AL AL CÃ rata-se de agravo interposto de decisão que inadmitiu o incidente de uniformização nacional suscitado pela parte autora, pretendendo a reforma de decisão proferida por urma ecursal dos Juizados speciais ederais da eção Judiciária de ão aulo. A urma de origem manteve a sentença que julgou improcedente o pedido inicial sob o fundamento de que não restou comprovado um dos requisitos necessários para a concessão do auxílio assistencial previsto no art. 203, V, da C/88, qual seja o da incapacidade do autor para o trabalho. ustenta o requerente que o entendimento firmado no acórdão recorrido encontra-se divergente da jurisprudência da urma ecursal do oiás, tendo em vista que no acórdão paradigma concluiuse que para a concessão do benefício, quando se tratar de A - HV, doença estigmatizante, poderiam ser levados em conta as condições pessoais, sociais e econômicas, em face da extrema dificuldade de reinserção dos soropositivos ao mercado de trabalho. equer, assim, o provimento do recurso. ecido. reenchidos os requisitos de admissibilidade, a matéria em debate merece melhor exame pelo órgão julgador. Ante o exposto, com fundamento no art. 7º, V, do, admito o incidente de uniformização. m consequência, determino a distribuição do feito. ntimem-se. Brasília, 6 de maio de in. A V LA residente da urma C: : A - ÇÃ JCÁA AAZA Q: L LVA LA C./AV.: A ÚBLCA A Ã Q(A): C./AV.: CAA-AL AL CÃ rata-se de incidente de uniformização nacional suscitado pela parte autora, pretendendo a reforma de decisão proferida por urma ecursal dos Juizados speciais ederais da eção Judiciária do Amazonas. ntendeu a urma de origem que a parte autora não faz jus ao benefício assistencial, tendo em vista que não comprovou preencher o requisito legal da incapacidade. ustenta a requerente que o entendimento firmado no acórdão recorrido encontra-se divergente da jurisprudência do uperior ribunal de Justiça, da urma acional de niformização e de outras turmas recursais, no tocante ao conceito de "incapacidade de atos da vida independente", devendo levar em consideração também as condições pessoais e sociais da parte autora. pedido de uniformização de jurisprudência foi admitido na origem. ecido. reenchidos os requisitos de admissibilidade, a matéria em debate merece melhor exame pelo órgão julgador. Ante o exposto, com fundamento no art. 7º, V, do, admito o incidente de uniformização. m consequência, determino a distribuição do feito. ntimem-se. Brasília, 06 de maio de in. A V LA residente da urma C: : B - ÇÃ JCÁA A AAÍBA Q: C./AV.: CAA-AL AL Q(A): VAL A LVA C./AV.: JAA AVA A A AB: B CÃ rata-se de agravo interposto de decisão que inadmitiu o incidente de uniformização nacional suscitado pela parte autora, pretendendo a reforma de decisão proferida por urma ecursal dos Juizados speciais ederais da eção Judiciária da araíba. A urma de origem manteve a sentença que julgou procedente o pedido inicial sob o fundamento de que foram comprovados os requisitos necessários para a concessão do auxílio assistencial, previstos no art. 203, V, da C/88, quais sejam, o da incapacidade do autor para o trabalho, bem como seu estado de miserabilidade, tendo em vista que a renda do grupo familiar é inferior a ¼ do salário mínimo. ustenta o requerente que o entendimento firmado no acórdão recorrido encontra-se divergente da jurisprudência da urma ecursal do ato rosso segundo a qual é necessária a incapacidade total e permanente para qualquer ofício, o que não foi comprovado nos autos. equer, assim, o provimento do recurso. ecido. em razão, entretanto. Verifico que o paradigma apresentado oriundo da urma ecursal do ato rosso é imprestável à demonstração da divergência jurisprudencial, pois juntado sem a indicação da sua fonte, conforme dicção da Questão de rdem 3 desta (" acolhimento do pedido de uniformização gera dois efeitos: a reforma da decisão da urma ecursal e a conseqüente estipulação de honorários advocatícios, se for o caso, bem assim a prejudicialidade do recurso extraordinário, se interposto"). Ante o exposto, com fundamento no art. 7º, V, c, do -, nego provimento ao agravo. ntimem-se. Brasília, 6 de maio de in. A V LA residente da urma C: : B - ÇÃ JCÁA A AAÍBA Q: ACCA AZ C./AV.: AC AÔ AC A LVA AB: C A Q(A): C./AV.: CAA-AL AL CÃ rata-se de agravo interposto contra decisão que inadmitiu o incidente de uniformização nacional suscitado pela autora, pretendendo a reforma de decisão proferida pela urma ecursal dos Juizados speciais ederais da eção Judiciária da araíba. A urma de origem manteve a sentença que julgou improcedente o pedido da parte autora, sob o fundamento de que sua incapacidade não se presta à concessão do benefício pretendido, visto que inexiste limitação considerável para o trabalho. ustenta a requerente que o entendimento firmado no acórdão recorrido encontra-se divergente da jurisprudência da urma ecursal do oiás e do J segundo a qual a incapacidade parcial da parte autora não constitui óbice para a concessão do benefício requerido, mormente quando ela possuir dificuldade de locomoção. equer, assim, o provimento do recurso. pedido de uniformização foi inadmitido na origem. ecido. Como bem salientou a decisão agravada, no pedido de uniformização de jurisprudência, não houve similitude fática entre o acórdão recorrido, que não concedeu o benefício ao autor, pois concluiu que inexiste limitação considerável para o trabalho, e o paradigma, que concedeu o benefício para o requerente incapacitado parcialmente, mas que apresenta dificuldade para locomoção e desempenho para atividades que demandem esforço físico. ocumento assinado digitalmente conforme n o -

221 º 94, sexta-feira, 17 de maio de Assim, conforme Questão de rdem 22 da, "É possível o não-conhecimento do pedido de uniformização por decisão monocrática quando o acórdão recorrido não guarda similitude fática e jurídica com o acórdão paradigma". Ante o exposto, com fundamento no art. 7º, V, c, do -, nego provimento ao agravo. ntimem-se. Brasília, 6 de maio de in. A V LA residente da urma C: : - ÇÃ JCÁA ABC Q: JL L LA C./AV.: AC AÔ AC A LVA AB: C A Q(A): C./AV.: CAA-AL AL CÃ rata-se de agravo interposto de decisão que inadmitiu o incidente de uniformização nacional suscitado pela parte autora, pretendendo a reforma de acórdão oriundo de urma ecursal dos Juizados speciais ederais da eção Judiciária de ernambuco. A urma de origem manteve a sentença que julgou improcedente o pedido inicial, sob o fundamento de que não restou demonstrada a qualidade de segurado do autor, para fins de concessão do auxílio-doença. ustenta o requerente que o entendimento firmado no acórdão recorrido encontra-se divergente da jurisprudência da urma ecursal de ato rosso que entendeu pela concessão do auxílio-doença, mesmo quando a doença existia antes da filiação, pois a incapacidade parcial só surgiu recentemente, decorrente de agravamento, não tendo perdido a qualidade de segurado. pedido de uniformização foi inadmitido na origem. o agravo, alega que demonstrou o dissídio jurisprudencial e que o seu "fim precípuo de analisar questão de direito material e não reexaminar provas". equer, assim, o provimento do recurso. ecido. ncensurável a decisão agravada. A pretensão de se alterar o entendimento firmado pelas instâncias ordinárias acerca da comprovação da qualidade de segurado para fim de concessão de auxílio-doença não é possível em virtude da necessidade de revisão de provas dos autos. Aplicam-se, assim, a úmula 42/ ("ão se conhece de incidente de uniformização que implique reexame de matéria de fato") e a Questão de rdem 29/ ("os casos de incidência das úmulas 42 e 43, o residente ou o elator determinará a devolução imediata dos autos à urma ecursal de origem"). esse sentido: L Ante o exposto, com fundamento no art. 7º, V, c, do -, nego provimento ao agravo. ntimem-se. Brasília, 8 de maio de in. A V LA residente da urma C: : - ÇÃ JCÁA ABC Q: C./AV.: CAA-AL AL Q(A): AA ALV LA C./AV.: AC AÔ AC A LVA AB: C A CÃ rata-se de agravo interposto de decisão que inadmitiu o incidente de uniformização nacional suscitado pelo, pretendendo a reforma de acórdão da urma ecursal dos Juizados speciais ederais da eção Judiciária de ernambuco. A urma ecursal manteve a sentença que julgou procedente o pedido de aposentadoria por invalidez da parte autora. s embargos de declaração opostos foram acolhidos para sanar erro material. ustenta o requerente que "nquanto o uperior ribunal de Justiça afasta a aposentadoria por invalidez a quem possui incapacidade parcial, a urma ecursal de ernambuco entendeu que a mesma situação permite a concessão do benefício em tela". equer, assim, o provimento do recurso. ecido. ncensurável a decisão agravada. A urma de origem, soberana na apreciação das circunstâncias fáticas, confirmou a sentença que concedeu o benefício de aposentadoria por invalidez, concluindo que: Com efeito, foi realizada a perícia médica, onde o expert do juízo concluiu que a autora é portadora de Artrite reumatóide (C ) e urdo-mudez (C 10 H 91.3). Cumpre dizer que a patologia que comete a autora não se trata de doença de lapso temporário, mas sim de natureza congênita e irreversível o que nos leva a crer que desde o primeiro requerimento administrativo a demandante já possuía doença que a incapacitava para realizar toda e qualquer atividade laborativa. Afirma o perito que "a autora está AA para exercer suas atividades laborais devido as dores, não podendo exercer atividades que demandem esforço físico de moderada a grande intensidade e as que necessitem da fala e da audição". XLA AA A A AC ste documento pode ser verificado no endereço eletrônico pelo código Assim, mediante todo o conjunto probatório e pelos fatores pessoais e sociais que impossibilitam a reinserção do segurado no mercado de trabalho, fará jus ao beneficio ora pretendido. essa forma, este juízo entende que a concessão de aposentadoria por invalidez se revela como medida necessária e adequada, mormente tendo em vista a realidade socioeconômica em que vive a demandante. ão vejo no caso retratado qualquer possibilidade de reabilitação para o exercício de outra atividade que lhe garanta a subsistência. esse contexto, a pretensão de se alterar o entendimento firmado pelas instâncias ordinárias, acerca da capacidade da parte autora, não é possível em virtude da necessidade de revisão de provas dos autos. Aplicam-se, assim, a úmula 42/ ("ão se conhece de incidente de uniformização que implique reexame de matéria de fato") e a Questão de rdem 29/ ("os casos de incidência das úmulas 42 e 43, o residente ou o elator determinará a devolução imediata dos autos à urma ecursal de origem"). esse sentido: L Ante o exposto, com fulcro no art. 7º, V, c, do, nego provimento ao agravo. ntimem-se. Brasília, 02 de maio de in. A V LA residente da urma C: : - ÇÃ JCÁA ABC Q: ACL AVA A C./AV.: AC AÔ AC A LVA AB: C A Q(A): C./AV.: CAA-AL AL CÃ rata-se de agravo interposto de decisão que inadmitiu o incidente de uniformização nacional suscitado pela parte autora, pretendendo a reforma de decisão proferida por urma ecursal dos Juizados speciais ederais da eção Judiciária do ernambuco. A urma de origem manteve a sentença que julgou improcedente o pedido inicial, sob o fundamento de que não restou comprovado um dos requisitos necessários para a concessão do auxílio assistencial previsto no art. 203, V, da C/88, qual seja, o da incapacidade do autor para o trabalho. ustenta o requerente que o entendimento firmado no acórdão recorrido encontra-se divergente da jurisprudência desta urma acional de niformização segundo a qual, para a concessão do benefício, quando se tratar de A - HV, devem ser levados em conta as condições pessoais, sociais e econômicas da parte autora, em face da extrema dificuldade de reinserção dos soropositivos ao mercado de trabalho. equer, assim, o provimento do recurso. ecido. e início, importante destacar o fundamento utilizado pelo Juízo singular para dirimir a controvérsia, in verbis: o presente caso ausente o primeiro requisito. Com efeito, o laudo do perito judicial bem demonstra que a parte autora não apresenta incapacidade para todo e qualquer trabalho. Apesar de ser portador do vírus HV, tal fato não representa que não possa trabalhar em nenhuma ocupação, segundo o laudo. Ainda mais quando se observa ter apenas 32 anos de idade, e que possui a doença desde Além disso, possui o então 2º grau completo. Assim, verifica-se que, no caso em tela, a urma de origem, diante do conjunto fático-probatório dos autos, concluiu que a parte autora não é incapaz para o labor e possui condições favoráveis à sua reinserção no mercado de trabalho, haja vista seu grau de escolaridade e sua pouca idade. estarte, conforme L , inviável a pretensão de se alterar o entendimento firmado a respeito do estado de incapacidade da autora, bem como de suas condições pessoais, em virtude do óbice da úmula 42/ ("ão se conhece de incidente de uniformização que implique reexame de matéria de fato") e da Questão de rdem 29/ ("os casos de incidência das úmulas 42 e 43, o residente ou o elator determinará a devolução imediata dos autos à urma ecursal de origem"). Ante o exposto, com fundamento no art. 7º, V, c, do -, nego provimento ao agravo. ntimem-se. Brasília, 6 de maio de in. A V LA residente da urma C: : - ÇÃ JCÁA ABC Q: LA ALV A LVA C./AV.: AC A ÁC A LVA AB: -560-A Q(A): C./AV.: CAA-AL AL CÃ rata-se de agravo interposto de decisão que inadmitiu o incidente de uniformização nacional suscitado pela parte autora, pretendendo a reforma de acórdão oriundo de urma ecursal dos Juizados speciais ederais da eção Judiciária de ernambuco. A urma de origem manteve a sentença que julgou improcedente o pedido inicial, sob o fundamento de que não restou demonstrada a qualidade de dependente em relação ao segurado falecido. ustenta a parte requerente que o entendimento firmado no acórdão recorrido encontra-se divergente da jurisprudência da segundo a qual é desnecessária a demonstração da coabitação, ou seja, de que companheira e o segurado falecido residiam sob o mesmo teto, como requisito essencial para a caracterização da mencionada união estável. equer, assim, o provimento do recurso. pedido de uniformização foi inadmitido na origem. ecido. ncensurável a decisão agravada. A sentença, a qual foi mantida pela urma de origem, dirimiu a controvérsia acerca da comprovação da qualidade de dependente do segurado falecido com os seguintes fundamentos: A autora respondeu de forma genérica às perguntas que lhe foram formuladas e sequer tinha conhecimento do exercício de atividade laborativa pelo "de cujus" após a concessão da aposentadoria, fato que ocorreu segundo documentos existentes nos autos. or outro lado, observo que o endereço constante do lenus, relativo a benefício de pensão por morte (B ) recebido pelo instituidor na condição de cônjuge supérstite de outra segurada é totalmente diverso do da autora. Com efeito, esta afirma que sempre residiu em zona rural, ao passo que o endereço dele, segundo o lenus, estaria situado em zona urbana. iante disso, após o término da instrução processual, não restou demonstrada a condição da autora de dependente do falecido, na qualidade de companheira. estarte, verifica-se que a pretensão de se alterar o entendimento firmado pelas instâncias ordinárias acerca da comprovação da qualidade de dependente do segurado não é possível em virtude da necessidade de revisão de provas dos autos. Aplicam-se, assim, a úmula 42/ ("ão se conhece de incidente de uniformização que implique reexame de matéria de fato") e a Questão de rdem 29/ ("os casos de incidência das úmulas 42 e 43, o residente ou o elator determinará a devolução imediata dos autos à urma ecursal de origem"). esse sentido: L Ante o exposto, com fundamento no art. 7º, V, c, do -, nego provimento ao agravo. ntimem-se. Brasília, 7 de maio de in. A V LA residente da urma C: : - ÇÃ JCÁA ABC Q: AA AA C./AV.: A ÚBLCA A Ã Q(A): C./AV.: CAA-AL AL CÃ rata-se de agravo interposto de decisão que inadmitiu o incidente de uniformização nacional suscitado pela parte autora, pretendendo a reforma de acórdão oriundo de urma ecursal dos Juizados speciais ederais da eção Judiciária de ernambuco. A urma de origem manteve a sentença que julgou improcedente o pedido inicial, sob o fundamento de que não restou demonstrada a qualidade de dependente em relação ao segurado falecido. ustenta a parte requerente que o entendimento firmado no acórdão recorrido encontra-se divergente da jurisprudência da segundo a qual é desnecessária a demonstração da coabitação, ou seja, de que companheira e o segurado falecido residiam sob o mesmo teto, como requisito essencial para a caracterização da mencionada união estável, desde que haja documentos idôneos. equer, assim, o provimento do recurso. pedido de uniformização foi inadmitido na origem. ecido. ncensurável a decisão agravada. A urma de origem dirimiu a controvérsia acerca da comprovação qualidade de dependente do segurado falecido com os seguintes fundamentos: 3. Com efeito, não obstante se tratar de requisito indispensável para a obtenção do tipo benefício previdenciário requerido nestes autos, constata-se que não ficou demonstrada a existência de dependência econômica em relação ao de cujus. e fato, consignou a sentença que "algrado reconheça a força probante da escritura pública, os demais elementos colhidos nos autos não se me apresentaram suficientes e seguros ao reconhecimento da união estável. A par de os depoimentos terem sido contraditórios e cambaleantes (p. ex. não há uniformidade de versão quanto ao fato de o sobrinho iago viver ou não com o casal), a última pessoa ouvida deu a entender que a demandante cuidava do falecido, vindo somente depois a com ele viver. extrato do cartão HiperCard denota que o endereço da autora é outro (ua Berlim, 89 - e não 21), sendo certo que a fatura corresponde ao mês exatamente posterior ao óbito. al circunstância abala a credibilidade do documento, na medida em que é pouco crível que a requerente tenha requerido em tão pouco espaço de tempo providenciado a alteração do seu domicílio". ocumento assinado digitalmente conforme n o -

222 º 94, sexta-feira, 17 de maio de estaque-se que, ainda do que se colhe do julgado recorrido, que "... pelo teor da escritura pública, vê-se que o de cujus aparentemente estava preparando a transmissão de seu benefício para quem lhe dedicara alguns cuidados, já que os fins do documento estão voltados praticamente à questão previdenciária "(...) Que é da vontade do eclarante inscrevê-la perante o nstituto acional de eguridade ocial - (sic), na qualidade de companheira e dependente, para que a mesma possa usufruir de pensão, benefício, e outras vantagens (...)" - recho da sentença. estarte, verifica-se que a pretensão de se alterar o entendimento firmado pelas instâncias ordinárias acerca da comprovação da qualidade de dependente do segurado falecido não é possível em virtude da necessidade de revisão de provas dos autos. Aplicam-se, assim, a úmula 42/ ("ão se conhece de incidente de uniformização que implique reexame de matéria de fato") e a Questão de rdem 29/ ("os casos de incidência das úmulas 42 e 43, o residente ou o elator determinará a devolução imediata dos autos à urma ecursal de origem"). esse sentido: L Ante o exposto, com fundamento no art. 7º, V, c, do -, nego provimento ao agravo. ntimem-se. Brasília, 7 de maio de CCALZAÇÃ BA C in. A V LA residente da urma C: : - ÇÃ JCÁA Ã AL Q: L ÂL C./AV.: ALB LVA AB: Q(A): C./AV.: CAA-AL AL CÃ rata-se de incidente de uniformização de jurisprudência dirigido ao uperior ribunal de Justiça, com fundamento no art. 14, 4º, da Lei /01, suscitado contra decisão da residência da urma acional de niformização em sede de agravo que manteve a aplicação do óbice contido na úmula 42/. ecido. pedido não merece acolhimento. nexistindo decisão colegiada da que verse sobre a questão de mérito acerca da qual se pleiteia a pacificação de entendimento, descabe o pedido de uniformização dirigido ao J, a teor do que dispõe o art. 36, caput, do egimento nterno da urma acional de niformização. Ante o exposto, com fundamento no art. 7º, X, do, não admito o incidente de uniformização. ntimem-se. Brasília, 06 de maio de in. A V LA residente da urma C: : - ÇÃ JCÁA A L Q: AA A CA C./AV.: AAL A AB: C./AV.: CAL CHL AB: Q(A): HAL A CLÍCA AL- C./AV.: JA HQ ÇALV AB: C./AV.: A ALA BA AB: CÃ rata-se de incidente de uniformização de jurisprudência dirigido ao uperior ribunal de Justiça, com fundamento no art. 14, 4º, da Lei /01, suscitado contra decisão da residência da urma acional de niformização que, aplicando o entendimento firmado no L , determinou a restituição dos autos à origem para a devida adequação do julgado. ecido. pedido não merece acolhimento. nexistindo decisão colegiada da que verse sobre a questão de mérito acerca da qual se pleiteia a pacificação de entendimento, descabe o pedido de uniformização dirigido ao J, a teor do que dispõe o art. 36, caput, do egimento nterno da urma acional de niformização. Ante o exposto, com fundamento no art. 7º, X, do, não admito o incidente de uniformização. ntimem-se. Brasília, 03 de maio de in. A V LA residente da urma ste documento pode ser verificado no endereço eletrônico pelo código C: : - ÇÃ JCÁA ABC Q: A LA LA C./AV.: AC AÔ AC A LVA AB: C A Q(A): C./AV.: CAA-AL AL CÃ rata-se de agravo interposto de decisão que inadmitiu o pedido de uniformização nacional suscitado pela parte autora, pretendendo a reforma de acórdão da urma ecursal dos Juizados speciais ederais da eção Judiciária de ernambuco. A urma ecursal manteve a sentença que julgou improcedente o pedido de concessão do auxílio-doença ou aposentadoria por invalidez da parte autora. ustenta o requerente que o entendimento do acórdão recorrido encontra-se divergente da decisão proferida pela urma ecursal do ato rosso segundo a qual "mesmo não havendo total incapacidade, tem-se que levar em consideração a condição social e cultura da parte autora para seu reingresso à praticas laborativas". equer, assim, o provimento do recurso. ecido. ncensurável a decisão agravada. A pretensão de se alterar o entendimento firmado pelas instâncias ordinárias, acerca da capacidade laboral da parte autora, não é possível em virtude da necessidade de revisão de provas dos autos. Aplicam-se, assim, a úmula 42/ ("ão se conhece de incidente de uniformização que implique reexame de matéria de fato") e a Questão de rdem 29/ ("os casos de incidência das úmulas 42 e 43, o residente ou o elator determinará a devolução imediata dos autos à urma ecursal de origem"). esse sentido: L m relação aos julgados das urmas ecursais de diferente região, o requerente não observou a indispensável citação do repositório de jurisprudência ou a reprodução da página da internet com indicação da respectiva fonte - endereço eletrônico (L) -, conforme entendimento adotado pela urma acional de niformização no L /, Je de 7/10/11. ncide, à espécie, a Questão de rdem 3/: "A cópia do acórdão paradigma somente é obrigatória quando se tratar de divergência entre julgados de turmas recursais de diferentes regiões, sendo exigida, no caso de julgado obtido pela internet, a indicação da fonte eletrônica (L)". Ante o exposto, com fundamento no art. 7º, V, c, do -, nego provimento ao agravo. ntimem-se. Brasília, 03 de maio de in. A V LA residente da urma C: : B - ÇÃ JCÁA A AAÍBA Q: C./AV.: CAA-AL AL Q(A): ACÉ A A C./AV.: A ABA ALA AB: B-9881 CÃ rata-se de incidente de uniformização nacional suscitado pelo, pretendendo a reforma de decisão proferida pela urma ecursal dos Juizados speciais ederais da eção Judiciária da araíba. A urma de origem manteve a sentença que julgou procedente o pedido da parte autora, pois preenchidos os requisitos autorizadores para a concessão do benefício assistencial. ustenta o requerente que o entendimento firmado no acórdão recorrido encontra-se divergente da jurisprudência da urma ecursal do ernambuco segundo a qual, não diagnosticada a incapacidade total para o trabalho, o benefício assistencial não pode ser concedido. pedido de uniformização foi admitido na origem. ecido. A divergência com fundamento em paradigmas oriundos de urmas ecursais da mesma egião não enseja a admissão do incidente de uniformização, nos termos dos arts. 14, 2º, da Lei /01 e 6º do, sendo imprestável, portanto, o acórdão da urma ecursal de ernambuco apresentado. Ante o exposto, com fundamento no art. 7º, V, c, do -, nego provimento ao agravo. ntimem-se. Brasília, 6 de maio de in. A V LA residente da urma C: : C - ÇÃ JCÁA AA CAAA Q: VALV ZA C./AV.: CA CÉA. ZA AB: C-6133 Q(A): CAXA CÔCA AL C./AV.: AVA A CAXA CÔCA - AL AB: BB CÃ rata-se de pedido de submissão de decisão denegatória de incidente de uniformização nacional suscitado pela parte autora, pretendendo a reforma de decisão proferida pela urma ecursal dos Juizados speciais ederais da eção Judiciária de anta Catarina. A urma de origem, quanto ao objeto do pedido de uniformização, reformou parcialmente a sentença para manter a procedência do pedido de ressarcimento de danos materiais decorrente de compensação duplicada de uma única folha de cheque, afastando, porém, a condenação do banco em danos morais. ustenta o requerente que o entendimento firmado no acórdão recorrido encontra-se divergente da úmula 388 do J, segundo a qual "A simples devolução indevida de cheques caracteriza dano moral". ecido. recurso não colhe prosperar. Verifica-se que a parte agravante não logrou infirmar as razões da decisão ora atacada, limitando-se a requerer a submissão da decisão que inadmitiu o seu pedido de uniformização. ncidente, pois, à espécie, mutatis mutandis, a Questão de rdem 18/, segundo a qual: "É inadmissível o pedido de uniformização quando a decisão impugnada tem mais de um fundamento suficiente e as respectivas razões não abrangem todos eles". Ainda que assim não fosse, a pretensão de se alterar o entendimento firmado pela instância ordinária acerca do cabimento de dano moral não é possível em virtude da necessidade de revisão de provas dos autos. Aplicam-se, assim, a úmula 42/ e a Questão de rdem 29/ ("os casos de incidência das úmulas 42 e 43, o residente ou o elator determinará a devolução imediata dos autos à urma ecursal de origem"). Ante o exposto, com base no art. 7º, V, c, do, nego provimento ao agravo. ntimem-se. Brasília, 06 de maio de in. A V LA residente da urma C: : B - ÇÃ JCÁA A AAÍBA Q: C./AV.: CAA-AL AL Q(A): LAYA HL A LVA A A. J A LVA C./AV.: AC A ÁC A LVA AB: -560-A CÃ rata-se de agravo interposto de decisão que inadmitiu o incidente de uniformização nacional suscitado pela autora, pretendendo a reforma de decisão proferida pela urma ecursal dos Juizados speciais ederais da eção Judiciária da araíba. A urma de origem confirmou a sentença para julgar procedente o pedido da parte autora, sob o fundamento de que atendidos os requisitos da miserabilidade e da incapacidade para o trabalho. ustenta o requerente que o entendimento firmado no acórdão recorrido encontra-se divergente da jurisprudência do segundo a qual o requisito da renda familiar inferior a ¼ do salário mínimo é objetivo, e que este não foi preenchido no caso dos autos. equer, assim, o provimento do recurso. ecido. e início, importante destacar o fundamento utilizado pelo Juízo singular para dirimir a controvérsia, in verbis: considerando que: a) o núcleo familiar em questão é composto por quatro pessoas (a autora, seus pais e um irmão menor); b) em novembro de 2011, portanto após a sentença, o pai da autora perdeu seu emprego, única fonte de renda da família, restando atendido, a partir de então, o requisito da miserabilidade; c) o laudo pericial apontou que a promovente é incapaz permanentemente para a vida independente e produtiva... Assim, verifica-se que, no caso em tela, a urma de origem, diante do conjunto fático-probatório dos autos, concluiu que a autora vive em estado de miserabilidade e é incapaz para o trabalho e para vida independente. ocumento assinado digitalmente conforme n o -

223 º 94, sexta-feira, 17 de maio de estarte, conforme L , inviável a pretensão de se alterar o entendimento firmado a respeito do estado de miserabilidade da autora, em virtude do óbice da úmula 42/ ("ão se conhece de incidente de uniformização que implique reexame de matéria de fato") e da Questão de rdem 29/ ("os casos de incidência das úmulas 42 e 43, o residente ou o elator determinará a devolução imediata dos autos à urma ecursal de origem") Ȧnte o exposto, com fundamento no art. 7º, V, c, do -, nego provimento ao agravo. ntimem-se. Brasília, 3 de maio de in. A V LA residente da urma C: : B - ÇÃ JCÁA A AAÍBA Q: JÉ ÇALV A LVA C./AV.: LÍV L LA AB: B Q(A): C./AV.: CAA-AL AL CÃ rata-se de agravo interposto de decisão que inadmitiu o incidente de uniformização nacional suscitado pela autora, pretendendo a reforma de decisão proferida pela urma ecursal dos Juizados speciais ederais da eção Judiciária da araíba. A urma de origem confirmou a sentença para julgar procedente o pedido da parte autora, sob o fundamento de que atendidos os requisitos necessários para a concessão do auxílio-doença, adotando como marco inicial o laudo pericial judicial, visto que a perícia não conseguiu fixar a data do início da incapacidade. ustenta o requerente que o entendimento firmado no acórdão recorrido encontra-se divergente da jurisprudência da urma ecursal do ato rosso segundo a qual o marco inicial do benefício deve ser o requerimento administrativo, conforme a úmula 22 da. equer, assim, o provimento do recurso. ecido. e início, importante destacar o fundamento utilizado pelo Juízo singular para dirimir a controvérsia, in verbis: obre a data de início do benefício, entendo que, conforme precedente da, se a perícia não consegue fixar a data do início da incapacidade (), a data de início do benefício (B) ou termo inicial da condenação deve ser fixada na data da elaboração do laudo médico pericial, qual seja 17/12//2010 (L nº /, el. Juíza ed. Jacqueline ichels Bilhalva, J ). Assim, verifica-se que no caso em tela, a urma de origem aferiu que a perícia não conseguiu fixar a data do início da incapacidade, sendo, portanto, inviável a aplicação da úmula 22 desta ("e a prova pericial realizada em juízo dá conta de que a incapacidade já existia na data do requerimento administrativo, esta é o termo inicial do benefício assistencial."). Ante o exposto, com fundamento no art. 7º, V, c, do -, nego provimento ao agravo. ntimem-se. Brasília, 3 de maio de in. A V LA residente da urma C: : B - ÇÃ JCÁA A AAÍBA Q: JÃ VC AA C./AV.: A ÚBLCA A Ã Q(A): C./AV.: CAA-AL AL CÃ XLA AA A A AC rata-se de agravo interposto de decisão que inadmitiu o incidente de uniformização nacional suscitado pela autora, pretendendo a reforma de decisão proferida pela urma ecursal dos Juizados speciais ederais da eção Judiciária da araíba. A urma de origem confirmou a sentença para julgar improcedente o pedido da parte autora, sob o fundamento de que não atendido um dos requisitos necessários para a concessão do auxílio assistencial previsto no art. 203, V, da C/88. ustenta o requerente que o entendimento firmado no acórdão recorrido encontra-se divergente da jurisprudência da urma acional de niformização segundo a qual a interpretação dos dispostos nos arts. 16 da Lei 8.213/91 e 20 da Lei 8.742/93 deve ser restritiva, o que, no caso, excluiria os avós do autor. equer, assim, o provimento do recurso. ecido. reenchidos os requisitos de admissibilidade, a matéria em debate merece melhor exame pelo órgão julgador. Ante o exposto, com fundamento no art. 7º, V, do, admito o incidente de uniformização. m consequência, determino a distribuição do feito. ntimem-se. Brasília, 3 de maio de in. A V LA residente da urma ste documento pode ser verificado no endereço eletrônico pelo código C: : C - ÇÃ JCÁA CAÁ Q: ACCA LA A LVA C./AV.: AÔ ALAHA AB: C-4072 Q(A): C./AV.: CAA-AL AL CÃ rata-se de agravo interposto de decisão que inadmitiu o incidente de uniformização nacional suscitado pela autora, pretendendo a reforma de decisão proferida pela urma ecursal dos Juizados speciais ederais da eção Judiciária do Ceará. A urma de origem confirmou a sentença para julgar improcedente o pedido da parte autora, sob o fundamento de que não atendido um dos requisitos necessários para a concessão do benefício assistencial previsto no art. 203, V, da C/88, qual seja, a necessidade de que a deficiência da parte autora, menor de dezesseis anos, interfira no desempenho de atividades e restrinja sua participação social. ustenta a requerente que o entendimento firmado no acórdão recorrido encontra-se divergente da jurisprudência desta urma acional de niformização segundo a qual basta verificar a deficiência e a impossibilidade do núcleo familiar prover a subsistência do menor deficiente, para que se tenha por atendidos os requisitos legais à concessão do benefício pleiteado. equer, assim, o provimento do recurso. pedido de uniformização foi inadmitido na origem. ecido. reenchidos os requisitos de admissibilidade, a matéria em debate merece melhor exame pelo órgão julgador. Ante o exposto, com fundamento no art. 7º, V, d, do, dou provimento ao agravo. m consequência, determino a distribuição do feito. ntimem-se. Brasília, 3 de maio de in. A V LA residente da urma C: : B - ÇÃ JCÁA A AAÍBA Q: JA CÂA A LVA C./AV.: AC AÔ AC A LVA AB: C A Q(A): C./AV.: CAA-AL AL CÃ rata-se de incidente de uniformização nacional suscitado pela autora, pretendendo a reforma de decisão proferida pela urma ecursal dos Juizados speciais ederais da eção Judiciária da araíba. A urma de origem manteve a sentença que julgou improcedente o pedido da parte autora, sob o fundamento de que não restou comprovada sua incapacidade para o trabalho, tendo em vista que, apesar da requerente ser portadora de A, inexiste incapacidade para o exercício de seu ofício - "doméstica". ustenta a requerente que o entendimento firmado no acórdão recorrido encontra-se divergente da jurisprudência desta urma acional de niformização. pedido de uniformização foi admitido na origem. ecido. reenchidos os requisitos de admissibilidade, a matéria em debate merece melhor exame pelo órgão julgador. Ante o exposto, com fundamento no art. 7º, V, do, admito o incidente de uniformização. m consequência, determino a distribuição do feito. ntimem-se. Brasília, 6 de maio de in. A V LA residente da urma C: : - ÇÃ JCÁA ABC Q: C./AV.: CAA-AL AL Q(A): CCÍLA AA A C./AV.: VALA ALA CAVALCA AB: CÃ rata-se de incidente de uniformização nacional suscitado pelo, pretendendo a reforma de decisão proferida pela urma ecursal dos Juizados speciais ederais da eção Judiciária de ernambuco. A urma de origem manteve a sentença que julgou procedente o pedido da parte autora, sob o fundamento de que o ressarcimento aos cofres públicos dos valores recebidos torna-se desnecessário, quando constatada a presença de boa-fé, bem como inexiste influência ou interferimento para a concessão da vantagem impugnada. Aduz, ainda, que por se tratar de verba de natureza alimentar, há de se considerar a invocação do princípio da irrepetibilidade dos alimentos, já que o montante se destina à sobrevivência de quem os percebe. ustenta o requerente que o entendimento firmado no acórdão recorrido encontra-se divergente da jurisprudência do J segundo a qual, mesmo estando o beneficiário de boa-fé e ainda que o pagamento a maior tenha decorrido de erro exclusivo da administração pública, cabe ao, no exercício do poder-dever insculpido no art. 115 da Lei n /91, efetuar descontos mensais nos proventos de quem recebeu valores "além do devido". ecido. reenchidos os requisitos de admissibilidade, a matéria em debate merece melhor exame pelo órgão julgador. Ante o exposto, com fundamento no art. 7º, V, do, admito o incidente de uniformização. m consequência, determino a distribuição do feito. ntimem-se. Brasília, 6 de maio de in. A V LA residente da urma C: : - ÇÃ JCÁA ABC Q: V VÍ A LVA C./AV.: AC AÔ AC A LVA AB: C A Q(A): C./AV.: CAA-AL AL CÃ rata-se de agravo interposto de decisão que inadmitiu o incidente de uniformização nacional suscitado pela autora, pretendendo a reforma de decisão proferida pela urma ecursal dos Juizados speciais ederais da eção Judiciária de ernambuco. A urma de origem confirmou a sentença para julgar improcedente o pedido da parte autora, sob o fundamento de que não atendido o requisito necessário para a concessão do benefício assistencial previsto no art. 203, V, da C/88, qual seja o da incapacidade para o trabalho por mais de dois anos. ustenta o requerente que o entendimento firmado no acórdão recorrido encontra-se divergente da jurisprudência da urma ecursal de ão aulo e desta, segundo a qual a incapacidade não precisa ser permanente para fins de concessão do benefício assistencial de prestação continuada (úmula 48/). pedido de uniformização foi inadmitido na origem. ecido. reenchidos os requisitos de admissibilidade, a matéria em debate merece melhor exame pelo órgão julgador. Ante o exposto, com fundamento no art. 7º, V, "d", do, admito o incidente de uniformização. m consequência, determino a distribuição do feito. ntimem-se. Brasília, 6 de maio de in. A V LA residente da urma C: : - ÇÃ JCÁA ABC Q: LCAA A A LVA C./AV.: AC AÔ AC A LVA AB: C A Q(A): C./AV.: CAA-AL AL CÃ rata-se de incidente de uniformização nacional suscitado pela autora, pretendendo a reforma de decisão proferida pela urma ecursal dos Juizados speciais ederais da eção Judiciária de ernambuco. A urma de origem manteve a sentença que julgou improcedente o pedido da parte autora, sob o fundamento de que a prova documental do labor rural é frágil e não foi corroborada pela prova testemunhal. ustenta a requerente que o entendimento firmado no acórdão recorrido encontra-se divergente da jurisprudência do J segundo a qual a certidão expedida pela Justiça leitoral, qualificando a autora como agricultora, é apta à comprovação da condição de rurícola para efeitos previdenciários. ecido. reenchidos os requisitos de admissibilidade, a matéria em debate merece melhor exame pelo órgão julgador. Ante o exposto, com fundamento no art. 7º, V, do, admito o incidente de uniformização. m consequência, determino a distribuição do feito. ntimem-se. Brasília, 6 de maio de in. A V LA residente da urma ocumento assinado digitalmente conforme n o -

224 º 94, sexta-feira, 17 de maio de 2013 C: : B - ÇÃ JCÁA A AAÍBA Q: AH ZA A LVA C./AV.: AC AÔ AC A LVA AB: C A Q(A): C./AV.: CAA-AL AL CÃ rata-se de agravo interposto de decisão que inadmitiu o incidente de uniformização nacional suscitado pela parte autora, pretendendo a reforma de decisão proferida por urma ecursal dos Juizados speciais ederais da eção Judiciária da araíba. A urma de origem reformou a sentença para julgar improcedente o pedido inicial sob o fundamento de que não restou comprovado um dos requisitos necessários para a concessão do auxílio assistencial previsto no art. 203, V, da C/88, qual seja o da miserabilidade, tendo em vista que a renda do grupo familiar é superior a ¼ do salário mínimo per capita. ustenta o requerente que o entendimento firmado no acórdão recorrido encontra-se divergente da jurisprudência do J, firmada no âmbito da erceira eção, no sentido de que a limitação do valor da renda per capita familiar não deve ser considerada a única forma de se comprovar que a pessoa não possui outros meios para prover a própria manutenção ou de tê-la provida por sua família, pois é apenas um elemento objetivo para se aferir a necessidade, ou seja, presume-se absolutamente a miserabilidade quando comprovada a renda per capita inferior a 1/4 do salário mínimo. equer, assim, o provimento do recurso. ecido. reenchidos os requisitos de admissibilidade, a matéria em debate merece melhor exame pelo órgão julgador. Ante o exposto, com fundamento no art. 7º, V, d, do, dou provimento ao agravo. m consequência, determino a distribuição do feito. ntimem-se. Brasília, 6 de maio de CCALZAÇÃ BA C in. A V LA residente da urma C: : C - ÇÃ JCÁA AA CAAA Q: C./AV.: CAA-AL AL Q(A): CL ABC BAL C./AV.: ACL B AZ AB: C CÃ rata-se de incidente de uniformização nacional suscitado pelo, pretendendo a reforma de decisão proferida pela urma ecursal dos Juizados speciais ederais da eção Judiciária de anta Catarina. A urma de origem, quanto ao objeto do pedido de uniformização, reformou a sentença para julgar procedente o pedido de restabelecimento do auxílio-doença à parte autora, tendo em vista a redução de sua capacidade laborativa. ustenta o requerente que o entendimento firmado no acórdão recorrido encontra-se divergente da jurisprudência da urma ecursal dos Juizados speciais ederais do io de Janeiro segundo a qual a ausência de incapacidade laborativa atestada por laudo pericial não dá ensejo ao restabelecimento do benefício pretendido. incidente foi admitido pela urma ecursal de anta Catarina. ecido. recurso não colhe prosperar. A pretensão de se alterar o entendimento firmado pelo acórdão recorrido acerca do grau de incapacidade da parte autora não é possível em virtude da necessidade de revisão de provas dos autos. Aplicam-se, assim, a úmula 42/ ("ão se conhece de incidente de uniformização que implique reexame de matéria de fato") e a Questão de rdem 29/ ("os casos de incidência das úmulas 42 e 43, o residente ou o elator determinará a devolução imediata dos autos à urma ecursal de origem"). esse sentido: L Ante o exposto, com fundamento no art. 7º, V, do, não admito o incidente de uniformização. ntimem-se. Brasília, 06 de maio de in. A V LA residente da urma C: : - ÇÃ JCÁA A Q: LA BABALH C./AV.: JÃ AL A L AB: C./AV.: ABL CA A L AB: Q(A): Ã C./AV.: CAA-AL A Ã LC : JZ AL A 7ª VAA A J C./AV.: CAA-AL A Ã ste documento pode ser verificado no endereço eletrônico pelo código CÃ rata-se de agravo regimental interposto de decisão que inadmitiu o pedido de uniformização nacional suscitado pela parte autora, em virtude da ausência de impugnação ao fundamento da decisão agravada. as razões do agravo, sustenta a requerente, em síntese, que houve ataque específico à decisão denegatória do pedido de uniformização. equer, assim, o provimento do recurso. ecido. recurso não merece prosperar. Com efeito, a esolução CJ 163, de 9/11/11, alterou a redação do art. 34 do (esolução 22/08), afastando a possibilidade de interposição de agravo regimental contra decisões proferidas pelo residente da. esse modo, o cabimento ficou restrito às decisões monocráticas do relator. Confira-se: Art. 34. Cabe agravo regimental da decisão do relator no prazo de cinco dias. e não houver retratação, o prolator da decisão apresentará o processo em mesa, proferindo voto. utrossim, conforme dispõe o art. 7º, 1º, do, com a redação dada pela esolução 163/11, é irrecorrível a decisão que determina a devolução dos autos às urmas de origem, quando os feitos versarem sobre questão já julgada ou pendente de apreciação pela urma acional de niformização, pelo uperior ribunal de Justiça, em pedido de uniformização ou recurso repetitivo, e pelo upremo ribunal ederal, em regime de repercussão geral, proferida pelo residente da, nas hipóteses previstas nas alíneas c e d do inciso V do art. 7º. essa forma, ante a aplicação imediata da lei superveniente, princípio geral norteador do direito intertemporal processual, deve-se, em matéria recursal, observar a legislação vigente ao tempo da publicação da decisão. esse contexto, tendo a referida resolução sido publicada em 14/11/11, o seu texto é plenamente aplicável ao caso dos autos, uma vez que a publicação da decisão ora agravada ocorreu em data post e r i o r. Cumpre consignar, por fim, que o pedido de uniformização foi inadmitido em virtude do não preenchimento dos requisitos de admissibilidade, o que torna inviável o seu exame. Ante o exposto, não conheço do agravo regimental. ntimem-se. Brasília, 06 de maio de in. A V LA residente da urma C: : - ÇÃ JCÁA ABC Q: AL AA A LVA C./AV.: AC AÔ AC A LVA AB: C A Q(A): C./AV.: CAA-AL AL CÃ rata-se de agravo interposto de decisão que inadmitiu o incidente de uniformização nacional suscitado pela autora, pretendendo a reforma de decisão proferida pela urma ecursal dos Juizados speciais ederais da eção Judiciária de ernambuco. A urma de origem confirmou a sentença para julgar improcedente o pedido da parte autora, sob o fundamento de que não atendido os requisitos necessários para a concessão do auxílio assistencial previsto no art. 203, V, da C/88. ustenta a requerente que o entendimento firmado no acórdão recorrido encontra-se divergente da jurisprudência da urma ecursal do ato rosso segundo a qual a incapacidade laboral temporária não obsta a concessão do benefício da prestação continuada, uma vez que este é passível de revisão a cada dois anos. equer, assim, o provimento do recurso. ecido. e início, importante destacar o fundamento utilizado pelo Juízo singular para dirimir a controvérsia, in verbis: A demandante é portadora de steoartrose da Coluna, Hipertensão Arterial istêmica e iabete ellitus, que, de acordo com as constatações do médico perito, a incapacitariam de forma total para quaisquer atividades laborais que porventura desejasse exercer. al fato levaria a crer que estaria vencido o requisito da deficiência; entretanto, tem-se que, para a incapacidade da demandante, há tratamento. o tempo médio não é longo o suficiente para que se adéqüe ao previsto no inc. do 2 do Art. 20 da Lei 8.742/93. m verdade, o tempo de tratamento é de apenas 6 (seis) meses, de forma que, após tal decurso temporal, poderia a demandante voltar a exercer, normalmente, atividades laborais. Ademais, constato que a autora ainda encontra-se um pouco distante do patamar de 65 (sessenta e cinco) anos para que seja considerada legalmente idosa - hoje, ela possui 50 (cinqüenta) anos, de forma que ainda encontra-se capaz de exercer atividades que lhe provenham o sustento. Ademais, a demandante habita com seu cônjuge e com seu filho, de forma que há, sim, possibilidade do núcleo familiar prover-lhe o sustento enquanto realizar o tratamento. Assim, verifica-se que, no caso em tela, a urma de origem, diante do conjunto fático-probatório dos autos, concluiu que a autora não vive em estado de miserabilidade, nem tampouco é incapaz permanentemente para o trabalho e para vida independente. estarte, conforme L , inviável a pretensão de se alterar o entendimento firmado a respeito do estado de miserabilidade da autora, em virtude do óbice da úmula 42/ ("ão se conhece de incidente de uniformização que implique reexame de matéria de fato") e da Questão de rdem 29/ ("os casos de incidência das úmulas 42 e 43, o residente ou o elator determinará a devolução imediata dos autos à urma ecursal de origem"). Ante o exposto, com fundamento no art. 7º, V, c, do -, nego provimento ao agravo. ntimem-se. Brasília, 3 de maio de in. A V LA residente da urma C: : - ÇÃ JCÁA AAÁ Q: BAÃ A LZ CCÇÃ C./AV.: WL LZ ALA AB: Q(A): C./AV.: CAA-AL AL CÃ rata-se de agravo interposto de decisão que inadmitiu o incidente de uniformização nacional suscitado pela parte autora, pretendendo a reforma de acórdão da urma ecursal dos Juizados speciais ederais da eção Judiciária do araná. A urma ecursal manteve a sentença que julgou improcedente o pedido de concessão de auxílio-doença ou aposentadoria por invalidez da parte autora. ustenta o requerente que o acórdão recorrido divergiu da jurisprudência da segundo a qual a aferição da incapacidade laboral leva em consideração não só a moléstia, mas também as circunstâncias pessoais do recorrente. equer, assim, o provimento do recurso. ecido. ncensurável a decisão agravada. A pretensão de se alterar o entendimento firmado pelas instâncias ordinárias acerca da capacidade da parte autora não é possível em virtude da necessidade de revisão de provas dos autos. Aplicamse, assim, a úmula 42/ ("ão se conhece de incidente de uniformização que implique reexame de matéria de fato") e a Questão de rdem 29/ ("os casos de incidência das úmulas 42 e 43, o residente ou o elator determinará a devolução imediata dos autos à urma ecursal de origem"). esse sentido: L Ante o exposto, com fundamento no art. 7º, V, c, do -, nego provimento ao agravo. ntimem-se. Brasília, 03 de maio de in. A V LA residente da urma C: : - ÇÃ JCÁA AAÁ Q: AL CLAC A CZ C./AV.: WL LZ ALA AB: Q(A): C./AV.: CAA-AL AL CÃ rata-se de agravo interposto de decisão que inadmitiu o incidente de uniformização nacional suscitado pela parte autora, pretendendo a reforma de acórdão da urma ecursal dos Juizados speciais ederais da eção Judiciária do araná. A urma ecursal manteve a sentença que julgou improcedente o pedido de concessão de auxílio-doença ou aposentadoria por invalidez da parte autora. ustenta o requerente que o acórdão recorrido divergiu da jurisprudência da segundo a qual a aferição da incapacidade laboral leva em consideração não só o laudo pericial, mas também as circunstâncias pessoais do recorrente. equer, assim, o provimento do recurso. ecido. ncensurável a decisão agravada. A pretensão de se alterar o entendimento firmado pelas instâncias ordinárias acerca da capacidade da parte autora não é possível em virtude da necessidade de revisão de provas dos autos. Aplicamse, assim, a úmula 42/ ("ão se conhece de incidente de uniformização que implique reexame de matéria de fato") e a Questão de rdem 29/ ("os casos de incidência das úmulas 42 e 43, o residente ou o elator determinará a devolução imediata dos autos à urma ecursal de origem"). esse sentido: L Ante o exposto, com fundamento no art. 7º, V, c, do -, nego provimento ao agravo. ntimem-se. Brasília, 03 de maio de in. A V LA residente da urma ocumento assinado digitalmente conforme n o -

225 º 94, sexta-feira, 17 de maio de C: : - ÇÃ JCÁA ABC Q: JÃ A A CA LH C./AV.: AC AÔ AC A LVA AB: C A Q(A): C./AV.: CAA-AL AL CÃ rata-se de agravo interposto contra decisão que inadmitiu o incidente de uniformização nacional suscitado pela autora, pretendendo a reforma de decisão proferida pela urma ecursal dos Juizados speciais ederais da eção Judiciária do ernambuco. A urma de origem manteve a sentença que julgou improcedente o pedido da parte autora, sob o fundamento de que sua incapacidade não autoriza a concessão do benefício pretendido, visto que parcial, não o impossibilitando para o trabalho. ustenta o requerente que o entendimento firmado no acórdão recorrido encontra-se divergente da jurisprudência da urma ecursal do oiás segundo a qual a incapacidade parcial não constitui óbice para a concessão do benefício assistencial. equer, assim, o provimento do agravo. pedido de uniformização foi inadmitido na origem. ecido. Como bem salientou a decisão agravada, no pedido de uniformização de jurisprudência, não houve similitude fática entre o acórdão recorrido, que não concedeu o benefício ao autor, pois reconheceu que sua deficiência é apenas parcial, não o incapacitando para o labor, e o paradigma, que concedeu o benefício para o requerente incapacitado parcialmente, mas que apresenta dificuldade para locomoção e desempenho para atividades que demandem esforço físico. Assim, conforme Questão de rdem 22 da, "É possível o não-conhecimento do pedido de uniformização por decisão monocrática quando o acórdão recorrido não guarda similitude fática e jurídica com o acórdão paradigma". Ante o exposto, com fundamento no art. 7º, V, c, do -, nego provimento ao agravo. ntimem-se. Brasília, 6 de maio de in. A V LA residente da urma C: : B - ÇÃ JCÁA A AAÍBA Q: A A C./AV.: AC A ÁC A LVA AB: -560-A Q(A): C./AV.: CAA-AL AL CÃ rata-se de agravo interposto de decisão que inadmitiu o incidente de uniformização nacional suscitado pela autora, pretendendo a reforma de decisão proferida pela urma ecursal dos Juizados speciais ederais da eção Judiciária da araíba. A urma de origem manteve a sentença que julgou improcedente o pedido da parte autora, sob o fundamento de que a parte voluntariamente se absteve de produzir a prova necessária para a concessão do benefício em questão. ustenta a requerente que o entendimento firmado no acórdão recorrido encontra-se divergente da jurisprudência do da 3ª egião e da urma ecursal de ernambuco segundo a qual a ausência da parte ao exame pericial pressupõe sua intimação pessoal para que justifique os motivos pelo não comparecimento. equer, assim, o provimento do recurso. pedido de uniformização foi inadmitido na origem. ecido. A divergência com fundamento em paradigmas oriundos de urmas ecursais da mesma egião ou de ribunais egionais ederais não enseja a admissão do incidente de uniformização, nos termos dos arts. 14, 2º, da Lei /01 e 6º do, sendo imprestável, portanto, o acórdão ora apresentados. Ante o exposto, com fundamento no art. 7º, V, c, do -, nego provimento ao agravo. ntimem-se. Brasília, 3 de maio de XLA AA A A AC in. A V LA residente da urma C: : - ÇÃ JCÁA AAÁ Q: ALA C./AV.: AA LVA BAÃ AB: Q(A): C./AV.: CAA-AL AL CÃ rata-se de agravo interposto de decisão que inadmitiu o incidente de uniformização nacional suscitado pela parte autora, pretendendo a reforma de decisão proferida por urma ecursal dos Juizados speciais ederais da eção Judiciária do araná. ste documento pode ser verificado no endereço eletrônico pelo código A urma de origem julgou improcedente o recurso da parte autora, consignando que "o perito realizou exame completo da autora, sem constatar qualquer alteração que motivasse o encaminhamento para outra especialidade". ustenta a requerente que o entendimento firmado no acórdão recorrido encontra-se divergente da jurisprudência de outras turmas recursais e da. efende que a perícia médica deve ser realizada por médico especialista, no caso, reumatologista. equer, alternativamente, que seja reconhecida a incapacidade laboral para que seja concedido o auxílio-doença ou a aposentadoria por invalidez. ecido. ncensurável a decisão agravada. nicialmente, quanto ao pleito de realização de perícia por médico especialista, a urma acional de niformização no julgamento do L , reafirmou o entendimento no sentido de que "não há óbice a que a perícia médica possa ser validamente realizada por médico não especialista na moléstia que acomete o segurado (L nº , el. Juíza ederal Jacqueline ichels Bilhalva, J )". ncide, assim, a Questão de rdem 13 da : "ão cabe edido de niformização, quando a jurisprudência da urma acional de niformização de Jurisprudência dos Juizados speciais ederais se firmou no mesmo sentido do acórdão recorrido". Cumpre registrar, ademais, que os paradigmas trazidos a cotejo não guardam a devida similitude fática com a hipótese dos presentes autos. e outra parte, a pretensão de se alterar o entendimento firmado pelas instâncias ordinárias acerca da capacidade da parte autora não é possível em virtude da necessidade de revisão de provas dos autos. Aplicam-se, assim, a úmula 42/ ("ão se conhece de incidente de uniformização que implique reexame de matéria de fato") e a Questão de rdem 29/ ("os casos de incidência das úmulas 42 e 43, o residente ou o elator determinará a devolução imediata dos autos à urma ecursal de origem"). esse sentido: L Ante o exposto, com fundamento no art. 7º, V, c, do -, nego provimento ao agravo. ntimem-se. Brasília, 02 de maio de in. A V LA residente da urma C: : B - ÇÃ JCÁA A AAÍBA Q: AA A V LVA C./AV.: AC AÔ AC A LVA AB: C A Q(A): C./AV.: CAA-AL AL CÃ rata-se de agravo interposto de decisão que inadmitiu o incidente de uniformização nacional suscitado pela parte autora, pretendendo a reforma de decisão proferida por urma ecursal dos Juizados speciais ederais da eção Judiciária da araíba. A urma de origem não conheceu o recurso da parte autora, sob o fundamento de que não há superveniente interesse de agir, pois o prazo de dois anos se mostra legítimo para descaracterizar o interesse de agir, porquanto o benefício assistencial deverá ser revisto a cada dois anos para a avaliação da continuidade das condições que ensejaram seu deferimento. ustenta a requerente que o entendimento firmado no acórdão recorrido encontra-se divergente da jurisprudência do uperior ribunal de Justiça e desta urma acional de niformização, tendo em vista que o acórdão recorrido contraria a úmula 85/J. equer, assim, o provimento do recurso. ecido. Verifica-se que a matéria posta a análise nos presentes autos é idêntica a abalizada no L , verbis: ealmente não é de se conhecer do presente edido de niformização em face da manifesta ausência de similitude fático-jurídica entre o acórdão recorrido e os paradigmas. undamento. nquanto o acórdão recorrido mantém sentença extintiva do processo, sem julgamento do mérito, por ausência de pretensão resistida, com base no fundamento de ter transcorrido lapso superior a dois anos entre o indeferimento na via administrativa () e a propositura da ação perante o oder Judiciário, os paradigmas trazidos pela recorrente, para demonstrar a divergência jurisprudencial (ùmula 85 do J e acórdão da ), dizem respeito ao instituto da prescrição. sso porque a recorrente alçou a extinção do feito, com base no argumento acima, ao mesmo patamar da prescrição de fundo de direito, vedada pela úmula 85 do J. eflui dessa súmula que a única prescrição existente é das parcelas situadas fora do quinquênio anterior ao ajuizamento da ação. Assim, conforme Questão de rdem 22 da, "É possível o não-conhecimento do pedido de uniformização por decisão monocrática quando o acórdão recorrido não guarda similitude fática e jurídica com o acórdão paradigma". Ante o exposto, com fundamento no art. 7º, V, c, do -, nego provimento ao agravo. ntimem-se. Brasília, 7 de maio de in. A V LA residente da urma C: : - ÇÃ JCÁA ABC Q: AA JÉ A A LVA C./AV.: AC AÔ AC A LVA AB: C A Q(A): C./AV.: CAA-AL AL CÃ rata-se de agravo interposto contra decisão que inadmitiu o incidente de uniformização nacional suscitado pela autora, pretendendo a reforma de decisão proferida pela urma ecursal dos Juizados speciais ederais da eção Judiciária de ernambuco. A urma de origem reformou a sentença quanto à B e a manteve no tocante ao mérito, sob o fundamento de que restaram comprovados os requisitos necessários para a concessão do benefício assistencial previsto no art. 203, V, da C/88. ustenta a requerente que o entendimento firmado no acórdão recorrido encontra-se divergente da jurisprudência da urma ecursal do oiás e do J segundo a qual o termo inicial para a concessão do benefício é data do requerimento administrativo, em face da pré-existência da incapacidade. equer, assim, o provimento do recurso. ecido. e início, importante destacar que esta urma acional de niformização, no julgamento do L , assentou entendimento no sentido de que o termo inicial do benefício deve ser assim fixado: a) na data de elaboração do laudo pericial, se o médico não precisar o início da incapacidade e o juiz não possuir outros elementos nos autos para sua fixação (recedente: L ); b) na data do requerimento administrativo, se a perícia constatar a existência da incapacidade em momento anterior a este pedido (recedente: L ) c) na data do ajuizamento do feito, se não houver requerimento administrativo e a perícia constatar o início da incapacidade em momento anterior à propositura da ação (recedente: L ) o caso dos autos, conforme salientado no acórdão, apesar do requerimento administrativo ser de 2004, a perícia foi categórica ao afirmar que a incapacidade só teve início em 22/03/11. essa forma, entendeu o acórdão recorrido que o ajuizamento da ação seria uma espécie de novo requerimento, tendo em vista o princípio da celeridade e economia processual, sendo a B, portanto, a data do ajuizamento do feito. Assim, verifica-se que o acórdão recorrido está em consonância com a jurisprudência firmada no âmbito desta, sendo imperioso, portanto, a aplicação da Questão de rdem 13 da, "não cabe edido de niformização, quando a jurisprudência da urma acional de niformização de Jurisprudência dos Juizados speciais ederais se firmou no mesmo sentido do acórdão recorrido". Ante o exposto, com fundamento no art. 7º, V, c, do -, nego provimento ao agravo. ntimem-se. Brasília, 6 de maio de in. A V LA residente da urma C: : - ÇÃ JCÁA ABC Q: HLY A LA C./AV.: AC AÔ AC A LVA AB: C A Q(A): C./AV.: CAA-AL AL CÃ rata-se de agravo interposto de decisão que inadmitiu o incidente de uniformização nacional suscitado pela parte autora, pretendendo a reforma de acórdão oriundo de urma ecursal dos Juizados speciais ederais da eção Judiciária de ernambuco. A urma de origem manteve a sentença que julgou improcedente o pedido inicial, sob o fundamento de que não restou demonstrada a qualidade de dependente em relação ao segurado falecido. ustenta a parte requerente que o entendimento firmado no acórdão recorrido encontra-se divergente da jurisprudência da segundo a qual é desnecessária a demonstração da coabitação, ou seja, de que companheira e o segurado falecido residiam sob o mesmo teto, como requisito essencial para a caracterização da mencionada união estável. equer, assim, o provimento do recurso. pedido de uniformização foi inadmitido na origem. ecido. ncensurável a decisão agravada. A sentença, a qual foi mantida pela urma de origem, dirimiu a controvérsia acerca da comprovação da qualidade de dependente do segurado falecido com os seguintes fundamentos: Com relação a esses requisitos, que constituem justamente o ponto controverso da lide, entendo, do conjunto probatório (documental, depoencial e oral) trazido aos autos, que não ficou demonstrada a união estável entre a autora e o de cujus. ocumento assinado digitalmente conforme n o -

226 º 94, sexta-feira, 17 de maio de 2013 elos depoimentos colhidos em audiência, percebe-se que o falecido tinha um filho menor (hoje pensionista) com Jeanne, com a qual não tivera sido casado nem mais convivia ao tempo do óbito. ambém que muito se mencionou que ele era bastante "mulherengo", pouco afeto a relacionamentos estáveis. utrossim, a prova material da convivência foi muito nebulosa. A autora junta em seu favor apenas a certidão de óbito na qual ela mesma foi a declarante, e os comprovantes de pagamento das despesas do funeral, também em seu nome. corre que tais elementos, solitários e sem quaisquer outros indícios anteriores ao óbito, não me pareceram, diante do contexto das provas colhidas, suficientes para comprovar o direito alegado na inicial. e fato, a autora diz que viveu cerca de 7 a 8 anos com o falecido, até a data do seu óbito, e junta para tanto apenas duas supostas provas de endereço igual do casal: o comprovante de propriedade de um veículo do de cujus do ano de 2007 e uma conta de telefone fixo do ano de 2007, ambas com o endereço da Av. te. etúlio Vargas, n. 3, quadra A7, este que era um imóvel em nome da autora. corre que só juntou esses dois comprovantes do ano de 2007, ao passo que o óbito se deu três anos depois, em 2010, e não há nenhum sequer comprovante de mesmo endereço contemporaneamente ao óbito, ocorrido em 16/5/2010. Apesar de ter alegado convivência por tanto tempo, só esses dois documentos foram juntados, o que decerto é de se estranhar. or outro lado, a autora declarou (o que foi feito unilateralmente) na certidão de óbito que o de cujus vivia na ua anelas, em Artur Lundgren, mesmo endereço que ela declarou à funerária e consta do recibo em seu nome. iz a autora que estava morando nesta casa alugada com o falecido, para onde haviam se mudado algum tempo antes do óbito porque ele não gostava do lugar onde moravam antes. corre que não há nenhum documento mostrando endereço comum da autora e sobretudo do falecido nesta rua anelas. Ao contrário, no C que a litisconsorte passiva juntou, pelo qual foi rescidido o contrato de trabalho dele com a ena em 2007, consta o endereço do falecido na ua 163, em Caetés, mesmo endereço que consta do seu último contrato de trabalho, firmado com a unase (doc. 24), documento este que é o mais contemporâneo ao óbito, porque firmado em 1/8/2009. utrossim, em pesquisa no nfoseg, nota-se que o endereço do falecido é nessa mesma rua 163, em Caetés,, ao passo que o endereço da autora é diferente. estarte, verifica-se que a pretensão de se alterar o entendimento firmado pelas instâncias ordinárias acerca da comprovação da qualidade de dependente do segurado não é possível em virtude da necessidade de revisão de provas dos autos. Aplicam-se, assim, a úmula 42/ ("ão se conhece de incidente de uniformização que implique reexame de matéria de fato") e a Questão de rdem 29/ ("os casos de incidência das úmulas 42 e 43, o residente ou o elator determinará a devolução imediata dos autos à urma ecursal de origem"). esse sentido: L Ante o exposto, com fundamento no art. 7º, V, c, do -, nego provimento ao agravo. ntimem-se. Brasília, 7 de maio de CCALZAÇÃ BA C in. A V LA residente da urma C: : - ÇÃ JCÁA AAÁ Q: CLVC A LVA BZ C./AV.: LCA. BA AB: Q(A): C./AV.: CAA-AL AL CÃ rata-se de incidente de uniformização de jurisprudência dirigido ao uperior ribunal de Justiça, com fundamento no art. 14, 4º, da Lei /01, suscitado contra decisão da residência da urma acional de niformização em sede de agravo que, aplicando o entendimento firmado no L , determinou a restituição dos autos à origem para a devida adequação do julgado. ecido. pedido não merece acolhimento. nexistindo decisão colegiada da que verse sobre a questão de mérito acerca da qual se pleiteia a pacificação de entendimento, descabe o pedido de uniformização dirigido ao J, a teor do que dispõe o art. 36, caput, do egimento nterno da urma acional de niformização. Ante o exposto, com fundamento no art. 7º, X, do, não admito o incidente de uniformização. ntimem-se. Brasília, 03 de maio de in. A V LA residente da urma C: : - ÇÃ JCÁA A L Q: AC A C./AV.: LA ZA AB: C./AV.: VLA LÇ AB: Q(A): C./AV.: CAA-AL AL CÃ rata-se de incidente de uniformização de jurisprudência dirigido ao uperior ribunal de Justiça, com fundamento no art. 14, 4º, da Lei /01, suscitado contra decisão da residência da urma acional de niformização que, aplicando o entendimento firmado no L / C, determinou a restituição dos autos à origem para a devida adequação do julgado. ecido. pedido não merece acolhimento. nexistindo decisão colegiada da que verse sobre a questão de mérito acerca da qual se pleiteia a pacificação de entendimento, descabe o pedido de uniformização dirigido ao J, a teor do que dispõe o art. 36, caput, do egimento nterno da urma acional de niformização. Ante o exposto, com fundamento no art. 7º, X, do, não admito o incidente de uniformização. ntimem-se. Brasília, 03 de maio de in. A V LA residente da urma C: : - ÇÃ JCÁA A L Q: CA A A C./AV.: BLZA AB: C./AV.: A BLH AB: Q: CLA CAL A A- C./AV.: BLZA AB: C./AV.: A BLH AB: Q: LA CCÇÃ A C./AV.: BLZA AB: C./AV.: A BLH AB: Q(A): C./AV.: CAA-AL AL CÃ rata-se de incidente de uniformização de jurisprudência dirigido ao uperior ribunal de Justiça, com fundamento no art. 14, 4º, da Lei /01, suscitado contra decisão da residência da urma acional de niformização que, aplicando o entendimento firmado no L , determinou a restituição dos autos à origem para a devida adequação do julgado. ecido. pedido não merece acolhimento. nexistindo decisão colegiada da que verse sobre a questão de mérito acerca da qual se pleiteia a pacificação de entendimento, descabe o pedido de uniformização dirigido ao J, a teor do que dispõe o art. 36, caput, do egimento nterno da urma acional de niformização. Ante o exposto, com fundamento no art. 7º, X, do, não admito o incidente de uniformização. ntimem-se. Brasília, 03 de maio de in. A V LA residente da urma C: : - ÇÃ JCÁA A L Q: AL BAL KLVK C./AV.: LA ZA AB: C./AV.: VLA LÇ AB: Q(A): C./AV.: CAA-AL AL CÃ rata-se de incidente de uniformização de jurisprudência dirigido ao uperior ribunal de Justiça, com fundamento no art. 14, 4º, da Lei /01, suscitado contra decisão da residência da urma acional de niformização que, aplicando o entendimento firmado no L /C, determinou a restituição dos autos à origem para a devida adequação do julgado. ecido. pedido não merece acolhimento. nexistindo decisão colegiada da que verse sobre a questão de mérito acerca da qual se pleiteia a pacificação de entendimento, descabe o pedido de uniformização dirigido ao J, a teor do que dispõe o art. 36, caput, do egimento nterno da urma acional de niformização. Ante o exposto, com fundamento no art. 7º, X, do, não admito o incidente de uniformização. ntimem-se. Brasília, 03 de maio de in. A V LA residente da urma C: : - ÇÃ JCÁA ABC Q: ÁC AÉ A LVA C./AV.: AC AÔ AC A LVA AB: C A Q(A): C./AV.: CAA-AL AL A C H Chamo o feito à ordem. Compulsando os autos, verifica-se que se trata de agravo interposto de decisão que inadmitiu o pedido de uniformização regional suscitado pela parte autora. a hipótese, não há pedido de uniformização nacional que justifique o exame por esta urma acional de niformização. esse modo, determino a remessa dos autos à origem para o prosseguimento do feito. ntimem-se. Brasília, 08 de maio de in. A V LA residente da urma B LAL A BAHA AA o - 499, 15 A 2013 A residente do ribunal egional leitoral da Bahia, no uso de suas atribuições, e tendo em vista o disposto no art. 76, 4º, da Lei nº , de , resolve publicar o demonstrativo de saldos de provimento do exercício de 2012, relativos aos cargos efetivos, funções comissionadas, cargos em comissão e cargos isolados, a serem providos no ano de 2013: AÇÃ CA ÇÃ AL* AA JCÁ 06 ÉCC JCÁ 21 ÇÃ CAA 04 CA CÃ 00 CH CAÓ C-1 (p ro - l a b o re ) 00 JZ LAL 00 LAL 00 A L 31 *ados físicos com base em esª AA LVA B ste documento pode ser verificado no endereço eletrônico pelo código B JÇA AL Ó AA o - 642, 16 A 2013 B JÇA AL - Ó, no uso de suas atribuições legais, com fundamento no parágrafo único do artigo 24 da Lei n , de 15 de dezembro de 2006, publicada no iário ficial da nião, eção 1, do dia 19 de dezembro de 2006 e tendo em vista o contido no A n /2013, resolve, Art. 1º Agregar os valores dos Cargos em Comissão abaixo especificados, conforme quadro demonstrativo a seguir: localização CJ quantitativo e descrição CJ valor Assessoria Jurídica da residência. 15 (quinze) Cargos em Comissão, CJ-03, de Assessor Jurídico $ ,80 da residência. Assessoria Jurídica da residência. 03 (três) Cargos em Comissão, CJ-03, de Assessor da residência. $ ,56 Assessoria Jurídica Administrativa da residência. 02 (dois) Cargos em Comissão, CJ-03, de Assessor Jurídico Administrativo da residência. $ ,04 ocumento assinado digitalmente conforme n o -

227 º 94, sexta-feira, 17 de maio de Assessoria Jurídica Administrativa da residência. Assessoria de overnança de ecnologia da nformação e Comunicação. 01 (um) Cargo em Comissão, CJ-03, de Assessor da residência $ ,52 01 (um) Cargo em Comissão, CJ-03, de Assessor de overnança de ecnologia da nformação e Comunicação. $ ,52 total $ ,44 Art. 2º tilizar o valor total especificado no artigo 1º para criação dos Cargos em Comissão abaixo relacionados, destinando-os conforme quadro a seguir: localização CJ quantitativo e descrição CJ valor Assessoria Jurídica da residência. 17 (dezessete) Cargos em Comissão, CJ-02, de Assessor Jurídico $ ,58 da residência. Assessoria Jurídica da residência. 03 (três) Cargos em Comissão, CJ-02, de Assessor da residência. $ ,22 Assessoria Jurídica Administrativa da residência. Assessoria Jurídica Administrativa da residência. Assessoria de overnança de ecnologia da nformação e Comunicação. Assessoria da ecretaria-eral do J 02 (dois) Cargos em Comissão, CJ-02, de Assessor Jurídico $ ,48 Administrativo da residência. 01 (um) Cargo em Comissão, CJ-02, de Assessor da residência $ 9.106,74 01 (um) Cargo em Comissão, CJ-02, de Assessor de overnança de ecnologia da nformação e Comunicação. $ 9.106,74 01 (um) Cargo em Comissão, CJ-02, de Assessor da ecretaria-eral do J. $ 9.106,74 total $ ,50 saldo $ 86,94 es. ÁC VA CAA-AL A CA CCCÇÃ JCÁA CLÂA 1º B JÚ CLÂA AA AÊCA JA (A/2013) Aos 16 de aio de 2013 (16/05/2013), no plenário do ribunal do Júri de Ceilândia/, a portas abertas, nos termos do art. 433, do C, alterado pela Lei 11689/08, perante o(a). Juiz(a) de ireito ubstituto, r.(a) AL A CA LA - QA, foi feito o sorteio dos jurados titulares e suplentes, que servirão no mês de A/2013. As cédulas foram retiradas da urna geral pelo(a). Juiz(a) de ireito ubstituto que, na medida em que eram retiradas da urna, procedia à leitura em voz alta do nome de cada pessoa sorteada, informando sua profissão. steve presente durante a solenidade o(a). romotor(a) de Justiça r.(a) arcio Wagner Vieira Albuquerque, e ainda o(a) outor(a) ilenio erreira udário Junior, AB/ 23015, representante da AB/ e o(a) r.(a) Antonio Carlos Alves Linhares, representando a efensoria ública. oram sorteados os seguintes jurados. i t u l a r e s : 1. AACA L; 2. AA AA A A; 3. ACLA LA H ALB; 4. AA ALA AAJ ALA; 5. A A A; 6. LVA ; 7. AA CA B; 8. LZ CAL ALV ; 9. CL A A; 10. AL B A A; 11. A LZ XAV; 12. VA A BCA J; 13. J L V AAJ; 14. J H A LVA; 15. LH ALV A. Após o sorteio, determinou o(a). Juiz(a) de ireito ubstituto que se proceda à convocação dos jurados sorteados, na forma do art. 434, parágrafo único, do C, alterado pela Lei 11680/08, para comparecer às essões Judiciárias deste ribunal, correspondentes ao mês e ano para os quais foram sorteados, sob as penas da Lei - seja afixada a presente relação no átrio do ribunal do Júri do órum local. ada mais havendo, determinou que fosse lavrada a presente ata que, após lida e achada conforme, vai devidamente assinada por mim,, ALA VA A LVA, Assistente, e pelos presentes AL A CA LA QA Juiz de ireito ubstituto AA AÊCA JA (JH/2013) Aos 16 de aio de 2013 (16/05/2013), no plenário do ribunal do Júri de Ceilândia/, a portas abertas, nos termos do art. 433, do C, alterado pela Lei 11689/08, perante o(a). Juiz(a) de ireito ubstituto, r.(a) AL A CA LA - QA, foi feito o sorteio dos jurados titulares e suplentes, que servirão no mês de JH/2013. As cédulas foram retiradas da urna geral pelo(a). Juiz(a) de ireito ubstituto que, na medida em que eram retiradas da urna, procedia à leitura em voz alta do nome de cada pessoa sorteada, informando sua profissão. steve presente durante a solenidade o(a). romotor(a) de Justiça r.(a) arcio Wagner Vieira Albuquerque, e ainda o(a) outor(a) ilenio erreira udário Junior, AB/ 23015, representante da AB/ e o(a) r.(a) Antonio Carlos Alves Linhares, representando a efensoria ública. oram sorteados os seguintes jurados. i t u l a r e s : 1. AC A A; 2. JAA ZA L; 3. A VLB ZA; 4. AYA CA A ZA; 5. CHA AQ; 6. L L L AA AC- ; 7. AAJ CHAV; 8. ALCA ZA; 9. VL A A; 10. A A LVA ALV; 11. JAA VA A LZ; XLA AA A A AC ste documento pode ser verificado no endereço eletrônico pelo código A ; 12. AA CAA B A; 13. LVA QA; 14. AA AACA A LVA; 15. AAL A LVA ZA; 16. CAL ALA 17. KLY CA A LVA; 18. A CL A LVA; 19. L CA AZ; 20. AA ALCA A; 21. J A J; 22. LA L BA; 23. JA CA ZA; 24. LA CALV A; 25. AA HLA AH CAVALH. uplentes: 1. LA ACC A LVA; 2. CLA AA LVA; 3. ALA VC A LVA; 4. AAL VA A; 5. AYA A ALV ALA; 6. CLV A; 7. CL A LA; 8. A A LVA ; 9. AAAC ; 10. L; 11. AC; 12. LC AL A; 13. LA CALV QA A; 14. LCA A; 15. L CA A; 16. ALVA A LVA A CA; 17. Y CA AA CAVALH; 18. ACC AAJ A AL; 19. LA LVA CA; 20. VAL AC AAA; 21. CA ALV B; 22. CLB A LVA VALAA; 23. WLAA ACA AAJ; 24. LCA ZA ABA; 25. VAL A A; 26. AC ALV BKK; 27. AA C A AC; 28. ALAA LVA A; 29. LA AL A; 30. JA LVA LA; 31. LAVA A LVA; 32. ACC A A LZ; 33. BAA A CA; 34. L A ZA; 35. LA A A LVA; 36. L A LA; 37. AA LVA; 38. CA A LA; 39. HLA AA A LVA A; 40. ACC VAL B ALA; 41. A ALCA VAA; 42. AAA LC BAA; 43. AA AA A CHA; 44. BA HLY A XAV; 45. AC A; 46. J HQ A A; 47. J A A CA; 48. CAL ALB CAA; 49. AAA ZA A; 50. ALLA L ZA; 51. ALL BA CHA A; 52. AVA A AAJ; 53. J AA Q; 54. ALVA ALV AC; 55. A A QA; 56. HAKLA AC A; 57. B A; 58. J ; 59. ALA A LVA; 60. AA A ACA CZA; 61. ALZA BABA LVA; 62. AACA LA ZA; 63. LA HQ BA C- 64. JL A; 65. J BAA A; 66. AA CA B; 67. ALA A A LVA; 68. KA AC ALV; 69. VA ACA A J; 70. L AACH L; 71. LC A; 72. LAL BL; 73. BH A AHA; 74. ALA AA LVA; 75. AL A A LA. Após o sorteio, determinou o(a). Juiz(a) de ireito ubstituto que se proceda à convocação dos jurados sorteados, na forma do art. 434, parágrafo único, do C, alterado pela Lei 11680/08, para comparecer às essões Judiciárias deste ribunal, correspondentes ao mês e ano para os quais foram sorteados, sob as penas da Lei - seja afixada a presente relação no átrio do ribunal do Júri do órum local. ada mais havendo, determinou que fosse lavrada a presente ata que, após lida e achada conforme, vai devidamente assinada por mim,, ALA VA A LVA, Assistente, e pelos presentes. AL A CA LA QA Juiz de ireito ubstituto ntidades de iscalização do xercício das rofissões Liberais CLH AL CA LÇÃ o , 16 ABL 2013 art. 12 da esolução C nº 1.488, de 11 de fevereiro de 1998, passa a vigorar com a redação determinada por esta resolução. CLH AL CA, no uso das atribuições conferidas pela Lei nº 3.268, de 30 de setembro de 1957, alterada pela Lei nº , de 15 de dezembro de 2004, regulamentada pelo ecreto nº , de 19 de julho de 1958, e ecreto n 6.821, de 14 de abril de 2009, e CA que o papel do assistente técnico é acompanhar a perícia em nome da parte, disponibilizando os conhecimentos especializados que ela não possui; CA que o perito funciona como assessor técnico do juiz, enquanto os assistentes técnicos auxiliam as partes nos processos judiciais, razão pela qual suas atuações são parciais; CA que o trabalho do assistente técnico é fiscalizar o trabalho do perito, este sim submetido a compromisso e às regras de impedimento e suspeição; CA as frequentes demandas judiciais que questionam a proibição de atuação do médico de empresa como assistente técnico desta; CA que o assistente técnico emite parecer e não laudo pericial; CA, finalmente, o decidido na sessão plenária realizada em 16 de abril de 2013, resolve: Art. 1º art. 12 da esolução C nº 1.488, de 11 de fevereiro de 1998, passa a vigorar com a seguinte redação: "Art. 12. médico de empresa, o médico responsável por qualquer programa de controle de saúde ocupacional de empresa e o médico participante do serviço especializado em egurança e edicina do rabalho não podem atuar como peritos judiciais, securitários ou previdenciários nos casos que envolvam a firma contratante e/ou seus assistidos (atuais ou passados)"; Art. 2º sta resolução entra em vigor na data de sua publicação Art. 3º evoga-se o artigo 12 da esolução C nº 1.488, de 11 de fevereiro de 1998, publicada no... de 6 de março de 1998, eção, p.150. B LZ 'AVLA residente do Conselho HQ BAA LVA ecretário-eral ocumento assinado digitalmente conforme n o -

228 º 94, sexta-feira, 17 de maio de 2013 CCALZAÇÃ BA C ste documento pode ser verificado no endereço eletrônico pelo código ocumento assinado digitalmente conforme n o -

229 º 94, sexta-feira, 17 de maio de XLA AA A A AC ste documento pode ser verificado no endereço eletrônico pelo código ocumento assinado digitalmente conforme n o -

230 º 94, sexta-feira, 17 de maio de 2013 CCALZAÇÃ BA C ste documento pode ser verificado no endereço eletrônico pelo código ocumento assinado digitalmente conforme n o -

231 º 94, sexta-feira, 17 de maio de XLA AA A A AC ste documento pode ser verificado no endereço eletrônico pelo código ocumento assinado digitalmente conforme n o -

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