CÓDIGO DE ÉTICA CAFEBI INTERNATIONAL
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- João Jorge de Sequeira
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1 CÓDIGO DE ÉTICA DA CAFEBI CAPELANIA FEDERAL BRASILEIRA E INTERNACIONAL O presente código de ética tem por objetivo estabelecer normas de conduta profissional para orientar os capelães da CAFEBI. Somente pode intitular-se capelão e, nesta qualidade, exercer a profissão no país e internacionalmente, a pessoa legalmente credenciada e habilitada. TÍTULO I DOS DEVERES E DIREITOS DOS CAPELÃES CAFEBIANOS 1 Art.1 São deveres do capelão cafebiano: I - Exercer suas funções com elevado padrão de competência, senso de responsabilidade, zelo, honestidade e discrição; II - Buscar atualizar constantemente seus conhecimentos; III - Colocar-se a serviço do bem comum da sociedade, sem qualquer interesse particular ou de classe; IV - Ter uma filosofia de vida em prol do amor à verdade e respeito à justiça, transmitindo segurança a todos aqueles com quem se relaciona dentro da Capelania; V - Respeitar os códigos sociais e expectativas morais da entidade ou da comunidade em que exerce a Capelania;
2 VI - Executar apenas as funções para as quais esteja capacitado, recorrendo a outros especialistas sempre que for necessário; VII - Lutar pela difusão da Capelania e defender a profissão; VIII - Cumprir seus deveres cívicos, não deturpando a imagem da CAFEBI; IX - Estar em dia com as seguintes contribuições: a) Contribuição de Anuidade; b) E aquelas necessárias para o bom andamento da CAFEBI. Art. 2 São direitos do capelão Cafebianos: I - Participar das Assembléias Gerais; 2 II - Votar e ser votado; III - Participar dos eventos organizados pela CAFEBI. Parágrafo Único. O Capelão recém-formado, que pagou seu curso através de cheques ou boletos bancário, que não honrar seu compromisso (cheque sem fundos, cheque sustado e boleto inadimplente), será chamado à administração a fim de acertar seu débito. Caso a dívida não seja liquidada, será instaurado um processo em quatro passos: 1. Cassação da documentação (diploma, histórico e credencial); 2. Publicação no Diário Oficial do Estado do Rio de Janeiro; 3. Perdido direito de exercer a profissão de capelão; 4. Multa de R$ 300,00 (Trezentos reais) pelos serviços prestados.
3 TÍTULO II DAS PROIBIÇÕES Art.3 Ao Capelão é vedado: I - Encaminhar as pessoas assistidas a outros especialistas, visando fins lucrativos; II - Aceitar remuneração incompatível com a realidade da profissão; III - Prestar atendimento caso haja envolvimento emocional (questões pessoais ou relação íntima); IV - Dar aconselhamento individual por meio da imprensa (falada ou escrita); 3 V - Desviar os casos da instituição onde trabalha para atendimento particular; VI Ser favorável, de alguma forma, a pessoas que exerçam a Capelania de forma ilegal; descumprindo, assim, com este Código de Ética. TÍTULO III DO SIGILO PROFISSIONAL Art.4 O capelão deverá guardar sigilo de todas as informações de que tem conhecimento em decorrência de sua atividade profissional, a fim de não expor o orientado.
4 Parágrafo único. Será admissível a quebra de sigilo apenas em caso de perigo iminente para a) O orientado; b) O capelão; c) Terceiros. TÍTULO IV DAS RELAÇÕES DO CAPELÃO CAPÍTULO I COM O ORIENTADO 4 Art. 5 Promovera assistência continua do orientado, exceto por motivos relevantes. Art. 6 Proteger sua identidade, reservando todas as informações que lhe dizem respeito. Art. 7 Com a devida cautela, quando necessário, utilizar tais informações, a fim de encaminhá-lo a outros profissionais como psicanalista, psicólogo, psiquiatra, dentre outros.
5 CAPÍTULO II COM OUTROS CAPELÃES Art.8 Abster-se de interferir em casos cujo processo de orientação esteja a encargo de outro profissional, salvo quando solicitado. Art. 9 Dispensar a seus colegas de profissão a devida consideração e solidariedade que reflitam a harmonia da classe. Parágrafo único. O espírito de solidariedade não pode induzir o capelão a ser conivente com a conduta profissional inadequada do colega. CAPÍTULO III 5 COM OUTROS PROFISSIONAIS Art. 10 Desenvolver um bom relacionamento com os profissionais de outras áreas. Art. 11 Identificar os casos relacionados aos demais campos de especialização, encaminhando-os aos especialistas competentes. CAPÍTULO IV COM A INSTITUIÇÃO EMPREGADORA
6 Art. 12 Respeitar as posições filosóficas, políticas e religiosas da instituição em que trabalha, tendo em vista o princípio constitucional. Art. 13 Realizar seu trabalho em conformidade com as normas propostas pela instituição conhecidas no ato de admissão, procurando o crescimento e a integração de todos. CAPÍTULO V COM A COMUNIDADE Art. 14 Facilitar o bom relacionamento entre a instituição e a comunidade. Art. 15 Respeitar os direitos da família na educação do educando. 6 Art. 16 Empenhar-se por uma crescente aproximação entra a família e a instituição. CAPÍTULOVI COM A ENTIDADE DE CLASSE Art.17 Colaborar com os órgãos representativos de classe, zelando pelos seus direitos, jamais se recusando a prestar-lhe colaboração, salvo por causa justa. Art. 18 Comunicar a CAFEBI os casos de exercício ilegal da profissão ou de conduta profissional em desacordo com este Código de Ética.
7 CAPÍTULO VII COM O TRABALHO CIENTÍFICO E A DIVULGAÇÃO Art. 19 Divulgar os resultados de investigação quando isso importar em beneficio ao desenvolvimento do serviço de Capelania. Art. 20 Observar nas divulgações dos trabalhos as seguintes normas: a) Omitir a identificação do orientado; b) Seguir as normas estabelecidas pela instituição que regula as publicações. TÍTULO V 7 DAS DISPOSIÇÕES GERAIS DA DIVULGAÇÃO E CUMPRIMENTO DO CODIGO DE ÉTICA Art. 21 Divulgar o referido Código de Ética é obrigação da entidade de classe. Art. 22 Transmitir os preceitos deste Código de Ética aos estudantes de Capelania é dever da instituição responsável por sua formação. Art. 23 Fazer cumprir presente Código de Ética, finalizar ações, prever fatos e aplicar as penalidades aos infratores é competência exclusiva da CAFEBI.
8 Art. 24 Fica vedado ao capelão Cafebiano, no prazo mínimo de 5 (cinco) anos a contar da data da expedição de sua credencial, fundar uma instituição de Capelania em todo o território Nacional e/ou usar o material didático bem como qualquer outro documento semelhante ao do Curso de Capacitação em Capelania da CAFEBI, sob a sanção de penalidades impostas por este Código de Ética e punição jurídica de efeito indenizatório à CAFEBI. Art. 25 Todas as penalidades serão submetidas ao Conselho de Ética da CAFEBI, que contará com três diretores, sendo um Diretor Sênior para voto de minerva. Parágrafo Único A penalidade máxima dar-se-á pela difamação da CAFEBI ou de qualquer um de seus membros, bem como comportamento incompatível com a função de Capelão. 8
Título I. responsabilidades gerais. Capítulo I. Art. 1 - São deveres fundamentais do Orientador. sua determinação;. seu espaço na escola;
O presente Código de Ética estabelece normas de conduta profissional para os Orientadores Educacionais fluminenses (e para os Orientadores Educacionais dos demais estados brasileiros, se assim o desejarem).
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