1 Introdução O horizonte temático
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- Carlos de Caminha Canto
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1 1 Introdução 1.1. O horizonte temático A transfiguração de Jesus aparece nos três evangelhos sinóticos 1. Ela chama a atenção dos estudiosos do Novo Testamento pelo fato de que nela Jesus adquire temporariamente uma nova forma diante de três de seus discípulos. Também chama a atenção a aparição de dois personagens importantes da história de Israel, Moisés e Elias, que aparecem conversando com Jesus. O relato, em todos os três evangelhos, aparece localizado no meio do ministério de Jesus: depois da confissão de Pedro em Cesaréia de Felipe e entre os anúncios da Paixão. Uma menção à transfiguração também aparece em 2Pe 1,16-18 e uma semelhança temática pode ser vista em Jo 12, Na apocalíptica cristã, a transfiguração também aparece no Apocalipse de Pedro. Nessa obra, datada do início século II d.c., Jesus sobe aos céus acompanhado de Moisés e Elias. Quando chega no céu, os três são recebidos pelos anjos como mártires que estavam no céu. O texto, mesmo sendo tardio, parece ter características primitivas e arcaicas 3. A comparação sinótica, que parte do princípio que o evangelho de Marcos é o mais antigo, nos ajuda a perceber o quanto os relatos apresentam semelhanças e diferenças quando colocados em colunas paralelas. Dentre as diferenças, aquelas apresentadas pelo evangelho de Mateus chamam a atenção pelo realce que dá aos aspectos apocalípticos. 1 Mt 17,1-8; Mc 9,2-8; Lc 9, BARBAGLIO, G., Evangelhos (I), p VIELHAUER, P., Historia de la Literatura Cristiana Primitiva, p
2 15 Quanto ao fenômeno apocalíptico no NT, Käseman chegou a afirmar que a apocalíptica era a mãe de toda a teologia cristã 4. Embora sua declaração possa ser exagerada, não há como negar que a apocalíptica judaica tem um papel importante no cristianismo primitivo, assim como no judaísmo 5. No caso do evangelho de Mateus, muitos estudos abrangem a influência da apocalíptica sobre a escatologia de Mateus 6. Sendo assim, o presente trabalho pretende explorar esse realce apocalíptico do texto de Mateus, ou seja, o objetivo do trabalho é conhecer a narrativa da transfiguração apresentada por Mateus, observando suas particularidades. Para tanto, o conhecimento da apocalíptica judaica torna-se necessário a fim de identificarmos o quanto a perícope foi influênciada por essa concepção. Também o conhecimento do evangelho de Mateus, sua relação com o ambiente romano e os Judaísmos da época, são importantes para o entedimento da perícope. O tema do trabalho visa à comunidade acadêmico-teológica, na área específica de Teologia Bíblica, bem como a outros tantos que venham a se interessar pelo assunto Justificativa e relevância A pesquisa foi motivada por uma busca de aprofundar o sentido e a importância do relato da transfiguração no evangelho de Mateus, considerado o fato de que o mesmo foi influenciado pela apocalíptica judaica. Geralmente o texto da transfiguração é sempre visto na passagem apresentada por Marcos, esquecendo-se de um estudo mais apurado da mesma em Mateus, bem como em Lucas. Basta olhar o índice de referências bíblicas no final de muitas obras. A relevância desse estudo está relacionada ao fato de que as ideias apocalípticas, conforme afirmado acima, desempenham um papel importante nos estágios iniciais do cristianismo, assim como no judaísmo da época. Mas esse estudo 4 KÄSEMANN, E. The Beginnings of Christian Theology. JTC 6 (1969), p COLLINS, J. J., A Imaginação Apocalíptica, p Como exemplo, temos a obra de David Sim. Cf. SIM, D., Apocalyptic Eschatology in the Gospel of Matthew, especialmente p
3 16 foi durante muito tempo negligenciado pelos estudiosos bíblicos. Por isso, o presente trabalho procura ser uma contribuição a um campo que podemos considerar recente Status Quaestionis de Mt 17,1-8 O relato da transfiguração sempre inspirou e caracterizou a espiritualidade Patrística. Depois dos três relatos da transfiguração nos evangelhos sinóticos e a alusão a ele em 2Pedro 1,16-18, a transfiguração é mencionada pela primeira vez na literatura cristã por Santo Irineu em uma referência ao seu ensino da visão de Deus 7. A exegese antiga, portanto, se preocupava com a participação dos leitores no relato e, por causa disso, seu interesse era puramente dogmático através da relação entre a história e a revelação 8. Por isso, os Pais da Igreja demonstram pouco interesse no que diz respeito aos problemas literários que surgem, ou com os problemas relacionados com a origem e a natureza histórica da narrativa da transfiguração 9. Por outro lado, a exegese moderna procura trabalhar o texto de forma diferente, ou seja, busca de maneira prioritária a origem histórica do mesmo 10. Assim, ao longo dos anos, surgiram muitas propostas na busca dessa origem 11, bem como para a história da tradição dessa perícope 12, mas algo ainda pode ser dito 7 Para um estudo da interpretação Patrística. Cf. CHAMBERAS, P. A. The Transfiguration of Christ: A Study in the Patristic Exegesis of Scripture. SVTQ 14 (1970), p ; aqui p LUZ, U., El Evangelio según San Mateo, v. II, p Luz mostra que na história da influência, o relato da transfiguração teve influência especial nas Igrejas Gregas e Russas. Na tradição Ortodoxa a festa denominada de Metamorfose é um dos grandes festivais anuais da Igreja, desde o século VI d.c. No culto, os participantes vão misticamente com Jesus à montanha e depois retornam para agirem num mundo de sofrimento. Luz ressalta que essa tradição é um desafio para aqueles que só olham o texto conforme as exigências da interpretação moderna. LUZ, U., Matthew in History, p CHAMBERAS, P. A. The Transfiguration of Christ: A Study in the Patristic Exegesis of Scripture. SVTQ 14 (1970), p ; aqui p LUZ, U., El Evangelio según San Mateo, v. II, p Thomas F. Best publicou em 1981 uma bibliografia das principais obras e artigos especializados que abordava especificamente a transfiguração. BEST, T. F., The Transfiguration: A Select Bibliography. JETS 24/2 (June 1981) p Nessa pesquisa, tivemos acesso a algumas dessas obras e artigos. 12 A maioria dos comentários ao falar do relato da transfiguração e da questão da origem histórica do mesmo falam a partir do relato de Marcos, destacando algumas questões dos relatos paralelos em Mateus e Lucas.
4 17 como explicação para o relato. A transfiguração acumula uma série de possibilidades associativas e também evoca material bíblico e judaico 13. Dentre as propostas apresentadas, destacamos as principais A transfiguração como uma experiência do Jesus histórico O relato da transfiguração tem sido amplamente aceito como uma experiência histórica, que realmente aconteceu durante o ministério terreno de Jesus. Dentre os autores antigos: Cranfield, Cullmann, Swete, Ramsey, Baltensweiler 14 defendem essa proposta. Mas também muitos comentários mais recentes partem dessa premissa ao comentar o relato da transfiguração: Robert Stein, Hendriksen, Davies e Allison, Robert H. Gundry 15 e Klaus Berger 16. Essa proposta de interpretação é influenciada pela exegese Patrística, pois a mesma é de caráter doutrinário e, por isso é determinada pela exposição da pessoa de Cristo e sua manifestação na encarnação. Portanto, assim como na Patrística, não há tanto interesse em trabalhar os problemas literários entre as narrativas sinóticas 17, pelo contrário, busca-se até harmonizá-las. Dentre os argumentos utilizados a favor dessa posição está o fato de que o relato é tratado como um evento na vida de Jesus nos três evangelhos sinóticos. Logo, partindo da posição de que Mateus e Lucas utilizaram Marcos como fonte, eles concordaram com o mesmo que o acontecimento faz parte da história do ministério de Jesus 18. Cranfield, em seu comentário da transfiguração com base no evangelho de Marcos, ressalta que há detalhes na perícope que sugerem a possibilidade de uma 13 LUZ, U., El Evangelio según San Mateo, v. II, p Esses três últimos são mencionados como defensores dessa proposta por Geoffrey Bromiley. Cf. BROMILEY, G. W., The International Standard Bible Encyclopedia, v.4, p GUNDRY, R. H., Matthew, p BERGER, K. The Transfiguration of Jesus. CICR 35 (2008), p ; aqui p CHAMBERAS, P. A. The Transfiguration of Christ: A Study in the Patristic Exegesis of Scripture. SVTQ 14 (1970), p ; aqui p STEIN, R. H. Is the Transfiguration (Mark 9,2-8) a Misplaced Resurrection-Account? JBL 95 (1976), p
5 18 base histórica. Dentre eles a datação precisa μεςὰ ἡμέπας ἓυ serve como prova dessa base histórica; também o uso, por parte de Pedro, do título ῥαββί, título este nunca usado no Novo Testamento fora dos Evangelhos, parece não ser característico de uma narrativa simbólica. Por fim, ele também argumenta que o autor do evangelho de Marcos não dá nenhuma indicação de que tinha a intenção de mostrar um relato de algo que não aconteceu 19. Davies e Allison concluem que a transfiguração foi um evento incomum na vida de Jesus, ou seja, uma experiência mística e, que serviu como uma espécie de contrapartida ao relato de Moisés no Sinai. Eles apresentam duas razões para isso: a primeira que ninguém apresenta uma explicação convincente, seja teológica ou literária, acerca da questão de Pedro e a construção das tendas e, a segunda é que embora os paralelos entre Jesus e Moisés sejam impressionantes, para eles em alguns pontos são imprecisos 20. Para Oscar Cullmann, a transfiguração é uma experiência durante a vida de Jesus: naqueles instantes os limites entre o céu e a terra desaparecem por um momento para Jesus, que se ouve chamá-lo Filho de Deus 21. Hendriksen, entendendo o relato como parte do ministério terreno de Jesus, destaca que o mesmo tem dois propósitos: o primeiro é de preparar o mediador para a dura prova da cruz, através da recordação do constante amor do Pai e a glória que seguiria aos seus sofrimentos e, o segundo é de confirmar a fé de Pedro, Tiago e João da verdade que havia sido revelada por Pedro e que este havia confessado como porta-voz dos Doze (Mt 16,16) 22. Foram levantadas algumas críticas em relação a essa posição interpretativa 23. Por exemplo, como os três discípulos reconheceram Moisés e Elias? 24 É possível que um relato tenha tantos paralelos com um acontecimento da vida de Moisés? Da 19 CRANFIELD, C. E. B., The Gospel According to Saint Mark, p. 293 e DAVIES, W. D.; ALLISON, D. C., The Gospel According to Saint Matthew, v.ii, p CULLMANN, O., Cristologia do Novo Testamento, p HENDRIKSEN, W., Comentario al Nuevo Testamento, p O Primeiro a levantar uma crítica em relação a isso foi Strauss. Cf. STRAUSS, D. F., A New Life of Jesus, v.ii. p Na exegese patrística Tertuliano explica que o Espírito Santo é que fez com que os discípulos reconhecessem Moisés e Elias. Cf. CHAMBERAS, P. A. The Transfiguration of Christ: A Study in the Patristic Exegesis of Scripture. SVTQ 14 (1970), p ; aqui p. 49.
6 19 mesma forma, a nuvem e a voz que sai dela carecem de explicações pormenorizadas A transfiguração como um relato da ressurreição Muitos estudiosos consideram que o relato da transfiguração era originalmente uma história da ressurreição 25 que foi deslocada de lugar primeiramente por Marcos, e depois por Mateus e Lucas que seguiram a sequência marcana. Isso quer dizer que Marcos teria transformado um relato da ressurreição em nosso atual relato da transfiguração. Vários argumentos são usados por esses estudiosos em favor dessa posição 26. Dentre os autores que defendem essa posição temos: Bultmann 27, Carslton 28, McCurley 29, Schnackenburg 30. Na opinião de Bultmann, o autor de 2Pe 1,17 conhecia a história como história da ressurreição por causa da expressão grega λαβὼν...ςιμὴν καὶ δόυαν que provavelmente se refere à ressurreição ou à exaltação. Bultmann diz que a história foi criada pela primeira vez por Marcos e tem como objetivo a ratificação celestial da confissão messiânica pronunciada por Pedro e para expressar flexivelmente a profecia da ressurreição (Mc 8,31). Sendo assim, a história foi enxertada entre os versículos 1 e 11 de Marcos 31. Bultmann, identifica que a montanha alta, em que Jesus leva os três discípulos, só pode ser a montanha que aparece em Mt 28,16, ou seja, a montanha em que Jesus iria se encontrar com os discípulos após a ressurreição 32. Para esses estudiosos, muitos dos termos encontrados na transfiguração são melhor explicados se o relato originalmente pertencesse a um dos relatos da 25 O primeiro estudioso a trazer essa proposta foi Julius Wellhausen. Cf. BALTENSWEILER, H., Die Verklärung Jesu: Historisches Ereignis und synoptische Berichte, p Esses argumentos são refutados por Robert Stein em: STEIN, R. H. Is the Transfiguration (Mark 9,2-8) a Misplaced Resurrection-Account? JBL 95 (1976), p BULTMANN, R., Historia de la Tradición Sinóptica, p. 319; 28 CARSTON, C. Transfiguration and Resurection. JBL 80 (1961), p ; 29 MCCURLEY, F. R. And After Six Days (Mk 9:2): A Semitic Literary Device. JBL 93 (1974), p SCHNAKENBURG, R., The Gospel of Matthew, p BULTMANN, R. Op. cit. p. 318 e Ibidem. p. 319.
7 20 ressurreição. Por exemplo, o termo ὤφοη (apareceu) em Mt 17,3 é entendido como um termo ligado a relatos da ressurreição 33. Outro argumento apresentado por Carlson de que o relato da transfiguração é um relato da ressurreição, é que seria estranho o comportamento dos discípulos de negarem Jesus no momento de sua crucificação, uma vez que três deles presenciaram um momento tão sublime na vida do Jesus terreno: a transfiguração 34. A expressão temporal vaga depois de seis dias também serve de ponto de apoio para essa tese. McCurley argumenta que essa expressão é um padrão literário semita comum que serve para preparar o evento culminante do sétimo dia. Com base na idéia que a designação é pré-marcana, ele argumenta que essa designação na perícope serve para indicar um período de seis dias de espera e de preparação na montanha, onde logo após o Senhor ressuscitado experimentou sua ascensão 35. Apesar dos muitos argumentos que são utilizados, Gnilka ressalta que a perícope da transfiguração não concorda com os relatos das aparições. Nada nos diz que ὤφοη está associado com Jesus, Moisés e Elias, e, também, não apresenta papel algum nos relatos da páscoa. Da mesma forma, o imperativo ἀκξύεςε é adequado ao falar do Jesus terreno, não do ressuscitado. Embora o relato só seja possível depois da páscoa, hoje muitos propõem um novo caminho 36. Theissen e Merz concordam com Bultmann ao considerar a transfiguração como uma relato pós-pascal, mas entendem o relato como uma história de ascensão, ou seja, o relato mostra como Jesus foi recebido no mundo celestial. Uma vez recebido, sua autoridade supera a de Moisés e Elias (a Lei e os Profetas). Por isso sua autoridade não pode ficar presa a nenhum lugar cultual específico, ou seja, Pedro não pode construir nenhuma tenda 37. Essa variação da proposta aqui apresentada sofre as mesmas críticas dos que defendem o relato como uma narrativa da ressurreição deslocada. 33 STEIN, R. H. Is the Transfiguration (Mark 9,2-8) a Misplaced Resurrection-Account? JBL 95 (1976), p ; aqui p CARSTON, C. Transfiguration and Resurection. JBL 80 (1961), p ; aqui p MCCURLEY, F. R. And after six days (Mk 9:2): A semitic literary device. JBL 93 (1974), p GNILKA, J., El Evangelio según San Marcos, v. 2. p THEISSEN, G.; MERZ, A., O Jesus Histórico, p. 320.
8 A transfiguração como uma experiência dos discípulos Alguns autores, como Harnack e Meier, partem da idéia de que essa experiência foi uma visão experimentada apenas por Pedro durante a vida terrena de Jesus e, que depois serviu de fundamento para a visão da Páscoa. Meier afirma que eventos semelhantes haviam sido produzidos com infinita frequência durante todos os tempos 38. Dentre as propostas apresentadas por Vicent Taylor em seu comentário acerca da transfiguração em Marcos, o mesmo ressalta que entre os autores que trazem essa proposta o elemento histórico varia, mas a vantagem peculiar dessa proposta é a de utilizar pressupostos psicológicos que são capazes de dar uma explicação digna de vários elementos da narrativa 39. Essa proposta deixa em aberto a questão de saber se a experiência visionária dos discípulos foi uma alucinação, uma visão dada realmente por Deus ou até mesmo uma outra possibilidade 40. Christopher Rowland deixa implícito essa interpretação para a origem do relato, ele afirma que seria um erro excluir a possibilidade da história ter sido uma experiência dos discípulos ou até mesmo uma experiência particular de Pedro, em que teriam visto Jesus na forma de um mensageiro angélico 41. Também foram feitas tentativas de racionalizar o relato 42. Alguns, utilizando como base Lc 9,32 que diz que Pedro e os outros discípulos estavam cheios de sono e depois que acordaram viram a sua glória, trazem a seguinte explicação do relato: depois de uma oração, realizada por Jesus ou pelos próprios discípulos, em que foi 38 BULTMANN, R., Historia de la Tradición Sinóptica, p Bultmann cita os respectivos autores em nota a fim de explicar que não concorda com a posição deles. Muitos outros autores no passado procuraram definir o relato como uma experiência psicológica, seja como visão ou como sonho. Uma lista é encontrada em: BROMILEY, G. W., The International Standard Bible Encyclopedia, v. 4, p TAYLOR, V., The Gospel According to St. Mark, p DAVIES, W. D.; ALLISON, D. C., The Gospel according to saint Matthew, v. II, p ROWLAND, C., Open Heaven: A Study of Apocalyptic in Judaism and Early Christiany, p Alguns autores interpretaram o relato como um fenômeno atmosférico (H. E. G. Paulus; K. Hase; Friedrich Spitta). Cf. BROMILEY, G. W. Op. cit. v. 4, p. 887.
9 22 feita a menção de Moisés e Elias, os três discípulos dormiram e por causa da conversa anterior sonharam com Moisés e Elias 43. Atualmente com as abordagens científicas-sociais o relato também tem sido visto como uma experiência de estado alterado de consciência 44. Para Bruce Malina Jesus é um especialista em entrar em um estado alterado de consciência e também de levar outros a terem essa experiência. Por isso, para ele, no evangelho de Mateus, Jesus passa por essa experiência no seu batismo e na tentação, enquanto os discípulos são levados a ter essa experiência de estado alterado de consciência quando Jesus caminha sobre as águas, na transfiguração e nas experiências de Jesus ressuscitado A transfiguração como uma narrativa simbólica Alguns estudiosos enxergam o relato como um relato simbólico, que não possui nenhuma base histórica. Na busca por essa simbologia, esses pesquisadores vão buscar associações com o Antigo Testamento ou com a tradição apocalíptica judaica ou com as ideias oriundas do helenismo. É bem verdade que muitos comentários posteriores que seguiram essas associações não vão tratar a narrativa como puramente simbólica 46. Lohmeyer distingue duas bases para o relato, a primeira com base em uma lenda suscitada de expectativas escatológicas judaicas que apresenta Jesus como Messias superior a todas as personagens do Antigo Testamento e a segunda parte é oriunda do fato do relato utilizar uma terminologia dos cultos de mistério do 43 STRAUSS, D. F., Life of Jesus, v.ii. p Aqui ele oferece uma crítica à proposta de autores como Rau, Glaber, Kuinöl e Neander. Cf. também DAVIES, W. D.; ALLISON, D. C. Op. cit. p Convencionalmente abreviado segundo o termo em inglês consagrado pelos estudiosos, Altered States of Consciousness ASC. 45 Conforme mencionamos acima, na citação da nota 39, o reconhecimento do elemento histórico varia, ou seja, para Malina a transfiguração foi uma experiência de ASC experimentada pelos discípulos durante o ministério terreno de Jesus. MALINA, B. Social-Scientific Approaches and the Gospel of Matthew. In: POWELL, M., Methods for Matthew, p ; aqui p O comentário de Margaret Davies nos serve de exemplo. A autora faz questão de mencionar, em sua explicitação do texto, sua associação com o texto de Êxodo, mas depois afirma que foi uma experiência de Deus inspirada, que incentivou os discípulos para ouvir Jesus, tomar a sua cruz e seguilo. Cf. DAVIES, M., Matthew, p. 138 e 139.
10 23 helenismo. Essa segunda parte teria sido acrescentada à história judaica acerca do Messias 47. Para Smith, a narrativa da transfiguração também é oriunda do helenismo pagão, do mundo da magia. Para esse autor ela tem a estrutura típica das estórias mágicas, pois Jesus teria praticado magia. Logo, a subida de Jesus com os três discípulos seria uma cerimônia de iniciação na qual Jesus utilizou a hipnose para que os discípulos tivessem uma imagem dele em glória com outras duas figuras 48. Seguindo o mesmo entendimento Kümmel, ao comentar sobre a transfiguração de Jesus, segue a proposta de que no relato é apresentado uma concepção estranha ao judaísmo, e que pertenceria às epifanias helenísticas pagãs de que pessoas possuiam poderes e capacidades divinas, demonstrando-as através de feitos miraculosos. Para ele, essas idéias teriam sido adotadas por cristãos helenistas a fim de expressarem a fé na missão divina do homem Jesus 49. Strauss observou, em uma de suas obras, paralelos entre o relato da transfiguração de Jesus com o relato de Moisés no monte Sinai. Para ele foi o relato do Êxodo que serviu de base para a criação do segundo e assim, mostraria que Jesus não era inferior ao legislador Moisés 50. Essa proposta de entedimento aparece refletida em muitos comentários dessa perícope. Mateus observa a influência dos motivos do Sinai no relato da transfiguração, que Marcos não salientou em seu relato, e percebeu a importância de aumentar os paralelos para o seu relato 51. Por isso, para Warren Carter são perceptíveis ecos dos relatos de Êxodo 24 e 34 onde Moisés recebe os Dez Mandamentos no monte Sinai, como: (1) Seis dias depois de Mt 17,1 em Ex 24,16; (2) Montanha de Mt 17,1 em Ex 24, ; 34,3; (3) grupo seleto especial de Mt 17,1 em Ex 24,1; (4) Face e pele resplandecentes de 47 Citado por Bultmann em uma extensa nota. BULTMANN, R., Historia de la Tradición Sinóptica, p SMITH, M. The Origin and History of the Transfiguration Story. USQR 36 (1980), p. 42 e KÜMMEL, W. G., Síntese Teológica do Novo Testamento, p. 160 e 161. Cf. Também SCHULZ, S., Die Stunde der Botschaft: Einführung in die Theologie der vier Evangelisten, p. 58. Schulz também defende o modelo de epifania helenística. 50 STRAUSS, D. F., A New Life of Jesus, v. II. p DAVIES, W. D.; ALLISON, D. C., The Gospel According to Saint Matthew, v. II, p. 687.
11 24 Mt 17,2 em Mt 34,29-35; (5) Nuvem luminosa de Mt 17,5 em Ex 24,15-18; 34,5; (6) Voz da nuvem de Mt 17,5 em Ex 24,16 e; (7) Medo dos espectadores de Mt 17,6 em Ex 34, Ulrich Luz destaca o fato que o relato contém sem dúvida ecos da tradição do Sinai, embora não se possa entender o relato somente por essa tradição, pois a transfiguração de Moisés em Êxodo 34, por exemplo, acontece uma vez que Deus falou com ele e foi duradoura, enquanto que Jesus se transfigura primeiro e depois se ouve a voz de Deus, sem contar que a transfiguração de Jesus é momentânea. Outro ponto é que Moisés esteve acompanhado não só dos três companheiros, mas também de setenta anciãos e entrou sozinho na nuvem, enquanto que Jesus entra na nuvem com Moisés e Elias 53. Também não há como negar o fato de que o relato evoca esperanças judaicas e cristãs acerca do futuro, sobretudo no que tange a transformação de um futuro corpo ressuscitado. Schweitzer é da opinião de que a verdadeira intenção de Mateus ao compor sua história foi a utilização de passagens do Antigo Testamento relacionadas ao mistério do eschaton e da ressurreição. Para ele um número de itens do relato tem paralelos com a expectativa 54. Entre esses itens a própria transfiguração de Jesus no versículo 2 ligaria o relato à transformação dos justos. Assim também ele encontra alusões a expectativas escatológicas nas palavras: ππξρῆλοεν, ἐγέποηςε e φξβεῖροε 55. David Sim também compartilha de entedimento semelhante ao mencionar que os justos serão como os anjos como temática importante no evangelho de Mateus e a relação da transfiguração com Daniel Segundo F. Hahn o relato da transfiguração foi elaborado pela igreja primitiva para expressar o conteúdo mais profundo de sua fé, centrada na palavra de Jesus, e na 52 CARTER, W., O Evangelho de São Mateus, p LUZ, U. El Evangelio según San Mateo, v. II, p SCHWEIZER, E., The Good News According to Matthew, p Idem. 56 SIM, D., Apocalyptic Eschatology in the Gospel of Matthew, p O livro de David Sim apresenta um importante estudo sobre a escatologia apocalíptica presente no evangelho de Mateus. Para uma pequena análise do mesmo, cf. POWELL, M. A. Review of David Sim, Apocalyptic Eschatology in the Gospel of Matthew. JBL 117 (1998), p
12 25 esperança de sua próxima chegada escatológica. Sendo assim, o relato seria oriundo de um contexto palestino e aludiria à função apocalíptica de Jesus. O encontro de Jesus com Moisés e Elias revela a chegada do fim dos tempos, que foi interpretada corretamente por Pedro e a voz do céu confirmaria essa esperança 57. Sabbe mostra que o primeiro evangelista modificou sua fonte, o evangelho de Marcos, influenciado pelo capítulo 10 do livro de Daniel, na versão da LXX. Essa proposta de Sabbe parte de uma comparação de termos entre Daniel 10 e a transfiguração em Mateus. Percebe-se o uso de termos semelhantes reminescentes do texto daniélico, como: ςὸ ὅπαμα, ςξὺς ὀφοαλμξὺς, ἤκξσρα, φόβξς, ππόρτπόν μξσ, ἤγειπέ με 58. No comentário de Barbaglio acerca dessa perícope, ele segue essa proposta, pois ressalta que Mateus reelaborou sua fonte de forma pessoal e sublinhou o alcance apocalíptico, inspirando-se no livro de Daniel 59. Uma proposta que ficou muito conhecida foi a de Riesenfeld que liga a transfiguração à festa das Tendas ou Tabernáculos à luz da festa oriental da entronização. Sua proposta parte da fala de Pedro de construir três tendas, o que é interpretado por esse autor que a transfiguração retrata a entronização escatológica de Jesus, como Messias, em um ambiente dos Tabernáculos 60. Donaldson segue em sua proposta Riesenfeld, pois entende que a montanha em Mateus 17, é uma montanha de entronização 61. Camacho e Mateos também seguem Riesenfeld, pois para eles a proposta de Pedro liga a visão com a festa das Tendas, que tinha forte caráter messiânico e nacionalista 62. Na opinião de Harrington é necessário manter o equilíbrio na interpretação do relato. Se o relato for levado para o lado de algo estritamente real, corre-se o risco de se perder o rico simbolismo. Agora caso se concentre no simbolismo, o texto pode se dissolver em uma alegoria. Para ele, a caracterização de Mateus como uma visão é 57 Hahn, tomando como base o texto da versão marcana, diz que Mc 9,2c seria posterior. Da mesma forma, a alusão de que Pedro não sabia o que estava falando (v. 6) também seria posterior. Cf. HAHN, F. Hoheitstitel. In: XAVIER, P., Los Orígenes de Jesús, p SABBE, M. La rédaction du récit de la Transfiguration. In: La venue du Messie, p BARBAGLIO, G., Evangelhos (I), p RIESENFELD, H. Jésus transfiguré. L arrière-plan du récit évangélique de la transfiguration de Notre-Seigneur. Copenhagen: Munksgaard, DONALDSON, T. L., Jesus on the Mountain: A Study of Matthean Theology, p CAMACHO; F.; MATEOS, F., O Evangelho de Mateus, p. 197.
13 26 útil, e o reconhecimento de suas ligações com as visões apocalípticas também é importante Metodologia e roteiro A principal abordagem metodológica que adotaremos para o trabalho é o método hitórico-crítico. O método é considerado histórico em razão de serem aplicados a textos antigos e buscar o seu alcance histórico 64. O método é chamado de crítico por que opera com a ajuda de critérios científicos tão objetivos quanto possíveis em cada uma de suas etapas 65. Todavia, quando necessário, não se deixará de lançar mão de outros métodos e abordagens, por exemplo, o método da análise narrativa, enquanto for uma ajuda, para o acesso e compreensão do texto, tal como ele chegou até nós. No segundo capítulo são tratadas as questões centrais da apocalíptica judaica. O que se entende como apocalipse, escatologia apocalíptica e apocalipcismo, bem como a questão da linguagem desses escritos, do contexto social e função literária dos mesmos e, também, a experiência visionária. Num segundo momento, o contexto histórico do evangelho de Mateus também é analisado em relação ao ambiente romano de onde o texto surgiu e da relação com os Judaísmos do final do primeiro século d.c. No terceiro capítulo, a perícope de Mt 17,1-8 será analisada mediante o método histórico-crítico. Será feita uma tradução a partir do texto grego, juntamente com a crítica textual dos principais pontos que oferecem problemas de leitura. Num outro momento será justificada a delimitação proposta, bem como as partes diferenciáveis que compõem a perícope. A análise das formas também será tratada neste capítulo. Por fim, a análise da redação destacará o que de modo especial o redator quis destacar no texto em relação a sua fonte. 63 HARRINGTON, D. J., The Gospel of Matthew, p PONTÍFICIA COMISSÃO BÍBLICA. A Interpretação da Bíblia na Igreja, p Ibidem, p. 33.
14 27 O quarto capítulo versará sobre os aspectos teológicos da transfiguração em Mt 17,1-8. Para isso, destacamos os principais pontos de nossa perícope oriundos de nossa análise feita no terceiro capítulo. Esses pontos são correlacionados com textos da apocalíptica judaica que possuem alguma correspondência. A correspondência, em cada ponto, é feita observando a seguinte ordem: cronológica, semântica e teológica. Por fim, temos a conclusão da pesquisa, no quinto capítulo, que aponta para as principais questões abordadas pelo trabalho Hipótese O evangelho de Mateus fundamenta sua cristologia na convicção de que Jesus de Nazaré é o messias e Filho de Deus prometido nas Escrituras de Israel. Jesus é apresentado como o pastor de Israel que vai buscar as ovelhas perdidas desse povo e que construirá um reino universal para todas as nações. Sua cristologia do Emanuel ressalta o caráter narrativo da cristologia de Mateus e serve de moldura para todo o evangelho 66. Sendo o evangelho mais judaico, o mesmo mostra-se conhecedor das principais concepções religiosas oriundas do fragmentado judaísmo do I século d.c. Muitas dessas concepções são permeadas por expectativa acerca do fim dos tempos e, por isso, influenciadas por livros judaicos da literatura apocalíptica que começam a emergir a partir do século II a.c. indo até o século I d.c. Portanto, pretende-se verificar, a partir de uma abordagem histórico-crítica, que para se entender de forma plena o relato da transfiguração, é necessário conhecimento da apocalíptica judaica, uma vez que o relato da forma como está apresentado em Mateus, parece possuir influência desse pensamento. Também, pretende-se verificar, que contribuição o relato da transfiguração traz para a cristologia mateana, ou seja, se o texto reflete uma compreensão visionária 66 SCHNELLE, U., Teologia do Novo Testamento, p. 559.
15 28 de Jesus muito antiga, dos primórdios da cristologia, na qual Jesus é apresentado como um revelador celeste especial.
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